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Nicette Bruno
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Nicette Bruno

Bruno em maio de 2008

Nome completo Nicete Xavier Miessa

Pseudônimo(s) Nicette Bruno

Nascimento 7 de janeiro de 1933(86 anos)


Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Nacionalidade brasileira

Progenitores Mãe: Eleonor Bruno

Parentesco Vanessa Goulart (neta)

Cônjuge Paulo Goulart (c. 1954; v.2014)

Filho(s)  Bárbara Bruno (n. 1953)


 Beth Goulart (n. 1961)
 Paulo Goulart Filho (n.1965)

Ocupação  atriz
 empresária
 encenadora
 escritora
Período de 1945–presente
atividade

Prêmios Prêmio ABCT

1947: Atriz Revelação — A


Filha de Iório
1958: Melhor Atriz — Pedro
Mico

Prêmio Governo do Estado do


Rio de Janeiro

1958: Melhor Atriz — Pedro


Mico

Prêmio Molière

1974: Melhor Atriz — O Efeito


dos Raios Gama Sobre as
Margaridas do Campo

Troféu APCA

1978: Melhor Atriz — Éramos


Seis
1980: Melhor Atriz — Como
Salvar Meu Casamento
1998: Melhor Atriz — Somos
Irmãs

Prêmio Shell

1998: Melhor Atriz — Somos


Irmãs
2006: Troféu Especial —
Realizações teatrais ao longo de
mais de duas décadas

Troféu Leão Lobo

2006: Melhor Atriz Coadjuvante


— Alma Gêmea

Troféu Eusélio Oliveira


2011: Conjunto da Obra — Ela
mesma
Troféu Tropeiro

2015: Destaque Nacional na


Dramaturgia — Ela mesma

19º Brazilian International


Press Awards

2016: Lifetime Achievement


Award — Ela mesma

Prêmio Cesgranrio de Teatro


2017: Prêmio Especial — Por
seus setenta anos de carreira

Religião espiritismo

Nicete Xavier Miessa (Niterói, 7 de janeiro de 1933), mais conhecida por seu nome
artístico Nicette Bruno, é uma atriz brasileira.[1]Nicette realizou sua estreia profissional em
1945, na peça teatral Romeu e Julieta, baseada na obra literária homônima de William
Shakespeare.
Filha da atriz Eleonor Bruno, Nicette foi casada com o ator Paulo Goulart, com quem ela
teve três filhos, os atores Beth Goulart, Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho. Seus
trabalhos na televisão incluem Bebê a Bordo (1988), Rainha da Sucata (1990), Mulheres
de Areia (1993), A Próxima Vítima (1995), Sítio do Picapau Amarelo (2001), Alma
Gêmea (2005), Sete Pecados (2008), A Vida da Gente(2012), e outras obras televisivas,
sendo pioneira da televisão brasileira e uma das referências na história da teledramaturgia
do país.[2]

Índice

 1Biografia
o 1.1Vida profissional
 2Teatro
 3Filmografia
o 3.1Televisão
o 3.2Cinema
 4Obras
 5Prêmios e indicações
 6Referências
 7Bibliografia
 8Ligações externas

Biografia[editar | editar código-fonte]


