EDUCAÇÃO

ESPECIAL
MANUAL

PRINCÍPIOS ORIENTADORES, ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL
EANES
Índice
SIGLAS............................................................................................................ 3
Âmbito............................................................................................................ 4
Legislação de Referência................................................................................ 4
Definição de Educação Especial.....................................................................5
Enquadramento da Educação Especial...........................................................5
PEI.................................................................................................................. 6
CEI.................................................................................................................. 7
PIT/TVPE......................................................................................................... 8
MEDIDAS........................................................................................................ 9
Apoio Pedagógico Personalizado..................................................................10
Adequações Curriculares Individuais............................................................11
Adequações no Processo de Matrícula.........................................................12
Adequações no Processo de Avaliação.........................................................12
Tecnologias de Apoio.................................................................................... 13
MODALIDADES ESPECÍFICAS DE APOIO - Unidade de Apoio para Alunos com
Multideficiência (UAAM)............................................................................... 14
EQUIPA DE AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA........................................................16
Critérios de Elegibilidade para a Educação Especial....................................16
PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO...................................................................17
O que é a Referenciação?............................................................................. 17
Quem Pode Efetuar a Referenciação?..........................................................17
A Quem é Pedida a Referenciação?..............................................................17
Como é Formalizada a Referenciação?.........................................................17
Processo de Avaliação.................................................................................. 18
ESQUEMA - RESUMO.................................................................................... 19
PROCEDIMENTOS......................................................................................... 19
Alunos abrangidos pelas medidas previstas no 3/2008 e outras respostas
educativas.................................................................................................... 20
Conselho de Docentes/Conselhos de Turma.................................................20
Avaliação...................................................................................................... 21

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL
EANES
Terminologia de Classificação Sumativa para Todos os Alunos Abrangidos
pelo Decreto-Lei 3/2008............................................................................... 22
RELATÓRIO FINAL OU CIRCUNSTANCIADO....................................................23
Pautas.......................................................................................................... 23
Retenção Repetida....................................................................................... 24
Exames Nacionais........................................................................................ 24
ORGANIZAÇÃO:............................................................................................ 25
Serviço Docente:.......................................................................................... 25
Serviço Não Docente:................................................................................... 25
Distribuição do Serviço:............................................................................... 25
Horários:....................................................................................................... 25
Modalidades de Apoio.................................................................................. 26
Reuniões....................................................................................................... 26
EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO (ELI).........................................................27
REFERENCIAÇÃO PARA O SNIPI.....................................................................28
ÍNDICE DOS DOCUMENTOS..........................................................................29
DOCUMENTOS ANEXOS................................................................................ 30
Perguntas Mais Frequentes...........................................................................31
Perguntas sobre a Portaria n.º 275-A/2012 - Ensino Secundário..................33

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES SIGLAS NEE – Necessidades Educativas Especiais EE – Educação Especial EAE – Equipa de avaliação Especializada PEI – Programa Educativo Individual CEI – Currículo Específico Individual PIT/TVPE – Plano Individual de Transição e ou Transição para a Vida Pós Escolar RC – Relatório Final ou Circunstanciado UIE – Unidade de Intervenção Especializada UAAM – Unidade de apoio a alunos com multideficiência SNIPI – Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância IPI – Intervenção Precoce na Infância ELI – Equipa Local de Intervenção PIIP – Plano Individual de Intervenção Precoce Página 3 de 39 .

º. Capítulo I do Decreto-Lei n. Legislação de Referência  Lei nº 21/2008. no seu preâmbulo refere explicitamente que «A educação inclusiva visa a equidade educativa (…). consagradas no Decreto-Lei 3/2008.º 3/2008 enquadra as respostas educativas a desenvolver no âmbito da adequação do processo educativo às necessidade educativas especiais dos alunos com “limitações significativas ao nível da atividade e participação.º 1 do artigo 1. do relacionamento interpessoal e da participação social” (n. quer no acesso quer nos resultados (…) dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover o potencial de funcionamento biopsicossocial». do que decorrem diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas dos alunos. Esta definição de princípios tem como principal objetivo.º 3/2008). o Decreto-Lei 3/2008. Neste quadro urge definir alguns princípios de Organização e funcionamento. O Decreto-Lei n. de 7 de janeiro. a escola inclusiva pressupõe individualização e personalização para todos os indivíduos. o sistema e as práticas educativas devem assegurar a gestão da diversidade. a toda a comunidade escolar e de uniformizar procedimentos enquadrando-os na dinâmica organizacional do Agrupamento. de 12 de maio (primeira alteração.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Âmbito «No quadro da equidade educativa. aproximando os pressupostos fundamentais da Educação Especial à organização escolar. decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação. da autonomia. Página 4 de 39 .  Decreto-Lei 3/2008. num ou vários domínios da vida. Deste modo. da aprendizagem. por apreciação parlamentar ao decreto-lei 3/2008). da mobilidade.» (DGIDC) De modo consentâneo ao movimento inclusivo. permitir um maior esclarecimento sobre a aplicação das medidas educativas.

Mobilidade.  Portaria nº 275-A/2012. currículos adaptados. Tarefas e exigências gerais. o máximo de 20 alunos por turma e dois alunos com NEE). pais/encarregados de educação. (Direção. Interações e relacionamentos interpessoais.de 11 de setembro (matriz curricular para alunos com CEI no Ensino Secundário). terapeutas e recursos da comunidade). de 6 de outubro (O presente decreto- lei tem por objeto a criação de um Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI). Auto cuidados. Comunicação. apoio de materiais ou de serviços de pessoal docente especializado. (Aprendizagem e aplicação do conhecimento. Enquadramento da Educação Especial A Educação Especial integra um conjunto de procedimentos cujo objetivo é o de promover o acesso e o sucesso educativo de alunos que apresentam limitações significativas na atividade e participação num ou vários domínios da vida.º 281/2009. Áreas principais da vida e Vida comunitária. (define no ponto 5.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES  Decreto-Lei n. Definição de Educação Especial A Educação Especial é um conjunto de recursos específicos. docentes responsáveis por grupo/turma.  Despacho conjunto nº 600/99. de 6 de dezembro (regulamenta a avaliação e certificação dos conhecimentos e capacidades desenvolvidas pelos alunos aplicáveis às diversas ofertas curriculares do ensino básico e secundário). 22 de julho (regula a componente letiva dos docentes de educação especial). diretores de turma. Página 5 de 39 .  Despacho normativo nº 5106-A/2012.  Despacho normativo nº 24-A/2012. docentes da disciplina. metodologias de ensino.4. assistentes operacionais. social e cívica) A sua aplicação está alicerçada numa lógica de trabalho colaborativo com toda a comunidade educativa. que pretende adequar as respostas educativas às necessidades dos alunos e promover o acesso e o sucesso dos alunos elegíveis para a Educação Especial.

