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Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Laboratório de Transformação Mecânica - LdTM


Prof. Dr.-Ing. Lirio Schaeffer

BLOCO 4: A) Aspectos Metalúrgicos da Matéria Prima para Conformação


B) Modelagem numérica da microestrutura

Exemplo do fluxo de fibras em um componente forjado.

Fonte: Hans W. Haller, “Praxis des Gesenkschmiedens”.

Versão: abril de 2013


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A) Aspectos metalúrgicos da microestrutura

Deformabilidade para ligas fundidas e


deformáveis (recristalizado) em função da
temperatura homóloga (MPw - Temperatura de
fusão da peça).

Fonte: S.L. Semiatin & J.J. Jonas, “Formability & Workability of Metals plastic instability & flow localization” American Society for Metals.

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Fig.: Relação da resistência mecânica e ductilidade com trabalho a frio e tratamentos térmicos

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Fig. 0.2 Componente obtido por corte fino (A:


módulo dos dentes 0,55, espessura da chapa
4mm, material C22; B: Microestrutura na zona de
corte; C: Encruamento/dureza).
S= espessura do material
HV 0,2 = microdureza
T = distância da superfície do corte
E = limite inferior da peça
G = zona da rebarba

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A
B

Fig. 0.3 Prensagem e corte fino de um


componente a base de Fe (baixa remanicência e
macio) R Fe 80 (A:desenho; B: componente;
Espessuras – C: Prensagem até 1,2mm; D:
Prensagem até 1,1mm dureza Vickers 192,189...
E: Prensagem até 1,3mm)
C

E
D

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Fig. 0.4 Efeitos de diferentes origens na variação


da tensão de escoamento alongamento e tensão
máxima
b= influência de deformação a frio
c= influência do tamanho de grão
d= precipitações
e= efeitos de estruturas dupla-fase (martensita)
f= efeito da velocidade de conformação
L= conteúdo de liga
K = Influencia da laminação a frio
G= tamanho de grão
Nb, Ti = Nb e Ti solúvel
M= Conferido de martensita
V = velocidade de conformação
Re = limite elástico
Rm = tensão máxima
A = alongamento

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Fig.0.5 Diagramas Tensão x Deformação para o aço


QSt E 380 TM
A = Pronunciado limite elástica da chapa laminada
a quente C 67
B = Alongamento não proporcional
C = Tensão convencional
D = Deformação relativa

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Tensão de escoamento de diferentes ligas


de engenharia em função da temperatura
homóloga (velocidade de deformação: 1s-1)

Fonte: S.L. Semiatin & J.J. Jonas, “Formability & Workability of Metals plastic instability & flow localization” American Society for Metals.

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Fig. 0.6 Microestrutura para aços (aumento 500x)


A= DIN StW 23 com ferrita e baixa perlita
B = DIN x5 Cr Ni 18.9 com austenita
C = DIN Q St E 460 TM com ferrita e carbetos
D = DIN Ck 45, GKZ com ferrita e 100% de
cementita esferoidizada
E = DIN St 37-3 com ferrita e perlita
F = DIN Ck 35 com ferrita e perlita

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Fig. 0.6 a

A St W 23 Aço doce - não ligado, ferrítico com pouca perlita

B Estrutura austenítica, que é facilmente deformável

C Estrutura ferrítica com precipitados de carbetos


É típico de um aço microligado com grãos finos
Aços ligados e aços ao C com c 0,15% não podem ser conformados sem recozimento
(annealed)

D ... Para a conformação a estrutura deve ser tratada para ter 100% de cementita e carbetos
esferoidizados

E O limite entre os diferentes tipos de aço que podem ser conformados sem esferoidização
O St 37-3 é um aço clássico, com 0,17% C e estrutura ferrita e perlita representa o limite

F Ck 35 laminado a quente endurecível não pode ser conformado sem problemas.

