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FTH002 - SISTEMAS DE PROTEÇÃO E

COMBATE A INCÊNDIO

A DINÂMICA DO FOGO E AS
MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA
INCÊNDIOS
PROF. ERIMAR PONTES SANTIAGO
erimarpontes@hotmail.com
SUMÁRIO

1. Introdução
2. Conceitos básicos
3. Componentes essenciais do fogo
4. Principais produtos da combustão
5. Pontos de temperatura
6. Fases do incêndio
7. Propagação de incêndio
8. Métodos de extinção de incêndios
9. Classificação dos incêndios
10. Medidas de segurança contra incêndios
1. INTRODUÇÃO

A prevenção contra incêndio é um dos tópicos


abordados mais importantes na avaliação e
planejamento da proteção de uma coletividade. O
termo “prevenção de incêndio” expressa tanto a
educação pública como as medidas de proteção
contra incêndio em um edifício (CBMSP, 2011).
1. INTRODUÇÃO

Sabemos que é difícil prever com exatidão quando


irá ocorrer um incêndio e, uma vez iniciado qual
será sua proporção, no entanto, através do
conhecimento científico da dinâmica do fogo,
podemos determinar os métodos mais adequados
para controlar os incêndios (CBMSC).
INFORMAÇÃO
Elementos Fontes de Composição e Mecanismos de Condições
essenciais calor características transferência necessárias
do fogo dos de calor para a
combustíveis ocorrência da
combustão
2. CONCEITOS BÁSICOS

Combustão é uma reação química de oxi-redução,


exotérmica, entre uma substância combustível e
um oxidante (CBMSC).

A combustão é uma reação química exotérmica


que consiste na combinação de material
combustível com o comburente, que, ativado por
uma fonte de calor, inicia uma transformação
química, o fogo, com a produção e mais calor
(BRENTANO, 2010).
2. CONCEITOS BÁSICOS

O fogo pode ser definido como um fenômeno


físico-químico onde se tem uma reação de
oxidação com emissão de calor e luz (CBMSP).

O fogo é uma reação química, denominada


combustão, que ocorre com a oxidação rápida do
material combustível, sólido ou líquido, com o
oxigênio do ar, provocada por uma fonte de calor,
que gera chamas, desprende calor, além de emitir
fumaça, gases e outros resíduos (BRENTANO,
2010).
2. CONCEITOS BÁSICOS

O fogo pode ser conceituado como um processo


(reação química) de combustão, de oxidação
rápida, autossustentável, acompanhada pela
produção de luz e calor em intensidades variáveis
(CBMSC).

Já o incêndio é toda e qualquer combustão rápida,


ou seja, fogo, fora do controle do homem, que
pode danificar ou destruir bens e objetos e
lesionar ou matar seres vivos. Outro conceito diz
que o incêndio é uma combustão descontrolada
(CBMSC).
2. CONCEITOS BÁSICOS

Incêndio: é o fogo sem controle, intenso, o qual


causa danos e prejuízos à vida, ao meio ambiente
e ao patrimônio (CBMSP, 2011).

Fogo: é uma reação química de oxidação


(processo de combustão), caracterizada pela
emissão de calor, luz e gases tóxicos. Para que o
fogo exista, é necessária a presença de quatro
elementos: combustível, comburente
(normalmente o Oxigênio), calor e reação em
cadeia (CBMSP, 2011).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ Combustível;
✔ Comburente (em geral, o oxigênio);
✔ Calor ou energia térmica; e
✔ Reação química em cadeia.
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ COMBUSTÍVEL
O combustível é a substância que se oxida no
processo da combustão. De forma simplificada,
podemos dizer que o combustível é toda a
substância capaz de queimar-se e alimentar a
combustão, ou seja, é o elemento que serve de
campo de propagação ao fogo (CBMSC).