conjunta e obrigatoriamente. pelo docente responsável pelo grupo/turma ou diretor de turma. PEI O Programa Educativo Individual (PEI) …”é um documento formal que garante o direito à equidade educativa dos alunos com NEE de caráter permanente. Não é:  um plano diário de aula ou de trabalho. Constitui um documento da maior importância para os alunos. desenhado para responder à especificidade das necessidades de cada aluno. Para este grupo de alunos o decreto-lei 3/2008 estabelece medidas que visam permitir o acesso e o sucesso educativo dos alunos com NEE elevando o seu nível de participação e as taxas de conclusão do ensino secundário e de acesso ao ensino superior.  uma declaração de intenções.  apenas uma lista de estratégias de ensino/aprendizagem a desenvolver na sala de aula. Página 6 de 39 . Estes alunos constituem 1. bem como para todos os intervenientes neste processo educativo. (Doc. autismo.8% da população escolar e são muito exigentes em recursos humanos e materiais especializados. paralisia cerebral. entre outros). síndrome de Down. Este documento é elaborado. na atividade e na participação decorrentes de alterações funcionais e estruturais de caráter permanente de causa “biológica ou congénita que exigem um tratamento significativo e serviços de reabilitação detetados precocemente”.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES As medidas previstas no decreto-lei 3/2008 visam criar condições para que alunos com alterações significativas nas funções e estruturas do corpo. tais como: alterações sensoriais (cegueira ou surdez.) Responsabiliza a escola e os encarregados de educação pela implementação de medidas educativas promotoras da aprendizagem e da participação destes alunos. 1. Todos os outros necessitam de uma maior qualidade nas respostas educativas existentes no sistema regular de ensino e não medidas de educação especial.

tem. é uma medida educativa que prevê alterações significativas no currículo comum. pelo docente de educação especial e pelo encarregado de educação. cegos e baixa visão ou ainda unidades que desenvolvam respostas específicas diferenciadas para alunos com perturbações do espectro do autismo ou com multideficiência. serviços técnico-pedagógicos de apoio ao aluno. consubstanciada no próprio documento. centros de saúde.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES dependendo do nível de educação e ensino. 3). (Doc. poderá ser solicitada a participação de outros elementos do departamento de educação especial. As adendas ao PEI não carecem de aprovação por parte do Conselho Pedagógico desde que as alterações não exijam uma reavaliação das medidas.  Existir uma autorização expressa dos encarregados de educação. de ser realizada em cada um dos momentos de avaliação sumativa interna na escola e é consubstanciada num relatório no final do ano letivo. o professor do 1º ciclo ou diretor de turma a quem esteja atribuído o grupo ou turma que o aluno integra.  O Coordenador do PEI é o educador de infância.  A avaliação dos resultados obtidos pelo aluno com a aplicação das medidas educativas no PEI. (Doc. impedindo os alunos a quem foi aplicado de prosseguir estudos de nível académico. Página 7 de 39 . escolas de referência para alunos surdos. 2) CEI O Currículo Específico Individual (CEI). obrigatoriamente. Neste caso a adenda deverá ser aprovada por este Órgão. Sempre que se considere necessário. Para que este documento possa ser implementado tem necessariamente que:  Ser aprovado por deliberação do conselho pedagógico e homologado pela direção. centros de recursos especializados.  O modelo de PEI a usar em cada escola deve ser aprovado por deliberação do conselho pedagógico.

(comunicação não verbal. Estas alterações podem traduzir-se:  na priorização de áreas curriculares ou determinados conteúdos em detrimento de outros. e tem por objetivo facilitar o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e de autonomia.  na introdução de conteúdos e objetivos complementares referentes a aspetos bastante específicos.  na eliminação de áreas curriculares.  as atividades devem estar relacionadas. Pretende-se que estes currículos:  tenham um caráter funcional e as atividades propostas sejam úteis para a vida presente e futura (pós-escolar) do aluno. Deve ser Página 8 de 39 . Este tipo de currículos assenta numa perspetiva curricular funcional. mobilidade e acessibilidade).  na eliminação de objetivos e conteúdos. sempre que possível.  a aprendizagem das competências definidas deve ser.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES É o nível de funcionalidade do aluno que determina o tipo de modificações a realizar no currículo e deverá dar resposta às necessidades mais específicas deste. objetivos gerais. sempre que possível. objetivos específicos e desenvolver atividades. Estes currículos substituem ou complementam as metas/objetivos definidos para cada nível de educação e ensino e a sua elaboração é da responsabilidade do docente de educação especial. Podem usufruir de disciplinas com conteúdos programáticos. utilização de tecnologias de apoio no âmbito da comunicação. que se afastam do currículo comum. não estão sujeitos às matrizes curriculares definidas para os restantes alunos.  a seleção das competências a desenvolver devem ter como critério a sua aplicabilidade nos diferentes contextos de vida do aluno. Os alunos com CEI/PIT. realizada nos contextos reais por forma a dar-lhes significado. denominadas disciplinas não curriculares que melhor se adeqúem ao perfil de funcionalidade do aluno. com a idade cronológica e interesses do aluno.

devem ser identificadas as competências requeridas (competências académicas.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES respeitada a carga horária definida para os outros alunos sempre que o perfil do aluno o permita. Após este levantamento devem ser estabelecidos protocolos com os serviços ou instituições onde o jovem vai realizar:  formação ou estágios. PIT/TVPE O Plano Individual de Transição aplica-se a alunos que apresentem necessidades educativas especiais de caráter permanente impeditivas de adquirir as aprendizagens e competências definidas no currículo comum. a opção por este tipo de currículo deve ser muito bem ponderada. (Os procedimentos e documentos inerentes ao processo de Transição para a Vida Ativa constituirão um apêndice a este manual). três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória. tanto ao nível do tipo de aprendizagens como da certificação. devendo a escola. por conhecer os desejos.  as competências a adquirir. para a realização das tarefas. exigindo uma avaliação rigorosa. Pelas suas implicações. aspirações e competências do jovem. Inventariadas as possibilidades de formação ou estágios. competindo ao Órgão de Gestão e Departamento da Educação Especial orientar e assegurar o seu desenvolvimento.  definir as tarefas que vai desenvolver. A elaboração do PIT. deverá ser feito o levantamento das necessidades do mercado de trabalho na comunidade onde o jovem está inserido e a procura de oportunidades de formação ou de experiências de trabalho em contexto real. quando necessário. Na posse destes dados e para alunos com capacidade para exercer uma atividade profissional. passa numa primeira fase. interesses. pessoais e sociais).  o suporte a disponibilizar. Página 9 de 39 . (Doc. complementar o PEI com um PIT. 4).

