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TECTÔNICA DE PLACAS Prof. Renê Macêdo
TECTÔNICA DE PLACAS Prof. Renê Macêdo
TECTÔNICA DE PLACAS Prof. Renê Macêdo
TECTÔNICA DE PLACAS Prof. Renê Macêdo

TECTÔNICA DE PLACAS

TECTÔNICA DE PLACAS Prof. Renê Macêdo

Prof. Renê Macêdo

Sumário  Histórico;  Evolução do conhecimento;  Placas tectônicas;  Os ambientes tectônicos; 

Sumário

Histórico;

Evolução do conhecimento;

Placas tectônicas;

Os ambientes tectônicos;

Placas tectônicas: terremotos e vulcanismo;

CTG - Dept. de Geologia

Questões  Como se formam as placas?  Como os continentes se movem? CTG -

Questões

Como se formam as placas?

Como os continentes se movem?

CTG - Dept. de Geologia

Tectônica de Placas  A sempre nas posições em que se encontram hoje; teoria fala

Tectônica de Placas

A

sempre nas posições em que se encontram hoje;

teoria

fala

que

continentes

não

os

estiveram

hoje; teoria fala que continentes não os estiveram  Quando proposta e posteriormente comprovada,

Quando proposta e posteriormente comprovada,

revolucionou o conhecimento geológico e a visão que

a humanidade tinha a respeito do planeta;

CTG - Dept. de Geologia

 Sua constatação apresentou forte influência nas teorias evolutivas e na forma como os geocientistas

Sua constatação apresentou forte influência nas

teorias evolutivas e na forma como os geocientistas

passaram a interpretar a dinâmica do interior do

planeta e sua relação com a litosfera;

do interior do planeta e sua relação com a litosfera; Exemplo células convecção de de Fonte:
do interior do planeta e sua relação com a litosfera; Exemplo células convecção de de Fonte:
do interior do planeta e sua relação com a litosfera; Exemplo células convecção de de Fonte:

Exemplo

células

convecção

de

de

com a litosfera; Exemplo células convecção de de Fonte:

Fonte: http://www.propertiesofmatter.si.edu/Density_Creates.html

CTG - Dept. de Geologia

Histórico  Século XV - Confecção dos primeiros mapas da costa africana e da América

Histórico

Século XV - Confecção dos primeiros mapas da costa

africana e da América (expansão ultramarina européia);

A linha da costa do continente americano passa a ser conhecido e desperta curiosidade pelo fato de apresentar um encaixe com o continente africano;

CTG - Dept. de Geologia

 Abraham Ortelius (1527 – 1598) – geógrafo e cartógrafo belga, foi um dos primeiros

Abraham Ortelius (1527 1598) geógrafo e cartógrafo

belga, foi um dos primeiros a propor a deriva continental;

Compilou o primeiro atlas mundial Theatrum Orbis Terrarum

(Teatro do Mundo), surgido em 1570;

Ortelius sugere a possibilidade de deriva continental a partir

da forma dos continentes;

CTG - Dept. de Geologia
CTG - Dept. de Geologia

Francis Bacon (1620), filósofo inglês percebeu encaixe perfeito entre América do Sul e África = Continentes unidos no

entre América do Sul e África = Continentes unidos no passado.  Deixa registrado na história

passado.

Deixa registrado na história a sugestão do movimento das massas continentais;

no passado.  Deixa registrado na história a sugestão do movimento das massas continentais; CTG -

CTG - Dept. de Geologia

Planisfério de Cantino – Um dos primeiros mapas da América do Sul. Representando as descobertas
Planisfério de Cantino – Um dos primeiros mapas da América do Sul. Representando as descobertas

Planisfério de Cantino Um dos primeiros mapas da América do Sul.

Representando as descobertas portuguesas. Fonte: MAGALHÃES

(2009).

