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Adelaide Ramos e Côrte A primeira edição deste trabalho re­

Iêda Muniz de Almeida fletiu o resultado de uma experiência


Eulina Gomes Rocha concreta de avaliação de softwares
para escolha de um produto a ser ins­
Wilma Garrido do Lago talado na Biblioteca da Presidência da
República.

Avaliação
Esta segunda edição apresenta aos pro­
fissionais no exercício de suas funções,
estudantes e demais membros da comu­
nidade, um trábalho bem ampliado, in­

de
cluindo ferramentas especializadas para
automação não só de bibliotecas mas
também de arquivos, e é fruto da prá­
tica de implantação de softwares, da ob­
servação do crescimento do mercado e

softwares
principalmente da certeza da necessi­
dade de harmonização e integração en­
tre profissões e profissionais da infor­
mação, necessidade ressaltada cada vez

para
mais pelo desenvolvimento da área da
Ciência da Informação, que está a exi­
gir desses profissionais respostas a de­
mandas sociais de informação pro­

bibliotecas
duzidas pelas transformações tecno­
lógicas que caracterizam o mundo con­
temporâneo.


e arquivos
Falar da automação de serviços e sis­
temas de informação de bibliotecas e
arquivos é mais do que falar do uso
direto de computadores, construção e
acesso a bases nessas unidades. Não
2ª edição revista se trata de inundá-las com recursos
e ampliada tecnológicos os mais modernos possí­
veis, como que caídos de pára-quedas.
editora polis Trata-se de implantar uma nova filo-
Adelaide Ramos e Côrte A primeira edição deste trabalho re­
Iêda Muniz de Almeida fletiu o resultado de uma experiência
Eulina Gomes Rocha concreta de avaliação de softwares
para escolha de um produto a ser ins­
Wilma Garrido do Lago talado na Biblioteca da Presidência da
República.

Avaliação
Esta segunda edição apresenta aos pro­
fissionais no exercício de suas funções,
estudantes e demais membros da comu­
nidade, um trábalho bem ampliado, in­

de
cluindo ferramentas especializadas para
automação não só de bibliotecas mas
também de arquivos, e é fruto da prá­
tica de implantação de softwares, da ob­

softwares
servação do crescimento do mercado e
principalmente da certeza da necessi­
dade de harmonização e integração en­
tre profissões e profissionais da infor­
mação, necessidade ressaltada cada vez

para
mais pelo desenvolvimento da área da
Ciência da Informação, que está a exi­
gir desses profissionais respostas a de­
mandas sociais de informação pro­

bibliotecas
duzidas pelas transformações tecno­
lógicas que caracterizam o mundo con­
temporâneo.


e arquivos
Falar da automação de serviços e sis­
temas de informação de bibliotecas e
arquivos é mais do que falar do uso
direto de computadores, construção e
acesso a bases nessas unidades. Não
2ª edição revista se trata de inundá-las com recursos
e ampliada tecnológicos os mais modernos possí­
veis, como que caídos de pára-quedas.
editora polis Trata-se de implantar uma nova filo-
Adelaide Ramos e Côrte
Iêda Muniz de Almeida
Eulina Gomes Rocha
Wilma Garrido do Lago

AVALIAÇAO DE
SOFTWARES PARA
BIBLIOTECAS E
ARQUIVOS:
uma visão do cenário nacional
2ª edição revis ta e ampliada

editora polis
2002
Copyriglil 1" edição: ©2000 dos autores
Título da primcirn edição: Avnliação de softwares pnra bibliotecas
Agradecimentos
ISRN da primeira edição: 85-7228-010-3
Copyright 2ª edição: ©2002 - Editorn Polis ••• ai •.

ISBN da segunda edição: 85-7228-013-8


Capa: Ivone Quetznl
Ilustração da capa: Malevich, K. - Detalhe de Supn:matismo, ·i 915
Revisão: Marcos Frederico
Editoração eletrônica: Editora Polis

Fichn catalogrMica

Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma visão do


cenário nacional/ Adelaide Ramos e Côrte ... [ d nl.] - 2. ed., Realizar este trabalho foi um desafio para as autoras. Situa­
rev. e ampl. - São Paulo: Polis, 2002. ções as mais diversas faziam parte do cenário de possibilidades
219 p. (Coleção Palavra-Chave, 11) favoráveis ou não à sua execução. Sem dúvida é um trabalho de
ISBN 85-7228-013-8 pesquisa que teve sua origem na primeira edição publicada em
2000, resultado de uma experiência voltada integralmente para as
1. Automaç5o de bibliotecas. 2. Automaç5o de arquivos.
3. Avalinção de soflwarcs. 1. Côrte, Adelaide Ramos e. 11. necessidades institucionais. Havia uma equipe interdisciplinar en­
Almeida, lêda Muniz de. volvida, integrada e uma missão organizacional a ser cumprida.
Decorridos dois anos, a curiosidade associada à experiência
CDU: 02:681.1
CDD:029.7 prática desse período motivou parte da equipe a investigar a evo­
lução do mercado. Contando com o apoio e incentivo da Editora
Índice para catálogo sistemático:
Polis, concretizou-se esta nova etapa, agora ampliada, privilegian­
1. Informática: Biblioteconomia
2. Biblioteconomia: Informática do a informação documental em suas características arquivísti­
3. Informática: Arquivologia cas e bibliográficas.
4. Arquivologia: Informática A vontade e o esforço de vencer este des;:ifio não seria possí­
5. Automação: Bibliotecas
6. Automação: Arquivos vel de forma solitária. A confiança, apoio, incentivo e colabora­
ção de várias pessoas foram fatores fundamentais à concretização
deste trabalho. Desta forma queremos registrar nossos agradeci­
Direitos reservados pela mentos em primeiro lugar, a Deus, autor da vida; a nossos pais;
EDITORA POLIS LTDA.
às nossas instituições, onde dedicamos nossas vidas profissionais;
Rua Caramuru, 1196 - Saúde - 04138-002 - São Paulo - SP
Tel.: (11)5594-7687 e (11)275-7586 - Fax: (11)275-7586 aos usuários, razão do nosso aperfeiçoamento profissional e, em
e-mail: polis@editorapolis.com.br especial:

5
Copyright 1" edição: ©2000 dos autores
Título da primeira rclição: Avaliação de softwares para bibliotecas
Agradecimentos
.......
ISBN da primeira edição: 85-7228-010-3
Copyright 2ª edição: ©2002 - Editora P olis
ISBN da segunda edição: 85-7228-013-8
Capa: Ivone Quctzal
Illlstração da capa: Malevicl1, K. - Detalhe de Suprematismo, 1915
Revisão: Marcos Frederico
Editoração eletrônica: Editora Polis

Ficha catalográfica

Avaliação de softwares pma bibliotecas e arquivos: uma visão do


cenário nacional/ Adelaide Ramos e Côrte ... [ ct ai.] - 2. ed., Realizar este trabalho foi um desafio para as autoras. Situa­
rev. e ampl. - São Paulo: Polis, 2002. ções as mais diversas faziam parte do cenário de possibilidades
219 p. (Coleção Palavra-Chave, 11) favoráveis ou não à sua execução. Sem dúvida é um trabalho de
ISBN 85-7228-013-8 pesquisa que teve sua origem na primeira edição publicada em
2000, resultado de uma experiência voltada integralmente para as
1. Automação de bibliotecas. 2. Automação de arquivos.
3. Avaliação de softwares. 1. Côrte, Adelaide Ramos e. Il. necessidades institucionais. Havia uma equipe interdisciplinar en­
Almeida, Iêda Muniz de. volvida, integrada e uma missão organizacional a ser cumprida.
Decorridos dois anos, a curiosidade associada à experiência
CDU: 02:681.1
CDD:029.7 prática desse período motivou parte da equipe a investigar a evo­
lução do mercado. Contando com o apoio e incentivo da Editora
Índice para catálogo sistemático:
Polis, concretizou-se esta nova etapa, agora ampliada, privilegian­
1. Informática: Biblioteconomia
2. Biblioteconomia: Informática do a informação documental em suas características arquivísti­
3. Informática: Arquivologia cas e bibliográficas.
4. Arquivologia: Informática A vontade e o esforço de vencer este desafio não seria possí­
5. Automação: Bibliotecas
6. Automação: Arquivos vel de forma solitária. A confiança, apoio, incentivo e colabora­
ção de várias pessoas foram fatores fundamentais à concretização
deste trabalho. Desta forma queremos registrar nossos agradeci­
Direitos reservados pela mentos em primeiro lugar, a Deus, autor da vida; a nossos pais;
EDITORA POLIS LTDA.
às nossas instituições, onde dedicamos nossas vidas profissionais;
Rua Caramuru, 1196 - Saúde - 04138-002 - São Paulo - SP
Tel.: (11)5594-7687 e (11)275-7586 - Fax: (11)275-7586 aos usuários, razão do nosso aperfeiçoamento profissional e, em
e-mail: polis@editorapolis.com.br especial:

5
ao Kades, Rafael, Kalula, Ricardo, Hilma, Diego, Sérgio Luís,
Mônica, Luís Henrique, Waldenora, Raimundo, Carlos, Walnize e Sumário
Vanda, pelo apoio constante e sempre presente em nossas vidas;
aos amigos e companheiros do IESB e da Biblioteca da Presi­
dência da República;
à Maria Tereza Machado Tclles Walter e Neide Alves Dias de
Sordi, pelas sugestões e críticas apresentadas ao trabalho;
à Marta Pomim Valentim e Oswaldo Francisco Almeida
Júnior pelos esforços empreendidos no sentido de provocar uma
reflexão e incentivar o debate sobre os novos papéis do profissio­
Listas de siglas 10
nal da informação e a relação entre a biblioteconomia, documen­
tação, arquivologia e museologia; Prefácio 11
ao sempre Professor Murilo Bastos Cunha pelo incentivo à
Informação: a base conceituai da informatização
15
continuidade deste trabalho e sugestões apresentadas;
ao Paulo Góes pelo apoio e orientação quanto ao Z39 .50; Informatização de bibliotecas e arquivos: em busca
ao Luiz Fernando Castelo Fernandes pelo incentivo, valori­ de uma harmonização e integração profissional
21
zação e apoio institucional;
Uma proposta metodológica 29
aos analistas de sistemas na pessoa de Ildeu Ordini Lopes,
ação 35
ntjo exercício profissional, sempre pautado por um comporta­ Nem só de software vive o processo de informatiz
m.ento ético e pela visão global, integrada e completa de sistemas A ISO 2709 36
de informação documental e bibliogdfica, representa o perfil da O protocolo Z39.50 39
integração profissional que deve existir entre bibliotecários, ar­ O formato MARC 44
quivistas e analistas de sistemas. Conversão retrospectiva - CR 49
aos arquivistas brasileiros nél pessoa de Eloiza Rocha Pereirn Instalação, testes e garantias 50
e Rosélne Gonçalves, pela contribuição na elaboração do questio­ Suporte técnico e mnnutenção 53
nário da pesquisa, cujas atuações profissionais vimos assegurada
Condições institucionais 55
a possibilidade efetiva da harmonização entre a arquivologia e a
Treinamento dos usuários 57
biblioteconomia;
Documentação do sistema 59
às empresas que tão prontamente atenderam à solicitação
das autoras em participar desta pesquisa. Uma visão do cenário 61
Softwares e empresas na área de Arquivo 65
Softwares e empresas na área de Biblioteca 69

6 7
Sumário
ao Kades, Rafael, Kalula, Ricardo, Hilma, Diego, Sérgio Luís,
Mônica, Luís Henrique, Waldenora, Raimundo, Carlos, Walnize e
Vanda, pelo apoio constante e sempre present e em nossas vidas;
aos amigos e companheiros do IESB e da Biblioteca da Presi­
dência da República;
à Maria Tereza Machado Telles Walter e Neide Alves Dias de
Sordi, pelas sugestões e críticas apresentadas ao trabalho;
à Marta Pomim Valentim e Oswaldo Francisco Almeida
Júnior pelos esforços empreendidos no sentido de provocar uma
reflexão e incentivar o debate sobre os novos papéis do profissio­
nal da informação e a relação entre a biblioteconomia, documen­ Listas de siglas 10
tação, arquivologia e museologia; Prefácio 11
ao sempre Professor Murilo Bastos Cunha pelo incentivo à
Informação: a base conceitu;:il da informatização 15
continuidade deste trabalho e sugestões apresentadas;
ao Paulo Góes pelo apoio e orientação quanto ao Z39 .50; Informatização de bibliotecas e arquivos: em busca
ao Luiz Fernando Castelo Fernandes pelo incentivo, valori­ de uma harmonização e integração profissional 21
zação e apoio institucional;
Uma proposta metodológica 29
aos analistas de sistemas na pessoa de Ildeu Ordini Lopes,
c1.tjo exercício profissional, sempre pautado por um comporta­ Nem só de software vive o processo de informatização 35
mento ético e pela visão global, integrada e c ompleta de sistemas A 150 2709 36
de informação documental e bibliogrMico., representa o perfil da O protocolo Z39.50 39
integração profissional que deve existir entre bibliotecários, ar­ O formato MARC 44
quivistas e analistas de sistemas. Conversão retrospectiva - CR 49
aos arquivistas brasileiros nn pesson de Eloiza Rocha Pereira
Instalação, testes e garantias 50
e Rosnne Gonçalves, pela contribuição na elaboração do queslio ­
Suporte técnico e manutenç5o 53
nário da pesquisa, cujas atuações profissionais vimos assegurada
Condições institucionais 55
a possibilidade efetiva da harmonização entre a arquivologia e a
Treinamento dos usuários 57
biblioteconomia;
Documentação do sistema 59
às empresas que tão prontamente atenderam à solicitação
das autoras em. participar desta pesquisa. Uma visão do cenário 61
Softwares e empresas na área de Arquivo 65
Softwares e empresas na área de Biblioteca 69

6 7
Quadro geral das características dos softwares OrtoDocs 186
analisados 76 Pergamum 189
Softwares de Arquivo 76 Polibook 190
Softwares de Biblioteca 109 Sabiá 191
Sábio 192
Análise resumida das empresas e
SophiA Biblioteca 193
softwares participantes da pesquisa 157
195
Virtua ILS e Virtua SLE
Na área de Arquivo 157
Thesaurus 202
O Arquivista 157
Argonauta Arquivo 158 Considerações finais 205
Control/Arquivo/Módulo Internet e Kami 150 213
Bibliografia consultada
Dataview - Gerenciamento de arquivos 161
Docman Suite 162
Lightbase/Arquivo 164
Polidocuware 165

Na área de Bibliotecas 167


Ainfo 167
Aleph 169
ArcheS Lib 172
Argonauta Biblioteca 173
BiblioExpress 174
Biblioshop 175
Bibliotech 176
Biblium 1 78
BibVirtua 179
Caribe 179
Control/Módulo Internet, Zeus e Máscara 181
Informa Biblioteca Eletrônica e Informa Online 182
Lightbase e Lightbase WEB 184
MultiAcervo 185

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Quadro geral das características dos softwares OrtoDocs 186
analisados 76 Pergamum 189
Softwares de Arquivo 76 Polibook 190
Softwares de Biblioteca 109 Sabiá 191
Sábio 192
Análise resumida das empresas e
SopbiA Biblioteca 19 3
softwares participantes da pesquisa 157 19 5
Virtua ILS e Virtua SLE
Na área de Arquivo 157
Thesaurus 202
O Arquivista 157
205
Argonauta Arquivo 158 Considerações finais
Contrai/Arquivo/Módulo Internet e Kami 150 213
Bibliografia consultada
Dataview - Gerenciamento de arquivos 161
Docman Suite 162
Lightbase/Arquivo 164
Polidocuware 165

Na área de Bibliotecas 167


Ainfo 167
Aleph 169
ArcheS Lib 172
Argonauta Biblioteca 173
BiblioExpress 174
Biblioshop 175
Bibliotech 176
Biblium 178
BibVirtua 179
Caribe 179
Control/Módulo Internet, Zeus e Máscara 181
Informa Biblioteca Eletrônica e Informa Online 182
Lightbase e Lightbase WEB 184
MultiAcervo 185

9
8
Lista de siglas Prefácio
.. -..

MCR2: Anglo-American Cataloguing Rule 211d E


s dition A Ciência da Informação tem sido sistematicamente atingi­
ABECIN: Associação Brasileira de Educaçã
o em Ciência da da pela evoluçi'ío elas tecnologias de informaçi'ío. Esse fato modi­
Informação
ficou a cultura elo profissional da área cm relação à informação,
ALA: American Library Association
bem como a forma de trabalhá-la.
CANMARQ: Machine-Readable for Cata
loging - Canadá A aluação eficaz do profissional da informação depende, e
CONARq: Conselho Nacional de Arquivos
muito, de ferramentas tecnológicas que possibilitem o desenvol­
CR: Conversão Retrospectiva
vimento das diversas atividades informacionais. A complexidade
GED: Gestão Eletrônica de Documentos
dos serviços e produtos informacionais, assim como as caracte­
IESB: lnstitulo de Educação Superior de
Brasília rísticas dos diferenles públicos, exigem, cada vez mais, uma com­
ISO: International Organization for Stan
darclization preensão dessas tecnologias.
LC: Library of Congress
Além disso, as unidades de informação estão, em sua mai­
MARC: MéJchine-ReéJclablc for Catalogin
g oria, inseridéJs em organizações públicas ou privadas de diferen­
NISO: National Information Standard Orga
nization tes naturezas, o que exige uma compreensão, por parte dos
RECON: Retrospective Conversion
profissionéJis, não só da tecnologin, mas também da plataforma
RENPAC: Rede Nacional de Pacotes ela EMB
RATEL tecnológica existente na própria organização, visando a integração
SICAF: Sistema Integrado de Administraçã
o e disseminnção de dados, informação e conhecimento.
SR: Search and Retrieve
Em virtude de tudo isso, a atualização e a educação conti­
UKMARC: Machine-Readable for Catalogin
g - Inglaterra nuada é fundamental no âmbito dos profissionais da informa­
USMARC: Machine-Readable for Catalogin
g - Estados Unidos ção, exigindo uma visão estratégica e uma compreensão de mun­
ZIG: Grupo de Implementadores
do mais aguçada.
Experiências profissionais podem e devem ser compartilha-

10 11
Lista de siglas Prefácio
.. - ..

AACR2: Anglo-American Cataloguing Rules 211d Edition A Ciência da Informação tem sido sistematicamente atingi­
ABECIN: Associação Brasileira de Educação em Ciência da da pela cvoluçi:io das tecnologias de informaçi:io. Esse fato modi­
Informação ficou a cultura do profissional da área cm relação à informaçi:io,
ALA: American Library Association bem como a forma de trabalhá-la.
CANMARQ: Machine-Readable for Cataloging - Canadá A atuação eficaz do profissional da informação depende, e
CONARq: Conselho Nacional de Arquivos muito, de fcrrarnentas tecnológicas que possibilitem o desenvol­
CR: Conversão Retrospectiva vimento das diversas atividades informacionais. A complexidade
GED: Gestão Eletrônica de Documentos dos serviços e produtos informacionais, assim como as caracte­
IESB: Instituto de Educação Superior de Brasília rísticas dos diferentes públicos, exigem, cada vez mais, uma com­
ISO: International Organization for Standardization preensão dessas tecnologias.
LC: Library of Congress Além disso, as unidades de informação estão, em sua mai­
MARC: Machine-Readablc for Cataloging oria, inseridas em organiznções públicas ou privadns de diferen­
NTSO: National Tnformation Standard Organization tes naturezas, o que exige um.a compreensão, por parte dos
RECON: Retrospective Conversion profissionais, não só da tecnologin, mas também da plataforma
RENPAC: Rede Nacional de Pacotes da EMBRATEL tecnológica existente na própria organização, visando a integração
SICAF: Sistema Integrado de Administração e disseminélção de dados, informação e conhecimento.
SR: Search and Retrieve Em virtude de tudo isso, a atualização e a educação conti­
UKMARC: Machine-Readable for Cataloging - Inglaterra nuada é fundamental no âmbito dos profissionais da informa­
USMARC: Machine-Readable for Cataloging - Estados Unidos ção, exigindo uma visão estratégica e uma compreensão de mun­
ZIG: Grupo de Implementadores do mais aguçada.
Experiências profissionais podem e devem ser compartilha-

10 11
subáreas. Para as escolas da área de Ciência da Informação se cons­
dns, uma vez que possibilitam a compreensão de um fato, m.es­
titui em uma obra de grande relevância, pois permitirá aos pro­
mo sem ter sido vivenciado. Além disso, a análise da documenta­
fessores, alunos e egressos dos cursos o contato com o que existe
ção técnica, a avaliação de catálogos comerciais, a leitura dos
no cenário nacional atualm.ente.
manuais de uma determinada tecnologia de informação etc., aju­
dam a conhecer e a compreender melhor a variedade de tecnologias
Marta Lígia Pomim Valentim
existentes no mercado.
Presidente da
O livro Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma Associação Brasileira de Educação
visão do cenário nacional, traz para a área da Ciência da Infor­ em Ciência da Informação -ABECIN
mação dados valiosos sobre as tecnologias de informação aplica­
das a arquivos e bibliotecas no país.
Além disso, este livro permite a harmonização e a integração
das áreas de arquivologia e biblioteconomia, tão próximas no
pensar e no fazer e ao mesmo tempo com especificidades tão
próprias.
Nesse sentido, a formação de profissionais da informação
precisa, cada vez mais, harmonizar e integrar conteúdos aplica­
dos às duas áreas. Conhecer, compreender e saber analisar
tecnologias da informação deve fazer parte do processo de ensi­
no-aprendizagem da Ciência da Informação.
A formação do profissional da informação pretende, entre
outras competências e habilidades, produzir e difundir conheci­
mentos científicos e culturais, gerar produtos informacionais,
gerenciar e utilizar racionalmente os recursos de informação dis­
poníveis, desenvolver e utilizar novas tecnologias de informação,
enfim, "responder a demandas sociais de informação produzidas
pelas transformações tecnológicas que caracterizam o mundo con­
temporâneo".
Confirma, portanto, a importante contribuição deste livro
para a área, uma vez que apresenta de forma sistematizada os
softwares aplicados a bibliotecas e arquivos no cenário brasileiro.
Além disso, aborda a informação como objeto de trabalho e pes­
quisa da Ciência da Informação e sua inserção em cada uma das

13
12
subáreas. Para as escolas da área de Ciência da Informação se cons­
das, uma vez que possibilitam a compreensão de um fato, mes­
titui em urna obra de grande relevância, pois permitirá aos pro­
mo sem ter sido vivenciado. Além disso, a análise da documenta­
fessores, alunos e egressos dos cursos o contato com o que existe
ção técnica, a avaliação de catálogos comerciais, a leitura dos
no cenário nacional atualmente.
manuais de uma determinada tecnologia de informação etc., aju­
dam a conhecer e a compreender melhor a variedade de tecnologias
Marta Lígia Pomim Valentim
existentes no mercado.
Presidente da
O livro Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma Associação Brasileira de Educação
visão do cenário nacional, traz para a área da Ciência da Infor­ em Ciência da Informação - ABECIN
mação dados valiosos sobre as tecnologias de informação aplica­
das a arquivos e bibliotecas no país.
Além disso, este livro permite a harmonização e a integração
dos áreas de arquivologia e biblioteconomia, tão próximas no
pensar e no fazer e ao rnesmo tempo com especificidades tão
próprias.
Nesse sentido, a formação de profissionais da informação
precisa, cada vez mais, harmonizar e integrar conteúdos aplica­
dos às duas áreas. Conhecer, compreender e saber analisar
tecnologias da informação deve fazer parte do processo de ensi­
no-aprendizagem da Ciência da Informação.
A formação do profissional da informação pretende, entre
outras competências e habilidades, produzir e difundir conheci­
mentos científicos e culturais, gerar produtos informacionais,
gerenciar e utilizar racionalmente os recursos de informação dis­
poníveis, desenvolver e utilizar novas tecnologias de informação,
enfim, "responder a demandas sociais de informação produzidns
pelas transformações tecnológicas que caracterizam o mundo con­
temporâneo".
Confirma, portanto, a importante contribuição deste livro
para a área, urna vez que apresenta de forma sistematizada os
softwares aplicados a bibliotecas e arquivos no cenário brasileiro.
Além disso, aborda a informação como objeto de trabalho e pes­
quisa da Ciência da Informação e sua inserção em cada urna das

13
12
Informação:
a base conceitual da
informatização
.. - ..
" ... viver de Jato é viver com informação"
Norbert Wiener

O início deste século apresentou uma nova ordem na orga­


nização da produção, na circulação de bens e serviços, nos hábitos
e costumes sociais, na atividade política, econômica e sobretudo
cultural, em seu sentido mais amplo. Mudanças profundas e reais
provocadas pelas idéias, informação, conhecimento, e desejo de
inclusão e ascensão social. A história da humanidade registra em
suas diversas fases instrumentos inovadores que marcaram épo­
ca e definiram o modo de vida das pessoas, fizeram surgir e alte­
raram conceitos; por exemplo, essa história, nos últimos séculos,
passando pela era industrial, das comunicações tecnológicas até
os nossos dias, foi marcada pela intensificação do uso das
tecnologias de informação. A compreensão de cada um desses
momentos impulsiona o desenvolvimento e crescimento das pes­
soas ou das instituições. Estudiosos e pesquisadores analisam os
fatores que contribuem para o desenvolvimento e crescimento
sociais e os fatores que levam as pessoas e instituições ao sucesso
ou insucesso. Dentre os teóricos encontramos Alvin Tofler (1998),
no final da década de 80, observando que, se a industrialização e o

15
avanço das comunicações foram instrumentos importantes nas l1d,1s do dia, o que comer, o que vestir, o que falar: a quem ajudar
últimas décadas, na sociedade do futuro, e este futuro estamos 1· no quê , o que ouvir, o que discutir, onde estacionar, o que com­

vivendo neste início de século, o mundo estaria dividido em duas i irnr, com quem falai: até a hora de dormir, descansando nossos cor­
partes: os r5pidos e os lentos. A rapidez na tomada de decisão e a pos e mentes preparando-nos para a batalha que se inicia no dia
capacidade de investir de forma correta estão diretamente ligadas seguinte? Por mais solitária que seja nossa decisão, dependerá sem­
à qualidade da informação disponível e é fator determinante do pre de um agente transmissor da informação e influenciará igual­
sucesso ou insucesso de todos. mente outros tantos. O dia inteiro, todos os dias, captamos infor­
Observamos que, por maiores e mais eficazes que sejam as mnções por meio dos nossos sentidos e rejeitamos as informações
mudanças sociais, o vértice condutor destas é a iriformação que que julgamos irrelevantes para nossas atividades e propósitos. Al­
transmite, divulga e dissemina novos conceitos, valores e forma gumas usamos de imediato. Outras armazenamos para uso futuro,
opinião. Se o século XX foi o século da produção industrial, dos outras, ainda, recebemos e apagamos ou descartamos imediatamente.
bens de consumo durável, o século XXI será o século da informa­ Deixando de lado a maneira romântica de apresentar a in­
ção, da sociedade do conhecimento. Além disso, Dowbor (2000) formação como ferramenta central em nossas vidas, não pode­
observa que a era em que vivemos, denominada sociedade da in­ mos deixar de observar o seu latlo organizacional. Numa perspec­
formação ou do conhecimento, apresenta um aspecto importante tiva ainda humanista e romântica não gostamos da incerteza e
que é a centralidade da informação. Tudo gira em torno de informa­ desordem. Apreciamos a ordem, apesar de às vezes esta tendência
ções, sejam elas registradas ou transmitidas verbalmente. A infor­ não ser evidente, mas é uma constatação científica de que o nosso
mação adquire uma dimensão social a partir do momento em que cérebro imporá ordem onde não existe. Santo Agostinho, grande
é configurada sua centralidade e quando o modo de vida, os valo­ aliado dos teóricos da informação , enfatizava que "o mal estava
res, as crenças, os novos paradigmas, as perspectivas de cada cida­ na ausência de ordem e que o principal objetivo do diabo era criar de­
dão são determinadas pelo nível de acesso que têm à informação. sordem", McGarry (1999). Na teoria da informação, a entropia é
Para entender o conceito de centralidade da informação, encontra­ considerada uma medida dn desordem. Dessn forma, precisamos
rnos em Wiener, citado por McGarry (1999), uma ligação direta encontrar meios de organizar a informação que recebemos e uti­
do exercício da vida com a informação, quando diz que "informação lizamos, mesmo porque somos seres comprometidos com a his­
é o termo que designa o conteúdo daquilo que permutamos com o mw1- tórin, com as nossas raízes e com as ger.:i.ções fuluras. Não somos
do exterior ao ajustar-nos a ele, e que faz com que nosso ajustamento seres únicos e independentes do contexto social. Nascemos dentro
seja nele percebido". São vários os conceitos de informação desen­ de estruturas de aprendizado e comportamento que preexistiam a
volvidos por estudiosos e pesquisadores da área. Em todos eles nós, e as utilizamos para delas extrair informações sobre o mun­
podemos observar nossa dependência e necessidade de uso da in­ do e o lugar que nele ocupamos. Devemos aos outros membros de
formação todas as vezes que precis.:.unos fazer uma escolha. E o nosso context·o et1ltural, vivos e mortos, as formas corno organi­
que fazemos no nosso cotidiano a não ser escolhas para a vida? zamos nossas informações sobre o mundo e as maneiras como
Desde a hora em que devemos acordar para nos preparar para as pensamos em transformá-lo.

16 17
avanço das comunicações foram instrumentos importantes nas lid.is do dia, o que comer, o que vestir, o que falai: a quem ajudar
últimas décadas, na sociedade do futuro, e este futuro estamos t· 110 quê , o que ouvir, o que discutir, onde estacionar, o que com­
vivendo neste início de século, o mundo estaria dividido em duas i ,rn r, com quem falai: até a hora de dormir, descansando nossos cor­
partes: os rápidos e os lentos. A rapidez na tomada de decisão e a pos e mentes preparando-nos para a batalha que se inicia no dia
capacidade de investir de forma correta estão diretamente ligadas �rguinte? Por mais solitária que seja nossa decisão, dependerá sem­
à qualidade da informação disponível e é fator determinante do pre de um agente transmissor da informação e influenciará igual­
sucesso ou insucesso de todos. mcn te outros tantos. O dia inteiro, todos os dias, captamos infor­
Observamos que, por maiores e mais eficazes que sejam as mnções por meio dos nossos sentidos e rejeitamos as informações
mudanças sociais, o vértice condutor destas é a iriformação que que julgamos irrelevantes para nossas atividades e propósitos. Al­
transmite, divulga e dissemina novos conceitos, valores e forma gumas usamos de imediato. Outras armazenamos para uso futuro,
opinião. Se o século XX foi o século da produção industrial, dos outras, ainda, recebemos e apagamos ou descartamos imediatamente.
bens de consumo durável, o século XXI será o século da informa­ Deixando de lado a maneira romântica de apresentar a in­
ção, da sociedade do conhecimento. Além disso, Dowbor (2000) formação como ferramenta central em nossas vidas, não pode­
observa que a era em que vivemos, denominada sociedade da in­ mos deixar de observar o seu lado organizacional. Numa perspec­
formação ou do conhecimento, apresenta um aspecto importante tiva ainda humanista e romântica não gostamos da incerteza e
que é a centralidade da informação. Tudo gira em torno de informa­ desordem. Apreciamos a ordem, apesar de às vezes esta tendência
ções, sejam elas registradas ou transmitidas verbalmente. A infor­ não ser evidente, mas é uma constatação científica de que o nosso
mação adquire uma dimensão social a partir do momento em que cérebro imporá ordem onde não existe. Santo Agostinho, grande
é configurada sua centralidade e quando o modo de vida, os valo­ aliado dos teóricos da informnção, enfatizava que "o mal estava
res, as crenças, os novos paradigmas, as perspectivas de cada cida­ na ausência de ordem e que o principal o�jetivo do diabo era criar de­
dão são determinadas pelo nível de acesso que têm à informação. sordem", McGarry (1999). Na teoria da informação, a entropia é
Para entender o conceito de centralidade da informação, encontra­ considerada uma medida da desordem. Dessa forma, precisamos
mos em Wiener, citado por McGarry (1999), uma ligação direta encontrar meios de organizar a informação que recebemos e uti­
do exercício da vida com a informação, quando diz que "informação lizamos, mesmo porque somos seres comprometidos com a his­
é o termo que designa o conteúdo daquilo que permutamos com o mun­ tória, com as nossas raízes e com as gerações fuluras. Não somos
do exterior ao ajustar-nos a ele, e que faz com que nosso ajustamento seres únicos e independentes do contexto social. Nascemos den tro
seja nele percebido". São vários os conceitos de informação desen­ de estruturas de aprendizado e comportamento que preexistiam a
volvidos por estudiosos e pesquisadores da área. Em todos eles nós, e as utilizamos para delas extrair informações sobre o mun­
podemos observar nossa dependência e necessidade de uso da in­ do e o lugar que nele ocupnmos. Devemos aos outros membros de
formação todas as vezes que precisamos fazer uma escolha. E o nosso contexto cultural, vivos e mortos, as formas como organi­
que fazemos no nosso cotidiano a não ser escolhas para a vida? zamos nossas informações sobre o mundo e as maneiras como
Desde a hora em que devemos acordar para nos preparar para as pensamos em transformá-lo.

16 17
É interessante observar como esse compromisso e a cons­ possa ser coletada, armazenada e disseminada. Altera-se, assim,
ciência da centralidade da informação provocaram mudanças e 11 processo de transferência da informação, desde o ciclo produ­
geraram, na sociedade da informação, uma reviravolta social. Na lor/emisso1� os suportes, até o destino/receptor.
prática, a sociedade recebeu importante influência do uso das Falar da automação de serviços e sistemas de informação de
tecnologias de inforrnação, desde a facilidade aos processos de co­ bibliotecas e arquivos é mais do que folar de uso direto de compu­
municação - telefone, televisão - até as mais aperfeiçoadas tadores, construção e acesso a bases nas bibliotecas e arquivos.
tecnologias - computador, Internet, satélite-, por que não dizer, Não se trata de inundar as bibliotecas e arquivos com computa­
impulsionadas pelo rigoroso processo de globalização vivenciado dores e bases de dados, como que caídos de pára-queclas. Não são
na última década do século passado. Dowbor (1994) leva-nos a poucos os estudos realizados mostrando como a simples infor­
refletir sobre o fato de que os avanços tecnológicos recentes estão matização leva apenas a que as mesmns coisas sejam feitas com
gerando uma transformação qu.:11itativa nas áreas do conheci­ maior rapidez, além do acúmulo ele equipamento sofisticado sen­
mento em geral, exigindo uma ampliação dos nossos enfoques, e do utilizado como simples máquinas de escrever. O primeiro pon­
em particular de um trabalho sério de análise para sabermos como to é entender desde a base técnica elo processo ele automação até o
incorporar essas inovações na perspecliva de uma prest·ação de verdadeiro uso da informação. A base técnica ela automação fun­
serviços de informação documental progressista. Cada avanço damenta-se pela adoção do código binário. Em vez de escrevermos
tecnológico tem implicações maiores para o processo de organi­ a letra "a", podemos decidir, por convenção, a sua substituição
zação da informação e, sem dúvida, oferece acesso aperfeiçoado à por uma combinação de "O" e "1". O segundo ponto é o falo de a
informação e maior flexibilidade para o seu uso. Nesse sentido, a eletrônica moderna ter conseguido "ancorar" esses dígitos em m.o­
última década apresentou o aparecimento de recursos eletrôni­ vimentos de nível atômico, de elétrons, de fótons . Com os avan­
cos, incluindo os catálogos on-line, bases de dados bibliográficas, ços que geraram semicondutores, transistores, circuitos integra­
bases de dados numéricas, CD-ROM, recursos com textos inte­ dos e microprocessadores, tornou-se possível transformar o "a"
grais e, mais recentemente, a capacidade de explorar a riqueza da que escrevemos no teclado em sinais eletrônicos minúsculos que
informação em formato múltiplo que está disponível na Internet. se gravam no disco rígido ou no disquete do nosso computador. O
Em conseqüência, a automação dos serviços de informação surge terceiro ponto é a capacidade de organizar a navegação nesse flui­
corno elem.ento-chave para que os sistemas de informação se aper­ do informativo. O quarto ponto é organizar a busca de informa­
feiçoem e se expandam, provocando também mudanças nos há­ ções, de forma a que não nos vrjamos afogados pelo excesso de
bitos de acesso e uso da informação. dados. O quinto ponto é um rcsultndo: o sistema digital permitiu
Heeman (1994), em seu trabalho sobre mudança de hábitos a rápida convergência de todos os instrumentos que geram, trans­
ocasionada pela automação, alerta que, na sociedade informati­ mitem e recebem informação sob as suas diversas formas.
zada, a informação passa a fluir livremente, fugindo do controle O conhecimento, o dado, o símbolo, tudo trafega neste gi­
dos catálogos e acervos, para dentro dos arquivos dos computa­ gantesco aglomerado onde telefonia (voz), televisão (imagem),
dores, circulando globalmente de usuário para usuário, sem que informática (equipamento) e informação(dado) se articulam para

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É interessante observar como esse compromisso e a cons­ l'llSsa ser coletada, armazenada e disseminada. Altera-se, assim,
ciência da centralidade da informação provocaram mudanças e ll processo de transferência da informação, desde o ciclo produ­
geraram, na sociedade da informação, uma reviravolta social. Na tor emissor, os suportes, até o destino/receptor.
prática, a sociedade recebeu importante influência do uso das Falar da automação de serviços e sistemas de informação de
tecnologias de informação, desde a facilidade aos processos de co­ hibliolecas e arquivos é mais do que folar de uso direto de compu­
municação - telefone, televisão - até as mais aperfeiçoadas tadores, construção e acesso a bases nas bibliotecas e arquivos.
tecnologias - computador, Internet, satélite -, por que não dizer, Nêío se trata de inundar as bibliotecas e arquivos com computa­
impulsionadas pelo rigoroso processo de globalização vivenciado dores e bases de dados, como que caídos de pára-quedas. Não são
na última década do século passado. Dowbor (1994) leva-nos a poucos os estudos realizados mostrando como a simples infor­
refletir sobre o fato de que os avanços tecnológicos recentes estão matização leva apenas a que as mesmns coisas sejam feitas com
gerando uma transformação qunlitativa nas áreas do conheci­ maior rapidez, além do acúmulo de equipamento sofistirndo sen­
mento em geral, exigindo uma ampliação dos nossos enfoques, e do utilizado como simples máquinas de escrever. O primeiro pon­
em particular de um trabalho sério de análise para sabermos como to é entender desde a base técnica do processo de automação até o
incorporar essas inovações na perspecliva de uma prestação de verJacleiro uso da informação. A base técnica da automação fun­
serviços de informação documental progressisla. Cada avanço damenta-se pela adoção do código binório. Em vez de escrevermos
tecnológico tem implicações maiores para o processo de organi­ a letra "a", podemos decidir, por convenção, a sua substituição
zação da informação e, sem dúvida, oferece acesso aperfeiçoado à por umn combinação de "O" e "1". O segundo ponto é o fato de a
informação e maior flexibilidade para o seu uso. Nesse sentido, a eletrônica moderna ter conseguido "ancorar" esses dígitos em mo­
última década apresentou o aparecimento de recursos eletrôni­ vimentos de nível atômico, de elétrons, de fótons . Com os avan­
cos, incluindo os catálogos on-line, bases de dados bibliográficas, ços que geraram semicondutores, transistores, circuitos integra­
bases de dados numéricas, CD-ROM, recursos com textos inte­ dos e microprocessadores, tornou-se possível transformar o "a"
grais e, mais recentemente, a capacidade de explorar a riqueza da que escrevemos no teclado em sinais eletrônicos minúsculos que
inform.ação em formato múltiplo que está disponível na Internet. se grnvam no disco rígido ou no disquete do nosso computador. O
Em conseqüência, a automação dos serviços de informação surge terceiro ponto é a capacidade de orgnnizar a navegação nesse flui­
como elemento-chave para ql1e os sislemas de informação se aper­ do informativo. O quarto ponto é organizar a busca ele informa­
feiçoem e se expandam, provocando também mudanças nos há­ ções, de forma a que não nos vejamos afogados pelo excesso de
bitos de acesso e uso da informação. dados. O quinto ponto é um resultado: o sistema digital permitiu
Heeman (1994), em seu trabalho sobre mudança de hábitos a rápida convergência de todos os instrumentos que geram, trans­
ocasionada pela automação, alerta que, na sociedade informati­ mitem e recebem informação sob as suas diversas formas.
zada, a informação passa a fluir livremente, fugindo do controle O conhecimento, o dado, o símbolo, tudo trafega neste gi­
dos catálogos e acervos, para dentro dos arquivos dos computa­ gE1ntesco aglomerado onde telefonia (voz), televisão (imagem),
dores, circulando globalmente de usuário para usuário, sem que informática (equipamento) e informação(dado) se articulam para

