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COORDENADORIA GERAL DE GESTÃO DE TALENTOS COORDENADORIA DE

COORDENADORIA GERAL DE GESTÃO DE TALENTOS COORDENADORIA DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

PROCESSO SELETIVO PARA CONSELHEIRO TUTELAR DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS E DISCURSIVAS

ATENÇÃO

1.

O

caderno de questões objetivas e discursivas contém 40 (quarenta) questões objetivas de múltipla escolha, cada uma com

05 (cinco) alternativas (A,B,C,D e E) e 01 (uma) questão discursiva as quais estão organizadas da seguinte forma:

- de 01 a 40 - Conhecimentos específicos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente; e - 01 (uma) questão discursiva - relacionada ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

2.

Após o sinal de início da prova, confira a paginação do seu caderno de questões.

prova tera duração de 4 (quatro) horas, considerando, inclusive, a marcação do cartão-resposta e a transcrição do texto para o caderno de resposta definitivo da prova discursiva.

A

3.

Observe as seguintes recomendações relativas ao CARTÃO-RESPOSTA:

confira, no seu cartão, o seu nome, o número de inscrição e o número de seu documento de identidade; o cartão será o documento válido para correção eletrônica através de leitura óptica, e seu preenchimento e respectiva assinatura são de inteira responsabilidade do candidato. Não amasse, molhe, dobre, rasgue, manche ou, de qualquer modo, danifique o cartão, sob pena de reprovação, por impossibilidade de realização da leitura óptica. a maneira correta de marcação das respostas é cobrir fortemente, com caneta esferográfica de tinta azul ou preta, o espaço correspondente à letra a ser assinalada, para assegurar a perfeita leitura óptica; leia atentamente cada questão e assinale no cartão a alternativa que responde corretamente àquela questão;

em hipótese alguma haverá substituição do cartão por erro do candidato.

4.

Observe as seguintes recomendações relativas ao CADERNO DE RESPOSTA DEFINITIVO DA PROVA DISCURSIVA:

o candidato deverá responder no caderno definitivo próprio, utilizando caneta esferográfica azul ou preta;

será ELIMINADO o candidato que inserir seu nome, assinatura, utilizar liquid paper ou qualquer outro sinal, fora ou na área própria para o preenchimento da questão, tornando identificável o caderno definitivo.

5.

O

candidato será automaticamente excluído do certame se for surpreendido:

consultando, no decorrer da prova, qualquer tipo de material impresso, anotações ou similares, ou em

comunicação verbal, escrita, ou gestual, com outro candidato; utilizando aparelhos eletrônicos, tais como: bip, telefone celular, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, recep- tor/transmissor, gravador, agenda eletrônica, máquina de calcular, máquina fotográfica, relógio digital com receptor.

6.

O telefone celular deverá permanecer desligado, desde o momento da entrada no local de prova até a retirada do candidato do respectivo local.

7.

Somente após decorrida uma hora do início da prova, o candidato, ainda que tenha desistido do processo seletivo, poderá entregar o cartão-resposta, devidamente assinado, o caderno de resposta definitivo da prova discursiva e retirar-se da sala, levando seu caderno de questões.

8.

Os três últimos candidatos deverão permanecer em sala, sendo liberados somente quando todos tiverem concluído a prova ou

tempo tenha se esgotado e tenham sido entregues todos os cartões-resposta e os cadernos de resposta definitivo da prova discursiva, sendo obrigatório o registro dos seus nomes na ata de aplicação de prova.

o

9.

O fiscal não está autorizado a alterar quaisquer dessas instruções.

10.

O

gabarito da prova será publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, no segundo dia útil seguinte ao de

realização da prova, estando disponível também, no site http://concursos.rio.rj.gov.br .

2011

Boa Prova!

