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ENGENHARIA PROF. ESP.

HUGO ALEXANDER
DE PONTES MARTINS PEREIRA
CONTEÚDO – 1º BIMESTRE
 ELEMENTOS CONSTITUINTES DAS PONTES
 TRENS DE CARGA PARA PROJETO
 DIMENSIONAMENTO DE TRENS DE CARGA
 DIMENSIONAMENTO DO VIGAMENTO PRINCIPAL DE UMA PONTE ISOSTÁTICA
 DISTRIBUIÇÃO DE ESFORÇOS EM PONTES HIPERESTÁTICAS (MÉTODO DE
COURBON)

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CONTEÚDO – 2º BIMESTRE
 DIMENSIONAMENTO DE LAJES EM PONTES
 CÁLCULO DE ESFORÇOS EM TRANSVERSINAS
 APARELHOS DE APOIO (ARTICULAÇÕES FREYSSINET e ELASTOMÉRICOS)

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AVALIAÇÕES
1º BIMESTRE (TRENS DE CARGA E VIGAS)
 30% - RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS EM SALA
 70% - PROVA BIMESTRAL

2º BIMESTRE (LAJES, TRANSVERSINAS E APARELHOS DE APOIO)


 30% - RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS EM SALA
 70% - PROVA BIMESTRAL

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PRÉ-REQUISITOS
 RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I e II
 MECÂNICA DAS ESTRUTURAS II
 CONSTRUÇÕES EM CONCRETO I e II
 PAVIMENTAÇÕES E ESTRADAS

SOFTWARES:
 AUTODESK AUTOCAD
 FTOOL

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BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
 OSVALDEMAR MARCHETTI – PONTES DE CONCRETO ARMADO
 WALTER PFEIL – PONTES (CURSO BÁSICO)
 WALTER PFEIL – PONTES EM CONCRETO ARMADO

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AULA 01 INTRODUÇÃO
À ENGENHARIA DE PONTES
DEFINIÇÕES
PONTE
É UMA OBRA DESTINADA A CARREGAR TRÁFEGO SOBRE OBSTÁCULOS À CONTINUIDADE DE UMA VIA;
ESTES OBSTÁCULOS PODEM SER RIOS, CÓRREGOS, BRAÇOS DE MAR, OUTRAS VIAS DE TRÁFEGO, VALES,
RAVINAS, ENTRE OUTROS.
VIADUTO
PONTE SOBRE VALES, OUTRAS VIAS OU OBSTÁCULOS GERALMENTE NÃO CONSTITUÍDOS POR ÁGUA.

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VIADUTO EM CURITIBA
LINHA VERDE / AV. MAL. FLORIANO PEIXOTO

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PONTE EM FLORIANÓPOLIS
HERCÍLIO LUZ

