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NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 16324
Primeira edição
26.11.2014

Válida a partir de
26.12.2014

Talhas de corrente com acionamento manual —


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Requisitos e métodos de ensaios


Manually operated chain hoist — Requirements and test methods

ICS 53.020.30 ISBN 978-85-07-05261-6

Número de referência
ABNT NBR 16324:2014
18 páginas

© ABNT 2014
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Sumário Página

Prefácio.................................................................................................................................................v
1 Escopo.................................................................................................................................1
2 Referências normativas......................................................................................................1
3 Termos e definições............................................................................................................1
4 Classificação.......................................................................................................................4
4.1 Classe de funcionamento...................................................................................................4
4.2 Estado de solicitação .........................................................................................................5
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4.3 Caracterização de severidade operacional.......................................................................5


5 Aplicação da classificação.................................................................................................6
6 Requisitos gerais de projeto..............................................................................................6
6.1 Identificação........................................................................................................................7
6.2 Manual de instruções..........................................................................................................7
7 Requisitos específicos de projeto.....................................................................................7
7.1 Corpo....................................................................................................................................7
7.2 Engrenagens........................................................................................................................8
7.3 Freios....................................................................................................................................8
7.4 Catraca.................................................................................................................................8
7.5 Mancais................................................................................................................................8
7.6 Roldanas..............................................................................................................................8
7.7 Corrente de carga................................................................................................................8
7.8 Corrente de acionamento...................................................................................................9
7.9 Suspensão...........................................................................................................................9
7.10 Ganchos...............................................................................................................................9
7.11 Esforço de acionamento.....................................................................................................9
7.12 Fim de curso........................................................................................................................9
8 Ensaios e aplicabilidades...................................................................................................9
8.1 Ensaios de protótipos.......................................................................................................10
8.2 Ensaio de freios.................................................................................................................10
8.3 Ensaio de corrente de carga............................................................................................10
8.4 Ensaio de determinação do esforço de acionamento...................................................10
8.5 Ensaio de funcionamento.................................................................................................10
9 Recursos para ensaios..................................................................................................... 11
10 Execução dos ensaios...................................................................................................... 11
10.1 Ensaio de protótipo........................................................................................................... 11
10.2 Ensaio do freio..................................................................................................................12
10.2.1 Com 10 % da capacidade nominal...................................................................................12
10.2.2 Com 100 % da capacidade nominal ................................................................................12
10.2.3 Com 150 % da capacidade nominal ................................................................................12
10.2.4 Resultado esperado..........................................................................................................12
10.3 Ensaio da corrente de carga............................................................................................12
10.3.1 Procedimento....................................................................................................................12

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10.3.2 Resultado esperado..........................................................................................................13


10.4 Ensaio para determinação do esforço de acionamento ...............................................13
10.4.1 Procedimento ...................................................................................................................13
10.4.2 Resultado esperado..........................................................................................................13
10.5 Ensaio de funcionamento.................................................................................................13
10.5.1 Procedimento ...................................................................................................................13
10.5.2 Resultado esperado..........................................................................................................14
10.6 Inspeção final....................................................................................................................14
Anexo A (normativo)............................................................................................................................15
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Figuras
Figura A.1 – Talha manual com acionamento por meio de corrente.............................................15
Figura A.2 – Talha manual com acionamento por meio de corrente.............................................16
Figura A.3 – Talha manual com acionamento por meio de alavanca............................................17
Figura A.4 – Talha manual com acionamento por meio de alavanca............................................18

Tabelas
Tabela 1 – Classe de funcionamento..................................................................................................5
Tabela 2 – Estado de solicitação.........................................................................................................5
Tabela 3 – Caracterização de grupos de severidade operacional...................................................6
Tabela 4 – Fatores de conversão entre os grupos............................................................................6
Tabela 5 – Ensaios e aplicabilidades................................................................................................10
Tabela 6 – Recursos para realização de ensaios............................................................................ 11

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da
normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.
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A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos
de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT a
qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes
casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para
exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR 16324 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
(ABNT/CB-04), pela Comissão de Estudo Talhas em Geral (CE-04:010.04). O Projeto circulou
em Consulta Nacional conforme Edital nº 07, de 11.07.2014 a 08.09.2014, com o número de
Projeto 04:010.04-001.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard establishes the classification of the chain hoist with manual operation, correlating the
basic design parameters of these devices with the particular conditions of each application, protecting
the levels of lifetime and reliability, as well as setting the standards of quality and safety that must be
satisfied by prescribing the types and methods of application of mechanical tests.