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CONSELHO TUTELAR - 2011 - 2014
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SOBRE O

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

01. Já em seu artigo 1º, fica estabelecido que o

Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA –

dispõe sobre:

(A)

a liberdade incondicional da criança e do

adolescente

(B)

a responsabilidade social da criança e do

adolescente

(C)

a educação básica da criança e do

adolescente

(D)

a proteção integral da criança e do adolescente

(E)

o desenvolvimento pleno da criança e do

adolescente

02. Mãe de adolescente de 13 anos de idade busca

o hospital onde deu à luz, à procura do prontuário

individual de seu filho, no qual constam as ativi-

dades desenvolvidas quando do nascimento da

criança. Essas informações foram solicitadas pelo

atual médico do adolescente. No hospital, fica

sabendo que esse prontuário já foi descartado e

não existe mais. O hospital descumpriu o artigo

10, inciso I do ECA, pois esse documento deve

ser mantido pelo prazo de:

(A)

18 anos

(B)

17 anos

(C)

16 anos

(D)

15 anos

(E)

14 anos

03. Tiago, sete anos de idade, foi submetido a uma

cirurgia e deve ficar hospitalizado por um longo

período de tempo. De acordo com o artigo 12 do

ECA, os estabelecimentos de atendimento à saú-

de deverão proporcionar condições para a perma-

nência, em tempo integral:

(A)

de ambos os pais

(B)

de um dos pais ou do responsável

(C)

da mãe ou de pessoa por ela indicada

(D)

de um dos pais ou de um ascendente (avó ou avô)

(E)

de ambos os pais ou de pessoas por eles au-

torizadas

04. Marta está no sétimo mês de gestação de seu primeiro filho. Preocupada com as notícias que ouviu sobre “troca de bebês” em maternidades, buscou informação sobre a identificação do re- cém-nascido no hospital onde faz acompanha- mento pré-natal e onde terá seu filho. Ficou sa- bendo que, por determinação do artigo 10 do ECA, os hospitais e demais estabelecimentos de aten- ção à saúde de gestantes, públicos e particula- res, são obrigados a identificar o recém-nascido mediante o registro:

(A)

das impressões digitais do recém-nascido, de seu pai e de sua mãe

(B)

da impressão plantar do recém-nascido e das impressões digitais de sua mãe e de seu pai

(C)

das impressões plantares do recém-nascido, de sua mãe e de seu pai

(D)

da impressão digital do recém-nascido e das impressões plantares de sua mãe e de seu pai

(E)

das impressões plantar e digital do recém-nas- cido e da impressão digital de sua mãe

05. Rômulo, 7 anos de idade, é educado de maneira muito severa. A mãe diz que “escola é lugar de estudo” e não permite que a criança participe de jogos e brincadeiras. Em casa, além dos deveres escolares, Rômulo ajuda nas atividades domésti- cas, não sobrando tempo para divertir-se. De acordo com o artigo 16 do ECA, privar a criança ou o ado- lescente de brincar, divertir-se e praticar esportes fere seu direito fundamental à:

(A)

dignidade

(B)

educação

(C)

liberdade

(D)

saúde

(E)

cultura

06. Dentre os requisitos exigidos pelo artigo 133 do ECA para a candidatura a Conselheiro Tutelar, pode-se citar:

(A)

idade máxima de sessenta anos

(B)

escolaridade mínima de nível fundamental

(C)

cinco anos de experiência profissional com crianças e adolescentes

(D)

ter nascido no município onde se candidata

(E)

residir no município onde é candidato

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07. Os pais de Marcos, 16 anos de idade, têm séri- as

07. Os pais de Marcos, 16 anos de idade, têm séri-

as divergências quanto à maneira de educar o

adolescente. Embora seja assegurado ao pai e

à mãe de criança ou de adolescente o direito

de, em caso de discordância, recorrer à autori-

dade judiciária competente para a solução da

divergência, o artigo 21 do ECA estabelece que

o poder familiar será exercido:

(A)

preferencialmente pela mãe, salvo se ela não

dispuser de recursos materiais necessários ao

sustento da criança ou do adolescente

(B)

preferencialmente pelo pai, desde que cum-

pra o dever de sustento, guarda, proteção e

educação de seus filhos menores

(C)

pela família substituta, nos casos em que

não haja relação de afinidade entre os pais

naturais

(D)

pelo pai e pela mãe, em igualdade de condi-

ções, na forma do que dispuser a legislação

civil

(E)

pelo pai e pela mãe, desde que civilmente ca-

sados ou que mantenham união estável por

mais de dez anos

08. Érika deverá ser colocada em família substituta,

mediante guarda. De acordo com o artigo 28, pará-

grafo segundo, do ECA, para que isso aconteça,

será necessário o consentimento de Érika, colhido

em audiência, caso ela já tenha completado:

(A)

