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Esboço de Mapa Mental Vida Política Lúcia Neves História do Brasil Nação Volume 1 História

1. Vinda da Corte
1.1.1. Representou o fim do período colonial
1.1. Antecedentes
1.1.2. Tratado de Fontenebleau entre França e Espanha, 1807
1.1.3. Ultimato de Napoleão para Portugal
1.1.4. 1807 – Napoleão invade Portugal (outubro, novembro).
1.1.4.1. Objetivo: evitar ambigüidades do império português
1.1.5. D. Luis da Cunha teve a ideia transmigar a Corte para o Brasil ainda no
século XVIII,
1.1.5.1. assim como D. Rodrigo de Sousa Coutinho. (Isso já caiu no TPS
e na terceira fase).
1.1.5.1.1. Napoleão foi só o estopim.
1.1.6. Vinda da Corte para o Brasil
1.2. D. João estabeleceu-se no Paço Real
1.2.1. Nova sede do governo
2. Abertura dos portos às nações amigas (1808)
2.1. Quebra do monopólio comercial
3. Instituições no Brasil
3.1. Chancelaria-Mor do Estado do Brasil
4. Condecorações aos comerciantes que davam auxílio financeiro ao governo
5. Governo das colônias exclusivo do reino e seus ministros
6. Intendência Geral de Polícia
6.1. Criada durante a administração de Paulo Fernandes de Viana
6.2. Manter a ordem
7. Contratação de muitos funcionários públicos na administração
7.1. Portugueses
7.2. Letrados brasileiros
8. “Guerra justa” aos índios botocudos
8.1. Considerados vassalos infiéis por resistirem ao domínio português e a
autoridade do regente
8.2. expressão botocudo era usada para todos os índios que não eram guaranis,
8.3. podiam ser escravizados por 10 anos, os mortos em guerra,
8.4. por quê? Isso era uma contramedida em relação as reformas de Pombal.
Hipóteses:
8.5. 1. O índio lembrava o período colonial, especialmente o
bandeirantismo no Sudeste, onde a Corte ficava.
8.6. 2. Conflitos entre pecuaristas (que floresceram a partir da mineração)
e índios . 3. Medo de uma insurreição generalizada de índios, negros,
mestiços.
8.7.
9. Rodrigo de Sousa Coutinho redigiu o “Manifesto ou justificativa do procedimento da corte
de Portugal a respeito da França”,
9.1. Autorizava os vassalos portugueses a declarar guerra aos vassalos do
imperador francês
9.2. Declarava nulos todos os tratados que a França obrigara Portugal a assinar
9.3. Somou a isso:
9.3.1. Conquista da Guiana francesa (1809)
9.3.2. Intervenção militar na Cisplatina (1811)
9.3.3. Ataque direto aos dois inimigos de Portugal
9.3.3.1. França
9.3.3.2. Espanha
10. Elevação a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, 1815
10.1. Sugestão do representante francês Taylerrand
10.1.1. Objetivo de reforçar a posição de Portugal no Congresso de
Viena’
10.2. Portugal ressentiu-se, queriam que d. João retornasse,
10.2.1. Já portugueses americanos olhavam exemplos latino-
americanos e preferiam d. João aqui
10.2.2. Política “bifronte de D. João”
10.2.2.1. Olhar os interesses dois lados do Atlântico
10.3. Presença da Corte diminui o poder das províncias
11. Revolta de Pernambuco
11.1. Motivos:
11.1.1. nacionalização do exército,
11.1.2. nacionalização do comércio,
11.1.3. expulsão dos portugueses.
11.2.
11.3. Eclodiu em 6 de março de 1917, no Recife, quando o governador
mandou prender alguns militares acusados de organizar reuniões com motivos
sediosos.
11.3.1. Um dos implicados reagiu a prisão, ferindo mortalmente o seu
comandante.
