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IMAGENS QUEBRADAS TRAJETRIAS E TEMPOS DE ALUNOS E MESTRES (MIGUEL G.

ARROYO)

PROF. LEONARDO DOS SANTOS NEVES

OUTRO OLHAR SOBRE OS EDUCANDOS


Conhecer os alunos pode acontecer de formas variadas: dias de encontro, oficinas, pesquisas, visitas as suas casas, e at a seu lugar de trabalho e sobrevivncia; Conhecemos ou no os alunos? Nunca deixamos de ver os alunos, mas com que olhar?

Reconhecemos que os alunos nos assustam como nunca nos assustavam o que nos assustam que esto resistindo a olhares estereotipados; Cada aluno algum com sua histria; Quando mudamos nosso olhar sobre os educandos, tudo muda, os contedos, a didtica;

Se reconhecemos que os alunos no so os mesmos teremos de perguntar-nos como so, como os sentimos; As respostas a estas questes no so de cada professor, so dos coletivos profissionais; Dessas respostas depender interpretaremos suas condutas, equacionaremos nossa docncia; como como

PROPOSTA DE ORGANIZAO DOS COLETIVOS 1. Como nomeamos os alunos? Que nomes usamos no cotidiano da escola? Nas reunies e documentos da escola? 2. Reconstruo das nossas lembranas de tempos de formao. Com que viso samos dos educandos com os quais conviveremos durante dcadas?

3. Proposta de formas de aproximao e de conhecimento dos educandos: Como saber mais sobre suas vidas, seus itinerrios humanos, no apenas escolares. Saber mais sobre seu trabalho, suas expresses culturais, seus horizontes de vida pessoais e familiares. Refletir sobre as violncias exercidas pelos professores sobre os alunos.