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24 15 Maio 2009 COMUNIDADES Cooperação na CPLP Um programa indicativo da cooperação em Protecção Civil

15 Maio 2009

COMUNIDADES

Cooperação na CPLP

Um programa indicativo da cooperação em Protecção Civil e Bombeiros foi assinado em Lisboa por representantes dos oito países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O fórum permitiu identificar quais os sectores estratégicos de cooperação e como podem ser acompanhados.

Comunidade lusa de BookCrossing

“Ler, registar e libertar” é o lema do BookCrossing. Na Junta de Freguesia de Maceda, em Ovar, realizou-se o primeiro encontro dos membros da comunidade portuguesa de Bookcrossing. Um bookcrosser é alguém que deixa um livro num banco de jardim para que outra pessoa o encontre e leve para casa, onde os seus únicos deveres são saborear a leitura, partilhar a experiência no site do BookCrossing e devolver o livro a outro local onde possa prosseguir caminho. O BookCrossing está em 130 países, nos quais tem a circular quase 6 milhões de livros.

Governo paga consulado “inexistente”

O Governo está a pagar há um ano duas rendas pelo consulado na Holanda, que em dois anos perdeu metade dos funcionários, tornando “impossível” o atendimento a uma comunidade em crescimento, denunciam responsáveis da emigração. O consulado de Portugal na Holanda, localizado em Roterdão, passou a secção consular da Embaixada de Portugal em Haia em 2007, devendo as suas instalações passar também para aquela cidade, mas o Governo está há um ano a pagar a renda das futuras instalações da embaixada em Haia.

também para aquela cidade, mas o Governo está há um ano a pagar a renda das

Abertas as inscrições para o Festival Lusavox

em Haia. Aber tas as inscrições para o Festival Lusavox Estão abertas as inscrições para a

Estão abertas as inscrições para a terceira edição do festival de música Lusavox, agendado para a primeira semana de Agosto, no Algarve, anunciou o gabinete do secretário de Estado das Comunidades. Os concorrentes interessados devem enviar as suas músicas originais através do “site” www.lusavox.sapo.pt ou entregá-las nos consulados portugueses. Numa iniciativa do gabinete do secretário d e Estado das Comunidades, o Lusavox é dirigido aos portugueses e luso-descendentes que residem no estrangeiro e pretende descobrir talentos musicais nas comunidades portuguesas. Este ano, o festival terá como director musical o músico Pedro Abrunhosa. Apesar de ser uma iniciativa do Governo e de empresas portuguesas, as letras das canções concorrentes ao Lusavox não têm de ser todas em português. No entanto, o regulamento prevê que pelo menos uma estrofe tem de ser em língua portuguesa. Os participantes no concurso têm de estar inscritos no consulado há pelo menos um ano. Do Lusavox vão sair dois vencedores: um eleito pelo público, que irá receber cinco mil euros, e outro eleito por um júri, que irá gravar um CD. O Lusavox é uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades em parceria com a Valentim de Carvalho, o portal Sapo e a RTP, que irá transmitir o festival em directo pela RTP 1, RTP Internacional, RTP África e RDP Internacional.

RTP 1, RTP Internacional, RTP África e RDP Internacional. ORGANIZADO PELA ARTUROS ART DELICATESSEN Algum futebol
RTP 1, RTP Internacional, RTP África e RDP Internacional. ORGANIZADO PELA ARTUROS ART DELICATESSEN Algum futebol
ORGANIZADO PELA ARTUROS ART DELICATESSEN
ORGANIZADO PELA ARTUROS ART DELICATESSEN

Algum futebol e muito convívio

Organizado pela “Arturos Art Delicatessen”, realizou-se um jogo de futebol entre clientes e amigos, para reviver os velhos tempos de uma equipa, que na altura era quase invencível, mas cujos “craques” se foram desgastando ao longo do “fare nienti”. Contudo, deram muita luta aos “solteiros”, raça que já não se faz como dantes, e o jogo acabou com um empate a 7 bolas. No prolongamento, com menos barriga, os solteiros conseguiram bater os “cançados”, ou digo casados, por 2-1. Em relação ao árbitro (Nuno Garrido), nada de relevante a assinalar , a não ser o facto de ter aplicado alguns cartões amarelos mais para o lado dos casados, o que obrigava o

No fim, foi

admoestado a beber uma cerveja quase de penalty !

preparada uma excelente refeição pelo Artur , com a ajuda (pouca) do Miguel e do Bertano, para regozijo e confraternização

de todos. P. Fernandes

OPINIÃO

 

Onde está a Comunidade dos Países Lusófonos?

