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Estilos de apegos

Estes estilos de apegos são precoces, portanto não é uma escolha e sim uma
adaptação, podendo ser modificado ao longo da vida.

Apego seguro - criança

Os pais estão sempre disponíveis para atender as necessidades básicas das crianças,
estão sempre presentes apresentando uma comunicação clara e objetiva compatível com a
idade da criança através da expressão facial, tom de voz. O comportamento dos pais é sempre
previsível, a criança sabe o que esperar o tempo todo.

Quando a criança entrar em contato com uma emoção negativa os pais está ali para
ajudar a criança se reestabelecer emocionalmente.

Apego seguro – adulto

É um adulto otimista, confiante, esperançoso em relação a vida, ela confia nas


pessoas ao redor, vai atrás dos sonhos de forma organizada, há uma alto valoração onde os
relacionamentos tendem a ser saudáveis, tem uma resiliência maior , lindando de maneira
mais fácil a situações de estresse, sendo mais calma.

São pessoas disponíveis para reparar as relações sabendo admitir que estão erradas,
sabendo pedir desculpas e receber este pedido de desculpa de uma forma positiva, isto é, tem
uma capacidade acima do normal de reparar relacionamentos.

São realistas e otimistas em relação ao futuro, detectando perigos reais no ambiente


relacional.

Apego evitante – pais

Existe uma distancia emocional bem grande por parte dos pais, havendo uma rejeição
inconsciente por parte dos pais, as expressões verbais e faciais não estão de acordo com a
idade tornando difícil para a criança saber definir o que esta acontecendo. Esses pais
incapazes de perceber as necessidades das crianças, pois não há vínculo afetivo eficiente para
isso.
Apego evitante – criança

Toda criança tem uma busca intensa pelos pais e neste estilo de apego esta busca é inútil, pois
não houve o vinculo emocional necessário gerando uma frustração muito grande, a partir daí
essa criança para alivia a frustração deixa de procurar se relacionar com os pais passando a se
isolar em seu mundo/bolha emocional. Todas as suas relações afetivas fica comprometida sem
que a criança perceba.

Apego evitante – comportamento em criança

Esta falta de relacionamento afetivo gera alguns comportamentos inadequados


devido ao estilo de apego evitante.

A criança com este etilo de apego para de buscar proximidade com os pais,
diminuem as expectativas de construir um vínculo afetivo com as outras pessoas devido aos
fracassos de se conectar com os pais, sem perceber as crianças de isolam e passam a ter
pensamentos lógicos e racionais, distanciando da intuição, da criatividade, passando a ter
pensamentos distorcidos da realidade, acreditando que não pertencem a este mundo ou que
são rejeitadas, pois não de construiu a “esperança” para seu futuro.

Apego evitante – comportamento em adulto

Com frequência dizem que estão em um deserto emocional, sendo difícil se conectar
com qualquer tipo de emoção, minimizando as relações pessoais como se não tivessem
importância, apresentam uma independência, gosta de fazer as coisas todas sozinhas, não há
uma memoria clara da infância, como se tivesse ocorrido um “apagão” na memoria infantil,
pode enviar mensagens dizendo que não precisa de outras pessoas, ainda que isto seja uma
inverdade, ela se afasta de qualquer sentimento que chegue muito perto dela, pois ela lembra
que na infância entrar em contato com as emoções era frustrante e dolorido para esta pessoa,
visto que não havia respaldo dos pais para ajudar a se conectar e regular as emoções/afetos e o
meio de defesa que foi criado é não se conectar com as emoções.

Na vida adulta apresenta uma racionalidade evidente, podendo ate pensar que são
superiores aos outros, isto é uma estratégia de defesa para dar sentido ao isolamento e a não
conexão emocional com outras pessoas. Esta defesa estratégica foi criada na infância e na
vida adulta ela não tem consciência de que ela esta fazendo isto. O trabalho terapêutico
precisa ser feito bem devagar, pois é muito dolorido para este adulto reconhecer que não há
perigo em se relacionar.