CTG - Dept. de Geologia

 Além de Bacon, Benjamim Franklin e Antonio Snider-Pellegrini sugeriram possibilidade de deriva continental;

Além de Bacon, Benjamim Franklin e Antonio Snider-Pellegrini sugeriram possibilidade de

deriva continental;

sugeriram possibilidade de deriva continental; Ilustração de Snider-Pellegrini, em 1858, antes da

Ilustração de Snider-Pellegrini, em 1858, antes da separação e depois da separação.

CTG - Dept. de Geologia

 Abordagens sobre a deriva continental cai no esquecimento por ficar no campo da especulação;

Abordagens

sobre

a

deriva

continental

cai

no

esquecimento por ficar no campo da especulação;

Volta à tona em outros momentos;

Mas, cai novamente no esquecimento por falta de

suporte científico;

CTG - Dept. de Geologia

 Séculos seguintes, retomada da idéia com suporte científico;  Alfred Wegener (1880 – 1930),

Séculos seguintes, retomada da idéia com

suporte científico;

seguintes, retomada da idéia com suporte científico;  Alfred Wegener (1880 – 1930),

Alfred

Wegener

(1880

1930), meteorologista

alemão

-

publica

4

trabalhos

sobre

A

origem

dos

continentes e oceanos (1915-1929);

 

Só alcança a comunidade científica a partir de 1922

quando passa a ser traduzido para o inglês;

Propõe que todos os continentes estavam juntos

formando um mega continente, o qual denominou de

Pangea;

CTG - Dept. de Geologia

 Evidências da deriva continental propostas por Wegener:  Encaixe dos continentes; CTG - Dept.

Evidências da deriva continental propostas por

Wegener:

Encaixe dos continentes;

CTG - Dept. de Geologia

 Distribuição de fósseis; CTG - Dept. de Geologia

Distribuição de fósseis;

 Distribuição de fósseis; CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

Feições paleoclimáticas (glaciação);

 Feições paleoclimáticas (glaciação); Depósitos glaciais e direção do movimento das geleiras; CTG - Dept. de

Depósitos glaciais e

direção do movimento das geleiras;

CTG - Dept. de Geologia

 Distribuição de rochas e cadeias de montanhas; CTG - Dept. de Geologia

Distribuição de rochas e cadeias de montanhas;

 Distribuição de rochas e cadeias de montanhas; CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Todos os continentes estavam juntos há ~200Ma constituindo o Mega continente que denominou Pangea

Todos os continentes estavam juntos há ~200Ma constituindo o Mega continente que denominou Pangea

(Pan = toda e Geae = terra);

CTG - Dept. de Geologia

Fonte: http://www.insugeo.org.ar/libr os/cg_24/20.htm Alexander Du Toit.  Alexander Du Toit (1878 – 1948) –

Fonte:

http://www.insugeo.org.ar/libr

os/cg_24/20.htm

Alexander

Du

Toit.

Alexander Du Toit (1878 1948) Refina a

teoria de Wegener propondo separação do

Pangea em dois grandes continentes

Laurasia (H. Norte) e Gondwana (H. Sul);

com a publicação dos livros: Comparação

Geológica da América do Sul e da África

(1927) e os Nossos continentes errantes :

Uma hipótese de deriva continental (1937).

África (1927) e os Nossos continentes errantes : Uma hipótese de deriva continental (1937) . CTG

CTG - Dept. de Geologia

Suporte Científico CTG - Dept. de Geologia

Suporte Científico

Suporte Científico CTG - Dept. de Geologia
Suporte Científico CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Teoria Rejeitada – questões remanescentes:  Quais forças moveriam os blocos continentais?  Como

Teoria Rejeitada questões remanescentes:

Quais forças moveriam os blocos continentais?

Como deslizar duas crostas rígidas, uma sobre a

outra, sem quebrá-las?

Teoria cai no esquecimento!

