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PEA 5002- ENERGIA EÓLICA

FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA

EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição
EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição
EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição
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EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição

Aula 6:

FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das
FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das

Potencial eólico do parque eólico

Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
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Distribuição das turbinas no parque

Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
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Produção de energia de um parque

Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
Aula 6 : Potencial eólico do parque eólico Distribuição das turbinas no parque Produção de energia
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Recordando:

Importante: Boas práticas :

•Escolha do sítio e local de instalação de torre de medição •Escolha e instalação de
•Escolha do sítio e local de instalação de torre de medição
•Escolha e instalação de medidores e torre
•Coleta e tratamento de dados de vento

Estimativa do potencial eólico no local – ajuste climatológico

Importante: considerar a flutuação em longo prazo causada pelas variações na velocidade média do vento.
Importante: considerar a flutuação em longo prazo causada pelas
variações na velocidade média do vento. Medições de vento realizadas
em um bom ano, por
exemplo, com velocidades de vento acima da
média de longo termo, podem sobreestimar a produção de energia da
fazenda eólica.
VARIAÇÃO NA PRODUÇÃO DE ENERGIA A LONGO PRAZO DEVIDO AS VARIAÇÕES NA VELOCIDADE
MÉDIA ANUALDO VENTO
ANO
Produção de energia relativa aos valores médios de 1993 a 1998
1993
103,00%
1994
105,90%
1995
102,10%
1996
94,40%
1997
93,80%
1998
105,00%
Média 93-98
100,00%
Fonte: Custódio, 2007 apud Dewi

Para desenvolvimento de um projeto de parque

obter: :

qualidade

eólico, o ideal é •Medições com Para usar medições necessária: Prever
eólico, o ideal é
•Medições com
Para usar medições
necessária:
Prever

Durante um período de 05 à 10 anos

de vento feitas em curtos períodos faz-se

• a correlação dos dados de vento com medições de longo prazo

realizadas em outros locais.

A este procedimento chama-se MCP – Medir, Correlacionar,

Pesquisa de dados de longo prazo: pesquisa de registros de longo prazo que sirvam como
Pesquisa de dados de longo prazo: pesquisa de registros de longo prazo
que sirvam como base para os ajustes climatológicos . Estes registros
devem ter simultaneidade com o período de medição da(s) torre(s) para
que os estudos de correlação e extrapolação das médias de longo prazo
possam ser feitos.
•A correlação entre os dados de referência de longo prazo e aqueles
medidos no sítio deve ser elevada.
• Além disso os sítios de medição devem apresentar proximidade
geográfica e situarem-se em áreas com similaridade de regime de
ventos (regimes diurno, sazonal e anual) e de características
topográficas.
Na insuficiência de dados anemométricos para correlações, podem ser
utilizados dados atmosféricos de reanálises (e.g NCAR/NCEP Global
Reanalysis Project) ou medições indiretas de vento sobre o oceano
realizadas por satélites (e.g NOAA/NASA Special Sensor Microwave
Imager – SSMI)
Vários métodos são aplicados para estimar valores médios de velocidade de vento de longo prazo
Vários métodos são aplicados para estimar valores médios de velocidade
de vento de longo prazo a partir do uso de medições de curto prazo de
dados de ventos.
Pode-se citar como exemplo:
•Método da regressão linear
•Método das razões
•Método das razões mensais
•Métodos MCP ( Medir-correlacionar-Prever)
Procedimentos MCP
Consideram que dentro
de uma região definida, na qual foram feitas as
medições de curto prazo, também existam medições de longo prazo. Esta
estação de medição de
longo prazo, no chamado local de referência, deve
ter um tempo mínimo de medições de 5 a 10 anos e estar localizada em
uma área que esteja próxima do local das medições de curto prazo para
que tenha as mesmas condições climatológicas.
É importante verificar
longo prazo, antes de
o histórico de uma estação de medição de
utilizar os dados para correlação.
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
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3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
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3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de

3.Medições realizadas

3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de curto
3.Medições realizadas Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados: 1.Medições de curto