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1·11 1 1111.ir o que Oênis de Morais chama de infotelecomunicação,
1m:scnte na lição de casa das nossas crianças, na música do nosso Informatização de bibliotecas
CD, na escolha dos produtos no supermercado, no código de bar­
ras, no cartão de crédito, no atendimento às necessidades de infor­ e arquivos: em busca de uma
mação dos usuários, nas nossas horas de lazer, na forma de orga­
nizarmos o nosso trabalho, no conhecimento que Estado e
harmonização e
empresas têm das nossas atividades, na maneira e no horário dos
bombardeios de uma guerra. O resto é uma corrida de aplicações.
integração profissional
A cada dia surgem novos softwares que organizam a "ligação"
entre o que vemos na tela e sua expressão no nível dos micropro­
cessadores, que ganham a cada ano maior velocidade e maior ca­
pacidade de armazenamento de dados. Figueiredo (1999) alerta
para a responsabilidade do profissional em entender a informati­ "... para além de salhos e profissionais, em nome de
zação como um processo que proporciona a chave para que os el-rei, uni-vos! Ou: pelo bem de todos, demarcai-vos
sistemas de informação se aperfeiçoem, se expandam, se liguem, os espaços, afirmando-vos pelo conhecimento... "
com a finalidade de executar melhor o serviço e torná-lo mais con­ J. W Smith
veniente para o profissional e o usuário. Entender a abrangência Apresentar o processo de informatização de arquivos asso­
desse processo permitirá maior segurança ao bibliotecário ou ar­ ciado ao de bibliotecas é uma proposta das autoras em contribuir
quivista na escolha da aplicação que melhor responda às necessi­ para a consolidação da integração das duas áreas, dos dois tipos
dades e características próprias de cada comunidade usuária des­ de profissionais a elas ligados, coerentes com o momento atual
ses serviços sem banalizá-las ou superestimá-las e que, aumente por que passa o sistema de educação do país, as ações das entida­
a eficiência da comunicação entre os pesquisadores e geradores da des de classe, respondendo ao anseio da sociedade indicado pelas
informação e seus respectivos públicos, enfim, é entender o pro­ mudanças sociais que vivemos e a importância exercida pela in­
cesso de informatização para além da escolha de um software. formação no cotidiano do cidadão, conforme discorrido anterior­
Do ponto ele vista das autoras, pensar em informatização é mente neste livro. Objetiva, ainda, considerar o ciclo documental
pensar no processo ele gestão da informação que, segundo Da­ sob os diferentes suportes, tipologias documentais e processos de
venport (1998), constitui-se de um conjunto estruturado ele ativi­ produção e geração de documentos sejam eles produzidos no exer­
dades que incluem o modo como as instituições produzem, ob­ cício das funções organizacionais ou adquiridos como suporte ns
têm, distribuem e usam a informação e o conhecimento, tendo nos atividades de estudo, pesquisa, planejamento e acompanhamento
recursos tecnológicos o instrumento facilitador deste processo. de atividades.
O momento é propício. Voltemos a 1991. A pretexto de en­
xugar a máquina administrativa e implantar a modernidade no

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chamar o que Dênis de Morais chama de infotelecomunicação,
presente na lição de casa das nossas crianças, na música do nosso Informatização de bibliotecas
CD, na escolha dos produtos no supermercado, no código de bar­
ras, no cartão de crédito, no atendimento às necessidades de infor­ e arquivos: em busca de uma
mação dos usuários, nas nossas horas de lazer, na forma de orga­
nizarmos o nosso trabalho, no conhecimento que Estado e
harmonização e
empresas têm das nossas atividades, na maneira e no horário dos
bombardeios de uma guerra. O resto é uma corrida de aplicações.
integração profissional
A cada dia surgem novos softwares que organizam a "ligação"
entre o que vemos na tela e sua expressão no nível dos micropro­
cessadores, que ganham a cada ano maior velocidade e maior ca­
pacidade de armazenamento de dados. Figueiredo (1999) alerta
para a responsabilidade do profissional em entender a informati­ " ... para além de galhos e profissionais, cm nome de
zação como um processo que proporciona a chave para que os el-rei, uni-vos 1 Ou: pelo bem de todos, demarcai-vos
sistemas de informação se aperfeiçoem, se expandam, se liguem, os espaços, afirmando-vos pelo conhecimento... "
com a finalidade de executar melhor o serviço e torná-lo mais con­ J. W Smith
veniente para o profissional e o usuário. Entender a abrangência Apresentar o processo de informatização de arquivos asso­
desse processo permitirá maior segurança ao bibliotecário ou ar­ ciado ao de bibliotecas é uma proposta das autoras em contribuir
quivista na escolha da aplicação que melhor responda às necessi­ para a consolidação da integração das duas áreas, dos dois tipos
dades e características próprias de cada comunidade usuária des­ de profissionais a elas ligados, coerentes com o momento atual
ses serviços sem banalizá-las ou superestimá-las e que, aumente por que passa o sistema de educação do país, as ações das entida­
a eficiência da comunicação entre os pesquisadores e geradores da des de classe, respondendo ao anseio da sociedade indicado pelas
informação e seus respectivos públicos, enfim, é entender o pro­ mudanças sociais que vivemos e a importância exercida pela in­
cesso de informatização para além da escolha de um software. formação no cotidiano do cidadão, conforme discorrido anterior­
Do ponto de vista das autoras, pensar em informatização é mente neste livro. Objetiva, ainda, considerar o ciclo documental
pensar no processo de gestão da informação que, segundo Da­ sob os diferentes suportes, tipologias documentais e processos de
venport (1998), constitui-se de um cm�unto estruturado de ativi­ produção e geração de documentos sejam eles produzidos no exer­
dades que incluem o n10do como as instituições produzem, ob­ cício das funções organizacionais ou adquiridos como suporte às
têm, distribuem e usam a informação e o conhecimento, tendo nos atividades de estudo, pesquisa, planejamento e acompanhamento
recursos tecnológicos o instrumento facilitador deste processo. de atividades.
O momento é propício. Voltemos a 1991. A pretexto de en­
xugar a máquina administrativa e implantar a modernidade no

20 21
documentos, ou seja, a Gestão Eletrônica de Documentos - GED
setor público, o governo Collor realizou a mais violenta operação
, que surge com o objetivo de organizar o caos instalado e para
de desorganização do aparato governamental que já se verificou
o.urnentar a agilidade nos processos de transmissão da informa­
no país. E, por conseqüência, atingiu profundamente o setor de
çiio, redução e racionalização de espaços de armazenamento. A
informação documental, em tudo que o constituía: acervos, ins­
iniciativa privada tem se capacitado para oferecer ao Estado ferra­
talações, recursos humanos e financeiros, estrutura organizacional
mentas cada vez mais potentes. Porém, o fato de gerenciar ele­
e a própria experiência acumulada ao longo de anos de trabalho
tronicamente os documentos durante sua vida útil não basta
constante. Se a documentação bibliográfica, que pela própria na­
para a preservação da memória institucional e po.ra o cumpri­
tureza de organização e com uma história que privilegiou a im­
mento das etapas do ciclo documental. Mendes (1992), em dis­
plantação de várias bibliotecas e sistemas de informação sofreu
sertação de mestrado defendida para obtenção do título de Mes­
amargamente com esse processo, podemos imaginar a situação
tre em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de
da documentação arquivística própria e peculiar a cada órgão que
Brasília, defendeu a "harmonização de programas de ensino de
acabara de ser extinto, incorporado ou fundido a outros. A sen­
arquivologia, biblioteconomia e museologia". Depois de identi­
sação que tínhamos era de que havia um propósito claro de reco­
ficadas as atividades e perfis comuns a essas áreas, propõe que o
meçar a história das organizações públicas, desconsiderando todo
processo de integração se inicie pela edL1cação formal, ou seja,
o seu passado, todo o registro documental peculiar a cada. um.
pela formação desses profissionais. Ingressávamos na última dé­
Esse desmonte foi feito em poucos meses, mas a reconstrução,
cada do século. Transcorrida toda essa década, o cenário agora
passado o "glamour" da era Collor, levará anos para ser efetiva­
torna-se favorável à implantação dessa proposta. Como instru­
mente realizada.
mentos temos a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Na­
Chegamos à metade da última década do século e presencia­
cional e o envolvimento efetivo da ABECIN (Associação Brasileira
mos o advento da globalização, mudança de paradigmas, surgi­
de Educação em Ciência da Informação), instituição legítima para
mento da sociedade da informação, da era do conhecimento, agi­
conduzir o processo de educação formal, de onde certamente
lidade na tomada de decisões, a mídia contribuindo com a difusão
partirão as propostas efetivas para a formação de um profissio­
da informação, a RENPAC - Rede de Pesquisas -, até a Internet, a
nal qLte promoverá a integração entre as áreas e a mudança do
grande revolucionária no processo de transmissão da informação
enfoque de tratamento do documento para o tratamento,
nos últimos anos. Todos esses fatores contribuíram para urna re­
disponibilização e uso da informação. A ABECIN está, neste
organização no íluxo e tramitação de documentos e informações.
momento, desenvolvendo um trabalho de discussão sobre o "Pro­
Hoje, embora com muita timidez, vemos ressurgir o interesse do
jeto Pedagógico e Avaliação da Graduação: referências para a
aparelho do Estado em organizar sua documentação, a informa­
renovação e resignificação do ensino em Biblioteconomia/Ciência
ção tornando-se, pelo seu uso e difusão, um instrumento de con­
da Informação".
solidação da democracia.
Neste sentido, Nunes (2000) apresenta os novos paradigmas
Início do novo século. Vemos surgir ferramentas voltadas
com os quais o arquivista se defronta. Se tradicionalmente ar-
ao novo conceito de geração, tratamento, guarda e difusão de

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setor público, o governo Collor realizou a mais violenta operação documentos, ou seja, a Gestão Eletrônica de Documentos - GED
de desorganização do aparato governamental que já se verificou -, que surge com o objetivo de organizar o caos instalado e para
no país. E, por conseqüência, atingiu profundamente o setor de aumentar a agilidade nos processos de transmissão da informa­
informação documental, em tudo que o constituía: acervos, ins­ ção, redução e racionalização de espaços de armazenamento. A
talações, recursos humanos e financeiros, estrutura organizacional iniciativa privada tem se capacitado para oferecer ao Estado ferra­
e a própria experiência acumulada ao longo ele anos de trabalho mentas cada vez mais potentes. Porém, o fato de gerenciar ele­
constante. Se a documentação bibliográfica, que pela própria na­ tronicamente os documentos durante sua vida útil não basta
tureza de organização e com uma história que privilegiou a im­ para a preservação da memória institucional e para o cumpri­
plantação de várias bibliotecas e sistemas de informação sofreu mento das etapas do ciclo documental. Mendes (1992), em dis­
amargamente com esse processo, podemos imaginar a situação sertação de mestrado defendida para obtenção do título de Mes­
da documentação arquivística própria e peculiar a cada órgão que tre em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de
acabara de ser extinto, incorporado ou fundido a outros. A sen­ Brasília, defendeu a "harmonização de programas de ensino de
sação que tínhamos era de que havia um propósito claro de reco­ arquivologia, biblioteconomia e museologia". Depois de identi­
meçar a história das organizações públicas, desconsiderando todo ficadas as atividades e perfis comuns a essas áreas, propõe que o
o seu passado, todo o registro documental peculiar a cada um. processo de integração se inicie pela. educação forrn.al, ou seja,
Esse desmonte foi feito em poucos meses, mas a reconstrução, pela formação desses profissionais. Ingressávamos na última dé­
passado o "glamour" da era Collor, levará anos para ser efetiva­ cada do século. Transcorrida toda essa década, o cenário agora
mm te realizada. torna-se favorável à implantação dessa proposta. Como instru­
Chegamos à metade da última década do século e presencia­ mentos lemos a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Na­
mos o advento da globalização, mudança de paradigmas, surgi­ cional e o envolvimento efetivo da ABECIN (Associação Brasileira
mento da sociedade da informação, da era do conhecimento, agi­ de Educação em Ciência da Informação), instituição legítima para
lidade na tomada de decisões, a mídia contribuindo com a difusão conduzir o processo de educação formal, ele onde certamente
da informação, a RENPAC - Rede de Pesquisas -, até a Internet, a partirão as propostas efetivas para a formação ele um profissio­
grande revolucionária no processo de transmissão da informação nal que promoverá a integração entre as áreas e a mudança do
nos últimos anos. Todos esses fatores contribuíram para urna re­ enfoque ele tratamento elo documento para o tratamento,
organização no fluxo e tramitação de documentos e informações. disponibilização e uso ela informação. A ABECIN está, neste
Hoje, embora com muita timidez, vemos ressurgir o interesse do momento, desenvolvendo um trabalho de discussão sobre o "Pro­
aparelho do Estado em organizar sua documentação, a informa­ jeto Pedagógico e Avaliação da Graduação: referências para a
ção tornando-se, pelo seu uso e difusão, um instrumento de con­ renovação e resignificação elo ensino em Biblioteconomia/Ciência
solidação da democracia. ela Informação".
Início do novo século. Vemos surgir ferramentas voltadas Neste sentido, Nunes (2000) apresenta os novos paradigmas
ao novo conceito de geração, tratamento, guarda e difusão de com os quais o arquivista se defronta. Se tradicionalmente ar-

22 23
mazenava em maços ou caixas os documentos físicos, cuidava do cm sua plenitude, pode contribuir para o pleno atendimento
da sua preservação, conservação e restauro, procurará evitar o ,'ls necessidades dos usuários e à melhoria dos serviços de infor­
manuseio direto do documento e transferirá a informação para mação prestados pelos arquivos e bibliotecas.
formas mais facilmente manipuláveis: microfilmes ou dados di­ Remonta à década de 1960 a experiência de automação de
gitais. A indexação por palavras ou expressões-chave substitui a bibliotecas utilizando grandes computadores. Encontramos nos
descrição em guias, inventários ou catálogos em papel e a infor­ anos 1980 o desenvolvimento de aplicativos para seu gerencia­
mação estará disponível on-line. Na arquivologia de hoje o pro­ mento, garantindo ao bibliotecário maior agilidade no tratamen­
cesso de análise, difusão e uso da informação é mais importante to e recuperação da informação e domínio da tecnologia, tornan­
e ocupa lugar de maior destaque e relevância que a simples guar­ do-se mais amigável, inclusive, para o usuário. A informação tem
da, custódia e forma de concepção e geração do documento. Se seu espaço garantido no mundo tecnológico. Sobre esta situação,
antes o arquivista esperava o usuário requisitar a informação de Martinelli ( 1998) diz que o processo de informatização das bi­
seu interesse e só a disponibilizava quando houvesse essa demons­ bliotecas no Brasil passou a viver uma nova fase, caracterizada
tração, hoje este profissional aplica, ao conjunto de informações, pela disponibilidade de recursos avançados - máquinas e softwares
instrumentos que as façam úteis à comunidade usuária, demo­ de nova geração que chegaram ao país nos últimos anos-, apon­
crntizando ainda mais o acesso à própria instituição Arquivo. tando como causa, tanto da defasagem quanto do novo surto de
Smit, em Os profLSsionais da informação... (2000), atualmente uma desenvolvimento, as mudanças da política de informática no Bra­
das maiores pesquisadoras do assunto, entende que as duas áreas sil, ocorrida a partir de 1993, que proporcionaram o acesso a uma
são diferentes, mas próximas, porquanto perseguem o mesmo nova geração de equipamentos e softwares.
objetivo; pode-se outrossim, como conseqüência, concluir que os O cenário indica que se as bibliotecas e arquivos quiserem
profissionais que trabalham nessas instituições também seguem oferecer melhor serviço aos usuários e cumprir sua missão, ne­
princípios e metodologias próprias, muito embora todos persi­ cessário se torna acompanhar passo a passo o desenvolvimento
gam o m.esmo objetivo final . da sociedade, entender com melhor precisão os hábitos e os costu­
Não é nosso objetivo aprofundar as questões próprias dos mes dos usuários, adaptar as tecnologias às necessidades e quan­
Arquivos e das Bibliotecas, seja em seus processos metodológicos tidades de informação de que dispõem, e utilizar um sistema
e conceituais de captação, geração, tratamento, guarda, difusão e informatizado que privilegie todas as etapas do ciclo documental,
disseminação da informação, seja na capacitação formal e infor­ onde a escolha recaia sobre uma ferramenta que contemple os re­
mal dos profissionais que nelas atuam. Esse assunto é por de­ cursos hoje disponíveis, sem se tornar obsoleta a médio e longo
mais extenso e foge totalmente aos propósitos deste livro. Entre­ prazo. Definir esse sistema não é tarefa das mais fáceis, mesmo
tanto, é dever de cada profissional que trabalha com a informação porque, nos últimos dez anos, houve um grande avanço na área
como sua matéria-prima conhecer e entender as caracteríslicas e de desenvolvimento de sistemas, especialmente em softwares para
similaridades umas das outras. Nesta perspectiva queremos exer­ automação de bibliotecas. fotores decisivos desse processo foram,
citar um pouco em que o processo de informatização, considera- sem dúvida, a quebra da reserva de mercados e a introdução da

24 25
mazenava em maços ou caixas os documentos físicos, cuidava do cm sua plenitude, pode contribuir para o pleno atendimento
da sua preservação, conservação e restauro, procurará evitar o ils necessidades dos usuários e à melhoria dos serviços de infor-
manuseio direto do documento e transferirá a informação para 111.1ção prestados pelos arquivos e bibliotecas.
formas mais facilmente manipuláveis: microfilmes ou dados di­ Remonta à década de 1960 a experiência de automação de
gitais. A indexação por palavras ou expressões-chave substitui a bihliotecas utilizando grandes computadores. Encontramos nos
descrição em guias, inventários ou catálogos em papel e a infor­ anos 1980 o desenvolvimento de aplicativos para seu gerencia­
mação estará disponível on-line. Na arquivologia de hoje o pro­ mento, garantindo ao bibliotecário maior agilidade no tratamen­
cesso de análise, difusão e uso da informação é mais importante to e recuperação da informação e domínio da tecnologia, tornan­
e ocupa lugar de maior destaque e relevância que a simples guar­ do-se mais amigável, inclusive, para o usuário. A informação tem
da, custódia e forma de concepção e geração do documento. Se seu espaço garantido no mundo tecnológico. Sobre esta situação,
antes o arquivista esperava o usuário requisitar a informação de Martinelli (1998) diz que o processo de informatizaçiio das bi­
seu interesse e só a disponibilizava quando houvesse essa demons­ bliotecas no Brasil passou a viver uma nova fase, caracterizada
tração, hoje este profissional aplica, ao conjunto de informações, pela disponibilidade de recursos avançados - máquinas e softwares
instrumentos que as façam úteis Q comunidade usuária, demo­ de nova geração que chegaram ao país nos últimos anos-, apon­
cratizando ainda mais o acesso à própria instituição Arquivo. tando como causa, tanto da defasagem quanto do novo surto de
Smit, em Os profLSsionais da informação... (2000), atualmente uma desenvolvimento, as mudanças da política de informática no Bra­
das maiores pesquisadoras do assunto, entende que as duas áreas sil, ocorrida a partir de 1993, que proporcionaram o acesso a uma
são diferentes, mas próximas, porquanto perseguem o mesmo nova geração de equipamentos e softwares.
objetivo; pode-se outrossim, como conseqüência, concluir que os O cenário indica que se as bibliotecas e arquivos quiserem
profissionais que trabalham nessas instituições também seguem oferecer melhor serviço aos usuários e cumprir sua missão, ne­
princípios e metodologias próprias, muito embora todos persi­ cessário se torna acompanhar passo a passo o desenvolvimento
gam o mesmo objetivo final da sociedade, entender com melhor precisão os hábitos e os costu­
Não é nosso objetivo aprofundar as questões próprias dos mes dos usuários, adaptar as tecnologias QS necessidades e quan­
Arquivos e das Bibliotecas, seja em seus processos metodológicos tidades de informação de que dispõem, e utilizar um sistema
e conceituais de captação, geração, tratamento, guarda, difusão e informatizado que privilegie todas as etapas do ciclo documental,
disseminação da informação, seja na capacitação formal e infor­ onde a escolha recaia sobre uma ferramenta que contemple os re­
mal dos profissionais que nelas atuam. Esse assunto é por de­ cursos hoje disponíveis, sem se tornar obsoleta a médio e longo
mais extenso e foge totalmente aos propósitos deste livro. Entre­ prazo. Definir esse sistema não é tarefa das m.ais fáceis, mesmo
tanto, é dever de cada profissional que trabalha com a informação porque, nos últimos dez anos, houve um grande avanço na área
como sua matéria-prima conhecer e entender as características e de desenvolvimento de sistemas, especialmente em softwares para
similaridades umas das outras. Nesta perspectiva queremos exer­ automação de bibliotecas. fotores decisivos desse processo foram,
citar um pouco em que o processo de informatização, considera- sem dúvida, a quebra da reserva de mercados e a introdução da

24 25
microinformática, em substituição aos sistemas desenvolvidos para Se as bibliotecas, segundo Costa (1995), convivem com sé-
ambientes de mainframes. Os softwares desenvolvidos para aplica­ 110s conflitos organizacionais, orçamentos reduzidos, pessoal in­
ções em computadores de grande porte, se por um lado possuíam s11 f'iciente e muitas vezes não qualificado para o desempenho de
uma grande capacidade de armazenamento de dados, por outro, s11;1s funções atuais, têm enfrentado os desafios oriundos das trans­
não permitiam a alimentação em tempo real e exigiam uma infra­ formações socioculturais, incorporando o novo papel que lhes cabe
estrutura computacional com equipes altamente especializadas, 11;1 lransferência de conhecimentos e informações, a situação não
ambientes totalmente apropriados, colocando as bibliotecas, os e diferente para os arquivos e tem exigido, dos profissionais, co­
bibliotecários e os usuários totalmente dependentes da tecnologia, nhecimento e incorporação dos recursos tecnológicos para a or­
com pouca agilidade na prestação de serviços. g<1nização e prestação de serviços de informação. Ainda, segundo
Já na área de arquivo, o surgimento de aplicações próprias D<1venport (1998), a informação não pode ser considerada de
tem sido presenciado neste início de século, impulsionado pelas maneira isolada nas instituições. Às bibliotecas e arquivos eslá
propostas do Programa Sociedade da Informação coordenado pelo reservado o papel de repensar suas atividades e funções, adaptan­
Governo Federal, onde a inform.atização, a capacitação e melhoria do-se aos novos modelos organizacionais e extraindo das
do parque computacional das instituições é meta prioritária na tecnologias disponíveis o substrato para a melhoria na prestação
busca de promover maior rapidez e agilidade na tramitação de de serviços e na utilização eficaz de informações. Essa conjuntura
documentos e informações nos órgãos da Administração Pública lem levado a um processo de modernização diretamente ligado à
brnsileira. P resenciamos uma grande explosão de softwares para automação de rotinas e serviços, com o intuito de implantar uma
a chamada GED - Gestão Eletrônica de Documentos. A cada dia infra-estrutura de comunicação para agilizar e ampliar o acesso à
surgem novas soluções, cada uma buscando melhoria de sua capa­ informação pelo usuário, tornando-se necessária uma ampla visão
cidade. No entanto, como o próprio nome indica, essas soluções da tecnologia da informação e sua aplicação nas organizações.
estão mais voltadas para o controle da tramitação dos documentos Em se tratando especificamente da ferramenta ou aplicação
usando os recursos da informática. A abordagem de cada etapa corn.putacional, Epstein, citado por Krzyzanowsk.i (1996), alerta
do ciclo documental, o cumprimento da legislação e orientações para o fato de que não existe um sistema ideal e, mesmo que a
legais da arquivologia quanto à temporalidade de cada documen­ escolha seja a mais acertada, poderá não atender completamente
to, por exemplo, não estão contempladas nn maioria dos softwares aos requisitos funcionais (quais atividades serão realizadas) e de
da GED. A informação sucumbe à tecnologia. Por outro lado, pre­ performance (quantas atividades serão atendidas e com que rapi­
senciamos, por parte dos dirigentes e dos profissionais, um an­ dez), além de executar o back-up desejado e as operações de prote­
seio salutar em organizar os arquivos de maneira compatível e ção, a custo compatível com o orçamento disponível. Por esse
integrada com a era da sociedade da informação. É com este propó­ motivo, é importante que a biblioteca ou o arquivo determine os
sito de contribuir com a literatura na área e divulgar as inicia­ seus próprios requisitos obrigatórios e solicite as operações dese­
tivas nacionais de melhoria nos processos de automação do ciclo jáveis somente após certificar-se de qt1e as fllnções básicas e ne­
documental que surgiu este livro. cessárias estejam plenamente atendidas.

26 27
microinformática, em substituição aos sistemas desenvolvidos para Se as bibliotecas, segundo Costa (1995), convivem com sé-
ambientes de mainframes. Os softwares desenvolvidos para aplica­ 11(1:-, rnnílilos organizacionais, orçamentos reduzidos, pessoal in-
ções em computadores de grande porte, se por um lado possuíam 1.i1l1riente e muitas vezes não qualificado para o desempenho de
uma grande capacidade de armazenamento de dados, por outro, si 1.1� runções atuais, têm enfrentado os desafios oriundos das trans­
não permitiam a alimentação em tempo real e exigiam uma infra­ f or1110.ções socioculturais, incorporando o novo papel que lhes cabe
estrutura computacional com equipes altamente especializadas, 11,1 l rnnsferência de conhecimentos e informações, a situação não
ambientes totalmente apropriados, colocando as bibliotecas, os diferente para os arquivos e tem exigido, dos profissionais, co­
l'

bibliotecários e os usuários totalmente dependentes da tecnologia, nhecimento e incorporação dos recursos tecnológicos para a or­
com pouca agilidade na prestação de serviços. g,rnização e prestação de serviços de informação. Ainda, segundo
Já na área de arquivo, o surgimento de aplicações próprias no.venport (1998), a informação não pode ser considerada de
tem sido presenciado neste início de século, impulsionndo pelas nrnneira isolada nas instituições. Às bibliotecas e arquivos está
propostas do Programa Sociedade da Informação coordenado pelo reservado o papel de repensar suas atividades e funções, adaptan­
Governo Federal, onde a informatização, a capacitação e melhoria do -se aos novos modelos organizacionais e extraindo das
do parque computacional das instituições é meta prioritária na tecnologias disponíveis o substrato para a melhoria na prestação
busca de promover maior rapidez e agilidade na tramilo.ção de de serviços e na utilização eficaz de informações. Essa conjuntura
documentos e informações nos órgãos da Administração Pública tem levado a um processo de modernização diretamente ligado à
brasileira. Presenciamos uma grande explosão de softwares para automação de rotinas e serviços, com o intuito de implantar uma
a chamada GED - Geslão Eletrônica de Documentos. A cada dia infra-estrutura de comunicação para agilizar e ampliar o acesso à
surgem novas soluções, cada urna buscando melhoria de sua capa­ informação pelo usuário, tornando-se necessária uma ampb visão
cidade. No entanlo, como o próprio nome indica, essas soluções da tecnologia da informação e sua aplicação nas organizações.
estão mais voltadas para o controle da tramitação dos docwnentos Em se tratando especificamente da ferramenta ou aplicação
usando os recursos da informática. A abordagem de cada elapa computacional, Epstein, citado por K.rzyzanowski (1996), alerta
do ciclo documental, o cumprimento da legislação e orientações para o fato de que não existe um sistema ideal e, mesmo que a
legais da arquivologia quanto à temporalidade de cada documen­ escolha seja a mais acertada, poderá não atender completnmente
to, por exemplo, não estno contempladas na maioria dos softwares aos requisitos funcionais (quais utividades serão realizadas) e de
da GED. A informação sucumbe à tecnologia. Por outro lado, pre­ performance (quantns atividades serão atendidas e com que rapi­
senciamos, por parte dos dirigentes e dos profissionais, um an­ dez), além dr executar o back-up desejado e ns operações de prote­
seio salutar em organizar os arquivos de maneira compatível e ção, n custo compatível com o orçamento disponível. Por esse
integrada com a era da sociedade da informação. É com este propó­ motivo, é importante que a biblioteca ou o arquivo determine os
sito de contribuir com a literatura na área e divulgar as inicia­ seus próprios requisitos obrigatórios e solicite as operações dese­
tivas nacionais de melhoria nos processos de automação do ciclo jáveis somente após certificar-se de que as funções básicas e ne­
documental que surgiu este livro. cessárias estejam plennmente atendidas.

26 27
Assim, qualquer iniciativa de informatização de uma biblio­
Uma proposta metodológica
.. -..
teca ou arquivo deve, primeiramente, identificar os seguintes as­
pectos:
a) cultura, missão, objetivos e programas de trabalho da
organização;
b) características essenciais da biblioteca/arquivo com re­
lação à sua abrangência temática, serviços e produtos
oferecidos;
c) interesses e necessidades de informação dos usuários;
d) plataforma tecnológica existente na instituição em ter­
mos de software e hardware, bem como sua capacidade
de atualização e ampliação; "Subestimar o computador é um erro.
e) os recursos humanos disponíveis. Superestimá-lo pode ser fatal."
Autor desconhecido

Obter uma visão do estado da arte do mercado brasileiro,


um retrato do cenário nacional, como tnmbém a possibili<lade de
contribuir com a literatura na área, oferecendo aos profissionais
e demais interessados textos básicos e acessíveis sobre temas rele­
vantes e atuais relacionados à Ciência da Informação e, neste caso,
especialmente àqueles que pretendem desenvolver e/ou atualizar
o processo de automação de suas unidades de informaç.:ío e docu­
mentação foi o propósito básico deste livro e o que direcionou o
processo metodológico de coleta de dados.
É importante registrar que os dados coletados remontam
aos meses de fevereiro e março ele 2002 e, obedecendo à reação
normal elo mercado e à dinâmica ele atualização dos softwares,
muitos produtos aqui apresentados, estando em plena fase de cres­
cimento, certamente terão suas características alteradas brevemen­
te. Dessa forma, as informações aqui registradas, principalmente
aquelas referentes aos dados elas empresas e características <los
softwares analisados, estão fundamentadas nas respostas forne-

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Assim, qualquer iniciativa de informatização de uma biblio­
Uma proposta metodológica
.. -..
teca ou arquivo deve, primeiramente, identificar os seguintes as­
pectos:
a) cultura, missão, objetivos e programas de trabalho da
organização;
h) características essenciais da biblioteca/arquivo com re­
lação à sua abrangência temática, serviços e produtos
oferecidos;
c) interesses e necessidades de informação dos usuários;
d) plataforma tecnológica existente na instituição em ter­
mos de software e hardware, bem como sua capacidade
de atualização e ampliação; "Subestimar o computador é wn erro.
e) os recursos humanos disponíveis. Superestimá-lo pode ser fatal."
Autor desconhecido

Obter uma visão do estado da arte do mercado brasileiro,


um retrato do cenário nacional, como também a possibilidade de
contribuir com a literatura na área, oferecendo aos profissionais
e demais interessados textos básicos e acessíveis sobre temas rele­
vantes e atuais relacionados à Ciência da Informação e, neste caso,
especialmente àqueles que pretendem desenvolver e/ou atualizar
o processo de automação de suas unidades de informação e docu­
mentação foi o propósito básico deste livro e o que direcionou o
processo metodológico de coleta de dados.
É importante registrar que os dados coletados remontam
aos meses de fevereiro e mi.1rço de 2002 e, obedecendo à reação
normal do mercado e à dinâmica de atualização dos softwares,
muitos produtos aqui apresentados, estando em plena fase de cres­
cimento, certamente terão suas características alteradas brevemen­
te. Dessa forma, as informações aqui registradas, principalmente
aquelas referentes aos dados das empresas e característirns elos
softwares analisados, estão fundamentadas nas respostas forne-

28 29
11do10., IH'L1s c111prl's,1s quantia tio processo de coleta de dados e en­ 1111\ 111 mcnle, alguns dos itens referenciados não foram localizados
contrnm-se arquivadas em sua forma original. 1 H ,, 1 elcfone, endereço postal ou endereço eletrônico, confirmando a

Fomos buscar em artigos, livros publicados, dissertações e 1·xpl'l'lnlivn de que o mercado estabelece a sobrevivência de empre­
palestras, a fundamentação conceituai para embasar os estudos, s.is na área. Muitas iniciam seus negócios e logo mudam de ramo
principalmente as informações para estruturar o instrumento de nu simplesmente deixam de existir, sem informar sobre esse fato,
coleta de dados. Desde 1998, ocasião em que as autoras renliza­ deixando que mantenedores de páginas conlinuem a divulgar um
ram o primeiro trabalho nessa área, a bibliografia nacional apre­ produto que não está mais no mercado. É uma situação bastante
sentou um crescimento de maneira ainda tímida. Os grandes desagradável para quem trabalila com informação.
fomentadores ainda são os eventos técnicos da área: congressos, Na escolha de um software é preciso, segundo Café et al.
seminários ejornadas regionais. Em termos de importância fun­ (2001 ), "tomar cuidado com decisões baseadas em ideologias,
damental, citamos o trabalho realizado por Café et al. (2001), modismos e expectativas pessoais ou ainda em argumentos feitos
que atribui critérios e cálculos estatísticos em uma lista elabora­ de acordo com situações específicas, sem observar a unidade de
da para a seleção e avaliação de softwares. É um método baseado informação como um todo".
em pesos e notas para cada critério estabelecido como fundamen­ Qunndo do estabelecimento do instrumento de coleta de da­
tal em um software e sua maior contribuição é no sentido de dos, ficou definido que, além dos critérios aprcsentnclos em Côrte
facilitar e deixar mais transparente o processo licitatório na & Almeida (2000), era preciso contemplar itens que apresentas­
modalidade técnica/preço. sem uma evolução dos produtos disponíveis no mercado. Com
Outra fonte importante de pesquisa foi a Internet. Nela en­ base em conversas com usuários foi possível identificar as difi­
contramos vários sites informando sobre softwares para culdndes sentidas na navegação e na compreensão ele cada tela
automação de bibliotecas e arquivos. O Conselho Regional de disponibilizada. As dificuldades estavam colocadas. O que pode­
Biblioteconomia da 10" Região mantém um.a página destinada a ria melhorar a interface usuário/sistema seria, do ponto ele vista
informar o nome, local e empresa responsável pelo software. O das autoras, o cumprimento dos requisitos que observassem os
"Guia de softwares para tratamento da informação" apresenta o aspectos ergonômicos. Esse critério, incluído no instrumento de
resultado do trabalho sobre Gerenciadores de Bibliotecas e Arqui­ coleta de dados, fez com que alguns fornecedores se preocupas­
vos, de Lima (1999), com uma pequena descrição de cada produto sem com esta questão. Encontramos no trnbnlho de Guzzo (2002)
indicado. O bibliotecário Michelangelo (2001), em sun página, importante fonte de pesquisa nessa área, e, talvez, o documento
disponibiliza um trabalho muito importante sobre as caracterís­ que maior com preensão nos trouxe sobre esses critérios. A intro­
ticas desejáveis em um sistema de automação de bibliotecas, numa dução da microinformática na sociedade veio com os sistemas
visão bastante didática. Utilizando as diversas ferramentas de pes­ operacionais MS-DOS, onde o usuário precisarin decorar todos os
quisa na Internet, tais como o Google, Yahoo, Altavista, encon­ comandos se quisesse usufruir, em sua plenitude, dos produtos
tramos informações e páginas de softwares específicos e até arti­ desenvolvidos nessa plataforma. O desenvolvimento de aplicativos
gos publicados sobre o assunto. Importante observar que, em ambientes gráficos provocou uma revolução na informática.

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11d.1•, 111 l.1s 1·111pn·s,1s qunntlo tio processo de coleta de dados e en­ lili\ 111 rncnle, alguns dos itens referenciados não foram localizados
rrn1l ram-se arquivadas em sua forma original. 11111 l elefone, endereço postal ou endereço eletrônico, confirmando a
Fomos buscar em artigos, livros publicados, dissertações e vxpecl<1liva de que o mercado estabelece a sobrevivência de empre­
palestras, a fundamentação conceituai para embasar os estudos, s.is na área. Muitas iniciam seus negócios e logo mudam de ramo
principalmente as informações para estruturar o instrumento de nu simplesmente deixam de existir, sem informar sobre esse fato,
coleta de dados. Desde 1998, ocasião em que as autoras re<1liza­ deixando que mantenedores de páginas conlinuem a divulgar um
ram o primeiro trabalho nessa área, a bibliografia nacional apre­ produto que não está mais no mercado. É uma situação bastante
sentou um crescimento de maneira ainda tímida. Os grandes desagradável para quem trabafüa com informação.
fomentadores ainda são os eventos técnicos da área: congressos, Na escolha de um software é preciso, segundo Café et al.
seminários ejornadas regionais. Em termos de importância fun­ (2001), "tomar cuidado com decisões baseadas em ideologias,
damental, citamos o trabalho realizado por Café et ai. (2001), modismos e expectativas pessoais ou ainda em argumentos feitos
que atribui critérios e cálculos estatísticos em uma lista elabora­ de acordo com situações específicas, sem observar a unidade de
da para a seleção e avaliação de softwares. É um método baseado informação como um todo".
em pesos e notas para cada critério estabelecido como fundamen­ Quando do estabelecimento do instrumento de coleta de da­
tal em um software e sua maior contribuição é no sentido de dos, ficou definido que, além dos critérios apresentados em Côrte
facilitar e deixar mais transparente o processo licitatório na & Almeida (2000), era preciso contemplar itens que apresentas­
modalidade técnica/preço. sen1 uma evolução dos produtos disponíveis no mercado. Com
Outra fonte importante de pesquisa foi a Internet. Nela en­ base em conversas com usuários foi possível identificar as difi­
contramos vários sites infor mando sobre softwares para culdades sentidas na navegação e na compreensão ele cada tela
automação de bibliotecas e arquivos. O Conselho Regional de disponibilizada. As dificuldades estavam colocadas. O que pode­
Biblioteconomia da 10" Região mantém um.a página destinada a ria melhorar a interface usuário/sistema seria, do ponto de vista
informar o nome, local e empresa responsável pelo software. O das autoras, o cumprimento dos requisitos que observassem os
"Guia de softwares para tratamento da informação" apresenta o aspectos ergonômicos. Esse critério, incluído no instrumento de
resultado do trabalho sobre Gerenciadores de Bibliotecas e Arqui­ coleta de dados, fez com que alguns fornecedores se preocupas­
vos, de Lima (1999), com uma pequena descrição de cada produto sem com esta questão. Encontramos no trab<1lho de Guzzo (2002)
indicado. O bibliotecário Michelangelo (2001), em su.:i página, importante fonte de pesquisa nessa área, e, talvez, o documento
disponibiliza um trabalho muito importante sobre as caracterís­ que maior compreensão nos trouxe sobre esses critérios. A intro­
ticas desejáveis em um sistema de automação de bibliotecas, numa dução da microinformática na sociedade veio com os sistemas
visão bastante didática. Utilizando as diversas ferramentas de pes­ operacionais MS-DOS, onde o usuário precisaria decorar todos os
quisa na Internet, tais como o Google, Yahoo, Altavista, encon­ comandos se quisesse usufruir, em sua plenitude, dos produtos
tramos informações e páginas de softwares específicos e até arti­ desenvolvidos nessa plataforma. O desenvolvimento de aplicativos
gos publicados sobre o assunto. I mportante observar que, em ambientes gráficos provocou uma revolução na informática.

