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Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM GERIATRIA Profa. Mariana Abe Vicente
Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM
GERIATRIA
Profa. Mariana Abe Vicente

Disciplina Avaliação Nutricional do Indivíduo

INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO  A avaliação geriátrica é um processo diagnóstico cujas principais áreas avaliadas são os
INTRODUÇÃO
 A avaliação geriátrica é um processo diagnóstico cujas principais
áreas avaliadas são os aspectos clínicos, capacidade funcional e
variáveis psicossociais.
ESTADO NUTRICIONAL
Morbi-mortalidade desse grupo populacional

Morbi-mortalidade desse grupo populacional

31/10/2013

INTRODUÇÃO O envelhecimento – processo natural, no qual submete o organismo a diversas alterações anatômicas,
INTRODUÇÃO
O envelhecimento – processo natural, no qual
submete o organismo a diversas alterações
anatômicas, funcionais, bioquímicas e psicológicas,
com repercussões sobre as condições de saúde e
nutrição desses indivíduos.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
de saúde e nutrição desses indivíduos. INTRODUÇÃO  A população de idosos vem crescendo mundialmente,

A população de idosos vem crescendo mundialmente, inclusive nos países em desenvolvimento

Segundo a OMS esse segmento cresce mais rapidamente que

qualquer outra faixa etária.

A proporção da população mais idosa (80 anos) também está aumentando

A população considerada idosa também está envelhecendo

INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
considerada idosa também está envelhecendo INTRODUÇÃO POR QUE A POPULAÇÃO IDOSA É PROPENSA A DISTÚRBIOS
considerada idosa também está envelhecendo INTRODUÇÃO POR QUE A POPULAÇÃO IDOSA É PROPENSA A DISTÚRBIOS

POR QUE A POPULAÇÃO IDOSA É PROPENSA A

DISTÚRBIOS NUTRICIONAIS?

INTRODUÇÃO POR QUE A POPULAÇÃO IDOSA É PROPENSA A DISTÚRBIOS NUTRICIONAIS?
INTRODUÇÃO
POR QUE A POPULAÇÃO IDOSA É PROPENSA A
DISTÚRBIOS NUTRICIONAIS?
FATORES QUE AFETAM O ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS MODIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS QUE INTERFEREM NO APETITE, CONSUMO,
FATORES QUE AFETAM O ESTADO
NUTRICIONAL DE IDOSOS
MODIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS QUE INTERFEREM NO APETITE,
CONSUMO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO
- Perda de dentição
- Aumento da viscosidade salivar
-  da sensibilidade gustativa e olfativa
- Hipomotilidade intestinal
 esvaziamento gástrico

da

-

intestinal

absorção

devido

ao

menor

suprimento

sanguíneo

FATORES QUE AFETAM O ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS • Estado funcional • Estado mental ou
FATORES QUE AFETAM O ESTADO
NUTRICIONAL DE IDOSOS
• Estado funcional
• Estado mental ou cognitivo-depressão
• Presença de doenças agudas ou crônicas
• Uso de medicamentos
• Saúde oral

Aspectos sociais e econômicos

Falta de conhecimento

Alcoolismo

e econômicos • • Falta de conhecimento Alcoolismo 31/10/2013 INTRODUÇÃO • A avaliação nutricional e a

31/10/2013

INTRODUÇÃO • A avaliação nutricional e a observação clínica do idoso apresentam características próprias que
INTRODUÇÃO
• A avaliação nutricional e a observação clínica do idoso
apresentam características próprias que as diferencia da avaliação
nutricional dos adultos.
• Dependendo da idade e do estado de saúde do idoso, a
anamnese deve ser obtida através da informação do cuidador ou
pelo próprio idoso.
FATORES QUE AFETAM O ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS Fatores Psicossociais: Isolamento Solidão Depressão
FATORES QUE AFETAM O ESTADO
NUTRICIONAL DE IDOSOS
Fatores Psicossociais:
Isolamento
Solidão
Depressão
FATORES QUE AFETAM O ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS Outros fatores na população muito idosa: •
FATORES QUE AFETAM O ESTADO
NUTRICIONAL DE IDOSOS
Outros fatores na população muito idosa:
• Disfagia
• Úlceras por pressão
• Doença de Alzheimer
• Doença de Parkinson