Assim, para o procedimento MCP são necessários três conjuntos de dados:

1.Medições de curto prazo no local de predição

2.Medições de longo prazo no local de referência

no local de referência com periodo de tempo

de referência no local de referência com periodo de tempo coincidente com a medição de curto
de referência no local de referência com periodo de tempo coincidente com a medição de curto

coincidente com a medição de curto prazo, realizada no local de predição

no local de referência com periodo de tempo coincidente com a medição de curto prazo, realizada
no local de referência com periodo de tempo coincidente com a medição de curto prazo, realizada
ESQUEMATIZAÇÃO DO MÉTODO MCP BASEADO EM DADOS ESTATÍSTICOS Medições de curto termo Estação de referencia
ESQUEMATIZAÇÃO
DO
MÉTODO MCP BASEADO
EM DADOS ESTATÍSTICOS
Medições de curto termo
Estação de referencia
Velocidade do vento (m/ s)
Dir
1-2
2-3
3-4
4-5
5-6
6-7
0
0
0
30
0
60
0
90
Frequencias
:
0
330
Medições de Longo Termo
Estação de Referencia
Dir
1-2
2-3
3-4
4-5
5-6
6-7
0
0
0
30
0
60
0
90
Frequencias
:
0
330
5-6 6-7 0 0 0 30 0 60 0 90 Frequencias : 0 330   Medições
5-6 6-7 0 0 0 30 0 60 0 90 Frequencias : 0 330   Medições
 

Medições de curto termo Local de Predição

 
   

Velocidade do vento (m/ s)

Dir

 

1-2

2-3

3-4

 

4-5

5-6

6-7

0

0

           

30

0

           

60

0

     

90

0

     

Frequencias

 

:

     

330

0

           
 
 
 

Correlação entre as Medições de Curto Termo

 
   

Velocidade do vento (m/ s)

Dir

 

1-2

2-3

3-4

 

4-5

5-6

6-7

0

0

           

30

0

           

60

0

     

90

0

   

Parâmetro de correção

:

   

330

0

           
 
 
 

Resultado dos dados de Longo Termo Local de Predição

Dir

 

1-2

2-3

3-4

 

4-5

5-6

6-7

0

0

           

30

0

           

60

0

     

90

0

     

Frequencias

 

:

     

330

0

           
estatísticos
estatísticos

Os métodos MCP podem ser divididos em :

•Métodos estatísticos puros

•Métodos de séries de tempo

•Mistura de série de tempo e procedimentos

Estimativa do potencial eólico na área do parque eólico.

estimar a produção de características do vento
estimar a produção de
características do vento

turbinas eólicas, sendo, estimadas as

Também conhecido como estudos de Micrositing , consiste em determinar

as caracterísiticas do vento em toda a área da fazenda eólica, de forma a

energia em cada um dos aerogeradores.

Método 1- Estimativa na posição de cada turbina

Método aplicado especialmente em terrenos complexos ou aqueles onde há muitas diferenças orográficas dentro da área.

Local da medições de vento

Locais onde são estudadas as localizações das

Método 2 Divisão da área em sub-áreas

idêntico. Na divisão da ser homogêneas. As características a serem •Existência de obstáculos •Rugosidade
idêntico. Na divisão da
ser homogêneas.
As características a serem
•Existência de obstáculos
•Rugosidade similares em
planas e com orografia
facilmente identificada

Considera-se que o vento em todos os pontos desta sub-área seja

área para estudos de micrositing , a definição de

cada sub-área deve levar em conta suas características , que deverão

Locais onde são estimadas as características do vento Local das medições do vento Área onde
Locais onde são estimadas
as características do vento
Local das medições
do vento
Área onde se adota para estudar
as características do vento
medidas, ou estimadas no ponto
indicado

observadas são:

O relevo deve ser homogêneo

todas as direções

Este método é indicado para áreas

homogênea e em cada uma

das sub-áreas definidas.

