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Nome: Mónica Alexandra dos Santos Gonçalves

B.I.: 10792424 N.º de Estudante: 800986

Curso: Gestão Turma: 01

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GRUPO I

Assinale a opção correta:

1. A confiança e integridade da informação é um dos objetivos:


A. Da auditoria interna;

2. A actividade de auditoria e revisão de contas é supervisionada em Portugal pela(o):


D. OROC.

3. Um dos objectivos da auditoria financeira é:


C. Emitir uma opinião independente sobre as demonstrações financeiras;

4. O princípio da continuidade não é relevante para o auditor. Esta afirmação é:


A. Falsa;

5. Os auditores externos são obrigatoriamente distintos dos revisores oficiais de contas.


Esta afirmação é:
B. Depende das empresas;

6. Os procedimentos de conformidade, ou testes aos controlos, têm por objetivo:


B. Confirmar se os procedimentos contabilísticos e as medidas de controlo interno estão
a funcionar;

7. Os procedimentos substantivos visam essencialmente:


D. Confirmar o processamento contabilístico, expressão financeira e suporte
documental dos saldos e operações específicas.

8. A confidencialidade no trabalho de auditoria é aplicável:


B. A todos quanto exercem a profissão;

GRUPO II

Refira-se à importância da credibilização das demonstrações financeiras e do relato


financeiro, no contexto atual, salientando os aspetos que lhe pareceram mais relevantes
nesse âmbito. (máximo de 60 linhas).
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A auditoria financeira tem como objetivo dar credibilidade à informação
financeira, apresentada pelo órgão de gestão, das demonstrações financeiras e de relato
financeiro.
São diversos os stakeholders que necessitam de tomar conhecimento da
informação financeira de uma entidade, com os mais diversos fins:
- Os investidores/acionistas, pelo risco de perda de capital ou opção de
investimento/desinvestimento;
- Os financiadores para calcular o risco de reembolso dos empréstimos;
- Os fornecedores para avaliar o risco de crédito;
- Os clientes, principalmente nos casos de forte dependência, para verificarem a
sua posição no mercado;
- Os trabalhadores/associações profissionais/sindicatos, para avaliar a situação
da empresa de forma a poderem argumentar na negociação ou verificar se os postos de
trabalho estão em causa;
- A administração fiscal, de forma a garantir se os impostos pagos correspondem
aos devidos;
No contexto atual, a auditoria financeira vem fornecer um aval junto dos
stakeholders, protegendo os seus interesses.
Os interesses do corpo de gestão (quem prepara a informação financeira) e os
interesses dos restantes stakeholders (quem utiliza a informação), são diferentes, logo
existe um risco de manipulação de informação.
É neste âmbito que o auditor intervém para dar uma opinião independente sobre
a posição financeira e os resultados da atividade da empresa, resultando na
credibilização das demonstrações auditadas perante os interessados.
A profissão de auditor é regulada em Portugal pela OROC – Ordem dos
Revisores Oficiais de Contas, que adota as Normas Internacionais de Auditoria (ISA)
dos países membros da IFAC (The International Federation of Accountants).
Atualmente em Portugal, são obrigadas por Lei à Certificação Legal Contas, ou
seja, à obtenção de um parecer do auditor segundo as normas (ISA), as sociedades
anónimas, as sociedades com contas consolidadas, e as sociedades por quotas de
responsabilidade limitada sem conselho fiscal, conforme art.º 262 Código Sociedades
Comerciais, que satisfaçam duas das três condições seguintes, durantes 2 anos
consecutivos:
- Volume das Vendas > 3.000.000 €;
- Total do Balanço > 1.500.000 €;
- N.º total empregados >50.

FIM

Bibliografia:

Costa, Carlos Baptista da; Auditoria Financeira, Teoria e prática (10ª Edição);Rei dos
Livros (Letras e Conceitos, 2014)

www.oroc.pt

www.ifac.org

www.pwc.pt

www.deloitte.pt
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