Combustível: é toda a substância capaz de


queimar e alimentar a combustão. Pode ser sólido,
líquido ou gasoso (CBMSP).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ Combustível
De maneira geral quase todas as matérias são
combustíveis a uma determinada temperatura,
porém, para efeito prático, arbitra-se a
temperatura de 1000°C como divisor entre os
materiais considerados combustíveis (entram em
combustão a temperaturas iguais ou inferiores a
1000°C) e os “incombustíveis” (entram em
combustão a temperaturas superiores a 1000°C)
(CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO
✔ Combustíveis sólidos
Para entrar em combustão devem ser
primeiramente aquecidos, quando liberam
vapores combustíveis que se misturam com o
oxigênio do ar, gerando uma mistura inflamável.
Queimam em superfície e em profundidade
(BRENTANO, 2010).

Ex: madeiras, papéis, tecidos, borrachas, vários tipos de plásticos...


3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO
✔ Combustíveis sólidos
Os combustíveis sólidos, quando expostos a
determinada quantidade de energia térmica, em
forma de calor, sofrem decomposição, liberando
produtos gasosos (vapores) num processo
chamado pirólise (decomposição química de uma
substância mediante a ação do calor). Esses
produtos gasosos em contato com o oxigênio do ar
numa concentração adequada, formam uma
mistura inflamável, que na presença de uma fonte
de ignição (faísca, chama, centelha), se inflamam
(CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO
✔ Combustíveis sólidos
A queima de combustíveis sólidos é influenciada
pela posição do combustível, pela área superficial
e pela posição do fogo dentro do cômodo.
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ Combustíveis líquidos
Vaporizam ao serem aquecidos, misturando-se
com o oxigênio do ar, formando uma mistura
inflamável. Queimam somente em superfície
(BRENTANO, 2010).

Ex: gasolina, álcool etílico, acetona...


3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ Combustíveis gasosos
Para entrar em combustão devem formar uma
mistura inflamável com o oxigênio do ar, cuja
concentração deve estar dentro de uma faixa
predeterminada. Queima totalmente após a
mistura com o oxigênio (BRENTANO, 2010).

Ex: GLP, metano, hidrogênio, gás natural...


3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ Combustíveis gasosos
Os combustíveis gasosos para inflamarem
necessitam de uma composição ideal, uma
dosagem, com o ar atmosférico (oxigênio).
Concentrações maiores ou menores ao limite de
inflamabilidade de um combustível gasoso
inviabilizarão a inflamação (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO
Cratera 'Porta para o inferno' atrai turistas em
deserto do Turcomenistão
A cratera chamada de 'Porta para o inferno' tem atraído muitos
turistas para o deserto de Karakum, no Turcomenistão, na Ásia
Central. Com 70 metros de diâmetro, o buraco fica na vila de
Derweze, a leste do Mar Cáspio e 260 quilômetros ao norte da
capital Achkhabad.
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO
O poço de fogo foi o resultado de um erro de cálculo
simples por cientistas soviéticos, em 1971. Os geólogos
perfuraram uma caverna subterrânea para obter gás.
Temendo que a cratera emitisse gases venenosos, os
cientistas tomaram a decisão de colocar fogo, pensando
que o gás iria queimar rapidamente. Mas as chamas não
acabaram em mais de 40 anos, em um símbolo poderoso
das vastas reservas de gás do Turcomenistão. Enquanto
isso, visitantes viajam até lá para conferir o fenômeno de
perto.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2014/06/
cratera-porta-para-o-inferno-atrai-turistas-em-deserto-
do-turcomenistao.html
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

Mecanismos de ignição
Sólidos

Líquidos

gasosos
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ COMBURENTE
É o agente químico que ativa e conserva a
combustão, combinando-se com os gases ou
vapores do combustível, formando uma mistura
inflamável (BRENTANO, 2010).