(micrositing) pode ser mobilidade baseados
(micrositing) pode ser
mobilidade baseados

O estudo detalhado do potencial eólico em cada aerogerador

apoiado também por medições de velocidade de

vento adicionais diretamente na posição do aerogerador, durante curtos

períodos de algumas semanas.

Com este objetivo podem ser utilizados sistemas de medição de alta

em técnicas de detecção remota , como o SODAR

( Sound Detection and ranging) especialmente em terrenos complexos.

As estimativas das características do vento detalhadas na área da fazenda eólica são feitas adotando –se a seguinte metodologia.

a)No local das medições, calcula-se o comprimento de rugosidade em

todas as direções (setores) no entorno do ponto.

b)Por meio de modelos atmosféricos, determina-se o vento geostrófico,

livre de influencia de rugosidade

estimadas as características do vento, determina-

se os comprimentos de rugosidade em todas as direções (setores) no seu

d)A partir do vento geostrófico , já determinado, calcula-se o vento na

altura do cubo do aerogerador considerando-se as influencias da

rugosidade no seu entorno, por meio de modelos atmosféricos.

c)No ponto onde serão entorno Estes cálculos podem
c)No ponto onde serão
entorno
Estes cálculos podem

Energia Eólica – RISO.

ser feitos com auxílio de modelos atmosféricos,

que levam em conta a influencia do terreno.

Um conhecido modelo para estimativa do vento é o WasP, um

aplicativo computacional desenvolvido pelo Instituto Dinamarquês de

Exemplo de utilização do programa WAsP
Exemplo de utilização do programa WAsP

Exemplo de utilização do programa WAsP

Exemplo de utilização do programa WAsP

Outros modelos utilizados nos estudos de micrositing

Destaca-se: boa qualidade, permite
Destaca-se:
boa qualidade, permite

Modelos de mesoescala têm sido utilizados nos estudos de micrositing .

-MesoMap : utilizado na interpolação dos regimes de vento, a partir de

medições existentes para o restante do território em estudo.

-Windmap: Utilizado em conjunto, para o mapeamento final, através do

cálculo da camada limite. O WindMap é um modelo tridimensional de

escoamento, constituído principalmente pelas equações de conservação

de massa e equações de camada limite, estas últimas incluindo a

consideração da estabilidade térmica vertical da atmosfera.

-MM5 (Mesoscala Modeling System – 5 th generation). A simulação da

climatologia obtida com este modelo, ancorada em medições de vento de

a elaboração de mapas de vento. Estes,

combinados com informações de topografia, uso do solo, influencias locais

e outras restrições (ferramenta GIS) , permite a elaboração de mapas

eólicos para o local de estudo.

Projeto de “Micrositing” Eólica; Anual de Energia (PAE); implica em alteração da
Projeto de
“Micrositing”
Eólica;
Anual de Energia (PAE);
implica em alteração da

Define o exato posicionamento

de cada aerogerador na Usina

Objetiva maximizar a Produção

Alteração do posicionamento

Produção Anual de Energia.

ç ã o A n u a l d e E n e r g i

Foto: Divulgação WOBBEN Windpower Indústria e Comércio Ltda.

A disposição dos aerogeradores - Micrositing Teorema de Betz Potência eólica 1 . 2 P
A disposição dos aerogeradores - Micrositing
Teorema de Betz
Potência eólica
1
.
2
P
=
m v
eol
2
A2
A
A1
V
Usando a lei de conservação
de momento
.
(
)
Windpower.dk, 1998
F = m V
V
1
2
Lei da continuidade de fluxo
.
Potência mecânica extraída pelo
AV
=
A V
= m
rotor
1
1
1
2
2
2
.
1
.
{
2
2
}
m
Fluxo de massa
P
m
.
V
V
m =
1
2
2
Sendo
V1> V > V2
A = área do rotor