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Talhas de corrente com acionamento manual — Requisitos e métodos de


ensaios

1 Escopo
Esta Norma estabelece a classificação das talhas de corrente com acionamento manual, correla-
cionando os parâmetros básicos de projeto destes equipamentos com as condições particulares de
cada aplicação, resguardando os níveis de vida útil e confiabilidade, bem como fixa os requisitos de
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qualidade e segurança que devem ser satisfeitos, prescrevendo os tipos e metodologias de aplicação
de ensaios mecânicos.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referên-
cias datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as
edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR NM ISO 7500-1:2004, Materiais metálicos – Calibração de máquinas de ensaio estático
uniaxial – Parte 1: Máquinas de ensaio de tração/compressão – Calibração do sistema de medição
da força

ABNT NBR 10070:1987, Ganchos-haste forjados para equipamento de levantamento e movimentação


de cargas – Dimensões e propriedades mecânicas – Padronização

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1
alavanca de acionamento
componente que transmite o esforço de acionamento, quando decorrente de movimento alternado,
ao mecanismo da talha

3.2
altura de elevação
distância máxima de deslocamento operacional do gancho, indicada em metros (m)

3.3
altura própria
distância medida entre o ponto de suspensão da carga, no seu limite superior de elevação, e um dos
seguintes pontos:

 a) o ponto de ancoragem do gancho ou olhal

 b) a base do caminho ou viga de rolamento, nas talhas integradas ao trole

3.4
ancoragem
ponto de fixação das extremidades da talha, submetido ao carregamento

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3.5
cadernal
conjunto semelhante ao moitão, com mais de uma polia ou roldana, ao qual é fixado o dispositivo de
içamento (ganchos e outros)

3.6
capacidade nominal
carga máxima (massa) que pode ser manuseada pelos meios de levantamento da talha em um
determinado grupo de serviço e para a qual a talha foi projetada

3.7
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catraca
conjunto formado por roda dentada e gatilho de freio que atua junto com os discos ou arruelas de freio
para o impedimento da descida da carga

3.8
condições ambientais
condições do ambiente onde a talha irá operar, capazes de influir na segurança, no funcionamento e na
vida útil do equipamento, como temperatura, umidade, presença e natureza de poluentes, corrosivos
e explosivos

3.9
corrente de acionamento
corrente que, tracionada, transmite o esforço de acionamento por meio do volante ao mecanismo da talha

3.10
corrente de carga
corrente que sustenta a carga, em um ou mais ramais, constituída do elemento de ligação e de trans-
missão do movimento entre a roldana de tração e o gancho, diretamente ou por meio do moitão

3.11
desgaste previsto
desgaste de componente no qual a característica de funcionamento ocasiona uma deterioração
inevitável, decorrente do atrito em sua operação como, por exemplo, em freios e embreagem deslizante

3.12
disco ou arruela de freio
componente composto com material de fricção não asbesto que, quando pressionado contra a catraca,
provoca a frenagem

3.13
embreagem deslizante
dispositivo de proteção contra sobrecarga que consiste de um acoplamento regulável que limita o
esforço aplicado à corrente ou alavanca de acionamento quando a carga for superior ao previsto no
projeto da talha, inviabilizando o içamento em condição de sobrecarga, ou seja, acima da carga nominal

NOTA Não é um item obrigatório de projeto em todos os modelos de talha, podendo ser consultado o
fabricante, caso haja interesse, quanto à sua disponibilidade.

3.14
esforço de acionamento
esforço máximo, definido em newtons (N), aplicado à corrente ou à alavanca de acionamento, para a
elevação da carga de acordo com a capacidade nominal da talha

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3.15
fim de curso
dispositivo limitador, instalado próximo da extremidade da corrente de carga, que impede a utilização
total do seu comprimento

3.16
freio
mecanismo composto por catraca, gatilho de freio e disco ou arruela de freio, destinado à desaceleração
e/ou imobilização do dispositivo de içamento (ganchos e outros)

3.17
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gancho ou olhal inferior


gancho ou olhal destinado a efetuar o içamento da carga

3.18
gancho ou olhal superior
gancho ou olhal fixado ao corpo da talha, destinado a sustentá-la no seu local de operação