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DEFINIÇÕES
PONTILHÃO
PONTE DE PEQUENO VÃO. A FIXAÇÃO DOS VÃOS LIMITES PARA OS PONTILHÕES É BASTANTE SUBJETIVA. NÃO
HÁ, ENTRETANTO, QUALQUER IMPROTÂNCIA NA DISTINÇÃO ENTRE PONTES E PONTILHÕES, POIS AMBOS ESTÃO
SUJEITOS AOS MESMOS PROCEDIMENTOS DE PROJETO E EXECUÇÃO.
PASSAGEM SUPERIOR E INFERIOR
OBRAS DESTINADAS A PERMITIR O CRUZAMENTO DE DUAS VIAS EM DIFERENTES NÍVEIS, SEM INTERFERÊNCIA
DE TRÁFEGO DE UMA SOBRE A OUTRA. GERAMENTE CONSTITUÍDAS POR VIADUTOS, PODENDO TAMBÉM
EMPREGAR-SE OBRAS ENTERRADAS. A DENOMINAÇÃO DE PASSAGEM É GERALMENTE REFERIDA EM RELAÇÃO A
VIA DE MAIOR IMPORTÂNCIA, UMA VEZ QUE ESTA TEM MENOR FLEXIBILIDADE NA MODIFICAÇÃO DE SEU
GREIDE.
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PASSAGEM SUPERIOR
ENGENHARIA DE PONTES - PROF. HUGO SP-294 –km 472 + 230m
DEFINIÇÕES
OBRA-DE-ARTE
É COMO SE DENOMINA QUALQUER OBRA DE UMA ESTRADA, TAIS COMO PONTES, VIADUTOS, BUEIROS,
GALERIAS, MUROS DE ARRIMO e ETC. ANTIGAMENTE, POR SEREM CONSTRUÍDAS EMPIRICAMENTE POR ARTISTAS
DE MUITO BOM SENSO E INTUIÇÃO ESTÁTICA, ESSAS OBRAS ERAM CONSIDERADAS TRABALHOS DE ARTE.
OBRAS-DE-ARTE CORRENTES
SÃO AQUELAS EMPREGADAS AO LONGO DE TODA A ESTRADA, TAIS COMO PONTILHÕES, BUEIROS E ARRIMOS,
CONSTRUÍDAS ATRAVÉS DE PROJETOS PADRONIZADOS.
OBRRAS-DE-ARTE ESPECIAIS
SÃO AQUELAS CONSTRUÍDAS COM PROJETOS ESPECÍFICOS, ELABORADOS PARA CADA OBRA EM PARTICULAR,
TAIS COMO PONTES, VIADUTOS, PASSARELAS, ETC.
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 PLANTA DE SITUAÇÃO, COM O TRAÇADO DO TRECHO DA
RODOVIA ONDE A OBRA SERÁ IMPLANTADA E OS
OBSTÁCULOS A SEREM TRANSPOSTOS;
 SEÇÃO LONGITUDINAL, AO LONGO DO EIXO DA PONTE,
MOSTRANDO O PERFIL DA RODOVIA, O PERFIL DO
PROJETO TERRENO E OS GABARITOS OU SEÇÕES DE VAZÕES A
DE PONTES SEREM ATENDIDOS
 GABARITO DA SEÇÃO TRANSVERSAL DO TABULEIRO, COM
elementos decampo INDICAÇÕES DA LARGURA DAS FAIXAS DE TRÁFEGO,
ACOSTAMENTOS, PASSEIOS PARA PEDESTRES, ETC,
 CARACTERÍSTICAS DO SOLO DE FUNDAÇÃO;
 NÍVEIS MÁXIMOS E MÍNIMOS DE ÁGUAS
 CONDIÇÕES DE AGRESSIVIDADE DO MEIO AMBIENTE
ENGENHARIA DE PONTES - PROF. HUGO  CONDIÇÕES DE ACESSO AO LOCAL DA OBRA.
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 MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DA SOLUÇÃO
ADOTADA
 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS GERAIS E PARTICULARES
 QUANTITATIVOS DE MATERIAIS E SERVIÇOS
 SONDAGENS DO SUB-SOLO
 BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
APRESENTAÇÃO  MEMORIAL DE CÁLCULO: TRANSCRIÇÃO DE TODOS OS
DE UM PROJETO CÁLCULOS ESTRUTURAIS, BEM COMO O
DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA DE
TODOS OS ELEMENTOS ESTRUTURAIS
 PEÇAS GRÁFICAS: DESENHOS DE FORMAS E DETALHES,
SEÇÕES TRANSVERSAIS, DESENHOS DE ARMAÇÃO,
ESQUEMAS DE PROCESSOS CONSTRUTIVOS E SEQUÊNCIAS
ENGENHARIA DE PONTES - PROF. HUGO DE EXECUÇÃO
SENDO ATENDIDAS AS NORMAS VIGENTES E
RECOMENDAÇÕES DE PROJETO, EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO,
ESPERA-SE QUE A VIDA ÚTIL DE UMA PONTE SEJA SUPERIOR
DURABILIDADE A 50 ANOS.
DEVEM SER TOMADOS CUIDADOS ESPECIAIS QUANTO AOS
DE UMA PONTE ELEMENTOS COM VIDA ÚTIL INFERIOR AO DA OBRA EM SI,
TAIS COMO: APARELHOS DE APOIO, SISTEMAS DE CAPTAÇÃO
E DRENAGEM PLUVIAL, PAVIMENTAÇÃO E JUNTAS DE
DILATAÇÃO.

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PONTE DO BROOKLYN
24 DE MAIO DE 1883 (135 ANOS)

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NORMAS BRASILEIRAS DE PONTES
 NBR 7187: PROJETO DE PONTES DE CONCRETO ARMADO E DE CONCRETO PROTENDIDO
 NBR 6118: PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO
 NBR 9062: PROJETO E EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO
 NBR 7188: CARGA MÓVEL EM PONTE RODOVIÁRIA E PASSARELA DE PEDESTRE
 NBR 7189: CARGAS MÓVEIS PARA PROJETO ESTRUTURAL DE OBRAS FERROVIÁRIAS
 NBR 6122: PROJETO E EXECUÇÃO DE FUNDAÇÕES
 NBR 8681: AÇÕES E SEGURANÇAS EM ESTRUTURAS
 NBR 7480: BARRAS E FIOS DE AÇO DESTINADAS A ARMADURAS PARA CONCRETO ARMADO
 NBR 7482: FIOS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO
 NBR 7483: CORDOALHAS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO
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