Esteira da turbina eólica Região atrás da turbina afetada pela extração da energia feita pelo rotor. É uma região turbulenta, com a presença de vórtices de karman. A região atrás da turbina onde é formada a esteira é denominada

atrás da turbina onde é formada a esteira é denominada de “sombra ”. Quando uma turbina
atrás da turbina onde é formada a esteira é denominada de “sombra ”. Quando uma turbina
atrás da turbina onde é formada a esteira é denominada de “sombra ”. Quando uma turbina
atrás da turbina onde é formada a esteira é denominada de “sombra ”. Quando uma turbina

de “sombra”. Quando uma turbina eólica opera na sombra da outra, ela

deverá extrair energia de uma massa de ar com menor potencial que a

original, com menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho.

menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
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menor velocidade média do vento, reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira;
http://www.windpower.dk/tour
http://www.windpower.dk/tour
reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de
reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de

Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de pá

reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de pá
reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de pá
reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de pá
reduzindo seu desempenho. http://www.windpower.dk/tour Interferência da esteira; depende da velocidade de ponta de pá

É possível determinar a redução da velocidade do vento na esteira de uma

turbina e, dessa forma, rugosidade. Minimizar efeito esteira; elaboração dos projetos; Deverá respeitar limites
turbina e, dessa forma,
rugosidade.
Minimizar efeito esteira;
elaboração dos projetos;
Deverá respeitar limites
terrenos;

a perda da eficiencia de uma fazenda eólica. O

cálculo deve ser feito separadamente para cada direção do vento, sendo

necessário o conhecimento, em cada setor, do comportamento do vento e

Projeto de “Micrositing”

do comportamento do vento e Projeto de “Micrositing” Foto: Efeito esteira gerado por um rotor eólico

Foto: Efeito esteira gerado por um rotor eólico (Windpower, 2007)

Utiliza softwares especificos na

dos

Responsabilidade do investidor.

Sombra de um turbina eólica Na esteira há uma maior intensidade de turbulencia que provoca maiores esforços mecânicos nas pás de outra turbina situada no seu interior

DD == DiDiââmetro do rotor (m) metro do rotor (m) 10 D 5 D usinausina
DD == DiDiââmetro do rotor (m)
metro do rotor (m)
10 D
5 D
usinausina onshoreonshore

mica e afastamentos considerados seguros entre turbinas numa

EsteiraEsteira aerodinaerodinââmica e afastamentos considerados seguros entre turbinas numa

Aerogeradores podem outros aerogeradores. estar situados total ou parcialmente na sombra de A situação de
Aerogeradores podem
outros aerogeradores.
estar situados total ou parcialmente na sombra de
A situação de sombra parcial é muito ruim, porque
desenvolve cargas não uniformes nos rotores.
Os efeitos da esteira no parque eólico são os seguintes:
1.Perda de desempenho da turbina que opera na esteira de outra, devido
a redução na velocidade do vento
2.Redução na vida útil
da turbina devido a maior turbulencia na esteira
A perda de eficiencia do parque eólico depende do espaçamento entre as
turbinas, orientação, caracteristicas e topografia do terreno, e pode
chegar a 20% da energia bruta produzida. Um bom projeto de fazenda
eólica com 8 a 10 turbinas terá perdas inferiores a 5%.
Entretanto, quanto maior o espaçamento entre turbinas maior será a área
necessária para a fazenda eólica.
Curvas de potência de uma fazenda eólica % da potência nominal
Curvas de potência de uma fazenda eólica
% da
potência
nominal

Velocidade do vento em m/s

Eficiencia de um parque eólico em função da esteira
Eficiencia de um parque eólico
em função da esteira

Única

turbina

Fazenda

eólica

Vento prevalecente ou predominante é aquele que vem na direção com maior influencia na produção de energia da fazenda.