11.3.1.1. O motim alastrou-se pelas ruas, especialmente
contra os portugueses
11.3.1.2. No dia seguinte governador fugiu para o RJ
11.4. Instituiu-se um governo provisório
11.4.1. Conselho formado por notáveis locais
11.4.2. Medidas:
11.4.2.1. Aumento dos soldos
11.4.2.2. Extinção de alguns impostos
11.4.2.3. Redação de uma Lei Orgânica
11.4.3. Proclamações procuraram:
11.4.3.1. Diminuir o antilusitanismo
11.4.3.2. Aumentar a adesão popular
11.4.3.3. Reforçar a união com as províncias de Alagoas,
Paraíba e Rio Grande do Norte
11.4.3.3.1. Tinham se ligado ao movimento
espontaneamente
11.4.4. Queda do movimento
11.4.4.1. Enfraquecimento
11.4.4.1.1. Discordâncias internas
11.4.4.1.2. Medo dos proprietários de
abolição da escravidão
11.4.4.2. Não conseguiram apoio em Washington
11.4.4.2.1. Antônio Gonçalves da Cruz, o
Cabugá, foi o representante
11.4.4.2.1.1. primeiro
diplomata
efetivamente
brasileiro, Cabugá,
11.4.4.2.1.2. as imagens
tenta embraquecê-lo,
apesar dele ser
mulato,
11.4.4.2.1.3. Depois da
independência, José
Bonifácio coloca
Cabugá como
representante
brasileiro em
Washington
11.4.4.3. Bloqueio marítimo
11.4.4.4. Devassa do movimento por forças terrestres
11.4.4.5. Execução dos líderes do movimento
11.4.4.5.1. Entre eles, Padre Miguel Joaquim
de Almeida e Castro, conhecido
como Miguelino, professor do
Seminário de Olinda e secretário
do governo
11.4.4.6. Quase duas centenas de pessoas
permaneceram presas até o indulto das cortes em
1821
12. Revolta de Gomes Freire em Portugal, 1817
12.1. De cunho liberal, idealizada por uma sociedade secreta e maçônica
12.2. General Gomes Freire era o principal mentor
12.3. Objetivo :
12.3.1. afastar os ingleses e outros estrangeiros do controle militar do
país,
12.3.2. governo constitucional
12.4. Gomes Freire e mais 11 presos foram condenados à morte
13. Coroação de D. João no Brasil
13.1. Convocação das cortes, que tinham caráter consultivo
14. Da Revolução de 1820 ao movimento constitucional do Rio de Janeiro
14.1. Revolução Vintista
14.1.1. Irrompeu em Portugal em 20 de agosto de 1820
14.1.1.1. Proposta de regeneração política
14.1.1.1.1. Liberalismo, apesar das fracas
Luzes ibéricas
14.1.2. Exigências:
14.1.2.1. Convocação das Cortes agora DELIBERATIVAS
para elaborarem uma Constituição
14.1.2.2. Retorno de D. João
14.1.2.3. Restabelecimento do lugar de Portugal no
Império
14.1.2.3.1. Corte dividiu-se em duas partes:
14.1.2.3.1.1. Os que queriam
o retorno de d. João a
Lisboa, para conter os
excessos, embora
corresse o risco de dar
legitimidade à
Revolução
14.1.2.3.1.1.1. Como
o
conde
de
Palme
la
14.1.2.3.1.2. Desejam o
absolutismo mais
intransigente e viam
no Brasil a
possibilidade de se
preservar do
liberalismo mais
radicla, ainda que
como risco de perder
o trono português
14.1.2.3.1.2.1. Como
o
minist
ro
Tomá
s
Antôn
io
Vilano
va
Portu
gal
14.2. O movimento chega ao Brasil
14.2.1. No começo de 1821 Pará e Bahia aderem ao movimento
14.2.1.1. Juram
14.2.1.1.1. À Casa Bragança
14.2.1.1.2. Às Cortes Nacionais
14.2.1.1.3. Á Constituição
14.2.1.1.4. À “santa religião”
14.2.2. Em fevereiro a Divisão Auxiliadora Portuguesa pressiona e o RJ
adere à Regeneração:
14.2.2.1. Exige:
14.2.2.1.1. Que d. João jure a futura nova
Constituição portuguesa
14.2.2.1.2. A demissão de alguns funcionários
portugueses
14.2.2.1.3. Adesão temporária da
Constituição espanhola de 1812
14.2.2.2. D. Pedro adere parte das demandas, mas deixa
de fora a Constituição espanhola e a junta
governativa que dividiria o poder com o rei
14.2.3. Publicam-se muitos jornais, folhetins, panfletos
14.2.3.1. Censura prévia dos escritos foi abolido em
março de 1821, sendo rescrita às provas
tipográficas.