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Fonte: A.K. Sachdev and J.D. Embury, “Formability and Metallurgical Structure”

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Fig. 0.7 Relação entre tensão máxima, tensão de


escoamento, alongamento, alongamento
uniforme para chapas laminadas a quente para
todas ligas com exceção dos microligados.
Rp 0,2 = Tensão de Escoamento
Rm = Tensão Máxima
As = Alongamento (total)
Ag = Alongamento uniforme
n = índice de encruamento

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Fig. 0.8 Relação entre tensão máxima, tensão de


escoamento, alongamento total, alongamento
uniforme e índice de encruamento para aços
microligados laminados a quente
ReH = Tensão de Escoamento (pico superior)
Rm = Tensão Máxima
As = Alongamento total
Ag = Alongamento uniforme
n = índice de encruamento

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Fig. 0.9 Curva de Escoamento para o aço RSt 14


(tensão de Escoamento inicial 217 N/mm² ,
Tensão Máxima 326 N/mm² , Alongamento total
A10 96% e Dureza Brinel HB 94).
A = Coordenadas lineares
B = Coordenadas log- log
kf = Tensão de Escoamento
j = Deformação verdadeira

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Fig. 0.10 Dependência da Tensão de


Escoamento e da Velocidade de Deformação
para 3 diferentes temperaturas. Aço C15 (
)
kf = Tensão de Escoamento
= Velocidade de Deformação Média
T = Temperatura

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Fig. 0.11 Dependência da Tensão de


Escoamento (pico inferior) do Tamanho de
Grão.
ReL = Tensão de Escoamento (pico inferior)
d = Tamanho de Grão
1 = Aço baixa liga recozido
2 = Como em 1, endurecido (nitretado)
3 = Como em 1, temperado 953k (650°)
4 = Como em 1, temperado e envelhecido por
1h a 473k (150°)
5 = Como em 1, temperado e envelhecido por
100h a 473k (200°C)

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Metalografia de Ti-6242Si (a,b) liga α e β e (c,d)


liga β
Velocidade de deformação 10s-1. (a) 843 C, (b)
913 C, (c) 843 C e (d) 913 C.

Fonte: S.L. Semiatin & J.J. Jonas, “Formability & Workability of Metals plastic instability & flow localization” American Society for Metals.

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Fonte: William F. Hosford, Robert M. Caddell, “Metal Forming mechanics and metallurgy”

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Fig. 0.14 Processos de produção de lingote e palanquilhas por


lingotamento contínuo para laminação a quente de chapas.

A = Forno Elétrico para lingotes B = Sistema de Alto Forno a base de 0 2


(BOF)
V = Etapas de processo 1b = Gusa (alto forno)
1a = Seleção de Sucata 2b = Dessulforização ( CaC + MgO)
2a = Forno Elétrico 3b = Seleção de Sucata
3a = Metalurgia Secundária (forno panela) 4b = Forno BOF a base de
oxigênio
4a = Metalurgia secundária (trat. com cálcio) 5b = Metalurgia secundária
(trat. por cálcio)
5a = Metalurgia secundária (trat. a vácuo) 6b = Lingotamento contínuo
6a = Formação do lingote

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Fig. 0.15 Inclusões alongadas, bandas e


esferoidizadas vistas em Microscópio Eletrônico
de Varredura e Microscópio ótico
A = Inclusão modular após tratamento com cálcio
(SEM, A = 3000:1)
B = Inclusão modular após tratamento com cálcio
(microscópio de luz, A = 500:1)
C = Inclusões alongadas (bandas)oriente do
processo convencional elétrico e conversão por
oxigênio (SEM, A = 500:1)
D= Inclusões alongadas (bandas), processo
convencional elétrico e por conversão por
oxigênio (microscópio de luz, A = 500:1)

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Laminação
No forjamento em matriz
fechada as fibras seguem
o formato da gravura

Matéria prima
laminada
Usinado a partir
Fundido Forjado em matriz
da barra laminada

Sem fibras Fibras recortadas Fibras são


(indesejável) Interrompidas
(desejável)
2%do volume Poros e vazios são fechados
são poros e vazios pela deformação (laminação,
forjamento)

Abb.4.24 Comparação do comportamento da fibragem em peça fundida, usinado e forjada.