7 anos

(B)

8 anos

(C)

10 anos

(D)

11 anos

(E)

12 anos

09. Ao procurar se cadastrar para adotar uma deter-

minada criança, Mariana foi informada de que, de

acordo com o artigo 42, parágrafo primeiro, do ECA,

isso não seria possível porque:

(A)

o adotando tem 15 anos

(B)

o adotando é seu irmão

(C)

Mariana é vinte anos mais velha que o adotando

(D)

Mariana tem 21 anos de idade

(E)

Mariana é divorciada

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10. De acordo com o artigo 19 do ECA, a permanên- cia de uma criança ou de um adolescente em pro- grama de acolhimento institucional, salvo se com- provada necessidade que atenda ao seu superior interesse, devidamente fundamentada pela autori- dade judiciária, não se prolongará por mais de:

(A)

seis meses

(B)

um ano

(C)

dois anos

(D)

três anos

(E)

quatro anos

11. De acordo com o artigo 36 do ECA, para que haja deferimento de um processo de tutela, duas con- dições são necessárias:

(A)

o

tutelando deve ter até quinze anos comple-

tos e deve ter sido decretada a perda ou sus- pensão do poder familiar

(B)

o

tutelando deve ter até dezoito anos incom-

pletos e deve ter sido decretada a perda ou

suspensão do poder familiar

(C)

o

tutelando deve ter até dezoito anos incom-

pletos e o poder familiar deve ser mantido

(D)

o

tutelando deve ter até dezoito anos comple-

tos e o dever de guarda deve permanecer com os pais

(E)

tutelando deve ter até quinze anos comple- tos e o poder familiar deve ser mantido

o

12. A mãe de uma menina portadora de deficiência procurou o Conselho Tutelar pedindo orientação quanto à possibilidade de atendimento educacio- nal para sua filha. A Conselheira Tutelar explicou que o artigo 54 do ECA determina que é dever do Estado assegurar atendimento educacional espe- cializado aos portadores de deficiência:

(A)

desde que o tipo de deficiência não prejudique

o

desempenho escolar da criança

(B)

preferencialmente em instituições especializa- das, fora da rede regular de ensino

(C)

desde que não seja um caso de deficiência mental

(D)

apenas na rede regular de ensino e a partir dos seis anos de idade

(E)

preferencialmente na rede regular de ensino

13. O artigo 75 do ECA determina que “toda criança ou adolescente terá acesso às diversões e aos espetáculos públicos classificados como adequa- dos à sua faixa etária”. Por outro lado, ressalva que deverão estar acompanhados dos pais ou do responsável aqueles com idade menor do que:

(A)

sete anos

(B)

oito anos

(C)

dez anos

(D)

doze anos

(E)

quinze anos

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14. A cada semestre, o Conselho Tutelar de uma ci- dade bastante populosa faz um levantamento dos casos atendidos, buscando identificar as maio- res demandas da população, os encaminhamen- tos aos serviços disponíveis e os casos que não foram atendidos por falta ou escassez de vagas nesses serviços. Dessa maneira, o Conselho Tutelar cumpre a atribuição, prevista no artigo 136 do ECA, de assessorar os programas de atendi- mento dos direitos da criança e do adolescente desenvolvidos:

(A)

pelas organizações não governamentais locais

(B)

pelo Poder Legislativo local

(C)

pelo Conselho Nacional de Direitos da Crian- ça e do Adolescente

(D)

pelo Poder Executivo local

(E)

pelo Poder Judiciário local

15. De acordo com o artigo 91 do ECA, as entidades não governamentais de atendimento a crianças e adolescentes somente poderão funcionar quando devidamente registradas. O órgão no qual deve ser solicitado o registro e a validade máxima do regis- tro são, respectivamente:

(A)

o

Conselho Municipal dos Direitos da Criança

e

do Adolescente; quatro anos

(B)

o

Conselho Municipal dos Direitos da Criança

e

do Adolescente, por tempo indeterminado

(C)

o

Conselho Tutelar; quatro anos

(D)

o

Conselho Tutelar; cinco anos

(E)

Secretaria Municipal de Assistência Social; dois anos

a

16. Uma entidade que desenvolva programa de acolhi- mento institucional poderá acolher crianças e ado- lescentes sem prévia determinação da autoridade competente, desde que em caráter excepcional e de urgência, como determina o artigo 93 do ECA. Nesse caso, a entidade deverá comunicar o fato, em até vinte e quatro horas:

(A)

à

Delegacia de Proteção à Criança e ao Ado-

lescente

(B)

ao Conselho Tutelar

(C)

ao Ministério Público

(D)

ao Juiz da Infância e da Juventude

(E)

ao Conselho Municipal dos Direitos da Crian- ça e do Adolescente

17.