Osteoporose

DM,HAS e Constipação

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Conceitos básicos OSSOS   Massa óssea até o pico entre 25
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
Conceitos básicos
OSSOS
  Massa óssea até o pico entre 25 – 30 anos
 A partir daí – perda tecidual
entre 25 – 30 anos  A partir daí – perda tecidual ENVELHECIMENTO DO OSSO SISTEMA

ENVELHECIMENTO DO OSSO

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
ENVELHECIMENTO DO OSSO SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Perda óssea CAUSAS  Déficit de estrogênio (menopausa)

Perda óssea

CAUSAS

Déficit de estrogênio (menopausa)

Carência de vitamina D e pouca exposição ao sol

Absorção intestinal de cálcio

Fatores genéticos

A formação óssea adquirida na puberdade é decisiva no futuro
A formação óssea adquirida na puberdade é
decisiva no futuro
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Perda óssea FRATURAS  Coluna o Colapsamento progressivo dos corpos vertebrais
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
Perda óssea
FRATURAS
 Coluna
o
Colapsamento progressivo dos
corpos vertebrais (região
anterior)  Vértebras em cunha
o
 Altura e desvios na coluna

31/10/2013

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Perda óssea  Osteopenia: ↓ Densidade óssea até 30%  Osteoporose: ↓
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
Perda óssea
 Osteopenia: ↓ Densidade óssea até 30%
 Osteoporose: ↓ Densidade óssea maior que 30%
Mensuradas –
Densitometria Óssea
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Perda óssea CONSEQUÊNCIAS  Fraturas Patológicas (mínimos traumas)  Locais
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
Perda óssea
CONSEQUÊNCIAS
 Fraturas Patológicas
(mínimos traumas)
 Locais mais afetados
o
Colo do fêmur
o
Extremidade distal do
rádio e da ulna
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Cartilagens Cartilagem articular – recobre as extremidades ósseas das articulações
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
Cartilagens
Cartilagem articular – recobre as extremidades ósseas
das articulações
OSTEOARTROSE
Características
o
Dor e  capacidade funcional
o
Degradação da cartilagem articular
o
Prevalência crescente com a idade
 Principal causa  estresse mecânico
AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL
AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL

A

avaliação

clínico-nutricional

em

identificar os idosos em risco nutricional.

em identificar os idosos em risco nutricional. geriatria permite VARIÁVEIS A SEREM AVALIADAS INICIALMENTE?

geriatria

permite

VARIÁVEIS A SEREM AVALIADAS INICIALMENTE?
VARIÁVEIS A SEREM AVALIADAS INICIALMENTE?
AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL
AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL

EXAME FÍSICO

INICIALMENTE? AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL EXAME FÍSICO ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL • Massa Magra
INICIALMENTE? AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL EXAME FÍSICO ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL • Massa Magra

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

Massa Magra 1 a 2% por ano a partir dos 30 anos

Massa Gorda 0,5 a 1,5% a partir dos 30 anos

• Massa Gorda  0,5 a 1,5% a partir dos 30 anos

intra-abdominal de gordura

da incidência de dislipidemias, HAS,diabetes

% de água intracelular = “desidratados crônicos”

Após os 60 anos: na estatura

=1,4cm e 3,3cm/década

Ganho e manutenção do peso:

e ♀ 3,3cm/década • Ganho e manutenção do peso: ♂ até os 60 a 65 anos

até os 60 a 65 anos até os 70 a 75 anos

Após essa idade tendência a perda de peso

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AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL VARIÁVEIS A SEREM AVALIADAS INICIALMENTE?
AVALIAÇÃO CLÍNICO-NUTRICIONAL
VARIÁVEIS A SEREM AVALIADAS INICIALMENTE?

história clínica detalhada, exame físico, antropometria e composição corporal, história alimentar atual, pesquisa de antecedentes alimentares e exames bioquímicos contemplando a situação clínica e a pesquisa de carências nutricionais específicas.