Fonte: livro Doege/Behrens, pg 497, fg 4.24


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Fig. 0.16 Valores Médios de Inclusões (DIN 50 602


Valor M) de aço tratado com cálcio em forno
elétrico convencional e em forno de redução por
oxigênio
F = Frequência
M = Média das inclusões de maior tamanho
1 = Tratamento com cálcio em forno elétrico e
oxigênio (BOF)
2 = Aço fundido
3 = Forno elétrico Convencional e BOF

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Fig. 0.17 Ensaio de dobramento e Teste Erichsen


para aços oriundos de Forno Elétrico e
A = Ensaio de Dobramento, Forno a arco elétrico,
BOF, tratamento com cálcio
B = Ensaio Erichsen, Forno a arco elétrico, BOF,
tratamento com cálcio
C = Ensaio de Dobramento, Forno a arco elétrico e
BOF, convencional
D = Ensaio Erichsen, Forno a arco elétrico e BOF,
convencional

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Fonte: William F. Hosford, Robert M. Caddell, “Metal Forming mechanics and metallurgy”

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Fonte: William F. Hosford, Robert M. Caddell, “Metal Forming mechanics and metallurgy”

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Fonte: William F. Hosford, Robert M. Caddell, “Metal Forming mechanics and metallurgy”

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Fig. 0.19 Temperatura de dissolução de


carbetos e nitretos
T = Temperatura
L = Produtos solubilizados

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0.21 Influência da temperatura de bobinamento


no tamanho de grão para aço StW 24 médio
Carbono granulametria fina, aço microligado
com nióbio. A = 500: 1
Stw24 = Aço médio carbono
Nb –L = Grãos finos, aço estrutural microligado
ao nióbio
HT = Temperatura de Bobinamento
d = Tamanho de grão
A = Nb-L, HT 600 – 610°C, d = 11/12
B = Nb-L, HT 710°C, d = 9/11
C = stw24, HT 600- 610°C , d = 8/9
D = stw24, HT 720°C, d = 6/7

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0.22 Influência da temperatura de


bobinamento e da espessura da tira na
Tensão Máxima para o aço stw24 e para o
aço microligado ao nióbio
Rm = tensão Máxima
HT = Temperatura de Bobinamento
s = Espessura da tira
WET = Temperatura de Bobinamento
stw24 = Aço Carbono médio
HSM = Aço microligado ao nióbio com
granulametria fina

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Fig. 0.23 Influência da temperatura de


Bobinamento na microestrutura de aço C67
no estado esferoidizado e recozido
A = Estrutura do laminado a quente, HT
630°C
B = Laminado a quente após esferoidizado
C = Laminado a quente, HT 700°C
D = Laminado a quente, após esferoidizado
HT = Temperatura de bobinamento

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Fig. 0.24 Exemplos de microestruturas


esferoidizadas e tamanho dos carbetos
PA, conteúdo de perlita = carbetos
esferoidizados
CG = tamanho dos carbetos

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Fig. 0.25 Influência do grão de ferrita na


tensão de escoamento do aço C67,
recozido laminado a frio com o mesmo
conteúdo de carbetos (270000
grãos/mm²)
Re = Tensão de Escoamento
d = Tamanho de grão
c = Conteúdo de carbono
Mn = Conteúdo de Manganes

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Fig. 0.26 Influência de redução por


laminação a frio nas propriedades
mecânicas para o aço C67
Rm = Tensão Máxima
A = Alongamento
Re = Tensão de Escoamento
ε = Redução a frio
Mn = Conteúdo de manganes

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Fig. 0.27 Influência da homogeneidade


metalúrgica no dobramento na direção de
laminação (aços: C45, Gk7 ou Ck45, GKZ-EW,
5mm de espessura)
A1 = Ruptura no dobramento a 120° (C45, Gk7)
A2 = Trinca no dobramento a 180 ° (C45, Gk7)
B = Inclusões em bandas (C45, Gk7)
C = Sem defeitos no dobramento a 180° (Ck45,
Gk7-EW)
D = Inclusões esferoidais raras (Ck45, Gk7-
EW)

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Fig. 0.28 Influência da cementila esferoidizada


A2 = Cementila perfeitamente esferoidizada e
distribuida (ck45)
A1 = Ruptura circular após o teste de ERICHSEN
(ck45)
B2 = Exemplo de insuficiência de esferoidização e
distribuição da cementila (ck45)
B1 = ruptura na direção de laminação do material
semelhante ao B2 no Ensaio Erichsen

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Fig. 0.29 Influência do tamanho de grão no


corte fino (aço 45)
A1 = Estrutura ferrita-perlita de tira laminada a
quente não recozida
A2 = Trinca na superfície de corte após o corte
fino
B1 = Estrutura recozida ferrita e cementila
aproximadamente 100% esferoidizada
B2 = Ruptura na superfície após o corte fino

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Efeito dos carbonetos no acabamento de ferramentas para Forjamento


Os efeitos do polimento de
matrizes é enormemente
afetado pela
microestrutura

(a)Ótima estrutura
martensítica

(b) Apesar da estrutura


(a) (b) martensítica a
existência de carbetos
que provocam uma
maior rugosidade que
se fraturam durante o
polimento.

