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1- Deseja se secar 5000kg de produto contendo 25 % de agua com ar quente contendo

5% em peso de agua.O produto final apresenta 3% em peso de agua e o ar sai com 20 %


em peso de agua.Calcular a massa de ar quente necessaria.

BMT : m1 + m2 = m3 + m4 (1)

BMP :

produto - m2 = m4 → 0,75m2 = 0,97m4 → 0,75.5000 = 0,97m4 (2)

m4 = 0,75.5000 = 3866kg

0,97

Ar - m1 = m3 → 0,95m1 =0,8m3 → m1 = 0,8 m3 =0,8421m3 (3)

0,95

subst eq (2) e (3)

em eq (1)

m1 + m2 = m3 + m4 → 0,8421m3 +5000= m3 + 3866 → m3 - 0,8421m3 = 5000 -3866

→ m3 = 7181,76kg

agora subst esse resultado em (3)

m1 = 0,8421m3 →m1 = 0,8421.7181,76 = 6048kg


3-

https://pt.wikibooks.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_aos_Processos_da_Engenharia_Qu%
C3%ADmica/O_que_%C3%A9_um_balan%C3%A7o_de_massa%3F
5 (UFPA) Uma massa de 160 g de NaOH foi dissolvida em 216 g de água.
A fração em quantidade de matéria do soluto e do solvente nessa solução
é, respectivamente: (Dadas as massas atômicas: Na = 23u, O = 16 u, H =
1u)
a) 0,4 e 0,18
b) 0,16 e 0,216
c) 0,25 e 0,75
d) 0,426 e 0,574
e) 40 e 120

Letra c).
Dados fornecidos pelo exercício:
 m1 ou massa do soluto (material dissolvido) = 160 g
 m2 ou massa do solvente (material que dissolve o outro) = 216 g
 massa atômica do Na = 23 u
 massa atômica do O = 16 u
 massa atômica do H = 1u
 X1 (fração molar do soluto) = ?
 X2 (fração molar do solvente) = ?
Como o exercício solicita as frações molares e forneceu apenas massas,
teremos que realizar os passos a seguir:
1o Passo: Cálculo da massa molar do soluto (NaOH - M1) e do solvente
(H2O – M2). Isso é feito pela multiplicação da massa atômica do elemento
pela sua quantidade na fórmula, seguida da soma da multiplicação feita
para cada um.
 Para o NaOH (M1):
M1 = 23.1 + 16.1 + 1.1
M1 = 23 + 16 + 1
M1 = 40 g/mol
 Para o H2O (M2):
M2 = 1.2 + 16.1
M2 = 2 + 16
M2 = 18 g/mol
o
2 Passo: Determinar a quantidade de matéria do soluto (n1), solvente (n2)
e solução (n). Para o soluto e o solvente, dividimos as massas fornecidas
no exercício pelas suas massas molares; para a solução, somamos a do
soluto e a do solvente.
 Para o soluto (n1):
n1 = m1
M1
n1 = 160
40
n1 = 4 mol
 Para o solvente (n2):
n2 = m2
M2
n2 = 216
18
n2 = 12 mol
 Para a solução (n):
n = n1 + n2
n = 4 + 12
n = 16 mol
o
3 Passo: Determinar a fração de quantidade de matéria do soluto (X1) e
do solvente (X2) dividindo a quantidade de matéria pela quantidade de
matéria da solução:
 Para o soluto (X1):
X1 = n1
n
X1 = 4
16
X1 = 0,25
 Para o solvente (X2):
X2 = n2
n
X2 = 12
16
X2 = 0,75 mol
6 (Acafe-SC) Leite de vaca contém em média 45 g de lactose, C12H22O11,
por litro. A fração em quantidade de matéria da lactose no leite é de,
aproximadamente: (Considere o leite formado de água e lactose
apresentando uma densidade de 1g/mL)
(Dadas as massas atômicas: C = 12 u, O = 16 u, H = 1 u)
a) 1,4.10-3
b) 5,6.10-3
c) 8,5.10-3
d) 2,4.10-3
e) 1,0.10-2
Letra d).
Dados fornecidos pelo exercício:
 Concentração (C) de lactose no leite = 45 g/L (a cada litro de leite,
temos 45 g de lactose)
 m1 ou massa do soluto (lactose) = 45 g
 Densidade (d) do leite (água + lactose) = 1 g/mL (como a densidade
da solução é de 1 grama a cada 1 mL, logo, se temos 1 L de solução,
temos 1000 gramas de solução)
 massa da solução (m) = 1000g (como a massa da solução é a soma
da massa do soluto e a massa do solvente, logo, a massa do solvente
é de 955 gramas)
 m2 ou massa do solvente (água) = 955 g
 X1 (fração molar do soluto) = ?
 Fórmula molecular da lactose = C12H22O11
 massa atômica do C = 12 u
 massa atômica do O = 16 u
 massa atômica do H = 1 u
1o Passo: Cálculo da massa molar do soluto e do solvente. Isso é feito
pela multiplicação da massa atômica do elemento pela sua quantidade na
fórmula, seguida da soma da multiplicação feita para cada um.
 Para o C12H22O11 (M1):
M1 = 12.12 + 1.22 + 16.11
M1 = 144 + 22 + 176
M1 = 342 g/mol
 Para o H2O (M2):
M2 = 1.2 + 16.1
M2 = 2 + 16
M2 = 18 g/mol
2o Passo: Determinar a quantidade de matéria do soluto (n1), solvente (n2)
e solução (n). Para o soluto e o solvente, dividimos as massas fornecidas
no exercício pelas suas massas molares; para a solução, somamos a do
soluto e a do solvente.
 Para o soluto (n1):
n1 = m1
M1
n1 = 45
342
n1 = 0,13 mol
 Para o solvente (n2):
n2 = m2
M2
n2 = 955
18
n2 = 53,05 mol
 Para a solução (n):
n = n1 + n2
n = 0,13 + 53,05
n = 53,18 mol
3o Passo: Determinar a fração de quantidade de matéria do soluto (X1) e
do solvente (X2) dividindo a quantidade de matéria pela quantidade de
matéria da solução.
X1 = n1
n
X1 = 0,13
53,18
X1 = 0,0024 ou 2,4.10-3
Questão 7 - (UFT TO)