(CAO). Os alunos que pelo seu perfil de funcionalidade não são enquadráveis nas medidas atrás descritas. c e d). (artº 18º. dos recursos humanos.  Adequações curriculares individuais. (artº 20º. alínea c). turma ou disciplina. quando no PEI do aluno. conteúdos.  Adequações no processo de matrícula. alínea a. (artº 22º. alínea d). a resposta passa por centros de atividade ocupacional.  Adequações no processo de avaliação. b. no futuro exercer uma atividade profissional. modalidades de avaliação e outros elementos de acesso ao currículo como a organização e gestão dos espaços. podem beneficiar no âmbito do 3/2008 de:  Apoio pedagógico personalizado. Apoio Pedagógico Personalizado Esta medida apenas requer a intervenção direta do docente de educação especial.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Para os jovens com incapacidades que não permitam. não passíveis de serem realizadas pelo docente responsável pelo grupo. MEDIDAS As adequações no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos abrangidos pelas medidas previstas neste decreto-lei estão alicerçadas nos princípios de diferenciação pedagógica e da flexibilidade curricular: áreas curriculares e disciplinas. (artº 17º. alínea b).  Tecnologias de apoio. Para este efeito devem ser seguidas as normas de emissão e utilizados os formulários legalmente fixados para o sistema de ensino. Os instrumentos de certificação da escolaridade devem adequar-se às necessidades especiais dos alunos. alínea f). se preveja a necessidade de realizar atividades que se destinam ao reforço e desenvolvimento de competências específicas. Página 10 de 39 . objetivos. (artº 19º. do tempo. metodologias. materiais e financeiros.

.da comunicação aumentativa e alternativa. d) reforço e desenvolvimento de da situação e a especificidade .da orientação e competências específicas . das competências a desenvolver mobilidade. O apoio definido nas alíneas a). utilizar os serviços de forma autónoma. âmbito: O apoio definido na alínea d) é . ao elementos da comunidade. -o desenvolvimento de competências de autonomia pessoal e social. professores. Página 11 de 39 .da aprendizagem do prestado consoante a gravidade Braille. b) estímulo e o reforço de b) e c) é prestado pelo Participar no processo de determinadas competência e educador/professor de turma ou avaliação dos alunos aptidões necessárias à disciplina aprendizagem.da reeducação da leitura e da escrita. de 7 de janeiro grupo/turma/Diretor de turma/ Conselho de turma Artº 17º. atividades de cariz funcional (ex: utilizar o cartão da escola nas diferentes situações. pelo professor de educação . especial e/ou educador. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Medidas Educativas Especiais Professor titular de Educação Especial DL nº 3/2008. . alínea a) Apoio Pedagógico Personalizado Profissionais intervenientes Colaborar com os DT’s. Professor de educação c) antecipação e o reforço da especial aprendizagem de conteúdos As competências específicas lecionados no âmbito do grupo são desenvolvidas no ou turma. nível da organização do espaço e das atividades. Consiste: Pais/Encarregados de a) Reforço das estratégias Educação e outros utilizadas no grupo/turma.do treino de visão.da leitura e escrita para professor de turma ou de alunos surdos. aceder aos serviços da comunidade envolvente. educadores. disciplina . Intervir diretamente com o aluno na realização das atividades que se destinam ao reforço de competências específicas.

colaborar na elaboração de ciclo. . AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Adequações Curriculares Individuais As adequações curriculares individuais traduzem-se em adequações de âmbito curricular.no ensino básico as que não põem .os conteúdos a trabalhar. nas aquisição dos conteúdos e disciplinas curriculares e não objetivos de final ciclo e maior Página 12 de 39 . especial compete: em causa as competências terminais . de 7 de janeiro grupo/turma/Diretor de turma/ Conselho de turma Artº 18º. Português atividades que se segunda língua. põem em causa as competências essenciais das disciplinas. mais tempo para a conteúdos intermédios. das adequações. Medidas Educativas Especiais Professor titular de Educação Especial DL nº 3/2008.na educação pré-escolar as individuais devem definir anexo ao PEI. diversificadas. treino de específicas. atividade motora adaptada. A introdução de objetivos e tecnologias de apoio. turma ou grupo.os objetivos específicos. As adequações curriculares podendo constituir um . sistemas de comunicação aumentativa e alternativa. as estratégias /atividades . entre outras. Consistem: .os tempos de aprendizagem. o currículo comum no ensino básico e as metas/objetivos essenciais das disciplinas no Secundário. alínea b) Adequações curriculares A introdução de objetivos e individuais conteúdos intermédios são Têm como padrão o currículo definidos pelos docentes da comum: disciplina.o material pedagógico adequado.Introdução de objetivos e aluno.no Ens. Ao docente de Educação . Partindo de objetivos menos ambiciosos. adequações que respeitam as claramente: orientações curriculares. que não põem em causa as orientações curriculares no pré-escolar.Introdução de disciplinas ou áreas Intervir diretamente com curriculares específicas (Língua o aluno na realização das gestual portuguesa. para alunos surdos destinam ao reforço de (LP2). . visão. Secundário as que não . conteúdos intermédios exigem um maior esforço por parte do . competências orientação e mobilidade. . leitura e escrita em Braille.

Dispensa das atividades sempre que o nível de funcionalidade dificulte acentuadamente. das competências terminais de ciclo ou curso. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES curriculares. apenas se aplica na transição do pré-escolar para o 1º Ciclo do ensino Básico.  frequentar unidades e escolas de referência fora da área de residência. ou impossibilite. e secundário a matrícula ser feita por disciplinas desde que não seja alterada a sequencialidade do regime educativo comum. Página 13 de 39 . em função apoio escolar e familiar. a sua execução e as tecnologias de apoio não forem suficientes para permitir a sua execução. das características de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos. . de 7 de turma/ Conselho de turma janeiro Artº 19º. alínea c) Adequações no processo de matrícula Esta medida determina que os alunos com necessidades educativas especiais possam:  frequentar o jardim-de-infância ou escola independentemente da sua área de residência. Exemplo de grelha: Conteúdos Objetivos Estratégi Instrument Calendarizaç programáticos/metas/ específico as/Ativid os de ão objetivos gerais s ades avaliação Tempos de aprendizage m Adequações no Processo de Matrícula Medidas Educativas Professor titular de Educação Especial Especiais grupo/turma/Diretor de DL nº 3/2008. previstas.  usufruir de um pedido de adiamento de matrícula na entrada para o 1º ano do ensino básico.  no 2º e 3º ciclo.

periodicidade. vida social e profissional. de 7 de turma/ Conselho de turma janeiro Artº 22º. alínea f) Tecnologias de apoio As tecnologias de apoio consistem num conjunto de dispositivos e equipamentos cujo objetivo é o de compensar uma limitação funcional e facilitar um modo de vida independente. alínea d) Adequações no processo de avaliação Esta medida determina que os alunos com necessidades educativas especiais possam usufruir de alterações:  do tipo de prova e instrumentos de avaliação diversificados.  mobilidade. proceder-se a adequações que. entre outras. (alunos com CEI/PIT). Podem ser utilizadas em áreas tão diferentes como:  cuidados pessoais e higiene.  das condições de avaliação (formas e meios de comunicação. Página 14 de 39 . de 7 de turma/ Conselho de turma janeiro Artº 20º. Constituem um elemento facilitador do desempenho e participação do aluno nas atividades em diferentes domínios (aprendizagem. O PEI deve espelhar o tipo de adequações a efetuar no processo de avaliação dos alunos com NEE. podendo. duração e local da mesma.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Adequações no Processo de Avaliação Para os alunos não abrangidos pela medida CEI o processo de avaliação segue as normas de avaliação definidas para os diferentes níveis e anos de escolaridade. no entanto. Tecnologias de Apoio Medidas Educativas Professor titular de Educação Especial Especiais grupo/turma/Diretor de DL nº 3/2008.  modalidade(s) de avaliação a valorizar  certificação. consistem em alterações: Medidas Educativas Professor titular de Educação Especial Especiais grupo/turma/Diretor de DL nº 3/2008.