O

ECA define as “Medidas Específicas de Prote-

ção” que podem ser aplicadas a crianças e ado- lescentes. Em seu artigo 99, determina que es- sas medidas:

(A)

poderão ser aplicadas cumulativamente ape- nas para adolescentes, mas não poderão ser substituídas antes do prazo mínimo de seis meses

(B)

poderão ser aplicadas isolada ou cumulativa- mente, bem como substituídas a qualquer tem- po

(C)

poderão ser aplicadas cumulativamente ape- nas para crianças, mas não poderão ser subs- tituídas antes do prazo mínimo de seis meses

(D)

poderão ser aplicadas isolada ou cumulativa- mente, mas não poderão ser substituídas an- tes do prazo mínimo de dois meses

(E)

deverão ser aplicadas sempre isoladamen- te, mas poderão ser substituídas a qualquer tempo

18.

Sempre que os direitos da criança e do adoles- cente forem ameaçados ou violados, a autorida- de competente poderá aplicar medidas de prote- ção, segundo o artigo 101 do ECA. A alternativa que apresenta três dessas medidas de proteção aplicáveis é:

(A)

inclusão em programa de acolhimento familiar / obrigação de reparar o dano / orientação, apoio e acompanhamento temporários

(B)

prestação de serviços à comunidade / internação em estabelecimento educacional / encaminhamento aos pais ou responsável, mediante termo de responsabilidade

(C)

inclusão em programa comunitário ou oficial de auxílio à família, à criança e ao adolescen- te / colocação em família substituta / liberda- de assistida

(D)

requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico / inserção em regime de semiliberdade / orientação, apoio e acompa- nhamento temporários

(E)

requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico / inclusão em programa de aco- lhimento familiar / matrícula e frequência obri- gatórias em estabelecimento oficial de ensino fundamental

19.

Na hipótese de uma criança praticar ato infracional,

o artigo 105 do ECA determina que poderá ser

aplicada, dentre outras, a seguinte medida:

(A)

liberdade assistida

(B)

semiliberdade

(C)

acolhimento institucional

(D)

prestação de serviços à comunidade

(E)

internação em estabelecimento educacional

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20. Segundo o artigo 106 do ECA, um adolescente somente

20.

Segundo o artigo 106 do ECA, um adolescente somente poderá ser privado de sua liberdade nas seguintes condições:

(A)

sob acusação de prática de crime, associada à inexistência de endereço fixo

(B)

sob acusação de prática de crime, quando cometido com grave ameaça física à vítima

(C)

em flagrante de ato infracional ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciá- ria competente

(D)

em flagrante de ato infracional ou quando não for possível localizar seus pais ou responsável

(E)

em flagrante de ato infracional ou por solicita- ção devidamente fundamentada do Conselho Tutelar

21.

Com base em indícios suficientes de autoria e materialidade relativas a ato infracional, um ado- lescente teve a sua internação determinada antes mesmo da definição da sentença, demonstrada a necessidade imperiosa da aplicação dessa medi- da. Nesse caso, o artigo 108 do ECA estabelece que a internação obedecerá ao prazo máximo de:

(A)

dez dias

(B)

quinze dias

(C)

trinta dias

(D)

quarenta e cinco dias

(E)

sessenta dias

22.

Uma das linhas de ação da política de atendimen- to é a criação de serviços especiais para vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão. De acordo com o artigo 87 do ECA, esses serviços de prevenção e atendi- mento serão desenvolvidos nas áreas:

(A)

médica e psicossocial

(B)

médica e habitacional

(C)

psicossocial e nutricional

(D)

educacional e de assistência social

(E)

fonoaudiológica e psiquiátrica

23.