O oxigênio (O2) é o comburente mais comum que


possibilita vida às chamas e intensifica a
combustão. No entanto, há casos de combustões
em que o comburente é o cloro (Cl2) ou o bromo
(Br2). O flúor (F2) também é um comburente e seu
manuseio é muito perigoso (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ COMBURENTE
A atmosfera é composta por 21% de oxigênio, 78% de
nitrogênio e 1% de outros gases, por isso, em
ambientes com a composição normal do ar, a queima
desenvolve-se com velocidade e de maneira completa
e notam-se chamas. Quando a porcentagem do
oxigênio do ar do ambiente diminuir de 21% para a
faixa compreendida entre 16% e 8%, a queima tornar-
se-á mais lenta, surgindo brasas e não mais chamas.
Quando o oxigênio contido no ar do ambiente atingir
concentrações menores de 8% é muito provável que a
combustão deixe de existir (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ CALOR
É a energia que dá início, mantém e incentiva a
propagação do fogo. A fonte de calor pode ser uma
faísca elétrica, uma chama, o superaquecimento de
um condutor ou aparelho elétrico, atrito, explosão,
etc (BRENTANO, 2010).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ CALOR
Alguns efeitos físicos e químicos do calor são: a
elevação da temperatura, o aumento de volume
do corpo aquecido, mudanças no estados físicos
da matéria ou mudanças no estado químico da
matéria.
O calor também produz efeitos fisiológicos, ou
seja, o calor é a causa direta de queimaduras e
outras danos pessoais, tais como: desidratação,
insolação, fadiga, lesões no aparelho respiratório e
em casos mais graves a morte (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ CALOR
Riscos do calor
✔ Dilatação de corpos sólidos;
✔ Dilatação de corpos líquidos;
✔ Dilatação de corpos gasosos;
✔ Variações bruscas de temperaturas.
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ REAÇÃO EM CADEIA
É a transferência de calor de uma molécula do
material em combustão para a molécula vizinha,
ainda intacta, que se aquece e entra, também, em
combustão, assim sucessivamente até que todo o
material esteja em combustão (BRENTANO, 2010).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ REAÇÃO EM CADEIA
A reação química em cadeia e a propagação
relativamente rápida são os fatores que
distinguem o fogo das reações de oxidação mais
lentas. As reações de oxidação lentas não
produzem calor suficientemente rápido para
chegar a uma ignição e nunca geram calor
suficiente para uma reação em cadeia. A ferrugem
em metais e o amarelado em papéis velhos são
alguns exemplos de oxidação lenta (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ EXPLOSÃO POR REAÇÃO QUÍMICA


É uma combustão em alta velocidade da mistura
de gases gerados por uma reação química de
material combustível, confinados em altas
pressões e temperaturas num ambiente com
pouco ou nenhum oxigênio, que, recebendo uma
grande oxigenação através da entrada de ar, forma
uma mistura explosiva, entra em combustão com
a dissipação de grande quantidade de energia,
provocando uma onda de choques e ruídos em
todas as direções (BRENTANO, 2010).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ BOIL OVER
O Boil Over é caracterizado por uma violenta
erupção turbilhonar, com ejeção do líquido
combustível em chamas (CBMSC).
3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO FOGO

✔ BLEVE (boil liquid expanding vapor explosion)


É um fenômeno que ocorre em recipientes
fechados que comportam líquidos, inflamáveis ou
não. Acontece quando calor é aplicado ao
recipiente, levando o líquido contido à ebulição,
formando vapor ou gás no interior do recipiente e
consequentemente aumentando a pressão interna
do recipiente. (CBMSC).
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO
Os principais produtos da combustão são os gases
da combustão, as chamas propriamente ditas, o
calor irradiado e as fumaças visíveis.

Contrariamente à opinião popular, o maior risco à


vida devido aos incêndios, não se constitui nem
das chamas, nem do calor, senão da inalação de
fumaça e dos gases aquecidos e tóxicos, assim
como a deficiência de oxigênio (CBMSC).
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

✔ GASES DA COMBUSTÃO
Os gases da combustão podem ser conceituados
como aquelas substâncias gasosas que surgem
durante o incêndio e permanecem mesmo após os
produtos da combustão serem resfriados até
alcançarem temperaturas normais. A quantidade e
os tipos de gases da combustão presentes durante
e depois de um incêndio variam
fundamentalmente com a composição química do
material da combustão, com a quantidade de
oxigênio disponível e também com a temperatura
do incêndio (CBMSC).
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

✔ GASES DA COMBUSTÃO
A fumaça gerada em incêndios contém gases
narcóticos (asfixiantes) e agentes irritantes. Os
gases narcóticos ou asfixiantes são aqueles que
causam a depressão do sistema nervoso central,
produzindo desorientação, intoxicação, perda da
consciência e até a morte. Os gases narcóticos
mais comuns são o monóxido de carbono (CO), o
cianeto de nitrogênio (HCN) e o dióxido de
carbono (CO2) (CBMSC).
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