MODALIDADES ESPECÍFICAS DE APOIO - Unidade de Apoio para Alunos com Multideficiência (UAAM) A unidade de apoio especializado para a educação de alunos com multideficiência e surdocegueira congénita (UIE).  comunicação.Adequações Curriculares Individuais e Currículo Específico Individual. constitui uma resposta educativa especializada para responder às necessidades específicas destes alunos. De acordo com o Despacho Normativo nº 5106-A/2012. (ponto 5. As medidas educativas previstas no PEI podem ser cumulativas excetuando a medida .4) os alunos com necessidades educativas especiais podem usufruir de adequações na constituição de turma (máximo 20 alunos) e 2 alunos com NEE por turma. Página 15 de 39 .AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES  adaptações para mobiliário e espaço físico. tendo em conta o seu nível de funcionalidade e a sua idade. desde que expressa essa necessidade no PEI ou no RC como proposta para o ano letivo seguinte. informação e sinalização.  recreação.

e da orientação e mobilidade aos alunos que deles possam necessitar. visando o desenvolvimento e a integração social e escolar dos alunos.  assegurar os apoios específicos ao nível das terapias (terapia da fala e fisioterapia). onde funcionam estas unidades de apoio concentram alunos de um ou mais conselhos em função da sua localização e da rede de transportes disponibilizados. A participação dos alunos com multideficiência em atividades curriculares e de enriquecimento curricular são definidas no PEI e CEI. pressupondo uma avaliação constante do processo de ensino e de aprendizagem e o regular envolvimento e participação da família. Constituem objetivos destas unidades de apoio o seguinte:  promover a participação dos alunos em atividades curriculares e de enriquecimento curricular junto dos pares da turma a que pertencem. A percentagem de participação destes alunos em contexto de turma dependente da saúde física. seguros e significativos para os alunos.  proceder às adequações necessárias.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES As escolas. Ao Órgão de Gestão cabe a responsabilidade de criar condições de acessibilidade. da psicologia.  aplicar metodologias e estratégias de intervenção interdisciplinares. Estas unidades integram docentes com formação especializada em educação especial e devem introduzir as modificações nos espaços e no mobiliário.  organizar o processo de transição para a vida pós-escolar. Página 16 de 39 .  adotar opções educativas flexíveis. necessidade de cuidados particulares e acessibilidade às salas de aula e espaços escolares.  assegurar a criação de ambientes estruturados. face às metodologias utilizadas e técnicas a implementar que se revelem indispensáveis para responder às necessidades da população a que se destinam. de organização e acompanhamento do funcionamento das respostas educativas prestadas a estes alunos. de caráter individual e dinâmico.

nos instrumentos e nos momentos avaliativos. EQUIPA DE AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA Critérios de Elegibilidade para a Educação Especial Página 17 de 39 .AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES A avaliação destes alunos difere na forma.

da atividade e participação. social e adaptativa). feita por profissional competente para o efeito. abrangendo uma ou várias áreas (motora. (CIF. Assim.  Doença crónica grave.  Malformações congénitas.  Perturbações neurológicas.  Doenças metabólicas. da autonomia.Organização Mundial de Saúde. sociais e ambientais daqueles que necessitam de medidas educativas especiais e de uma intervenção especializada.  Défices sensoriais (baixa visão/cegueira ou surdez). da aprendizagem. Página 18 de 39 . resultantes de:  Anomalias cromossómicas. decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação. do relacionamento interpessoal e da participação social”. num ou vários domínios da vida. são elegíveis para a educação especial os alunos que: “apresentam limitações significativas ao nível das funções e estruturas do corpo.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES O Decreto-Lei 3/2008 desvincula claramente os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem decorrentes de fatores económicos. da mobilidade. física. emocional.  Devem ainda ser objeto de avaliação especializada os alunos que apresentem um atraso significativo de desenvolvimento de etiologia desconhecida.  Perturbações graves da personalidade e emocionais. 2002).  Desenvolvimento atípico com alterações na comunicação e relação. validada por avaliação fundamentada. linguagem e comunicação. cognitiva.

 Outros. onde se anexa toda a documentação que se Página 19 de 39 . devem ser indicados quais os problemas detetados devendo este documento espelhar o conjunto de preocupações relativas à criança ou jovem referenciado. Nota: Para se proceder à referenciação e dar início ao processo de avaliação.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO O que é a Referenciação? O processo de referenciação. por:  pais ou encarregados de educação.  Serviços de Segurança Social. Quem Pode Efetuar a Referenciação? A referenciação pode ser efetuada sempre que a criança ou jovem se enquadre no perfil descrito e necessite de uma resposta educativa especializada. A Quem é Pedida a Referenciação? A referenciação é feita ao Órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas.  Docentes ou Diretores de turma. 6).  Serviços de Saúde.  Equipa de Intervenção Precoce na Infância (IPI). Como é Formalizada a Referenciação? A formalização da referenciação é feita através do preenchimento de um formulário (Doc. a família ou o encarregado de educação deve obrigatoriamente que autorizar o início deste processo.  Serviços de Educação. consiste na comunicação/formalização de situações que possam indicar a existência de necessidades educativas especiais de caráter permanente. cujo perfil da criança ou jovem se enquadre nos critérios estabelecidos. Neste primeiro momento.