EXAME FÍSICO

Roteiro de exame físico:

Estado geral

Estado de consciência

Saúde emocional

Corado ou hipocorado

Estado de hidratação

Pele

Orientado no tempo e espaço

Frequência cardíaca

Frequência respiratória

Pressão arterial

Sinais de depleção nutricional

Capacidade funcional

Impressão geral

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

 Impressão geral ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL não for peso do Peso: Quando possível aferir o

não

for

peso do

Peso: Quando possível aferir o idoso

 Impressão geral ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL não for peso do Peso: Quando possível aferir o

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

Peso: Quando não for possível aferir o peso do idoso

Peso: Quando não for possível aferir o peso do idoso

Utilizar a fórmula de Chumlea (1985):

Homens: [(0,98 x CP) + (1,16 x AJ)+ (1,73 x CB)+ (0,37 x PCSE)

81,69)]

Mulheres: [(1,27 x CP) + (0,87 x AJ)+ (0,98 x CB)+ (0,4 x PCSE)

62,35)]

CP= Circunferência da panturrilha

AJ= Altura do joelho

CB= Circunferência do braço

PCSE = Prega cutânea subescapular

Perdas graves, recentes e involuntárias = da morbimortalidade

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL A significância da perda de peso em relação ao tempo:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
A significância da perda de peso em relação ao tempo:

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

em relação ao tempo: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Peso Ajustado  É o peso ideal corrigido

Peso Ajustado

É o peso ideal corrigido para a determinação da necessidade energética e de nutrientes quando a adequação do peso for inferior a 95% ou superior a

115%.

Peso ajustado para obesos= PI + (PA PI) x 0,25 Peso ajustado para desnutridos= PA + (PI PA) x 0,25

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Idoso  Perda de 5% do peso usual em 1 ano
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
Idoso  Perda de 5% do peso usual em 1 ano é considerada significativa 
merece investigação
Alteração de peso usual: A perda de peso involuntária constitui-se num
dado importante para a avaliação do risco nutricional.
A fórmula abaixo fornece a determinação da variação de peso corporal.
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Classificação do estado nutricional de acordo com a adequação do peso:
Classificação do estado nutricional de acordo com a adequação do peso:

Classificação do estado nutricional de acordo com a adequação do peso:

do estado nutricional de acordo com a adequação do peso: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL ADEQUAÇÃO DO
do estado nutricional de acordo com a adequação do peso: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL ADEQUAÇÃO DO
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL ADEQUAÇÃO DO PESO- AMPUTAÇÃO
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ADEQUAÇÃO DO PESO- AMPUTAÇÃO
com a adequação do peso: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL ADEQUAÇÃO DO PESO- AMPUTAÇÃO Osterkamp, 1995 5

Osterkamp, 1995

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

Estatura: Medida difícil de ser coletada idoso não consegue ficar ereto

1. Osteoporose

1. Osteoporose

2. Achatamento dos espaços intervertebrais

 

3. Cifose dorsal

4. arqueamento dos membros inferiores e do arco plantar

A altura também diminui a partir dos 30 anos

 

Cerca de 1,2 a 4,2 cm a cada 20 anos

ESTIMATIVA DE ALTURA Altura do Joelho Chumlea (1987)

Homem: 64,19 (0,04 x idade) + (2,02 x AJ)

Mulher: 84,88 (0,24 x idade) + (1,83 x AJ)

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

Índice de massa corporal:

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Índice de massa corporal:

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

A altura também pode ser estimada pela técnica da, envergadura ou meia- envergadura do braço

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

envergadura do braço ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Estatura  Envergadura do braço ▪ Boa opção

Estatura

Envergadura do braço

Boa opção para idosos medida da extremidade distal do terceiro quirodáctilo direito e a extremidade distal do terceiro quirodáctilo esquerdo com utilização de antropômetro ou trena metálica, sem flexão de cotovelo