3.19
gatilho do freio
componente que atua sobre a catraca, contribuindo para o seu travamento

3.20
guia da corrente
dispositivo destinado à orientação da corrente junto à roldana de tração

3.21
moitão
conjunto constituído de uma caixa dentro da qual trabalha uma única polia ou roldana, ao qual é fixado
o dispositivo de içamento (ganchos e outros)

3.22
massa aferida
massa medida com um equipamento, sendo este calibrado por um órgão credenciado

3.23
nível de operação
distância medida entre a parte mais baixa da corrente de acionamento e o nível onde está posicionado
o operador da talha

3.24
produção seriada
quando um produto passa é fabricado em série, de forma idêntica a um protótipo previamente ensaiado
e analisado

3.25
protótipo
primeiro tipo ou primeiro exemplar feito para ser experimental antes da produção de outros exemplares

3.26
roldana de tração
roda com sulco e cavidades, posicionada no corpo da talha, que transmite movimento à corrente da
carga

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3.27
roldana livre
roda com sulco e cavidades para corrente de carga, posicionada no corpo da talha e/ou no moitão,
que muda a direção da corrente

3.28
talha manual
equipamento acionado manualmente por alavanca ou corrente de acionamento, destinado para
elevação, abaixamento e/ou deslocamento de cargas, por meio de correntes de carga (ver Anexo A)

3.29
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trava de gancho
dispositivo de segurança acoplado ao gancho de carga e ao gancho de ancoragem, que bloqueia a
abertura do gancho de dentro para fora

3.30
trole
unidade para translação horizontal, integrada ou independente da talha

3.31
vida útil
durabilidade calculada dos mecanismos da talha, quando utilizada nas condições nominais, para a
qual a talha foi projetada

3.32
volante
roda com sulco e cavidades que, movida pela corrente de acionamento, transmite movimento ao
mecanismo da talha

4 Classificação
Para os efeitos desta Norma, as talhas com acionamento manual são classificadas em cinco grupos (1A,
1B, II, III e IV), conforme o serviço que efetuam. O grupo no qual a talha é classificada é determinado
pelos seguintes parâmetros:

 a) classe de funcionamento;

 b) estado de solicitação;

 c) caracterização de severidade operacional.

4.1 Classe de funcionamento

As classes de funcionamento caracterizam o tempo médio de funcionamento diário de um mecanismo,


em horas. Um mecanismo é considerado em funcionamento somente quando está em movimento.

A Tabela 1 indica as classes de funcionamento e os respectivos limites de uso médio diário, sendo
também informado para cada classe o número de horas de funcionamento utilizado como referência
para fins de seleção e projeto dos elementos mecânicos pertencentes à talha, por exemplo, rolamentos,
engrenagens, eixos etc.

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Tabela 1 – Classe de funcionamento


Limite de funcionamento Tempo total de funcionamento
Classe de diário calculado
funcionamento
h h
F1 ≤ 0,12 125
F2 ≤ 0,25 250
F3 ≤ 0,5 500
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F4 ≤ 1,0 1 000
F5 ≤ 2,0 2 000
F6 ≥ 2,0 4 000
NOTA 1 Para as talhas não utilizadas regularmente durante o ano, o tempo médio de funcionamento (horas/
dia) é determinado, dividindo-se o tempo de funcionamento anual em horas pelo número de dias úteis em um
ano. Nesta Norma, foi considerado um total de 250 dias úteis por ano.
NOTA 2 O tempo total de funcionamento referenciado na Tabela 1 não pode, em caso algum, ser considerado
garantia de vida útil.

4.2 Estado de solicitação

Os estados de solicitação indicam de que forma a talha é submetida ao carregamento. São adotados
quatro estados de solicitação, conforme definido na Tabela 2.

Tabela 2 – Estado de solicitação


Estado de
Definição
solicitação
1 Talha submetida normalmente a cargas inferiores a 1/4 da carga
Muito leve máxima e só excepcionalmente à carga máxima
2 Talha submetida normalmente a cargas da ordem de 1/4 a 1/3 da
Leve carga máxima e só raramente à carga máxima
3 Talha submetida normalmente a cargas da ordem de 1/3 a 2/3 da
Moderada carga máxima e frequentemente à carga máxima
4 Talha submetida normalmente a cargas superiores a 2/3 da carga
Severa máxima e comumente à carga máxima

4.3 Caracterização de severidade operacional

A caracterização de severidade operacional, em função do estado de solicitação, determina a


classificação em grupos conforme Tabela 3.