Desconhecimento

da

plásticas do manto).

astenosfera

CTG - Dept. de Geologia

(propriedades

Evolução dos Conhecimentos

Evolução dos Conhecimentos  Anos da 1950: Teoria Continental; Ressurgimento da Deriva  Expedições militares

Anos da

1950:

Teoria

Continental;

Ressurgimento

da

Deriva

Expedições militares para mapeamento do assoalho oceânico (desenvolvimento de sonares);

 Expedições militares para mapeamento do assoalho oceânico (desenvolvimento de sonares); CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Entre 1940 e 1950 – pesquisadores   das Universidades de Columbia e Princeton (EUA)

Entre

1940

e

1950

pesquisadores

 

das

Universidades de Columbia e

Princeton (EUA) mapeiam o

assoalho oceânico e coletam

rochas;

das Universidades de Columbia e Princeton (EUA) mapeiam o assoalho oceânico e coletam rochas; CTG -
das Universidades de Columbia e Princeton (EUA) mapeiam o assoalho oceânico e coletam rochas; CTG -

CTG - Dept. de Geologia

 Os cientistas observam dinâmica ativa do assoalho, ao contrário do que se esperava (cadeias

Os cientistas observam dinâmica ativa do assoalho, ao contrário do que se esperava (cadeias de montanhas, fendas,

fossas, atividade sísmica e vulcânica);

do que se esperava (cadeias de montanhas, fendas, fossas, atividade sísmica e vulcânica); CTG - Dept.

CTG - Dept. de Geologia

 Dá-se o nome de dorsal atlântica ou meso-oceânica a cadeia de montanha submarina que

Dá-se o nome de dorsal atlântica ou meso-oceânica a cadeia de montanha submarina que emerge do fundo oceânico ao longo do eixo do oceano atlântico;

Constatou-se que emerge do interior quente da Terra um fluxo de

material vulcânico, sendo ambientes de intensa atividade sísmica;

Esta cadeia se estende por 84.000 km ao longo do eixo central do oceano atlântico ,e em seu centro ocorrem depressões que variam de 1 a 3km

DORSAL NO PACÍFICO

DORSAL NO ATLÂNTICO

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Perfil

Batimétrico

 A dorsal emerge na Islândia formando ilhas vulcânicas com atividade termal e vulcânica intensa;

A dorsal emerge na Islândia formando ilhas vulcânicas

com atividade termal e vulcânica intensa;

 

Zona

de

ruptura

dividia

a

crosta

em

duas

simetricamente;

Hipótese

retomada

(Separação

dos

continentes?)

simetricamente; Hipótese retomada (Separação dos continentes?) DORSAL ATLÂNTICA CTG - Dept. de Geologia
simetricamente; Hipótese retomada (Separação dos continentes?) DORSAL ATLÂNTICA CTG - Dept. de Geologia

DORSAL ATLÂNTICA

simetricamente; Hipótese retomada (Separação dos continentes?) DORSAL ATLÂNTICA CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Anos 1960 – aperfeiçoamento de datação de rochas (determinação da idade verdadeira das rochas

Anos

1960

aperfeiçoamento

de

datação

de

rochas

(determinação da idade verdadeira das rochas do assoalho);

Do contrário que se pensava a crosta oceânica tem uma idade de formação jovem ~200 Ma;

Estudos de paleomagnetismo identificam faixas simétricas nas rochas do assoalho oceânico em ambos os lados da dorsal atlântica decorrentes das inversões magnéticas da

Terra no passado geológico;

CTG - Dept. de Geologia

 Faixas simétricas de idades dos dois lados da dorsal – rochas mais jovens próximas

Faixas simétricas de idades dos dois lados da dorsal rochas mais jovens próximas à cadeia oceânica e cada vez mais antigas à medida que se

aproxima dos continentes;

CTG - Dept. de Geologia

Isócronas paralelas à dorsal meso-oceânica. À medida em que se afasta da dorsal as rochas

Isócronas paralelas à dorsal meso-oceânica. À

medida em que se afasta da dorsal as rochas são

mais antigas.

CTG - Dept. de Geologia
CTG - Dept. de Geologia
 Descobrimento das anomalias geomagnéticas ; CTG - Dept. de Geologia
Descobrimento das anomalias geomagnéticas ;
CTG - Dept. de Geologia
 Final dos anos 1950 - Estudos geofísicos das rochas do oceano Pacífico apresentam desvios

Final dos anos 1950 - Estudos geofísicos das rochas do oceano Pacífico apresentam desvios de valores magnéticos (padrão

bandado);

1963 - Vine & Mathews sugerem que as bandas magnéticas

são o registro do campo magnético terrestre à época da

extrusão das lavas geradas sucessivamente;

à época da extrusão das lavas geradas sucessivamente; Figura . Anomalias magnéticas da crosta oceânica. Fonte:

Figura . Anomalias magnéticas da crosta oceânica. Fonte:

Figura . Anomalias magnéticas da crosta oceânica. Fonte: http://w3.ualg.pt/~jdias/INTROCEAN/B/14_Magnetom.html C T

http://w3.ualg.pt/~jdias/INTROCEAN/B/14_Magnetom.html

CTG - Dept. de Geologia

 Harry Hess (1962) em Princeton - reúne as evidências de rochas bandadas com inversões

Harry Hess (1962) em Princeton - reúne as evidências de rochas bandadas com inversões magnéticas, bem como o

aumento da idade das rochas a partir da dorsal e propõe a

expansão do assoalho oceânico;

O material fluido que emerge no centro da dorsal empurra as

rochas mais antigas, lateralmente, logo, este material se

resfria dando origem a nova crosta;

CTG - Dept. de Geologia

Esquema de circulação mantélica e expansão do assoalho oceânico proposto por Harry Hess.   Calor

Esquema de circulação mantélica e expansão do assoalho oceânico proposto por Harry Hess.

e expansão do assoalho oceânico proposto por Harry Hess.   Calor gerado no centro da  
 

Calor

gerado no centro da

 

de

 

Terra

promove

transporte

massa

por

   
 

aquecimento, que se torna menos denso e sobe;

 

Em seguida, parte do material se resfria movimentando-se lateralmente

sendo reincorporado para zonas mais profundas dando início a um novo ciclo célula de convecção;

 

CTG - Dept. de Geologia

 
 Explicação de Harry Hess permitiu, enfim, identificar os mecanismos de deriva continental e expansão

Explicação de Harry Hess permitiu, enfim, identificar os mecanismos de deriva continental e expansão do assoalho por correntes de convecção

a fenda não aumenta, material novo é adicionado;

Também explica a formação dos oceanos;

Termo

“deriva continental” torna-se

incorreto.

conceito de placas tectônicas;

Surge

“deriva continental” torna-se incorreto. conceito de placas tectônicas ; Surge CTG - Dept. de Geologia então

CTG - Dept. de Geologia

“deriva continental” torna-se incorreto. conceito de placas tectônicas ; Surge CTG - Dept. de Geologia então
“deriva continental” torna-se incorreto. conceito de placas tectônicas ; Surge CTG - Dept. de Geologia então

então

o

Placas tectônicas  Camadas concêntricas com composição e propriedades físico- químicas inerentes; CTG - Dept.

Placas tectônicas

Camadas concêntricas com composição e propriedades físico-

químicas inerentes;

CTG - Dept. de Geologia

 Litosfera – camada rígida mais externa constituída da crosta (continental e oceânica) e parte

Litosfera camada rígida mais externa

constituída da crosta (continental e oceânica) e

parte superior do manto;

Crosta continental (Si + Al = granitos) < densa;

Crosta oceânica (Si + Mg = basaltos) > densa;

 

Placas

tectônicas

-

compartimentos

litosféricos

limitadas por falhas e fraturas profundas;

tectônicas - compartimentos litosféricos limitadas por falhas e fraturas profundas; CTG - Dept. de Geologia
tectônicas - compartimentos litosféricos limitadas por falhas e fraturas profundas; CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Astenosfer a – zona do manto superior com profundidades entre 100 – 350 km;

Astenosfera

zona

do

manto

superior

com

profundidades entre 100 350 km;

Zona de baixa velocidade (ondas P e S < Vel.)

região superior da astenosfera possui

propriedade plástica > litosfera rochas em

estado de fusão parcial, alta T;

