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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL

GABRIELE SOUZA E LEANDRO DOS SANTOS

GERAÇÃO DE TENSÕES TRIFÁSICAS: O circuito trifásico


equilibrado. Ligações Y e ∆ de geradores e de cargas.

Campina Grande
2018
GABRIELE SOUZA E LEANDRO DOS SANTOS

GERAÇÃO DE TENSÕES TRIFÁSICAS: O circuito trifásico


equilibrado. Ligações Y e ∆ de geradores e de cargas.

Seminário Apresentado à
Disciplina de Eletrotécnica Geral
ade Acadêmica de Engenharia
Elétrica da UFCG como requisito
básico para aprovação na citada
disciplina.

Orientador: Prof. Ubirajara


Meira

Campina Grande
2018

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ........................................................................................ 4
2. OBJETIVOS ............................................................................................ 5
3. DESENVOLVIMENTO ............................................................................ 6
3.1 CIRCUITO TRIFÁSICO ..................................................................... 6
3.2 GERAÇÃO DE TENSÕES TRIFÁSICAS ........................................... 8
3.2.1 SEQUÊNCIA DE FASES ........................................................ 10
3.3 CIRCUITO TRIFÁSICO EQUILIBRADO .......................................... 10
3.4 LIGAÇÕES Y E ∆ DE GERADORES E CARGAS ........................... 12
3.4.1 CONEXÃO ESTRELA ............................................................ 12
3.4.2 CONEXÃO TRIÂNGULO ........................................................ 14
3.5 VANTAGENS DO SISTEMA TRIFÁSICO ...................................... 16
4. CONCLUSÃO ....................................................................................... 18
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................... 19

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1. INTRODUÇÃO

É notório que a energia elétrica é de fundamental importância para o


desenvolvimento das sociedades atuais. Esta pode ser convertida para gerar luz,
força para movimentar motores e fazer funcionar diversos produtos elétricos e
eletrônicos que os seres humanos necessitam como computador, geladeira,
micro-ondas e o chuveiro elétrico.

As primeiras linhas de transmissão de energia elétrica surgiram no final


do século XIX, e, inicialmente, destinavam-se exclusivamente ao suprimento de
sistemas de iluminação. A utilização destes sistemas para o acionamento de
motores elétricos fez com que as “companhias de luz” se transformassem em
“companhias de força e luz”. Estes sistemas operavam em baixa tensão e em
corrente contínua, e foram rapidamente substituídos por linhas monofásicas em
corrente alternada.

Dessa maneira, o fornecimento de energia para os inúmeros


estabelecimentos residenciais, comerciais e industriais pode ser feito por meio
de sistemas monofásicos, bifásicos ou trifásicos. A utilização de cada sistema de
transmissão ocorre a partir do tipo de estabelecimento que receberá a energia
elétrica e da potência total dos equipamentos elétricos ligados à rede.

Sendo assim, é perceptível que os circuitos trifásicos tornaram-se mais


conveniente, por razões técnicas e econômicas, e passou a ser o padrão para a
geração, transmissão e distribuição de energia em corrente alternada. É
comprovado que a melhor forma de produzir, transmitir e consumir energia
elétrica é usando circuitos trifásicos.

Essa ampla utilização do sistema trifásico, em detrimento do monofásico,


dá-se devido a dois fatores principais: A potência em kVA de um motor trifásico
é aproximadamente 150% maior que a de um motor monofásico; e em um
sistema trifásico balanceado, os condutores somente requerem 75% do tamanho
que precisaria um sistema monofásico com a mesma potência em VA, pelo qual
diminui os custos; por conseguinte, justifica o terceiro condutor.

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2. OBJETIVOS

Destarte, o presente seminário tem como objetivo principal abordar os


sistemas trifásicos, sob o viés da geração de tensões trifásicas. Desse modo,
são estabelecidos alguns objetivos mais definidos perante o objetivo central, são
estes:

 Definir o que é um circuito trifásico;


 Analisar o processo de geração de tensões trifásicas;
 Verificar os requisitos que conferem um circuito trifásico equilibrado;
 Analisar as ligações em estrela e em triângulo de geradores e de cargas;
 Apresentar as aplicações dos sistemas trifásicos atualmente;
 Apresentar as vantagens de utilização dos sistemas trifásicos.

