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«OFICINA PERMANENTE DE

ARTES PERFORMATIVAS»

memória descritiva

Projecto da autoria de: Joaquim Morgado


ÍNDICE

1. CONTORNOS DO PROJECTO......................................................................3

1.1. FUNDAMENTAÇÃO.....................................................................................3

1.2. METODOLOGIAS E ESTRATÉGIA.............................................................4

1.3. OBJECTIVOS..................................................................................................5

1.3.1. OBJECTIVOS GERAIS..............................................................................5

1.3.2 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS....................................................................6

1.4. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO ALVO..........................................7

1.5. ÂMBITO GEOGRÁFICO DA ACÇÃO..........................................................8

1.6. ASPECTOS INOVADORES E EFEITO MULTIPLICADOR........................9

2. ESTRUTURA E PLANEAMENTO DA ACÇÃO............................................9

2.1. DESCRIÇÃO DA ACÇÃO...............................................................................9

2.2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS...................................................10

2.3. AVALIAÇÃO DA ACÇÃO...........................................................................11

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OFICINA PERMANENTE DE ARTES PERFORMATIVAS
Memória Descritiva do desenvolvimento da acção

1. CONTORNOS DO PROJECTO

O projecto de que se apresenta a seguinte memória descritiva visa a criação de


um departamento permanente destinado a promover, através da estratégia e das
metodologias adiante desenvolvidas, iniciativas criativas no âmbito das artes
performativas, em Jardins de Infância, Escolas do Ensino Básico e espaços
preferencialmente destinados ao desenvolvimento de iniciativas juvenis.
Tais iniciativas criativas, constando da concepção e montagem de módulos
performativos resultantes do cruzamento de recursos da expressão pelo movimento,
da dança criativa, das expressões dramática e musical e de algumas das,
tradicionalmente consideradas, artes do circo, que, uma vez apresentada nos espaços
educativos atrás referidos, visam desencadear aí um interesse particular pela prática
daquelas artes e no uso desse tipo de recursos para a prossecução dos objectivos
globais do Ensino Básico, e bem assim, nas Escolas e Jardins de Infância que nisso se
revelem empenhados, dar início a projectos específicos, adaptados às condições
peculiares do espaço e da comunidade educativa, que resultem da iniciativa dos
educadores e do entusiasmo dos alunos, na certeza de que a ambos a Oficina prestará
apoio em formação e saber fazer e, segundo um calendário oportunamente fixado, em
cooperação efectiva.

1.1. FUNDAMENTAÇÃO

A juventude, a adolescência e a infância formam um campo em que


resplandece o vir-a-ser humano e brilha o ser humano completo que aguarda a
conclusão de todo esse processo de crescimento material e interior, corporal e
emocional, físico e intelectual, que fazem dele um vasto campo social e humano, rico
de diversidade e potencialidade, no qual se verifica uma simbiose natural que dá
origem a uma interacção privilegiada e única que, através do carácter lúdico e
eminentemente criativo das artes performativas, permite que cada uma das faixas
etárias possa maximizar os ganhos na aquisição de qualidades humanas que o
desenvolvimento do trabalho educativo nessas áreas deve proporcionar-lhes.
Pretende-se assim dar seguimento a uma aposta clara na educação artística, e nas artes

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performativas, que a comunidade científica e o meio educativo em particular têm
vindo colocar na ordem do dia.