Fonte:F. klocke: production Engineering, vol. 5 Nr outubro2011, pg 479 37/61


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Inclusões do tipo MnS deixam-se deformar plasticamente alongando-se


E dando origem ao fibramento nas peças forjadas. Esse fibramento tem
Também uma forte influrência nas propriedades finais do forjado.

Exemplo da fribajem em um componente forjado

Micrografia da prensagem de 30 MnVS6 (a) antes (b) Depois da prensagem

fontes: A. Schuster e outros: Proc. 10th Int.


Conf. Techn Plast (ICTP 2011) pg 198-203 38/61
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Fig. 0.30 Relação com a cementita esferoidizada e a


tendência de formação de trincas numa superfície
de corte fino (aço C45)
A1 = Estrutura com 50% de cementila esferoidizada
A2 = Superfície de corte após corte fino
B1 = Estrutura com 75% da cementila esferoidizada
B2 = Estrutura de corte após o corte fino
C1 = Estrutura com 100% de cementila esferoidizada
C2 = Corte sem defeito após corte fino (500 x
aumento)

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Bloco 4: B) Modelagem numérica da microestrutura

Aspectos Básicos da Modelagem dos


Materiais e Simulação da Microestrutura

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SUMÁRIO

1 . Aspectos do comportamento da microestrutura no processo de


conformação a quente

2. Constituição dos modelos para simulação computacional

3. Inclusão dos modelos de materiais em programas de simulação (FEM)

4. Exemplos de aplicação importantes para o processo de forjamento em


matriz aberta

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1 . Aspectos do comportamento da microestrutura no


processo de conformação a quente

Transformação
Grão de fase
Inicial
(grosseiro)

Crescimento
de Grão

Encruamento Recristalização Recristalização Grão fino


Dinâmica Estática Recristalizado

Fig.1-Transformações Metalúrgicas dos Materiais na Conformação a Quente.

Adaptado de: http://www.ncstecnologia.com.br/cogging.htm


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Crescimento Endurecimento/ Recristalização Crescimento dos novos grãos


de grãos Recristalização Estática / Transformações de Fase
Dinâmica
Tamanho de Grão

Aquecimento da Conformação à
matéria – prima Quente Pausa Resfriamento lento
(Estático) (Dinâmica) (Estático) Tempo
Fig. 2 Alterações do Tamanho de Grão na Conformação a Quente
Adaptado de: HIRT, G.; FRANZKE, M..Modelling of microstruture and material flow in bulk metal forming. In:
SENAFOR: Conferência Internacional de Forjamento, 9, 2005, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre, 2005 . p. 19-26 43/61
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1 Deformações acima de 1,6


Tamanho de grão médio (μm)

independente da
temperatura de forjamento
tem-se grãos pequenos

Deformação Equivalente φ

Fig. 3-Tamanho médio de grão austenítico em função da deformação, da temperatura e da


velocidade de deformação.

Adaptado de: MEDINA, S. F.; HERNANDEZ, C. A. MODELLING OF THE DYNAMIC RECRYSTALLIZATION OF AUSTENITE IN LOW ALLOY AND
MICROALLOYED STEEL. Acta mater, Mexico. Vol. 44, No. 1, pp. 165-171, 1996 .Disponível em: Sciencedirect.com. Acesso em: janeiro de 2010 44/61
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2 Constituição dos Modelos para Simulação Computacional de Materiais

Mecanismo de Transformação Aquisição de Dados


dos Materiais Experimentais

Aquisição de curvas de
Recristalização dinâmica escoamento pelo ensaio de
compressão
Experimento de “Relaxação de
Tensões”
Recristalização estática
Ensaio de compressão dupla
Crescimento de grão Experimento de recozimento

Fig. 4 Mecanismos existentes e forma de aquisição de dados

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Curvas Experimentais de escoamento
a quente do aço ABNT 4140

Ensaio de
Compressão
Uniaxial

Tensão (MPa)