Meia-envergadura do braço

Similar à envergadura do braço, sendo que a leitura é feita no nível do segmento central da incisura jugular do osso esterno até a extremidade do terceiro quirodáctilo direito, sem considerar a unha altura equivale ao dobro dessa medida

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

ao dobro dessa medida ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Índice de massa corporal  Meia-idade (50

Índice de massa corporal

Meia-idade (50 a 65 anos) sobrepeso Acima de 80 anos magreza e perda de massa magra

Magreza e excesso de peso constituem riscos de morte

Comportamento do IMC diferente em idosos (semelhante ao que ocorre com o peso, conforme a idade)

Pontos de corte diferente alteração corporal típica do envelhecimento, quando ocorrem aumentos progressivos da massa de gordura corporal / mudança no ponto de corte mínimo permite intervenção dietética preventiva

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Índice de massa corporal  Classificação OPAS (2002)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Índice de massa corporal
 Classificação OPAS (2002)
 

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

Índice de massa corporal Utilização de percentis Massa corporal ideal ou desejável pode ser considerada correspondente ao percentil 50 do IMC para a idade

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Índice de massa corporal  Classificação de Lipschitz (1994)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Índice de massa corporal
 Classificação de Lipschitz (1994)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Índice de massa corporal  Classificação Beck e Ovesen (1998)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Índice de massa corporal
 Classificação Beck e Ovesen (1998)
 Faixa ótima de IMC = 24 a 26 kg/m2
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR?
ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR?
ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR?
ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR?

ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR?

E COMPOSIÇÃO CORPORAL ANTROPOMETRIA O QUE AFERIR? 31/10/2013 ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA Peso Estatura Circunferência (braço, cintura e quadril) Pregas Cutâneas (bicipital, tricipital,
ANTROPOMETRIA
Peso
Estatura
Circunferência (braço, cintura e quadril)
Pregas Cutâneas
(bicipital, tricipital, subescapular e supra- ilíaca)

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Medidas de Circunferências e Pregas Cutâneas Lembrar que: • Idosos 

Medidas de Circunferências e Pregas Cutâneas

Lembrar que:

Idososredistribuem a gordura corporal com concentração maior no tronco

Perda da elasticidade da pele dificulta a separação do tecido adiposo do tecido muscular

Não há um padrão brasileiro

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Referência para risco e complicações metabólicas da obesidade a partir da
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
Referência para risco e complicações metabólicas da
obesidade a partir da CC
SEXO
CC AUMENTADA
CC MUITO
AUMENTADA
Masculino
94cm
102cm
Feminino
80cm
88cm

Fonte: OMS, 1998

RELAÇÃO CINTURA/QUADRIL

80cm 88cm Fonte: OMS, 1998 RELAÇÃO CINTURA/QUADRIL Pontos de corte para risco cardiovascular Homens Mulheres

Pontos de corte para risco cardiovascular

Homens Mulheres RISCO DCV > 1,0 > 0,85
Homens
Mulheres
RISCO DCV
> 1,0
> 0,85

OMS, 1998

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL CIRCUNFERÊNCIAS
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
CIRCUNFERÊNCIAS

RELAÇÃO CINTURA/QUADRIL

CORPORAL CIRCUNFERÊNCIAS RELAÇÃO CINTURA/QUADRIL RCQ = CC CQ Onde: RCQ = relação cintura quadril CC CQ

RCQ

=

CC

CQ

Onde:

RCQ = relação cintura quadril

CC

CQ

= circunferência da cintura

= circunferência do quadril

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

do quadril ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Circunferência da panturrilha  Melhor e mais

Circunferência da panturrilha

Melhor e mais sensível medida da massa muscular em idosos indica mudanças na massa livre de gordura

Idoso em pé, sentado ou deitado área de maior diâmetro da panturrilha

Ponto de corte (Bonnefoy e cols. 2002) = 30,5 cm para âmbos os gêneros

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Circunferência do braço  Diminuição reflete perda de massa muscular
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Circunferência do braço
 Diminuição reflete perda de massa muscular
 Cálculo da adequação da CB % = CB obtida (cm) / CB
percentil 50 x 100

CIRCUNFERÊNCIA DO BRAÇO (CB)

(cm) / CB percentil 50 x 100 CIRCUNFERÊNCIA DO BRAÇO (CB) - Soma das áreas dos

- Soma das áreas dos tecidos ósseos, muscular e gorduroso.