elabora-se um parecer (Doc. Se a equipa proceder a uma avaliação por referência à CIF-CJ. Se o aluno necessitar de respostas educativas no âmbito da Educação Especial elabora-se o PEI.  Se necessário recolher mais informação. 6). deve obrigatoriamente que dar entrada do processo nos Serviços Administrativos da escola. Autorização expressa da família/encarregado de educação (Doc. 8). fichas de avaliação. o titular de grupo. Após organização de todo o processo de referenciação. de turma. 7) e procede-se ao encaminhamento para outros apoios disponibilizados pela escola que melhor se adequem à situação. Se o aluno não necessita de respostas educativas no âmbito da educação especial e não se verificou a necessidade de se efetuar uma avaliação por referência à CIF-CJ. relatórios pedagógicos. competindo à Direção desencadear os procedimentos necessários que levarão à tomada de decisão no âmbito do processo de avaliação. produções do aluno e outros.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES considere importante para o processo de avaliação (relatórios médicos/psicológicos. encarregado de educação ou outros serviços.  Verificar se o aluno apresenta ou não necessidades educativas especiais. Processo de Avaliação.  Verificar se a situação exige uma avaliação especializada por referência à CIF-CJ. Compete à Equipa de Avaliação Especializada:  Analisar toda a informação. elabora-se o Relatório Técnico-Pedagógico (Doc. Diretor de turma. Página 20 de 39 .

doença ou incapacidade.) Entrada do processo na Secretaria da Escola Sede (com data de entrega)  Direção Toma conhecimento e faz o encaminhamento Na falta de dados COORDENAÇÃO DOS SERVIÇOS que consubstanciem Analisa a informação a necessidade de uma avaliação Aluno que especializada. psicológicos e outros). a Aluno sem necessidade de necessita de referenciação será avaliação especializada. atuais. as razões que determinam as necessidades educativas especiais e a sua tipologia designadamente: Página 21 de 39  Condições de saúde.  Determinação das medidas e dos apoios especializados. . AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES ESQUEMA .  Outros documentos dos alunos (relatórios médicos. etc. trabalhos diversos. a devolvida ao uma avaliação equipa elabora um Parecer Equipa de avaliação especializada Após a avaliação. a Equipa elabora um relatório técnico-pedagógico conjunto. onde são identificadas. nos casos em que tal se justifique.RESUMO PROCEDIMENTOS PERCURSO DE REFERENCIAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL Agrupamento de Escolas Gil Eanes    Docente Titular de Turma/ Director de Turma/Docentes de Apoio Educativo Pais/Encarregados de Educação Serviços de Intervenção Precoce Outros Serviços Referenciação dos alunos para a Educação Especial  Referenciação Ficha de referenciação  Declaração dos pais/encarregados de educação a autorizar a avaliação por parte da equipa de avaliação especializada.  Produções dos alunos (registos de avaliação.

Os alunos abrangidos pela medida CEI não estão sujeitos à avaliação intercalar salvo quando tal estiver expresso no seu PEI não sendo necessária a presença do docente de educação especial nestes Conselhos de turma. no 1º ciclo. Os apoios disponibilizados pela escola podem ser acumulados às medidas previstas no PEI do aluno. (PCA) Cursos de Educação e Formação. Os alunos que usufruem de uma Modalidade Específica de Educação (UIE) serão avaliados no final de cada ano letivo através do relatório circunstanciado não ficando sujeitos à avaliação sumativa trimestral. Podem integrar turmas de Percurso Curricular Alternativo.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Alunos abrangidos pelas medidas previstas no 3/2008 e outras respostas educativas Os alunos elegíveis para a educação especial podem usufruir de outras medidas educativas criadas na escola para melhoria do desempenho e sucesso de todos alunos. A participação dos docentes de educação especial nos conselhos de turma é obrigatória nas reuniões de avaliação sumativa. A sua participação nestes conselhos terminará após a análise dos casos especiais. conselhos de turma no 2º. e no início do ano letivo não tendo estes docentes direito a voto nas decisões de avaliação. (CEF) ou Cursos Profissionais (PC). não podendo usufruir de adequações curriculares individuais. A avaliação destas medidas ficará expressa no relatório circunstanciado de final de ano. Página 22 de 39 . Conselho de Docentes/Conselhos de Turma A participação dos docentes de educação especial no conselho de docentes do pré-escolar. 3º ciclo e Secundário não é obrigatória podendo os docentes ser convocados para estas reuniões sempre que se considere pertinente a sua presença.

tem como finalidade:  Responder ao perfil de funcionalidade de cada aluno. aprovado em Conselho Pedagógico. e o previsto no Despacho Normativo nº 24 -A/2012. (alunos com CEI). Página 23 de 39 . o diretor de turma e os docentes da disciplina. têm por base o definido no Programa Educativo Individual (PEI) de cada aluno. (alunos com CEI). comportamentos e autonomia.Desenvolver capacidades funcionais nas áreas da Língua Portuguesa e Matemática. e resultam de um trabalho colaborativo entre o docente de educação especial. A avaliação dos alunos abrangidos pelas medidas previstas no Decreto-Lei 3/2008.  Desenvolver atitudes.  Desenvolver capacidades em todas as áreas de desenvolvimento.  A conclusão da escolaridade obrigatória.  Desenvolver capacidades tendo em vista a transição para a vida pós-escolar.  . de 6 de dezembro. visando o desenvolvimento individual com reflexos positivos na sociedade. O processo de avaliação dos alunos com Necessidades Educativas Especiais. (alunos com CEI).  Desenvolver capacidades em todas as áreas curriculares e não curriculares ou de enriquecimento curricular definidas no PEI.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Avaliação Os critérios de avaliação dos alunos abrangidos pela Educação Especial encontram-se definidos em documento próprio. A avaliação a atribuir a cada aluno depende dos resultados obtidos ao longo do ano letivo tendo por base o definido no Programa Educativo Individual (PEI).

 70% atitudes e comportamentos. Plano Individual de Transição (PIT) e Transição para a Vida Pós – Escolar (TVPE). são avaliados nos termos definidos no Programa Educativo Individual. Para estes alunos. No 1º Ciclo.  A avaliação dos alunos sujeitos à medida Currículo Específico Individual (CEI). não está sujeita ao regime de avaliação do currículo comum e são avaliados de acordo com o definido no seu CEI. assume uma forma descritiva em todas as áreas previstas nas orientações curriculares. com exceção do 4º ano de escolaridade. de acordo com as ponderações definidas a nível de escola: Página 24 de 39 . tendo sempre em linha de conta o previsto no Programa Educativo Individual de cada aluno. deverão assentar no desenvolvimento das metas e objetivos gerais. Terminologia de Classificação Sumativa para Todos os Alunos Abrangidos pelo Decreto-Lei 3/2008 No Pré-Escolar. assume uma forma descritiva em todas as áreas Curriculares. nas disciplinas curriculares e não curriculares a avaliação é efetuada face aos critérios definidos no PEI/CEI. Os momentos de avaliação dos alunos abrangidos por medidas do decreto-lei 3/2008 são determinados no respetivo PEI.  30% aquisições académicas funcionais.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Os fatores de ponderação a discutir em conselho de turma e cuja decisão é sempre justificada em ata. sendo que terão igual peso na determinação da menção qualitativa. Os critérios de avaliação são definidos de acordo com as medidas educativas a que o aluno está sujeito sendo que:  os alunos sujeitos à medida Adequações no Processo de Avaliação.