Quanto maior a predominancia dos ventos em uma determinada direção,

mais se pode otimizar os espaços, reduzindo-se as distancia laterais dos aerogeradores, em relação ao vento predominante.

expressão; ∑ n P fe i 1 = 100 fe n ∑ P livre i
expressão;
∑ n
P
fe
i
1
=
100
fe
n
P
livre
i = 1
fe
P
fe
eólica (W)
P
livre
livre ( W)
i

A eficiencia de uma fazenda eólica pode ser definida pela seguinte

Onde;

Eficiencia de uma fazenda eólica

Potencia produzida a partir de cada aergerador dentro da fazenda

Potencia produzida a partir de cada aerogerador com o vento

Aerogerador ( adimensional)

Outros aspectos na definição da disposição dos aerogeradores

Estes aspectos são: •Relevo do terreno •Emissão de ruído •Proteção a aves
Estes aspectos são:
•Relevo do terreno
•Emissão de ruído
•Proteção a aves

Aspectos ambientais

Impactos da sombra da pá

Dificuldades na implantação da rede elétrica

Facilidade de acesso às turbinas

Área ocupada por um parque eólico

a) obstáculos b) Tipo e tamanho dos e) Ruído ocupação da ordem de para um
a)
obstáculos
b) Tipo e tamanho dos
e) Ruído
ocupação da ordem de
para um parque eólico
de fácil implantação.
45
2
A =
D
(
n +
2)
2

A área ocupada por uma fazenda eólica varia de um projeto para outro

devido, fundamentalmente, as seguintes variáveis:

Características do terreno, com relevo, orografia, rugosidade e

aerogeradores utilizados

c) Critérios técnicos adotados pelo projetista, como eficiencia

d) Sombras dos aerogeradores

Para estimativas iniciais, antes do projeto, pode-se adotar uma taxa de

10MW/km2. Para o cálculo da área estimada pode-

se ainda, utIlizar a expressão abaixo, que representa uma área mínima

com a densidade tipo 3D x 5D instalado em terreno

Onde:

A – área total ocupada pela fazenda eólica (m2) D – diâmetro do rotor da turbina (m)

n- número de aerogeradores no parque eólico (adimensional)

A área pode aumentar caso se fizer necessário alguns ajustes na disposição dos aerogeradores, tais
A área pode aumentar caso se fizer necessário alguns ajustes na
disposição dos aerogeradores, tais como:
1.Adaptação do relevo
2.Influencia dos obstáculos (quebra-ventos)
3.Menor densidade do parque, para melhorar sua eficiencia
4.Evitar sombras dos aerogeradores em residencias ou locais
determinados
5.Diminuir o ruído em algum ponto específico, como uma
residencia
6.Exigencias ambientais
7.Acordo de uso da terra com proprietários

ESCOLHA DOS AEROGERADORES CLASSES DE TURBINAS EÓLICAS

 

certificação de tipo de Turbinas Eólicas especifica as condições de vento

A

 

e

intensidade de turbulencia para a qual as turbinas são projetadas,

 
 

segurança de orgãos homologadores internacionais

conforme requisitos de

 
 

tais como: International Electrotechinical Comission (IEC), Germanischer

 
 

Lioyd (GL) e Dt Nosrke Veritas (DNV).

 
 
 

A escolha do modelo de aerogerador a ser adotado em um projeto eólico deve ser

 
 

precedida por uma criteriosa análise das condições de vento e intensidade de

turbulencia no local da usina. As análises das condições de vento incluem a estimativa

 
 
 
 
 

de ventos extremos com médias de 10 minutos (velocidade de referencia) e 3 segundos

 

( rajadas máximas) .

 
 

No projeto de turbinas eólicas as condições extremas de vento são utilizadas para

 
 

calcular os carregamentos máximos suportados pelas turbinas.

 
 

Além disso são considerados também os efeitos das condições climáticas na

 
 

turbina tais como: temperatura, umidade, densidade do ar,

integridade e segurança da

 
 

radiação solar, chuva, granizo, descargas atmosféricas, salinidade, terremotos,

 
 

substancias químicas, etc.

