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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS – PUC GOIÁS

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD


ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS -


BACHARELADO

GOIÂNIA – 2016
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS – PUC GOIÁS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD
ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS -


BACHARELADO

Comissão elaboradora:

Anna Paula Bechepeche - NDE


Geraldo Monteiro
Irineu Gomes
Raul Francé Monteiro – NDE
Ricardo Resende Dias – NDE
Tammyse Araújo da Silva – NDE
Ycarim Melgaço Barbosa – NDE

Colaboradores:
Andréluiz da Silva Fernandes
Humberto Cesar Machado
Salmen Chaquip Bukzem
William de Carvalho Xavier

GOIÂNIA – 2016
ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA SOCIEDADE GOIANA DE CULTURA

Presidente
Dom Washington Cruz, CP

Vice-Presidente
Monsenhor Daniel Lagni

Secretário Geral
Monsenhor Luiz Gonzaga Lôbo

ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA PONTIFÍCIA UNIVERISDADE CATÓLICA DE


GOIÁS

Grão-Chanceler
Dom Washington Cruz, CP

Reitor
Prof. Wolmir Therezio Amado

Vice-Reitora
Profa. Olga Izilda Ronchi

Pró-Reitora de Graduação
Profa. Sonia Margarida Gomes Sousa

Pró-Reitora de Extensão e Apoio Estudantil


Profa. Márcia de Alencar Santana

Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa


Profa. Milca Severino Pereira

Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional


Profa. Helenisa Maria Gomes de Oliveira Neto

Pró-Reitor de Administração
Prof. Daniel Rodrigues Barbosa

Pró-Reitor de Comunicação
Prof. Eduardo Rodrigues da Silva

Pró-Reitor de Saúde
Prof. José Antônio Lôbo

Chefe de Gabinete
Prof. Lorenzo Lago
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

UNIDADE ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA: Escola de Gestão e Negócios

CURSO: Ciências Aeronáuticas

CÓDIGO NA PUC GOIÁS: 047

CÓDIGO NO INEP: 21534

TIPO: Graduação

GRAU: Bacharelado

MODALIDADE: Presencial

SITUAÇÃO LEGAL: Reconhecido pela Portaria MEC


1.691, de 27/11/2009

INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO

Carga Horária Total 3.130 horas

Períodos Previstos: 8 semestres

Número mínimo de períodos: 8 semestres

Número máximo de períodos: 12 semestres

TURNO: Vespertino

NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS: 180 anuais

GESTORES DO CURSO

DIRETOR: Prof. Irineu Gomes

COORDENADOR DO CURSO: Prof. Raul Francé Monteiro

ENDEREÇO: Av. Universitária, n. 1.440 – Setor


Leste Universitário, Caixa Postal 86,
CEP: 74605 – 010, Goiânia – Goiás.
ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

AC – Atividades Complementares

AED – Atividades Externas da Disciplina

AER – Ciências Aeronáuticas

AI – Avaliação Interdisciplinar

ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil

ATC – Controle de Tráfego Aéreo


Air Traffic Control

ATM – Gestão de Tráfego Aéreo


Air Traffic Management

BC – Biblioteca Central

CA – Centro Acadêmico

CAC – Coordenação de Arte e Cultura

CAE – Coordenação de Assuntos Estudantis

CAER – Curso de Ciências Aeronáuticas

CEAD – Coordenação de Educação a Distância

CG – Câmara de Graduação

CH – Carga Horária

CHT – Certificado de Habilitação Técnica

CEPEA– Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração

CNE – Conselho Nacional de Educação

CENIPA – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos

CNS – Comunicação, Navegação e Vigilância


Communication, Navegation and Surveillance

CRM – Gerenciamento de Recurso da Companhia


Corporate Resourse Management
CSV – Centro de Simulação de Voo

Dr. – Doutor

DAC – Departamento de Aviação Civil

DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo

DOV – Despachante Operacional de Voo

Esp. – Especialista

EAPAC – Escola de Aperfeiçoamento e Preparação de Aeronáutica Civil

EC-PREV – Elemento Credenciado-Prevenção de Acidentes Aéreos

ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes

FAA – Federal Aviation Administration

FAB – Força Aérea Brasileira

FON – Disciplina da Escola de Ciências Sociais e da Saúde

FIT – Disciplina da Escola de Formação de Professores e Humanidades

HGS – Disciplina da Escola de Formação de Professores e Humanidades

ICA – Instrução do Comando da Aeronáutica

INCAER – Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica

ICAO –- Organização da Aviação Civil Intenacional


International Civil Aviation Organization

IES – Instituição de Ensino Superior

IFR – Instrument Flight Rules

JUR – Disciplina da Escola de Direito e Relações Internacionais

LET – Letras

LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Me. – Mestre

MAF – Disciplina da Escola de Ciências Exatas e Computação

MCA – Manual do Comando da Aeronáutica


MEC – Ministério da Educação

NBR – Norma Brasileira

NDE – Núcleo Docente Estruturante

NUPAER – Núcleo de Pesquisas Aeronáuticas

PCA – Piloto Comercial – Avião

PD/PhD – Pós-Doutorado

PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional

PLA-A – Piloto de Linha Aérea – Avião

PPA – Piloto Privado – Avião

PPC – Projeto Pedagógico do Curso

Proa – Programa de Orientação Acadêmica

Proex – Pró-Reitoria de Extensão e Apoio Estudantil

Prograd – Pró-Reitoria de Graduação

Prope – Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa

PSI – Disciplina da Escola de Ciências Sociais e da Saúde

PUC Goiás – Pontifícia Universidade Católica de Goiás

PUC RS – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

SBTA – Sociedade Brasileira de Transporte Aéreo

SESu – Secretaria de Educação Superior

SGC – Sociedade Goiana de Cultura

SGSO – Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional

SiBi – Sistema de Biblioteca da PUC Goiás

SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

SISCEAB – Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro

TAI – Transporte Aéreo Internacional


TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação

TCC – Trabalho de Conclusão de Curso

UAA – Unidade Acadêmico-Administrativa

UCG – Universidade Católica de Goiás

VFR – Visual Flight Rules


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 11
1 OBJETIVOS DO CURSO....................................................................................... 14
2 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .............................................................. 16
3 PROPOSTA CURRICULAR .................................................................................. 22
3.1 Estrutura Curricular .......................................................................................... 22
3.2 Conteúdos Curriculares.................................................................................... 22
3.2.1 Conteúdos de Formação Básica Gestor e Avaliação Civil e PLA.....................23
3.2.2 Conteúdos de Formação Profissional para Gestor de Avaliação Civil e PLA...23
3.2.3 Conteúdos de Estudos Qualitativos e suas Tecnologias..................................25
3.2.4 Representação Gráfica do Perfil de Formação.................................................25
3.3 Metodologia ....................................................................................................... 27
3.4 Matriz Curricular ................................................................................................ 29
3.5 Ementário ........................................................................................................... 30
3.5.1 Disciplinas do Primeiro Período ....................................................................... 30
3.5.2. Disciplinas do Segundo Período ..................................................................... 37
3.5.3 Disciplinas do Terceiro Período ........................................................................ 44
3.5.4 Disciplinas do Quarto Período .......................................................................... 52
3.5.5 Disciplinas do Quinto Período .......................................................................... 58
3.5.6 Disciplinas do Sexto Período ............................................................................ 66
3.5.7 Disciplinas do Sétimo Período .......................................................................... 72
3.5.8 Disciplinas do Oitavo Período .......................................................................... 78
3.5.9 Disciplinas Optativas ........................................................................................ 84
3.6 Periódicos Especializados ............................................................................... 87
3.7 Atividades Externas da Disciplina – AED........................................................ 91
3.8 Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC – no processo ensino-
aprendizagem .......................................................................................................... 91
3.9 Visitas Técnicas ................................................................................................ 92
3.10 Estágio Curricular Supervisionado ............................................................... 93
3.10.1 Estágio Obrigatório ......................................................................................... 93
3.10.2 Estágio Não Obrigatório ................................................................................. 93
3.11 Atividades Complementares – AC ................................................................. 94
3.12 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ....................................................... 94
3.13 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem ............................................ 96
3.14 Inter-relação Ensino, Pesquisa e Extensão .................................................. 98
3.14.1 Política de Ensino no Âmbito do Curso .......................................................... 99
3.14.2 Política de Extensão no Âmbito do Curso .................................................... 101
3.14.3 Política de Pesquisa no Âmbito do Curso .................................................... 101
3.15 Requisitos para Conclusão de Curso .......................................................... 103
3.15.1 Bacharel em Ciências Aeronáuticas – Gestor de Aviação Civil .................... 103
3.15.2 Bacharel em Ciências Aeronáuticas – Piloto de Linha Aérea ...................... 103
3.16 Migração para a Matriz 2017/1 ...................................................................... 104
4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO ................................................................... 106
5 APOIO AO DISCENTE ........................................................................................ 107
5.1 Programas da Pró-Reitoria de Graduação – Prograd................................... 107
5.1.1 Programa de Orientação Acadêmica – Proa .................................................. 107
5.1.2 Programa de Acessibilidade ........................................................................... 108
5.1.3 Programa de Monitoria ................................................................................... 111
5.1.4 Programa de Apoio ao Aluno na Modalidade de Educação a Distância ........ 114
5.2 Programas da Pró-Reitoria de Extensão e Apoio Estudantil – Proex ........ 114
5.2.1 Programa de Acompanhamento Socioeconômico ......................................... 114
5.2.2 Programa de Qualidade de Vida Acadêmica.................................................. 116
5.2.3 Programa de Acompanhamento Artístico e Cultural ...................................... 116
5.3 Programa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação – Prope ................................ 117
5.3.1 Programas de Iniciação Científica .................................................................. 117
5.4 Mobilidade Internacional ................................................................................ 117
6 CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ......................................... 119
6.1 Coordenação do Curso ................................................................................... 119
6.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE.............................................................. 121
6.3 Corpo Docente................................................................................................. 123
6.4 Colegiado do Curso ........................................................................................ 123
6.5 Corpo Técnico Administrativo ....................................................................... 124
7 INFRAESTRUTURA ............................................................................................ 125
7.1 Sala da Coordenação ...................................................................................... 125
7.2 Secretaria ......................................................................................................... 125
7.3 Sala de Professores ........................................................................................ 125
7.4 Salas de Aula ................................................................................................... 125
7.5 Sala-Ambiente do Programa de Orientação Acadêmica – Proa .................. 126
7.6 Laboratórios de Informática ........................................................................... 126
7.7 Laboratórios Didático Especializados ........................................................... 126
7.8 Biblioteca Central ............................................................................................ 128
8 AVALIAÇÃO DO CURSO .................................................................................... 131
9 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS .......................................................... ....133
9.1 Conceito .......................................................................................................... 133
9.2 Concepção do Egresso na PUC Goiás...........................................................133
REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 137
ANEXOS ................................................................................................................. 142
ANEXO A – Núcleo Docente Estruturante .............................................................. 142
ANEXO B – Corpo Docente ........................................................................................... 143
ANEXO C – Corpo Técnico-Administrativo da Escola de Gestão e Negócios .................. 145
ANEXO D – Normas de funcionamento, utilização e segurança dos Laboratórios
Didáticos Especializados do CAER ......................................................................... 146
ANEXO E – Deliberação n. 4, de 19 de agosto de 2009, do CEPEA/CG ............... 152
ANEXO F – Ato Próprio Normativo n. 1, de 10 de outubro de 2012, do
CEPEA/CG...............................................................................................................155
ANEXO G – Laboratórios Especializados ............................................................... 157
ANEXO H – Matriz Curricular 2017/1 e Matriz Curricular 2000/1: equivalência por
disciplina.................................................................................................................. 158
ANEXO I – Programa de Extensão Universitária EGN 2016/2016.......................... 160
ANEXO J – Portaria MEC 1.691, de 27/11/2009 .................................................... 168
11