nas áreas não curriculares. (Doc.Não satisfaz. assume a seguinte classificação: • Quantitativa . Suficiente. Satisfaz e Satisfaz Bem. a informação resultante da avaliação expressa-se: • Qualitativa – Insuficiente. independentemente do contexto onde são desenvolvidas. no final do ano letivo. 10).AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Ponderação Ponderação Qualitativa quantitativa no 4º ano de escolaridade Muito Insuficiente 1 Insuficiente 2 Suficiente 3 Bom 4 Muito Bom 5 No 2º. Bom e Muito Bom em todas as áreas. Aos Alunos abrangidos pela Medida Currículo Específico Individual (CEI). RELATÓRIO FINAL OU CIRCUNSTANCIADO O relatório circunstanciado é um documento de balanço final onde se procede à avaliação das medidas previstas no PEI de cada aluno e tem que ser obrigatoriamente homologado pelo Conselho Pedagógico. de acordo com as ponderações definidas a nível de escola. Esta avaliação é acompanhada por uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno.de 1 a 5 em todas as disciplinas • Qualitativa . entendem-se. em documento próprio. Por áreas não curriculares. Página 25 de 39 . 9). todas aquelas cujos conteúdos e objetivos estabelecidos se afastam substancialmente dos definidos a nível nacional. 3º Ciclo. (doc. São áreas com conteúdos programáticos e objetivos desenhados especificamente para um determinado aluno.

Pautas A classificação resultante da avaliação sumativa de todos os alunos abrangidos pelas medidas de educação especial é expressa nas folhas de pauta em consonância com o estabelecido para os outros alunos. devem ser explicitadas nas atas das reuniões do 3º período e nos relatórios circunstanciados as razões que determinam a retenção repetida. Casos pontuais ou mais complexos de proposta de dupla retenção poderá ser solicitado que o Conselho pedagógico se pronuncie.  propostas de intervenção para o ano letivo seguinte.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Este documento deve conter:  a avaliação dos resultados escolares obtidos pelos alunos sujeitos a um PEI. deverá ser solicitada uma reavaliação à equipa de avaliação especializada. e caso se considere necessário alterar o determinado. deverá esta situação ser sinalizada através da colocação de uma alínea. No caso dos alunos avaliados no âmbito do seu CEI. Para os alunos com PEI.  uma síntese descritiva das medidas adotadas. Nestas situações o conselho de turma deverá refletir se as medidas previstas no Programa educativo Individual são as adequadas ao perfil do aluno. Nas pautas do final do 3º período deve constar o resultado da avaliação – Transita/não transita ou aprovado/não aprovado Retenção Repetida Os alunos abrangidos pelas medidas definidas no PEI não estão sujeitos aos procedimentos definidos para os restantes alunos. Exames Nacionais Página 26 de 39 . Este documento deve ser elaborado e assinado por todos os intervenientes no processo educativo do aluno.

ficando registado em ata as adequações de avaliação deliberadas. A autorização destas adequações nos exames finais de ciclo depende das deliberações do Júri Nacional de Exames expressas nas normas e carecem de autorização prévia do Órgão de Gestão. pode o diretor autorizar adequações não previstas para o perfil do aluno. cabe à escola a organização das respostas educativas que melhor respondam às necessidades da população escolar.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Todos os alunos que não estão abrangidos pela medida CEI. Para uma flexibilização da organização escolar e o bom funcionamento da educação especial. em casos muito excecionais. nas normas. devem as escolas ou agrupamentos de escola contemplar as adequações necessárias relativas ao processo de ensino aprendizagem dos alunos que se enquadram na educação especial e dos que apesar de apresentarem dificuldades de aprendizagem não são enquadráveis no regime especial de educação. Página 27 de 39 . Deve o director de turma e o docente de educação especial efetuar uma leitura rigorosa do documento para que não sejam pedidas alterações que não possam ser aprovadas por contrariarem as normas previstas e elaborar em conjunto com o diretor de turma a proposta de alteração. desde que devidamente fundamentadas e autorizadas pelo Júri. ORGANIZAÇÃO: De acordo com o decreto-lei nº 13-A/2012. O Diretor de turma é o responsável em conjunto com o docente de educação especial pelo preenchimento da documentação inerente ao processo que deverá ser entregue à Direção do Agrupamento para aprovação. Contudo. devendo o Conselho de Turma pronunciar-se. estão sujeitos aos exames nacionais de final de ciclo podendo contudo usufruir de adequações no processo de avaliação previstas no PEI. de 5 de junho. O documento carece de aprovação por parte do Encarregado de Educação. deve ser entregue à Coordenadora dos serviços de educação Especial não sendo o pedido vinculativo.

• Apoiar a utilização de materiais didáticos adaptados e de tecnologias de apoio. Distribuição do Serviço: A distribuição do serviço aos docentes de educação especial depende do número de alunos e do número de escolas a apoiar. A componente não letiva é definida pelo órgão de gestão do agrupamento de escolas. o agrupamento. Serviço Não Docente: As atividades de serviço não docente. recorrer à aquisição desses serviços nos termos da lei. • os conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social dos alunos.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Serviço Docente: Aos docentes de educação especial compete: • lecionar as áreas curriculares específicas. integrando-a na componente não letiva do seu horário de trabalho”. De acordo com o decreto-lei 3/2008. no início do ano letivo. o seu horário de trabalho. “os processos de referenciação e avaliação assumem um caráter prioritário e obrigatório. devendo os docentes priorizar a sua execução sobre toda a sua atividade docente. Cabe aos docentes de educação especial organizar. (CEI). poderá. definidos no currículo específico individual. respeitando o seguinte: Página 28 de 39 . devem ser desenvolvidas por técnicos com formação profissional e perfil adequados e sempre que os quadros dos recursos humanos do agrupamento não disponham dos técnicos necessários. Horários: A componente letiva dos docentes de educação especial é igual à definida para os docentes do 2º e 3º ciclo.

