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Índice

Introdução ....................................................................................................................................... 1
Aplicações das Ondas Electromagnéticas (OEM) .......................................................................... 2
Modelo Atómico ............................................................................................................................. 2
Modelo atómico de John Dalton ................................................................................................. 2
Modelo atómico de Joseph John Thomson ................................................................................. 3
Modelo atómico de Ernest Rutherford ........................................................................................ 4
Modelo atómico de Niels Bohr ................................................................................................... 4
Concepção e funcionamento do televisor com base nos raios catódicos ........................................ 6
A imagem da TV ......................................................................................................................... 7
Funcionamento do televisor com base nas Ondas Electromanéticas ............................................ 10
Conclusão...................................................................................................................................... 11
Bibliografia ................................................................................................................................... 12
Introdução

Neste Trabalho falarei das Aplicações das Ondas Electromagnéticas que têm um papel
fundamental no nosso quotidiano.

Também falarei dos Modelos atómicos, nos quais, fenómenos naturais associados a natureza
ondulatória da materia e a aplicacao desses fenómenos na ciência e na tecnologia.

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Aplicações das Ondas Electromagnéticas (OEM)
 São usadas na medicina para a identificação de lesões e fracturas nos ossos através dos
raios-x;
 São usadas em sistemas de segurança;
 São usadas na transmissão de informações, imagens, etc;
 Produção de tintas e detergentes;
 Usado na medição das velocidades dos veículos.

Modelo Atómico
Em física e química, Modelo atómico ou modelo atômico - é todo modelo científico que se usa
para explicar os átomos e seus comportamentos.

Modelo atómico de John Dalton

John Dalton foi o criador da primeira teoria atômica moderna na passagem do século XVIII para
o século XIX.

Em 1803 Dalton publicou o trabalho Absorption of Gases by Water and Other Liquids, (Absorção
de gases pela água e outros líquidos), neste delineou os princípios de seu modelo atômico.

Segundo Dalton:

 átomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes entre si;


 átomos de um mesmo elemento possuem propriedades iguais e de peso invariável;
 átomo é a menor porção da matéria, e são esferas maciças e indivisíveis;
 nas reações químicas, os átomos permanecem inalterados;
 na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas 1:1, 1:2,
1:3, 2:3, 2:5 etc.;

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 o peso total de um composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o
constituem.

Em 1808, John Dalton propôs a teoria do modelo atômico, onde o átomo é uma minúscula esfera
maciça, impenetrável, indestrutível, indivisível e sem cargas elétricas. Todos os átomos de um
mesmo elemento químico são idênticos. Seu modelo atômico foi chamado de modelo atômico da
bola de bilhar.

Em 1810 foi publicada a obra New System of Chemical Philosophy (Novo sistema de filosofia
química), nesse trabalho havia testes que provavam suas observações, como a lei das pressões
parciais, chamada de Lei de Dalton, entre outras relativas à constituição da matéria.

Modelo atómico de Joseph John Thomson

Em 1897, ao descobrir uma partícula ainda menor que qualquer átomo, o elétron[3], Joseph John
Thomson formulou a teoria segundo a qual toda matéria, independente de suas propriedades,
contém partículas de massa muito menores que o átomo do hidrogênio. Inicialmente denominou-
as de corpúsculos, que depois ficaram conhecidas como elétrons, e acreditava que era impossível
auto-dividir as partes sem que ocorra um serramento de fissão nuclear no átomo. A demonstração
se deu ao comprovar a existência daqueles corpúsculos nos raios catódicos disparados na ampola
de crookes (um tubo que continha vácuo), depois da passagem de uma corrente elétrica sob
altíssima tensão. Através de suas experiências, Thomson concluiu que a matéria era formada por
um modelo atômico diferente do modelo atômico de Dalton: o átomo seria uma esfera de carga
positiva, que continha corpúsculos (elétrons) de carga negativa distribuídos uniformemente. Tal
modelo ficou conhecido como pudim de passas.

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Modelo atómico de Ernest Rutherford

As bases para o desenvolvimento da física nuclear foram lançadas por Ernest Rutherford ao
desenvolver sua teoria sobre a estrutura atômica. O cientista estudou por três anos o
comportamento dos feixes de partículas ou raios X, além da emissão de radioatividade pelo
elemento Urânio. Uma das inúmeras experiências realizadas, foi a que demonstrava o
espalhamento das partículas alfa. Esta foi base experimental do modelo atômico do chamado
átomo nucleado onde elétrons orbitavam em torno de um núcleo. Durante suas pesquisas
Rutherford observou que para cada 10.000 partículas alfa aceleradas incidindo numa lâmina de
ouro, apenas uma refletia ou se desviava de sua trajetória. A conclusão foi que o raio de um átomo
poderia ser em torno de 10.000 vezes maior que o raio de seu núcleo. Rutherford e Frederick Soddy
ainda, descobriram a existência dos raios gama e estabeleceram as leis das transições radioativas
das séries do tório, do actínio e do rádio. O modelo atômico de Rutherford ficou conhecido como
modelo planetário, pela sua semelhança com a formação do Sistema Solar. Em 1911, Ernest
Rutherford propôs o modelo de átomo com movimentos planetários. Este modelo foi estudado e
aperfeiçoado por Niels Bohr, que acabou por demonstrar a natureza das partículas alfa como
núcleos de hélio.