Prezados concidadãos lusófonos, Em primeiro lugar, temos a honra de congratular todos os cidadãos que fazem parte integrante da “CPLP” e, acima de tudo, todos aqueles que se esforçaram por estar presentes na “Demonstração de 4 de Maio” que, na verdade, foi um sucesso para todos aqueles que participaram e onde se puderam ver engalanadas no colorido racial e étnico da grande multidão as bandeiras dos países de que são oriundos! Na verdade, esta demonstração foi para nós como que um desafio, porquanto nos fez acordar para nos autoquestionarmos acerca do que temos feito, bem como qual o futuro que vamos legar às gerações vindouras. Lamentavelmente, os mais jovens irão pedir-nos responsabilidades por tudo quanto poderíamos ter feito, mas, por presunção e procacidade, não o fizemos! É um facto que a “CPLP” está cheia de curandeiros, de oportunistas, de camaleões, de vira-casacas, assim como de impostores e de divisionistas… que é um nunca mais acabar! Além disso, há aqueles que subrepticiamente se escudam debaixo da capa da religião e do partido a que pertencem, no intuito de poderem agradar, ao mesmo tempo, a gregos e a troianos, prometendo mundos e fundos, como acontece com as cunhas e com os compadrios dos conluios, que usam como sina o livro de São Cipriano, prometendo aquilo que não têm, mas que, pela sua esperteza saloia, entram quase sempre pela “porta do cavalo” , dando, como de costume, uma no cravo e outra na ferradura!

menoridade e de incompetência, porquanto, perante tais obstrucionismos, se calaram consentindo que meia dúzia de miguéis de vasconcelos nos tivessem traído, dividindo e marginalizado, lançando-nos na bruma do esquecimento, tirando vantagem de tal situação toda essa farândola de cobardes e de hipócritas que, a pretexto de lisonjarias, têm enganado os incautos e vulneráveis seres humanos, como acontece numa das zonas de Stockwell, em que pessoas mal informadas têm recorrido, em última instância, à bruxaria, onde prognosticadores, agoireiros e feiticeiros têm encontrado um grande e vasto campo fértil de exploração para as suas manobras, porquanto ainda não foram denunciadas à Justiça! Por conseguinte, e para terminar, seja-nos lícito desde já agradecer a gentileza com que fomos recebidos dentro das Excelentíssimas Embaixadas de Portugal, Angola, Moçambique e Consulado Geral do Brasil, assim como na Missão Católica Portuguesa, com que, durante muito tempo, fomos obrigados a contactar para efeitos de que a informação chegasse à maioria de quem trabalha, uma vez que certos senhores engraxadores e profetas de fachada se opuseram a que o público fosse informado - e tudo isto é uma traição aos Direitos dos Cidadãos, bem como um ultraje aos Direitos do Homem! Outrossim, agradecemos a cooperação da Aliança Ibero Americana, ACCA/PALOPS, Centro de Apoio e Informação Angolano, Jornal as Notícias e Guardian

Destarte, com os erros do passado, a experiência ensinou-nos a ter precaução em tudo quanto se tentar levar avante no seio das Comunidades Lusófonas”, em conformidade com o que se tem passado dentro da Comunidade Portuguesa, onde vergonhosamente têm consentido que lhes tenham passado atestados de

Angels, que contribuíram para o grande impacto da demonstração. A todos, um muito bem haja! VIVA A “CPLP”!

Solidariedade e cooperação,

F. Gonçalves da Silva Portuguese Action Group

F. Gonçalves da Silva Portuguese Action Group A “Demonstração de 4 de Maio” foi um êxito.
F. Gonçalves da Silva Portuguese Action Group A “Demonstração de 4 de Maio” foi um êxito.

A “Demonstração de 4 de Maio” foi um êxito. Movidas pelos mesmos propósitos, várias comunidades se juntaram em Londres e deram mostras de uma verdadeira união que não conhece raças nem credos.

várias comunidades se juntaram em Londres e deram mostras de uma verdadeira união que não conhece