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3. DESENVOLVIMENTO
3.1 CIRCUITO TRIFÁSICO

Circuitos ou sistemas nas quais as fontes em corrente alternada operam


na mesma frequência, mas com fases diferentes são denominados polifásicos.
Assim, o circuito trifásico é um caso particular dos circuitos polifásicos que, por
razões técnicas e econômicas tornou-se padrão em geração, transmissão e
distribuição.

Em suma, sistemas trifásicos são sistemas elétricos nos quais as fontes


de corrente alternada (CA) das três fases operam a mesma frequência e
amplitude, mas defasadas eletricamente pelo mesmo ângulo de 120º. A figura 1
a seguir representa o sistema trifásico simétrico de tensões.

Figura 1 – Sistema de tensão trifásico


(Fonte: Wikipédia)

Originalmente, esse sistema é projetado para fornecer sinais de


tensão senoidais no tempo, mas com o aumento das cargas eletrônicas
(não lineares) a forma de onda do sinal de tensão sofre deformações o que
causa o surgimento de harmônicos no sinal de tensão.

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Segundo Oliveira et. al. (1996), as tensões e correntes nos sistemas
trifásicos podem ser representadas por fasores, então, pode-se representar esse
tipo de sistema da seguinte maneira:

 No domínio do tempo

𝑒1 = 𝐸𝑀 cos(𝜔𝑡)
2𝜋
𝑒2 = 𝐸𝑀 cos (𝜔𝑡 − )
3
4𝜋 2𝜋
𝑒3 = 𝐸𝑀 cos (𝜔𝑡 − ) = 𝐸𝑀 cos (𝜔𝑡 + )
3 3

 No domínio da frequência

𝑒1 = ℜ[𝐸𝑀 𝑒 𝑗0 𝑒 𝑗𝜔𝑡 ] 𝐸̇1 = 𝐸|0º


2𝜋
𝑒2 = ℜ[𝐸𝑀 𝑒 −𝑗 3 𝑒 𝑗𝜔𝑡 ] 𝐸̇ 2 = 𝐸| − 120º
2𝜋
𝑒3 = ℜ[𝐸𝑀 𝑒 𝑗 3 𝑒 𝑗𝜔𝑡 ] 𝐸̇ 3 = 𝐸|120º

A representação fasorial dos sistemas trifásicos pode ser apresentada por


meio da figura 2 abaixo.

Figura 2 – Representação fasorial


(Fonte: Unesp)

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3.2 GERAÇÃO DE TENSÕES TRIFÁSICAS

Segundo teoria do eletromagnetismo, uma tensão alternada de


velocidade angular ω pode ser produzida por uma espira (ou bobina de N
espiras) que gira com mesma velocidade angular em um campo magnético
uniforme. Analogamente, é possível também que a bobina esteja fixa e o campo
magnético permaneça girando.

Portanto, seja um arranjo conforme a figura 3, a seguir, um ímã


permanente gira com velocidade angular constante ω no interior de um anel
circular de material magnético. Em torno do anel, há três bobinas idênticas
deslocadas de 120° uma da outra.

Figura 3 – Anel circular com imã girando em seu interior.


(Fonte: SCIO SCIRE DOMINIUM)

Neste caso, em cada bobina são induzidas tensões alternadas de mesma


amplitude e mesma velocidade angular (ou mesma frequência). Como o campo
magnético do rotor (ímã) atravessa as bobinas com o seu valor máximo em
intervalos de 120º entre cada uma delas, as três bobinas formam as chamadas
fases da máquina – daí o nome de trifásico. Em cada fase gera-se uma tensão,
chamada tensão de fase.

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No entanto, devido ao deslocamento angular de 120° das bobinas, as
tensões geradas têm idênticas diferenças de fase. Considerando fase nula a
tensão VA, pode-se escrever as relações básicas:

𝑉𝐴 = 𝑉𝑝 cos(𝜔𝑡)
𝑉𝐵 = 𝑉𝑝 cos(𝜔𝑡 − 120)
𝑉𝐶 = 𝑉𝑝 cos(𝜔𝑡 − 240)

Onde Vp é o valor de pico, também sendo usualmente designado de valor


máximo Vm.

Sob esse viés, as tensões geradas têm a forma de senóides de mesma


amplitude e deslocadas de 120° no eixo horizontal conforme representação
gráfica apresentada pela figura 4, letra “a”.