Única filha de Sinésio Campos Xavier e da atriz Eleonor Bruno. Nicette começou a carreira
artística em influência da própria família, em que praticamente todos os parentes se
dedicaram à arte. Quando Nicette tinha apenas quatro anos, declamava e cantava no
programa infantil do Alberto Manes, na Rádio Guanabara. Aos cinco anos, começou a
estudar piano, no Conservatório Nacional, e a se apresentar como pianista, no mesmo
programa, e aos seis, ingressou no balé no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.[3]
Quando tinha onze anos, entrou para o grupo de teatro da Associação Cristã de Moços.
Depois, passou pelo Teatro Universitário, de Jerusa Camões, e pelo Teatro do Estudante,
dirigido pelo Paschoal Carlos Magno e Maria Jacintha. Aos catorze anos, já era
profissional de teatro, contratada pela Companhia Dulcina-Odilon, da atriz Dulcina de
Morais.[3]
Em 1952, Nicette conheceu o ator Paulo Goulart, durante a peça Senhorita Minha Mãe, de
Louis Verneuil, com quem se casa em 26 de fevereiro de 1954, uma sexta-feira véspera de
Carnaval, na Igreja de Santa Cecília, em São Paulo. A cerimônia foi seguida de festa no
Teatro Íntimo Nicette Bruno (TINB).[4] Eles tiveram três filhos: Beth Goulart, Bárbara Bruno
e Paulo Goulart Filho – que seguiram a carreira dos pais. Com 56 anos de casamento,
tinham sete netos e dois bisnetos.[5] Junto com o marido, a atriz conheceu o kardecismo há
mais de quatro décadas, em virtude da morte de um parente seu. A doutrina, que eles
transmitiram aos três filhos, os ajudou a superar a perda.[6] Ficou viúva em 2014, quando
Paulo Goulart faleceu em decorrência de câncer.[7]
Vida profissional[editar | editar código-fonte]
Em 1945, atuou como Julieta na peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare.[3] Sua
estreia oficial aconteceu em 1947, na peça A Filha de Iório, de Gabriel D’Annunzio. Sua
atuação lhe valeu a medalha de ouro de Atriz Revelação pela ABCT (Associação Brasileira
de Críticos Teatrais). Durante sua adolescência, participou de diversas peças de destaque,
como Anjo Negro, de Nelson Rodrigues e O Fantasma de Canterville, baseado em Oscar
Wilde.
Aos dezessete anos, fundou, em São Paulo, o Teatro de Alumínio, na Praça das
Bandeiras, edifício sede do Teatro Íntimo Nicette Bruno (TINB), companhia criada em
1953. Paulo e Nicette inauguraram o TINB com a peça Ingênua Até Certo Ponto, de Hugh
Herbert, com direção de Armando Couto. Em 1958, atuou na premiada criação de
Aparecida, em Pedro Mico, de Antônio Callado. Durante as décadas de 1950 e 1960,
integrou praticamente todas as principais companhias de teatro do país.[2]
Em 1959, na TV Continental ganhou um papel da destaque, interpretando a personagem-
título no seriado ao vivo Dona Jandira em Busca da Felicidade. Sua primeira telenovela
foi Os Fantoches (1967), de Ivani Ribeiro, na TV Excelsior. Nos anos 1960 nas extintas
emissoras TV Excelsior e Rede Tupi, atuou em novelas de sucesso na época como A
Muralha, O Meu Pé de Laranja Lima, Rosa dos Ventos, Papai Coração, Éramos
Seis e Como Salvar Meu Casamento. Depois, ao transferir-se para a Rede
Globo encarnou ainda personagens célebres em novelas como Sétimo Sentido, Louco
Amor, Selva de Pedra, Bebê a Bordo, Rainha da Sucata, Mulheres de Areia, entre outros
sucessos.[8]
Em 1962, Nicette e seu marido, a convite de Cláudio Corrêa e Castro, moraram em
Curitiba, trabalhando no Teatro Guaíra, lecionando artes cênicas para o projeto Curso
Permanente de Teatro e fazendo parte do Teatro de Comédia do Paraná (TCP), em que
produziram diversas montagens, como Um Elefante no Caos, de Millôr Fernandes, A
Megera Domada, de Shakespeare e O Santo Milagroso, de Lauro César Muniz.[9]
Sua primeira participação no cinema foi no filme Querida Susana (1947), sob a direção de
Alberto Pieralisi. Participou também dos filmes Canto da Saudade (1952),[10] Esquina da
Ilusão (1953), A Marcha (1972),[11] Vila Isabel (1998), Zoando na TV (1999), Seja o que
Deus Quiser! (2002), A Guerra dos Rocha (2008), A Casa das Horas (2010) e Doidas e
Santas (2016),[12] porém sem nunca deixar o teatro.[13]

Nicette caracterizada como Dona Benta, um de seus personagens mais lembrados até hoje.