De acordo com este princípio de acção e com vista a dotar de suporte vivencial
o contexto em que esta evolução deve operar-se, é de todo o interesse que o acréscimo
da oferta de opções de Ensino Artístico que venham a prefigurar-se no Ensino
Secundário, seja acompanhado por um trabalho preparatório ao nível do Ensino
Básico, aumentando ao mesmo tempo a oferta de oportunidades de aplicação prática
dos conhecimentos adquiridos estimulando ainda interacções entre diversos graus de
ensino, as quais não deixarão de contribuir para cimentar a unidade do sistema.
Os professores dos graus mais avançados do Ensino Básico, confrontados
com, e quantas vezes submergidos por, um meio social envolvente desestruturado e
violento, que se reflecte fatalmente no interior da escola, os professores do 1º Ciclo,
condicionados pelas limitações da monodocência, e os educadores de infância,
limitados pelos condicionalismos de um currículo demasiado vago, têm em diversos
momentos manifestado a sua apetência e entusiasmo por iniciativas pedagógicas que
tragam aos seus locais de trabalho o brilho e a vivacidade da inovação e da
criatividade.
Por outro lado, e considerando apenas o âmbito da educação artística, oferecer
às disciplinas performativas as mesmas oportunidades de expressão que, em geral, são
atribuídas às artes plásticas ou ao manuseamento criativo da língua materna, e mesmo
assim criando ainda novas e originais possibilidades de trabalhar também nessas
disciplinas, localizar vocações e preparar a possibilidade de futuras opções
alternativas constitui por certo uma sementeira que se prevê fecunda, num terreno que
é, de certeza, o mais fértil.

1.2. METODOLOGIAS E ESTRATÉGIA

O desenvolvimento da acção consiste na reprodução consecutiva do modelo


aplicado na concepção, criação e montagem da performance inicial, enriquecida de
cada vez pela experiência acumulada.
Quer isto dizer que, quer no momento da concepção e apresentação, quer no
posterior desenvolvimento das acções desencadeadas, se procurará pôr em
funcionamento um sistema baseado no dinamismo decorrente da contínua aplicação
da função – FORMAÇÃO+CRIAÇÃO+APLICAÇÃO+AVALIAÇÃO e de novo
formação (consoante as necessidades detectadas ao longo do processo); criação
(segundo um processo contínuo de criação e recriação que vai mantendo a
performance num regime de obra aberta); aplicação (tentando sempre vivificar os
conhecimentos adquiridos nas actividades de formação tornando-os “leit-motiv” do
trabalho criativo); avaliação (sempre segundo grelhas previamente estabelecidas e
estimulando, pelo princípio da auto-apreciação e da auto-crítica, a aquisição de uma
sólida educação artística); tudo isto gerando sucessivos anéis em que se procurará
prosseguir objectivos de uma cada vez maior qualidade performativa.
Com base na aplicação de exercícios de improvisação já profundamente
experimentados e aperfeiçoados para as áreas da expressão corporal, da dança

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criativa, da expressão pelo movimento rítmico, da expressão dramática e musical irá,
pelo desenvolvimento da própria prática, sendo concebido um espectáculo e
construído um guião que constituirá, a partir daí, o quadro de referência para o
trabalho criativo subsequente e, ao mesmo tempo, objecto de permanente trabalho de
repetição e aperfeiçoamento. Recursos como a recuperação de materiais e as técnicas
associadas às artes circenses (malabarismo, contorcionismo, acrobacia, ilusionismo,
palhaços, etc.) serão também mobilizados para a composição de uma performance
construída em módulos independentes (vulgo “sketches”) que, mantendo a fidelidade
à fábula descrita no guião, serão montados de forma a adaptar o espectáculo às
especificidades dos ambientes educativos em que vai ser apresentado, utilizando uns,
não utilizando outros, e mantendo sempre activo o trabalho de criação por forma a
dispor de uma panóplia cada vez mais variada de possibilidades de intervenção.
Este espectáculo será, então, utilizado como “leit-motiv” e capital negocial
para que em cada Escola ou Jardim de Infância sejam desencadeados projectos
criativos em artes performativas que, por sua vez, reproduzirão o mesmo modelo de
desenvolvimento em espiral que terá então já beneficiado da experiência acumulada
durante o período de concepção e montagem.