Figura 4 – Representação gráfica das tensões trifásicas.


(Fonte: SCIO SCIRE DOMINIUM)
Se considerar-se V como sendo o valor eficaz, ou seja V = Vp/√2, a
representação com fasores (figura 2, letra “b”) das tensões geradas é dada por:

𝑉𝐴 = 𝑉/0º 𝑉𝐵 = 𝑉/−120º 𝑉𝐶 = 𝑉/240º

Finalmente, pode-se facilmente deduzir que a soma dessas tensões é


nula em cada instante. Assim,

𝑉𝐴 + 𝑉𝐵 + 𝑉𝐶 = 0

Vale salientar que considerou-se, para as deduções em questão, que os


sistemas são presumidamente simétricos e equilibrados, isto é, as tensões de
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cada fase têm o mesmo valor de pico e mesma diferença de fase (120°) e as
impedâncias de carga para cada fase são iguais. Os condutores são
supostamente ideais, sem resistências elétricas, indutâncias ou capacitâncias.

3.2.1 SEQUÊNCIA DE FASES

A sequência de fases é definida pela ordem de passagem das tensões


pelo valor de pico ou pelo valor máximo. Dessa maneira, sob a ótica da figura 5
a seguir, as sequências ABC, BCA e CAB são denominadas de sequência direto
ou positiva, tendo em vista que os valores máximos ocorrem nessa ordem. Ao
contrário do que se percebe nas sequências ACB, CBA e BAC que, por sua vez,
são denominadas de sequência inversa ou negativa.

Figura 5 – Sequência de fase, direta e inversa, dos fasores de tensão.


(Fonte: Unesp)
3.3 CIRCUITO TRIFÁSICO EQUILIBRADO

Um sistema trifásico pode ser do tipo equilibrado ou desequilibrado. O


sistema equilibrado é aquele em que uma carga, em delta ou estrela, é composta
por impedâncias iguais e o sistema de tensões trifásicas é simétrico. Em suma,
um sistema trifásico equilibrado é constituído por três ou quatro fios, incluindo o
neutro ou de retorno, com:

 Impedâncias próprias dos fios de fase iguais entre si:


̅ = 𝑍𝐵𝐵
𝑍𝐴𝐴 ̅ = 𝑍̅𝐶𝐶 = 𝑍̅𝑃
 Impedâncias mútuas entre os fios de fase iguais entre si:
̅ = 𝑍𝐵𝐶
𝑍𝐴𝐵 ̅ = 𝑍𝐶𝐴
̅ = 𝑍𝑀
̅

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 Impedâncias mútuas entre fios de fase e o fio neutro iguais entre si:
̅ = 𝑍𝐵𝑁
𝑍𝐴𝑁 ̅ = 𝑍𝐶𝑁 ̅𝑀
̅ = 𝑍′

Neste caso, um gerador também equilibrado irá fornecer um conjunto de


três correntes, no qual serão defasadas entre si em 120º.

Dessa forma,

𝐼𝐴 (𝑡) = 𝐼𝑃 𝑠𝑒𝑛(𝜔𝑡 ± 𝜑)

𝐼𝐵 (𝑡) = 𝐼𝑃 𝑠𝑒𝑛(𝜔𝑡 − 120º ± 𝜑)

𝐼𝐶 (𝑡) = 𝐼𝑃 𝑠𝑒𝑛(𝜔𝑡 − 240º ± 𝜑)

Onde 𝜑 é o ângulo de impedância da carga, também denominado de fator


de potência.

Ademais, em um sistema trifásico equilibrado, a soma das três correntes


no tempo é igual a zero. Logo, sabendo que as três tensões possuem um ponto
de neutro, o qual é definido como referência do sistema (0 V), sendo este ponto
aterrado no gerador, então a corrente de neutro também é igual a zero.