 

Classes de turbinas

As turbinas são divididas em • •Vmédia – velocidade média • Intensidade de turbulência •
As turbinas são divididas em
•Vmédia – velocidade média
• Intensidade de turbulência
• A,B - categoria para maior
Classes de turbinas
conforme IEC 61400-1

classe em função das condições de projeto. As

classes

são definidas em função dos dados de velocidade do vento e turbulência. Os dados

que formam a base para o projeto são caracterizados por:

Vref – máxima velocidade média de 10 minutos

anual com média a cada 10min

característica a uma velocidade de vento de 15m/s ( I 15 )

e menor intensidade de turbulência respectivamente

5 ) e menor intensidade de turbulência respectivamente Importante: Minimizar riscos – Escolher a turbina

Importante: Minimizar riscos –

Escolher a turbina adequada ao local

CURVAS DE DESEMPENHO – CURVA DE POTENCIA DA TURBINA

EÓLICA
EÓLICA

As estimativas de produção de energia devem considerar turbinas com curva de potencia medida/certificada conforme IEC 61400-12 e MEASNET, sendo emitida por instituições credenciadas . Alternativamente pode se utilizar também a curva de potencia garantida contratualmente pelo fabricante.

As curvas de potencia devem ser corrigidas para a densidade do ar local, conforme procedimento da IEC 61400-12. O cálculo da densidade do ar deve basear-se em medições locais ( ou séries históricas do INMET) de temperatura e pressão atmosférica, considerando a altitude média das usinas.

ESCOLHA DOS AEROGERADORES

A escolha dos aerogeradores deve levar em conta importantes aspectos técnicos e comerciais, como: 1.Fabricação
A escolha dos aerogeradores deve levar em conta importantes
aspectos técnicos e comerciais, como:
1.Fabricação e assistencia técnica no país e região
2.Tecnologia adotada
3.Modelos e tamanhos disponiveis
4.Infra-estrutura para transporte e montagem
5.Produção de energia do aerogerador no local
6.Custo de instalação do aerogerador
7.Custo de operação e manutenção do aerogerador
Importante: Minimizar riscos com escolha do aerogerador: Tecnologia,
eficiência, disponibilidade ( índice de falhas)
Produção de energia elétrica O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do
Produção de energia elétrica O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do

Produção de energia elétrica

O que influencia na eficiência de um parque eólico

O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •
O que influencia na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador •

Estimativa do

vento

na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
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na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência
na eficiência de um parque eólico Estimativa do vento Qualidade do aerogerador • curva de potência

Qualidade do aerogerador

curva de potência

disponibilidade

técnica

• curva de potência • disponibilidade técnica Energia gerada Economia Eficiência do parque eólico

Energia gerada

Economia

Eficiência do parque eólico

• curva de potência • disponibilidade técnica Energia gerada Economia Eficiência do parque eólico
k 1 k    k   v   p(v) = 
k
1
k
 k   v 
p(v)
=
exp
v  
c
c
c
Ex: Distribuição de Weibull
c
1
=
(
0.568
+
0.433/ k
)k
Fator de escala
EP ano
(
) =
fr
P
t
i
i
V
1,086
EP(ano) =
p(v)P(v)
t
u
k =
Fator de forma
 v 
Um aerogerador comercial não é capaz de produzir energia todo tempo e a plena capacidade.
Um aerogerador comercial não é capaz de produzir energia todo tempo e a
plena capacidade. Esta limitação depende de três fatores:
1.Perdas que reduzem o rendimento
2.Indisponibilidades
Perdas
3.Variações na velocidade do vento
A curva de potencia considera a
potencia elétrica fornecida pela
turbina e portanto já considera as
perdas. Estas perdas são:
•Perdas no multiplicador de
velocidade
•Perdas mecânicas, elétricas e
magnéticas do gerador elétrico
•Perda no transformador
•Perdas no sistemas elétricos:
disjuntores, chaves, cabos,
tiristores, capacitores, conversores,
1
etc.
3
P
=
AC
AV
p
2