1.3. OBJECTIVOS

De um modo global é objectivo central do projecto, o desenvolvimento de


atitudes criativas e, na perspectiva de uma “demarche” enriquecedora, dotar o
conjunto do sistema de um campo de ensaio e aplicação de técnicas performativas.
Esta “demarche” integra-se no conjunto dos objectivos gerais assinalados para a área
das expressões que integra as orientações curriculares e os programas para o Ensino
Pré-escolar e o 1º Ciclo, mas que depois, inopinadamente, quase desaparece do
desenho das actividades educativas do restante Ensino Básico.

1.3.1. OBJECTIVOS GERAIS

Sendo que, de acordo com os respectivos níveis etários e de escolaridade, as


actividades expressivas devem, na generalidade, desenvolver no aluno capacidades
tais como a/o:
- expressão e comunicação;
- auto-confiança
- autonomia;
- sentido crítico, analítico e interventivo;
- sensibilidade estética;
- fruição do belo;

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são objectivos gerais assinalados à explanação prática deste projecto:

- evidenciar competências expressivas fundadas sobre um


desenvolvimento multilateral e harmonioso;
- evidenciar aptidões técnicas e manuais na solução de problemas
práticos e na realização de produtos de expressão;
- utilizar técnicas variadas de produção sonora, a nível vocal,
corporal e instrumental;
- revelar curiosidade e auto-confiança perante situações
diversificadas;
- tomar iniciativas e fazer opções no domínio de actividades
escolares e recreativas, tendo em conta os gostos e interesses
pessoais dos alunos;
- identificar os seus interesses, saberes e capacidades, de modo a
fundamentar opções estéticas;
- cooperar para o aperfeiçoamento pessoal e dos outros em situações
criativas e interactivas.

Independentemente do prosseguimento destes objectivos gerais, dever-se-á


procurar contribuir para a realização de um elevado nível de transversalidade nos
Objectivos Gerais do Ensino Básico, com relação aos quais estes foram confrontados
e aferidos.

1.3.2 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

Adentro das especificidades dos dinamismos performativos, tratar-se-á de


contribuir para a concretização dos objectivos assinalados ao 1º Ciclo do Ensino Bási-
co para a área das expressões, procurando seguir do mesmo modo o corpo de
competências, aprendizagens e aquisições propostos para a reflexão participada sobre
os currículos do Ensino Básico na referida área, nomeadamente:

- reproduzir e recriar informações auditivas;


- relacionar sons estabelecendo relações entre eles e associando-os a
instrumentos e outras fontes que os produzam;
- aplicar capacidades de expressão e criação através da participação
em actividades performativas;
- exprimir-se em grupo vocal e corporalmente;
- saber escutar ver e apreciar, esteticamente, manifestações artísticas
performativas;
- dramatizar situações como via de exploração de significados;
- expressar-se com criatividade através de diferentes linguagens,
técnicas e materiais;

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- compreender que a arte produz emoções e gera intercompreensão
entre pessoas e culturas;
- utilizar as potencialidades expressivas conjugadas do corpo, da voz,
do gesto e do movimento para comunicar com naturalidade;
- relacionar gestos, palavras, sons e movimentos com a expressão de
sentimentos, ideias e emoções;
- relacionar-se com o espaço e explorá-lo.

Estes objectivos devem por sua vez articular-se com as Orientações


Curriculares para o Ensino Pré-Escolar por forma a preparar o terreno da sua
prossecução nos níveis de aprendizagem subsequentes, e com as peculiaridades das
comunidades educativas estabelecidas em torno das Escolas de Ensino Básico
Integrado e EB 2,3 , preferencialmente aquelas que se encontrem situadas em
Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIPs), de modo a que, mesmo
quando, nominalmente, alguns conteúdos e áreas de trabalho tenham desaparecido da
configuração curricular, não cesse o desenvolvimento daquelas competências, se
façam frutificar as aprendizagens havidas e se possa fazer uso das aquisições
eventualmente ali conseguidas.
Será ainda objecto de atenção particular e especializada, tendo em conta as
suas especificidades óbvias, o campo de trabalho em que estão abrangidas as crianças
portadoras de deficiência.
Tendo em conta o que ficou dito, e ainda a natural identificação dos objectivos
específicos do trabalho, com os princípios da Escola Inclusiva, configura-se, não só
como traço original e característico desta acção, mas também como o seu objectivo
central e o motor essencial do seu dinamismo, a interacção dos vários níveis etários
que estão abrangidos pelo nosso sistema educativo, a favor, principalmente, dos
sectores dele que apresentam maiores fragilidades.