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Tabela 3 – Caracterização de grupos de severidade operacional


Máximo uso diário
Estado de
h
solicitação
F1 F2 F3 F4 F5 F6
1 (muito leve) - - 1B 1A II III
2 (leve) - 1B 1A II III IV
3 (moderada) 1B 1A II III IV -
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4 (severa) 1A II III IV - -

5 Aplicação da classificação
O grupo no qual a talha se enquadra deve ser claramente indicado nas especificações colocadas à
disposição do comprador.

Para que a talha de um determinado grupo possa ser utilizada nos grupos seguintes, dentro da mesma
expectativa de vida útil, deve ser estabelecida uma redução de carga máxima para definição de nova
capacidade útil. A capacidade nominal original deve ser multiplicada por um fator de conversão que
considere as novas condições de utilização impostas. O fator de conversão tem valor de 0,8 entre os
respectivos grupos e sua aplicação é apresentada na Tabela 4.

Tabela 4 – Fatores de conversão entre os grupos

Grupo original de Grupo de reclassificação


fabricação 1A II III IV
1B 0,8 0,63 0,5 0,4
1A 1,0 0,8 0,63 0,5
II - 1,0 0,8 0,63
III - - 1 0,8
NOTA 1 A reclassificação não pode ser aplicada de forma inversa, ou seja, em circunstancia alguma a
talha pode ser utilizada para cargas maiores do que a sua capacidade nominal.

EXEMPLO 1 Uma talha com 10 000 kg, de capacidade nominal, fabricada no grupo IA, quando trabalhar
no grupo de reclassificação II tem como nova capacidade máxima: 10 000 × 0,8 = 8 000 kg;

EXEMPLO 2 Necessita-se de uma talha para a carga máxima de 5 000 kg que, pela classe de
funcionamento, estado de solicitação e caracterização de severidade operacional, é classificada como grupo
de reclassificação III. Supondo-se que as talhas disponíveis foram fabricadas no grupo original IB, deve-se
utilizar uma talha com capacidade nominal de: 5 000 : 0,5 = 1 000 kg.

6 Requisitos gerais de projeto


As talhas devem ser projetadas de forma a suportar todos os ensaios indicados na Seção 8 e a
carga especificada, com a força de acionamento indicada, sob condições de instalação e operação
adequadas.

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As dimensões de projeto, como altura de elevação, altura própria e nível de operação, devem ser
indicadas entre as cotas assinaladas nas Figuras A.1 e A.2.

Todos os componentes devem ser dimensionados para as condições de operação às quais a talha se
destina. As resistências à ruptura, à deformação e ao desgaste dos componentes não cobertos pelas
regras de projeto e/ou seleção constantes nesta Norma devem ser definidas de modo que sejam
obtidas segurança adequada e vida útil requerida.

As peças de reposição, fornecidas pelo fabricante, devem ser intercambiáveis com as peças do
conjunto original.
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Componentes móveis da talha devem ser suficientemente protegidos para, sob condições normais de
operação, minimizar os riscos do operador e a entrada de corpos estranhos.

6.1 Identificação

Todas as talhas devem ser identificadas com plaquetas que contenham no mínimo as seguintes
informações:

 a) nome do fabricante ou importador;

 b) marca e/ou modelo;

 c) capacidade nominal;

 d) grupo de classificação;

 e) número de série e ano de fabricação;

 f) esforço de acionamento.

A capacidade nominal da talha deve ser indicada com destaque, em local facilmente visível no corpo
do moitão ou no suporte do gancho inferior ou no gancho inferior. A indicação da capacidade deve ser
dada em massa, sendo utilizadas as unidades convencionais, por exemplo:

 a) quilograma, abreviatura kg, para capacidade até 999 kg;

 b) tonelada, abreviatura t, para capacidade a partir de 1 000 kg.

O esforço de acionamento deve ser calculado e indicado na plaqueta em newtons (N).

6.2 Manual de instruções

O manual deve conter instruções para a montagem, operação e manutenção básica, com ênfase aos
aspectos relacionados à segurança em todas as fases de utilização.

7 Requisitos específicos de projeto


7.1 Corpo

O corpo que contém os mecanismos da talha deve se manter alinhado sob todas as condições de
operações previstas, de forma que a corrente de carga não exerça forças transversais sobre as
roldanas ou outros componentes.