𝐼𝑁 (𝑡) = 𝐼𝐴 (𝑡) + 𝐼𝐵 (𝑡) + 𝐼𝐶 (𝑡)

Outra característica dos sistemas trifásicos equilibrados é que a soma das


tensões das fases ser nula em qualquer instante. Sendo assim,

2𝜋 4𝜋
𝑢1 (𝑡) + 𝑢2 (𝑡) + 𝑢3 (𝑡) = √2𝑈𝑒𝑓 [sin(𝜔𝑡 + ∅) + sin (𝜔𝑡 + ∅ − ) + sin (𝜔𝑡 + ∅ − )] = 0
3 3

A figura 6, por sua vez, apresenta o diagrama da soma das amplitudes


complexas, demonstrando também que num sistema equilibrado de tensões se
tem:

̅1 + 𝑈
𝑈 ̅2 + 𝑈
̅3 = 0

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Figura 6 – Diagrama da soma das amplitudes complexas.
(Fonte: e-LEE)

3.4 LIGAÇÕES Y E ∆ DE GERADORES E CARGAS

As conexões estrela-triângulo são determinadas pela forma como são


conectadas as bobinas de um gerador, motor ou transformador de fornecimento
de energia, podendo, no caso da conexão estrela, ter acesso ao neutro.

3.4.1 CONEXÃO ESTRELA

A conexão estrela ocorre quando os extremos de cada fase são unidos


formando o terminal neutro, como mostrado na figura 7 seguinte.

Figura 7 – Conexão estrela.


(Fonte: Eletricista Consciente)

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Os sistemas trifásicos, em estrela, podem ser formados por 3 condutores
(R, S, T) ou por 4 condutores (R, S, T, N). A vantagem do condutor neutro é que
permite dispor de dois níveis de tensão (tensão de linha e de fase), como se verá
na página seguinte. Outra vantagem do condutor neutro é que mantém mais
simétricas as tensões frente à presença de cargas desbalanceadas daquele
sistema que não conta com neutro.

Sabendo que um sistema trifásico caracteriza-se por contar com a tensão


de fase, tensão induzida nos extremos de cada bobina (UUN, UVN e UWN), e
pela tensão de linha, tensão entre fase e fase (UUW, UWV e UVU), então a figura
8 abaixo representa as tensões de fase e de linha em um sistema trifásico de
ligação do tipo estrela.

Figura 8 – Tensões em um circuito em estrela.


(Fonte: Eletricista Consciente)

Além disso, pode-se determinar as relações de tensão e corrente em uma


conexão desse tipo. Por comodidade, chamaremos UF a tensão de fase e UL a
tensão de linha, assim como representa a figura 9, para determinar a sua
relação.

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Figura 9 – Relações entre as tensões de linha e de fase em um circuito em estrela.
(Fonte: Eletricista Consciente)

Neste caso, a corrente é a mesma tanto na fase quanto na linha, como


percebe-se sob a análise da figura 10.

Figura 10 – Relações entre a corrente de linha e de fase em um circuito em estrela.


(Fonte: Eletricista Consciente)

3.4.2 CONEXÃO TRIÂNGULO

Se for unido o final de cada fase com o começo da seguinte, por exemplo,
Z com U, X com V e Y com W, obtêm-se a conexão em triângulo. Neste tipo de
conexão não há um ponto comum para as três bobinas; portanto, a conexão em
triângulo não tem neutro.

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Sabendo-se que a corrente de fase é aquela que circula por cada bobina
e a corrente de linha é aquela que sai de cada terminal, pode-se representa-las
pela figura 11.

Figura 11 – Correntes em um circuito em triângulo.


(Fonte: Eletricista Consciente)

Além disso, pode-se determinar as relações de tensão e corrente em uma


conexão desse tipo. Da figura pode-se deduzir que IR = IWU – IUV fasorialmente,
chamando IF de corrente de fase e IL de corrente de linha, tem-se pela figura
12:

Figura 12 – Relações entre corrente de fase e de linha em um circuito em triângulo.


(Fonte: Eletricista Consciente)

Por relações trigonométricas obtêm-se a fórmula mostrada anteriormente.


Com relação às tensões, pode-se representa pela figura 13 abaixo:

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Figura 13 – Relações entre tensões de fase e de linha em um circuito em triângulo.
(Fonte: Eletricista Consciente)

A seguir, apresenta-se a tabela 1 com um resumo das relações de


tensões, correntes e potências nas conexões trifásicas.

Tabela 1 - Relações de tensões, correntes e potências nas conexões trifásicas.

(Fonte: Eletricista Consciente)

3.5 VANTAGENS DO SISTEMA TRIFÁSICO

Percebe-se que que o sistema trifásico tem seu uso amplamente


difundido. Isso ocorre por conta das vantagens que o mesmo apresenta
mediante a sua utilização. Logo, algumas das vantagens desse tipo de sistema
polifásico são:

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 Evita a queda inoportuna de energia;
 Utiliza menor quantidade de cobre e alumínio para fornecer a mesma
potência que um sistema monofásico;
 A potência total nunca é nula;
 Motores trifásicos são menores que motores monofásicos de mesma
potência;
 A potência de geradores trifásicos é maior que a de geradores de corrente
alternada monofásicos e em corrente contínua;
 Uma linha de transmissão trifásica consegue transportar 3 vezes mais
potência ativa que uma linha monofásica com o mesmo nível de tensão;
 Maior flexibilidade de utilização que os sistemas de corrente contínua e
outros sistemas de corrente alternada polifásicos;
 A potência instantânea em um sistema trifásico pode ser constante,
acarretando menos vibrações em máquinas trifásicas.
 Motores trifásicos têm torque de partida não nulo, dispensando
dispositivos especiais como capacitores.
 A potência instantânea entregue pelas três fases é constante.

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4. CONCLUSÃO

Contudo, percebe-se que o fornecimento de energia pode ser realizado


de diversas maneiras, e a escolha do sistema elétrico de fornecimento depende
dos objetivos que se almejam atingir com relação a potência total requerida.

Com isso, o presente relatório teve como principal objetivo abordar


definições do circuito trifásico, da geração de tensões trifásicas, aplicações dos
sistemas trifásicos, assim como, os sistemas polifásicos, tensão alternada,
campo magnético gerado por bobinas, sequência de fases, dentre outros.

No estudo dos sistemas trifásicos, vimos que se subdividem em sistema


equilibrado ou desequilibrado, se diferenciando entre sí através da impedância
e da simetria no arranjo dos circuitos. Também foi-se abordado as conexões
estrela-triângulo, e como são conectadas a um gerador, motor ou transformador
de fornecimento de energia.

Ademais, com o estudo e pesquisa desenvolvida observou-se que o


sistema trifásico tem seu uso em abundância atualmente, isso em grande parte
se dá por tal sistema proporcionar a resolução de diversos problemas
corriqueiros nos sistemas mais velhos, como por exemplo, a queda inoportuna
de energia, a utilização de muita matéria prima na confecção dos circuitos para
fornecer potência elevada, a potência total nula, tamanho não satisfatório dos
motores monofásicos, altas vibrações em maquinas trifásicas, torque de partida
nulo, uso elevado de capacitores, dentre outros.

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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Disponível em: <


http://www.eletricistaconsciente.com.br/pontue/fasciculos/3-correntes-
alternadas/f4-corrente-eletrica-alternada-trifasica/>. Acesso em 14 de
outubro de 2018.

Disponível em: <http://e-


lee.ist.utl.pt/realisations/CircuitsElectriques/SistemasTrifasicos/ConceitosBa
sicos/2_aula.htm>. Acesso em 14 de outubro de 2018.

Disponível em: <http://www.abraman.org.br/arquivos/24/24.pdf>. Acesso em


14 de outubro de 2018.

Disponível em:
<http://www.eletricistaconsciente.com.br/pontue/fasciculos/3-correntes-
alternadas/f4-corrente-eletrica-alternada-trifasica/>. Acesso em 14 de
outubro de 2018.

Disponível em:
<http://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/cap1_ci
rcuitos-trifasicos.pdf>. Acesso em 14 de outubro de 2018.

Disponível em: <https://biztechbrz.wordpress.com/2011/03/09/correntes-


alternadas-anotacoes-aula-18/>. Acesso em 14 de outubro de 2018.

Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_trif%C3%A1sico>.


Acesso em 14 de outubro de 2018.

Disponível em:
<https://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/5840834/59/trifasicos.pdf>.
Acesso em 14 de outubro de 2018.

Disponível em:
<https://wiki.sj.ifsc.edu.br/wiki/images/a/a3/ELI_ApostilaCA2.pdf>. Acesso
em 14 de outubro de 2018.

19
OLIVEIRA, C. C. B.; SHMIDT, H. P.; KAGAN, N.; ROBBA, E. J. Introdução a
Sistemas Elétricos de Potência: Componentes Simétricas. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1996.

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