1.4. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO ALVO

Considerando as vertentes performativa e desencadeadora, a acção dirige-se a


toda a população estudantil, desde o Ensino Pré-Escolar até ao nível pré-universitário,
tomando sempre em consideração a diversidade dos seus enquadramentos.

1.4.1. A população dos Jardins de Infância que pertencem à Rede Pública de


Educação Pré-Escolar e também as creches que manifestem abertura e
interesse em

1.4.2. receber a performance montada com os módulos que se inscrevam nos


recentes desenvolvimentos no sentido da apreciação da arte em idades muito
precoces (vide: teatro para bebés, concertos para bebés e, de um modo geral, o
que decorre da aplicação do princípio da estimulação precoce).

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1.4.2. As crianças matriculadas nas Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico e as que,
eventualmente, estejam abrangidas por Escolas do Ensino Básico Integrado ou façam
parte do sistema do Ensino Particular e Cooperativo.

1.4.3. Os adolescentes matriculados, quer nas Escolas atrás referidas, quer nas EB
2,3 , ainda que observando o carácter preferencial óbvio daquelas que beneficiam de
estatuto especial..

1.4.4. Os estudantes do Ensino Secundário, nomeadamente os que se encontrem


inscritos em clubes e opções artísticas, sendo que estes e os referidos em 1.4.5.
constituirão o grupo activo da “Oficina Permanente de Artes Performativas” e no seu
conjunto não devem ser em número inferior a dez nem superior a vinte. Isto não quer
dizer que, em determinadas acções de formação, este número não possa ser,
pontualmente, alterado.

1.4.5. Os estudantes que, tendo acabado o 12º Ano, não entraram na Universidade ou
se encontram a repetir uma ou mais disciplinas do 12º Ano e se vêem conduzidos para
uma “terra de ninguém” educativa que contribui ainda mais para os tornar presa
potencial de todos os riscos em que são férteis as idades correspondentes a períodos
de transição.

1.4.6. As crianças, adolescentes e jovens portadores de deficiência que,


independentemente da sua integração no sistema educativo, se encontrem
enquadrados em instituições especializadas, nas quais possam ser desencadeados
projectos especificamente concebidos para esta área de trabalho.

1.5. ÃMBITO GEOGRÁFICO DA ACÇÃO

Numa primeira fase a acção confinar-se-á à área geográfica correspondente ao


Concelho de Faro. De acordo com a experiência acumulada e a avaliação do processo,
considerar-se-á a sua extensão a todo o âmbito geográfico sob a orientação da
Direcção Regional de Educação do Algarve.

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1.6.ASPECTOS INOVADORES E EFEITO MULTIPLICADOR

1.6.1. O aspecto mais inovador do presente projecto consiste, provavelmente, no facto


de, ao mesmo tempo que se promovem transversalidades ao nível dos objectivos
gerais, serem promovidas interacções verticais entre os vários níveis do nosso sistema
educativo, desde o pré-escolar ao pré-universitário.

1.6.2. Um segundo aspecto de interesse e actualidade reside no facto de, ao


desenvolver a acção, se contribuir para a consolidação do conceito de Artes
Performativas que, tendencialmente, substituirá as Artes tradicionais
compartimentadamente concebidas.

1.6.3. O terceiro aspecto inovador consiste no facto de, ao desenvolver projectos


específicos a partir das Escolas e Jardins de Infância pela própria iniciativa destes, pôr
em desenvolvimento um vector de implementação no sentido de baixo para cima e
não ao contrário como é comum e se faz tradicionalmente, contribuindo assim para
que os professores e educadores vejam reconhecido e valorizado o seu papel na
construção e desenvolvimento dos currículos escolares.