Modelo atómico de Niels Bohr

A teoria orbital de Rutherford encontrou uma dificuldade teórica resolvida por Niels Bohr.

 No momento em que temos uma carga elétrica negativa composta pelos elétrons girando
ao redor de um núcleo de carga positiva, este movimento gera uma perda de energia devido
a emissão de radiação constante. Num dado momento, os elétrons vão se aproximar do
núcleo num movimento em espiral e cair sobre si.

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Em 1911, Niels Bohr publicou uma tese que demonstrava o comportamento eletrônico dos metais.
Na mesma época, foi trabalhar com Ernest Rutherford em Manchester, Inglaterra. Lá obteve os
dados precisos do modelo atômico, que iriam lhe ajudar posteriormente.

Em 1913, observando as dificuldades do modelo de Rutherford, Bohr intensificou suas pesquisas


visando uma solução teórica.

Em 1916, Niels Bohr retornou para Copenhague para atuar como professor de física. Continuando
suas pesquisas sobre o modelo atômico de Rutherford.

Em 1920, nomeado diretor do Instituto de Física Teórica, Bohr acabou desenvolvendo um modelo
atômico que unificava a teoria atômica de Rutherford e a teoria da mecânica quântica de Max
Planck.

Sua teoria consistia que ao girar em torno de um núcleo central, os elétrons deveriam girar em
órbitas específicas com níveis energizados. Realizando estudos nos elementos químicos com mais
de dois elétrons, concluiu que se tratava de uma organização bem definida em orbitais. Descobriu
ainda que as propriedades químicas dos elementos eram determinadas pelo orbital mais externo.
Louis Victor Pierre Raymondi (sétimo duque de Broglie), onde todo corpúsculo atômico pode
comportar-se de duas formas, como onda e como partícula.

Bohr propôs os seguintes postulados:

1. Um electrão num átomo move-se numa órbita circular em torno do núcleo sob a influência da
força de Coulomb entre o electrão e o núcleo.

2. Um electrão move-se em uma órbita para a qual o seu momento angular orbital, é um múltiplo
inteiro.

3. Um electrão, movendo-se numa órbita permitida, não irradia energia electromagnética. Assim,
sua energia total E permanece constante.

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4. Radiação electromagnética é emitida se um electrão, inicialmente movendo-se em uma órbita
de energia total descontinuamente altera o seu movimento para que ele se possa mover em uma
órbita de energia total.

Concepção e funcionamento do televisor com base nos


raios catódicos

Um tubo de raios catódicos ou cinescópio (também conhecido pelo acrónimo CRT, derivado
da expressão inglesa cathode ray tube) é um tipo de válvula termiônica contendo um ou mais
canhões de elétrons e um ecrã fluorescente utilizado para ver imagens. Seu uso se dá
principalmente em monitores de computadores e televisores (cinescópios de deflexão
eletromagnética) e osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). Foi inventado por Karl
Ferdinand Braun em 1897.

Onde:

1.Placas defletoras horizontais e verticais


2. Canhão de elétrons
3. Feixe de elétrons
4. Bobina de centralização do feixe
5. Face interna da tela, revestida de fósforo

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Foi em um tubo de raios catódicos que, em 1897, o físico J. J. Thomson verificou a existência do
elétron.

A imagem da TV
Em uma TV preto e branco, a tela é revestida com fósforo branco e os feixes de elétrons
"pintam" uma imagem na tela movimentando os feixes de elétrons através do fósforo uma linha
por vez. Para pintar a tela inteira, os circuitos eletrônicos dentro da TV usam bobinas magnéticas
para mover os feixes de elétrons em um padrão de escaneamento, através e para baixo da tela. O
feixe pinta uma linha através da tela, da esquerda para a direita. Ele então rapidamente segue de
volta (e para baixo) para o lado esquerdo, move-se rapidamente para a direita e pinta outra linha
horizontal, e assim por diante, por toda a tela, deste modo:

Fig 1: Movimento do feixe de elétons na tela

Nessa figura, as linhas azuis representam linhas que os feixes de elétrons estão pintando na
tela da esquerda para a direita, ao passo que o tracejado de linhas vermelhas representa os feixes
viajando de volta para a esquerda. Quando o feixe alcança o lado direito da linha inferior, ele tem
que voltar para o canto esquerdo superior da tela, como representado pela linha verde na figura.
Quando o feixe está pintando, está ligado, e quando está voltando, está desligado, para que não
deixe uma trilha na tela. A expressão resolução horizontal é usada para se referir ao movimento
do feixe voltando para a esquerda no final de cada linha, ao passo que a expressão resolução
vertical se refere ao movimento de baixo para cima.