A

internação constitui medida privativa da liberdade,

sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade

e respeito à condição peculiar de pessoa em desen-

volvimento. Considerando o disposto no artigo 121

do ECA, dentre as determinações abaixo, aquela que se aplica a essa medida é:

(A)

em nenhuma hipótese o período máximo de internação excederá a dois anos

(B)

em nenhuma hipótese será permitida a reali- zação de atividades externas

(C)

a desinternação não exige autorização judici- al prévia

(D)

a internação deve ser aplicada sempre com prazo determinado

(E)

a liberação será compulsória aos vinte e um anos de idade

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24. De acordo com o artigo 136 do ECA, dentre os procedimentos citados abaixo, aquele que NÃO pode ser adotado por um Conselheiro Tutelar é:

(A)

requisitar certidões de nascimento e de óbito de criança ou adolescente

(B)

aplicar medidas socioeducativas a adolescen- tes que tenham praticado ato infracional

(C)

aplicar medidas de proteção a crianças e ado- lescentes cujos direitos estão ameaçados

(D)

encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança ou adolescente

(E)

requisitar serviços públicos nas áreas de saú- de, educação, serviço social, previdência, tra- balho e segurança

25. Conforme determina o artigo 172 do ECA, um ado- lescente apreendido em flagrante de ato infracional deverá ser encaminhado imediatamente:

(A)

ao Conselho Tutelar

(B)

ao Juiz da Infância e da Juventude

(C)

ao Conselho Municipal dos Direitos da Crian- ça e do Adolescente

(D)

à autoridade policial competente

(E)

a uma instituição de internação

26. Segundo o artigo 100 do ECA, na aplicação das medidas de proteção, deverão ser levadas em conta as necessidades pedagógicas, preferindo-se aque- las que visem:

(A)

à inclusão em programa de acolhimento institucional

(B)

ao desligamento gradativo dos vínculos comu- nitários

(C)

ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários

(D)

ao atendimento institucional em grandes gru- pos, organizados por faixa etária

(E)

ao atendimento prioritário de crianças em de- trimento do de adolescentes

27. Os programas de acolhimento institucional ou fa- miliar serão periodicamente reavaliados pelo Con- selho Municipal dos Direitos da Criança e do Ado- lescente. O artigo 90 do ECA estabelece que um dos critérios para a renovação da autorização de funcionamento será:

(A)

a quantidade de casos atendidos e a modernidade dos equipamentos

(B)

a modernidade dos equipamentos e a quanti- dade de procura por atendimento

(C)

a quantidade de procura por atendimento e de famílias cadastradas para acolhimento

(D)

a quantidade de casos atendidos e de casos de adoção

(E)

o índice de sucesso na reintegração familiar ou de adaptação à família substituta, se for o caso

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28. Sempre ganham grande repercussão na mídia episódios nos quais pais de crianças e adoles- centes reclamam do tratamento dispensado a seus filhos por servidores públicos ou funcionári- os de empresas privadas nas áreas da educa- ção, saúde, diversões públicas etc. O artigo 232 do ECA trata dessa questão, ao definir que “sub- meter criança ou adolescente sob sua autorida- de, guarda ou vigilância a vexame ou a constran- gimento” constitui:

(A)

uma infração administrativa, sujeitando o in- frator à demissão, se funcionário público

(B)

um crime, sujeitando o infrator à pena de de- tenção

(C)

um crime, sujeitando o infrator à pena de pres- tação de serviços comunitários

(D)

uma infração administrativa, sujeitando o in- frator a multa

(E)

um crime, sujeitando o infrator à pena de obri- gação de reparar o dano

29. De acordo com o artigo 241 do ECA, dentre os procedimentos citados abaixo, aquele que é con- siderado um crime contra a criança e o adoles- cente, sujeitando o infrator à pena de reclusão de quatro a oito anos, além de multa, é:

(A)

privar a criança ou o adolescente de sua liber- dade, procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária compe- tente

(B)

deixar a autoridade competente, sem justa causa, de ordenar a imediata liberação de cri- ança ou adolescente, tão logo tenha conheci- mento da ilegalidade da apreensão

(C)

vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo ex- plícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente

(D)

impedir ou embaraçar a ação de autoridade judiciária, membro do Conselho Tutelar ou re- presentante do Ministério Público no exercí- cio de função prevista no ECA