INTRODUÇÃO

O projeto originário foi construído e entregue a Universidade Católica de


Goiás – UCG, no ano de 1998, a partir da proposta de um Piloto de Linha Aérea,
que expressava sua visão sobre o crescimento do transporte aéreo regular no País,
com possibilidades de seu desenvolvimento em Goiás. Naquele momento,
percebeu-se a necessidade de respostas concretas ao ensino, pesquisa, extensão e
gestão na formação de profissionais-cidadãos para a Aviação Civil. Tratava-se de
uma mudança de paradigma na formação profissional de uma categoria envolvida
com uma das mais modernas indústrias de serviços.
A UCG contatou as autoridades do Departamento de Aviação Civil – DAC
e inscreveu-se para obter o credenciamento relativo à formação de Piloto Privado,
Piloto Comercial e IFR (voo por instrumentos) e Piloto de Linha Aérea – Avião. Após
alguns meses, no dia 5 de janeiro de 1.999, foi publicado no Diário Oficial o
conteúdo do Ofício n. 25/STE/00217, do DAC, credenciando a universidade
conforme seu requerimento.
Assim, a experiência inicial se deu no início de 1999 com um curso de
extensão denominado “Piloto de Linha Aérea”, como um projeto-piloto, para verificar
a possível demanda nesta modalidade de formação. Segundo a Empresa Brasileira
de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, Goiânia apresentava-se como o segundo
maior polo de manutenção de aeronaves da Aviação Geral do Brasil e o interesse
local pela formação ocorreu com boas expectativas. Em decorrência de confirmação
de demanda, como previsto, a Universidade optou por transformar aquele curso de
extensão no Curso de Graduação em Ciências Aeronáuticas, Bacharelado, no início
do período de 2000/1.
Em 27 de dezembro de 2005, por intermédio da Lei n. 11.182, foi
instituída a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, que substituiu o DAC, órgão
homologador e normatizador do setor aéreo. O curso de Ciências Aeronáuticas,
devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação – MEC e credenciado pela
ANAC prosseguiu suas atividades, com destaque para a Portaria n. 2719/SPO, de
13 de outubro de 2015, da Gerência de Certificação de Organizações de Instrução
da Agência Nacional de Aviação Civil, que renovou a homologação do Curso por
mais cinco anos.
12

Entende-se como Ciências Aeronáuticas a área do conhecimento relativa


ao estudo das operações aéreas e da gestão de aviação civil que devem ser vistas
como um cenário indissociável de sistemas de objetos e ações. Enquanto ciência
tem por objetivo obter o equilíbrio do conjunto formado pelo desenvolvimento da
tecnologia aeronáutica, pelo fator humano e pela gestão do sistema, pilares que
suportam todas as variáveis vivenciadas nas diversas operações aéreas. A principal
referência é o Parecer CNE/CES de n. 225/2012, que aguarda homologação,
resultante de reuniões em que participaram representantes do próprio CNE e de
Instituições de Ensino Superior que oferecem o curso de Ciências Aeronáuticas.
Do ponto de vista epistemológico, buscou-se aglutinar conhecimentos que
promovem a pesquisa, as respostas aos desafios existentes em um dos mais
dinâmicos e sensíveis setores da economia. Uma vez que as universidades
começaram a atuar na formação de pilotos em nível superior, as empresas do
transporte aéreo, o sistema aeroportuário e órgãos da administração pública, afins–
constituintes do mercado de trabalho desses futuros profissionais – ampliaram as
expectativas sobre a capacidade de atuação desses novos profissionais da Aviação
Civil, formados por essas instituições.
Na PUC Goiás, tais expectativas não tardaram ser respondidas à
contento, pois, com o tempo a instituição pôde acompanhar o desempenho
satisfatório dos egressos tanto no mercado de trabalho nacional como internacional.
Além disso, surgiram desafios de médio prazo: um estudo anual da Boeing
Company, intitulado Pilot and Technician Outlook de 2013, expressava projeções da
indústria do transporte aéreo no mundo, indicando serem necessários 498 mil novos
pilotos para comporem tripulações de aeronaves nos próximos dezesseis anos.
Segundo Sherry Carbary, vice-presidente da Boeing Flight Service, a demanda
emergencial por mão-de-obra qualificada é uma característica global e muito
concreta. “A chave para preencher essa lacuna é intensificar a formação com as
mais modernas tecnologias visando atrair jovens interessados em carreiras na
aviação” (BOEING, 2013).
O Brasil, por suas características, não terá condição de prover esses
profissionais na quantidade necessária ao mercado, em tempo hábil, por isso a
entrada das universidades na formação de pilotos possibilitou maior incremento na
sua empregabilidade.
13

Após minucioso estudo do Parecer CNE/CES 225/2012, do Conselho


Nacional de Educação, com vista à criação de Diretrizes Curriculares Nacionais para
Bacharelado em Ciências Aeronáuticas, em sintonia com aquele Conselho, optou-se
pela revisão do Projeto Pedagógico do Curso, transformando-o em uma matriz única
com dupla habilitação a saber: Bacharelado em Ciências Aeronáuticas – Habilitação
em Gestão de Aviação Civil e Bacharelado em Ciências Aeronáuticas – Habilitação
Piloto de Linha Aérea. Esse formato proporciona maior flexibilidade ao aluno
possibilitando-lhe condições de empregabilidade, enquanto gestor e conhecedor das
operações de voo, tanto na iniciativa pública quanto privada. Na habilitação para
gestor não haverá a necessidade de realizar horas práticas de voo.
O Projeto Pedagógico do Curso - PPC não apresenta uma simples
agregação cumulativa de conteúdos instrumentalizadores de tarefas, mas revela
uma proposta sistematizada de conhecimentos acadêmico-científicos visando
cumprir o objetivo do curso, preocupado com o perfil do egresso, propiciando uma
formação de excelência no ensino superior da Aviação Civil.
Conduzida pelo Núcleo Docente Estruturante - NDE, a produção desse
documento contou com a participação da Coordenação do Curso, do seu Colegiado,
de representantes do Centro Acadêmico - CA, traduzindo-se em uma prática que se
consolidou desde o início do processo até a sua finalização, conforme tem
acontecido em todas as atualizações procedidas neste PPC.
A Matriz Curricular 2017/1 supera a anterior por propiciar ao seu
acadêmico uma formação como bacharel em Gestão de Aviação Civil que
independe da Licença de Piloto Comercial - Avião.
14

1 OBJETIVOS DO CURSO

O Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado pretende proporcionar


qualificação na área da Gestão Aeronáutica, objetivando formar profissionais com
habilitação em gestão ou um gestor especializado em operações de voo. Pretende,
ainda, formar Pilotos de Linha Aérea – PLA para pilotarem jatos comerciais com
mais de cem acentos ou equivalentes, de grande porte, de alta performance e alta
complexidade tecnológica digital, atuando integrados às demais equipes de solo. O
Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado da PUC Goiás se compromete,
também, a:
• Desenvolver conhecimentos a partir de processos de pesquisa, a fim de
contribuir para com o desenvolvimento e a inovação no setor aeronáutico e,
também, ampliar os conhecimentos no segmento da Aviação Civil Nacional.
• Conhecer o contexto nacional e internacional do sistema de aviação civil de
forma a permitir uma ação efetiva, eficiente e eficaz no seu âmbito de atuação.
• Desenvolver conhecimentos concernentes à visão estratégica empresarial, com
competência para planejar e gerenciar projetos, com atitude empreendedora e
inovadora em seu cenário de atuação.
• Compreender os sistemas de gestão e controle da Segurança de Aviação Civil
segundo requisitos de Legislações Nacionais e Internacionais.
• Adotar um posicionamento teórico-prático que possibilite sólida proficiência e
apreensão no contexto do transporte aéreo em suas dimensões de
particularidade e universalidade.
• Demonstrar a atividade fim em âmbito técnico, gerencial e de segurança
operacional, de forma a permitir prever, reconhecer e agir, rápida e
adequadamente, diante das mudanças constantes nos segmentos da aviação
civil e da sociedade.
• Desenvolver conhecimentos relativos à área de gerenciamento sistêmico, de
pessoal, qualitativo e adequado, revelando a assimilação de novas informações
e conhecimentos.
• Oferecer conteúdos relacionados à flexibilidade intelectual e adaptabilidade
contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos
15

vários segmentos do campo de atuação de um bacharel em Ciências


Aeronáuticas.
• Superar a formação tradicional fragmentada por meio de uma Matriz Curricular
que contemple a compreensão dos problemas e desafios com os quais estes
profissionais se defrontarão no universo do trabalho.
• Investir em um ensino de qualidade com vistas ao desenvolvimento de
competências relativas às áreas: técnico-operacional, segurança de voo,
gerencial, sócio-humanística e psico-biomédica.
• Obter o domínio da língua inglesa de maneira adequada e proficiente, para
comunicar-se com os órgãos de tráfego aéreo e autoridades aeronáuticas
internacionais, seguindo as exigências das organizações nacionais e
internacionais da aviação civil.
• Desenvolver nos acadêmicos a capacidade de trabalhar em grupos de pesquisa
para promover a inovação e o desenvolvimento do setor.
• Estabelecer discussões que possibilitem a compreensão das implicações éticas
inerentes ao exercício profissional da aviação civil.
16