Reuniões Os docentes de educação especial estão obrigados a participar nas reuniões dos serviços especializados. • Ser distribuído pelos 5 dias da semana. EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO (ELI) De acordo com o Decreto-Lei nº 281/2009. sendo prioritários os alunos que necessitem de um maior número de horas para apoio.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES • O perfil de funcionalidade e as medidas previstas no PEI. Modalidades de Apoio O apoio a prestar aos alunos com NEE pode ser prestado tendo em conta o definido no PEI: • Apoio direto (prestado. dentro ou fora da sala de aula. devem ser dados na componente não letiva do aluno ou na componente letiva quando o apoio é prestado em contexto de sala de aula. • Indireto (prestado ao docente titular de grupo/docente titular de turma/docentes da turma. de 6 de outubro. reuniões com os encarregados de educação de alunos com NEE e em todas as reuniões para as quais forem convocados pelo Órgão de Gestão. “na sequência dos princípios vertidos na Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e no âmbito do Plano de Ação para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade “ é criado o Sistema Nacional de Intervenção Precoce (SNIPI). • Os apoios prestados a alunos não sujeitos à medida CEI. nas reuniões da equipa de avaliação. Página 29 de 39 . • O horário pode ser alterado no decorrer do ano letivo para responder a necessidades pontuais dos alunos. individualmente ou em pequenos grupos). alteração de medidas e por transferência ou entrada de novos casos na educação especial.

através da rede de agrupamentos de escolas de referência. pertencentes aos quadros ou contratados pelo Ministério. da Educação e da Saúde. de saúde e de educação.  Apoiar as famílias no acesso a serviços e recursos dos sistemas de segurança social.  Assegurar através dos docentes da rede de agrupamentos de escola de referência. em função das necessidades identificadas. Tem como missão garantir a Intervenção Precoce na Infância (IPI). de modo a prevenir ou reduzir os riscos de atraso de desenvolvimento.  Detetar e sinalizar todas as crianças com necessidades de intervenção precoce.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES O SNIPI resulta de uma atuação coordenada dos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social. (Doc. Ao Ministério da Educação coube:  a criação e a organização de uma rede de agrupamentos de escolas de referência para a IPI.  Envolver a comunidade através da criação de mecanismos articulados de suporte social. 1). da saúde e da ação social. incluindo ações de natureza preventiva e reabilitativa. no âmbito da educação. de acordo com o determinado no artigo nº8 do Decreto-Lei nº 21/2008. que integra docentes dessa área de intervenção. a transição das medidas previstas no PIIP para o Programa Educativo Individual (PEI). Este sistema tem como objetivos:  Assegurar às crianças a proteção dos seus direitos e o desenvolvimento das suas capacidades. de 12 de maio.  Intervir junto das crianças e famílias.  Assegurar as medidas educativas previstas no Plano Individual de Intervenção Precoce (PIIP) através da intervenção dos docentes da rede de agrupamentos de escolas de referência. a articulação com os serviços de Saúde e da Segurança Social. constituindo um conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família. Página 30 de 39 . sempre que a criança frequente a educação Pré-escolar. Para o efeito foram criadas Equipas de Intervenção Local (ELI) que visam o apoio a crianças dos 0 aos 6 anos de idade e suas famílias que preencham os critérios de Elegibilidade para o apoio do SNIPI.  Assegurar.

Entrevista prévia e acolhimento. (Doc. é consubstanciado num formulário de referenciação e autorização expressa do encarregado de educação. apoio social. Aljezur ou Vila do Bispo) . . das famílias que não elegíveis. mas reúnam os critérios carenciados. saúde ou técnico pedagógica pela ELI. 2 e 3) PERCURSO DE REFERENCIAÇÃO Encarregados de Educação. Assinatura do Consentimento Informado (autorização dos pais/representante legal). Página 31 de 39 .Verificação da situação clínica e escolar da criança. psicológicos e outros).  de elegibilidade.  Equipa restrita da ELI  -Encaminhamento para -Atribuição da criança a um -Supervisão técnico.  Entrada do processo no Centro de Saúde (secretaria de Lagos. Amas. Instituições de pré-escolar. outros. tal como para a educação especial. -Perante Relatório de Avaliação de Critérios SNIPI a Coordenação da ELI verifica quais os critérios de elegibilidade para cada caso referenciado e envia resposta à entidade que sinalizou o caso. Equipas de Saúde dos Centros de Saúde. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES REFERENCIAÇÃO PARA O SNIPI O processo de referenciação para o SNIP. Hospitais ou outra entidade ou indivíduo     Ficha de Referenciação Critérios SNIPIAvaliação REFERENCIAÇÃO E  Outros documentos que as crianças possuam (relatórios médicos. Admissão das crianças e Vigilância e avaliação Vigilância de crianças e famílias elegíveis para o periódica de crianças familiares não acompanhamento pelo SNIPI. ò Coordenação da ELI Equipa restrita da ELI -Designação do técnico(s) para avaliação tecnicopedagógica: . . num prazo 60 dias. Gestor de Caso: -Definição do apoio técnico- terapeutico. Relatório de Avaliação de critérios SNIPI.

3) Documentos de sinalização outros serviços  Sinalização terapias  Sinalização serviços de psicologia da Câmara Municipal 1º Ciclo  Sinalização Serviços de Saúde  Sinalização GASMI Página 32 de 39 .AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES A Coordenação aprova relatórios de Avaliação de Critérios SNIPI. ÍNDICE DOS DOCUMENTOS  Programa Educativo Individual – (Modelo EE – 1)  Adenda ao PEI – (Modelo EE – 2)  Currículo Específico Individual – (Modelo EE – 3)  Plano Individual de Transição – (Modelo EE – 4)  Referenciação à Educação Especial – (Modelo EE – 5)  Autorização do Encarregado de Educação – (Modelo EE – 6)  Parecer – (Modelo EE – 7)  Relatório Técnico.pedagógico – (Modelo EE – 8)  Documento de avaliação alunos com CEI – (Modelo EE – 9)  Relatório Final ou circunstanciado – (Modelo EE – 10)  Registo de avaliação para alunos da UIE – (Modelo EE – 11) Documentos de referência do SNIPI  Critérios de Elegibilidade da ELI – (Doc. – 02)  Declaração de Consentimento Informado – (Doc. PIIP e PEI. Agrupamento de Escolas Gil Eanes. As crianças que sejam abrangidas pelo DL 3/2008 deverão ver os documentos aprovados em Conselho Pedagógico do respetivo agrupamento de referência da ELI. – 01)  Ficha de Referenciação – (Doc. RTP.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES DOCUMENTOS ANEXOS Página 33 de 39 .

as adequações do processo de ensino aprendizagem que tenham sido aplicadas. Depois de submetido à aprovação do conselho pedagógico. A certificação dos alunos que beneficiaram de um PEI permite-lhes prosseguir estudos? Sim. exceto quando é aplicada a medida “Currículo Específico Individual”. bem como a modalidade em que o apoio é prestado (individualmente ou em grupo). Os instrumentos de certificação legalmente fixados para o sistema de ensino devem explicitar. desde que as medidas aplicadas não coloquem em causa a aquisição das competências terminais de ciclo ou das disciplinas.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Perguntas Mais Frequentes A quem cabe a responsabilidade da elaboração e acompanhamento do Programa Educativo Individual e Plano Individual de Transição? Dado que o PIT faz parte integrante do PEI. o qual deve estabelecer o número de horas de apoio semanal. a responsabilidade pela sua elaboração cabe ao docente responsável pela turma ou diretor de turma. Quem define o número de horas de apoio semanal a atribuir a um aluno? O processo de avaliação especializada tem por finalidade identificar as necessidades educativas especiais evidenciadas pelo aluno. Página 34 de 39 . Neste sentido. o PEI é homologado pela Direção do Agrupamento de Escolas. a existência de um PEI não implica que um aluno não possa prosseguir estudos. A resposta a essas necessidades é definida no PEI. O acompanhamento é da responsabilidade do docente responsável pela turma ou diretor de turma. no caso dos alunos que beneficiaram de um PEI. ao docente de educação especial e ao encarregado de educação.