Adequação da CB (%) = CB obtida (cm) X 100

CB percentil 50

Desnut.

grave

Desnut.

moderada

Desnut. leve

Eutrofia

Sobrepeso

Obesidade

< 70%

70 80%

80 90%

90-110%

110-120%

>120%

Blacburn & Thornton, 1979

DIFICULDADES NA AFERIÇÃO
DIFICULDADES NA AFERIÇÃO
CIRCUNFERÊNCIA MUSCULAR DO BRAÇO (CMB): Avalia a reserva de tecido muscular (sem correção da área
CIRCUNFERÊNCIA MUSCULAR DO BRAÇO (CMB):
Avalia a reserva de tecido muscular (sem correção da
área óssea)
CMB (cm) = CB (cm) – 0,314 X PCT (mm)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Área muscular do braço
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Área muscular do braço

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Circunferência muscular do braço  CMB cm = CB (cm)
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Circunferência muscular do braço
 CMB cm = CB (cm) – (0,314 x DCT (mm))
CIRCUNFERÊNCIA DO MÚSCULO DO BRAÇO Adequação de CMB (%) = CMB (aferida) x 100 CMB
CIRCUNFERÊNCIA DO MÚSCULO DO BRAÇO
Adequação de CMB (%)
=
CMB (aferida)
x 100
CMB p50
Classificação da adequação para CMB
90% a 100% -
Eutrofia
70 a 80 % -
Depleção moderada ou desnutrição
moderada
80 a 90 % - Depleção discreta ou
desnutrição leve
< 70 % -
Depleção severa ou desnutrição grave
Fonte: Blackburn GL, Thornton PA, 1979
ou desnutrição leve < 70 % - Depleção severa ou desnutrição grave Fonte: Blackburn GL, Thornton
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Área adiposa do braço  AAB (mm2) = AB –
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Área adiposa do braço  AAB (mm2) = AB –
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Área adiposa do braço
 AAB (mm2) = AB – AMB
▪ AB (mm2) = 3,14 x CB (mm) / 4 x 3,14
(mm2) = AB – AMB ▪ AB (mm2) = 3,14 x CB (mm) / 4 x

PREGAS CUTÂNEAS

(bicipital, tricipital,subescapular e supra-ilíaca)

(bicipital, tricipital,subescapular e supra-ilíaca)  A prega cutânea tricipital (PCT) é mais utilizada na

A prega cutânea tricipital (PCT) é mais utilizada na prática clínica e, a mais representativa.

Adequação da DCT (%) = DCT obtida (mm) X 100

DCT percentil 50

Desnut

grave

Desnut.

moderada

Desnut.

leve

Eutrofia

SP

Ob

< 70%

70 80%

80

90%

90-

110%

110-120%

>120%

Fonte: BLACKBURN, G.L., THORNTON, P.A., 1979

31/10/2013

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Circunferência muscular do braço corrigida
ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
 Circunferência muscular do braço corrigida
PREGAS CUTÂNEAS
PREGAS CUTÂNEAS
PREGAS CUTÂNEAS
PREGAS CUTÂNEAS
PREGAS CUTÂNEAS
PREGAS CUTÂNEAS

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

PREGAS CUTÂNEAS ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Dobras cutâneas  DCT e DCSE = indicadores úteis

Dobras cutâneas

DCT e DCSE = indicadores úteis da quantidade de tecido adiposo subcutâneo

Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado 31/10/2013 14
Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado 31/10/2013 14
Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado
Aferição – Prega Cutânea Tricipital
Paciente Acamado

31/10/2013

Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado 31/10/2013 14
Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado 31/10/2013 14
Aferição – Prega Cutânea Tricipital Paciente Acamado 31/10/2013 14
CLASSIFICAÇÃO 31/10/2013 CLASSIFICAÇÃO ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Somatório das quatro dobras 
CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO 31/10/2013 CLASSIFICAÇÃO ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Somatório das quatro dobras 