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A facilidade de acesso conquistou o usuário que passou a nave­ d, 11·.1 como para a instituição produtora do software, a atenção dis-
gar e utilizar bem os sistemas de forma amigável e inteligível. 11111s,Kln pelo fornecedor a toda e qualquer demanda do usuário,
Hoje, os aplicativos de interface gráfica são cada vez mais fáceis •.. Hi fritares que variam de acordo com o temperamento e caracte-
para os usuários. O objetivo é garantir maior acessibilidade e va­ 1 1sl irns pessoais de cada um, e onde deve prevalecer o princípio bá­
lorizar a produtividade do sistema como um todo. Nesse sentido, .�1ro de todo o relacionamento: amar ao próximo como a si mesmo.
a ergonomia de softwares é conceituada por Borges, citado por Com respeito, com dignidade e seriedade de ambas as partes.
Guzzo, como sendo " ... ciência que estuda todos os aspectos refe­ Em que pesem todos os fatores internos e externos, pode­
rentes ao conforto, utilização, organização, documentação e todo mos afirmar que, metodologicamente, a realização de um estudo
efeito que um software possa gerar no seu contato com o ser para seleção e escolha de um software deve privilegiar as seguin­
humano". O objetivo maior é sempre facilitar e otimizar o traba­ l cs etapas:
lho do usuário junto ao computador. Com essa proposta e na a) Revisão da literatura
perspectiva de estar contribuindo para a evolução dos produtos b) Definição técnica das necessidades da instituição
disponíveis no mercado em benefício do usuário é que foi acres­ c) Análise de documentos que registram experiências semelhantes
centado ao instrumento de coleta de dados o item sobre ergonomia, d) Análise de catálogos, prospectos,folders e documentação sobre
conforme apresentado no referido trabalho. os softwares disponíveis no mercado
Não foi objeto desta pesquisa identificar os aspectos referen­ e) Acesso a informações disponíveis em sites específicos na Internet
tes à satisfação do usuário (bibliotecário, analista de sistemas e f) Análise dns empresas prestadoras de serviços na área
arquivistas) Não invalida, entretanto, a consideração das autoras g) Contatos com instituições idôneas que acompanham o mercado
de ser este, um aspecto muito importante a ser incluído na h) Contatos com fabricantes de softwares
metodologia de avaliação de softwares. Sem dúvida alguma, cada i) Visitas a usuários para verificar o grau de satisfação, bem como
um deseja adquirir o sistema que melhor atenda suas necessida­ os problemas detectados quando da implantação, acompanha­
des. Os aspectos técnicos são verificados, a capacidade de suportar mento e manutenção dos serviços
registro documental, a confiabilidade e segurança na criação e ali­ j) Troca de informações com técnicos e bibliotecários de institui­
mentação das bases de dados, a rapidez com que se realiza um ções públicas e privadas
empréstimo, a rapidez do atendimento da empresa na manutenção k) A análise real da biblioteca e do arquivo, seu acervo, usuários,
preventiva e corretiva do sistema, são fatores contabilizados para a capacidade institucional, serviços e produtos oferecidos
medição da satisfação de quem adquiriu o sistema. Mas não são 1) Capacidade tecnológica e computacional da instituição
somente esses os fatores levados em conta. Há também os aspectos m) Análise <la idoneidade das instituições detentoras dos produ­
psicossociais que muito interferem nesse processo. Não podemos tos, evitando a contratação de urna empresa sem história e
desconsiderá-los. A disposição do bibliotecário e arquivista para credibilidade no mercado.
entender o sistema e explorar toda sua potencialidade, de fazer ncon­
tecer um relacionamento benéfico tanto para a instituição compra-

32 33
A facilidade de acesso conquistou o usuário que passou a nave­ , I, 11 ,11·t11110 para a instituição produtora do software, a atenção dis-
gar e utilizar bem os sistemas de forma amigável e inteligível. 1" 11smln pelo fornecedor a toda e qualquer demanda do usuário,
Hoje, os aplicativos de interface gráfica são cada vez mais fáceis •.,111r,1lores que variam de acordo com o temperamento e caracte­
para os usuários. O objetivo é garantir maior i:lCessibilidade e va­ , hl 1c,1s pessoais de cada um, e onde deve prevalecer o princípio bá­
lorizar a produtividade do sistema como um todo. Nesse sentido, �,n> de todo o relacionamento: amar ao próximo como a si mesmo.
a ergonomia de softwares é conceituada por Borges, citado por l 'um respeito, com dignidade e seriedade de ambas as partes.
Guzzo, como sendo " ... ciência que estuda todos os aspectos refe­ Em que pesem todos os fatores internos e externos, pode­
rentes ao conforto, utilização, organização, documentação e todo mos afirmar que, metodologicamente, a realização de um estudo
efeito que um software possa gerar no seu contato com o ser p.ira seleção e escolha de um software deve privilegiar as seguin­
humano". O objetivo maior é sempre facilitar e otimizar o traba­ tes etapas:
lho do usuário junto ao computador. Com essa proposta e na n) Revisão da literatura
perspectiva de estar contribuindo para a evolução dos produtos b) Definição técnica das necessidades da instituição
disponíveis no mercado em benefício do usuário é que foi acres­ c) Análise de documentos que registram experiências semelhantes
centado ao instrumento de coleta de dados o item sobre ergonomia, d) Análise de catálogos, prospectos,jolders e documentação sobre
conforme apresentado no referido trabalho. os softwares disponíveis no merendo
Não foi objeto desta pesquisa identificar os aspectos referen­ e) Acesso a informações disponíveis em sites específicos na Internet
tes à satisfação do usuário (bibliotecário, analista de sistemas e f) Análise das empresas prestadoras de serviços na área
arquivistas) Não invalida, entretanto, a consideração das autoras g) Contatos com instituições idôneas que acompanham o mercado
de ser este, um aspecto muito importante a ser incluído na h) Contatos com fabricantes de softwares
metodologia de avaliação de softwares. Sem dúvida alguma, cada i) Visitas a usuários para verificar o grau de satisfação, bem como
um deseja adquirir o sistema que melhor atenda suas necessida­ os problemas detectados quando da implantação, acompanha­
des. Os aspectos técnicos são verificados, a capacidade de suportar mento e manutenção dos serviços
registro documental, a confiabilidade e segurança na criação e ali­ j) Troca de informações com técnicos e bibliotecários de institui­
mentação das bases de dados, a rapidez com que se realiza um ções públicas e privadas
empréstimo, a rapidez do atendimento da empresa na manutenção k) A análise real da biblioteca e do arquivo, seu acervo, usuários,
preventiva e corretiva do sistema, são fatores contabilizados para a capacidade institucional, serviços e produtos oferecidos
medição da satisfação de quem adquiriu o sistema. Mas não são 1) Capacidade tecnológica e computacional da instituição
somente esses os fatores levados em conta. Há também os aspectos m) Análise <la idoneidade das instituições detentorns dos produ­
psicossociais que muito interferem nesse processo. Não podemos tos, evitando a contratação de uma empresa sem história e
desconsiderá-los. A disposição do bibliotecário e arquivista para credibilidade no mercado.
entender o sistema e explorar toda sua potencialidade, de fazer ncon­
tecer um relacionamento benéfico tanto para a instituição compra-

32 33
Nem só de software vive o
processo de informatização

O profissional da informação precisa


estar capacitado a entender o processo de
informatização em sua perspectiva
mais ampla, completa e global.

Aplicar novas tecnologias de informatização nos serviços


oferecidos pelas bibliotecas e arquivos é uma atividade que vai além
do. escolha, por mais detalhadi1 que seja, de um software. Envolve
aspectos os mais variados possíveis, como investimentos finan­
ceiros de elevi1dos custos para a capacitação de recursos huma­
nos, para desenvolvimento do parque tecnológico, além do cum­
primento de normas e padrões, sendo, portanlo, um processo
trabalhoso, completo e complexo. Deve, ainda, prever adaptações
a mudanças tecnológicas que melhorem sua performance pois é
preciso eslar atento à questão <la obsolescêncin, na medida em que
não se refazem, a cada ano, projetos e investimentos nesta árrn.
A escolha ele um software exige, fundamentalmente, a aná­
lise ela ferramenta, seus recursos, suas potencialidades, a capaci­
dade do parque tecnológico institucional. Exige também a ava­
liação e atenção a outros i.tens de igual importância que interferem
diret;:imente no sucesso ou frarnsso do processo. É no sentido de
contribuir com os profissionais envolvidos com a informatização

35
Nem só de software vive o
processo de informatização
......

O profissional da informação precisa


estar capacitado a entender o processo de
informatização em sua perspectiva
mais ampla, completa e global.

Aplicar novas tecnologias de informatização nos serviços


oferecidos pelas bibliotecas e arquivos é uma atividade que vai além
dn escolha, por mais detalhada que seja, de um software. Envolve
aspectos os mais variados possíveis, como investimentos finan­
ceiros de elevados custos para a capacitação de recursos huma­
nos, para desenvolvimento do parque tecnológico, além do cum­
primento de normas e padrões, sendo, portanto, um processo
trabalhoso, completo e complexo. Deve, ainda, prever adaptações
a mudanças tecnológicas que melhorem sua performance pois é
preciso eslar atento à questão da obsolescência, na medida em que
não se refazem, a cada ano, projetos e investimentos nesta área.
A escolha de um software exige, fundamentalmente, a aná­
lise da ferramenta, seus recursos, suas potencialidades, a capaci­
dade do parque tecnológico institucional. Exige também a ava­
liação e atenção a outros itens de igual importância que interferem
diretamente no sucesso ou fracasso do processo. É no sentido de
contribuir com os profissionais envolvidos com a informatização

35
de procedimentos e processos de informação que serão apresen­ r:;s.is especificações as funções dos formatos de implementação.
tados alguns desses fatores, de forma resumida. O objetivo é Cls dados, em meio magnético, estão estruturados de forma a
fomentar o interesse pelo assunto e, com as informações trans­ possibilitar o intercâmbio de registros bibliográficos. Porém, esta
mitidas, incentivar a busca de novos e detalhados dados sobre r;1rncterística não elimina a incompatibilidade entre os registros .
cada um dos aspectos a seguir discutidos. Destacam-se a ISO que utilizam diferentes formatos de entrada e, principalmente,
2709, o Protocolo Z39.50 e o Formato MARC como três instru­ diferentes regras de entrada de dados. A estrutura do formato,
mentos essenciais ao processo de automação. Com base na orien­ mesmo quando semelhante, não garante a compatibilidade do re­
tação de Paulo Góes (2001) de que "só é considerado bom para gistro. Há que se considerar o conteúdo dos registros que irão
análise o software que trabalhe com a ISO 2 709, o protocolo influenciar fortemente na recuperação da informação. A ISO se
Z39.50 e o formato MARC", buscou-se o caminho para entender preocupa em apresentar uma estrutura generalizada, ou seja, um
que nem só de software vive o processo de informatização. nrcabouço projetado especialmente para a comunicação entre sis­
Além desses padrões, é importante considerar outras aspec­ temas de processamento de dados e não para uso como formato
tos de igual importância que indicam o sucesso do projeto, a sa­ de processamento dentro dos sistemas.
ber: conversão retrospectiva, a instalação, os testes e as garantias Para a aplicação da norma foram adotadas as seguintes
do software, a capacidade de a empresa oferecer suporte técnico e definições:
manutenção com qualidade, eficácia e eficiência, as condições Registro: Coleção. de campos, incluindo o líder, o diretório e
institucionais de quem adquire o produto ou contrata os servi­ os dados.
ços, a idoneidade do fornecedor, as condições para o treinamenlo Campo: partes de tamanho variáveis do registro contendo
e a documentação do sistema. uma categoria específica de dados, seguindo o diretório e associa­
do a uma entrada do diretório. Um campo pode conter um ou
A ISO 2709 mais subcampos.
Identificador de subcampo: elern.ento de dados de um ou mais
A norma ISO 2709 - Documentation Format for Bihlio­ caracteres imediatamente precedentes e identificadores de um
graphic Interchange on Magnetic Tape - foi desenvolvida pelo Co­ subcampo.
mitê T écnico ISO/TC 46, Informação e Documentação, Subcomitê Indicador: primeiro elemento de dados associado com um
SC 4 - Aplicativos de computador na informação e documenta­ campo que ofereça informações subseqüentes sobre o conteúdo
ção, da International Organization for Standardization - ISO. Esta do campo, sobre a relação entre o campo e outros campos do re­
norma especifica os requisitos para o formato de intercâmbio de gistro, ou sobre a ação requerida em certos processos de manipu­
registros bibliográficos que descrevam todas as formas de docu­ lação de dados.
mentos sujeitos à descrição bibliográfica. Não define a extensão Diretório: indexa a localização dos campos dentro do registro.
do conteúdo de documentos individuais nem designa significo.do Registro líder: campo que ocorre no início de cada registro
algum para os parágrafos, indicadores ou identificadores, sendo estabelecendo parâmetros para o seu processamento.

36 37
de procedimentos e processos de informação que serão apresen­ 1·ssas especificações as funções dos formatos de implementação.
tados alguns desses fatores, de forma resumida. O objetivo é Os dados, em meio magnético, estão estruturados de forma a
fomentar o interesse pelo assunto e, com as informações trans­ possibilitar o intercâmbio de registros bibliográficos. Porém, esta
mitidas, incentivar a busca de novos e detalhados dados sobre característica não elimina a incompatibilidade entre os registros .
cada um dos aspectos a seguir discutidos. Destacam-se a ISO que utilizam diferentes formatos de entrada e, principalmente,
2709, o Protocolo Z39.50 e o Formato MARC como três instru­ diferentes regras de entrada de dados. A estrutura do formato,
mentos essenciais ao processo de automação. Com base na orien­ mesmo quando semelhante, não garante a compatibilidade do re­
tação de Paulo Góes (2001) de que "só é considerado bom para gistro. Há que se considerar o conteúdo dos registros que irão
análise o software que trabalhe com a ISO 2 709, o protocolo influenciar fortemente na recuperação da informação. A ISO se
Z39.50 e o formato MARC", buscou-se o caminho para entender preocupa em apresentar uma estrutura generalizada, ou seja, um
que nem só de software vive o processo de informatização. arcabouço projetado especialmente para a comunicação entre sis­
Além desses padrões, é importante considerar outras aspec­ temas de processamento de dados e não para uso como formato
tos de igual importância que indicam o sucesso do projeto, a sa­ de processamento dentro dos sistemas.
ber: conversão retrospectiva, a instalação, os testes e as garantias Para a aplicação da norma foram adotadas as seguintes
do software, a capacidade de a empresa oferecer suporte técnico e definições:
manutenção com qualidade, eficácia e eficiência, as condições Registro: Coleção. de campos, incluindo o líder, o diretório e
institucionais de quem adquire o produto ou contrata os servi­ os dados.
ços, a idoneidade do fornecedor, as condições para o treinamento Campo: partes de tamanho variáveis do registro contendo
e a documentação do sistema. uma categoria específica de dados, seguindo o diretório e associa­
do a uma entrada do diretório. Um campo pode conter um ou
mais subcampos.
A ISO 2709
Identificador de subcampo: elemento de dados de um ou mais
A norma ISO 2 709 - Documentation Format for Biblio­ caracteres imediatamente precedentes e identificadores de um
graphic Interchange on Magnetic Tape - foi desenvolvida pelo Co­ subcampo.
mitê Técnico ISO/TC 46, Informação e Documentação, Subcomitê Indicador: primeiro elemento de dados associado com um
SC 4 - Aplicativos de computador na informação e documenta­ campo que ofereça informações subseqüentes sobre o conteúdo
ção, da International Organization for Standardization - ISO. Esta do campo, sobre a relação entre o campo e outros campos do re­
norma especifica os requisitos para o formato de intercâmbio ele gistro, ou sobre a ação requerida em certos processos de manipu­
registros bibliográficos que descrevam todas as formas ele docu­ lação de dados.
mentos s1.tjeitos à descrição bibliográfica. Não define a extensão Diretório: indexa a localização dos campos dentro do registro.
do conteúdo de documentos individuais nem designa significado Registro líder: carnpo que ocorre no início de cada registro
algum para os parágrafos, indicadores ou identificadores, sendo estabelecendo parâmetros para o seu processamento.

36 37
Mapa de diretório: conjunto de parâmetros que especificam .t nutomação de bibliotecas, pois possibilita a padronização entre
a estrutura das entradas no diretório. registros no que se refere à estrutura para intercâmbio de infor­
Separador: caracter de controle usado para separar e quali­ mações que, do ponto de vista técnico, é a base filosófica que
ficar logicamente e, em alguns casos, hierarquicamente, as uni­ norteia, direciona e fundamenta as ações de uma biblioteca. Este
dades de dados. preceito legitima o uso dessa norma nos processos de automação.
Subcampo: parte de um campo contendo uma unidade defi­
nida de informação.
Sub-resistro: grupo de campos que podem ser tratados como O protocolo Z39.50
uma entidade dentro de um registro. O Z39.50 é um protocolo com arquitetura cliente-servidor,
Estrutura: organização das partes que constituem um re­ especialmente criado para busca e recuperação de informação em
gistro. bases de dados distintas, utilizando uma interface de usuário co­
Parásrafo: três caracteres associados a um campo e utiliza­ mum. Foi originalmente proposto em 1984 pela NISO (National
dos para identificá-lo. Information Standard Organization), considerando a necessidade
A estrutura geral de um documento compreende o líder, o de se estabelecer padrões para pesquisas cm bases de dados bi­
diretório e o campo de dados. bliográficas. Foram disponibilizadas as versões 1988, 1992, 1994
Um registro contém os seguintes campos fixos e variáveis: e, finalmente, aprovado com a versão de 1995, que apresentava
a) Líder (campo de tamanho fixo); as funções ampliadas e outras voltadas para aplicações não bi­
b) Diretório (campo de tamanho variável); bliográficas.
c) Identificador de registro (campo de tamanho variável); A versão de 1992 foi urna revisão do Z39.50-1988, prepa-
d) Campos de referência (campo de tamanho variável); . rada por uma comissão da NISO, dissolvida após o Z39.50-1988
e) Cnmpos de dados (campo de tamanho variável); haver sido aprovado. Em seu lugar foi criada, em 1989, a
f) Separadores de campo(s); por exemplo, separador I52 Maintenance Agency (Agência de Manutenção) cuja administra­
de ISO/IEC 646 ou ISO/lEC 10646; e ção ficou sob a responsabilidade da Biblioteca do Congresso dos
g) Separador de registro; por exemplo, separador !53 de Estados Unidos da América. Como resultado do interesse crescen­
lSO/IEC 646 ou !50/IEC 10646. te pelo Z39.50 constituiu-se, em 1990, o Grupo de Implementa­
O diretório, o identificador ele registro, os campos de refe­ dores (ZIG), com a finalidade de acompanhar e sugerir modifica­
rência e os campos de dados são terminados por um separador de ções que melhor atendessem às demandas do mercado. Entre os
campo. O registro é terminado pelo separador de documento. membros estavam incluídos produtores, consultores, provedores
De maneira bastante resumida, estão aqui descritos as ca­ de informações e universidades, os quais desejavam ter acesso ou
racterísticas básicas da ISO 2 709 necessárias à compreensão do prover acesso il diversos tipos de informações: bibliográficas, tex­
bibliotecário. Da forma como foi estruturada é item indispensá­ tuais, imagens, finanças, utilidade pública, química e notícias. A
vel que deve ser contemplado pelos produtores de softwares para filiação ao ZIG é aberta à comunidade. Diversos aperfeiçoamen-

38 39
Mapa de diretório: conjunto de parâmetros que especificam ,l aulomação de bibliotecas, pois possibilita a padronização entre
a estrutura das entradas no diretório. registros no que se refere à estrutura para intercâmbio de infor­
Separador: caracter de controle usado para separar e quali­ mações que, do ponto de vista técnico, é a base filosófica que
ficar logicamente e, em alguns casos, hierarquicamente, as uni­ norteia, direciona e fundamenta as ações de uma biblioteca. Este
dades de dados. preceito legitima o uso dessa norma nos processos de automação.
Subcampo: parte de um campo contendo uma unidade defi­
nida de inforrnação.
Sub-registro: grupo de campos que podem ser tratados como O protocolo Z39 .50
uma entidade dentro de um registro. O Z39.50 é um protocolo com arquitetura cliente-servidor,
Estrutura: organização das partes que constituem um re­ especialmente criado para busca e recuperação de informação em.
gistro. bases de dados distintas, utilizando uma interface de usuário co­
Parágrafo: três caracteres associados a um campo e utiliza­ mum. Foi originalmente proposto em 1984 pela NISO (National
dos para identificá-lo. Information Standard Organization), considerando a necessidade
A estrutura geral de um documento compreende o líder, o de se estabelecer padrões para pesquisas em bases de dados bi­
diretório e o campo de dados. bliográficas. Foram disponibilizadas as versões 1988, 1992, 1994
Um registro contém os seguintes campos fixos e variáveis: e, finalmente, aprovado com a versão de 1995, que apresentava
a) Líder (campo de lamanho fixo); as funções ampliadas e outras voltadas para aplicações não bi­
b) Diretório (campo de tamanho variável); bliográfirns.
c) Identificador de registro (campo de tamanho variável); A versão de 1992 foi uma revisão elo Z39.50-1988, prepa-
d) Campos de referência (campo de tamanho variável); , rada por uma comissão ela NISO, dissolvida após o Z39.50-1988
e) Campos de dados (campo de tamanho variável); haver sido aprovado. Em seu lugar foi criada, em 1989, a
f) Separadores de campo(s); por exemplo, separador I52 Maintenance Agency (Agência de Manutenção) cuja administra­
de ISO/IEC 646 ou ISO/IEC 10646; e ção ficou sob a responsabilidade ela Biblioteca elo Congresso dos
g) Separador de registro; por exemplo, separador I53 de Estados Unidos ela América. Como resultado elo interesse crescen­
ISO/IEC 646 ou !50/IEC 10646. te pelo Z39.50 constituiu-se, em 1990, o Grupo de Implementa­
O diretório, o identificador de registro, os campos de refe­ dores (ZIG), com a finalidade de acompanhar e sugerir modifica­
rência e os campos de dados são terminados por um separador de ções que melhor atendessem às demandas elo mercado. Entre os
campo. O registro é terminado pelo separador de documento. membros estavam incluídos produtores, consultores, provedores
De maneira bastante resumida, estão aqui descritos as ca­ de informações e universidades, os quais desejavam ter acesso ou
racterísticas básicas da [50 2 709 necessárias à compreensão do prover acesso i1 diversos tipos de informações: bibliográficas, tex­
bibliotecário. Da forma como foi estruturada é item indispensá­ tuais, imagens, finanças, utilidade pública, química e notícias. A
vel que deve ser contemplado pelos produtores de softwares para filiação ao ZIG é aberta à comunidade. Diversos aperfeiçoamen-

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tos foram propostos ampliando a abrangência das atividades de
11111número de dados identificados e possivelmente com alguns
recuperação de informações. Uma das atribuições da Agência de
1>u lodos os dados. O cliente pode então obter dados selecionados e
Manutenção do Z39.50 era promover sua compatibilização com
presume-se que esses dados formam um "conjunto resultante",
o padrão internacional, ISQ 10162/10163, Search and Retrieve -
nu um conjunto ordenado de acordo com a determinação do ser­
SR. O desenvolvimento do Z39.50-1995 começou no fim de 1991.
vidor, podendo os mesmos serem identificados por suas posições
Para cada reunião do ZIG, de dezembro de 1991 até abril de 1994,
dentro do conjunto. O cliente pode, ainda, especificar um conjun­
um rascunho revisado foi desenvolvido pela Agência de Manu­
lo de elementos indicando itens dos dados a serem obtidos, nos
tenção do Z39.50. Cada rascunho passou pelo cuidadoso escrutí­
casos em que o usuário não deseje receber informações completas
nio dos implementadores e foi amplamente discutido tanto atra­
dos registros. Por exemplo, o cliente pode solicitar a recuperação
vés da lista de endereços da Internet do ZIG quanto nas reuniões.
de todos os registros, se forem localizados até 5 (cinco) registros,
Comentários, discussões de cada um deles, e as concordâncias
e somente o resumo, se forem identificados mais de 5 (cinco)
alcançadas nas reuniões, foram incorporadas nos rascunho sub­
registros. O cliente pode indicar urna sintaxe de preferência para a
seqüente. Em abril de 1994, o ZIG recomendou que o texto fosse
. resposta dos registros, por exemplo, USMARC. O cliente pode
finalizado.
nominar um conjunto de resultados para referência subseqüente.
O protocolo serve para acessar catálogos de outras institui­
O cliente pode apagar um certo cortjunto de resultados.
ções, independentemente do sistema utilizado, promove acesso
O servidor pode impor restrições de controle de acesso ao cli­
simultâneo a catálogos, compartilha registros bibliográficos, pos­
ente, solicitando autenticação antes do processo do pedido, pode
sui interface única para diferentes fontes: catálogos, bases comer­
gerar o controle de acesso que consiste em emitir um relatório
ciais, CD-ROMs etc., implementa catálogos coletivos virtuais, den­
solicitado ou não, pode suspender o processo e permitir ao cliente
tre outras funções. Especifica formatos e procedimentos
indicar o momento de sua continuidade.
administrando a troca de mensagens entre um cliente e um servi­
O protocolo permite realizar as pesquisas utilizando termos
dor, habilitando o cliente a solicitar que o servidor consulte um
individuais, cada qual com um conjunto de atributos, especifi­
banco de dados, identifique registros e recupere um ou todos os
cando, por exemplo, tipos ou termos (sujeito, nome e outros),
dados identificados. Destina-se à comunicação entre aplicações
com ou sem truncamento, e sua estrutura lógica. O servidor é
para recuperação de informações, e não promove a interação en­
responsável pelo mapeamento dos atributos adaptando-os ao for­
tre o cliente e o usuário. O cliente e o servidor podem residir em
mato do banco de dados. Os termos podem ser ligados por opera­
computadores diferentes.
dores booleanos. Os atributos associados a um termo de pesquisa
O cliente pode iniciar pedidos para o usuário, enviando um
pertencem a um conjunto de atributos em particular, Cltja defini­
comando de pesquisa indicando um ou mais bancos de dados a
ção é registrada, isto é, designada a um único e globalmente reco­
serem pesquisados. Pode indicar tanto uma pesquisa completa
nhecido atribut-set-id, um Identific.:Jdor de Objeto. O protocolo
como parâmetros que determinam quais dados identificados de­
distingue dois tipos de registro que podem ocorrer em mensagens
vem retornar como parte da resposta. O servidor responde com
de respostas do servidor: banco de dados e documentos de diag-

40
41
tos foram propostos ampliando a abrangência das atividades de
11111 número de dados identificados e possivelmente com alguns
recuperação de informações. Uma das atribuições da Agência
de 1111 todos os dados. O cliente pode então obter dados selecionados e
Manutenção do Z39.50 era promover sua compatibilização com
presume-se que esses dados formam um "conjunto resultante",
o padrão internacional, ISQ 10162/10163, Search and Retrieve
- 11\1 um conjunto ordenado de acordo com a determinação do ser-
SR . O desenvolvimento do Z39.50-1995 começou no fim de 1991.
11iclor, podendo os mesmos serem identificados por suas posições
Para cada reunião do ZIG, de dezembro de 1991 até abril de 1994,
dentro do conjunto. O cliente pode, ainda, especificar um conjun­
um rascunho revisado foi desenvolvido pela Agência de Manu­
to de elementos indicando itens dos dados a serem obtidos, nos
tenção do Z39.50. Cada rascunho passou pelo cuidadoso escrutí
­ casos em que o usuário não deseje receber informações cornpletas
nio dos implementadores e foi amplamente discutido tanto atra­
dos registros. Por exemplo, o cliente pode solicitar a recuperação
vés da lista de endereços da Internet do ZIG quanto nas reuniõ
es. de todos os registros, se forem localizados até 5 (cinco) registros,
Comentários, discussões de cada um deles, e as concordância
s e somente o resumo, se forem identificados mais de 5 (cinco)
alcançadas nas reuniões, foram incorporadas nos rascunho sub­
registros. O cliente pode indicar urna sintaxe de preferência para a
seqüente. Em abril de 1994, o ZIG reco1:1endou que o texto.fosse
resposta dos registros, por exemplo, USMARC. O cliente pode
finalizado.
nominar um conjunto de resultados para referência subseqüente.
O protocolo serve para acessar catálogos de outras institui­
O cliente pode apagar um certo conjunto de resultados.
ções, independentemente do sistema utilizado, promove acesso
O servidor pode impor restrições de controle de acesso ao cli­
simultâneo a catálogos, compartilha registros bibliográficos, pos­
ente, solicitando autenticação antes do processo do pedido, pode
sui interface única para diferentes fontes: catálogos, bases comer­
gerar o controle de acesso que consiste em emitir um relatório
ciais, CD-ROMs etc., implementa catálogos coletivos virtuais, den­
solicitado ou não, pode suspender o processo e permitir ao cliente
tre outras funções. Especifica formatos e pr ocedimentos
indicar o momento de sua continuidade.
administrando a troca de mensagens entre um cliente e um servi­
O protocolo permite realizar as pesquisas utilizando termos
dor, habilitando o cliente a solicitar que o servidor consulte um
individuais, cada qual com um conjunto de atributos, especifi­
banco de dados, identifique registros e recupere um ou todos os
cando, por exemplo, tipos ou termos (sujeito, nome e outros),
dados identificados. Destina-se à comunicação entre aplicações
com ou sem truncamento, e sua estrutura lógica. O servidor é
para recuperação de informações, e não promove a interação en­
responsável pelo 1napeamento dos atributos adaptando-os ao for­
tre o cliente e o usuário. O cliente e o servidor podem residir em
mato do banco de dados. Os termos podem ser ligados por opera­
computadores diferentes.
dores booleanos. Os atributos associados a um termo de pesquisa
O cliente pode iniciar pedidos para o usuário, enviando Ltm
pertencem a um conjunto de atributos em particular, cuja defini­
comando de pesquisa indicando um ou mais bancos de dados a
ção é registrada, isto é, designada a um único e globalmente reco­
serem pesquisados. Pode indicar tanto uma pesquisa completa
nhecido atribut-set-id, um Identifimdor de Objeto. O protocolo
como parâmetros que determinam quais dados identificados de­
distingue dois tipos de registro que podem ocorrer em mensagens
vem retornar como parte da resposta. O servidor responde com
de respostas do servidor: banco de dados e documentos de diag-

40
41
nósticos. O Apêndice REC registra identificadores de objeto para dicnle com o servidor. Com o uso desse padrão, permite-se que
diversos formatos MARC, incluindo USMARC, UKMARC, Norway 11 m determinado servidor possa usar os serviços de diversos ser-

MARC e CANMARC; esses identificadores de objeto acompanham 11idores ou fornecedores diferentes, e um determinado servidor possa
os dados das informações enviadas pelo servidor. Há diversos ou­ prestar serviços para diversos clientes ou fornecedores. Se o siste­
tros tipos de formato de documenlos definidos, e há um provi­ mn adquirido tiver um servidor Z39.50, isso significa que outras
mento para regislros adicionais. bibliotecas, com software de oulros fornecedores, poderão usar
Dados de diagnósticos são igualmente acompanhados por um cliente Z39.50 para acessar o seu rntálogo. Um cliente Z39.50
um identificador de objelo que identifica seu formato. O Apêndi­ permite que você acesse catálogos de quaisquer servidores Z39.50,
ce ERR define e regislra dois formatos ele relato de diagnóstico independentemente do fornecedor. Um servidor Z39.50 permite
(cada qual foi definido no Z39.50-1992) que incluem diversos que outras bibliotecas, munidas de clientes Z39.50 de qualquer
códigos de diagnóstico úteis para aplicações bibliográficas. Podem fornecedor, possam acessar o seu calálogo.
ser registrados formatos de dados de diagnóstico adicionais. Para exemplificar e melhor esclarecer, se esse protocolo não
Um documento deve estar disponível numa larga variedade existisse, a biblioteca que quisesse recuperar registros bibliogróficos
de form.atos, linguagens, parâmelros de apresentação (por exem­ de vários bancos de dados deveria dispor de tantos clientes quantos
plo: comprimento de linha, linhas por pógina, colunas) e outras fossem os catálogos ou bancos de dados que quisesse consultar.
variantes. O cliente pode descobrir quais variantes são suporta­ O Z39.50 possui uma experiência acumulada de vinte anos
das por um documenlo, assim como informações associadas com direcionada à inleroperabilidade e recuperação de informação. É hoje,
uma forma específica de variante. Finalmente, o usuário pode, por enquanto, o único padrão disponível e implementado. Agrega
então, obter o documento (ou parte específica dele, de acordo com um valor indiscutível para especialislas, usuários e provedores de
a variante desejada). informação. O compromisso com a implementação do Z39.50, hoje,
No Z39.50-1995 foi introduzido o conceito ele "documento significa compromisso com a interoperabilidade e o acesso à infor­
de negociação". O cliente pode incluir um documento de negocia­ mação. É importante ressaltar que existe um entendimento por
ção na inicialização da mensagem para propor que algumas con­ parte dos profissionais de qt1c, se o software trabalha com o for­
dições eslejam cm efeito na sessão (por exemplo, o uso de uma mato MARC, é possível, via Internel, a importação e exportação de
linguagem em particular e um ou mais conjuntos de caracteres). dados de uma base para outra, dispensando o uso do Z39.50.
O ser\lidor pode responder indicando se a proposta é aceita ou in­ Certamente, é mais um instrumento tecnológico disponível
dicar uma contraproposta. para facilitar o processo de intercâmbio bibliográfico. As infor­
O documento de negociação é uma aplicação da nova caracte­ mações aqui apresentadas sobre o Protocolo Z39.50 são aquelas
rística de extensibilidade. Documentos de negociação serão defini­ necessárias e suficientes à compreensão do bibliotecário.
dos externamente e mantidos pela Agência de Manutenção Z39.50. Tal q Lial a ISO 2 709, esse protocolo deve ser utilizado com
Finalmente, o Protocolo Z39.50 é um padrão de middlnvare maior babilidade pelos analistas de sistemas do que pelo bibliote­
cliente-servidor. Isto quer dizer que fica entre a comunicação do cário ou arquivista.

42 43
nósticos. O Apêndice REC registra identificadores de objeto para cliente com o servidor. Com o uso desse padrão, permite-se que
diversos formatos MARC, incluindo USMARC, UKMARC, Norway um determinado servidor possa usar os serviços de diversos ser­
MARC e CANMARC; esses identificadores de objeto acompanham vidores ou fornecedores diferentes, e um determinado servidor possa
os dados das informações enviadas pelo servidor. Há diversos ou­ prestar serviços para diversos clientes ou fornecedores. Se o siste­
tros tipos de formato de documenlos definidos, e há um provi­ mn adquirido tiver um servidor Z39.50, isso significa que outras
menlo para registros adicionais. bibliotecas, com software de outros fornecedores, poderão usar
Dados de diagnósticos são igualmente acompanhados por um cliente Z39.50 para acessar o seu catálogo. Um cliente Z39.50
um identificador de objeto que identifica seu formato. O Apêndi­ permite que você acesse catálogos ele quaisquer servidores Z39.50,
ce ERR define e registra dois formatos de relato de diagnóstico independentemente elo fornecedor. Um servidor Z39 .50 permite
(cada qual foi definido no Z39.50-1992) que incluem diversos que outras bibliotecas, munidas de clienles Z39.50 ele qualquer
códigos de diagnóstico úteis para aplicações bibliográficas. Podem fornecedor, possam acessar o seu calálogo.
ser registrados formatos de dados de diagnóstico adicionais. Para exemplificar e melhor esclarecer: se esse protocolo não
Um documento deve estar disponível numa larga variedade existisse, a biblioteca que quisesse recuperar registros bibliogrMicos
de formatos, linguagens, parâmetros ele apresentação (por exem­ de vários bancos ele dados deveria dispor de tantos clientes quantos
plo: comprimento de linha, linhas por páginél, colunas) e outras fossem os catálogos ou bancos ele dados que quisesse consultar.
variantes. O cliente pode descobrir quais variantes são suporta­ O Z39.50 possui uma experiência acumubda de vinte anos
das por um documento, assim como informações associadas com direcionada à interoperabilidade e recuperação de informação. É hoje,
uma formél específica de variante. Finalmente, o usuário pode, por enquanto, o único padrão disponível e implementado. Agrega
então, obter o documento (ou parte específica dele, de acordo com um valor indiscutível para especialistas, usuários e provedores de
a variante desejada). informação. O compromisso com a implementação do Z39.50, hoje,
No Z39.50-1995 foi introduzido o conceito de "documento significa compromisso com a interoperabilidade e o acesso à infor­
de negociação". O cliente pode incluir um. documento de negocia­ mação. É importante ressaltar que existe um entendimento por
ção na inicialização da mensagem para propor que algumas con­ parle elos profissionais de que, se o software trabalha com o for­
dições estejam em efeito na sessão (por exemplo, o uso de umo mnto MARC, (: possível, via lnlernet, a importação e exportação de
linguagem em particular e um ou mais conjuntos ele caracteres). dados de um<1 base para outrn, dispensando o uso do Z39 .50.
O servidor pode responder indicando se a proposta é aceita ou in­ Certamente, é mais um instrumento tecnológico disponível
dicar um.:i contraproposta. para facilitar o processo de intercâmbio bibliográfico. As infor­
O documento de negociação é uma aplicação da nova caracte­ rnações aqui apresentadas sobre o Protocolo Z39.50 são aquelas
rística de extensibilidade. Documentos de negociação serão defini­ necessárias e suficientes à compreensão do bibliotecário.
dos externamente e mantidos pela Agência de Manutenção Z39.50. Tal q uai a ISO 2 709, esse protocolo deve ser utilizado com
Finalmente, o Protocolo Z39 .50 é Llm padrão de middlcware rnnior habilidade pelos nnalistas ele sistemas elo que pelo bibliote­
cliente-servidor. Isto quer dizer que fica entre a comunicação do cário ou arquivista.

42 43
O formato MARC agências governamentais e. da iniciativa privada. A principal re­
comendação extraída dessa conferência foi de a LC transformar­
Na década de 1950, a Biblioteca do Congresso dos Estados
se oficialmente em fonte distribuidora de repertórios bibliográfi­
Unidos da América - LC iniciou os estudos sobre a possibilidade
cos legíveis por máquina. O sucesso das ações da LC extrapolou
de usar os recursos computacionais para automatizar parte de
sua abrangência institucional, e o desenvolvimento de formatos
seus serviços internos. Na medida em que os estudos apresenla­
bibliográficos nacionais gerou preocupação em vários países que
vam resultados positivos, a direção da biblioteca decidiu convo­
começaram a discutir sobre a necessidade de disporem de um for­
car um grupo de trabalho integrado por bibliotecários e analistas
mato que permitisse a troca de informações entre instituições,
de sistemas para encontrar uma forma de converter os dados das
dispensando a elaboração de programas de conversão de registros
fichas catalográficas, gerando o repertório bibliográfico . Os re­
a cada vez que ocorresse intercâmbio entre essas instituições.
sultados desse trabalho foram apresentados à comunidade em uma
Iniciou-se dessa forma, em 1966, um projeto piloto para a
conferência promovida pela LC, e os participantes chegaram às
LC estudar a possibilidade de fornecer às bibliotecas dados de ca­
seguintes conclusões:
talogação legíveis por máquina. Esse projeto piloto denominou­
a) A LC deveria distribuir, para as bibliotecas que se en­ se MARC - Machine-Readable for Cataloging - e teve como obje­
contravam em estágio avançado de automação, seus re­ tivo desenvolver procedimentos e programas de conversão,
pertórios bibliográficos legíveis por máquinas. manutenção de arquivos e distribuição de dados compatíveis com
b) Nesses catálogos legíveis por máquina deveriam ser o formato. Representantes de bibliotecas especializadas, univer­
incorporados todos os dados conslantes das fichas cata­ sitárias e escolares foram selecionados não só para participarem
lográficas, acrescentando novas informações que per­ da elaboração do projeto, mas também para testá-los em suas
milissem gerar arquivos de múltiplos usos. instituições. Em fevereiro de 1966, a LC organizou uma reunião
c) Os bibliotecários chegariam a um acordo sobre quais ele­ com os participantes, na qual foram definidos:
mentos deveriam ser incluídos na ficha catalográfica, a) conceitos, objetivos, cronograma, funções e requisitos
com o objetivo de procurar uma padronização nos ser­ do projeto piloto;
viços de catalogação. b) o compromisso da LC;
A LC, atendendo às recomendações acima, encarregou al­ c) o formato MARC, e
guns bibliotecários de elaborar com precisão e de maneira exaus­ d) o material que seria enviado semanalmente aos partici­
tiva uma análise de todos os dados catalográficos do ponto de pantes do projeto piloto.
vista do processamento em máquina. O lrabalho realizado pelos A LC, no prazo de oito meses, concluiu o trabalho de for­
bibliotecários foi revisto e analisado por mais de 15 O profissio­ mulação de procedimentos, rotinas e programas de computador
nais e apresentados, em seguida, em outra Conferência promovi­ denominado MARC I, o formato do projeto piloto, que incluía
da pela LC, que reuniu profissionais especializados em cataloga­ somente a descrição de livros. O sucesso desse formato e as nego­
ção de bibliotecas universitárias, de institutos de pesquisas, de ciações e acordos realizados durante sua implantação levaram as

44 45
O formato MARC ,1gências governamentais e. da iniciativa privada. A principal re­
comendação extraída dessa conferência foi de a LC transformar­
Na década de 1950, a Biblioteca do Congresso dos Estados
se oficialmente em fonte distribuidora de repertórios bibliográfi­
Unidos da América - LC iniciou os estudos sobre a possibilidade
cos legíveis por máquina. O sucesso das ações da LC extrapolou
de usar os recursos computacionais para automatizar parte de
sua abrangência institucional, e o desenvolvimento de formatos
seus serviços internos. Na medida em que os estudos apresenta­
bibliográficos nacionais gerou preocupação em vários países que
vam resultados positivos, a direção da biblioteca decidiu convo­
começaram a discutir sobre a necessidade de disporem de um for­
car um grupo de trabalho inlegrado por bibliotecários e analistas
mato que permitisse a troca de informações entre instituições,
de sistemas para encontrar uma forma de converter os dados das
dispensando a elaboração de programas de conversão de registros
fichas catalográficas, gerando o repertório bibliográfico. Os re­
a cada vez que ocorresse intercâmbio entre essas instituições.
sultados desse trabalho foram apresentados à comunidade em uma
Iniciou-se dessa forma, em 1966, um projeto piloto para a
conferência promovida pela LC, e os participantes chegaram às
LC estudar a possibilidade de fornecer às bibliotecas dados de ca­
seguintes conclusões:
talogação legíveis por máquina. Esse projeto piloto denominou­
a) A LC deveria distribuir, para as bibliotecas que se en­ se MARC - Machine-Readable for Cataloging - e teve como obje­
contravam em estágio avançado de automação, seus re­ tivo desenvolver procedimentos e programas de conversão,
pertórios bibliográficos legíveis por máquinas. manutenção de arquivos e distribuição de dados compatíveis com
b) Nesses catálogos legíveis por máquina deveriam ser o formalo. Representantes de bibliotecas especializadas, univer­
incorporados todos os dados constantes das fichas cata­ sitárias e escolares foram selecionados não só para participarem
lográficas, acrescentando novas informações que per­ da elaboração do projeto, mas também para testá-los em suas
milissem gerar arquivos de múltiplos usos. instituições. Em fevereiro de 1966, a LC organizou uma reunião
c) Os bibliotecários chegariam a um acordo sobre quais ele­ com os participantes, na qual foram definidos:
mentos deveriam ser incluídos na ficha catalográfica, a) conceitos, objetivos, cronograma, funções e requisitos
com o objetivo de procurar uma padronização nos ser­ do projeto piloto;
viços de catalogação. b) o compromisso da LC;
A LC, atendendo às recomendações acima, encarregou al­ c) o formato MARC, e
guns bibliotecários de elaborar com precisão e de maneira exaus­ d) o material que seria enviado semanalmente aos partici­
tiva uma análise de todos os dados catalográficos do ponto de pantes do projeto piloto.
vista do processamento em máquina. O trabalho realizado pelos A LC, no prazo de oito meses, concluiu o trabalho de for­
bibliotecários foi revisto e analisado por mais de 15 O profissio­ rn.ulação de procedimentos, rotinas e programas de computador
nais e apresentados, em seguida, em outra Conferência promovi­ denominado MARC I, o formato do projeto piloto, que incluía
da pela LC, que reuniu profissionais especializados em cataloga­ somente a descrição de livros O sucesso desse formato e as nego­
ção de bibliotecas universitárias, de institutos de pesquisas, de ciações e acordos realizados durante sua implantação levaram as

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bibliotecas a pensarem em um formato padrão de comunicações, em 1971, para filmes; em 1973, para manuscritos e, em 1974,
adequado ao intercâmbio de dados bibliográficos não só na LC, para música e discos.
mas às demais bibliotecas. Poucos sistemas de automação de bibliotecas utilizam o
Surge então o MARC II, com o propósito de desenhar uma MARC puro, integral, embora muitos registros e sistemas sejam
estrutura de formatos, isto é, a representação física de documen­ compatíveis com ele. Considerando que existem diferentes níveis
to, em um meio legível por computadores, capaz de conter infor­ de compatibilidade, Crawford (1982) apresenta as diferenças pos­
mação bibliográfica de todo tipo de material. Em síntese, os três síveis entre os registros MARC:
componentes do formato representavam a estrutura do documen­ - Identidade: compatibilidade precisa
to, os indicadores de conteúdo e o próprio conteúdo. - Reversibilidade: compatibilidade completa
Outro resultado positivo do projeto piloto foi a elaboração
- Compatibilidade do conjunto maior
de uma extensa lista de caracteres escritos utilizados nos idiomas
- Convertibilidade: compatibilidade unidirecional
do alfabeto romano, sendo, posteriormente, ampliada para in­
corporar as formas romanizadas de escritura de outras línguas. - Pseudocompatibilidade.
Em dezembro de 1967, foi submetida à comunidade o formato Desses níveis, Crawford (1982) observa que comumente
MARC lI e a relação proposta de caracteres gráficos. Em junho de acontece convertibilidade unidirecional. Assim, é possível conver­
1968, concluído o projeto piloto, a LC havia distribuído, aproxi­ ter, por meio de programas, o registro de um segundo formato
madamente, 50 mil repertórios bibliográficos, legíveis por má­ em um primeiro, mas não se reverte o processo sem perda ele
quina, de livros publicados em língua inglesa. A divulgação do informação. As diferenças entre os formatos ocasionam resulta­
formato MARC H foi realizada pela Information Science and dos variados, quando pelo uso de algoritmos busca-se a passa­
Automation Division, da American Library Association - ALA-, gem de um registro de um sistema para oulro, podendo aconte­
com os seminários denominados "Institutos MARC", realizados cer perda de informação no processo. Diferentemente da ISO 2 709
durante vários anos. Em agoslo ele 1968, foi publicado o primei­ e do protocolo Z39.50, o formato MARC é ferramenta de domí­
ro "Guia para Assinatura do Serviço de Distribuição MARC". Em nio exclusivo elo bibliotecário que o utiliza nn atividncle de descri­
março de 1969, a American Library Association - ALA - publi­ ção bibliográfica. Os modernos softwares de automação ele biblio­
cou a primeira versão dos "Manuais M.ARC", incluindo o Manual tecas estão facilü.::indo essa tarefa deixando a cargo do sistema a
de Preparação ele Dados, o Manual de Transcrição, o Guia acima transformação dos dados de catalogação para o formato MARC,
referenciado, e o Estudo de Uso dos Computadores. Ainda, no obedecidas, evidentemente, .::is características mínimas de descri­
mesmo ano, a LC realizou um estudo de viabilidade para a elabo­ ção bibliográfica. O formato MARC é compntível com a segunda
ração de metodologias e formas de realização ele Conversão Re­ edição das normas de catalogação anglo-americanas expressas no
trospectiva, projeto denominado ele RECON (Retrospective AACR2 e com a vigésima edição da Classificação Decimal de Dewey,
Conversion), cujo resultado foi publicado em 1969. Em 1970, a sendo possível que venha a sofrer modificações a fim de se adnp­
LC publicou os formatos para publicações periódicas e mapas; tar às novas edições desses instrumentos de trabalho.

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bibliotecas a pensarem em um formato padrão de comunicações, em 1971, para filmes; em 1973, para manuscritos e, em 1974,
adequado ao intercâmbio de dados bibliográficos não só na LC, para música e discos.
mas às demais bibliotecas. Poucos sistemas de automação de bibliotecas utilizam o
Surge então o MARC II, com o propósito de desenhar uma MARC puro, integral, embora muitos registros e sistemas sejam
estrutura de formatos, isto é, a representação física de documen­ compatíveis com ele. Considerando que existem diferentes níveis
to, em um meio legível por computadores, capaz de conter infor­ de compatibilidade, Crawford (1982) apresenta as diferenças pos­
mação bibliográfica de todo tipo de material. Em síntese, os três síveis entre os registros MARC:
componentes do formato representavam a estrutura do documen­ - Identidade: compatibilidade precisa
to, os indicadores de conteúdo e o próprio conteúdo.
- Reversibilidade: compatibilidade completa
Outro resultado positivo do projeto piloto foi a elaboração
- Compatibilidade do conjunto maior
de uma extensa lista de caracteres escritos utilizados nos idiomas
- Convertibilidade: compatibilidade unidirecional
do alfabeto romano, sendo, posteriormente, ampliada para in­
corporar as formas romanizadas de escritura de outras línguas. - Pseudocompatibilidade.
Em dezembro de 196 7, foi submetida à comunidade o formato Desses níveis, Crawford (1982) observa que comumente
MARC II e a relação proposta de caracteres gráficos. Em junho de acontece convertibilidade unidirecional. Assim, é possível conver­
1968, concluído o projeto piloto, a LC havia distribuído, aproxi­ ter, por meio de programas, o registro de um segundo formato
madamente, 50 mil repertórios bibliográficos, legíveis por má­ em um primeiro, mas não se reverte o processo sem perda de
quina, de livros publicados em língua inglesa. A divulgação do informação. As diferenças entre os formatos ocasionam resulta­
formato MARC Ir foi realizada pela Information Science and dos variados, quando pelo uso de algoritmos busca-se a passa­
Automntion Division, da American Library Association - ALA-, gem de um registro de um sistema para outro, podendo aconte­
com os seminários denominados "Institutos MARC", realizados cer perda de informação no processo. Diferentemente da ISO 2709
durante vários anos. Em agoslo de 1968, foi publicado o primei­ e do protocolo Z39.50, o formato MARC é ferramenta de domí­
ro "Guia para Assinatura do Serviço de Distribuição MARC". Em nio exclusivo do bibliotecário que o utiliza na atividade de descri­
março de 1969, a American Library Association - ALA - publi­ ção bibliográfica. Os modernos softwares de automação de biblio­
cou a primeira versão dos "Manuais MARC", incluindo o Manual tecas eslão facilitando essa tarefa deixando a cargo do sistema a
de Prepnração de Dados, o Manual de Transcrição, o Guia acima transformação dos dados de catalogação para o formato MARC,
referenciado, e o Esludo de Uso dos Computadores. Ainda, no obedecidas, evidentemente, as características mínimas de descri­
mesmo ano, a LC realizou um estudo de viabilidade para a elabo­ ção bibliográfica. O formato MARC é compatível com a segunda
ração de metodologias e formas de realização de Conversão Re­ edição das normas de catalogação anglo-americanas expressas no
trospectiva, projeto denominado de RECON (Retrospective MCR2 e com a vigésima edição da Classificação Decimal de Dewey,
Conversion), cujo resultado foi publicado em 1969. Em 1970, a sendo possível que venha a sofrer modificações a fim de se adap­
LC publicou os formatos para publicações periódicas e mapas; tar às novas edições desses instrumentos de trabalho.

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Em síntese, um registro MARC é composto por três elemen­ Os principais campos são:
tos principais, a saber: líder, diretório e campos variáveis. O líder 100 - entrada principal pelo nome pessoal
armazena informações necessárias ao processamento do registro. 11 O - entrada principal pela entidade coletiva
Contém códigos ot1 números identificados pela posição relativa do 240 - título uniforme
caracter. Possui tamanho fixo de 24 caracteres e é o primeiro cam­ 245 - título principal
po de um registro MARC. O diretório é uma série de entradas que 250 - dados referentes à edição
contém a etiqueta (tag), tamanho e posição inicial de cada campo 260 - áren da publicação (imprenta)
variável em um registro. Cada entrada do diretório possui 12 300 - descrição física
caracteres e a seqüência de diretórios é encerrada por um caracter 440 - título da série
490 - indicação da série
delimitador de campo (ASCJI 30). O conteúdo propriamente dito é
500 - área das notas
armnzenado em campos variáveis, os quais são identificados por
600 - área do assunto
etiquetas compostas por três algarismos. Cada campo termina com
700 - áreas das entradas secundárias
um caracter delimitador de campo. O último campo variável num
830 - área da entrada secundária da série.
registro termina com um caracter delimitador de campo e um
caracter delimitador de registro (ASCII 29). Existem dois tipos de
campos variáveis: campos variáveis de controle e campos variáveis Conversão Retrospectiva - CR
de dados. Os primeiros são compostos pelo grupo OOX. São estru­ A Conversão Retrospectiva - CR é um tema de extrema im­
turalmente diferentes dos campos variáveis de dados. Não pos­ portância para o processo de automação. Especialmente em biblio­
suem indicadores nem códigos de subcampos. Podem conter um tecas, objetivá maximizar o acesso à coleção e significa "transfor­
único elemento de informação ou uma série de dados com tama­ mar o catálogo existente na biblioteca, em formato de fichas, num
nho fixo, identificados pela posição relativa dos caracteres. Os cam­ catálogo em formato legível por máquina, de acordo como nor­
pos variáveis de Ll<ulos são compostos pelo grupo OXX-9XX. Ar­ mas e padrões estabelecidos" (Beaumont e Cox, citado por
mazenam informüi, ,ics não estruturadas, de tamanho variável. Krzyzanowski). É, enfim, um processo de converter registros bi­
Nesse grupo são nt ilizados dois tipos de designação de conteúdo: bliográficos em meios manuais para registros bibliográficos em
indicadores e códigos de suhcampos. O grupo 9XX está reservado meios eletrônicos. Do inglês Retrospective Conversion, chega ao
para implementações locais. Teoricamente, todos os campos e Brasil por volta de 1994 e somente nos últimos anos as bibliote­
suhcampos podem ser repetitivos. Entretanto, a natureza do con­ cas têm se utilizado desse processo.
teúdo define se o campo deve ser repetitivo ou não. No padrão As bibliotecas ao iniciarem o processo de automação, pos­
MARC é possível existir um campo não repetitivo com subcampos suem, na maioria delas, um acervo acumulado contendo os di­
repetitivos. Isso faz a grande diferença deste padrão. Cada campo versos tipos de documentos, que pode estar organizado manual­
é precedido por um parágrafo (tags) de três caracteres e dois indi­ mente com a elaboração ele fichas catalográficas dispostas em
cadores numéricos, terminando com um delimitador especial. ordem alfabética por autor� título e assunto, ou mesmo em siste-

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Em síntese, um registro MARC é composto por três elemen­ Os principais campos são:
tos principais, a saber: líder, diretório e campos variáveis. O líder 100 - entrada principal pelo nome pessoal
armazena informações necessárias ao processamento do registro. 110 - entrada principal pela entidade coletiva
Contém códigos ou números identificados pela posição relativa do 240 - título uniforme
caracter. Possui tamanho fixo de 24 caracteres e é o primeiro cam­ 245 - título principal
po de um registro MARC. O diretório é uma série de entradas que 250 - dados referentes à edição
conlém a etiqueta (tag), tamanho e posição inicial de cada campo 260 - área da publicação (imprent.1)
variável em um. registro. Cada entrada do diretório possui 12 300 - descrição física
caracteres e a seqüência de diretórios é encerrada por um caracter 440 - título da série
490 - indicação da série
delimitador de campo (ASCII 30). O conteúdo propriamente dito é
500 - área das notas
armazenado em campos variáveis, os quais são identificados por
600 - área do assunlo
etiquetas compostas por três algarismos. Cada campo termina com
700 - áreas das entradas secundárias
um caracter delimitador de campo. O último campo variável num
830 - área da entrada secundária d.1 série.
registro termina com um caracter delimitador de campo e um
caracter delimitador de registro (ASCII 29). Existem dois tipos de
campos variáveis: campos variáveis de controle e campos variáveis Conversão Retrospectiva - CR
de dados. Os primeiros são compostos pelo grupo OOX. São eslru­ A Conversão Retrospectiva - CR é um tema de extrema im­
turalmente diferenles dos campos variáveis de dados. Não pos­ portância para o processo de automação. Especialmente em biblio­
suem indicadores nem códigos de subcampos. Podem conter um tecas, objetivá maximizar o acesso à coleção e significa "transfor­
único elemento de informação ou uma série de dados com tama­ mar o catálogo existente na biblioteca, em formato de fichas, num
nho fixo, identificados pela posição relativa dos caracteres. Os cam­ catálogo em formato legível por máquina, de acordo como nor­
pos variáveis dl.' tic tdos são compostos pelo grupo OXX-9XX. Ar­ mas e padrões estabelecidos" (Beau1nont e Cox, citado por
mazenam inform[I, ,-,çs não estruturadas, de tamanho variável. Krzyzanowski). É, enfim, um processo de converter registros bi­
Nesse grupo são ul ilizados dois tipos de designação de conteúdo: bliográficos em meios manuais para registros bibliográficos em
indicadores e códigos de subcampos. O grupo 9XX está reservado meios eletrônicos. Do inglês Retrospective Conversion, chega ao
para implementações locais. Teoricamente, todos os campos e Brasil por volta de 1994 e somente nos últimos anos as bibliote­
subcampos podem ser repetitivos. Entretanto, a natureza do con­ cas têm se utilizado desse processo.
leúdo define se o campo deve ser repetitivo ou não. No padrão As bibliotecas ao iniciarem o processo de automação, pos­
MARC é possível existir um campo não repetitivo com subcampos suem, na maioria delas, um acervo acumulado contendo os di­
repetitivos. Isso faz a grande diferença deste padrão. Cada campo versos tipos de documentos, que pode estnr organizado manual­
é precedido por um parágrafo (tags) de três caracteres e dois indi­ mente com a elaboração de fichas catalográficas dispostas em
cadores numéricos, terminando com um delimitador especial. ordem alfabétirn por autor, título e assunto, ou mesmo em siste-

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mas informatizados. Qualquer que seja a opção pelo software, a 1•1'cl 1va do produto adquirido, na identificação das potencialidades
biblioteca terá que incluir os registros existentes, em fichas ou d1i software. É uma nova oportunidade de transmitir conheci-
em meio magnético, no novo sistema. 111rnlos indispensáveis ao novo usuário do sofwtare para o per­
Algumas metodologias ou formas de realizar esse trabalho f cilo uso deste e possibilitar melhor interação entre os analistas
podem ser utilizadas. Para as fichas G1.talográficas, a opç5o mais d,1 instituição e o fornecedor. É o momento em que se deve exigir,
tradicional é a digitação de todos os registros no novo sistema. do fabricante, que o produto seja instalado e testado, com o acom­
Essa atividade pode ser mais demorada, mas por vezes é reco­ p,:mhamento dos técnicos da instituição.
mendável, pela garantia da qualidade do resultado final. Outra Apesar de essa etapa ser posterior aos procedimentos de se­
solução é a digitalização das fichas catalográficas. O arquivo re­ leção, análise e aquisição do software, é possível perceber o com­
sultante desse processo será convertido eletronicamente e incor­ portamento ético e profissional do fornecedor. Se a empresa é de
porado à base de dados. Pode-se, também, buscar em outras ba­ lipo familiar e sem tradição no mercado, por melhor que tenha
ses o registro da ficha catalográfica e incorporá-lo à nova. sido o processo de negociação inicial, essa característica começa a
O processo de busca em outras bases de dados pode ser pela se delinear. O não cum.primento dos prazos estabelecidos, o par­
consu]l;::i direta, a partir da ficha cntalográfica. Outra forma é que compulacional incompatível, as reformubções e acertos no
imagem digitalizada. Havendo coincidência, o registro bibliográ­ sistema, agenda tumultuada, são, por parte do fornecedor, estra­
fico é capturado e incluído na base receptora quando, então, pas­ tégias para protelar a entrega do produto.
sa-se a promover as alterações necessárias. Para o acervo que está Em contrapartida, a instituição que está adquirindo o
em meio magnélico, um programa de conversão de dados pode software também pode apresentar dificuldades. Por vezes, a infra­
ser utiliwdo. A decisão de qual caminho será tomado para fazer estrulura tecnológica, a disponibilização dos técnicos, a facilida­
a CR é muito importante. Em primeiro lugar, no momento da de de horário, acesso aos servidores ou funcionários, parque
escolha do software deve ser observado se o produto tem condi­ computacional e a instituição, represenlam situações que dificul­
ções de fazer a conversão no meio magnético disponível na biblio­ tam o processo de instalação do software adquirido.
teca. Em segundo lugar, a relação custo/benefício do método ado­ Ocorrem situações em que o produto é instalado, porém, efe­
tado em função da qualidade que se pretende indicará a melhor tivamente, nada funciona. Mensagens indicando erros "login" e
decisão, considerando os recursos disponíveis, o tempo, a expec­ outros semelhantes surgem e a cé1da mensagem deve ser reiniciado
tativa e o planejamento que a biblioteca dispõe para estar com a o procedimento de conexão, pois o equipamento trava, impedindo
base completa, ou seja, backlo.g zero. a continuidade da utilização. Esse é um problema para o usuário
- bibliotecário, arquivista, analista e, principalmente, o cliente fi­
l1é1l -, pois, além do aspecto prático de dificuldade de utilização,
Instalação, testes e garantias confere descrédito e desconfiança na qualidade do próprio sistema.
Essa etapa é estratégica na medida em que garantirá agili­ Todos os testes devem ser feilos detalhadamente e é funda­
dade e segurança na implementação das rotinas, na apropriação mental a capacidade do fornecedor em relacionar, junto com o

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mas informatizados. Qualquer que seja a opção pelo software, a ,·I l'I 1vn do produto adquirido, na identificação das potencialidades
biblioteca terá que incluir os registros existentes, em fichas ou dn software. É uma nova oportunidade de transmitir conheci­
em meio magnético, no novo sistema. rnrnlos indispensáveis ao novo usuário do sofwtare para o per­
Algumas metodologias ou formas de realizar esse trabalho rei lo uso deste e possibilitar melhor interação entre os analistas
podem ser utilizadas. Para as fichas céltalográficas, a opção mais dn instituição e o fornecedor. É o momento em que se deve exigir,
tradicional é a digitação de todos os registros no novo sistema. do fabricante, que o produto seja instaléldo e testado, com o acom­
Essél atividélde pode ser mais demornda, mas por vezes é reco­ p:.rnhamento dos técnicos da instituição.
mendável, pelél garantia da qualidade do resultado final. Outra Apesar de essa etapa ser posterior aos procedimentos de se­
solução é a digitalização das fichas catalográficas. O arquivo re­ leção, análise e aquisição do software, é possível perceber o com­
sultante desse processo será convertido eletronicamente e incor­ portamento ético e profissional do fornecedor. Se a empresa é de
porado à base de dados. Pode-se, também, buscar em outras ba­ tipo familiar e sem tradição no mercado, por melhor que tenha
ses o registro da ficha catalográfica e incorporá-lo à nova. sido o processo de negociação inicial, essa característica começa a
O processo de busca em outras bases de dados pode ser peln se delinear. O não cumprimento dos prazos estabelecidos, o par­
consult.'.1 direta, a partir da fichn catalográfica. Outra forma é que computacional incompatível, as reformubções e acertos no
imagem digitaliznda. Havendo coincidência, o registro bibliográ­ sislerna, agenda tumultuada, são, por parte do fornecedor, estra­
fico é cnpturndo e incluído na base receptora quando, então, pns­ tégias p.'.lra protelar a entrega do produto.
sa-se a promover as alterações necessárias. Para o acervo que está Em contrapartida, a instituição que está adquirindo o
em meio magnético, um programa de conversão de dados pode software também pode apresentar dificuldades. Por vezes, a infra­
ser utilizndo. A decisão de qual caminho será tomado para fazer estrutura tecnológica, a disponibilização dos técnicos, a facilida­
a CR é muito importante. Em primeiro lugar, no momento da de de horário, acesso aos servidores ou funcionários, parque
escolbél do software deve ser observado se o produto tem condi­ computacional e a instituição, representam situações que dificul­
ções de fazer a conversão no meio magnético disponível na biblio­ tam o processo de instalação elo software adquirido.
teca. Em segundo lugar, a relação custo/benefício do método ado­ Ocorrem situações em que o produto é instalado, porém, efe­
tado em função da qualidade que se pretende indicará él melhor tivamente, nada funciona. Mensagens indicando erros "login" e
decisão, considerando os recursos disponíveis, o tempo, a expec­ outros semelhantes surgem e a cada mensagem deve ser reiniciado
tativa e o planejamento que a biblioteca dispõe para estar com a o procedimento de conexão, pois o equipamento trava, impedindo
base completa, ou seja, backlog zero. él continuidade da utilização. Esse é um problema para o usuário
- bibliotecário, arquivista, analistél e, principalmente, o cliente fi­
nal -, pois, além do aspecto prático de dificuldade de utilização,
Instalação, testes e garantias confere descrédito e desconfiança na qualidade do próprio sistema.
Essa etapa é estratégica na medida em que garanlirá agili­ Todos os testes devem ser feilos detalhadamente e é funda­
dade e segurança na implementação das rotinas, na apropriação mental a capacidnde do fornecedor em relacionar, junto com o

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analista responsável, a maior variedade de situações que podem desde o início do processo de instalação, adotar um comporta­
surgir, tendo por base experiências anteriores. Todas as situações mento de tranqüilidade, serenidade, compromisso e responsabili­
de erro precisam ser previstas. Considerando as características dade, e tudo fazer para que os problemas sejam resolvidos a tem­
particulares de cada instituição, a afirmação de que em outros po, sem prejuízo e desgaste emocional das partes envolvidas.
locais o sistema funciona corretamente não atende às expectati­
vas e necessidades daquele onde ocorreram as falhas. Para ser
Suporte técnico e manutenção
confiável, o sistema precisa ser instalado, testado e funcionar bem
em todas as instituições. Por mais eficiente que tenha sido o treinamento é impres­
Quanto à garantia do produto, mais do que estabelecer pra­ cindível firmar com o fornecedor um contrato de suporte técnico
zos para que o produto esteja funcionando em sua plenitude é e manutenção preventiva e corretiva, incluindo os serviços abai­
fundamental elaborar cláusula contratual que proteja a institui­ xo descritos:
ção, e, em caso de falência, concordata ou mudança de ramo de a) Correção de erros do software licenciado.
atividade, a empresa proprietária do produto seja obrigada a for­ b) Fornecimento e implantação de versões atualizadas, com
necer os programas-fonte da última versão instalada. os manuais e literatura técnica pertinentes em portu­
No âmbito do setor público, se essa etapa não for cumprida guês (Brasil).
a contento, o servidor responsável, gerente do contrato, denun­ c) Apoio técnico no período de implantação de novas ver­
ciará a empresa ao órgão responsável pela fiscalização de proces­ sões, tendo em vista eventuais dispositivos ou compo­
sos, que é representado, atualmente, pelo SICAF - Sistema Inte­ nentes introduzidos na nova versão.
grado de Administração Financeira. No caso de inadimplência, o d) Treinamento e reciclagem de servidores, visando à per­
fornecedor fica impedido de participar de processos licitatórios em feita compreensão das novas versões.
todos os órgãos da administração pública, o que representa gran­ A manutenção deverá ser feita para reduzir ao mínimo o tem­
de risco para o fornecedor já que o setor público é sempre um po entre a identificação e correção dos problemas apresentados.
cliente bastante importante. A elaboração de um contrato bastante completo, que con­
Na iniciativa privada, mesmo não havendo instrumentos tão temple os aspectos de suporte técnico e de manutenção, é funda­
formais de controle, existe a agilidade e o rigoroso cumprimento mental, pois a capacidade de atendimento do fornecedor deve ser
dos prazos de pagamento e, em caso de inadimplência, as portas um aspecto considerado na seleção do produto. Se, por um lado,
também se fecham. Nenhuma situação de punição é desejável, mas, o número de clientes é indicador de aceitação do produto pelo preço
se for preciso, a bem da preservação do bem público ou privado, ou pelas características técnicas, e é desejável que o seja por sua
do zelo profissional com os recursos financeiros e investimentos qualidade, o fato é que algumas empresas preocupam-se em
de capacitação pessoal ou tecnológica, precisa-se executar essa comercializar seus produtos e não se preparam, internamente,
punição. para atender, com qualidade, às demandas dos usuários. Não são
Enfim o ideal, após a fase de escolha e aquisição é procurar, criados mecanismos de atendimento que agilizem e dinamizem o

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analista responsável, a maior variedade de situações que podem desde o início do processo de instalação, adotar um comporta­
surgir, tendo por base experiências anteriores. Todas as situações mento de tranqüilidade, serenidade, compromisso e responsabili­
de erro precisam ser previstas. Considerando as características dade, e tudo fazer para que os problemas sejam resolvidos a tem­
particulares de cada instituição, a afirmação de que em outros po, sem prejuízo e desgaste emocional das partes envolvidas.
locais o sistema funciona corretamente não atende às expectati­
vas e necessidades daquele onde ocorreram as falhas. Para ser
Suporte técnico e manutenção
confiável, o sistema precisa ser instalado, testado e funcionar bem
em todas as instituições. Por mais eficiente que tenha sido o treinamento é impres­
Quanto à garantia do produto, mais do que estabelecer pra­ cindível firmar com o fornecedor um contrato de suporte técnico
zos para que o produto esteja funcionando em sua plenitude é e manutenção preventiva e corretiva, incluindo os serviços abai­
fundamental elaborar cláusula contratual que proteja a institui­ xo descritos:
ção, e, em caso de falência, concordata ou mudança de ramo de a) Correção de erros do software licenciado.
atividade, a empresa proprietária do produto seja obrigada a for­ b) Fornecimento e implantação de versões atualizadas, com
necer os programas-fonte da última versão instalada. os manuais e literatura técnica pertinentes em portu­
No âmbito do sétor público, se essa etapa não for cumprida guês (Brasil).
a contento, o servidor responsável, gerente do contrato, denun­ c) Apoio técnico no período de implantação de novas ver­
ciará a empresa ao órgão responsável pela fiscalização de proces­ sões, tendo em vista eventuais dispositivos ou compo­
sos, que é representado, atualmente, pelo SICAF - Sistema Inte­ nentes introduzidos na nova versão.
grado de Administração Financeira. No caso de inadimplência, o d) Treinamento e reciclagem de servidores, visando à per­
fornecedor fica impedido de participar de processos licitatórios em feita compreensão das novas versões.
todos os órgãos da administração pública, o que representa gran­ A manutenção deverá ser feita para reduzir ao mínimo o tem­
de risco para o fornecedor já que o setor público é sempre um po entre a identificação e correção dos problemas apresentados.
cliente bastante importante. A elaboração de um contrato bastante completo, que con­
Na iniciativa privada, mesmo não havendo instrumentos tão temple os aspectos de suporte técnico e de manutenção, é funda­
formais de controle, existe a agilidade e o rigoroso cumprimento mental, pois a capacidade de atendimento do fornecedor deve ser
dos prazos de pagamento e, em caso de inadimplência, as portas um aspecto considerado na seleção do produto. Se, por um lado,
também se fecham. Nenhuma situação de punição é desejável, mas, o número de clientes é indicador de aceitação do produto pelo preço
se for preciso, a bem da preservação do bem público ou privado, ou pelas características lécnicas, e é desejável que o seja por sua
do zelo profissional com os recursos financeiros e investimentos qualidade, o fato é que algumas empresas preocupam-se em
de capacitação pessoal ou tecnológica, precisa-se executar essa comercializar seus produtos e não se preparam, internamente,
punição. para atender, com qualidade, às demandas dos usuários. Não são
Enfim o ideal, após a fase de escolha e aquisição é procurar, criados mecanismos de atendimento que agilizem e dinamizem o

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processo. Nesses casos, clientes e fornecedores estão juntos no caos. l.1mbém garante a adoção do produto por maior período, porque
Algumas situações são observadas nessas circunstâncias, confor­ a instituição se sentirá parte do processo e não somente um pa­
me relação a seguir, que tem por objetivo conscientizar o profis­ gador de mensalidades de um contrato de manutenção.
sional de que elas existem, e quanto ao fornecedor do tipo de ati­ O segundo aspecto é a imagem da empresa fornecedora do
tude a tomar quando o cliente estiver reclamando: produto. Essa imagem é construída ao longo dos anos. É
a) inexistência de um canal de comunicação eficiente entre construída com base no comportamento ético, no cumprimento
o fornecedor e o usuário; elos prazos estabelecidos, no respeito existente entre as partes, na
b) demora no atendimento; qualidade do produto comercializado, na capacitação e
c) não preocupação de ambas as partes em dar feedback; profissionalismo dos técnicos que integram o quadro de recursos
d) mudanças freqüentes no quadro de pessoal do fornecedor; humanos. Trabalhar com uma empresa onde a cada mês funcio­
e) o fato de uma solicitação do cliente não ser do conheci­ nários são trocados, onde o salário está aquém do mercado, onde
mento de todos os técnicos envolvidos com o atendimento não existe um programa de valorização dos técnicos e um pro­
aos clientes; grama de melhoria permanente da qualidade de trabalho são, hoje
f) agendamentos de visitas que n5o funcionam, seja da parte em dia, itens desabonadores de uma empresa.
do usuário seja da parte do fornecedor; Por outro lado, o cliente deve zclnr também por sua ima­
g) retorno lento e demorado das soluções; gem junlo ao fornecedor, imagem que também é construída ao
h) lentidão na tomada de decisões por parte do usuário; longo dos anos e está diretamente relacionada com a capacidade
i) requisitos existentes no contrato de compra que demo­ de cumprir seus compromissos financeiros e orçamentários,
ram a ser cumpridos. disponibilizar equipamentos e pessoal conforme acordado entre
Esses são alguns aspectos que impedem o fluxo normal do as partes para que o fornecedor possa também cumprir seus pra­
processo de manutenção e suporte técnico. Não se compra um zos, demonstrar respeito humano e profissional, enfim, zelar para
software para automação de bibliotecas e arquivos sem firmar que o profissionalismo impere nas relações de trabalho em bene­
um contrato de suporte com quem o produziu, com os fício do usuário final.
desenvolvedores do sistema que conhecem a fundo seus procedi­
mentos, suas peculiaridades. O programa-fonte é de propriedade
Condições institucionais
do detentor dos direitos autorais do software. A linha adotada
pelas instituições atualmente é a do não desenvolvimento interno O software a ser adquirido deve, além de atender às necessi­
de sistemas e sim da compra <le "pacotes". Enquanto essa filoso­ dades de informação, ser compatível com o desenho e a cultura
fia prevalecer é preciso um bom contrato de manutenção e su­ organizacional, com o parque computacional instalado, tamanho
porte. Capacitar o analista da instituição a criar relatórios, otimizar do acervo e o perfil dos usuários, respeitadas suas características
o tempo de resposta na rede interna, ser um eficiente interlocutor quantitativas e qualitativas, além de possibilitar os desenvolvi­
entre o fornecedor, a biblioteca ou arquivo, não só é salutar como mentos futuros. Por vezes, os softwares possuem excelentes qua-

54 55
processo. Nesses casos, clientes e fornecedores estão juntos no caos. l,1mbém garante a adoção do produto por maior período, porque
Algumas situações são observadas nessas circunstâncias, confor­ n instituição se sentirá parte do processo e não somente um pa­
me relação a seguir, que tem por objetivo conscientizar o profis­ gador de mensalidades de um contrato de manutenção.
sional de que elas existem, e quanto ao fornecedor do tipo de ati­ O segundo aspecto é a imagem da empresa fornecedora do
tude a tomar quando o cliente estiver reclamando: produto. Essa imagem é construída ao longo dos anos. É
a) inexistência de um canal de comunicação eficiente entre construída com base no comportamento ético, no cumprimento
o fornecedor e o usuário; dos prazos estabelecidos, no respeito existente entre as partes, na
b) demora no atendimento; qualidade do produto comercializado, na capacitação e
c) não preocupação de ambas as partes em dar feedback; profissionalismo dos técnicos que integram o quadro de recursos
d) mudanças freqüentes no quadro de pessoal do fornecedor; humanos. Trabalhar com uma empresa onde a cada mês funcio­
e) o fato de uma solicitação do cliente não ser do conheci­ nários são trocados, onde o salário está aquém do mercado, onde
mento de todos os técnicos envolvidos com o atendimento não existe um programa de valorização dos técnicos e um pro­
aos clientes; grama de melhoria permanente da qualidade de trabalho s5o, hoje
f) agendamentos de visit.Js que não funcionam, seja da parte em dia, itens clesabonadores de uma empresa.
do usuário seja da parte do fornecedor; Por outro lado, o cliente deve zelar também por sua ima­
g) retorno lento e demorado das soluções; gem junto ao fornecedor, imagem que também é construída ao
h) lentidão na tomada de decisões por parte do usuário; longo dos anos e está clirelümenle relacionada com a capacidade
i) requisilos existentes no contrato de compra que demo­ de cumprir seus compromissos financeiros e orçamentários,
ram a ser cumpridos. disponibilizar equipamentos e pessoal conforme acordado entre
Esses são alguns aspectos que impedem o fluxo normal do as partes parn que o fornecedor possa também cumprir seus pra­
processo de manutenção e suporte técnico. Não se compra um zos, demonstrar respeito humano e profissional, enfim, zelar para
software para automação de bibliotecas e arquivos sem firmar que o profissionalismo impere nas relações de trabalho em bene­
um contrato de suporte com quem o produziu, com os fício do usuário final.
desenvolvedores do sistema que conhecem a fundo seus procedi­
mentos, suas peculiaridades. O programa-fonte é de propriedade
Condições institucionais
do detentor dos direitos autorais do software. A linha adotada
pelas instituições atualmente é a do não desenvolvimento interno O software a ser adquirido deve, além de atender às necessi­
de sistemas e sim da compra de "pacotes". Enquanto essa filoso­ dades de informação, ser compatível com. o desenho e a cultura
fia prevalecer é preciso um bom contrato de manutenção e su­ organizacional, com o parque computacional instalado, tamanho
porte. Capacitar o analista da instituição a criar relatórios, otimizar do acervo e o perfil dos usuários, respeitadas suas características
o tempo de resposta na rede interna, ser um eficiente interlocutor quantitativas e qualitativas, além de possibilitar os desenvolvi­
entre o fornecedor, a biblioteca ou arquivo, não só é salutar como mentos futuros. Por vezes, os softwares possuem excelentes qua-

54 55
lidades de portabilidade de dados e avanços tecnológicos, caracte­ 'treinamento dos usuários
rísticas que não serão utilizadas em sua totalidade pela biblioteca O investimento na capacitação técnica dos usuários do sis­
ou pelo arquivo, e sua aquisição pode tornar-se mais onerosa, ao tema - bibliotecários, arquivista, analistas, etc. -, e o domínio
passo que a opção poderá ser pela escolha de um software com que possuem no uso dos instrumentos de trabalho estão direta­
menor capacidade, mas que atenderá melhor às necessidades _da mente relacionados ao pleno cumprimento da missão institucional
instituição. e ao sucesso na realização das atividades a eles atribuídas.
Devemos também almejar um produto capaz de atender às O crescimento do uso do computador na vida moderna não
necessidades atuais e àquelas que poderão surgir com o passar do elimina o fato de que nem todos possuem facilidade e familiari­
tempo. dade com esse recurso tecnológico.Embora a informatização de
Por outro lado, deve-se verificar a idoneidade da empresa diversos processos e procedimentos, tanto no ambiente do traba­
fornecedora do produto. Muitas, com a mesma facilidade com lho quanto no cotidiano da sociedade, tenha ampliado a depen­
que surgiram, sucumbiram ao mercado, deixando os usuários e dência dos computadores, muitas pessoas ainda não consegui­
clientes totalmente desprotegidos. Em alguns casos, as institui­ ram adaptar-se à nova realidade instrumental. E, a despeito disso,
ções tiveram que realizar nova aquisição, arcando com os custos não há como obrigar todos a absorverem esses novos conceitos
de novas migrações de dados, troca de equipamentos, perdas de de ferramentas de trabalho.
informações ou necessidades de ajustes. Uma boa maneira de in­ Assim, como cada indivíduo tem seu próprio ritmo e como
formar-se sobre a idoneidade das empresas é verificar sua carta o objetivo é que os recursos tecnológicos tenham sua utilização
de clientes e a satisfação do_s rnesmos com o produto; os tipos de otimizada, a fase de treinamento deve ser considerada uma etapa
problemas que acon_teceram na implantação �o sistema e como imprescindível na implantação do processo de automação. Sua
. . '
natureza é complexa, pois se trata, não apenas da instalação de
'

esses foram resolvidos; a saúde financeira da empresa e suas par-


cerias, ou seja, outras empresas com as quais mantenha traba­ um produto, mas da implantação de uma nova filosofia de tra­
lhos conjuntos. balho em que todas as atividades do ciclo documental estão refle­
Muitas vezes, o próprio criador do software é o dono da tidas. Deve ser entendida como um processo contínuo, pois sua
empresa e o comercializa. É importante detectar se somente ele base constitui-se da alim.entação diária de bases de dndos, do aten­
detém toda a metodologia e estrutura do software, ou se existem dimento às necessidades dos usuários que se alternam com fre­
outros técnicos que possuem o conhecimento que permita a ma­ qüência e das tecnologias de informação que se atualizam com
nutenção institucional e não pessoal. Uma forma de proteger a muita rapidez
instituição no momento da aquisição do produto é a assinatura O treinamento é o elemento responsável pela confiança e
credibilidade no sistema, pela facilidade em navegar por todos os
de um termo de compromisso onde a empresa produtora do
seus módulos, maximizando sua utilização e reduzindo situações
software se compromete a fornecer os programas-fonte do siste­
de erro, evitando que o trabalho precisa ser refeito. Outro aspecto
ma, nos casos de falência, concordata, simples extinção ou mu­
relevante do treinamento é que este não deve estar restrito a um
dança de ramo de atuação.

57
56
lidades de portabilidade de dados e avanços tecnológicos, caracte­ ·n·einamento dos usuários
rísticas que não serão utilizadas em sua totalidade pela biblioteca O investimento na capacitação técnica dos usuários do sis­
ou pelo arquivo, e sua aquisição pode tornar-se mais onerosa, ao l ema - bibliotecários, arquivista, analistas, etc. -, e o domínio
passo que a opção poderá ser pela escolha de um software com que possuem no uso dos instrumentos de trabalho estão direta­
menor capacidade, mas que atenderá melhor às necessidades _da mente relacionados ao pleno cumprimento da missão institucional
instituição. e ao sucesso na realização das atividades a eles atribuídas.
Devemos também almejar um produto capaz de atender às O crescimento do uso do computador na vida moderna não
necessidades atuais e àquelas que poderão surgir com o passar do elimina o fato de que nem todos possuem facilidade e familiari­
tempo. dade com esse recurso tecnológico.Embora a informatização de
Por outro lado, deve-se verificar a idoneidade da empresa diversos processos e procedimentos, tanto no ambiente do traba­
fornecedora do produto. Muitas, com a mesma facilidade com lho quanto no cotidiano da sociedade, tenha ampliado a depen­
que surgiram, sucumbiram ao mercado, deixando os usuários e dência dos computadores, muitas pessoas ainda não consegui­
clientes totalmente desprotegidos. Em alguns casos, as institui­ ram adaptar-se à nova realidade instrumental. E, a despeito disso,
ções tiveram que realizar nova aquisição, arcando com os custos não há como obrigar todos a absorverem esses novos conceitos
de novas migrações de dados, troca de equipamentos, perdas de de ferramentas de trabalho.
informações ou necessidades de ajustes. Uma boa maneira de in­ Assim, como cada indivíduo tem seu próprio ritmo e como
formar-se sobre a idoneidade das empresas é verificar sua carta o objetivo é que os recursos tecnológicos tenham sua utilização
de clientes e a satisfação do_s mesmos com o produto; os tipos de otimizada, a fase de treinamento deve ser considerada uma etapa
problemas que acon_teceram na implantação �o sistema e como imprescindível na implantação do processo de automação. Sua
natureza é complexa, pois se trata, não apenas da instalação de
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esses foram resolvidos; a saúde financeira da empresa e suas par-


cerias, ou seja, outras empresas com as quais mantenha traba­ um produto, mas da implantação de uma nova filosofia de tra­
lhos conjuntos. balho em que todas as atividades do ciclo documental estão refle­
Muitas vezes, o próprio criador do software é o dono da tidas. Deve ser entendida como um processo contínuo, pois sua
empresa e o comercializa. É importante detectar se somente ele base constitui-se da alimentação diária de bases de dRdos, do aten­
detém toda a metodologia e estrutura do software, ou se existem dimento às necessidades dos usuários que se alternam com fre­
outros técnicos que possuem o conhecimento que permita a ma­ qüência e das tecnologias de informação que se atualizam com
nutenção institucional e não pessoal. Uma forma de proteger a muita rapidez
instituição no momento da aquisição do produto é a assinatura O treinamento é o elemento responsável pela confiança e
credibilidade no sistema, pela facilidade em navegar por todos os
de um termo de compromisso onde a empresa produtora do
seus módulos, maximizando sua utilização e reduzindo situações
software se compromete a fornecer os programas-fonte do siste­
de erro, evitando que o trabalho precisa ser refeito. Outro aspecto
ma, nos casos de falência, concordata, simples extinção ou mu­
relevante do treinamento é que este não deve estar restrito a um
dança de ramo de atuação.

57
56
pequeno grupo de pessoas e não deve ser estanque, com a possibili­ usuário na utilização do produto. Entendemos e recomendamos
dade de ser refeito pela mesma pessoa, após um período de prática que o treinamento privilegie os seguintes níveis:
efetiva, por solicitação tanto do usuário como do fornecedor. a) nível técnico: possibilitar aos analistas de sistemas com­
Um treinamento para alimentação ou pesquisa em uma preensão da filosofia de funcionamento do produto;
determinada base de dados deve contemplar uma primeira fase b) nível gerencial: possibilitar à gerência da biblioteca domí­
teórica, seguida da parte prática. Após essa etapa, inicia-se o pro­ nio dos procedimentos gerenciais oferecidos pelo sistema;
cesso normal de trabalho onde serão aplicadas todas as técnicas e c) nível operacional: possibilitar aos bibliotecários e arqui­
informações recebidas. Certamente, no primeiro momento o fun­ vistas habilidade na operação do sistema como um todo,
cionário não estará apto para o desempenho de suas funções com inclusive nos procedimentos e rotinas específicos de cada
a qualidade requerida. Mas, após um período de dois a três me­ módulo, capacitando-os a transmitir aos usuários finais
ses, caso ainda persistam dificuldades, pode-se retomar o treina­ os conhecimentos necessários à utilização do produto.
mento. Essa segunda oportunidade será de grande valor e o trei­ É imprescindível exigir do responsável pelo treinamento o
nando perceberá que descobriu uma forma mais eficaz, ou que o provimento do material didático e manuais necessários, devendo
trabalho rotineiro bloqueou sua percepção para ações mais ágeis esses serem compatíveis com a versão do software licenciado.
ou, ainda, que os recursos existentes são maiores e melhores. En­
fim, várias situações, de fato, podem ser confrontadas nesse se­
gundo treinamento, garantindo maior segurança, maior domí­ Documentação do sistema
nio, uso racional e maior otimização da ferramenta. Mesmo com as facilidades tecnológicas disponíveis é reco­
O fabricante, por sua vez, deve entender que nem sempre mendável que a documentação do produto seja apresentada em
um treinamento é suficiente para uma completa compreensão do português (do Brasil) na forma impressa e que o fornecedor
produto. A modalidade de treinamento continuado é uma ma­ entregue os manuais técnicos e do usuário devidamente atua­
neira de acompanhar o processo de conhecimento do produto, lizados e apresentados de forma didática, de modo a permitir a
além de apresentar-se disponível para atender às necessidades de compreensão e resolução de problemas quando esses surgirem.
esclarecimento de dúvidas. Esse comportamento é importante e
deve ficar claro para as duas partes.
A própria tecnologia de informação com o correio eletrôni­
co permite que essas situações sejam resolvidas sem grandes ne­
cessidades de deslocamentos, já que nem sempre o fabricante terá
disponibilidade, no momento desejado, para resolver os proble­
mas. Assim, a capacidade do fabricante aliada à disposição e
metodologias adotadas por ele na capacitação de uso do software
é um item significativo no processo de escolha, pois habilitará o

58 59
pequeno grupo de pessoas e não deve ser estanque, com a possibili­ usuário na utilização do produto. Entendemos e recomendamos
dade de ser refeito pela mesma pessoa, após um período de prática que o treinamento privilegie os seguintes níveis:
efetiva, por solicitação tanto do usuário como do fornecedor. a) nível técnico: possibilitar aos analistas de sistemas com­
Um treinamento para alimentação ou pesquisa em uma preensão da filosofia de funcionamento do produto;
determinada base de dados deve contemplar uma primeira fase b) nível gerencial: possibilitar à gerência da biblioteca domí­
teórica, seguida da parte prática. Após essa etapa, inicia-se o pro­ nio dos procedimentos gerenciais oferecidos pelo sistema;
cesso normal de trabalho onde serão aplicadas todas as técnicas e c) nível operacional: possibilitar aos bibliotecários e arqui­
informações recebidas. Certamente, no primeiro momento o fun­ vistas habilidade na operação do sistema como um todo,
cionário não estará apto para o desempenho de suas funções com inclusive nos procedimentos e rotinas específicos de cada
a qualidade requerida. Mas, após um período de dois a três me­ módulo, capacitando-os a transmitir aos usuários finais
ses, caso ainda persistam dificuldades, pode-se retomar o treina­ os conhecimentos necessários à utilização do produto.
mento. Essa segunda oportunidade será de grande valor e o trei­ É imprescindível exigir do responsável pelo treinamento o
nando perceberá que descobriu uma forma mais eficaz, ou que o provimento do material didático e manuais necessários, devendo
trabalho rotineiro bloqueou sua percepção para ações mais ágeis esses serem compatíveis com a versão do software licenciado.
ou, ainda, que os recursos existentes são maiores e melhores. En­
fim, várias situações, de fato, podem ser confrontadas nesse se­
gundo treinamento, garantindo maior segurança, maior domí­ Documentação do sistema
nio, uso racional e maior otimização da ferramenta. Mesmo com as facilidades tecnológicas disponíveis é reco­
O fabricante, por sua vez, deve entender que nem sempre mendável que a documentação do produto seja apresentada em
um treinamento é suficiente para uma completa compreensão do português (do Brasil) na forma impressa e que o fornecedor
produto. A modalidade de treinamento continuado é uma ma­ entregue os manuais técnicos e do usuário devidamente atua­
neira de acompanhar o processo de conhecimento do produto, lizados e apresentados de forma didática, de modo a permitir a
além de apresentar-se disponível para atender às necessidades de compreensão e resolução de problemas quando esses surgirem.
esclarecimento de dúvidas. Esse comportamento é importante e
deve ficar claro para as duas partes.
A própria tecnologia de informação com o correio eletrôni­
co permite que essas situações sejam resolvidas sem grandes ne­
cessidades de deslocamentos, já que nem sempre o fabricante terá
disponibilidade, no momento desejado, para resolver os proble­
mas. Assim, a capacidade do fabricante aliada à disposição e
metodologias adotadas por ele na capacitação de uso do software
é um item significativo no processo de escolha, pois habilitará o

58 59
Uma visão do cenário
.. - •..

"a introdução dos computadores nas bibliotecas


resultou em padronização, aumento da
eficiência, cooperação e melhores serviços... "
Rowley

Os recursos existentes para acesso à informação nos dias


atuais, sem dúvida alguma facilitam muito os processos de tra­
balho do profissional. Além do material bibliográfico impresso
considerado recurso tradicional, existem ainda os colégios invisí­
veis ou gate keepers, representado pelas relações e contatos pes­
soais de cada profissional. Ao longo da nossa vida vamos encon­
trando pessoas, companheiros de trabalho que compartilham de
idéias, pensamentos, valores, interesses e, nos momentos de dú­
vidas, inquietações conceituais ou questionamentos no processo
de tornada de decisão ou investigação científica, a eles recorremos
com o intuito de esclarecer, trocar idéias, identificar pontos de vista
diferentes e assim fundamentar resultados, esclarecer dúvidas, to­
mar decisões e gerar novos conhecimentos. Associações de classe,
escolas de formação profissional, quer seja na educação formal
ou na continuada s.10 igualmente, importantes recursos de bus­
ca. Atualmente, a ferramenta que a cada dia mais se firma, no

61
bojo dessas opções, é a Internet. Nela encontramos, em segun­ ferramentas aplicando ou adaptando-as aos recursos tecnológicos
dos, informações que antes demorávamos dias, meses ou até anos em perfeita sintonia com as exigências dos clientes e com os avan­
para obter. As instituições da iniciativa pública e privada têm se ços tecnológicos disponíveis no mercado. Se fizermos um exercí­
valido desse recurso para divulgar seus produtos e serviços, seja cio de prospecção de mercado, as informações obtidas nessa fase
no sentido de democratizar o acesso à informação seja no aspecto apontam para aplicação do software livre na construção e desen­
estritamente comercial. É mais uma prova de que o computador volvimento de ferramentas para automação de acervos documen­
tem se tornado instrumento diário de trabalho importante na li­ tais em função dos seus aspectos filosóficos e tecnológicos. Outro
gação das pessoas com o mundo exterior. aspecto importante nesse cenário é a existência e disponibilização
Neste livro as autoras fizeram uso de todos os instrumentos no mercado de soluções que abrangem o ciclo documental, no todo
acima identificados. Buscaram na literatura artigos e livros pu­ ou em parte, para atender necessidades institucionais nos vários
blicados, conversaram com membros do colégio invisível de cada níveis ou extremamente pessoais. O usuário poderá adquirir o sis­
uma, contactaram associações de classe e por fim navegaram imen­ tema como um todo ou apenas módulos. Observa-se, também,
samente pelos meandros daquela que chamamos "rede interna­ que alguns produtos estão disponíveis na Internet para download
cional de comunicação", a Inte'rnet. A experiência nessa área foi a ser feito pelo usuário na perspectiva de conhecer o produto e,
extremamente rica. Como toda experiência, dolorosa, trabalhosa, em seguida, optar ou não pela sua compra. As soluções apresen­
por vezes frustante, e felizmente compensadora, na maioria das tadas para a automação de acervo bibliográfico, são sem sombra
vezes. O objetivo de ressaltar essa experiência é de que ainda não de dúvidas, em maior quantidade.
podemos nos limitar somente a um dos recursos acima mencio­ Para acervos arquivísticos, a agradável surpresa é a existên­
nados. Eles se complementam e é inconseqüência da parte do pes­ cia de ferrramentas voltadas ao tratamento do ciclo documental,
quisador afirmar que somente o uso de uma das ferramentas aci­ obedecendo aos critérios de temporalidade de documentos identi­
ma identificadas ou mesmo a Internet, por maior diversidade de ficando séries e fundos arquivísticos e respeitando as normas
dados que nos ofereça, seja suficiente para obtermos relevância, estabelecidas pelo CONARq, num ambiente em que predominam
pertinência, especificidade e exaustividade no processo de recupe­ os produtos de Gestão Eletrônica de Documentos - GED, soluções
ração de informação. Com essa preocupação, percorremos a tra­ que privilegiam, na maioria dos casos, a tramitação do documen­
jetória de identificação de empresas produtoras ou representantes to em sua fase corrente. O aspecto negativo, e muitas vezes frus­
de softwares para arquivo e bibliotecas, de softwares propriamente trante observado no decorrer da pesquisa, diz respeito à dificulda­
dito, e de experiências práticas de automação dessas unidades de de de manter contato com alguns fornecedores, especificamente
informação documental. Corno aspectos positivos, destacamos a nos seguintes casos: mudança de endereço eletrônico e das insta­
facilidade de acesso às informações: o interesse constante de al­ lações físicas, sem realizar as devidas alterações na lwmepase, pá­
guns produtores não só em utilizar os mais modernos, eficazes e ginas com informações desatualizadas, empresas que mudam de
recentes mecanismos de circulação da informação para divulgar ramo, são absorvidas por outras, ou simplesmente são desativadas
seus produtos, como também na busca do aprimoramento de suas e a indicação de sua existência continua disponível nas ferramentas

62 63
bojo dessas opções, é a Internet. Nela encontramos, em segun­ h-rrnmentas aplicando ou adaptando-as aos recursos tecnológicos
dos, informações que antes demorávamos dias, meses ou até anos rrn perfeita sintonia com as exigências dos clientes e com os avan­
para obter. As instituições da iniciativa pública e privada têm se � ns tecnológicos disponíveis no mercado. Se fizermos um exercí­
valido desse recurso para divulgar seus produtos e serviços, seja cio de prospecção de mercado, as informações obtidas nessa fase
no sentido de democratizar o acesso à informação seja no aspecto ,1pontam para aplicação do software livre na construção e desen­
estritamente comercial. É mais uma prova de que o computador volvimento de ferramentas para automação de acervos documen­
tem se tornado instrumento diário de trabalho importante na li­ tais em função dos seus aspectos filosóficos e tecnológicos. Outro
gação das pessoas com o mundo exterior. aspecto importante nesse cenário é a existência e disponibilização
Neste livro as autoras fizeram uso de todos os instrumentos no mercado de soluções que abrangem o ciclo documental, no todo
acima identificados. Buscaram na literatura artigos e livros pu­ ou em parte, para atender necessidades institucionais nos vários
blicados, conversaram com membros do colégio invisível de cada níveis ou extremamente pessoais. O usuário poderá adquirir o sis­
uma, contactaram associações de classe e por fim navegaram imen­ tema como um todo ou apenas módulos. Observa-se, também,
samente pelos meandros daquela que chamamos "rede interna­ que alguns produtos estão disponíveis na Internet para download
cional de comunicação", a Inte'rnet. A experiência nessa área foi iJ ser feito pelo usuário na perspectiva de conhecer o produto e,

extremamente rica. Como toda experiência, dolorosa, trabalhosa, em seguida, optar ou não pela sua compra. As soluções apresen­
por vezes frustante, e felizmente compensadora, na maioria das tadas para a automação de acervo bibliográfico, são sem sombra
vezes. O objetivo de ressaltar essa experiência é de que ainda não de dúvidas, em maior quantidade.
podemos nos limitar somente a um dos recursos acima mencio­ Para acervos arquivísticos, a agradável surpresa é a existên­
nados. Eles se complementam e é inconseqüência da parte do pes­ cia de ferrramentas voltadas ao tratamento do ciclo documental,
quisador afirmar que somente o uso de uma das ferramentas aci­ obedecendo aos critérios de temporalidade de documentos identi­
nia identificadas ou mesmo a Internet, por maior diversidade de ficando séries e fundos arquivísticos e respeitando as normas
dados que nos ofereça, seja suficiente para obtermos relevância, estabelecidas pelo CONARq, num ambiente em que predominam
pertinência, especificidade e exaustividade no processo de recupe­ os produtos de Gestão Eletrônica de Documentos - GED, soluções
ração de informação. Com essa preocupação, percorremos a t ra­ que privilegimn, na maioria dos casos, a tramitação do documen­
jetória de identificação de empresas produtoras ou representantes to em sua fase corrente. O aspecto negativo, e muitas vezes frus­
de softwares parn arquivo e bibliotecas, de softwares propriamente trante observado no decorrer da pesquisa, diz respeito à dificulda­
dito, e de experiências práticas de automação dessas unidades de de de manter contato com alguns fornecedores, especificamente
informação documental. Como aspectos positivos, destacamos a nos seguintes casos: mudança de endereço eletrônico e das insta­
facilidade de acesso às informações: o interesse constante de al­ lações físicas, sem realizar as devidas alterações na homepage, pá­
guns produtores não só em utilizar os mais modernos, eficazes e ginas com informações desatualizadas, empresas qL1e mudam de
recentes mecanismos de circulação da informação para divulgar ramo, são absorvidas por outras, ou sin1plesmente são desativadas
seus produtos, como também na busca do aprimoramento de suas e a indicação de sua existência continua disponível nas ferramentas

62 63
de pesquisa na Internet, com sua página continuando no ar. Ficou
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evidente a existência de número representativo de empresas de ó
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Na área do setor público encontrou-se um trabalho extre­ (l._

mamente importante desenvolvido numa instituição de pesqui­ � ._
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de aplicativos nas instituições. Convém lembrar que as décadas o


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cesso anterior de desenvolver suas próprias ferramentas. Seria isso -� �E
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Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mai 1 Situação

Arquivar Lida. - Rod. MG-5, 1020


12. Arquivar - Solução em arquivos
1Bairro São Marcos arquivar@arquivar.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
CEP 31950--000 - B. Horizonte/MG
13. Arquivo rabelao@pcs.matrix.com.br Enviado e-mail. Sem retomo.
14. Arquivos empresariais Biblion Consul.toria irenebutti@uol.corn.br Enviado e-mail. Sem retorno.
EGÉRIA - Gerenciamento da Tele/fax: (21)570-5372
15. AskSam Enviado e-mail. Sem retorno.
Informação egeria@prolink.com.br - www.egeria.com.br
CINFOR - Consultoria em
16. cinfor@cinfor.corn.br Enviado e-mail. Sem retorno.
informação
Av. Alberto Bins, 536 - sala. 701 - Centro
Contrai Informação e CEP 90030-140 Porto Alegre/RS Localizado e participou da
17. Contrai/Módulo I nlernel/Arquivo
Documentação control@conlrol.com.br - www.control.corn.br pesquisa.
Contato: Nádia Tanaka e Rejane Tonetto
°'°'
Rua Visconde de Pirajá, 5251203 - lpanema/RJ
Dataview Gerenciamento de DATACOM Serviços de Av. Onze de Junho, 1317 - V Clementina - São Paulo/SP Localizado e participou da
18.
Arquivos Microfilmagem Lida. contato@datacom.com.br / few@datacom.corn.br pesquisa.
Contato: Fernando
Rua Andaluzita, 110 - 1 º andar - Bairro Carmo Sion
CEP 30.310--03 - Belo Horizonte/MG Localizado e participou da
19. Docman Suite BKM Sistemas Lida.
Fone: (31)3227-3554 - suporte@bkm.com.br pesquisa.
Contato: Donizetti de Abreu Bueno
Localizado. Empresa de
Rua Barão de Macaúbas, 460 - 20º andar consultoria. Não produz nem
Documentar Tecnologia de
20. Documentar Santo Antônio - CEP 30350--090 - Belo Horizonte/MG representa softwares de terceiros.
Informação
documentar@documentar.com. br Desenvolve ferramentas de acordo
com a demanda do cliente.
Rua Benjamim Maluf, 459 - CEP 13097-030 - Campinas -SP
21. Docuware Docuware Corporation Tel: (19)3251-0015 - doucwarebrazil@uol.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Contato: Aécio de Souza

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Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

SHIS QI 7 - cj.01 - casa 01 - CEP 71615-210 Brasilia/DF


22. Dominare Domínio Tecnologia da Informação Localizado e não participou da
Fone: (61)364-2002 - Fax: (61)364-3161
pesquisa.
www.dominionet.com.br
Arquibem - R. Desembargador Mário Matos, 188/302 - Serra Localizado. Não participou da
Virtual Mídia e Arquibem
23. EasyDoc Belo Horizonte/MG - Tel. (31) 286.3363 pesquisa. Software sofrendo
Gerenciamento da Informação
Tel/fax (31) 221.3652 - arquibem@aol.com.br reformulações.
24.. Exato Acervo Consultoria SIC Lida. www.acervo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno .
HEXÁGONO - Consultoria em
25. arquivistica@ieg.com. br Enviado e-mail. Sem retorno.
arquivos e informação
26. Joshua Consultoria joshuaconsultoria@hotmail.com Enviado e-mail. Sem retomo.
°' Av. Alberto Bins, 536 - sala 701 - Centro
'-1 27. KAMI Localizado e participou da
Contrai Informação e Documentação CEP 90030-140 - Porto Alegre/RS - conlrol@conlrol.com br
pesquisa.
www.control.com.br - Contato: Nádia Tanaka e Rejane Tonetto
SHC/N Quadra 212 - Bloco D - Galeria - lojas 15 e 21
28. Lightbase Light - lnfocon SA CEP 70864-540 - Brasilia/DF Participou da pesquisa.
Fone (61)347-1949 - Fax: (61)273-1700
29. Memotec www.memotec.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
30. Mycroarq mycroarq@mycroarq.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Rua Antônio de Couros, nº 37 - 2° andar - São Paulo/SP
SIPROSER Sistemas e Serviços Localizado e participou da
31. O Arquivista CEP 02726--000 - Tel: (11)3931-9444 - siproser@uol.corn.br
Lida. pesquisa.
www.siproser.com.br - Contato: Luis Alberto Narvaez Gómez
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Item Software Empresa Localidade/endereçole-mai 1 Situação

Arquivar ltda. - Rod. MG-5, 1020


12. Arquivar - Solução em arquivos Bairro São Marcos arquivar@arquivar.com.br Enviado e-mail. Sem retomo.
CEP 31950-000 - B. Horizonte/MG
13. Arquivo rabelao@pcs.matrix.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
14. Arquivos empresariais B1blion Ccnsul.toria irenebutti@uol.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
EGÉRIA - Gerenciamento da Tele/fax: (21)570-5372
15. AskSam Enviado e-mail. Sem retorno.
Informação egeria@prolink.com.br - www.egeria.com.br
CINFOR - Consultoria em
16. cinfor@cinfor.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
informação
Av. Alberto Bins, 536 - sala. 701 - Centro
Contrai Informação e CEP 90030-140 Porto Alegre/RS Localizado e participou da
17. Ccntrol/Módulo I ntemet/Arquivo
Documentação control@control.com.br - www.control.com.br pesquisa.
Ccntato: Nádia Tanaka e Rejane Tonetto
°'°'
Rua Visconde de Pirajá, 5251203 - lpanema/RJ
Dataview Gerenciamento de DATACOM Serviços de Av. Onze de Junho, 1317 - V. Clementina - São Paulo/SP Localizado e participou da
18.
Arquivos Microfilmagem Ltda. contato@datacom.com.br / few@datacom.com.br pesquisa.
Ccntato: Fernando
Rua Andaluzita, 110 - 1° andar - Bairro Carmo Sion
CEP 30.310-03 - Belo Horizonte/MG Localizado e participou da
19. Docman Suite BKM Sistemas Ltda.
Fone (31)3227-3554 - suporte@bkm.com.br pesquisa.
Contato: Donizetti de Abreu Bueno
Localizado. Empresa de
Rua Barão de Macaúbas, 460 - 20º andar consultoria. Não produz nem
Documentar Tecnologia de
20. Documentar Santo Antooio - CEP 30350-090 - Belo Horizonte/MG representa softwares de terceiros.
Informação
documentar@documentar.com.br Desenvolve ferramentas de acordo
com a demanda do cliente.
Rua Benjamim Maluf, 459 - CEP 13097-030 - Campinas -SP
21. Docuware Docuware Corporation Tel: (19)3251-0015- doucwarebrazil@uol.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Ccntato: Aécio de Souza

(S1�ftH·c1rcs e c1111m·s.1s 11t1 ,írc,1 ,h• 1Irq11iw - co11ti11u,1ç,io)

Item Software Empresa Localidade/ endereçole-mai 1 Situação

SHIS OI 7 - cj.01 - casa 01 - CEP 71615-210 Brasilia/DF


22. Dominare Domínio Tecnologia da lnfcrmação Localizado e não participou da
Fone: (61)364-2002 - Fax: (61)364-3161
pesquisa.
www.dominionet.com.br
Arquibem - R Desembargador Mário Matos, 188/302- Serra Localizado. Não participou da
Virtual Midia e Arquibem
23. EasyDoc Belo Horizonte/MG - Tel. (31) 286.3363 pesquisa. Software sofrendo
Gerenciamento da Informação
Tel/fax (31) 221.3652 - arquibem@aol.com.br refomnulações.
24 .. Exato Acervo Consultoria S/C Lida. www.acervo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno .
HEXÁGONO - Consultoria em
25. arquivistica@ieg.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
arquivos e informação
26. Joshua Consultoria joshuaconsultoria@hotmail.com Enviado e-mail. Sem retorno.
°' Av. Alberto Bins, 536 - sala 701 - Centro
'-J 27. KAMI Localizado e participou da
Contrai Informação e Documentação CEP 90030-140 - Porto Alegre/RS - control@controLcom.br
pesquisa.
www.control.com.br - Contato: Nádia Tanaka e Rejane Tonetto
SHCIN Quadra 212 - Bloco D - Galeria - lojas 15 e 21
28. Lightbase Light - lnfocon SA CEP 70864-540 - Brasilia/DF Participou da pesquisa.
Fone (61)347-1949- Fax: (61)273-1700
29. Memotec www.memotec.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
30. Mycroarq mycroarq@mycroarq.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Rua Antooio de Ccuros, nº 37 - 2º andar - São Paulo/SP
SIPROSER Sistemas e Serviços Localizado e participou da
31. O Arquivista CEP 02726-000 - Tel: (11)3931-9444 - siproser@uol.com.br
Lida. pesquisa.
www.siprosercom.br - Contato: Luis Alberto Narvaez Gómez
(5ofti,,arcs r cmpn.·s;_is 11.i <Írci1 de 1lrquivo - nmtimtaç<io)

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

32. Organization Consultoria orgconsult@eg.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.

33. Palmeira & Vaz Consultoria palmeira@fst.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Papyrus Gerenciamento de Squadra Tecnologia em Software Enviado e-mail. Sem relorno.
34. www.squadra.com.br
Documentação e Informação Lida.
SHC/SUL 506 - BL B - lj 21 -
Poliedro Informática, Consultoria e Fone: (61 )43-7700 - Fax: (61 )443-2004 Localizado e participou da
35. PoliDocware cirismar@poliedro.com.br - www.poliedro.com.br pesquisa.
Serviços Lida.
Contato: Orismar
36. Quality lndoc Qualyindoc2001@yahoo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
°' 37. Redata Organização da Informação redata@redata.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
00
Localizado. Empresa de
consultoria. Não produz nem
Tecnologia da Informação & representa softwares de terceiros.
38. teinfor@teinfor.com.br
Consultoria Desenvolve ferramentas de acordo
com a demanda do cliente.

VERBIS · Gerenciador Eletrônico dfine@dfine com.br Enviado e-mail. Sem retorno.


39. Dfine
de Documentos www.dfine.com.br

Softwares e empresas na área de Biblioteca

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

Localizado. Não participou da


Av. Afonso Pena, 4360 - Mangabeiras - Belo Horizonte /MG
1. @aula pesquisa. Software com recursos
Montreal Informática Fone (31) 281.7622 - Fax (31) 225.0667 -
suficientes para atender demandas
mi.bh@montreal.com br-Site: www.montreaLcom.br
de bibliotecas escolares.
Acervum Professional - Empresa desativada. Absorvida
2. Telefone: (43) 9112-0959 pela JOUSOFTWEB Informática
Sistema de Gerenciamento OR2 Sistemas
jou@jou com.br SIC Lida. Enviado e-mail. Sem
de Bibliotecas
retorno.
Embrapa Informática Agropecuária
°' Av. Dr. André Tosello, n' 209 - CEP 13083-886
\() 3. AINFO EMBRAPA - CNPTIA campus da Unicamp - Campinas/SP Participou da pesquisa.
Tel (19) 3789-5700 - Fax: (19)3789-5711 -
E-mail: Leila@cnptia.embrapa.br - Contato: Leila
Rua Vieira de Moraes, 420 cj 64 - Brooklin
CEP 04617-000 - São Paulo /SP Tel: (5511)5093-0168
4. Aleph Ex-libris Fax: (5511)5093-Cel: (5511)9688-1505 Participou da pesquisa.
Exlibris lsrae146 Sokolov ST.Ramat Hasharom 47235 - Israel
marcelo@aleph-ex-libris.com.br - Contato: Sr. Marcelo
Alexandria Gerenciamento de
5. Alexandria Enviado e-mail. Sem retomo.
Bibliotecas
SEPN 516 cj. A n' 49. 2' andar, Parte "C" - Brasília, DF -
Walda Antunes Consultorias/WA
6. ArcheSUb CEP 70770-515 - Fone (61) 347-7939-Fax: (61) 347-6996 Participou da pesquisa.
Corbi
E-mail: vendas@wa-corbi.com.br - Site: www.wa-corbi.corn.br
DATA COOP - Cooperativa de Rua da Quitanda, 19 sala 401 - CEP 20011-030 - Centro
Bibliotecários, Documentalistas, Rio de Janeiro/RJ - Tel: (21)3852-1117
7. Argonauta Participou da pesquisa.
Arquivistas e Analistas da Tel/Fax: (21 )3852-5653 - E-mail: datacoop@datacoop.com. br
Informação Lida. Site: www.datacoop.com.br/argbi.htm
(Soft1,·an·s t' 1·mpn·st1s lltl ân•,1 de 1lrquiFo - nmti111111pio)

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

32. Organization Consultoria orgconsult@ieg.com.br Enviado e-mail. Sem retomo.

33. Palmeira & Vaz Consultoria palmeira@fst.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.

Papyrus Gerenciamento de $quadra Tecnologia em Software Enviado e-mail. Sem retorno.


34. www.squadra.com.br
Documentação e Informação Lida.
SHC/SUL 506-81. B-lj 21-
Poliedro Informática, Consultoria e Fone (61)43-7700-Fax: (61)443-2004 Localizado e participou da
35. PoliDocware cirismar@poliedro.com.br-www.poliedro.com.br pesquisa.
Serviços Lida.
Contato: Orismar
36. Quality lndoc Qualyindoc2001@yahoo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.

°' 37. Redata Organização da Informação redata@redata.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
00
Localizado. Empresa de
consultoria. Não produz nem
Tecnologia da Informação & teinfor@teinfor.com.br representa softwares de terceiros.
38.
Consultoria Desenvolve ferramentas de acordo
com a demanda do cliente.

VERBIS · Gerenciador Eletrônico dfine@dfine.com br Enviado e-mail. Sem retorno.


39. Dfine
de Documentos www.dfine.com.br

Softwares e empresas na área de Biblioteca

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mai1 Situação

Localizado. Não participou da


Av. Afonso Pena, 4360-Mangabeiras-Belo Horizonte /MG
1. @aula pesquisa. Software com recursos
Montreal Informática Fone (31) 281.7622-Fax (31) 225.0667 -
suficientes para atender demandas
mi.bh@montreal.com.br-Site: www.montreal.com.br
de bibliotecas escolares.
Acervum Professional- Empresa desativada. Absorvida
2. Telefone: (43) 9112--0959 pela JOUSOFTWEB Informática
Sistema de Gerenciamento OR2 Sistemas
jou@jou.com.br SIC Lida. Enviado e-mail. Sem
de Bibliotecas
retorno.
Embrapa Informática Agropecuária
Av. Dr. André Tosello, nº 209-CEP 13083-886
3. AINFO EMBRAPA - CNPTIA campus da Unicamp-Campinas/SP Participou da pesquisa.
°''°
Tel: (19) 3789-5700-Fax (19)3789-5711-
E-mail: Leila@cnptia.embrapa.br-Contato: Leila
Rua Vieira de Moraes, 420 cj 64 - Brooklin
CEP 04617--000-São Paulo /SP Tel: (5511)5093--0168
4. Aleph Ex-libris Fax (5511)5093-Cel: (5511)9688-1505 Participou da pesquisa.
Exlibris lsrael46 Sokolov ST.Ramat Hasharom 47235-Israel
marcelo@aleph-ex-libris.com.br-Contato: Sr. Marcelo
Alexandria Gerenciamento de
5. Alexandria Enviado e-mail. Sem retorno.
Bibliotecas
º
SEPN 516 cj. A n 49, Z' andar, Parte "C" - Brasília, DF -
Walda Antunes Consultorias/WA
6. ArcheSLib CEP 70770-515-Fone (61) 347-7939-Fax: (61) 347-6996 Participou da pesquisa.
Corbi
E-mail: vendas@wa-<:orbi.com.br-Site : www.wa-<:orbLcorn.br
DATA COOP-Cooperativa de Rua da Quitanda, 19 sala 401 -CEP 20011--030-Centro
Bibliotecários, Documentalistas, Rio de Janeiro/RJ-Tel: (21)3852-1117
7. Argonauta Participou da pesquisa.
Arquivistas e Analistas da Tel/Fax: (21)3852-5653 - E-mail: datacoop@datacoop.com.br
Informação Lida. Site: www.datacoop.com.br/argbi.htm
(Sl?/tl\',m·s r cmprr.'ic15 11c1 cÍrt'II de Ribliotrra - co11li1111aç1ioJ

Item Software Empresa Localidadelendereçole-mail Situação

Rua da Consolação, 348 - 2" andar - CEP 01302-903 Localizado e não participou.
Livraria Canuto Ltda.(representante
São Paulo'SP - Fones: (11)3259-5477/3258-1473 Software especifico para
8. Ariel da RLG-Research Library Group -
www.canuto.com.br - e-mail: 1nfo@canuto.com.br / comutação bibliográfica.
Estados Unidos)
dir@canuto.com.br - Contato: Sr. André e Sr. Jonny
DRV Informática (representante da
Rua Muzambinho, 498, apt. 102 - Serra - Belo Honzonte/MG Enviado e-mail. Sem retorno.
9. Biblio Tex! lnformation Systems (TIS) -
(31)3282-7197 - drv@fumsoft.softex br
Sv.iss)
OI 27 - BI A - apt. 105 Guará Shopping 11 -
Fone: (61)568-3468/567-1766- Participou da pesquisa.
10. B1blio Express ARQNET
Contato: Raimundo Mendes - www.arq-net.com
www.pagina.de/biblioexrrr - 90@hotmail.com
Rua Europa 106/422 - Ed. Bruxelas, Trindade -
'l CEP 88036-000 Flonanópolis/SC -
o BiblioShoplnformatização de Participou da pesquisa.
11. Biblioshop Fone: (48)333-04221991-8046 -
Bibliotecas & Software
E -mail: bayer@biblioshop.com.br - www.biblioshop.com.br -
Contato: Paulo H.B. Campos
Fone: (37)322.2139 - (37)321.1475-
Software desativado.
12. Biblio-soft 2.0 Logos Informática E-mail: logus@netfor.com.br
Site: http:1/members.xoom.com/jmssys
Rua Wisard, 369 sala 3 - Vila Madalena
Enviado e-mail. Sem retorno.
13. Biblioteca Fácil SISG Informática CEP 05434-080 São Paulo'SP -
cisg@ntraplus.com.br - www.intraplus.com.br
Bibliotech FATEC- Fundação de Apoio a Tecnlogia e Ciência
Universidade Federal de Santa Mana - Campus Universitário
Centro de Processamento de Dados - Santa Maria/RS Participou da pesquisa.
14. Bibliotech Bibliotech
CEP 97105-900 - Fone: (55)220-8602 -
Fax: (55)2208020 - albu@cpd.ufsm.br - sistemas@cpd.ufsm.br
Contato: Alexandre Albuquerque

(.S�ftimrl'S (' t'/11jlrl'S,1S Jhl iÍIT<I de Hihlioll'Ccl - COJltÍJIHílÇ1iv)

Software Empresa Locatidade/endereçole-mait Situação


Item

Rua Assis Brasil, 3316 - sala 301 - CEP 91010-003


Porto Alegre/RS - Fone: (51)3347-6018 - Fax: (51)3348-9673 Participou da pesquisa.
15. Biblium Goldsys Informática Ltda. softche@softche.com.br - softche@softche.com.br
Contato: Jorge Barros
Av. Dr. Guilherme Dumont Viliares, 1230 - 1º andar - Morumbi -
Biblos for Windows CAAD informática São Paulo-SP - CEP 05640-002 Enviado e-mail. Sem retorno.
16.
PABX/FAX: (11 )44-7802 - caadinfo@caad.com.br
SHCLN Q. 309 Bloco C salas 206-213 - Brasilia/DF
17. BibVirtua SOFT Consultoria Fones: (61)347-27201347-2940 - daniela@soft.com.b Participou da pesquisa.
rwww.soft.com.br - Contato: Daniela ( BsB)
Localizado. Não participou da
pesquisa. Software pessoal. Facilita
18. Book in Plus Siliconaction www.siliconaction.com.br a organização pessoal de uma
'l coleção de livros. Disponível para
....., download na Internet.
Av. Contorno, 7962 NA Lourdes - Rua Alvarenga Peixoto, 1408 Software desativado. A empresa
19. Book Master S & A Sistema e Automação NA 13 Barro Preto - Belo Honzonte/MG mudou de ramo.
Fone (31) 3337-8554 - Fax (31) 3292-2230
Rua J. Cartas, 126/202 - Jardim Botânico - Rio de Janeiro'RJ
Dins - Dados, Informação & CEP 22461-130 - Tel/fax: (21)2527-4636 - www.dins.com.br Participou da pesquisa.
20. Caribe edecourt@martin.com.br - Tellfax: (21)2527-4636
Serviços
Contato: Eugenia Decourt
CINFOR - Consultona em cinfor@cinfor.com.br Enviado e-mail. Sem retorno
21.
Informação
Av. Alberto Bins. 536 conj. 701- CEP 90030-140
Contrai/Módulo Internet/Biblioteca Contrai Informação e Documentação Porto Alegre/RS - Fone: (51)3221-9360 - Fax: (510 3221-9640 Participou da pesquisa
22.
control@control.com.br - www.control.com.br
Rua Dr. Luiz Migliano, 1110 - cj. 904, Condomínio Trade Center Localizado. Não participou. É um
DIXI Software Automação de Shop, Morumbi, São Paulo'SP - Contato: Fábio sistema para uso exclusivo em
23 .. Dtxi Software SIC Ltda.
Bibliotecas FerreiraFab1o@dixi.com.br - www.dixi.com.br pequenas bibliotecas de empresas.
(St!f1H'iltl'.'i r c1111m·.1c1.'i 11c1 circ,1 de fübliot1·ct1 - n111ti1111aç,io)

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

Rua da Consolação, 348 - 2" andar - CEP 01302-903 Localizado e não participou.
Livraria Canuto Ltda.(representante
São Paulo/SP- Fones: (11)3259-5477/3258-1473 Software específico para
8. Ariel da RLG-Research Library Group-
www.canuto.com.br- e-mail: info@canuto.com.br / comutação bibliográfica.
Estados Unidos)
dir@canuto.com.br - Contato: Sr. André e Sr. Jonny
DRV Informática (representante da
Rua Muzambinho, 498, apt. 102 - Serra- Belo Honzonte/MG Enviado e-mail. Sem retorno.
9. Biblio Text lnformation Syslems (TIS) -
(31)3282-7197- drv@fumsoft.softex br
Sv.iss)
OI 27 - BI A- apt. 105 Guara Shopping 11 -
Fone: (61)568-3468/567-1766- Participou da pesquisa.
10. B1blio Express ARQNET
Contato: Raimundo Mendes - www.arq-net.com
www.pagina.de/biblioexrrr- 90@hotmail.com
Rua Europa 106/422 - Ed. Bruxelas, Trindade -
CEP 88036-000 Florianópolis/SC -
BiblioShoplnformatização de Participou da pesquisa.
"o
11. Biblioshop Fone (48)333-0422/991-8046 -
Bibliotecas & Software
E-mail: bayer@biblioshop.com.br- www.biblioshop.com.br -
Contato: Paulo H.B. Campos
Fone: (37)322.2139- (37)321.1475-
Software desativado.
12. Biblio-soft 2.0 Logos Informática E-mail: logus@netfor.com.br
Site: http://members.xoom.com/jmssys
Rua Wisard, 369 sala 3 - Vila Madalena
Enviado e-mail. Sem retorno.
13. Biblioteca Fácil SISG Informática CEP 05434-080 São Paulo/SP-
cisg@intraplus.corn.br- www.intraplus.com.br
Bibliotech FATEC- Fundação de Apoio a Tecnlogia e Ciéncia
Universidade Federal de Santa Maria - Campus Universitário
Centro de Processamento de Dados- Santa Maria/RS Participou da pesquisa.
14. Bibliotech Bibliotech
CEP 97105-900- Fone: (55)220-8602 -
Fax: (55)2208020- albu@cpd.ufsm.br- sistemas@cpd.ufsm.br
Contato: Alexandre Albuquerque

(S,ftil'art·s e cm1m·s<1s 11,1 .Ín'it de Hih/iotcci1 - co11ti1111açi'io)

Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação


Item

Rua Assis Brasil, 3316- sala 301- CEP 91010-003


Porto Alegre/RS- Fone: (51)3347-6018- Fax: (51)3348-9673 Participou da pesquisa.
15. Bibtium Goldsys Informática Lida. softche@softche.com.br - softche@softche.com.br
Contato: Jorge Barros
Av. Dr. Guilherme Dumont Viliares, 1230- 1º andar- Morumbi -
Biblos for Windows CAAD informática São Paulo-SP- CEP 05640-002 Enviado e-mail. Sem retorno.
16.
PABX/FAX: (11 )44-7802 - caadinfo@caad.com.br
SHCLN Q. 309 Bloco C salas 206-213 - Brasilia/DF
BibVirtua SOFT Consultoria Fones: (61)347-27201347-2940- daniela@soft.com.b Participou da pesquisa.
17.
rwww.soft.com.br- Contato: Daniela ( BsB)
Localizado. Não participou da
pesquisa. Software pessoal. Facilita
18. Book in Plus Siliconaction www.siliconaction.com.br a organização pessoal de uma
"...... coleção de livros. Disponível para
download na Internet.
Av. Contorno, 7962 NA Lourdes- Rua Alvarenga Peixoto, 1408 Software desativado. A empresa
19. Book Master S & A Sistema e Automação NA 13 Barro Preto- Belo Horizonte/MG mudou de ramo.
Fone (31) 3337-8554 - Fax (31) 3292-2230
Rua J. Cartas, 1261202 - Jardim Botânico - Rio de Janeiro/RJ
Dins- Dados, Informação & CEP 22461-130- Tellfax: (21)2527-4636 - www.dins.com.br Participou da pesquisa.
20. Caribe edecourt@martin.com.br- Tellfax: (21)2527-4636
Serviços
Contato: Eugenia Decourt
CINFOR - Consullona em cinfor@cinfor.corn.br Enviado e-mail. Sem retorno
21.
Informação
Av. Alberto Bins, 536 conj. 701- CEP 90030-140
Contrai/Módulo Internet/Biblioteca Contrai Informação e Documentação Porto Alegre/RS- Fone: (51)3221-9360 - Fax: (510 3221-9640 Participou da pesquisa
22.
control@control.com.br- www.control.com.br
Rua Dr. Luiz Migliano, 1110- cj. 904, Condomínio Trade Center Localizado. Não participou. É um
DIXI Software Automação de Shop, Morumbl, São Paulo/SP - Contato: Fábio sistema para uso exclusivo em
23 .. D1xi Software SIC Lida.
Bibliotecas FerreiraFabio@dixi.com.br- www.dixi.com.br pequenas bibliotecas de empresas.
(S,!ft.1v,1n·s e 1·1111m·s,1s 11.:1 ,ín·,1 de Hit,/iotcc,, - rn11ti1111,1ç,foJ

Item Software Empresa Localidade/ endereço/e-mai 1 Situação

Arquibem R. Desembargador Mário Matos, 188/302 - Serra Localizado. Não participou da


Virtual Mídia e Arquibem
24. Easy Book Belo Honzonte/MG - Tel. (31) 286-3363 - Tel/fax (31) 221-3652 pesquisa. Soflware sofrendo
Gerenciamenlo de Informação
arquibem@aol.com.br reformulações
25. Enterdata Tecnologia e Informação enlerdat@ism.com.br Enviado e-mail. Sem retomo
GIBI - Gerenciador Integrado de SCLN 406 bloco B sala 215 - Brasilia/DF
26. Equalis lnfOímação e lnfOfmática Não localizado.
Biblioteca Fone: (61)273-1606
27. GNUTECA http://gnuteca.codigolivre.org.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Localizado. Empresa de
consultoria. Não produz nem
lnfomanagers Gestão de Recursos Tel.:(21)9248-7870 / (21)9668-7324 / (21)9246-4315
28. lnfomanagers representa softwares de terceiros.
Informacionais Lida. http://www.infomanagers.hpg.ig.com.br
Desenvolve ferramentas de acordo
com a demanda do cliente.
"
Lv Rua Buenos Aires, 93 - Centro - CEP 20070-020. Rio de
Janeiro/RJ, - Fone/Fax: (21) 221-0970 ou 221-0951
Modo Novo Consultoria e
29. Informa DDG: 0-800-24-0591 Participou da pequisa.
Informática Lida.
geral@modonovo.com.brlmodonovo@modonovo.com.br
www.modonovo.com.br/informa.htm
Localizado. Não participou da
R. São Manoel, 1197 - 7° andar - Porto Alegre/RS
ISO Sistema de Bibliotecas Gate pesquisa. Abandonaram a linha de
30. Gale Server Informática Lida. CEP 90620-110- Tel. (51) 217.3165- Fax (51) 217.3165
Server Biblioteca. Estão com projeto de
admin@gateserver.com.br - www.gateserver.com.br
qualidade ISO 2000.
31. JOBSGB - Gestão de Biblioteca Jobstream Informática www.jobstreaminformalica.com.br Envaido e-mail. Sem retorno.
32. Librarium CELEPAR Curiliba/PR Enviado e -mail. Sem retorno
Av. Adalberto Simão Nader, 425 - sala 608 - Mata da Praia
33. Library LS Sistemas CEP 29066-370 Vitória/ES - Tel.: (27) 3325-7779 Localizado. Não participou
(27)0800-7071724 suporte@lssistemas.com. br
SHC/N Quadra 212 - Bloco D- Galeria - lojas 15 e 21
34. Light Base Light-lnfocom SIA CEP 70864-540 Brasilia/DF Participou da pesquisa
Fone: (61)347-1949 - Fax: (61)273-1700

(Sl�/tll',ll'l'S r c1111m·.•rns na éÍITil dl' Hibliotcc,1 - contirniaçiio)

Localidadelendereço/e-mail Situação
Item Software Empresa

Av. Alberto Bins, 536 - cj. 701 - CEP 90030-140 Porto


Participou da pesquisa.
35. Máscara Control Informação e Documentação Alegre/RS - Fone: (51)3221-9360 - Fax: (51)3221-9640
control@control.com.br - www.control.com.br
Centro Latino Americano e do Caribe de lnf(l(mação em
Ciências da Saúde - Rua Botucatu, 862 - Vila Clementino Enviado e-mail. Sem retorno.
36. Microisis Bireme CEP 04023-901 São Paulo/SP - Fooe: (11)5575-8868
peml@bireme.br - www.bireme.br - Cootato: Abel Parker
HOíizonte Tecnologia de Informática - Rua Princesa Isabel, 238
sala 201 - Centro - CEP 89201-270 Joinville/SC Participou da pesquisa.
Multiacervo (antigo Acervo for
37. Horizonte Tecnologia de lnfOfmática horizont@netville.corn.br/hti@terra.corn.br
Windows)
www.multiacervo.eom.br/index.htm - Contato: Vanclei Picolli
R. Funchal, 538, 16 andar, cj 164, Vila Olímpia,
" CEP04551-060- São Paulo/SP, Fone/Fax: 5511.828.0403 Enviado e-mail. Sem retorno.
vJ 38. Novalib Softlib Informática Lida
softlib@originet.com.br
www.felipe-camargo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
39. Organizador de Bibliotecas Felipe & Camargo
orgconsult@ieg.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
40 Organization Consultoria
Av. Irai, 79 cj. 33 a - Moema - CEP 04082-000 São Paulo/SP
Potiron Informática Sociedade Civil Fone: (11) 5561.4496 - Fax: (11) 5561.4320 Participou da pesquisa.
41. OrtoDocs Lida. atendsp@potiron.com.br - www.potiroo.com.br/hportodocs.htm
Contato: Rika e Patrícia Coelho
Sociedade Paranaense de Cultura - Pontifícia Universidade
Católica do Paraná - Rua Imaculada Conceição, 1155 - Prado
velho CEP 80215-901 Curitiba/PR - Fone: (55 41) 330.1558 Participou da pesquisa.
42. Pergamun Pergamun
Fax: (55 41) 332.8044- pergamum@rta13 pucpr.br
Contato: Marcos Rogério de Souza e Sra. Geórgia
SHC/SUL 506 BL. B lj. 21- Fone: (61) 443-7700 -
Fax: (61) 443-2004 cirismar@poliedro.corn.br Participou da pesquisa.
43. Polibook Poliedro
www.poliedro.com.br - Contato: Cirismar
(St�ft1w1rcs ,. ,·1111m·sas 11a ,ÍIT,I de nibliotccd - ro11ti1111 <1ç,fo)

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mai1 Situação


Arquibem R Desembargador Mário Matos, 188/302 - Serra Localizado. Não participou da
Virtual Mídia e Arquibem
24. Easy Book Belo Honzonte/MG - Tel. (31) 286-3363 - Tel/fax (31) 221-3652 pesquisa. Software sofrendo
Gerenciamento de lnfOfmação
arquibem@aol.com.br reformulações
25. Enterdata Tecnologia e Informação enterdat@ism.cOfn.br Enviado e-mail. Sem retOfílo
GIBI - Gerenciador Integrado de SCLN 406 bloco B sala 215 - Brasilia/DF
26. Equalis Informação e lnfOfmática Não localizado.
Biblioteca Fone: (61)273-1606
27. GNUTECA http: //gnuteca.codigolivre.org.br Enviado e-mail. Sem retOfno.
Localizado. Empresa de
consultoria. Não produz nem
lnfOfílanagers Gestão de Recursos Tel.:(21)9248-7870 / (21)9668-7324 / (21)9246-4315
28. lnfomanagers representa soflwares de terceiros.
lnfOfmacionais Lida. http://www.infOfílanagers.hpg.ig.cOfíl.br
Desenvolve ferramentas de acordo
COfíl a demanda do cliente.
'-1
Lv Rua Buenos Aires, 93 - Centro - CEP 20070-020. Rio de
Janeiro/RJ, - Fone/Fax: (21) 221-0970 ou 221-0951
Modo Novo Consultoria e
29. Informa OOG: 0-800-24-0591 Participou da pequisa.
lnfOfmática Lida.
geral@modonovo.com.br/modonovo@modonovo.com.br
www.modonovo.com.br/informa.htm
Localizado Não participou da
R. São Manoel, 1197 - 7° andar - Porto Alegre/RS
ISO Sistema de Bibliotecas Gate pesquisa. Abandonaram a linha de
30. Gale Server Informática Lida. CEP 90620-110 - Te/. (51) 217.3165 - Fax (51) 217.3165
Server Biblioteca. Estão COfíl projeto de
admin@gateserver.com.br - www.gateserver.com.br
qualidade ISO 2000.
31. JOBSGB - Gestão de Biblioteca Jobstream Informática www.jobstreaminformatica.com.br Envaido e-mail. Sem retOfno.
32. Librarium CELEPAR Curitiba/PR Enviado e-mail. Sem retOfno
Av. Adalberto Simão Nader, 425 - sala 608 - Mata da Praia
33. Library LS Sistemas CEP 29066-370 Vitória/ES - Tel.: (27) 3325-7779 Localizado. Não participou
(27)0800-7071724 suporte@lssistemas.com.br
SHC/N Quadra 212 - Bloco D- Galeria - lojas 15 e 21
34. Light Base Light-lnfocom S/A CEP 70864-540 Brasilia/DF Participou da pesquisa
Fone: (61)347-1949 - Fax: (61)273-1700

(S,!tll1',1tt·s e c1111m·si1.'ói 11a cí1T11 de Hibliot1Td - continuaç,io)

Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação


Item Software
Av. Alberto Bins, 536 - cj. 701 - CEP 90030-140 Porto
Participou da pesquisa.
35. Máscara Control Informação e Documentação Alegre/RS - Fone: (51)3221-9360 - Fax: (51)3221-9640
control@control.com.br - www.control.com.br
Centro Latino Americano e do Caribe de lnfOfmação em
Ciências da Saúde - Rua Botucatu, 862 - Vila Oementino Enviado e-mail. Sem retorno.
36. Microisis Bireme CEP 04023-901 São Paulo/SP - Fone: (11)5575-8868
peml@bireme.br - www.bireme.br - Contato: Abel Parker
HOfizonte Tecnologia de Informática- Rua Princesa Isabel, 238
Multiacervo (antigo Acervo for sala 201- Centro - CEP 89201-270 Jolnville/SC Participou da pesquisa.
37. Horizonte Tecnologia de Informática horizont@netville.cOfíl.br/hti@terra.cOfíl.br
Windows)
www.multiacervo.com.br/index.htm - Contato: Vanclei Pico/li
R. Funchal, 538, 16 andar, cj 164, Vila Olímpia,
'-1 CEP04551-060 - São PauloJSP, Fone/Fax: 5511.828.0403 Enviado e-mail. Sem retorno.
w 38. Novalib Softlib lnfOfmática Lida
softlib@originet.cOfíl.br
www. felipe-camargo. COfíl.br Enviado e-mail. Sem retorno.
39. Organizador de Bibliotecas Felipe & Camargo
orgconsult@ieg com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
40 Organization Consultoria
Av. Irai, 79 cj. 33 a - Moema - CEP 04082-000 São Paulo/SP
Potiron Informática Sociedade Civil Fone: (11) 5561.4496 - Fax: (11) 5561.4320 Participou da pesquisa.
41. OrtoDocs Lida. atendsp@potiron.com.br - www.potiron.com.br/hportodocs.htm
Contato: Rika e Patrícia Coelho
Sociedade Paranaense de Cultura - Pontifícia Universidade
Católica do Paraná - Rua Imaculada Conceição, 1155 - Prado
velho CEP 80215-901 Curitiba/PR - Fone: (55 41) 330.1558 Participou da pesquisa.
42. Pergamun Pergamun
Fax: (55 41) 332.8044 - pergamum@rta13 pucpr.br
Contato: Marcos Rogério de Souza e Sra. Geórgia
SHC/SUL 506 BL. B lj. 21 - Fone: (61) 443-7700 -
Fax: (61) 443-2004 cirismar@poliedro.cOfíl.br Participou da pesquisa.
43. Polibook Poliedro
www.poliedro.com.br - Contato: Cirismar
(S,�ft1ri1rcs t' c1111m·st1s 11.1 ,irc.1 dt' BiblitJtccc1 - cm1ti1111,1çifo)

Item Software Empresa Local idade/endereço/e-mai1 Situação

Rua Estrela, 515 Bloco G 150 andar - Vila Manana -


São Paulo/SP - Fone: (11) 573-0638
44. Pró-Book Pró- Sistema Envaido e-mail. Sem retorno.
prosistemas@prosistemas.com. br
www.prosistemas.corn.br/frmPro.htm
45.. Quality lndoc geralindoc2001@yahoo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
46. Redata Organização da informação redata@redata.com.br - São Paulo/SP Enviado e-mail. Sem retorno.
Rua Uruguaiana, 39 - 18" andar - Rio de Janeiro/RJ
47. Sabiá MPS Informática Lida. Participou da pesquisa.
CEP 20050-093 - Fone/Fax (21) 224.2664 - Contato: llka
Rua Antonio da Veiga, 484- sala 5 -Bairro Victor Konder
48. Sábio Wallis Software Lida. CEP 89012-500 Blumenau/SC - Fone/Fax: (47)322-4299 Participou da pesquisa.
rhugo@Nallis.corn.br - Contato: Robert Hugo
'-J Av. Engenheiro Luis Carlos, 962. - Brookl1n - São Paulo/SP
,l>- CEP 04571-000 - Tel/Fax; (11)5505-5636
49. SAGRES Tecno Trends jroberto@tecnolrends.com. br/negocios@tecnolrends.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
Contato: J. Roberto M. - Dantasbárbara@wsh.com.br
Contato: Bárbara
Não foi possível, com o DEMO
enviado pela empresa, responder
Av. Tancredo Neves, 1485 - Ed. Esplanada Trade Center
as questões identificadas no
50 SDOC 9000 Workshop Informática sala 1209 - Pituba - CEP 41820-021 Salvador/BA
questionário. Feito contato, o
Fone: (71)342-9999 -www.wsh.corn.br
questionário não chegou em tempo
hábil.
Av. José de Brito de Freitas, 900 - conj.07 - Casa Verde
SGB - Sistema Gerenciador Sinal Verde Informática Comércio
51. São Paulo/SP- CEP 02552-000-Fone: (11)856-8076 Enviado e-mail. Sem retorno.
de Bibliotecas Importação e Serviços Lida
Fax (11)857-9622 - sverde@vicnet.com.br
Rua Rosa Amarela, 501 - Novo México - Vila Velha/ES
52. SISDOC AC Informática CEP: 29.104-020 - Fones: (27)3399-8684/3389-1149 Enviado e-mail. Sem retorno.
acinformatica@acinformatica.com.br - Contato: Nádia

Sll(rH ,ire... ,. c1111wr5,1.c; 11.1 ,lrt',l tk Hih/wtl'r.. - ,· .mfi.-01.1(,l·

Localidade/endereço/e-mail SibJaçâo
Item Software Empresa

Mudança de provedor dificultou


Rua Silva Jardim,153 - Floresta - Belo Horizonte/MG contato. Após localizado foi
53. Sistema GYS Biblioteca Sistemas Tel.: (31) 3218-7200 - aix@aix.com br- Contato: Eduardo enviado novo e-mail. Questionário
não retornou em tempo hábil.

Av. Adernar P. Barros, 566 - sala 208 - '2:' andar - Vila Adyana
CEP 12245-010 - São José dos Campos/SP
Fone (12)3941.4658 ou 322.46070 - 0800-557074 Participou da pesquisa.
54. SophiA Prima Informática
vendas@primasoft.corn.br/primasoft.corn.br
www.sophia.com.br
Rua República do Líbano, 61 - Grupo 705- Centro -
Rio de Janeiro/RJ - CEP 20061-030 Enviado e-mail. Sem retorno.
55. Sysbibli Ccntempory Informática Fone/Fax: (21) 221-8227 - info@contempory.com
www. contempory. com
www.prosistemas.com.- brmgregorine@pros1stemas.corn.br Enviado e-mail. Sem retorno.
'-J 56. Techtran
\Jl º
SIA Sul Ouadra-4C n 56 Sala • 203 fone: (61) 361-2750 fax:
(61) 361-0013 ou 361.2750 CEP: 71200-040 Brasilia/DF Participou da pesquisa.
57. Thesaurus Via Áppia Informática administrador@viaapia corn.br - Site: www.viaapia.com.br
Contato: Geraldo Couto
www.sistemaurano.cjb.net Localizado. Software não se aplica
58. Urano Adriano@netflash.com br á pesquisa.
VTLS Americas Lida. Rua Real Grandeza, 139 s/808
CEP 22281-030Rio de Janeiro/RJ lnfo@vtlsamericas.com.br Participou da pesquisa.
59. VTLS VTLS Américas Lida.
Contato: Paulo Góes
Av. Alberto Bins, 536 conj. 701CEP 90030-140 Porto Alegre/RS Localizado e participou da
60. Zeus Contrai Informação e Documentação Fone· (51) 3221-9360- Fax: (51) 3221-9640 pesquisa.
control@control.com.br-www.contrci.com.br

Este é o cenário identificado e l ra\Jall1ado nesta pesquisa. Muilo embora n ão lenha si do p ossív el oblcr p ar ticipaç ão ele
lodas as empresas oplou-sc por deixá-lo registrado para uso de todos os inlcrcssaclos na área sejam membr os da
comunidade acadêmic a, estudiosos ou profissionais no exercício de suas funções no setor p úblico ou p rivado .
(Sqft1r.1rcs l' cm1m·s,1s 11.1 clrl',1 dl' nihfitJtccc1 - ro11ti111tdfil0)

Item Software Empresa Localidade/endereço/e-mail Situação

Rua Eslrela, 515 Bloco G 150 andar - Vila Mariana -


São Paulo'SP - Fone (11) 573-0638
44. Pró-Book Pró- Sistema Envaido e-mail. Sem retorno.
prosistemas@prosistemas.com. br
www.pros1stemas.com.br/frmPro. htm
45 .. Quality lndoc geralindoc2001@yahoo.com.br Enviado e-mail. Sem retorno.
46. Redata Organização da informação redata@redata.com.br - São Paulo'SP Enviado e-mail. Sem retorno.
Rua Uruguaiana, 39 - 18° andar - Rio de Janeiro'RJ
47. Sabiá IMPS Informática Lida. Participou da pesquisa.
1 CEP 20050-093 - Fone/Fax (21) 224.2664 - Contato: llka
1 Rua Antonio da Veiga, 484 - sala 5 - Bairro Victor Konder
48. Sábio Wallis Software Lida. CEP 89012-500 Blumenau/SC - Fone/Fax: (47)322-4299 Participou da pesquisa.
rhugo@wallis.com.br - Contato: Robert Hugo
'-J Av. Engenheiro Luis cartas, 962. - Brooklin - São Paulo'SP
� CEP 04571-000 - Tel/Fax; (11)5505-5636
49. SAGRES Tecno Trends jroberto@tecnotrends.com. br/negocios@tecnotrends.com. br Enviado e-mail. Sem retomo.
Contato: J. Roberto M. - Dantasbárbara@.vsh.com.br
Contato: Bárbara
Não foi possível, com o DEMO
enviado pela empresa, responder
Av. Tancredo Neves, 1485 - Ed. Esplanada Trade Center
as questões identificadas no
50 SDOC 9000 Workshop Informática sala 1209 - Pituba - CEP 41820-021 Salvador/BA
questionário. Feito contato, o
Fone: (71)342-9999 - www.VvSh.corn.br
questionário não chegou em tempo
hábil.
Av. José de Brito de Freitas, 900 - conj.07 - casa Verde
SGB - Sistema Gerenciador Sinal Verde Informática Comércio
51. São Paulo'SP - CEP 02552-000 -Fone: (11)856-8076 Enviado e-mail. Sem retorno.
de Bibliotecas Importação e Serviços Lida
Fax: (11)857-9622 - sverde@vicnet.com.br
Rua Rosa Amarela, 501 - Novo México - Vila Velha/ES
52. SISDOC AC Informática CEP: 29.104-020 - Fones: (27)3399-8684/3389-1149 Enviado e-mail. Sem retorno.
acinformatica@acinformatica.com.br - Contato: Nádia

1
.. .- "••..-i.. ('".---,,<;"'' ..... ,f. :?1 ,·J(,1-l �,,,,,,,.-=

Localidade/endereço/e-mail Situação
Item Software Empresa

Mudança de provedor dificultou


Rua Silva Jardim, 153 - Floresta - Belo Horizonte/MG contato. Após localizado foi
53. Sistema GYS Biblioteca Sistemas Tel.: (31) 3218-7200 - aix@aix.com.br - Contato: Eduardo enviado novo e-mail. Questionário
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Rio de Janeiro/RJ - CEP 20061-030 Enviado e-mail. Sem retorno.
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Vl SIA Sul Ouadra-4C nº 56 Sala - 203 fone: (61) 361-2750 fax:
(61) 361-0013 ou 361.2750 CEP: 71200-040 Brasilia/DF Participou da pesquisa.
57. Thesaurus Via Áppia Informática administrador@viaapia.corn.br - Site: www.viaapia.corn.br
Contato: Geraldo Couto
www.sistemaurano.cjb.net Localizado. Software não se aplica
58. Urano Adriano@netflash com.br á pesquisa.
VTLS Americas Lida. Rua Real Grandeza, 139 s/808
CEP 22281-030Rio de Janeiro'RJ lnfo@vtlsamericas.com.br Participou da pesquisa.
59. VTLS VTLS Américas Lida.
Contato Paulo Góes
Av. Alberto Bins, 536 conj. 701CEP 90030-140 Porto Alegre/RS Localizado e participou da
60. Zeus Contrai Informação e Documentação Fone: (51) 3221-9360 - Fax: (51) 3221-9640 pesquisa.
control@controLcom.br - www.contrci.com.br

Este é o cenário idcnlificado e tra\Jallwdo nesta pesquisa. Muito embora não lenha sido possív d oblcr p articip ação d e
todas as empresas oplou-sc por deixá-lo registrado p ara uso de lodos os interessados na área sej a m mem bros da
comunidade acadêmica, estudi osos ou profissionais no exercício de suas funções no se tor p úblico ou p rivado .
Quadro geral das características dos softwares analisados
Softwares de arquivo
Legenda:
S = Sim N = Não ED= Em Desenvolvimento SR= Não Respondeu
X = O respondente não compreendeu a questão EP = Em Parte A= Algumas

Control
Argonauta
1. Caracteristicas gerais O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
1.1 Alimentação dos dados on,ine s s s s s N s s
1.2 Dispooibilização de manuais impressos ED ED
,,°' s s s s s s
1.3 Disponibilização de manuais on-line s ED s s s s s s
1.4 Integração de Iodas as fases de arquivo s ED s s s N s s
1.5 Manuais apresentados com fluxos operacionais N ED N s s N s s
1.6 Permite helps-0n1ine s ED N s s ED s s
Possibilidade de customização
1.7 s s s s s s s s
(personalização) do sistema
Possibilidade de expansão ou inclusão de
1.8 s s s s s s s s
novos módulos sob demanda
1.9 Software em língua portuguesa s s s s s s s s

(So( t' - )

Control
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet

A ajuda é legível ED s s s ED s s
2.1 s
1
A ajuda está relacionada com as tarefas que o ED s s s ED s s
2.2 s
usuáno pode executar
A correção dos erros de sintaxe de busca é N s N s N N s s
2.3
facilitada
A orientação ao usuário (mensagens de aviso,
títulos. alarmes, ... ) é apresentada s s s s s s s
2.4 s
consistentemente
A representação de todos os ícones de atalho s s s s s s s
2.5 s
condiz com as funções desempenhadas
'-J
'-J ED N N N N s s
2.6 A tecla F1 é usada como help s
Após o término de uma transação, o sistema s
2.7 apresenta uma mensagem de confirmação de X s s s s s s
execução, informando sucesso ou erro
As áreas ou campos de dados são bem s s s s s s s
2.8 s
definidos visualmente
As funções mais empregadas são s s s s s s s
2.9 s
representadas em ícones de atalho
s s N s s s s
2.10 As mensagens estão na forma afirmativa s
As mensagens estão na forma direta, falando s s s s s s s
2.11 s
diretamente ao usuáno
2.12 As mensagens estão na voz passiva N N N N s s s s
s s s s s s s
2.13 As mensagens são breves s
Quadro geral das características dos softwares analisados
Softwares de arquivo
Legenda:
S = Sim N = Não ED = Em Desenvolvimento SR = Não Respondeu
X= O respondente não compreendeu a questão EP = Em Parte A= Algumas

Control
Argonauta
1. Características gerais O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
1.1 Alimentação dos dados onàine s s s s s N s s
,1
°' 1.2 Disponibilização de manuais impressos s ED ED s s s s s
1.3 Disponibilização de manuars on-line s ED s s s s s s
1.4 Integração de todas as fases de arquivo s ED s s s N s s
1.5 Manuais apresentados com fluxos operacionais N ED N s s N s s
1.6 Permite helps-onàrne s ED N s s ED s s
Possibilidade de customização
1.7 s s s s s s s s
(personalização) do sistema
Possibilidade de expansão ou inclusão de
1.8 s s s s s s s s
novos módulos sob demanda
1.9 Software em língua portuguesa s s s s s s s s

(Sof, t' - )

Contrai
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuv.are
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet
ED s s s ED s s
2.1 A ajuda é legível s
1
A ajuda está relacionada com as tarefas que o ED s s s ED s s
2.2 s
usuáno pode executar
A correção dos erros de sintaxe de busca é N s N N s s
2.3 N s
facilitada
A orientação ao usuário (mensagens de aviso.
títulos. alanmes, ...) é apresentada s s s s s s s
2.4 s
consistentemente
A representação de todos os ícones de atalho s s s s s s s
2.5 s
condiz com as funções desempenhadas
'-J
'-J ED N N N N s s
2.6 A tecla F 1 é usada corno help s
Após o término de uma transação, o sistema
apresenta uma mensagem de confirmação de X s s s s s s s
2.7
execução, infonmando sucesso ou erro
As áreas ou campos de dados são bem s s s s s s s
2.8 s
definidos visualmente
As funções mars empregadas são s s s s s s s
2.9 s
representadas em ícones de atalho
s s N s s s s
2.10 As mensagens estão na fonma afinmativa s
As mensagens estão na fonma direta, falando s s s s s s s
2.11 s
diretamente ao usuáno
N N N N s s s s
2.12 As mensagens estão na voz passiva
s s s s s s s
2.13 As mensagens são breves s
(Soft1r,1/1'.'i de ,1n111iro.'i - co11tim1.1ç,ltJ)
Contrai
Argonauta
2 Características ergonômícas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polídocuware
Arquivo
Internet
As opções de menu em coluna estão
2.14 s s s s s s s s
justificadas à esquerda
As opções de menu estão agrupadas por
2.15 s s s s s s s s
função ou por categorias lógicas
As opções de menu estão arranjadas por
2.16 N s N N N N s s
ordem alfabética
As opções de menu estão arranjadas por
2.17 s s s s s N s s
ordem convencional
As opções de menu estão arranjadas por
2.18 N ED s N N N s s
ordem crescente de complexidade
'-1
00 As opções de menu estão arranjadas por
2.19 N ED s N N s s s
ordem de freqüência de uso
As opções de menu estão arranjadas por
2.20 N ED s s N N s s
ordem de importância
As opções de menu estão arranjadas por
2.21 s s s s s N s s
ordem funcional
As opções de menu estão arranJadas por
2.22 N N N N N N s ED
ordem temporal
As porções de texto selecionadas pelo usuário
2.23 s N s s s s s ED
são postas em evidência
2.24 Cada ícooe é distinto de todos os outros s s s s s s s s
Caixas de texto contínuo são exibidas em
2.25 colunas largas de pelo menos 50 caracteres s s s s s s s s
por linha

(St!ft1r11n·s ele i1n11m·os - co11ti1111açcioJ


Contrai
Argonauta
2 Características ergonômicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
2.26 Campo ajuda sempre acessível ao usuário s ED s s s ED s s
2.27 É claro onde um ícone acaba e outro começa s s s s s s s s
Em operação normal, o sistema fornece
2.28 feedback às solicitações em no máximo 0.2 s s s s s s s s
segundos
Exibe todas as informações necessárias para
2.29 s s s s s s s s
a operação na tela
Existe a possibilidade de edição de uma
2.30 s s s s s s s s
pesquisa anterior
'-1 2.31 Existem atalhos de teclado s ED s N N s s s
'° Informa sempre o estado das solicitações de
2.32 s s N N s N s s
impressão de documentos
2.33 Interface gráfica s s s s s s s s
Na entrada de dados numéricos, a digitação
2.34 de ou a omissão de zeros que precedem o s s s s s N s s
número são equivalentes
Na exibição dos resultados, as setas "sobe" e
2.35 "desce" ou "direita" e "esquerda" permitem a s s s s N s s s
navegação entre os registros
Na localização de texto, letras maiúsculas e
2.36 minúsculas são consideradas equivalentes N s s s s s s s
como default
Na ocorrência de erros, o sistema avisa
2.37 s s s s s s s s
imediatamente o usuário
{Soft11·d/1'.'i de ,1n111ivos - continu,iç,iú)
Control
Argonauta
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
As opções de menu em coluna estão
2.14 s s s s s s s s
justificadas à esquerda
As opções de menu eslão agrupadas por
2.15 s s s s s s s s
função ou por categorias lógicas
As opções de menu estão arranjadas por
2.16 N s N N N N s s
ordem alfabética
As opções de menu estão arran1adas por
2.17 s s s s s N s s
ordem convencional
As opções de menu estão arranjadas por
2.18 N ED s N N N s s
ordem crescente de complexidade
"'
ex, As opções de menu estão arranjadas por
2.19 N ED s N N s s s
ordem de freqüência de uso
As opções de menu estão arranjadas por
2.20 N ED s s N N s s
ordem de importância
As opções de menu estão arranjadas por
2.21 s s s s s N s s
ordem funcional
As opções de menu estão arranjadas por
2 22 N N N N N N s ED
ordem temporal
As porções de texto selecionadas pelo usuário
2.23 s N s s s s s ED
são postas em evidência
2.24 Cada icooe é distinto de todos os outros s s s s s s s s
Caixas de texto continuo são exibidas em
2.25 colunas largas de pelo menos 50 caracteres s s s s s s s s
por linha

(Sc!ft1r11n·s dr arc111i1•os - nmtimraç,ioJ


Contrai
Argonauta
Características ergonômícas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
2.26 Campo ajuda sempre acessível ao usuário s ED s s s ED s s
2.27 É claro oode um icone acaba e outro começa s s s s s s s s
Em operação normal, o sistema fornece
2.28 feedback às solicitações em no máximo 0.2 s s s s s s s s
segundos
Exibe todas as informações necessárias para
2.29 s s s s s s s s
a operação na tela
Existe a possibilidade de edição de uma
2.30 s s s s s s s s
pesquisa anterior
"' 2.31 Existem atalhos de teclado s ED s N N s s s
se
Informa sempre o estado das solicitações de
2.32 s s N N s N s s
impressão de documentos
2.33 Interface gráfica s s s s s s s s
Na entrada de dados numéricos, a digitação
2.34 de ou a omissão de zeros que precedem o s s s s s N s s
número são equivalentes
Na exibição dos resultados, as setas "sobe" e
2.35 "desce" ou "direita" e "esquerda" permitem a s s s s N s s s
navegação entre os registros
Na localização de texto, letras maiúsculas e
2.36 minúsculas são consideradas equivalentes N s s s s s s
corno default !
Na ocorrência de erros, o sistema avisa
2.37 s s s s s s s s
imediatamente o usuário
, ... _, ........ -,)
Control
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet

Na ocorrência de erros, o usuário pode


N N s s s s s ED
2.38 acessar todas as ,nfonnações necessárias ao
diagnóstico e à solução do problema
Na possibilidade de um usuário ter causado
um erro irreversível, o sistema pede s s s N s N s s
2.39 confirmação da ação, alertando para o erro
antes de executá-lo
O acesso ao menu é realizado em alé 500 s s s s s s ED
2.40 s
milisegundos
O acesso ao menu é realizado em mais de N N N N N N s s
2.41
500 milisegundos
o::, s s
o 2.42 O conteúdo dos campos é legível s s s s s s
O cursor sobre o ícone apresenta mensagem s s s s s s s
2.43 s
explicativa

Os nomes das opções de menu são s s s s s s s


2.44 s
consistentes
O número de tipos e tamanhos de fonte
N s s N s s s ED
2.45 (caracteres) utilizados no menu é inferior a
quatro
O número de tipos e tamanhos de fonte
s s N s s N s s
2.46 (caracteres) utilizados no menu é superior a
quatro
O símbolo para convite à entrada de dados é s s s s s s s
2.47 s
padronizado

(S,1ft1r,m·., dt• tltt/lll\D5 - nl/lt111uaçtio;


Control
Argonauta
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo Datavíew Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
O sistema apresenta apenas dados relevantes,
2.48 associados às necessidades correnles de s s s s s s s s
informação do usuário

O sislema apresenla feedback da opção


2.49 s s SR ED s s s s
selecionada do menu em todos os casos

O sistema apresenla mensagens de erro


2.50 s s s s s s s s
quando os mesmos ocorrem
1

2.51 O sistema evila passos desnecessános s s s s s SR s s


o::,
......
O sislema execula todas as ações
2.52 s s s s s s s s
comandadas pelo usuário

O sistema exige uma ação explicita em Iodas


2.53 as funções para iniciar o processamento após N s s s s s s s
uma enlrada de dados
O sistema fornece feedback para todas as
2.54 ações do usuário durante a enlrada de dados, s s s s s N s ED
moslrando as enlradas lecla a lecla
O sistema não apresenla leias
2.55 s s s s s s s ED
excessivamente carregadas
O sislema oferece equivalentes de teclado
para a seleção e execução das opções de
2.56 s ED N N N s s s
menu, além do dispositivo de apontamento
(mouse, ... )
,--., ·,)
Centrei
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonômicas O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet

Na ocorrência de erros, o usuário pode


N N s s s s s ED
2.38 acessar todas as informações necessárias ao
diagnóstico e à solução do problema
Na possibilidade de um usuário ter causado
um erro irreversível, o sistema pede s s N s N s s
2.39 s
confirmação da ação, alertando para o erro
antes de executá-lo
O acesso ao menu é realizado em até 500 s s s s s s ED
2.40 s
milisegundos
O acesso ao menu é realizado em mais de N N N N N N s s
2.41
500 milisegundos
o:, s
o 2.42 O conteúdo dos campos é legível s s s s s s s
O cursor sobre o ícone apresenta mensagem s s s s s s s
2.43 s
explicativa