Indisponibilidade de um aerogerador

Um aerogerador, como qualquer máquina, necessita de manutenção que, por vezes, exige sua parada. Alguns
Um aerogerador, como qualquer máquina, necessita de manutenção que,
por vezes, exige sua parada. Alguns exemplos de manutenção que
provocam paradas.
•Troca de óleo do sistema hidráulico
•Revisão geral no gerador
•Nivelamento e balanceamento do gerador
•Correção de defeitos no controle das pás da turbina
•Correção de defeitos na conversora de frequencia
•Manutenção corretiva
das pás
Os fabricantes têm garantido disponibilidade mínima entre 97% e 98%.
Como a usina é composta
por um grande número de aerogeradores, as
indisponibilidades individuais das máquinas não trazem maiores transtornos na
produção de energia elétrica, uma vez que as manutenções são programadas de forma
escalonada.
Adicionalmente, o conhecimento do comportamento do vento no local permite que as
programações de paradas
dos aerogeradores, para manutenção, sejam feitos em
períodos de ventos mais fracos e, desta forma, a redução na produção de energia é
minimizada.

Variações na velocidade do vento

Velocidade do vento

Frequencia de ocorrencia

Potencia do aerogerador (KW)

F(v).P(v)

(m/ s)

(%)

1

0,474

0

0,0

2

1,436

2

0,0

3

4,017

16

0,7

   

56

4,0

4

7,149

5

10,466

127

13,3

6

12,855

240

30,9

7

 

400

 
 

13,617

 

54,5

8

13,040

626

81,6

9

11,597

892

103,4

10

8,097

1223

108,9

11

6,144

1590

97,7

   

1830

72,1

12

3,942

13

2,797

1950

54,5

14

1,674

2050

34,3

15

 

2050

18,1

 

0,885

16

0,453

2050

9,3

17

0,268

2050

5,5

18

0,153

2050

3,1

19

0,091

2050

1,9

   

2050

0,5

20

0,022

21

0,002

2050

0,0

22

0,002

2050

0,0

   

2050

0,1

23

0,004

24

0,000

2050

0,0

25

0,000

2050

0,0

Total

   

694,6

(

EP ano

) =

fr

i

P

i

EP(ano) = 694,6

x 8760h/ano

= 6085 MWh

t

: FatorFator dede CapacidadeCapacidade (FC)(FC) dede umauma centralcentral Curva anual de geração Potência elétrica
:
FatorFator dede CapacidadeCapacidade (FC)(FC) dede umauma centralcentral
Curva anual de geração
Potência elétrica
PePe (kW)(kW)
instantânea função da
velocidade do vento
Potência máxima - nominal
Energia anual gerada
Potência média
i = 8760
Ed
= ∫
Pe
dt
i
i
i = 0
horas
Fator de capacidade -- FCFC
Fator de capacidade
i =
8760
Pe
dt
i
i
FC = energia efetivamente gerada
i =
0
=
Máxima energia possível de ser
gerada
P max
8760 h / ano
= Pmédia /
Ed = P max
FC 8760 h / ano
Então:
Pnominal
Fator de capacidade (estações) usando dos ventos. vento: 35%< FC
Fator de capacidade
(estações) usando
dos ventos.
vento: 35%< FC

(

Eg ano

)

FC =

Pn

8760 horas

O FC representa um importante critério de decisão de escolha da viabilidade técnica e econômica da usina. É um indicador

da produção energética e conseqüentemente do potencial de

instalação de turbinas eólicas em um local. Diferentes locais

o mesmo modelo de turbina apresenta

diferentes fatores de capacidade, função da velocidade média

Valores típicos para locais que possuem um bom regime de

< 45%

ENERGIA GERADA PELO PARQUE

DD == DiDiââmetro do rotor (m) metro do rotor (m) 10 D 5 D
DD == DiDiââmetro do rotor (m)
metro do rotor (m)
10 D
5 D

Produção de energia bruta: considera apenas as perdas por

interferência das esteiras entre rotores das turbinas.