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7.2 Engrenagens

As engrenagens devem ser calculadas para uma vida útil correspondente ao grupo original de
classificação da talha, conforme Tabela 4.

7.3 Freios

A talha deve ter freio que retenha a carga em qualquer ponto do percurso ou sentido de acionamento
e que suporte a carga de ensaio conforme 10.2.1.

Quando acionada a talha no sentido de descida, o freio deve permitir a descida suave e controlada de
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qualquer carga dentro dos limites da capacidade nominal.

7.4 Catraca

A configuração da catraca (roda dentada) e do gatilho do freio deve permitir o encaixe adequado,
mesmo havendo desgaste parcial das superfícies.

O gatilho do freio deve encaixar por gravidade, de forma a assegurar a retenção da carga, mesmo que
a mola do gatilho apresente defeito.

7.5 Mancais

Mancais de rolamento devem ser dimensionados considerando o grupo original de classificação


correspondente da talha (ver Tabela 3), de acordo com as especificações dos fabricantes dos
rolamentos.

7.6 Roldanas

As roldanas de tração devem ter encaixes ou dentes adequados para a corrente de carga e ter perfil
e acabamento tais que o encaixe, a movimentação e a saída de corrente sejam suaves.

Tanto as roldanas da tração como as roldanas livres devem permitir a passagem da corrente sem
esforços de torção, flexão ou esmagamento, capazes de produzir deformação ou desgaste prematuro
nos elos da corrente.

As roldanas devem ter guias que orientem a entrada da corrente em ambas as direções de movimento
e que a impeçam de escapar ou de torcer nos canais.

As roldanas da corrente de acionamento devem ter encaixes adequados, com ângulos de entrada e
saída favoráveis ao movimento rápido.

7.7 Corrente de carga

A corrente de carga pode ser de rolos ou de elos, produzida e ensaiada conforme a sua norma de
fabricação.

A sua fabricação deve ser acurada e seu passo calibrado, de forma a garantir a coincidência com as
cavidades ou dentes das roldanas.

As correntes da carga devem ser selecionadas para suportar uma carga equivalente e no mínimo
200 % da capacidade nominal da talha, dividida pelo número de ramais utilizados, sem apresentar
qualquer tipo de falha ou de deformação permanente.

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7.8 Corrente de acionamento

A corrente de acionamento deve ser do tipo de elos e deve ser polida ou galvanizada.

7.9 Suspensão

A suspensão da talha pode ser efetuada por olhal, gancho ou outro sistema de acoplamento.

7.10 Ganchos

O gancho superior deve ser fixado ao corpo da talha por meios que permitam o seu giro. Mancais de
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rolamento não podem ser utilizados.

O gancho inferior deve ser montado de forma que possa girar livremente 360°, quando submetido à
carga correspondente à capacidade nominal da talha. Na sua montagem é indicado o uso de rolamento
axial.

Os ganchos devem deformar-se de maneira visível sob sobrecarga, antes do seu rompimento.

Os ganchos devem ser fixados por meio de porcas ou outro meio igualmente seguro. Os meios de
fixação devem ter travas que impeçam o seu afrouxamento.

Todos os ganchos devem ter travas de segurança.

Os ganchos devem ser selecionados e classificados de acordo com a ABNT NBR 10070:1987, Seção 6.

Os ganchos devem possuir no mínimo as seguintes marcações:

 a) nome ou marca do fabricante;

 b) número do gancho de acordo com a ABNT NBR 10070:1987, Seção 4;

 c) letra da classe de resistência de acordo com a ABNT NBR 10070:1987, Seção 5;

 d) número do lote de fabricação.

7.11 Esforço de acionamento

O esforço de acionamento, medido na corrente ou na alavanca de acionamento, não pode ultrapassar,


respectivamente, 50 daN e 30 daN, mesmo quando se tratar de talhas com embreagem deslizante.

7.12 Fim de curso

Todas as talhas devem ser providas de fim de curso.

8 Ensaios e aplicabilidades
Os ensaios a serem efetuados e suas aplicabilidades constam na Tabela 5.

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Tabela 5 – Ensaios e aplicabilidades


Aplicabilidade
Ensaio
Protótipo Produção seriada
Protótipo X
Freio X
Quando solicitado
Corrente de carga X
pelo comprador
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Determinação do esforço de
X
acionamento
Funcionamento X X

O fabricante deve emitir certificado dos ensaios, identificado o equipamento ensaiado, o procedimento
e os resultados, fornecendo cópia ao comprador, se solicitado.