O polipropileno é utilizado para produzir fibras de roupas, cordas, tapetes, para-choques


de automóveis, dentre outros. Este é produzido através de reações sucessivas de adição de
propileno (propeno). Qual é a estrutura do polímero produzido:

H H H H H H H

C C C C C C C
a) H H n b) H H H n
c) H CH3 n

H H H H H

C C C C C
d) H n
e) CH3 CH3 n

Letra C

Sua representação quimica é descrita pela formúla:

CH2CHC6H5
8

a) Polímeros são macromoléculas formadas a partir de unidades estruturais menores


(os monômeros).

b) Os monômeros são moléculas de baixa massa molecular os quais, a partir das reações
de polimerização, vêm a gerar a macromolécula polimérica.

c) Meros: São as unidades de repetição da cadeia polimérica.

d) Copolímeros: São polímeros onde as unidades de repetição são diferentes, ou seja,


formados por mais de um monômero. Geralmente são os polímeros formados por reação
de policondensação.

e) Homopolímeros: São polímeros onde a unidade de repetição é sempre a mesma, ou


seja, formados por apenas um monômero. Geralmente são os polímeros formados por
reação de poliadição.

f) A polimerização é uma reação em que as moléculas menores (monómeros) se


combinam quimicamente (por valências principais) para formar moléculas longas, mais ou
menos ramificadas com a mesma composição centesimal. Estes podem formar-se por
reação em cadeia ou por meio de reações de poliadição ou policondensação. A
polimerização pode ser reversível ou não e pode ser espontânea ou provocada (por calor
ou reagentes).

9 Os produtos plásticos podem ser moldados em vários processos de transformação, onde

as diversas resinas poliméricas em formato de grânulos, pó ou líquidos, depois de

aquecidas e/ou catalisadas, podem ser processadas pelos métodos de :

Extrusão

Sopro

Injeção

Termoformagem

Calandragem

Rotomoldagem

Compressão

Fundição
10- Ramificações longas, como as presentes no polietileno de baixa densidade, por exemplo,
aumentam a resistência ao impacto, diminuem a densidade e facilitam o processamento,
enquanto que as ramificações curtas, presentes no polietileno linear de baixa densidade,
aumentam a cristalinidade e a resistência à tração em relação ao polietileno de baixa
densidade (obtido via radicais livres).

11-

Copo descartável, controle remoto, capa de celular: Polipropileno (PP)

Cano PVC: O policloreto de vinila

Fita teflon, frigideira teflon: politetrafluoreteno (PTFE)

Caneta, embalagens: O polietileno


Isopor: O poliestireno

Garrafa refrigerante: Polietileno tereftalato, ou PET

Tinta: Poli(acetato de vinila) PVA


4-

A C  E

40  25 E

E 15 t/h

 A massa de cobre contida na alimentação da coluna de flotação (aA) será 0,5 x 40 = 20 t/h de
Cu contido.

 Como a massa de cobre se conserva, a quantidade de cobre a deixar o sistema no rejeito (eE)
será 20 – 16 = 4 t/h de Cu contido.

 Este balanço é chamado de balanço metalúrgico e corresponde à conservação da massa para


o metal contido.

 Assim sendo pode-se calcular o teor de Cu no rejeito da seguinte forma:

eE  aAcC  2016  4 t/h

 Mas sabemos que E = 15 t/h então:

Resta então calcular o teor de umidade do rejeito.

A alimentação existem da coluna é de 40 t/h, sendo que destas 40 t/h tem-se 10% de teor de
umidade. Desta forma, a quantidade de água na alimentação será 40 x 0,1 = 4 t/h de água
contida.

Tem-se uma massa de concentrado de 25 t/h, sendo que desta massa apenas 7% é de água.

Assim sendo, a massa de água presente no concentrado é de 25 x 0,07 = 1,75 t/h de água.
Sabendo que a massa de água também se conserva neste exemplo (desconsideremos a água
de lavagem aspergida na coluna), a quantidade de água no rejeito será dada por:

Este último balanço é denominado de balanço de água e corresponde à conservação da


massa de água.

Para calcular o teor de umidade no rejeito basta dividir a massa de água pela massa de
rejeito total: