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CURSO SUPERIOR DE
TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
EAD

Projeto Pedagógico
2

SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO ...................................................................................................................................................... 6

1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: BREVE HISTÓRICO .............................................................................. 6

1.2 – MISSÃO INSTITUCIONAL ................................................................................................................................... 8

1.3 – PRINCÍPIOS NORTEADORES NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ......................................................................... 10

1.4 – CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD .............................................................. 12

1.5 – METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD .................................................... 14

1.5.1 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM ................................... 15

1.5.2 – DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CAMPUS VIRTUAL ............................................................................ 19

1.6 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA AS ETAPAS PRESENCIAIS ............................................................ 22

2 O CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA EM EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ......................23


2.1 - APRESENTAÇÃO .............................................................................................................................................. 23

2.2 - ASPECTOS REGIONAIS ...................................................................................................................................... 26

2.3 - CONCEPÇÃO DO CURSO ................................................................................................................................... 29

2.4 – OBJETIVO GERAL ............................................................................................................................................. 30

2.5 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS .................................................................................................................................. 31

2.6 – PÚBLICO-ALVO ................................................................................................................................................ 31

2.7 – PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................................................................ 32

2.8 – FORMAS DE INGRESSO .................................................................................................................................... 33

2.9 – CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA ................................... 33

2.10 – ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................................................................. 35

2.10.1 - PRINCÍPIO DA FLEXIBILIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR.......................................................................36


2.10.2 - PRINCÍPIO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR...................................................... 37

2.10.3 - PRINCÍPIO DA AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR ........................................................ 38

2.10.4 - PRINCÍPIO DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR............................................................ 40

2.10.5 - EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA .... 41

2.10.6 - EDUCAÇÃO AMBIENTAL.............................................................................................................................. 42

2.10.7– MATRIZ CURRICULAR .................................................................................................................................. 43

2.10.8 – ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES ......................................................................................... 45


3

2.11 – PROCESSO EVOLUTIVO DAS ALTERAÇÕES NA MATRIZ ................................................................................. 47

2.12 – INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................................ 48

2.13 – ESTÁGIO ........................................................................................................................................................ 48

2.14 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ............................................................................................... 48

2.15 – FAMILIARIZAÇÃO COM A METODOLOGIA EM EAD (NIVELAMENTO INSTRUMENTAL) ................................ 48

2.15.1 – AMBIENTAÇÃO À SALA DE AULA VIRTUAL ................................................................................................. 49

2.15.2 – AMBIENTAÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL...................................................................................... 51

2.16 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO ............................................................................................... 52

2.16.1 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO NO AVA ............................................................................... 52

3 ATENDIMENTO AO ALUNO ................................................................................................................................... 54

3.1 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA OS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM ....... (MODELO DE TUTORIA)
................................................................................................................................................................................. 54

3.1.1 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR A DISTÂNCIA ................................................................ 55

3.1.2 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR PRESENCIAL ................................................................. 57

3.2 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA A ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA................................................................. 58

3.2.1 – SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (SIA) .......................................................................................... 58

3.2.2 – SECRETARIA DO POLO DE APOIO PRESENCIAL ............................................................................................. 59

3.2.3 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO ALUNO ......................................................................................... 59

3.2.4 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO PROFESSOR ONLINE .................................................................... 60

3.2.5 –APOIO PSICOPEDAGÓGICO ........................................................................................................................... 61

3.2.6 – ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS ......................................... 61

4 SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO .............................................................................................................................. 62

4.1 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO NO AVA............................................................................................................... 62

4.1.1 – COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA NO AVA ........................................................................................................ 62

4.1.2 – COMUNICAÇÃO SÍNCRONA NO AVA ............................................................................................................ 66

4.2 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO EXTERNOS AO AVA ............................................................................................. 68

4.2.1 – COMUNICAÇÃO VIA TELEFONIA................................................................................................................... 68

4.2.2 – COMUNICAÇÃO VIA MENSAGEM ELETRÔNICA ........................................................................................... 69

4.2.3 – COMUNICAÇÃO AVANÇADA ........................................................................................................................ 69


4

5 MATERIAL DIDÁTICO ............................................................................................................................................. 69

5.1 – MATERIAL DIDÁTICO ONLINE .......................................................................................................................... 70

5.2 – MATERIAL IMPRESSO ...................................................................................................................................... 72

5.3 – AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB ..................................................................................................................... 73

5.4 – BIBLIOTECA VIRTUAL ....................................................................................................................................... 74

6 AVALIAÇÃO ........................................................................................................................................................... 75

6.1 – AVALIAÇÃO FORMATIVA ................................................................................................................................. 75

6.2 – AVALIAÇÃO SOMATIVA ................................................................................................................................... 77

6.3 – SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE AVALIAÇÃO ..................................................................................................... 78

6.4 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL............................................................................................................................ 79

7 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR................................................................................................................................... 81

7.1 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO/CRIAÇÃO DO CURSO .................................................................... 81

7.1.1 – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)................................................................................................... 83

7.1.2 – COORDENADOR DE CURSO .......................................................................................................................... 83

7.1.3 – DOCENTE CONTEUDISTA .............................................................................................................................. 84

7.1.4 – DOCENTE DA AULA TRANSMITIDA VIA WEB ................................................................................................ 84

7.1.5 – PROFESSOR CONVIDADO ............................................................................................................................. 85

7.1.6 – TUTOR A DISTÂNCIA ..................................................................................................................................... 86

7.1.7 – TUTOR PRESENCIAL ...................................................................................................................................... 86

7.2 – POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE ............................................................... 87

7.3 – EQUIPE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO .......................................................................................................... 88

7.3.1 – GESTOR DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO – FÁBRICA DE CONHECIMENTO .................................... 88

7.3.2 – ANALISTA DE PROJETO EDUCACIONAL ........................................................................................................ 89

7.3.3 – DESIGNER INSTRUCIONAL ............................................................................................................................ 89

7.3.4 – WEBDESIGNER ............................................................................................................................................. 89

7.3.5 – PROGRAMADOR ........................................................................................................................................... 89

7.3.6 – REVISOR ....................................................................................................................................................... 90

7.3.7 – ESPECIALISTA EM AVALIAÇÃO...................................................................................................................... 90

7.4 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA AULA TRANSMITIDA VIA WEB ........................................................................... 90


5

7.4.1 – GESTOR DOS ESTÚDIOS DE TRANSMISSÃO VIA WEB ................................................................................... 91

7.4.2 – EDITOR ......................................................................................................................................................... 91

7.4.3 – CÂMERA ....................................................................................................................................................... 91

7.4.4 – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO ......................................................................................................................... 91

7.4.5 – INTÉRPRETE DE LIBRAS................................................................................................................................. 92

7.5 – EQUIPE GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD ............................................................. 92

7.5.1 – DIRETOR DE EAD - NEAD .............................................................................................................................. 92

7.5.2 – GERENTE ACADÊMICO ................................................................................................................................. 92

7.5.3 – GERENTE DE POLOS ..................................................................................................................................... 93

7.5.4 – GERENTE DE AVALIAÇÕES ............................................................................................................................ 93

7.5.5 – COORDENADOR DO POLO............................................................................................................................ 93

7.5.6 – SECRETARIA DO POLO .................................................................................................................................. 94

7.5.7 – SUPERVISOR DE LABORATÓRIO ................................................................................................................... 94

8 INFRAESTRUTURA DE APOIO ................................................................................................................................ 95

8.1 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE DA EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ ............................................ 95

8.2 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS POLOS DE APOIO PRESENCIAL........................................................................ 96

8.3 – INFRAESTRUTURA DE SUPORTE TÉCNICO DO AVA ......................................................................................... 96

8.4 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DO SETOR DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO ......................................................... 98

8.5 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DOS ESTÚDIOS PARA GRAVAÇÃO DAS AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB ........... 98

9 EMENTÁRIO .......................................................................................................................................................... 99

ANEXO 1 – RELAÇÃO DOS DOCENTES RESPONSÁVEIS PELA CONCEPÇÃO/EFETIVAÇÃO DO CURSO ..................... 220

ANEXO 2 – CONTEXTUALIZAÇÃO DOS POLOS ........................................................................................................ 223


6

1 APRESENTAÇÃO

Este projeto pedagógico apresenta o histórico da instituição, sua missão, sua


concepção de educação a distância, ensino e aprendizagem, dentre outros aspectos, com
ênfase à metodologia de ensino adotada no Curso Superior de Tecnologia em Logística.
Em seguida, são apresentados o currículo, o perfil do egresso, os objetivos deste curso,
os sistemas de comunicação adotados, a concepção, elaboração e entrega do material
didático e as formas de avaliação. Ainda, apresenta a equipe multidisciplinar responsável por
este curso e como está organizada sua operação acadêmica, especialmente no que se refere à
infraestrutura e à gestão.

1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: BREVE HISTÓRICO

A Universidade Estácio de Sá é oriunda da então Faculdade de Direito Estácio de Sá,


criada em 1970 com o nome do fundador da cidade do Rio de Janeiro. Concebeu-se à época
uma faculdade de Direito com um projeto pedagógico inovador. Em pouco tempo o curso
transformou-se em um paradigma do ensino do Direito no Brasil, a partir da implantação de
disciplinas pouco comuns aos currículos da época, como lógica, filosofia e português, em
todos os períodos.
Em 1972, a instituição se transformou em Faculdades Integradas Estácio de Sá, com a
incorporação dos cursos superiores de Economia, Comunicação e Turismo.
Vários projetos foram desenvolvidos durante os anos de 1970 e 1980, como a criação
da primeira creche para filhos de alunos; a implantação da rádio universitária; a criação de um
hotel pousada para a prática acadêmica do curso de Turismo; a parceria com empresas de
renome para a criação de centros de treinamentos; a criação de cursos de extensão gratuitos
para alunos; a criação de uma editora própria; e a parceria com as principais universidades
francesas (Universidade de Paris e Universidade de Strasbourg).
Em 1988, a Estácio de Sá conquistou o status de Universidade. O forte investimento
em tecnologia e a criação do programa estratégico de qualidade foram fundamentais para o
desenvolvimento institucional e a oferta de novos cursos. Nessa época também foram
implantados os cursos grátis para a comunidade, inicialmente com a oferta de 80 cursos e
chegando à marca de 2.000, atendendo a mais de 150 mil pessoas por período.
7

Em 1992, a Universidade Estácio de Sá iniciou sua expansão pelo município do Rio de


Janeiro com a abertura de um campus no bairro da Barra da Tijuca, no qual foram oferecidos
os cursos de Direito, Relações Internacionais, Psicologia e Administração. Para atender à
grande demanda de alunos, foi criado também o Campus Centro I – Presidente Vargas.
A partir de 1996, a Estácio ultrapassou os limites municipais com a criação das
unidades nas cidades de Resende, Niterói e Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Ainda
naquele ano, a Estácio de Sá obteve autorização para a criação do curso de Medicina,
implantado no ano seguinte, focado na formação de profissionais de alto nível técnico e com
sólida base ética e humanista.
No ano de 1997, a instituição foi pioneira na criação do Instituto Politécnico
Universitário – o primeiro centro superior de formação para o trabalho do País. Inspirado em
uma instituição de ensino superior instalada em Guadalajara, no México, o Instituto foi
responsável pela oferta de cursos com foco no ensino de competências voltadas para nichos
específicos do mercado de trabalho, conhecidos como cursos de graduação tecnológica.
Em 1998, a Estácio de Sá começou sua expansão nacional com a criação de novos
campi nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso do
Sul, Bahia, Pernambuco, Pará e Ceará. Neste, mais precisamente na cidade de Juazeiro do
Norte, criou a primeira faculdade de Medicina privada da região nordeste do País.
No que se refere à pós-graduação stricto sensu, em 2003 a Universidade contava com
quatro cursos de mestrado reconhecidos, dos quais dois acadêmicos –Direito e Educação– e
dois profissionalizantes – Administração e Desenvolvimento Empresarial e Odontologia.
Em 2004, foi procedida nova avaliação relativa aos anos de 2001, 2002 e 2003, tendo a
Universidade encaminhado à CAPES o projeto de um novo curso de mestrado
profissionalizante, parte do trabalho realizado pelo grupo de Saúde da Família do Curso de
Medicina, que foi recomendado no mesmo ano. Atualmente1 a Universidade Estácio de Sá
possui, além dos programas de mestrado já citados, 3 cursos de doutorado (Direito, Educação
e Odontologia).
Em 2006, a Estácio de Sá estabeleceu uma parceria com duas importantes instituições
internacionais para seus programas acadêmicos. Em caráter pioneiro foram estabelecidas
parcerias com a École Hotelière de Lausanne, na Suíça, com concessão de dupla titulação
(grau válido nos dois países) em Hotelaria para os seus alunos; e com a Alain Ducasse
1
Dados de 2011.
8

Formation, na área de Gastronomia. Também em 2006, estabeleceu uma importante e


pioneira parceria acadêmica com a Microsoft, que compreendeu a inclusão de tecnologia
daquela empresa nos conteúdos programáticos de disciplinas dos cursos de graduação
tradicional e graduação tecnológica, bem como no treinamento de professores, na realização
de eventos acadêmicos, além de diversos outros projetos em desenvolvimento.
Ao fim de 2006 e início de 2007, a Estácio passou a oferecer as disciplinas online
integradas ao currículo dos cursos presenciais, consolidando as experiências adquiridas
anteriormente na oferta de cursos livres e de extensão na modalidade semipresencial para
alunos e para a sociedade. Naquele momento, a então fundada Diretoria de Educação a
Distância passou a ser uma referência para a instituição no que tange aos processos de ensino
e aprendizagem balizados pelas novas tecnologias de informação e comunicação.
Em 2007, a Universidade Estácio de Sá tornou-se integralmente uma entidade com fins
lucrativos, a partir da transformação da SESES2 em uma sociedade empresária limitada.
Em 2009, a portaria 4423 credenciou a Universidade Estácio de Sá (e respectivos polos
de apoio presencial) para oferta de cursos superiores na modalidade a distância. Hoje, a EAD
faz parte da cultura da Estácio, contribuindo na qualidade dos cursos desta instituição e
situando-a no estado da arte dessa modalidade de ensino no Brasil, integrando seu corpo
docente e discente à excelência acadêmica.
Em 2011, a instituição já contava com mais de 200 mil alunos de graduação e pós-
graduação matriculados, e a sua rede de ensino era composta por uma universidade, dois
centros universitários e 27 faculdades, que contam, em conjunto, com 77 campi, sendo 37 no
estado do Rio de Janeiro e as demais unidades em outros 15 estados brasileiros, além de uma
universidade no Paraguai com cerca de 2 mil alunos.

1.2 – MISSÃO INSTITUCIONAL

A Universidade Estácio de Sá tem como missão, definida em seu PDI (2002),

contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e social do país,


com comprometimento ético e responsabilidade social, proporcionando o acesso de
diferentes segmentos da população ao ensino de qualidade articulado aos benefícios
da pesquisa, da extensão e da formação continuada, privilegiando a descentralização

2
Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá Ltda.
3
Portaria do Ministério da Educação publicada no DOU em 11 de maio de 2009.
9

geográfica e o valor acessível das mensalidades, buscando ao mesmo tempo a


inclusão social na construção, pelo conhecimento, de uma sociedade mais justa, mais
humana e mais igual.

Em atendimento à legislação vigente, ao construir seu Projeto de Autoavaliação


Institucional, a Universidade reconheceu que sendo a Missão e o PDI eixos norteadores do
Projeto – em razão da abrangência dos seus indicadores – seria necessário que os mesmos
fossem rediscutidos com a comunidade acadêmica e os membros da sociedade civil
organizada integrante de seus diferentes Colegiados e/ou Conselhos.
Alicerçando seu Projeto de Autoavaliação Institucional na metodologia do
empowerment4, a Universidade destacou entre suas estratégias de trabalho: debater os
valores e os princípios contidos na Missão com diferentes setores/áreas /segmentos; obter
consenso, sobre a mesma, entre os principais gestores; e ampliar sua divulgação objetivando
contribuir para a internalização desses valores e princípios.
Após diversas reuniões e considerando as sugestões apresentadas III Seminário de
Avaliação Institucional, realizado em 26 de fevereiro de 2005, foi divulgada para as
comunidades interna e externa, a versão final da Missão Institucional, assim expressa, ao qual
encontra-se em vigor:
A Universidade Estácio de Sá tem como missão, através da formação de recursos
humanos qualificados, contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico,
cultural e social do País com comprometimento ético e responsabilidade social,
proporcionando o acesso de diferentes segmentos da população ao ensino de
qualidade articulado aos benefícios da pesquisa, da extensão e da formação
continuada, privilegiando a descentralização geográfica e o valor acessível das
mensalidades, buscando ao mesmo tempo a inclusão social na construção, pelo
conhecimento, de uma sociedade mais justa, mais humana e mais igual. (PDI – 2013-
2017, pg. 26.)

Diante de novas expectativas e mudanças do cenário sócio-político-educacional, a


Estácio de Sá prosseguiu trabalhando com base na participação e na responsabilidade dos
atores sociais envolvidos – conforme seu PDI, cujo alicerce se faz no binômio Qualidade e
Inclusão Social –, reafirmando sua Missão Institucional.
Entenda-se, nesse contexto, que a inclusão social deve ser o resultado de toda a
política voltada para proporcionar de fato os direitos e garantias fundamentais definidos na
Constituição de 1988. Com efeito, sem a ação direta de instituições que tenham esse objetivo,
4
Metodologia que possui, dentre outras características: a delegação de poder, o comprometimento dos
envolvidos em contribuir para as decisões estratégicas e a busca de consenso em torno das propostas referentes
aos diversos setores/áreas da comunidade acadêmica.
10

em especial as de ensino superior, cidadania poderia não passar de figura de retórica,


deixando de ser consciência e prática de quem vive em estado de direito.
Com essa intenção, a Universidade define duas grandes diretrizes de ação política: a) a
expansão das propostas online no ensino de graduação, de pós-graduação e nas atividades de
extensão; b) inclusão digital dos participantes do processo educativo. Essas duas diretrizes
caminham juntas e são vistas de forma indissociável.
De fato, o PDI de 2013-2017 reafirmou a Missão Institucional anteriormente expressa
ao estabelecer como metas, dentre outras, a consolidação da EAD na Universidade Estácio de
Sá. Em 2008, através da Portaria n.º126, a UNESA foi credenciada para a oferta de cursos de
Pós-Graduação lato sensu a distância. Um novo credenciamento concretizado através da
publicação da Portaria n.º442, de 11 de maio de 2009, ampliou a oferta para todos os cursos
superiores na modalidade a distância, incluídos também os de graduação, e autorizou os
polos de apoio presencial.

1.3 – PRINCÍPIOS NORTEADORES NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO

O ser humano está inserido em um contexto social, econômico, cultural, político e


histórico e, quando tomado como sujeito, intervém na realidade a partir de uma percepção
do contexto que o encerra. Pressupõe-se, assim, uma dimensão ativa, criadora e renovadora.
Na sua interação com outros sujeitos e com a realidade, produz e dissemina conhecimento.
A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é produto dessa interação
social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua
produção e atualização, colocando-o a serviço da sociedade. Para tal, entende ser necessário
provocar um papel ativo desse sujeito da/na educação.
Sob esse diapasão, há necessidade de se promover a participação dos indivíduos como
sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e
a conscientização, materializando assim aquilo que epistemologicamente se entende por
educação.
De acordo com a identidade da Universidade Estácio de Sá e sua interpretação sobre
os conceitos de sociedade, sujeito e educação, a concepção de Educação a Distância incorpora
o rompimento dos paradigmas de tempo e espaço, as novas tecnologias de informação e
11

comunicação e uma proposta pedagógica alicerçada na concepção do sujeito sócio-histórico


(cf. Vygotsky, 1984)5. Ainda, considera a aprendizagem como fruto da interação entre
indivíduos em contextos sócios técnicos específicos (cf. Lévy, 1993)6, e objetiva um processo
no qual o aluno seja capaz de construir conhecimentos e aprender a aprender, aprender a ser,
aprender a conviver e aprender a fazer (cf. Informe Delors, UNESCO, 1996).
Nesse sentido, aprender a aprender é um princípio norteador que visa a uma prática
pedagógica reflexiva, com ênfase em estratégias que ofereçam perspectivas de mudanças,
construção de conhecimentos gerais e específicos e desenvolvimento de habilidades
cognitivas aplicáveis ao projeto de vida pessoal e profissional. Aprender a aprender é saber
investigar e buscar elementos que auxiliem na produção acadêmica.
Aprender a ser possibilita a construção e a busca da identidade pessoal e coletiva,
estimuladas pelas relações sociais através do desenvolvimento psicossocial, da moral, da ética
e da construção do cidadão que pretendemos formar.
Aprender a conviver propicia a construção do desenvolvimento de atitudes, opiniões,
crenças, esperanças e representações necessárias à capacidade de iniciativa, de comunicação,
além de permitir propostas de soluções e abertura para o desenvolvimento de valores de
qualidade e de produtividade. Nessa convivência, inclui-se a capacidade de realizar trabalhos
diversificados, de tomar decisões, de trabalhar em equipe e de conviver com as diferenças
locais e regionais.
Aprender a fazer estimula o desenvolvimento das habilidades necessárias à atividade
profissional, cujas dimensões de prática científica (teóricas e técnicas) precisam ser adquiridas
formalmente, ou por meio da vivência de estágio e prática profissional.
Atenta para ao objetivo de contribuir para o crescimento político-econômico e social
brasileiro, partindo do pressuposto de que a educação constitui mola propulsora do
conhecimento, do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida, a Universidade
Estácio de Sá concebeu a oferta do Curso Superior de Tecnologia em Logística na modalidade a
distância, no segundo semestre de 2010.

5
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
6
LÉVY, P. As novas tecnologias da inteligência e o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo:
Editora 34, 1993.
12

1.4 – CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD

Aprender e ensinar no universo educativo da EAD, constituído de atores humanos e


recursos tecnológicos organizados em rede (cf. Latour, 1992)7, nos quais é necessário
aprender permanentemente em contínuas trocas de conhecimento, exige uma nova forma de
educar que carece de novas estratégias para aprender e ensinar de forma cooperativa.
Compreendendo a aprendizagem como um processo eminentemente social, como um
processo ativo e integral do sujeito na construção do conhecimento, no qual se destaca a
influência da cultura e das relações sociais, o Curso Superior de Tecnologia em Logística na
modalidade EAD considera o aluno como sujeito de seu processo educativo. Sendo assim,
busca estabelecer um fazer pedagógico comprometido com o processo de construção e
reconstrução do conhecimento, unindo as dimensões social e afetiva ao relacionamento entre
teoria e prática, através da contextualização dos saberes evocados neste curso.
O processo de aprender em rede inclui a contribuição ativa do aluno e ocorre no
âmbito de uma situação interativa, através de modalidades tecnológicas, como fóruns de
discussão, compartilhamento de arquivos online e troca de mensagens (e-mails), via Central
de Mensagens, nas quais o tutor8 a distância atua como mediador e facilitador, provocando e
estimulando novos descobrimentos, propondo estratégias em uma prática pedagógica que
deve levar o aluno a produzir e refletir, com autonomia, experimentando e registrando o
resultado de suas observações.
Paralelamente, o ensino visa associar a construção do conhecimento à crítica ao
conhecimento produzido, num processo contínuo e articulado. Assim, ele é concebido como
um processo de investigação do conhecimento, e não como um processo que se limita à
transmissão de conteúdos; como uma prática voltada para a construção da progressiva
autonomia do aluno na busca do domínio científico e profissional de um determinado campo
do conhecimento.
O processo de ensino busca, em última instância, o desenvolvimento das capacidades
cognitivas dos alunos e a sua preparação para a vida social e profissional. Ensinar é um
processo intencional e sistemático, direcionado para o desenvolvimento de competências e

7
LATOUR, B. One More Turn after the Social Turn.In: MCMULLIN, Ernan (ed.). The Social Dimensions of
Science.NotreDame: UniversityofNotreDame Press, 1992.
8
Os tutores a distância são docentes com aderência, formação e titulação adequadas à disciplina tutorada.
13

habilidades dos alunos. Tem um caráter bilateral, já que combina a atividade do docente com
a do discente.
O papel reservado ao tutor a distância, no que tange ao processo de ensino, é,
sobretudo, o de orientar e não mais o de ser o único detentor do saber. Não lhe cabe somente
saber as respostas para as perguntas dos alunos, mas também saber problematizar e
estimular os alunos a fazerem o mesmo.
A modalidade EAD, de acordo com os princípios balizadores da Universidade Estácio de
Sá, valoriza o professor-tutor orientador, instigador, aquele que vai levar os alunos ao
trabalho cooperativo e colaborativo. O tutor à distância9 que potencializa o diálogo, a troca de
conhecimentos, a produção coletiva dos seus discentes. Em última instância, o professor é
tido como um profissional da aprendizagem, e não exclusivamente do ensino.
Em ambos, ensino e aprendizagem, pretende-se que as competências profissionais em
formação sejam construídas processualmente, o que implica na adoção de métodos de ensino
que envolvam práticas de ação/reflexão/ação. Privilegia-se ainda a adoção de metodologias
ativas, coerentes com os objetivos e os conteúdos de ensino e que considerem a experiência
concreta do estudante como ponto de partida do trabalho pedagógico.
Busca-se então promover ações pedagógicas que articulem os saberes e as práticas,
vinculando-os aos ideais da ética, da responsabilidade, da cidadania, da solidariedade e do
espírito coletivo, e direcionando-as ao atendimento das necessidades da comunidade regional
e local.
Para tal, valem-se tutores e alunos de um modelo de concepção de curso no qual a
disponibilização deste se dá por intermédio da convergência de meios de oferta de conteúdo
e informação, com ênfase à exploração do conhecimento acadêmico-profissional que integre
e convirja tais meios através de um ambiente virtual de aprendizagem especialmente
concebido para promover a colaboração e a cooperação como vetores dos processos de
ensino e aprendizagem.
Nos polos de apoio presencial os tutores presenciais apoiam os alunos de forma
contínua, no que tange a organização de estudo, o domínio e a proficiência tecnológica na
interação e uso das ferramentas e meios disponíveis na sala de aula virtual, inclusive, nas

9
No projeto de EAD da Universidade, tutor a distância, tutor online ou professor-tutor é a função docente no
que se refere às atividades acadêmicas do curso conforme será explicitado no item 3.1.1
14

demais atividades pedagógicas previstas no PPC de curso, estabelecendo uma capilaridade


física ao atuar na formação de uma rede integradora.

1.5 – METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD

O desenvolvimento de uma metodologia para educação a distância que tenha como


objetivo repensar o papel do professor-tutor e do aluno no processo de ensinar e aprender
motivou um processo de reflexão sobre as experiências individuais de cada participante
juntamente com a abordagem pedagógica, as quais conduzirão ao autodesenvolvimento, à
aprendizagem colaborativa e à interação entre professor-tutor e alunos para a formação de
sujeitos críticos, autônomos e cidadãos.
A partir dessa reflexão, a Universidade Estácio de Sá desenvolveu um modelo híbrido,
proprietário, cuja metodologia para os processos de ensino e de aprendizagem se dá pela
convergência de meios na oferta de conteúdo e pela integração em rede através da interação
entre aluno e professor-tutor.
Essa metodologia toma como ponto focal o ambiente virtual de aprendizagem, já que
este integra um conjunto de interfaces de conteúdos e interfaces de comunicação,
encerrando um espaço de objetos técnicos e tecnológicos aliados às redes sociais ali
constituídas, permitindo integrar conteúdo à comunicação entre atores durante os processos
de ensino e de aprendizagem.
No que se refere à convergência de meios10 para a construção do conhecimento,
concebeu-se um ambiente virtual de aprendizagem que integraliza i) aulas transmitidas via
web, ii) conteúdo online; iii) material didático; iv) biblioteca virtual; v) ferramentas
comunicacionais.
Além do aspecto de disponibilização dos conteúdos programáticos previstos nos
planos de ensino, tanto o ambiente virtual de aprendizagem quanto o polo de apoio
presencial foram concebidos como um espaço de comunicabilidade constante, de modo a
garantir a efetividade do aprendizado a partir dos desdobramentos estimulados na
comunicação entre alunos e professores/tutores/coordenadores. Nesse sentido, busca-se
desenvolver o espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos, tendo como

10
As particularidades de cada meio de oferta/entrega de conteúdo serão detalhadas no item “material didático”
deste projeto.
15

propulsores desse movimento a interação, a cooperação e a colaboração entre os diversos


atores, bem como a interatividade na construção e reconstrução do conhecimento.
Portanto, neste item do projeto, serão pormenorizados os princípios e seus
desdobramentos da metodologia adotada neste curso, especialmente com o intuito de
caracterizar a educação online para além das práticas exclusivamente autoinstrucionais,
afastando-se também da concepção de “interação” (virtual ou presencial) pautada apenas na
formalização de “tira-dúvidas”, ou pela intervenção pedagógica no ambiente virtual de
aprendizagem como uma ação restrita a organizar um repositório para arquivamento de
textos, esquivando-se da necessária mediação integrada às Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC).

1.5.1 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), possibilitam compartilhar informações e


desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de análise, síntese e avaliação (Bloom,
1972)11, ao estimularem o aluno a buscar e gerir a informação, assim como colaborar com os
pares. Essa dinâmica faz com que o estudante seja, ao mesmo tempo, consumidor e produtor
de conhecimento, em um processo de aprendizagem que o estimula a desenvolver uma
conduta que favoreça o trabalho individual e coletivo.
O AVA adotado pela Universidade Estácio de Sá12 disponibiliza canais de interatividade
(Fórum de discussão; Central de Mensagens; Newsletter; Central de Monitoramento e Chat)13
para serem utilizados efetivamente, favorecendo o processo de aprendizagem, da construção e
reconstrução do conhecimento. A colaboração e a cooperação, palavras-chave nesta concepção
de educação, são valorizadas no ambiente virtual por levarem ao aprofundamento do conteúdo, à
reflexão, à avaliação de diversos pontos de vista, à aplicação de conceitos e à reconstrução do
conhecimento.
O trabalho cooperativo, igualmente, está presente na troca e na busca por um objetivo
comum para a construção do saber. Acontece por meio do compartilhamento de informações

11
BLOOM, B. S. Taxionomia dos objetivos Educacionais - domínio cognitivo. Porto Alegre: Ed Globo, 1972.
12
Atualmente a Universidade Estácio de Sá adota o AVA webaula, customizado especialmente para esta
instituição.
13
Esses canais serão pormenorizados neste projeto no item Sistemas de Comunicação.
16

e de conhecimentos entre os atores do processo. Na aprendizagem colaborativa, estimula-se


o trabalho em conjunto a fim de que se alcance um propósito em comum. A interação é
encorajada visando principalmente ao estímulo ao conhecimento compartilhado; todos
podem contribuir uns com os outros, desenvolvendo suas competências e habilidades.
O trabalho cooperativo, no qual todos efetivamente cooperam, colaboram e
interagem, torna a aprendizagem significativa, pois com as trocas o conhecimento é
construído em conjunto e, a partir daí, individualiza-se.
No ambiente virtual de aprendizagem, os meios de comunicação favorecem o trabalho
cooperativo. Esse trabalho pode ser feito através das comunidades virtuais, dos fóruns de
discussão, de compartilhamento de arquivos online, da publicação compartilhada de resumos
e rascunhos de alunos, por mensagem, entre outros mecanismos de comunicação.
Além disso, o AVA integra as interfaces relacionadas à publicação de conteúdo, através
de tecnologias específicas para a hospedagem de aulas online, aulas transmitidas via web,
biblioteca de apoio individualizada por disciplina e biblioteca virtual utilizada pela IES, dentre
outras ferramentas para armazenamento, distribuição e construção de conteúdo.

Quadro 1 – visão geraldo conteúdo online

Quanto aos aspectos gerenciais14, o AVA adotado neste curso apresenta uma
integração ao sistema de gestão acadêmico-administrativa da Universidade Estácio de Sá. Tal
integração permite aos alunos, professores-tutores e gestores que atuam na modalidade EAD,
o mesmo acesso aos serviços disponíveis aos que atuam na modalidade presencial
(matrículas, inscrições, requisições, acesso às informações institucionais, secretaria,
tesouraria, requerimentos etc.).

14
Os aspectos referentes à gestão acadêmica serão pormenorizados no item correspondente.
17

Não obstante, o AVA também possui ferramentas internas de gestão acadêmica, em


especial no que se refere ao andamento, progressão e atuação do corpo discente e corpo
docente durante os eventos de acesso e do uso das funcionalidades ali disponibilizadas.
Destacam-se, entre outros, os relatórios gerenciais específicos que tratam do registro de
participação de alunos no fórum (tanto quantitativo quanto qualitativo), a conclusão de
tópicos de conteúdo, o registro de exercícios e atividades, tempo de acesso etc.

Quadro 2 – Interface do relatório sobre participação no fórum de discussão

Para os alunos, professores e gestores, paralelamente, o AVA é parte do Campus


Virtual. Este, portanto, é o campus universitário no qual seus usuários compartilham um
espaço logado15 de ensino e aprendizagem, sistematicamente integrado ao sistema da
Universidade Estácio de Sá e ao AVA.
Mediada pela internet e concebida para ser uma interface simples, não-ambígua e
intuitiva, a sala de aula virtual é a extensão acadêmica do Campus Virtual. Trata-se de um
espaço específico para docentes e discentes em que se apresentam as disciplinas e os
módulos extracurriculares deste curso.
No entorno educativo proporcionado pela sala de aula virtual, no qual há o
rompimento das fronteiras de tempo e espaço, o aluno é o centro do processo de ensino-
aprendizagem, que ocorre de maneira interativa. Já o tutor a distância tem papel
fundamental, pois oferece ao estudante as ferramentas para construção do seu próprio
processo de aprendizagem, como protagonista, em seu ritmo, de forma personalizada, com
autonomia e como sujeito ativo e participativo.

15
O acesso ao ambiente virtual exige número de matrícula e senha individual.
18

Tendo seu modelo pedagógico centrado no estudante, a sala de aula virtual está
baseada em um projeto que prevê as práticas educativas em um contexto de mudança
constante e de volatilidade das informações, que apresenta materiais didáticos multimídia e
estimula o professor para que ele estabeleça estratégias diferenciadas de aprendizagem, bem
como uma avaliação contínua como meio de favorecer o êxito dos estudantes, com vistas ao
ensino para a competência e ao atendimento às necessidades individuais e coletivas.

Quadro 3 – Sala de aula virtual

A sala de aula virtual traz muitas possibilidades de interações online, criando um clima
afetivo nos intercâmbios comunicativos entre alunos e tutores a distância, o que proporciona
uma influência positiva na motivação dos estudantes e uma nova forma de conviver: em rede.
19

1.5.2 – DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CAMPUS VIRTUAL

De acordo com nosso modelo, o curso toma corpo, em cada um de seus componentes
curriculares, a partir da publicação do conteúdo instrucional no Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA) para cada disciplina. Após a publicação, ocorrem a alocação de docentes
nas turmas dentro do AVA, por intermédio de integração deste ao Sistema de Informações
Acadêmicas da instituição (SIA).
Em termos de administração acadêmica, o aluno presta vestibular16 e, após aprovação,
inicia o processo de matrícula acadêmica no SIA. Após ter sua matrícula efetivada, o acesso ao
ambiente logado (Campus Virtual) se efetiva, e é nesse ambiente que o aluno pode utilizar o
sistema acadêmico e acessar o AVA.

Quadro 4 – Interface do acesso logado ao Campus Virtual (integração AVA e SIA)

No tocante à metodologia, após o acesso ao AVA (sala de aula virtual), o aluno


visualiza toda a oferta de disciplinas do período acadêmico em questão (além dos módulos de
ambientação e de nivelamento). Trata-se do conteúdo17, organizado em aulas e atividades,
nas quais a convergência de meios é efetivada.
Em relação à convergência de meios (cf. item 1.5), no que se refere à aplicação da
metodologia online, foi desenvolvida uma ferramenta para organizar a entrega do material
didático (livro) e das aulas/atividades transmitidas via web, de modo a garantir efetividade na
entrega de conteúdo e, ao mesmo tempo, balizar a organização de estudo do corpo discente.

16
Salvo nos casos em que há outra forma de ingresso, tais como reabertura de matrícula, transferência, segunda
graduação e/ou ENEM.
17
As especificações sobre conteúdo serão pormenorizadas no item Material Didático.
20

Concebeu-se, assim, o tópico denominado Orientações de Estudo, constante de todas


as aulas, no qual se apresentam as orientações sobre o conteúdo online, sobre a aula
transmitida via web, sobre o material impresso e como ocorre a interação com o professor-
tutor a distância e colegas de sua turma, em particular no fórum de discussão.
Em outras palavras, o tópico Orientações de Estudo funciona como guia para que o
aluno possa efetivar a convergência de meios (online, aula transmitida via web e leitura da
bibliografia básica) de modo a direcionar suas ações no ambiente virtual – e na disciplina
como um todo. Cada orientação de estudo, em cada aula, apresenta abas específicas para
cada meio de disponibilização de conteúdo, incluindo-se a biblioteca virtual e o tópico
relacionado àquela aula no fórum de discussão.

Quadro 5 – – Interface da Orientações de Estudo, tópico de introdução ao conteúdo de cada aula online

No tocante à atuação docente, o tutor a distância media o diálogo entre os diversos


meios que são utilizados na composição do arcabouço teórico das disciplinas, estando todos
esses meios sob moderação dele, em particular no que se refere aos desdobramentos do
conhecimento e ao estímulo frequente para a cooperação e colaboração nos espaços de
interação18 professor tutor -aluno, aluno- professor tutor, aluno-aluno. Esse processo ocorre
em cada turma, de cada disciplina, continuamente, consolidando assim o atributo online da
metodologia, justamente por concentrar as principais ações acadêmicas do corpo discente no
AVA ou no Campus Virtual.

18
A interação entre corpo docente e corpo discente será pormenorizada no item Sistemas de Comunicação.
21

Nesse diapasão entre a enturmação19, a entrega de conteúdo e a atuação docente, os


princípios aprender a aprender e aprender a fazer são concretizados. A metodologia online
adotada neste curso exige do aluno o desenvolvimento de habilidades particulares e, ao
mesmo tempo, gerais, pois se apropria de um ambiente virtual no qual todos os usuários são
estimulados a aprender a usar o ferramental e os procedimentos essenciais para seu estudo
visando a construção coletiva e cooperativa do conhecimento. Paralelamente, cabe ao aluno
demonstrar a efetividade de tal domínio para cumprir as etapas do processo de aprendizagem
exigidas durante a disciplina/curso.
Em outras palavras, o desempenho do aluno está diretamente relacionado ao
desenvolvimento de habilidades inerentes à instrução mediada e ao domínio de
funcionalidades exigidas no processo de aprendizagem, de acordo com o conteúdo
programático e os objetivos de cada disciplina. Essa perspectiva demanda uma atitude
responsiva e funcional no decorrer da formação do discente, e que se reflete nos objetos de
aprendizagem adotados no desenho didático das aulas.
O aprender a fazer, muito mais do que uma perspectiva auto-instrucional focada na
individualização do processo de aprendizagem, está associado ao desenho didático do
conteúdo online. Enfatiza-se, portanto, a construção de atividades e ações baseadas na
resolução de problemas, na capacidade de autoavaliação e de autorresponsabilização pelo
próprio desenvolvimento acadêmico.
Paralelamente, o ensino a distância na Universidade Estácio de Sá entende o aluno
como sujeito ativo do processo, e a metodologia adotada para este curso justamente valoriza
intensamente a interação do aluno com seus colegas e tutores a distância. Nesse sentido, o
princípio aprender a conviver toma forma pela mobilização de competências inerentes à
metodologia adotada, tais como a capacidade de iniciativa, a cooperação e a aprendizagem
em comunidade. Concomitantemente, a exigência de interação como espinha dorsal da
metodologia permite (e enfatiza) uma melhor compreensão dos mecanismos sociais
envolvidos na troca constante de opiniões, conhecimento, visão crítica e questionamentos,
indiretamente associados aos eventos em que a participação do aluno frente aos colegas e
tutores a distância é obrigatória (como fóruns de discussão, por exemplo).

19
Enturmação é o processo de alocação dos tutores a distância nas turmas, atendendo os critérios acadêmicos e
regulatórios.
22

1.6 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA AS ETAPAS PRESENCIAIS

Algumas metodologias de EAD preveem a atuação do polo como uma reprodução do


ensino presencial, guardando sua proporcionalidade no que se refere à estrutura física e à
atuação dos envolvidos. Em outras palavras, é possível conceber um polo como o espaço
único, integralizador dos processos de ensino e aprendizagem, guardando ao ambiente virtual
de aprendizagem um papel auxiliar com fins a servir de repositório de conteúdo e/ou de
espaço para gestão acadêmico-administrativa.
Para a Universidade Estácio de Sá, o polo20 é concebido como um espaço de ensino e
aprendizagem no qual os princípios e procedimentos adotados no ambiente virtual estendem-
se às etapas presenciais, para além das atividades obrigatórias (laboratório, avaliações etc.).
A partir dessa concepção, o polo de apoio presencial apresenta-se como um local
estruturado para dar apoio pedagógico a estudantes deste curso. Nele estão disponibilizados
a biblioteca21, laboratório de informática, tutoria22, avaliações, dentre outros. Portanto, o
polo é considerado o ambiente “físico” do campus virtual, e também o elo à modalidade EAD
para um público cujo histórico acadêmico23 normalmente está vinculado ao modelo
presencial.
Outra característica dos polos de apoio presencial é o fato de todos estarem situados
em unidades da Universidade Estácio de Sá ou em IES pertencentes ao grupo Estácio24. Tal
peculiaridade propicia ao aluno uma percepção de ensino superior diferente das situações em
que o polo de apoio presencial tem sua estrutura física desvinculada à estrutura física da IES
correspondente. Nesse ínterim, o polo de apoio presencial se vale, também, para além da
estrutura física mínima (conforme preconizado em termos regulatórios), de uma estrutura
adjacente, a qual o aluno de curso na modalidade EAD poderá compartilhar.

20
As instalações físicas e o corpo social serão pormenorizados em item correspondente.
21
Biblioteca física, que se soma à Biblioteca Virtual Estácio, a ser pormenorizada no item Material Didático.
22
Será pormenorizado no item referente ao atendimento ao aluno.
23
Ensino Fundamental e Ensino Médio.
24
Cf. item 1.1 deste projeto.
23

2- O CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA DA


UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ:

2.1. APRESENTAÇÃO

A Universidade Estácio de Sá, em novembro de 1997, criou os Cursos Superiores de


Formação Específica (Cursos Sequenciais), buscando atender às necessidades emergenciais e
específicas dos cidadãos, das organizações e da sociedade.
Neste sentido, o Instituto Politécnico Universitário foi criado ad referendum dos
Órgãos Colegiados pela Portaria nº 102/GR/1997, de 25 de agosto de 1997, homologada pela
Resolução nº 53, de 25 de setembro de 1997, do Conselho Universitário – CONSUNI, sendo
concebido dentro do espírito inovador que caracteriza a Universidade Estácio de Sá, como um
centro superior de formação profissional de elevada qualidade em constante expansão e
aprimoramento, constituído por corpo docente altamente qualificado e com sedimentada
experiência no mercado de trabalho e no mundo acadêmico.
Não obstante o reconhecimento legal, pelo MEC, de todos os Cursos Sequenciais
criados, a Instituição optou pela extinção, cedendo lugar aos Cursos Superiores de Tecnologia
e, em consequência, atendendo ao clamor dos grandes desafios que vêm emergindo das
contínuas e profundas transformações sociais ocasionadas pelo veloz surgimento de novos
conhecimentos científicos e tecnológicos que, rapidamente, difundem-se e são utilizados pelo
setor produtivo e pela sociedade em geral.
Em dezembro de 2002, com a edição da Resolução CNE/CP nº3, de 18/12/2002, que
instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos
Cursos Superiores de Tecnologia, a Universidade Estácio de Sá procedeu à implantação dos
referidos Cursos de Graduação Tecnológica, enriquecendo-os com as possibilidades da
aplicação do desenvolvimento, da pesquisa aplicada e inovação tecnológica, da gestão de
processos de produção de bens e serviços e do desenvolvimento da capacidade
empreendedora, além de extrema sintonia com o mundo do trabalho, norteando os seus
currículos pelos princípios da interdisciplinaridade, contextualização e flexibilização.
O Curso Superior de Tecnologia em Logística tem sua história intimamente relacionada
à evolução do pensamento logístico da Universidade Estácio de Sá. No primeiro momento, o
pensamento logístico tem sua interpretação voltada para a identificação dos principais
24

aspectos da eficiência no fluxo de materiais, em especial, das questões relativas ao


transporte.
O transporte constitui o componente mais visível dos custos logísticos de uma
empresa, chegando a alguns casos a até 60% de seu montante total. Na economia das nações,
os gastos agregados com transporte chegam até a 10% do PIB. O transporte, além disto, é
elemento fundamental para a dinâmica da distribuição física em diferentes cadeias de
suprimento, possuindo forte interação com as políticas de estoque e os sistemas de
processamento de pedidos.
Em resposta a esse entendimento, a Universidade Estácio de Sá criou o Curso Superior
de Formação Específica em Gestão de Transportes de Cargas e Logística, que formou muitos
profissionais, colocados hoje em diversas empresas no Rio de Janeiro.
O segundo momento da história do curso tem como pano de fundo a globalização e o
avanço da tecnologia da informação. Este avanço implica a conjugação dos processos
logísticos, que tratam do fluxo de materiais e informações dentro e fora das empresas, e os
relacionamentos que surgem ao longo da cadeia de suprimentos para assegurar vantagens
competitivas mútuas.
Diante desse quadro, a Universidade Estácio de Sá criou o Curso Superior de
Tecnologia em Logística Empresarial, com o objetivo de atender a essa demanda emergente
do mercado, carente de profissionais qualificados.
O Curso destinou-se a formar profissionais para atuar em áreas ligadas à gestão da
cadeia logística, que englobassem atividades que vão desde o fornecimento de insumos até a
entrega do produto/serviço final ao cliente, utilizando para isto um ou mais modal (ais) de
transporte. É, também, dada ênfase à interligação da gestão logística com áreas de produção,
distribuição e comércio internacional.
Atualmente, em observância ao Decreto no. 5773, de 09/05/2006 e Portarias
Ministeriais pertinentes, referentes ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia,
a Universidade Estácio de Sá, através da Resolução 096/CONSEPE/2006, de 08/12/2006,
procedeu à alteração do nome do Curso, passando à denominação de Curso Superior de
Tecnologia em Logística.
O novo ambiente competitivo e a possibilidade de evolução do país trazem notáveis
oportunidades no mercado de trabalho para profissionais de Logística. A medida que as
empresas planejem a modificação de suas bases empresariais, passarão a demandar o
25

desenvolvimento e a implementação de estratégias logísticas baseadas nos novos conceitos e,


obviamente, irão requerer profissionais capazes de implementá-las, com uma formação
consistente. A demanda crescente pelo novo perfil contrasta com a evidente carência de
oferta de profissionais.
Sua estrutura curricular obedece ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de
Tecnologia, e, está organizada de modo a oferecer ao aluno referenciais teórico-práticos que
possibilitem a constituição de competências cognitivas, habilidades e atitudes que promovam
o seu pleno desenvolvimento como sujeito, cidadão e profissional qualificado para o mercado
de trabalho, e organizado segundo as linhas de formação específica do currículo de Logística
definidas no mesmo Catálogo.
Este curso atende às novas exigências de formação dos estudantes e de acesso à
informação qualitativa, resultantes das novas estruturas de trabalho em um entorno em
constante movimento. Além disso, agrega um novo cenário de ensino e aprendizagem no qual
se encontra inovação das práticas pedagógicas, redesenho da proposta metodológica e
mudança no papel docente, visto que todos – professores e alunos – ensinam e aprendem em
uma construção coletiva.
Paralelamente, sua oferta na modalidade EAD vai ao encontro de uma necessidade
atual de acesso ao ensino superior de qualidade, de forma flexível e abrangente, respeitando
as diversidades regionais e a realidade do aluno.
O Projeto Pedagógico foi concebido de forma integrada pelo Coordenador do Curso e
os professores que compõem o Núcleo Docente Estruturante. Esta organização permite que
sejam consideradas as expectativas e as necessidades das demandas locais. Busca-se assim,
desenvolver estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos alunos,
promovendo uma aprendizagem que alcance os diferentes âmbitos e dimensões da sua vida
pessoal, social e cultural.
Para mudar a perspectiva tradicional da educação formal, faz-se necessário mobilizar
as competências já construídas, ampliá-las e construir novas, com o entendimento de que
competências são formadas por operações mentais estruturadas, que mobilizadas e
associados a saberes teóricos ou experienciais constroem o saber fazer.
Para atender o perfil profissional desejado, pretende-se desenvolver nos estudantes
três linhas gerais de habilidades: habilidade conceitual (o saber aprender), para perceber,
dentro de uma visão abrangente e integradora do mundo e da sociedade, as diferenças
26

culturais, econômicas e étnicas e suas sinergias, habilidade humana (saber ser), que capacita
para trabalhar com pessoas, entendendo os processos motivacionais e utilizando-se de
técnicas de liderança situacional; e, também, habilidade técnica (o saber fazer), ou seja, a
capacidade de aplicação dos conhecimentos técnicos, métodos e ferramentas necessárias à
execução de atividades específicas ligadas à profissão escolhida.
A constituição desse projeto reconhece que se aprende, também, fora do espaço
institucional. Daí resulta uma proposta de trabalho contemplando projetos, eventos,
atividades, envolvendo docentes e discentes dos vários cursos da Instituição e a comunidade.
Busca-se ainda desenvolver estratégias para articular o processo de ensino à realidade
dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da
vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as práticas curriculares
implementadas na Instituição estão pautadas no conhecimento das características dos alunos,
buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
Assim, é importante ter em mente o fato de que a organização de um currículo com
base no desenvolvimento de competências não garante, em princípio, a mudança do
paradigma educacional. A Organização Curricular depende, antes de mais nada, dos objetivos
que se pretendem atingir e do modo como se compreende e implementa a proposta
educativa.

2.2 ASPECTOS REGIONAIS

Após a consolidação do processo de maior abertura comercial, o ajustamento do setor


privado está desafiado em elevar a competitividade das empresas. A conquista da
estabilização econômica além das privatizações repercutiu sobre a ocupação, a desocupação e
o rendimento dos indivíduos. Reduziu-se substancialmente o número de trabalhadores na
indústria de transformação de 14,8 % para 13,5 %e, em contrapartida, expandiu-se o número
de trabalhadores nos setores da prestação de serviços e do comércio de 43,1 % 44,9 % (PNAD-
2011). O Curso Superior de Tecnologia em Logística, portanto, segue essa tendência de
prestação de serviços.
Em relação aos aspectos econômicos, o mercado de trabalho apresentou crescimento
no número de postos de trabalho com carteira assinada. A oferta de empregos também foi
27

mais generosa com quem estudou mais de oito anos, preferencialmente, mais de 11 anos. No
país, a população ocupada tem quase um ano a mais de estudo que a média dos habitantes.
Experiência e nível de escolaridade são, portanto, o binômio que vem amparando o mercado
de trabalho nacional.
Ainda, com relação aos aspectos econômicos, pelo Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (IPEA) havia o temor que a distribuição de renda não se alterasse, já que em outros
momentos de aquecimento da economia, esse fenômeno aconteceu. Uma conjunção de
fatores explicou a maior redução da desigualdade em quase duas décadas. Com a entrada de
jovens no mercado, houve reflexos na distribuição da base, diminuindo a desigualdade social.
A razão estrutural está no avanço da educação nos anos 90.
O PROUNI tem colaborado para aumentar a expectativa dos jovens quanto à entrada
nas universidades. A falta de mão-de-obra qualificada no país é um gargalo comparável às
deficiências da infraestrutura. Assim, o mercado de trabalho teve influência relevante na
concepção do curso. Todos esses indicadores devem servir de referência e de estímulo para
que se atribua uma maior prioridade à educação na formação de uma sociedade mais justa e
igualitária.
O novo ambiente competitivo e a possibilidade de evolução do país, trazem notáveis
oportunidades no mercado de trabalho para profissionais de Logística. À medida que as
empresas planejam a modificação de suas bases empresariais, passam a demandar o
desenvolvimento e a implementação de estratégias logísticas baseadas nos novos conceitos e,
obviamente, irão requerer profissionais capazes de implementá-las, com uma formação
consistente. A demanda crescente pelo novo perfil contrasta com a evidente carência de
oferta de profissionais. Assim, a oferta na modalidade EAD vai ao encontro de uma
necessidade atual de acesso ao ensino superior de qualidade, de forma flexível e abrangente,
respeitando as diversidades regionais e a realidade do aluno.
A Universidade Estácio de Sá estabeleceu como uma de suas metas viabilizar uma
proposta educacional criativa e dinâmica, capaz de gerar novas ideias, de renovar carreiras
existentes, e de antecipar as tendências do mercado, buscando formar indivíduos que possam
contribuir para construção de uma nova realidade. Essa meta, que associa o compromisso
institucional com a excelência, vem se traduzindo em objetivos e estratégias fundamentados
nos princípios de qualidade e de participação, e vem sendo perseguida ao longo da história da
Universidade.
28

Estando de acordo com o PDI e com a sua missão, estabeleceu como uma de suas
metas a consolidação da EAD, contribuindo para satisfazer parte da demanda e difundir o
ensino na modalidade EAD. Essa modalidade que cresce em número de alunos, que segundo
dados do Censo 2010, quase 15% dos formados no ensino superior são oriundos da
modalidade EAD. No processo evolutivo da educação encontramos o EAD, que registra a sua
existência com o verbo ‘oportunizar’. Esta modalidade traz em seu diferencial a flexibilidade
em tempo e lugar para o aluno estudar e aprender oportunizando as pessoas a galgar novos
espaços profissionais em uma era altamente competitiva. A modalidade do EAD preceitua um
receptor do conhecimento que seja ativo e que se coloque como coautor no processo de
aprendizagem. O EAD apresentou nos últimos anos expressivos avanços no que tange ao
número de alunos no país que aderiram a esta modalidade, chegando a 930.179 matriculados
(Censo, 2010). Em comparação ao total nacional de ingressantes no ensino superior, o
percentual de alunos ingressantes de EAD evoluiu de 1,4% em 2002 para 19,3% (Censo, 2010).
Diante dos fatores acima citados, o Curso Superior de Tecnologia em Logística na
modalidade a distância é uma iniciativa da Universidade em contribuir para o crescimento
político-econômico e social das diferentes regiões do Brasil. Pretende ainda consolidar a
proposta de formar profissionais gestores com amplo conhecimento do mercado e de sua
dinâmica que, por intermédio do desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes,
poderão ser absorvidos nas várias atividades econômicas existentes, bem como ter
capacidade analítica e crítica para empreender novos negócios nas diversas regiões do país, a
partir da compreensão das demandas ambientais, criando condições de nova e variada
perspectiva no mercado brasileiro.
O Curso Superior de Tecnologia em Logística da Universidade Estácio de Sá representa
a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas
das regiões do país, onde se concentram as expectativas de espaços profissionais do corpo
discente, sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo
globalizado, cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas
ao sistema de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente
competentes.
Assim, o curso busca pensar estrategicamente, planejar e realizar ações bem sucedidas
que incentivem a criação de um ambiente de aprendizado constante, que deverá ser
incorporado na situação de trabalho, atrelando as competências individuais, às estratégias do
29

negócio, potencializando as contribuições dos segmentos que compartilham o conhecimento


na área de Administração.
A partir da visão de integração, torna-se imprescindível reconhecer a estrutura como
um mecanismo propiciador e estimulador de condições adequadas ao funcionamento do
Curso Superior de Tecnologia em Logística no contexto da Universidade Estácio de Sá.
As atribuições e as funções dos órgãos da Instituição estão previstas no Regimento
Geral da Universidade.

2.3 CONCEPÇÃO DO CURSO

Ao definir o Projeto Pedagógico de um curso, torna-se necessário contextualizar o


ambiente profissional em que o seu egresso deverá se inserir, o que permitirá o
estabelecimento não só do seu perfil, como também a identificação de conteúdos que
comporão a matriz curricular do curso e as estratégias para o oferecimento de atividades
acadêmicas complementares que possibilitem ao discente o desenvolvimento
de competências necessárias à sua inserção qualitativa no mercado.
Atenta ao objetivo de contribuir para o crescimento político-econômico e social
brasileiro, partindo do pressuposto de que a educação constitui mola propulsora do
conhecimento, do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida, a Universidade
Estácio de Sá implementou ações nos cursos de graduação buscando a disseminação do
ensino.
O Curso Superior de Tecnologia em Logística da Universidade Estácio de Sá representa
a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas
da região onde se concentram as expectativas de espaços profissionais para o futuro egresso,
sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado,
cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema
de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente competentes.
O Curso Superior de Tecnologia em Logística objetiva planejar e realizar ações bem
sucedidas que incentivem a criação de um ambiente de aprendizado cooperativo para o
desenvolvimento de uma análise crítica dos processos logísticos, bem como a aplicação de
metodologias e ferramentas na solução de problemas dos diferentes segmentos operacionais
da logística.
30

Sua estrutura curricular obedece ao disposto na Resolução CNE/CP Nº3 de 18 de


dezembro de 2002 (Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o
funcionamento dos cursos superiores de tecnologia) bem como ao Catálogo Nacional de
Cursos Superiores de Tecnologia.
A estrutura curricular está organizada de modo a oferecer ao aluno referenciais
teórico-práticos que possibilitem a constituição de competências cognitivas, habilidades e
atitudes que promovam o seu pleno desenvolvimento como sujeito, cidadão e profissional
qualificado para o mercado de trabalho, e organizado segundo as linhas de formação
específica do currículo de Logística definidas no mesmo Catálogo.
O Curso Superior de Tecnologia em Logística atende às novas exigências de formação
dos estudantes e de acesso à informação qualitativa, resultantes das novas estruturas de
trabalho em um entorno em constante movimento. Além disso, agrega um novo cenário de
ensino e aprendizagem no qual se encontra inovação das práticas pedagógicas, redesenho da
proposta metodológica e mudança no papel docente, visto que todos – professores-tutores e
alunos – ensinam e aprendem em uma construção coletiva.
Paralelamente, sua oferta na modalidade EAD vai ao encontro de uma necessidade
atual de acesso ao ensino superior de qualidade, de forma flexível e abrangente, respeitando
as diversidades regionais e a realidade do aluno.
A partir da visão de integração é imprescindível reconhecer a estrutura curricular como
um mecanismo propiciador e estimulador de condições adequadas ao funcionamento do
Curso Superior de Tecnologia em Logística no contexto da IES.
Assim, a Coordenação do Curso e o NDE pensaram estrategicamente para planejar e
promover ações que criem um ambiente de aprendizagem constante, incorporado na situação
de trabalho, que atrele as competências individuais às estratégias do negócio, potencializando
as contribuições dos segmentos que compartilham o conhecimento na área da Logística.

2.4 – OBJETIVO GERAL

O Curso Superior de Tecnologia em Logística tem como objetivo geral proporcionar aos
alunos conhecimentos teórico-científicos e vivências em diferentes contextos no que tange às
técnicas de armazenagem, distribuição e transporte para atuação no planejamento e
31

coordenação da movimentação física e de informações sobre as operações multimodais de


transporte das organizações.
Propiciar aos alunos uma formação sólida, com adequada fundamentação teórico-
prática, humanista, crítica e reflexiva, para que possam atuar com ética em ambientes de
atividades e operações logísticas tanto no cenário nacional quanto mundial.

2.5 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Compreender a forma de utilização das atividades logísticas e dos ciclos de atividades;


para a aplicação prática ao exercício de suas funções nas organizações;
 Conhecer a organização funcional e estrutural de sistemas de estoque, armazenagem,
transportes;
 Panejar e gerenciar estoques;
 Gerenciar redes de distribuição e unidades logísticas;
 Atuar nos processos de compras, identificando e selecionando fornecedores;
 Estabelecer padrões de recebimento, armazenamento, movimentação e embalagem de
materiais;
 Compreender o ambiente dos modais de transporte;
 Utilizar as principais ferramentas de gerenciamento de transporte;
 Conhecer os processos do projeto de produtos e serviços, bem como o projeto da rede de
operações produtivas;
 Conhecer a visão cíclica dos processos de uma Cadeia de Suprimentos;
 Atuar no inventário de estoques, sistemas de abastecimento, programação e
monitoramento do fluxo de pedidos.

2.6 – PÚBLICO-ALVO

Estudantes que concluíram o ensino médio, graduados, pós-graduados, professores e


outros que tenham interesse no Curso Superior de Tecnologia em Logística.
32

2.7 – PERFIL DO EGRESSO

O Curso Superior de Tecnologia em Logística está constituído para proporcionar ao


egresso uma formação que o capacite à análise crítica dos processos logísticos, para que
possa tomar decisões em logística nos ciclos de atividades de suprimento, produção e
distribuição.
Portanto, o egresso do curso estará capacitado a ser um profissional com a
compreensão de que a Logística é parte integrante da estratégia corporativa, adquirindo
conhecimentos para atuar na área, tendo em vista aspectos de racionalização contínua dos
processos logísticos e na identificação de oportunidades de negócios, aumento da
produtividade e consequentemente redução de custos. Deverá atuar com capacidade de
reflexão, análise e síntese dos processos logísticos, por meio do entendimento global da
cadeia de valor. Poderá ainda ter habilidade para criar a estrutura necessária de métodos,
procedimentos e técnicas, que resultem em valores para clientes, fornecedores, acionistas,
parceiros estratégicos e comunidade, desenvolvendo atitudes que privilegiem a visão
estratégica para o gerenciamento de negócios, tanto em nível nacional quanto mundial.
O egresso, ainda, poderá assessorar as organizações, na área de abrangência da
logística, para a tomada de decisão nos níveis estratégicos e táticos bem como conduzir a
empresa na sua inserção nos diversos tipos de cadeias produtivas. Atuar no inventário de
estoques, sistemas de abastecimento, programação e monitoramento do fluxo de pedidos.
Pretende desenvolver as seguintes competências e habilidades gerais e específicas:
 Propor sistemáticas e procedimentos de trabalho nos ciclos das atividades
logísticas;
 Planejar e coordenar o treinamento de equipes de trabalho envolvidas nas
atividades e processos da cadeia logística;
 Coordenar e acompanhar a implantação de operações relativas e
correlacionadas (estoque, armazenagem, transportes e tecnologia da
informação aplicada);
 Desenvolver e acompanhar os processos de melhoria contínua das atividades e
processos da cadeia logística;
 Contribuir nas tomadas de decisão nos níveis operacional e tático e da
organização;
33

 Implementar as medidas necessárias ao cumprimento das exigências da


legislação e dos órgãos competentes nas operações logísticas;
 Propor processos de manutenção preventiva e corretiva para os equipamentos
e sistemas logísticos;
 Elaborar análise crítica de propostas e contratos de prestação de serviços e/ou
fornecimento de bens para as unidades, aplicando os conhecimentos
adquiridos nas unidades básicas de estudo;
 Permanecer atento para a atualização profissional constante, que permita
superar os desafios e propor, com responsabilidade social e ética, soluções
criativas para as atividades inerentes à logística nas esferas da administração
dos setores público e privado.

2.8 – FORMAS DE INGRESSO

As formas de acesso a este curso seguem as determinações institucionais, e são: a)


vestibular; b) transferência interna ou externa; c) alunos já formados em outros cursos
superiores; d) Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
Todas as informações sobre as formas de ingresso podem ser fornecidas diretamente
no polo de apoio presencial ou pelo portal da instituição na internet (“fale conosco”), inclusive
com possibilidade de ligação telefônica25.

2.9 – CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

A identidade institucional vem sendo construída ao longo da história da Universidade


Estácio de Sá e pode ser expressa nos pressupostos filosóficos, psicopedagógicos e didático-
metodológicos que norteiam sua prática pedagógica.

O ser humano, visto como sujeito da educação está inserido num contexto sócio-
econômico-cultural-político e histórico. Tem então uma dimensão ativa, criadora e

25
3231 0000 (Rio de Janeiro - capital), 0800 282 3231 (demais regiões). O atendimento funciona nos seguintes
dias e horários: segunda a sexta-feira, de 8h às 20h; aos sábados, de 8h às 18h.
34

renovadora. Na sua interação com os outros seres e com o meio, produz conhecimento. A
Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é o produto desta interação social e
compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e
preservação, colocando-as a serviço da sociedade.

Dessa forma, a Universidade Estácio de Sá compreende a necessidade de promover a


participação dos indivíduos como sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a
autonomia, a problematização e a conscientização.

Compreendendo a aprendizagem como um processo eminentemente social, como um


processo ativo e integral do sujeito na construção do conhecimento, no qual se destaca a
influência da cultura e das relações sociais, a Universidade Estácio de Sá considera o aluno
como sujeito de seu processo educativo, buscando implementar um fazer pedagógico
comprometido com o processo de construção e reconstrução do conhecimento, com as
dimensões social e afetiva, com o relacionamento teoria e prática e com a contextualização
dos saberes.

Em articulação com esses pressupostos, são considerados na organização dos cursos, os


eixos estruturais “aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, e aprender a ser”.

Pretende-se que as competências profissionais em formação sejam construídas


processualmente, o que implica na adoção de métodos de ensino que envolvam práticas de
ação/reflexão/ação. Nesse sentido, a concepção curricular privilegia uma abordagem
metodológica que traz para o lugar central da formação as práticas e a reflexão sobre elas.

Privilegia-se ainda a adoção de metodologias ativas, coerentes com os objetivos e os


conteúdos de ensino e que considerem a experiência concreta do estudante como ponto de
partida do trabalho pedagógico.

Busca-se então promover ações pedagógicas que articulem os saberes e as práticas,


vinculando-os aos ideais da ética, da responsabilidade, da cidadania, da solidariedade e do
espírito coletivo, e direcionando-as ao atendimento das necessidades da comunidade regional
e local.

O ensino tem sido entendido como um processo que visa associar a construção do
conhecimento à crítica ao conhecimento produzido, num processo contínuo e articulado.
35

Assim, ele é concebido como um processo de investigação do conhecimento, e não como um


processo que se limita à transmissão de conteúdos; como uma prática voltada para a
construção da progressiva autonomia do aluno na busca do domínio científico e profissional
de um determinado campo do conhecimento.

O processo de ensino visa, em última instância, ao desenvolvimento das capacidades


cognitivas dos alunos e à sua preparação para a vida social e profissional. Ensinar é um
processo intencional e sistemático, direcionado para o desenvolvimento de competências e
habilidades dos alunos. Tem um caráter bilateral, já que combina a atividade do professor-
tutor com a do aluno.

A atuação do professor-tutor é vista como inseparável das condições sociais, culturais e


emocionais dos alunos. Nesse sentido, ela busca referência na realidade dos alunos. O ensino,
assim, é compreendido como uma prática concretamente situada, voltada para a
aprendizagem de alunos determinados, com características socioculturais específicas.

A política da Universidade Estácio de Sá para o ensino de Graduação Tecnológica em


Logística está orientada para o enfrentamento da realidade social, buscando disponibilizar
oportunidades educacionais a uma parcela expressiva da população, independentemente da
origem econômica, racial e cultural, oferecendo uma formação generalista, voltada para a
aplicação dos conhecimentos aprendidos na resolução de problemas do cotidiano.

Nessa perspectiva, o Curso Superior de Tecnologia em Logística, orientado pelo seu


projeto pedagógico, em consonância com Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia, pretende favorecer a formação de profissionais com uma visão ampla e crítica da
realidade local e regional.

2.10 – ESTRUTURA CURRICULAR

O Curso Superior de Tecnologia em Logística atende ao Catálogo Nacional de Cursos


Superiores de Tecnologia e está organizado de modo a oferecer ao aluno referenciais teórico-
práticos que colaborem na aquisição de competências cognitivas, habilidades e atitudes e que
36

promovam o seu pleno desenvolvimento como pessoa, o exercício da cidadania e a


qualificação para o trabalho.

O currículo, desenvolvido na perspectiva da educação continuada, é concebido como


uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração teoria e prática, o diálogo entre as
diferentes ciências e saberes, e as atividades facilitadoras da construção de competências.

A organização dos currículos obedece aos princípios de

a) flexibilização,

b) interdisciplinaridade,

c) ação-reflexão-ação e

d) contextualização.

2.10.1 – PRINCÍPIO DA FLEXIBILIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR

No que tange ao princípio de flexibilização, a estrutura curricular possibilita a


ampliação dos horizontes do conhecimento e o desenvolvimento de uma visão crítica mais
abrangente, pois permite ao aluno ir além de seu campo específico de atuação profissional,
oferecendo condições de acesso a conhecimentos, habilidades e atitudes formativas em
outras áreas profissionais.
A flexibilização do currículo se caracteriza tanto pela verticalidade, quanto pela
horizontalidade. A flexibilização vertical prevê diferentes formas de organização do saber ao
longo do período de formação.
A flexibilização curricular horizontal possibilita ao aluno o aproveitamento de várias
atividades acadêmicas complementares. Essas atividades são importantes para a formação do
aluno e constituem o pilar de apoio para diversidade, proporcionando o cenário no qual o
aluno possa, de fato, ter à disposição as variadas alternativas de percurso curricular,
entretanto não são componentes curriculares obrigatórios, apesar de incentivada a sua
realização pelos alunos.
37

2.10.2 – PRINCÍPIO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR

Outro princípio, o da interdisciplinaridade, propicia o diálogo entre os vários campos


do conhecimento e a integração do conhecimento. Visa superar uma organização curricular
tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e
dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade, portanto, busca
favorecer uma visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo
uma compreensão mais abrangente do saber.
A interdisciplinaridade tem sua origem na necessidade de corrigir os desvios causados
pela fragmentação disciplinar, resultante da compartimentalização que marca a produção
científica de caráter positivista. A integração entre as disciplinas do currículo cria condições
para a pesquisa e para a elaboração de modelos explicativos que efetivamente consigam
captar a complexidade da realidade. Propicia a reorganização e a recomposição dos diferentes
âmbitos do saber por meio do estabelecimento de intercâmbios cognitivos.
A interdisciplinaridade, dessa forma, permite integrar o saber, propiciando a
compreensão da relevância e do significado dos problemas estudados, favorecendo,
consequentemente, os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a
necessidade de reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a
criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza.
A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem implica uma
comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais geral,
no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a depender claramente uma das
outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas.
As propostas de ensino baseadas na interdisciplinaridade têm um grande poder
estruturador, pois as definições, os contextos e os procedimentos estudados pelos alunos
passam a ser organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de
conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos para
enfrentar problemas que transcendem os limites de uma disciplina concreta e para detectar,
analisar e solucionar novas questões. Além disso, a interdisciplinaridade favorece a realização
de transferências das aprendizagens já adquiridas em outros contextos e contribui para
ampliar a motivação para aprender.
38

Núcleos temáticos
As disciplinas do Curso estão distribuídas em três núcleos distintos e distribuídas na
matriz curricular de modo a permitir a acumulação gradativa de conhecimentos, o
desenvolvimento progressivo das habilidades desejadas e tratar de forma mais integrada e
institucionalizada a questão da interdisciplinaridade.
Os núcleos que integram as disciplinas do curso de Turismo, num processo contínuo e
com interfaces programáticas visando assegurar a preparação adequada dos profissionais são
os seguintes:
• NÚCLEO DE GESTÃO PROFISSIONAL: agrega as disciplinas específicas da formação do
profissional de Turismo envolvendo a parte prática e o trabalho de conclusão do curso, assim
como engloba as disciplinas ligadas à gestão de empresas a fim de utilizar os conceitos e
técnicas pertinentes aos processos de gestão e sua aplicação no setor turístico.
• NÚCLEO BÁSICO – ASPECTOS HUMANOS E SOCIAIS: agrega as disciplinas do
conhecimento filosófico-científico, a fim de proporcionar ao futuro profissional do Turismo a
capacidade de argumentar, de forma ética, levando em conta os valores da sociedade a qual
pertence.

2.10.3 – PRINCÍPIO DA AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR

A ação-reflexão-ação é um princípio norteador do processo ensino-aprendizagem


neste curso, que se concretiza através da realização das atividades estruturadas pelos alunos.
Essas atividades se constituem como componente curricular obrigatório vinculado às
disciplinas da matriz curricular.
Embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, as
atividades estruturadas implicam a construção de conhecimento, com autonomia, a partir do
trabalho discente. A concepção dessas atividades deve privilegiar a articulação entre a teoria e
a prática, a reflexão crítica e o processo de autoaprendizagem. Para atender a esse propósito,
o ensino deve ser centrado na aprendizagem, tendo o professor-tutor como mediador entre o
conhecimento acumulado e os interesses e necessidades do aluno.
O currículo deste curso foi concebido também como um conjunto integrado e
articulado de situações organizadas de modo a promover aprendizagens significativas, e seus
39

conteúdos são apenas um dos meios para o desenvolvimento de competências que ampliem a
formação dos alunos e sua interação com a realidade, de forma crítica e dinâmica.
No ensino por competências o conhecimento é trabalhado de forma Inter
transdisciplinar, contextualizado, privilegiando a construção de conceitos e a criação do
sentido, visando mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades,
informações etc.) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações26.
Os professores-tutores a distância das disciplinas que oferecem tais atividades devem
estimular e incentivar seus alunos a refletirem, seja na ação, sobre a ação ou na reflexão
sobre a ação. Esta última (a reflexão sobre a ação) é que determina a construção do saber,
que pode ser considerada uma consequência das reflexões intencionais efetuadas. A
realização dessas atividades deve proporcionar aos alunos a curiosidade, a discussão e o
interesse pela busca de novas ideias e conceitos. As atividades estruturadas possibilitam aos
alunos a observação e a reflexão sobre a aplicação dos conhecimentos estudados em
diferentes contextos da realidade.
Para tanto, essas atividades foram estruturadas em projetos, bem como por resolução
de problemas, além de pesquisas. Privilegiam análises, sínteses, inferências, generalizações,
analogias, associações e transferências. As tarefas propostas constituem desafios que incitem
os alunos a mobilizar seus conhecimentos, habilidades e valores.
Atividades estruturadas na composição de suas cargas-horárias.
As Atividades Estruturadas atendem também ao paradigma da complexidade27,
propondo um ensino fundamentado em múltiplas visões que proporcionem aos alunos
aprendizagens que desenvolvam a visão crítica, criativa e transformadora.
Nesse contexto, de acordo com Behrens28, situa-se a problematização que possibilita
uma visão pluralista, tendo como ponto de partida o questionamento que vincula articulações
diferenciadas, com a finalidade de produzir conhecimento. Os alunos podem
simultaneamente realizar a apropriação de conceitos, quando os examinam minuciosamente;

26
Cf. PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2001.
27
Cf. MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Jornadas temáticas idealizadas e
dirigidas por Edgar Morin. Tradução e notas de Flávia Nascimento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2001.
28
BEHRENS, M.A. Metodologia de aprendizagem baseada em problemas. In: VEIGA, I. P. A. (Org.).Técnicas de
ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas, SP: Papirus, 2006.p.163-187.
40

articular essas aquisições à medida que as relacionam ao problema a ser resolvido e mobilizar
essas aquisições na prática29.
As atividades estruturadas estão disponibilizadas na sala de aula virtual, no conteúdo
online da disciplina e são discutidas e trabalhadas ao longo da disciplina, inclusive com fórum
de discussão específico para esse fim na sala de aula virtual.
Com as atividades estruturadas, reforça-se a percepção do aluno como sujeito ativo,
reflexivo, criativo, inovador, empreendedor, que tenha autonomia nos estudos. Dessa forma,
a aprendizagem se dará como resultado do aprendizado ativo, com base na própria prática do
sujeito e nas sucessivas mudanças provocadas pela informação gradativamente assimilada.
Desse modo, a metodologia de ação das atividades estruturadas visa trazer uma
mudança no processo de aprendizagem, integrando sociedade – educação – trabalho, com o
planejamento de atividades que surgem das situações do próprio cotidiano social do aluno e
do trabalho profissional, envolvendo participação individual e em grupo, convivência com a
diversidade de opiniões, oportunidade de autonomia de estudos e o acesso a diferentes
modos de aprender, especialmente, de aprender a aprender.

2.10.4 – PRINCÍPIO DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR

O princípio da contextualização permite pensar o currículo de forma abrangente, com


uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão e reprodução
do saber. A contextualização envolve o estabelecimento de uma relação de reciprocidade
entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa, uma
vez que está baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural
dos alunos.
Neste curso, a contextualização ocorre primordialmente nos eventos de interação e
reflexão sobre o conhecimento, em especial nos fóruns de discussão, espaço privilegiado para
integrar diferentes perfis socioeconômicos e diferentes perspectivas de compreensão e
interpretação da realidade. Nesse sentido, a contextualização imprime forte parceria com o

29
ROEGIERS, Xavier; DE KETELE, Jean-Marie. Uma pedagogia da integração: competências e aquisições
no ensino. Tradução de Carolina Huang. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
41

espírito cooperativo adotado na interação. Também contextualiza-se o conteúdo nas


diferentes atividades solicitadas ao aluno, como atividades estruturadas, leituras
complementares para posterior discussão, dentre outros.
Em atendimento ao Decreto Nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, bem como para
atender aos proclamos de uma sociedade inclusiva, onde a diferença deve ser entendida
como essência da humanidade, e aos dispositivos legais vigentes a Universidade Estácio de Sá,
dentre outras ações, passou a incluir a disciplina LIBRAS como disciplina curricular optativa na
matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística.

Desta forma, o projeto pedagógico e a matriz curricular do CST em Logística apresentam


a educação ambiental como prática educativa integrada, contínua e permanente,
representando um eixo transversal em atividades curriculares dos cursos, sobretudo na
disciplina de Logística Reversa.

Além desta transversalidade, no CST em Logística, a temática está contemplada em


disciplinas como Educação Ambiental, Sustentabilidade, Análise Textual (que trata questões
ambientais, refletidas por meio de textos).

2.10.5 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA


AFRO-BRASILEIRA

É importante destacar que, em relação ao determinado nas Diretrizes Curriculares


Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura
afro-brasileira e africana - (CNE/CP Resolução 1/2004), que no curso estas questões são
tratadas da seguinte forma:

 No projeto pedagógico e na matriz curricular, incorporados nos conteúdos de


diferentes disciplinas e em atividades curriculares dos cursos - Atividades Acadêmicas
Complementares, como tema de iniciação científica e pesquisa, etc.
 Em disciplinas como Análise Textual, que trata as questões socioculturais, refletidas
por meio de textos; e Seminários Integrados em Logística que desenvolvem o tema nas
questões socioculturais e História dos Povos Indígenas e Afrodescendentes, que tem o
42

objetivo de fornecer conhecimentos acerca da formação destas sociedades e da sua


integração nos processos físico, econômico, social e cultural da Nação Brasileira.
 A disciplina de Seminários Integrados em Logística também trata diretamente da
Educação em Direitos Humanos De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação em Direitos Humanos (Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012)

2.10.6 EDUCAÇÃO AMBIENTAL

De acordo com a Lei Federal 9795, de 27/04/1999, que dispõe sobre a educação
ambiental, instituindo a Política Nacional de Educação Ambiental, e o Parecer CNE/CP nº
14/2012, de 6 de junho de 2012, a educação ambiental (EA) está representada pelos
processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais,
conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio
ambiente, bem essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade. A Educação Ambiental
envolve o entendimento de uma educação cidadã, responsável, crítica, participativa, em que
cada sujeito aprende com conhecimentos científicos e com o reconhecimento dos saberes
tradicionais, possibilitando a tomada de decisões transformadoras, a partir do meio ambiente
natural ou construído no qual as pessoas se integram. A EA avança na construção de uma
cidadania responsável voltada para culturas de sustentabilidade socioambiental.

Desta forma, o projeto pedagógico e a matriz curricular do Curso Superior de


Tecnologia em Logística apresentam a educação ambiental como prática educativa integrada,
contínua e permanente, representando um eixo transversal em atividades curriculares dos
cursos Atividades Acadêmicas Complementares, como tema de iniciação científica e pesquisa,
em abordagens dos estágios etc.

Vale destacar também o importante papel que desempenha no estudo da ética


ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas por nossos estudantes.

Além desta transversalidade, no Curso Superior de Tecnologia em Logística, a temática


está contemplada diretamente na disciplina de Seminários Integrados em Logística e na
disciplina de Análise Textual (que trata questões ambientais, refletidas por meio de textos).
43

2.10.7 MATRIZ CURRICULAR

A Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística foi construída com a


participação do Núcleo Docente Estruturante (NDE), sob a liderança do Coordenador do
Curso, estando organizada em três eixos: o básico, o complementar e o específico.

O eixo básico introduz o aluno à gestão e ao planejamento dos processos empresariais e


tem como objetos de estudo os fundamentos das áreas de administração, operacional e
financeira.

O eixo complementar perpassa por todo o curso e têm como objetos de estudo uma
visão analítica e crítica das áreas da comunicação, do direito e da ética, das habilidades sociais
e do planejamento estratégico.

O eixo específico tem como objeto de estudo a Logística, abordando sua infraestrutura,
seu planejamento e sua implantação como soluções críticas para a tomada de decisão no
atual cenário competitivo e dinâmico dos negócios.

Desta forma, o curso possibilita o desenvolvimento do perfil profissional do egresso e o


NDE atua na atualização, adequação das cargas horárias bem como da bibliografia.

A Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística é integralizada em


1676 horas, distribuídas em 4 (quatro) semestres mínimos para sua conclusão conforme
quadro a seguir:

1º PERÍODO
Cod. Nome Disciplina Credito Credito Ativ Créditos Total Carga Tipo Pré-
Disciplina Teorico Pratico Estrut. Pagos Créditos Horária da requisito
Disciplina
CEL0465 ANÁLISE TEXTUAL 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0569 FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0570 GESTÃO DE PROCESSOS 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA
GST0572 LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0573 MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA
GST0580 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0581 ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA
44

GST0585 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA


GST0918 PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
PROFISSIONAL
2º PERÍODO
Cod. Nome Disciplina Credito Credito Ativ Créditos Total Carga Tipo Pré-
Disciplina Teorico Pratico Estrut. Pagos Créditos Horária da requisito
Disciplina

CEL0284 TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO 2 0 0 2 2 36 OPTATIVA


GST0308 ESTATÍSTICA APLICADA 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0573
GST0311 OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSPORTE 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA GST0573
GST0314 TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA
GST0451 MATEMÁTICA FINANCEIRA 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA
GST0567 FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0615 COMPETÊNCIAS GERENCIAIS 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0616 ADMINISTRAÇÃO DE COMPRAS E 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0585
SUPRIMENTOS
GST0617 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0569

3º PERÍODO
Cod. Nome Disciplina Credito Credito Ativ Créditos Total Carga Tipo Pré-
Disciplina Teorico Pratico Estrut. Pagos Créditos Horária da requisito
Disciplina
GST0277 LOGÍSTICA REVERSA 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0304 FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0309 DISTRIBUIÇÃO FÍSICA 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA GST0585
GST0313 LOGÍSTICA INTERNACIONAL 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0585
GST0317 PCP INTEGRADO À LOGÍSTICA 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA
GST0318 GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA
GST0582 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0580
GST0838 SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM LOGISTICA 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA

4º PERÍODO
Cod. Nome Disciplina Credito Credito Ativ Créditos Total Carga Tipo Pré-
Disciplina Teorico Pratico Estrut. Pagos Créditos Horária da requisito
Disciplina
GST0303 TRANSPORTE MARÍTIMO INTERNACIONAL 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0313
GST0305 ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA PORTUÁRIA 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA GST0313
GST0312 GERENCIAMENTO DE PROJETOS 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA
GST0315 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E 4 0 0 4 4 72 MÍNIMA GST0585
OPERAÇÕES
GST0316 LEGISLAÇÃO ADUANEIRA 2 0 2 2 4 80 MÍNIMA GST0569
GST0445 GESTÃO DA QUALIDADE 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0315
GST0310 OPERAÇÃO DE TERMINAIS E ARMAZÉNS 2 0 0 2 2 36 MÍNIMA GST0585

TOTAL DE HORAS OBRIGATÓRIAS 1.676 T P AE

1.368 0 308

OPTATIVAS 36 0 0
45

ELETIVAS 0

ATIVIDADES COMPLEMENTARES 0

ESTÁGIO FORA DA MATRIZ 0

CH TOTAL: 1.676

2.10.8 – ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES

A realização das Atividades Acadêmicas Complementares (AAC) não é obrigatória para


integralização do Curso Superior de Tecnologia em Logística. Entretanto, a Universidade
Estácio de Sá recomenda o envolvimento de seus alunos na realização das mesmas.
As atividades complementares referem-se ao curso como um todo e à formação geral
do aluno. Elas envolvem aquelas atividades realizadas pelo aluno, vinculadas à sua formação,
visando a atualização permanente dos alunos acerca de temas emergentes.
As AACs podem ser desenvolvidas de forma presencial e a distância. A cada AAC
realizada, é atribuída uma carga horária pré-definida, conforme a duração da mesma. As
AACs, quando realizadas presencialmente, são programadas com antecedência e divulgadas
aos alunos no durante do período letivo vigente. Já as realizadas online, estão disponibilizadas
para acesso e realização na sala de aula virtual dos alunos, por meio do Portal de Atividades
Acadêmicas Complementares.

As Atividades Acadêmicas Complementares viabilizam a integração ensino, pesquisa e


extensão e o desenvolvimento de ações de responsabilidade social, proporcionando aos
alunos a vivência de situações que contribuem para o crescimento dos alunos como cidadãos
e profissionais. Dessa forma, essas atividades buscam propiciar aos alunos:

a) o incentivo à pesquisa e iniciação científica, através da inclusão de atividades do


tipo: participação e apresentação de seminários, congressos, palestras e workshops;
46

b) a integração teoria e prática, por meio da oferta de oficinas e outras atividades


práticas, realizadas sob a orientação de professores ou profissionais, em projetos realizados
na Instituição ou externamente;
c) a ampliação do universo cultural e artístico, mediante a realização de visitas a
exposições, filmes, vídeos, festivais, etc.;
d) o aperfeiçoamento acadêmico, propiciado pela realização de cursos que visam:
ampliar o conhecimento geral, facilitar a atuação do aluno na profissão e/ou no mercado de
trabalho, aprofundar o conhecimento referente à área de graduação do aluno;
e) o contato com a realidade social, viabilizado pela participação nas atividades de
extensão;
f) o desenvolvimento da responsabilidade ambiental, propiciada pela presença em
campanhas, visitas, etc., que têm este tema como eixo de estudo;
g) a preparação para o mundo do trabalho, através de uma variedade de atividades
complementares voltadas para a prática profissional (apresentação de produtos ou serviços
de empresas, projetos de treinamento profissional, vivência profissional, etc.), que visam
desenvolver competências como: empreendedorismo, iniciativa, liderança e habilidades para
gerenciar mudanças;
h) o desenvolvimento da responsabilidade e do compromisso social, por meio da
participação em trabalhos voluntários, projetos comunitários e campanhas sociais, elaboradas
e desenvolvidas pela Universidade Estácio de Sá ou por outras instituições sociais;
i) o oferecimento de atividades concernentes às relações étnico-raciais.
47

2.11 – PROCESSO EVOLUTIVO DAS ALTERAÇÕES NA MATRIZ

A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística vem sofrendo


constantes mudanças desde o seu primeiro currículo, com o objetivo de adequar-se às
demandas acadêmicas e de mercado.
A atualização é resultado das análises dos membros do NDE, das sugestões do
colegiado de curso e dos alunos e professores-tutores a distância. Através das avaliações
internas CPA são analisadas as questões respondidas pelos alunos e professores-tutores a
distância percebendo como o curso está tendo ou não satisfação e se está adequado às
demandas acadêmicas e de mercado. O NDE e o Colegiado fazem uma análise dessa avaliação
e propõem as mudanças que consideram pertinentes. Essas mudanças e adequações ocorrem
sempre no final dos semestres letivos. Como recentes atualizações que incorporam a
estrutura da matriz curricular do currículo 20131 tem-se a inclusão das disciplinas de
Seminários Integrados em Logística e a de Planejamento de Carreira e Sucesso Profissional,
além da disciplina de Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão que já existia no currículo anterior
20123 e é uma disciplina Optativa.
A organização curricular constitui-se parte do projeto pedagógico e é nela que se
visualiza, de modo amplo, a estrutura de todo o curso; por consequência, explicita as
concepções de mundo, ser humano, educação, conhecimento e sociedade, que dão
identidade ao curso e à instituição da qual ele faz parte.
Sendo assim, é um processo natural a qualquer curso a revisão de seu currículo por
diversos motivos, dentre os quais se destacam (entre outros): i) a natureza da área de
conhecimento em questão, por sua volatilidade e constante atualização; ii) o conhecimento
científico de forma geral, que evolui e rompe paradigmas, princípios e parâmetros; iii) as
mudanças globais na sociedade e nas realidades regionais; iv) o aprimoramento da tecnologia
em sua interface com o fazer acadêmico; v) as mudanças institucionais e as diretrizes do
Projeto Pedagógico Institucional; vi) as modificações na legislação e no Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia.
48

2.12 – INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO

O Curso Superior de Tecnologia em Logística integraliza-se em, no mínimo, 04


semestres letivos e, no máximo, 8 semestres letivos, com uma carga horária total de 1676
horas.

2.13 – ESTÁGIO

O Curso Superior de Tecnologia em Logística não contempla Estágio Supervisionado


Obrigatório, mas atendendo ao disposto na Lei nº 11788 de 25/09/2008, são oferecidos aos
alunos regularmente matriculados neste curso oportunidades de candidatarem-se às vagas
oferecidas pela Estácio Estágios e Empregos (3E), que mantém convênios com inúmeras
empresas de diferentes portes e ramos de atividade. As normas para Estágio não obrigatório
estão descritas no Regulamento Institucional para Estágio não Obrigatório desta Instituição.

2.14 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Curso Superior de Tecnologia em Logística não contempla Trabalho de Conclusão de


Curso (TCC) como componente curricular obrigatório.

2.15 – FAMILIARIZAÇÃO COM A METODOLOGIA EM EAD (NIVELAMENTO INSTRUMENTAL)

O programa de ambientação à metodologia apresenta-se como uma necessidade


externa à matriz curricular deste curso, mas que é essencial para o acolhimento do aluno na
modalidade EAD. Sua finalidade é a de orientar o aluno sobre o curso, sobre a navegação no
ambiente, sobre as ferramentas de informação e comunicação e sobre a dinâmica de
funcionamento dos processos de ensino e de aprendizagem, tanto na sala de aula virtual
quanto no polo de apoio presencial.
49

Fazem parte do módulo introdutório as ações de apresentação do curso, de


ambientação ao Campus Virtual e de recepção no polo de apoio presencial, por meio das
aulas inaugurais.
Além disso, os tutores presenciais do curso estarão disponíveis para apoiar os alunos
nos esclarecimentos necessários quanto à metodologia EAD, orientando-os quanto ao uso e à
aplicação dos recursos e meios envolvidos no processo de ensino e aprendizagem do modelo
pedagógico do ensino a distância da Universidade Estácio de Sá.

2.15.1 – AMBIENTAÇÃO À SALA DE AULA VIRTUAL

Produzido em duas versões (2D e 3D)30, a ambientação à sala de aula virtual tem por
objetivos i) apresentar a estrutura e os profissionais que atuam na produção e operação da
EAD na instituição; ii) apresentar as ferramentas de comunicação que serão utilizadas ao
longo do curso e iii) apresentar os eventos que compõem a frequência e os critérios de
avaliação do curso; e iv) nivelar as habilidades técnicas e tecnológicas necessárias para a
consecução das atividades acadêmicas.

Quadro 7 – Ambientação Como Estudar Online (versão 3D)

A concepção desse módulo norteou-se a partir da necessidade de se prover um


acolhimento inicial voltada para as tecnologias de comunicação e informação que são
articuladas na sala de aula virtual, assim como prover uma familiarização à metodologia e ao

30
A oferta em duas versões tem por finalidade permitir o acesso ao módulo a alunos com conexão à internet de
baixa ou alta velocidade, respectivamente.
50

modus operandi da EAD neste curso, assegurando a todos os alunos um ponto de partida
comum e, ao mesmo tempo, garantindo um nivelamento no que se refere ao uso das TICs na
modalidade EAD.
Em termos de navegação, optou-se por uma metodologia de desenho didático que
abriga um forte apelo visual aliado a uma sequência de simulações e tutoriais interativos31,
com ênfase nas linguagens visual e verbal, com alto grau de atratividade e navegabilidade, em
formato de serious game32 (versão 3D).
Não obstante a ambientação à sala de aula virtual, percebeu-se a necessidade de
fornecer ao aluno um ferramental básico para atividades relacionadas à apresentação de
trabalhos acadêmicos e ao resultado de pesquisas, entre outros. Tal ferramenta é
amplamente usada na entrega de trabalhos e na apresentação de aulas, por exemplo, assim
como tem seu uso altamente difundido no meio profissional, em especial para apresentação
de projetos33. Adotou-se, nesse caso, a metodologia de simulação e tutorial, tal qual presente
no módulo de ambientação.

Quadro 8 – Tela de conteúdo do curso livre PowerPoint

Através do programa de ambientação à metodologia online, no qual consta a


ambientação à modalidade/ambiente e ao software PowerPoint, entende-se que o aluno terá
condições de suprir a carência natural oriunda da mudança de paradigma em termos de
31
Tomou-se o princípio “guide me” (guia-me) na concepção das simulações e tutoriais.
32
Serious Game é o nome que se dá a atividades voltadas para treinamento/educação, nas quais se utiliza o
mesmo formato adotado nos jogos recreativos virtuais.
33
O software em questão é o PowerPoint, licenciado pela Microsoft e presente em todas as versões desse
sistema operacional.
51

oferta de ensino (presencial para EAD), bem como a possibilidade de ambientar-se ao


ferramental mais usual para apresentação de trabalhos acadêmicos.

2.15.2 – AMBIENTAÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL

O programa de recepção ao aluno tem por objetivo acolhê-lo no polo de apoio


presencial e explicitar as atividades ali desenvolvidas, bem como apresentar o curso. Fazem
parte deste programa as seguintes etapas: a) recepção do aluno pelo coordenador de polo e
pelos tutores presenciais; b) visita guiada a todas as instalações do polo (secretaria, biblioteca,
laboratório etc.); c) divulgação dos horários de tutoria e de atendimento; d) aula inaugural,
cujo teor versa sobre a modalidade EAD, sobre o curso, sobre o ambiente virtual, sobre as
etapas presenciais e sobre o modelo de tutoria presencial.
Dois princípios regem o programa de recepção: o aprender a conviver e o aprender a
aprender. O primeiro está refletido na recepção e integração dos alunos ao polo, bem como
na formação de uma comunidade de aprendizagem que integre as etapas presenciais ao
ambiente virtual, estabelecendo-se assim uma rede colaborativa e interpessoal.
Em relação ao primeiro princípio, recomenda-se34 uma aula inaugural, em duas
datas35, com o objetivo de integrar os alunos pertencentes ao polo, bem como familiarizar o
discente ao corpo social, suas funções, horários de atendimento e a estrutura física
disponibilizada aos alunos, tanto do polo quanto da IES que o sedia.
O segundo princípio está refletido na explicação e na reiteração das ferramentas de
ensino e de aprendizagem concebidos neste curso para a modalidade EAD, especialmente em
relação ao funcionamento do AVA, bem como no permanente atendimento aos alunos para
questões referentes à tecnologia.
Nesse sentido, sob supervisão do coordenador de polo, haverá em cada laboratório o
supervisor de laboratório. Esse profissional estará presente nos laboratórios de informática dos
polos, em dia e horário fixos, com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes e
estimular sua autonomia em relação à interface e às funcionalidades/softwares utilizados no
AVA, assim como orientar os alunos quanto ao suporte técnico da sala de aula virtual.

34
Conforme viabilidade administrativa (número de alunos matriculados no polo). Caso o número seja
insuficiente para fomentar a aula inaugural, o coordenador de polo irá enviar mensagem-convite aos alunos para
conhecer o polo e seu coordenador.
35
Preferencialmente aos sábados, sendo um evento principal e outro alternativo, para alunos que não puderem
comparecer ao primeiro.
52

2.16 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO

As modalidades de nivelamento objetivam criar condições para que os alunos


desenvolvam as habilidades e competências necessárias ao cumprimento das atividades
propostas pelo curso. Com elas, pretende-se minimizar a deficiência de conhecimento
apresentada pelos egressos do Ensino Médio. Desta forma, tais atividades destinam-se
prioritariamente, mas não exclusivamente aos alunos do primeiro período deste curso.

2.16.1 – PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO NO AVA

Como ação subsequente à familiarização com a metodologia EAD (na qual já ocorre
uma ação de nivelamento operacional, conforme item 2.11), o programa de nivelamento
denominado Reforço Acadêmico tem por finalidade apresentar classes extracurriculares com
ênfase às disciplinas e conhecimentos que permeiam (direta ou indiretamente) qualquer
curso superior, as quais, notadamente, representam uma carência em termos de base
acadêmica. Com esse programa, pretende-se oferecer ao corpo discente os conhecimentos
básicos em disciplinas consideradas fundamentais aos estudos universitários.
As classes do programa Reforço Acadêmico são transmitidas via web, em 4 aulas36,
oferecidas de forma livre no AVA, e contam com material acadêmico complementar
(exercícios de fixação, material do professor etc.). Sua abordagem versa sobre os tópicos que
apresentam maior dificuldade nas disciplinas Língua Portuguesa e Matemática, consideradas
essenciais para qualquer formação superior37.

36
A carga-horária de cada curso é de 20 horas, sendo 3 horas de transmissão para cada aula, somadas ao
material complementar (leitura e exercícios). Todos os professores convidados para o programa possuem
experiência em Ensino Médio.
37
Também consta o programa para a disciplina Cálculo nos cursos em que há exigência maior de base
matemática.
53

Quadro 9 – Interface do programa para a disciplina Língua Portuguesa

Dentre os benefícios do programa, vale destacar: a) o reconhecimento das limitações


individuais, especialmente daqueles que concluíram há muito o Ensino Médio; b) a função de
ambientação para ingresso no ensino superior; c) o caráter de adesão voluntária, aberto a
todos os alunos, sem qualquer ônus financeiro ou de progressão curricular (o programa fica
disponível a todos, por toda a duração do curso); d) o sentimento de segurança por parte do
aluno ao reconhecer o programa como uma ação institucional em prol da qualidade
acadêmica.
54

3 ATENDIMENTO AO ALUNO

A concepção do atendimento ao aluno prevê 4 (quatro) vertentes: a) atendimento


voltado para os processos de ensino e de aprendizagem; b) atendimento voltado para a
administração acadêmica; c) apoio psicopedagógico; d) atendimento para alunos com
necessidades especiais.
Neste momento, para fins explicativos, será descrito como o atendimento ao aluno foi
concebido e quais são seus participantes diretos e indiretos. Quanto aos detalhes técnicos das
tecnologias de informação e comunicação, estes serão discutidos no item Sistemas de
Comunicação.

3.1 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA OS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM


(MODELO DE TUTORIA)

O corpo docente que atua nos cursos de graduação na modalidade a distância da


Universidade Estácio de Sá é especialmente capacitado, a partir de programas específicos38, para
atuar em ambientes virtuais de aprendizagem e nos polos de apoio presencial, bem como está
habilitado a trabalhar em uma metodologia concebida para estimular os alunos a uma
participação cooperativa e colaborativa.
A particularidade da metodologia adotada pela Universidade Estácio de Sá preconiza
fortemente o direcionamento do corpo docente, sob a supervisão do coordenador do curso,
de forma a que todos os papéis exercidos pelo professor-tutor sejam orientados para
excelência. Ainda, há o objetivo primordial, em consonância com o projeto pedagógico da
instituição, de se valorizar o docente para que o padrão de qualidade do curso em questão
seja respeitado, com vistas a criar uma identidade uníssona no planejamento pedagógico e na
atuação docente.
Concebeu-se, portanto, um modelo de tutoria (presencial e a distância) como uma
etapa fundamental no acompanhamento e orientação dos alunos durante seu processo de

38
A Universidade Estácio de Sá criou o Programa de Incentivo à Qualificação Docente, com cursos de
capacitação/aprimoramento para diversos fins. Dentre tais cursos, destacam-se os de Formação de professores
para docência online e o de Formação de professores conteudistas. Para os tutores presenciais, as ações de
capacitação/aprimoramento são permanentes, tanto presenciais quanto a distância.
55

aprendizagem, dentro de uma abordagem na qual o aprendiz é o agente do processo de


construção do conhecimento. Esse trabalho deve potencializar o diálogo, a troca de saberes, a
produção individual e coletiva dos discentes, bem como estimular uma interação cooperativa
e colaborativa entre todos os envolvidos neste processo educativo.

3.1.1 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR A DISTÂNCIA

O tutor a distância é um docente com formação acadêmica compatível com o plano de


ensino da disciplina ao qual está vinculado e que possui domínio das técnicas indicadas para o
desenvolvimento da ação docente nesta modalidade de ensino.
Em termos práticos, é responsável pela condução didática da(s) disciplina(s). Nesse
sentido, é o agente indispensável na rede de comunicação que vincula os alunos ao curso e à
instituição de ensino, pois possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo
educativo, com vistas a desenvolver no corpo discente a autonomia, através do
desdobramento do conteúdo e da mediação pedagógica entre o conhecimento teórico, sua
aplicação prática e as particularidades desse conhecimento na formação acadêmico-
profissional no aluno.
Suas principais tarefas são a de mediar, facilitar, encaminhar e gerenciar o processo de
aprendizagem, acompanhando as atividades do aluno no ambiente web, procurando sempre
orientá-lo quanto ao desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo, de estudo
cooperativo e colaborativo e à melhoria do processo ensino-aprendizagem, sobretudo a partir
dos conteúdos e experiências apresentados.
Em termos de mediação, portanto, tem o professor online o fórum de discussão39
como principal interface na (re)construção do conhecimento, já que se trata de um espaço
concebido para promover questionamentos e provocações entre os alunos, sempre sob a
égide da cooperação e da colaboração em prol da aprendizagem. Nesse sentido, portanto, a
mediação no fórum é concebida a partir de questionamentos temáticos, com regras de
participação, sob um viés de transversalidade em relação ao conteúdo das aulas. O tutor a
distância, nesse diapasão, comenta, retifica, ratifica e sugere novos desdobramentos ao(s)

39
O Fórum de discussão, bem como outras ferramentas de interação, serão descritas no item Sistemas de
Comunicação.
56

questionamento(s) temático(s) a partir da postagem dos alunos. A participação dos alunos nos
fóruns temáticos compõe parte da nota das avaliações somativas40.
Vale apontar também que, no fórum de discussão de cada turma, o tutor a distância
atua no sentido de valorizar o conhecimento e a experiência do discente, estabelecendo assim
uma postura de mediação também voltada para o respeito às individualidades de cada aluno,
bem como para desenvolver as limitações e reconhecer as particularidades regionais.
Não obstante a ferramenta fórum de discussão, a mediação também ocorre em outras
ferramentas: Anotações, Central de Mensagens e o Trabalhos a concluir.
Na ferramenta Anotações, por sua vez, o tutor a distância atua a partir da observação
dos registros produzidos pelos alunos relativos ao conteúdo das aulas, sejam esses registros
criados por solicitação do tutor a distância em uma determinada atividade, seja por uso
autônomo do aluno ao usar tal ferramenta como auxiliar no processo de aprendizagem. A
ferramenta permite comentários do tutor a distância aos registros do aluno, bem como
permite a disponibilização pública41 de tais registros para todos os alunos da turma,
estimulando, nesse caso, um emprego cooperativo da ferramenta.
Finalmente, temos a ferramenta Trabalhos a concluir, uma interface do AVA com o
intuito de cadastrar atividades acadêmicas42 cuja produção constará da composição de nota
do aluno para uma determinada etapa da avaliação. Sua dinâmica gira em torno da
disponibilização da tarefa por parte do professor, e consequente postagem do trabalho por
parte do aluno. Em termos de interação, a ferramenta disponibiliza espaço para comentários
do professor sobre a produção do aluno, permitindo assim um feedback interno, dentro da
ferramenta, inclusive no caso de rejeição de trabalho, atribuindo-se assim um caráter de
mediação individualizada à produção de conhecimento do aluno.
Em termos de facilitação, o atendimento do tutor a distância se dá preferencialmente
por meio dos fóruns de discussão, central de mensagens e newsletter.
Quanto ao primeiro canal, o fórum de discussão, trata-se de uma ferramenta de
interação com a finalidade de promover a interlocução entre aluno-tutor a distância, aluno-
aluno, objetivando a construção colaborativa do conhecimento, por meio de discussões sobre

40
A composição da nota e outros aspectos referentes a composição da nota serão vistos no item Avaliação.
41
O aluno pode optar por disponibilizar publicamente seus registros, ou manter a individualidade, quando o
acesso ao registro é exclusivo do autor (aluno) e do professor.
42
Nem todas as disciplinas deste curso possuem atividades cadastradas nesta ferramenta.
57

temas e conceitos abordados nas aulas e dúvidas surgidas, além de haver um tópico que
busca a integração da turma (apresentação pessoal, informações pessoais etc.).
Quanto à central de mensagem, trata-se de um correio eletrônico interno, exclusivo ao
AVA, com a finalidade de estabelecer comunicação direta entre aluno-tutor a distância, aluno-
aluno. Em virtude de ser um canal de comunicação direto, individual, ele é tratado, em termos
de comunicação, como uma ferramenta de atendimento administrativo, e não de conteúdo. A
orientação dos tutores a distância é a de usar tal ferramenta como um canal facilitador para
atendimento ou encaminhamento de questões relacionadas à administração acadêmica
(como acerto de nota, questionamento sobre resultado da avaliação, situações especiais etc.).
Finalmente, ainda em termos de facilitação, o professor online possui a sua disposição
a ferramenta newsletter, canal de comunicação que permite envio de mensagens eletrônicas
para os endereços eletrônicos pessoais dos alunos via AVA. O potencial de divulgação de
informações sobre o curso, sobre a disciplina e sobre assuntos acadêmicos em geral é
altamente ampliado, já que a concepção dessa ferramenta justamente é exteriorizar o canal
interno (central de mensagem) de atendimento.

3.1.2 – MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR PRESENCIAL

O tutor presencial atua diretamente no polo de apoio presencial junto aos estudantes.
Com formação superior na área do curso, cabe ao tutor presencial auxiliar em atividades
individuais ou em grupo, incentivar o hábito da pesquisa, servir de facilitador no uso das
tecnologias disponíveis e participar de momentos presenciais obrigatórios.
No que se refere à mediação, cabe ao tutor presencial auxiliar a fomentar o hábito da
pesquisa, estimulando o corpo discente a fazer uso da biblioteca do polo e da biblioteca virtual
para aprofundamento acadêmico, sob sua orientação, bem como esclarecer dúvidas em relação
ao ambiente virtual de aprendizagem, as estratégias de estudo e a lidar com as especificidades da
educação a distância previstas neste projeto.
Também cabe ao tutor familiarizar o aluno com o material didático disponibilizado, atuando
como facilitador na organização do estudo do aluno a partir da relação deste com as formas de
entrega do conteúdo. Da mesma maneira se dá com o ambiente virtual de aprendizagem, ao
orientar o aluno sobre a intervenção pedagógica que se espera do aluno na sala de aula virtual.
58

3.2 – ATENDIMENTO VOLTADO PARA A ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA

Para as ações e necessidades de cunho administrativo-acadêmico, o aluno tem a sua


disposição canais de comunicação (virtuais e presenciais) para diversos fins, tais como
abertura de requerimento, renovação de matrícula etc.
Em virtude de o Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) desenvolvido pela
Universidade Estácio de Sá praticamente abordar todas as variáveis de ordem administrativa,
os alunos são estimulados a usá-lo, evitando-se assim deslocamento desnecessário ao polo
para tratar de ações relativamente simples, como consulta de nota e vista de prova, por
exemplo. Como o acesso ao AVA já se dá via Campus Virtual43, a maioria dos alunos utiliza o
sistema para tais fins.

3.2.1 – SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (SIA)

O Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) é um ambiente seguro no qual os alunos,


através do seu login e senha, têm acesso ao cadastro, à consulta de notas, datas de prova,
requerimentos, além de outras opções. Aos alunos é disponibilizada uma gama de serviços
que os auxiliam no dia-a-dia acadêmico, mesmo estando distantes do polo de apoio
presencial, uma vez que o SIA pode ser acessado de qualquer computador conectado à
internet.
Quadro 10 – Tela do Campus Virtual, com acesso ao AVA e à Secretaria Virtual (SIA)

43
Interface geral de acesso seguro (login/senha), vinculada à home page institucional.
59

Através dele o aluno obtém diversas informações, pode fazer vários tipos de consultas
acadêmicas e contato virtual com os setores da Universidade.
Os tutores a distância, igualmente, têm acesso a todas as turmas em que lecionam,
gerenciando-as também virtualmente.

3.2.2 – SECRETARIA DO POLO DE APOIO PRESENCIAL

A secretaria acadêmica do polo de apoio presencial conta com profissionais para


atendimento presencial ao estudante, caso este tenha dificuldades ou dúvidas que não
puderem ser resolvidas pela secretaria virtual.
Dentre as macroatribuições da secretaria, além de atendimento ao aluno, estão as
ações de coordenar, supervisionar e orientar a execução dos procedimentos administrativos,
financeiros e acadêmicos dos alunos.
Também compete à secretaria, sob supervisão do coordenador de polo, proceder à
guarda, sigilo e atualização dos documentos relacionados às atividades acadêmicas do aluno,
através do controle de arquivos e relatórios, durante o andamento do curso e até 5 (cinco)
anos após o término. Ainda, compete à secretaria organizar documentos institucionais
pertinentes aos cursos (portarias de autorização, reconhecimento, renovação de
reconhecimento, credenciamento etc.), garantindo assim que todas as exigências legais sejam
cumpridas.

3.2.3 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO ALUNO

Alguns aspectos relacionados diretamente à gestão acadêmico-administrativa do curso


são disponibilizados no AVA para o aluno, facilitando assim a obtenção de informações sobre
a progressão curricular, por exemplo. Nesse caso, o aluno pode visualizar claramente as
disciplinas já cursadas e as em andamento, bem como tempo de acesso, tempo de
permanência por tópico de conteúdo etc.
60

Quadro 11 – Tela “histórico” do AVA, disponibilizada no acesso inicial da sala de aula virtual

A funcionalidade de autogestão para o aluno foi concebida para oferecer acesso a


informações específicas sobre o andamento do curso, e também para evitar a necessidade de
acesso a outros ambientes e/ou consultas desnecessárias à secretaria, permitindo assim uma
integração entre as diversas interfaces disponibilizadas.

3.2.4 – FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO PROFESSOR ONLINE

Paralelamente à autogestão do aluno, o tutor a distância conta também com algumas


ferramentas desenvolvidas em parceria com o AVA para permitir melhor e maior controle
sobre o desempenho dos alunos em termos quantitativos, bem como sobre o próprio
desempenho do docente.

Quadro 12 – Interface de autogestão do professor (gauges), disponibilizada no acesso inicial ao AVA


61

A Universidade Estácio de Sá desenvolveu esse sistema de autogestão para os


docentes que atuam na tutoria a distância (online), no qual constam o quantitativo de acesso
esperado por docente, mensagens pendentes, trabalhos a serem corrigidos, postagens no
fórum de discussão e acesso dos alunos.

3.2.5 –APOIO PSICOPEDAGÓGICO

Quanto ao atendimento psicopedagógico, a Universidade Estácio de Sá proporciona,


sob supervisão do curso de Psicologia, através do Núcleo de Apoio e Atendimento
Psicopedagógico (NAAP) e do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), atendimento
psicopedagógico, assistência psicoterápica e psicodiagnóstico. Tal atendimento se dá por
intermédio de compartilhamento com a estrutura já presente na IES que sedia o polo, sob
supervisão do coordenador de polo.

3.2.6 – ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Além das ações de acessibilidade presentes no AVA, em especial no conteúdo online e


nas aulas transmitidas via web44, o polo de apoio presencial deve adaptar-se às normas e
princípios que garantem os direitos do aluno com necessidades educacionais especiais,
integrando tal adaptação à política institucional da Universidade Estácio de Sá. Tal política
busca manter a qualidade de ensino para todos os seus alunos de forma a assegurar aos
alunos com necessidades educacionais especiais as condições necessárias para o seu pleno
aprendizado. A materialização dessa política encontra-se no documento Política institucional
para atendimento aos alunos com deficiência ou com dificuldades específicas de
aprendizagem, base para a orientação de todo o corpo social que constitui o polo de apoio
presencial.
Este curso segue as sugestões e procedimentos recomendados no documento em
questão, buscando criar um ambiente educacional que reconheça as possibilidades e as

44
As ações de acessibilidade relativas ao conteúdo online e às aulas transmitidas via web serão pormenorizadas
no item “Material Didático”.
62

limitações dos alunos com necessidades educacionais especiais, garantindo, assim, a sua
plena inclusão no processo educativo.

4. SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

O sistema de comunicação adotado neste curso tem por objetivo articular diversos
canais de atendimento ao aluno para oferecer segurança, flexibilidade e agilidade nas diversas
situações de comunicação inerentes à modalidade.
No item anterior (item 3), foram descritas as dinâmicas de atendimento no AVA e no
polo de apoio presencial, com ênfase aos aspectos didático-pedagógicos e aos aspectos
acadêmico-administrativos. Ainda falou-se em situações específicas, como atendimento
psicopedagógico e atendimento a alunos em condições especiais.
Neste item, portanto, serão abordados os aspectos técnicos sobre o atendimento no
AVA, bem como os canais de comunicação exteriores ao AVA e ao atendimento no polo de
apoio presencial.

4.1 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO NO AVA

Em termos técnicos, os canais de comunicação do AVA oferecem a possibilidade de


interação entre dois ou mais atores, e tais possibilidades remetem à concepção de cada
ferramenta em termos de instrumento para comunicação.

4.1.1 – COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA NO AVA

A comunicação assíncrona caracteriza-se pela não-simultaneidade, ou seja, a


comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por outra pessoa sem a
necessidade de sincronia. Trata-se do tipo de comunicação mais amplamente utilizado neste
curso e, ao mesmo tempo, de maior potencial acadêmico, pois permite estruturalmente a
possibilidade de reflexão sobre a comunicação do outro, bem como a possibilidade de
pesquisa/estudo para oferecer resposta, para interagir.
63

a) Fórum de discussão - a estrutura do fórum é organizada a partir da criação de


tópicos, que objetivam a discussão do conteúdo estudado, o esclarecimentos de
dúvidas, a revisão para as provas e a integração dos alunos/tutores a distância. Ou seja,
alguns tópicos estão relacionados à concepção/discussão de cada disciplina, outros
ligados à organização administrativa do curso/disciplina (tópicos de integração e “tira-
dúvidas”, por exemplo). Por meio desses espaços dialógicos o tutor a distância se
relaciona, se comunica e interage com a turma sob sua regência. A dinâmica do fórum
inicia-se a partir da publicação do tópico e de seus dados de cadastro (como data de
encerramento da discussão, por exemplo), dando-se início ao processo de postagens, as
quais são encadeadas hierarquicamente por data de envio. A título de organização, a
postagem do tutor a distância apresenta-se com destaque (fundo azul), e todos podem
responder a todos, cabendo a possibilidade de edição da resposta somente ao autor da
postagem, com exceção do tutor a distância, que pode editar qualquer postagem.

Quadro 13 – Interface de fórum de discussão

O fórum de discussão, ainda, é uma ferramenta que permite a edição de textos em suas
várias possibilidades (inserção de imagem, tabela, correção ortográfica etc.), bem como
permite acesso direto a outras ferramentas, como a central de mensagens.
64

b) Central de Mensagens – em termos de atendimento ao aluno, trata-se da ferramenta


mais utilizada, especialmente no que se refere a aspectos administrativo-acadêmicos e a
comunicações individuais, particulares. A central de mensagens permite ao aluno
pesquisar usuários do AVA, facilitando assim a comunicação com outros alunos, com
gestores acadêmicos, gestores do AVA, coordenadores e tutores à distância, inclusive
com possibilidade de anexar arquivos nas mensagens. Para que tal possibilidade de
múltiplos destinatários se efetive, a central de mensagem possui ferramenta de busca
de usuários.
Quadro 14 – Interface da central de mensagem

A central de mensagem é um sistema construído aos moldes de um correio eletrônico


tradicional, com possibilidade de organização de mensagens em pastas, recuperação de
mensagens excluídas, organização de grupos de destinatários/emissores, classificação
por ícone de mensagem recebida etc.

c) Newsletter – Semelhante à central de mensagem, a ferramenta newsletter é um


dispositivo de envio de mensagens que se particulariza pela possibilidade de envio por
turma através do endereço eletrônico particular do aluno (sem necessidade de vínculo
direto ao AVA). Tal particularidade permite ao tutuor a distância manter-se no AVA e, ao
mesmo tempo, comunicar-se com os alunos de uma determinada turma guardando-se
sua inviolabilidade no campo “destinatário”, bem como a possibilidade de cópia oculta
para garantir também a inviolabilidade do endereço eletrônico particular do aluno.
65

Quadro 15 – Interface da ferramenta newsletter

A ferramenta newsletter permite o envio de comunicados gerais e/ou comunicados a


alunos que ainda não acessaram o AVA, já que possui um filtro específico para
categorizar alunos ausentes ao AVA. Em termos técnicos, trata-se de uma comunicação
“um para todos”, cuja resposta, propositadamente, deverá ocorrer pela ferramenta
central de mensagem, mantendo-se assim o propósito de comunicar para entrar no
ambiente.

d) Central de Monitoramento - o tutor a distância utiliza a Central de Monitoramento,


um aplicativo que permite que ele extraia, por meio de categorias pré-definidas e
parametrizadas alguns filtros de informações que o auxiliam na gestão acadêmica de
sua turma e no acompanhamento do processo de interação e participação dos alunos.
Ou seja, por meio dessa interface o tutor a distância pode selecionar dentro de uma
determinada turma quais são os alunos que não participarão do tópico X, que não
realizaram um atividade Y, que não responderam aos exercícios de participação, que
não acessaram a plataforma nos últimos N dias etc. Um aplicativo que o auxilia na
gestão e no acompanhamento dos alunos.
66

Quadro 16 – Interface da ferramenta Central de Monitoramento

4.1.2 – COMUNICAÇÃO SÍNCRONA NO AVA

A comunicação síncrona é o oposto da assíncrona, já que se caracteriza pela


simultaneidade, ou seja, a comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por
outra imediatamente, mantendo-se assim a possibilidade de conversação “on time”. Trata-se
do tipo de comunicação menos utilizado neste curso e, ao mesmo tempo, de menor potencial
acadêmico, pois exige conexão simultânea entre os interlocutores.
Vale ressaltar que a sincronia guarda um caráter de pessoalidade à comunicação,
estabelecendo uma interlocução imediata, o que permite a sensação de aproximação e de
conforto da interação simultânea, aos moldes do que ocorre no ensino presencial, diminuindo
assim o sentimento de “isolamento” que pode ser um fator de desmotivação para o aluno na
modalidade EAD. Eventualmente, tal ferramenta pode ser usada em atividades acadêmicas
nas quais se exige interlocução imediata, como nas vésperas de avaliação, por exemplo.
67

a)– No AVA, o chat funciona a partir de agendamento prévio ou por atendimento


individual. No primeiro caso, a funcionalidade “agendamento” customiza o acesso ao
chat a partir de filtros, como disciplina e turma. No segundo caso, não há necessidade
de agendamento prévio, cabendo ao tutor a distância abrir a ferramenta para
atendimento particular, mediante demanda, para alunos que se encontram online no
ambiente, em simultaneidade ao tutor a distância. Para o aluno há um destaque no
ícone da funcionalidade presente na sala de aula virtual, indicando a presença do tutor a
distância da turma.

Quadro 16 – Interface da ferramenta chat no ambiente do professor online

O mesmo ocorre para os alunos que querem conversar com colegas via chat, já que há a
possibilidade de verificar quem está online.
Quadro 17 – Interface da ferramenta chat (“colegas online”) no ambiente do aluno
68

4.2 – CANAIS DE COMUNICAÇÃO EXTERNOS AO AVA

O atendimento externo ao AVA para o aluno da modalidade a distância na


Universidade Estácio de Sá conta com diversos canais de comunicação, como a central geral
de atendimento telefônico, uma linha 0800 para atendimento a alunos de todo o Brasil e
atendimento via mensagem eletrônica, através do portal da instituição. No polo de apoio
presencial, o atendimento é feito pela secretaria do polo.

4.2.1 – COMUNICAÇÃO VIA TELEFONIA

Através do portal Estácio na internet45, bem como em todas as comunicações externas


realizadas pela instituição (outdoor, publicidade, cartazes etc.), o aluno tem acesso às linhas
telefônicas disponíveis para atendimento46. Uma delas trata de chamadas locais oriundas da
cidade sede da Universidade Estácio de Sá, e a outra trata de chamadas das demais
localidades. O atendimento via telefonia está disponível de segunda a sexta-feira, de 08h às
20h; e aos sábados, de 8h às 18h.
A central de atendimento telefônico é treinada especialmente para atender às
particularidades de alunos, especialmente no que se refere a processos administrativo-
acadêmicos e dúvidas gerais sobre a modalidade e a progressão acadêmica. Além de

45
As informações existem também na Sala Virtual, via ícone “Fale Conosco”.
46
Central de atendimento – 3231-0000 (Rio de Janeiro - capital), 0800 282 3231 (demais regiões).
69

treinamento47, foi criado um protocolo de script com padrão de categorização para os


operadores da central de atendimento.

4.2.2 – COMUNICAÇÃO VIA MENSAGEM ELETRÔNICA

Além do telefone, o aluno também possui a sua disposição o atendimento via


mensagem eletrônica, disponível na página da internet. Aos moldes do telefone, a emissão de
mensagem para atendimento segue script de categorização para produção do comunicado, no
qual há um protocolo de filtragem para maior clareza do chamado, a partir das seguintes
premissas: a) identificação do remetente; b) assunto da mensagem; c) região/polo; d) curso;
e) especificação do chamado.

4.2.3 – COMUNICAÇÃO AVANÇADA

Como a central de atendimento se presta a um protocolo de primeiro nível (que enseja


a resolução para a maioria dos chamados), há também um serviço interno, denominado
atendimento avançado, no qual os operadores são especializados em EAD e atendem
diretamente dentro da sede da Diretoria de Educação a Distância da universidade.
O objetivo do atendimento avançado é o de assistir o aluno quando os canais de
atendimento originários necessitam de uma intervenção técnica especializada. Quando isso
ocorre, o operador da central de atendimento transfere o chamado para o operador técnico
avançado, o qual assume o atendimento ao aluno.
O atendimento avançado permite a resolução de todos os chamados, desde dúvidas
relacionadas à administração acadêmica, quanto dúvidas relacionadas à utilização do AVA e à
dinâmica de funcionamento do curso.

5 MATERIAL DIDÁTICO

Conforme explicitado nos itens referentes à metodologia (item 1.5 e seguintes), o


material didático adotado neste curso concretiza a metodologia de convergência de meios na

47
Os treinamentos são permanentes, com periodicidade trimestral.
70

entrega do conteúdo, de forma a facilitar a construção do conhecimento e garantir o


desenvolvimento de habilidades e competências específicas. Para tal, o material didático
deste curso foi concebido de forma a integrar um conjunto de mídias compatível com a
concepção de educação deste curso e da modalidade EAD.
O processo de elaboração do design instrucional deste curso resultou no
desenvolvimento de aulas transmitidas via web, estudo dirigido, dos tópicos de Orientações
de Estudo, existentes dentro do conteúdo online das disciplinas, dos livros customizados
(material didático), textos online, hipertextos, vídeos, estudos de casos, jogos, animações,
projetos e outras atividades relacionadas com a realidade do estudante. Todos os materiais
educacionais e atividades propostas encontram-se baseados nas melhores práticas
encontradas do mercado de trabalho de acordo com o perfil do egresso que se deseja formar.
O quadro abaixo explicita a concepção da convergência de meios adotada neste curso,
através de uma visão esquemática.

Quadro 19 – Visão esquemática da metodologia de convergência de meios na entrega de conteúdo

5.1 – MATERIAL DIDÁTICO ONLINE

Quanto ao conteúdo online, o aluno encontra, na sala de aula virtual, o


desdobramento do conteúdo de forma interativa, com o uso de diversas ferramentas
pedagógicas adequadas ao meio em que são veiculadas, especialmente pela utilização de
objetos de aprendizagem, arquitetados juntamente com o hipertexto, de modo a permitir
71

novas perspectivas de arquitetura da informação na integração entre os outros meios que


disponibilizam o conteúdo das disciplinas constantes na grade curricular deste curso.
Todas as disciplinas deste curso possuem 10 aulas interativas, construídas em base
HTML com objetos de aprendizagem em flash e outras linguagens, de modo a garantir
dialogicidade e interatividade na exploração do conteúdo programático.
A construção do material didático online integra a atuação do docente responsável
pela produção dos textos originais (professor conteudista) junto à atuação dos demais atores
do processo de elaboração das aulas: designers instrucionais, web designers, programadores,
ilustradores, revisores; todos especializados na concepção técnica de produção de conteúdo
online em ambientes virtuais de aprendizagem. O quadro abaixo explicita o fluxo de produção
do conteúdo online.

Quadro 20 – Fluxo de produção do conteúdo online

No fluxo de produção do material online, há diversos pontos de checagem,


denominados controle de qualidade, de modo a garantir vários eventos de pré-testagem da
qualidade do material, tanto no que se refere ao conteúdo propriamente dito, quanto aos
aspectos de usabilidade e navegabilidade.
É importante ressaltar que o conteúdo online foi concebido como principal vetor de
convergência dos meios de entrega de material didático, concentrando na ferramenta
“estudo dirigido” a integração das aulas transmitidas via web e a indicação de leitura do
material impresso.
72

5.2 – MATERIAL IMPRESSO

Além do material online disponibilizado na sala de aula virtual, cada aluno recebe
material impresso referente às disciplinas do período em que está cursando, como
complementar à sua bibliografia de referência. Tal material contempla o conjunto de leituras
integradas à bibliografia básica prevista no plano de ensino de cada disciplina.
A finalidade dessa entrega, inserido no funcionamento dos cursos de graduação a
distância, é a de disponibilizar o material necessário para o estudo e pesquisa,
proporcionando a organização e o alinhamento do conteúdo do material didático com a
formação acadêmica e as demandas que dela são originadas. O aluno recebe seus livros por
período acadêmico, acondicionados em embalagem específica, em sua casa, via correios.
O material impresso configura o agrupamento dos livros de referência presentes no
mercado editorial e constantes da bibliografia fundamental das respectivas áreas de
conhecimento, através do portal “pasta do professor”. O quadro abaixo aponta o fluxo de
seleção do material didático impresso.

Quadro 21 – Fluxo de produção do material didático impresso

O projeto do material didático customizado para o aluno é fruto de uma parceria entre
a Universidade Estácio de Sá e a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). Além
de estimular a leitura e avançar em direção à qualificação do ensino, a concepção do material
didático impresso evita cópias ilegais de livros didáticos. Com a iniciativa, a Universidade
Estácio de Sá acredita estar contribuindo também para demonstrar aos alunos a importância
73

do direito autoral e da referência à autoria, diminuindo assim a reprodução fotocopiada de


livros, prática infelizmente ainda comum em diversas instituições de ensino superior.

5.3 – AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB

A produção das aulas transmitidas via web é feita de modo a integrar o conteúdo
online e o material didático através da explanação do professor no momento da gravação nos
estúdios desta universidade. Assim, garante-se a possibilidade de entrega de conteúdo similar
ao que ocorre na modalidade presencial, constituindo-se em um fio condutor na abordagem
do conteúdo. Ao mesmo tempo, garante-se um processo de “batimento” para balizar a noção
de tempo e progressão da disciplina, já que o aluno da modalidade EAD, devido à
flexibilização de tempo e espaço inerente à modalidade, pode ter dificuldades em estabelecer
um plano de controle e acompanhamento da progressão da disciplina, em termos
cronológicos.

Quadro 22 – Fluxo de produção da aula transmitida via web

O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica


que promove uma corporalidade no processo de ensino mediante a transmissão (ao vivo ou
gravada), a partir de estúdios de tele transmissão da Universidade Estácio de Sá.
74

Para poder desempenhar tal papel, o docente é treinado tecnicamente para poder
adequar sua exposição aos recursos comuns a qualquer estúdio, como iluminação,
vestimenta, jogo de câmeras, movimentação, quadro digital, sonorização etc. Além disso,
adota-se a técnica de autoconfrontação para que o docente possa avaliar seu desempenho e,
concomitantemente, a equipe técnica do estúdio possa adequar os recursos ao professor.
Após isso, há uma nova gravação, com pré-testagem por parte do coordenador de curso, para
ajuste fino do processo.
Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital, realidade
expandida, quadro multitoque etc.) e sua publicação ocorre em tópico específico de conteúdo
na sala de aula virtual, podendo o aluno assistir quantas vezes desejar.

5.4 – BIBLIOTECA VIRTUAL

A Universidade Estácio de Sá estabeleceu uma parceria com o grupo Pearson


Education, parceria esta que incorpora milhares de obras de referência para acesso, consulta
e aquisição de livros por parte dos alunos desta instituição.
A Pearson é uma empresa que se dedica ao ramo de edição, distribuição e
comercialização de obras, dispondo de um acervo sobre o qual detêm direitos autorais de
produção, distribuição e comercialização, sendo licenciada pela Digital Pages para uso de um
software que permite o acesso por computadores, ou máquinas similares, ao seu acervo
editorial que constitui a biblioteca virtual universitária e outras obras ou materiais, próprios
ou de terceiros, por meio e através do Sistema Digital Pages.
Tal parceria, somada ao acervo atual da biblioteca virtual da Estácio, permite ao aluno
um expressivo aumento ao acesso à literatura de excelência nas diversas áreas do
conhecimento.
O acesso à biblioteca virtual se dá no AVA, mais especificamente na sala de aula
virtual, e a interface de publicação permite, além da visualização do conteúdo, o uso de
outros recursos, como marcadores de texto e memorização da última página lida. O docente
que elabora o conteúdo pode incorporar ao estudo dirigido a recomendação de leitura das
obras ali disponibilizadas, como recurso auxiliar de estudo.
75

6 AVALIAÇÃO

A avaliação da aprendizagem tem como princípio o desenvolvimento de competências,


da capacidade de construir conhecimentos técnicos, tecnológicos e gerenciais, a partir das
necessidades observadas na prática social e profissional. Utilizando-se de critérios claramente
explicitados, são avaliados os conhecimentos e o modo como os alunos fazem uso deles. Isso
permite, quando necessário, uma reorientação no processo de formação dos alunos, com
atividades de apoio, de forma a permitir o suprimento de suas dificuldades.

Compreende-se a avaliação como uma atividade que fornece informações e questões


para que se possa refletir sobre o melhor caminho a ser construído durante a formação do
profissional, tentando resgatar o potencial de cada um dos alunos. A avaliação é vista como
um processo indispensável para o replanejamento das ações educativas.

Ela não ocupa um espaço único e específico, com o propósito de avaliar o que o aluno
produziu, mas faz parte de um processo contínuo e permanente, permitindo avanços sem
ferir as normas pré-estabelecidas institucionalmente, quanto ao momento e formas de
registrar os resultados obtidos pelos alunos.

6.1 AVALIAÇÃO FORMATIVA

A avaliação formativa e continuada consiste em uma prática educativa contextualizada,


flexível, interativa, presente ao longo do curso, de maneira contínua e dialógica. Nesse
sentido, avalia-se o conteúdo e sua forma de exposição, profundidade, tratamento e
desdobramento, a partir de indicadores relacionados à concepção das
tarefas/atividades/simulações solicitadas ao aluno e à experiência na ação colaborativa,
sempre tendo por norte a autonomia e a cooperação como princípios básicos da educação.
Como o ato de avaliar não se limita a testar, medir e quantificar, a avaliação formativa
será realizada ao longo do processo, observado o desempenho revelado pelos alunos nas
diferentes ações solicitadas, e tal percepção é compreendida como parte do processo de
aprendizagem.
Outro aspecto relevante é o princípio da autoavaliação como instrumento que favorece
o exercício de análise crítica, de percepção do crescimento do aluno, permitindo a aquisição
de uma autonomia intelectual e uma visão real de sua própria formação.
76

Nessa perspectiva, nos cursos de graduação a distância há aplicação de um simulado, no


ambiente virtual da aprendizagem, para que os alunos possam se autoavaliar e verificar, ao
longo do processo de ensino, o seu processo de aprendizagem e de construção do
conhecimento. Além disso, os resultados do simulado são analisados pelos coordenadores de
curso, professores conteudistas e tutores a distância para o planejamento de ações
pedagógicas, tanto no que concerne às ações de recuperação paralela dos discentes, quanto
aos aspectos de melhoria do material didático e das questões de provas. Tal diagnóstico
permite rever a abordagem dos conteúdos, a seleção do material didático, a
composição/concepção da avaliação somativa e, inclusive, a necessidade de ampliar o
programa de reforço acadêmico.
O desempenho e o progresso do aluno são acompanhados continuamente pelo tutor a
distância, pelo tutor presencial, pelo coordenador do curso e pela supervisão pedagógica da
Universidade Estácio de Sá. Dessa forma, para se estabelecer um diagnóstico acerca da
formação do discente, serão observados os trabalhos a serem desenvolvidos na sala de aula
virtual, envolvendo fóruns, atividades, leituras e exercícios sob a orientação dos tutores a
distância (online), que registram e acompanham as atividades realizadas pelos alunos,
individualmente ou em grupo, a fim de melhor planejar suas ações e promover estratégias de
intervenções pedagógicas diferentes.
Nesse sentido, foram desenvolvidas diversas atividades entremeadas ao conteúdo
online para verificação da aprendizagem, de forma a permitir ao aluno verificar seu
desempenho acadêmico nas temáticas abordadas no conteúdo. Todas as atividades/exercícios
possuem opção de “gabarito”. Em outras palavras, o aluno é estimulado a verificar sua
aprendizagem e, ao final de cada atividade, tem à disposição a possibilidade de verificar o
padrão de resposta esperado e os comentários do professor conteudista, responsável pela
proposta de verificação de conteúdo.
No processo de avaliação somativa, abaixo descrito, é atribuído 20% da nota do aluno
na disciplina por meio da sua participação/rendimento nas atividades anteriormente citadas.
As avaliações a distância podem compreender até 20% da pontuação total de cada
avaliação e caracterizam-se pela produção textual de trabalhos acadêmicos solicitados e/ou
os fóruns de discussão do conteúdo, nos quais o aluno deverá produzir textos de acordo com
a dinâmica da discussão, sendo avaliado pelo critério da pertinência e da interatividade. Nesse
caso, os critérios de aceitação da produção textual do aluno no fórum de discussão baseiam-
77

se em três vertentes: a) produção original; b) comentários originais à produção de um colega;


c) expansão da temática solicitada através da produção de textos originais que desdobram,
complementam ou trazem novas informações à discussão.

6.2 AVALIAÇÃO SOMATIVA

As avaliações somativas são realizadas de forma presencial (provas) e a distância


(atividades acadêmicas), sendo o desempenho dos alunos, nas diferentes atividades
desenvolvidas, será consolidado em notas, de forma a atender o estabelecido no Regimento
Interno da Universidade Estácio de Sá.
Nos cursos de graduação na modalidade a distância a avaliação da aprendizagem dos
alunos nas disciplinas ocorrerá através das provas presenciais AV e AVS, sendo a cada uma
delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito), e da nota de participação nos fóruns
temáticos de discussão do conteúdo, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois). Ou
seja, para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino.
As avaliações presenciais são compostas por questões dissertativas e objetivas de
múltipla escolha. As questões dissertativas privilegiam o desenvolvimento de competências e
da capacidade de construir conhecimentos teóricos, técnicos e aplicados. Essas avaliações são
corrigidas pelos tutores a distância alocados nas disciplinas/turmas do curso.
A partir do momento em que o aluno conclui sua avaliação (prova), o sistema gera
automaticamente uma transferência de dados para o SIA, no qual cada tutor a distância,
responsável pela disciplina/turma, possui um perfil de usuário-gestor. Sendo assim, cada tutor
a distância tem acesso à avaliação dos alunos de suas turmas, podendo gerar estatísticas de
aproveitamento por questão e por turma, fornecendo assim forte subsídio para
adequar/aperfeiçoar o banco de questões de sua disciplina.
Caso o aluno não obtenha sucesso na realização da AV para aprovação, poderá realizar a
AVS . Uma avaliação suplementar que tem por objetivo oportunizar a recuperação do aluno,
após a divulgação e o feedback de sua nota na AV. Inclusive, antes de realizar a AVS o aluno
poderá rever as aulas de revisão, interagir no fórum de revisão para essa etapa avaliativa,
78

discutir com os seus colegas e sanar suas dúvidas, tanto pelo fórum de discussão quanto pela
Central de Mensagens.
A nota de participação nos fóruns temáticos de discussão, por sua característica de
avaliação processual e contínua, não será substituída, devendo esta mesma nota ser
considerada 20% da nota de cada etapa avaliativa, seja a AV ou a AVS para se obter o
resultado final da disciplina.
As provas de AV e AVS são realizadas presencialmente, nos polos de apoio presencial,
nos laboratórios de informática. Dessa maneira, cada aluno pode agendar previamente a data,
hora e local que deseja realizar sua avaliação, garantindo-se assim a possibilidade de abranger
todo o corpo discente de maneira individualizada.
Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0
(seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de
participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
Caso o aluno realize as duas provas presencias (AV e AVS) será considerada, para a
avaliação da aprendizagem na disciplina, a maior nota obtida.

6.3 – SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE AVALIAÇÃO

A Universidade Estácio de Sá desenvolveu um sistema de avaliação, integrado ao


Sistema de Informações Acadêmicas (SIA), que possibilita a geração de provas categorizadas
em níveis de complexidade distintos, de acordo com as competências previstas no Plano de
Ensino de cada disciplina, sob a gestão do corpo docente correlato.
Cada disciplina, de cada curso, possui um banco de itens de teste, elaborado pelo
corpo docente da área, de modo a permitir um nivelamento da complexidade das aferições,
bem como retroalimentar o banco. Esta diretoria trabalha com a proporção mínima de 30
questões por objetivo operacional a ser mensurado, de acordo com o plano de aula, sendo
que, para cada objetivo, uma questão integrará a avaliação do aluno.
Para orientar o docente na elaboração de avaliações, a Universidade Estácio de Sá
possui uma equipe exclusivamente voltada para treinamento na confecção de itens de teste e
também para orientar o corpo docente e coordenação de curso no que se refere às práticas
de avaliação somativa sob a modalidade a distância.
79

As avaliações presenciais, portanto, possuem questões dissertativas e objetivas de


múltipla escolha geradas randomicamente pelo sistema, garantindo-se, assim, que o total
sigilo seja mantido, visto que para cada aluno será gerada uma prova com um conjunto de
questões diferenciadas das demais provas aplicadas aos outros alunos, ainda que da mesma
disciplina e realizando a avaliação no mesmo horário/local, em virtude do sistema de banco
de questões.
Tal sistema permite, inclusive, o uso de imagens, filmes, gráficos, áudio etc. no
enunciado de cada questão, assegurando ao corpo docente a possibilidade de trazer à
confecção da prova diversos elementos audiovisuais que normalmente não poderiam ser
usados na elaboração de provas presenciais.

6.4 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

A institucionalização de uma cultura de avaliação é um processo que a Universidade


Estácio de Sá vem desenvolvendo desde a década de 90 e cujos pilares foram lançados em seu
Projeto "Qualidade e Participação".
Dentro dessa filosofia, em 1994, a Estácio – integrando-se ao processo de Avaliação
das Universidades Brasileiras, expresso pelo documento básico produzido pela Comissão
Nacional de Avaliação das Universidades Brasileiras, criada em julho de 1993 pela SESu/MEC –
gerou o seu Plano de Avaliação Institucional objetivando "promover a análise de processos, de
desempenho organizacional, de gestão e de qualidade, tendo em vista a avaliação
institucional, considerando como referencial os objetivos institucionais e pedagógicos e o
efetivo cumprimento das funções sociais, culturais e econômicas da universidade". (UNESA,
1994, pág. 2).
Na geração do plano, a apropriação dos resultados foi reconhecida como uma das
questões mais relevantes a serem tratadas, comprometendo-se a Universidade a "assumir a
responsabilidade e aceitar o desafio de promover as mudanças necessárias nos pontos que os
diagnósticos apontarem como críticos". (Ibid, pág. 3).
Dando continuidade a essas ações avaliativas, o então Projeto de Avaliação
Institucional da Universidade Estácio de Sá (PAIUNES), desenvolvido no período 1997-2004,
recebeu conceito de excelência no MEC/PAIUB e representou uma iniciativa concreta e eficaz
80

para a melhoria contínua do ensino, norteando-se pelos princípios de descentralização


articulada, adesão voluntária, isenção, abrangência, continuidade e compromisso com a
Instituição.
Ao longo de 11 etapas de trabalho contínuo, o PAIUNES mobilizou a comunidade
acadêmica sobre a importância e os benefícios do processo de autoavaliação institucional
para o aperfeiçoamento da prática educativa.
Diante das novas normas de avaliação determinadas pelo SINAES, instituídas pela Lei
10.861 de 14 de abril de 2004, a Estácio criou a Comissão Própria de Avaliação (CPA), para
organizar seu projeto de autoavaliação Institucional, atendendo às Diretrizes disponibilizadas
em 26 de agosto de 2004 pela CONAES. O número de participantes envolvidos no processo foi
ampliado para sedimentar a cultura avaliativa e valorizar a utilização das análises oriundas
originariamente do PAIUNES.
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade Estácio de Sá foi constituída
pela Portaria 105/GR/2004 em 3 de maio de 2004 e homologada pelo CONSUNI em
atendimento à Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Integrada por 14 membros –
representantes dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica e da sociedade civil
organizada –, a CPA zela para que o Projeto de Autoavaliação Institucional esteja alicerçado
em responsabilidade, participação, comprometimento, compartilhamento democrático de
ideias e projetos, integração, autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da
análise crítica de seus projetos e serviços.
Em seu Regulamento, a CPA conta com representações instituídas nos campi,
denominadas CPA Setoriais, que obedecem à mesma composição estabelecida no SINAES. A
EAD, com seu Campus Virtual, possui, assim, também uma CPA que por sua especificidade
tem os Coordenadores de Polo como seus multiplicadores.
Avaliado pela Comissão Técnica em Avaliação/INEP, o Projeto recebeu – de acordo
com o Ofício Circular INEP/DAES/nº000081 de 7 de julho de 2005 – o seguinte Parecer:

A Proposta indica que houve articulação entre a realidade da IES e as


dimensões da Avaliação Institucional, atendendo aos princípios e diretrizes
do SINAES. É possível identificar no texto, que a Proposta é resultado da
interação entre os atores envolvidos no processo avaliativo, mostra-se
coerente com os objetivos e funções de uma Instituição de Educação
Superior e assegura a identidade institucional” (grifos nossos).
81

Utilizando-se ainda de recursos como a Internet48 e a Intranet49, a CPA vem zelando


para que o projeto de autoavaliação institucional esteja alicerçado em responsabilidade,
participação, comprometimento, compartilhamento democrático de ideias e projetos,
integração, autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da análise crítica de
seus projetos e serviços.
Os resultados obtidos, pelos alunos/ tutores a distância em cada disciplina, nas
avaliações institucionais semestrais, nas avaliações externas, no ENADE, são apresentados e
debatidos nas reuniões de Colegiado de Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante. Com base
nas informações sobre as potencialidades e fragilidades, são elaboradas propostas de
melhorias administrativas e/ou didático-pedagógicas, buscando o aperfeiçoamento constante
do projeto pedagógico do curso.

7 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Um curso oferecido na modalidade EAD exige o estabelecimento de uma equipe


multidisciplinar para que seja possível estruturar sua concepção de educação, seus processos
de ensino e de aprendizagem e seu funcionamento acadêmico-administrativo. Tal equipe é
responsável pela criação, produção, controle, qualidade, operacionalização da oferta do curso
e integridade aos referenciais estabelecidos neste projeto. Portanto, neste item do projeto
estarão contemplados os diversos profissionais que atuam neste curso.

7.1 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO/CRIAÇÃO DO CURSO50

Este curso atribui grande relevância à experiência profissional de seu corpo docente,
considerando que a vivência de cada um no mercado, no qual futuramente o alunado estará
inserido, é de grande valia para a formação deste aluno. No entanto, o necessário preparo
acadêmico também é exigido e oferecido pela própria Instituição ao seu corpo docente, de
maneira a sedimentar uma perfeita sintonia entre a prática profissional e a atuação
acadêmica.

48
(http://www.estacio.br/site/cpa/).
49
(http://estacio.intranet.br/index.php/comissao-propria-de-avaliacao-cpa).
50
No Anexo 1 estará a lista do corpo docente responsável pela concepção do curso.
82

O binômio entre aderência acadêmica e experiência profissional, portanto, norteia as


ações do corpo docente responsável pela concepção do curso. Temos, assim, a composição do
Núcleo Docente Estruturante (NDE), atendendo aos critérios preconizados para sua
constituição (quantidade, titulação, regime de trabalho etc.). Cabe justamente ao NDE
discutir, fomentar e atualizar este Projeto Pedagógico, bem como os respectivos Planos de
Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) das disciplinas constantes da matriz curricular.
Quanto às discussões referentes ao Projeto Pedagógico de Curso, o NDE atua de modo
a validar a pertinência e aderência acadêmicas concernentes ao curso, sua matriz curricular,
seu acompanhamento, sua consolidação e a avaliação do PPC, de modo a garantir os
princípios e procedimentos ali definidos. Tal processo é mediado pelo coordenador de curso,
através do Sistema de Gestão do Conhecimento (SGC), a partir de discussão fomentada nos
fóruns sobre, respectivamente, o PPC, o Plano de Ensino - PE e os Planos de Aula - PAs. O
produto das discussões representa a versão final da cooperação e da colaboração do NDE via
mediação/intervenção do coordenador de curso. Tem-se assim a matriz do Projeto
Pedagógico, e sua formulação final cabe ao coordenador do curso. As discussões sobre este
PPC, ainda, continuam ocorrendo no SGC, de modo a garantir sua constante atualização e
eventual alteração.
Os Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) também são depositados no SGC. Os
PEs apresentam os aspectos programáticos da disciplina (objetivos, ementa, bibliografia,
metodologia, perfil do docente etc.), bem como seu o mapa conceitual. Os PAs representam o
desdobramento do conteúdo programático estabelecido no PE, assim como as atividades
estruturadas relacionadas à aula51 e a referenciação ao material didático impresso fornecido
ao aluno.
A elaboração do PE/PA cabe ao professor conteudista, selecionado pelo coordenador
de curso. Nesse ínterim, o conteudista passa a fazer parte da mediação da discussão no fórum
composto pelo NDE para tais documentos.

51
Quando for o caso.
83

Quadro 22 – Fluxo de concepção/produção dos PE/PA

7.1.1 – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

O NDE deste curso é constituído por um grupo de docentes, de quantidade, titulação,


formação acadêmica e regime de trabalho compatíveis com as determinações
regulamentares. Cabe ao núcleo conceber, acompanhar, revisar e auxiliar o coordenador do
curso na consolidação deste PPC, bem como verificar a contínua atualização e efetividade
deste projeto. Durante o processo de construção do Projeto Pedagógico, o NDE atua junto ao
coordenador de curso, sob supervisão do coordenador pedagógico nacional, em um trabalho
colaborativo, de modo a garantir os princípios e os procedimentos concebidos na matriz do
PPC.

7.1.2 – COORDENADOR DE CURSO

O coordenador de curso é um docente com formação na área do curso, titulação de


pós-graduação, preferencialmente stricto sensu e experiência no magistério superior e na
modalidade a distância. Seu regime de trabalho contempla o que é preconizado pelo órgão
regulador. Cabe a esse docente aplicar as decisões do NDE acerca do PPC, bem como
84

responder pelo cumprimento deste projeto. Tal docente atua como mediador das discussões
oriundas da interação com o NDE, com o objetivo de consolidar a matriz do PPC a ser aplicada
na produção deste projeto. Cabe a ele também selecionar os docentes conteudistas dos
planos de ensino e planos de aula das respectivas disciplinas deste curso, bem como
supervisionar e validar tal produção. Cabe a ele também supervisionar e orientar a atuação
dos tutores (presenciais e a distância) e interceder pelos alunos quanto aos aspectos
pedagógicos e acadêmico-administrativos. Ainda, faz parte de sua atribuição homologar os
docentes que irão atuar na tutoria a distância.

7.1.3 – DOCENTE CONTEUDISTA

O docente conteudista é um professor com aderência acadêmica à disciplina,


formação na área e titulação compatíveis para a execução do trabalho de elaboração dos
originais dos Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PAs) da disciplina sob sua
responsabilidade. O conteudista responde diretamente ao coordenador de curso, e sua
produção está subordinada a sua validação.
Os professores conteudistas são especialistas no assunto da disciplina, com
consistente formação acadêmica e reconhecida experiência no seu campo profissional. Criam
e selecionam os conteúdos, normalmente na forma de texto explicativo/dissertativo, e
preparam o programa da disciplina, respeitando as etapas do design instrucional: projeto
pedagógico, planos de disciplina e de aprendizagem, mapa conceitual, sequência instrucional,
elaboração da informação, criação dos itens de teste e seleção da bibliografia que irá compor
o material didático impresso de cada disciplina. Muitas dessas etapas são realizadas com o
trabalho cooperativo entre professores conteudistas, designers instrucionais, web designers e
revisor gramatical, dentre outros membros da equipe multidisciplinar.

7.1.4 – DOCENTE DA AULA TRANSMITIDA VIA WEB

O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica


que ministra aulas das disciplinas, utilizando os estúdios da Universidade Estácio de Sá.
85

Esse docente é capacitado para usar as tecnologias disponíveis no estúdio e aplicá-las


na execução das aulas, tendo o apoio de equipe específica para esse fim. Juntamente com a
execução da aula propriamente dita, cabe ao docente elaborar material de apoio que também
é disponibilizado aos alunos, conforme fluxo abaixo:

Quadro 23 – Fluxo de produção das aulas transmitidas via web

Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital, realidade
expandida, quadro multitoque etc.).
Juntamente com o conteúdo online e o material didático, a aula transmitida via web
completa a convergência de meios na oferta do conteúdo de cada disciplina.

7.1.5 – PROFESSOR CONVIDADO

O professor convidado é um profissional de notório saber, conceituado na área, com


visibilidade no mercado e credibilidade entre os pares, convidado para disseminar o seu
conhecimento entre os discentes. Sua ação é eventual, e pode ocorrer na aula transmitida via
web (quando convidado pelo docente responsável pela aula), em aulas inaugurais (inclusive
presenciais, no polo) e em atividades acadêmicas complementares, dentre outras
possibilidades.
86

7.1.6 – TUTOR A DISTÂNCIA

O tutor a distância é um ator importante e indispensável na rede de comunicação que


vincula os alunos às disciplinas e à Instituição de Ensino, pois, além de manter a motivação
dos alunos, possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo educativo.
Precisa ter conhecimento do conteúdo da disciplina online em que atua e domínio das
técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente em suas diversas formas e estilos.
Sua principal tarefa é orientar e motivar o aluno, acompanhando suas atividades nas
disciplinas sob sua responsabilidade, procurando sempre orientá-lo quanto ao
desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo, de estudo cooperativo e colaborativo e
à melhoria do processo ensino-aprendizagem, sobretudo a partir dos conteúdos e
experiências apresentados. Atua diretamente nas tecnologias de informação e comunicação
disponibilizadas no AVA, com vistas à interação com o aluno para esclarecimento de dúvidas,
à promoção de espaços de construção coletiva do conhecimento e a participação nos
processos avaliativos.
O papel do tutor a distância é imprescindível para transmitir ao aluno segurança de
que ele não está só em seu processo de aprendizagem. Dentro de uma abordagem
construtivista, na qual o aprendiz é o agente do processo de aquisição do conhecimento, esse
docente é o orientador, instigador, aquele que vai levar os alunos ao trabalho cooperativo e
colaborativo. É também aquele que potencializa o diálogo, a troca de conhecimentos e a
produção coletiva dos seus discentes.

7.1.7 – TUTOR PRESENCIAL

O tutor presencial52 é responsável pelo atendimento aos discentes nos polos. Tem
como principal papel orientar o processo de estudos dos discentes e esclarecer suas dúvidas
de procedimentos de acesso e sobre a metodologia de ensino, já que as dúvidas de conteúdo
são orientadas pelo tutor a distância. Esse profissional detém conhecimento sobre a área do
curso, aderência acadêmica e domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação
docente nesta modalidade de ensino.

52
No anexo 3 está a lista de tutores presenciais.
87

O atendimento aos alunos será presencial e individual, conforme agendamento prévio,


ocorrendo em sala de estudos apropriada, localizada no polo de apoio presencial. O tutor
presencial está subordinado administrativamente ao coordenador do polo, e academicamente
interage com o tutor a distância para questões relacionadas ao conteúdo, e com o coordenador
de curso para questões relacionadas à metodologia e à progressão acadêmica do curso.

7.2 – POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE

Para oferecer suporte adequado a nossos docentes, foi criado o Programa de Incentivo
à Qualificação Docente (PIQ), que se constitui em diversos espaços de interlocução com os
professores que atuam em cada curso, para fomentar a troca de experiências, permitindo que
o docente encontre na relação, no diálogo com o colega, uma reflexão conjunta e partilhada
que lhe permita superar os desafios enfrentados cotidianamente. O PIQ inclui ações que
enfatizam a formação continuada com vistas ao aprimoramento acadêmico elaborado em
dois eixos fundamentais:

1. O primeiro apresenta módulos básicos centrados na prática pedagógica


nos quais serão discutidos os temas: Planejamento de Ensino, Metodologia e
Estratégias de Ensino, Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem e
Interatividade em sala de aula, e que se destinam a todos os professores que
atuam nos cursos de Graduação, Graduação Tecnológica e Pós Graduação,
nas modalidades presencial e a distância.

2. O segundo eixo está centrado na formação pedagógica específica, e,


portanto, numa perspectiva estratégica, na qual serão oferecidos módulos
criados para atender a demandas geradas pelos Projetos Pedagógicos dos
Cursos, como exemplo o módulo Formação de Professor em Docência online,
o módulo Formação de Conteudistas e o módulo Elaboração de avaliação.

Frente à necessidade de abrangência nacional, os módulos que integram o PIQ utilizam


a metodologia de ensino a distância, quer no formato online, quer nas aulas transmitidas via
web. Os módulos são disponibilizados ao longo do ano, abrangendo o público docente
nacionalmente, que poderá cursá-los a qualquer momento, inclusive de forma simultânea. As
inscrições são realizadas online, pelo sistema de informações acadêmicas – SIA, no limite das
88

vagas disponibilizadas por turma. Os professores contam com a orientação de um tutor da


área, por turma, que orienta e incentiva o aprofundamento dos temas.
Além disso, o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estácio de Sá promove
capacitações para os tutores presenciais e a distância, visando à formação continuada desses
atores que atuarão no atendimentos dos alunos EAD.

7.3 – EQUIPE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

A Universidade Estácio de Sá possui equipe própria para desenvolvimento e produção


de conteúdo online, responsável pela transformação dos originais oriundos do professor
conteudista em conteúdo interativo, dialógico, com amplo emprego de tecnologia e objetos
de aprendizagem, todos aliados a uma metodologia de desenho didático proprietária.
Também cabe à equipe de produção de conteúdo integralizar os outros setores
envolvidos na entrega de conteúdo (estúdio e material didático impresso), estabelecendo
nesse processo a arquitetura, programação e manutenção do AVA e suas funcionalidades.
Todo o desenvolvimento da produção de conteúdo passa por etapas de checagem de
qualidade, para validações acerca da aderência do desenho didático na consecução dos
objetivos estabelecidos nos PE e PAs, bem como a especificidade do perfil do aluno na
sugestão das animações, vídeos e imagens.

7.3.1 – GESTOR DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO – FÁBRICA DE CONHECIMENTO

Responsável pela gestão do desenvolvimento e produção de conteúdo na modalidade


EAD, tem por função capacitar, organizar e gerir a equipe de produção alocada para este
curso. Com experiência em produção de material instrucional, o gestor da área interage com
todos as equipes envolvidas, estabelecendo o plano de execução da produção de conteúdo e
da gestão do AVA.
89

7.3.2 – ANALISTA DE PROJETO EDUCACIONAL

Responsável pela oferta do currículo do curso, da atualização das disciplinas e da


gestão do curso no que tange à oferta de conteúdo. Cabe a esse profissional orientar a
confecção da metodologia de entrega de originais, interagir com o coordenador pedagógico
para seleção e capacitação de conteudistas e responder pela adequação do planejamento do
curso.
Cabe a ele também administrar no AVA o conteúdo e as funcionalidades ali dispostas,
bem como orientar as outras equipes na integralização da oferta de conteúdo. Este
profissional é, ainda, o responsável pela identidade visual da instituição no que se refere à
oferta de conteúdo na modalidade EAD, pela definição de procedimentos de produção de
conteúdo, pela inovação tecnológica e pela supervisão de todos os processos e produtos
oferecidos online.

7.3.3 – DESIGNER INSTRUCIONAL

Responsável pelo planejamento didático dos cursos e disciplinas online, assim como
pela elaboração dos mapas conceituais, elaboração dos hipertextos e orientação do
desenvolvimento dos recursos multimídia. Responde pela adequação do desenho didático e
pelos ajustes orientados no controle de qualidade, bem como executa a redação final dos
originais para adequar à metodologia.

7.3.4 – WEBDESIGNER

Responsável pelo projeto de design gráfico, assim como pela programação HTML,
flash, recursos imagéticos e utilização e orientação da produção de recursos multimídia na
execução do planejamento didático estabelecido pelo designer instrucional. Atua diretamente
com o designer instrucional, orientando a adequação do roteiro de aula às solicitações do
planejamento didático.

7.3.5 – PROGRAMADOR

Responsável pelos processos tecnológicos no AVA e respectiva interface com o Sistema


de Informação Acadêmico (SIA). Responsável pela transformação do conteúdo de um curso
90

em HTML, operação do LMS, produção de aplicativos, sistemas e funcionalidades na


inteligência e controle de processos. Atua diretamente com o designer instrucional e com o
web designer, integralizando a ação de ambos no AVA.

7.3.6 – REVISOR

Responsável pela revisão linguística dos materiais didáticos veiculados no AVA, tendo
por referência, além da correção gramatical, a pertinência do gênero discursivo em questão,
tendo em vista suas coerções (dialogia, continuidade lógica, coesão, coerência etc.).
Eventualmente, propõe redação final ao roteiro elaborado pelo designer instrucional.

7.3.7 – ESPECIALISTA EM AVALIAÇÃO

Responsável pela orientação presencial dos professores conteudistas que irão elaborar
os itens de teste para o sistema de avaliação53. Responde pela observação das normas
regimentais referentes à avaliação. Responde também pela instrução acerca da construção de
questões sob a ótica da proporção de níveis cognitivos e graus de dificuldade. Faz parte de
suas atribuições estabelecerem encontros semanais para orientação e revisão de itens de
teste, além de oficinas permanentes de capacitação.

7.4 – EQUIPE RESPONSÁVEL PELA AULA TRANSMITIDA VIA WEB

O estúdio é o centro que produz e transmite as aulas transmitidas via web para todos os
polos de apoio presencial e para o AVA. Nele trabalham câmeras, editores e assistente de produção.
Consta das atribuições do estúdio o agendamento, a gravação, a captação e edição das aulas
transmitidas via web, assim como a catalogação e depósito de todos os arquivos e versões do
material adotado na aula, bem como a produção de material adaptado (versão em LIBRAS e versão
em áudio).

53
O curso de capacitação se dá na modalidade EAD, no PIQ.
91

7.4.1 – GESTOR DOS ESTÚDIOS DE TRANSMISSÃO VIA WEB

Cabe a esse profissional gerir o pessoal alocado nos estúdios e equipes de apoio, bem
como organizar e gerir a agenda de alocação de docentes para as aulas, além de supervisionar
o processo de geração e depósito das aulas transmitidas via web no AVA.

7.4.2 – EDITOR

Profissional responsável pela seleção e cadastro de URL nos sistemas integrados de


transmissão via web, bem como pela edição, corte, legendas, sonorização e finalização de
gravações realizadas no estúdio em que está alocado. Também cabe a ele disponibilizar as
versões em áudio das aulas e editar a gravação para versão em LIBRAS, bem como manipular
o quadro digital utilizado pelo docente e operar a câmera móvel. É responsável pelo produto
final, supervisionando a ação do câmera, do assistente de produção e do intérprete de
LIBRAS, além de orientar o docente no que se refere aos aspectos técnicos de gravação.

7.4.3 – CÂMERA

Responsável pela captação em vídeo das aulas, pela orientação espacial do professor
no momento da captação e pela orientação ao editor de eventuais necessidades de mudança
de câmera/enquadramento. Cabe a ele operar a câmera fixa, assegurar a captação de áudio e
organizar os espaços de captação (como no uso de quadro branco tradicional, uso de
púpito/mesa, uso de chroma key, externas etc.).

7.4.4 – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

Profissional responsável por assessorar o editor em todo o evento de captação de


vídeo. Também compete ao assistente de produção catalogar e disponibilizar as URLs e
arquivos utilizados na aula para depósito no AVA. Também compete a esse profissional
auxiliar o docente na gravação das aulas e produção de material. Responde diretamente ao
editor.
92

7.4.5 – INTÉRPRETE DE LIBRAS

Cabe a esse profissional assistir previamente à aula a ser interpretada para verificar o
procedimento de versão em LIBRAS, efetuando então à execução da aula interpretada em
línguagem de sinais. Para exercer tal função, todo intérprete alocado no estúdio possui
contato com a comunidade surda para efetividade do processo.

7.5 – EQUIPE GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

As atribuições da equipe responsável pela operação e gestão administrativa deste


curso são as de planejar, desenvolver, promover, administrar e avaliar as políticas, planos,
programas, ações, produtos e serviços de Educação a Distância, atuando de forma integrada
aos diversos setores da Universidade Estácio de Sá. Cabe a essa equipe, ainda, sistematizar a
atuação do polo de apoio presencial, coordenar o atendimento especializado ao corpo
docente e discente, gerir a logística acadêmica de distribuição de turmas e alocação de
tutores presenciais e a distância, administrar a estrutura física da sede e gerir os processos
acadêmico-administrativos deste curso.

7.5.1 – DIRETOR DE EAD - NEAD

Gestor operacional e administrativo dos cursos oferecidos na modalidade EAD, atua


em conjunto com a área acadêmica no dimensionamento da oferta de curso e na viabilização
de caráter operacional, logístico, financeiro e administrativo dos cursos na modalidade.
Supervisiona a atuação acadêmico-administrativa da secretaria acadêmica, o atendimento
especializado ao aluno, a atuação dos polos de apoio presencial e a infraestrutura necessária à
execução deste projeto.

7.5.2 – GERENTE ACADÊMICO

A Gerência Acadêmica é responsável pela implementação e gerenciamento de ações


operacionais, acadêmicas e pedagógicas para a operação do curso Adninistração, em parceria
93

com o coordenador de curso. Este trabalho versa sobre a proposição e a validação de


calendário acadêmico, planejamento acadêmico, matrícula, atualização das diretrizes e
orientações pedagógicas para cada período/semestre do curso em oferta. Além de apoiar a
coordenação de curso na supervisão dos tutores a distância.

7.5.3 – GERENTE DE POLOS

A coordenação dos polos de apoio presencial é liderada pela Gerência de Polos,


subordinada à Gerência do NEAD, no que se refere aos aspectos logísticos, de infraestrutura e
operação do corpo social. A gerência dos polos tem como principal responsabilidade
supervisionar as atividades ali exercidas, com ênfase aos eventos de avaliação e de tutoria
presencial, em parceria com a coordenação de curso, de forma a que sejam cumpridos os
critérios e procedimentos estabelecidos no Manual de Procedimentos do Pólo de Apoio
Presencial da Universidade Estácio de Sá. Cabe também à gerência do polo responder pelo
atendimento especializado aos alunos, bem como orientar as ações e procedimentos dos
tutores presenciais junto ao Sistema de Informações Acadêmicas (SIA).

7.5.4 – GERENTE DE AVALIAÇÕES

Responsável pela orientação, junto com o coordenador de curso, dos professores


conteudistas que irão elaborar os itens de teste para o sistema de avaliação54. Responde pela
observação das normas regimentais referentes à avaliação. Responde também pela instrução
acerca da construção de questões sob a ótica da proporção de níveis cognitivos e graus de
dificuldade. Faz parte de suas atribuições estabelecerem encontros semanais para orientação
e revisão de itens de teste, além de oficinas permanentes de capacitação.

7.5.5 – COORDENADOR DO POLO

Cabe ao Coordenador do Polo acompanhar e coordenar as atividades administrativas e


as dos tutores presenciais. Supervisiona, ainda, as atividades relacionadas aos discentes. Este

54
O curso de capacitação se dá na modalidade EAD, no PIQ.
94

coordenador responde pela infraestrutura, pela gestão acadêmica, pelo acompanhamento e


geração de relatórios, pelo atendimento ao aluno sobre questões administrativas e pela
gestão do corpo social alocado no polo de sua responsabilidade.
Também compete a esse profissional implementar e supervisionar as ações de
secretaria acadêmica e de capacitação de pessoal, no que se refere aos recursos tecnológicos
exigidos neste curso. No caso de polos sediados em IES pertencentes ao mesmo Grupo da
Universidade Estácio de Sá, compete ao Coordenador do Polo de apoio presencial interagir
com o gestor da unidade para as ações de compartilhamento de infraestrutura,
compartilhamento de biblioteca, laboratórios e de garantia de acessibilidade no espaço físico.
O Coordenador de Polo responde ao gerente de polos.

7.5.6 – SECRETARIA DO POLO

Compete à secretaria do polo, sob supervisão do coordenador, atender o aluno no que


se refere aos aspectos administrativos e de gestão acadêmica, mantendo contato frequente
com a gerência de polos para integração entre as ações locais e as ações em sede. Ainda, é
responsável por toda a documentação do corpo social ali presente e dos alunos matriculados
no polo, no sentido de catalogar, organizar, registrar e arquivar os documentos inerentes à
vida acadêmica do aluno.

7.5.7 – SUPERVISOR DE LABORATÓRIO

Sob supervisão do coordenador de polo, esse profissional atua nos laboratórios de


informática dos campi com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes e
professores, assim como orientar os alunos no acesso ao Campus Virtual e ao AVA,
respondendo por questões técnicas e tecnológicas.
95

8 INFRAESTRUTURA DE APOIO

Além da equipe de profissionais que atua neste curso em suas diferentes fases e
atribuições, existe uma infraestrutura física e uma infraestrutura de material para que as
ações e determinações expressas neste projeto possam ser executadas.

8.1 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE DA EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

A sede da EAD ocupa três andares de um prédio com cerca de 4900 metros quadrados,
na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de um amplo espaço exclusivo, dividido em setores
como sala de trabalho dos tutores a distância, 3 salas para trabalho de conclusão de Curso,
biblioteca, sala de convivência, sala de capacitação, estúdios de gravação, salas de reunião,
espaço para as coordenações de curso e demais atores que configuram a equipe técnico-
administrativa que atuam no NEAD da Universidade Estácio de Sá, bem como as
coordenações de curso, a gerência acadêmica, a secretaria geral e a gerência de polos de
apoio presencial.
Todo professor tutor a distância possui local próprio para trabalho na sede da EAD, no
qual há equipamentos necessários para a execução da atividade docente nesta modalidade,
bem como um ambiente de trabalho amigável e compatível com as necessidades para
exercício de suas funções.
Atualmente o setor de EAD conta com oito espaços utilizados na gravação das aulas
transmitidas via web para os cursos a distância, com projeto de ampliação para 2014. Esses
estúdios contam com equipamentos e recursos didáticos de última geração, como quadros
interativos, além do ferramental próprio do meio, como ilhas de edição de áudio e vídeo,
entre outros, conforme será pormenorizado no item sobre infraestrutura técnica. Os estúdios
para gravação das aulas estão localizados na cidade do Rio de Janeiro, ocupando um andar
inteiro do prédio onde estão sediados, e cada estúdio apresenta sala de edição e sala de
gravação.
96

8.2 – INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS POLOS DE APOIO PRESENCIAL

Todo polo de apoio presencial possui as instalações preconizadas pelo órgão


regulador, constando de biblioteca55 (e respectivo acervo bibliográfico, bem como
disponibilização de terminais de computadores para consulta ao acervo virtual), sala de
estudo na biblioteca, laboratório próprio de informática com acesso à internet de banda larga
e maquinário compatível com as exigências do curso e com a possibilidade de uso inclusive
fora de eventos acadêmicos, laboratório específico de ensino56, sala de tutoria, sala de
atendimento ao aluno, secretaria e sala para exames presenciais.
O espaço físico do polo é sinalizado, com placas indicativas representando toda sua
infraestrutura física, bem como quadros informativos sobre horários de atendimento do tutor,
do coordenador do polo e do orientador de inclusão digital. Sua estrutura é adequada ao
número de alunos ali matriculados, guardando-se a proporção necessária para atendimento
aos estudantes em todas as suas necessidades.
O projeto arquitetônico do polo também contempla os critérios legais de
acessibilidade, de modo a garantir o ingresso e a permanência dos alunos com necessidades
educacionais especiais.

8.3 – INFRAESTRUTURA DE SUPORTE TÉCNICO DO AVA

Para atender ao fluxo de acessos, o AVA reserva servidores dedicados exclusivamente


à EAD, assegurando um serviço contínuo que provê infraestrutura física e conectividade com
alta disponibilidade para hospedagem e aplicação de conteúdo online.
Além disso, o monitoramento técnico oferece acompanhamento de capacidade de
CPU, memória e ocupação de espaço em disco, bem como outras informações técnicas
necessárias para intervenções, caso necessárias.
De acordo com a metodologia de operação da EAD na Estácio, em virtude do amplo
uso da internet como ferramenta de ensino e do expressivo acesso ao ambiente virtual,
nossos servidores atualmente trabalham com a taxa de folga de 20% referente ao pico de

55
Quando compartilhadas com IES do Grupo Estácio, guarda proporção de acervo bibliográfico para atender
especificamente o quantitativo de alunos matriculados neste curso.
56
Quando for o caso.
97

acesso. Sendo assim, no presente momento já há uma capacidade de aumento do número de


acesso sem prejuízo de conexão e geração de conteúdo online. De qualquer maneira,
semestralmente é feita uma análise da capacidade/acesso para redimensionar a necessidade
de novos servidores.
98

8.4 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DO SETOR DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

O setor responsável pela produção de conteúdo possui: a) 27 computadores com


processador Pentium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; b) 2 computadores com
processador Pentium IV, Hd de 70Gb e memória RAM de 512Mb; c) 2 computadores com
processador Pentium IV, Hd de 64Gb e memória RAM de 512Mb; d)3 computadores com
processador Pentium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de 1Gb; e) 5 computadores com
processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; f) 1 computadores
com processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de 1GB; g) 3 webcams e
headphones; h) 1 impressora a laser; i)1 fax; j) 1 câmera fotográfica digital Canon A430; k)
2tabletsWacom, modelo intus 4x6; l) 1 câmera de vídeo digital Samsung SC-D 364.
Os softwares utilizados são: a) Windows XP e pacote Office XP; b) Windows 7 e pacote
Office 7; c) Photoshop; d) Pacote Macromedia MX (Flash MX, Dreamweaver MX, Fireworks
MX, Extension Mangager, MX e FreeHand MX); e) Pacote Microsoft Visual Studio 6.0
(SourceSafe 6.0, Enterprise Tools 6.0, Visual Basic 6.0, Visual C++ 6.0, Interdev 6.0 e FoxPro
6.0); f) Oracle; g) Indesign

8.5 – INFRAESTRUTURA TÉCNICA DOS ESTÚDIOS PARA GRAVAÇÃO DAS AULAS


TRANSMITIDAS VIA WEB

Os estúdios contam com: a) 10x Positivo core 2 Duo 2 Gb RAM 80Gb HD; b) 4x Ilha de
Corte - Toaster - Core 2 Duo 2 GB RAM 1TeraByte HD; c) 28x monitores LG LCD; d) 1x servidor
core 2 duo - 2 GB RAM - 8TeraByte HD; e) 1x exibidor Core 2 duo - 2Gb RAM 1 TeraByte HD; f)
5x DVDRW Panasonic; g) 3x mesas de som Behringer 12 canais; h) 8x Distribuidores de vídeo;
i) 3x Distribuidores de Vídeo Master; j) 1x Receptor de Satélite Aluno; k) 1x Switch 3Com 24p;
l) 1x AudioProfile; m) 1x Switcher; n) 1x Receptor Satélite; o) 1x Modulador Digital; p) 1x
VideoEncoder MPG2; q) 2x Câmera Sony Robotic; r) 2x Câmera Sony PD170; s) 2x Ebeam; t) 3x
Projetores Epson S5; u) 2x Amplificadores de som; v) 1X Duplicador de DVD.
Os estúdios contam com: a) 10x Positivo core 2 Duo 2 Gb RAM 80Gb HD; b) 4x Ilha de Corte -
Toaster - Core 2 Duo 2 GB RAM 1TeraByte HD; c) 28x monitores LG LCD; d) 1x servidor core 2
duo - 2 GB RAM - 8TeraByte HD; e) 1x exibidor Core 2 duo - 2Gb RAM 1 TeraByte HD; f) 5x
DVDRW Panasonic; g) 3x mesas de som Behringer 12 canais; h) 8x Distribuidores de vídeo; i)
99

3x Distribuidores de Vídeo Master; j) 1x Receptor de Satélite Aluno; k) 1x Switch 3Com 24p; l)


1x AudioProfile; m) 1x Switcher; n) 1x Receptor Satélite; o) 1x Modulador Digital; p) 1x
VideoEncoder MPG2; q) 2x Câmera Sony Robotic; r) 2x Câmera Sony PD170; s) 2x Ebeam; t) 3x
Projetores Epson S5; u) 2x Amplificadores de som; v) 1X Duplicador de DVD.

9 EMENTÁRIO

Disciplina: ANÁLISE TEXTUAL

EMENTA

· Língua, fala, norma, variações e sociedade;

· Modalidades linguísticas falada e escrita;

· O português coloquial e a norma culta;

· Leitura e produção escrita;

· Estratégias de leitura: recuperação da informação;

· Compreensão e interpretação de textos;

· Reflexão sobre forma e conteúdo;

· O texto e sua funcionalidade;

· Textualidade: coesão e coerência, intenção comunicativa, habilidades de interpretação;

· Gêneros textuais;

· O estilo na escrita;

· Tipologia textual.

OBJETIVO GERAL

· Desenvolver a competência leitora e a capacidade para a escrita à luz das perspectivas de estudos
cognitivos e gramaticais;

· Desenvolver a capacidade de localizar informações relevantes do texto para entendimento da


100

mensagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Identificar e buscar adequação a diferentes modalidades e registros da língua portuguesa;

· Identificar a intencionalidade (mensagem) presente em diferentes textos e contextos a partir do


estudo dos diferentes elementos linguísticos;

· Identificar, interpretar, analisar textos de múltiplos gêneros e diferentes tipologias;

· Produzir textos aplicando os conhecimentos adquiridos.

CONTEÚDOS

Unidade 1: Usos da língua. Recuperação das informações do texto

- Linguagem, Língua, Sistema e norma. Fala e escrita. Registros formal e informal.

- Adequação vocabular. Variação linguística. O texto: conceito e mecanismos de construção.


Hipertexto.

- Identificação do objetivo da mensagem. Área de referência, estrutura e recursos linguísticos e


gramaticais.

Unidade 2: Processamento da leitura. Compreensão e interpretação de textos

- Habilidades de leitura: identificação das marcas linguísticas e relações sintático-semânticas.

- Reconhecimento do tópico do texto, ideia principal, tema, conflito central.

- Relações entre o texto e recursos suplementares (gráficos, tabelas, desenhos, fotos etc.).

- Relações do texto com aspectos socioculturais (relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira) e


ambientais (educação ambiental).

Unidade 3: Reflexão sobre forma e conteúdo

- Validação ou reformulação sobre o conteúdo do texto.

- Articulação de conhecimento de mundo e informações textuais. Inferências semânticas e


pragmáticas. Pressuposição.

- Identificação de ambiguidades, implícitos, ironias, sentidos figurados etc.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO
101

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 2. ed. São Paulo: Publifolha
Houaiss, 2008.
2. ABAURRE, Maria Luiza M.; PONTARA, Marcela. Gramática - Texto: Análise e construção de
sentido. São Paulo: Moderna, 2006.
3. ABAURRE, Maria Luiza M.; ABAURRE, Maria Bernadete M. Produção de texto - interlocução e
102

gêneros. São Paulo: Moderna, 2007.


4. SILVA, Rita do Carmo Polli da.. A linguística textual e a sala de aula. 1a. Ed. Curitiba, PR.Editora
IBPEX X Dialógica, 2011 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ABREU, Antonio Suarez. Curso de Redação. São Paulo: Ática, 2008.


2. FIORIN, José; SAVIOLI, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
3. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
4. FAVERO, Leonardo Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, 2002.
5. KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender - os sentidos do texto. São
Paulo, Editora Contexto, 2011.

Disciplina: FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL

EMENTA

Fundamentos do Direito. Direito Objetivo. Subjetivo. Fontes Primárias. Secundárias. Integração das
Normas Jurídicas.Teoria da Empresa. Empresário. Obrigações Profissionais. Sociedades.
Desconsideração da Personalidade Juridica. Responsabilidade do sócios. Tipos societários. Sociedade
Limitada e Sociedade Anônima. Direito Cambiário. Contratos Empresariais. Relação de Consumo.
Recuperação e Falência da Empresa

OBJETIVO GERAL

A disciplina tem por objetivo dar ao aluno uma visão geral do direito Empresarial, nas suas principais
ramificações, que são: a Teoria do Direito Empresarial, como uma introdução; o Direito Societário,
fazendo uma análise dos tipos de empresas e sociedades; Relação de Consumo , Direito Cambiário e
Contratual e, por último, o Direito Falimentar, Recuperação Judicial e Extrajudicial, visando capacitar o
profissional de administração de empresas , contábeis e marketing com conhecimento jurídico e
habilidades abrangentes, capazes de tomarem decisões e atuarem como agentes de mudança das
organizações no contexto empresarial.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Contextualizar fundamentos do direito empresarial no dia-a-dia das empresas.

Apresentar ao estudante de administração e contábeis uma visão sistemática e prática dos institutos
103

de Direito Empresarial.

Oferecer ferramentas jurídicas do contexto do direito empresarial para a atuação do profissional no


mercado.

CONTEÚDOS

Unidade I - Fundamentos do Direito

1.1 Direito e Moral

1.2 Direito objetivo e Direito Subjetivo

1.3 Direito Público e Direito Privado

1.4 Fontes do Direitos: primárias e secundárias

1.5 Integração da Norma Jurídica: Analogia e Equidade.

1.6 Ramos do Direito

Unidade II - Introdução ao Direito Empresarial

2.1. Noções históricas

2.2. Relações com outros ramos do direito e com a economia

2.3. Direito Empresarial. Conceito. Natureza. Evolução. Autonomia e características

2.4. Fontes do Direito empresarial

Unidade III - Teoria da Empresa e o Mercado

3.1 Empresário e Obrigações Profissionais

3.2 Sociedade empresária :conceito . características

3.3 Desconsideração da Personalidade Jurídica.

3.4 Nascimento e Extinção da Sociedade

3.5 Contrato de Sociedade : elementos comuns e específicos.

Unidade IV - Agentes Econômicos da Sociedade.

4.1. Responsabilidade Pessoal dos Sócios

4.2. Direitos patrimoniais e direitos pessoais dos sócios.


104

4.3. Deveres dos sócios. Sócio Remisso.

4.3.1. A administração

4.3.2. A responsabilidade do administrador

4.3.3. Formas de Ingresso. Impedimentos . Atribuições.

Unidade V - Tipos Societários no Sistema Jurídico e Econômico.

5.1 Sociedades Simples e Empresárias

5.2 Sociedades Personificadas e Não Personificadas.

5.2.1 Sociedade em Comum e Sociedade em Conta de Participação.

5.3 Sociedades Personificas de Responsabilidade ilimitada para os sócios

5.3.1 Sociedade em Nome coletivo.

5.3.2 Sociedade em Comandita Simples.

5.4 Sociedade Limitada

5.4.1 Constituição. Responsabilidade dos Sócios

5.4.2 Quotas. Circulação. Integralização. Sucessão e Penhora das Quotas.

5.4.3 Administração.

5.4.4 Deliberação dos Sócios. Reunião ou Assembléia. Quorum de aprovação.

5.4.5 Extinção. Liquidação e Partilha.

5.4. 6 Reorganização da estrutura societária

Unidade VI - A Sociedade Anônima

6.1. Noções históricas

6.2. Conceito e natureza jurídica, lei 6.404/76 modificada pela lei 10.303/2001.

6.3. A companhia aberta e companhia fechada

6.4. O capital: conceito, fixação e formação.

6.5. Constituição da Companhia : procedimento

Unidade VII - Ações e Valores Mobiliários.

7.1. Ações. Conceito. Espécieis. Classificações.


105

7.2. Circulação. Negociabilidade e Propriedade das Ações.

7.3. Debêntures. Partes Beneficiárias.

7.4. Bônus de Subscrição. Opção de Compra.Commercial Paper.

7.5. Acionista. Direitos Essenciais e Deveres. Direito de Voto.

7.6. Acionista controlador. Responsabilidades. Acordo de acionistas.

7.7. Os órgãos sociais: órgão de deliberação: assembléia geral


7.8. Órgãos de administração: conselho de administração e diretoria – análise

7.9. Os deveres e responsabilidade dos administradores

7.10. A ação de responsabilidade contra o administrador pelos prejuízos causados ao patrimônio social
7.11. Órgão de fiscalização: conselho fiscal – análise

7.12. Órgãos consultivos e técnicos – análise

Unidade VIII - Reorganização da estrutura das sociedades anônimas e os Fenômenos de Concentração


de riquezas.

8.1 Transformação

8.2 Incorporação. Fusão. Cisão.

8.3 Direitos dos Credores. Credores Debenturistas.

Unidade IX - A Empresa e as Relações de Consumo

9.1 Consumidor e Fornecedor: conceitos.

9.2 Responsabilidades sobre Vícios e Danos do Produto ou Serviço

9.3 Práticas Empresariais . Oferta do Produto ou Serviço.

9.4 Propaganda enganosa e abusiva.

9.5 Contratos nas Relações de consumo. Cláusulas Abusivas. Contratos de Adesão.

9.6 Ferramentas Jurídicas para Proteção da Relação Empresa X Consumidor.

Unidade X - A Empresa e as Obrigações decorrentes do Direito Cambiário

10.1 Conceito. Características . Atributos

10.2 Agentes Cambiários

10.3 Instrumentos cambiais


106

10.4 Modalidades de Títulos de Crédito

Unidade XI - A empresa e as Obrigações decorrentes Relações Contratuais

11.1 Contratos Empresariais : Conceito. Características . Princípios.

11.2 Contratos em espécies: Compra e Venda. Contratos de Aproximação e Intermediação.

11.3 Contratos Bancários. Tipicos e Atípicos.

11.4 Novos Contratos Empresariais: Leasing, Franquia e Factoring

Unidade XII - Recuperação Judicial . Extrajudicial L.11.101/2005

12.1. Princípios . Objetivos e Pressupostos da Recuperação Judicial.

12.2. Agentes Econômicos envolvidos na Recuperação Judicial.

12.3. Procedimento e Repercussão da Recuperaçao Judicial.

12.4. Recuperação Judicial para microempresário e empresário de pequeno porte.

12.5. Recuperação Extrajudicial : Características .Vantagens e Processamento.

Unidade XIII - Falência. L.11.101/2005

13.1. Falência: Conceito. Caracteríticas e Pressupostos

13.2. Fase Pré-Falimentar: Procedimento

13.3. Sentença de Decretação da Falência e seus efeitos para Empresa

13.4. Fase Cosntitutiva da Falência.

13.5. Arrecadação e Custódia dos bens

13.6. Liquidação e Pagamento dos credores.

13.7. Encerramento da Falência e Reabilitação da Empresa.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.
107

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BERTOLDI, Marcelo M.; RIBEIRO, Marcia Carla Pereira. Curso Avançado de Direito Comercial. 5
ed. rev e atual. São Paulo: RT, 2009. 2v em 1

2. CAMPINHO, Ségio. Direito de Empresas à Luz do Novo Código Civil. 11 ed. Rio de Janeiro:
Renovar, 2010.
Mamed, Gladston. Manual de Direito Empresarial. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

3. NIARADI, George Augusto. Direito empresarial para administradores. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2008. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial: direito de empresa. São Paulo: Saraiva.
108

2008.

2. GUSMÃO, Mônica. Lições de direito empresarial. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.

3. NEGRÃO, Ricardo. Manual de direito comercial e de empresa. 7. ed São Paulo: Saraiva, 2010
v.1,2,3

4. REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. São Paulo: Saraiva, 2008. v.1

5. TOMAZETTE, MARLON, Curso de Direito Empresarial Teoria Geral e Direito Societário ed. Atlas
2011. v1

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS

EMENTA

Introdução a gestão de processos, Visão Estratégica, Cadeia de Valor, Modelagem dos Processos de
Negócio, Ferramentas de Modelagem de Processos, Metodologia de Modelagem de Processos,
Implantação do gerenciamento de processos, Avaliação de Desempenho dos Processos, Profissionais
da área, Padrões para gestão de Processo

OBJETIVO GERAL

A disciplina busca fundamentar e capacitar o profissional na modelagem dos processos de negócio de


uma organização e na condução de projetos de implantação ou de melhoria dos processos de
negócios.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final desta disciplina o aluno estará capacitado a:

 Explicar o que é Gestão por processo com vistas a incorporá-los às práticas da Organização.
 Selecionar e aplicar técnicas de mapeamento de processos.
 Discutir as principais metodologias e técnicas para gestão dos processos de negócios;
 Utilizar ferramentas para melhoria dos processos e aumento da vantagem competitiva.
109

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Processos de Negócio

1.1 - Definição de processos

1.2 - Processo x Projeto*

1.3 - O que são Processos de Negócio

UNIDADE II - Introdução a gestão de processos

2.1 - Definições de Gestão por Processo

2.2 - Organização Funcional x Organização Por Processo

2.3 - Identificação dos Processos

2.4 - Classificação dos Processos

2.5 - A organização e suas Unidades de Negócio

UNIDADE III - Visão Estratégica

3.1 - Estratégia Empresarial;

3.2 - Os processos e a cadeia de valor agregado;

3.3 - A gestão de processos como diferencial competitivo;

3.4 - O papel de processos para a implementação da estratégia;

UNIDADE IV - Modelagem dos Processos de Negócio

4.1 - Levantamento de processos

4.2 - Modelos

4.2.1 - Organograma Hierárquico Funcional

4.2.2 - Scripts de processo

4.2.3 - UML

4.2.4 - Mapa de Processos

UNIDADE IV - Ferramentas de Modelagem de Processos

5.1 - Introdução - o que são propósito e como funcionam


110

5.2 - Apresentação de ferramentas

UNIDADE VI - Metodologia de Modelagem de Processos

6.1 - Planejamento do levantamento

6.2 - Execução do levantamento

6.3 - Análise e simplificação do processo

6.4 - Estabelecimento das medidas do processo

6.5 - Padronização do processo

6.6 - Implantação e ajustes

6.7 - Estudo de Caso

UNIDADE VII - Implantação do gerenciamento do processo

7.1 - Escolha do processo

7.2 - Definição da estratégia

7.3 - Treinamento e Capacitação

7.4 - Mapeamento das funções do processo

7.5 - Criação do Painel de Controle

7.6 - Reuniões de controle

7.7 - Melhoria contínua do processo

UNIDADE VIII - Avaliação de Desempenho dos Processos

8.1 - Conceituação avaliação de desempenho e indicadores

8.2 - Objetivos dos indicadores

8.3 - Características de um indicador

8.4 - Tipos de indicadores

8.5 - Exemplo de indicadores

8.6 - Construção do sistema de indicadores

UNIDADE IX - Profissionais da área de processo de negócio

9.1 - Gestor do Processo de negócio


111

9.2 - Escritório de gestão por processo

9.3 - Áreas de apoio

UNIDADE X - Padrões para gestão de Processo

10.1 - Conceito de conformidade

10.2 - Referenciais de conformidade

10.2.1 - ISO 9000

10.2.2 - ANS

10.2.3 - ANVISA

10.2.4 - PNQ

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
112

Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Administração de processos: conceitos, metodologia


e práticas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 314 p.

2. DE SORDI, José Osvaldo. Gestão por processos: uma abordagem da moderna administração. 2.
ed. rev., atual. São Paulo: Saraiva, 2008.

3. OROFINO, Antônio Carlos. Processos com resultados: busca da melhoria continuada. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.

4. JUNIOR, Eudes Luiz Costa. Gestão em processos produtivos. 20a. Ed., Editora IBPEX X Dialógica.
Curitiba, PR, 2008 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ARAÚJO, Luis Cesar Gonçalves de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de


gestão organizacional. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. v.

2. HAMMER, Michael. Além da reengenharia: como organizações orientadas para processos


estão mudando nosso trabalho e nossas vidas. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 249 p.

3. CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a sistemas, organização e métodos: SO&M. Barueri:


Manole, 2010.

4. CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

5. ROTONDARO, Roberto G. (Coord). Seis sigma: estratégia gerencial para a melhoria de


processos, produtos e serviços. São Paulo: Atlas, 2008.
113

Disciplina: LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO

EMENTA

Entendendo a cadeia de abastecimento integrada. Habilidades para administrar a cadeia de


abastecimento. Os meios para encontrar emprego. Como funciona o mercado de trabalho.
Como melhorar a sua empregabilidade.

OBJETIVO GERAL

Apresentar aos alunos soluções de como os profissionais de hoje e do futuro podem planejar,
organizar e identificar condições adequadas para conquistar o sucesso profissional na área de
Logística, considerando o impacto de desenvolvimento tecnológico, a intensa globalização da
economia e as profundas transformações nas organizações.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Oferecer aos alunos meios para ter uma visão geral sobre a Logística, através de seus
conceitos e impactos nas organizações e na sociedade;
 Preparar o participante para compreender as habilidades e competências necessárias
para administrar, nos diversos níveis, na área de Logística;
 Descrever os principais meios diretos e indiretos disponíveis para avaliar e escolher
uma colocação profissional;
 Compreender como funciona o mercado de trabalho, tanto a situação de oferta como
a de procura, assim como os níveis de segmentação;
 Compreender a importância de como melhorar a sua empregabilidade, desenvolvendo
as habilidades e competências profissionais e pessoais.

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Entendendo a Logística

1.1 Visão geral.

1.2 Cadeia de suprimentos.

1.3 Elementos e Características de uma cadeia de suprimentos.

UNIDADE II - Habilidades e competências para administrar a Logística

2.1 Visão geral.


114

2.2 A dinâmica da evolução e das mudanças.

2.3 O mercado de trabalho.

2.4 O novo perfil profissional.

2.5 Os desafios profissionais.

2.6 Gestão do conhecimento e Logística.

UNIDADE III - Os meios para encontrar um emprego

3.1 Os meios diretos e indiretos.

3.2 Como avaliar os meios disponíveis.

3.3 Eficácia dos meios disponíveis para a procura de um emprego.

UNIDADE IV - Como funciona o mercado de trabalho

4.1 O que é o mercado de trabalho.

4.2 Mercado de trabalho em situação de oferta e de procura.

4.3 Segmentação do mercado de trabalho.

4.4 O processo de seleção e contratação.

4.5 O mercado de trabalho do futuro.

UNIDADE V - Como melhorar a sua empregabilidade

5.1 As bases da empregabilidade.

5.2 Avaliação diversificação e desenvolvimento das competências profissionais e pessoais.

5.3 Iniciativa pessoal e senso empreendedor.

5.4 O processo de reciclagem e atualização.

5.5 Ampliação da capacidade de comunicação e desenvolvimento da rede de relações.

5.6 Planejamento da carreira como uma opção sustentável a longo prazo.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO
115

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto


ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o


aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
116

1. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento.


Editora Saraiva. São Paulo. 2006.

2. NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição:


estratégia, operação e avaliação. 3. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Elsevier,
2007

3. CHIAVENATO, Idalberto. Carreira. Editora Saraiva. São Paulo. 2006.

4. XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Sua carreira: planejamento e gestão. São Paulo:
Financial Times – Prentice Hall, 2006. VIRTUAL.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SLACK, Nigel et al. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

2. MILIONI, Benedito. Carreira profissional vencedora. São Paulo. Qualitymark, 2007

3. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:


estratégias para a redução de custos e melhorias dos serviços. 2 Ed. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2007.

4. DORNIER, Philippe Pierre; ERNST, Ricardo; FENDER, Michel; KOUVETLIS, Panos.


Logística e operações globais. Parte I, cap. 1, p. 37-56; cap. 3, p. 139-156. São Paulo:
Atlas, 2000.

5. PANITZ, C. D., Dicionário de logística, gestão de cadeias de suprimentos e operações,


1ª Ed. São Paulo: CLIO EDITORA, 2010.

Disciplina: MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

EMENTA

Revisão de Matemática Básica. Funções Aplicadas na Relação Custo, Receita e Lucro. Modelos de
Demanda e Oferta de Mercado. Fundamentos de Matemática Aplicada a Finanças.

OBJETIVO GERAL
117

Proporcionar ao aluno os fundamentos teóricos para resolver casos e situações práticas, utilizando
conhecimentos de cálculo matemático e financeiro, e as condições adequadas de informações
necessárias aos processos de planejamento, controle e tomada de decisão.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final da disciplina, o aluno deverá estar capacitado a:

· Entender as principais regras e fundamentos da matemática básica;

· Compreender os conceitos matemáticos para o cálculo das funções custo, receita, lucro e ponto de
equilíbrio na análise das atividades operacionais da empresa;

· Elaborar modelos econômicos da demanda, oferta e ponto de equilíbrio de mercado;

· Tornar mais ampla a aplicação dos conhecimentos gerais de cálculos em negociação de operações
industriais, comerciais e bancárias;

· Elaborar fluxo de caixa.

CONTEÚDOS

Unidade 1: Revisão de Matemática Básica

1.1. Conjuntos;

1.2. Números Naturais;

1.3. Números Inteiros;

1.4. Números Racionais;

1.5. Números Irracionais;

1.6. Números Reais;

1.7. Noções de Potenciação e Radiciação;

1.8. Intervalos Numéricos;

1.9. Fatoração;
118

1.10. Equações e Sistemas de Equações;

1.11. Inequação do 1º grau.

Unidade 2: Razão, Proporção e Porcentagem.

2.1. Razão;

2.2. Proporção;

2.3. Grandezas Diretamente e Inversamente Proporcionais;

2.3. Operações com Porcentagem.

Unidade 3: Funções Aplicadas na Relação Custo, Receita e Lucro

3.1. Introdução;

3.2. Função Custo e o Gráfico no Plano Cartesiano;

3.3. Função Linear e o Gráfico no Plano Cartesiano;

3.4. Função Crescente;

3.5. Função Decrescente;

3.6. Função Receita;

3.7. Função Lucro e o Ponto de Equilíbrio.

Unidade 4: Modelos de Demanda e Oferta de Mercado, Limites de Uma Função e Derivadas para
Funções de Uma Variável

4.1. Introdução aos Modelos Econômicos;

4.2. Demanda e Função Inversa;

4.3. Oferta ;

4.4. Ponto de Equilíbrio de Mercado;

4.5. Função Receita Quadrática;

4.6. Função Lucro Quadrática;


119

4.7. Função Quadrática e Inequação do 2º Grau;

4.8. Limites de uma Função;

4.9. Derivadas para Funções de uma Variável.

Unidade 5: Fundamentos de Matemática Aplicada a Finanças

5.1. Fluxo de Caixa Financeiro;

5.2. O Juro;

5.3. Capital e Tempo;

5.4. Regime Capitalização Simples;

5.5. Regime de Capitalização Composta;

5.6. Desconto Bancário.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
120

Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão


construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. SILVA, Luiza Maria Oliveira da. MACHADO, Maria Augusta Soares. Matemática aplicada à
administração, economia econtabilidade - Funções de uma e mais variáveis. São Paulo:
Cengage, 2011.
2. GOLDSTEIN, Larry Joel; LAY, David C.; SCHNEIDER, David I. Matemática aplicada: economia,
administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2006.
3. HARIKI, S. Matemática Aplicada: Administração, Economia e Contabilidade. São Paulo: Saraiva,
1999.
4. JACQUES, Ian Tradução Regina Célia Smille de macedo. Matemática para economia e
administração. 6a Ed. Pearson, São Paulo, 2010 VIRTUAL
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. MARIANO, Fabricio; MENESZES, Anderson. Matemática Básica para Concursos. 1. Ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2011.
2. SILVA, Fernando Cesar Marra; ABRAO, Mariangela. Matemática Básica Para Decisões
Administrativas. São Paulo: Atlas, 2008.
3. SILVA, Sebastiao Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática
Básica Para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2002
4. TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2011.
5. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada à economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.

Disciplina: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

EMENTA

Fundamentos da Administração. O processo administrativo. Áreas funcionais da Administração.

OBJETIVO GERAL

Oferecer aos alunos o contato com os conceitos básicos nos quais se ampara o funcionamento das
121

organizações, apresentando as funções administrativas que são inerentes a quaisquer


empreendimentos no mundo e as áreas em que tradicionalmente se estruturam as empresas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Apresentar o conceito de Administração;

· Analisar os níveis hierárquicos da empresa;

· Apresentar e analisar as funções que compõem o processo administrativo;

· Apresentar uma visão geral das principais áreas funcionais da Administração.

CONTEÚDOS

Unidade I - Fundamentos da Administração

1.1 - As empresas e o conceito de Administração

1.2 - As organizações e seus níveis

1.3 - Os recursos das empresas

Unidade II - O processo administrativo:

2.1 - Planejamento

2.2 - Organização

2.3 - Direção

2.4 - Controle.

Unidade III - Áreas funcionais da Administração:

3.1 - Operações

3.2 - Marketing

3.3 - Recursos Humanos

3.4 - Finanças

PROCEDIMENTOS DE ENSINO
122

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008.
2. KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6ª edição. São Paulo: Editora Atlas,
2004.
3. LACOMBE, Francisco José Masset; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências.
2. ed. rev. e atualizada. São Paulo: Saraiva, 2008.
4. SELMAN, Jim. Liderança. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. VIRTUAL
123

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. Campus Elsevier: São Paulo,
2007.
2. NOGUEIRA, Arnaldo José França Mazzei. Teoria Geral da Administração para o século XXI. São
Paulo: Ática, 2007.
3. STONER, James Arthur Finch; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1999.
4. MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Introdução à administração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Atlas, 2007.
5. ANDRADE, Rui Otávio; AMBONI, Nério. Teoria geral da administração. São Paulo: M.Books,
2007.

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

EMENTA

Definição do conceito de marketing; a evolução do conceito; tópicos básicos de marketing - os


elementos que constituem o marketing; o papel e a gestão do marketing nas organizações; o plano de
marketing.

OBJETIVO GERAL

Oferecer aos participantes do Curso uma visão abrangente da aplicação das suas principais
ferramentas na análise e adequação do produto/serviço, ensino aos seus diversos mercados.

Fornecer um nível de conhecimento a partir do qual cada participante poderá desenvolver suas
habilidades pessoais e profissionais, não só as utilizando na gestão de um negócio, como também em
outras áreas de sua vida.

Abordar os conceitos básicos do plano de marketing, objetivando o entendimento da sua aplicação e


importância na consecução dos objetivos de uma empresa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Criar condições para que o aluno:

· Entenda os principais conceitos de marketing;

· Faça a distinção sobre os conceitos de propaganda, vendas e marketing, observando as


124

abrangências e características de cada um deles;

· Entenda os fatores que envolvem a Administração de Marketing moderno;

· Distinga os elementos do marketing que promovem a adaptação da empresa aos seus mercados;

· Identifique os principais modelos de marketing e suas contribuições no inter-relacionamento de


uma empresa com seus clientes;

· Identifique os principais tipos de estratégias utilizadas pelas empresas para conquistar e manter
seus mercados;

· Entenda como os fatores ligados ao macroambiente podem afetar as estratégias de uma


organização;

· Entenda por que as empresas utilizam canais de distribuição e discuta as funções que esses canais
desempenham;

· Entenda a função da promoção em marketing como responsável por tornar a organização e seus
produtos e serviços conhecidos pelos usuários/consumidores;

· Entenda o papel do preço como elemento determinante nas estratégias de produção de receita de
uma empresa;

· Conheça os elementos necessários para o desenvolvimento e aplicação do plano de marketing nas


organizações.

CONTEÚDOS

I - Definição do que é marketing

1.1 - Principais definições de Marketing e o papel representado por ele na adaptação das empresas aos
seus mercados;

1.2 - Diferenças entre Marketing, vendas e propaganda e as dificuldades de compreensão deste


objeto de estudo;

1.3 - As principais tendências e forças que estão mudando o cenário do marketing nesta nova era de
relacionamentos.

II - A evolução do conceito de marketing;

2.1 - A evolução do conceito de Marketing,

2.2 - As fases do Marketingpassando


125

2.3 - O advento do Marketing de Relacionamento

III - Os fundamentos do marketing;

3.1 - A distinção entre os elementos do composto de marketing

3.1 - Produto

3.2 - Preço

3.3 - Praça

3.4 - Promoção.

IV - Administração do esforço de marketing;

4.1 - Definição de estratégia e objetivos da organização;

4.2 - Principais tipos de estratégias de marketing;

4.3 - Como os elementos do mix de marketing (produto, preço, ponto e promoção) devem funcionar
de maneira integrada para que a empresa consiga cumprir a sua missão; 4.4 - Exemplos de estratégias.

V - O mercado global;

5.1 - Identificação das principais considerações que as empresas enfrentam quando levam suas marcas
para mercados globais;

5.2 - Os fatores que levam ao acirramento dessa competição;

5.3 - A diversidade cultural e a competitividade.

VI - A segmentação do mercado em marketing;

6.1 - O conceito de propaganda/

6.2 - O conceito de publicidade;

6.3 - O conceito de vendas;

6. 4 - Distinção entre os conceitos de propaganda, publicidade, vendas e marketing.

VII - O ambiente de marketing;

7.1 - Identificação dos principais fatores do macroambiente

7.2 - Variáveis que afetam as estratégias das empresas

7.3 - Variáveis econômica, sociocultural, natural, político-legal, demográfica e tecnológica.

7.4 - O papel do SIM no Marketing


126

VIII - Comunicação de valor para o cliente;

8.1 - O conceito de valor para o marketing

8.2 - Proposta de valor para o cliente

8.3 - Comunicação de valor para o cliente.

IX - Produtos, serviços e estratégias de branding;

9.1 - Defina o conceito de produto e suas classificações;

9.2 - As decisões que as empresas tomam sobre seus produtos e serviços individuais;

9.3 - Gestão de Marca.

X - Determinação do preço dos produtos;

10.1 - Variáveis determinantes na formação de preços;

10.2 - Principais estratégias de precificação das empresas;

10.3 - Identificação das principais características das estratégias de preços utilizadas pelas empresas
para construir participação de mercado.

XI - Canais de distribuição;

11.1 - O que são canais de distribuição;

11.2 - As funções que os canais de distribuição desempenham;

11.3 - Características dos canais de distribuição.

XII - Comunicação integrada de marketing;

12.1 - A função da Promoção em Marketing;

12.2 - Identificar as principais características que compõe a promoção;

12.3 - A comunicação em marketing atraindo usuários e consumidores.

XIII - O plano de marketing;

13.1 - Plano de Marketing: definição e importância;

13.2 - As etapas do Plano de Marketing;

13.3 - Características do Plano de Marketing

XIV - Marketing de serviços;


127

14. 1 - Marketing de serviços: definição e importância dentro do mercado;

14.2 - Características que afetam o marketing de serviços;

14.3 - Definição e importância da: intangibilidade, variabilidade, inseparabilidade e perecibilidade para


serviços.

XV - Ética do marketing.

15.1 - Principais definições de ética;

15.2 - A Ética Empresarial;

15.3 - A ética no gerenciamento do composto de marketing

15.4 - A ética na pesquisa de marketing

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
128

construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 12. edição. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007.
2. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
3. DIAS, Sérgio Roberto (Coodenador). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2011.
4. RITOSSA, Cláudia Mônica. Tópicos Especiais em Marketing. 1a. Edição, Editora IBPEX X
Dialógica. Curitiba, PR. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SANDHUSEN, Richard L. Marketing básico. São Paulo: Saraiva 2007.


2. KEEGAN, Warren J; GREEN, Mark C. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva, 2006.
3. BAKER, Michael J. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
4. HOOLEY, Graham J. Estratégia de marketing e posicionamento competitivo – 3ª ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. VIRTUAL
5. KEEGAN, Warren J. Marketing global. São Paulo: Prentice Hall, 2005. VIRTUAL

Disciplina: GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

EMENTA

Compreendendo a Cadeia de Suprimentos. Fatores Chave e Obstáculos da Cadeia de Suprimentos.


Fundamentos da Cadeia de Suprimentos. As Atividades Logísticas: Princípios, funcionalidade e papéis
das atividades logísticas na Cadeia de Suprimentos: Tecnologia da Informação, Transportes, Estoques,
Armazenagem e Embalagem.

OBJETIVO GERAL
129

Compreender o objetivo de uma cadeia de suprimentos e explicar o impacto das decisões de uma
cadeia de suprimentos no sucesso de uma empresa, ensinando aos alunos às diferentes metodologias
e filosofias utilizadas pelas empresas para gerir a sua cadeia de suprimentos de forma eficiente e
eficaz.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Oferecer aos alunos meios para compreender e descrever a estrutura de uma cadeia de suprimentos
real, baseada em metodologias e no ferramental prático apresentados em sala de aula.

Preparar o participante para analisar de modo aprofundado a Gestão da Cadeia de Suprimentos,


visando permitir o processo de tomada de decisões empresariais envolvendo conhecimentos
logísticos.

Descrever os principais obstáculos que devem ser superados para gerenciar a cadeia de suprimentos
com sucesso.

Compreender a importância da informação e da Tecnologia da Informação em uma cadeia de


suprimentos.

Compreender a importância da gestão dos estoques numa cadeia de suprimentos para assegurar a
disponibilidade do produto.

Discutir o papel do transporte dentro de uma cadeia de suprimento, identificando as alternativas e


vantagens e desvantagens.

Compreender as variáveis de decisões sobre embalagem e instalações numa rede da cadeia de


suprimentos.

CONTEÚDOS

Unidade I- Compreendendo a Cadeia de Suprimentos

1.1 - O que é uma cadeia de suprimentos

1.2 - Fases de decisão

1.3 - Visão dos processos. A importância dos fluxos

1.4 - Exemplos de cadeias de suprimentos

Unidade II - Fatores Chave e Obstáculos da Cadeia de Suprimentos


130

2.1 - Fatores-chave da cadeia de suprimentos

2.2 - Organização dos fatores-chave.

2.3 - Estoques, transportes, instalações e informações.

2.4 - Alinhamento estratégico.

Unidade III - Fundamentos da Cadeia de Suprimentos

3.1 - Nível de Serviços ao Cliente. Marketing focado no cliente.

3.2 - A Logística na empresa.

3.3 - A Logística como diferencial competitivo.

3.4 - Definição de serviços ao cliente.

3.5 - Serviços básicos e de valor agregado.

3.6 - Atendimento do Pedido Perfeito.

3.7 - A visão do custo total.

Unidade IV - As Atividades Logísticas

4.1 - Princípios, funcionalidade e papéis das atividades logísticas na Cadeia de Suprimentos:

4.2 - Tecnologia da Informação, Transportes, Estoques, Armazenagem e Embalagem.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


131

será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip; SIMCHI-LEVI, Edith. Cadeia de suprimentos: projeto e


gestão: conceitos, estratégias e estudos de caso. São Paulo: Bookman, 2003. 328 p.BERTAGLIA,
Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva,
2009. .

2. HONG, Yuh Ching. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2010.

3. CHOPRA, Sunil. Gestão da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operações.


Tradução Daniel Vieira; revisão técnica Marilson Alves Gonçalves – 4 ed. – São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2011. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas,


1999.

2. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:


estratégias para a redução de custos e melhorias dos serviços. 2 Ed. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2007.
132

3. DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5.


ed. São Paulo: Atlas, 2010.

4. PANITZ, C. D., Dicionário de logística, gestão de cadeias de suprimentos e operações,


1ª Ed. São Paulo: CLIO EDITORA, 2010.

5. KAMINSKY, Philip. Cadeia de suprimentos - projeto e gestão. São Paulo: Artmed,


2010.

Disciplina: PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL

EMENTA

Ambientação na Vida Universitária. Métodos de Estudos no Ensino Superior. Planejamento financeiro


- orçamento doméstico. Habilidades e Competências para a Empregabilidade. Empreendedorismo e
Cases de Sucesso.

OBJETIVO GERAL

- Desenvolver plenamente todas as possibilidades concretas da vida acadêmica no ensino superior.

- Planejar de modo eficaz sua vida financeira pessoal e profissional.

- Planejar sua carreira profissional de sucesso.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Realizar um autoavaliação de conteúdo: Português, Matemática/Lógica e conhecimentos gerais.

- Compreender a organização das Instituições de Ensino Superior.

- Valorizar o processo de construção acadêmica como fator de sucesso profissional.

- Apropriar-se do Modelo de Educação Superior da Estácio.

- Conhecer as ferramentas de suporte ao ensino e a estrutura de funcionamento da instituição de


ensino.

- Planejar o cumprimento dos componentes curriculares obrigatórios, dentro do tempo de


133

integralização do curso.

- Compreender e vivenciar métodos de estudos orientadores de aprendizagem no ensino superior.

- Compreender a filosofia e a execução da gestão financeira individual: conceitos de receita, gastos,


financiamentos, empréstimos, investimentos.

- Reconhecer a relevância da atuação acadêmica e profissional de acordo com os princípios éticos.

- Conhecer e desenvolver as competências necessárias à atuação profissional.

- Desenvolver o comportamento empreendedor e o domínio das ferramentas necessárias à


concepção e ao planejamento de empreendimentos.

CONTEÚDOS

Unidade 1 - Nivelamento

Simulador virtual de prova, com questões de 3 grandes áreas (Linguagem, Matemática/Lógica,


Conhecimentos Gerais), com indicador de performance, gráfico de rendimento, vídeo-aulas
explicativas sobre as questões do simulador.

Unidade 2 - Ambientação na Vida Universitária

- O significado do Ensino Superior na vida profissional; Instituições de Ensino Superior: Universidades,


Centros Universitários e Faculdades; Curso de Graduação: bacharelados, licenciaturas e tecnológicos;
Cursos de Pós-Graduação : stricto e lato sensu.

- O Modelo de Educação Superior da Estácio: processo de construção da aprendizagem;


desenvolvimento da autonomia estudantil; foco na empregabilidade; ferramentas de suporte ao
ensino.

- A estrutura da organização acadêmica: Gestão Acadêmica; Coordenação de Curso: funções e


interfaces.

- Planejamento do curso: Tempo de integralização, Componentes curriculares obrigatórios: carga


horária das disciplinas, atividades complementares, estágio curricular, trabalho de conclusão de curso
e ENADE

- Infraestrutura: laboratórios dos cursos, laboratórios de informática e biblioteca.

- Freqûencia mínima; pontualidade; sistema de avaliação da aprendizagem.

Unidade 3 - Métodos de Estudos no Ensino Superior


134

- Administração do tempo: organização do plano de estudos e da rotina acadêmica; autonomia e


disciplina nos estudos.Gestão da autoaprendizagem.

- Acompanhamento do desempenho acadêmico: estilos de aprender e métodos de estudos; o papel


das mídias sociais no aprendizado; competências no âmbito acadêmico e profissional.

- Motivação-leitura: leitura crítica; leitura digital e impressa e produção de sentido.

- O mundo acadêmico dentro e fora da sala de aula: aulas presenciais e aulas online; aulas teóricas e
aulas práticas; atividades estruturadas; atividades individuais e coletivas; técnicas de apresentação;
provas (preparação, realização e avaliação); pesquisa (produção acadêmica) e extensão. O estágio
como atividade significativa de aprendizagem.

Unidade 4 - Planejamento financeiro - orçamento doméstico

- Finanças Pessoais; Planejamento Financeiro; Orçamento e fluxo de caixa; captação de recursos:


financiamento e empréstimos; Investimentos e aplicações financeiras

Unidade 5 - Habilidades e Competências para a Empregabilidade - Além da técnica

- Ética geral e profissional

- Relacionamento interpessoal; comunicação; fluência digital; marketing pessoal; resiliência;


comprometimento; foco em resultados; educação continuada.

Unidade 6 - Empreendedorismo e Cases de Sucesso

- Economia e inovação na sociedade do conhecimento; competitividade e criatividade.

- Projeto e metas empreendedoras na carreira profissional.

- Plano de empreendimento: estratégia e estrutura

- Currículos, portfólio, dinâmicas de grupo e painéis

- Cases de sucesso

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao


aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo
contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos
pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de
135

aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito).
O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. FARIA, Vivian Maerker. Manual de Carreira.São Paulo: Saraiva, 2009.


2. GALLAGHER, Lilian. Planeje seu futuro financeiro: o guia sobre investimentos para multiplicar
seu patrimônio. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
3. LUQUET, Mara. O Meu Guia de Finanças Pessoais - Como gastar sem culpa e investir sem
erros. Rio de Janeiro: Elsevier - Campus, 2011.
4. XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Sua carreira: planejamento e gestão. São Paulo: Financial
Times – Prentice Hall, 2006. VIRTUAL.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
136

1. XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Como Desenvolver Melhor Seus Talentos e Competências.
Editora Pearson Education. Ano 2005.
2. BIAGIO, Luiz Arnaldo - Empreendedorismo – Construindo seu projeto de vida. Editora
:Manole. Ano: 2009
3. ORLICKAS, Elizenda. Modelos de Gestão. Rio de Janeiro:IBPEX. 2010.
4. SOUSA, Fabio; DANA, Samy. Como passar de devedor para investidor - Um guia de finanças
pessoais. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
5. ZABALA, Antoni. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Disciplina: TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO

EMENTA

Diferença, inclusão e identidade na sociedade contemporânea; aspectos sociolinguísticos da Língua


Brasileira de Sinais; especificidades linguísticas e noções instrumentais em LIBRAS.

OBJETIVO GERAL

Construir elementos teórico-práticos que permitam a ampliação do conhecimento acerca do uso e das
práticas educativas inerentes à LIBRAS, tendo como referência as categorias ?especificidades
lingüísticas? e ?elementos socioculturais?.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Discutir aspectos metodológicos do ensino de LIBRAS, atendendo às especificidades


de sua configuração Espaço-visual.

Refletir acerca das dimensões linguística e

sociocultural da LIBRAS.

CONTEÚDOS

UNIDADE 1 - DIFERENÇA, INCLUSÃO E IDENTIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

1.1. Mundo moderno, comunicação e identidade


137

1.2. Políticas linguísticas e educacionais

1.3. Cultura em comunidades sinalizantes

UNIDADE 2 - ASPECTOS SOCIOLINGUÍSTICOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

2.1. Variação linguística e Padronização

2.2. Famílias de Línguas e minorias linguísticas

UNIDADE 3 -- ESPECIFICIDADES LINGUÍSTICAS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

3.1. Formação de sinais e uso da LIBRAS: parâmetros

3.2. Bases Instrumentais da gramática da LIBRAS

3.2.1. Categorias Gramaticais

3.2.2. Advérbios

3.3.3. Adjetivos

3.3.4. Verbos e classificadores

3.3.5 Estruturação de sentenças em LIBRAS

UNIDADE 4 - NOÇÕES INSTRUMENTAIS em LIBRAS

4.1. Conversação Básica em LIBRAS

4.2. Literatura em língua de sinais

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
138

acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. GOLDFELD, M. A. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-


interacionista. São Paulo: Plexus, 2002.

2. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileiras: estudos
lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, 2004.
SKLIAR, Carlos. Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Belo Horizonte: Mediação, 2005

3. CHOI, Daniel et al. PEREIRA Maria Cristina da Cunha (org). Libras. 1ª ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2011. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CAPOVILLA, F. C. ; RAPHAEL, W. D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilingue da língua de


139

sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2001, 2 V.

2. PIMENTA, N.; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de libras básico. Rio de Janeiro: LSB Vídeo,
2006.

3. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. Manaus: EDVA, 2002.

4. CUNHA PEREIRA,Maria Cristina,;CHOI, Daniel, Libras: Conhecimento Além dos Sinais

5. FERNANDES, Sueli, Educação de Surdos, IBPEX, VIRTUAL

Disciplina: ESTATÍSTICA APLICADA

EMENTA

Tipos de Dados, Arredondamentos, Medidas Estatísticas, Preparação de Dados para Análises


Estatísticas Gráficos, Séries Estatísticas, Técnicas de Amostragem, Intervalo de Confiança, Distribuição
Normal de Probabilidade e Noções de Testes de Hipóteses.

OBJETIVO GERAL

Tornar o acadêmico apto a tomar decisões empresariais com o uso do ferramental estatístico.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Aprender a coletar dados através de amostragem;

Organizar e apresentar dados estatísticos através de séries e gráficos;

Distribuir as frequências;

Calcular e interpretar medidas estatísticas;

Analisar os resultados para o processo de tomada decisões e

Interpretar os testes de hipóteses e suas probabilidades de significância.

CONTEÚDOS
140

UNIDADE I - Conceitos Introdutórios

1.1 - Origens da estatística

1.2 - Importância e utilização da estatística

1.3 - Diferenças entre população e amostra

1.4 -Áreas da estatística

UNIDADE II - Tipos de Dados

2.1 - Dados nominais

2.2 - Dados ordinais

2.3 - Dados numéricos contínuos e arredondamentos

2.4 - Dados numéricos discretos

2.5 - Dados intervalares

UNIDADE III - Medidas Estatísticas

3.1 - Medidas de tendência central

3.2 - Média, Moda e Mediana

3.4 - Medidas de ordenamento

3.5 - Quartis, Decis e Percentis

3.6 - Medidas de dispersão

3.7 - Amplitude, Variância, Desvio padrão e Coeficiente de Variação

UNIDADE IV - Tabelas e Gráficos

4.1 - Séries Cronológicas ou Temporal ou Histórica

4.2 - Séries Geográficas ou Territorial

4.3 - Séries Especificativas ou Categóricas

4.4 - Séries Mistas

4.5 - Distribuições de freqüência

4.6 - Representações gráficas

UNIDADE V - Técnicas de Amostragens Probabilísticas


141

5.1 - Amostragem aleatória simples

5.2 - Amostragem estratificada

5.3 - Amostragem sistemática

5.4 - Amostragem por conglomerados

5.5 - Cálculo do tamanho de uma amostra

UNIDADE VI:- intervalo de Confiança

6.1 - O erro padrão das médias

6.2 - A comparação entre intervalos de confiança

UNIDADE VII:- Distribuição Normal

7.1 - Propriedades da curva de Gauss

7.2 - Propriedades do desvio padrão

7.3 - Aplicações da estatística z

UNIDADE VIII - Noções de Testes de Hipóteses

8.1 - A correlação linear de Pearson

8.2 - O teste qui-quadrado

8.3 - O teste exato de Fisher

8.4 - A interpretação do valor p (probabilidade de significância)

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.
142

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BRUNI, Adriano Leal. Estatística aplicada a gestão empresarial. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
2. SILVA, Ermes Medeiros da et al. Estatística para os cursos de economia, administração e
ciências contábeis. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996-1998. 2 v.
3. TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995.
459 p.
4. CASTANHEIRA, Nelson Pereira. Estatística Aplicada a todos os Níveis. 5a. Edição, Editora IBPEX
X Dialógica. Curitiba, PR. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BUNCHAFT, Guenia; KELLNER, Sheilah Rubino de Oliveira. Estatística sem mistérios. 2.ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
2. BUSSAB, Wilton de Oliveira; MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica: métodos
quantitativos. 4.ed. São Paulo: Atual, 1987. 321 p.
3. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 224 p. il.
4. LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. São Paulo: Lapponi, 1997. 401p.
5. STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. Tradução Alfredo Alves. São Paulo:
Harbra, c1986. 495 p. il.
143

Disciplina: OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSPORTE

EMENTA

Roteamento de veículos (Cobertura de nós, caminho mínimo e fluxo máximo). Problemas clássicos do
transporte (Sistema equilibrado). Teoria das Filas (MM1).

OBJETIVO GERAL

Conhecer as principais características dos sistemas de transporte.

Conhecer e empregar técnicas para otimização dos sistemas de transporte

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Conhecer os principais conceitos, características e definições sobre roteirização de veículos.

- Conhecer os problemas clássicos de transporte, identificando a relação entre oferta e demanda e ser
capaz de planejar rotas, frotas e programação de veículos com elevado nível de qualidade e
segurança.

- Conhecer características e conceitos relacionados à Teoria das Filas para emprego na otimização de
sistemas de transporte.

CONTEÚDOS

UNIDADE 1 - ROTEAMENTO DE VEÍCULOS:


1.1 - Cobertura de nós: análise dos métodos heurísticos do vértice adjacente mais próximo, da
inserção com menor encargo e da inserção com maior afastamento.
1.2 - Caminho mínimo: análise do caminho mínimo pelo algoritmo de Dijkstra.
1.3 - Fluxo máximo: análise do fluxo máximo de rede pelo método de Ford-Fulkerson.

UNIDADE 2 - PROBLEMAS CLÁSSICOS DE TRANSPORTE:


Avaliação de sistemas equilibrados entre oferta e demanda utilizando-se os métodos do Canto
Noroeste e Vogel para solução inicial e evolução pelo método das penalidades.

UNIDADE 3 - TEORIA DAS FILAS: Análise de sistemas de filas tipo M/M/1.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao


144

aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo
contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos
pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de
aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito).
O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Loesch, Claudio e Hein, Nelson, Pesquisa Operacional - Fundamentos e Modelos - Editora


Saraiva, 2009, 1ª Edição.
2. MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa operacional: curso introdutório. São Paulo: Thomson
Learning, 2007. 356 p.
145

3. ANDERSON, David R.; SWEENEY, Dennis J.; WILLIAMS, Thomas A. Estatística aplicada à
administração e economia. São Paulo: Pioneira, 2005.
4. RAZZOLINI, Edelvino F., Transporte e Modais com Suporte de TI e SI, IBPEX, 2011, VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CAIXETA-FILHO, José Vicente. Pesquisa operacional: técnicas de otimização aplicadas a


sistemas agroindustriais. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
2. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para administração. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
3. LINS, Marcos Pereira Estellita. Programação linear. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
4. LUIZ, J. Corrar; CARLOS, Renato Theófilo (Coord.). Pesquisa operacional. São Paulo: Atlas,
2004.
5. LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões: modelagem em
Excel. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 384 p.

Disciplina: TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA

EMENTA

Introdução ao Transporte de cargas. Sistemas de transporte de cargas. Planejamento do


transporte de cargas. Objetivos, teorias e princípios.Capacidade do sistema de transporte.
Modelo geral para apropriação de custos de transporte.

OBJETIVO GERAL

Conhecer os conceitos e fundamentos do transporte de cargas e suas formas de integração


para a aplicação no planejamento, bem como as características dos custos dos diferentes
modais de transportes com a finalidade de garantir a rentabilidade da operação. Calcular
fretes e tarifas por modais de transportes.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Compreender e descrever as Tecnologias de Transportes de carga, baseada em metodologias e


no ferramental prático apresentados em sala de aula.

Analisar os sistemas de transportes mais utilizados no Brasil, visando permitir o processo de


146

tomada de decisões empresariais envolvendo conhecimentos logísticos.

Descrever os principais obstáculos que devem ser superados para gerenciar os sistemas de
transportes com sucesso.

Compreender a importância da informação e da Tecnologia da Informação em um sistema de


transporte.

Compreender o papel do transporte dentro de uma cadeia de suprimento, identificando as


alternativas e vantagens e desvantagens.

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Introdução ao Transporte de Carga

1.1 Breve histórico do transporte de cargas no Brasil. Modelo de transporte de cargas


brasileiro.

1.2 Inteface logística e transporte . Principais terminologias técnicas de transporte.

UNIDADE II - SISTEMAS DE TRANSPORTE DE CARGA

1.1 Modalidades.

1.2 Análise de desempenho dos sistemas. Intermodalidade e Multimodalidade.

UNIDADE III - PLANEJAMENTO DO TRANSPORTE DE CARGA

1.1 Objetivos, teorias e princípios.

1.2 Capacidade do sistema de transporte.

UNIDADE IV - MODELO GERAL PARA A APROPRIAÇÃO DE CUSTOS

1.1 Fatores que impactam no custo.

1.2 Formação de preços.

1.3 Fretes e tarifas por modalidade de transporte.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto


147

ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o


aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. MARTINS, Ricardo Silveira. CAIXETA-FILHO, Jose Vicente. Gestão logística do


transporte de carga. 1ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2001
148

2. LUDOVICO, Nelson. Logística de transportes Internacionais. 1ª. Ed. São Paulo: Saraiva,
2009.
3. FARIA, Ana Cristina de. Gestão de custos logísticos. 1ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. WANKE, PETER F. Introduçao Ao Planejamento De Redes Logisticas. 1ª Ed. São Paulo:


Atlas, 2009.

2. ALENTE, Amir Mattar et alli. Qualidade e produtividade nos transportes. 1ª Ed. São
paulo: Cengage, 2008.

3. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento.


Editora Saraiva. São Paulo. 2006.

4. PIRES, Silvio R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, praticas e


casos. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009.

5. VALENTE, Amir Mattar; PASSAGLIA, Eunice; NOVAES, Antônio Galvão. Gerenciamento


de transporte e frotas. São Paulo: Pioneira, 2001. 215 p.

Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA

EMENTA

Objetivos e aplicações da matemática financeira. Conceitos e convenções. Fluxo de caixa. Unidade de


medida da taxa de juros. Juros simples.Juros compostos. Operações de desconto. Séries de
pagamentos. Sistemas de amortização de dívidas. Princípios de avaliação de investimentos.

OBJETIVO GERAL

Desenvolver o raciocínio matemático estruturado através de uma abordagem financeira.

Compreender a aplicabilidade dos instrumentos da matemática financeira para a gestão de negócios


e/ou análise das tendências do mercado financeiro.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
149

Compreender e distinguir as diferentes taxas de juros e os principais sistemas de amortização de


dívida.

Compreender e calcular valores presentes e futuros, através das modalidades de juros.

Identificar os principais aspectos relacionados às transações financeiras e comerciais.

Analisar financeiramente as opções administrativas e ser capaz de apontar a melhor opção de


aplicação e de captação de recursos.

CONTEÚDOS

Unidade I

Conceitos de valor do dinheiro no tempo, taxa de juros, juros, formação da taxa de juros.

Fluxo de caixa, simbologia, conceitos e convenções básicas.

Unidade de medida da taxa de juros, capitalização, descapitalização.

Convenção de períodos: juros comerciais, juros exatos, e juros bancários, série antecipada, série
postecipada.

Unidade II

Juros Simples. Cálculo do principal, montante, taxa de juros e períodos.

Unidade III

Juros Compostos. Cálculo do principal, montante, taxa de juros e períodos. Equivalência de capitais.

Unidade IV

Os diversos conceitos de taxas de juros: taxa proporcional, taxa equivalente, taxa efetiva, taxa
nominal, taxa aparente, taxa real, taxa pré-fixada e taxa pós-fixada, taxa bruta e taxa líquida.

Unidade V

Operações de Desconto, definições. Desconto racional simples e composto. Desconto irracional


simples e composto. Principais operações de desconto do mercado bancário.

Unidade VI

Séries de pagamento uniforme finitas. Aplicações de séries finitas. Séries de pagamento uniforme
infinitas. Aplicações de séries infinitas.
150

Unidade VII

Planos de amortização de Dívida, definições e principais conceitos. Sistema de Amortização Constante:


SAC. Sistema Francês de Amortização e Tabela Price. Sistema de Amortização Americano. Sistema de
Amortização Misto. Sistemas de Amortização Variáveis.

Unidade VIII

Princípios de avaliação de investimentos: conceitos e instrumentais. Critérios de avaliação do


investimento: taxa de retorno contábil, pay-back simples, pay-back descontado, valor presente líquido
e taxa interna de retorno.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
151

nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada. 9ª. Edição. São Paulo,
Editora Elsevier, 2011.
2. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada,
estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 587 p.
3. BRUNI, Adriano Leal, FAMÁ, Rubens, Matemática Financeira com HP12C e EXCEL, 5ª edição,
Editora Atlas, 2008.
4. WAKAMATSU, André. Matemática Financeira. São Paulo: Pearson, 2012. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1- FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços, 17 a. edição, Editora


Qualitymark, Rio de Janeiro, 2007.
2- GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração Financeira, 10ª Edição, Pearson
Education, 2004.
3- SOUSA, Almir Ferreira. Avaliação de Investimentos: uma Abordagem Prática, 1ª Edição, Saraiva
Editora, 2007.
4- TOSI, Armando José, Matemática Financeira com ênfase em produtos bancários, 2ª Edição,
Editora Atlas, 2007.
5- BRUNI, Adriano Leal, FAMÁ, Rubens. A MATEMÁTICA DAS FINANÇAS: Com aplicações na
HP12C e Excel - v.1 (Série Desvendando as Finanças). 3ª ed. Editora Atlas, 2008.

Disciplina: FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE

EMENTA

A contabilidade e sua aplicação; O patrimônio; Contas; Razonete e balancete; Apuração do resultado e


regimes de contabilidade; Demonstrações contábeis.

OBJETIVO GERAL

1. Compreender os sistemas contábeis utilizando os demonstrativos padronizados e interpretando


seus resultados.
2. Utilizar a contabilidade como fonte de informações nas organizações.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
152

1. Compreender a dinâmica dos Demonstrativos e dos relatórios contábeis;

2. Compreender o ciclo contábil e seu funcionamento para utilização na tomada de decisão;

3. Compreender a aplicação e a origem de recursos;

4. Reconhecer os subsistemas advindos da demonstração de resultados;

5. Compreender a dinâmica dos resultados (caixa, estoques, depreciação, dentre outros).

CONTEÚDOS

UNIDADE I - A CONTABILIDADE E SUA APLICAÇÃO


1.1 O desafio da terminologia
1.2 O conceito de contabilidade
1.3 Um pouco da história
1.4 O objeto, o objetivo e a finalidade da contabilidade
1.5 As técnicas contábeis
1.6 O campo de aplicação da contabilidade
1.7 Quem usa as informações contábeis
1.8 O mercado de trabalho do contabilista
UNIDADE I - O PATRIMÔNIO
2.1 Conceito e Definição
2.1.1 Bens
2.1.2 Direitos
2.1.3 Obrigações
2.2 Aspectos Qualitativo e Quantitativo do Patrimônio
2.3 Representação Gráfica do Patrimônio
2.4 Situação Líquida Patrimonial
2.4.1 Situações líquidas patrimoniais possíveis
2.4.1.1 Ativo maior que o Passivo
2.4.1.2 Ativo menor que o Passivo
2.4.1.3 Ativo igual ao Passivo
2.5 Equação Básica do Patrimônio
2.6 Patrimônio Líquido
2.7 Formação do Patrimônio e suas Variações
153

2.7.1 Introdução
2.7.2 Exemplo de formação do patrimônio e suas variações com Balanços sucessivos
2.8 Origens e Aplicações dos Recursos
2.8.1 Passivo: origem dos recursos
2.8.2 Ativo: aplicação dos recursos
UNIDADE I - CONTAS
3.1 Conceito
3.2 Classificação das Contas
3.2.1 Contas patrimoniais
3.2.2 Contas de resultado
3.2.2.1 Despesas
3.2.2.2 Receitas
3.3 Outras Informações Envolvendo Contas
3.4 Noções de Débito e Crédito
3.4.1 Introdução
3.4.2 Observações finais sobre as primeiras noções de débito e crédito
3.5 Função e Funcionamento das Contas
3.6 Plano de Contas
3.6.1 Conceito
3.6.2 Elenco de Contas simplificado
3.6.3 Informações sobre o Elenco de Contas simplificado
3.6.3.1 Informações sobre o Quadro 2.1
3.6.3.2 Informações sobre o Quadro 2.2
UNIDADE II - RAZONETE E BALANCETE
4.1 Razonete
4.2 Balancete
UNIDADE II - APURAÇÃO DO RESULTADO E REGIMES DE CONTABILIDADE
5.1 Apuração do resultado
5.2 Conceito de receita e despesa
5.3 Regime de competência
5.4 Regime de caixa
5.5 Balanço patrimonial × demonstração do resultado do exercício e regime de competência
5.6 Outros ajustes em relação ao Regime de Competência
5.7 Efeito do Lucro no Balanço
154

5.8 Diferença entre despesa e custo

UNIDADE II - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS


6.1 Introdução
6.2 Balanço Patrimonial
6.3 Demonstração do Resultado do Exercício
6.4 Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
155

demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

2. RIBEIRO, Osni Mura. Contabilidade básica. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

3. RIBEIRO, Osni Mura. Contabilidade fundamental. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
4. FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de custos – São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. IUDÍCIBUS, Sérgio e etal (Equipe de Professores da FEA/USP). Contabilidade Introdutória.


Coordenação de Sérgio de Iudícibus. São Paulo, Atlas, 1998.

2. LEITE, Hélio de Paula. Contabilidade para Administradores. São Paulo: Atlas, 1997.

3. LIMA, Arievaldo Alves de. Contabilidade geral. Rio de Janeiro: Rio, 2005.

4. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo, Atlas 2009.

5. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo V. Contabilidade Básica. 11. ed. São Paulo:
Frase, 2003.

Disciplina: COMPETÊNCIAS GERENCIAIS

EMENTA

Conhecimentos necessários para a gestão contemporânea: comunicação e processos grupais.


Habilidades que precisam ser desenvolvidas: gerenciamento do desempenho, gerenciamento
de mudanças e gerenciamento de equipes. Atitudes a serem formadas ou modificadas:
156

autoconhecimento e liderança.

OBJETIVO GERAL

Compreender as principais competências para atuar no complexo e dinâmico mundo


organizacional considerando as necessidades de: inovação e adaptação à mudanças; direção e
comunicação de objetivos; participação e abertura; sustentação ao fluxo dos processos e `a
estrutura organizacional; promoção de coesão e do trabalho em equipe; e, administração de
conflitos interpessoais e intergrupais.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1) Identificar os conhecimentos necessários para o exercício das atividades relativas à


ocupação de gerente tais como: definir papéis; intervir em disputas interpessoais; usar
técnicas de resolução de conflito; divulgar metas e objetivos; e, fornecer instruções.

2) Contextualizar as habilidades que precisam ser desenvolvidas no gestor contemporâneo:


busca de melhores desempenhos; enfrentamento de crises e resolução de problemas;
identificação de tendências significativas; e, agendamento, organização e coordenação dos
esforços da equipe .

3) Compreender as atitudes a serem formadas ou modificadas, a partir de seus componentes


cognitivos e afetivos, com vistas à: identificação de tendências significativas; criação de regras
e políticas; definição de problemas; obtenção de colaboração e participação; e, tolerância aos
riscos e incertezas.

CONTEÚDOS

Unidade I - Conhecimentos;

11 Comunicação interpessoal e organizacional;

12 Processos Grupais.

Unidade II - Habilidades

21 Gerenciamento do desempenho;

22 Gerenciamento de mudanças;

23 Gerenciamento de equipe de trabalho.


157

Unidade III - Atitudes

31 Autoconhecimento

32 Liderança: teorias, estilos e modelos

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto


ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o


aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
158

provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ARONSON, Elliot; AKERT, Robin M.; WILSON, Timothy D. (2002). Psicologia Social. 3ª
Ed. Rio de Janeiro: LTC.

2. BALDWIN, Timothy; RUBIN, Robert; BOMMER, William (2008). Desenvolvimento de


Habilidades Gerenciais. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier Campus.

3. CHIAVENATO, Idalberto (2005) Gerenciando com as Pessoas. 4ª Rio de Janeiro:


Elsevier Campus

4. SELMAN, Jim. Liderança. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BOWDITCH, James; BUONO, Anthony (2006). Fundamentos de Comportamento


Organizacional. 1ª Ed.. Rio de Janeiro: LTC.

2. FERNANDES, Bruno Henrique Rocha (2006) Competências e Desempenho


Organizacional: o que há além do Balanced Scoregard. São Paulo: Saraiva

3. GRAMIGNA, Maria Rita. (2007) Modelo de Competências e Gestão dos Talentos. 2ª


ed. São Paulo: Pearson Education

4. HITT, Michael; MILLER, Chet; COLELLA, Adrienne (2007). Comportamento


organizacional: uma abordagem estratégica. Rio de Janeiro: LTC.

5. ROBBINS, Stephen P. (2002) Comportamento organizacional. 9ª ed. São Paulo:


Pearson Education.

6. SCHERMERHORN JR. J; OSBORN, R. N; GEDANKE, S. R. (1999). Fundamentos de


Comportamento Organizacional. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman.
159

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE COMPRAS E SUPRIMENTOS

EMENTA

Compras e sua função na cadeia de Suprimentos. Fluxo de informações entre Compras e as demais
áreas da empresa. Organização e pessoal de compras. Compras na qualidade e preço apropriado.
Fonte de fornecimento. Organizações alternativas de compras. Fabricar ou comprar. A gestão
econômica dos estoques e sua importância estratégica.

OBJETIVO GERAL

Capacitar o acadêmico com o conhecimento dos fundamentos teóricos e práticos da Administração


de Material, necessário para desenvolver habilidades que sejam um diferencial no mercado, e
estimulando-os a utilizarem esses conhecimentos nas organizações que trabalham ou que venham a
trabalhar ou nos empreendimentos que iniciarem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Proporcionar conhecimento relativo à administração de compras, mediante a compreensão de


sua interação com o ambiente interno e externo, sua importância operacional e estratégica para
as organizações, quer sejam públicas ou privadas. Descrever, conceituar e determinar os custos
de gestão de estoques. Definir o seu gerenciamento econômico e as restrições que vigorarem.
 Fazer o Acadêmico buscar a consolidação dos conhecimentos abordados em aula, utilizando
vivências e as experiências pessoais em relação à área de Administração de materiais, o que
possibilitará a selecionar as estratégias adequadas, trabalho em equipe, raciocínio lógico e
critico na solução dos problemas criar soluções inovadoras desenvolvendo o diferencial
necessário para a Empregabilidade.
CONTEÚDOS

Parte I - ADMINISTRAÇÃO DE COMPRAS


1. Introdução
1.1 A função de compras.
1.2 Organização de compras.
1.3 Qualificação de compradores
2. Operação do sistema de compras
2.1 Ciclo de um pedido
2.2 Solicitação de compras.
2.3 Coleta de preços.
2.4 Pedido de uma compra.
2.5 Acompanhamento de uma compra.
3. Principais variáveis de compras
3.1 A compra na qualidade certa.
160

3.2 A compra na quantidade certa.


3.3 Preço-Custo
3.4 O tempo como uma variável chave.
3.5 Condições de compra.
4. Decisões estratégicas
4.1 Centralização e descentralização.
4.2 Fabricar, comprar ou alugar.
4.3 Terceirização.
5. Fontes de fornecimento
5.1 Classificação de fornecedores.
5.2 Seleção e avaliação de fornecedores.
5.3 Desenvolvimento de fornecedores.
Parte II - ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS
1. Suprimentos
1.1 Conceito.
1.2 A função suprimento nas organizações.
1.3 Conflitos departamentais.
1.4 Classificação de estoques.
2. Gestão de suprimentos
2.1 Custos de manutenção de estoques.
2.2 Conflitos de obtenção de estoques.
?2.3 Custos de falta de estoques.
2.4 Tempo de suprimento.
2.5 Ponto de pedido ou ressuprimento.
2.6 Custos totais de estoques.
2.7 Análise ABC
3. Modelos de estoque
3.1 Modelo de reposição contínua ou modelo do lote padrão.
3.2 Modelo de reposição periódica ou modelo do intervalo padrão.
3.3 Lote mínimo ou de segurança
3.4 Conceitos de Lotes Econômicos.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao


161

aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo
contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos
pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de
aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito).
O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BAILY, Peter, FARMER, David, JESSOP, David e JONES, David. ? Compras: Princípios e
Administração. São Paulo: Atlas, 2000;
2. DIAS, Marco Aurélio Pereira, CASTRO, Fernando Monteiro de Administração de materiais:
uma abordagem logística. São Paulo: Atlas, 1993;
162

3. BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, organização e


logística empresarial. 4ª Edição. Porto Alegre: Artmed / Bookman 2001;
4. PADOVEZE, Clóvis Luiz e TARANTO, Fernando Cesar. Orçamento empresarial : novos
conceitos e técnicas. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. DIAS. Marco Aurélio Pereira - Administração de materiais. São Paulo: Atlas, 1985;
2. POZO, Hamilton - Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma
abordagemlogística.São Paulo: Atlas, 2001;
3. CHOPRA, Sunil e MEINDL, Peter - Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos:
Estratégia,Planejamento e Operação. São Paulo: Prentice Hall, , 2003;
4. CAMPOS, Paulo Renato Alt - Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. São Paulo:
Saraiva, 2006;
5. BERTAGLIA, Paulo Roberto - Logística e gerenciamento de Cadeia de Abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2003;
6. CHIAVENATO, Idalberto - Administração de Materiais. São Paulo: Elsevier, 2005.

Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

EMENTA

Atividade financeira do estado; Tributo e suas espécies; Competência tributária; Limitações ao Poder de
Tributar; Vigência, integração e interpretação da legislação tributária; Obrigação tributária; Crédito
Tributário; Processo tributário; Tributos sobre o comércio exterior; Tributos sobre a produção e a
circulação de bens e serviços; Tributos sobre a renda e o patrimônio.

OBJETIVO GERAL

O aluno deverá conhecer e saber como são aplicados os institutos descritos acima. Compreender as
funções da tributação, identificar os tributos incidentes sobre as várias atividades negociais, seu
procedimento de recolhimento e como deve agir diante de um conflito em matéria tributária.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

O aluno deverá ser capaz de: * apreender os principais aspectos da atividade financeira do Estado; *
conceituar tributo e identificar as cinco espécies tributárias; * identificar o ente federativo competente
para a instituição de cada tributo; * compreender o significado e a função das limitações ao poder de
tributar; * conhecer os conhecimentos relativos à hermenêutica tributária; * compreender a obrigação
163

e o crédito tributários; * conhecer os institutos do processo tributário; * aplicar os conhecimentos em


situações concretas relativas às várias incidências dos tributos.

CONTEÚDOS

Unidade I - Atividade Financeira do Estado e a Receita Tributária

1.1. Atividade financeira do estado: conceito e função

1.2. Direito Financeiro e Direito Tributário: conceito, objetos e normas constitucionais e gerais

1.3. Objetos da atividade financeira do Estado: despesa pública, receita pública, orçamento público e
crédito público.

1.4. Tributo: conceito, classificações e espécies tributárias

Unidade 2 - Direito Constitucional Tributário e Hermenêutica Tributária

2.1. Competência Tributária: conceito, atributos, classificações. Capacidade tributária ativa

2.2. Limitações constitucionais ao poder de tributar: conceito, natureza jurídica, segurança jurídica,
justiça tributária, liberdade fiscal, federalismo fiscal e imunidades

2.3. Fontes do direito tributário. Vigência da legislação tributária no tempo e no espaço

2.4. Interpretação e integração da legislação tributária

Unidade 3 - Teoria geral do direito tributário

3.1. Obrigação tributária: conceito e elementos da obrigação tributária

3.2. Responsabilidade tributária: conceito, espécies e efeitos

3.3. Crédito tributário: conceito e lançamento

3.4. Causas de suspensão do crédito tributário: conceito, efeitos e espécies

3.5. Causas de extinção do crédito tributário: conceito, rol do Código Tributário Nacional, espécies

3.6. Causas de exclusão do crédito tributário: conceito, efeitos e espécies

3.7. Administração tributária e privilégios do crédito tributário

Unidade 4 - Processo Tributário


164

4.1. Teoria geral do processo: conceitos e princípios;

4.2. Processo administrativo tributário: legislação tributária federal, procedimento;

4.3. Processo judicial tributário: legislação e procedimentos;

Unidade 5 - Tributos sobre as atividades negociais

5.1. Tributos sobre o comércio exterior: imposto de importação, imposto de exportação e taxas
alfandegárias;

5.2. Tributos sobre a produção e a circulação de bens: imposto sobre a circulação de mercadorias e
prestação de serviços, imposto sobre produtos industrializados e outros tributos;

5.3. Tributos sobre a produção e circulação de serviços: imposto sobre as operações de crédito, câmbio,
seguro e relativas a títulos e valores mobiliários, imposto sobre serviços de qualquer natureza e outros
tributos;

Unidade 6 - Tributos sobre a renda e o patrimônio

6.1. Tributos sobre a renda: imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e contribuições
sociais;

6.2. Tributos sobre o patrimônio: imposto sobre a propriedade territorial rural, imposto sobre a
propriedade predial e territorial urbana, imposto sobre a propriedade de veículo automotor; e taxas;

6.3. Tributos sobre a transmissão do patrimônio: imposto sobre a transmissão causa mortis ou doação
de quaisquer bens e direitos reais (exceto os de garantia), imposto sobre a transmissão a título oneroso
de bens imóveis e direitos reais (exceto os de garantia)

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além
dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS
165

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o conteúdo
estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e demais
atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota
igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS)
com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. COELHO, Sacha Calmon. Curso de Direito Tributário: rev. e atual. de acordo com o
Código Civil de 2002, Rio de Janeiro: Forense, 2006.

2. SEGUNDO, Hugo de Brito Machado. Direito financeiro e tributário. 5 Ed. São Paulo:
Atlas, 2006.

3. CREPALDI, Silvio Aparecido. et. alli. Direito Tributário. Teoria e Prática. São Paulo:
Forense, 2009.

4. MARTINS Neto, Francisco. Legislação tributária – Curitiba: Ibpex, 2007 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SANTI. Eurico Marcos Diniz de. Curso de especialização em direito tributário: estudos
166

analíticos em homenagem a Paulo de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Forense, 2005

2. AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 10. ed. atual. São Paulo: Saraiva, 2004.

3. CARNEIRO, Claudio. Manual de direito tributário: teoria, jurisprudência e mais de 700


questões. 2. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

4. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 19. ed. rev. São Paulo:
Saraiva, 2007.

5. MARTINS, Ives Gandra da Silva (Coord.). Comentários ao Código Tributário Nacional.


3. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 2 v.

Disciplina: LOGÍSTICA REVERSA

EMENTA

Logística reversa. Canais de Distribuição Reversos.

Evolução da gestão social e ambiental. Crescimento econômico e desenvolvimento sustentável. O meio


ambiente como um problema (e oportunidade) de negócios. Estratégias de gestão social e ambiental.
Modelos de gestão ambiental empresarial. Instrumentos de diagnóstico e gestão ambiental

OBJETIVO GERAL

Apresentar a Logística Reversa em suas diversas

abordagens: definição, razões para essa logística, fluxos reversos, rede de distribuição reversa,
dificuldades do sistema e as tendências desse fluxo logístico.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Em face de um ambiente de competitividade crescente, a logística, com seus eficientes canais de


distribuição, evoluiu na sua base conceitual, passando a considerar de forma sistêmica todas as
atividades que se relacionam direta e indiretamente aos fluxos físico e de informação da cadeia de
suprimento. Nesse sentido, a adoção de abordagens.

sofisticadas de gerenciamento do processo logístico no âmbito das empresas tem representado


um ponto chave para a efetivação e sustentação de estratégias mercadológicas promissoras.
167

Apesar disso, muitos fatores têm contribuído para o desenvolvimento de uma logística que faça o
caminho reverso da tradicional, ou seja, que realize essa reintegração mencionada acima, que é
chamada de Logística Reversa. O volume de resíduos sólidos que vem aumentando significativamente, as
matérias-primas que se tornam menos abundantes e a crescente conscientização da população quanto à
preservação do meio ambiente e contra o desperdício, são alguns desses fatores que impulsionam a
Logística Reversa.

CONTEÚDOS

Unidade 1 ? EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL: Evolução da questão ambiental e social no mundo e


no ambiente empresarial. A nova revolução industrial. Desenvolvimento sustentável e crescimento
econômico. O meio ambiente como um problema (e oportunidade) de negócios. Ecoeficiência e outros
modelos de gestão ambiental empresarial.

Unidade 2 ? GESTÃO SOCIAL E AMBIENTAL: Responsabilidade social empresarial. Estratégias de gestão


social e ambiental nas empresas.

Unidade 3 - LOGÍSTICA REVERSA: A Logística Reversa. Os canais de distribuição reversos. Logística reversa
pós-consumo. Logística reversa pós-venda.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de
acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular
da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos
conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos,
links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores
virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será
168

avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações
presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o conteúdo
estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e demais
atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota igual
ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou AVS) com a
nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo. Editora
Atlas. 2007.
2. LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: Meio Ambiente e Competitividade. São Paulo. Editora
Prentice-Hall (Pearson). 2006
3. PEREIRA, Luiz André , BOECHAT Bruzzi Cláudio. Logística Reversa e Sustentabilidade - Editora
Cengage Learning –
4. LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: Meio Ambiente e Competitividade. A Cadeia de
Suprimento como Caminho para a Competitividade. São Paulo. Editora Prentice-Hall (Pearson).
2006 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo : Atlas, 1999. BELLEN, Hans Michael
van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio de Janeiro : FGV, 2005.

2. MELO NETO, Francisco P. de; FROES, César. Responsabilidade social e cidadania empresarial: a
administração do terceiro setor. Rio de Janeiro : Qualitymark, 2002.

3. BARBIERI Carlos José - Gestão Ambiental empresarial - Editora Saraiva.

4. FILHO-CAIXETA Vicente José , MARTINS Silveira Ricardo - Gestão Logística do Transporte de


cargas - Editora Atlas .
169

5. FOGLIATTI, Maria Cristina; FILIPPO, Sandro; GOUDARD, Beatriz. Avaliação de impactos


ambientais: aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 249 p.

Disciplina: FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR

EMENTA

Breve história do comércio internacional: protecionismo e liberalismo. O ambiente internacional do


comércio; organismos, tratados e regulamentos internacionais. O quadro institucional do comércio
exterior brasileiro. O Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex. Incentivos à exportação;
barreiras à importação. Nomenclatura de mercadorias. Incoterms. Pagamentos internacionais e
câmbio. As operações de exportação e importação.

OBJETIVO GERAL

Conhecer a natureza econômica contida nas operações de comércio internacional.

Conhecer os órgãos intervenientes e os procedimentos necessários para a rotina de comércio no


Brasil.

Conhecer a regulação do sistema internacional do comércio ditada pela OMC.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Conhecer o ambiente que define o comércio exterior.

- Estudar o processo de formação do sistema internacional de comércio

- Conhecer as funções dos órgãos públicos e privados intervenientes no comércio exterior

- Conhecer os conceitos básicos do comércio exterior

- Conhecer as regulamentações públicas e privadas da prática do comércio exterior

- Relacionar e aplicar os conceitos básicos à prática do comércio exterior a partir da perspectiva


empresarial e governamental.
170

CONTEÚDOS

UNIDADE I - O AMBIENTE INTERNACIONAL DO COMÉRCIO

1.1 - O Quadro Conceitual do Comércio Exterior

1.2 - As doutrinas do comércio internacional: protecionismo versus liberalismo

1.3 - Influência dos processos de integração no comércio exterior

1.4 - O sistema internacional de comércio: organismos públicos e privados

UNIDADE II - O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO

2.1 - Histórico do comércio exterior brasileiro

2.2 - Estrutura do comércio exterior do Brasil: órgãos intervenientes

2.3 - Normas administrativas, fiscais e cambiais do comércio exterior brasileiro

2.4 - O Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex.

UNIDADE III - CONCEITOS BÁSICOS

3.1 - Incentivos, subsídios e dumping

3.2 - Barreiras tarifárias e não-tarifárias

3.3 - Nomenclaturas de mercadorias

3.4 - Intervenientes e operadores do comércio

UNIDADE IV - A prática do comércio exterior

4.1 - Condições de Venda - Incoterms

4.2 - Pagamentos e aspectos cambiais

4.3 - Roteiro da exportação

4.4 - Roteiro da importação

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
171

hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,


simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. FARO, Ricardo e Faro, Fátima. Curso de Comércio Exterior: Visão e Experiência Brasileira.
Editora Atlas. Ano: 2007. 1ª edição.
2. VAZQUEZ, José Lopes. Comércio Exterior Brasileiro. Editora Atlas. Ano: 2007, 8ª edição.
3. SOUZA, José Manuel Meireles de. Fundamentos do Comércio Internacional. Editora Saraiva.
Ano: 2009.
4. BORGES, Joni Tadeu. Financiamento ao comérico exterior: o que uma empresa precisa saber –
Curitiba: Ibpex, 2009 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. KEEDI, Samir. ABC do comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2007.


2. BIZELLI, João dos Santos. Importação: sistemática administrativa, cambial e fiscal. São Paulo:
Aduaneiras, 2006.
172

3. MALUF, Sâmia Nagib. Administrando o comércio exterior do Brasil. São Paulo: Aduaneiras,
2000. 304 p.
4. KEEDI, Samir. Documentos no Comércio Exterior, a Carta de Crédito e a Publicação 600 da CCI.
São Paulo: Aduaneiras, 2009.
5. RATTI, Bruno. Comércio internacional e câmbio. 11. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2006.

Disciplina: DISTRIBUIÇÃO FÍSICA

EMENTA

Características de um sistema de distribuição física. Análise integrada. Processo de coleta e


distribuição. Planejamento da distribuição física. Localização, métricas espaciais e redes de
transportes.

OBJETIVO GERAL

Conhecer as características de um sistema de distribuição física e os fatores que influenciam no seu


dimensionamento para ser capaz de efetuar um planejamento da distribuição eficaz para a cadeia
de suprimentos, minimizando os custos e cumprindo os prazos previstos com um enfoque
importante no meio ambiente, poluindo menos possível.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Garantir aos alunos meios para compreender a Distribuição Física, baseada em metodologias e no
ferramental prático apresentados em sala de aula.
Desenvolver o participante para analisar os processos de Distribuição Física como a eficácia da
Cadeia Logística e uma especialidade dentro da área de transportes, visando permitir o processo de
tomada de decisões empresariais envolvendo conhecimentos logísticos.
Descrever os principais obstáculos que devem ser superados para gerenciar os processos
de Distribuição Física e suas redes com sucesso.
Compreender a importância da informação e da Tecnologia da Informação em um sistema de
distribuição.
Discutir o papel da Distribuição Física dentro da cadeia de suprimento, identificando as alternativas
e vantagens e desvantagens.

CONTEÚDOS

Unidade 1– DISTRIBUIÇÃO FÍSICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS:Características de um sistema de


distribuição física de produtos. Papel dentro da cadeia de suprimentos.
Unidade 2 – ANALISE INTEGRADA: Transferências, estoques e distribuição. Processo de coleta e
173

distribuição. Restrições de capacidade e tempo.


Unidade 3 – PLANEJAMENTO E GESTÃO: Demanda, tempos e distâncias percorridas.
Dimensionamento e especificação da frota. Zoneamento. Depósitos, armazenagem e centros de
distribuição. Localização. Métricas espaciais e redes de transportes. Percurso e roteirização de
veículos. Integração na distribuição física.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao


aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos
pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de
aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o


aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0
(zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos
fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por
parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
174

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da Cadeia de Distribuição. São Paulo.


Editora Campus. 2005.

2. BALLOU, Ronald Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Porto Alegre. Editora Bookman.

3. CHING , Yuh Hong Gestão de Estoque na Cadeia Logística Integrada. Editora Atlas.

4. RAZZOLINI, Edelvino F., Transporte e Modais com Suporte de TI e SI, IBPEX, 2011, VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SIMCHI-LEVI, David; SIMCHI-LEVI, Edith; KAMINSKY, Philip. Cadeia de Suprimentos: Projeto e


Gestão. Porto Alegre. Editora Bookman. 2006

2. CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégia,


planejamento e operação. São Paulo. Editora Prentice-Hall (Pearson). 2005.

3. VIANA José João. Administração de Materiais. Editora Atlas .

4. FILHO-CAIXETA Vicente José, MARTINS Silveira Ricardo. Gestão Logística de Transporte de


Cargas. Editora Atlas.

5. ALVARENGA Carlos Antonio , NOVAES N. Galvão Antonio . Logística Aplicada - Suprimento e


Distribuição Física.. Editora Edgard Blucher.

Disciplina: LOGÍSTICA INTERNACIONAL

EMENTA

Análise do ambiente de negócios globalizado. Blocos econômicos, acordos comerciais e


protecionismo. Barreiras e desafios impostos pela diversidade dos povos. Impactos da globalização
sobre as atividades logísticas. Estratégias competitivas internacionais. Suprimento Internacional.
175

Distribuição Internacional. Custos e Riscos das cargas. Avaliação logística de portos e aeroportos.
Operações multimodais internacionais. Armazenagem alfandegada. Regimes aduaneiros especiais.

OBJETIVO GERAL

Avaliar as consequências da globalização pra o ambiente internacional de negócios;

Caracterizar os princípios que norteiam o planejamento logístico global;

Identificar os elementos de custo capazes de afetar o preço de um produto na cadeia logística


internacional.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Descrever as principais barreiras e desafios da logística no âmbito internacional;

Comparar diferentes estratégias logísticas orientadas ao suprimento e à distribuição internacional;

Analisar os riscos das mercadorias durante o transito internacional e sua relação com diferentes
apólices de seguros;

Avaliar as alternativas de transporte internacional e procedimentos de armazenagem mais adequadas


a cada situação específica.

CONTEÚDOS

Unidade 1 – O ambiente internacional de negócios

1.1 - Globalização da economia

1.2 - Classificação dos países, blocos econômicos e acordos comerciais

1.3 - Protecionismo e incentivos ficais

Unidade 2 – Logística como instrumento da vantagem competitiva

2.1 - A diversidade dos povos: barreiras e desafios

2.2 - Impactos da globalização sobre a logística

2.3 - Estratégias competitivas internacionais

Unidade 3 - INCOTERMS: contratos de compra e venda internacional

Unidade 4 - Planejamento logístico nas cadeias de valor internacionais


176

4.1 - Suprimento Internacional

4.2 - Distribuição Internacional

Unidade 5 – Operações logísticas internacionais

5.1 - Custos e Riscos das cargas

5.2 - Avaliação logística de portos e aeroportos

5.3 - Operações multimodais internacionais

Unidade 6 – Logística Aduaneira

6.1 - Armazenagem alfandegada

6.2 - Regimes aduaneiros especiais

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao


aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo
contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos
pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de
aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito).
O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
177

Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão


construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. KEEDI, Samir. Transportes, unitização e seguros internacionais de carga, cap. 1, p. 17-50; cap.
6, p. 151-191. 2006.
2. LOPES, José Manoel Cortinas; GAMA, Marilza. Comércio exterior competitivo, 3 ed, cap I, p.
30-51; cap. II, p. 136-145; cap. VI, p. 523-544; p. 557-560. São Paulo: Aduaneiras, 2007.
3. RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à
logística internacional, 4 ed, parte II, cap. 4, p. 193-204; cap. 5, p. 205-213; cap. 6, p. 215-217;
cap.7, p. 219-235. 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CAIXETA-FILHO, Jose Vicente; MARTINS, Ricrdo Silveira. Gestão logística do transporte de


cargas. Cap. 4, p. 88-97. São Paulo: Atlas, 2001.
2. DORNIER, Philippe Pierre; ERNST, Ricardo; FENDER, Michel; KOUVETLIS, Panos. Logística e
operações globais. Parte I, cap. 1, p. 37-56; cap. 3, p. 139-156. São Paulo: Atlas, 2000.
3. KEEDI, Samir. Logística de transporte internacional, 3 ed. parte C, cap. 7, p. 81-85; cap. 9, p.
95-101. São Paulo: Aduaneiras, 2008.
4. ROCHA, Paulo César Alves. Logística & Aduana, 3 ed. parte II, cap. 3, p. 117-119; cap. 4, p.
121-148. São Paulo: Aduaneiras, 2008.
5. SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Gestão global. Cap. 6, p. 232-259. São Paulo: ADUANEIRAS,
2009.
178

Disciplina: PLANEJ. E CONTR. DA PRODUÇÃO INTEGRADO À LOGÍSTICA

EMENTA

Compreendendo a posição e importância do PCP - Planejamento e Controle da Produção e suas


interfaces no processo produtivo. Fatores críticos de sucesso. As funções do PCP: Planejamento,
Materiais, Controles e Programação. Análise e identificação da demanda. Políticas de estoques e
compras. Carga máquina e sistema para emissão e liberação de Ordens de Compras, Fabricação e
Montagem. Acompanhamentos e controles através de indicadores de desempenho para implantação
de ações corretivas para os desvios entre previsto e realizado.

OBJETIVO GERAL

Apresentar e debater sobre as modernas técnicas para Planejamento e Controle da Produção em


ambiente Just in Time. Especial enfoque será dado na integração e sincronização do PCP com elos da
cadeia produtiva no sentido de garantir o atendimento aos prazos, custos e qualidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Oferecer aos alunos meios para compreender e descrever a estrutura do PCP - Planejamento e
Controle da Produção baseado em metodologias e no ferramental prático apresentados em sala de
aula.

Preparar o participante para analisar de modo aprofundado o PCP - Planejamento e Controle da


Produção, visando permitir o processo de tomada de decisões empresariais envolvendo
conhecimentos do processo produtivo.

Descrever as interfaces e os principais obstáculos que devem ser superados para gerenciar o PCP de
maneira eficiente.

Compreender a importância da informação e da Tecnologia da Informação para o sucesso do processo


produtivo.

Compreender a importância da gestão dos estoques para garantia do abastecimento Just in Time das
operações de produção.

Compreender as variáveis de decisões sobre embalagem, instalações e movimentação de materiais ao


longo da cadeia produtiva.

CONTEÚDOS
179

UNIDADE I - Histórico e Evolução do Planejamento e Controle da Produção.


1.1 Funções dos sistemas de produção: Produção, Marketing e Finanças.
1.2 Classificação dos sistemas de produção.
1.3 Histórico e evolução dos modernos sistemas de PCP.

UNIDADE II - Funções do Planejamento da Produção.


2.1 Funções do PCP: Materiais, Programação e Acompanhamento e Controles.
2.2 Funções de suporte.
2.3 Interfaces do PCP.

UNIDADE III - Previsão de Demanda - Parte 1


3.1 Conceituação e características da demanda.
3.2 Horizontes e requisitos para elaboração de previsões.
3.3 Etapas de um modelo de previsão.

UNIDADE IV - Previsão de Demanda - Parte 2


4.1 Métodos para previsão de demanda: qualitativos, quantitativos e causais.
4.2 Técnicas qualitativas de previsão: pesquisa de mercado e método Delphi.
4.3 Técnicas quantitativas: séries temporais e análise de tendências.
4.4 Técnicas causais: Análise de regressão e modelos de entradas e saídas.
4.5 Técnicas baseadas em correlações.

UNIDADE V - Administração de Estoques.


5.1 Conceitos e função dos estoques.
5.2 Classificação dos estoques.
5.3 Classificação ABC dos materiais.
5.4 Modelos para controle dos estoques: ponto de reposição e revisões periódicas.

UNIDADE VI - Sequenciamento da Produção para Processos


6.1 Sistemas de programação das operações de produção.
6.2 Fatores que afetam o sequenciamento e a programação da produção.
6.3 Sistemas e regras de sequenciamento.
6.4 Sequenciamento nos processos por projeto.
180

UNIDADE VII - Classificação dos Sistemas de Produção


7.1 Classificação dos sistemas de produção por grau de padronização dos produtos:
7.2 Classificação dos sistemas de produção por tipo de operações.
7.3 Classificação dos sistemas de produção por natureza do produto.

UNIDADE VIII - Visão Geral do MRP - Material Requirements Planning


8.1 Conceito de cálculo das necessidades de materiais e a lógica do MRP.
8.2 Estrutura analítica do produto.
8.3 Explosão das necessidades brutas.
8.4 Cálculo das necessidades líquidas.

UNIDADE IX - Visão Geral do MRP II - Manufacturing Resources Planning - Parte 1


9.1 Estrutura do Sistema MRP II.
9.2 Definições do MRP II.
9.3 Uso do MRP II.
UNIDADE X - Visão Geral do MRP II - Manufacturing Resources Planning - Parte 2
10.1 Estrutura hierárquica do MRP II.
10.2 Processo de implantação do MRP II
10.3 Pressupostos para implantação.
10.4 Atividades básicas para implantação do MRP II.

UNIDADE XI - Planejamento de Vendas e Operações - Parte 1


11.1 Estratégia corporativa.
11.2 Coerência entre as decisões operacionais das diversas funções da empresa.
11.3 Objetivos do planejamento Vendas e Operações.
UNIDADE XII - Planejamento de Vendas e Operações - Parte 2
12.1 Definição de políticas e processos de Vendas e Operações.
12.2 Informações importantes para o processo de Vendas e Operações.
12.3 O processo de Vendas e Operações integrando as principais funções da empresa.

UNIDADE XIII - Planejamento Mestre de Produção- PMP


13.1 Definição de PMP - Planejamento Mestre da Produção.
13.2 Funcionamento e registros básicos do PMP - Planejamento Mestre da Produção.
13.3 Dinâmica do PMP - Planejamento Mestre da Produção.
181

UNIDADE XIV - Gestão da Demanda


14.1 Previsões para planejar o sistema produtivo.
14.2 Itens de demanda independente e itens de demanda dependente.
14.3 Componentes da demanda.

UNIDADE XV - Planejamento da Capacidade e Programação da Produção - Parte 1


15.1 Planejamento da Capacidade de Longo Prazo..
15.2 Planejamento da Capacidade de Médio Prazo.
15.3 Planejamento da Capacidade de Curto Prazo.
15.4 Lógica de cálculo do planejamento de longo, médio e curto prazo.
UNIDADE XVI - Planejamento da Capacidade e Programação da Produção - Parte 2
16.1 Determinação e análise da Carga-Máquina.
16.2 Sistema de emissão, sequenciamento e liberação de ordens.
16.3 Controle do chão de fábrica.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
182

temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Slack, Chambers, Harland, Harrison e Johnston. Administração da Produção. Ed


Atlas. S.Paulo: 2009.

2. TUBINO, Dalvio F.. Manual de planejamento e controle da produção. 2ª Edição. São


Paulo: Atlas, 2000.

3. CORRÊA, Henrique L., CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e


operações manufatura e serviços -uma Abordagem Estratégica. 3ª Edição. São Paulo:
Atlas, 2012.

4. LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Administração da Produção. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2012. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CORRÊA, Henrique L., GIANESI, Irineu. CAON, Mauro. Planejamento, programação e


controle da produção MRPII/ERP:conceitos, uso e Implantação. 5ª Edição. São Paulo:
Atlas, 2007
2. Davis, Aquilano e Chase. Fundamentos de Administração da Produção. 3ª Edição. Bookman.
Porto Alegre: 2001.
3. Johnston e Clark. Administração de Operações de Serviço. Editora Atlas: São Paulo: 2008.
4. Ballou. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Editora Bookman São Paulo: 2001.
183

5. RUSSOMANO, Victor Henrique. Planejamento e controle da produção. 5. ed. São Paulo:


Pioneira, 1995. 320 p.

Disciplina: GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS

EMENTA

Introdução à gestão de custos. Classificação dos custos. Custos logísticos. Custos das atividades
logísticas. Custo total. Análise custo¬-volume e lucro. Aplicação nos custos logísticos. Minimização dos
custos logísticos.

OBJETIVO GERAL

Conhecer os conceitos e fundamentos dos sistemas de custos e a sua aplicação nas atividades
logísticas para obter decisões com o menor custo total possível.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Conhecer definições, conceitos e fundamentos da gestão de custos.

Identificar os custos dentro de sua classificação.

Conhecer os custos logísticos.

Estudar as relações de custo-volume e lucro e suas aplicações em Logística.

Aplicar os conhecimentos sobre custos nos processos decisórios das operações logísticas..

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Introdução à Gestão de Custos

1.1 Conceitos e fundamentos da gestão de custos.

1.2 Terminologia. Gastos. Investimentos. Despesas. Custos. Perdas.

UNIDADE II - Classificação dos Custos

2.1 Custos diretos.

2.2 Custos indiretos.


184

2.3 Custos fixos.

2.4 Custos variáveis.

2.5 Margem de contribuição.

2.6 O papel dos custos na determinação dos preços.

UNIDADE III - Custos Logísticos

3.1 Armazenagem e movimentação de materiais.

3.2 Transportes. Embalagens.

3.3 Custos dos estoques.

3.4 Custos dos pedidos.

3.5 Custos de tecnologia da informação.

3.6 Custos tributários.

3.7 Custos de níveis de serviços.

UNIDADE IV - Análise de Custos

4.1 Volume e Lucro Importância da análise custo-volume e lucro.

4.2 Análise dos custos fixos e variáveis.

4.3 Estudos de casos.

UNIDADE V - Minimização dos Custos Logísticos

5.1 Dimensionamento e estudos de layout.

5.2 Localização das unidades logísticas.

5.3 Gestão de compras.

5.4 Estudos de capacidade.

5.5 Transportes: modais, tipos de veículos e roteiros.

5.6 Racionalização de processos.


185

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. NOVAES, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. 3ª Edição. Rio


de Janeiro: Elsevier, 2007.
186

2. CHING, Hong Yuh, Gestão de Estoques na Cadeia de Logística Integrada. 3ª Edição. São Paulo:
Atlas, 2006;

3. FILHO, José Vicente Caixeta, MARTINS, Ricardo Silveira. Gestão Logística do Transporte de
Cargas. 1ª Edição. São Paulo: Atlas, 2002.

4. FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de custos – São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. MARTINS, Eliseu, Contabilidade de Custos. 10ª Edição, São Paulo, Atlas, 2010.

2. RIBEIRO, Osni Moura, Contabilidade de Custos Fácil, 7ª Edição, Rio de Janeiro, Saraiva, 2009.

3. FARIA, Ana Cristina de. COSTA, Maria de Fatima Gameiro da. Gestão de custos logísticos. 1ª
Edição, São Paulo, Atlas, 2005.

4. BORNIA, Antonio Cezar. Analise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. 3ª


Edição, São Paulo, Atlas, 2010.

5. MARTINS, Eliseu. Contabilidade De Custos. 10ª Edição, São Paulo, Atlas, 2010.

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I

EMENTA

A Administração de Recursos Humanos (ARH) no contexto organizacional; missão; objeto de estudo; os


subsistemas da ARH; os principais serviços da ARH; recrutamento e seleção; treinamento e
desenvolvimento; relações trabalhistas e sindicais; segurança e medicina do trabalho.
187

OBJETIVO GERAL

- Apresentar aos alunos uma visão geral das atividades da Administração de Recursos Humanos (ARH)
e a sua importância para as pessoas e para as organizações;

- Demonstrar como as empresas podem obter uma vantagem competitiva sustentável através de seus
Recursos Humanos (RH);

- Apresentar a gestão de RH como responsabilidade da função de qualquer gestor;


- Discutir os principais processos utilizados na gestão de RH, realçando a responsabilidade da área de
RH e dos gestores no uso desses processos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

1. Apresentar os objetivos, os subsistemas e os principais serviços prestados pela ARH;

2. Explicar o processo de atração e de seleção de profissionais para o preenchimento dos cargos das
empresas;

3. Explicar o processo de formação e de desenvolvimento dos RH que qualificam esses profissionais


para o trabalho e para os desafios profissionais futuros;

4. Discutir o papel dos sindicatos, a sua relação com as empresas, bem como as estratégias que
asseguram a prevenção e a solução dos conflitos coletivos de trabalho;

5. Apresentar as estratégias que buscam preservar a integridade física dos trabalhadores no ambiente
de trabalho.

CONTEÚDOS

Unidade 1
1. Administração de Recursos Humanos (ARH) - uma visão geral:
1.1. Os recursos das organizações e as especialidades da administração;
1.2. A importância das pessoas para as organizações;
1.3. Conceito da ARH;
1.4. A ARH no contexto organizacional;
1.5. Missão;
1.6. Objeto de estudo;
1.7. Evolução histórica;
188

1.8. Subsistemas da ARH e seus principais objetivos;


1.9. Serviços básicos prestados pela ARH.

Unidade 2
2. Recrutamento e Seleção:
2.1. Rotatividade de pessoal: vantagens, desvantagens, causas;
2.2. Recrutamento: conceito, tipos, fontes e técnicas;
2.3. Seleção: conceito, etapas e técnicas;
2.4. A responsabilidade dos gestores.

Unidade 3
3. O Processo de Integração das Pessoas nas Organizações:
3.1. A integração dos novos colaboradores;
3.2. A integração dos colaboradores antigos;
3.3. A integração empresa x colaboradores.

Unidade 4
4. Treinamento e Desenvolvimento:
4.1. Educação, treinamento, desenvolvimento profissional;
4.2. O processo de treinamento e desenvolvimento;
4.3. Os métodos de treinamento e desenvolvimento;
4.4. A educação corporativa;
4.5. A responsabilidade dos gestores.

Unidade 5
5. Relações Trabalhistas e Sindicais:
5.1. Conceitos: sindicalismo, sindicato, categorias;
5.2. Categorias econômica e profissional;
5.3. Funções dos sindicatos;
5.4. Unicidade e pluralidade sindical;
5.5. Greve, lockout, piquete, plano de contingência;
5.6. Estratégias de prevenção e solução de conflitos coletivos;
5.7. A responsabilidade dos gestores.

Unidade 6
189

6. Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional:


6.1. Objetivo do subsistema segurança e medicina do trabalho;
6.2. A importância da segurança para os trabalhadores, empresas e sociedade;
6.3. Acidente de trabalho e doença ocupacional;
6.4. Ato inseguro e condição insegura;
6.4. Riscos ambientais;
6.5. Estratégias de prevenção;
6.6. Insalubridade, periculosidade;
6.7. A responsabilidade dos gestores.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
190

Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BOHLANDER, George W.; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos


humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2010.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas
organizações. São Paulo: Campus, 1999.
3. LUZ, Ricardo. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: LTC, 2008 (Universidade Estácio de Sá -
Programa do Livro Universitário).
4. KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. 3a. Edição, Editora IBPEX X Dialógica. Curitiba,
PR. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. DUTRA, Joel Souza. Competências: conceito e instrumentos para a gestão de


pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, 2004. CHOWDHURY, Subir. A Era
do Talento obtendo alto retorno sobre o talento Pearson 9788534614559 - VIRTUAL
2. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Modelo de Competência e Gestão de Talentos 2 edição
Pearson 9788576051411 - VIRTUAL
3. JOHNSON, Mike. Vencendo a Guerra da Caça aos Talentos como obter e conservar as pessoas
talentosas de que você precisa Pearson 9788587918864 - VIRTUAL
4. FRAGA, Valderez Ferreira. Gestão pela Formação Humana uma abordagem fenomenológica 2
edição Manole 9788520428771 – VIRTUAL

Disciplina: SEMINÁRIOS INTEGRADOS DE LOGÍSTICA

EMENTA

O ciclo SINAES. Formação profissional em Logistica.

OBJETIVO GERAL

Integrar conteúdos curriculares, competências e habilidades desenvolvidos ao longo do curso,


capacitando o estudante a um bom desempenho profissional, de acordo com o perfil estabelecido no
Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia.
191

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Desenvolver as capacidades, competências e habilidades, integrando os conteúdos de formação


geral e os componentes específicos do curso. A saber:

. propor ações de intervenção;

. propor soluções para situações-problema;

. elaborar perspectivas integradoras;

. elaborar sínteses;

. administrar conflitos

- Refletir e discutir de forma argumentativa os temas relacionados ao componente de Formação Geral,


considerando a formação do discente como um profissional ético, competente e comprometido com a
sociedade em que vive;

- Evidenciar a sua compreensão de temas que transcendem ao seu ambiente próprio de formação e
importantes para a realidade contemporânea.

CONTEÚDOS

UNIDADE I Conhecimentos Importantes : Foco nos novos desafios

1.1 Desafios do mercado : Preparação e estudo para concursos

1.2 Os Novos desafios do mercado de trabalho

1.3 ENADE e o desenvolvimento das competências

1.4 Desafio ENADE

UNIDADE II - Formação Geral

PARTE I

2.1 Democracia, ética , cidadania e direitos humanos.

2.2 Responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor;

2.3 Ecologia/biodiversidade/Sustentabilidade
192

2.4 Políticas de educação ambiental

2.5- Sociodiversidade: multiculturalismo, tolerância, inclusão / exclusão, relações de gênero;

2.5 Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e
Indígena

2.6 Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa,
desenvolvimento sustentável;

2.7 Relações de trabalho;

2.9 Vida Urbana e rural;

2.10 Violência

PARTE II

2.11 - Globalização e geopolítica;

2.12- Avanços tecnológicos;

2.13 - Ciência, tecnologia e inovação;

UNIDADE III - Logística

3.1 Habilidades e competências para administrar a Logística;

3.2 Princípios, funcionalidade e papéis das atividades logísticas na Cadeia de Suprimentos: Tecnologia
da Informação, Transportes, Estoques, Armazenagem e Embalagem;

3.3 Sistemas de transporte de cargas. Planejamento do transporte de cargas. Modelo geral para
apropriação de custos de transporte;

3.4 Conceitos e evolução da Administração da Produção e Operações. Arranjo Físico de Instalações.


Localização da Empresa. Medidas de Produtividade. Planejamento da Capacidade. Sistemas de
Planejamento e Controle da Produção;

3.5 Blocos econômicos, acordos comerciais e protecionismo. Impactos da globalização sobre as


atividades logísticas. Custos e Riscos das cargas. Operações multimodais internacionais. Armazenagem
alfandegada. Regimes aduaneiros especial;

3.6 Roteamento de veículos (Cobertura de nós, caminho mínimo e fluxo máximo). Problemas clássicos
193

do transporte (Sistema equilibrado). Teoria das Filas (MM1);

3.7 Movimentação e Armazenagem de Materiais. Equipamentos de Movimentação e de


Armazenagem de Materiais. Endereçamento de armazém. Identificação de Materiais. Planejamento
de layout de armazém. Separação de Pedidos. Expedição de Materiais. Inventários;

3.8 Características de um sistema de distribuição física. Análise integrada. Processo de coleta e


distribuição. Planejamento da distribuição física. Localização, métricas espaciais e redes de
transportes;

3.9 Fundamentos da Gestão de Projetos. Concepção de Projetos. Análise de Viabilidade de Projetos.


Planejamento de Projetos;

3.10 Logística reversa. Canais de Distribuição Reversos. Evolução da gestão social e ambiental.
Crescimento econômico e desenvolvimento sustentável. O meio ambiente como um problema (e
oportunidade) de negócios. Estratégias de gestão social e ambiental. Modelos de gestão ambiental
empresarial. Instrumentos de diagnóstico e gestão ambiental;

3.11 Análise dos fluxos de carga e contexto do transporte marítimo comercial. Descrição do shipping
como negócio. Interpretação da composição dos fretes marítimos e tarifação adicional. Afretamento
de navios;

3.12 Organização dos portos e terminais portuários. Acessos portuários marítimos e terrestres.
Instalações portuárias. Organização e gestão portuária. Legislação portuária. Tarifas portuárias.
Terminais portuários especializados.

Unidade IV - Questionário do estudante (no ano em que o curso faz prova do ENADE)

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS
194

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo:


Saraiva, 2009. .

2. HONG, Yuh Ching. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2010.

3. RITZMAN, Larry P; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações. São Paulo:


Prentice-Hall, 2009.

4. CHOPRA, Sunil. Gestão da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operações.


Tradução Daniel Vieira; revisão técnica Marilson Alves Gonçalves – 4 ed. – São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2011. VIRTUAL
195

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CORREA, Carlos A. CORREA, Henrique Luiz. Administração de produção e de operações. São


Paulo: Atlas. 2009.

2. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para


a redução de custos e melhorias dos serviços. 2 Ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2007.

3. DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.

4. PANITZ, C. D., Dicionário de logística, gestão de cadeias de suprimentos e operações, 1ª Ed.


São Paulo: CLIO EDITORA, 2010.

5. KAMINSKY, Philip. Cadeia de suprimentos - projeto e gestão. São Paulo: Artmed, 2010.

Disciplina: TRANSPORTE MARÍTIMO INTERNACIONAL

EMENTA

Análise dos fluxos de carga e contexto do transporte marítimo comercial. Descrição do shipping como
negócio. Nomenclatura e gestão de um navio. Interpretação da composição dos fretes marítimos e
tarifação adicional. Afretamento de navios.

OBJETIVO GERAL

Levar o aluno a:

- Conhecer os principais fluxos de cargas internacionais;

- Discernir as peculiaridades do transporte marítimo com relação aos demais modais;

- Compreender o funcionamento do negócio shipping.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Levar o aluno a:

- Interpretar as variáveis envolvidas na contratação de fretes marítimos, de forma a obter os melhores


196

resultados possíveis na utilização desse serviços.

- Conhecer as características e procedimentos relativos ao afretamento de navios.

CONTEÚDOS

Unidade 1 - Introdução ao Transporte marítimo internacional

1.1 - Geopolítica do transporte marítimo internacional

1.2 - Conceitos básicos de shipping

1.3 - Atores do transporte marítimo

Unidade 2 - O negócio Shipping

2.1 - Estrutura do negócio shipping

2.2 - Custeio do navio

2.3 - Convenções marítimas internacionais

Unidade 3 - O navio

3.1 - Tipos de navios e suas finalidades

3.2 - A nomenclatura e a geometria do navio

3.3 - O Capitão do navio, a tripulação e a Praticagem

Unidade 4 - Serviços e responsabilidades do transporte marítimo

4.1 - Fretes marítimos

4.2 - Afretamento de navios

4.3 - Charter Parties

4.4 - Simulação de afretamento

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
197

de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. KEEDI, Samir; MENDONÇA, Paulo C. de. Transportes e seguros no comércio exterior, 2 ed. Cap.
4, p. 71-110. São Paulo: Aduaneiras, 2000.

2. RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à


198

logística internacional, parte I, cap. 8, p. 91-114. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

3. VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges. Transporte internacional de cargas, cap 3, p. 25-58, p.


78-87. São Paulo: Aduaneiras, 2001.

4. SILVA, Guilherme A., GONÇALVES Williams, Dicionário de Relações Internacionais, Ed Manole


VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. LEAL, Abinael Morais. Compêndio de termos do comércio internacional e transporte


marítimo: inglês/português. São Paulo: Aduaneiras, c1992. [165] p.

2. FERNANDES, Paulo Campos; LEITÃO, Walter de Sá. Cap. 2, p 51-80 Responsabilidades no


transporte marítimo. São Paulo: Aduaneiras, 2010.

3. KEEDI, Samir. Transportes, unitização e seguros internacionais de carga, 3 ed. Cap. 2, p. 72-
104. São Paulo: Aduaneiras, 2006.

4. LOPES, José Manoel Cortinas; GAMA, Marilza. Comércio exterior competitivo, 3 ed, cap VI, p.
463-475. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

5. SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. Cap. p. 43-70. São Paulo:
Aduaneiras, 2008.

Disciplina: ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA PORTUÁRIA

EMENTA

Organização dos portos e terminais portuários. Acessos portuários marítimos e terrestres.


Instalações portuárias. Organização e gestão portuária. Legislação portuária. Tarifas portuárias.
Terminais portuários especializados.

OBJETIVO GERAL

Levar o aluno a:

- Interpretar de forma correta os diferentes aspectos econômicos, físicos, legais e operacionais


relativos a um porto ou terminal portuário;
199

- Compreender os diferentes tipos de instalações marítimas e terrestres que compõem um


porto;;

- Discernir as peculiaridades do trabalho portuário.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Levar o aluno a:

Decidir quanto à logística de integração dos serviços portuários com a rede de transportes
terrestres de acesso ao porto;

Discernir os diferentes tipos de operações portuárias e terminais especializados;

Compreender as características operacionais dos equipamentos de movimentação horizontal e


vertical a serem utilizados nas operações portuárias.

CONTEÚDOS

Unidade 1 - Organização dos portos e terminais portuários

1.1 - Portos e terminais portuários

1.2 - Organização portuária

1.3 - O trabalho portuário no Brasil

Unidade 2 - Instalações portuárias

2.1 - Obras portuárias

2.2 - Acessos marítimos

2.3 - Dragagem e derrocagem

Unidade 3 - Aspectos econômicos dos portos

3.1 - Abordagem geo-econômica de um porto

3.2 - Tarifas portuárias

3.3 - Terminais portuários especializados


200

3.4 - Equipamentos portuários

Unidade 4 - Gestão portuária

4.1 - Comercialização e exploração portuária

4.2 ? Os portos no Brasil e no mundo

4.3 - Integração porto-cidade

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto


ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao
conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de
conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de
textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades
animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados,
biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como
players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual
disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já
instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o


aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu
desempenho nas avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau
de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do
aluno nos fóruns de discussão temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois),
tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem
serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o
banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e
201

diferentes níveis cognitivos


Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de
discussão e demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina
o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das
provas presenciais (AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão
do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o
calendário acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. PORTO, Marcos Maia. Portos e o desenvolvimento. Cap. III, p. 53-66; cap. v 102-137.
Paulo: Aduaneiras, 2007.

2. MAGALHÃES, Petronio Sa Benevides. Transporte Marítimo: cargas, navios, portos e


terminais. São Paulo: Aduaneiras, 2011.

3. VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges. Transporte internacional de cargas, cap 2, p. 17-


24, 71-77, 89-95. São Paulo: Aduaneiras, 2001.

4. TAYLOR, David A., Logística na Cadeia de Suprimentos – uma perspectiva gerencial,


Pearson, 2011,VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. JUNQUEIRA, Luciano A. Prates (Org.) Desafios da modernização portuária. (Art. Santos:


porto, cidade e região) p.11-32. São Paulo: Aduaneiras, 2002.

2. KEEDI, Samir; MENDONÇA, Paulo C.C. de. Transportes e seguros no comércio exterior,
2 ed. Cap. 4, p. 110-117. São Paulo: Aduaneiras, 2000.

3. PASOLD, Cesar Luiz. Lições preliminares de direito portuário. Florianópolis: Conceito


Editorial, 2007. 144 p.

4. RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Gestão estratégica da armazenagem, 2 ed. Cap.


XI, 165-175. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

5. RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil


202

e à logística internacional, 4 ed. Parte II, cap. 7 (item 7.3), p. 222-230. São Paulo:
Aduaneiras, 2007.

Disciplina: GERENCIAMENTO DE PROJETOS

EMENTA

Fundamentos da Gestão de Projetos. Concepção de Projetos. Análise de Viabilidade de Projetos.


Planejamento de Projetos

OBJETIVO GERAL

Identificar os principais conceitos e métodos relacionados a Geração e Seleção de Projetos.

Conhecer e saber aplicar os métodos para Análise de Viabilidade e de Riscos em Gerenciamento de


Projetos.

Conhecer técnicas e metodologias consagradas e modernas utilizadas no Planejamento e


Gerenciamento de Projetos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar as principais fases de um projeto.

Conhecer métodos de análise de viabilidade qualitativa de projetos.

Conhecer métodos de análise de viabilidade econômica (quantitativa) de projetos: método do Valor


Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR) e Payback.

Conhecer as principais fases de planejamento de um projeto.

Conhecer e empregar principais elementos de planejamento de projetos (referência PMI): Estrutura


Analítica do Projeto, Redes PERT/CPM, Cronograma, Gráfico de GANTT.

Conhecer detalhes sobre gerenciamento e alocação de recursos a um projeto.

Conhecer conceitos de Análise de Risco em um Projeto: Gravidade x Probabilidade.

Identificar principais conceitos e técnicas de execução e controle de projetos.


203

Identificar elementos importantes relacionados ao encerramento de um projeto.

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Fundamentos da Gestão de Projetos

1.1 O ambiente empresarial e sua importância na gestão de projetos.

1.2 Introdução e Histórico

1.3 Evolução da Gerência de Projetos. A Globalização e a Inovação como fatores determinantes.

UNIDADE II - Concepção de Projetos

2.1 Definição e Origem dos Projetos

2.2 Geração de Projetos

UNIDADE III - Análise de Viabilidade de Projetos

3.1 Análise de Viabilidade Qualitativa de Projetos

3.2 Análise de Viabilidade Econômica de Projetos

3.3 Análise de Riscos

UNIDADE IV - Planejamento de Projetos

4.1 Conceito de Planejamento de Projetos

4.2 Os Métodos PERT e CPM

4.3 Cronograma do Projeto

4.4 Execução do Projeto

4.5 Controle do Projeto

4.6 Validações parciais e final do Projeto

4.7 Encerramento do Projeto

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
204

além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. XAVIER, C.M.S., Gerenciamento de Projetos, Editora Saraiva, 2ª Edição, 2009.


2. PMBOK. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos. São Paulo: Saraiva, 2012.
3. VALERIANO, D., Gerenciamento de Projetos, Editora Pearson Education, 1ª Edição, 2005.
4. OLIVEIRA, Guilherme Bueno de. Microsoft Project 2010 & gestão de projetos. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2012. VIRTUAL
205

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. VIEIRA, M. , Gerenciamento de Projetos de Tecnologia da Informação. Editora Campus, 2003.


2. FIGUEIREDO, F. e MACIEL, H. Dominando Gerenciamento de Projetos com MS Project 2002.
Editora Ciência Moderna, 2003.
3. HELDMAN, Kim. Gerência de Projetos: Fundamentos. Editora Campus, 2005
4. AMARAL, Daniel Capaldo; CONFORTO, Edivandro Carlos;
5. BENASSI, Joao Luis GUILHERME. Gerenciamento ágil de projetos. São Paulo: Saraiva, 2011.

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

EMENTA

Conceitos e evolução da Administração da Produção e Operações. Medidas de Produtividade.


Planejamento da Capacidade. Localização da Empresa. Projeto de Processos, Produtos e Serviços.
Projeto da Rede de Operações Produtivas. Projeto e Medida do Trabalho. Arranjo Físico de Instalações.
Os Sistemas de Planejamento e Controle de Produção.

OBJETIVO GERAL

O aluno deverá ter uma visão geral, integrada e estratégica da função produção, das responsabilidades
que são atribuídas aos gerentes de produção e das diversas ferramentas disponíveis para o
desempenho desta função.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) Conhecer os sistemas de organização da empresa industrial ou de serviços, desde a etapa de


dimensionamento da sua capacidade de produção até o estabelecimento do projeto de trabalho;

b) Conhecer os fundamentos do cálculo da produtividade empresarial;

c) Conhecer os processos do projeto de produtos e serviços, bem como o projeto da rede de


operações produtivas;

d) Saber os conceitos e a metodologia para operacionalizar e avaliar o processo produtivo, buscando a


206

sua racionalização com as modernas técnicas de planejamento e controle da produção;

e)Saber aplicar e exercitar um conjunto específico de técnicas que auxiliem o tomador de decisão a
reconhecer as particularidades do seu problema e estruturá-lo.

CONTEÚDOS

UNIDADE I - Introdução a Administração da Produção e Operações

1.1 Conceito da APO

1.2 O Estudo da APO

1.3 Marcos Históricos na APO

1.4 Fatores que afetam a APO

1.5 Objetivos da APO

UNIDADE II - Produtividade

2.1 Definição de produção e produtividade

2.2 Administração da Produtividade

2.3 Medida da Produtividade

2.4 Meios para aumentar a produtividade

2.5 Projeto e Medida do Trabalho

UNIDADE III - Planejamento da Capacidade

3.1 Aspectos gerais

3.2 Planejamento de Capacidade

3.3 Medida da Capacidade

3.4 Expansão da capacidade

3.5 Avaliação econômica de alternativas de capacidade

3.6 Abordagem Sistemática para Decisões de Capacidade

UNIDADE IV - Localização da Empresa

4.1 Importância das Decisões sobre localização


207

4.2 Fatores que influenciam no processo de localização

4.3 Avaliação de alternativas de localização

4.4 Perspectiva da rede de operações

UNIDADE V - Layout das Instalações

5.1 Objetivos dos Layouts das Instalações

5.2 Manuseio de Materiais

5.3 Tipos de Projetos de Processos

5.4 Decisão sobre Alternativas de Processamento

UNIDADE VI - Projeto de Processos, Produtos e Serviços

6.1 Projeto em Gestão da Produção

6.2 Vantagem competitiva do bom projeto

6.3 Projeto de Processos, Produtos e Serviços

6.4 Etapas do Projeto

UNIDADE VII - Sistemas de Planejamento e Controle da Produção

7.1 Introdução aos Sistemas de Planejamento e Controle da Produção

7.2 Administração de Estoques

7.3 Sistemas de Produção

7.4 Produção Enxuta

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS
208

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash
player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o
acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais (AV ou
AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.

As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração da produção - uma abordagem introdutória. São


Paulo: Campus, 2005.
2. HEIZER, Jay; RENDER, Barry. Administração de operações: bens e serviços. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.
3. RITZMAN, Larry P; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações. São Paulo:
Prentice-Hall, 2009.
4. LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Administração da Produção. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2012. VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. ARAÚJO,M., Administração da Produção e Operações - Uma Abordagem Prática, Editora


Brasport, 1ª Edição, 2009.
2. CORREA, Carlos A. CORREA, Henrique Luiz. Administração de produção e de operações. São
Paulo: Atlas. 2009.
3. LAUGENI F. P./Martins, P. G. Administração da Produção. Editora Saraiva, 2005.
209

4. MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. Cengage Learning, 2008.


5. SLACK, Nigel. CHAMBERS, Stuart. JOHNSTON, Robert. Administração da produção. São Paulo:
Atlas, 2009.

Disciplina: LEGISLAÇÃO ADUANEIRA

EMENTA

Utilização dos conhecimentos tributários como estratégia de viabilização dos negócios internacionais

Instrumentos de engenharia tributária com a redução e a otimização dos custos das operações de
comércio exterior.

Programas e incentivos governamentais (Regimes Aduaneiros Especiais).

OBJETIVO GERAL

Conhecer os regimes aduaneiros especiais

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar os instrumentos tributários disponíveis

Pesquisar os programas de incentivo governamental

Desenvolver a viabilidade das operações de comércio exterior através da análise tributária dos
regimes aduaneiros especiais.

CONTEÚDOS

Unidade 1 - INTRODUÇÃO

1.1 Nacionalização Definitiva e Não definitiva

1.2 Custo tributário na importação Definitiva

1.3 Desnacionalização

1.4 Incentivos fiscais na formação do preço na exportação


210

Unidade 2 - REGIMES ADUANEIROS ESPECIAIS

2.1 Introdução

2.2 Transito aduaneiro

2.3 Admissão temporária

2.4 Admissão temporária para aperfeiçoamento ativo

2.5 Drawback

2.6 Entreposto aduaneiro

2.7 Regime de entreposto industrial sob controle aduaneiro informatizado - RECOF

2.8 Regime aduaneiro especial de importação de insumos destinados a industrialização por


encomenda de produtos classificados nas posições 8701 a 8705 da nomenclatura comum do
mercosul - RECOM

2.9 Exportação temporária

2.10 Exportação temporária para aperfeiçoamento passivo

2.11 Regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de


pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural -REPETRO

2.12 Regime aduaneiro especial de importação de petróleo bruto e seus derivados - REPEX

2.13 Regime tributário para incentivo à modernização e à ampliação da estrutura portuária - REPORTO

2.14 Loja franca

2.15 Depósito especial

2.16 Depósito afiançado

2.17 Depósito alfandegado certificado

2.18 Depósito franco

Unidade 3 - REGIMES ADUANEIROS APLICADOS EM ÁREAS ESPECIAIS

3.1 ? Zona Franca de Manaus


211

3.2 ? Áreas der Livre Comércio

3.3 ? Zonas de Processamento de Exportação

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.
212

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Jose Lopes Vasques, Comércio Exterior Brasileiro, Atlas, 8ª Edição:2007

2. Anotações ao Regulamento Aduaneiro - Decreto nº. 6.759/09

Autor: Rosaldo Trevisan (Org. e Coautor), Cleusa Magalhães, Fausto Vieira Coutinho, José Luiz Novo
Rossari, Liziane Angelotti Meira, Marcos Aurélio Pereira Valadão - Edições Aduaneiras.

3. José Manoel Meireles de Souza, Gestão do Comércio Exterior - Exportação e Importação, série
comércio exterior v4, Saraiva, 1ª Edição, 2010

4.BORGES, Joni Tadeu. Financiamento ao Comércio Exterior: o que uma empresa precisa saber –
Curitiba: Ibpex, 2009 VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. Ricardo Faro e Fátima Faro, Curso de Comércio Exterior, Visão e Experiência Brasileira, Ed.
Atlas, 1ª Edição, 2007

2. MALUF, Sâmia Nagib. Administrando o comércio exterior do Brasil. São Paulo: Aduaneiras,
2000. 304 p.

3. Keedi, Samir. Documentos no Comércio Exterior, a Carta de Crédito e a Publicação 600 da CCI.
São Paulo: Aduaneiras, 2009.

4. RATTI, Bruno. Comércio internacional e câmbio. 11. ed. São Paulo: Aduaneiras, 2006.

5. BORGES, Joni Tadeu. Financiamento ao Comércio Exterior: o que uma empresa precisa saber –
Curitiba: Ibpex, 2009 VIRTUAL

6. SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Gestão global. Cap. 6, p. 232-259. São Paulo: ADUANEIRAS,
2009.

7. Normas Administrativas: Importação, Drawback e Exportação - Portaria SECEX nº 10/2010

Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE

EMENTA
213

Visão histórica da evolução da gestão empresarial e as contribuições das diversas escolas de


administração para a gestão da qualidade
As idéias, fundamentos e metodologias disseminadas pelos precursores dos sistemas da qualidade:
Deming, Juran, Ishikauwa, Feigenbaun, Crosby e Falconi
Conceitos e fundamentos da gestão organizacional e gestão estratégica da qualidade
O Sistema Brasileiro de Conformidade, tipos de certificação de conformidade, auditorias, metrologia e
sistemas normativos
Aspectos da Normalização: objetivos, segurança, proteção ao consumidor, eliminação de barreiras
comerciais, comunicação, economia e funções do sistema normativo
Sistema de gestão da qualidade - Normas ISO 9000:2008 e seus elemntos
A Fundação Nacional da Qualidade - FNQ e o Modelo de Excelência em Gestão - MEG, nos moldes do
Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ
Clientes: satisfação, valor e retenção

OBJETIVO GERAL

Apresentar a evolução do sistema de gestão organizacional e dos sistemas de gestão da qualidade


Conhecer as idéias e contribuições dos precursores de sistemas de gestão da qualidade
Conhecer as ações brasileiras para melhoria da competitividade das sua empresas num cenário de
globalização e concorrência internacional
Apresentar os elementos de um sistema de garantia da qualidade internacional nos moldes das
normas ISO 9000:2008
Apresentar as ações e objetivos da Fundação Nacional da Qualidade
Conhecer os fundamentos e critérios do modelo de excelência em gestão nos moldes do Prêmio
Nacional da Qualidade - PNQ
Apresentar como as empresas podem gerar satisfação, valor e retenção do cliente.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final do curso os alunos serão capazes de:


Identificar as contribuições das diversas escolas de administração para o sistema de gestão
organizacional e gestão da qualidade
Conhecer as diversas contribuições das personalidades precursoras de sistemas de gestão da
qualidade, suas idéias, fundamentos, diferenças e coincidências entre os modelos aplicados
Contribuir na implementação de um sistema de garantia internacional da qualidade nos moldes da
Norma ISO 9000:2008
Contribuir para o desenvolvimento de práticas de gestão alinhadas ao modelo de excelência em
214

gestão nos moldes Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ

CONTEÚDOS

UNIDADE I - HISTÓRICO E FILOSOFIA


1.1 A evolução e o desenvolvimento da qualidade;
1.2 Histórico da Gestão da qualidade;
1.3 Consequências da adoção dos conceitos e premissas da Gestão da Qualidade;
1.4 Conceitos de Empresa e de Gestão;
1.5 Considerações básicas de Princípios de Administração
UNIDADE II -- GURUS DA GESTÃO DA QUALIDADE E SUAS LINHAS DE PENSAMENTO
2.1 Principais linhas de pensamento da qualidade;
2.2 Definições de qualidade (Edward Deming, Joseph Juran, Philip Crosby, Armand Feigenbaum, Kaoru
Ishikawa)
UNIDADE III - A GESTÃO DA QUALIDADE
3.1 A gestão da qualidade como estratégia competitiva;
3.2 A importância do estabelecimento da missão, visão de futuro;
3.3 A qualidade se faz no negócio;
3.4 A evolução da qualidade nas organizações;
3.5 Dimensões da qualidade;
3.6 Conceito de Desempenho;
3.7 A Trilogia de Juran;
3.8 A Pirâmide TQM;
3.9 Os paradigmas de ontem e de hoje;
3.10 A Gestão do Conhecimento como estratégia de disseminação das informações;
3.11 Definição de clientes - fornecedores - cadeia cliente - fornecedor - cadeia cliente do cliente.
UNIDADE IV - TÉCNICAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO
4.1 Conceituação de Processos;
4.2 Os níveis dos processos - do negócio, da organização - das atividades;
4.3 A importância de conhecer as atividades através do mapeamento dos processos;
4.4 Estruturas organizacionais flexíveis;
4.5 Estruturas organizacionais verticalizadas X horizontalizadas;
4.6 A importância do monitoramento dos processos para obter maior desempenho;
4.7 Monitoramento do desempenho através de indicadores impulsionadores de desempenho;
4.8 A aplicação da metodologia Balanced Scorecard (BSC);
215

4.9 As perspectivas do BSC;


4.10 A necessidade de integração das perspectivas; A importância da percepção de que as
organizações devem estar orientadas para a estratégia; Monitoramento constante das demandas do
mercado;
4.11 Criação de um mapa de relacionamento de indicadores impulsionadores de desempenho.
UNIDADE V - Normas ISO
5.1 A busca pela certificação através das normas ISO;
5.2 Os objetivos da normalização;
5.3 O órgão oficial brasileiro - ABNT;
5.4 A cronologia das normas ISO;
5.5 Requisitos básicos da ISO 9001-2000.
UNIDADE VI - FERRAMENTAS DA QUALIDADE - conceitos e aplicabilidade
6.1 Ciclo PDCA e SDCA;
6.2 Brainstorming;
6.3 Diagrama de causas e efeitos (Diagrama de Ishikawa);
6.4 Fluxograma;
6.5 Diagrama de Dispersão; Folha de Verificação; Gráfico de Pareto; Matriz GUT; 5W e 2 H; 5S
UNIDADE VII - AUDITORIA DA QUALIDADE
7.1 Propósitos da Auditoria;
7.2 Motivos de uma Auditoria;
7.3 A Auditoria de 1ª., 2ª e 3ª. Parte;
7.4 O perfil do Auditor;
7.5 A Pirâmide da Documentação.
7.6 Atividades de Planejamento da Pré-Auditoria;
7.7 Atividades da Auditoria;
7.8 Relatório da Auditoria e Atividades de Acompanhamento.
UNIDADE VIII - PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE - PNQ
8.1 A Fundação pelo Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ) - uma organização que coordenada o PNQ;
8.2 Os fundamentos da excelência;
8.3 Os modelos de excelência;
8.4 Os critérios de excelência.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno
216

de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento
particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,
além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,
hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento,
simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

RECURSOS

Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players,
flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos
alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno


será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas
avaliações presenciais (AV e AVS), sendo a cada uma delas atribuído o grau de 0,0 (zero) a 8,0 (oito). O
docente/tutor responsável pela turma avaliará a participação do aluno nos fóruns de discussão
temáticos, a qual será atribuído grau de 0,0 (zero) a 2,0 (dois), tendo por parâmetro as métricas de
pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.
Com relação ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão
construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de
questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis
cognitivos
Para cada disciplina do curso estudada o discente realiza uma prova (AV), com todo o
conteúdo estudado e discutido nas aulas transmitidas via web, aulas online, fóruns de discussão e
demais atividades e estratégias de ensino. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que
obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis). Este resultado será a soma de uma das provas presenciais
(AV ou AVS) com a nota de participação nos fóruns temáticos de discussão do conteúdo.
As avaliações presenciais serão realizadas no polo de origem do aluno, de acordo com o calendário
acadêmico institucional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. OLIVEIRA, S.B. Gestão por Processos: fundamentos, técnicas e modelos de implementação.


2ª.Ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.

2. CARVALHO, Marly Monteiro de; PALADINI, Edson Pacheco (Coord.). Gestão da qualidade:
217

teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

3. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos.


São Paulo: Atlas, 2009.

4. LÉLIS Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.
VIRTUAL

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. DAMAZIO, Alexo. Administrando com a Gestão pela Qualidade Total. Rio de Janeiro:
Interciência, 1998.

2. GARVIN, David. Gerenciando a Qualidade: a visão estratégica e competitiva, Rio de Janeiro:


Qualitymark, 1992.

3. OLIVEIRA, Otávio J. (Org.) Gestão da Qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira, 2004.

4. PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação estratégica da qualidade. São Paulo: Atlas, 2011.

5. ROTONDARO, Roberto G; MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick; FERREIRA, Jose Joaquim do


Amaral. Gestão Da Qualidade. São Paulo: Campus, 2005.

Disciplina: OPERAÇÃO DE TERMINAIS E ARMAZÉNS

EMENTA

Movimentação de materiais. Armazenagem de Materiais. Equipamentos de Movimentação de


Materiais. Equipamentos de Armazenagem de Materiais. Endereçamento de armazém. Identificação
de Materiais. Planejamento de layout de armazém. Separação de Pedidos. Expedição de Materiais.
Inventários.

OBJETIVO GERAL

Apresentar aos alunos técnicas para o gerenciamento de terminais de armazéns, de forma permitir
uma ampla visão dos métodos e recursos disponíveis para uma gestão adequada de armazéns.
Passando desde o processo de recebimento, movimentação, estocagem, expedição de materiais e
controle de inventário.
218

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Identificar as técnicas utilizadas para o gerenciamento de armazéns, por meio de seus conceitos
e aplicações da atualidade;
· Comparar os principais equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais,
capacitando os alunos para decidir a decisão de compra do equipamento adequado;=
· Identificar as etapas para o desenvolvimento de layout de armazém, tornando possível o
planejamento melhoria das operações de um armazém;
· Selecionar métodos de controle dos processos de um armazém, desenvolvendo habilidades para
identificar as principais causas dos problemas operacionais de um armazém e implantar melhorias.

CONTEÚDOS

Unidade 1 - Movimentação de Materiais


Conceito. Técnicas para redução de custo na movimentação de materiais. Seleção de equipamentos
de movimentação de materiais. Classificação dos equipamentos de movimentação de materiais. Tipos
de equipamentos de movimentação de materiais.
Unidade 2 - Armazenagem de Materiais
Conceito. Atividades da armazenagem de materiais. Modulação de cargas. Ocupação de armazém.
Equipamentos de armazenagem de materiais. Unitização de materiais.
Unidade 3 - Endereçamento de Armazéns
Objetivo. Sistemas de endereçamento. Sistemas de identificação. Indicadores. Identificação dos
materiais.
Unidade 4 - Planejamento de Layout de Armazém
Áreas de atenção. O bom layout logístico. Sistemas de layout. Método para projeto de um layout.
Avaliação do fluxo de materiais. Layout de um armazém.
Unidade 5 - Separação de Pedidos e Expedição de Materiais
Sistema de expedição. Sistema de faturamento. Rotina de separação de mercadorias. Carregamento
no transporte.
Unidade 6 - Inventário de Materiais
Tipos de Inventário. Procedimento de contagem física. Documentação. Ação para correção dos
desvios.

PROCEDIMENTOS DE ENSINO

Os conteúdos serão apresentados por meio de atividades que permitam aprendizado dos alunos.
Enfatizando ligação da teoria com a aplicação prática e interdisciplinaridade.
Buscar-se-á interação constante com os alunos através das seguintes atividades:
219

· Aulas expositivas teóricas com auxílio de recursos visuais e material audiovisual;


· Discussão de estudos de casos, estudo e análise individual ou em grupo de literatura técnica
complementar;
· Exercícios de fixação;
· Estímulo à pesquisa em base de dados que contenham os temas relacionados aos conceitos e à
prática das técnicas expostas em sala de aula.

RECURSOS

Serão utilizados recursos audiovisuais, como vídeo, projetor multimídia, retroprojetor, quadro negro,
de acordo com as necessidades do programa.

PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. DIAS, Marco Aurélio. Administração de Materiais: Princípios, conceitos e gestão. 5 ed. São
Paulo: Atlas, 2005.
2. FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, Floriano do Amaral. Administração de Materiais e do
Patrimônio. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2004.
3. RODRIGUES, Paulo.R.A.Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª Edição.São Paulo:
Aduaneira,2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial. 6 ed.


Porto Alegre: Bookman, 2006.

2. BOWERSOX, D.J; CLOSS, D., Logística empresarial ? o processo de integração da cadeiade


suprimentos. São Paulo: Atlas, 2001.

3. ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1999.

4. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. São


Paulo: Saraiva. 2003.

5. RUSSO, Clovis Pires. Armazenagem, Controle e Distribuição. Curitiba: IBPEX: Curitiba, 2009.
220

ANEXO 1 – RELAÇÃO DOS DOCENTES RESPONSÁVEIS PELA CONCEPÇÃO/EFETIVAÇÃO DO


CURSO

CORPO DOCENTE/COORDENADOR/NDE

COMPOSICÃO do NDE

Nome do Docente Titulação Regime de Trabalho


GERALDO GURGEL FILHO Mestre Tempo Integral
ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO Mestre Tempo Integral
PAULO ROBERTO AMBROSIO RODRIGUES Mestre Tempo Integral
FLAVIO MURILO DE OLIVEIRA GOUVEA Mestre Tempo Integral
AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ Especialista Tempo Integral
ROBERTO TARANTINO Especialista Tempo Integral

COORDENADOR DE CURSO – EAD


GERALDO GURGEL FILHO
PLANILHA DE DOCENTES

Titulação Regime de
Nome CPF: Disciplinas
Máxima Trabalho
ACACIO PONTES CALLIM 589622807-44 Doutorado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS
OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS DE
589622807-44 Doutorado Tempo Integral
ACACIO PONTES CALLIM TRANSPORTE
ACCACIO JOSE PINTO DE FREITAS 760594487-04 Mestrado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

ALEXANDER MAZOLLI LISBOA 025634747-60 Doutorado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

ALEXANDRE DO AMARAL RIBEIRO 011691317-78 Doutorado Tempo Parcial TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO

ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA 008371787-03 Mestrado Tempo Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

ALTAIR FONTES 437513777-00 Mestrado Tempo Integral GESTÃO DA QUALIDADE

ANA CLAUDIA AUGUSTO PINHEIRO 014703857-08 Especialização Tempo Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL

ANA CLAUDIA AUGUSTO PINHEIRO 014703857-08 Especialização Tempo Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

ANA CRISTINA AUGUSTO PINHEIRO 006420697-19 Mestrado Tempo Parcial LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

ANA ELIZABETH DE MORAES RAMALHO 308032097-20 Especialização Tempo Integral FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
771764807-53 Mestrado Tempo Integral
ANA MARIA CARVALHO I
ANDREA GOMES BITTENCOURT 802582637-68 Mestrado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

ANTONIO CARLOS CASTANON VIEIRA 836892067-15 Doutorado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS
ADMINISTRAÇÃO DE COMPRAS E
905620117-49 Mestrado Tempo Integral
ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO SUPRIMENTOS
ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO 905620117-49 Mestrado Tempo Integral TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA
ANTONIO SERGIO ALVES DO
409918652-00 Mestrado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS
NASCIMENTO
221

ARIEVALDO ALVES DE LIMA 044625997-72 Mestrado Tempo Integral FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE

ARY MANOEL GAMA DA SILVA 409683087-91 Especialização Tempo Integral GESTÃO DA QUALIDADE

AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ 007205855-20 Especialização Tempo Integral GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ 007205855-20 Especialização Tempo Integral LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO

CARLOS ALBERTO DE CARVALHO 858182677-68 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA 812246997-34 Mestrado Tempo Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

CARLOS FERNANDO DA ROCHA SANTOS 343607947-20 Mestrado Tempo Parcial GERENCIAMENTO DE PROJETOS

CELIA LIMA PARADELA 603409677-49 Mestrado Tempo Integral LOGÍSTICA REVERSA


CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA
973649087-49 Mestrado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL
SILVA
CLAUDIO MARCOS MACIEL DA SILVA 900582407-72 Mestrado Tempo Integral ESTATÍSTICA APLICADA

DEBORA VIDES DOS SANTOS 013832577-44 Mestrado Tempo Integral GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS

DENIZE RACHEL VEIGA 806265647-00 Mestrado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

DURVAL CORREA MEIRELLES 530.980.307-63 Doutorado Tempo Integral GESTÃO DA QUALIDADE

EDSON SEITI MIYATA 021546867-88 Mestrado Tempo Parcial ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

EDUARDO DE MOURA 024269377-69 Mestrado Tempo Integral OPERAÇÕES DE TERMINAIS E ARMAZÉNS

EDUARDO DE MOURA 024269377-69 Mestrado Tempo Integral ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA PORTUÁRIA

ELAINE DA COSTA RIBEIRO 029413327-58 Especialização Tempo Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL
PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO
592348737-34 Mestrado Tempo Parcial
ELEONORA MELO ASSEF PROFISSIONAL
ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS 468100807-91 Mestrado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
666708454-72 Mestrado Tempo Integral
ERIKA CONCEIÇÃO GELENSKE CUNHA I
FABIO MACEDO SIMAS 094773357-46 Mestrado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

FERNANDO KOKI YASSUHIRA 114131078-34 Mestrado Tempo Integral GESTÃO DA QUALIDADE

FERNANDO MEDINA 014025757-85 Doutorado Tempo Parcial GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS


Planejamento e Controle da Produção
014025757-85 Doutorado Tempo Parcial
FERNANDO MEDINA Integrado à Logística
FLAVIO MURILO DE OLIVEIRA GOUVEA 512355797-00 Mestrado Tempo Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA

FRANCISCO CARLOS TAVORA HEITMANN 045738037-34 Mestrado Tempo Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

GERALDO GURGEL FILHO 552347127-53 Mestrado Tempo Integral LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO

GERALDO GURGEL FILHO 552347127-53 Mestrado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

HENRIQUE VITERBO FARAH 018646397-92 Especialização Tempo Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS

IRAN DA SILVA ARAGAO FILHO 808843507-20 Mestrado Tempo Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA

ISNARD THOMAS MARTINS 180990257-68 Doutorado Tempo Integral GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E
872140327-91 Mestrado Tempo Integral
JANAINA DE CARVALHO AGUIA OPERAÇÕES
JANAINA DE CARVALHO AGUIA 872140327-91 Mestrado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

JOSE ALBERTO MACHADO 467366547-34 Especialização Tempo Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR

JOSE CONRADO DE ALMEIDA 329743707-30 Mestrado Tempo Integral FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE

JOSÉ MACHADO CARREGOSA 550.136.357-72 Mestrado Tempo Integral LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO
JOSE MANUEL BERNAR BORGES
060834547-43 Doutorado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
LOURENCO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
564024497-68 Especialização Tempo Integral
JOSUE JOSE DA SILVA I
JUAREZ JONAS THIVES JUNIOR 560086789-15 Doutorado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA 545738407-10 Doutorado Tempo Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL

JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA 545738407-10 Doutorado Tempo Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO
020951217-24 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL
TAVARES
222

LAURO BOECHAT BATISTA 176575397-04 Mestrado Tempo Integral ESTATÍSTICA APLICADA

LAURO BOECHAT BATISTA 176575397-04 Mestrado Tempo Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

LUCIA CORDEIRO CHAGAS DE OLIVEIRA 338964377-04 Mestrado Tempo Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS

LUCIO VILLARINHO ROSA 339562867-15 Mestrado Tempo Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

MAISA SANDRA DE SA BEZERRA 387.777.894-15 Mestrado Tempo Integral LOGÍSTICA E MERCADO DE TRABALHO

MARCELO JOSE PINHO BARBOSA 042755797-63 Mestrado Tempo Parcial DISTRIBUIÇÃO FÍSICA

MARCELO JOSE PINHO BARBOSA 042755797-63 Mestrado Tempo Parcial GESTÃO DE PROCESSOS

MARCIA DIAS LIMA DA SILVA 843713907-49 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA 789977717-87 Mestrado Tempo Integral ESTATÍSTICA APLICADA

MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB 791910537-49 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
335246297-68 Mestrado Tempo Integral
MARCIO DE CARVALHO DANTAS I
MARCIO DE CARVALHO DANTAS 335246297-68 Mestrado Tempo Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS
MARIA BENEDICTA GRAZIELLA
164452877-00 Mestrado Tempo Integral GERENCIAMENTO DE PROJETOS
GUIMARAES
MARIA DA LUZ IRIA MELO 529.546.097-53 Especialização Tempo Parcial LOGÍSTICA INTERNACIONAL

PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL 821657697-87 Mestrado Tempo Integral GESTÃO DE PROCESSOS

PAULO ROBERTO AMBROSIO RODRIGUES 238.801.127-20 Mestrado Tempo Integral TRANSPORTE MARÍTIMO INTERNACIONAL

RACHEL FATIMA DOS SANTOS NUNES 883307297-53 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

ROBERTO TARANTINO 436.023.127-04 Especialização Tempo Integral SEMINÁRIOS INTEGRADOS DE LOGÍSTICA

ROBERTO TARANTINO 436.023.127-04 Especialização Tempo Integral LOGÍSTICA REVERSA

RODOLPHO DE BRITTO SILVA 266052797-00 Mestrado Tempo Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

RONALDO DE JESUS ALVES 848636177-04 Mestrado Tempo Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

ROSANA PACHECO DE QUEIROZ 958.963.687-04 Especialização Tempo Integral LEGISLAÇÃO ADUANEIRA

ROSEMARY DA SILVA GRANJA 921380397-49 Doutorado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

SANDRO CHUN 021002307-43 Mestrado Tempo Integral ESTATÍSTICA APLICADA

SERGIO ROBERTO BOA NOVA 057610507-49 Especialização Tempo Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS

SILVIO MONTES PEREIRA DIAS 970.685.277-87 Mestrado Tempo Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR

VALERIA CAMPOS MUNIZ 872533307-06 Mestrado Tempo Integral ANÁLISE TEXTUAL

VICENTE EUDES VERAS DA SILVA 805704537-04 Doutorado Tempo Integral ESTATÍSTICA APLICADA
223

ANEXO 2 – CONTEXTUALIZAÇÃO DOS POLOS

POLO: 35028 – Salvador - BA


Endereço: Rua Xingú, Jardim Atalaia, Salvador, BA

1. Contexto histórico

Salvador, fundada em 1534 como São Salvador da Bahia de Todos os Santos é um município
brasileiro, capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. Durante todo o período colonial
Salvador era a cidade maior e mais importante da colônia. Devido à sua localização na costa nordeste
do Brasil, a cidade serviu como um elo importante no Império Português, mantendo estreitos laços
comerciais com Portugal e as colônias portuguesas em África e na Ásia.
Salvador é uma metrópole nacional com mais de 2,6 milhões de habitantes numa área de
aproximadamente 707 Km², sendo o município mais populoso do Nordeste, a terceira mais populosa
do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina.
Fonte: IBGE, 2011, (dados do Censo 2011 publicados no Diário Oficial da União do dia
31/08/2011).
A Região Metropolitana de Salvador ostenta um produto interno bruto de R$ 68 512 597,
constituindo o sétimo maior polo de riqueza nacional, além de uma renda per capita era de R$
17 721,18, segundo dados do IBGE em 2009. Tais números estão concentrados nas atividades
industriais do Polo Petroquímico de Camaçari (PIC), em Camaçari, e do Centro Industrial de Aratu (CIA),
entre Simões Filho e Candeias, e nas atividades relacionadas ao turismo e ao comércio.

A cidade de Salvador, destaca-se, pela sua gastronomia, música e arquitetura, e sua área
metropolitana é a mais rica no nordeste do Brasil. O Centro Histórico de Salvador, iconizado no bairro
do Pelourinho, é conhecido pela sua arquitetura colonial portuguesa com monumentos históricos que
datam do século XVII até o século XIX e foi declarado como Patrimônio Mundial pela Organização das
Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1985.

2. A região em indicadores – IDEB e IDH


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE SALVADOR


224

0.805 – Médio IDH


IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)
observado o município de Salvador no quadro abaixo:
Quadro 1: IDEBs observados em 2005 a 2011 e metas para a rede municipal do Município de
Salvador .
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012
Fonte: http://ideb.inep.gov.br/resultado/

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

SALVADO
2.8 3.8 3.7 4.0 2.8 3.2 3.6 3.9 4.2 4.5 4.8 5.1
R

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao IDEB que atingiu a meta.
Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual
estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado. O ensino a distância surge como uma
importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político,
crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e
aprendizagem.
O Polo EAD Unidade Salvador da Universidade Estácio de Sá – UNESA oferece cursos de
graduação e graduação tecnológica acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação
do ser humano. O projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos,
225

críticos, vivenciais e inovadores, possa ser compartilhada de forma ética, resultando em melhoria na
qualidade de vida de toda a sociedade e de cada um individualmente, enquanto cidadão desejando
contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária.

3. Inserção regional do Polo EAD


O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O Estado da Bahia, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos,
sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos,
fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado.
O Estado da Bahia ocupa um território de 564.692.67 km², agregando 417 municípios, o que
representa 6,64% do território nacional e cerca de 36,34% da região Nordeste. Maior Estado
nordestino, a Bahia, atualmente, ocupa o sexto lugar entre os maiores Estados brasileiros em volume
de produto, gerando em seu território 4,3% do PIB nacional e quase 33% do produto nordestino.
Atualmente a região metropolitana de Salvador possui 18 Instituições de Ensino Superior que
oferecem Educação a Distância tendo 27 Polos distribuídos em 13 bairros da grande Salvador.
Destacamos dos 27 Polos, 06 (seis) das seguintes IES: UNESA- Universidade Estácio de Sá, UNIP
Universidade Paulista– UNICID – Universidade Estado de São Paulo, FATEC de tecnologia Internacional,
UNIFACS – Universidade Salvador e UNOPAR (Universidade Note do Paraná).
Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual
estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado, devendo se aprofundar nos próximos
anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada, o Polo EAD em Salvador dedica-se a
oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento, visando ampliar seu papel no ensino superior, de
modo a contribuir para o aperfeiçoamento e para a capacitação da população baiana.
No seu perfil econômico, verifica-se um permanente processo de ampliação e diversificação da
base produtiva estadual, especialmente no setor secundário, com a indústria petroquímica e seus
desdobramentos, e, no setor terciário, com o desenvolvimento acelerado do turismo e das atividades
vinculadas ao lazer e à cultura. Esse processo de desenvolvimento permitirá que a Bahia amplie,
significativamente, a oferta de empregos e o seu mercado consumidor.
Atividades profissionais intrinsecamente dependentes de instalações industriais e/ou voltadas
para a administração pública, ambas áreas em franco declínio na oferta de empregos, tendem a sofrer
severos impactos neste novo cenário. Por outro lado, atividades que permitem maior flexibilidade na
atuação profissional e, ao mesmo tempo, estão voltadas para o setor devem adaptar-se à nova
226

realidade de modo mais rápido, desde que atentos às mais recentes transformações conceituais e
tecnológicas.
Esse quadro representa um perfil demográfico que tende a favorecer aos profissionais
qualificados. A reestruturação das atividades e do mercado de trabalho tende a favorecer aqueles que
atendem às diversas demandas das suas áreas segundo um perfil mais flexível da sua empregabilidade.
É neste contexto que se insere o Polo Salvador, da UNESA, acreditando que a teoria não pode
ser desvinculada da prática e que o papel das instituições de ensino superior é contribuir para a
inclusão e para as transformações sociais.
Dessa forma, a Educação à Distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo cursos pautados em projetos pedagógicos que
proporciona um amplo conhecimento sobre os fundamentos pedagógicos e institucionais nos quais
está estabelecido, visando o desenvolvimento de ações que contribuam com o desenvolvimento
econômico e com a demanda do setor produtivo da região em que o curso está inserido,
oportunizando a inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à
demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 35031 – Belém - PA

Endereço: Rua da Municipalidade, Reduto, Belém – PA

1. Contexto Histórico

O Polo EAD Estácio-FAP, está localizado no centro da capital paraense, na rua


Municipalidade, 839, no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará.
Belém é um município brasileiro, capital do estado do Pará, pertencente à Mesoregião
Metropolitana de Belém e à Microregião de Belém. Com uma área de aproximadamente 1 064,918
km², localizada no norte brasileiro, distante 2 146 quilômetros de Brasília.
Com uma população de 1.392 031 habitantes, maior densidade demógrafica da região norte
1307,17 hab/km², (IBGE/2010), é conhecida como "Metrópole da Amazônia", e uma das dez cidades
mais movimentadas e atraentes do Brasil. A cidade é sede da Região Metropolitana de Belém, que
com 2.100.319 habitantes, é a 2º mais populosa da região, 12ª do país e 177ª do mundo, além de ser o
227

maior aglomerado urbano da região. A cidade de Belém, considerada a maior da linha do equador, é
também classificada como a capital com melhor qualidade de vida do Norte do Brasil.
Em seus quase 400 anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude, entre
os quais o período áureo da borracha, no início do século XX, quando o município recebeu inúmeras
famílias europeias, o que veio a influenciar grandemente a arquitetura de suas edificações, ficando
conhecida na época como Paris n'América. Hoje, apesar de ser cosmopolita e moderna em vários
aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do
período colonial.
A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional, seja do
ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e
museus, como o Theatro da Paz, o Museu Paraense Emílio Goeldi, o mercado do Ver-o-Peso, e eventos
de grande repercussão, como o Círio de Nazaré.
Ocupando uma área de 1 059 km², Belém conta atualmente com 1 402 056 habitantes
(estimativa IBGE/2011), é a segunda cidade mais populosa da Amazônia. Limita-se com o município de
Ananindeua. Sendo uma região peculiar, Belém é banhada pelos rios são o rio Amazonas, rio Maguari
e rio Guamá. A Baía do Guajará é uma baía que banha diversas cidades do estado do Pará, inclusive
sua capital. É formada pelo encontro da foz do rio Guamá com a foz do rio Acará.
O Rio Amazonas – é o maior rio da Terra, tanto em volume d'água quanto em
comprimento (6 992,06 km de extensão). Tem sua origem na nascente do rio Apurímac (alto da parte
ocidental da cordilheira dos Andes), no sul do Peru, e deságua no oceano Atlântico, junto ao rio
Tocantins. O Rio Maguari - banha a Região Metropolitana de Belém. O Rio Guamá – é um rio localizado
no nordeste do Pará, cuja bacia hidrográfica drena uma área de 87 389,54 km². A navegabilidade é
viável nos últimos 160 km do rio, do município de São Miguel do Guamá à Baía do Guajará. Entre seus
afluentes, destacam-se os rios Acará, Capim e Moju. No rio Guamá é comum ocorrer o fenômeno da
pororoca. Na sua margem direita se situa o campus principal da Universidade Federal do Pará, à altura
de Belém. Cerca de 75% da água consumida na cidade vem deste rio, que recebe 11 córregos.
2. A região em indicadores IDH e IDEB
Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58,402 bilhões, R$ 52,466 bilhões
provenientes do valor adicionado e R$ 5,936 bilhões de impostos. Em termos reais, o PIB apresen Em
2009, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58,402 bilhões, R$ 52,466 bilhões provenientes
do valor adicionado e R$ 5,936 bilhões de impostos. Em termos reais, o PIB apresentou uma variação
de -3,2% no Pará. O Estado passou a participar com 1,8% do PIB nacional contra 1,9% em 2008 e
manteve a 13ª posição no ranking brasileiro. O valor do PIB per capita paraense registrado foi de R$
7.859. Fonte: http://agenciapara.com.br/noticia.aspver=88911.
228

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Em 0,800 é considerado alto. O índice varia de 0 à 1,


sendo considerado baixo de zero 0, a 0,499, médio de 0,500 a 0,799 e alto quando maior ou igual a
0,800. O IDH da cidade de Belém do Pará é de Belém do Pará é de 0,755.
IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.
As tabelas abaixo representam os dados do IDEB observados em 2005 a 2011 e metas para a
rede municipal do Município de Belém do Pará até 2021.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

BELEM 3.2 3.2 3.8 4.2 3.2 3.6 4.0 4.3 4.6 4.9 5.2 5.5

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

A economia belenense baseia-se primordialmente nas atividades do comércio, serviços e


turismo, embora seja também desenvolvida a atividade industrial com grande número de indústrias
alimentícias, navais, metalúrgicas, pesqueiras, químicas e madeireiras. A Grande Belém localiza-se na
região mais dinâmica do estado e juntamente com o município de Barcarena, integra o segundo maior
parque industrial da Amazônia. A cidade conta com os portos brasileiros mais próximos da Europa e
dos Estados Unidos (Belém, Miramar e Outeiro), sendo que o Porto de Belém é o maior movimentador
de containers da Amazônia. Com a revitalização dos distritos industriais de Icoaraci e Ananindeua, a
implantação da Hidrovia do Tocantins e com a chegada da Ferrovia Norte-Sul, a cidade aguarda um
novo ciclo de desenvolvimento. O Círio de Nazaré, a maior procissão cristã do planeta, movimenta a
economia da Cidade. No período há aquecimento na produção industrial, no comércio, no setor de
serviços e no turismo. A cidade começa a explorar o mercado da moda, com os eventos Belém Fashion
229

Days (está entre os 5 maiores eventos de moda do País) e o Amazônia Fashion Week (maior evento de
moda da Amazônia), onde destacamos o Curso de Design de Moda da Faculdade Estácio do Pará como
fomentador de atividades de pesquisa e extenção realizado pelos alunos do Curso.
A população do Pará vem aumentando conforme constatado nos últimos censos,
distribuída em 143 municípios, cresce em ritmo e intensidade diferentes em cada município e nas suas
respectivas regiões.
Dados:CENSO/2010
http://www.censo2010.ibge.gov.br/primeiros_dados_divulgados/index.php?uf=15
O último censo revelou um crescimento da população do Estado de 22% no período
2000-2010, o menor crescimento intercensitário em quarenta anos, considerando os cinco últimos
censos. Em 2000, a população do Estado era de 6,2 milhões de pessoas, em 2010 aumentou para 7,6
milhões de pessoas, o volume desse crescimento foi de 1,4 milhão de pessoas. São pessoas com
necessidades de atenção à saúde, segurança, educação, alimentação, trabalho, cultura, sem falar em
necessidades mais específicas.
As regiões administrativas ou Regiões de Integração (RI) são doze, e possuem crescimentos
populacionais bastante distintos no período 2000-2010. O maior crescimento populacional encontra-
se na RI de Carajás 3,58 % a.a., enquanto que o menor encontra-se na RI do Tapajós 0,57% a.a., entre
esses extremos encontram-se quatro RI’s com crescimento entre 1 e 2% a.a. (Baixo Amazonas,
Metropolitana, Caeté e Guamá); outras cinco RI’s encontram-se com crescimentos maiores que 2%a.a
e menores que 3% a.a.Com crescimento maior que 3% a.a encontra-se a região do Araguaia e a já
citada região de Carajás.

3. Inserção Regional do Polo EAD

Educação é a promoção do desenvolvimento de todas as dimensões da natureza humana.


Partindo dessa premissa é que pode-se afirmar que a EaD é uma modalidade de educação que integra
os cidadãos em uma sociedade plural e democrática. Com a evolução de novas tecnologias e a
disseminação destas houve grandes avanços na educação. A evolução da EaD foi maior com o advento
da Internet, pois esta rompeu as distâncias. A EaD está ao alcance das pessoas em qualquer lugar.
Num estado como o Pará, de grande dimensão territorial (1.247.689 Km2) e de baixa renda per
capita, é quase impossível à maioria da população ter acesso à educação de qualidade. Existe uma
grande dificuldade de deslocamento da população para os grandes centros que dispõem de boas
escolas, Faculdades ou universidades, pois além do território ser entre cortado por grandes rios, as
rodovias estão sempre em condições precárias. Como consequência, podemos encontrar no estado
230

um alto índice de jovens adultos fora da escola, uma elevada taxa de evasão e repetência, e uma
expressiva parcela da população economicamente ativa com necessidade de se complementar ou
atualizar sua formação e recursos humanos para a Educação sem a formação mínima necessária.
A Educação a Distância é uma prática pedagógica alternativa, mediada através de multimeios de
comunicação e tutoria. Seu público alvo é basicamente formado por jovens e adultos excluídos ou
impossibilitados, por questões geográficas, econômicas ou outras de ordem pessoal de freqüentar o
sistema formal de ensino.
A Educação a Distância tem sido reconhecida em sua importante estratégia para o
desenvolvimento econômico, populacional, educacional e social do Estado, sendo uma ferramenta de
transformação social.
Diante do quadro educacional, a Universidade Estácio de Sá através do Ministério da Educação,
credenciou o Polo Belém que funciona em um espaço definido dentro da Estácio FAP., onde
consciente do seu compromisso com as transformações necessárias à Região Amazônica,
particularmente com o Estado do Pará, iniciou com o curso de Administração Bacharelado sua
contribuição para o ensino de graduação de qualidade, democratizando assim o acesso ao saber.
O Polo EAD Estácio-FAP, está localizado no centro da capital paraense, na rua municipalidade,
839, no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará.

POLO: 35035 - Belo Horizonte


Endereço: Rua Erê, Prado, Belo Horizonte - MG

1. Contexto histórico

O Polo de Ensino a Distância de Belo Horizonte se insere no mais importante polo industrial e de
serviços na economia mineira. A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) concentra três dos
cinco municípios mineiros de maior população (Belo Horizonte, Betim e Contagem), com uma
população total de 4.882.977 habitantes (dados de 2010), o que representa 25,3% do total da
população do Estado. Contrariamente ao que tem ocorrido com as regiões mais deprimidas de Minas
Gerais, onde se concentra a população rural de baixa renda, e com o conjunto do Estado caracterizada
pela preponderância dos fatores de expulsão sobre os fatores de atração de população, tem
funcionado como um polo de atração de fluxos migratórios.
Embora a força atrativa exercida pela Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) tenha
arrefecido em relação ao período que vai de 1950 a 1980, quando recebeu mais de um milhão de
231

imigrantes de outras regiões do Estado e do País – particularmente do Nordeste – ainda assim ela
continua expressiva. Assim, na década de 1990 a RMBH recebeu quase 336 mil imigrantes, estimando-
se que tenha recebido mais 124 mil no período 2000-2003. Isso explica as elevadas taxas de
crescimento da população residente na Região, que se mantém próxima a 2,1% ao ano, depois de ter
atingido o máximo da década de 1960 – mais de 5,6% ao ano. A manter esse ritmo, a RMBH ainda
receberá aproximadamente 182 mil imigrantes até 2012, quando a população total deverá atingir
5.370.295 habitantes.
Na raiz da atração exercida pela RMBH sobre os fluxos populacionais está a sua participação na
renda estadual, de aproximadamente 34,1%, resultado da concentração das atividades produtivas –
particularmente na área de serviços – no seu território. Outra consequência dessa concentração de
atividades e do alto dinamismo da economia regional – se comparada com a do restante do Estado – é
que a renda per-capita atingiu US$ 3.952,9 em 2002, acima, portanto, da média mineira (US$ 2.830,6).

2. A região em indicadores IDH e IDEB


Segundo dados do relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PENUD
(dados de 2000), 35% dos bairros (98 em um total de 284) já são de Alto Desenvolvimento Humano
(IDHM acima de 0,8). Desses, 18 têm IDHM maiores que o município brasileiro com maior IDHM (São
Caetano do Sul com 0,919) e 13 têm IDHM maiores que o país do mundo com maior IDHM (Noruega
com 0,942). O maior índice é o verificado para o bairro CARMO/SION com 0,973. Por outro lado, os
bairros com IDHM mais baixos têm índices comparáveis com o Desenvolvimento Humano da Bolívia
(país da A. do Sul com índice mais baixo). São eles: TAQUARIL/CASTANHEIRAS, FAVELA DO PERRELA,
FAVELA CABEÇA DE PORCO E NA VILA N.S. DO ROSÁRIO, com IDHM de 0,685.
Educação
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), tem
atingido as suas metas quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), tanto para os
alunos concluintes do Ensino Fundamental, quanto aos alunos concluintes do Ensino Médio. Os dados
abaixo se referem ao ano de 2011 e estão disponíveis no Relatório do IDEB 2011.

4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

BELO
4.6 4.8 5.6 5.8 4.7 5.0 5.4 5.7 5.9 6.2 6.4 6.6
HORIZONTE
232

8ª série/9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

BELO
3.6 3.6 3.9 4.2 3.6 3.8 4.1 4.5 4.8 5.1 5.3 5.6
HORIZONTE

Fonte:
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/portal_ideb/o_que_e_o_ideb/nota_informativa_ideb_
2011.pdf

Se a educação é o componente de maior relevância no valor apresentado pelo Índice de


Desenvolvimento Humano do Município (IDHM) das Unidades da Região Metropolitana de Belo
Horizonte (RMBH) é também a principal responsável pelo crescimento verificado entre 1991 e 2000.
Deve ser ressalvado, no entanto, que o IDHM toma indicadores muito pouco exigentes para conformar
o índice educação: a taxa de alfabetização da população acima de 15 anos e o atendimento escolar à
população entre 7 e 22 anos.
A definição para alfabetização depende da resposta a uma pergunta muito simples ao
recenseado: se ele sabe ler e escrever um bilhete simples.
Se, em vez de medir a proporção de pessoas com mais de 15 anos alfabetizadas fosse medida a
proporção destas pessoas que têm pelo menos 4 anos de estudo formal, os resultados seriam
substancialmente diferentes, não só em termos de magnitude como também em termos das
disparidades entre as UDHs da RMBH - Taxa de alfabetização e percentual com mais de 4 anos de
estudos. População acima de 15 anos de idade – 2000 % alfabetizadas Região Metropolitana de Belo
Horizonte (RMBH) 93,73% com pelo menos 4 anos de estudos. Pior da RMBH 81,48 (CONCÓRDIA-Vila
Tiradentes) 53,1 (Rio Manso). Melhor da RMBH 99,5 (GRAJAÚ/Gutierrez) 98,1 (SÃO PEDRO/SANTO
ANTÔNIO) 83,36. Em termos da Média de Anos de Estudo para a população acima de 25 anos os
resultados mais baixos chegam a 4 anos, na FAVELA DA SERRA TAQUARIL/CASTANHEIRAS. Já os mais
altos vão a 13 anos de estudos no CARMO/SION, e Em termos do percentual de adultos (mais de 25
anos de idade) com menos de 8 anos de estudo, isto é, sem o ensino fundamental completo, o pior da
RMBH está em torno de 84% (TAQUARIL/CASTANHEIRAS) e o melhor em torno de 8% (CARMO/SION) É
233

importante notar que, sem dúvida, as gerações mais jovens estão tendo melhor acesso ao sistema
formal de ensino, mas mesmo assim, as diferenças entre localidades da RMBH são muito relevantes.

3. Inserção regional do Polo EAD

É notável o processo de desenvolvimento que se verifica na Região Metropolitana de Belo


Horizonte. Entretanto, o município ainda padece de um triste dado: as melhorias na qualidade de vida
e de acesso a educação tem sido de maneira desigual e concentrada.
Nesse contexto, o Polo de Ensino à Distância - situado na Faculdade Estácio de Belo Horizonte -
busca oferecer aos alunos egressos do ensino médio uma sólida formação técnica estabelecendo uma
filosofia educacional sob a égide da necessária identificação com os problemas que afligem a região
onde se insere. Isso conduz à formação de recursos humanos conscientes da realidade
socioeconômica do cenário em que certamente irão atuar.
A meta do Polo EaD de Belo Horizonte para os próximos anos é atuar de modo a minimizar as
diferenças entre os melhores índices e os piores índices de escolarização entre as diferentes
localidades da RMBH. Desta forma, poderá a instituição auxiliar ainda mais a melhoria do IDHM, pois,
o item Educação além de permitir o seu incremento possibilita a concretização de políticas voltadas
para o desenvolvimento social e econômico da população mineira.

POLO: 1880 - CABO FRIO


Endereço: Rod. Gal. Alfredo Bruno Gomes Martins, s/n Lote 19 – Braga, Cabo Frio- RJ

1. Contexto histórico

Cabo Frio foi descoberto por Américo Vespúcio em 1503, tendo sido alvo constante de ataques
piratas franceses e holandeses na exploração do pau-brasil que era de excelente qualidade. Habitada
pelos índios tamoios, os portugueses procuravam a ajuda deles para a exploração do local.
Somente em 13 de novembro de 1615 foi fundada a cidade de Nossa Senhora de Assunção do
Cabo Frio. Para segurança do local foi construído o Forte de Santo Inácio no local da "Casa da Pedra" e
criou-se uma aldeia para abrigar os índios aliados, atualmente onde se localiza a cidade de São Pedro
da Aldeia.
Atualmente Cabo Frio é um grande centro turístico com vasta rede de hotéis e pousadas para
turistas nacionais e estrangeiros aproveitarem sua beleza natural. Suas praias são famosas pela areia
branca e fina. Seu clima tropical onde o sol brilha forte o ano inteiro e quase não chove, estimula
fortemente este turismo praiano.
234

O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá foi credenciado em 2009.

2. A região em indicadores
O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá está situado em uma das principais avenidas,
numa área de fácil acesso e excelente localização. O Polo situa-se a microrregião dos Lagos,
usualmente conhecida como Região dos Lagos classificada como Região da Costa do Sol é uma região
do Estado do Rio de Janeiro pertencente à mesorregião das Baixadas Litorâneas. Possui uma área de
2.004,003 km², sua população atual é de 538.650 habitantes e está dividida em sete municípios em
torno das lagoas de Araruama e Saquarema, a leste da capital do Rio de Janeiro.

Município Área (km²) População em 2010 PIB (R$ 1.000,00) em 2008 PIB per capita em 2008

Cabo Frio 400,693 186.222 6.579.881 mil 36.426,39

Segundo estimativa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2011.

O IDH permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É


calculado com base na:

 renda familiar per capita (soma dos rendimentos divididos pelo número de habitantes);

 expectativa de vida dos moradores (esperança de vida ao nascer);

 taxa de alfabetização de maiores de 15 anos (número médio de anos de estudos da população


local).

Variando de zero a um, o IDH classifica os municípios segundo três níveis de desenvolvimento
humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5); municípios com médio
desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) e municípios com alto desenvolvimento humano (IDH
acima de 0,8). Quanto mais próximo de um, mais alto é o desenvolvimento humano.
O município de Cabo Frio está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano,
ocupando a 11ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da cidade em
relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.
235

ÍNDICE DE DESENVVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CABO FRIO


- 0,792 – Médio IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000
Fonte:
http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/4021DA1BDB07AB5D8325794C006B5654/$File/Ca
bo%20Frio.pdf

Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 5.148.559.625,00 (2003)


Renda Per Capita*:R$ 34.831,34 (2004)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,792 (PNUD - 2000)
Principais Atividades Econômicas: turismo, pesca, vestuário (moda praia), indústria, extração de
petróleo
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município de Cabo
Frio. Rio de Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012
4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

CABO FRIO 3.9 4.0 4.6 4.7 4.0 4.3 4.7 5.0 5.3 5.6 5.8 6.1

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

CABO
3.9 3.7 4.0 3.8 3.9 4.1 4.3 4.7 5.1 5.4 5.6 5.8
FRIO

* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
236

*** Sem média na Prova Brasil 2011.


Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

A via de acesso à capital fluminense se dá pela Via Lagos, ou RJ-124,A BR-101 que liga o
município de Rio Bonito a o Rio de Janeiro, a RJ-102 que liga Búzios até o distrito de Praia Seca,RJ-106
liga o municípios da região dos lagos passando por Monte Alto, Figueira, Arraial do Cabo, Praia Seca,
Araruama, Saquarema, (Serra da Castelhana e Mato Grosso) Maricá até Niterói, é uma bela rota que
passa pela mata atlântica e serve de rota alternativa a RJ-124 por não ser pedagiada e mais rápida, e
por fim a RJ-128 que conecta a RJ-124(via lagos) a RJ-106(via serra) no distrito de Bacaxá em
Saquarema. (fonte: wikipedia)
Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio
de Sá, Ferlagos (Faculdade da Região dos Lagos), UNOPAR (Universidade Note do Paraná),
Universidade Cândido Mendes e Universidade Veiga de Almeida.

3. Inserção Regional do Polo EaD


O século XX foi caracterizado por mudanças significativas no modo de vida da sociedade. Dentre
as principais mudanças, observamos o desenvolvimento de novas tecnologias da informação e
comunicação. Em destaque, poderíamos citar a informática, desenvolvida pela criação dos
computadores; e da internet, criada a partir da evolução dos computadores e dos meios de
telecomunicações. A informática aliada à internet tem contribuído em diversas áreas de
conhecimento, tornando-se fator de relevância no trabalho e nas práticas sociais. A tecnologia
influencia culturas gerando transformações sociais, ao mesmo tempo em que é capaz de romper
barreiras geográficas, encurtando distâncias em um mundo globalizado.
A vinda do Ensino a Distância para a cidade de Cabo Frio, trouxe relevantes mudanças no
contexto de possibilidades para aqueles que a ida para uma sala de aula não era permitida. Os cursos
ofertados, estão atendendo a diversas demandas sociais, principalmente por ser uma região
petrolífera, onde 75% da população trabalho em escala de “embarque.
Contudo as empresas conscientizaram-se sobre a importância da educação corporativa e a
formação continuada de seus colaboradores, pois o conhecimento desenvolvido pela organização é
um valioso recurso, que agrega vantagem competitiva trazendo a inovação, com a geração de novos
negócios.

POLO: 35059 - CAMPO GRANDE


Endereço: Rua Venâncio Borges do Nascimento; Jardim TV Morena, Campo Grande- MS
237

1. Contexto histórico

Campo Grande ocupa um espaço geográfico privilegiado na região central do estado, nas
imediações do divisor de águas das bacias dos rios Paraná e Paraguai. Os primeiros moradores
chegaram em 1872, mas a cidade só foi elevada à categoria de distrito pela Lei n.º 793, de 23/11/1889
e a município pela Resolução Estadual 255, de 26/08/1899. Com a criação do estado de Mato Grosso
do Sul, em 1979, tornou-se capital.
O município de Campo Grande possui uma área de 8.092,966 km2 e experimentou um
acelerado desenvolvimento populacional nas últimas décadas. O número de habitantes pouco maior
de 291.000 em 1980 passou a 600.000 em 1996 e, em 2010, atinge em torno de 786.797,
representando, aproximadamente, 32 % da população do estado.
A economia regional é uma das mais fortes do país e permite a melhoria dos índices de
desenvolvimento social do estado. A população economicamente ativa de Campo Grande é de
333.597 pessoas (189.202 homens e 144.396 mulheres) e o PIB é de cerca de R$ 10 bilhões.
Campo Grande é a cidade de Mato Grosso do Sul em melhores condições em termos de bens e
serviços de apoio à produção, atendendo a todas as demais. Sua estrutura econômica está vinculada à
agroindústria regional, ao comércio e à prestação de serviço.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD

O processo de crescimento da região pode ser avaliado em parte pelo rápido crescimento do
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do município. No ano de 1991 o IDH era de
0,77; em 2000 este índice subiu para 0,814. Isto indica que, em um período de oito anos, tal índice
cresceu a uma taxa média anual de 5,4%.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE -MS


- 0,814 – Médio IDH

O município de Campo Grande - MS está classificado com um IDH de 0,814, índice considerado
alto, ocupando a 2ª posição no critério do IDH estadual atraindo, de acordo com os dados do Instituto
Municipal de Planejamento Urbano (PLANURB), nos últimos três anos investimentos estimado em
R$ 1,3 bilhão para 181 empreendimentos industriais que juntos vão gerar 12.941 empregos diretos.
Desses projetos, 38 indústrias já estão em funcionamento, resultado de R$ 912,3 mil de investimento,
que garantem emprego para 1.801 trabalhadores.
238

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município de Campo Grande - MS no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005-2011 e metas para a rede municipal do Município de Campo
Grande- MS.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

CAMPO
4.0 4.9 5.1 5.6 4.1 4.4 4.8 5.1 5.4 5.7 5.9 6.2
GRANDE

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

CAMPO
3.5 4.2 4.4 4.4 3.5 3.6 3.9 4.3 4.7 5.0 5.2 5.5
GRANDE

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
239

*** Sem média na Prova Brasil 2011.


Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

Campo Grande possui 453 escolas de Ensino Fundamental e Médio, sendo 01 federal, 89
estaduais, 176 municipais e 187 privadas, com um total de 5.068 salas de aulas. O número de
matrículas referentes a 2008, no município, foi de 25.855 para a Educação Infantil, 121.992 no Ensino
Fundamental e 32.754 no Ensino Médio, essas escolas empregam aproximadamente 10.382
professores. (SEMAC, 2009).

3. Inserção regional do Polo EAD

A Região de Campo Grande é composta por 10 (dez) municípios: Bandeirantes, Campo Grande,
Corguinho, Dois Irmãos do Buriti, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rochedo,
Sidrolândia e Terenos, ocupando uma extensão territorial de 8.096,051 km², representando 20,07% da
área total do Estado de Mato Grosso do Sul.
O município de Campo Grande se localiza no centro do Estado possuindo um enorme potencial
turístico, tendo como destaque os segmentos de turismo rural, cultural, ecoturismo, agro tecnológico,
místico, negócios e eventos.
Segundo dados referentes a 2011, da Federação da Indústria do Estado do Mato Grosso do Sul
(FIEMS), o Estado possui 9.746 indústrias cadastradas. A instalação de indústrias alimentícias, de
cimento, de minérios (ferro, manganês e calcário), usinas açucareiras e da indústria de madeira está
ampliando o leque de opções para os investidores.
Com o recente incentivo à produção de combustíveis renováveis, Mato Grosso do Sul aumentou
os seus canaviais e implantou novas usinas de açúcar e álcool: 11 usinas já estão instaladas e
processam mais de 15,5 milhões de toneladas de cana/ano; 31 empreendimentos estão em
andamento; 31 projetos estão sendo negociados.57 Trata-se de um mercado altamente promissor e
que até 2012, representará um investimento de mais de R$ 19 bilhões em Mato Grosso do Sul.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.

57
Fonte:http://www.sober.org.br/palestra/6/965.pdf
240

Dessa forma, a educação à distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento


para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
O município de Campo Grande possui 10 (dez) Instituições de Ensino Superiores sendo 02 (duas)
da rede pública: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Universidade Federal de Mato
Grosso do Sul (UFMS) e 08 (oito) da rede privada: Universidade para o Desenvolvimento do Estado e
da Região do Pantanal – UNIDERP; Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Centro Universitário de
Campo Grande (UNAES), Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande (FESCG), Instituto Campo Grande
de Ensino Superior (ICGES), Instituto de Ensino Superior da Funlec (IESF), Instituto Mato Grosso do Sul
de Educação e Cultura (ISMEC), UNIGRAN Capital. A maioria oferta cursos na modalidade EAD.
O Polo Campo Grande – MS da Estácio atuam num compromisso de inserir na sociedade
indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.
Diversos cursos que são oferecidos na Graduação Tradicional, tais como: Administração,
Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, Matemática, História, Sistemas de Informação. Também são
oferecidos cursos da Graduação Tecnológica: Gestão de Recursos Humanos, Gestão em Marketing,
Gestão em TI, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental,
Gestão Comercial e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais
crescente e, verificasse a inserção de novos cursos, seja na Graduação Tradicional ou na Graduação
Politécnica.

POLO: 428 - Campos dos Goytacazes - RJ


RJ, Avenida 28 de Março, 423 – Centro, Campos dos Goytacazes – RJ

1. Contexto histórico

Campos dos Goytacazes, maior cidade em extensão territorial, localizada ao norte do estado
do Rio de Janeiro, a 279 km da capital, teve sua riqueza no século XIX creditada à expansão da
produção açucareira, inicialmente apoiada nos engenhos a vapor, mais tarde substituídos por usinas. A
pecuária também manteve papel importante na economia da região e o café foi responsável pela
prosperidade dos antigos distritos e hoje municípios, de Cardoso Moreira e Italva. A descoberta do
petróleo e do gás natural na plataforma continental da Bacia de Campos tem propiciado o aumento
241

significativo da receita municipal nos últimos anos, por meio do recebimento de royalties excedentes e
participações especiais.
O núcleo urbano do município apresenta um relevo suave, um clima ameno, uma hidrografia
abundante, com o Rio Paraíba do Sul atravessando todo o Município, além de lagoas, com destaque
para a Lagoa Feia e a Lagoa de Cima.
Ao Norte, o município faz divisa com o estado do Espírito Santo, através do rio Itabapoana; a
Nordeste com o município de São Francisco do Itabapoana; a Leste com o município de São João da
Barra, pelo Canal São Bento; a Sudeste é banhado pelo Oceano Atlântico desde a Barra do Açu até a
foz do rio Furado; ao Sul a Lagoa Feia e o rio Macabu limitam o território campista com o município de
Quissamã; a Sudoeste com Conceição de Macabu e Santa Maria Madalena; a Oeste com o município
de São Fidélis através de componentes estruturais da Serra do Mar, que recebem denominações locais
como Serra Itacolomi, Serra dos Três Picos e Serra do Barracão, formando o grande conjunto de terras
altas do território municipal; a Noroeste com Cardoso Moreira, em boa parte seguindo o Córrego da
Onça, além de Italva e Bom Jesus do Itabapoana, acompanhando o Córrego Santo Eduardo
(mapeamento Geológico-Geotécnico Preliminar, utilizando Geoprocessamento, no Município de
Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. Anuário do Instituto de Geociências – UFRJ, 2008).

2. A região em indicadores – IDEB e IDH


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
sua população além da dimensão econômica. É calculado com base na renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS


GOYTACAZES
- 0,752 – Média IDH

O município de Campos dos Goytacazes está classificado com um IDH de 0,752, sendo
considerado um índice de nível médio pelo programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município de Campos dos Goytacazes no quadro abaixo.
242

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado pelo Inep/MEC busca


representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
Tais índices demonstram que o município de Campos dos Goytacazes vem apresentando um
ensino básico com qualidade aquém do projetado, que, combinado ao IDH, indica que a educação
oferecida pela rede pública de ensino não se mostra suficiente para propiciar o desenvolvimento
adequado da população, não apenas do município, mas também dos municípios vizinhos.
A população do município está estimada em aproximadamente 450 mil habitantes. O município
é referência na área universitária, na região, por abrigar, além da Universidade Estácio de Sá,
instituições como UENF (Univerdidade Estadual do Norte Fluminese), IFF (Instituto Federal FlumineNse
– antigo Cefet-Campos), UFF (Universidade Federal Fluminense), FMC (Faculdade de Medicina de
Campos), UNIVERSO, Universidade Cândido Mendes, ISECENSA (Instituto Superior de Ensino Nossa
Senhora Auxiliadora), Uniflu (Centro Universitário do Norte Fluminense – Fafic, FDC, Foc), Faculdade
Batista Fluminense, ESANNF/FGV (Escola Superior de Administração e Negócios do Norte Fluminense)
recebendo alunos munícipes e também dos municípios circunvizinhos.

3. Inserção regional do Polo EAD

O polo Campos dos Goytacazes, funciona dentro do Campus Campos dos Goytacazes da
Universidade Estácio de Sá. A cidade é um importante polo comercial e financeiro que abrange o
nordeste fluminense e o sul capixaba. No centro da cidade, há um forte e diversificado comércio
popular. Na rua João Pessoa, está a maior concentração de lojas de roupas populares.
243

No bairro da Pelinca, na avenida de mesmo nome, é possível encontrar o segundo centro


comercial e financeiro da cidade, onde estão as lojas mais renomadas e diversos shoppings. Por conter
a maior parte dos bares e restaurantes da cidade, a Pelinca é considerada rica e sempre movimentada,
principalmente à noite, sendo considerada assim um bairro nobre. Na região, também está localizado
o Shopping Avenida 28, o Shopping Pelinca Square Center, a loja Leader e um Loja Americana (as
outras estão no Centro e no Boulevard Shopping).
Em abril de 2011, foi inaugurado o Boulevard Shopping, aquecendo mais ainda a economia na
cidade, trazendo grandes lojas e marcas para o município, além de auxiliar no crescimento do parque
rodoviário, bairro da cidade que tem na Rodovia BR-101 a sua principal via.
Ao largo de suas costas, no oceano Atlântico, há um forte polo de exploração de petróleo e gás
natural pela Petrobrás, na plataforma continental. A cidade é a maior produtora de petróleo do Brasil,
além de concentrar a maior parte da indústria cerâmica fluminense. Das sete usinas de açúcar e álcool
do estado, seis estão em Campos.
Além destas, o município tem a perspectiva de crescimento econômico e populacional em razão
dos investimentos que estão sendo realizados na região. Sobretudo, com as construções dos
complexos portuários do Açu, no município de São João da Barra e de Farol-Barra do Furado.
Em face deste panorama de desenvolvimento na região vê-se a necessidade cada vez maior de
qualificação de mão de obra para atender a demanda das novas vertentes de negócios, o fomento de
novos empreendimentos, incluindo a criação de Zonas Especiais de Negócios e a privatização do
Aeroporto Bartholomeu Lizandro, porto seco alfandegado que está sendo cobiçado por empresas do
setor aéreo, reforçando a importância do polo e da Universidade Estácio de Sá para a região, uma vez
que as instituições públicas não conseguem atender essa iminente demanda de mão de obra.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para
a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade, a partir da utilização da
tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. A modalidade citada ultrapassa as barreiras
de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de
formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região.
O polo Campos dos Goytacazes, a partir de uma interação social atende aos debates da
produção e difusão do conhecimento, bem como, busca caminhos para uma transformação social e
enfrentamentos dos problemas. As atividades de Extensão têm, acima de tudo, o poder de contribuir
para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. A responsabilidade social
244

representa, hoje, um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma
nova consciência global.

POLO: 435 - RIO DE JANEIRO (Dorival Caymmi)


Endereço: Rua Raul Pompéia, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico

A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do
Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. O Polo EAD está localizado na
zona sul da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do
País.
Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 em
2007. O setor de serviços abarca a maior parcela do PIB(65,52%), seguido pela arrecadação de
impostos (23,38%), pela atividade industrial (11,06) e pelo agronegócio (0,04).
Com uma população de 6 355 949 habitantes, o Rio sempre recebeu de braços abertos seus
turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há
muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa
do Brasil, após São Paulo. Ocupando uma área de 43 696,054 km2, a cidade do Rio de Janeiro se
destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em
práticas culturais que são comemoradas O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo
arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e
muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD


245

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


- 0,842 – Médio IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição
no critério do IDH estadual.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).

No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica


(IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
29/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

RIO DE
4.3 4.6 5.1 5.4 3.9 4.3 5.1 5.3 5.6 5.9 6.1 6.4
JANEIRO

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
246

*** Sem média na Prova Brasil 2011.


Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

O Rio de Janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de
Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o
Oceano Atlântico (leste e sul). Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses
(do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da cidade do Rio.

3. Inserção regional do Polo EAD


O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
O Estado do Rio de Janeiro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário
nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do
tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de
formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Nesse contexto de crescimento, a
massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa
carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por
profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 2768 - Duque de Caxias

Endereço: Rua Major Correa de Melo, 86, Jd. 25 de Agosto, Duque de Caxias – RJ
247

1. Contexto histórico
Duque de Caxias é um município brasileiro integrante da Região Metropolitana do Rio de
Janeiro, com uma área total de 468,3 Km2, correspondente a 8,2% da área da Região.
Situado na Baixada Fluminense, possui uma população estimada em 855 046 habitantes
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010), que representa 7,2% do contingente da Região.
A cidade deve seu nome ao patrono do exército brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de
Caxias.
Os principais segmentos industriais são: químico, petroquímico, metarlúgico, gás, plástico,
mobiliário, têxtil e vestuário. Empresas de vários segmentos têm se instalado em Duque de Caxias, tais
como o jornal O Globo , Supermercado Carrefour, aproveitando a privilegiada posição do município,
próximo de algumas das principais rodovias brasileiras: Linha Vermelha, Linha Amarela, Rodovia
Presidente Dutra, BR-040 e Avenida Brasil, além da proximidade do Aeroporto Tom Jobim e a distância
de apenas dezessete quilômetros do Centro da cidade do Rio de Janeiro.
O maior parque industrial do estado do Rio de Janeiro fica no município, possuindo empresas
como Texaco, Shell, Esso, Petróleo Ipiranga, White Martins, IBF, Transportes Carvalhão, Sadia S. A.,
Ciferal, entre outras. O segmento está mais concentrado nos setores de química e petroquímica,
estimulados pela presença da Refinaria de Duque de Caxias, a segunda maior do país.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS


- 0,753 – Médio IDH

O município de Duque de Caxias está classificado com um índice de médio desenvolvimento


humano, ocupando a posição 52 no critério do IDH estadual.
.....
248

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município de Duque
de Caxias - Rio de Janeiro.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

DUQUE
DE 3.3 3.6 3.7 4.2 3.4 3.7 4.1 4.4 4.7 5.0 5.3 5.6
CAXIAS

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

O município de Duque de Caxias limita-se ao norte com Petrópolis e Miguel Pereira; ao leste,
com a Baía da Guanabara e Magé; ao sul, com a cidade do Rio de Janeiro e, a oeste, com São João de
Meriti, Belford Roxo e Nova Iguaçu. Possui 102 escolas estaduais, 02 (duas) escolas federais e 128
escolas particulares.
249

3. Inserção regional do Polo EAD

O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa


direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
A Educação a Distância - EAD - representa uma oportunidade para muitos excluídos dos
processos tradicionais de ensino das Universidades brasileiras e um desafio para educadores e
gestores.
Sendo assim, a Universidade Estácio de Sá expandiu seu serviço oferecendo a modalidade EAD
para o município de Duque de Caxias contribuindo assim para a democratização de acesso à formação
superior e consequentemente ao conhecimento, à prática, à qualificação para o mercado de trabalho,
bem como para o desenvolvimento local, levando em conta o perfil, as peculiaridades, as
potencialidades e a cultura da região.
O Ensino à distância está sendo ofertado neste Polo para atender às demandas do setor
produtivo local bem como as das regiões circunvizinhas. Considerou-se, ainda, a necessidade de
garantir aos cidadãos desta região o direito à aquisição de competências profissionais que os tornem
aptos para a inserção em setores profissionais nos quais haja utilização de tecnologias.
O Polo EAD Duque de Caxias espera contribuir para a disseminação da Educação a Distância de
qualidade, que rompa as barreiras geográficas, temporais e tecnológicas que separam professores e
alunos e que leve o Brasil a se orgulhar mais de sua Educação.

Polo: 35030 - Fortaleza


Endereço: Rua Vicente Linhares, Aldeota, Fortaleza - CE

1. Contexto histórico

Fortaleza foi fundada no dia 13 de Abril de 1726 onde foi elevada de povoado para a condição
de vila, historiadores afirmam que a mesma é bem anterior ao século XVII.
A localização de Fortaleza fica no estado brasileiro do Ceará, numa área privilegiada no Nordeste
do Brasil, um pouco abaixo da linha do Equador, na América do Sul o que garante um clima cálido o
ano todo. É a capital brasileira mais próxima da Europa, estando a 5.608 km de Lisboa, em Portugal. É
também uma das 12 sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014.
250

O Ceará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Nordeste e tem por
limites o Oceano Atlantico ao norte e nordeste,Rio Grande do Norte e Paraíba a leste,Pernambuco a
sul ePiauí a oeste. Sua área total é de 146.348,30 km², ou 9,37% da área do Nordeste e 1,7% da
superfície do Brasil. A população do estado estimada para o ano de 2008 foi de 8.450.527 habitantes,
conferindo ao território a oitava colocação entre as unidades federativas mais populosas.
Entre 2002 e 2009, segundo o estudo, houve uma “ligeira desconcentração” da riqueza em
direção ao interior do Ceará. De acordo com o professor Flávio Ataliba, isso por ser constatado pela
queda da participação da economia de Fortaleza no total do Estado, quando sua participação no PIB
estadual, a preços de mercado, passou de 49,66 por cento em 2002, para 48,38 por cento, em 2009.
Em valores, a economia de Fortaleza gerou um PIB de R$ 31,8 bilhões e um PIB per capita de R$
12.688. Em 2009, Fortaleza ocupava a nona colocação dentre as 27 capitais brasileiras e a décima
posição em relação ao Brasil.
A Região Metropolitana de Fortaleza, com cerca de 3,8 milhões de habitantes, é a sexta em
população, sendo a Capital do estado a 5ª maior cidade do País. Considerada o segundo maior destino
turístico do País e o quarto maior polo de confecções nacional, Fortaleza tem se notabilizado pela
dinâmica do setor varejista.
As principais atrações turísticas são o parque temático Beach Park, em Aquiraz, na Região
Metropolitana, que recebe uma média de 500 mil visitantes por ano, o Centro Dragão do Mar de Arte e
Cultura, a Av Beira Mar com sua feira de artesanato, a Praia de Iracema, com a Ponte dos Ingleses e o
famoso Pirata Bar e a Praia do Futuro com suas "barracas" de praia.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
O índice de desenvolvimento humano – IDH do município de Fortaleza é de 0.884 –que é
considerado como alto pelo IDH.
(Fonte: PNDU – Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento:
http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000.aspx?indiceAccordion=1&li=li_Ra
nking2003 )

Segundo O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e
busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo
251

(progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). A cidade de Fortaleza
teve o IDEB 4,2 que refletiu em apenas 0,3 pontos acima da meta que era 4,1 em 2011, teve o
crescimento em 8% de acordo com o portal do IDEB.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

FORTALEZA 3.3 3.5 3.9 4.2 3.3 3.7 4.1 4.4 4.7 5.0 5.2 5.5

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

3. Inserção regional do Polo EAD

Fortaleza apresenta-se hoje como um dos mais importantes polos têxteis e de confecção do
Brasil, bem como um destacado polo turístico nacional. Vale salientar, porém, que a capital cearense
não se firmou como uma cidade tipicamente industrial, imperando a inclinação de “cidade
terciarizada”, ou seja, do setor terciário da economia (comércio, serviços, transportes), o que é uma
tendência apresentada mundialmente pelas economias metropolitanas, onde o crescimento mais
notável acontece nos serviços de comércio ambulante, hospedagem e alimentação, de incorporação
de imóveis.
As indústrias de maior porte que antes se concentravam em Fortaleza instalam-se/transferem-
se para municípios da Região Metropolitana, a exemplo do Distrito Industrial de Maracanaú e, mais
recentemente para outros centros como Horizonte, Caucaia, Pacatuba, Pacajus.
Em 2009, Fortaleza foi escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol a se
realizar no Brasil em 2014, o que vai ensejar novas obras e intervenções urbanas na cidade. A cidade
continua expandindo-se neste começo de século, seja pela ação pública, por interesses privados
(muitos deles, especuladores imobiliários) ou por iniciativa da própria população. Continua atraindo
multidões de pessoas do interior cearense e até de outros estados. Sua economia cada vez mais se
252

dinamiza, apesar da alarmante concentração de renda.. Fortaleza continua sendo uma cidade múltipla
neste século, sendo atualmente a quinta cidade mais populosa do País.
Como as grandes metrópoles do mundo, a cidade de Fortaleza precisa olhar para seu passado e
planejar o futuro. Para isso, é preciso a participação efetiva dos poderes públicos municipal, estadual e
federal e, principalmente, do povo da cidade. Faz-se necessário o engajamento de todos para que a
Fortaleza ordenada e pacata de outrora sirva de inspiração para a construção de uma cidade moderna,
organizada e desenvolvida, que possa verdadeiramente acolher, integrar e proteger seu povo.

http://www.arturbruno.com.br/images/conteudo/file/cartilhaHFortaleza.pdf
Segundo a Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Ensino à Distância (Abed) pelo
Ministério da Educação (MEC) mostra crescimento de 60% da demanda em cursos de especialização a
distância, de2008 a 2010.
O mercado cearense está absorvendo cada vez mais profissionais com formação à distância, de
acordocom o governo do Estado até o final de 2012 o Cinturão Digital estará concluído, que Internet
banda larga a 82% da população do Estado até o fim deste ano, a expectativa é de que as formações
sejam ampliadas.
De acordo com o MEC, o Ceará tem seis instituições e 120 polos que oferecem cursos de
graduação e pós-graduação à distância, sendo em Fortaleza 27 polos.
O atual momento de pós-crise que vive a economia mundial trouxe ingredientes de um novo
cenário, com grandes mudanças não apenas no front econômico, financeiro mas também no
comportamento social, cultural, político e tecnológico refletindo no aumento da credibilidade das
empresas e da economia brasileira.
Essa credibilidade reacende a idéia de que o Brasil é um país com grande potencial de liderança,
valorizando a nossa marca: a marca de um país que sofreu pouco com a crise e que sai dela mais
rápido que os demais países envolvidos.
Do ponto de vista do mercado interno, as barreiras regionais de entrada estão cada vez
menores, aumentando rapidamente a concorrência entre empresas de qualidade em escalas nacionais
e empresas locais, que antes adotavam estratégias competitivas baseada na segmentação geográfica.
Ou seja, há bem poucos anos era possível sobreviver carregando os custos da incompetência, já que os
mercados locais eram protegidos pelos custos de transporte e logística ineficiente.
Um dos motivos da queda dessa barreira de mercado foi sem dúvida o advento da internet, assim
como o acesso a computadores por parte das camadas de mais baixa renda. Enquanto o mercado virtual
cresce a uma taxa de 40% ao ano, as classes respondem por 13% de todas as compras pela net. Esse
resultado surpreende.
253

Dentro desta configuração, os mercados locais se integram ao grande mercado nacional, onde os
consumidores de mais baixa renda começam a sofisticar suas preferências de consumo, a internet leva
informações a todos e a logística permite que as transações se tornem reais, eficientes e confiáveis.
O Estado do Ceará, por sua vez tem uma economia bastante diversificado, com o setor industrial
representando cerca de 28% da estrutura econômica, demonstrando a complexidade de suas empresas.
O Polo de Fortaleza, da Universidade Estácio de Sá – UNESA oferece cursos de graduação e superior
de tecnologia acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação do ser humano. O
projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos, críticos, vivenciais e
inovadores, possa ser compartilhada de forma ética, resultando em melhoria na qualidade de vida de
toda a sociedade e de cada um individualmente, enquanto cidadão desejando contribuir para a
construção de uma sociedade democrática e igualitária.

POLO: 35065 - GOIÂNIA


Endereço: Rua 67 - A, nº 216, Quadra 140 - Setor Norte Ferroviário, Goiânia - GO

1. Contexto histórico

A pedra fundamental da cidade de Goiânia foi lançada em 24 de outubro de 1933 por Pedro
Ludovico Teixeira, como homenagem aos 3 anos do início da Revolução de 1930, quem num vibrante
discurso, enfatizou: "Prevejo que, dentro de cinco anos, grande porção desta área destinada à futura
cidade estará coberta de luxuosas e alegres vivendas”.
Goiânia é uma cidade moderna, localizada bem no centro do país, próxima à capital federal e a
menos de 1000 km de São Paulo. Está ligada aos principais centros do país por uma moderna malha
rodoviária e por todas as companhias de transporte aéreo. Sua economia está voltada para as
atividades comerciais e industriais, destacando-se no setor de serviços. Segundo o IBGE, o município
de Goiânia tem uma população de 1.090.737 habitantes, sendo que 99% é urbana.
Anápolis é a principal cidade industrial e centro logístico do Centro-Oeste brasileiro. Possui
diversificada indústria farmacêutica, forte presença de empresas de logística e atacadistas.
Todo o ano a revista Exame publica um ranking das melhores empresas para se trabalhar. É uma
lista que coloca no topo as empresas que realmente valorizem seus funcionários. Diversos aspectos
são avaliados na criação desta lista, entre elas as políticas de recursos humanos da empresa, a
capacitação de seus funcionários, salários, benefícios, ambiente de trabalho, entre outros aspectos
que realmente são importantes e que pode fazer a diferença entre se gostar de trabalhar naquela
empresa ou viver frustrado no trabalho. Em Goiás algumas Empresas foram destaques como Melhores
Empresas Para se Trabalhar em 2011, dentre elas: SAMA-Mineração, Grupo Saga Veículos, Serasa-Go,
254

Unimed-Go,Grupo Votorantim, Cargill,dentre outras. Estar entre as melhores empresas para se


trabalhar é uma prática que muitas empresas tem buscado, pois, além da visibilidade no mercado, é
um mecanismo de captação e retenção de talentos e exige a presença de um profissional com
formação específica em Gestão de Recursos Humanos, pois a empresa deve dispor de políticas de
Gestão de Pessoas que equilibrem e sintonizem os indivíduos e a organização.Portanto, fica evidente a
atuação deste na área de recursos humanos.
De acordo com reportagem divulgada em Jornal local do dia 04/06/2012 intitulada como
“Conheça as Dez Profissões em Alta”, Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria
Brasileira-2020, a pesquisa ouviu 402 empresas brasileiras-que juntas empregam 2,2milhões de
pessoas - quais setores demandarão mais profissionais nos próximos anos, engenharia, serviços e
comércio. Dentre as dez profissões que devem permanecer aquecidas para os próximos anos está o
Gerente de Recursos Humanos.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA - 0,832 – Médio


IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

O município de Goiânia está classificado com um IDH de 0,832, ocupando a 18ª posição no
critério do IDH Brasil, defendendo um crescimento de 7,7%, o que refere a uma medida comparativa
de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade dentre outros fatores, sendo um
índice que mede o bem-estar de uma população.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município de Goiânia no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município de Goiânia.
Goiás.
255

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
27/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

Goiás, um dos 26 estados brasileiros, está situado na região Centro-Oeste do País ocupando
uma área de 340.086 km². Sétimo estado em extensão territorial, Goiás tem posição geográfica
privilegiada. Limita-se ao norte com o Estado do Tocantins, ao sul com Minas Gerais e Mato Grosso do
Sul, a leste com a Bahia e Minas Gerais e a oeste com Mato Grosso. Goiás possui 246 municípios e uma
população de 6.080.588 habitantes.
Goiânia, sua capital, é o núcleo polarizador da Região Metropolitana, aglomerado de 20
municípios que abriga 2,206 milhões de habitantes, sendo que a cidade de Goiânia conta com
1.318.148 desses habitantes segundo estimativa do IBGE 2011. Apesar de sediar grandes indústrias, é
o setor de serviços o pilar de sua economia.
De acordo com Ideb 2011 entre as onze melhores escolas públicas de Goiás, três ficam em
Goiânia. Porém a capital não está no topo do ranking, sendo representada pela escola que aparece em
quarto lugar.

3. Inserção regional do Polo EaD


A Universidade Estácio de Sá concebe educação à distância como uma modalidade de ensino
capaz de oferecer o acesso e a permanência de estudantes no Ensino Superior, rompendo barreiras
geográficas de tempo e espaço.
O presente Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos
Humanos, na modalidade a distância, é fruto do resultado de uma construção coletiva dos
representantes do Núcleo Docente Estruturante - NDE com o conjunto do Corpo Docente. Nesse
256

sentido, reflete o pensamento educacional contemporâneo em um processo de tomada de consciência


da importância da educação a distância como estratégia de democratização do saber em nosso país.
O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino à distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformador, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
Dessa forma, a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.
São cerca de 4 mil indústrias instaladas na capital goiana, com destaque para a indústria de
confecção, calçados e alimentos. Grandes corporações do setor alimentício têm sede em Goiânia,
exportando sua produção para países de todo o mundo. A estrutura privilegiada da cidade permite a
implantação de mini polos industriais, nos mais diversificados segmentos. Exemplo disso são as 30 mil
micro e pequenas empresas, abastecendo o mercado interno e externo. A indústria química,
atualmente uma das mais prósperas do Estado, tem sua distribuição concentrada em Goiânia.
Centro comercial dos mais dinâmicos do país, Goiânia conta hoje com 450 mil consumidores de
grande poder aquisitivo. Ideal para quem deseja investir; seja no comércio, seja na prestação de
serviços. Um mercado em expansão permanente com 70 mil empresas já estabelecidas, destacando-se
também na atividade autônoma. Goiânia tem grande oferta de empregos. O índice de desemprego é
um dos menores entre as capitais. Seu custo de vida não é alto. Grandes shopping centers e dezenas
de galerias abrigam milhares de lojas e as mais renomadas marcas de âmbito nacional e internacional.
Em Goiás, a base sólida para o amplo desenvolvimento está sendo construída através da
educação. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisa, no censo escolar em
1998, o estado está entre os cinco melhores do Brasil na área educação.
Ao mencionar pois, a educação como um dos esteios da construção da cidadania, sobretudo
com a aclamação, quase que unânime dos especialistas, de que estamos no século do conhecimento,
temos que lutar para que haja a socialização do conhecimento e não o contrário. A tendência em vigor
neste início de século XXI é a repetição do que temos assistido até então. É a formação de ilhas de
257

excelência em detrimento de uma maioria analfabeta, de escolarização precária, ou mesmo de


educação meramente técnica voltada apenas a atender o mercado de trabalho. Nesse sentido, é
extraordinária a idéia das cidades educadoras, na medida em que a cidade dispõe de inúmeras
possibilidades de, no plano local, inverter a lógica do afunilamento, possibilitando um maior acesso à
educação de forma qualificada e para todos, ou pelo menos para os que estejam sob a sua
responsabilidade legal.
Desse modo, a cidade será educadora quando reconhecer, exercer e desenvolver, para além das
suas funções tradicionais – econômica, social, política e de prestação de serviços – uma função
educadora. Significa assumir o objetivo de formar e promover o desenvolvimento de todos os seus
habitantes a começar pelas crianças e pelos jovens.
Portanto, é objetivo das cidades educadoras investir em Educação, de modo a que cada
indivíduo seja capaz de “expressar, afirmar e desenvolver o seu potencial humano, com a sua
singularidade”, ao mesmo tempo que se fomenta a sua pertença a uma comunidade e “se
potencializam as capacidades de diálogo, confronto e solidariedade”. Cidade e Educação, vistas sob
este enfoque, contribuem para a consolidação de um novo paradigma de desenvolvimento no século
XXI.
Mediante o contexto citado justifica-se a oferta dos cursos na modalidade EAD formando
profissionais , para atender às demandas do setor produtivo da sociedade.

POLO: 434 - RIO DE JANEIRO (Ilha do Governador)


Endereço: Estrada do Galeão, Jardim Carioca, Rio de Janeiro – RJ

1. Contexto histórico
A Ilha do Governador foi descoberta em 1502 por navegadores portugueses. Na época, era
habitada pelos índios Temiminós que a chamavam de "Ilha de Paranapuã", termo que significa "colina
do mar", pela junção de paranã, "mar" e apuã, "colina", sendo também chamada de "Ilha dos
Maracajás" (espécie de grandes felinos, então abundantes na região.). O nome "Ilha do Governador"
surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567, quando o governador-geral do então Estado do
Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de
Sá (o Velho - Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais
da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-a em uma
fazenda onde se plantava cana-de-açúcar, com um engenho para produção de açúcar, exportado para
a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.
258

Em 23 de julho de 1981, através do Decreto Número 3.157, do então prefeito Júlio Coutinho, no
tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e
transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais. Contendo uma superfície de 36,12 km²,
compreende catorze bairros da cidade do Rio de Janeiro, são eles: Bancários, Cacuia, Cocotá,
Freguesia, Galeão, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Moneró, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da
Bandeira, Ribeira, Tauá e Zumbi, com uma população total de aproximadamente 210 mil habitantes.
Tradicionalmente residencial, atualmente apresenta características mistas, compreendendo ainda
indústrias, comércio e serviços. Os moradores da ilha costumam enaltecê-la, tendo o termo "insulano"
um significado especial para quem é dessa região da cidade.
Localizado na Ilha do Governador, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio
Carlos Jobim considerado o maior aeroporto da cidade do Rio de Janeiro, o maior sítio aeroportuário
do Brasil. O bairro tem como características a grande importância econômica e cultural. A Ilha do
Governador conta com a Biblioteca Regional localizada no Cocotá e a Casa de Cultura Elbe de Holanda
no Jardim Guanabara. O estaleiro Transnave instalou-se na Ribeira e, posteriormente, o Eisa (ex-
Emaq). Destaca-se, ainda, a presença de dois complexos industriais transnacionais produzindo aditivos
e óleos lubrificantes: a Shell e a Exxon. O bairro possui um shopping, o Ilha Plaza Shopping, que foi
inaugurado em 28 abril 1992, representando um marco do desenvolvimento do varejo da Ilha do
Governador. Localizado numa região estratégica do bairro, o Ilha Plaza foi o grande responsável pela
mudança dos hábitos de lazer e consumo da região.

2. A Região em Indicadores – IDEB e IDH


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
A Ilha do Governador é uma das regiões que mais vem crescendo no Rio de Janeiro. Segundo
trabalho realizado pela Prefeitura (através do Instituto Pereira Passos - antigo IPLAN) e baseado em
dados de censo demográfico do IBGE, o Jardim Guanabara possui o 3º melhor IDH do município, 0,963,
atrás apenas dos bairros Gávea e Leblon.

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – ILHA DO GOVERNADOR: 0,861


259

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).

4ª série / 5ºano

8ªsérie / 9ºano
260

A região da Ilha do Governador está inserida no município do Rio de Janeiro, cujo IDEB para 4ª
série é de 5,4, acima da meta de 5,1 e o referente à 8ª série é de 4,2, acima da meta de 4,1. Ambos
apresentam crescimento sobre a avaliação anterior.

3. Inserção Regional do Polo EAD


A Ilha do Governador conta com 77 unidades escolares de ensinos fundamental e médio, com
taxa de alfabetização da população de 10 anos ou mais (2010) de 97,30%.
Em relação à educação superior, a região conta com a Faculdade Lemos Cunha com a oferta dos
cursos de Administração, Direito e Pedagogia, apenas na modalidade presencial e a Universidade
Estácio de Sá com a oferta de 11 cursos presenciais, sendo Graduação e Graduação Tecnológica:
Administração, Direito, Educação Física, Enfermagem, Letras, Pedagogia, Psicologia, Sistemas de
Informação, Petróleo e Gás e Gestão de Recursos Humanos e sendo Polo de 17 cursos de Educação a
Distância (EAD), Graduação: Administração, História, Letras, Matemática, Ciências Contábeis,
Pedagogia e Sistemas de Informação / Graduação Tecnológica: Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão Financeira, Gestão da Tecnologia da
Informação, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública, Logistica, Marketing e Processos
Gerenciais.
A Universidade Estácio de Sá, foi inaugurada na Ilha do Governador em janeiro de 2004,
ofertando apenas os cursos de Direito e Administração, na modalidade presencial. Em 2009 passou a
ser Polo de Educação a Distância pela UNESA com infraestrutura moderna e completa, especialmente
para os cursos da área de ciências humanas e saúde. Em consonância às demandas emergentes do
atual estágio de crescimento e desenvolvimento do município do Rio de Janeiro, e, sobretudo, no que
se refere especificamente à população da Ilha do Governador e do seu entorno, a UNESA – Polo Ilha do
Governador vem constantemente aprimorando a oferta dos seus cursos de nível superior à distância,
através de ações que retratam as necessidades emergentes de seus alunos, em um dialogo constante
com as diretrizes legais para esta modalidade de ensino e também em resposta ao seu papel
educacional não só na formação profissional de seus alunos, mas também na formação de sujeitos
críticos, reflexivos e, portanto, conscientes de sua atuação na sociedade.

POLO: 436 - RIO DE JANEIRO (JACAREPAGUÁ)


Endereço: Estrada do Capenha, Freguesia – Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico.
Jacarepaguá é um bairro de classe média da Zona Oeste do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se
na Baixada de Jacarepaguá, entre o Maciço da Tijuca e a Serra da Pedra Branca. Deriva-se de três
261

palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré), UPÁ (lagoa) e GUÁ (baixa) - A “Baixa lagoa dos
jacarés”. Na época da colonização, as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés, daí o
nome.
Antes da chegada dos europeus, a imensa região não tinha dono, embora existisse uma rica
diversidade de seres vivos. A História de Jacarepaguá começou em 1567, dois anos após a fundação da
cidade do Rio de Janeiro, quando Salvador Correia de Sá assumiu o cargo de primeiro governador da
nova cidade.
Nas primeiras décadas do século XVII, surgiram edificações na atual Freguesia que perduram até
hoje: a Sede do Engenho D’Água e a Igreja de Nossa Senhora da Pena, no alto da Pedra do Galo. Na
época, essa região de Jacarepaguá, já possuía razoável povoamento, em virtude dos diversos
arrendamentos feitos pelos Correia de Sá.
A população da região em 1797 era de 1.905 habitantes, sendo 437 homens, 562 mulheres e
906 escravos. O censo do IBGE de 2010 mostra que a Região Administrativa de Jacarepaguá é a mais
populosa do município, com 572.030 habitantes. Experimentou um crescimento de 150,64%, o maior
de toda a cidade, com um salto de 786 habitantes para 1.970 pessoas. A Região Administrativa
Jacarepaguá possui uma extensão territorial de 126,6 km², correspondente a 10,70% da área da
Cidade do Rio de Janeiro. Verifica-se uma concentração de 4.274,3 habitantes por km², nessa região.

2. A região em indicadores – IDEB e IDH.


Índice de Desenvolvimento Humano - IDH da Região Administrativa Jacarepaguá.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ


0,84 –ALTO IDH

Instituto Pereira Passos – IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA


A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano,
ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH.
Em educação, é importante observar que a taxa média de alfabetização na Região
Administrativa (95,4%) é mais baixa que a taxa da Cidade do Rio de Janeiro (95,6%), o que não
acontece com a média de anos de estudo que se apresenta igual (6,8 anos) à média da Cidade (6,8
anos).

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano


262

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

RIO DE
4.3 4.6 5.1 5.4 4.3 4.7 5.1 5.3 5.6 5.9 6.1 6.4
JANEIRO

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metaO Ciep Pablo Neruda, na
Taquara, teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB, pulando de 6,7 para 8,3 este ano,
alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil. Já a Escola Roberto Burle Marx, em
Curicica, é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais.Economia da Região Administrativa
Jacarepaguá.
Jacarepaguá, em seu entorno, apresenta os bairros: Anil, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia,
Gardênia Azul, Pechincha, Praça Seca, Tanque, Taquara e Vila Valqueire. Na região, estão presentes as
Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá – oferece EAD; FIJ (Faculdades Integradas
de Jacarepaguá); Signorelli – oferece EAD; UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade
Gama Filho).

3. Inserção regional do Polo EAD.


De acordo com a legislação educacional brasileira, "educação a distância é uma forma de ensino
que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente
organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou
combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação."(definição que consta no Decreto n.º
2.494, de 10 de fevereiro de 1998, que regulamenta o art. 80 da LDB lei n.º 9.394/96.).
O polo Jacarepaguá da Universidade Estácio de Sá está situado na Freguesia, área nobre de
Jacarepaguá. Circundado por jardins, dispõe de praça de alimentação, quadra esportiva e
estacionamento. O campus é de fácil acesso, interligando-o diretamente às demais localidades do Rio
de Janeiro.
263

Oferece diversos cursos de Graduação e Superior de Tecnológica na modalidade EAD.


Com o aumento da população do bairro, o Polo Jacarepaguá está investindo na infraestrutura do
espaço EAD, com salas de tutoria, coordenação, laboratórios de informática, etc.
A educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e
socialização do conhecimento nos vários ramos da sociedade. Atua no compromisso de capacitar
indivíduos para que cheguem ao resultado final: o mercado de trabalho.

POLO: 35029 - JUAZEIRO DO NORTE


Endereço: Av. Tenente Raimundo Rocha - s/n – Planalto, Juazeiro do Norte - CE

1. Contexto Histórico
Juazeiro do Norte, fundada em 1911, localiza-se no sul do Estado do Ceará, mais precisamente
no Vale do Cariri, região que é considerada um oásis no seco sertão nordestino. Seu desenvolvimento
deu-se por ter se tornado alvo de um movimento sempre crescente de romeiros provenientes de
todas as partes do Brasil por causa da devoção ao Padre Cícero Romão Baptista. A cidade constituiu-se
sobre a riqueza social, cultural e econômica trazida por esses peregrinos. O comércio, a indústria e os
serviços desenvolveram-se para atender a demanda desses “clientes/romeiros” que, hoje, são quase 3
milhões de pessoas ao ano. Muitos deles fixaram residência em Juazeiro do Norte, estabelecendo-se
na terra considerada sagrada. É chamada de “Capital da Fé” do nordeste ou a “Meca do Sertão”.
O Estado do Ceará conta com 184 municípios e uma população de 8.452.381 habitantes,
segundo os dados de 2010 do IBGE. Juazeiro do Norte dista 514 km da capital do Estado, Fortaleza, e
sua área geográfica é de 248.558km² com uma densidade populacional de 95,3%. O número de
habitantes, de acordo com o censo de 2010 é de 244.701.58 Faz parte da recém criada Região
Metropolitana do Cariri e seu PIB é de 1.165.06659, o terceiro maior do Estado do Ceará.
Destaca-se nesta região a Floresta Nacional do Araripe, primeira floresta nacional criada em
território brasileiro, e o Geopark Araripe, principal jazida de fósseis cretáceos do Brasil que contém a
maior concentração de vestígios de pterossauros do mundo. É o único geoparque das Américas e tem
como objetivo conservar as riquezas da Chapada do Araripe.

2. A região em indicadores – IDH e IDD


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH-M do município de Juazeiro do Norte é de 0,697
em dados de 2000. Como se pode notar pelo quadro abaixo, o crescimento entre 1991 e 2000 foi

58
IBGE, publicado no Diário Oficial da União em 4 de novembro de 2010. Página visitada em 24 de
agosto de 2012.
59
IBGE, Produto interno Bruto dos Municípios 2003-1007. Página visitada em 24 de agosto de 2012.
264

expressivo e certamente, pelo desenvolvimento acontecido na última década, a diferença será ainda
mais expressiva já que, a olhos nus, percebe-se a pujança na região, em todos os sentidos.
IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM-
IDHM, IDHM,
Município Renda, Renda, Longevidade, Longevidade, Educação, Educação,
1991 2000
1991 2000 1991 2000 1991 2000
Juazeiro do
Norte 0.596 0.697 0.562 0.606 0.613 0.713 0.612 0.773

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

JUAZEIRO
DO 3.3 3.7 3.9 4.2 3.4 3.7 4.1 4.4 4.7 5.0 5.3 5.6
NORTE

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.


O setor de educação superior experimentou um “boom” de crescimento nos últimos 10 anos,
passando de apenas dois cursos universitários (dos quais o primeiro foi a Faculdade de Medicina
Estacio de Juazeiro do Norte) para mais de ciquenta em diversas instituições de ensino superior, o que
também provocou um “boom” no âmbito industrial, comércial, da construção civil e da saúde,
transformando o contexto sócio-econômico, cultural e político da Região.
Hoje a região do Cariri conta com uma diversidade de cursos superiores, faculdades e
universidades tanto na rede pública quanto na rede privada de ensino, conforme tabela abaixo.
265

Instituição Cursos Categoria


1. Faculdade de Medicina, Farmácia, Fisioterapia (presenciais) e Privada
Medicina Estacio de Administração, Ciências Contábeis, História, Letras, Pedagogia, (3 cursos
Juazeiro do Norte – Matemática, Serviço Social, Sistemas de Informação, presenciais e
FMJ Enfermagem (EaD – graduação tradicional) Análise e 23 EaD)
Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Comercial, Gestão
Hospitalar, Gestão Recursos Humanos, Logística, Processos
Gerenciais, Gestão Ambiental, Gestão Financeira, Gestão
Pública, Gestão Tecn. Informação, Gestão de Negócios
Imobiliários, Marketing, Gestão de Turismo, Comércio Exterior
(EaD – Graduação Tecnológica)
2. Universidade Medicina, Administração, Agronomia, Biblioteconomia, Pública
Federal do Ceará – Engenharia Civil, Filosofia, Educação Musical, Comunicação (10 cursos)
UFC Social / Jornalismo, Engenharia de Materiais, Design de
Produtos.
3. Universidade Enfermagem, Educação Física, Ciências Biológicas. Engenharia Pública
Regional do Cariri – de Produção Mecânica, Superior de Tecnologia da Construção (15 cursos)
URCA Civil, Habilitação: Edifícios, Habilitação: Topografia e Estradas,
Matemática, Física. Ciências Econômicas, Direito. Ciências
Sociais, Geografia, História, Letras. Artes Visuais, Teatro.
4. Fac. de Ciências Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Privada
Aplicadas Dr. Leão Biomedicina, Ciências Contábeis, Educação Física, (12 cursos)
Sampaio – FLS Enfermagem, Fisioterapia, Gestão de Recursos Humanos,
Psicologia, Serviço Social, Odontologia, Direito.
5. Fac. de Juazeiro do Ciências Contábeis, Enfermagem, Sistema de Informação, Privada
Norte - FJN Farmácia, Nutrição (5 cursos)
6. Fac. de Tecnologia Alimentos, Eletromecânica, Irrigação e Drenagem, Pública
– CENTEC Manutenção Industrial, Saneamento Ambiental (5 cursos)
7. Fac. Paraiso do Administração, Direito, Sistema de Informação. Privada
Ceará – FAP (3 cursos)
8. Instituto Federal Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Educação Física, Pública
de Educação, Tecnologia em Produção Civil, Tecnologia em Const. de (4 cursos)
Ciência e Edificações.
Tecnologia do
266

Ceará – IFETE-CE
9. Faculdade Católica Filosofia Privada
do Cariri - FCC
FONTE: http://emec.mec.gov.br

3. Inserção regional do Polo Ead


Apesar da grande quantidade de cursos universitários, a realidade de uma grande parcela da
população no interior do nordeste é de, além de uma escolaridade baixa, de uma formação
educacional básica que deixa – ainda – muito a desejar. Apesar disso, o desejo de acompanhar o
crescimento educacional de forma geral é visível, mas a luta para subsistir no dia a dia também é
grande. Com isso a impossibilidade de deixar o trabalho para estudar, ou dispor de grande parte da
renda mensal para pagar escolas caras particulares a fim de realizar o desejo de cursar a universidade,
nesta região, acabam ficando em segundo plano. Os cursos, na modalidade EaD, em Juazeiro do Norte,
promovem para toda a Região do Cariri a realização do sonho de muitos: cursar uma universidade sem
deixar o trabalho e sem ter que dispor de uma soma avultada do salário para fazê-lo. Esta Instituição,
especialmente com seus cursos EAD,tem assim, prestado um relevante serviço na construção de uma
sociedade onde a cultura deixa de ser baseada apenas na sabedoria popular e passa a se constituir –
também, sem eliminar aquela – como uma aquisição de saber que permite aos cidadãos participar da
cultura globalizada do século XXI.

POLO: 35060 - JUIZ DE FORA


Endereço: Av. Presidente João Goulart, 600 - Cruzeiro do Sul, Juiz de Fora - MG

1. Contexto histórico
Juiz de Fora, cidade surgida no século XIX, teve seu desenvolvimento industrial pautado pela
modernização que trouxe para a cidade a luz elétrica e fábricas. Seus teatros, cinemas e intensa
atividade literária refletiam a vontade de criar uma nova imagem para cidade. Os estudos até agora
realizados sobre a vida cultural de Juiz de Fora revelam a existência de várias fases ao longo dos dois
últimos séculos. Inicialmente, percebe-se uma cidade mais aberta. A distância dos centros barrocos,
somada à prosperidade econômica, atraiu interesses mais variados. Aqui residiam católicos,
protestantes, espíritas, maçons, liberais, republicanos, monarquistas. Embora houvesse conflitos entre
eles, a cidade se mostrava receptiva ao debate de ideias.
Durante todo o século XX, Juiz de Fora é presença nos grandes momentos históricos do País.
Após viver um período de relativa decadência industrial, na década de 1940, volta a se destacar na
segunda metade do século pelo crescimento dos setores comercial, de prestação de serviços e um
267

novo tipo de indústria, o que a mantém como a segunda cidade de Minas Gerais e a Capital da Zona da
Mata Mineira.
A criação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em fins de 1960, trouxe à cidade uma
contribuição fundamental: empregou e atraiu milhares de estudantes, incentivando um maior
consumo de bens e de serviços. Característicos da época aconteceram crescimento populacional,
urbanização desordenada, economia baseada na prestação de serviços, acirramento das questões
sociais e intenso debate político.
Acompanhando o ritmo de desenvolvimento do final do século, Juiz de Fora tornou-se a porta
da industrialização mineira, contando atualmente comum a população de 517.872 habitantes,
segundo o Censo 2010 do IBGE. Além de posição geográfica privilegiada – está no centro de maior
poder aquisitivo do país – a cidade é polo econômico da Zona da Mata, região com mais de 2 milhões
de habitantes. Sua influência geoeconômica abrange 137 municípios mineiros e 18 fluminenses,
destacando-se os setores secundários e terciários.

2. A região em indicadores – IDEB e IDB


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
O IDH de Juiz de Fora é de 0,928, sendo que o IDH de Minas Gerais é 0,793 e o de São Paulo é de
0,833. É a trigésima cidade em educação, incluindo aí as 27 capitais brasileiras (EBAP/FGV/2009).
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município de Juiz de Fora nos quadros a seguir, retirados do MEC - INEP -
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira em 28/08/2012.
Quadro 1 –IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora – MG
– 4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 202
o 1

JUIZ DE 4.0 3.9 4.6 5.2 4.1 4.4 4.8 5.1 5.4 5.6 5.9 6.2
268

FORA

Quadro 2 –IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora – MG
– 8ª
Ideb Observado Metas Projetadas séri

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 202 e /

o 1 9º
ano
JUIZ DE
3.1 3.7 3.9 4.0 3.1 3.3 3.5 4.0 4.4 4.6 4.9 5.1
FORA

Os elevados índices de Juiz de Fora reforçam a crescente demanda pelo ensino, particularmente o
ensino superior, reforçando a vocação da cidade.

3. Inserção regional do polo EAD


O polo Juiz de Fora funciona dentro da Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora, representando a
concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas da região
onde se concentram as expectativas de espaços profissionais para o futuro egresso, sem desconsiderar
a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado, cujas fronteiras comerciais
se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema de concorrência internacional enseja
a participação de profissionais altamente competentes.
A oferta dos cursos em Juiz de Fora se justifica pelo potencial econômico e humano da cidade e
região. Situada a apenas 180 km do Rio de Janeiro, a 256 km de Belo Horizonte e a 490 km de São
Paulo, Juiz de Fora se destaca pelo acesso rápido e fácil aos principais mercados do País. Possui
sistema aeroviário que a coloca a 18 minutos do Rio de Janeiro e 45 minutos de São Paulo. Possui mão
de obra qualificada, contando com a universidade federal do Brasil, a UFJF, além de 10 faculdades
particulares do ensino superior e outras instituições de qualificação profissional como SENAI, SENAC,
SENAT, Instituto do Sudeste Mineiro, Escola Internacional Pangea entre outras.
269

No ano de 2010, segundo dados do censo do IBGE, no ensino fundamental estavam


matriculados 72.255 alunos e no ensino médio 19.504 alunos. Quanto às instituições de ensino, são
236 de pré-escola, 229 do ensino fundamental, e do ensino médio tem-se um total de 59 instituições.
Ainda segundo o mesmo censo, a cidade possui 6840 docentes que atuam nos diversos níveis de
ensino.
A cidade conta com serviços de Fibra Óptica, Banda Larga corporativa, Telefonia Fixa 100%
digital, Telefonia Móvel, 56 agências bancárias, 6 salas de operações de mercado de capitais, gás
industrial, gás automotivo, energia elétrica com gestão da CEMIG, distribuição de energia elétrica para
fornecimento a grandes plantas industriais, despachantes aduaneiros, porto seco, 11482
estabelecimentos varejistas, grandes shoppings, plantas internacionais instaladas como Arcelor Mital
(Bélgica), Mercedes Benz (Alemanha), PlasticOmnium (França), Fresh Star Bakeries Industrial (USA), SS
White Duflex (USA), Onduline do Brasil (França), Lear Corporation (USA), Leoni (Alemanha), Carrefour
(França,) Fedex (USA) entre outras.
A cidade conta com transporte urbano eficiente e moderno. Dotada de uma vida cultural
intensa, com 16 museus, incluindo o Museu Mariano Procópio, considerado o segundo em acervo
imperial do Brasil, casas de cultura, centros culturais, teatros, casas de espetáculos, cinemas, além da
gastronomia em destaque com cozinha internacional e contemporânea.
É a cidade mais segura de Minas Gerais e a terceira mais segura da Região Sudeste sendo
referência regional em terapia intensiva, neonatal, cirurgia cardíaca, transplante renal e oncologia
além de ser a primeira cidade em saúde do Brasil incluindo as 27 capitais (EBAP/FGV/2009). Existem,
segundo dados do IBGE (2010), 337 estabelecimentos de saúde na cidade e mais de 20500 empresas
instaladas.
Outro dado importante é o fato de o município contar com 3 afiliadas de grandes emissoras de
televisão (TV Panorama, afiliada Rede Globo; TV Alterosa, afiliada SBT; sucursal da TV Record), além da
afiliada da TVE; 3 jornais diários (Tribuna de Minas, Diário Regional e JF Hoje); 9 emissoras de rádio
(Atividade FM, Capital AM, Catedral FM, Cidade FM, Energia FM, Itatiaia FM, Globo AM, Manchester
AM e Solar FM); e portais, como Acessa.com, Zinecultural.com, Ecaderno.com, JF Notícias.com, dentre
outros. Além disso, o município possui oportunidades na área da comunicação empresarial, em
decorrência da presença de empresas de grande, médio e pequeno porte, além de agências de
comunicação, que também absorvem parte da mão-de-obra da área de Comunicação e Artes.
A assinatura do Decreto pelo governo de Minas Gerais, em novembro de 2009, reduzindo o
ICMS e concedendo a novas empresas benefícios fiscais idênticos aos oferecidos por outros estados,
como Rio de Janeiro e Espírito Santo, foi fator decisivo para atrair novos investimentos para Juiz de
Fora. Novas empresas estão investindo certa de R$ 337 milhões gerando mais de 4000 empregos
diretos e indiretos nos próximos anos.
270

Soma-se a esse quadro local, a situação econômica vivida pelo Brasil na atualidade, com altos
índices do aumento de consumo, melhoria de condições econômicas de uma grande fatia da
população que se encontrava abaixo da linha da miséria e o País, além de passar de devedor a credor,
tem o mais baixo índice de risco de investimento de todos os tempos. Com o aquecimento da
economia, o Brasil como participante do chamado BRIC, o aumento do consumo das classes menos
favorecidas, notadamente da Classe C, o mercado de consumo tende a se solidificar a cada novo
indicador econômico. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, de 2003 a 2009, 29 milhões de
pessoas ascenderam para a classe C e essa classe já representa mais da metade da população
brasileira. Ressalta-se, ainda, que de julho de 2009 a julho de 2010, a renda média dos brasileiros
cresceu 7,7%60.
Esta realidade, presente em Juiz de Fora, convive com uma localidade que se destaca em termos
de qualidade de vida. Com estimativa de cerca de 570 mil habitantes para o ano de 2011, a cidade se
destaca no estado por possuir um PIB per capita de R$ 6,2 mil e uma das mais altas expectativas de
vida do Brasil. Estrategicamente, localizada entre os maiores mercados consumidores do País, é
dotada de toda a infraestrutura exigida para modernos empreendimentos. Ocupando lugar de
destaque em Minas em qualidade de vida e investimentos, Juiz de Fora também se destaca no ranking
de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU), atingindo um IDH considerado
de alto desenvolvimento, de 0,92.

POLO: 35067 Polo Macaé


Endereço: Lote 2, Granja dos Cavaleiros, Macaé - RJ

1. Contexto histórico

Município litorâneo, conhecido como a Princesinha do Atlântico, Macaé mistura serra e mar
gerando condições favoráveis ao turismo. Localizada na Região Norte Fluminense, possui 40km de
litoral com praias propícias aos esportes aquáticos e uma região serrana, formada pelos distritos de
Glicério, Sana e Cachoeiras de Macaé, onde se desenvolve o turismo rural e ecológico. Ocupando uma
área de 1.229,1 km², seus limites são: Conceição de Macabu, Trajano de Morais, Nova Friburgo,
Casimiro de Abreu, Carapebus, Rio das Ostras e Oceano Atlântico. Possui clima quente e úmido, a dois
metros acima do mar, com temperatura média anual de 24º C.
Com o grande afluxo de pessoas para o local formou-se uma grande quantidade de favelas. O
nome Macaé, segundo o IBGE, se origina na palavra "miquilé" – rio dos bagres, o peixe mais
271

abundante da região, mais a versão mais comum diz que o termo vem de "maca é" – coco doce. Seu
padroeiro é São João Batista.
A 188 Km distante da cidade do Rio de Janeiro, é um dos polos de desenvolvimento mais
dinâmicos do Estado devido a presença da Petrobrás, sendo chamada de Capital do Petróleo, pois de
lá é extraído mais de 80% do petróleo produzido no País, e é a sede das unidades de apoio técnico e
administrativo das plataformas da Bacia Geológica de Campos. Isso está transformando a vida urbana
de Macaé.
O crescimento da indústria do petróleo provocou o aumento populacional, com a chegada de
gente de todo o país e do mundo para trabalhar em Macaé. A população triplicou – são 206.748 mil
habitantes, de acordo com dados do IBGE, estimativa feita com base no Fundo de Participação dos
Municípios (FPM). Dez por cento da população é de estrangeiros. A Bacia de Campos – onde se localiza
Macaé – é responsável por 80% da produção de petróleo e 47% da produção de gás natural do país.
O desenvolvimento de Macaé ocorre, de acordo com a pesquisa da Firjan, nas esferas de
educação, saúde e trabalho e renda. A região Norte Fluminense representou em 2006, segundo fontes
da Fundação Cide, 48,4 % do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do estado do Rio de Janeiro. Além
disso, nessa região, de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, aconteceram 44,3% do número de
empregos com carteira assinada na indústria fluminense.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Assim, Macaé se
posiciona como abaixo

Município IDHM-Educação 2000


Macaé (RJ) 0,889

Fonte:
http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000.aspx?indiceAccordion=1&li=li_Ra
nking2003

O município de Macaé está classificado com um IDH de 0,889, ocupando a 806ª posição no
critério do IDH estadual, o que demonstra um grande potencial de crescimento no setor de ensino,
principalmente na modalidade EaD, dada a sua característica peculiar de pessoal trabalhando
272

embarcado. De outra forma, ficaria muito difícil essa camada de trabalhadores vir a ter um curso
superior completo.
No tocante ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC,
que representa a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão
ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado), no tocante à educação, podemos
visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de
Macaé no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município de Macaé .
Rio de Janeiro.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

MACAE 4.4 4.7 5.0 5.0 4.4 4.8 5.2 5.4 5.7 6.0 6.2 6.5

FONTE: MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
**Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
***Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

Ocupando uma área de 1.229,1 km², os limites de Macaé são: Conceição de Macabu, Trajano de
Morais, Nova Friburgo, Casimiro de Abreu, Carapebus, Rio das Ostras e Oceano Atlântico.
Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio
de Sá, Universidade Anhanguera e Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora. Devido a imensa carência
do setor petrolífero que traz sempre profissionais estrangeiros para suprir a necessidade de suas
bases, ainda percebe-se que a região comporta uma grande expansão no quesito EAD no município.
273

2 Inserção regional do Polo EAD


O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
Macaé, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como
receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido
econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de
profissionais para atender a demanda do mercado, quando já se fala em “apagão de mão de obra” no
setor petrolífero. Destacam-se empreendimentos da exploração do petróleo na Bacia de Campos.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Macaé, sendo o centro nervoso
brasileiro da exploração de gás e óleo, necessita de profissionais qualificados que possam acompanhar
a velocidade tecnológica do setor e, ao mesmo tempo em que as empresas sediadas no município têm
grande necessidade de pessoal embarcado. Como então sanar o gap de educação superior se não for
através da EAD?
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região e do país.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 35026 - Macéio


Endereço: Rua Pio XII, Jatiúca, Maceió - AL

1. Contexto histórico
274

Fundada em 1839, Maceió, a capital do estado de Alagoas. Localizada no Nordeste do país, tem
uma população de 943.110 habitantes (estimativa Censo 2011). Está localizada na parte central da
faixa litorânea do estado de Alagoas, inserida na mesorregião do Leste Alagoano e microrregião que
leva seu nome, o município de Maceió ocupa uma área de aproximadamente 511 km², o que
corresponde a 1,76% do território alagoano e limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira,
Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de
Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do
Norte e Coqueiro Seco; a leste com o Oceano Atlântico.
Atualmente é uma das cidades mais turística e atrativa do nordeste brasileiro, seu clima
agradável e suas piscinas naturais, cravados em um lugar de extrema beleza, rodeado de coqueiros,
extensas lagunas e o mar. Com o seu rico patrimônio histórico e sua excelente gastronomia. Suas
praias urbanas são as mais bonitas de todas as capitais brasileiras.
O desenvolvimento econômico de Alagoas teve como base a cultura da cana-de-açúcar, sob a
forma de “plantations”, originando os engenhos, unidades políticas, econômicas e sociais que ainda
hoje se refletem no contexto socioeconômico e político do Estado. Além da cana-de-açúcar o Estado
de Alagoas produz outras variedades de culturas, tais como: abacaxi, feijão, fumo, mandioca, arroz,
coco, castanha de caju. Já na pecuária as principais criações desenvolvidas são: bovinos, caprinos,
equinos, bubalinos, suínos e ovinos. Em relação ao extrativismo mineral destaca-se a produção de gás
natural, petróleo e sal gema.
Em relação ao primeiro trimestre de 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado
do segundo trimestre de 2010 cresceu 1,2%, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal.
A agropecuária registrou o maior aumento (2,1%), seguida pela indústria (1,9%) e pelos serviços
(1,2%). Fonte: IBGE 2010.
De acordo com dados do Radar Social do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 62%
dos alagoanos são considerados pobres e mais da metade se beneficia do Programa Bolsa Família.
Apesar dos baixos indicadores sociais, Alagoas vem evoluindo rapidamente desde os anos 90, quando
mais avançou nas áreas de educação e saúde.

2. A região em indicadores – IDEB e IDD


A ausência de políticas públicas eficazes faz com que Alagoas apresente vários problemas
socioeconômicos. O estado possui o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, com
média de 0,677. A taxa de mortalidade infantil é a mais alta do país, sendo que a cada mil crianças
nascidas vivas, 46,4 morrem antes de completarem um ano, mais que o dobro da média nacional, que
275

é de 22. A insuficiência de saneamento básico é outro fator agravante – menos de 20% das
residências possuem rede de esgoto.
A taxa de analfabetismo também é a maior do país: analfabetismo, 24,6%; analfabetismo
funcional, 36,5%. Entretanto, há indicadores de melhoria das condições educacionais ao longo do
tempo e, consequentemente isso repercute na tendência ascendente das taxas de matrículas.
A elevação da escolaridade, tanto na perspectiva da universalização quanto na garantia de sua
qualidade, constitui condição inequívoca para a melhoria de condições de vida em sua acepção mais
ampla.
Por conseguinte, as novas necessidades do mercado de trabalho, estão exigindo melhor
formação escolar e profissional, fatores que certamente contribuem para a expansão do ensino médio
e provocam um aumento da demanda por vagas no ensino superior.
Seguem dados ilustrativos do panorama educacional, com especial atenção para o quantitativo
de matrículas do ensino médio, e nível de escolarização em crescimento progressivo nos últimos anos.

Etapas/ Matrículas nos anos – Alagoas


Modalidades de
Educação 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Ensino Médio 9.169.357 9.031.302 8.906.820 8.362.994 128.931 652.416 130,247

Fonte: INEP - Censo Escolar

EVOLUÇÃO DA MATRÍCULA DO ENSINO MÉDIO

ALAGOAS
ANO
TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA

2010 119.528 0 101.115 634 17.779

ALAGOAS - URBANA
ANO
TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA

2010 115.097 0 96.684 634 17.779

ALAGOAS - TURNO
ANO
TOTAL DIURNO NOTURNO

2010 119.528 73.768 45760

Fonte: INEP - Censo Educacional 2010

EVOLUÇÃO DE MATRÍCULAS - CURSOS DE GRADUAÇÃO


276

ALAGOAS
ANO
TOTAL CAPITAL INTERIOR

2010 65.319 49.944 15.375

ALAGOAS -SEXO
ANO
TOTAL DIURNO NOTURNO

2010 65.319 29.475 35.844

ALAGOAS - TURNO
ANO
TOTAL DIURNO NOTURNO

2010 65.319 30.085 35.234

ALAGOAS - INSTITUIÇÕES
ANO
TOTAL PÚBLICA FEDERAL PÚBLICA ESTADUAL PRIVADA

2010 65.319 21.930 9.130 34.259

Fonte: INEP - Censo Educacional 2010

3. Inserção regional do Polo EAD

A formação profissional do século XXI impõe rupturas ousadas e inovadoras no processo


tradicional de ensino-aprendizagem que permitam melhores níveis de empregabilidade. O ensino a
distância emerge sob o suporte das novas tecnologias, de ter mais criatividade que informação, de
estar sempre apto para o desempenho de responsabilidades complexas, com habilidade e respeito nos
relacionamentos sociais e capacidade plena de expressão.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
O Estado de Alagoas, ponto focal da contextualização do Polo EAD, apresenta uma economia
em desenvolvimento, sendo uma das menores do Brasil. Alagoas é um dos maiores produtores de
cana-de-açúcar do país e tem na agropecuária e no turismo a base de sua economia.
A atividade industrial tem crescido bastante, Atualmente as empresas que se instalam em
Alagoas estão em um franco desenvolvimento, caracterizando um estado sólido para investimento na
região Nordeste.
277

Com o desenvolvimento do Estado, e a incessante busca por melhores índices de


desenvolvimento, é inevitável a formação de profissionais qualificados para atender ao mercado.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a
produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 438 - RIO DE JANEIRO (MADUREIRA)


Endereço: Estrada do Portela, Madureira, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico
O Rio de Janeiro, capital do estado homônimo, é a segunda maior metrópole do Brasil, situada
no Sudeste do país. Cidade brasileira mais conhecida no exterior, maior rota do turismo internacional
no Brasil e principal destino turístico na América Latina e em todo Hemisfério Sul.
É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo
internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. Representa o segundo
maior PIB do país (e o 30º maior do mundo), estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), e
é sede das duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de
petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da
América Latina, as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e
institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da
produção científica nacional – segundo dados de 2005. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global
beta pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC).
Foi capital do Brasil Colônia a partir de 1763, capital do Império Português na época das
invasões de Napoleão, capital do Império do Brasil, e capital da República até a inauguração de
Brasília, na década de 1960.
O cenário econômico, turístico e empresarial do Rio de Janeiro estão em evidência devido aos
grandes eventos que acontecerão na cidade como: os jogos Mundiais Militares em 2011; a Rio+20,
Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em 2012, após duas décadas do Rio 92;
Além dos maiores eventos esportivos do mundo, a Copa em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, que
278

irão melhorar a infra-estrutura da cidade, turismo, mais empregos e empresas instaladas em todo o
Estado do Rio de Janeiro.
Portanto, a escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede do 7º Congresso Corporativo, está
plenamente alinhada com novo cenário econômico, político e empresarial.

2. A região em indicadores IDH e IDEB


O Polo Madureira, funciona dentro da unidade Madureira, situada na Universidade Estácio de
Sá (Zona Norte) RJ, cuja população está estimada em, aproximadamente, 15.993.583 de habitantes,
segundo dados do, Censo 2010.
O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0
ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior
ou igual a 0,800. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0,842.
IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM

Ideb Observado Metas Projetadas

Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 202

Rio de
4.3 4.4 4.7 5.1 4.4 4.7 5.1 5.4 5.6 5.9 6.1 6.4
Janeiro
279

DEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo


Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a
nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De
acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota
meta para um ensino de boa qualidade é 6,0.
O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino
médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição.

3. Inserção regional do Polo EAD


Madureira é um bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. A população é basicamente
de classe média e média baixa , inclusive com algumas comunidades carentes (favelas). Mas os
destaques do bairro ficam por conta de uma imensa amplitude de linhas de ônibus que levam a
diversos lugares da cidade do Rio de Janeiro e, principalmente, sua variedade de estabelecimentos
comerciais, sendo o segundo polo comercial e econômico da cidade e o maior do subúrbio. O bairro é
famoso por ser o berço das escolas de samba Portela, a mais tradicional escola de samba carioca e a
maior vencedora, esbanjando 21 campeonatos, e Império Serrano, campeã do Grupo Especial por
nove vezes. O bairro faz divisa com Cascadura, Cavalcante, Vaz Lobo, Engenheiro Leal, Turiaçu,
Campinho e Oswaldo Cruz, e tem cerca de 50 mil habitantes(embora sua população flutuante seja
muito maior que isso).
A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São
João de Meriti e os Municípios da zona Oeste: Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá. Na
maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de
Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD).
O Polo EAD e a unidade Estácio, atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos
capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.
O Polo Madureira da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos
capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.

POLO: 35034 - Estácio Natal


Endereço: Av. Alexandrino de Alencar, 708 – Alecrim, Natal – RN

1. Contexto Histórico

A ocupação do Rio Grande do Norte pelos portugueses aconteceu a partir do final do século XVI,
com a expulsão dos franceses que ocupavam a região desde 1535. Em seguida à vitória contra os
280

franceses, foi construída, em 1598, uma fortaleza, chamada Fortaleza dos Reis Magos, dando origem à
cidade de Natal, que passou a se constituir a mais setentrional defesa do Estado Português na região
que viria a ser mais tarde, o Brasil. O povoamento, no entanto, se deu lentamente até 1633, quando a
região foi conquistada pelos holandeses que a ocuparam durante 20 anos, tendo os índios nativos
como fortes aliados. Os holandeses desenvolveram a exploração do sal, o cultivo da cana-de-açúcar e a
criação de gado. Em 1654 os portugueses lograram finalmente expulsá-los, mas tiveram, em seguida,
que enfrentar forte rebelião das tribos indígenas – a Confederação dos Cariris - contra o regime de
escravidão a que eram submetidas (TRINDADE, 2010).
Essa guerra durou até o final do século XVII. A partir de 1701 a capitania do Rio Grande do Norte
passou a ser subordinado à capitania de Pernambuco, o que se constituiu sério entrave ao seu
desenvolvimento. Apenas em 1824 recebeu o status de província, tornando-se Estado com a
Proclamação da República, em 1889.
Devido à sua posição geográfica estratégica (costa mais próxima da Europa e África), o Rio
Grande do Norte foi, por várias vezes, escolhido como local de experiências pioneiras da aviação
transatlântica, ou base para abastecimento e apoio logístico a operações militares. Durante a II Guerra
Mundial os norte-americanos construíram no tabuleiro do Parnamirim, uma grande base aérea,
criando a "Ponte do Atlântico para a África", de fundamental importância para a dominação do
poderio nazista e a vitória dos aliados na guerra. Nesse período, a cidade de Natal adquiriu traços de
metrópole cosmopolita, onde conviviam estrangeiros de várias origens (ALVES&LACERDA, 2008).
Localizado no extremo nordeste do território brasileiro, o Rio Grande do Norte limita-se ao
norte e a leste com o oceano Atlântico, numa extensão litorânea de 410 km; ao sul com o Estado da
Paraíba; e a oeste com o Estado do Ceará. Possui uma área de 52.810,7 km², correspondendo a 0,62%
do território nacional.
O clima predominante no Rio Grande do Norte é o tropical semiárido, exceto na costa litorânea
oriental e regiões de relevo mais elevado no interior, onde a umidade é alta e as temperaturas médias
são de 20º C. No interior, as médias térmicas ficam em torno de 27º C, com pequenas variações ao
longo do ano e chuvas escassas, cujo volume não ultrapassa 800 mm ao ano. As precipitações no
litoral chegam a alcançar 1.000 a 1.500 mm por ano, sendo mais intensas nos meses de março e junho.
As temperaturas mais quentes costumam ser registradas no mês de fevereiro (IDEMA, 2010).
Segundo dados do IBGE (2010) o estado tem população de 3.121.000 habitantes. Estima-se que
26% habitem a zona rural e 74% em área urbana.

MUNICÍPIO POPULAÇÃO
Natal 785.722
281

Mossoró 254.032
Parnamirim 195.274
São Gonçalo do Amarante 86.151
Macaíba 66.808
Ceará-Mirim 66.436
Caicó 61.923
Açu 53.011
Currais Novos 42.636
São José de Mipibu 39.322
Fonte: IBGE (2010)

Percebe-se que, em seu território merece destaque, sobre o aspecto da dinâmica populacional,
a Região Metropolitana de Natal (RMN) que abrange 10 municípios e possui cerca de 1.330 mil
habitantes, o que corresponde a 43% da população do Rio Grande do Norte. Os integrantes da RMN
são: Ceará-Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Natal, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo
do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz. Desta forma, a RMN congrega seis dos municípios de
maior população do estado.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

Sobre o mercado de trabalho do Rio Grande do Norte, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (IPEA, 2011) apontou que os setores da indústria, educação, saúde e serviços
sociais e construção enfrentarão carência de profissionais qualificados. Apesar de apresentar um
índice de Gini ainda elevado (5,3 em 2010), para o RN erradicar sua miséria em 2016, o Estado
precisaria tirar da situação de pobreza absoluta, em média, 167 mil pessoas por ano. O estudo do IPEA
mostra ainda que o Rio Grande do Norte tem a menor taxa de pobreza extrema (20,2%) e a segunda
menor de pobreza absoluta (44,2%) do Nordeste. O IPEA não aponta as causas da redução da pobreza,
mas especialistas atribuem a aceleração no ritmo de redução da miséria ao programa Bolsa Família,
que atendeu no RN a mais 336.890 pessoas, em 2011.
No que concerne ao índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado, podemos considerar
que esta Unidade da Federação não apresenta nenhum município com IDH elevado (acima de 0,800).
Os municípios que mais se aproximam desse patamar são Natal (0,788) e Parnamirim (0,760). Sobre
este ínterim, vale destacar que o Polo de Apoio Presencial EaD Natal atende em sua base de alunos
aqueles localizado nos dois municípios supracitados.
282

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

NATAL 2.8 2.9 3.0 3.0 2.9 3.0 3.3 3.7 4.1 4.3 4.6 4.9

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

A nota razoável dos alunos do Ensino Fundamental indica melhorias na formação básica, o que
refletirá, anos mais a frente na presença de jovens com nível satisfatório de leitura, operações
matemáticas e compreensão geral de conteúdos. Esta perspectiva de melhoria nos resultados do IDEB
apontam para a pertinência do aumento da oferta dos cursos de formação superior no estado, que
busque diversificar a formação profissional e atender a demanda local.

3. Inserção regional do polo EAD


Conforme dados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED),
do Ministério do Trabalho, entre os meses de janeiro a outubro de 2011, o setor que mais efetivou
contratações foi o de construção civil, seguido pelo agrícola. Ainda, vê-se o elevado número de
empregos gerados em decorrência direta ou indireta do crescimento imobiliário de Natal, como os
serviços de portaria e manutenção de edifícios demonstram que este segmento da economia local está
aquecido e com fortes demandas de mão de obra qualificada.
Ocupações como auxiliar de escritório, embalador, vigilante, repositor de mercadorias,
recepcionista, assistente administrativo indicam o crescimento no setor de serviços.
O Estado tem a maior produção terrestre de petróleo e ainda conta com áreas não exploradas.
Dados divulgados pela Petrobras, em outubro de 2011, mostram que a produção de petróleo em terra
283

no RN subiu de 52.643 barris dia para 53.913 barris. Destaca-se que este é, em sua maioria terrestre, o
que o torna mais competitivo no mercado por envolver um menor custo de produção.
Além dos setores da construção civil, imobiliário e turístico, que crescerão bastante com a Copa
do Mundo de 2014, a inauguração do Aeroporto Internacional de Cargas e Passageiros de São Gonçalo
do Amarante trará um incremento muito grande à economia local. Segundo o presidente da
Fecomércio, Marcelo Queiroz, o novo aeroporto “tende a influenciar diversas cadeias do nosso setor
produtor, desde a indústria até o setor agrícola passando, claro, pelo comércio e serviços. O turismo
deve ganhar grande impulso também. Uma obra deste porte tem, sim, o poder de transformar o nosso
cenário econômico direta e indiretamente, atraindo grandes empresas para cá” 61.
É interessante destacar que a crise financeira internacional que afetou a economia dos
principais estados industrializados em 2009 impactou pouco nos estados em que há um peso maior do
setor de serviços na economia - como é o caso do Rio Grande do Norte. Tal retrato é apresentado no
levantamento Contas Regional do Brasil - 2005/2009, que mostra a evolução do Produto Interno Bruto
(PIB) nas unidades da Federação, o qual indica que o PIB potiguar cresceu 1,5%, chegando a R$ 27,9
bilhões. O avanço ficou acima da média nacional, que recuou 0,3%, mas foi apenas o sexto da região
Nordeste.62 Além do bom desempenho dos serviços, as atividades relacionadas à administração
pública, infraestrutura e programas de transferência de renda também impulsionaram o resultado no
RN. Pode-se enfatizar também, o comércio varejista, que se mostra muito dinâmico e competitivo,
composto por grandes redes locais, regionais, nacionais e internacionais.
A organização espacial da Capital do Estado foi concebida a partir de bairros que constituem a
unidade básica dessa organização. Sobre esta divisão, devemos saber que Natal possui 36 bairros
divididos em quatro zonas administrativas, Norte, Sul, Leste e Oeste.
O Polo de Natal UNESA, está localizado no Bairro do Alecrim, zona Leste da cidade do Natal.
Este bairro, em sua origem caracterizava-se, por ser uma região de pouca habitação, com granjas e
casebres de taipas, constituindo ao passar do tempo, num núcleo habitacional formado por famílias
humildes, em sua maioria imigrante, em busca da sobrevivência. (SEMURB, 2009). A localidade,
segundo diversos historiadores foi a quarta área de ocupação da cidade, porém, somente, oficializado
bairro durante a administração do prefeito Sylvio Pedroza, em1947 (CASCUDO, 1999).
Atualmente o bairro, caracteriza-se pela concentração de negócios dentro do município. Para se
ter ideia, dos 24.096 empresas em atividade em Natal (SEBRAE/RN, 2010), o Bairro do Alecrim

61
LIRA, Isaac. Aeroporto vai alavancar setor de comércio e serviços. Tribuna do Norte. Natal, 30 nov. 2011.
Caderno Economia. Disponível em: <http://tribunadonorte.com.br/noticias/aeroporto-vai-alavancar-setor-de-
comercio-e-servicos/204250> Acesso em 01 dez. 2011.
62
ECONOMIA potiguar cresce acima da média nacional. Tribuna do Norte. Natal, 24 nov. 2011. Caderno
Economia. Disponível em: < http://tribunadonorte.com.br/noticia/economia-potiguar-cresce-acima-da-media-
nacional/203681> Acesso em: 01 dez. 2011.
284

contabiliza 12,4% destes (SEMURB, 2012), sendo o maior percentual registrado dentre os bairros da
capital.
Assim sendo, a Região Metropolitana de Natal se mostra em desenvolvimento e abrindo
espaços para profissionais qualificados e que se enquadrem no perfil das áreas que mais crescem. Na
capital do estado, nenhum outro bairro possui as características e opções de empregabilidade como o
Alecrim onde está situado o referido Polo de Apoio. E, portanto, neste contexto, que os cursos
oferecidos pela Universidade Estácio de Sá, através do Polo de Apoio Presencial Estácio de Natal
conciliam qualidade com utilidade pública, visto que estão em sintonia com as demandas do mercado
de trabalho local.

POLO: 440- Niterói


Endereço: Rua Eduardo Luiz Gomes, Centro, Niterói – RJ

1. Contexto Histórico
Localizado na cidade de Niterói que, em 1975, deixou de ser a capital do estado do Rio de
Janeiro, como consequência da fusão do estado da Guanabara e o Rio de Janeiro. Com a nomeação da
cidade do Rio de Janeiro como capital do estado unificado, Niterói sofreu uma pequena desaceleração
econômico-social.
Atualmente, a cidade apresenta índices de desenvolvimento que a tornam mais do que simples
coadjuvante da capital do estado. Referência em setores essenciais como educação, saúde, qualidade
de vida e cultura, o município cresce a passos largos ganhando espaço no cenário nacional.
Niterói tem uma área de 129,375 quilômetros quadrados localizada entre a Baía da Guanabara
(oeste), o Oceano Atlântico (sul), Maricá (leste) e São Gonçalo (norte), conforme apresentado na
Figura 1. O relevo do município é constituído por terrenos cristalinos, divididos em maciços e colinas
costeiras. Os maciços predominam ao sudoeste e formam as Serras do Malheiro, do Calaboca e da
Tiririca, onde está a Pedra do Elefante, ponto mais alto do município a 412 metros acima do nível do
mar.

2. A Região em indicadores – IDH e IDEB


O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O índice varia de
zero até 1, sendo considerado:
- Baixo - Entre 0 e 0,499.
- Médio - De 0,500 a 0,799.
285

- Alto - Igual ou acima de 0,800.


ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO NITERÓI
- 0,866 – Alto IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000
http://hdr.undp.org/en/reports/global/hdr2011/download/pt/

Niterói é a primeira cidade do Estado do Rio e a terceira do país de maior Índice de


Desenvolvimento Humano (IDH), apresentando o valor de 0,866.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar
a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos
anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município de Niterói nos quadros a seguir.
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município de Niterói.
Rio de Janeiro (referentes a 4º e 5º ano).

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

NITERÓI 3.9 4.4 4.6 4.6 4.0 4.3 4.7 4.9 5.2 5.5 5.8 6.1

Quadro 2: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município deNiterói.
Rio de Janeiro (referentes a 8º e 9º ano).

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
286

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

NITERÓI 3.8 3.8 3.8 3.7 3.8 4.0 4.3 4.7 5.0 5.3 5.5 5.8

Obs:

* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se a o Ideb que atingiu a meta.

Pelos dados apresentados acima, pode-se observar que o Ideb observado para o município de
Niterói apresentou um crescimento no que se refere aos segmentos de 4º e 5º anos, atingindo a meta
projetada nos anos de 2007 e 2009, mantendo o índice constante em 2011. Um perfil semelhante é
observado para o segmento de 8º e 9º anos, com valores constantes entre 2005 e 2009. O
desenvolvimento apresentado pelos alunos sugere a necessidade de implantação do Projeto de
Educação a Distância no Município.

3. Inserção regional do polo EAD


O polo Niterói funciona dentro das instalações Universidade Estácio de Sá. Sendo o Crescimento
e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento
e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro, devendo se aprofundar nos próximos anos com a
crescente demanda por mão-de-obra especializada, a instituição dedica-se a oferecer cursos nas
diversas áreas do conhecimento, visando ampliar seu papel no ensino superior, de modo a contribuir
para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local.
O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
287

O Estado do Rio de Janeiro destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos


investimentos, fortalecendo assim a necessidade de formação de profissionais para atender a
demanda do mercado. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.
Através dos seus programas de extensão e de responsabilidade social, a instituição deve
contribuir efetivamente para a melhoria da sociedade e possibilitar que alunos e professores
envolvidos enriqueçam seus saberes.
Sua função social consiste em desenvolver o processo de socialização do conhecimento,
estabelecendo uma relação direta com o meio onde está inserido, através de ações que caracterizam
troca de experiências que venham contribuir para o atendimento das demandas locais e da aplicação
do conhecimento produzido no meio acadêmico.
No entanto, estas ações não possuem um caráter meramente assistencialista, mas, ao contrário,
devem viabilizar uma relação transformadora entre IES e Sociedade, à medida que funde o que se
aprende e o que se produz na Academia e aplica no desenvolvimento de uma comunidade.
Comunidade esta que tem participação ativa e contribui com a instituição que a beneficia, passando-
lhe experiências da vida real, dando crédito a seus experimentos e justificando o que se realiza nas
áreas de ensino e pesquisa.
A partir de uma interação social, o polo Niterói atende aos debates da produção e difusão do
conhecimento, buscando também caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos
problemas. As atividades de Extensão têm, acima de tudo, o poder de contribuir para a redução das
vulnerabilidades e promoção da inclusão social. A responsabilidade social representa, hoje, um
compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência
global.

POLO: 441 - RIO DE JANEIRO (Nova América)


288

Endereço: Avenida Pastor Luther King Jr., 126 - Del Castilho, Rio de Janeiro – RJ

1. Contexto Histórico

O polo Nova América está situado no bairro de Del Castilho , município do Rio de Janeiro no
estado do Rio de Janeiro.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro,
em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso
monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia
para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo.
A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro
histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros.
Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do
Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do
século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio
histórico.
O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de
Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o
Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054 km2. Os naturais do estado do Rio de
Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da
cidade do Rio.

2. A região em indicadores – IDEB e IDH


O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
289

ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO


(0,04).
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de
telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET.
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as
quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF).
O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo,
principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas
em 2016.
O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos.
PIB:

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais)

2003 95 680 944 15 923

2004 112 586 665 18 605

2005 118 979 752 19 524

2006 127 956 075 20 851

2009 175 739 349 28 405

A população do município está estimada em, aproximadamente, 15.610.000 de habitantes,


segundo dados do, Censo 2010.
O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0,974, de renda
(IDH-R) 0,812, com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0,794 com uma probabilidade de
expectativa de vida por volta dos 72,66 anos de idade. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 505,40
(quinhentos e cinco reais e quarenta centavos).
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0
ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior ou
igual a 0,800. Logo o IDH do bairro Del Castilho do Rio é de 0,860
290

IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do
Rio de Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM

Ideb Observado Metas Projetadas

Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

Rio de
4.3 4.4 4.7 5.1 4.4 4.7 5.1 5.4 5.6 5.9 6.1 6.4
Janeiro

IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo


Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara
a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De
acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota
meta para um ensino de boa qualidade é 6,0.[
O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino
médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição.

3. Inserção regional do polo EAD


O Polo Nova América funciona dentro do Shopping Nova América.
Del Castilho é um bairro de classe média da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro.
É servido pela estação do metrô (Linha 2), que está interligada ao "Nova América Shopping",
que ocupou o lugar da tradicional fábrica de tecidos Nova América. Esta fábrica, de capital inglês,
muito contribuiu para a formação deste bairro, possuindo até hoje entre seus moradores (também dos
bairros entorno) descendentes de imigrantes britânicos (ingleses principalmente) e de outros países
europeus. O nome Del Castilho é proveniente de um espanhol chamado Henrique de Castela.
291

A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São
João de Meriti e os Municípios da zona Norte: Madureira, Pilares, Ilha do Governador, Irajá. Na maioria
desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá (A
maioria ofertando cursos na modalidade EAD).
O Polo Ead e a unidade Estácio, atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos
capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.
Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação : Administração,
Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, História, Matemática e Sistema de Informação e, os cursos
Superior Tecnologia: Gestão Processos Gerências, RH, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar,
Gestão em TI, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Analise e
Desenvolvimento de Sistemas e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada
vez mais crescente.

POLO: 2744 - Nova Iguaçu


Endereço: Estrada Doutor Plínio Casado, Centro, Nova Iguaçu RJ

1. Contexto histórico
A Cidade de Nova Iguaçu é um município do estado do Rio de Janeiro, e fica a 35 km da do
Centro da Cidade, como demonstra o marco quilométrico instalado na estação ferroviária da antiga
Estrada de Ferro Central do Brasil. Apresentando-se geograficamente limitada pelos seguintes
municípios: Rio de Janeiro, a sul; Mesquita, a sudeste; Belford Roxo, a leste; Duque de Caxias, a
nordeste; Miguel Pereira, a norte; Japeri, a noroeste; Queimados, a oeste; e Seropédica, a sudoeste.
Longitudinalmente, apresenta uma extensão máxima de 36,33 km e 31,28 km de extensão máxima
transversal, perfazendo uma área de 524,5 km, que a torna o maior município da Baixada Fluminense.
Tem alta densidade demográfica, que é de 1.449,60 hab/km, bem acima da média do Estado, que é de
328,08. O território possui atualmente uma área de 524,04 km, sendo que 198 km, ou seja, 35% da
cidade é coberta pela Mata Atlântica. O município possui uma população estimada em 2010 em
795.212 habitantes, figurando como o quarto município mais populoso do estado, e, efetivamente, o
21º município mais populoso do Brasil.
Situado na região mais importante econômica e financeiramente, do estado do Rio de Janeiro, a
denominada Região Metropolitana, da qual fazem parte, além de Nova Iguaçu, os municípios de
Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá,
Mesquita, Nilópolis, Niterói, Paracambi, Queimados, Rio de Janeiro, São João de Meriti, São Gonçalo,
Seropédica e Tanguá. Em virtude de seu posicionamento geográfico, a cidade desempenha o papel de
292

centro de negócios e de comércio para os municípios vizinhos, situados a oeste da Baía de Guanabara,
a principal fonte de arrecadação do município é sem dúvidas o comércio e os serviços, possuindo um
dos centros comerciais mais importantes do estado, contando com as principais lojas e serviços do
país, contando com grande infraestrutura comercial além do centro, nos bairros de Miguel Couto,
Cabuçu, C. Soares, Austin, Posse, Cerâmica e Rancho Novo. A indústria na cidade tem uma grande
relevância econômica. A cidade conta com indústrias no ramo alimentício, siderurgia e de cosméticos.
Nova Iguaçu possui um potencial turístico muito forte, contando com diversas áreas de interesse
histórico, ecológico e cultural. Na cidade há importantes patrimônios ambientais, como a Serra do
Tinguá e Serra do Vulcão. Assim como áreas de preservação ecológica: Reserva Biológica Federal do
Tinguá, reconhecida pela Unesco como patrimônio da humanidade); Área de proteção ambiental da
Serra de Madureira, considerada pela Unesco como Reserva de Biosfera; e Parque Municipal de Nova
Iguaçu, na divisa com o município de Mesquita, que ocupa uma área de 1.100 hectares. Com relação
aos patrimônios históricos da região, temos Iguaçu Velho, que é um sítio arqueológico tombado pelo
IPHAN e INEPAC; Torre Sineira da Igreja de Nossa Senhora de Piedade e as ruínas com as fundações da
igreja matriz que estão localizadas em Iguaçu Velho, próximo ao rio Iguaçu entre os bairros de Vila de
Cava e Tinguá; Cemitério de Nossa Senhora do Rosário que era popularmente conhecido como
cemitério dos homens brancos e foi utilizado para os sepultamentos dos integrantes da elite local;
Porto do Iguaçu; Estrada Real do Comércio; Fazenda São Bernardino. Dentre igrejas e capelas temos a
Capela do Engenho da Posse, Igreja de Santo Antônio da Jacutinga, Igreja de Santo Antonio da Prata,
Igreja de Nossa Senhora de Macapicu; Capela Nossa Senhora de Guadalupe. Há também O
reservatório de Rio D’Ouro é um bem histórico-cultural tombado pelo INEPAC. Os reservatórios e
adutoras de Jaceruba e Tinguá estão em fase de tombamento como patrimônio histórico-cultural
municipal.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Igua%C3%A7u

2. A região em indicadores – IDEB e IDD


Esta Região concentra suas atividades no setor de comércio e serviços, com aproximadamente
70% do PIB do Estado, enquanto no setor industrial agrega aproximadamente 29%, o que evidencia a
vocação da região ao setor de serviços, concentrando, também, grande parte da arrecadação
tributária total do Estado.
O PIB identifica a capacidade de geração de riqueza do município, que no caso de Nova Iguaçu
representa 3,59 % do PIB da Região Metropolitana
Variando de zero a um, o IDH classifica os municípios segundo três níveis de desenvolvimento
humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5); municípios com médio
293

desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) e municípios com alto desenvolvimento humano (IDH
acima de 0,8). Quanto mais próximo de um, mais alto é o desenvolvimento humano.
O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento
humano, ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da
cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇU


- 0,762 – Médio IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento


humano, ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da
cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.
Quadro abaixo: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município
de Nova Iguaçu. Rio de Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012

4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

NOVA
3.6 3.8 3.9 4.1 3.6 4.0 4.4 4.7 5.0 5.2 5.5 5.8
IGUACU

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas


294

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

NOVA
3.1 3.0 3.1 3.1 3.2 3.3 3.6 4.0 4.4 4.6 4.9 5.2
IGUACU

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

O Número de escolas Estaduais em Nova Iguaçu é de 87, Municipais, 103 e Creches, 12


municipais e 36 conveniadas. Atualmente a região conta com 6 (seis) Instituições de Ensino Superior –
UNESA (Universidade Estácio de Sá), UNIG (Universidade Iguaçu), UGB (Centro Universitário Geraldo Di
Biase), CEFET-RJ (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca), FAETEC (Escola
Técnica Federal João Luiz do Nascimento), UNIGRANRIO (Universidade do Grande Rio), UNIABEU
(Centro Universitário UNIABEU), FABEL (Faculdade FABEL).

3. Inserção regional do Polo EAD


O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para
a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade.
O Polo de EAD de Nova Iguaçu situa-se no Campus da Unidade Nova Iguaçu da Universidade
Estácio de Sá, na Rua Oscar Soares, 1.466, antiga Estrada Dr. Plínio Casado, Bairro Califórnia, Baixada
Fluminense. É local de fácil acesso e grande circulação, a uma quadra da Rodovia Presidente Dutra,
principal via de ligação entre os diversos Municípios da Baixada Fluminense.
295

Os Cursos de Ensino na modalidade à Distância tiveram sua origem na instituição no ano de


2009 quando o Polo Nova Iguaçu foi credenciado. Iniciou com a oferta do curso de Administração, que
teve sua autorização pelo MEC, nesse mesmo ano. Atualmente o polo tem um total de 20 cursos
ativos, totalizando 1680 alunos, distribuídos da seguinte forma: Bacharelado – Engenharia de
Produção, Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação e Serviço Social; Licenciatura –
História, Letras, Pedagogia e Matemática; Curso Superior de Tecnologia – Gestão Ambiental, Gestão
Comercial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão Pública, Logística, Marketing,
Processos Gerenciais, Gestão Hospitalar, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão da
Tecnologia da Informação.
Atualmente o Polo Nova Iguaçu conta com uma estrutura física e humana capacitados para o
atendimento aos alunos, composta por uma coordenação de polo EAD, com carga horária semanal de
40 horas, três colaboradores administrativos e tutoria composta por professores com aderência nas
respectivas áreas de abrangência dos cursos acima citados, distribuídos em horários e dias de forma a
atender aos alunos durante todo o dia e toda a semana.

POLO: 35064 - OURINHOS


Endereço: Av. Luis Saldanha Rodrigues, Qd. C 1 A - Nova Ourinhos, Ourinhos - SP

1. Contexto histórico
Ourinhos é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Pertence à microrregião
de mesmo nome e Mesorregião de Assis, localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca
de 370 km. Ocupa uma área de 296,203 km², sendo que 12,4015 km² estão em perímetro urbano, e
sua população no ano de 2010 é de 103 026 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística, sendo então o 73º mais populoso de São Paulo e o primeiro de sua microrregião. Está a 994
km de Brasília, capital federal.
O ponto central e da analise é a cidade de Ourinhos/SP, em especial, por ela ser o espaço
municipal mais dinâmico economicamente num raio que esbarra em algumas cidades médias e, por
conseguinte, suas áreas de influência. São elas Marília, Bauru, Presidente Prudente, no estado de São
Paulo e Londrina e Ponta Grossa, no estado do Paraná. Assim, o município de Ourinhos/SP apresenta-
se como o centro desta nova região. Esta centralidade é fundamental para a existência da região, já
que as relações encontradas no local, quase que necessariamente, passam pelo espaço municipal de
Ourinhos/SP. Isto é percebido quando observamos a quantidade de consumidores e trabalhadores
inseridos nas relações comerciais e de prestação de serviços que se destinam às relações regionais.
A cidade de Ourinhos se insere na região Sudeste do Estado de São Paulo e lidera uma vasta
região onde se concentram os municípios de Chavantes, Ipaussu, Canitar, Timburi, Bernardino de
296

Campos, Piraju, Sarutaiá, Fartura, Taguaí, Santa Cruz do Rio Pardo, Salto Grande, Ibirarema e Palmital
(SP) etc. Afora essas cidades, a cidade de Ourinhos, em decorrência do seu maior porte e da qualidade
dos serviços prestados nesta cidade, concentra as atividades, os negócios e a prestação de serviços
para os municípios existentes no Norte Pioneiro do Paraná, servindo de apoio para os munícipes de
Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Ribeirão Claro, Cambará, Andirá , Ibaiti(PR) etc.
Economicamente, a Indústria responde pela maior parte dos empregos formais da região (34,4%
do total de empregados da região). A indústria de alimentos e bebidas é o principal segmento
industrial (9,3% dos empregos da região) seguida das atividades vinculadas à produção de eletricidade,
gás e água (3,2% dos empregados). Na Agropecuária (25,1% dos empregados da região), os principais
segmentos são a cultura da cana (13% dos empregados), as unidades rurais de uso misto (4,3%) e as
atividades de apoio à agricultura (4,2%). Embora menos expressivos em termos do volume de
empregados, a cultura de frutas cítricas e a criação de bovinos aparecem com participações relativas
regionais bem superiores às médias destes segmentos no Estado de São Paulo (QL de empregados de
5,1 e 5,8), denotando certa especialização regional nestas atividades. Com relação ao setor Serviços
(20,3% dos empregados da região), destacam-se os serviços de saúde (4,7% dos empregados), os
serviços de transportes terrestres (3,6%) e os serviços prestados às empresas (2,4%).O Comércio, por
sua vez, envolve cerca de 18% das pessoas empregadas na região e tem como principais componentes
o varejo de produtos diversos (2% dos empregados da região), peças para veículos (1,7%) e varejo de
vestuário (1,6%)
Fonte: Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

2. A região em indicadores – IDEB e IDD

O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,813, considerado como elevado em


relação ao do estado. Em 2010 a população do município segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) é de 103 026 habitantes, sendo o 73º mais populoso do estado e apresentando uma
densidade populacional de 347,82 habitantes por km². Segundo o censo de 2000, 49,10% da população
eram homens (46 093 habitantes) e 50,90% (97 389 habitantes) mulheres. Cerca de 95,21% (89 376
habitantes) vivia na zona urbana e 4,79% (4 492 habitantes) na zona rural.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Ourinhos é considerado elevado
pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Seu valor no ano de 2000 era de
0,813, sendo o 96º maior do estado. No ano de 2007, considerando apenas a educação, o valor do
índice é de 0,882, enquanto o do Brasil é 0,849. O índice da saúde é de 0,864 (o brasileiro é 0,787) e o
de renda é de 0,665 (o do Brasil é 0,723). A cidade possui a maioria dos indicadores elevados e,
excluíndo o índice de renda, todos acima da média nacional segundo o PNUD. A renda per capita é de
297

11.074,00 reais. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social é de 0,46, sendo que 1,00 é o
pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 14,92%, o limite
inferior da incidência de pobreza é de 14,56%, o superior é de 14,92% e a incidência da pobreza
subjetiva é de 18,12%. No ano de 2000, a população ourinhense era composta por 73.683 brancos
(78,50%); 3.047 negros (3,25%); 14.869 pardos (15,84%); 1.574 amarelos (1,68%); 305 indígenas
(0,33%); além dos 389 sem declaração (0,41%).
Ourinhos conta com escolas em todas as regiões do município. Devido à intensa urbanização os
poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos. A educação
nas escolas estaduais tem um nível ligeiramente superior ao das escolas municipais, mas a prefeitura
está criando estudos para tornar a educação pública municipal ainda melhor, de modo a conseguir
melhores resultados no IDEB.

Nivel Matrículas Docentes Escolas

Pré escolar 2614 50 34

Fundamental 14854 803 35

Médio 4347 326 18

IDEB - Resultados e Metas

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

OURINHO
4.7 5.0 5.6 5.3 4.8 5.1 5.5 5.7 6.0 6.2 6.5 6.7
S

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
298

*** Sem média na Prova Brasil 2011.


Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

Fonte IDH: Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

3. Inserção regional do Polo EAD

O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa


direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
A relação do sistema educacional de Ourinhos/SP com sua região apresenta algumas variações
em nível de contribuição para a formação regional, diferencia-se, porque não realiza um movimento
de concentração apenas, igual o setor da saúde, mas estabelece fluxos de captação e de emissão de
estudantes, em todos os níveis (fundamental, médio e universitário). Portanto, a diferença entre os
dois segmentos estão na dinâmica que as estruturas de ensino juntamente com os moradores da
cidade de Ourinhos realizam com sua região e com as cidades maiores do país, que além de atrair
estudantes da região, estes desenvolvem um fluxo de sentido contrario e com outras direções, que
geralmente são em sentido as cidades maiores que Ourinhos/SP ou mais equiparadas em relação ao
sistema de ensino tanto qualitativamente como quantitativamente (Assis, Bauru, Marilia, Curitiba e
São Paulo).
A contribuição regionalizadora do setor educacional é facilmente percebida, quando vemos os
números de alunos matriculados que não residem em Ourinhos/SP ou aqueles que vieram
especialmente para estudar no município, este acontecimento é mais nítido nas universidades que
recebem alunos de toda região de governo de Ourinhos e também do norte paranaense, esses são os
locais de maior incidência na recepção.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
299

assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o


desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 7672 - RIO DE JANEIRO (PILARES)


Endereço: Av. Dom Hélder Câmara, Pilares, Rio de Janeiro – RJ

1. Contexto histórico
O polo Pilares, localizado no bairro de Pilares, na cidade do Rio de Janeiro . A cidade é um
dos grandes centros financeiros do país com o segundo maior PIB do país e o 30º maior do mundo,
estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), sendo hoje sede das duas maiores empresas
brasileiras (Petrobras e a Vale), e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do
maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo,
é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da produção
científica nacional - segundo dados de 2005. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta, isto
é um importante centro econômico para o sistema econômico mundial, descrito pelo inventário
realizado em 2008 pela Universidade de Loughborough (GaWC).
O Rio de Janeiro é um dos principais centro cultural do país,. É a cidade Brasileira mais
conhecida no exterior, sendo uma das principais rotas de turismo no mundo, sendo o principal destino
turístico na américa latina e em todo hemisfério sul, conhecida por diversos ícones culturais e
paisagísticos, sendo declarada decratada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, com
os sigueintes pontos turísticos: Pão de Açúcar, morro do Corcovado onde encontra se estátua do Cristo
Redentor, com praias lindissinmas como as dos dos bairros de: Copacabana, Ipanema e Barra da
Tijuca, além de termos construções históricas e de referência mundial, como: Estádio do Maracanã,
Estádio Olímpico João Havelange, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, além de regiões de grande verde
como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de
Paquetá, e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial, o réveillon de
Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Rio de Janeiro (ano 2000),
considerado "elevado" pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é de 0,842.
Considerando apenas a educação o índice é de 0,933 (muito elevado), o índice da longevidade é de
0,754; e o de renda é de 0,840. A renda per capita é de 25.121,92 reais.
300

2. A região em indicadores do IDH e IDEB


O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO
(0,04).
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de
telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET.
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as
quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também
destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de
turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. O que torna parte da
cidade um canteiro de obras para receber estes eventos.