31/10/2013

CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO

ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

CLASSIFICAÇÃO ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL  Somatório das quatro dobras  DCT, DCSE, DCBI, DCSI

Somatório das quatro dobras

DCT, DCSE, DCBI, DCSI

Deve ser aplicada de forma cuidadosa com idosos, pois foi desenvolvida para adultos

 DCT, DCSE, DCBI, DCSI ▪ Deve ser aplicada de forma cuidadosa com idosos, pois foi
O levantamento do consumo alimentar é realizado, em geral, por meio de entrevista (IDEAL: colaboração

O levantamento do consumo alimentar é realizado,

em geral, por meio de entrevista (IDEAL: colaboração do entrevistado)

O levantamento do consumo alimentar é realizado, em geral, por meio de entrevista (IDEAL: colaboração do

Inquéritos Alimentares mais comuns:

Recordatório 24 h

Diário Alimentar

Freqüência de Consumo

Registro Alimentar

VANTAGENS

DESVANTAGENS

de Consumo Registro Alimentar VANTAGENS DESVANTAGENS Diário Alimentar Perguntar quais são os alimentos

Diário Alimentar

Registro Alimentar VANTAGENS DESVANTAGENS Diário Alimentar Perguntar quais são os alimentos normalmente ingeridos em

Perguntar quais são os alimentos normalmente ingeridos em cada refeição ao longo de 24 horas

VANTAGENS:

- baixo custo;

- independente do

nível de escolaridade

ou sócio-econômico;

- rápido com adultos

DESVANTAGENS:

- necessita da memória;

- difícil em alimentações muito variadas ;

- demanda tempo

- pode-se induzir

31/10/2013

 

CONSUMO ALIMENTAR

 

Os

métodos

de

avaliação

dietética

podem

ser

divididos

em

dois

grupos:

RETROSPECTIVOS

e

PROSPECTIVOS

 
 

- Recordatório alimentar de 24 horas

 

RETROSPECTIVOS

- Questionário de freqüência alimentar - Questionário de freqüência alimentar semiquantitativa

- Questionário de freqüência alimentar

- Questionário de freqüência alimentar semiquantitativa

- História ou Anamnese Alimentar

 

PROSPECTIVOS

- Registro alimentar estimado

- Registro alimentar pesado (MELHOR

MÉTODO DE INQUÉRITO DIETÉTICO)

Recordatório 24 h Perguntar quais foram os alimentos ingeridos em cada refeição ao longo das
Recordatório 24 h
Perguntar quais foram os alimentos ingeridos
em cada refeição ao longo das 24 horas
anteriores
DESVANTAGENS:
VANTAGENS:
- necessita da memória;
-
baixo custo;
- a ingestão prévia das
-
independente do
nível de escolaridade
ou sócio-econômico;
últimas 24 horas pode
ter sido atípica;
- demanda tempo
-
rápido com adultos
- pode-se induzir
Frequência de Consumo
Perguntar a frequência de consumo de
determinados alimentos (ou entregar questionário
auto-aplicável). A lista de alimentos deve ser
adaptada ao público que se trabalha.
VANTAGENS:
DESVANTAGENS:
-
baixo custo;
- necessita da memória;
-
independente do
nível de escolaridade
- pouca validade para
avaliação da maioria dos
ou sócio-econômico;
micronutrientes;
-
obtém-se o consumo de
alimentos específicos
- pode-se induzir;
- quantificação imprecisa
Registro Alimentar Preencher um formulário no momento da realização das refeição com as seguintes informações:

Registro Alimentar

Preencher um formulário no momento da realização das refeição com as seguintes informações: refeição, horário

Preencher um formulário no momento da realização das refeição com as seguintes informações: refeição, horário e local da refeição, alimentos ingeridos e quantidade.