1.6.4. O decorrer da acção permitirá também criar condições para, ao congregar


apoios e os meios necessários ao seu desenvolvimento, serem estabelecidas pontes
entre as diversas instituições e organismos que se movem na área da acção cultural e
artística e as comunidades educativas em que aquelas se integram.

1.6.5. Ao apresentar a performance serão, com certeza, desencadeadas


transversalidades que transvasam do âmbito estrito da educação artística e se tornam
motivadoras para o trabalho noutras áreas.

2. ESTRUTURA E PLANEAMENTO DA ACÇÃO

2.1. DESCRIÇÃO DA ACÇÃO

Ao longo do período que decorre até à interrupção de Natal, desenvolver-se-ão


actividades de formação, concepção e montagem. Para além da formação específica

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que, eventualmente, tenham ou estejam a receber, todos os performers serão alvo de
uma formação prática essencial em cada uma das áreas da actividade performativa,
de modo a garantir que todos disponham da proficiência técnica mínima ao nível das
expressões corporal, dramática, rítmica e musical, bem como um razoável domínio
dos mecanismos do esquema corporal e a preparação física que lhes permita dar
resposta às solicitações criativas e de execução da referida actividade performativa.
Esta actividade formativa, ainda que seja necessariamente desenvolvida com
maior intensidade no período inicial do trabalho, prolongar-se-á ao longo de todo o
tempo de duração da acção, mantendo sempre com a actividade criativa um “tandem”
de tensão e equilíbrio indispensável a toda a actividade artística séria.
Ao mesmo tempo serão lançadas as bases conceptuais que levarão à montagem
de uma performance composta sobre módulos separados que possam ser utilizados em
diferentes situações performativas segundo a selecção e o arranjo mais conveniente
em vista das características do meio onde a performance vá ser apresentada.
Tão cedo quanto possível, durante o primeiro período começarão a ser
estabelecidos os contactos que permitirão dar sequência aos diferentes níveis de
colaboração que a implementação de um projecto deste género exige.
A partir do segundo período terão início as actividades de apresentação por
forma a ir estabelecendo os contactos que, através desta actividade de apresentação e
da auscultação do campo em que se desenvolve o trabalho, permita, ao longo do
terceiro período, proceder a avaliação do impacto das apresentações e ao lançamento
dos projectos performativos nas Escolas e Jardins de Infância.
Actividades de apoio efectivo em Escolas e Jardins de Infância poderão ser
desencadeadas de imediato, de acordo com a iniciativa e a vontade dos respectivos
estabelecimentos.

2.2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS

2.2.1. Joaquim Morgado – responsável pela formação básica na área da música e


coordenação do projecto para o 1º Ciclo do Ensino Básico.

2.2.2. Ana Cristina Cantinho – responsável pela formação básica na área da expressão
dramática e da dança, bem como pela coordenação do projecto para o Ensino
Pré-Escolar.

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2.3.AVALIAÇÃO DA ACÇÃO

Periodicamente serão promovidas reuniões de auto e hetero-avaliação sendo ao


mesmo tempo criadas grelhas de avaliação sectorial, que todos os colaboradores,
professores, educadores e outros profissionais envolvidos, serão convidados a
preencher. Independentemente dos projectos específicos que venham a ser
desencadeados nas Escolas e Jardins de Infância visitados, será implementado um
sistema de revisitas que permitirá, através de materiais de avaliação fornecidos após a
apresentação da performance inicial, aquilatar do impacto e poder multiplicador da
acção desenvolvida. Com base, também, nesta avaliação é que será ponderado o início
dos projectos específicos para cada Escola ou Jardim de Infância, e estes terão por sua
vez um sistema de avaliação individualizado e próprio segundo critérios de
apreciação, criação e execução adaptados a cada caso em particular.

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