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 Placas rígidas (litosfera) astenosfera plástica; deslizam sobre  Tectônica Global; CTG - Dept. de

Placas

rígidas

(litosfera)

astenosfera plástica;

deslizam

sobre

Tectônica Global;

 Placas rígidas (litosfera) astenosfera plástica; deslizam sobre  Tectônica Global; CTG - Dept. de Geologia
 Placas rígidas (litosfera) astenosfera plástica; deslizam sobre  Tectônica Global; CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

Ambientes tectônicos

Ambientes tectônicos  Ambientes tectônicos = associados aos limites das placas, onde ocorre intensa atividade

Ambientes tectônicos = associados aos limites das placas,

onde ocorre intensa atividade geológica;

Tipos de Limites:

 

Divergentes: afastamento de placas - dorsais oceânicas; Convergentes: colisão de placas - zonas de subducção, fossas oceânicas e cadeias de montanhas; depende da densidade das placas;

Conservativos ou Transformantes: colisão oblíqua com movimento relativo entre si ao longo de falhas;

CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

CTG - Dept. de Geologia

 Limites divergentes entre placas (extensionais): OCEANO ATLÂNTICO RIFTE DO LESTE AFRICANO CTG - Dept.

Limites divergentes entre placas (extensionais):

 Limites divergentes entre placas (extensionais): OCEANO ATLÂNTICO RIFTE DO LESTE AFRICANO CTG - Dept. de

OCEANO ATLÂNTICO

RIFTE DO LESTE AFRICANO

CTG - Dept. de Geologia

 Limites convergentes (compressionais): CTG - Dept. de Geologia

Limites convergentes (compressionais):

CTG - Dept. de Geologia

 Sentido dos movimentos das placas tectônicas; CTG - Dept. de Geologia

Sentido dos movimentos das placas tectônicas;

CTG - Dept. de Geologia
CTG - Dept. de Geologia
Formação e fragmentação de massas continentais durante a evolução da Terra  Ciclo de Wilson:

Formação e fragmentação de massas

continentais durante a evolução da

Terra

Ciclo de Wilson:

Formação de crosta Margens passivas

(fragmentação de continentes (hot spots) limite

divergente; magma basáltico, formação de crosta, expansão do assoalho);

Destruição e reciclagem de crosta Margens ativas (crosta mais densa mergulha sob a menos densa subducção, limites convergentes, incorporação da crosta no manto fusão);

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Hot Spots  Possuem origem em profundidades diversas do manto (plumas mantélicas – anomalias térmicas);

Hot Spots

Possuem origem em profundidades

diversas do manto (plumas mantélicas

anomalias térmicas);

Modelo de convecção do manto

– anomalias térmicas); Modelo de convecção do manto  O fluxo de material através do manto,

O fluxo de material através do manto, em ascensão por convecção, é muito

lento, da ordem de centímetros por ano

acredita-se que as temperaturas no núcleo externo podem chegar a cerca de 6.000 °c

por ano acredita-se que as temperaturas no núcleo externo podem chegar a cerca de 6.000 °

CTG - Dept. de Geologia

 Relativamente estacionárias, deixando marcas de atividades magmáticas na superfície terrestre (placas se

Relativamente estacionárias, deixando marcas de atividades

magmáticas na superfície terrestre (placas se movimentam

sobre o hot spot);

Nos oceanos formam vulcões alinhados (ilhas vulcânicas),

cordilheiras submarinas;

CTG - Dept. de Geologia

a) Formação de ilhas vulcânicas por hot spots ; b) e c) arquipélagos de ilhas
a) Formação de ilhas vulcânicas por hot spots ; b) e c) arquipélagos de ilhas

a) Formação de ilhas vulcânicas por hot spots ; b) e c)

arquipélagos de ilhas formando-se pelo movimento das

placas sobre hot spot estacionário; d) idades das ilhas

(mais distantes do vulcão recente, mais antigo).