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Enquanto o feixe pinta cada linha da esquerda para a direita, a intensidade do raio é mudada
para criar diferentes tonalidades de preto, cinza e branco pela tela. Como o espaço entre as linhas
é muito curto, o cérebro integra todas como uma única imagem. Uma tela de TV normalmente tem
480 linhas visíveis de cima até embaixo.
A TV padrão usa uma técnica de entrelaçamento quando pinta a tela. Nessa técnica, a tela é
pintada 60 vezes por segundo, mas apenas metade das linhas é pintada por quadro. Os feixes
pintam alternadamente as linhas enquanto se move para baixo na tela, por exemplo: cada uma das
linhas com números ímpares. Então, da próxima vez que ele se mover para baixo, pintará as linhas
com números pares, alternando para frente e para trás entre as linhas de numeração par e ímpar em
cada passagem. Em duas passagens, a tela inteira é pintada 30 vezes por segundo. A alternativa
para o entrelaçamento é chamada escaneamento progressivo e pinta cada linha na tela 60 vezes
por segundo. A maioria dos monitores de computador usa o escaneamento progressivo porque ele
reduz significantemente a tremulação.
Como o feixe de elétron pinta todas as 525 linhas 30 vezes por segundo, ele pinta um total de
15.750 por segundo (algumas pessoas realmente podem ouvir essa freqüência como um som muito
agudo emitido quando a televisão é ligada).
Quando um canal de televisão quer transmitir um sinal para sua TV ou quando seu videocassete
quer exibir o filme da fita em sua TV, o sinal precisa se compor com os dispositivos eletrônicos
que controlam os feixes para que a TV possa pintar precisamente a imagem que o canal de TV ou
o videocassete envia. Depois, o canal de TV ou o videocassete envia um sinal bem conhecido para
a TV que contém três partes diferentes:
* informação de intensidade para o feixe pintar cada linha;
* sinais de resolução horizontal para informar à TV quando movimentar o feixe de volta para o
final de cada linha;
* sinais de resolução vertical 60 vezes por segundo para mover o feixe do canto inferior direito
para o esquerdo superior.

Uma tela de TV colorida é diferente da tela preto e branco de devido a três motivos:
* há três feixes de elétrons que se movem simultaneamente pela tela, chamados de feixes
vermelhos, verdes e azuis;

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* a tela não é revestida com uma simples folha de fósforo como na TV preto e branco. Ela é
revestida com fósforos vermelho, verde e azul organizados em pontos e linhas. Se ligar a TV ou o
monitor do computador e olhar bem de perto a tela com uma lupa, você vai poder ver os pontos e
linhas;
* do lado de dentro do tubo, bem próximo ao revestimento de fósforo, há uma fina tela de metal
chamada de máscara de sombra. Essa máscara é perfurada com furinhos bem pequenos, alinhados
com os pontos (ou linhas) de fósforo na tela.

Fig 2: Funcionamento da máscara de sombra.

Quando uma TV em cores precisa criar um ponto vermelho, ela dispara o feixe vermelho no
fósforo vermelho. O mesmo acontece para os pontos verdes e azuis. Para criar um ponto branco,
os feixes vermelho, verde e azul são disparados simultaneamente - as três cores se misturam para
criar o branco. Para criar um ponto preto, todos os três feixes são desligados enquanto escaneiam
o ponto. Todas as outras cores na tela da TV são combinações de vermelho, verde e azul.

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Funcionamento do televisor com base nas Ondas
Electromanéticas

A transmissão de TV por meio de ondas eletromagnéticas é feita de modo semelhante ao da


radiofônica. No estúdio de televisão, câmeras e microfones convertem imagens e sons em correntes
elétricas variáveis que, depois de processadas, originam as ondas eletromagnéticas, as quais,
carregando informações de som e vídeo, são transmitidas pela antena da emissora.

Na casa do telespectador, a antena receptora da TV capta as ondas eletromagnéticas, e a corrente


elétrica variável originada por essas ondas determina não só a vibração do diafragma do alto-
falante do aparelho produzindo som, mas também a tensão elétrica a ser fornecida ao filamento do
tubo de imagens do televisor um feixe de elétrons emitido pelo filamento varre a tela, gerando as
correspondentes imagens.

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Conclusão
Após as pesquisas efectuadas pude constatar que as Ondas Electromagnéticas possuem diversas
propriedades que ditam a aplicação das Radiações electromagnéticas na ciência e no nosso
quotidiano.

Também conclui que embora os modelos atômicos aceitos atualmente sejam bastante complexos,
o modelo de Rutherford é muito utilizado por ser visualmente simples e prático ao explicar alguns
fenômenos da natureza. Atualmente, é o modelo da mecânica quântica ou da mecânica ondulatória
ou modelo orbital ou da nuvem eletrônica aceito para definir a estrutura atômica.

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Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_at%C3%B4mico

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tubo_de_raios_cat%C3%B3dicos

https://sites.google.com/site/mistermaia/artigos-trabalhos/fisica-monitor-de-tubo-de-raios-
catodicos

https://www.coladaweb.com/fisica/ondas/ondas-de-radio-fm-e-tv

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