✔ CHAMAS
A combustão dos materiais no ar quase sempre
estará acompanhada de chamas visíveis. O
contato direto com as chamas, assim como a
irradiação direta do calor das mesmas pode
produzir graves queimaduras. Os danos
produzidos pelas queimaduras são dolorosos,
duradouros, difíceis de tratar e muito penosos
para os vitimados.
(CBMSC)
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

✔ CALOR IRRADIADO
O calor produzido pelos incêndios afeta diretamente
as pessoas expostas em função da distância e das
temperaturas alcançadas, podendo produzir desde
pequenas queimaduras até a morte. A exposição ao
ar aquecido aumenta o ritmo cardíaco, provoca
desidratação, esgotamento, bloqueio do trato
respiratório e queimaduras. Pessoas expostas a
ambientes com excesso de calor podem morrer se
este ar quente penetrar nos pulmões. A pressão
arterial diminuirá, a circulação do sangue ficará
debilitada e a temperatura do corpo aumentará até
danificar centros nervosos do cérebro (CBMSC).
4. PRINCIPAIS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

✔ FUMAÇAS VISÍVEIS
As fumaças são constituídas por partículas sólidas
e líquidas transportadas pelo ar e por gases
desprendidos dos materiais que queimam.
Normalmente, em condições de insuficiência de
oxigênio (combustão incompleta), madeira, papel,
gasolina e outros combustíveis comuns
desprendem minúsculas partículas pretas de
carbono, chamadas de fuligem ou pó de carvão
que são visíveis na fumaça e se acomodam sob
superfícies por deposição (CBMSC).
5. PONTOS DE TEMPERATURA
Os combustíveis são transformados pelo calor e a
partir desta transformação, é que se combinam com
o oxigênio, resultando a combustão. Essa
transformação desenvolve-se em temperaturas
diferentes, à medida que o material vai sendo
aquecido.
Com o aquecimento, chega-se a uma temperatura
em que o material começa a liberar vapores, que se
incendeiam caso haja uma fonte externa de calor.
Neste ponto, chamado de Ponto de Fulgor, as
chamas não se mantêm, devido à pequena
quantidade de vapores combustíveis, só produzem
um flash, que logo se apaga (CBMSC).
5. PONTOS DE TEMPERATURA
Prosseguindo no aquecimento, atinge-se uma
temperatura em que os gases desprendidos do
material, ao entrarem em contato com uma fonte
externa de calor, iniciam a combustão, e
continuam a queimar sem o auxílio daquela fonte.
Esse ponto é chamado de Ponto de Combustão.
Continuando o aquecimento, atinge-se um ponto
no qual o combustível, exposto ao ar, entra em
combustão sem que haja fonte externa de calor.
Este é o chamado Ponto de Ignição (CBMSC).
5. PONTOS DE TEMPERATURA
5. PONTOS DE TEMPERATURA

Fonte: CBMSC
6. FASES DO INCÊNDIO

A evolução do incêndio em um local pode ser


representada por um ciclo com 3 fases
características (CBMSP):
a. fase inicial de elevação progressiva da
temperatura (ignição);
b. fase de aquecimento;
c. fase de resfriamento e extinção.

Segundo o CBMSC, as fases dos incêndios são:


Ignição, crescimento, desenvolvimento completo e
diminuição.
6. FASES DO INCÊNDIO

Fonte: CBMSP
Fonte: CBMSC
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE IGNIÇÃO

A ignição do fogo descreve o período em que os


quatro elementos do tetraedro do fogo se juntam
e se inicia a combustão. Neste ponto, o incêndio é
pequeno e geralmente se restringe ao material
que se incendiou primeiro. Todos os incêndios
interiores e exteriores são o resultado de algum
tipo de ignição (CBMSC).
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE IGNIÇÃO
A ignição pode se desenvolver por abrasamento
ou chamejamento (CBMSC).
No abrasamento a combustão é gradual, podendo
ter a duração de algumas horas, sem chama visível
e liberação de pouco calor, mas com potencial
para preencher o compartimento com gases
combustíveis e fumaça.
O chamejamento é a forma de combustão que se
costuma ver, ou seja, com chama e fumaça. O
desenvolvimento do calor e da fumaça/gases é
mais rápido que a combustão por abrasamento.
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE CRESCIMENTO DO FOGO