(E)

vender, fornecer ainda que gratuitamente, mi- nistrar ou entregar, de qualquer forma, à crian- ça ou ao adolescente, sem justa causa, pro- dutos cujos componentes possam causar de- pendência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida

30. Verônica, 13 anos, está inserida em um programa de acolhimento institucional há alguns dias. Seu pai é desconhecido e sua mãe é dependente de cocaína. A adolescente sabe que sua mãe está em tratamento e está ansiosa para voltar para casa. Foi informada pelo diretor da instituição que, de acordo com o artigo 19 do ECA, a reavaliação de sua situação deve ocorrer, no máximo, a cada:

(A)

dois meses

(B)

três meses

(C)

quatro meses

(D)

cinco meses

(E)

seis meses

31. Sobre o dever de assegurar, com absoluta priori- dade, a efetivação dos direitos da criança e do adolescente, o artigo 4º do ECA estabelece a se- guinte ordem:

(A)

da família, da comunidade, da sociedade em geral, do poder público

(B)

do poder público, da família, da comunidade, da sociedade em geral

(C)

da sociedade em geral, da família, do poder público, da comunidade

(D)

da família, do poder público, da comunidade, da sociedade em geral

(E)

da comunidade, do poder público, da socieda- de em geral, da família

32. Fernanda, que reside e estuda no Município do Rio de Janeiro, está ansiosa para que chegue o dia do passeio que vários alunos de sua escola farão a um sítio localizado em município distante. Professores, diretora da escola e algumas mães de alunos vão acompanhar as crianças, mas a mãe de Fernanda não poderá fazê-lo, pois estará tra- balhando nesse dia. O artigo 83 do ECA determi- na que, em situações como essa, para que a criança possa participar do passeio desacompa- nhada dos pais ou do responsável, é necessário que seja apresentada à diretora da escola:

(A)

cédula de identidade do pai, da mãe ou do responsável

(B)

autorização expressa de seu pai, sua mãe ou seu responsável

(C)

ordem expressa do Juiz da Infância e da Ju- ventude da comarca onde reside

(D)

autorização, por escrito, do Conselho Tutelar da área

(E)

justificativa, por escrito, para a ausência no passeio dos pais ou responsável

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33. Conforme estabelece o artigo 95 do ECA, consti- tui

33. Conforme estabelece o artigo 95 do ECA, consti-

tui atribuição, tanto do Judiciário quanto do Minis-

tério Público e dos Conselhos Tutelares, o seguinte

procedimento:

(A)

promover e acompanhar os procedimentos re-

lativos às infrações atribuídas a adolescentes

(B)

promover e acompanhar as ações de alimentos

(C)

aplicar penalidades administrativas nos casos

de infrações contra as normas de proteção à

criança e ao adolescente

(D)

conhecer e se manifestar sobre pedidos de

adoção

(E)

fiscalizar as entidades governamentais e não

governamentais de atendimento a crianças e

adolescentes

34. Um grupo de crianças e adolescentes, alunos do

1º ao 9º ano de escolaridade, procura o Conselho

Tutelar para saber sobre a possibilidade de orga-

nizarem uma entidade estudantil – grêmio – na

escola pública em que estudam. O conselheiro

que atende o grupo informa que, de acordo com o

artigo 53 do ECA, têm o direito de organizar e par-

ticipar dessa entidade crianças e adolescentes:

(A)

com mais de doze anos de idade, indepen-

dentemente do ano de escolaridade

(B)

do 6º ao 9º ano de escolaridade, independen-

temente da idade

(C)

de qualquer idade e de qualquer ano de esco-

laridade

(D)

que apresentem autorização por escrito dos

pais ou responsável

(E)

que sejam referendados pela direção da escola

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35. Algumas vezes, o Conselho Tutelar é procurado por pessoas que não conhecem as atribuições legais dos conselheiros, que devem saber infor- mar aos usuários onde buscar soluções para questões envolvendo crianças ou adolescentes. Um exemplo de procedimento que NÃO poderá, por restrições legais, ser adotado pelo Conselho Tutelar é:

(A)

aplicar medidas cabíveis em casos de ações decorrentes de irregularidades em entidades de atendimento

(B)

encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança ou adolescente

(C)

representar ao Ministério Público para efeito das ações de perda ou suspensão do poder familiar, após esgotadas as possibilidades de a criança permanecer com sua família natural