VANTAGENS:

- informação mais precisa

DESVANTAGENS:

- dependente do

nível de escolaridade;

- depende da motivação;

- o ato de registrar pode

modificar a dieta habitual

(registro de 2 dias ou mais);

- depende menos da memória;

- não demanda tempo no momento da consulta

DADOS BIOQUÍMICOS
DADOS BIOQUÍMICOS
não demanda tempo no momento da consulta DADOS BIOQUÍMICOS 31/10/2013 DADOS BIOQUÍMICOS  Avaliação de dados

31/10/2013

DADOS BIOQUÍMICOS

da consulta DADOS BIOQUÍMICOS 31/10/2013 DADOS BIOQUÍMICOS  Avaliação de dados bioquímicos:  Monitorizar o

Avaliação de dados bioquímicos:

Monitorizar o impacto da terapia nutricional e determinar risco nutricional.

Contagem total de linfócitos ( < 1200 sugere depleção protéica moderada; < 800: desnutrição grave.

Influenciada por infecções, neoplasia e uso de corticosteróides.

Proteínas plasmáticas: albumina, transferrina, pré-albumina e

proteína fixadora do retinol.

   

DADOS BIOQUÍMICOS

 

DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS ESPECÍFICAS E ASSOCIAÇÃO A DOENÇAS

 

Vitamina A

DPOC, ICC, insuficiência pancreática, febre

Tiamina

Encefalopatia de Wernickie, beribéri, tireotoxicose, febre

Niacina

Alcoolismo

Piridoxina

Tireotoxicose, alcoolismo

Folato

Alcoolismo, psoríase, artrite reumatóide, febre, doença hepática, anemia

falciforme, leucemia, tireotoxicose, gastrectomia, anemia macrocítica

Vitamina B12

Ressecção ileal, anemia perniciosa, doença de Chron, tireotoxicose, anemia

Vitamina C

Artrite reumatóide, alcoolismo, ICC, úlcera péptica

Vitamina D

Gastrectomia, cirrose, insuficiência pancreática

Vitamina K

Insuficiência pancreática

Ferro

Hemorragia, gastrectomia

Cálcio

Insuficiência renal crônica (IRC), gastrectomia, derivação jejuno-ileal

Potássio

Cirurgias, IRC, medicamentos

Magnésio

Alcoolismo, cirurgias, medicamentos

Proteínas

Queimaduras, nefrose, cirurgias, alcoolismo

Lipídios

Insuficiência pancreática, ressecção ileal, gastrectomia, doença de Chron

cirurgias, alcoolismo Lipídios Insuficiência pancreática, ressecção ileal, gastrectomia, doença de Chron 17
CONSIDERAÇÕES Avaliar de forma completa o idoso:  ingestão de alimentos,  história clínica, 

CONSIDERAÇÕES

CONSIDERAÇÕES Avaliar de forma completa o idoso:  ingestão de alimentos,  história clínica,  dados

Avaliar de forma completa o idoso:

ingestão de alimentos,

história clínica,

dados antropométricos,

dados bioquímicos,

informações psicossociais,

exame clínico,

uso de medicamentos,

estado mental/cognitivo, estado funcional, saúde oral.

“UMA BOA NUTRIÇÃO DURANTE TODA A VIDA É UM FORTE ALIADO DO ENVELHECIMENTO SADIO.”
“UMA BOA NUTRIÇÃO DURANTE TODA A
VIDA É UM FORTE ALIADO DO
ENVELHECIMENTO SADIO.”

31/10/2013

É UM FORTE ALIADO DO ENVELHECIMENTO SADIO.” 31/10/2013 CONSIDERAÇÕES Avaliar de forma completa o idoso: 
CONSIDERAÇÕES Avaliar de forma completa o idoso:

CONSIDERAÇÕES

CONSIDERAÇÕES Avaliar de forma completa o idoso:
Avaliar de forma completa o idoso:

Avaliar de forma completa o idoso:

Avaliar idosos com necessidade de dietas especiais: insuficiência cardíaca congestiva, IRC, doença de Parkinson, neoplasias, estados carenciais, úlceras de pressão, constipação intestinal, disfagia, síndrome de imobilidade, dietas enterais, diabetes, obesidade.