Em 2001, após ter se afastado por um bom tempo da televisão, encarnou Dona
Benta durante quatro anos na segunda versão para a TV do Sítio do Pica-Pau Amarelo,
ganhando grande notoriedade com este papel.[14] Em 2005, volta às telenovelas
interpretando a divertida e rabugenta sogra Ofélia em Alma Gêmea. Em 2006, faz uma
breve, porém significativa participação especial no primeiro capítulo de O Profeta como Tia
Cleide. Em 2007, é a vez da humilde e bondosa Dona Juju em Sete Pecados.
Em 2010, dá vida à personagem Júlia Spina em Ti Ti Ti.[15] No ano seguinte, interpreta Iná,
em A Vida da Gente.[16] Em 2012, interpreta a matriarca Dona Leonor em Salve
Jorge.[17] Em 2013, Nicette trabalhou na novela Joia Rara, interpretando a personagem
Santinha.[18] No mesmo ano, Nicette e a sua filha Beth Goulart foram as apresentadoras da
cerimônia de premiação da 25ª edição do Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro.[19] Em
2014, a atriz estreou a peça Perdas e Ganhos. O monólogo da escritora Lya Luft, com
direção da filha da atriz, Beth Goulart, é uma homenagem ao marido, o ator Paulo
Goulart.[20] Em 2015, na novela I Love Paraisópolis, de Alcides Nogueira e Mário Teixeira,
Nicette foi Izabelita, uma divertida viúva, acionista majoritária da Pilartex que sofria de Mal
de Alzheimer.[21]
Em julho de 2016, Nicette relembrou a personagem Dona Benta da série Sítio do Picapau
Amarelo no programa Criança Esperança.[22] Em agosto do mesmo ano, a atriz voltou aos
palcos com a peça O Que Terá Acontecido a Baby Jane? ao lado de Eva Wilma. A história
é sobre a relação tumultuada entre duas irmãs: Blanche e Jane Hudson.[23] Em 2017,
interpreta a bondosa e divertida Elza, tia do protagonista Júlio em Pega Pega, fazendo
também uma dupla cômica com Cristina Pereira, sua irmã na trama.[24]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel Prêmios e Indicações

Romeu e Julieta Julieta


1945
O Fantasma de Canterville

A Filha de Iório Ordella Prêmio ABCT - Atriz revelação

Dias Felizes
1947
Já é Manhã no Mar

3200 Metros de Altitude

Anjo Negro
1948
O Balão Que Caiu no Mar

O Sorriso de Gioconda
1949
Os Homens
Senhorita Minha Mãe
1952
Amor Versus Casamento

Ingênua Até Certo Ponto

Week-end
1953

É Proibido Suicidar-se na
Primavera

1954 Ingenuidade

1955 Bife, Bebida e Sexo

Os Amantes

1957 Paixão da Terra

A Vida Não É Nossa

Prêmio ABCT - Melhor atriz


Pedro Mico Aparecida[25] Prêmio Governo do Estado do Rio
de Janeiro - Melhor atriz
1958

Inimigos Íntimos

1962 Zefa entre os Homens Zefa[26]

1963 Um Elefante no Caos

1964 A Megera Domada


1965 O Santo Milagroso

1967 Boa Tarde, Excelência

Os Últimos
1968
O Olho Azul da Falecida

O Efeito dos Raios Gama Sobre as


Prêmio Molière - Melhor atriz
Margaridas do Campo
1974

O Prisioneiro da Segunda Avenida

1976 Classe Média, Televisão Quebrada

Dona Rosita, a Solteira


1980
Mãos ao Alto, São Paulo!

1982 Agnes de Deus

1984 Boa Noite, Mãe Mãe

1986 Trilogia da Louca

1987 Aviso Prévio

1988 À Margem da Vida

1989 Meu Reino por um Cavalo

1990 Flávia, Cabeça, Tronco e Membros


1991 Céu de Lona

1994 Enfim sós

Gertrude Stein, Alice Toklas &


1996
Pablo Picasso

1997 Roque Santeiro

Prêmio Shell - Melhor atriz


1998 Somos Irmãs
Troféu APCA - Melhor atriz

2000 Crimes Delicados

2003 Sábado, Domingo e Segunda

2005 As Alegres Canções da Montanha

2006 O Homem Inesperado Marta[27]

2014 Perdas e Ganhos

O Que Terá Acontecido a Baby Blanche


2016
Jane? Hudson

Filmografia[editar | editar código-fonte]


Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel Notas

1952 A Corda

Episódio: "Os
1952—
Grande Teatro Tupi Tessa Enamorados"
59
Episódio: "Um Soldado
em Nova York"
Episódio: "De Nova
York para Detroit"
Episódio: "Que o Céu a
Condene"
Episódio: "De Amor
Também se Morre"
Episódio: "Festim
Diabólico"
Episódio: "Fugir, Casar
ou Morrer"

1953 Teatro Nicete Bruno Várias personagens

1958 Suspeita

1959— Dona Jandira em Busca da


Dona Jandira
63 Felicidade

1967 Os Fantoches Estela

A Muralha Margarida Olinto


1968
Legião dos Esquecidos

1969 Sangue do Meu Sangue Clara

A Gordinha Mônica
1970
O Meu Pé de Laranja Lima Cecília

1971 A Fábrica Clara

Signo da Esperança Luiza


1972
Camomila e Bem-me-quer Margot

1973 Rosa dos Ventos Madre Maria das Neves


As Divinas... e
Helena
Maravilhosas

1976 Papai Coração Sílvia

Eleonora Abílio de Lemos


1977 Éramos Seis
(Dona Lola)

1978 Salário Mínimo Zilda

Como Salvar Meu


1979 Isadora (Dorinha)
Casamento

1981 Obrigado, Doutor Irmã Júlia

1982 Sétimo Sentido Sara Mendes

1983 Louco Amor Isolda Becker

1984 Meu Destino É pecar Clara Castro

1985 Tenda dos Milagres Joana

1986 Selva de Pedra Fanny Marlene

1987 Helena Marilia

1988 Bebê a Bordo Branca Ladeira

1990 Rainha da Sucata Neiva Pereira

1992 Perigosas Peruas Vivian Bergman


1993 Mulheres de Areia Julieta Sampaio (Juju)

1994 Incidente em Antares Lanja Vacariano

A Próxima Vítima Antonina Giovanni (Nina)

1995
Engraçadinha: Seus
Maria José (Zezé)
Amores e Seus Pecados

1997 O Amor Está no Ar Úrsula Souza Carvalho Uchoa

1998 Labirinto Edite

Episódio: "Desgraça
O Belo e as Feras Eleonora
Pouca é Bobagem"
1999

Andando nas Nuvens Judite Mota

Você Decide Zélia Episódio: "A Volta"

Aquarela do Brasil Glória


2000

Episódio: "O Santo e a


Brava Gente Benona
Porca"

2001— Benta Encerrabodes de


Sítio do Picapau Amarelo
04 Oliveira (Dona Benta)

2005 Alma Gêmea Ofélia Santini

Cleide de Oliveira (Tia Episódio: "16 de


O Profeta
Cleide) outubro"
2006
Episódio: "Quem Rouba
A Diarista Jane
Tem!"
2007 Sete Pecados Julieta Verona (Juju)

Episódio: "Amor Não


Dicas de um Sedutor Rosa
Tem Idade"
2008

Nada Fofa Dona Nice Especial de Fim de Ano

2010 Ti Ti Ti Júlia Spina

2011 A Vida da Gente Iná Fonseca

Episódio: "A Mamãe da


As Brasileiras Isaura
Barra"
2012

Salve Jorge Leonor Flores Galvão

2013 Joia Rara Santa Maria Vidal (Santinha)

Izabel Maria Marins de


2015 I Love Paraisópolis
Albuquerque (Izabelita)[28]

Dona Benta (do Sítio do Picapau


2016 Criança Esperança Especial
Amarelo)[22] / Ela mesma

2017 Pega Pega Elza Mendes da Silva[29]

Malhação: Vidas Episódios: "6–22 de


2018 Estela Santos
Brasileiras junho"

2019 Órfãos da Terra Ester Blum[30] [31]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel


1947 Querida Susana

1952 O Canto da Saudade A Própria

1953 Esquina da Ilusão Iracema

1972 A Marcha Lucila[32]

1998 Vila Isabel

1999 Zoando na TV Dona Xênia

2002 Seja o que Deus Quiser! Velha maluca

2008 A Guerra dos Rocha Dinorá França (Nonô)

2010 A Casa das Horas Mrs. Celeste

2016 Doidas e Santas Elda

2018 O Avental Rosa Dona Tereza

Obras[editar | editar código-fonte]


Em 2010, Nicette lançou o livro Grandes pratos e pequenas histórias de amor em parceria
com o seu marido Paulo Goulart. Este livro de culinária traz receitas que o casal criou ou
simplesmente testou em seus almoços de domingo, ao lado da família e dos amigos.[33]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]


Entre os prêmios e homenagens que coleciona, está Prêmio ABCT de Atriz Revelação na
peça A Filha de Iório (1947), Prêmio ABCT e o Prêmio Governo do Estado do Rio de
Janeiro de Melhor Atriz no espetáculo teatral Pedro Mico (1958), Prêmio Molière de Melhor
Atriz na peça O Efeito dos Raios Gama Sobre as Margaridas do Campo (1974).[34]Nicette
foi três vezes premiada com o Troféu APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte),
como Melhor Atriz na peça Somos Irmãs (1998), nas novelas Éramos Seis (1978) e Como
Salvar Meu Casamento (1980). Em 1998, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz pelo
trabalho na peça teatral Somos Irmãs.[35]
Em 2006, a família Goulart foi homenageada na 18.ª edição do prêmio Shell de Teatro do
Rio de Janeiro. Paulo Goulart, Nicette Bruno e seus filhos Beth Goulart, Bárbara Bruno e
Paulo Goulart Filho receberam um Troféu Especial, pela união e trabalho desenvolvidos
nos palcos em mais de vinte anos de carreira.[36] No mesmo ano, Nicette ganhou o Troféu
Leão Lobo na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação em Alma Gêmea.[37]
Em setembro de 2010, junto com seu esposo, foi agraciada com a comenda da Ordem do
Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo.[38]
Foi homenageada na 21ª edição do Cine Ceará - Festival Ibero-Americano de Cinema,
onde recebeu o Troféu Eusélio Oliveira pelo conjunto da obra, em 2011.[39] Na 8ª edição do
Festival de Cinema da Lapa, a atriz recebeu o Troféu Tropeiro, uma homenagem que
contempla profissionais da dramaturgia de destaque nacional que tenham nascido ou
atuado no Paraná, em 2015.[40] Em maio de 2016, Nicette recebeu o prêmio Lifetime
Achievement Award no 19º Brazilian International Press Awards.[41] Em 2017, a atriz foi
homenageada na quarta edição do Prêmio Cesgranrio de Teatro, por seus setenta anos de
carreira.[42] E, no ano de 2018, recebeu o Troféu Mário Lago pelo conjunto de trabalhos.