8.1 Ensaios de protótipos

O fabricante deve ensaiar os protótipos de acordo com 10.1, pelo menos uma talha de cada tipo.
Ensaio único deve ser realizado mais de uma vez para um mesmo tipo de talha, apenas em caso de
mudança de projeto relacionada a aspecto estrutural, por exemplo, alteração de material, mas não
limitado a isto.

8.2 Ensaio de freios

Este ensaio, executado em todos os protótipos de talhas, conforme 10.2, atesta a eficiência do freio
em reter as cargas aplicadas.

8.3 Ensaio de corrente de carga

Para constatar a capacidade da corrente de suportar a carga aplicada sem se romper e sem se
deformar, este ensaio deve ser conduzido conforme 10.3, em toda a extensão da corrente destinada
à talha, quando solicitado pelo comprador.

8.4 Ensaio de determinação do esforço de acionamento

Este ensaio, executado em todos os protótipos de talhas, tem o objetivo de atestar que o esforço de
acionamento esteja de acordo com o previsto no projeto da talha, considerando os diferentes princí-
pios de acionamento (corrente ou alavanca), devendo ser conduzido conforme 10.4.

8.5 Ensaio de funcionamento

8.5.1 Todas as talhas devem ser ensaiadas pelo fabricante de acordo com 10.5, visando a atestar o
funcionamento dos componentes da talha e a capacidade de elevar, abaixar e reter a carga aplicada.

8.5.2 Caso, para realização do ensaio, a tração da corrente de acionamento seja motorizada, as
velocidades e os períodos de repousos usuais na tração manual devem ser respeitados.

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9 Recursos para ensaios


Para a realização dos ensaios conforme descrito na Seção 10, são necessários, além de massas
aferidas, os recursos relacionados na Tabela 6.

Tabela 6 – Recursos para realização de ensaios


Massas
Ensaio Recursos Observações
(% da capacidade nominal)
Equipamento para
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Protótipo 400 aplicação da massa à


talha
Dispositivo para
Freio 10, 100 e 150 determinar a distância
percorrida pelo gancho
1 – Máquina de ensaio
à tração, classe 2, de São necessários
acordo com a ABNT dispositivos
Corrente de NBR NM ISO 7500-1; auxiliares para
10 e 200
carga 2 – Instrumentos montagem da
para medição do corrente nas garras
comprimento da da máquina
corrente e dos elos
Determinação
Dinamômetro com
do esforço de 100
precisão de ± 2 %
acionamento
Funcionamento ≥ a 100

10 Execução dos ensaios


10.1 Ensaio de protótipo

10.1.1 Carregar a talha com massa igual a 400 % da capacidade nominal, gradualmente, sem efetuar
movimentos pelo mecanismo da talha.

10.1.2 Manter carga aplicada por um período de no mínimo 1 min.

10.1.3 O resultado esperado é o seguinte:

 a) constatar a capacidade da talha de suportar a carga aplicada sem se romper;

 b) não é exigível que o freio retenha tal carga, porém nenhuma parte da talha deve quebrar ou se
deformar a ponto de permitir a queda da carga;

 c) terminado o ensaio, todas as partes da talha devem ser inutilizadas para não permitir o seu
reaproveitamento.

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10.2 Ensaio do freio

10.2.1 Com 10 % da capacidade nominal

Proceder conforme a seguir:

 a) carregar a talha com massa igual a 10 % de sua capacidade nominal;

 b) acionar a talha, subindo a carga até uma altura de aproximadamente 1 m;

 c) medir e anotar a altura da carga;


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 d) após 1 min, medir novamente e anotar a altura da carga;

 e) acionar a talha, descendo a carga até uma altura de aproximadamente 50 cm;

 f) repetir as operações indicadas em c) e d);

O resultado esperado consta em 10.2.4.

10.2.2 Com 100 % da capacidade nominal

Proceder conforme a seguir:

 a) carregar a talha com massa igual a 100 % de sua capacidade nominal;

 b) repetir os procedimentos indicados em 10.2.1, b) até f).

O resultado esperado consta em 10.2.4.

10.2.3 Com 150 % da capacidade nominal

Proceder conforme a seguir:

 a) carregar a talha com massa igual a 150 % de sua capacidade nominal.

 b) repetir os procedimentos indicados em 10.2.1, b) até f).