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 Quando ocorre sob placas continentais pode gerar cadeias de vulcões ou causar fragmento da

Quando ocorre sob placas continentais pode gerar cadeias de vulcões ou causar fragmento da crosta (rompimento em fraturas com 120º

- junção tríplice ou ponto tríplice);

fragmento da crosta (rompimento em fraturas com 120º - junção tríplice ou ponto tríplice); CTG -

CTG - Dept. de Geologia

fragmento da crosta (rompimento em fraturas com 120º - junção tríplice ou ponto tríplice); CTG -
Ciclo de Wilson. Processos de formação e reciclagem das placas tectônicas. CTG - Dept. de
Ciclo de Wilson. Processos de formação e reciclagem das placas tectônicas. CTG - Dept. de

Ciclo de Wilson. Processos de formação e reciclagem das

placas tectônicas.

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 Locais com diferentes fases do Ciclo de Wilson; CTG - Dept. de Geologia

Locais com diferentes fases do Ciclo de Wilson;

CTG - Dept. de Geologia

Placas tectônicas: terremotos e vulcanismo  Terremotos ou abalos sísmicos – tremores de terra oriundos

Placas tectônicas: terremotos e

vulcanismo

Terremotos ou abalos sísmicos tremores de terra oriundos da acumulação e liberação de

energia gerada pela ruptura de rochas

(movimentos das placas);

Ambiente: limites convergentes e conservativos;

Intensidade:

é

classificada

provocam

pelos

efeitos

que

as

lugar

ondas

(escala Richter);

sísmicas

determinado

em

Distribuição dos tremores: ocorrem nos limites das

placas e intraplacas;

CTG - Dept. de Geologia

Distribuição das atividades sísmicas pela análise de redes sismológicas ao redor do mundo. Coincidem com
Distribuição das atividades sísmicas pela análise de redes sismológicas ao redor do mundo. Coincidem com

Distribuição das atividades sísmicas pela análise de redes

sismológicas ao redor do mundo. Coincidem com os limites litosféricos.

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Foco dos abalos CTG - Dept. de Geologia
Foco dos abalos
CTG - Dept. de Geologia
 Vulcanismo – conjunto de processos ígneos associados ao derramamento do magma na

Vulcanismo

conjunto

de

processos

ígneos

associados

ao

derramamento

do

magma

na

superfície terrestre;

Magma = possui densidade < que rochas ao redor,

ascende por rupturas na crosta podendo dar origem a

erupção vulcânica (derrame de lavas);

Vulcões:

convergentes, 15% divergentes e 5% intraplaca hot

spots);

origem

limites

das

placas

nos

(80%

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Distribuição global dos vulcões. Nota-se que os vulcões ativos encontram-se em sua maioria nos limites
Distribuição
global
dos
vulcões.
Nota-se
que
os
vulcões
ativos
encontram-se
em
sua
maioria
nos
limites convergentes.
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Forças que movem as placas  Harry Hess explicou o mecanismo principal que move as

Forças que movem as placas

Harry Hess explicou o mecanismo principal que move as

placas;

Atualmente, alguns cientistas afirmam que as correntes

de convecção do manto, não são suficientes de

movimentar as placas;

Conjunto de fatores produziria o movimento:

Processo de subducção dá início a uma ação conjunta placas empurradas pela formação de novas cadeias;

Esfriamento e afastamento da meso-oceânica torna porção mais distal da placa mais densa causando mergulho para o interior do

manto;

Placa se torna espessa à medida em que se afasta da meso- oceânica; Peso e inclinação induz ao movimento;

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Exemplos das possíveis causas da movimentação das placas tectônicas. a) Criação de crosta (empurra); c)
Exemplos das possíveis causas da movimentação das placas tectônicas. a) Criação de crosta (empurra); c)

Exemplos das possíveis causas da movimentação das placas

tectônicas. a) Criação de crosta (empurra); c) Placa espessa =

mais pesada, limite com a astenosfera torna-se inclinado; b) Litosfera mergulha para o interior do manto por ter maior

densidade.

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Recapitulando  Como se formam as placas?  Como os continentes se movem? CTG -

Recapitulando

Como se formam as placas?

Como os continentes se movem?

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