(D)

requisitar certidões de nascimento e de óbito de criança ou adolescente, quando necessário

(E)

requisitar serviços públicos nas áreas de saú- de, educação, serviço social, previdência, tra- balho e segurança

36. Em 13 de julho de 2011, o ECA completa 21 anos. Conforme determina o seu artigo 262, se um mu- nicípio brasileiro não tem ainda instalado o Con- selho Tutelar, as atribuições a ele conferidas se- rão exercidas:

(A)

pela Promotoria da Justiça da Infância e da Juventude

(B)

pela Comissão dos direitos da Criança e do Adolescente

(C)

pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente

(D)

pela autoridade judiciária

(E)

pelo Conselho Municipal dos Direitos da Crian- ça e do Adolescente

37. Como mostra o artigo 25, o ECA entende por “fa- mília natural” de uma criança ou adolescente a comunidade formada por:

(A)

pai e/ou mãe e seus descendentes

(B)

pai e/ou mãe e seus descendentes, e pelos avós

(C)

pai e/ou mãe, avós, irmãos e primos

(D)

pai e/ou mãe, avós, irmãos, tios e primos

(E)

pai e/ou mãe, avós e padrinhos

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38. O artigo 39 do ECA caracteriza a adoção como medida excepcional, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa. Além disso, acrescenta que a adoção:

(A)

poderá ser anulada, caso os adotantes não cumpram os compromissos assumidos

(B)

não poderá ser revogada, salvo por decisão fundamentada da autoridade judiciária

(C)

não poderá ser revogada em hipótese alguma

(D)

se torna nula em caso de morte do adotante

(E)

não poderá ser revogada, salvo a pedido do adotado, a qualquer tempo

39. Ao tratar do direito da criança e do adolescente à

educação, o ECA, em seu artigo 56, determina que os

dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental deverão comunicar ao Conselho Tutelar, dentre outros, os casos de alunos:

(A)

reincidentes em situações de indisciplina

(B)

com reiteração de faltas injustificadas, esgotados os recursos escolares

(C)

cujos pais não acompanham com assiduidade a

sua vida escolar

(D)

com maior dificuldade de acompanhar os trabalhos escolares

(E)

com grande dificuldade de relacionamento com os colegas

40. Se uma criança recebe tratamento vexatório e constrangedor, não tem sua opinião e expressão consideradas e não tem preservados seus espaços e objetos pessoais, três direitos fundamentais previstos no ECA lhe estão sendo negados. Esses direitos são, respectivamente:

(A)

respeito, liberdade e dignidade

(B)

liberdade, dignidade e respeito

(C)

dignidade, respeito e liberdade

(D)

dignidade, liberdade e respeito

(E)

respeito, dignidade e liberdade

e respeito (E) respeito, dignidade e liberdade PROVA DISCURSIVA Não são raros os casos de crianças
e respeito (E) respeito, dignidade e liberdade PROVA DISCURSIVA Não são raros os casos de crianças
e respeito (E) respeito, dignidade e liberdade PROVA DISCURSIVA Não são raros os casos de crianças
e respeito (E) respeito, dignidade e liberdade PROVA DISCURSIVA Não são raros os casos de crianças

PROVA DISCURSIVA

Não são raros os casos de crianças e adolescentes vítimas de abandono, omissão ou negligên-

cia. Entretanto, só ganham espaço na mídia aqueles que resultam em tragédia, quando nada

mais se pode fazer para evitá-la.

Considerando que o Conselho Tutelar é órgão encarregado pela sociedade de zelar pelo cumpri-

mento dos direitos da criança e do adolescente, cabendo-lhe aplicar medidas de proteção e

desenvolver ações que previnam a violação desses direitos, redija um texto, do qual constem:

relato de uma suspeita de caso de criança ou adolescente vítima de abandono, omissão ou negligência;

os procedimentos e as medidas que os conselheiros tutelares devem tomar nessa circunstância;

a avaliação do caso, após a apuração da suspeita e seu possível encaminhamento à autoridade competente.

Critérios de Avaliação da Prova Discursiva:

1.

Clareza do texto

2

pontos

2.

Informações esclarecedoras acerca do caso

8

pontos

3.

Procedimentos e medidas a serem adotados pelos conselheiros na sua atuação

8 pontos

4.

Encaminhamento do caso

2

pontos

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