Pouco depois da ignição, o calor gerado no foco
inicial se propaga, determinando o aquecimento
gradual de todo o ambiente e se inicia a formação
de uma coluna de gás aquecido (pluma) sobre o
combustível que queima (CBMSC).
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE CRESCIMENTO DO FOGO


Com a evolução do incêndio e a oxigenação do
ambiente, através de portas e janelas, o incêndio
ganhará ímpeto; os materiais passarão a ser
aquecidos por convecção e radiação, acarretando
um momento denominado de “inflamação
generalizada – flash over”, que se caracteriza pelo
envolvimento total do ambiente pelo fogo e pela
emissão de gases inflamáveis através de portas e
janelas, que se queimam no exterior do edifício.
Nesse momento torna-se impossível à
sobrevivência no interior do ambiente (CBMSP).
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE CRESCIMENTO DO FOGO

Fase anterior ao flash over - grande desenvolvimento de


fumaça e gases, acumulando-se no nível do teto
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE DESENVOLVIMENTO COMPLETO

Na fase do desenvolvimento completo do incêndio


todos os materiais combustíveis do ambiente são
envolvidos pelo fogo e as chamas enchem todo o
compartimento.
A taxa de liberação do calor atingirá seu ponto
máximo, produzindo altas temperaturas -
tipicamente, essas temperaturas poderão atingir
1.100°C ou mais em determinadas circunstâncias
especiais (CBMSC).
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DE DESENVOLVIMENTO COMPLETO

Fonte: CBMSC.
6. FASES DO INCÊNDIO

✔ FASE DA DIMINUIÇÃO E EXTINÇÃO

À medida que o incêndio consome os


combustíveis disponíveis do ambiente, a taxa de
liberação de calor começa a diminuir. Uma vez
mais o incêndio se converte em um incêndio
controlado, agora por falta de material
combustível.
A quantidade de fogo diminui e as temperaturas
do ambiente começam a reduzir, entretanto, as
brasas podem manter temperaturas ainda
elevadas durante algum tempo (CBMSC).
7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
O calor pode propagar-se a partir de três
diferentes formas (CBMSC) :
✔ Por condução, a qual ocorre principalmente nos
sólidos;
✔ Por convecção, em líquidos e gases e;
✔ Por radiação, onde não há necessidade de um
meio material para a propagação dessa energia.
7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ CONDUÇÃO

Condução é a transferência de calor através de um


corpo sólido de molécula a molécula. A principal
característica da condução é a transferência de
energia sem a simultânea transferência de
matéria, ocorrendo, assim, predominantemente
nos sólidos. Em outras palavras, o calor passa de
molécula a molécula, mas nenhuma molécula é
transportada com o calor.
7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ CONVECÇÃO

É a transferência de calor que ocorre nos fluidos


(gases e líquidos) através do movimento de
massas de gases ou de líquidos dentro de si
próprios.
Diferentemente da condução onde o calor é
transmitido de átomo a átomo sucessivamente, na
convecção a propagação do calor se dá através do
movimento do fluido envolvendo o transporte de
matéria (CBMSC).
7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ CONDUÇÃO E CONVECÇÃO

Fonte: (CBMSC) Fonte: (CBMSP)


7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ RADIAÇÃO
É a transmissão de calor através de ondas de
energia calorífica que se deslocam através do
espaço. Estas ondas de calor possuem a
propriedade de deslocarem-se em todas as
direções, sendo que a intensidade com que
atingem novos corpos combustíveis dependerá da
distância da fonte que emite o calor aos novos
corpos combustíveis a serem atingidos, além, é
claro, da própria intensidade do calor em
deslocamento (CBMSC).
7. PORPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ RADIAÇÃO
O calor propagado pelo processo da radiação
possui a capacidade de penetrar corpos
transparentes e/ou translúcidos, como o vidro e a
água. (CBMSC).
7. PROPAGAÇÃO DE INCÊNDIO
✔ RADIAÇÃO