2 O PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

Algumas características devem fazer parte do perfil profissional dos


graduados em Ciências Aeronáuticas, sempre permitindo espaço para que
potencialidades individuais possam emergir, de modo a inseri-los no mundo laboral
para o melhor desenvolvimento acadêmico, antecedendo o exercício das atividades
técnico-operacionais e administrativas.
Embora o Parecer CNE/CES n. 225/2012 esteja aguardando
homologação, a PUC Goiás já assumiu, como perfil desejado do graduado, para
ambas as habilitações:
 Compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas de alto
nível.
 Atuar em âmbito técnico, gerencial e segurança operacional, de forma a ser
capaz de prever, reconhecer e agir, rápida e adequadamente, diante das mudanças
constantes em todos os segmentos da aviação civil e da sociedade.
 Assumir plenamente o comando, observados os níveis graduais do processo
de tomada de decisão.
 Desenvolver gerenciamento sistêmico, de pessoal, qualitativo e adequado,
revelando a assimilação de novas informações e conhecimentos.
 Apresentar flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de
situações diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de
atuação de um Bacharel em Ciências Aeronáuticas.
 Analisar problemas sistêmicos ou de pessoal e propor ações corretivas.
 Implantar sistemas de gestão e controle da Segurança da Aviação Civil
segundo requisitos de Legislações Nacionais e Internacionais.
 Desenvolver conhecimentos a partir de pesquisa, contribuindo para com o
desenvolvimento e a inovação tecnológica e promovendo a elevação da cultura e da
competitividade no segmento da Aviação Civil Nacional.
 Compreender o contexto empresarial nacional e internacional do segmento da
aviação civil de forma a permitir uma ação efetiva, eficiente e eficaz no seu âmbito
de atuação.
17

 Apresentar uma visão estratégica empresarial, competência para planejar e


gerenciar projetos na área de administração, incorporando uma atitude
empreendedora e inovadora de gestão em seu âmbito de atuação.
 Dominar a língua inglesa para empreender, através de análise crítica das
organizações nacionais e internacionais da aviação civil, a antecipação e promoção
de sua transformação.
 Liderar grupos de pesquisa para promover a inovação e o desenvolvimento em
sua área de atuação.
A partir desta perspectiva de formação, o perfil do(a) acadêmico(a) do
Curso de Ciências Aeronáuticas da PUC Goiás deverá ser dotado de três dimensões
significativas no exercício da sua profissão:

a) Competências:

 Disciplina:
Autodisciplina e capacidade de cumprir normas e procedimentos
relacionados com a operação correta, pontual e segura da aeronave;
respeito às leis de direito aeronáutico e regras de tráfego aéreo, bem
como cumprimento de regulamentos organizacionais e padronização
operacional das empresas aéreas.

 Liderança:
Na condução de tripulações técnicas e de cabine, sob sua coordenação,
no gerenciamento do voo, no relacionamento com passageiros, com
técnicos e com autoridades. No ambiente aeroportuário e das empresas
aéreas.

 Responsabilidade:
Na manutenção de padrões de segurança, na execução de procedimentos
operacionais, ao assumir seus atos, na administração de situações
adversas e no cumprimento de leis.

 Equilíbrio emocional:
18

Na condução e gerenciamento de situações adversas durante a atividade


de voo e na gestão na aviação civil, atuando com eficiência e eficácia sob
situações de pressão e estresse.

 Ética / Moral:
Atuação em consonância com os padrões e valores socialmente
esperados, mesmo que em situações de pressão e stress.
Uso adequado do poder pessoal, apesar de estar legalmente investido no
papel de autoridade.

 Maturidade:
Para bem gerenciar os diferentes dilemas inerentes à condução de voos
comerciais e no âmbito aeronáutico não obstante pressões e
adversidades.

 Flexibilidade:
Na identificação de situações em que são exigidas modificações de
procedimentos e ações, com vistas ao alcance dos objetivos da(s)
empresa(s) e da segurança de voo.

 Discernimento:
Para a justa avaliação e dimensionamento correto das diferentes
implicações inerentes à complexidade das situações sob seu julgamento,
principalmente no gerenciamento de riscos e na administração de crises.

 Iniciativa:
Para assumir o comando, considerando os níveis graduais do processo e
tomada de decisão.

 Posicionamento crítico:
Na avaliação das diferentes dimensões que envolvem a atividade aérea,
posicionando-se com embasamento justificável diante da tripulação,
empresa, passageiros e autoridades aeronáuticas.
19

 Autocrítica:
No constante exame do exercício profissional, com vistas ao
aperfeiçoamento permanente e ao redimensionamento necessário ao
posicionamento e às atitudes.

 Motivação:
Automotivação necessária à condução da carreira profissional, e, também,
quanto à capacidade para estimular os demais membros da equipe que
atua sob sua coordenação.

 Perseverança:
Na aplicação rotineira dos procedimentos aeronáuticos estabelecidos e na
busca do constante aperfeiçoamento, bem como diante de situações de
pressão e de estresse.

 Exemplo:
Na condução do pessoal em terra e em voo, bem como na representação
da empresa e do País.

 Abertura:
Receptividade à novas tecnologias, aos procedimentos operacionais, aos
processos grupais e valores culturais com os quais frequentemente
interage na atividade aérea.

 Autodesenvolvimento:
Busca permanente do aprimoramento profissional como processo de sua
responsabilidade, evitando a transferência para as empresas aéreas o
direcionamento de sua qualificação.
 Autonomia:
Adoção de procedimentos seguros relativos ao gerenciamento do voo e
como gestor de aviação civil sob diferentes aspectos: técnicos, comerciais,
diplomáticos, legais, sociais, etc.
20

 Adaptabilidade.
Às contingências inerentes à atividade aérea: tripulações diferenciadas;
rotas diversificadas que levam a diferentes climas, culturas e fusos
horários; condução de diferentes tipos de passageiros; escala de trabalho
não rotineira e com alterações, gerando impacto na vida pessoal e social;
ambiente aéreo empresarial e aeroportuário.

b) Habilidades:

 Técnicas:
Pilotagem de aviões de pequeno, médio e grande portes: que atenda aos
requisitos e níveis exigidos pela Autoridade Aeronáutica para a concessão
de licenças e habilitações técnicas necessárias ao exercício da atividade
aérea, bem como exercendo função de gestão no ambiente de aviação
civil.

 Humanas:
Comunicação eficaz, manejo de estresse, interação positiva, trabalho em
equipe, administração de conflitos e condicionamento físico.

 Gerenciais:
Consciência e alerta situacional, coordenação de cabine/tripulação,
gerenciamento de risco, planejamento de voo, processo decisório,
otimização de recursos, gerenciamento de tempo e de crises/mudanças,
argumentação/negociação.

c) Conhecimentos:

 Dos conteúdos básicos que promovam embasamento científico nas


diversas áreas do conhecimento fundamentais para a formação do Gestor
de Aviação Civil e do Piloto de Linha Aérea - PLA: língua portuguesa,
matemática, física e de língua inglesa.
21

 Dos conteúdos profissionalizantes especializados no âmbito da aviação


civil: conhecimentos de diversas aeronaves, seus sistemas, modo
operacional, formas navegação aérea, meteorologia, direito aéreo e
internacional, regulamento de tráfego aéreo, medicina aeronáutica,
aeroportos, gestão financeira, estratégica, de recursos humanos, de
marketing.

 Dos conteúdos humanísticos que assegurem a formação humanística e


cultural: teologia, ética e filosofia da ciência, psicologia, sociologia história
da aviação.

 Dos conteúdos qualitativos que qualifique o Gestor de Aviação Civil e o


PLA para o atendimento de pressupostos relacionados à base quantitativa
de conhecimentos e ferramentas necessárias para a tomada de decisões
em gestão e negócios.
22

3 PROPOSTA CURRICULAR

3.1 Estrutura Curricular

A Proposta Curricular do Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado,


norteada pela autonomia universitária da PUC Goiás, oferece a possibilidade de
dupla habilitação (Gestão de Aviação Civil e Piloto de Linha Aérea) com uma matriz
de estrutura única. Para tanto, a sua Proposta Curricular atende à legislação
educacional vigente, às normas emanadas do Ministério da Educação e do
Conselho Nacional de Educação instituída pelo Parecer CNE/CES n. 225/2012.
Atende, ainda, às diretrizes institucionais contidas no Plano de Desenvolvimento
Institucional, nas Políticas Institucionais, os regulamentos e instrumentos normativos
da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, bem como, o que prescrevem os
manuais de cursos da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC.

3.2 Conteúdos Curriculares

A Proposta Curricular do Curso de Ciências Aeronáuticas – CAER está


organizada em 8 (oito) períodos constituídos por conteúdos que se articulam aos
conhecimentos necessários à formação profissional do Gestor de Aviação Civil e do
Piloto de Linha Aérea, a saber: Conteúdos de Formação Básica, Conteúdos de
Formação Profissional e Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias e
os Eixos de Formação Aeronáutica, Formação Gerencial e Humana e Formação
Prática de Voo.
Como forma de estruturar a proposta curricular o CAER adotou as
nomenclaturas dos conteúdos supracitados. O Quadro 1 apresenta o número de
créditos (CR), a carga horária (CH) e os percentuais (%) dos Conteúdos de
Formação, dos Trabalhos de Conclusão de Curso e das Atividades Complementares
– AC.
23

Quadro 1 – Número de créditos, carga horária e percentuais por Conteúdos Curriculares e


Atividades Complementares do Curso de Ciências Aeronáuticas
Conteúdos CR CH %
Conteúdos de Formação Básica 36 540 17,3
Conteúdos de Formação Profissional 142 2.130 68,0
Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias. 12 180 5,8
Trabalho de Conclusão de Curso I e II 8 120 3,8
Atividades Complementares - 160 5,1
TOTAL 198 3.130 100,0

3.2.1 Conteúdos de Formação Básica Gestor de Aviação Civil e PLA

Os Conteúdos de Formação Básica – Quadro 2 visam a promover


embasamento científico nas diversas áreas de conhecimento fundamentais para a
formação do Gestor de Aviação Civil e do Piloto de Linha Aérea: Língua Portuguesa,
Língua Inglesa, Matemática, Física, História, Ética (geral e profissional), Filosofia,
Sociologia e Psicologia. Compreende 17,3% (540 horas) da carga horária do Curso.