PIB:

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais)

2003 95 680 944 15 923

2004 112 586 665 18 605

2005 118 979 752 19 524

2006 127 956 075 20 851

2009 175 739 349 28 405

3. Inserção Regional do Polo Ead


Pilares é um bairro na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, de classe média baixa. Seu IDH,
no ano 2000, era de 0,831, o 68º melhor da cidade do Rio de Janeiro.
Além de estar próximo ao bairro do Méier e de Madureira, vocacionalmente mercantis, é ainda
atendido por um grande Shopping Center(Norte Shopping) que se localiza num bairro próximo, e uma
variedade razoável de segmentos comerciais, tendo um centro comercial movimentado junto ao Largo
dos Pilares e Avenida João Ribeiro.
301

Um dos pontos atrativos do bairro é a escola de samba Caprichosos de Pilares, situada


peculiarmente sob o viaduto Cristóvão Colombo, também fica situado no bairro a escola de samba
Difícil é o Nome. O bairro faz divisa com Inhaúma, Abolição, Piedade, Engenho de Dentro, Engenho da
Rainha e Tomás Coelho.[5]
A história do bairro surgiu na época do da família real no Brasil, onde no seu largo havia
pequenos pilares em volta de uma fonte de água. Os pilares eram para amarrar os cavalos, a fim deles
beberem água da referida fonte. O Largo dos Pilares era uma das paradas do caminho real de Santa
Cruz, onde hoje existe a Avenida Dom Hélder Câmara,antiga Avenida Suburbana.
No Largo de Pilares, como ainda é hoje denominado, havia o entroncamento de três vias muito
importantes para o escoamento das mercadorias vindas de Minas Gerais, de São Paulo e do interior da
cidade (como Jacarepaguá): eram a Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara),
Estrada da Praia de Inhaúma (hoje Rua Alvaro de Miranda) e Estrada Nova da Pavuna (Av. João
Ribeiro), que ia até o porto da Pavuna. Esta estrada era um novo caminho para Pavuna, mas ia pelo
interior, enquanto a Estrada Velha da Pavuna seguia mais perto da linha dos portos. Ainda hoje há
marcos: na rua Otacílio Nunes há o Estabulo Santa Cecilia.
Na década de 50 o bairro tinha um forte comércio, trazendo para lá pessoas de outras regiões
da cidade. Existiam grandes indústrias e um grande comércio no lugar, com isso surgiu a associação
chamada CCIP Centro Comercial e Industria de Pilares, que hoje se tornou um clube. Pilares também
tem uma estação de trem que vai de Belford Roxo a Central (centro) e diversas linhas de ônibus.
Pilares faz parte da XIII Região administrativa (Méier) da cidade do Rio de Janeiro. Bairros
integrantes da região administrativa são: Abolição, Água Santa, Cachambi, Encantado, Engenho de
Dentro, Engenho Novo, Jacaré, Lins de Vasconcelos, Méier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha,
Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos.
A Pilares é um dos bairros que vem crescendo no Rio de Janeiro e onde vive-se um grande
crescimento principalmente nos aspecto imobiliário apresentando um Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH) de 0,831. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E)
de 0,932, de renda (IDH-R) 0,769, com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0,793 com uma
probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72,55 anos de idade. Tendo ainda uma renda per
capita de R$ 389,81 (trezentos e oitenta e nove reais e oitenta e um centavos).
O Polo EaD da Estácio, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados
para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como:
os cursos da Graduação: Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, História, Sistema de
Informação e Serviço Social e, os cursos Superiores de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, Gestão de Recursos Humano, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar, Gestão em TI,
Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Processos Gerenciais e Gestão
302

Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente e, verificasse a
inserção de novos cursos. O próprio corpo docente, contribuir para que os alunos possam ter o
conhecimento e ao mesmo tempo a capacidade de transformá-lo, a fim que os objetivos pretendidos
pelo aluno sejam atendidos.
Por isso é que o polo Norte Shopping, investe na infraestrutura, tais como: biblioteca, aparelhos
de mídia, iluminação, pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. Estes
recursos mais o espaço do Polo para ajudar os alunos nas tutorias, neste caso, os atendimentos
passam a ser um somatório para o resultado final que é a inserção desse aluno no mercado de
trabalho.

POLO: 431 - RIO DE JANEIRO (Presidente Vargas)


Endereço: Av. Presidente Vargas, Centro, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico

O polo Presidente Vargas está situado no Centro do município do Rio de Janeiro no estado do
Rio de Janeiro.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do
Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
O Polo EAD está localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região
sudeste do Brasil, que já foi a capital do País.
Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso
monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia
para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo.
A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro
histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros.
Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do
Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do
século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio
histórico.
303

O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de
Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o
Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054 km2. Os naturais do estado do Rio de
Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da
cidade do Rio.

2. A região em indicadores IDH e IDEB


O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO
(0,04).
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de
telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET.
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as
quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF).
O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo,
principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas
em 2016.

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais)

2003 95 680 944 15 923

2004 112 586 665 18 605

2005 118 979 752 19 524

2006 127 956 075 20 851

2009 175 739 349 28 405


304

O Polo Presidente Vargas, funciona no Centro da cidade do Rio de Janeiro, cuja população está
estimada em, aproximadamente, 15.993.583 de habitantes, segundo dados do, Censo 2010. O Índice
de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma
população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0
ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior
ou igual a 0,800. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0,842.
IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM

Ideb Observado Metas Projetadas

Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

Rio de
4.3 4.4 4.7 5.1 4.4 4.7 5.1 5.4 5.6 5.9 6.1 6.4
Janeiro

IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo


Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a
nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De
acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota
meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. [
O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino
médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição.
305

3. Inserção regional do Polo EAD


O polo Presidente Vargas está inserido no Centro que é um bairro da Região Central da cidade
do Rio de Janeiro. Abriga o coração financeiro da cidade.
O bairro também é eminentemente comercial, apesar de possuir residências. Possui desde
prédios históricos até modernos arranha-céus. Suas áreas residenciais são, principalmente, no Bairro
de Fátima e no Castelo.
A história documentada do bairro começou em 1567, quando os 120 portugueses que haviam
fundado a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro dois anos antes, no Morro Cara de Cão, se
transferiram para o Morro do Castelo, que oferecia melhores condições de expansão. A partir desse
morro, a cidade se expandiu nos séculos seguintes, passando a ocupar todo o atual Centro.
Desde o final do século XX, o Centro vem passando por flagrante e rápido processo de
valorização e revitalização. Preterido em favor da Zona Sul da cidade durante a maior parte do século
XX, passou a receber crescentes investimentos por parte de empreendedores do mercado imobiliário.
Tem assistido a um grande número de obras de restauração e de modernização de velhos edifícios,
bem como à construção de novos edifícios. O efervescer cultural e social da noite do Centro, com o
advento do polo cultural da Lapa, deu um grande impulso à região.
O Polo Ead Presidente Vargas da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade
indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.
Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação : Administração,
Ciências Contábeis, Marketing, Pedagogia, Letras E História e, os cursos Superior de Tecnológica:
Gestão Processos Gerências, RH, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar, Gestão em TI, Gestão
Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial e Gestão Pública. Visam atender uma
demanda de mercado que é cada vez mais crescente.
O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação, pinturas,
aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo cursos de
especialização na modalidade EAD .Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório para o
resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no
mercado de trabalho.

POLO: 1814 - RIO DE JANEIRO (TAQUARA)


Endereço: Rua André Rocha, Taquara, Rio de Janeiro - RJ
1. Contexto Histórico.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do
Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
306

Localizado no Estado do Rio de Janeiro, que é uma das 27 Unidades Federativas do Brasil, com
uma área total de 43.868,054 km² 63, com uma densidade demográfica de 4.820,78 hab/km2, apesar de
ser o 3º menor Estado concentra 8,4% da população do Brasil (14.821.348 habitantes), figurando-se
como o Estado com maior densidade demográfica, consequentemente é a segunda maior metrópole
mais populosa de nosso País. É a maior rota de turismo internacional do País64. Situa-se na porção
leste da região Sudeste, tendo como limites os Estados de Minas Gerais ao norte e noroeste, Espírito
Santo a nordeste e São Paulo a sudoeste, e com o Oceano Atlântico a leste e sul.
O Rio de Janeiro é um dos principais centros culturais e artísticos do nosso País, tendo a Cidade
como capital e onde está inserido o nosso Polo R9 – Taquara. É a cidade Brasileira mais conhecida no
exterior, sendo uma das principais rotas de turismo no mundo, sendo o principal destino turístico na
América Latina e em todo hemisfério sul, conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, sendo
declarada recentemente e decretada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, com os
seguintes pontos turísticos: Pão de Açúcar, morro do Corcovado onde se encontra estátua do Cristo
Redentor, com belas praias, além de possuirmos construções históricas e de referência mundial, como:
Estádio Mário Filho (Maracanã), Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), Teatro Municipal do Rio
de Janeiro, além de regiões de grande verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta
da Boa Vista; possuímos também uma das maiores Bibliotecas Internacionais, a Biblioteca Nacional;
temos também a ilha de Paquetá, e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial,
o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba.

2. A região em indicadores – IDH e IDEB


Índice de Desenvolvimento Humano - IDH da Região Administrativa Jacarepaguá.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ 0,84 –


ALTO IDH

Instituto Pereira Passos – IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA

A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano,


ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH.

63
http://www.citybrazil.com.br/rj/index.php
64

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_%28cidade%29#Composi.C3.A7.C3.A3o_do_PIB
307

IDEB - Resultados e Metas

4ª série / 5º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

RIO DE JANEIRO 4.0 5.1 4.6 5.0 4.0 4.4 4.8 5.1 5.3 5.6 5.9 6.1

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

RIO DE JANEIRO 2.5 2.5 2.5 2.5 2.6 2.8 3.2 3.6 4.1 4.3 4.6 4.9

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metaO Ciep Pablo Neruda, na
Taquara, teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB, pulando de 6,7 para 8,3 este ano,
alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil. Já a Escola Roberto Burle Marx, em
Curicica, é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais.
Jacarepaguá, em seu entorno, apresenta os bairros: Anil, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia,
Gardênia Azul, Pechincha, Praça Seca, Tanque, Taquara e Vila Valqueire. Na região, estão presentes as
Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá – oferece EAD; FIJ (Faculdades Integradas
de Jacarepaguá); Signorelli – oferece EAD; UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade
Gama Filho).

3. Inserção Regional do Polo


308

Taquara é um bairro de classe média da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro


Localiza-se na região de Jacarepaguá e limita-se com o Tanque, Pechincha, Cidade de Deus, Curicica,
Jardim Sulacap, Realengo e outras localidades de Jacarepaguá.
O nome do bairro é originário de uma espécie de bambu utilizado para fabricar cestos, outrora
existente em grande quantidade na região, onde foi erguida a sede da Fazenda da Taquara, em 1757,
propriedade da família do Barão de Taquara, existente até hoje.
O bairro possui uma expressiva quantidade de imigrantes portugueses, que se instalaram na
região desde a época do império e por lá muitos deles implantaram os primeiros estabelecimentos
comerciais do local.
Entre suas maiores qualidades, está a pomposa área verde ao longo do bairro, bem como sua
vizinhança tranquila e seu belo relevo, cercado por montanhas. Isso se deve a presença do Parque
Estadual da Pedra Branca, que fica nos seus arredores.
O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
O Estado do Rio de Janeiro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário
nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do
tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de
formação de profissionais para atender a demanda do mercado.
A Educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção
e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as
barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu
papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da
região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação e da comunicação nos
processos educacionais, é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da
população e para a redução das desigualdades sociais.

POLO: 705998 - RIO DE JANEIRO (João Uchôa)


Endereço: Rua Bispo, nº 83, Bairro Rio Comprido, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto Histórico
309

O nome do bairro Rio Comprido se origina do rio central que o percorre e que nasce na Floresta
da Tijuca, e desagua na Baía da Guanabara. O bairro do Rio Comprido marca o início da zona norte e o
final da zona central da cidade, sendo um bairro de localização estratégica e privilegiada. Forma uma
tríplice ligação entre as zonas norte, sul e central. Faz limite com os bairros de Santa Teresa, Alto da
Boa Vista, Tijuca, Praça da Bandeira, Estácio e Catumbi.
Com a abertura do Túnel Rebouças (1967) e a construção do Elevado Paulo de Frontin (1971), a
Av. Paulo de Frontin transformou-se numa importante passagem entre as zonas norte e sul da cidade e
os tradicionais moradores mudaram-se, registrando-se uma acentuada queda no índice de qualidade
de vida do bairro, atualmente cercado por comunidades como o Turano, o Fogueteiro, o Querosene e
o Complexo Paula Ramos.

2. A região em indicadores-IDEB e IDD


A Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tal como considerada pelo IBGE, ostenta um PIB de
R$ 187.374.116.000, constituindo o segundo maior polo de riqueza nacional. Concentra 68% da força
econômica do estado e 7,91% de todos os bens e serviços produzidos no país. Levando-se em
consideração a rede de influência urbana exercida pela metrópole (e que abrange 11,3% da população
brasileira), esta participação no PIB sobe para 14,4%, segundo o estudo divulgado em outubro de 2008
pelo IBGE. Há muitos anos congrega o segundo maior polo industrial do Brasil, contando com
refinarias de petróleo, indústrias navais, siderúrgicas, metalúrgicas, petroquímicas, gás-químicas,
têxteis, gráficas, editoriais, farmacêuticas, de bebidas, cimenteiras e moveleiras. No entanto, as
últimas décadas atestaram uma nítida transformação em seu perfil econômico, que vem adquirindo,
cada vez mais, matizes de um grande polo nacional de serviços e negócios
O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de
uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

- 0,842 – Médio IDH

IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição
no critério do IDH estadual.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
310

No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica


(IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.

MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
29/08/2012

4ª 8ª
série / série /
5º ano 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

RIO DE
4.3 4.6 5.1 5.4 3.9 4.3 5.1 5.3 5.6 5.9 6.1 6.4
JANEIRO

* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.

Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O bairro do Rio
Comprido apresentou um IDH, no ano 2000, de 0,849, o 56º melhor da cidade do Rio de Janeiro.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB foi criado pelo INEP/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No IDEB de 2011, a nota do ensino
médio público do Rio de Janeiro ficou em 3,2, um crescimento de 0,4 em relação à edição de 2009.
Com isso, o estado pulou da penúltima posição para o 15º lugar. Tal índice contribuiu para o
crescimento na região na demanda pelo o ensino superior.
No bairro do Rio Comprido encontra-se o Campus Rebouças da Universidade Estácio de Sá, o
"Campus Rio Comprido" da UniCarioca e a escola Fundação Osório, parte integrante do Sistema de
Colégios Militares do Brasil e também o CAP Colégio de Aplicação da UERJ. No bairro somente a
Universidade Estacio de Sá oferece ensino a distância.
311

3. Inserção Regional do Polo EAD.


O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibe cultura desafiam o sistema educacional. Nessa
direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Nesse contexto de crescimento,
a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa
carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por
profissionais de outras regiões da cidade.Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se
como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias
esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a
oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à
demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o
uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da
população e para a redução das desigualdades sociais.

POLO 35036 - Aracaju(SE)


Endereço: Rua Urquisa Leal, Salgado Filho, Aracaju-SE

1. Contexto histórico

Esta interpretação tem grande vigência, embora existam outras versões., Aracaju, é considerada
pelo Ministério da Saúde como a capital brasileira da Qualidade de Vida, a partir de pesquisa realizada
pela FGV. Cidade caprichosa, vaidosa e acima de tudo, ousada, Aracaju possui uma densidade
demográfica de 3.140,67 hab/km2. Aracaju significa "cajueiro dos papagaios". A palavra é composta
por dois elementos: "ará" , que significa ´papagaio´, e "acayú" , que significa ´fruto do cajueiro´.
Sergipe, com 21,9 mil km2, Estado de menor extensão territorial da federação brasileira,
localizado no Nordeste, é o mais bem estruturado em termos econômicos e sociais da região. Possui
75 municípios e uma população estimada de 1.970.371 de habitantes (correspondente a
aproximadamente 1,1% da população brasileira e a 3,9% da região Nordeste), dos quais 81,9% ou
1.614.380 pessoas residem na zona urbana.
Com um parque produtivo diversificado em que se destacam as cadeias produtivas de Alimentos
e Bebidas; Têxtil, Calçados e Confecções; Agronegócios (com destaque para laranja, cana-de-açúcar e
fruticultura irrigada) e o Turismo de eventos e de lazer. Novos segmentos emergem na economia
312

sergipana, como as cadeias produtivas da aquicultura (peixe, camarão e ostras), dos biocombustíveis e
da construção naval, além da riqueza mineral que proporciona uma importante produção de gás,
petróleo e fertilizantes. A riqueza gerada por sua base produtiva fez vicejar sua capital, Aracaju, jovem
e dinâmica, com cerca de 570 mil habitantes (IBGE, 2010), e que apresenta a segunda maior renda per
capita entre as capitais nordestinas.
O PIB do Estado de Sergipe apresentou crescimento em volume de 4,4% em 2009 e valor
corrente estimado em R$ 19 767 milhões, representando 0,6% do PIB nacional. O PIB per capita em
2009 foi de R$ 9 787,25, conferindo ao estado a 18ª posição no ranking nacional.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Sergipe melhorou em 14 anos e passou de 0,623


para 0,742. Está bem acima da média do Nordeste, que é de 0,720, empatando com o da Bahia,
levando os dois Estados a serem os primeiros da região entre os nove nordestinos. Os dados estão na
pesquisa Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente, realizada pela Organização
Internacional do Trabalho (OIT), Programa Nacional para o Desenvolvimento (PNUD) e Comissão
Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), da ONU. O estudo foi divulgado esta semana.
O relatório da ONU mostrou que no componente educação o IDH avançou também bem acima
da média da região, que é de 0,807, mas ficou bem abaixo da média nacional, de 0,883. Em Sergipe, o
IDH/educação, que em 1991 era 0,6330, pulou para 0,827 em 2005. É o segundo melhor da região, só
perdendo para a Bahia (0,830).
O Índice de Desenvolvimento Humano mede a qualidade de vida dos países utilizando como
critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida
ao nascer) e renda (PIB per capita). O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um
(desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano
considerado baixo. Os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio
desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano
considerado alto. Se Sergipe fosse um país independente, seria considerado de médio
desenvolvimento.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado no Estado de Sergipe está disposto no quadro abaixo. Nele percebemos é crescente
313

ao longo da apuração, e que aponta como propenso a atingir a meta estabelecida pelo MEC/INEP para
o ano de 2021.

8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

ARACAJU 2.8 3.0 2.7 3.0 2.8 3.0 3.2 3.6 4.0 4.3 4.6 4.8

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

3. Inserção regional do Polo EAD

Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso


indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais. Portanto, compreende-se que o ensino a distância surge como uma importante modalidade,
que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente
transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
Ademais, o dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura, apontam e fomentam que os
ambientes virtuais se consolidam como grande oportunidade para socialização de informações e do
conhecimento; e cabe as IES ampliar em larga escala. A educação a distância (EAD) apresenta-se então
como é um importante instrumento deste aproveitamento.
O Estado de Sergipe, a partir do seu poder executivo, elegeu com uma das diretrizes do Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE), a articulação e cooperação para interiorizar a oferta do Ensino
Superior através de iniciativas baseadas na EAD, sinalizando de forma clara e incisiva que esta é uma
estratégia para o fomento de uma sociedade muito mais polida e apurada no teor do conhecimento.
Dados da Secretaria Estadual da Educação apontam que dos 653.631 estudantes, mais de
105.000 (algo em torno de 16%) estão cursando o ensino médio, outrora estarão às portas para
ingresso no ensino superior. O que demonstra grande preocupação é a escassez da vagas da
314

instituição pública, que chegou a ter no processo seletivo de 2008 mais de 48 mil inscritos, sendo que
destes mais de 25.000 disputavam pouco mais de 4.000 vagas. Nesse contexto de crescimento, a
massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa
carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por
profissionais de outras regiões do país.
A oferta então do Curso Superior Tecnológico em Recursos Humanos e do Curso Superior
Tecnológico Marketing na modalidade a distancia, vem atender uma demanda reprimida, não por falta
de capacidade, mas pela incompatibilidade de horário (premissa de tempo e lugar), ora arvorado pelo
expressivo número de procura pelos cursos, consolidando com grande quantitativo de matrículas
efetuadas.

POLO: 35061 - Polo Florianópolis-SC


Endereço: Rua Leoberto Leal, São José, Florianópolis – SC

1. Contexto histórico

São José foi a quarta localidade fundada em Santa Catarina. Foi colonizada por 180 casais de
açorianos, que chegaram em 19 de março de 1750, oriundos das ilhas de São Miguel e São Jorge, nos
Açores, em Portugal. Graças a seu rápido desenvolvimento, em 1756, foi elevada à categoria de
freguesia. Importante centro de comércio, a localidade foi emancipada em 04 de maio de 1833. No
ano de 1845, quando recebeu a visita do Imperador Dom Pedro II e de Dona Thereza Cristina – que
estavam a caminho de Caldas do Cubatão, hoje Caldas da Imperatriz –, São José já possuía 21.000
habitantes.
No início do século XX, já densamente povoado, o município abandonou suas características de
agricultura de subsistência para se integrar nas atividades econômicas típicas dos centros urbanos,
atuando também nos setores secundários e terciários da economia. Seu desenvolvimento acelerado
dos últimos anos foi ajudado pela existência de grandes áreas de terras pouco valorizadas que
puderam ser urbanizadas e adquiridas pela população de menor renda, face ao seu reduzido valor e
políticas municipais de incentivos fiscais, se comparado com Florianópolis, cidade vizinha e Capital do
Estado de Santa Catarina. São José faz limite com a porção continental de Florianópolis, sendo
banhada pelas baías norte e sul, na qual recentemente construíram um aterro e é seccionada por uma
rodovia de importância internacional: a BR-101, parte da Rodovia Panamericana que liga os grandes
centros de Rio de Janeiro e São Paulo. Além desta, cruza parte da cidade o trecho inicial da BR-282,
que dá acesso ao oeste do Estado. Às margens da BR-282, onde está entroncada na BR-101, localiza-se
o Shopping Center Itaguaçu.
315

Atraindo pessoas de toda parte e com origens culturais diferenciadas, em virtude de seu
crescimento sócio demográfico e econômico, São José deixou de ser considerada cidade dormitório da
capital, para transformar-se num grande polo industrial, comercial e de prestação de serviços. Em
2011, foi o 06° município em arrecadação de ICMS, comprovando o excelente desempenho de São
José.
Apesar dos bons desempenhos fora do eixo Sul-Sudeste, a economia brasileira ainda é bastante
concentrada. Em 2009, oito estados representavam 78,1% do PIB do Brasil: São Paulo (com
participação de 33,5% do PIB), Rio de Janeiro (10,9%), Minas Gerais (8,9%), Rio Grande do Sul (6,7%),
Paraná (5,9%), Bahia (4,2%), Distrito Federal (4,1%) e Santa Catarina (4,0%). Esse grupo perdeu 0,1
ponto percentual de participação em relação a 2008 e 1,6 ponto percentual desde 2002. O avanço da
fronteira agrícola, os incentivos regionais, a maior mobilidade das plantas industriais, além do avanço
de novas classes consumidoras, são alguns dos fatores que influenciaram no avanço de participação
dos demais estados ao longo dos sete anos observados na série 2002-2009.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH - mede o nível de desenvolvimento humano a


partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida
ao nascer) e renda (PIB per capta).

IDH

IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM-


IDHM, IDHM,
Município Renda, Renda, Longevidade, Longevidade, Educação, Educação,
1991 2000
1991 2000 1991 2000 1991 2000
Florianópolis (SC) 0,824 0,875 0,803 0,867 0,771 0,797 0,898 0,96

São José (SC) 0,798 0,849 0,729 0,784 0,801 0,839 0,863 0,925

Ilustração 1: Índice de Desenvolvimento Humano


Fonte:
http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_Municipios_Brasil_2000.aspx?indiceAccordion=1&li=li_Ra
nking2003

Entre os 50 municípios brasileiros de maior IDHM – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal


encontram-se 16 municípios catarinenses. Dentre eles destaca-se Florianópolis, que ocupa a 4ª melhor
posição entre os municípios brasileiros e São José a 36ª.
316

IDEB

Ideb Observado Metas Projetadas

Município 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

SAO JOSE 4.0 4.4 4.8 4.8 4.0 4.4 4.8 5.1 5.3 5.6 5.9 6.2

Ilustração 2: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município de São
José
Fonte: http://ideb.inep.gov.br/

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).

3. Inserção regional do Polo EAD


O ser humano está inserido em um contexto social, econômico, cultural, político e histórico e,
quando tomado como sujeito, intervém na realidade a partir de uma percepção do contexto que o
encerra. Pressupõe-se, assim, uma dimensão ativa, criadora e renovadora. Na sua interação com
outros sujeitos e com a realidade, produz e dissemina conhecimento.
A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é o produto dessa interação social
e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e
preservação, colocando-as a serviço da sociedade. Para tal, entende ser necessário provocar um papel
ativo desse sujeito da/na educação.
Sob esse diapasão, compreende-se a necessidade de promover a participação dos indivíduos
como sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e a
conscientização, concretizando epistemologicamente o que se entende por educação.
O ensino à distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformador, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
317

Dessa forma, a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento


para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 35033- RECIFE


Endereço: Av. Engenheiro Abdias de Carvalho, 1678 – Madalena, Recife – PE

1. Contexto histórico

Recife, fundada em 1537, numa localização privilegiada, a Centro-Oeste da Região Nordeste do


Brasil na foz dos Rios Capibaribe e Beberibe. Conhecida como a Veneza Brasileira, a prosperidade da
exportação do açúcar acelerou as atividades portuárias e desenvolveu uma povoação. Esta
prosperidade atraiu os holandeses, que invadiram e se estabeleceram na cidade, fazendo com que um
grande fluxo migratório chegasse a Recife. No fim do século XIX Recife já era um empório comercial e
inicia-se, então, a implantação de indústrias.
Segundo dados do IBGE (2010) o Estado conta com um pouco mais de 98 mil km² de área, que
se estendem longitudinalmente do litoral ao Sertão. São 8,7 milhões de habitantes e PIB de 87 bilhões,
distribuídos em 184 municípios, agrupados em três mesoregiões – Zona da Mata, Agreste e Sertão, e o
território de Fernando de Noronha.
Pernambuco, nos últimos anos, vem apresentando taxas médias de crescimento superiores à
média nacional. De acordo com os dados da CONDEPE/FIDEM (Agência Estadual de Planejamento e
Pesquisas de Pernambuco) o PIB do Estado em 2011 foi 8,7 milhões. Esse crescimento decorre de uma
combinação de fatores – como a localização estratégica, capital humano de alta qualidade técnica e
uma política de atração de investimentos focada no desenvolvimento das vocações econômicas.

2. A região em indicadores – IDH e IDEB

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É composto de três dimensões: renda (em que o
indicador usado é a renda domiciliar per capita), educação (em que são usados dois indicadores: taxa
318

de frequência escolar e alfabetização) e longevidade (medida por meio da esperança de vida ao


nascer).
O IDH do município de Recife aqui apresentado considera a comparação entre os Índices de
Desenvolvimento Humano do Recife e de outros municípios e demais municípios da Região
Metropolitana, de modo a revelar as desigualdades existentes entre as cidades da mesma
aglomeração urbana.
De acordo com os dados do Atlas de Desenvolvimento Humano no Recife 2003, verifica-se que a
maior parte das cidades da Região Metropolitana do Recife, incluindo as mais populosas, avançou
menos do que Pernambuco no IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), embora
permaneça com um padrão mais elevado do que a média do Estado, tendo Recife na segunda posição
do ranking. O estudo compara ainda, o quanto a Região Metropolitana do Recife abriga, numa área de
2.766 quilômetros quadrados, padrões de desenvolvimento humano similares aos do México (Recife) e
da Letônia (Paulista) e, numa outra ponta, equivalentes ao de Gabão (Araçoiaba) e Mongólia (Ipojuca),
conforme dados apresentados na Tabela 1.
Tabela 1 – IDHs observados entre os anos de 1991 e 2000 na Região Metropolitana de Recife em
ordem decrescente.
Local IDH – M em 2000 País equivalente
Paulista 0,799 Letônia
Recife 0,797 México
Olinda 0,792 Cuba
Jaboatão dos Guararapes 0,777 Bulgária
Camaragibe 0,747 Peru
Itamaracá 0,743 Maldivas
Abreu e Lima 0,73 Equador
Igarassu 0,719 Irã
Cabo de Santo Agostinho 0,707 Guiana
São Lourenço da Mata 0,707 Guiana
Itapissuma 0,695 África do Sul
Moreno 0,693 Síria
Ipojuca 0,658 Mongólia
Araçoiaba 0,637 Gabão
Fonte: PNUD; IPEA; FJP. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2003.
Segundo os dados apresentados na Tabela 1, destacam-se os quatro primeiros municípios no
ranking (Paulista, Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes), cujos IDHs são superiores ao do Brasil,
319

conquanto em Camaragibe e Abreu e Lima os valores sejam inferiores. O que pode ser justificado pelo
fato de se tratar de áreas litorâneas, com significativa concentração de famílias de média e alta renda,
o que não ocorre nos dois últimos. É importante destacar também quatro municípios: Araçoiaba,
Ipojuca, Moreno e Itapissuma. Nesses casos os valores de IDH são inferiores ao do Estado de
Pernambuco.
Nessa direção, caracteriza-se uma aglomeração e diferenciação entre os municípios com maior
diversidade social (Recife, Olinda, Paulista, Jaboatão dos Guararapes) e outros mais homogêneos
(Camaragibe, Abreu e Lima), que integram a área de influências das Instituições de Ensino localizadas
no município de Recife.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).

Tabela 2 – IDEBs observados nos anos de 2007, 2009 e 20011 e metas para a rede municipal do
Município de Recife - Pernambuco.
Série/ano Índices observados Metas projetadas
2007 2009 2011 2007 2009 2011
4ª série/ 5º ano 3.6 4.1 4.3 3.3 3.6 4.0
8ª série/ 9º ano 2.9 3.5 3.5 2.8 2.9 3.2
3ª série EM 3.0 3.3 3.4 3.1 3.2 3.3
Fonte: MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012.

De acordo com os dados da Tabela 2, o município de Recife apresentou em 2011 IDEBs maiores
do que 2009, com exceção no ensino da 8ª série/ 9º ano, que se manteve 3,5, igual ao período
anterior. A maior evolução foi a do ensino fundamental. Todavia, se considerarmos o ensino médio,
Recife está abaixo da média do Nordeste e Brasil, que foram respectivamente 3,5 e 3,7. Esse cenário se
traduz em desafio para a educação no Estado, refletindo diretamente nas Instituições de Ensino
Superior, que somam 43 IES só em no município de Recife. Se considerada a área metropolitana, esse
número é de 55 instituições públicas e privadas.

3. Inserção regional do Polo EAD


320

O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa


direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às
mudanças.
O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino
presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da
utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.
O Estado de Pernambuco, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário
nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do
tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de
formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Destacam-se empreendimentos da
indústria petroquímica, naval e automobilística, situados no Complexo Industrial de Suape.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 35063 - Polo Vila Velha


Endereço: Rua Cabo Aylson Simões, Centro, Vila Velha - ES

1. Contexto histórico

O polo Vila Velha da Universidade Estácio de Sá tem sede e foro na cidade de Vila Velha, região
metropolitana do Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e oito) Municípios e
ocupa uma extensão geográfica correspondente a 46.098,571 km.. Agrega uma população estimada
(2010) de 3.514.952 (três milhões, quinhentos e quatorze mil e novecentos e cinquenta e dois)
habitantes, sendo o décimo quarto estado em população do Brasil, com uma densidade populacional
de 76,2 hab./km2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1,3% ao ano¹.
321

Dentre a população urbana do Estado, 1.374.241 habitantes são economicamente ativos. O


número de crianças com menos de seis anos de idade é de 279.633 habitantes, enquanto a de idosos
(com mais de 60 anos) representa 15% da população do estado.¹
Com 0,54% do território nacional e 1,83% da população do País, o Espírito Santo, segundo dados
do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009", estudo realizado pelo Instituto Jones
dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o
Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país, registrando um montante de R$ 19.145,17
por habitante.

2. A região em indicadores IDH e IDEB


O estado apresentou, no ano de 2000, de acordo com o IBGE, um Índice de Desenvolvimento
Humano de 0,765 (PNUD), atualmente esse índice está em 0,802 (sendo o 7º melhor IDH entre os
estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0,869 para 2015,³ elevando o estado a uma
categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade, renda per capita e
nível de educação da população capixaba).
De acordo com IDH 2000 dois municípios da região metropolitana figuram com IDH entre os
trezentos melhores do País, A capital, Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida,
0,856 e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0,817 de IDH. As cidades do interior do Estado, todas
apresentam IDH abaixo de 0,8. Agua doce do Norte, norte do Estado, figura com o menor IDH: 0,659.³
Considerando a importância da educação no IDH, e a expectativa da excelência desse indicador
no estado, o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e
médio no Espírito Santo. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011, Espirito Santo obteve
crescimento de 02%, sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011, com 41% das escolas de ensino
médio e fundamental adequadas e 10,3% das escolas com nível de excelência³.

3. Inserção Regional do Polo EAD


Os indicadores demonstram que o crescimento econômico tem impactado favoravelmente a
qualidade de vida dos habitantes, no entanto, o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo
apresenta um grau de especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana, onde
concentram-se os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado.
Atualmente, a região metropolitana, atingiu uma taxa de urbanização de 98,09% e exerce a
função de centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. Estão
concentradas nessa área, aproximadamente, 41% da população, 87% dos empregos do setor serviço,
51% dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação².
322

Nesse cenário, o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão
igualitária de oportunidades, e descentralização econômica.
Com o objetivo de atender às necessidades e novas exigências profissionais do mercado além de
descentralização da economia, a UNESA implementou o Ensino a Distância em 2010. Impulsionados
pela missão institucional, a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A
urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para
atender as demandas do crescimento econômico; a necessidade de especialização de mão de obra no
Estado; o retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham, aos bancos do ensino superior;
aumento do número de jovens no ensino médio; a migração da população da região do sul da Bahia e
norte de Minas Gerais que somam-se aos jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação
profissional na região metropolitana e a consideração da existência da enorme demanda reprimida
desses jovens adultos que, por questões econômicas, principalmente, não conseguem se deslocar de
seus domicílios para formação profissional. Dessa forma, o ensino a distância vem integrar e facilitar a
colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa
região, permitindo que a expansão econômica do estado possa significar divisão igualitária de renda e
oportunidades para uma parte maior da população. Nesse contexto, o polo de Ensino a Distância da
UNESA mostra relevância social, uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo
excluídos do processo educacional por diversidades geográficas, políticas ou econômica, além de
atender a crescente demanda de formação continuada. Atualmente a UNESA oferece os seguintes
cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente).

TABELA I: Graduação EAD

Graduação

ADMINISTRAÇÃO LETRAS INGLÊS- HISTÓRIA


LICENCIATURA
CIÊNCIAS CONTÁBEIS PEDAGOGIA MATEMÁTICA
LETRAS-PORTUGUES. SERVIÇO SOCIAL SISTEMAS DE
LICENCIATURA. INFORMAÇÃO
ENGENHARIA DA
PRODUÇÃO
323

TABELA II: Graduação Tecnológica

Graduação Tecnológica

ANÁLISE E MARKETING GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO COMERCIAL


DESENVOLVIMENTO
DE SISTEMAS
GESTÃO DA GESTÃO FINANCEIRA PROCESSOS DESIGN GRAFICO.
TECNOLOGIA DA GERENCIAIS
INFORMAÇÃO
GESTÃO DE GESTÃO PÚBLICA GESTÃO DE TURISMO GESTÃO HOSPITALAR
RECURSOS
HUMANOS.
LOGÍSTICA COMÉRICO EXTERIOR NEGÓCIOS
IMOBILIÁRIOS
GESTÃO AMBIENTAL COMÉRCIO EXTERIOR GESTÃO COMERCIAL REDES DE
COMPUTADORES

Convencidos de que o mercado de trabalho, muito mais exigente, vem em busca de recursos
humanos especializados, a UNESA, no que tange ao Ensino a Distância - EAD, prima pela formação de
profissionais preparados para atender às novas demandas, especialmente voltados para as realidades
locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra
especializada.

Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD

Pós- Graduação Latu Senso – 2012

MBA EM GESTÃO DA
MBA EM POLÍTICAS E GESTÃO
DIREITO SAÚDE E
ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA
CONSTITUCIONAL ADMINISTRAÇÃO
ESTRATÉGICA PÚBLICA
HOSPITALAR
324

MBA EM RESPONSABILIDADE
DIREITO PENAL E MBA EM GESTÃO DE
BIODIVERSIDADE E CIVIL E DIREITO DO
PROCESSO PENAL PESSOAS
SUSTENTABILIDADE CONSUMIDOR
DOCÊNCIA DO COMUNICAÇÃO EM
MBA EM FINANÇAS MBA EM MARKETING
ENSINO SUPERIOR MÍDIAS DIGITAIS
MBA EM
EDUCAÇÃO FÍSICA MBA EM PETRÓLEO E
GERENCIAMENTO DE
ESCOLAR ENERGIAS
PROJETOS

Os cursos de graduação e superior de tecnológia oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e


Sociais Aplicadas, ingressando em 2011-2 na área de conhecimento das Engenharias, com o curso de
Graduação em Engenharia da Produção. O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído seguindo
tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da qualificação da
mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos produtivos do
Espírito Santo: petróleo e gás, metal- mecânico, fruticultura, moveleiro, mármore/granito, software,
comércio exterior, logística, pesca e turismo.
Considerando as indicações Conferência Mundial “Educação Superior no século XXI”, a UNESA,
propõe uma visão e ação na qual prevaleçam, em relação ao ensino superior, a qualidade e a
pertinência, onde “qualidade esta vinculada à pertinência, o que significa que não há educação
superior de qualidade, segundo os participantes da conferência, se sua ação não serve para colaborar
com a solução dos problemas na sociedade”. Nesse contexto o ensino a distância, como opção para
capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra a maior parte de
Instituições de Ensino Superior na Capital e em Vila Velha, desfavorecendo o interior. Dessa forma, o
polo EAD de Vila Velha é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional e alavancar a
formação de recursos que suportem a expansão econômica da região garantindo oportunidade para
todos.

POLO 35062 – Vitória


Endereço: Rua Herwan Modenesi Wanderlei, Jardim Camburi, Vitória - ES

1. Contexto histórico

O Polo de Vitoria está localizado no Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e
oito) Municípios e ocupa uma extensão geográfica correspondente a 46.098,571 km . Agrega uma
população estimada (2010) de 3.514.952 (três milhões, quinhentos e quatorze mil e novecentos e
325

cinquenta e dois) habitantes, sendo o décimo quarto estado em população do Brasil, com uma
densidade populacional de 76,2 hab./km2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1,3% ao ano¹.
Com 0,54% do território nacional e 1,83% da população do País, o Espírito Santo, segundo
dados do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009", estudo realizado pelo Instituto
Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
o Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país, registrando um montante de R$ 19.145,17
por habitante.²

2. A região em indicadores IDH e IDEB


O estado apresentou, no ano de 2000, de acordo com o IBGE, um Índice de Desenvolvimento
Humano de 0,765 (PNUD), atualmente esse índice está em 0,802 (sendo o 7º melhor IDH entre os
estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0,869 para 2015,³ elevando o estado a uma
categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade, renda per capita e
nível de educação da população capixaba).
De acordo com IDH 2000 dois municípios da Região Metropolitana de Vitória figuram com IDH
entre os trezentos melhores do País, Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida, 0,856
e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0,817 de IDH. As cidades do interior do Estado, todas
apresentam IDH abaixo de 0,8. Agua doce do Norte, norte do Estado, figura com o menor IDH: 0,659.³
Considerando a importância da educação no IDH, e a expectativa da excelência desse indicador
no estado, o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e
médio no Espírito Santo. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011, Espirito Santo obteve
crescimento de 02%, sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011, com 41% das escolas de ensino
médio e fundamental adequadas e 10,3% das escolas com nível de excelência³.

3. Inserção Regional do Polo EAD.


O crescimento econômico tem impactado favoravelmente a qualidade de vida dos habitantes,
no entanto, o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo apresenta um grau de
especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana de Vitória, onde concentram-
se os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado.
Atualmente, a 'Grande Vitória', atingiu uma taxa de urbanização de 98,09% e exerce a função de
centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. Estão concentradas nessa
Área Metropolitana, aproximadamente, 41% da população, 87% dos empregos do setor serviço, 51%
dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação². Nesse
cenário, o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão igualitária
de oportunidades, e descentralização.
326

Com vistas às necessidades e novas exigências profissionais do mercado e a descentralização a


Universidade Estácio de Sá implementou o Ensino a Distância em 2010. Impulsionados pela missão
institucional, a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na
capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as
demandas do crescimento econômico; a necessidade de especialização de mão de obra no Estado; o
retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham, aos bancos do ensino superior; aumento do
número de jovens no ensino médio; a migração da população da região do sul da Bahia e norte de
Minas Gerais que somam-se aos jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação profissional
na região metropolitana de Vitória e a consideração da existência da enorme demanda reprimida
desses jovens adultos que, por questões econômicas, principalmente, não conseguem se deslocar de
seus domicílios para formação profissional. Dessa forma, o ensino a distância vem integrar e facilitar a
colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa
região, permitindo que a expansão econômica do Estado possa significar divisão igualitária de renda e
oportunidades para uma parte maior da população. Nesse contexto, o polo de Ensino a Distância da
UNESA mostra relevância social, uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo
excluídos do processo educacional superior por morarem longe das universidades ou por
indisponibilidade de tempo nos horários tradicionais de aula, uma vez que não conseguem se
locomover de seus domicílios para conclusão dos estudos. Atualmente o Polo Vitória oferece os
seguintes cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente).

TABELA I: Graduação EAD - FESV -2011

Graduação EAD oferecidos no Polo de Vitória

Administração Serviço Social Jornalismo


Pedagogia

Ciências Contábeis Sistemas de Engenharia de


Matemática
Informação Produção
Letras Licenciatura História Pub. E Propaganda
Port./Inglês

TABELA II: Graduação Tecnológica - FESV -2011

Graduação Tecnológica

Gestão da Tecnologia Processos Gerenciais Análise e Design Gráfico


da Informação Desenvolvimento de
327

Sistemas
Gestão Hospitalar Gestão Comercial Gestão Financeira Gestão Pública

Gestão de Recursos Logística Gestão e Turismo


Humanos
Comércio Exterior Gestão Ambiental Marketing

Convencidos de que o mercado de trabalho, muito mais exigente, vem em busca de recursos
humanos especializados, a UNESA, no que tange ao Ensino a Distância - EAD, prima pela formação de
profissionais preparados para atender às novas demandas, especialmente voltados para as realidades
locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra
especializada.

Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD

Pós- Graduação Latu Senso – 2012

MBA EM GESTÃO DA
MBA EM POLÍTICAS E GESTÃO
DIREITO SAÚDE E
ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA
CONSTITUCIONAL ADMINISTRAÇÃO
ESTRATÉGICA PÚBLICA
HOSPITALAR
MBA EM RESPONSABILIDADE
DIREITO PENAL E MBA EM GESTÃO DE
BIODIVERSIDADE E CIVIL E DIREITO DO
PROCESSO PENAL PESSOAS
SUSTENTABILIDADE CONSUMIDOR
DOCÊNCIA DO COMUNICAÇÃO EM
MBA EM FINANÇAS MBA EM MARKETING
ENSINO SUPERIOR MÍDIAS DIGITAIS
MBA EM
EDUCAÇÃO FÍSICA MBA EM PETRÓLEO E
GERENCIAMENTO DE
ESCOLAR ENERGIAS
PROJETOS

Os cursos de graduação e graduação tecnológica oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e


Sociais Aplicadas, ingressando em 2011-2 na área de conhecimento das Engenharias ofertando o curso
de Graduação em Engenharia da Produção. O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído
seguindo tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da
qualificação da mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos
produtivos do Espírito Santo: petróleo e gás, metal-mecânico, fruticultura, moveleiro,
mármore/granito, software, comércio exterior, logística, pesca e turismo.
328

Considerando as indicações Conferência Mundial “Educação Superior no século XXI”, a


Faculdade Estácio de Sá de Vitória, propõe uma visão e ação na qual prevaleçam, em relação ao ensino
superior, a qualidade e a pertinência, onde “qualidade esta vinculada à pertinência, o que significa que
não há educação superior de qualidade, segundo os participantes da conferência, se sua ação não
serve para colaborar com a solução dos problemas na sociedade”. Nesse contexto o ensino a distância,
como opção para capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra
a maior parte de Instituições de Ensino Superior na Capital e região metropolitana, desfavorecendo o
interior. Dessa forma, o polo EAD de Vitória é uma forma de qualificar e alargar o processo
educacional e alavancar a formação de recursos que suportem a expansão econômica da região
garantindo oportunidade para todos.

POLO: 444 - Resende


Endereço: Rua Zenaide Vilela, Jardim Brasília, Resende – RJ

1. Contexto histórico

Resende era habitada originalmente por índios Puris, que a chamavam Timburibá.
Em 1744, o bandeirante Simão da Cunha Gago recebeu licença para sua expedição, que chegou
à terra batizada, na ocasião, com o nome de "Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre da
Paraíba Nova".
O desenvolvimento do lugar foi rápido, devido a fatores como estar a meio caminho entre Rio
de Janeiro e São Paulo, além da proximidade com a capitania de Minas Gerais. Rapidamente, já
possuía fábricas de anil, açúcar e plantações variadas. Em 1770, trouxeram-se as primeiras mudas de
café, que teve seu plantio incentivado no local.
No dia 29 de setembro de 1801, foi instalada a vila de Resende, por ato do 13º vice-rei e
segundo conde de Resende, general José Luís de Castro. O município cresceu em torno da cultura do
café. O ciclo do café teve ali o seu início e viria a se tornar a base da economia do município. Fontes
históricas afirmam que, em 1810, toda a área de Resende se encontrava coberta por cafezais, sendo,
nos anos seguintes, o maior centro produtor do Vale do Paraíba e polo irradiador de onde as
plantações se expandiram para São Paulo e Minas Gerais e, depois, para o Paraná e o Espírito Santo. É
bom lembrar, entretanto, que o território de Resende, no passado, era muito mais extenso, ocupando
todo o Vale do Paraíba Fluminense.
Em 1848, o município elevou seu status de vila a cidade. Por volta de 1850, houve a crise do
café, o que fez com que, com o tempo, as fazendas diversificassem a sua produção.
329

Em 1943, instalou-se, no município, a Academia Militar das Agulhas Negras, a instituição militar
que forma oficiais para o Exército Brasileiro.
Desde o início do século XX, grandes indústrias têm se instalado em Resende. A partir da década
de 1990, têm se instalado, no município e proximidades, grandes montadoras de automóveis. Todos
esses fatores tornaram o município um dos mais importantes do estado do Rio de Janeiro.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
Abaixo uma relação dos indicadores do Município:

Indicadores

IDH 0,809 (RJ: 5º) – elevado PNUD/2000

PIB R$ 4.502.969,290 mil (RJ: 13º) – IBGE/2008]

PIB per capita R$ 35.244,71 IBGE/2008

Características geográficas

Área 1 113,507 km² [3]

População 119 801 hab. Censo IBGE - 2010

Densidade 107,59 hab./km²

Altitude 407 m

Clima tropical de altitude Cwa

Fuso horário UTC−3

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
330

No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica


(IDEB) observado para o município de Resende no quadro abaixo.

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

RESENDE 4.2 4.1 4.5 5.1 4.2 4.6 5.0 5.2 5.5 5.8 6.0 6.3

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
*** Sem média na Prova Brasil 2011.
Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a met

A região tem no seu entorno os municípios, Barra Mansa, Itatiaia, Porto Real, Quatis, Areias (SP),
Queluz (SP), São José do Barreiro (SP), Bananal (SP), Arapeí (SP), Bocaina de Minas (MG), Passa Quatro
(MG), Itamonte (MG), Itanhandu (MG) e Passa-Vinte (MG).Atualmente a região conta com 5 (cinco)
Instituições de Ensino Superior – Universidade Estácio de Sá, Associação Educacional Dom Bosco
(AEDB), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde somente a Universidade Estácio de Sá
fornece cursos “on line”.

3. Inserção regional do Polo EAD

Considerada uma das cidades que mais cresce no Estado do Rio, Resende é hoje um município
com vocação industrial que atrai a atenção de investidores e empresas de diversas partes do Brasil e
do mundo pelas possibilidades que oferece. A principal delas é a sua localização e sua infraestrutura
que, aliadas à qualidade de vida dos moradores, transformam Resende num município diferenciado –
um município cujo maior patrimônio é o seu povo.
Resende é uma das cidades de maior crescimento no estado do Rio de Janeiro. Devido a sua
localização privilegiada e excelente infraestrutura, o município atrai investidores e empresas de
diversas partes do Brasil e do mundo. O produto interno bruto de Resende é o segundo maior da
331

região Sul-Fluminense e está entre os dez maiores do estado. Com sua alta renda per capita, longa
expectativa de vida e alto nível de infraestrutura, Resende é apontada como a terceira melhor cidade
fluminense, segundo o índice FIRJAN de desenvolvimento.
Em Resende, está localizada a sede da TV Rio Sul, emissora afiliada à Rede Globo e que atinge o
oeste do estado do Rio de Janeiro. Seu trabalho é de grande importância para o desenvolvimento de
toda a região.
Resende possui uma rede comercial forte, diversificada e em expansão,[carece de fontes?] com lojas de
grandes redes varejistas instaladas nos dois principais centros comerciais e financeiros da cidade:
Bairro Campos Elíseos e a Avenida Coronel Adalberto Mendes. Na cidade existem ainda dois grandes
shopping centers.
Através de investimentos em novas tecnologias e de melhoria do rebanho, a pecuária tornou-se
uma importante fonte de renda para Resende, que é um dos maiores produtores de leite do estado.
Com um amplo parque industrial em franco desenvolvimento, cuja área total é de 23 000 000 de
metros quadrados, Resende abriga importantes unidades fabris de grande porte, com destaque para
os setores metal-mecânico e químico-farmacêutico. As principais indústrias são: Maschinenfabrik
Augsburg-Nürnberg, maior fábrica de caminhões e ônibus do Brasil;Indústrias Nucleares do Brasil,
Fábrica de Combustível Nuclear, única indústria de enriquecimento de urânio do país;Clariant,
indústria de especialidades químicas;Pernod Ricard, fábrica de bebidas alcoólicas (terceira maior
companhia de bebidas do mundo);Grupo Votorantim, usina siderúrgica (é a maior do grupo no
Brasil);Furnas Centrais Elétricas, Usina Hidrelétrica do Funil (216MW);Novartis, indústria
farmacêuticaNissan, Montadora exclusiva dos automóveis Nissan, da plataforma em V.
Resende é a sede regional do Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de
Janeiro) no Sul Fluminense.
Resende é a capital da Região das Agulhas Negras, que é considerada uma das mais belas do
Brasil. A região é conhecida nacionalmente e internacionalmente pelos seus relevos montanhosos,
cachoeiras, rios cristalinos, fauna e flora. A região das Agulhas Negras conta com cerca de 345 hotéis e
4 000 acomodações. A região é o segundo polo turístico mais visitado do estado do Rio de Janeiro,
perdendo apenas para a capital.
Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado
não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de
trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento
para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
332

assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o


desenvolvimento da região.
O Polo Resende da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos
capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho.
Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos de Graduação e os cursos
Superior de Tecnológica visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente.
O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação,
pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo
cursos de especialização na modalidade EAD .Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório
para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse
aluno no mercado de trabalho.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 1938 - RIO DE JANEIRO (CAMPO GRANDE)


Endereço: Estrada do Medanha, 555 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico
O Campus West Shopping fica situado no bairro de Campo Grande, na cidade do Rio de Janeiro,
capital do Estado do Rio de Janeiro. É um bairro da Zona Oeste que fica a 45 km do centro da cidade,
de classe média alta com porções de classe média. Sua ocupação remonta a 17 de novembro de 1603,
devendo-se sobretudo aos inúmeros trabalhos jesuíticos na região. O bairro possui cerca de 328.370
habitantes de acordo com o Censo 2010, sendo considerado o mais populoso do município do Rio de
Janeiro.
A Região Campo Grande tem o maior contingente populacional da cidade, e sua região central é
uma das mais valorizadas da zona oeste, mas por ser a maior em área territorial, sua densidade líquida
é a segunda menor entre as 12 regiões do Rio. Suas áreas verdes, seus grandes espaços livres ainda
não ocupados, constituem suas maiores atrações. A região juntamente com Guaratiba representa a
última grande fronteira para uma expansão de acordo com suas vocações específicas - manifestas
historicamente desde o início da formação da cidade - e para o crescimento harmonioso, devido às
potencialidades econômicas e culturais que o ambiente natural lhe proporciona desde os primórdios
da sua ocupação. A Região apresenta grande potencial para o desenvolvimento de polos de
gastronomia e turismo. Na região está instalada uma base do corpo de fuzileiros navais (Batalhão
Toneleiro) e o CIAMPA , onde recentemente participaram do 5º CISME (Jogos Mundiais
333

Militares),abrigando delegações. Campo Grande concentrou o maior número de lançamentos


residenciais. O bairro ocupou em 2010 o primeiro lugar em número de lançamentos residenciais no
município do Rio de Janeiro - superando os bairros de Jacarepaguá, 2°, e Barra da Tijuca e hoje atrai
grandes construtoras cariocas.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

O bairro ocupa a 82ª posição (dados 2000) dentre os bairros da cidade em relação ao índice de
desenvolvimento humano com índice de 0,810. O IDH-L (Longevidade) é de 0,747, IDH-E (Educação) é
de 0,931 e IDH-R (Renda) com índice de 0,751. O bairro de Campo Grande possui um dos melhores
índices da zona oeste.
Os dados sócio demográficos indicam que a região cresceu à acentuada taxa de 22% na década
de 1990, a segunda maior taxa de crescimento da cidade, superada somente pela Barra da Tijuca. É a
região que tem o maior contingente populacional da cidade, tendo absorvido cerca de 200 000 novos
residentes nessa década.
O maior crescimento populacional ocorreu na segunda metade da década: 14%, ou 126 096
novos moradores.
Campo Grande possui uma economia bastante diversa, com áreas rurais, uma zona industrial
importante para a cidade e um comércio que tem experimentado crescimento significativo nos últimos
anos.
O comércio no bairro é auto- suficiente, exercendo atração sobre outras regiões. Além do
movimentado e popular Calçadão de Campo Grande, há opções de compras no atacadista Makro, e
em supermercados como Prezunic, Carrefour, Extra, e em compras, lazer e serviços em modernos
shoppings como o West Shopping e o Passeio Shopping. Está previsto ainda para 2013 a inauguração
do ParkShopping Campo Grande, do grupo Multiplan.
O setor industrial também está em crescimento. Campo Grande possui um Distrito Industrial
localizado no quilômetro 43 da Avenida Brasil, abrangendo ainda a Estrada do Pedregoso. A atividade
econômica local é composta por cerca de 3.700 estabelecimentos, 87,2% dos quais são do segmento
de comércio e serviços, empregando aproximadamente 49 mil pessoas. O volume de negócios gera R$
956,9 milhões de ICMS (US$ 221,3 milhões)(2), sexta arrecadação da cidade.
Entre as indústrias que se encontram instaladas em Campo Grande estão a AmBev,
Refrigerantes Convenção, Carreteiro Alimentos (café, arroz, feijão, grãos, e outros), Guaracamp,
Cogumelo (estruturas metálicas), Fredvic (confecção), Lillo (produtos infantis), Michelin, EBSE (soldas
elétricas), Superpesa (estruturas metálicas), Dancor (bombas) , Ranbaxy (farmacêutica)e Hermes
(Compra Fácil), Vesuvius Brasil (produtos refratários para Industria de Aço).
334

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


- 0,842 – Médio IDH
IPEA. Relatório do Desenvolvimento
Humano 2000

O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição
no critério do IDH estadual.
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca
representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao
longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado).
No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo.

Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
29/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

Ideb Observado Metas Projetadas

Municípi 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
o

RIO DE
4.3 4.6 5.1 5.4 3.9 4.3 5.1 5.3 5.6 5.9 6.1 6.4
JANEIRO

Obs:
* Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados.
** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.
335

*** Sem média na Prova Brasil 2011.


Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

3. Inserção regional do Polo EAD

Por ser um bairro de grandes extensões faz limite com outros dez bairros da zona oeste:
Paciência, Cosmos e Inhoaíba a oeste; Guaratiba, Vargem Grande, Recreio e Jacarepaguá ao sul;
Senador Vasconcelos, Senador Camará, Santíssimo e Bangu a leste e mais o município de Nova Iguaçu,
na Baixada Fluminense, ao norte.
Historicamente, Campo Grande notabilizou-se por ter se desenvolvido de forma
independente do resto da cidade.
A região do bairro de Campo Grande é uma das que mais cresce em nossa cidade e,
portanto, devido as suas peculiaridades e também pelo estudo da demanda de mercado a
Universidade Estacio de Sá solicitou o credenciamento o Polo WEST SHOPPING.
O Bairro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como
receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido
econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de
profissionais para atender a demanda do mercado. Nesse contexto de crescimento, a massa de
profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de
mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de
outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para
a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 1052178 - RIO DE JANEIRO( SULACAP)


Endereço: Jardim Sulacap, Av. Marechal Fontenelle, Rio de Janeiro – RJ

1. CONTEXTO HISTÓRICO
336

O polo Sulacap está situado no bairro Jardim Sulacap na cidade do Rio de Janeiro no estado do
Rio de Janeiro.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do
Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
O Polo EAD está localizado no Bairro Jardim Sulacap na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro,
cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País.
Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso
monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia
para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo.
A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro
histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros.
Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do
Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do
século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio
histórico.
O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de
Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o
Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054 km2. Os naturais do estado do Rio de
Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da
cidade do Rio. .

1. A região em indicadores IDH e IDEB

O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO
(0,04).
337

No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de
telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET.
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as
quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF).
O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo,
principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas
em 2016.
O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos.
PIB:

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais)

2003 95 680 944 15 923

2004 112 586 665 18 605

2005 118 979 752 19 524

2006 127 956 075 20 851

2009 175 739 349 28 405

O Polo Sulacap, funciona dentro da Universidade Estácio de Sá Sulacap no município do Rio de


Janeiro, cuja população está estimada em, aproximadamente, 15.993.583 de habitantes, segundo
dados do, Censo 2010.
O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma
população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0
ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior
ou igual a 0,800. Logo o IDH do Jardim Sulacap é de 0,856.
IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado
em 14/08/2012
338

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM

Ideb Observado Metas Projetadas

Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021

Rio de
4.3 4.4 4.7 5.1 4.4 4.7 5.1 5.4 5.6 5.9 6.1 6.4
Janeiro

IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo


Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a
nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De
acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota
meta para um ensino de boa qualidade é 6,0.
O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino
médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição.

2. Inserção regional do Polo EAD

Jardim Sulacap é um bairro de classe média e media-alta da Zona Oeste do município do Rio de
Janeiro.
O bairro, localizado na região que pertencia à antiga fazenda dos Afonsos, tem como origem o
projeto de arruamento e loteamento do “Jardim Sulacap”, feito em 1951, de propriedade da “Cia Sul
América Capitalização S.A.”, junto a estrada Intendente Magalhães e ao Campo dos Afonsos.
Atravessado pela Avenida Alberico Diniz e pela estrada do Japoré - que interligam Marechal Hermes a
Realengo.
A renda média das famílias é de 5,9 salários mínimos e o índice de alfabetização dos moradores
é de 100%.É um bairro bucólico, onde há predominância da natureza.
Jardim Sulacap possui três praças principais e dá acesso a Jacarepaguá pela estrada do Catonho,
que percorre a área montanhosa no vale entre as serras do Valqueire e do Engenho Velho. Nele situa-
se o cemitério Parque Jardim da Saudade, o primeiro do gênero no município e no Brasil.
Nas últimas décadas o bairro tem experimentado um grande crescimento urbano, com
consolidação do comércio e indústria de serviços. As forças armadas, sobretudo a FAB, são
responsáveis por uma vila residencial no bairro que abriga alguns militares do Campo dos Afonsos.
339

A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São
João de Meriti e os bairros da zona Oeste: Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá. Na
maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de
Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD).
O Polo da Estácio, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para
uma melhor inserção no mercado de trabalho.
Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação l: Administração,
Ciências Contábeis, Marketing, Pedagogia, Letras, Serviço Social E Sistema de Informação e, os cursos
Superior de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Comércio Exterior, Design Gráfico,
Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão Tecnologia da Informação, Gestão de Recursos Humanos,
Gestão Financeira, Gestão Hospitalar, Gestão Pública, Logística, Maketing e Processos Gerenciais.
Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente
O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação,
pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo
cursos de especialização na modalidade EAD .Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório
para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse
aluno no mercado de trabalho.

POLO: 448 - RIO DE JANEIRO (Tom Jobim)


Endereço: RJ, Rio de Janeiro, Barra da Tijuca, Av. das Américas

1. Contexto histórico
O Campus Tom Jobim ,fica situado no bairro da Barra da Tijuca , na cidade do Rio de Janeiro,
capital do Estado do Rio de Janeiro.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião
do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
O Polo EAD está localizado na barra da Tijuca da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na
região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País.
Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso
monumento do cristo redentor. O Rio de Janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia
para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo.
340

A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro
histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros.
Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do
Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do
século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio
histórico.
Salvador is located on a small, roughly triangular peninsula that separates Todos os Santos Bay
from the open waters of the Atlantic Ocean . O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região
Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e
São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054
km2. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen,
literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da cidade do Rio.

2. A região em indicadores IDH e IDEB

O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO
(0,04).
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobrás e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de
telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET.
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as
quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF).
O que também destacará a cidade em um dos setores da economia
como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em
2014 e as Olimpíadas em 2016.
O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. como o turismo,
principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas
em 2016.
341

PIB:

Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais)

2003 95 680 944 15 923

2004 112 586 665 18 605

2005 118 979 752 19 524

2006 127 956 075 20 851

2009 175 739 349 28 405

O Índice de Desenvolvimento Humano – IDH do Município permite medir o desenvolvimento de


uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita,
expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0
ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior
ou igual a 0,800. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0,842.
IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos
governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida
das pessoas que vivem nesta região.
IDEB – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo
Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas.
Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 20011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de
Janeiro.
MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em
14/08/2012

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano

4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM

Ideb Observado Metas Projetadas

Estado 2005 2007 2009 2011 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021
342

Rio de
4.3 4.4 4.7 5.1 4.4 4.7 5.1 5.4 5.6 5.9 6.1 6.4
Janeiro

O último e atual IDEB de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos
finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má
qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. O Rio de janeiro
no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009,
ocupava a 16ª posição.

3. Inserção Regional do Polo

Barra da Tijuca, conhecida popularmente como Barra, é um bairro nobre da cidade brasileira do
Rio de Janeiro, situada na região homônima da Zona Oeste da cidade.
Desde o início da formação da Cidade, a Região Barra da Tijuca sempre esteve ligada à história do
Rio de Janeiro, apesar de ser a mais nova das regiões, em termos de desenvolvimento e ocupação.
O Polo Tom Jobim, da UNESA, funciona no município do Rio de Janeiro cuja população está
estimada em, aproximadamente, 15.993.583 de habitantes, segundo dados do, Censo 2010.
A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São
João de Meriti e os Municípios da zona Oeste: Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá. Na
maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior – Universidade Estácio de
Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD).
O Polo atua com compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor
inserção no mercado de trabalho.
Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação : ADMINISTRAÇÃO,
SERVIÇO SOCIAL, CIÊNCIAS CONTÁBEIS, HISTÓRIA, MATEMÁTICA e, os cursos Superiores de Tecnologia
: COMÉRCIO EXTERIOR, GESTÃO AMBIENTAL, GESTÃO COMERCIAL, GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS,
GESTÃO DE TURISMO, GESTÃO FINANCEIRA, GESTÃO PÚBLICA, GESTÃO LOGÍSTICA, GESTÃO
MARKETING, NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS, GESTÃO HOSPITALAR, e PROCESSOS GERENCIAIS. Visam
atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente..
O bairro destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a
maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo
343

assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Nesse


contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no
mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam
ocupados por profissionais de outras regiões do país.
Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para
a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada
ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo
assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o
desenvolvimento da região.
Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso
indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades
sociais.

POLO: 427 - RIO DE JANEIRO (VIA BRASIL)


Endereço: Rua Itapera, Irajá, Rio de Janeiro - RJ

1. Contexto histórico

O polo Via Brasil está situado no bairro de Irajá, município do Rio de Janeiro no estado do Rio de
Janeiro.
Irajá é um bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É
cortado pela Avenida Brasil.
O significado da palavra Irajá, segundo Teodoro Fernandes Sampaio, é o mel brota.
A região de Irajá, como quase todo o território do município do Rio de Janeiro, era habitada
pelos índios tupinambás. Nos registros históricos disponíveis, no entanto, não há citação, da existência
de aldeia ou tribo indígena com a denominação de ira-ia-já, maduriá ou vocábulo que possa ser a eles
semelhantes, tendo Teodoro Fernandes Sampaio se referido ao vocábulo irajá e à abelha maduriá
tendo como base a etimologia do nome de uma localidade homônima no sul do Brasil.
O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro, que ia de Benfica, passando por
Anchieta, até Campo Grande.. Como outras sesmarias, a de Irajá foi desmembrada, moldando o mapa
da cidade que hoje conhecemos. Atualmente, o bairro é, essencialmente, um bairro residencial.
A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro,
em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião.
344

Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e
tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações
de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua.
A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso
monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia
para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo.
A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro
histórico e pelo futebol.
Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como:
os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros.
Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do
Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do
século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio
histórico.
O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de
Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o
Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054 km2. Os naturais do estado do Rio de
Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico da
cidade do Rio.

2. A região em indicadores IDEB e IDH.

O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos
muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado.
O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém
também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$139. 559. 354.000 EM
2007. O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO
(0,04).
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale-, o maior
grupo de mídia e comunicações da América Latina – as Organizações Globo - e as empresas de