Radiação de calor de um edifício para outro (CBMSP)


8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS

Formas de extinção do fogo (CBMSP)


8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
✔ RETIRADA DO MATERIAL COMBUSTÍVEL

É a forma mais simples de se extinguir um


incêndio. Baseia-se na retirada do material
combustível, ainda não atingido, da área de
propagação do fogo, interrompendo a alimentação
da combustão (CBMSC).
8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
✔ RESFRIAMENTO
Consiste em diminuir a temperatura do material
combustível que está queimando, diminuindo,
consequentemente, a liberação de gases ou
vapores inflamáveis.
A água é o agente extintor mais usado, por ter
grande capacidade de absorver calor e ser
facilmente encontrada na natureza (CBMSC).
8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
✔ ABAFAMENTO
Consiste em diminuir ou impedir o contato físico do
oxigênio com o material combustível. Não havendo
comburente para reagir com o combustível, não
haverá fogo (como exceção temos os materiais que
têm oxigênio em sua composição e queimam sem
necessidade do oxigênio do ar, como os peróxidos
orgânicos e o fósforo branco) (CBMSC).
8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
✔ QUEBRA DA REAÇÃO QUÍMICA EM CADEIA
Proporcionado pela introdução de determinadas
substâncias no processo (reação química) da
combustão com o propósito de inibi-la e com isso
criar uma condição especial em que o combustível
e o comburente perdem ou têm em muito
reduzida as suas capacidades de manter o
processo da reação química em cadeia.
Consiste em diminuir ou impedir o contato
químico do oxigênio com os gases ou vapores
combustíveis, impedindo a combinação entre o
comburente e o combustível (CBMSC).
8. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS

É o Nagekesu SAT 119, um


extintor de incêndio que em vez de
liberar seu conteúdo através de um
gatilho, ela funciona sendo lançado ao
fogo.
Como uma granada, a pessoa
joga o extintor de incêndio (de
plástico) ao fogo e explode, liberando
um líquido azul que combate a
incêndio de duas maneiras. Como
primeiro passo, os produtos químicos
são dispersos sobre a área. O amônio
liberado atrasa o fogo. Finalmente, a
mistura dos produtos químicos com o
dióxido de carbono produzido pelo
fogo, elimina o oxigênio, e as chamas
se extinguem.
Fonte: http://www.dignow.org/post/japoneses-criam-um-extintor-que-deve-ser-lan%C3%A7ado-ao-fogo-1767868-99020.html
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS
Os incêndios são classificados de acordo com os
materiais combustíveis neles envolvidos, bem
como, pela situação em que se encontram. Essa
classificação é feita para determinar o agente
extintor mais adequado para o tipo de incêndio
específico.
Agentes extintores são todas as substâncias
capazes de eliminar um ou mais dos elementos
essenciais do fogo, cessando a combustão.
(CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS
Existem cinco classes de incêndio, identificadas
pelas letras A, B, C, D e K. Essa classificação é
adotada pela Norma Americana e também pelos
Corpos de Bombeiros Militares dos Estados
Brasileiros (CBMSC).

METAIS
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Incêndio envolvendo combustíveis sólidos


comuns, tais como papel, madeira, tecido,
borracha, plásticos, etc. É caracterizado pelas
cinzas e brasas que deixam como resíduos e por
queimar em razão do volume, isto é, a queima se
dá na superfície e em profundidade. O método
mais utilizado para extinguir incêndios de classe A
é o uso de resfriamento com água, mas também
se admite o uso de pós químicos secos de alta
capacidade extintora ou espuma (CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Incêndio envolvendo líquidos inflamáveis, graxas e


gases combustíveis.
É caracterizado por não deixar resíduos e por
queimar apenas na superfície exposta e não em
profundidade. Os métodos mais utilizados para
extinguir incêndios de classe B são o abafamento
(uso de espuma), a quebra da reação em cadeia
(uso de pós químicos) ou ainda o resfriamento
com cautela (CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Incêndio envolvendo equipamentos elétricos