Quadro 2 – Disciplinas dos Conteúdos de Formação Básica para Gestor de Aviação


Civil e PLA
Disciplinas Créditos Horas
1. Língua Portuguesa I 4 60
2. Inglês Técnico I 4 60
3. Inglês Técnico II 2 30
4. Inglês Técnico III 4 60
5. Matemática e Física para Aviação 2 30
6. História da Aviação 4 60
7. Teologia, Ciências Exatas e Tecnológicas 4 60
8. Ética e Filosofia da Ciência 4 60
9. Teorias Sociológicas 4 60
10. Psicologia Aplicada à Aviação 4 60
Total 36 540

3.2.2 Conteúdos de Formação Profissional para Gestor de Aviação Civil e PLA.

Os Conteúdos de Formação Profissional para Gestor de Aviação Civil e


PLA visam a fornecer aos discentes elementos que orientarão sua formação
aeronáutica no âmbito da aviação civil. Compreende 68,0% (2.130 horas) da carga
horária do Curso, conforme Quadro 3. Obviamente, a partir deste ponto começam a
configurar as decisões acerca da estrutura geral do Curso de Ciências Aeronáuticas
24

- Bacharelado, com base no perfil do profissional a ser formado. Dessa forma, foram
selecionados os seguintes tópicos destinados à formação profissional do Curso na
PUC Goiás.

Quadro 3 – Conteúdos de Formação Profissional


Disciplina Habilitação Créditos Horas
1. Conhecimentos Técnicos I PLA 4 60
2. Conhecimentos Técnicos II PLA 4 60
3. Aeronaves Glass Cockpit PLA 2 30
4. Navegação Aérea I Gestor/PLA 6 90
5. Navegação Aérea II Gestor/PLA 4 60
6. Tráfego Aéreo e CNS/ATM Gestor/PLA 2 30
7. Teoria de Voo I PLA 4 60
8. Teoria de Voo II PLA 4 60
9. Técnicas Modernas nos Sistemas de Aeronaves PLA 4 60
10. Regulamento do Tráfego Aéreo I PLA 4 60
11. Regulamento do Tráfego Aéreo II Gestor/PLA 4 60
12. Meteorologia I PLA 4 60
13. Meteorologia II PLA 4 60
14. Climatologia para a Aviação PLA 4 60
15. Seminário Interdisciplinar de Avaliação I Gestor/PLA 2 30
16. Seminário Interdisciplinar de Avaliação II Gestor/PLA 2 30
17. Seminário Interdisciplinar de Avaliação III Gestor/PLA 2 30
18. Fraseologia Aeronáutica I Gestor/PLA 2 30
19. Fraseologia Aeronáutica II Gestor/PLA 2 30
20. Medicina Aeronáutica PLA 2 30
21. Voo Simulado I Gestor/PLA 4 60
22. Voo Simulado II Gestor/PLA 6 90
23. Voo Simulado III Gestor/PLA 6 90
24. Temas de Pesquisa Em Aviação Civil Gestor/PLA 4 60
25. Sistema de Gerenciamento da Segurança
Operacional Gestor/PLA 4 60
26. Códigos e Convenções Normativas da Aviação
Civil Gestor/PLA 4 60
27. Disciplina Optativa Gestor/PLA 2 30
28. Comandante e sua Função Administrativa Gestor/PLA 2 30
29. Segurança de Voo e CRM Gestor/PLA 4 60
30. Gestão Ambiental e Aviação Gestor/PLA 4 60
31. Gestão Estratégica de Serviços Aeroportuários Gestor 4 60
32. Gestão Estratégica de Custos Gestor 4 60
33. Fundamentos da Administração Gestor 4 60
34. Gestão Estratégica de Recursos Humanos na
Aviação Civil Gestor/PLA 4 60
35. Organização das Empresas de Aviação Civil Gestor/PLA 4 60
36. Gestão de Marketing e Vendas Aplicada às
Empresas Aéreas Gestor 4 60
37. Gestão Estratégica Aplicada à Aviação Civil Gestor/PLA 4 60
38. Gestão Financeira para Empresas Aéreas Gestor 4 60
39. Gestão de Aeroportos Gestor 4 60
TOTAL 142 2.130
25

3.2.3 Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias.

Este conteúdos descritos no Quadro 4, abrangem 5,8% (180 horas) da carga


horária do Curso e complementam a formação profissional para o gestor, mediante
estudos mais avançados da logística, da pesquisa, da teoria dos jogos e do
desenvolvimento socioeconômico.

Quadro 4 – Disciplinas dos Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias para


Gestor
Disciplinas Créditos Horas
1. Economia Empresarial 4 60
2. Logística Aeroportuária 4 60
3. Pesquisa Operacional e Tomada de Decisões Aplicada
à Aviação Civil 4 60
Total 12 180

A Matriz Curricular do Curso de Ciências Aeronáuticas é constituída por


54 disciplinas, incluindo duas de TCC, totalizando 198 créditos – 2.970 horas, às
quais se somam 160 horas de Atividades Complementares, perfazendo 3.130 horas.
O Trabalho de Conclusão de Curso é oferecido nos dois últimos períodos e
compreende 4 créditos (120 horas). Caso os alunos do Curso venham a ser
avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – Enade, para
integralização curricular o aluno deverá, também, estar em situação de regularidade
junto a legislação do Sinaes (Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004).
Os alunos deverão ainda cursar no quarto período uma das três
Disciplinas Optativas, selecionada de acordo com o interesse de cada um. As três
disciplinas Optativas são: Gestor de Risco e da Saúde na Aviação,
Empreendedorismo e Criação de Negócios no Sistema de Gerenciamento da
Segurança Operacional (SGSO) e Libras. Além das disciplinas regulares, o aluno do
CAER deverá desenvolver Atividades Complementares, num total de 160 horas,
compreendendo 5,1% da carga horária total do curso.

3.2.4 Representação Gráfica do Perfil de Formação

A Proposta Curricular do Bacharelado em Ciências Aeronáuticas com


dupla Habilitação, isto é, Gestor de Aviação Civil e PLA, organizada em 8 (oito)
26

períodos, com 3.130 (três mil e cento e trinta) horas, oferece sólida formação
humanística, científica, técnica, tecnológica e cultural e está estruturada da seguinte
forma:
 2.970 (duas mil, novecentos e setenta) horas de conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural, articulados em 3 (três) Núcleos de Conteúdos:
Básicos, Profissionais e de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias
somados aos Trabalhos de Conclusão de Curso;
 160 (cento e sessenta) horas de Atividades Complementares.

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL


DE FORMAÇÃO

5,1% 17,3% Conteúdos de Básica


3,8%
5,8%

Conteúdos de Formação
Profissional

Conteúdos de Estudos
Quantitativos e suas
Tecnologias
Trabalho de Conclusão de
Curso I e II

68,0% Atividades Complementares

Conteúdos CR CH %
Conteúdos de Formação Básica 36 540 17,3
Conteúdos de Formação Profissional 142 2.130 68,0
Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias. 12 180 5,8
Trabalho de Conclusão de Curso I e II 8 120 3,8
Atividades Complementares - 160 5,1
TOTAL 198 3.130 100,0
27

3.3 Metodologia

O Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado, pela sua dupla vertente


de orientação – MEC e ANAC –, tem uma característica sui generis em relação à
maioria de outros cursos superiores. Para pensar e planejar a ação pedagógica de
acordo com esta dupla relação, é necessário compreender e aceitar que elas se
completam no momento da formação do profissional da Aviação Civil. Assim, o
Bacharelado em Ciências Aeronáuticas da PUC Goiás, de acordo com os princípios
da Instituição, procura desenvolver uma formação generalista que, em equilíbrio com
a formação técnico-científica e alicerçada nas normas da ANAC, busca concretizar o
perfil do egresso desejado para essa categoria profissional no âmbito do Ministério
da Educação.
Trata-se de uma metodologia que percebe o egresso como sujeito capaz
de interpretar a realidade do seu campo profissional e com ela interagir de forma
eficaz. Nos conteúdos propostos deve vivenciar um “avião-conceito” ou uma
aeronave de mais de cem assentos e sempre com tecnologia embarcada de alta
complexidade. Da mesma forma, este profissional deve ser capaz de articular
saberes relacionados à gestão de empresa aérea e sistemas aeroportuários. Desta
perspectiva, a proposta visa envolver teoria e pesquisas de campo na construção do
conhecimento, possibilitando a articulação entre os conteúdos e a integração do
ensino, pesquisa e extensão.
A metodologia está assentada sobre o método dialético, enquanto
concepção, dessa forma, a partir da relação professores e alunos ela intenta o
melhor resultado para as situações que desafiam e motivam os sujeitos, assim, o
método consiste em desenvolver no aluno a capacidade de ele encontrar soluções
para questões existentes em seu futuro campo profissional, em um processo de
construção e reconstrução do conhecimento de forma sistêmica.
Os futuros pilotos e gestores vivenciam a relação teoria-prática desde o
início do Curso. Eles são levados pelo professor a olhar e sistematizar a realidade
social em que cada tema desenvolvido é vivido e experimentado (desde a simulação
até a prática). São levados ainda, a questionarem os possíveis determinantes do
problema, perceberem as variáveis mais e menos evidentes que interferem no
estudo e buscarem soluções fundamentadas teoricamente. A reflexão constitui o
eixo norteador do trabalho metodológico. Nesse sentido, a realidade social adquire
28

caráter de ponto de partida e ponto de chegada no processo de ensino-


aprendizagem. Após essas etapas, alcança-se a realidade social um ressignificado.
“Completa-se a cadeia dialética de ação – reflexão – ação, ou dito de outra maneira,
a relação prática – teoria, tendo como ponto de partida e de chegada do processo de
ensino-aprendizagem, a realidade social” (BERBEL, 1998, p. 144).
Segundo Kuenzer (2002), o trabalho intelectual não se transforma em
prática por si só a não ser que o mundo das ideias se transforme em ação. A
articulação entre o fazer e o conhecimento implica o pensar, ler a realidade,
compreender os processos, identificar problemas, gerar soluções, construir o novo.
29