14.2.3.1.1. Crítica aos “corcundas”,
partidários do Antigo Regime
15. Processo de emancipação do Brasil
15.1. D. João volta a Portugal em abril de 1821
15.1.1. Amplos poderes para o regente d. Pedro I
15.2. Eleições para as cortes de Lisboa
15.2.1. Eleitores
15.2.1.1. Cidadãos com mais de 25 anos
15.2.1.2. Excluídos
15.2.1.2.1. Mulheres
15.2.1.2.2. Menores de 25 anos que não
fossem casados
15.2.1.2.3. Clérigos regulares
15.2.1.2.4. “Filhos-família”, que vivessem
com os pais
15.2.1.2.5. Criados de servir, exceto feitores
com casa separada dos amos
15.2.1.2.6. Vadios, ociosos e escravos.
15.2.2. Para eleger-se deputado:
15.2.2.1. Ter mais de 25 anos
15.2.2.2. Não pertencer às ordens regulares
15.2.2.3. Ser natural da província há mais de 7 anos
15.2.2.4.
15.3. Crise financeira e política
15.3.1. Erário desfalcado por causa do dinheiro levado para Lisboa
15.3.2. Províncias do Norte aderirem às Cortes e negavam-se se
subordinar ao RJ
15.3.3. Províncias do Sul leais ao Príncipe, mas negavam ajuda
financeira
15.3.4. D. Pedro em junho enfrentou “bernarda”, novidades e
mudança,
15.3.4.1. Teve que jurar à Constituição portuguesa
15.3.4.2. Demitir os ministros nomeados por seu pai
15.3.5. Outras províncias brasileiras formaram juntas governativas ao
longo de 1821 e foram reconhecidas por Lisboa
15.3.5.1. “pequenas pátrias”
15.3.5.2. Roderick Barman
15.4. Príncipe aproximou da facção mais conservadora e experiente da elite
brasileira, formada majoritariamente em Coimbra e tinha exercido cargos na
administração, a favor do império luso-brasileiro, elite “coimbrã”
15.5. Objetivo das cortes:
15.5.1. Submeter o rei ao controle do congresso e restabelecer a
supremacia europeia no restante do império
15.5.1.1. Não era de recolonizar o Brasil
15.5.2. Outra ideia: política integradora, “Reino Unido”
15.5.2.1. Fernandes Tomás
15.5.2.2. Mas ideia desagradou deputados paulistas,
pois mantinha o governo central na Europa
15.6. Decretos de 29 de setembro
15.6.1. Exigiam que as juntas províncias deveriam subordinar se
diretamente a Lisboa volta imediata de d. Pedro a Portugal
15.6.1.1. D. Pedro decidiu não se subordinar e construir
uma monarquia próxima à concepção coimbrã
15.6.1.1.1. 9 de janeiro de 1822: Dia do Fico
15.6.1.1.1.1. Tropas
Portuguesas tentaram
obrigar d. Pedro a
embarcar para Lisboa,
mas povo e soldados
brasileiros as
impediram.
15.6.1.2.
15.6.1.3.
16. Elaborando a emancipação política
16.1. Medidas arbitrárias aprovadas pelos deputados nas cortes de Lisboa
promoveram a união das elites do Brasil e o antilusitanismo no 1º semestre
de 1822
16.2. Em 16 de janeiro d. Pedro organizou um novo ministério, na chefia de
José Bonifácio de Andrada e Silva, mais destacado coimbrão.
16.2.1. Um mês depois convocou o Conselho de Procuradores, para
estreitar os laços entre as províncias e o RJ
16.3. Gonaçalves Ledo, líder dos “brasilienses”, facção mais liberal e radical,
levantou em seu jornal, o Revérbero Constitucional Fluminense, a proposta de
emancipação política em 30 de abril.