energizados.
É caracterizado pelo risco de vida que oferece ao
bombeiro combatente. A extinção deve ser
realizada por agentes extintores que não
conduzam a corrente elétrica (pós químicos ou gás
carbônico). É importante registrar que a maioria
dos incêndios de classe C, uma vez eliminado o
perigo da eletricidade (choque elétrico), passam a
ser tratados como incêndio de classe A (CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Incêndio envolvendo metais combustíveis


pirofóricos (magnésio, selênio, antimônio, lítio,
potássio, alumínio fragmentado, zinco, titânio,
sódio, urânio e zircônio).
É caracterizado pela queima em altas
temperaturas e por reagir com agentes extintores
comuns (principalmente os que contenham água).
O método mais adequado para extinguir incêndios
de classe D é o uso de pós especiais que separam
o incêndio do ar e agem por abafamento (CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Não é verdadeiramente uma classe de incêndio, pois se


confunde com a classe B, no entanto já aparece na
maioria dos textos técnicos mais recentes e tem uma
finalidade mais educativa para enfatizar os riscos
especiais da classe.
São os incêndios em óleo, gorduras de cozinhas e piche
derretido que não devem ser combatidos com água em
jato direto. Os métodos mais utilizados para extinguir
incêndios de classe K são o abafamento (uso de espuma),
a quebra da reação em cadeia (uso de pós químicos) ou
ainda o resfriamento com muita cautela. (CBMSC).
9. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Fonte: CBMSC
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA


As medidas de proteção passiva ou preventiva
correspondem a um conjunto de medidas já
tomadas durante a elaboração do projeto
arquitetônico da edificação e de seus
complementares, com o objetivo de evitar ao
máximo a ocorrência de um foco de fogo e, caso
aconteça, reduzir as condições propícias para o
seu crescimento e alastramento para o resto da
edificação e para as edificações vizinhas
(BRENTANO, 2010).
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA


✔ Isolamento de risco
Há duas maneiras de isolar uma edificação em
relação à outra, sendo (CBMSP):
1) por meio de distanciamento seguro
(afastamento) entre as fachadas das edificações;
2) por meio de barreiras estanques entre edifícios
contíguos.
Com a previsão das paredes corta-fogo, uma
edificação é considerada totalmente estanque em
relação à edificação contígua.
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA


✔ Isolamento de risco

Fonte: CBMSP
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA


✔ Isolamento de risco

Fonte: CBMSP
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS
MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA
✔ Compartimentação vertical e horizontal
Os principais propósitos da compartimentação são
(CBMSP):
a. conter o fogo em seu ambiente de origem;
b. manter as rotas de fuga seguras contra os efeitos do
incêndio;
c. facilitar as operações de resgate e combate ao
incêndio.
10.MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA


✔ Compartimentação vertical e horizontal

Fonte: CBMSP
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA
✔ Compartimentação vertical e horizontal

Fonte: CBMSP
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA
✔ Resistência ao fogo das estruturas
Uma vez que o incêndio atingiu a fase de
inflamação generalizada, os elementos
construtivos no entorno do fogo estarão sujeitos à
exposição de intensos fluxos de energia térmica.
A capacidade dos elementos estruturais de
suportar por determinado período tal ação, que se
denomina de resistência ao fogo, permite
preservar a estabilidade estrutural do edifício
(CBMSP).
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA
✔ Resistência ao fogo das estruturas
Os objetivos principais de garantir a resistência ao
fogo dos elementos estruturais são (CBMSP):
a. possibilitar a saída dos ocupantes da edificação em
condições de segurança;
b. garantir condições razoáveis para o emprego de
socorro público, com tempo hábil para exercer as
atividades de salvamento (pessoas retidas) e combate
a incêndio (extinção);
c. evitar ou minimizar danos ao próprio prédio, a
edificações adjacentes, à infra-estrutura pública e ao
meio ambiente.
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO PASSIVA
✔ Revestimento dos materiais
A possibilidade de um foco de incêndio extinguir-se
ou evoluir em um grande incêndio (atingir a fase de
inflamação generalizada) depende de 3 fatores
principais (CBMSP):
a. razão de desenvolvimento de calor pelo primeiro
objeto ignizado;
b. natureza, distribuição e quantidade de materiais
combustíveis no compartimento incendiado;
c. natureza das superfícies dos elementos
construtivos sob o ponto de vista de sustentar a
combustão a propagar as chamas.
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✔ ROTAS DE FUGA
Saídas de emergência