Produção líquida :

Devem ser incluídas :

Perdas elétricas: circuito interno + transmissão até o ponto de entrega

Consumo próprio

Perdas por

indisponibilidade do sistema elétrico e dos aerogeradores (indisponibilidade forçada e programada)

Energia anual gerada por uma turbina

EG ( ano ) = Pn FC 8760 / ano Energia anual gerada por uma
EG ( ano
)
=
Pn
FC
8760 /
ano
Energia anual gerada por uma central eólica
EG (
ano
)
π
EG
central
n
nT = número de turbinas
Energia gerada por
cada turbina
nT
EG ano
(
)
=
EG ano
(
)
(1
perdas
)
central
n
1
Perdas na central= Perdas elétricas + consumo próprio +
indisponibilidade
FATORES QUE INFLUENCIAM NO FATOR DE CAPACIDADE • Velocidade média; curva de distribuição da velocidade
FATORES QUE INFLUENCIAM NO FATOR DE
CAPACIDADE
• Velocidade média; curva de distribuição da velocidade do
vento
• Altura de instalação da turbina
• Curva de potência da turbina

Curva de freqûencia acumulada e duração da velocidade dos ventos

I f ∑ fr = 1 j j f = rj j = 1 N
I
f
fr
= 1
j
j
f
=
rj
j = 1
N
Curva de frequência : F(Vo) = (fr 1 +fr 2 +fr 3 +
fr
)
I
Curva de duração
:1-F(V o ) =1-(fr 1 +fr 2 +fr 3 +
fr
)
I
Fr(%) vezes o período ( 8760horas/ano) – número de horas em que ocorreu
determinada velocidade

Curva de duração de velocidade e potência a partir dos dados

Curvas de duração de O eixo x representa o número de horas no período em
Curvas de duração de
O eixo x representa o número de horas
no período em que uma determinada
velocidade é
≥ que um certo valor
Exemplo de curva de duração de velocidade
para vários sítios, (Manwell,2005)

velocidade e potência pode ser útil na

comparação do potencial energético de locais candidatos.

potência pode ser útil na comparação do potencial energético de locais candidatos. Curva de produção de

Curva de produção de uma turbina

Incertezas na produção de energia: Energia excedida , Níveis de confiança Energia garantida

de energia excedida versus nível de confiança. Fonte: Livro - Energia Eólica; Ronaldo dos Santos
de energia excedida versus nível de confiança.
Fonte: Livro - Energia Eólica; Ronaldo dos Santos Custódio

A partir dos resultados da análise de incertezas na produção de energia podem ser

calculados os níveis de energia excedida como uma dada probabilidade ou nível de

confiança. Usualmente apresenta-se o valor da energia excedida para probabilidades ou níveis de confiança de 50, 75, 90 e 95% ( P50, P75, P90 e P95), ou através de um gráfico

Os valores da energia excedida para os diferentes níveis de confiança servem como referência para as análises de viabilidade econômica-financeira de parques eólicos, sendo freqüentemente exigidos por instituições financeiras na análise do project finance e risco do empreendimento.

Quanto maior o nível de confiança, menor o valor da produção de energia garantida, o que reduz o risco do investidor, porém reduz também a rentabilidade do negócio.

INCERTEZAS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA

As incertezas na produção de energia resulta da combinação das seguintes fontes de incertezas. •Incertezas
As incertezas na produção de energia resulta da combinação das
seguintes fontes de incertezas.
•Incertezas na velocidade do vento: medição, extrapolação vertical e
horizontal e climatologia. A partir de uma análise de sensibilidade da
variação na velocidade do vento e a consequente variação na
produção de energia,
as incertezas na velocidade do vento podem
ser convertidas em incertezas de geração.
•Incerteza na curva de potencia da turbina: calculada durante os
ensaios de medição da curva, englobando as incertezas estatísticas
e as do sistema e da
instrumentação.
•Incertezas no cálculo das perdas aerdonâmicas do parque, que
decorre do modelo de interferencia aerodinâmica utilizado entre
turbinas
Histograma de velocidade 0,14 0,12 0,1 0,08 0,06 0,04 0,02 0 Classe de velocidade 1
Histograma de velocidade
0,14
0,12
0,1
0,08
0,06
0,04
0,02
0
Classe de velocidade
1
3
5
7
9 11 13 15 17 19 21 23 25
Fr

Diferentes modelos de turbinas instaladas em um mesmo local

Diferentes alturas de instalação

11 13 15 17 19 21 23 25 Fr Diferentes modelos de turbinas instaladas em um