3.4 Matriz Curricular

CRÉDITOS POR NATUREZA Requisitos


PERÍODO CÓDIGO NOME
PRE EST LAB PRA ORI TOTAL CH PRÉ-REQ CO-REQ
AER 2010 Conhecimentos Técnicos I 4 0 0 0 0 4 60
AER 2020 Navegação Aérea I 6 0 0 0 0 6 90
1 AER 2030 Teoria de Voo I 4 0 0 0 0 4 60
AER 2040 Regulamento do Tráfego Aéreo I 4 0 0 0 0 4 60
AER 2050 Meteorologia I 4 0 0 0 0 4 60
AER 2060 Seminário Interdisciplinar de Avaliação I 2 0 0 0 0 2 30
Carga Horária Semestral: 360 h Créditos total do semestre: 24
AER 2000 História da Aviação 4 0 0 0 0 4 60
AER 2064 Fraseologia Aeronáutica I 2 0 0 0 0 2 30
2 AER 2065 Medicina Aeronáutica 2 0 0 0 0 2 30
FIT 1810 Teologia e Ciências Sociais e Humanas Aplicadas 4 0 0 0 0 4 60
FIT 1945 Ética e Filosofia da Ciência 4 0 0 0 0 4 60
LET 4101 Língua Portuguesa I 4 0 0 0 0 4 60
LET 4525 Inglês Técnico I 4 0 0 0 0 4 60
Carga Horária Semestral: 360 h Créditos total do semestre: 24
AER 2011 Conhecimentos Técnicos II 4 0 0 0 0 4 60 AER 2010
AER 2031 Teoria de Voo II 4 0 0 0 0 4 60 AER 2030
AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II 4 0 0 0 0 4 60 AER 2040
3
AER 2051 Meteorologia II 4 0 0 0 0 4 60 AER 2050
AER 2066 Seminário Interdisciplinar de Avaliação II 2 0 0 0 0 2 30 AER 2060
AER 2086 Navegação Aérea II 4 0 0 0 0 4 60 AER 2020
LET 4528 Inglês Técnico II 2 0 0 0 0 2 30 LET 4525
MAF 1323 Matemática e Física para Aviação 2 0 0 0 0 2 30
Carga Horária Semestral: 390 h Créditos total do semestre: 26
AER 2068 Sistema de Gerenciamento da Segurança Oper. 4 0 0 0 0 4 60
AER 2069 Códigos e Convenções Normativas da Aviaç. Civil 4 0 0 0 0 4 60
AER 2070 Voo Simulado I 2 0 2 0 0 4 60
4
HGS 1003 Teorias Sociológicas 4 0 0 0 0 4 60
LET 4529 Inglês Técnico III 4 0 0 0 0 4 60 LET 4528
PSI 3701 Psicologia Aplicada à Aviação 4 0 0 0 0 4 60
Optativa 2 0 0 0 0 2 30
Carga Horária Semestral: 390 h Créditos total do semestre: 26
AER 2072 Aeronaves Glass Cockpit 2 0 0 0 0 2 30
AER 2073 Técnicas Modernas nos Sistemas de Aeronaves 4 0 0 0 0 4 60
AER 2074 Tráfego Aéreo e CNS/ATM 2 0 0 0 0 2 30
5
AER 2075 Climatologia para a Aviação 4 0 0 0 0 4 60
AER 2076 Comandante e sua Função Administrativa 2 0 0 0 0 2 30
AER 2077 Seminário Interdisciplinar de Avaliação III 2 0 0 0 0 2 30 AER 2066
AER 2078 Voo Simulado II 2 0 4 0 0 6 90 AER 2070
AER 2081 Segurança de Voo e CRM 4 0 0 0 0 4 60
Carga Horária Semestral: 390 h Créditos total do semestre: 26
AER 2079 Paradigmas da Pesquisa na Aviação Civil 4 0 0 0 0 4 60
AER 2080 Voo Simulado III 2 0 4 0 0 6 90 AER 2078
AER 2082 Fraseologia Aeronáutica II 2 0 0 0 0 2 30
6
CSA 2000 Gestão Estratégica de Serviços Aeroportuários 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2001 Gestão Estratégica de Custos 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2002 Gestão Ambiental e Aviação 4 0 0 0 0 4 60
Carga Horária Semestral: 360 h Créditos total do semestre: 24
AER 2083 Trabalho de Conclusão de Curso I 0 0 0 0 4 4 60
CSA 2003 Fundamentos da Administração 4 0 0 0 0 4 60
CSA 2004 Ges. Estrat. de Rec. Humanos na Aviação Civil 2 0 2 0 0 4 60
7
CSA 2005 Economia Empresarial 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2006 Organização das Empresas de Aviação Civil 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2007 Logística Aeroportuária 2 0 2 0 0 4 60
Carga Horária Semestral: 360 h Créditos total do semestre: 24
AER 2084 Trabalho de Conclusão de Curso II 0 0 0 0 4 4 60 AER 2083
CSA 2008 Gest. de Marketing e Vendas Aplic. às Empresas 2 0 2 0 0 4 60
Aéreas
8 CSA 2009 Gestão Estratégica Aplicada à Aviação Civil 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2010 Pesq. Oper. e Tom. de Decisão Aplic. à Aviaç. Civil 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2011 Gestão Financeira para Empresas Aéreas 2 0 2 0 0 4 60
CSA 2012 Gestão de Aeroportos 4 0 0 0 0 4 60
Carga Horária Semestral: 360 h Créditos total do semestre: 24
DISCIPLINAS
OPTATIVAS

AER 2087 Gestão do Risco e da Saúde na Aviação 2 0 0 0 0 2 30


CSA 2013 Empreendedorismo e Criação de Negócios 2 0 0 0 0 2 30
FON 1190 Libras 2 0 0 0 0 2 30
Atividades Complementares: 160 horas
Total de Créditos da Matriz: 198 – 2970 horas
Carga horária total para integralização: 3130 horas
Estágio não obrigatório
Legenda: Pre – Preleção; caracterizada por atividades em sala de aula com exposição do conteúdo programático do componente curricular com o objetivo de
promover o processo ensino-aprendizagem; Prá – Prática; aplicada às atividades práticas orientadas; Lab – Laboratório; utilizada para aulas em laboratórios
relativas aos conteúdos dos componentes curriculares; Ori – Orientação para TCC.
30

3.5 Ementário

As ementas e bibliografias das disciplinas do Curso de Ciências


Aeronáuticas - Bacharelado da PUC Goiás são apresentadas a seguir, de acordo
com os períodos letivos.

3.5.1 Disciplinas do Primeiro Período

DISCIPLINA: CONHECIMENTOS TÉCNICOS I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2010 04 60 - -

EMENTA:
Principais componentes mecânicos, estruturais e manutenção de aeronaves.
Motores aeronáuticos convencionais: princípios de funcionamento. Proteção contra
incêndios.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ABREU, B. A. M. de. Conhecimentos técnicos de aeronaves. 2. ed. [S.l.: s.n.]:


2013.

BIANCHINI, D. Conhecimentos técnicos: piloto privado. 2. ed. São Paulo: Bianch,


2015.

HOMA, J. M. Aeronaves e motores: conhecimentos técnicos. 34. ed. São Paulo:


Asa, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BIANCHINI, D. Teoria de voo: aviões. 5. ed. São Paulo: Bianch, 2015.

BRASIL. Departamento de Aviação Civil. Subdepartamento Técnico. Mecânico de


manutenção aeronáutica. Rio de Janeiro: DAC, 1996. v. 2.
31

HOMA, Jorge M. Aerodinâmica e teoria de voo. 33. ed. São Paulo: ASA, 2013.

PROCHASKA, E. O. C. Aprendendo a voar: manual básico para treinamento


prático de piloto – avião. 4. ed. atual. São Paulo: Asa, 1999.

SCHIAVO, A. C. Conhecimentos técnicos e motores para pilotos. Rio de Janeiro:


EAPAC, 1998.
32

DISCIPLINA: NAVEGAÇÃO AÉREA I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2020 06 90 - -

EMENTA:
Gerenciamento de navegação aérea estimada: noções básicas de matemática,
fundamentos básicos, interpretação de instrumentos, cartas e mapas e aplicabilidade
nas práticas de voo. Introdução à radiocomunicação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

LOBATO, I. Navegação aérea descomplicada: piloto privado, avião e helicóptero.


3. ed. Natal: D&F Jurídica, 2014.

______. Navegação aérea descomplicada: voo por instrumentos. 2 ed. São Paulo:
Bianch, 2013.

MONTEIRO, M. A. Roteiros de navegação aérea. 17. ed. rev. e atual. São Paulo:
Asa, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COSTA FILHO, A. S. da. Regulamento de tráfego aéreo para piloto privado de


avião e helicóptero. São Paulo: Espaço Aéreo, 2014.

FONSECA, W. P. da. Manual de navegação aérea. 2. ed. Rio de Janeiro: EAPAC,


1969.

MEDEIROS, W. da S. Questionário de navegação aérea: para pilotos e DOV's.


São Paulo: EAPAC, 1998.

NOGUEIRA, R. A. 500 questões de navegação aérea: piloto privado. São José dos
Campos: Editora do Autor, 2012.

ROOS, T. Navegação visual e estimada: piloto privado. ed. 15. São Paulo: Ed. do
Autor, 2000.
33

DISCIPLINA: TEORIA DE VOO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2030 04 60 - -

EMENTA:
Conhecimentos básicos de física. Fundamentos básicos da aerodinâmica.
Comandos e dispositivos para estabilidade e controle do voo. Introdução à teoria de
peso e balanceamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Teoria de voo: aviões. 5. ed. São Paulo: Bianch, 2015.

HOMA, J. M. Aerodinâmica e teoria de voo. 33. ed. São Paulo: Asa, 2013.

SAINTIVE, N. S. Teoria de voo: introdução à aerodinâmica. 6. ed. rev. São Paulo:


Asa, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FERRET, S. B. Teoria de voo: exercícios. Porto Alegre: [s.n.], 1997.

LOVE, M. C. Spin management and recovery. New York: McGraw-Hill, 1996.

PEDROSA, A. C. de F. Teoria de voo de baixa velocidade e performance: peso e


balanceamento. Rio de Janeiro: EAPAC, 1992.

SAINTIVE, N. S. Aerodinâmica de voo de alta velocidade. 10. ed. São Paulo: Asa,
2012.

______. Exercícios de teoria de voo. 4. ed. São Paulo: Asa, 2011.


34

DISCIPLINA: REGULAMENTOS DO TRÁFEGO AÉREO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2040 04 60 - -

EMENTA:
Regulamentação do tráfego aéreo para o voo visual e aplicabilidade nas práticas de
voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

COSTA FILHO, A. S. da. Regulamento de tráfego aéreo para piloto privado de


avião e helicóptero. São Paulo: Espaço Aéreo, 2014.