Fonte: CBMSP
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✔ ROTAS DE FUGA
Saídas de emergência

Fonte: CBMSP
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✔ ROTAS DE FUGA
Saídas de emergência

Fonte: CBMSP
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✔ SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
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✔ ELEVADOR DE SEGURANÇA
Para o caso de edifícios altos, adicionalmente à
escada, é necessária a disposição de elevadores de
emergência, alimentada por circuito próprio e
concebida de forma a não sofrer interrupção de
funcionamento durante o incêndio.
Esses elevadores devem:
a. apresentar a possibilidade de serem operados
pela brigada do edifício ou pelos bombeiros;
b. estar localizados em área protegida dos efeitos
do incêndio (CBMSP).
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✔ ACESSO A VIATURAS DO CORPO DE
BOMBEIROS
Os equipamentos de combate devem-se aproximar
ao máximo do edifício afetado pelo incêndio, de tal
forma que o combate ao fogo possa ser iniciado
sem demora e não seja necessária a utilização de
linhas de mangueiras
muito longas (CBMSP).
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✔ MEIOS DE AVISO E ALERTA
O sistema de detecção e alarme pode ser dividido
basicamente em 5 partes (CBMSP):
1) detector de incêndio, constitui-se em parte do
sistema de detecção que, constantemente ou em
intervalos, destina-se à detecção de incêndio em
sua área de atuação;
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✔ MEIOS DE AVISO E ALERTA
2) acionador manual, que se constitui em parte do
sistema destinada ao acionamento do sistema de
detecção;
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✔ MEIOS DE AVISO E ALERTA
3) central de controle do sistema, pela qual o detector
é alimentado eletricamente com a função de:
a. receber, indicar e registrar o sinal de perigo enviado
pelo detector;
b. transmitir o sinal recebido por meio de
equipamento de envio de alarme de incêndio;
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✔ MEIOS DE AVISO E ALERTA
4) avisadores sonoros e/ou visuais, não
incorporados ao painel de alarme, com função de,
por decisão humana, dar o alarme para os
ocupantes de determinados setores ou de todo o
edifício;
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✔ MEIOS DE AVISO E ALERTA

5) fonte de alimentação de energia elétrica, que


deve garantir em quaisquer circunstâncias o
funcionamento do sistema.
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✔ SINALIZAÇÃO
A sinalização de emergência utilizada para informar
e guiar os ocupantes do edifício, relativamente a
questões associadas aos incêndios, assume dois
objetivos (CBMSC):
a. reduzir a probabilidade de ocorrência de
incêndio;
b. indicar as ações apropriadas em caso de
incêndio.
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA

As medidas de proteção ativa ou de combate


correspondem a um conjunto de medidas de reação
ao fogo que já está ocorrendo na edificação, que é
formado por sistemas e equipamentos que devem
ser acionados e operados, quer de forma manual ou
automática, para combater o foco de fogo, com o
objetivo principal de extingui-lo ou, então, em
último caso, mantê-lo sob controle até a chegada do
auxílio externo do corpo de bombeiros (BRENTANO,
2010).
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Extintores
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Sistema de hidrantes e mangotinhos
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Sistema de chuveiros automáticos (sprinklers)
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Sistema de espuma mecânica
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Sistema fixo de gases
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO ATIVA
✔ Brigada de incêndio
Referências Bibliográficas

• BRENTANO, Telmo. A Proteção contra incêndios no


Projeto de Edificações. 2ª ed – Porto Alegre, 2010.
• CBMSC. Curso de Formação de Combate a
Incêndios. Disponível em:
http://biblioteca.cbm.sc.gov.br/biblioteca/
• CBMSP. Instrução Técnica nº 02/2011 - Conceitos
básicos de segurança contra incêndio. Disponível em:
http://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/
• CBMSP. Instrução Técnica nº 03/2011 -
Terminologia de segurança contra incêndio.
Disponível em:
http://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/