Os nomes das opções de menu são s s s s s s s


2.44 s
consistentes
O número de tipos e tamanhos de fonte
2.45 (caracteres) utilizados no menu é inferior a N s s N s s s ED
quatro
O número de tipos e tamanhos de fonte
s N s s N s s
2.46 (caracteres) utilizados no menu é superior a s
quatro
O símbolo para convite à entrada de dados é s s s s s s s
2.47 s
padronizado

- �- - - - - ----
-
- -
- - -

(S0{11,'<1n�,;; rll' ,1n/Hi1·os - cm1ti1111i1ç,io)


Contrai
Argonauta
2 Características ergonômicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
O sistema apresenta apenas dados relevantes,
2.48 associados às necessidades correntes de s s s s s s s s
informação do usuário

O sistema apresenta feedback da opção


2.49 s s SR ED s s s s
selecionada do menu em lodos os casos

O sistema apresenta mensagens de erro


2.50 s s s s s s s s
quando os mesmos ocorrem

2.51 O sistema evita passos desnecessários s s s s s SR s s


o:,
......
O sistema executa todas as ações
2.52 s s s s s s s s
comandadas pelo usuário

O sistema exige uma ação explicita em todas


2.53 as funções para iniciar o processamento após N s s s s s s s
uma entrada de dados
O sistema fornece feedback para Iodas as
2.54 ações do usuário durante a entrada de dados, s s s s s N s ED
mostrando as entradas tecla a tecla
O sistema não apresenta telas
2.55 s s s s s s s ED
excessivamente carregadas
O sistema oferece equivalentes de teclado
para a seleção e execução das opções de
2.56 s ED N N N s s s
menu, além do dispositivo de apontamento
(mouse, ... )
2
Contrai
Argonauta
Características ergonômicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase 1 Polidocuware
Arquivo
Internet
O sistema permite a continuação de ações
2.57 N s s ED s N s s
1nterromp1das ou suspensas
O sistema permite copiar e colar segmentos
2.58 s s s s s s s s
de texto de um lugar para outro documento
O sistema permite a interrupção das ações em ED N
2.59 s s s s s s
andamento
O sistema permite a personalização de ED N
2.60 N s s s s s
formatos de exibição de conteúdo dos campos
O sistema permite a personalização de ícones N
2.61 N N s s N s ED
e menus
00
L-l N N N s ED
2.62 O sistema permite a personalização de telas s s s
O sistema permite a visualização do texto em
2.63 vídeo exatamente como o mesmo será s s s ED s N s s
impresso
O sistema permite ao usuário verificar as suas
2.64 s s s s s s s s
entradas após o processamento destas
O sistema permite o armazenamento do
2.65 histórico de pesquisas realizadas durante a N s N ED s s s s
sessão
O sistema permite o cancelamento das ações N
2.66 s s s s s s s
em andamento
O sistema permite refinamento'truncamento de
2.67 s s s s s s s s
pesquisas
1

i<tfílr11/L\ dr tlfe/1/li'().', - ({)IIWll/1 IÇâ.O)

2
Módulo
Argonauta Contrai
Características ergonómicas O Arquivista
Arquivo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware

2.68 O sistema permite voltar rapidamente a uma


Internet

ação antenor s s s s s s
1- s s
O sistema protege o conteúdo do banco de
2.69 dados, não permitindo aos usuários a
s s s s s s s
modificação destas informações s
O sistema solicita confirmação dupla de ações
2 70 comandadas que podem gerar resultados
N s s N s
catastróficos s s s
2.71 O usuário pode alterar/editar entradas de
dados antenores s s s s s s s s
00 2.72 O usuário pode pular níveis intermediários na
w hierarquia de menus N s s s s
s s s
2.73 O usuário pode se deslocar de uma parte da
árvore de menu para outra rapidamente s s s s s s s
O vocabulário utilizado em rótulos, prornpts e
N

2.74 mensagens é orientado á tarefa, utilizando


termos e jargão técnico normalmente s s s s s N s s
empregados na tarefa
O vocabulário utilizado em prornpts e
2.75 mensagens de orientação são familiares ao
s s s s s s s
usuário, evitando palavras difíceis s
2.76 Os códigos das teclas de atalho são coerentes
s s SR s s s s s
Os códigos e abreviações utilizados pelo
2.77 sistema estão de acordo com aqueles de uso
convencional e/ou com as expectativas do s s s s s s s s
usuário
(St�{ln·i 1n·s de an1uivos - co11ti11u.1ç,1C1)
Contrai
Argonauta Docman Kami Lightbase Polidocuware
O Arquivista Módulo Dataview
2 Características ergonômicas Arquivo Internet

O sistema permite a continuação de ações s N s s


N s s ED
2.57 interrompidas ou suspensas

O sistema permite copiar e colar segmentos s s s s s s


2.58 de texto de um lugar para outro documento
s s
O sistema permite a interrupção das ações em s ED s N s s
2.59 s s
andamento
O sistema permite a personalização de s ED N s s s
N s
2.60 formatos de exibição de conteúdo dos campos
N N s ED
O sistema permite a personalização de icooes N N s s
2.61
e menus
o:, N s ED
N s s N s
Lv 2.62 O sistema permite a personalização de leias
O sistema permite a visualização do texto em ED s N s s
s s s
2.63 video exatamente como o mesmo será
impresso
O sistema permite ao usuário verificar as suas s s s s s s s
2.64 entradas após o processamento destas
s
O sistema permite o armazenamento do s s s
N s N ED s
2.65 histórico de pesquisas realizadas durante a
sessão
s s N s s
O sistema permite o cancelamento das ações s s s
2.66 em andamento

O sistema permite refinamento/truncamento de s s s s s s s


2.67 s
pesquisas
1
-

1.So{tH",lll'.'i de c1n111zro.'i - rn11lllw,1çtlo)


Contrai
Argonauta
2 Características ergonómicas D Arquivista Módulo Dataview Docman Kamí Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
O sistema permite voltar rapidamente a uma s
2.68 s s s s s s s
ação anterior
O sistema protege o conteúdo do banco de
2.69 dados, não penmitindo aos usuários a s s s s s s s s
modificação destas informações
O sistema solicita confinmação dupla de ações
2.70 comandadas que podem gerar resultados N s s N s s s s
catastróficos
O usuário pode alterar/editar entradas de s
2.71 s s s s s s s
dados antenores
O usuário pode pular níveis intenmediários na s
o:, 2.72 N s s s s s s
(.,.J hierarquia de menus
O usuário pode se deslocar de uma parte da s
2.73 s s s N s s s
árvore de menu para outra rapidamente
O vocabulário utilizado em rótulos, prompts e
mensagens é orientado á tarefa, utilizando
2.74 s s s s s N s
termos e jargão técnico normalmente
empregados na tarefa
O vocabulário utilizado em prompts e
2.75 mensagens de orientação são familiares ao s s s s s s s s
usuário, evitando palavras difíceis

2.76 Os códigos das teclas de atalho são coerentes s s SR s s s s s


Os códigos e abreviações utilizados pelo
sistema estão de acordo com aqueles de uso s
2.77 s s s s s s s
convencional e/ou com as expectativas do
usuário
(S0(11\',1rcs rll' i1n111ivos - n111ti1111t1çtlo)
Control
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonômícas O Arquivista Módulo
Arquivo Internet

Os ícones usados desempenham funções s s s


s s s s s
2.78 relacionadas com o próprio objeto usado para
representação no mundo real
Os identificadores das opções de menu são as s s s
s N SR s
2.79 letras iniciais destas opções (ou outras letras
ED
do nome destas opções)
Os identificadores de opção de menu são s s s
s s SR s s
2.80 facilmente visualizáveis, estando a letra-chave
responsável pela abertura do menu sublinhada
Os menus apresentam ativas apenas as s s ED s s s s
2.81 s
opções disponíveis no contexto corrente

o::,
Os menus são consistentes de uma tela para s s s s s s s s
2.82
,+:>- outra
Os menus são distintos em relação a outras s s s s s s s
2.83 informações apresentadas em tela s
Os objetos dos ícones são familiares ao s s s s s s
2.84 s s
usuário
Os operadores booleanos e os caracteres
usados para truncamento empregados pelo s s
s s s ED s s
2.85 sistema são discriminados na tela, não
exigindo que o usuário tenha que se lembrar
destas opções
Os rótulos estão próximos dos campos de
dados associados, mas separados dos s s s s s s
2.86 mesmos por, no mínimo, um caracter em s ED
branco
s s s s s s s s
2.87 Os rótulos de botões são informativos

(Srft1,·,1n-., de 1ln/1ti1·os - nmti1111.iç.fo1


Contrai
2
Argonauta
Características ergonômicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polídocuware
Arquivo 1
Internet
Os rótulos de campo estão localizados à
2.88
esquerda do campo de dados, ou
s s s s s
1 s s s
imediatamente acima e justificados à esquerda
do mesmo
Os rótulos de campo são apresentados em
2.89 N N s s s N s s
leira maiúscula
Os rótulos de campos de dados são
2.90 informativos, utilizando termos descritivos ou s s s s s s s s
termos padronizados
Os rótulos estão próximos dos campos de
dados associados, mas separados dos
o::, 2.91 s s s N s s s s
mesmos por, no mínimo, um caracter em
V1
branco
Os rótulos são coerentes (os mesmos rótulos
2.92 são empregados para identificar os mesmos s s s s s s s s
dados)
2.93 Os rótulos são concisos s s s s s s s s
2.94 Os rótulos são protegidos do cursor s s s s s s s s
Os significados usuais das cores são
respeitados, sem uso de cores que possam
2.95 s s s s s s s s
agredir visualmente ou causar estranheza aos
usuários
Os símbolos assim como outros códigos
2.96 possuem significados consistentes de uma s s s s s s s s
tela para outra
Os titulas de menus ou janelas estão
2.97 N N s N SR s s ED
centralizados
(So(tl\'llll'S rfr ,1rc111ivos - co11t11111i1ç,wi
Control
Argonauta Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonômicas O Arquivista
Arquivo Internet
Os ícones usados desempenham funções s s
s s s s s s
2.78 relacionadas com o próprio objeto usado para
representação no mundo real
Os identificadores das opções de menu são as s
s N SR ED s s s
2.79 letras iniciais destas opções (ou outras letras
do nome destas opções)
Os identificadores de opção de menu são s s
s s SR s s s
2.80 facilmente visualizáveis, estando a letra-chave
responsável pela abertura do menu sublinhada
Os menus apresentam ativas apenas as s s s ED s s s s
2.81 opções disponíveis no contexto corrente

CP Os menus são consistentes de uma tela para s s s s s s s s


*' 2.82 outra
Os menus são distintos em relação a outras s s s s s s s s
2.83 informações apresentadas em tela
Os objetos dos ícones são familiares ao s s s s s s s s
2.84 usuárto
Os operadores booleanos e os caracteres
usados para truncamento empregados pelo s
s s s ED s s s
2.85 sistema são discrtminados na tela, não
exigindo que o usuárto tenha que se lembrar
destas opções
Os rótulos estão próximos dos campos de
dados associados, mas separados dos s s s ED s s s s
2.86 mesmos por, no mínimo, um caracter em
branco
s s s s s s s s
2.87 Os rótulos de botões são informativos

(ScftH'.llr.i;, dt• ,mr11in1s - rn11ti1111.1r,foJ


Contrai
Argonauta
2 Características ergonómicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Os rótulos de campo estão localizados á
2.88 esquerda do campo de dados, ou s s s s s
1 s s s
imediatamente acima e justificados á esquerda
do mesmo
Os rótulos de campo são apresentados em
2.89 N N s s s N s s
letra maiúscula
Os rótulos de campos de dados são
2.90 informativos, utilizando termos descrttivos ou s s s s s s s s
termos padronizados
Os rótulos estão próximos dos campos de

a:, 2.91 dados associados, mas separados dos s s s N s s s s


mesmos por, no mínimo, um caracter em
Vl
branco
Os rótulos são coerentes (os mesmos rótulos
2.92 são empregados para identificar os mesmos s s s s s s s s
dados)
2.93 Os rótulos são concisos s s s s s s s s
2.94 Os rótulos são protegidos do cursor s s s s s s s s
Os significados usuais das cores são
2.95 respeitados, sem uso de cores que possam s s s s s s s s
agredir visualmente ou causar estranheza aos
usuártos
Os símbolos assim corno outros códigos
2.96 possuem significados consistentes de uma s s s s s s s s
tela para outra
Os títulos de menus ou janelas estão
2.97 N N s N SR s s ED
centralizados
·,)
Control
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
2 Características ergonómicas O Arquivista
Arquivo
Módulo
Internet

Os titulas de menus ou janelas estão s s s N s ED


2.98 s s
justificados á esquerda
Os títulos de menus ou Janelas estão s s s N s SR s s
2· 99 \
localizados no topo
Os títulos de menus ou janelas estão s
s s s s s s s
2.100 localizados no topo. centralizados ou
justificados á esquerda
Os títulos de menus são satisfatoriamente s
s s s s s s s
2.101 explicativos. refletindo a natureza da escolha
a ser feita
s s s s s s s s
2.102 Os títulos dos menus são descritivos
co s s s s s s s s
°' 2.103 Os titulas dos menus são distintos entre si
s s s s s s s s
2.104 Os títulos transmitem o que eles representam
Possui simboto para convite de entrada de s ED N s s s
2.105 s N
dados
Quando apresenta opções não disponíveis no
s s ED N s s s
2.106 momento. o sistema as mostra de forma s
diferenciada visualmente
Quando o sistema detecta um erro, as s s s s s s s
2.107 s
mensagens são claras
Quando o tempo é maior e perceptível. o s N ED s N s s
2.108 sistema informa que está em processamento s
Quando os identificadores de opção de menu
são explicitas. eles estão localizados á s N ED s s s s
2.109 s
esquerda do nome da opção e separados
deste por 2 ou 3 caracteres em branco
SR s s s s s s s
2.110 Rótulo associado a cada campo de dados

(S{ft1r.1n·s cfr 111'1/IIÍFOS - rt111li1111 1 IÇ,io)

Control
3 Características tecnológicas O Arquivista Módulo Docman
Argonauta
Dataview Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo 1
Internet 1
Acesso ilimitado de usuários ao módulo de
3.1 s s s s s s s s
pesquisa
Acesso ilimitado de usuários ao módulo de
3.2 s s N s s N s s
cadastramento de dados
Acesso simultâneo de usuários ao módulo de
3.3 s s s s s N s s
cadastramento de dados
Acesso simultâneo de usuários ao módulo de
3.4 s s s s s s s s
pesquisa
3.5 Acesso via browser (Internet) ED s s s s N s s
3.6 Acesso via INTRANET ED s s s s N s s
co Acompanha a tramitação do documento desde
'-l 3.7 sua criação até eliminação ou guarda N ED s ED s N s s
permanente
Acompanha a vida do documento pelo prazo
3.8 s ED s ED s s s
de guarda estabelecido em legislação
N

Ajuda especifica por campo para validação do


3.9 s s s s s N s s
registro
3.10 Alimentação de dados on-line s s s s s N s s
Armazenamento e recuperação de caracteres
3.11 s s s s s s s s
da língua portuguesa
Armazenamento e recuperação de documentos
3.12 ED s s s s s s s
digitais em diversos formatos
3.13 Arquitetura de rede cliente/servidor s s s s s s s s
3.14 Arquitetura multiplataforrna N s s s N s s s
3.15 Atualização on-line s s s s s N s s
-,)
Contrai
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Características ergonômicas O Arquivista Módulo
2 Arquivo
Internet

Os tilulos de menus ou janelas estão s s s N s ED


2.98 s s
justificados à esquerda
Os títulos de menus ou Janelas estão s s s N s SR s s
2.99
localizados no topo
Os títulos de menus ou janelas estão s
s s s s s s s
2.100 localizados no topo, centralizados ou
justificados à esquerda
Os tilulos de menus são salisfatoriamente s
s s s s s s s
2.101 explicativos, refletindo a natureza da escolha
a ser feita
s s s s s s s s
2.102 Os titulas dos menus são descritivos
ex:, s s s s s s s s
°' 2.103 Os titulas dos menus são distintos entre si
s s s s s s s s
2.104 Os titulas transmitem o que eles representam
Possui símbolo para convite de entrada de s N s ED N s s s
2.105
dados
Quando apresenta opções não disponíveis no s
s s s ED N s s
2.106 momento, o sistema as mostra de forma
diferenciada visualmente
Quando o sistema detecta um erro, as s s s s s s s s
2.107
mensagens são claras
Quando o tempo é maior e perceptível. o s N ED s N s s
2.108 sistema informa que está em processamento s
Quando os identificadores de opção de menu
são explícitos, eles estão localizados à s s N ED s s s s
2.109
esquerda do nome da opção e separados
deste por 2 ou 3 caracteres em branco
SR s s s s s s s
2.110 Rótulo associado a cada campo de dados

(So{hr,1rt'.'i ele ,1n111iros - n111ti1rn,1ç.ioJ


Contrai
Argonauta
3 Características tecnológicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet 1 I
Acesso ilimitado de usuários ao módulo de
3.1
pesquisa
s s s
1 s s s s s
Acesso ilimilado de usuários ao módulo de
3.2 s s N s s N s s
cadastramento de dados
Acesso simultâneo de usuários ao módulo de
3.3 s s s s s N s s
cadastramenlo de dados
Acesso simultâneo de usuários ao módulo de
3.4 s s s s s s s s
pesquisa
3.5 Acesso via browser (Internet) ED s s s s N s s
3.6 Acesso via INTRANET ED s s s s N s s
ex:, Acompanha a tramitação do documento desde
'J 3.7 sua criação até eliminação ou guarda N ED s ED s N s s
permanente
Acompanha a vida do documento pelo prazo
3.8 s ED s ED s N s s
de guarda estabelecido em legislação
Ajuda especifica por campo para validação do
3.9 s s s s s N s s
registro
3.10 Alimentação de dados on-line s s s s s N s s
Anmazenamento e recuperação de caracteres
3.11 s s s s s s s s
da língua portuguesa
Armazenamento e recuperação de documentos
3.12 ED s s s s s s s
digitais em diversos fonmatos
3.13 Arquitetura de rede cliente/servidor s s s s s s s s
3.14 Arquitetura multiplataforma N s s s N s s s
3.15 Atualização on-line s s s s s N s s
1
(StftH ,11rs dt· arq11i1 1w; - co11ti1111,11\io)
Control
Argo nauta Docman Kami Lightbase Polidocuware
3 Características tecnológicas O Arquivista Módulo Dataview
Arquivo
Internet
capacidade de suportar acima de 1 milhão de s s
3.16 N s s s s s
registros documentais
capacidade de suportar até 05 licenças s s SR N s s
3.17 s s
simultâneas (alimentação de dados)
capacidade de suportar de 10 a 20 licenças s s SR N s s
3.18 s s
simultâneas (alimentação de dados)
Capacidade de suportar de 20 a 40 licenças ED s SR N s s
3.19 s s
simultâneas (alimentação de dados)
capacidade de suportar mais 40 licenças N s s N s s
3.20 s s
simultâneas (alimentação de dados)
Compatibilidade com o sistema de acesso à N N N N ED ED
CD 3.21 ED s
CD estanteria eletro-eletrônica
Compatibilidade com o sistema operacional ED N N ED ED
3.22 N s s
Linux
Compatibilidade com o sistema operacional s s s s s s
3.23 s s
Windows
Compatibilidade com o software de banco de ED N N ED s
3.24 N s s
dados DB2/400
Compatibilidade com o software de banco de ED N ED s
3.25 N s s s
dados Oracle
Compatibilidade com o software gerenciador de N ED ED N N ED s
3.26 N
banco de dados Folio
Compatibilidade com o software gerenciador de ED ED N ED s
3.27 ED s s
banco de dados relacional (SGBD)/SQL
Compatibilidade com o software gerenciador de N ED ED N ED s
3.28 N s
banco de dados relacional (SGBD)BRSSearch

(Stft11't1rc5 d,· an111i1't1S - nmti1111aç1ioJ


Control
Argonauta
3 Caracteristicas tecnológicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polid=--e
Arquivo
Internet L
Compatibilidade com os softwares de rede
3.29 s s s s s s s s
Microsoft Windows NT
Compatibilidade com os softwares de rede
3.30 s s s s s s s s
Novell Netware
Compatibilidade com os softwares de rede
3.31 N s ED ED N N ED s
OS400
Criplografia para segurança dos
3.32 N ED N s N N s s
dados/informações armazenadas no sistema
Data no formato dd/mmm/aaaa (língua
3.33 s s s s s s s s
portuguesa)
3.34 Disponibilização on-line do acervo (OPAC) N s s s s s s s
CD 3.35 Garante segurança na integridade dos registros s s s s s s
'Ü s s
3.36 Leitura de código de barras ED s s ED N N s s
Níveis diferenciados de acesso ao sistema
3.37 s s s s s s s s
(adoção de senhas)
Permite a localização física do documento em
3.38 s s s s s s s s
prateleiras, caixas e estantes
Permite acompanhamento dos documentos e
3.39 N ED ED ED s N s s
controle automático através de Workflow
3.40 Permite auditoria no sislema N s s s s s s s
3.41
Permite bloqueio para acesso a documento
sigiloso N ED s ED s N s s
Permite controle do trâmite de documentos
3.42 N ED N s s N
gerados na instituição s s
3.43 Permite customização do sistema s s s s s s s s
(Scft1v.1n.'s dt• an/fli1 1C1.'i - nmti1111,1ç,ia)
Contrai
Argonauta Docman Kami Lightbase Polidocuware
3 Características tecnológicas O Arquivista Módulo Dataview
Arquivo
Internet
Capacidade de suportar acima de 1 milhão de s
3.16 N s s s s s s
registros documentais
Capacidade de suportar até 05 licenças s SR N s s
3.17 s s s
simultâneas (alimentação de dados)
Capacidade de suportar de 10 a 20 licenças SR N s s
3.18 s s s s
simultâneas (alimentação de dados)
Capacidade de suportar de 20 a 40 licenças ED s SR N s s
3.19 s s
simullâneas (alimentação de dados)
Capacidade de suportar mais 40 licenças N s s N s s
3.20 s s
simultâneas (alimentação de dados)
Compatibilidade com o sistema de acesso à N N N ED ED
. co 3.21 ED s N
co estanteria eletro-eletrônica
Compatibilidade com o sistema operacional ED N N ED ED
3.22 N s s
Linux
Compatibilidade com o sistema operacional s s s s s s s
3.23
Windows
s
Compatibilidade com o software de banco de ED N N ED s
3.24 N s s
dados DB2/400
Compatibilidade com o software de banco de ED N ED s
3.25 N s s s
dados Oracle
Compatibilidade com o software gerenciador de N ED ED N N ED s
3.26 N
banco de dados Folio
Compattbilidade com o software gerenciador de ED ED ED s N ED s
3.27 s
banco de dados relacional (SGBD)/SQL
Compatibilidade com o software gerenciador de N ED ED N ED s
3.28 N s
banco de dados relacional (SGBD)BRSSearch

(:>clt1,·,in·.,; rlc an111iros - m11tim1açcio)


Contrai
Argonauta
Caracteristicas tecnológicas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lign!!lase ?ci:·::�
Arquivo
Internet j
Compatibilidade com os softwares de rede
3.29 s s s s s s s s
Microsoft Windows NT
Compatibilidade com os softwares de rede
3.30 s s s s s s s s
Novel! Nelware
Compatibilidade com os softwares de rede
3.31 N s ED ED N N ED s
OS400
Criptografia para segurança dos
3.32 N ED N s N N s s
dados/informações armazenadas no sistema
Data no formato dd/mmm/aaaa (língua
3.33 s s s s s s s s
portuguesa)
3.34 Dispcnibilização on-line do aceivo (OPAC) N s s s s s s s
co
'-O 3.35 Garante segurança na integridade dos registros s s s s s s s s
3.36 Leitura de código de barras ED s s ED N N s s
Níveis diferenciados de acesso ao sistema
3.37 s s s s s s s s
(adoção de senhas)
Permite a localização tisica do documento em
3.38 s s s s s s s s
prateleiras, caixas e estantes
Permite acompanhamento dos documentos e
3.39 N ED ED ED s N s s
controle automàlico através de Workflow
3.40 Permite auditoria no sistema N s s s s s s s
Permite bloqueio para acesso a documento
3.41 N ED s ED s N s s
sigiloso
Permite controle do trâmite de documentos
3.42 N ED N s s N s s
gerados na instituição

3.43 Permite customização do sistema s s s s s s s s


(Slft1Vcl11'S rft' ,1/'cfllil'OS - CO/ltÍJlllilftfoJ
Control
Argonauta
Características tecnológícas O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
3.44 Permite digitalização de documentos s s s s s N s s
Permite o mapeamento do espaço físico
3.45 N ED N N N s s
destinado ao acervo
ED
3.46 Permite parametrização do sistema s s s N s s s s
Possibilidade de identificar alterações feitas
3.47 N s s s s N s s
no sistema e os responsáveis{log do sistema)
Control
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
4.1 Atualização em lote s N s N N SR s s
Atualização em tempo real na base de dados
4.2 s s s s s s s
'°o
{inclusão, exclusão, modificação)
SR
Cadastramento da instituição com endereço
4.3 s s s s s s s
completo
SR
4.4 Cadastramento de documentos s s s s s SR s s
4.5 Cadastramento de processos s s s s s SR s s
Campo especifico para protocolo e controle da
4.6 s ED s ED s s s
lramitação de documentos
SR
Campo especifico para registro de atos
4.7 N s s ED s s s
comprobatórios
SR
Campo especifico para registro de atos de
4.8 N s s ED s s s
ajuste
SR
Campo especifico para registro de atos de
4.9 N s s ED s s s
assentamentos
SR
Campo especifico para registro de atos de
4.10 N s s ED s s s
correspondência
SR

(S1ft11·,1,rs de an111ii:os - cont i1w,1ç,IOJ


Contrai
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Campo especifico para registro de atos
4.11 N s s ED s s s
enunciativos
SR
Campo especifico para registro de atos
4.12 N s s ED s s s
normativos
SR
Campo especifico para regislro de documentos
4.13 s s s ED s s s
cartográficos
SR
Campo especifico para registro de documentos
4.14 s s s ED s s s
filmográficos
SR
Campo especifico para registro de documentos
4.15 s s s ED s s s
iconográficos
SR
Campo especifico para registro de documentos
'°....... 4.16 s s s s s s
informáticos
ED SR
Campo especifico para registro de documentos
4.17 s s s ED s s s
micrográficos
SR
Campo especifico para registro de documentos
4.18 s s s s s s
sonoros
ED SR
Campo especifico para registro de documentos
4.19 s s s ED s s s
textuais
SR
Capacidade de incluir dados de informação
4.20 s s s s s s s
legislativa
SR
Caracterização da natureza da instituição
4.21 N s s ED s s s
arquivística
SR
Construção de remissivas para
4.22 N s s ED s s s s
autores/assuntos
Consultas interativas {com remissivas) durante
4.23 N s s ED N N s s
o cadastramento de um registro no tesauro
(Sr!ftn•,111•s dt> .ll't/llivos - co11ti1111ílÇtfo)
Control
Argonauta
Características tecnológicas O Arquivista Módulo Datavíew Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
3.44 Permile digitalização de documentos s s s s s N s s
Permite o mapeamento do espaço físico
3.45 N EO N EO N N s s
destinado ao acervo
3.46 Permite parametrização do sistema s s s N s s s s
Possibilidade de identificar alterações feitas
3.47 N s s s s N s s
no sistema e os responsáve1s(log do sistema)
Contrai
Argonauta
Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
4.1 Atualização em lote s N s N N SR s s
'Ú Atualização em tempo real na base de dados
o 4.2 s s s s s s s
(inclusão, exclusão, modificação)
SR
Cadastramento da instituição com endereço
4.3 s s s s s s s
completo
SR
4.4 Cadastramento de documentos s s s s s SR s s
4.5 Cadastramento de processos s s s s s SR s s
Campo específico para protocolo e controle da
4.6 s ED s ED s s s
lramitação de documentos
SR
Campo específico para registro de atos
4.7 N s s EO s s s
comprobatórios
SR
Campo específico para registro de atos de
4.8 N s s ED s s s
ajuste
SR
Campo específico para registro de atos de
4.9 N s s s s s
assentamentos
ED SR
Campo específico para registro de atos de
4.10 N s s s s s
correspondência
ED SR

(.S,ft11·,1n•5 dr cll"C/I/ÍFtJ5i - nmti111111ç.io)


Contrai
Argonauta
Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Datavíew Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Campo específico para registro de atos
4.11 N s s ED s s s
enunciativos SR
Campo específico para registro de atos
4.12 N s s s s s
normativos ED SR
Campo específico para regislro de documentos
4.13 s s s ED s s s
cartográficos SR
Campo especifico para registro de documentos
4.14 s s s s s s
filmográficos ED SR
Campo específico para registro de documentos
4.15 s s s EO s s s
iconográficos SR
'Ú Campo específico para registro de documentos
...... 4.16 s s s EO s s s
informáticos SR
Campo específico para registro de documentos
4.17 s s s EO s s s
micrográficos SR
Campo especifico para registro de documentos
4.18 s s s s s s
sonoros
ED SR
Campo específico para regislro de documentos
4.19 s s s ED s s s
textuais SR
Capacidade de incluir dados de informação
4.20 s s s s s s s
legislativa SR
Caracterização da natureza da instituição
4.21 N s s EO s s s
arquivística SR
Construção de remissivas para
4.22 N s s ED s s s s
autores/assuntos
Consultas interativas (com remissivas) durante
4.23 N s s N N s s
o cadastramento de um registro no tesauro
ED
(S,ft1v1 111·s dl' c1n111i1·os - cm1ti1111aç,fo)
Control
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Consultas interativas (com remissivas) durante
4.24 o cadastramento de um registro na lista de N s s ED N N s s
autoridades
Controle da entrada de dados com regras de
4.25 s s s s N N s s
validação para os campos
4.26 Descarte automatizado de documentos s s s s s N s s
4.27 Elabora termo de descarte de documentos N ED s ED N N s s
4.28 Emite guia de empréstimo de documentos s s s s N N s s
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.29 s s s s N N s s
por período
'O Emite relatório de empréstimo de documentos
l-...l 4.30 s s s s N N s s
por processo
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.31 s s s s N N s s
por solicitante pessoa física
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.32 s s s s N N s s
por tipo de documento
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.33 s s s s N N s s
por unidade organizacional
4.34 Emite relatório por processo desentranhado N s s ED N N s s
4.35 Emite relatório por emissão de etiquetas s s s ED N N s s
4.36 Emite relatório por guia de malote N ED ED ED N N s s
4.37 Emite relatório por guia de tramitação N ED ED ED N N s s
4.38 Emite relatório por malote enviado N ED ED ED N N s s
4.39 Emite relatório por processos anexados N ED ED ED N N s s
4.40 Emile relatório por tramitação de processo N ED ED ED N N s s

(S0(t1r,111:s di• .irc11ti11os - m11ti1111,1ç,foJ

Control
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados Argonauta
O Arquivista Módulo Dataview Docman
Arquivo Kami Lightbase Polidocuware
Internet
4.41 Enlrada de dados por digitação local s s s s s N s s
Especificação de informações próprias de
filmes e música tais como tempo de duração,
4.42 atores, direção, compositor, arranjador, N s s s s N s s
intérprete, trilha sonora, faixa musical e outras
pertinentes.
4.43 Geração de etiquetas com código de barras ED s s N N N s s
4 44 Gerenciamento de textos e imagens s s s s s s s s
4.45 Inclusão, exclusão, modificação de registros, s
campos e subcampos s s s s N s s
'O
w 4.46 Indexação em tempo real com inclusão,
exclusão e mod1f1cação dos índices N s s s s N s s
4.47 Integração com os sistemas de protocolo N ED N
utilizados s N N s s
4.48 Obedece a padrões técnicos estabelecidos N
pelo Conarq s ED s N N s s
4.49 Obedece a padrões técnicos eslabelecidos N
pelo Conselho Internacional de Arquivos s ED s N N s s
Permite armazenamento e uso da labela de
4.50 temporalidade elaborada pelo usuârio para
documentos de atividades-fim não vinculada à s s s ED s N s s
tipologia documental
Permite armazenamento e uso da tabela de
4.51 temporalidade elaborada pelo usuârio para s s s ED s N s s
documentos de atividades-fim
{S(ft\\',lll'.'i dt' 11n1t1il'Os - cm1ti1111aç,fo)
Control
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Consultas interativas (com remissivas) durante
4.24 o cadastramento de um registro na lista de N s s ED N N s s
autoridades
Controle da entrada de dados com regras de
4.25 s s s s N N s s
validação para os campos
4.26 Descarte automatizado de documentos s s s s s N s s
4.27 Elabora termo de descarte de documentos N ED s ED N N s s
4.28 Emite guia de empréstimo de documentos s s s s N N s s
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.29 s s s s N N s s
por período
'-O Emite relatório de empréstimo de documentos
L-J 4.30 s s s s N N s s
por processo
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.31 s s s s N N s s
por solicitante pessoa física
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.32 s s s s N N s s
por tipo de documento
Emite relatório de empréstimo de documentos
4.33 s s s s N N s s
por unidade organizacional
4.34 Emite relatório por processo desentranhado N s s ED N N s s
4.35 Emite relatório por emissão de etiquetas s s s ED N N s s
4.36 Emite relatório por guia de malote N ED ED ED N N s s
4.37 Emite relatório por guia de tramitação N ED ED ED N N s s
4.38 Emite relatório por malote enviado N ED ED ED N N s s
4.39 Emite relatório por processos anexados N ED ED ED N N s s
4.40 Emite relatório por tramitação de processo N ED ED ED N N s s

(S�{t1r.1n•s de ,lrlfllil'OS - nmti1111,1ç,foJ

Control
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados Argonauta
O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase
Arquivo Polidocuware
Internet
4.41 Entrada de dados por digitação local s s s s s N s s
Especificação de informações próprias de
filmes e música tais como tempo de duração,
4.42 atores, direção, compositor, arranjador, N s s s s N s s
intérprete, trilha sonora, faixa musical e outras
pertinentes.
4.43 Geração de etiquetas com código de barras ED s s N N N s s
4 44 Gerenciamento de textos e imagens s s s s s s s s
4.45 Inclusão, exclusão, modificação de registros, s s
campos e subcampos s s s N s s
'-O Indexação em tempo real com inclusão,
w 4.46 N
exclusão e mod1f1cação dos índices s s s s N s s
Integração com os sistemas de protocolo
4.47 N ED N
utilizados s N N s s
Obedece a padrões técnicos estabelecidos
4.48 N s ED
pelo Conarq s N N s s
Obedece a padrões técnicos eslabelecidos
4.49 N ED
pelo Conselho Internacional de Arquivos s s N N s s
Pennite armazenamento e uso da labela de
temporalidade elaborada pelo usuário para
4.50 s s ED
documentos de atividades-fim não vinculada à s s N s s
tipologia documental
Permite armazenamento e uso da tabela de
4.51 temporalidade elaborada pelo usuário para s s s ED s N s s
documentos de atividades-fim
(Stftl\',1n.·s de c1nJ11iro.c; - C()l1ti1111.:1ç,fo)
Contrai
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet
Permite armazenamento e uso da tabela de
temporalidade elaborada pelo usuário para ED s N s s
4.52 s s s
documentos de atividades-fim vinculada à
tipologia documental
Permite o controle de valor histórico dos N s s s s s
4.53 s s
documentos
4.54 Permite armazenamento de imagens s s s s s s s s
4.55 Permite definição de índices N s s s s s s s
4.56 Permite inclusão de resumo dos documentos s s s s s s s s
Permite o gerenciamento de texto, imagem e N s s s s s
4.57 s s
'°� som para inclusão de inteiro teor da legislação
Permite a identificação de documentos s s s s s
4.58 s s s
gerados na instituição
Permite o cruzamento da classificação dos ED N s s s
4.59 s s ED
documentos com as tipologias documentais
4.60 Permite o uso de tabelas auxiliares s s s s s s s s
Permite sistema de classificação decimal de N s ED N s s s
4.61 s
documentos
Processamento de materiais especiais: N s N s s s
4.62 s s
memória técnica
Processamento de materiais especiais: N s N s s s
4.63 s s
multimídia
Processamento de materiais especiais: obras N s N s s s
4.64 s s
raras
Suporta a Tabela de Temporalidade do N ED N N s s
4.65 s s
Conarq para atividades - meio

/:io(/11",lll'.I de ,lrtfllÍl"O.I - i"!J/lllllll,IÇ,10)

Contrai
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
4.66 Suporta plano de classificação documental s s s s s N s s
4.67 Tabela de espécie documental s s s s s N s s
4.68 Tabela de tipologia documental s s s s s N s s
4.69 Validação de registro s s s s N N s s
Validação de registro por campo, subcampo,
4.70
por solicitação e no salvamento
s s s ED N N s s
(obrigatoriedade/repetitividade/tamanho valor
no campo/valores autorizados)
Permite a identificação de documentos
4.71 s s s s s N s s
recebidos pela instituição
Visualiza a instituição (organograma
'° 4.72 N N ED s N N s s
Ul institucional)
Contrai
Argonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
5.1 Busca automática por termos do tesauro N s s s N N s s
Busca interativa a partir da seleção de tennos
5.2 N s s s N N s s
do tesauro
5.3 Cadastra a devolução de documentos s s s s s N s s
5.4 Cadastro de usuários s s N s s N s s
55
Capacidade de ordenar e classificar os
N s s s N s s s
documentos pesquisados por autor
Capacidade de ordenar e classificar os
5.6 s s s s s s s s
documentos pesquisados por titulo
Capacidade de ordenar e classificar os
5.7 s s s s N s s s
documentos pesquisados por assunto
(Stftl\',m's dt· c1n111il'o� - C(}J1fi1111aç,io)
Control
Argonauta Kami Lightbase Polidocuware
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman
Arquivo
Internet
Permite armazenamento e uso da tabela de
temporalidade elaborada pelo usuário para ED s N s s
4.52 s s s
documentos de atividades-fim vinculada à
tipologia documental
Permite o controle de valor histórico dos s s s s
4.53 N s s s
documentos
4.54 Permite armazenamento de imagens s s s s s s s s
4.55 Permite definição de índices N s s s s s s s
4.56 Permite inclusão de resumo dos documentos s s s s s s s s
Permite o gerenciamento de texto, imagem e s s
4.57 N s s s s s
\Q som para inclusão de inteiro teor da legislação
..,.. Permite a identificação de documentos s s s s s
4.58 s s s
gerados na instituição
Permite o cruzamento da classificação dos ED ED N s s s
4.59 s s
documentos com as tipologias documentais
4.60 Permite o uso de tabelas auxiliares s s s s s s s s
Permite sistema de classificação decimal de ED N s s
4.61 N s s s
documentos
Processamento de materiais especiais: N s s N s s s
4.62 s
memória técnica
Processamento de materiais especiais: N N s s s
4.63 s s s
multimídia
Processamento de materiais especiais: obras N s s
4.64 N s s s s
raras
Suporta a Tabela de Temporalidade do N ED N N s s
4.65 s s
Conarq para atividades - meio