de 6 de dezembro) Página 35 de 39 . que em nada contribui para a melhoria das aprendizagens e para o sucesso escolar dos alunos. no ensino Secundário. A medida adequações curriculares possibilita a redução de objetivos e de conteúdos? O princípio da adequação por via da redução do currículo. excluindo aqueles que têm um currículo específico individual. Assim.º do Decreto-Lei n. A avaliação das áreas curriculares previstas no currículo específico individual dos alunos que beneficiam dessa medida educativa. o ponto 4 do mesmo artigo prevê não a eliminação mas a introdução de objetivos ou de conteúdos não definidos no plano de estudos dos restantes alunos. possibilitar o desenvolvimento dos objetivos definidos para cada disciplina ou ciclo de escolaridade.º3/2008 é exatamente o oposto. Em que situações a informação resultante da avaliação sumativa é expressa de forma descritiva. para além de promover a instalação de uma cultura de facilitismo.º3. Bom e Muito Bom acompanhada de uma avaliação descritiva. no ensino básico. de forma qualitativa e de forma quantitativa? A expressão do resultado da avaliação dos alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n. Suficiente. desde que esteja definido no PEI.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Vai continuar a ser possível reduzir o número de alunos por turma sempre que se verifique a presença de alunos com necessidades educativas especiais? Sim. em função das características de aprendizagem e das dificuldades específicas dos alunos e de forma a responder às suas necessidades. ou as competências essenciais das disciplinas. através de percursos diferenciados. (Despacho normativo nº 24-A/2012. Com as adequações curriculares específicas pretende-se. é idêntica à utilizada para os seus pares. com o propósito de funcionarem como mediadores ou como interface para a aquisição de capacidades que os restantes alunos adquirem sem necessidade desse suporte. O espírito do artigo 18. colide com a premissa de que as adequações curriculares individuais não podem colocar em causa as competências terminais de ciclo.4 do Despacho nº 5106-A/2012 de 12 de abril. Esta possibilidade está prevista no ponto 5. são avaliadas com as menções qualitativas de Insuficiente.

propor e gerir respostas específicas orientadas para a oferta da diversificação curricular. Uma organização e gestão flexíveis permitem implementar um conjunto de medidas. conceber. Perguntas sobre a Portaria n. que estabelece o alargamento da escolaridade para 12 anos. Compete ainda às escolas. que visam promover o sucesso escolar de todos os alunos e a prevenção do abandono escolar precoce. esta portaria define uma matriz curricular a implementar através de uma ação coordenada entre as escolas secundárias e instituições parceiras. Com a publicação da Lei n. no exercício da sua autonomia e no enquadramento do respetivo projeto educativo. Ainda que as escolas possam estabelecer parcerias com instituições e empresas da comunidade.º 275-A/2012 dirige-se unicamente aos alunos que frequentam o ensino secundário? Sim.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Quem apoia os alunos que necessitam de apoios que não se enquadram na educação especial? Compete aos órgãos de gestão e orientação pedagógica das escolas decidir sobre quais os docentes de turma ou de disciplina que irão prestar apoio às aprendizagens. a maioria dos alunos com Currículo Específico Individual (CEI) passa a desenvolver o Plano Individual de Transição (PIT) no ensino secundário. Todas as instituições parceiras são elegíveis para efeito de financiamento? Não. para efeitos de financiamento ao abrigo da Página 36 de 39 .º 275-A/2012 - Ensino Secundário A Portaria n.º 85/2009 de 27 de agosto. No sentido de orientar as escolas na construção dos CEI e PIT.

No entanto. a matriz curricular é dotada de flexibilidade ao nível da definição dos conteúdos curriculares que integram cada componente do currículo. O facto de ser atribuída a responsabilidade pela implementação de determinadas componentes do currículo às instituições de educação especial não significa que as atividades sejam desenvolvidas no espaço físico das instituições. atendendo a que os alunos com CEI constituem um grupo heterogéneo. preferencialmente e numa perspetiva funcional. sempre que disponha dos recursos adequados. em função do interesse do aluno e das possibilidades das escolas e das instituições envolvidas. A escola pode. Existe também flexibilidade ao nível da definição dos parceiros responsáveis pelo desenvolvimento das componentes do currículo. Neste sentido. com todo o capital humano que têm vindo a acumular ao nível da conceção de currículos individuais orientados para o desenvolvimento de competências sociais e laborais. Página 37 de 39 . A ação coordenada das escolas e das instituições de educação especial pretende reunir sinergias de diferentes parceiros. Esta matriz curricular é obrigatória para todos os alunos com CEI que frequentam o ensino secundário? Sim. Os alunos terão obrigatoriamente de frequentar atividades fora da escola? Não. de 3 de novembro. desenvolvidas na escola e na comunidade. podem constituir um valioso recurso a colocar ao serviço das escolas de ensino regular. pelo que o desenho dos currículos deve ser ajustado às necessidades individuais de cada um.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES presente Portaria apenas se podem candidatar as instituições abrangidas pela Portaria n. as instituições de educação especial. o desenvolvimento e a avaliação das componentes curriculares referentes ao Desenvolvimento Pessoal. assegurar o planeamento. cabendo à escola a decisão quanto a um eventual complemento curricular. A matriz define ainda tempos mínimos para cada componente curricular. Existe ainda a possibilidade de reequacionar as responsabilidades pelas componentes do currículo. As atividades são.º 1102/97.

Página 38 de 39 . Os alunos abrangidos pela Portaria n. aplica-se também a estes alunos.º3/2008. estabelecido na Lei n.º 275-A/2012 são obrigados ao mesmo regime de assiduidade e de pontualidade que os restantes alunos? Sim.º 275-A/2012 a escola passa a ser responsável apenas pelas componentes curriculares Comunicação e Matemática? Não. Ainda que o desenvolvimento de determinadas componentes curriculares possa ser assegurado pelas instituições de educação especial. tal como de todos os outros alunos. Com a publicação da Portaria n.º 275-A/2012.º 275-A/2012 estão sujeitos ao mesmo regime de avaliação dos restantes alunos? Não. O Estatuto do Aluno e Ética Escolar. ao Desporto e Saúde e à Organização do Laboral e Cidadania.º 51/2012 de 5 de setembro.AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL EANES Social e à organização do Mundo Laboral. Os alunos abrangidos pela Portaria n. todos os alunos com CEI estão sujeitos aos critérios específicos de avaliação definidos no respetivo PEI. é à escola do ensino regular que compete a responsabilidade pela educação e ensino dos alunos abrangidos pela Portaria n. De acordo com o Decreto-Lei n.

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