10.2.4 Resultado esperado

Deve ser constatada a eficiência do freio reter as cargas aplicadas à talha em 100 % dos ensaios.

10.3 Ensaio da corrente de carga

10.3.1 Procedimento

Proceder conforme a seguir:

 a) montar a corrente entre as garras da máquina de ensaio à tração por meio de dispositivos
auxiliares;

 b) aplicar uma pré-carga correspondente a 10 % da capacidade nominal da talha, dividida pelo
número de ramais utilizados;

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 c) medir e anotar o comprimento da corrente entre o primeiro e o último elos tracionados;

 d) aplicar a carga correspondente a 200 % da capacidade nominal de talha dividida pelo número de
ramais utilizados, durante um período de 1 min;

 e) aliviar totalmente a carga;

 f) aplicar uma carga correspondente a 10 % da capacidade nominal de talha dividida pelo número
de ramais utilizados;

 g) medir e anotar o comprimento da corrente entre o primeiro e o último elos tracionados;
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 h) repetir os procedimentos indicados em c) a g), até que toda a corrente seja ensaiada.

10.3.2 Resultado esperado

Deve ser constatada a capacidade da corrente suportar a carga aplicada sem se romper e sem se
deformar além do limite de 0,5 %, verificada pelas medições efetuadas, indicadas em 10.3.1, c) e g).

10.4 Ensaio para determinação do esforço de acionamento

10.4.1 Procedimento

Proceder conforme a seguir:

 a) carregar a talha com carga igual a 100 % da sua capacidade nominal;

 b) acoplar o dinamômetro à corrente de acionamento;

 c) no caso de alavanca de acionamento, o dinamômetro deve ser aplicado no local da alavanca
destinado ao acionamento. A distância do ponto de aplicação do dinamômetro até o centro de giro
da alavanca deve ser medida e anotada;

 d) acionar a talha subindo a carga, sem movimentos bruscos;

 e) anotar a força máxima aplicada;

 f) repetir três vezes os procedimentos indicados em d) e e);

 g) calcular a média aritmética dos valores de força encontrados.

10.4.2 Resultado esperado

Deve ser constatado que o esforço de acionamento seja inferior a 50 daN na corrente de acionamento
e 30 daN na alavanca.

10.5 Ensaio de funcionamento

10.5.1 Procedimento

Proceder conforme a seguir:

 a) carregar a talha com massa de no mínimo 100 % de sua capacidade nominal;

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 b) acionar a talha, subindo e descendo a carga, por um percurso suficiente para que todas as
engrenagens deem pelo menos uma volta completa.

10.5.2 Resultado esperado

Deve ser constatado o funcionamento dos componentes da talha e a capacidade de elevar, abaixar e
reter a carga aplicada.

10.6 Inspeção final

Terminados os ensaios, a talha deve ser examinada por pessoa habilitada, que deve atestar e registrar
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se as suas características estruturais e de desempenho, segundo o projeto, foram obtidas.

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Anexo A
(normativo)

Gancho de suspensão
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Trava do gancho
Roldana de tração

Volante
Altura própria

Corrente de carga
Fim do curso Corrente de acionamento

Trava do gancho Ancoragem

Gancho inferior
Altura da elevação

500 (Mín.)

Nível de operação

Figura A.1 – Talha manual com acionamento por meio de corrente

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Gancho de suspensão

Trava do gancho
Roldana de tração
Altura própria

Volante
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Corrente de carga
Fim do curso Corrente de acionamento
Ancoragem
Roldana livre
Moitão
Trava do gancho

Gancho inferior
Altura de elevação

500 (Mín.)

Nível de operação

Figura A.2 – Talha manual com acionamento por meio de corrente

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Gancho de suspensão

Trava do gancho
Roldana de tração
Altura própria

Corrente de carga
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Ancoragem
Trava do gancho
Fim de
curso

Gancho inferior
Altura de elevação

Alavanca de acionamento

Figura A.3 – Talha manual com acionamento por meio de alavanca

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Gancho de suspensão

Trava do gancho
Roldana de tração
Ancoragem
Corrente
Altura própria

de carga
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Moitão

Fim de
Trava do gancho
curso

Alavanca de acionamento
Altura de elevação

Gancho inferior

Figura A.4 – Talha manual com acionamento por meio de alavanca

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