Referências
1. ↑ Conheça os nomes reais dos famosos Terra
2. ↑ Ir para:a b NICETTE BRUNO MemóriaGlobo.
3. ↑ Ir para:a b c «Biografia de Nicette Bruno». Netsaber
4. ↑ Família de Paulo Goulart e Nicette Bruno domina palcos
paulistanos Veja São Paulo. (Setembro, 2009).
5. ↑ "A brasa não apaga" IstoÉ Gente.
6. ↑ Eles são espíritas IstoÉ Gente.
7. ↑ Velório de Paulo Goulart será no Theatro Municipal, em
São Paulo UOL entretenimento.(Março, 2014).
8. ↑ Bruno, Nicette (1933) Itaú Cultural.
9. ↑ Paulo Goulart e Nicette Bruno viveram em Curitiba na
década de 60 - Casal trabalhou no Teatro de Comédia do
Paraná Arquivado em 14 de março de 2014, no Wayback
Machine. Site Bem Paraná
10. ↑ Canto da Saudade (A Lenda do Carreiro) UOL
entretenimento.
11. ↑ Afonso Schmidt - Filme de A Marcha (1) Novo Milenio.
12. ↑ ‘Doidas e santas’: livro, peça e agora filme O Globo.
(Setembro, 2016).
13. ↑ Participação de Nicette Bruno em curta-metragem tem
mais impacto do que filme dedicado a Pelé O Globo.
(Junho, 2011).
14. ↑ «Fotos das personagens vividas por Nicette Bruno».
Conta Mais
15. ↑ «Ti Ti Ti: Nicette Bruno está confirmada». Estrelando
16. ↑ «A Vida da Gente: Nicette Bruno se destaca como a avó
mais fofa da TV». Extra
17. ↑ Nicete Bruno será a milionária muquirana em 'Salve
Jorge' IG. (Setembro, 2012).
18. ↑ Joia Rara Gshow.
19. ↑ Prêmio 'Shell' de Teatro anuncia vencedores da 25ª
edição do Rio de Janeiro Jornal do Brasil. (Março, 2013).
20. ↑ Espetáculo 'Perdas e Ganhos' traz Nicette Bruno a
Campinas RAC. (Novembro, 2014).
21. ↑ No papel de personagem com mal de Alzheimer em ‘I love
Paraisópolis’, Nicette Bruno diz como lida com suas
lembranças Extra. (Julho, 2015).
22. ↑ Ir para:a b EGO. «Atores relembram papéis históricos durante
mesão do 'Criança Esperança'». Consultado em 4 de julho
de 2016
23. ↑ Eva Wilma e Nicette Bruno estrelam O Que Terá
Acontecido a Baby Jane? Rede Globo. (Agosto, 2016).
24. ↑ Cristina Pereira e Nicette Bruno falam de tecnologia e
esbanjam fofura gshow. (Julho, 2017).
25. ↑ Fruto da Terra: Nicette Bruno Guia de Niterói.
26. ↑ “Zefa entre os homens”: coronéis usam a fé para explorar
o povo Funarte.
27. ↑ Paulo Goulart e Nicette Bruno apresentam "O Homem
Inesperado" Gazeta do Povo. (Novembro, 2011).
28. ↑ «Conheça o apartamento de Izabelita, um dos cenários
luxuosos da nova novela». GShow. 14 de abril de 2015
29. ↑ «'Pega Ladrão': conheça o elenco da nova novela das
7». Gshow
30. ↑ Redação (2 de outubro de 2018). «José de Abreu e
Nicette Bruno são escalados para novela "Órfãos da
Terra"». Notícias de TV. Consultado em 2 de outubro de
2018
31. ↑ Carla Bittencourt (1 de março de 2019). «Nicette Bruno
será judia possessiva e chantagista em 'Órfãos da Terra'».
Extra. Consultado em 1 de março de 2019
32. ↑ «A Marcha». Cinemateca Brasileira. Consultado em 25 de
fevereiro de 2017
33. ↑ Grandes pratos e pequenas histórias de amor Travessa.
34. ↑ Nicete Bruno Genética de artista IstoÉ Gente.
35. ↑ Nicette Bruno Itaú Cultural.
36. ↑ Família Goulart é homenageada no Prêmio Shell ofuxico.
(Abril, 2006).
37. ↑ Ceará do Pânico comemora prêmio nos braços da
namorada terra. (Abril, 2006).
38. ↑ «DECRETO Nº 56.210». Portal da Assembleia Legislativa
do Estado de São Paulo. 17 de setembro de 2010.
Consultado em 12 de março de 2018
39. ↑ Nicette Bruno vive solitária em filme e é homenageada em
festival terra. (Junho, 2011).
40. ↑ Nicette Bruno é homenageada em festival de cinema em
Curitiba CARAS. (Novembro, 2015).
41. ↑ Guilherme Arantes e Nicette Bruno no Press Awards
2016 Acontece. (Abril, 2016).
42. ↑ Prêmio Cesgranrio de Teatro anuncia vencedores e
homenageia Nicette Bruno O Globo. (Janeiro, 2017).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]


 Elaine Guerini (2004). Nicette Bruno e Paulo Goulart: tudo
em familia 1ª ed. [S.l.]: Imprensa Oficial do Estado de São
Paulo. 256 páginas. 12.0.812.953

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Nicette Bruno

 Nicette Bruno em Memória Globo (em português)


 Nicette Bruno (em inglês) no Internet Movie Database

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Troféu APCA de Melhor Atriz de Televisão

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