SONNEMAKER, J. B. Meteorologia. 31. ed. São Paulo: Asa, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo, 1500 questões: aviões e


helicópteros para pilotos privado, comercial, instrumentos e linha aérea. 5. ed. rev.
São Paulo: Asa, 2013.

LOBATO, I. Navegação aérea descomplicada: piloto privado, avião e helicóptero.


3. ed. Natal: D&F Jurídica, 2014.

OLIVEIRA, A. Transporte aéreo: economia e políticas públicas. São Paulo: Pezco,


2009.

PROCHASKA, E O. C. Aprendendo a voar: manual básico para treinamento prático


de piloto – avião. 4. ed. São Paulo: Asa, 1999.

RODRIGUES, E. C. D. Auto brifim. Rio de Janeiro: EAPAC, 1996.


35

DISCIPLINA: METEOROLOGIA I
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2050 04 60 - -

EMENTA:
Fenômenos meteorológicos. Matemática básica para a meteorologia. Informações
meteorológicas aeronáuticas. Condições meteorológicas para voo visual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

SONNEMAKER, J. B. Meteorologia. 31. ed. São Paulo: Asa, 2012.

SOUZA, W. B. de. Meteorologia aeronáutica: piloto privado. Brasília: Editora do


Autor, 2014.

______. Códigos e mensagens meteorológicas. Brasília: Editora do Autor, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ANTAS, L. M.; BANCI, D. Meteorologia para aviação: teoria e testes. São Paulo
19--?.

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

BRANDÃO, R. G. Meteorologia aeronáutica: 800 testes. São Paulo: Asa, 2011. v.


2.

CONTI, J. B. Clima e meio ambiente. 7. ed. São Paulo: Atual, 2011.

SOUZA, W. B. de. 1001 testes de meteorologia. 7. ed. Brasília: Editora do Autor,


2011.
36

DISCIPLINA: SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE AVALIAÇÃO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2060 02 30 - -

EMENTA:
Procedimentos previstos para a segurança de voo, bem como o gerenciamento dos
fatores que envolvem a fisiologia humana e seus efeitos no âmbito aeroespacial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MACHADO, H. C.; SANTOS, N. dos (Org.). Meio ambiente laborativo na aviação


brasileira: questões atuais. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2016.

PALHARINI, M. J. A. Medicina de aviação para pilotos e comissários. São Paulo:


Bianch, 2012.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

HELFENSTEIN, J. E. Medicina aeronáutica: uirateonteon. 3. ed. São Paulo: Asa,


2012.

PALHARINI, M. J. A. Primeiros socorros e emergências médicas para pilotos e


comissários. São Paulo: Bianch, 2013.

REINHART, R. O. Basic flight physiology. 3rd ed. New York: McGraw-Hill


Education, 2008.

SAFETY management manual (SMM). 3rd ed. Quebec: International Civil Aviation
Organization, 2013.

TAVEIRA, N. de S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos, SP: Somos, 2011.
37

3.5.2 Disciplinas do Segundo Período

DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AVIAÇÃO.


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2000 04 60 - -

EMENTA:
História da aviação. O transporte público aéreo no Brasil: da sua gênese à
contemporaneidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

INSTITUTO HISTÓRICO-CULTURAL DA AERONÁUTICA BRASILEIRA. História


geral da aeronáutica brasileira: dos primórdios até 1920. Belo Horizonte: Itatiaia;
Rio de Janeiro: INCAER, 1990. v. 1.

MONTEIRO, R. F. Aviação: construindo sua história. Goiânia: Editora da UCG,


2002.

PEREIRA, A. Breve história da aviação comercial brasileira. Rio de Janeiro:


Europa, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DRUMOND, C. D. Asas do Brasil: uma história que voa pelo mundo. São Paulo:
Cultura, 2004.

INSTITUTO HISTÓRICO-CULTURAL DA AERONÁUTICA BRASILEIRA. História


geral da aeronáutica brasileira: de 1921 às vésperas da criação do ministério da
aeronáutica. Belo Horizonte: Itatiaia; Rio de Janeiro: INCAER, 1988. v. 2

. História geral da aeronáutica brasileira: da criação do ministério da


aeronáutica até o final da segunda guerra mundial. Belo Horizonte: Itatiaia; Rio de
Janeiro: INCAER, 1990. v. 3.

SANTOS-DUMONT, A. O que eu vi. O que nós veremos. São Paulo: Hedra, 2000.

SONINO, G. Depois da turbulência: a aviação comercial brasileira aprende com


suas crises. São Paulo: Apvar, 1995.
38

DISCIPLINA: INGLÊS TÉCNICO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
LET 4525 04 60 - -

EMENTA:
Leitura de textos curtos de gêneros textuais variados, principalmente relacionados à
aviação. Estratégias de leitura instrumental. Estruturas linguísticas e vocabulário de
nível básico, abordados de forma funcional. Usos funcionais e situacionais da língua
inglesa como língua internacional da aviação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

EVANS, V.; DOOLEY, J.; ESPARZA, J. Civil aviation. Reino Unido: Express, 2012.

MURPHY, R. Essential grammar in Use. New York: Cambridge University, 2007.

OXENDEN, C.; LATHAM-KOENIG, C.; SELIGSON, P. New english file: elementary


student's book. New York: oxford University Press, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CRANE, D. Dictionary of aeronautical terms. 5th ed. Newcastle: Aviation Supplies


& Academics, 2012.

EMERY, H.; ROBERTS, A. Aviation: english. Oxford: Macmillan, 2008.

MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo,


2005. v. 1.

PASSWORD: English dictionary for speakers of Portuguese. 2. ed. São Paulo:


Martins Fontes, 1998.

SOUZA, A. G. F. et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. 2.


ed. Barueri, SP: Disal, 2010.
39

DISCIPLINA: TEOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS APLICADAS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
FIT 1810 04 60 - -

EMENTA:
Fé cristã e suas complexas relações com as diferentes expressões religiosas,
particularmente as afrodescendentes e indígenas; o sagrado e o profano; conceitos
e estruturas que articulam o fenômeno religioso; análise crítica da relação entre a
teologia e as ciências exatas e tecnológicas; os valores tecnológicos e o meio
ambiente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano, compaixão pela Terra. 19. ed. Petrópolis:
Vozes, 2013.

CROATTO, S. Linguagens da experiência religiosa: uma introdução à


fenomenologia da religião. 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2010.

REIMER H.; SILVA, V. da.; LAGO, L.; O sagrado e as construções de mundo:


roteiro para as aulas de introdução à teologia na universidade. Goiânia: UCG, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BOFF, L. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. 45. ed.


Petrópolis: Vozes, 2007.

CARVALHO, I. C. de M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. 2.


ed. São Paulo: Cortez, 2006.

GOMES, U. J. África, afro-descendência e educação. Goiânia: UCG, 2006.

PADEN, W. E. Interpretando o sagrado: modo de conceber a religião. São Paulo:


Paulinas, 2001.

SANTOS, P. S. dos. Crime ecológico: da Filosofia ao Direito. Goiânia: AB, 2004


40

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
LET 4101 04 60 - -

EMENTA:
O texto em suas dimensões de coerência, coesão e correção em suas diversas
modalidades. Textos científicos: gêneros, tipos e características.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São


Paulo: Parábola, 2008.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Contexto,


2007.

VAL, M. da G. C. Redação e textualidade. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ABREU, A. S. Curso de redação. 12. ed. São Paulo: Ática, 2004.

FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2009.

FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 47. ed.
São Paulo: Cortez, 2006.

MARTINS, M. H. O que é leitura. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.

TRAVAGLIA, L. C.; KOCH, I. V. A coerência textual. 18. ed. São Paulo: Contexto,
2011.
41

DISCIPLINA: ÉTICA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
FIT 1945 04 60 - -

EMENTA:
Doutrinas éticas fundamentais. Liberdade e responsabilidade. Relação/distinção
entre moral e ética. A dimensão ética da ciência. A reflexão crítica sobre a ciência.
Ética ambiental, valores humanos e étnico-raciais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FOUREZ, G. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das


ciências. São Paulo: UNESP, 1995.

OLIVEIRA, M. A. de (Org.). Correntes fundamentais da ética contemporânea. 2.


ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

VAZ, H. C. de L. Escritos de filosofia II: ética e cultura. 5. ed. São Paulo: Loyola,
2013. v. 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

GRÜN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP:


Papirus, 2000.

JONAS, H. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização


tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006.

MOORE, G. E. Principia ethica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1999.

OTONI, R. Estatuto da igualdade racial. Brasília: Edições Câmara, 2011.

SÁNCHEZ VASQUEZ, A. S. Ética. 33. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,


2012.
42

DISCIPLINA: FRASEOLOGIA AERONÁUTICA I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2064 02 30 - -

EMENTA:
Introdução ao estudo dos fundamentos epistemológicos da Fraseologia Aeronáutica:
delimitação e definição de unidade fraseológica, os estudos da fraseologia no âmbito
aviação civil. A fraseologia e fraseografia da linguagem aeronáutica geral: gestão da
comunicação, denominações, conceitos e caracterização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo: voo visual avião e


helicóptero, piloto privado e comercial. 36. ed., atual. São Paulo: Asa, 2014.

PORTO, M. L.; GUIMARÃES, M. P. Fraseologia em inglês para pilotos. 3. ed. São


Paulo: Asa, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COSTA FILHO, A. S. da. Regulamento de tráfego aéreo para piloto privado de


avião e helicóptero. São Paulo: Espaço Aéreo, 2014.

EMERY, H.; ROBERTS, A. Aviation: english. Oxford: Macmillan, 2008.

MARINOTTO, D. Aviation english course. São Paulo: Asa, 2010.

MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. 5. ed.


São Paulo: Cultrix, 1979.

PROCHASKA, E. O. C. Aprendendo a voar: manual básico para treinamento


prático de piloto – avião. 4. ed. e atual. São Paulo: Asa, 1999.
43

DISCIPLINA: MEDICINA AERONÁUTICA


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2065 02 30 - -

EMENTA:
O homem e os efeitos das condições de voo. Condições psicofísicas que afetam o
comportamento do aeronauta. Atendimento de urgência e primeiros socorros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

HELFENSTEIN, J. E. Medicina aeronáutica: uirateonteon. 3. ed. São Paulo: Asa,


2012.

PALHARINI, M. J. A. Medicina de aviação para pilotos e comissários. São Paulo:


Bianch, 2012.