16.4. José Clemente Pereira, presidente do Senado e da Câmara, em 23 de
maio, entregou ao príncipe uma proposta de uma assembleia brasílica,
decidida em 3 de junho.
16.4.1. Objetivo de evitar os esfacelamento do Brasil e conservar os
laços de união entre os membros da nação portuguesa
16.4.1.1. Congresso e imprensa portuguesa viram isso
como selo da separação,
16.4.1.2. Jornais baianos, favoráveis às cortes, viam isso
como “anarquia e separação”
16.5. Movimentos separatistas
16.5.1. D. Pedro declarou em 1º de agosto todas as tropas
portuguesas que desembarcassem sem consentimento
16.5.1.1. Não implicava rompimento formal
16.5.2. Manifesto dos Povos do Brasil, Gonçalves Ledo, 6 de agosto e
Manifesto do Príncipe Regente às Nações Amigas, de José
Bonifácio mostravam a separação como fato consumado
16.5.2.1. Segundo não descartava a hipótese de um
Império luso brasileiro
16.6. Revolta em SP em agosto, “pátria” de Bonifácio
16.6.1. D. Pedro foi pacificar a região e deixou a regência com d.
Leopoldina, em conjunto com o ministério
16.6.1.1. Chegaram notícias das cortes sobre discussões
relacionadas à insubordinação de SP, Bonifácio e
D. Pedro
16.6.1.1.1. Resultado foi o 7 de setembro no
Ipiranga
16.6.1.1.1.1. Várias datas
possíveis para
comemoração
17. Construindo o Império Basílico
17.1. Houve consulta às câmaras municipais sobre a aclamação de D. Pedro I
17.1.1. Pará, Maranhão, Piauí, Ceará e Cisplatina, e parte da Bahia, se
rebelaram, queriam ficar fiéis à Lisboa
17.1.1.1. Unidade se impôs por guerras
17.2. Reconhecimento: Portugal, 1825
17.2.1. Transferência da soberania de d. João para o filho
17.2.1.1. D. João continuava como imperador do Brasil
17.3. Monarquia constitucional:
17.4. Assembleia Geral: 1823
17.4.1. Não havia partidos estruturados
17.4.1.1. Coimbrãos x Brasilienses
17.4.1.1.1. Brasilenses
17.4.1.1.1.1. Soberana
reside na nação,
representado por
deputados
17.4.1.1.1.2. Imperador sem
direito a veto
absoluto e direito de
dissolver a Câmara
17.4.1.2. Coimbrãos
17.4.1.2.1. Soberania: Imperador e
Assembleia
17.4.1.2.2. Executivo forte nas mãos do
Imperador
17.4.1.2.2.1. Afastar
tendências
democráticas, vistas
como desagregadoras
17.4.1.3. Abolição das juntas governativas paulistas,
mineiros e nordestinos, rotulados por isso de
“democratas”
17.4.1.3.1. Lealdade na verdade estava na
“pequena pátria”
17.4.1.3.1.1. Trouxe
rebeliões na regência
17.5. D. Pedro cercou-se de amigos de Portugal, cortesãos, tendências mais
autoritárias
17.5.1. José Bonifácio foi afastado do ministério em julho
17.5.1.1. Esse fundou o Tamoio, contra os democrata e
os autoritários (corcundas), em especial,
portugueses (pés de chumbo)
17.5.1.1.1. Disputavam entre centralização e
liberalização eram entre
portugueses e brasileiros
17.6. Vilafrancada: fechou as cortes portugueses pelas armas e devolveu o
poder à d. João VI em junho de 1823
17.6.1. Estimulou d. Pedro a fechar a Assembleia em
novembro de 1823
17.6.1.1. Irmãos Andrada foram mandados para o exílio
17.6.1.2. Frei Joaquim do Amor Divino Caneca iniciou a
publicação do Typhis Pernambucano, em
dezembro de 1823,
17.6.1.2.1. No primeiro número criticou o
fechamento da Assembleia
17.7. Nova Carta (1824)
17.7.1. Elaborada por um Conselho de Estado
17.7.2. Definições:
17.7.2.1. Monarquia hereditária e constitucional
17.7.2.2. Caráter unitário do Império
17.7.2.3. Executivo Forte e centralizado
17.7.2.4. Soberania: Imperador e Nação
17.7.2.5. Divisão de poderes
17.7.2.6. Repartia atribuições
17.7.2.7. Garantia direitos individuais para o cidadão
17.7.2.7.1. Afastava os pobres
17.7.2.7.2. Nem mencionava os cativos
17.7.2.8. Poder Moderador: chave de toda a organização
política
17.7.2.8.1. Imperador sancionava os decretos
e resoluções da Assembleia Geral
e podia dissolvê-la
17.7.2.8.1.1. Visão liberal x
autoritária
17.7.2.9. Liberdade de expressão e direito de não ser
preso arbitrariamente para deputados e
senadores
17.7.2.10. Senadores escolhidos entre uma lista indicada
pelas províncias
17.7.3. Foi enviada às Câmaras Municipais para ser jurada
17.7.4. Resultado
17.7.4.1. Confederação do Equador
17.7.4.1.1. Pretendia reunir sob um governo
republicano e federativo
Pernambucano, Ceará, Paraíba, e
possivelmente, Piauí e Pará
17.7.4.1.2. Participação Popular
17.7.4.1.3. Sentimento antilusitano e
autonomista
17.7.4.1.4. Repressão violenta
17.7.4.1.4.1. Execução de
representantes,
inclusive Frei Caneca
17.8. Assembleia lutou contra o absolutismo
17.8.1. Medidas
17.8.1.1. Assembleia extinguiu órgãos da época colonial
17.8.1.1.1. Mesa do Desembargo do Paço e
da Consciência das Ordens
17.8.1.1.2. Intendência Geral de Polícia
17.8.1.2. Debateu a criação de Supremo Tribunal
17.8.1.3. Ordenou a Elaboração de um Código Criminal
17.8.1.4. Estabeleceu o dispositivo da liberdade de
imprensa
17.8.2. Houve conflitos entre o Imperador e a Assembleia, inclusive
via imprensa
17.9. Crise
17.9.1. 1829 extremamente difícil
17.9.1.1. D. Pedro tentou pôr a culpa das dificuldades
financeiras na Assembleia por não propor medidas
salutares
17.9.1.1.1. Imprensa crítica a D. Pedro
17.9.1.2. Fins de 1829: tentativa de resolução
17.9.1.2.1. Substituição do ministério por
outro de grande prestígio
17.9.1.2.2. Exigência do banimento da
amante do imperador, a
marquesa de Santos, e família,
para o casamento desse com a
princesa Amélia
17.9.1.2.3. Medidas deram origem a relativo
clima de serenidade em 1830
17.10. Fim do 1 Reinado
17.10.1. Eleições trouxeram um número maior de deputados
oposicionistas
17.10.1.1. Adeptos do federalismo e alguns do
republicanismo
17.10.2. Contexto Internacional:
17.10.2.1. Revolução de Julho na França
17.10.3. D. Pedro derrubou mais um gabinete e a comparação
com a França ficou maior
17.10.4. Noite das Garrafadas (1831)
17.10.4.1. D. Pedro realizou uma série de viagens às
províncias em busca de popularidade (infoescola)
17.10.4.1.1. Quando voltou de Minas, os
portugueses no RJ acederam
fogueiras em sua homenagem
17.10.4.1.1.1. Os brasileiros
apagaram as fogueiras
e deram vivas à
Constituição
17.10.4.1.1.1.1. O
result
ado
foi a
nome
ação
de um
minist
ério
comp
osto
só por
brasil
eiros
17.10.5. Em 5 de abril o ministério voltou a ser composto por
nobres próximos ao imperador
17.10.6. Nova crise, abdicação em 7 de abril (data do
infoescola) em favor de seu filho
17.10.7. D. Pedro lutou contra as tropas do irmão absolutista d.
Miguel, recolocou a filha Maria da Glória no trono, restaurou a
Carta liberal de 1826,