Deformação φ

Fig.5 Obtenção de Curvas de Escoamento pelo Ensaio de Compressão


Adaptado de : KIMA, S.I.; LEEB, Y.; BYONC, S.M.. Study on constitutive relation of AISI 4140 steel subject to large strain at elevated temperatures.
Journal of Processing Materials technology, 140 ed. pp 84-89. Ed Elsiever, 2003 pp 84-89. Disponível em : sciecedirect.com. Acesso: janeiro de 2010.
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1 2 3

φ
Fig.6 Transformações Microestruturais no Ensaio
de Compressão a Quente: zonas características
Adaptado de: HIRT, G.; FRANZKE, M..Modelling of microstruture and material flow in bulk metal forming. In:
SENAFOR: Conferência Internacional de Forjamento, 9, 2005, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre, 2005 . p. 19-26 47/61
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Fig. 7 Transformações Microestruturais no Ensaio de Compressão a Quente: Curvas de escoamento a


quente a 1100 °C e x = 0,544 s-1; e micrografias de aço baixo carbono, obtidas por tempera,
relativas a diferentes deformações equivalentes : 0,23; 0,37; 0,45; 1,20.

Fonte: MEDINA, S. F.; HERNANDEZ, C. A. MODELLING OF THE DYNAMIC RECRYSTALLIZATION OF AUSTENITE IN LOW ALLOY AND
MICROALLOYED STEEL. Acta mater, Mexico. Vol. 44, No. 1, pp. 165-171, 1996 .Disponível em: Sciencedirect.com. Acesso em: janeiro de 2010
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Fig. 8-Distribuição da velocidade de deformação, da deformação e da


temperatura, calculados com programa FINEL na simulação de compressão
de corpo cilíndrico a quente
Fonte: KARHAUSEN K., KOPP R., SOUZA M.M..Simulação Numérica dos processos de conformação Plástica para o Planejamento
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de Tratamentos Termomecânicos. Conferência Internacional de Forjamento, 11, 1991, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre, 1991 p. 121-152
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Mudanças Microestruturais Dinâmicas Locais

Fig. 9- Distribuição de e micrografias de recristalização dinâmica local para


compressão a quente
Fonte: KARHAUSEN K., KOPP R., SOUZA M.M..Simulação Numérica dos processos de conformação Plástica para o Planejamento
de Tratamentos Termomecânicos. Conferência Internacional de Forjamento, 11, 1991, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre, 1991. p.121-
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Dados da Simulação:

• Material: DIN 17225 (ABNT 4140)

• Temperatura: 1250 °C

• h 0 = 40 mm

• hF = 20 mm

• V = 3,7 mm/s

• Software: Simufact

• µ = 0,2
Fig. 10-Simulação das Deformações Localizadas
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Material: Inconel 706


Tamanho de Grão

Tempo de aquecimento: 10-120min.


Temp. de aquecimento: 950-1150º C
1150 °C

1100 °C
1050 °C
950 °C

Tempo de
40 80 120 Aquecimento

Fig. 11-Experimentos sobre crescimento do tamanho de grão em função da temperatura e tempo de


aquecimento.

Adaptado de: HIRT, G.; FRANZKE, M..Modelling of microstruture and material flow in bulk metal forming. In:
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SENAFOR: Conferência Internacional de Forjamento, 9, 2005, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre, 2005 . p. 19-26
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3 Inclusão dos Modelos de Materiais em programa de simulação numérica


(FEM)

Cálculos FEM

Resultados do FEM
(força,temperatura,ge Informações sobre microestrutura:
ometria,tensões, • Mudanças microestruturais;
deformações) • Parte Recristalizada;
• Características do grão
recristalizado;
Otimização do processo:
• Seleção de materiais;
• Alteração de projeto;
• Alteração de parâmetros;

Fig. 12- Interação dos parâmetros de materiais nos programas de simulação


Adaptado de: KARHAUSEN K., KOPP R., SOUZA M.M.. Simulação Numérica dos processos de conformação Plástica para o
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Planejamento de Tratamentos Termomecânicos. Conferência Internacional de Forjamento, 11, 1991, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre,
1991. p’
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Avaliação das mudanças microestruturais na conformação a quente

Material: ABNT 4140


H0 = 50 mm
D0 = 35 mm
900, 1100, 1200 oC
0.5
V = 3.7 mm/s
METALLOGRAPHY

Região Analizada

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Mudanças microestruturais a 900 °C, comparado com a simulação

A B

C A – Amostra aquecida e temperada


(tamanho de grão ≈ 50 µm)

B – Amostra aquecida e forjada, depois


temperada
(tamanho de grão ≈ 30µm)

C – Simulação da amostra B
(tamanho de grão ≈ 25 to 29 µm)
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Mudanças microestruturais a 1000°C, comparado com a simulação

A B

A – Amostra aquecida e temperada


C (tamanho de grão ≈ 100 µm)

B – Amostra aquecida e forjada, depois


temperada
(tamanho de grão ≈ 50 µm)

C – Simulação da amostra B
(tamanho de grão ≈ 45 to 52µm)
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Mudanças microestruturais a 1200°C, comparado com a simulação

A B

A – Amostra aquecida e temperada


C (tamanho de grão ≈ 100 µm)

B – Amostra aquecida e forjada, depois


temperada
(tamanho de grão ≈ 50µm)

C – Simulação da amostra B
(tamanho de grão ≈ 45 to 50 µm)

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Uma alternativa para a simulação computacional no cálculo do tamanho que durante a deformação também pode ser considerada
no uso de cálculos empíricos usando alguns modelos:
Sellars et al.
Phenomenological equations for the description of
QW Sellars, Tegart und Cingara
Z  exp dynamic recrystallisation
R T
sinh(o3 k fm ) o1 Zo2
εm a1 d0
a2
Za3 und εkrit a4 εm C
kf ε ε
exp 1
e3 k fm εm εm
εstat e1 εm e2 d0 Ze4
C C1 [1 exp(C 2 (lnZ) C3 )] C4
Characteristic values of typical flow curves
QW; a1, a3; e1 … e4 : from regression Flow stress during hot forming
a4: empirical value (0.8) O1 … O3, C1 … C4: from regression

ε m und ε stat : detected with experiments k and ε m: detected with experiments


fm

Sellars et al.
Luton und Sellars
Kinetics of dynamic recrystallisation
d2 Dynamic recrystallised grain size
ε εkrit
XDRX 1 exp d1
ε stat εkrit dDRX b k fs b1 Zb2
d1, d2: from regression b1, b2: from regression
XDRX: dynamic recrystallised part at dDRX: dynamic recrystallised grain size at
metallography metallography

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Phenomenological equations for the description of


Sellars et al.
static recrystallisation
kinetics of static recrystallisation
g1 g1
t WX
XSRX 1 exp ln 1 X XSRX 1 exp ln 1 0,95
tx W0,95
f QSRX QSRX f
tx f1 d0 2 ε f3 Zf4 exp WX t X exp f1 d0 2 ε f3 Zf4
R T R T
g1: Avramiexponent WX: time for X% SRX with thermal compensation

tX :time for X% recrystallisation f1 … f4, g1: from regression

Sellars et al. Sellars et al.


Static recrystallised grain size Grain growth
hd1 hd2 QKW
C2 dKW d0 hd3 t exp
dSRX c1 d 0 εC3 ZC5 R T
c1 … c5: from regression hd1 … hd4 , QKW: from regression

dSRX, d0: static recrystallised and initial dKW, d0: grain size after growing and initial
grain size at metallography grain size at metallography

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Questões Técnicas (nº1/2012)


2) Porque a tensão de escoamento (Rp0,2) de um material depende do tamanho de grão
médio? Qual a relação que existe entre a tensão de escoamento (Rp0,2) e o tamanho de
grão médio (d)?

Resposta: Nas transformações de microestrutura é válida a relação de Hall- Petch:


quanto menor o tamanho do grão (ou tamanho do grão médio ) maior é a tensão de
escoamento do material (= limite de resistência Rp0,2 )

é o limite de resistência do material sem os contornos de grãos e é considerada a


Constante de Hall-Petch.
A tabela abaixo mostra quantitativamente estes valores para o aço e cobre.

Fonte: Umformtechnik. H Kugler, pg 247. 60/61


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Métodos de modelagem em diferentes escalas


Teoria “Scale-Hopping
Projeto de novos aços e processos
através de micro-mecanismo

Escala Macroscópica:
(p.ex.: Cálculo de
deformação localizada)
Escala Macroscópica:
p. ex.: Cálculo de encruamento como função
de diferentes mecanismos de encruamento
Escala Microscópica:
p. ex.: Cálculo da cinética de contorno de grão

Escala Atômica:
p. ex.: Cálculo de Energia de Empilhamento

Modelos de modelagem

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