PALHARINI, M. J. A. Primeiros socorros e emergências médicas para pilotos e


comissários. São Paulo: Bianch, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 2 v.

JOHNSTON, N.; MCDONALD, N.; FULLER, R. (Ed.). Aviation psychology in


practice. United States of America: Ashgate, 1997.

MARTINS, H. S. et al. Emergências clínicas: abordagem prática. 9. ed. rev. e atual.


Barueri: Manole, 2014.

REINHART, R. O. Basic flight physiology. 3rd ed. New York: McGraw-Hill


Education, 2008.

______. FAA medical certification: guidelines for pilots. 3rd ed. Iowa: Iowa State
University, 1997.
44

3.5.3 Disciplinas do Terceiro Período

DISCIPLINA: CONHECIMENTOS TÉCNICOS II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2011 04 60 - AER 2010

EMENTA:
Motores convencionais e à reação: sistemas de alimentação, combustível e ignição.
Sistemas hidráulicos, degelo/anti-gelo, de pressurização, pneumático, de oxigênio e
de proteção contra incêndio. Componentes e princípios de funcionamento das
hélices, instrumentos de bordo e piloto automático.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Conhecimentos técnicos: aviões. 2. ed. São Paulo: Bianch, 2015.

HOMA, J. M. Aeronaves e motores: conhecimentos técnicos. 34. ed. São Paulo:


Asa, 2014.

PALHARINI, M. J. A. Motores a reação. 12. ed. São Paulo: Bianch, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ABREU, B. A. M. de. Conhecimentos técnicos de aeronaves: avião. 2. ed. [S. l.: s.


n.]: 2013.

AIRCRAFT TECHNICAL BOOK COMPANY. Aircraft reciprocating engines.


Englewood: Jeppesen Sanderson, 1985.

INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL. Mecânico de manutenção aeronáutica: células


de aeronaves. Rio de Janeiro: DAC, 1996.

SCHIAVO, A. C. Motores à reação. Rio de Janeiro: EAPAC, [19--?].

______. Conhecimentos técnicos e motores para pilotos. Rio de Janeiro:


EAPAC, 1998.
45

DISCIPLINA: NAVEGAÇÃO AÉREA II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2086 04 60 - AER 2020

EMENTA:
Gerenciamento da navegação aérea estimada e radionavegação: cálculo
matemático de estimação, métodos e equipamentos. Planejamento de voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

LOBATO, I. Navegação aérea descomplicada: voo por instrumentos. 2 ed. São


Paulo: Bianch, 2013.

MONTEIRO, M. A. Roteiros de navegação aérea. 17. ed. rev. e atual. São Paulo:
Asa, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BOTTURA, H. Curso prático de vôo por instrumentos. 2. ed. São Paulo 1989.

BREIER, E. Radiogoniometria. Rio de Janeiro: EAPAC, 1991.

JOHNSTON, J. Avionics for the pilot: an introduction to navigational and radio


systems for aircraft. Shrewsbury: Airlife, 1998.

LOBATO, L. Navegação aérea descomplicada: piloto privado, avião e helicóptero.


3. ed. Natal: D&F Jurídica, 2014.

NOGUEIRA, R. A. 500 questões de navegação aérea: piloto privado. São José dos
Campos: Editora do Autor, 2012.
46

DISCIPLINA: TEORIA DE VOO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2031 04 60 - AER 2030

EMENTA:
Física aplicada ao voo. Teoria de voo de baixa e alta velocidade. Esforços
estruturais. Mecânica de voo e performance. Cálculo de peso e balanceamento para
o planejamento de voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Teoria de voo: aviões. 5. ed. São Paulo: Bianch, 2015.

HOMA, J. M. Aerodinâmica e teoria de voo. 33. ed. São Paulo: Asa, 2013.

SAINTIVE, N. S. Aerodinâmica de voo de alta velocidade. 10. ed. São Paulo: Asa,
2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ESHELBY, M. E. Aircraft performance: theory and practice. Reston: American


Institute of Aeronautics and Astronautics, 2000.

PEDROSA, A. C. F. Teoria de voo de baixa velocidade e performance: peso e


balanceamento. Rio de Janeiro: EAPAC, 1992.

SAINTIVE, N. S. Exercícios de teoria de voo. 4. ed. São Paulo: Asa, 2011.

______. Performance de aviões a jato, peso e balanceamento. 12. ed. São


Paulo: Asa, 2014.

______. Teoria de voo: introdução à aerodinâmica. 6. ed. São Paulo: Asa, 2012.
47

DISCIPLINA: REGULAMENTOS DO TRÁFEGO AÉREO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2041 04 60 - AER 2040

EMENTA:
Voo por instrumento: regras, operação, controle do espaço aéreo e serviço radar.
Regulamentação do aeronauta. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). Visão geral
do sistema de aviação civil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo: voo visual avião e


helicóptero, piloto privado e comercial. 36. ed. São Paulo: Asa, 2014.

LOBATO, I. Navegação aérea descomplicada: voo por instrumentos. 2 ed. São


Paulo: Bianch, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BOTTURA, H. Curso prático de vôo por instrumentos. 2. ed. São Paulo 1989.

COSTA FILHO, A. S. da. Regulamento de tráfego aéreo para piloto privado de


avião e helicóptero. São Paulo: Espaço Aéreo, 2014.

FARIAS NETO, J. G. de. Choque de gestão: do voo 1907 ao apagão aéreo no


Brasil. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007.

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo, 1500 questões: aviões e


helicópteros para pilotos privado, comercial, instrumentos e linha aérea. 5. ed. rev.
São Paulo: Asa, 2013.

SONNEMAKER, J. B. Meteorologia. 31. ed. São Paulo: Asa, 2012.


48

DISCIPLINA: METEOROLOGIA II
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2051 04 60 - AER 2050

EMENTA:
Informações meteorológicas aeronáuticas. Condições meteorológicas para o voo por
instrumento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

SONNEMAKER, J. B. Meteorologia. 31. ed. São Paulo: Asa, 2012.

SOUZA, W. B. de. Meteorologia para aviação: piloto comercial. Brasília: Editora do


Autor, 2014.

______. Códigos e mensagens meteorológicas. Brasília: Editora do Autor, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BRANDÃO, R. G. Meteorologia aeronáutica: 800 testes. São Paulo: ASA, 2011. v.


2.

LESTER, P. F. Aviation weather. Englewood: Jeppesen Sanderson, 2001.

NEWTON, de. W. Severe weather flying. 3. ed. Washington, D. C.: Supplies e


Academics, 2002.

SAINTIVE, N. S. Performance de aviões a jato, peso e balanceamento. 12. ed.


São Paulo: Asa, 2014.

SOUZA, W. B. de. 1001 testes de meteorologia. 7. ed. Brasília: Editora do Autor,


2011.
49

DISCIPLINA: SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE AVALIAÇÃO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2066 02 30 - AER 2060

EMENTA:
Gerenciamento das Informações sobre a segurança de voo da aviação civil e a
segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita, regulamentação da
aviação civil, regulamentação da profissão do aeronauta e instrução aeromédica
para o piloto comercial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

HELFENSTEIN, J. E. Medicina aeronáutica: uirateonteon. 3. ed. São Paulo: Asa,


2012.

PEDRO, F. A. de F. Responsabilidade civil no transporte aéreo


internacional. São Paulo: Bianch, 2012.

STOLZER, A.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BARBOSA, C. 50 dicas sobre regulamentação do aeronauta. São Paulo: Bianch,


2016.

BEDIN, B. B. O direito do aeronauta sob o enfoque trabalhista. Rio de Janeiro:


Barra livros, 2016.

ICAO/ INTERNATIONAL CIVIL AVIATION ORGANIZATION. Safety management


manual (SMM). 3rd ed. Quebec: ICAO, 2013.

TAVEIRA, N. de S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos: Somos, 2011.

VIEIRA, J. L. Código Brasileiro de Aeronáutica e legislação complementar. São


Paulo: EDIPRO, 2013.
50

DISCIPLINA: MATEMÁTICA E FÍSICA PARA AVIAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
MAF 1323 02 30 - -

EMENTA:
Conceitos matemáticos e físicos básicos aplicados à aviação necessários à
consecução do voo em suas diversas demandas de cálculo e planejamento para os
diferentes perfis de voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FRANÇA, L. N. F.; MATSUMURA, A. Z. Mecânica geral. 3. ed. rev. e ampl. São


Paulo: Blucher, 2011.

MCELROY, R. D. Mental math for pilots: a study guide. Estados Unidos da


América: Published by Cage Consulting, 2002.

SILVA, S. M. da.; SILVA, E. M. da; SILVA, E. M. da. Matemática básica para


cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BUSSAB, W. de O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. 5. ed. São Paulo:


Saraiva, 2002.

GUSSOW, M. Eletricidade básica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Makron, 1996.

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: fluídos, oscilações e ondas, calor. 4.


ed. São Paulo: E. Blücher, 2002. v. 2.

______. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: E. Blücher, 1997.

______. Curso de física básica: ótica, relatividade, física. São Paulo: E. Blücher,
2002.
51

DISCIPLINA: INGLÊS TÉCNICO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
LET 4528 02 30 - LET 4525

EMENTA:
Leitura e interpretação de manuais de voo de aviões de pequeno, médio e grande
porte na língua inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ELLIS, S.; GERIGHTY, T. English for aviation: for pilots and air traffic controllers.
Express Series. England: Oxford University Press, 2008.

MARINOTTO, D. Aviation english course: curso de inglês para aviação. 4. ed. São
Paulo: Asa, 2010.

OXENDEN, C.; LATHAM-KOENIG, C.; SELIGSON, P. New english file: elementary


student's book. New York: Oxford University Press, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CRANE, D. Dictionary of aeronautical terms. 5th ed. Newcastle: Aviation Supplies


& Academics, 2012.

EMERY, H.; ROBERTS, A. Aviation: english. Oxford: Macmillan, 2008.

JONES, D. Cambridge english pronouncing dictionary. 18 th ed. Cambridge:


Cambridge University, 2011.

MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo,


2005. v.1.

SOUZA, A. G. F. et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. 2.


ed. atual. Barueri: Disal, 2010.
52

3.5.4 Disciplinas do Quarto Período

DISCIPLINA: INGLÊS TÉCNICO III


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
LET 4529 04 60 - LET 4528

EMENTA:
Leitura e interpretação de manuais de voo de aviões de pequeno, médio e grande
porte na língua inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CALAZANS, D. C.; MENEZES, M. R. Como passar no teste de proficiência da


ICAO. São Paulo: Bianch, 2015.

