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AMIGOS P’RA VIDA “ Se tu vens às quatro da tarde desde as três eu

AMIGOS P’RA VIDA

AMIGOS P’RA VIDA “ Se tu vens às quatro da tarde desde as três eu começarei

Se tu vens às quatro da tarde

desde as três eu começarei a ser feliz.”

Antoine de Saint-Exupéry

P’RA VIDA “ Se tu vens às quatro da tarde desde as três eu começarei a

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13/01/2017

A ENTIDADE PROMOTORA

A ENTIDADE PROMOTORA

A ENTIDADE PROMOTORA

Candeia

CANDEIA - Associação para a Animação de Crianças e Jovens

Em 1991, um grupo de amigos juntou-se para organizar um Campo de Férias para 16 crianças da Associação Protetora das Florinhas da Rua e da Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família.

Mantendo sempre uma inspiração cristã, em 2004, a Candeia transformou-se em Associação (D.R. n.º 194 de 18/8/2004) e obteve o necessário licenciamento para a realização de campos de férias pelo IPJ (Alvará n.º 169).

À Candeia foi concedido em 2011 o estatuto de IPSS inscrição nº 10/11, folhas 77 e 77 Verso do Livro nº13 das Associações de Solidariedade Social.

Hoje a Candeia tem cerca de 70 animadores, todos voluntários, que animam anualmente cerca de 150 crianças e jovens, dos 6 aos 18 anos: os Faíscas (dos 6 aos 9 anos), os Fagulhas (dos 10 aos 12 anos), os Fogueiras (dos 13 aos 15 anos) e os Labaredas (mais de 16 anos).

Todas as atividades da Candeia estão alicerçadas em quatro pilares fundamentais: EU, o OUTRO, a NATUREZA e DEUS.

Procura-se proporcionar, em cada atividade, um tempo e um espaço em que cada participante se descubra e, em harmonia consigo (EU), tenha a experiência de relações de amizade, de respeito e de solidariedade, inclusivas e promotoras da diferença, capazes do espírito de equipa (o OUTRO), vividas num contexto do contacto com a NATUREZA e a experiência de uma relação com DEUS.

13/01/2017

MISSÃO

MISSÃO

MISSÃO

Amigos p’ra Vida

O projeto Amigos p’ra Vida tem como missão encontrar para cada

criança ou jovem com medida de acolhimento residencial, uma família voluntária que pretenda ser um amigo p’ra vida, ganhando com esta relação também um amigo para a vida.

Uma equipa multidisciplinar angaria, seleciona, forma e acompanha voluntários com o objetivo de promover relações de amizade

significativas que, nalguns casos, possam até vir a ser, para tantas

crianças e jovens, a alternativa a um projeto de vida de acolhimento de longa duração.

O foco do projeto são as necessidades das crianças e dos jovens. É

para eles que se pretende encontrar a família com a disponibilidade

e o perfil adequado para lhes dar apoio.

Aposta-se numa metodologia de relação (AMIZADE), com base na

experiência vivida pelos animadores da Candeia ao longo de 25

anos. Entre os voluntários da Candeia e as crianças e jovens acolhidos são várias as histórias muito felizes de amizades que tiveram início em atividades lúdicas e que duram até hoje, bem como de apoios especiais em momentos difíceis que fizeram a diferença na vida destas crianças e jovens.

É objetivo do projeto contagiar voluntários para que este problema

social que é de todos, seja sentido e acarinhado por muitos que, não

ficando indiferentes a esta realidade, abrem de forma consciente e

empenhada as portas das suas casas, das suas famílias e do seu coração, como ato de solidariedade (MISSÃO).

Pretende-se com este projeto promover uma mudança de mentalidade da sociedade portuguesa, no que respeita à implicação das famílias na proteção de crianças e jovens em situação de grande vulnerabilidade com impacto direto nas suas vidas.

13/01/2017

PROBLEMA SOCIAL

PROBLEMA

SOCIAL

PROBLEMA SOCIAL

Amigos p’ra Vida

Para todas as crianças e jovens em acolhimento residencial e para a sociedade, constitui um problema a ausência de respostas em contexto familiar para crianças e jovens assim como a duração do acolhimento institucional.

Segundo o Relatório CASA 2015, encontravam-se em situação de acolhimento residencial em Portugal, nesse ano, 8600 crianças e

jovens das quais 5408 (62%) em lar de infância e juventude (LIJ) e

2136 (24,8%) em centros de acolhimento temporários (CAT). Em acolhimento familiar contavam-se apenas 303 ou seja 3,5% das 8600 crianças em acolhimento. As restantes crianças e jovens tiveram outro tipo de respostas de acolhimento (comunidades terapêuticas, apartamentos/lares de autonomização, lares residenciais, entre outros).

São os distritos de Lisboa (1598 18,6%) e do Porto (1538 - 17,9%) que

registam um maior número de crianças e jovens em situação de

acolhimento.

O período de institucionalização varia consoante as problemáticas da criança ou jovem e a sua idade e se, para uns, a institucionalização é temporária, para outros, é o seu projeto de vida até à autonomização. Durante este período, estão privados de um contexto familiar que contribua para o seu bem-estar, autonomia, valorização e desenvolvimento.

Nas crianças dos 0 aos 6 anos de idade, é urgente que as famílias constituam um local de acolhimento, mesmo que temporário, evitando-se a sua institucionalização, até à reintegração definitiva em família, seja ela a família de origem ou família adotiva.

Nos jovens em processo de autonomização, importa proporcionar- lhes relações saudáveis e seguras que os ajudem ao longo da sua vida e, sempre que possível, que constituam a alternativa à institucionalização que se prevê até aos 18/21 anos (agora até aos

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PROBLEMA

SOCIAL

continuação

Amigos p’ra Vida

25 anos), diminuindo assim os anos de acolhimento residencial.

Para crianças e jovens com projeto de vida de adoção ou de apadrinhamento civil, mas para quem não há nem se prevê que possa surgir em tempo útil candidatos disponíveis, a via da relação pode ser a única que permite que estas crianças e jovens não fiquem acolhidos toda a vida em instituição.

Para a maior parte das crianças que estão ou estiveram

institucionalizadas e foi ou se prevê que ainda venha a ser possível a reintegração na família biológica, o apoio de voluntários a toda a família pode ser determinante, evitando tantas vezes a reincidência institucional que assume atualmente números preocupantes.

Por outro lado, as famílias ou pessoas individuais que podem estar disponíveis para dar apoio a uma criança e jovem não conhecem

as vias para o fazer nem os diversos regimes jurídicos, naquilo que os

distingue, de modo a que possam, em consciência, decidir o caminho a seguir e qual o apoio mais adequado ao perfil e disponibilidade da família.

Em suma, o projeto pretende ser uma resposta global e efetiva na procura dos amigos p’ra vida com o perfil adequado às necessidades de cada criança ou jovem e não o contrário.

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OBJETIVOS

OBJETIVOS

OBJETIVOS

São objetivos gerais do projeto:

Amigos p’ra Vida

a) Promover a solidariedade de voluntários (famílias ou pessoas

individuais) com vista ao estabelecimento de uma relação de amizade com criança ou jovem em perigo.

Para isso, o projeto pretende:

- Divulgar, sensibilizar e informar voluntários sobre as

necessidades das crianças e jovens com medida de promoção

e proteção e as possíveis respostas existentes;

- Selecionar, formar e acompanhar os voluntários com vista à concretização de uma relação duradoura com uma criança ou jovem.

b) Apoiar

adequada às necessidades de cada criança.

as

instituições

na

procura

de

uma

Para isso, o projeto pretende:

resposta

afetiva

- Colaborar com as instituições de acolhimento parceiras na construção de uma rede de voluntários que acompanhem individualmente cada criança ou jovem;

- Conciliar o perfil e a disponibilidades dos voluntários com as necessidades das crianças.

c) Acompanhar as relações estabelecidas entre os voluntários e as crianças e jovens.

Para isso, o projeto pretende:

- Dar formação contínua aos voluntários;

- Disponibilizar apoio especializado (apoio jurídico, psicológico ou outro) aos voluntários;

-

Avaliar todas as ações ao longo do projeto, junto das crianças

e

jovens, instituições parceiras e voluntários.

13/01/2017

OBJETIVOS continuação

OBJETIVOS

continuação

Amigos p’ra Vida

Com este projeto, e considerando os diferentes projetos de vida das crianças e jovens em acolhimento residencial e o seu superior interesse, pretende-se:

a) Aumentar

enquanto dura o acolhimento institucional;

os

períodos

da

criança

num

ambiente

de

afeto

b) Evitar a reincidência institucional;

c) Reduzir a duração de medidas de acolhimento;

d) Evitar

instituições.

que

crianças

dos

0

aos

6

anos

sejam

acolhidas

em

13/01/2017

RESULTADOS CONTACTOS

RESULTADOS

RESULTADOS CONTACTOS

CONTACTOS

RESULTADOS CONTACTOS

Amigos p’ra Vida

13/01/2017 RESULTADOS CONTACTOS Amigos p’ra Vida Ana Sofia Marques (969009810) Joana Seabra Gomes (917607815) Joana

Ana Sofia Marques (969009810) Joana Seabra Gomes (917607815) Joana Simões Correia (961455962)

amigospravida@gmail.com

www.candeia.org

www.amigospravida.pt

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