(:ioft1r,111·s rlc .irc111ir"·' - nlllllllll,lÇ,loi


Controt
Argonauta
4 Aspectos técnicos de inclusão de dados O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
4.66 Suporta plano de classificação documental s s s s s N s s
4.67 Tabela de espécie documental s s s s s N s s
4.68 Tabela de tipologia documental s s s s s N s s
4.69 Validação de registro s s s s N N s s
Validação de registro por campo, subcampo,
por solicitação e no salvamento
4.70 s s s ED N N s s
(obrigatoriedade/repetitividade/tamanho valor
no campo/valores autorizados)
Permite a identificação de documentos
4.71 s s s s s N s s
recebidos pela instituição
Visualiza a instituição (organograma
\Q 4.72 N N ED s N N s s
lJ1 institucional)
Contrai
Argonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
5.1 Busca automática por termos do tesauro N s s s N N s s
Busca interativa a partir da seleção de tenmos
5.2 N s s s N N s s
do tesauro
5.3 Cadastra a devolução de documentos s s s s s N s s
5.4 Cadastro de usuários s s N s s N s s
Capacidade de ordenar e classificar os
5.5 N s s s N s s s
documentos pesquisados por autor
Capacidade de ordenar e classificar os
5.6 s s s s s s s s
documentos pesquisados por titulo
Capacidade de ordenar e classificar os
5.7 s s s s N s s s
documentos pesquisados por assunto
(Soft11·<1ll'.'i dr an111in1.s - conti1lflilf(foJ
Control
Argonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Capacidade de ordenar e classificar os
5.8 N N ED s N N s s
documentos pesquisados por releváncia
Capacidade de ordenar e classificar os
5.9 documentos pesquisados por tipo de s s s s s s s s
documento
Capacidade de ordenar e classificar os
5.10 s s ED s s s s s
documentos pesquisados por data
Capacidade de salvar os registros
5.11 s s s ED N s s s
selecionados do resultado da pesquisa
Capacidade de selecionar registros do
5.12 s s s s N s s s
resultado da pesquisa e imprimir
5.13 Cobrança de documentos emprestados s s ED s N N s s
'°°'
Emissão de estatísticas de consultas à
base com número de acessos per faixas de
5.14 N ED s ED N N s s
horário, dia, dia da semana, dia no mês, mês
no ano etc.
5.15 Empréstimo no local s s s s N N s s
5.16 Empréstimo remoto s s N s N N s s
5.17 Envio dos resultados de pesquisa por e-mail s s ED s N N s s
Filtragem e cruzamento de resultados de
5.18 s s N ED N N s s
pesquisa
Gravação dos resultados de pesquisa em
5.19 s s ED s N s s s
meio magnético
5.20 Interface de busca avançada s s s s s s s s
5.21 Interface de busca on-line N s s s s s s s
5.22 Interface gráfica de pesquisa s s s s s s s s

(S,fh\'iln's de t1nJ11ivos - co11ti1111aç,io)


Contrai
5 Consulta aos documentos Argonauta
O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
lnlerface única de pesquisa (busca em todo o
5.23 s s ED
sistema) s s s s s
Permite consulta ao histórico dos processos e
5. 24 s s s N
documentos s s s s
5.25 Penmite reserva de documenlos N s ED s N N s s
Pesquisa com proximidade e adjacência de
5.26 N s s ED N
termos em lista de palavras s s s
5.27 Pesquisa em todos os campos s s s s s s s s
5.28 Pesquisa no campo de assunto s s s s s s s s
5.2 9 Pesquisa no campo de autor N s s s s s s s
5.30 Pesquisa no campo de classificação s s s s s
'°" s s s
5.31 Pesquisa no campo de dala s s s s s s s s
5.32 Pesquisa no campo de idioma N s s s s s s s
5.33 Pesquisa no campo de local s s s s s s s s
5.34 Pesquisa no campo de palavra-chave s s s s s s s s
5.35 Pesquisa no campo de resumo s s s s s s s s
536 Pesquisa no campo de lipo de documento s s s s s s s s
5.37 Pesquisa no campo de titulo s s s s s s s s
Possibilidade de busca a partir de determinada
5.38 s s ED s
dala ou entre datas s s s s
5.39 Possibilidade de busca a partir dos resultados N s s ED N s s s
Possibilidade de limpar o fonmuláno para nova
5.40 s s s s
pesquisa s s s s
ti1111;1çâo)
Contrai
Argonauta Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo
Arquivo
Internet
capacidade de ordenar e classificar os N ED N N s s
5.8 N s
documentos pesquisados por relevãncia
capacidade de ordenar e classificar os
5.9 documentos pesquisados por tipo de s s s s s s s s
documento
capacidade de ordenar e classificar os ED s s s s s
5.10 s s
documentos pesquisados por data
capacidade de salvar os registros s ED N s s s
5.11 s s
selecionados do resultado da pesquisa
capacidade de selecionar registros do s s N s s s
5.12 s s
resultado da pesquisa e imprimir
ED s N N s s
5.13 Cobrança de documentos emprestados s s
'°°'
Emissão de estatísticas de consultas ã
base com número de acessos por faixas de ED ED N N s s
5.14 N s
horário, dia, dia da semana, dia no mês, mês
no ano etc.
s s N N s s
5.15 Empréstimo no local s s
N s N N s s
5.16 Emprêstimo remoto s s
ED s N N s s
5.17 Envio dos resultados de pesquisa por e-mail s s
Filtragem e cruzamento de resultados de N ED N N s s
5.18 s s
pesquisa
Gravação dos resultados de pesquisa em ED s N s s s
5.19 s s
meio magnético
5.20 Interface de busca avançada s s s s s s s s
5.21 Interface de busca on-line N s s s s s s s
5.22 Interface gráfica de pesquisa s s s s s s s s

(S0ft11•,ms d!' ,in111ivos - f(Jllli1111ar,ioJ


Contrai
Argonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Interface única de pesquisa (busca em todo o
5.23 s s s ED s s s s
sistema)
Permite consulta ao histórico dos processos e
5.24 s s s s s N s s
documentos
5.25 Permite reserva de documentos N s ED s N N s s
Pesquisa com proximidade e adjacência de
5.26 N s s ED N s s s
termos em lista de palavras
5.27 Pesquisa em todos os campos s s s s s s s s
5.28 Pesquisa no campo de assunto s s s s s s s s
5.29 Pesquisa no campo de autor N s s s s s s s
'° 5.30 Pesquisa no campo de classificação s s s s s s s s
'-l
5.31 Pesquisa no campo de data s s s s s s s s
5.32 Pesquisa no campo de idioma N s s s s s s s
5.33 Pesquisa no campo de local s s s s s s s s
5.34 Pesquisa no campo de palavra-chave s s s s s s s s
5.35 Pesquisa no campo de resumo s s s s s s s s
5.36 Pesquisa no campo de tipo de documento s s s s s s s s
5.37 Pesquisa no campo de titulo s s s s s s s s
Possibilidade de busca a partir de determinada
5.38 s s ED s s s s s
data ou entre datas 1
5.39 Possibilidade de busca a partir dos resultados N s s ED N s s s
Possibilidade de limpar o fonmuláno para nova 1
5.40 s s s s s s s s
pesquisa
(S1ft\\'t1l1'.'i dr ilrl/1tirvs - co11ti1111c1çiiv)
Contrai
Argonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Possibilidade de pesquisar o status do
5.41 documento. se disponível, emprestado, em s s s s s N s s
restauração, reservado etc.)
Possibilidade de salvar estratégias de buscas N ED N s s
5.42 s s s
para utilização postenor
Possibilidade de selecionar a quantidade de N N
5.43 N N s s s s
registros a serem exibidos em cada página
Possibilidade de selecionar o mesmo campo N
5.44 N s s ED s s s
mais de uma vez
Possibilidade de selecionar os campos a N N s s
5.45 s s s s
serem pesquisados por caixas de seleção
'-O
00 Possibilidade de solicitação de empréstimo do N N s s
5.46 s s s s
documento
Recuperação por truncamento e substituição
de caracteres especificas à esquerda, à direita N
5.47 N s s ED s s s
e ao meio, operadores booleanos, proximidade
e distância entre termos
5.48 Refinamento da busca por frase s s s s N s s s
Refinamento da busca por distância entre ED N
5.49 N N s s s s
os lermos
Refinamento da busca por operador booleano s s s s
5.50 s s s s
ANO
Refinamento da busca por operador s s s
5.51 s s s s s
booleano OR
Refinamento da busca por proximidade entre N
5.52 N s s ED s s s
os termos

(S,ft1v,1n·s dr <1n/1til'os - nml i1111c1ç,io)


Contrai
A rgonauta
5 Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Refinamento da busca por truncamento à
5.53 N s s ED s s s s
direita
Refinamento da busca por truncamento à
5.54 N s N ED s N s s
esquerda
Refinamento da busca por truncamento ao
5.55 N s N ED N N s s
meio
Relatório de documentos consultados por
5.56 N s N s s N s s
usuário por período
Visualização de todos os registros
5.57 s s s s s s s s
recuperados
'-O Visualização do cabeçalho com identificação
'° 5.58 do assunto pesquisado e do número de s s s s N N s s
referências dos registros gravados
Visualização do número de registros
5.59 s s s s N s s s
recuperados
Visualização dos registros numerados
5.60 s N s ED N s s s
(ex.: 1/2, 2/2) recuperados
Visualização e cruzamento de histórtco das
5.61 N s N ED N N s s
pesquisas realizadas
Contrai
Argonauta
Processo gerencial O A rquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Acompanhamento da execução da tabela de
6.1 s ED s s N SR s s
temporalidade
Emissão de correspondência para devolução
6.2 N s ED s N SR s s
de documentos
(S1ft1v.ircs de arqui1-v5 - co11ti1111dÇtTo)
Contrai
Argonauta
Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Possibilidade de pesquisar o status do
5.41 documento: se disponível, emprestado, em s s s s s N s s
reslauração, reservado etc.)
Possibilidade de salvar estratégias de buscas
5.42 s s N ED s N s s
para utilização posterior
Possibilidade de selecionar a quantidade de
5.43 N N s s N N s s
registros a serem exibidos em cada página
Possibilidade de selecionar o mesmo campo
5.44 N s s ED s N s s
mais de uma vez
Possibilidade de selecionar os campos a
5.45 s s s s N N s s
serem pesquisados por caixas de seleção

o:, Possibilidade de solicitação de empréstimo do
5.46 s s s s N N s s
documento
Recuperação por truncamento e substituição
de caracteres específicos à esquerda, à direita
5.47 N s s ED s N s s
e ao meio, operadores booleanos, proximidade
e distância entre termos
5.48 Refinamento da busca por frase s s s s N s s s
Refinamento da busca por distância entre
5.49 N N s ED N s s s
os termos
Refinamento da busca por operador booleano
5.50 s s s s s s s s
AND
Refinamento da busca por operador
5.51 s s s s s s s s
booleano OR
Refinamento da busca por proximidade entre
5.52 N s s ED N s s s
os termos

(Stfliv,rn·s dl' an111il'os - rnntim,aç,io)


Contrai
Argonauta
Consulta aos documentos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Refinamento da busca por truncamento à
5.53 N s s ED s s s s
direita
Refinamento da busca por truncamento à
5.54 N s N ED s N s s
esquerda
Refinamento da busca por truncamento ao
5.55 N s N ED N N s s
me,o
Relatório de documentos consultados por
5.56 N s N s s N s s
usuário por período
Visualização de todos os registros
5.57 s s s s s s s s
recuperados
Visualização do cabeçalho com identificação
'°'°
5.58 do assunto pesquisado e do número de s s s s N N s s
referências dos registros gravados
Visualização do número de registros
5.59 s s s s N s s s
recuperados
Visualização dos registros numerados
5.60 s N s ED N s s s
(ex.: 1/2, 2/2) recuperados
Visualização e cruzamento de histórico das
5.61 N s N ED N N s s
pesquisas realizadas
Contrai
Argonauta
Processo gerencial O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Acompanhamento da execução da tabela de
6.1 s ED s s N SR s s
temporalidade
Emissão de correspondência para devolução
6.2 N s ED s N SR s s
de documentos
(S,ft1,ra1t·s de .!r<flli\lOS - cc111ti1H1clÇ,io)

Contrai
Argonauta
6 Processo gerencial O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Emissão de relatónos e estatísticas sobre a
6.3 alimentação das bases de dados, por N s ED s N SR s s
funcionário
Emissão de relatónos e estatísticas da
6.4 atividade de digitalização, higienização, N N ED s N SR s s
separação e restauração de documentos
Emissão de relatónos e estatísticas de
6.5 descarte de documentos pelo cumprimento da N ED s s N SR s s
tabela de temporalidade
Geração de relatórios e estatísticas de
6.6 N s ED s N SR s s
cadastramento de documentos e processos
o Geração de relatórios e estatísticas de
o 6.7 N s N s N SR s s
documentos consultados pela tipologia
Geração de relatórios e estatísticas de
6.8 N s N s N SR s s
documentos consultados por assunto
Geração de relatórios e estatísticas de
6.9 N ED N s N SR s s
documentos por utilização
Geração de relatórios e estatísticas de
6.10 N s ED s N SR s s
empréstimo de documentos e processos
Geração de relatórios e estatísticas de listas
6.11 N s N s N SR s s
de usuários por categorias
Geração de relatórios e estatísticas de uso
6.12 N s N s N SR s s
das bases de dados
Gerenciamento dos diversos tipos de
6.13 s s s s s SR s s
documentos

(:hftH·,111·s de t1n/1ii1 1os - co11tim1,1çiio)

Contrai
Ambiente que o produto opera em Argonauta
7 O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
melhores condições Arquivo
Internet
7.1 082/400 s
7.2 Folio
7.3 Microsoft Windoww NT s s s s s s s s
7.4 MS SOL Server s
7.5 Novel Netware s s s s s s
7.6 Oracle s s s
7.7 OS/400
SQL Server, Windows Windows
7.8 Outros: indicar
lnterbase 2000, Linux 2000, Linux
Contrai
Método de conversão retrospectiva Argonauta
8 O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Potidocuware
adotado Arquivo
Internet
8.1 chaves únicas ( ISSN, ISBN) N N SR s N SR N s
8.2 digitação s s SR s s SR s s
8.3 digitalização ( scanner) s s SR s s SR s s
8.4 on-line ( pesquisa em catálogos cooperativos) N s SR s N SR s s
8.5 Outros
Contrai
Argonauta
9 Criação da empresa O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
9.1 1974 s
9.2 1983 s
9.3 1984 s
(S,ft11·.1tl'S ,li· ilrtfllivos - co11ti1111c1ç,io)

6
Contrai
Argonauta
Processo gerencial O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet

s
Emissão de relatónos e estatísticas sobre a
6.3 alimentação das bases de dados, por N s ED N SR s s
funcionário

ED s s
Emissão de relatónos e estatísticas da
6.4 atividade de digitalização, higienização, N N N SR s
separação e restauração de documentos
Emissão de relatónos e estatísticas de
6.5 descarte de documentos pelo cumprimento da N ED s s N SR s s
tabela de temporalidade

6.6
Geração de relatórios e estatísticas de
cadastramento de documentos e processos
N s ED s N SR s s
o s s s s
o
Geração de relatórios e estatísticas de
6.7 N N N SR
documentos consultados pela tipologia

6.8
Geração de relatórios e estatísticas de
documentos consultados por assunto
N s N s N SR s s
6.9
Geração de relatórios e estatísticas de
documentos por utilização
N ED N s N SR s s
6.10
Geração de relatórios e estatísticas de
empréstimo de documentos e processos
N s ED s N SR s s
6.11
Geração de relatórios e estatísticas de listas
de usuários por categorias
N s N s N SR s s
6.12
Geração de relatórios e estatísticas de uso
das bases de dados
N s N s N SR s s
6.13
Gerenciamento dos diversos tipcs de
documentos
s s s s s SR s s

(S!ftH't11rs ífr tlrc11li11os - nmti1111,1çtio)


Control
Ambiente que o produto opera em Argonauta
7 O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
melhores condições Arquivo
Internet
7.1 082/400 s
7.2 Folio
7.3 Microsoft Windoww NT s s s s s s s s
7.4 MS SOL Server s
7.5 Novel Netware s s s s s s
7.6 Oracle s s s
7.7 OS/400

7.8 Outros: indicar


SQL Server, Windows Windows
lnterbase 2000, Linux 2000, Linux
Contrai
Método de conversão retrospectiva Argonauta
8 O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Potidocuware
adotado Arquivo
Internet
8.1 chaves únicas ( ISSN, ISBN) N N SR s N SR N s
8.2 digitação s s SR s s SR s s
8.3 digitalização ( scanner) s s SR s s SR s s
8.4 on-line ( pesquisa em catálogos cooperativos) N s SR s N SR s s
8.5 Outros
Contrai
Argonauta
9 Criação da empresa O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami
Arquivo
Internet
Lightbase 1 Polidocuware

9.1 1974 s
9.2 1983 s
9.3 1984 s
/So{t\\'.ircs de arc111iros - m11ti1111,1c;io)
Contrai
Argonauta
9 Criação da empresa O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
9.4 1986 s s s
9.5 1992
9.6 1994 s
9.7 1996 s
Contrai
Argonauta
10 Abrangência geográfica O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
10.1 Estadual s s s
10.2 Internacional s s s
...... 10.3 Nacional s s s s s s s s
o 10.4 Regional s s s
N
Contrai
Argonauta
11 Recursos humanos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
11.1 Quadro efetivo 12 45 30 15 45 35 1321
11.2 Quadro lemporário 08 02
11.3 Estagiários
11.4 Oulros fora da tabela 04
11.5 Prestador de serviços 02 02

(St?(tw,,1Ts rle .1n111i1'0S - cm1ti1111.iç,io)


Contrai
Argonauta Kami Lightbase Polidocuware
12 Qualificação dos recursos humanos O Arquivista Módulo Dataview Docman
Arquivo
Internet
12.1 Analisla de sistemas (doulor)
12 2 Analista de sistemas (especialização) 01 03

12.3 Analista de sistemas (graduado) 01 01 01 04 01 14 282

12.4 Analista de sistemas (mestre) 06 01

12.5 Apoio administrativo 03 04 02 01 30

12.6 Arquivista (doutor)


12.7 Arquivista (graduado) 01 11 11 11

12.8 Arquivista (mestre)


12.9 Bibliotecário (mestre) 01
o 12.10 Bibliotecário (doutor) 1
v.)

12.11 Bibliotecário (graduado) 09 09 12

12.12 Bibliotecário especialização) 02

12.13 Historiador (graduado) 13

12.14 Historiador (mestre) 02

12.15 Historiador (especialização) 01

12.16 Nível médio 05 25 22 02 25 05 737

12.17 Outros de nível superior (doutor)


12.18 Outros de nível superior (graduado) 02 02 02 01 236

12.19 Outros de nível superior (mestre) 01 01 01


(Soft\\',1/TS de ,1rc111iros - m11ti1111aç,ioJ
Contrai
Argonauta
9 Criação da empresa O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
9.4 1986 s s s
9.5 1992
9.6 1994 s
9.7 1996 s
Contrai
Argonauta
10 Abrangência geográfica O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
10.1 Estadual s s s
10.2 Internacional s s s
...... 10.3 Nacional s s s s s s s s
o 10.4 Regional s s s
1,-.)

Contrai
Argonauta
11 Recursos humanos O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
11.1 Quadro efetivo 12 45 30 15 45 35 1321
11.2 Quadro temporário 08 02
11.3 Estagiários
11.4 Outros fora da tabela 04
11.5 Prestador de serviços 02 02

(S0ft1varcs dr .1rc111i11os - co11ti1111,1çiio)


Contrai
Argonauta Kami Lightbase Polidocuware
12 Qualificação dos recursos humanos O Arquivista Módulo Dataview Docman
Arquivo
Internet
12.1 Analista de sistemas (doutor)
12.2 Analista de sistemas (especialização) 01 03

12.3 Analista de sistemas (graduado) 01 01 01 04 01 14 282

12.4 Analista de sistemas (mestre) 06 01

12.5 Apoio administrativo 03 04 02 01 30

12.6 1 Arquivista (doutor)


12.7 Arquivista (graduado) 01 11 11 11

12.8 Arquivista (mestre)


1 01
...... 12.9 Bibliotecário (mestre)
o 12.10 Bibliotecário (doutor)
w
12.11 Bibliotecário (graduado) 09 09 12

12.12 Bibliotecário especialização) 02

12.13 Historiador (graduado) 13

12.14 Historiador (mestre) 02

12.15 Historiador (especialização) 01

12.16 Nível médio 05 25 22 02 25 05 737

12.17 Outros de nível superior (doutor)


12.18 Outros de nível superior (graduado) 02 02 02 01 236
01 01 01
12.19 Outros de nível superior (mestre)
(S,fl1r,1n'5 de ,in111irns - nmti1111i1ç;io)

Contrai
13 Serviços prestados O Arquivista Argonauta
Arquivo Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Internet
13.1 Alimentação de bases de dados (catalogação,
classificação, indexação etc) s s s s s s
13.2 Conversão retrospectiva N s s s s s s s
13.3 Digitação s s s s SR s s s
13.4 Digitalização de documentos N s s s s s s s
13.5 Elaboração da tabela de temporalidade s s s N SR s N s
13.6 Elaboração do Plano de Classificação de
Documentos s s s N s s N s
13.7 Etiquetagem de documentos N s s N SR s s
,-1 13.8 Higienização de documentos s s SR N SR SR s s
13.9 Manutenção e suporte técnico s
..,.o s s s s s s s
13.10 Treinamento s s s s s s s s
Planejamento,
elaboração de
projetos,
preservação de
acervo,
treinamento e
13.11 Outros: especificar Soluções em
oficinas, SR SR
normalização, GED
processamento
técnico,
desenvolvimento
de bases de
dados

(So(tl\',1/l'.'i dl' ilnfllil'OS - cv11ti1111t1ç,fo)


Contrai
Periodicidade das novas versões Argonauta Kami Lightbase Polidocuware
14 O Arquivista Módulo Dataview Docman
do software Arquivo
Internet
14.1 A cada dois meses
14.2 Anual s
14.3 Constante, de acordo com demanda do cliente s s
14.4 Irregular s s
14.5 Semestral s s s
Contrai
Argonauta Lightbase Polidocuware
15 Informações gerais O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami
Arquivo
Internet 1
,-1 Software
o
Ul
completo
incluindo Preços
rotinas, preço decrescentes
fixo de acordo por quantidade
com o banco Oferecer o de licenças;
Oientes Oientes Venda direta,
de dados software aos licenças por Qiente
Política de comercialização dos produtos e Cessão de atendidos com atendidos com revendas
15.1 escolhido. clientes de usuários plenamente
serviços direito de uso presteza e presteza e e por
Serviços de serviço de ou uso satisfeito
qualidade qualidade representantes
acordo com a digitalização simultâneo;
complexidade licenças
dos mesmos. completas e
Cobrança por visualizadores
unidade de
informação
(5,ftH·i1rr.<i de ,1n111iro5 - nmti1111,1fiio)

Control
13 Serviços prestados Argonauta
O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase
Arquivo Polidocuware
Internet
13.1 Alimentação de bases de dados (catalogação,
classificação, indexação etc) s s s s s s
13.2 Conversão retrospectiva N s s s s s s s
13.3 Digitação s s s s SR s s s
13.4 Digitalização de documentos N s s s s s s s
13.5 Elaboração da tabela de temporalidade s N
s s SR s N s
Elaboração do Plano de Classificação de
13.6 s s N
Documenlos s s s N s
13.7 Etiquetagem de documentos N N
s s SR s s
13.8 Higienização de documentos SR N
s s SR SR s s
o 13.9 Manutenção e suporte técnico s s s
..,. s s s s s
13.10 Treinamento s s s s s s s s
Planejamento,
elaboração de
projetos,
preservação de
acervo,
treinamento e
13.11 Oulros: especificar oficinas, SR Soluções em
SR
normalização, GED
processamento
técnico,
desenvolvimento
de bases de
dados

-,)

Control
Periodicidade das novas versões Argonauta
14 O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
do software Arquivo
Internet
14.1 A cada dois meses
14.2 Anual s
14.3 Constante, de acordo com demanda do cliente s s
14.4 Irregular s s
14.5 Semestral s s s
Control
Argonauta Docman Polidocuware
15 Informações gerais O Arquivista Módulo Dataview Kami Lightbase
Arquivo
Internet
...... Software
o completo
V,
incluindo Preços
rotinas, preço decrescentes
fixo de acordo por quantidade
com o banco Oferecer o de licenças;
Clientes Clientes Venda direta,
de dados software aos licenças por Cliente
Política de comercialização dos produtos e Cessão de atendidos com atendidos com revendas
15.1 escolhido. clientes de usuários plenamente
serviços direito de uso presteza e presteza e e por
Serviços de serviço de ou uso satisfeito
qualidade qualidade representantes
acordo com a digitalização simultâneo;
complexidade licenças
dos mesmos. completas e
Cobrança por visualizadores
unidade de
informação
(S�(/1,·an·s dl' ,1r(/Hi1·w; - nmti11uaç.1cl}
Control
Argonauta
15 Informações gerais O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Pentium Dual
ou Quadra
Processador enlre 800 MHz
Servidor WEB Penlium Ili Pentium Ili, e 1Ghz Memória Ram
Pentium li
com 700 Mhz, 600 Mhz, Memória RAM 256;
Qual a configuração mínima do servidor para com Pentium 233
15.2 possibilidade 128 MB de 20 Gb, Pentium 233 1 Gbytes Pentium Ili
residir o software 64 MB de ou superior
de utilização memória Ram, Memória Ram Controladora 750 HD de
Ram
CGI 20 Gb HD de 256 SCSI Ili Hot 20 Gb
megabytes Swap02
discos de 10
Gb cada
Pentium
Estação que Pentium Ili Memória Ram
Pentium li Celeroo ou
....... Configuração mínima da estação de lrabalho Computador suporte o MS Memória 128
o com AMO K6 li -
15.3 suportar o software na pesquisa e na entrada Pentium 233 com Browser lnternete Pentium 166 RAM 128 Pentium Ili
64 MB de 32 MB de
de dados instalado Explorer 5.5 Mbytes 450;
Ram memória RAM
ou superior HD 32 Gb HD 10 Gb
4Gb HD
HTML,
lsisScript HTML, CFML, MS Visual
Delphi, Delphi 5.0 e
15.4 Linguagem do software Visual Basic Delphi Server, SQL, ASP, Basic, C++
lsisDLL c
JavaScript e Javascript C++
PHP
Empresa
incentiva a
criação e
Clientes
atuação
Política da empresa para a criação e atuação Incentivo a atendidos com Não há Em
15.5 Não tem SR mesmo que Incentivo
de grupos de usuários do software criação presteza e política implantação
não haja
qualidade
grupos
fonmais
coostituidos

(So(ll\',ln'S dt· ,m11ti1'0S - nmlirn111çât1)


Contrai 1
Argonauta Docman Kami Lightbase Polidocuware
O Arquivista Módulo Dataview
15 Informações gerais Arquivo Internet 1
SR Nenhum Nenhum Implantação
Nenhum 01 Nenhum SR
15.6 Quantos grupos de usuários existem

SR SR Implantação
Periodicidade das reuniões dos grupos de Nenhum irregular SR SR
15.7
usuários

SR SR Implantação
Participação da empresa nas reuniões dos Nenhum Promovemos SR SR
15.8
grupos de usuários
Sugestões Sugestões
enviadas enviadas
pelos clientes, pelos clientes,
o SR são avaliadas Implantação
'-1 Em que os grupos de usuários tém Aprimoramento Aprimoramento são avaliadas SR
15.9 contribuído para a melhoria do software do software do software em reuniões
em reuniões
para para
implemetação implemetação
700 totalizando
aproxima-
120 200 02 damente 26
150 19 31
15.10 Clientes da empresa 30.000
usuários
1
{Scfl1r,1n·.,,; de ,lrlJllin15 - co11ti1111aç,io)
Contrai
Argonauta
15 Informações gerais O Arquivista Módulo Dataview Docman Kami Lightbase Polidocuware
Arquivo
Internet
Pentium Dual
ou Quadra
Processador entre 800 MHz
Servidor WEB Pentium Ili Pentium Ili. e 1Ghz Memória Ram
Pentium li
com 700 Mhz, 600 Mhz, Memória RAM 256;
Qual a configuração mínima do servidor para com Pentium 233
15.2 possibilidade 128 MB de 20 Gb, Pentium 233 1 Gbytes Pentium Ili
residir o software 64 MB de ou superior
de utilização memória Ram, Memória Ram Controladora 750 HD de
Ram
CGI 20 Gb HD de 256 SCSI Ili Hot 20 Gb
megabytes Swap02
discos de 10
Gb cada
Pentium
Estação que Pentium Ili Memória Ram
Pentium li Celeron ou
...... Configuração mínima da estação de trabalho Computador suporte o MS Memória 128
o com AMD K6 li
15.3 suportar o software na pesquisa e na entrada Pentium 233 com Browser lnternete Pentium 166 RAM 128 Pentium Ili
64 MB de 32 MB de
de dados instalado Explorer 5.5 Mbytes 450;
Ram memória RAM
ou superior HD 32 Gb HD 10 Gb
4Gb HD
HTML,
ls1sScript HTML, CFML, MS Visual
Delphi, Delphi 5.0 e
15.4 Linguagem do software Visual Basic Delphi Serve,, SQL, ASP, Basic, C++
lsisDLL c
JavaScript e Javascript C++
PHP
Empresa
incentiva a
criação e
Clientes
atuação
Política da empresa para a criação e atuação Incentivo a atendidos com Não há Em
15.5 Não tem SR mesmo que Incentivo
de grupos de usuários do software criação presteza e política implantação
não haja
qualidade
grupos
fonmais
constituídos

(.)o(ln·,,n-� dt· .in111i1•os - nJJ1ti1111i1ç,io)


Contrai 1 Potidocuware
Argonauta Oataview Docman Kami Lightbase
O Arquivista Módulo
15 tnfonmações gerais Arquivo Internet 1
SR Nenhum Nenhum Implantação
Nenhum 01 Nenhum SR
15.6 Quantos grupos de usuários existem


SR SR Implantação
Periodicidade das reuniões dos grupos de Nenhum irregular SR SR
15.7
usuários

SR SR Implantação
Participação da empresa nas reuniões dos Nenhum Promovemos SR SR
15.8 grupos de usuários
Sugestões Sugestões
enviadas enviadas
pelos clientes, pelos clientes,
o SR são avaliadas Implantação
-...J Em que os grupos de usuános têm Aprimoramento Aprimoramento são avaliadas SR
159 contribuido para a melhoria do software do software do software em reuniões em reuniões
para para
implemetação implemetação
700 totalizando
aproxima-
120 200 02 damente 26
150 19 31
15.10 Clientes da empresa 30.000
usuários
1
snazl C/) lcnl<nl z ztcnloofcn
Da compatibilização de dados dos softwares para automação de ar­
U) U)
BlllJ'A c.n I cn I cn
quivos observa-se que: �
e::
"d snJnesalU oo I c.n I cn U) U)
a) Todos os produtos possibilitam a customização, a inclusão ou ex­
o
o.. z U)

"'
U)
pansão de novos módulos e encontram-se em língua portuguesa. "'
VNOOS U)
c.n 1c.n1 w

b) Todos apresentam interface gráfica.


�cu Cj U) U) U) U)

o F1;3 O!Q!S

z
ICO
c) Percebe-se a preocupação dos produtores com os aspectos cJ) 11qes U) c.n lc. n I z z U) U)

ergonômicos do software, o que garante uma navegação amigável � U) U)

� li
w 1 c.n I cn U)
100<!tod
pelas telas e módulos. Observa-se, entretanto, que as seguintes fun­ {/) <( Cl U) "'
wnwe6Jad cn I c.n I w w
ções ergonôrnicas não são conlemplaclas pela maioria dos
s:ioooµo
"' "' "'
respondentes e encontram-se em fase de desenvolvimento ou não
existem no produto, a saber: o arranjo elas opções de menu em or­ °"'"V!lºYi U) cn 1 <n I cn

dem alfabética; o arranjo temporal das opções de menu; informa­ "' Cl


w z
�r.....
eJe��� "'IV>

ções sobre o estado das solicitações de impressão de documentos; Cj aseq14&1 "' U) 1 U) "' "' U) "'
p...
alerta preventivo para a execução de erros.
o � "' z z U)

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BWJ-OiUI U) U) IZ

d) O módulo de pesquisa está disponível para élcesso ilimitado de usuá- 1awa1u1 z


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C/l
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e) Somente o Docman e o Polidocuware utilizam a criptografia pélra 'U f..!-l

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C/l
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segurança dos dados armazenados no sistema. <nl U)
co
'ºll!Aqt8

i:: "'
f) Utilizam a arquitetura cliente/servidor e os dados são atualizados co "' "'l U) U)
Wn!IQ!8 <n
o
o.)

on-line, permitem a localização física do documento nas estantes. C/l


(U 4:>a\01<!8 fü I fü
Cl
w
co
H 8 1�
g) A emissão de relatórios e de estatísticas ainda é um aspecto que pre­ f..!-l � au11 uo d04so1q1g "' U) U) U) U)


cisa ser mais bem desenvolvido por parle dos fornecedores. li
"'
h) A possibilidade de realizar pesquisa utilizando diversas estratégias
� of..!-l g.
ssa1dx3 01�9 U) U) U) U)

a
C/l
"'
Cil
eoa101q1g U)

o
C/l "'IV> U) U)

é um ponto positivo em lodos os produtos analisados. 'U


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respondentes e encontram-se cm fase de desenvolvimento ou não
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cisa ser mais bem desenvolvido por parte dos fornecedores. li e:,.)
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é um ponto positivo em todos os produtos analisados. '"O
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2.1 A ajuda é legível s s s s s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s
A ajuda estâ relacionada com as
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tarefas que o usuário pode executar s s
A correção dos erros de sintaxe de
2.3 s s s s SR X s ED SR s N s s N s s ED s N N N
busca é facilitada s s s
A orientação ao usuário (mensagens
2.4 de av,so, títulos, alarmes, ... ) é s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
apresentada consistentemente
A representação de tcxfos os ícones
2.5 de atalho condiz com as funções s s s s s s s s s s s s s s s s s s SR s s s s s
>-' desempenhadas
>-' 2.6
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Após o ténnino de uma transação, o
sistema apresenta uma mensagem
2.7 s s s s s s s s N N s s N s s s s s s s
de confirmação de execução, s s s s
informando sucesso ou erro
2.8 As áreas ou campos de dados são
bem definidos visualmente s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
2.9 As funções mais empregadas são
representadas em icones de atalho
s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
As mensagens estao na fonna
2.10 s s s s s s s s s s s s s s s s s X s
afirmativa s s s s s
2.11 As mensagens estão na fonna direta,
falando diretamente ao usuário
s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s N s s s
2.12 As mensagens estão na voz passiva N N s N N s N N N SR N N s s s s s s N N N s s s
2.13 As mensagens são breves s s s s s s SR s s s s s s s s s s s s s s s s s

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justificadas ã esquerda
s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
As opções de menu estão agrupadas
2.15 s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
por função ou por categorias lôgicas
2.16 As opções de menu estão arranjadas N N N N N N N N N N N N N N N N N N
por ordem alfabética s s N s s N

2.17 As opções de menu estão arranjadas N N X N N N N N N N


N N n s N s s s s s s s s s
por ordem convencional
As opções de menu estão arranjadas N N N N N N
218 N N N N N N N N N N s N s N s N N s
por ordem crescente de complexidade

2.19 As opções de menu estão arranjadas N N N N N N N N


N s N N N s N s N s s s s s s s
por ordem de freqüência de uso
>-' As opções de menu estão arranjadas
>-' 2.20 N N N N N s N s N N s s s s N s N s N N N N s s
>-' por ordem de importância
2.21 As opções de menu estão arranjadas s s s s N N N N s s
por ordem funcional
s s s s s s s s s s s s s s
2.22 As opções de menu estão arranjadas N N N N N N N N N N N
N s N N N N N N SR N s s s
por ordem temporal
As porções de texto selecionadas pelo N
2.23 s s s N N s s s s X s s s N s s N s s s s s s
usuário são postas em evidência
Cada icone é distinto de todos os
2.24 s s s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s s s
outros
Caixas de texto continuo são exibidas
2.25 em colunas largas de pelo menos 50 s s s s s s s s s s s s s s s s N s s s s s s s
caracteres por linha
Campo ajuda sempre acesslvel ao
2.26 s s s s N s s s N s s s s s s s s s s s s s s s
usuário
É claro onde um ícone acaba e outro
2.27 s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
começa
Em operação nonnal, o sistema
2.28 fornece feedback às solicitações em s s s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s s
no máximo 0.2 segundos
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tarefas que o usui:lrio pode executar s
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busca é facilitada s s s
A orientaç3o ao usuário {mensagens
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apresentada consistentemente
A representação de todos os ícones
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informando sucesso ou erro
2.8 As areas ou campos de dados são
bem definidos visualmente s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
2.9 As funções mais empregadas são
representadas em icones de atalho
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As mensagens estao na fonna
2.10 s s s s s s s s s s s s s s s s s X s
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2.11 As mensagens estão na foíl11a direta.
falando diretamente ao usuârio
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2.12 As mensagens estão na voz passiva N N s N N s N N N SR N N s s s s s s N N N s s s
2.13 As mensagens são breves s s s s s s SR s s s s s s s s s s s s s s s s s

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por ordem alfabética
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por ordem convencional
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por ordem crescente de complexidade
N N N N N N N N N N s N s N s s
As opções de menu estão arranjadas
2.19 N s N N N s N s N N s N s N N N N s N s N s s s
por ordem de freqüéncia de uso
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>-' As opções de menu estão arranjadas
2.20 N N N N N s N s N N s s s s N s N s N N N N s s
...... por ordem de importància
2.21 As opções de menu estão arranjadas s s s s s s s s s N N N N s s
por ordem funcional
s s s s s s s s s
2.22 As opções de menu est:io arranjadas N N N N N N N N
N s N N N N N N SR N N N s N s s
por ordem temporal
2.23 As porções de texto selecionadas pelo X N N
s s s N N s s s s s s s N s s s s s s s s
usuáno são postas em evidéncia
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2.24 s s s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s s s
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Caixas de texto continuo são exibidas
2.25 em colunas largas de pelo menos 50 s s s s s s s s s s s s s s s s N s s s s s s s
caracteres por linha
Campo ajuda sempre acessivel ao
2.26 s s s s N s s s N s s s s s s s s s s s s s s s
usuârio 1
É claro onde um ícone acaba e outro
2.27 s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
começa
Em operaç:io noíl11al, o sistema
2.28 fornece feedback as solicitações em s s s s s s N s s s s s s s s s s s s s s s s
no maximo 0.2 segundos
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Exibe todas as informações
2.29 s s s s s s ED s s s s s s s s s s s s s s s s s
necessàrias para a operaç:to na tela
Existe a possibilidade de ediçOO de
2.30 s s s s s s ED s s s s s s s s N s s s s s s s s
uma pesquisa anterior
2.31 Existem atalhos de teclado s s s ED s s ED s N s s s N s s N s s N s s s s s
Informa sempre o estado das
2.32 solicitações de impressoo de s s s s N s s s SR N SR s N N s s X s s s s s s s
documentos
2.33 lnterlace gráfica s s s s s s s s s s s s s s s s s s ED s s s s s
Na entrada de dados numéncos, a
digitaçOO de ou a omissão de zeros
...... 2.34 s N s s N s s s s s s s s s s N s s s s s s s s
...... que precedem o número são
Lv equivalentes
Na exibiçao dos resultados, as setas
�sobe" e "desce· ou �direita· e s s
2.35 s s s s s s ED s s s SR s s s s s N s s N s N
"esquerda" permitem a navegaçao entre
os registros
Na localizaçao de texto. letras
2.36 maiúsculas e minúsculas soo s s s s s s ED s s s s s s s s s s s s s s s s s
consideradas equivalentes como default
Na ocorrência de erros, o sistema avisa
2.37 s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s
imediatamente o usuario
Na ocorrência de erros, o usuário IX)de
acessar todas as informações
2.38 s s N N s s N s SR s s s s s s s N s N s N s s s
necessárias ao diagnóstico e à solução
do problema
Na possibilidade de um usuário ter
causado um erro irreversível, o sistema
2.39 s s s s s s s s N s SR s s s s s s s s s s s s s
pede confirmação da ação, alertando
para o erro antes de executá-lo
O acesso ao menu é realizado em até
2.40 s s s s s s s s s s s s N SR s s s s s s s s s s
500 milisegundos

St.iftl\·.ir,· dt' bibliotcc,1,o; , ro11ti1111,1çiiol

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2.41 O acesso ao menu é realizado em
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mais de 500 milisegundos N s N N N N N N N s N N N N s N N N N N SR
2.42 O conteúdo dos campos é legivel s s s s s s s s s s s s s s
O cursor sobre o ícone apresenta
s s s s s s s s s s
2.43 s s
mensagem explicativa s s s s s s N A s s s s s s
s s SR s s s s s
2.44 O nome das opções de menu são
consistentes s s s s s s s s s s s s s s
s s s s s s s s s s
O número de tipos e tamanhos de fonte
2.45 (caracteres) utilizados no menu é s s s N N N s s s s s N s
inferior a quatro s s s N s N N s s s s
O número de tipos e tamanhos de fonte
...... 2.46 (caracteres) utilizados no menu é
...... N N N s s s N N N N N
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