MARINER, L. Cleared for takeoff: english for pilots. United States of America: AE
Link Publications, 2007. 2. v.

MARINOTTO, D.; Aviation english course: curso de inglês para aviação. 4. ed. São
Paulo: Asa, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CRANE, D. Dictionary of aeronautical terms. 5th ed. Newcastle: Aviation Supplies


& Academics, 2012.

EMERY, H.; ROBERTS, A. Aviation: english. Oxford: Macmillan, 2008.

EICHENBERGER, J. A. Your pilot's license. 8th ed. New York: McGraw-Hill, 2012.

ELLIS, S.; GERIGHTY, T. English for aviation: for pilots and air traffic controllers.
New York: Oxford University, 2008.

TEGAN, H. R. Simulados de testes de inglês para pilotos: english mock tests for
pilots. 5. ed. Campinas: ELAP, 2015.
53

DISCIPLINA: SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2068 04 60 - -

EMENTA
Análise dos aspectos fundamentais relacionados à prevenção de incidentes de
tráfego aéreo, incidentes e acidentes aeronáuticos. Análise de situações reais.
Estudo aprofundado do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional, suas
prerrogativas e informações básicas, essenciais à formação do piloto privado,
comercial e de linha aérea na área de segurança operacional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

RODEGUERO, M. A.; BRANCO, H. Gerenciando o risco na aviação geral. São


Paulo: Bianch, 2013.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistemas de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

TAVEIRA, N. de S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos: Somos, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

KRAUSE, S. S. Aircrarft safety: accident investigations, analyses & applications.


2nd ed. New York: McGraw-Hill, 2003.

MACHADO, H. C.; SANTOS, N. dos (Org.). Meio ambiente laborativo na aviação


brasileira: questões atuais. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2016.

PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas,


2012.

PEREIRA, M. da C. (Org.). Voando com o CRM: da filosofia operacional técnica à


filosofia interativa humana. Recife: COMUNIGRAF, 2004

QUARANTA, M. R. Comandante... na íntegra da palavra: ética na aviação. São


Paulo: Bianch, 2015.
54

DISCIPLINA: CÓDIGOS E CONVENÇÕES NORMATIVAS DA AVIAÇÃO CIVIL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2069 04 60 - -

EMENTA:
Introdução ao estudo do Direito. Introdução aos Direitos Humanos. Interpretação do
Código Brasileiro de Aeronáutica e da Regulamentação da Profissão do Aeronauta.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BEDIN, B. B. O direito do aeronauta sob o enfoque trabalhista. Rio de Janeiro:


Barra livros, 2016.

HONORATO, M. Crimes aeronáuticos. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2015

VIEIRA, J. Código Brasileiro de Aeronáutica e legislação complementar. São


Paulo: EDIPRO, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

COSTA FILHO, A. S. da. Regulamento de Tráfego aéreo para pilotos de avião e


helicóptero. 2. ed. São Paulo: Espaço Aéreo, 2015.

MENDONÇA, J. de S. Introdução ao estudo do direito. 4. ed. São Paulo: Rideel,


2011.

PEDRO, F. A. de F. Responsabilidade civil no transporte aéreo


internacional. São Paulo: Bianch, 2012.

PENTEADO FILHO, N. S. Direitos humanos: doutrina, legislação. 4. ed. São Paulo:


Método, 2011.

VIEIRA, J. Regulamento Disciplinar da Aeronáutica. São Paulo: EDIPRO, 2013


55

DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA À AVIAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
PSI 3701 04 60 - -

EMENTA:
Estudo do desenvolvimento humano, destacando as competências de
relacionamento interpessoal, emocional, cognitivo e social. Teorias e processos que
explicitam a interação do indivíduo no contexto organizacional. Dinâmica intergrupal
e clima psicossocial. Motivação, liderança, comunicação, poder, negociação e
atitude do piloto. Estudo dos conflitos intra e interpessoais e sua administração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. T. Psicologias: uma introdução


ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

PEREIRA, M. da C. (Org.). Voando com o CRM: da filosofia operacional técnica à


filosofia interativa humana. Recife: COMUNIGRAF, 2004.

ROBBINS, S. P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson


Education do Brasil, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DEITZ, S. R.; THOMS, William E. Pilots, personality and performance: human


behavior and stress in the skies. New York: Quorum, 1991.

FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. 5.


São Paulo: Atlas, 2006.

JOHNSTON, N.; MCDONALD, N.; FULLER, R. Aviation psychology in practice.


England: Avenbury Technical, 1997.

MILKOVICH, G. T.; BOUDREAU, J. W. Administração de recursos humanos. São


Paulo: Atlas, 2000.

SIQUEIRA, M. M. Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de


diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed, 2008.
56

DISCIPLINA: TEORIAS SOCIOLÓGICAS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
HGS 1003 04 60 - -

EMENTA:
Estudo das teorias sociais clássicas e contemporâneas, com ênfase nas categorias:
estado, sociedade, estrutura social, instituições, organização e ideologia. A dinâmica
do processo de globalização e do trabalho no mundo capitalista, sociedade
brasileira: enfoque nas relações étnico-raciais, afro-brasileira e indígena, e nas
políticas de educação ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BOURDIEU, P. (Coord.). A miséria do mundo. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3 ed. São Paulo:


Moderna, 2005.

GIDDENS, A. Sociologia: Porto Alegre: Artmed, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CASTELLS, M. O poder da identidade. 5 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

MARCELINO, N. (Org.). Introdução às ciências sociais. 16 ed. Campinas: Papirus,


2008.

RIBEIRO, D. Falando dos índios. Brasília: UNB, 2010.

SADER, E.; GENTILI, P. (Org.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o estado


democrático. 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.

SANTOS, G. G. Relações raciais e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo


Negro, 2009.
57

DISCIPLINA: VOO SIMULADO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-REQUISITO:
CRÉDITOS: REQUISITO
AER 2070 04 60 - -

EMENTA:
Atividades teórico-práticas relativas ao gerenciamento e coordenação de recursos
de cockpit, desenvolvidas no campo profissional relativas ao trabalho do piloto.
Processos interativos no ambiente profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Aprendendo a voar em simuladores de voo. 10. ed. São Paulo:


Bianch. 2016.

______. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo: Bianch,
2014.

SANTOS, I. L. Navegação aérea descomplicada: 2ª parte – PC/IFR. 2. ed. São


Paulo: Bianch, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ELLIS, S.; GERIGHTY, T. English for aviation: for pilots and air traffic controllers.
Express Series. England: Oxford University Press, 2008.

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo, 1500 questões: aviões e


helicópteros para pilotos privado, comercial, instrumentos e linha aérea. 5. ed., rev.
São Paulo: Asa, 2013.

SOUZA, W. B. de. Códigos e mensagens meteorológicas. Brasília: Editora do


Autor, 2012.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistemas de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

TAVEIRA, N. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São José
dos Campos: Somos, 2011.
58

3.5.5 Disciplinas do Quinto Período

DISCIPLINA: AERONAVES GLASS COCKPIT


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2072 02 30 - -

EMENTA:
Estudo de sistemas mecânicos, elétricos, aviônicos, eletrônicos e de navegação,
incluindo voo automático, instrumentos de bordo e comunicação de uma aeronave a
jato, bem como sua documentação técnica de bordo e seus aspectos operacionais e
de desempenho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

EISMIN, T. K. Aircraft: electricity and electronics. 6th ed. New York: McGraw-Hill
Education, 2014.

DE NEUFVILLE, R.; ODONI, A. R. Airport systems: planning, design, and


management. 2nd ed. New York: McGraw-Hill Education, 2013.

PALHARINI, M. J.A. Motores a reação. 12. ed. São Paulo: Bianch, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BROWN, G. N; HOLT, M. J. The turbine pilot's flight manual. 2. ed. Estados


Unidos da América: Lowa State, 2001.

ESHELBY, M. E. Aircraft performance: theory and practice performance. Reston:


American Institute of Aeronautics and Astronautics, 2000.

JOHNSTON, J. Avionics for the pilot: an introduction to navigational and radio


systems for aircraft. Ramsbury: The Crowood Press Ltd., 2007.

KAYTON, M.; FRIED, W. R. Avionics navigation systems. 2nd ed. New York: John
Wiley & Sons, 1997.

LOMBARDO, D. A. Aircraft systems. 2nd ed. New York: McGraw-Hill, 1999.


59

DISCIPLINA: TÉCNICAS MODERNAS NOS SISTEMAS DE AERONAVES


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2073 04 60 - -

EMENTA:
Teoria de voo de alta velocidade. Peso e balanceamento. Automação aplicada à
performance e planejamento de voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Teoria de voo aviões. São Paulo: Bianch, 2015.

SAINTIVE, Newton Soler. Aerodinâmica de alta velocidade. São Paulo: Asa, 2012.

______. Performance de aviões a jato, peso e balanceamento. 12. ed. atual. São
Paulo: Asa: 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ASSELIN, M. An introduction to aircraft performamce. Washington, D. C.:


American Institute of Aeronautics and Astronautics, 1997.

ESHELBY, M. E. Aircraft performance: theory and practice. Reston: American


Institute of Aeronautics and Astronautics, 2000.

ETKIN, B.; REID, L. D. Dynamics of flight: stability and control. 3. ed. New Jersey:
John Wiley & Sons, 1996.

HOMA, J. M. Aerodinâmica e teoria de voo. 33. ed. São Paulo: Asa, 2013.

SAINTIVE, N. S. Teoria de voo: introdução à aerodinâmica. 6. ed. rev. São Paulo:


Asa, 2012.
60

DISCIPLINA: TRÁFEGO AÉREO E CNS/ATM


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2074 02 30 - -

EMENTA:
Aprendizagem e operacionalização do Sistema de Gestão de Tráfego Aéreo (ATM):
Comunicações, Navegação e Vigilância (CNS) satelitais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FLORENZANO, T. G. Iniciação em sensoriamento remoto. 3. ed. São Paulo:


Oficina de Textos, 2011.

FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos,


2008.

LOBATO, I. Navegação aérea descomplicada: voo por instrumentos. 2 ed. São


Paulo: Bianch, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BIANCHINI, D. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo:


Bianch, 2014.

KUX, H.; BLASCHKE, T. (Org.). Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos


sistemas sensores: métodos inovadores. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2007.

PORTO, N. M. L. Conhecimentos gerais de CNS/ATM. Goiânia, 2015.

SILVA, Jorge Xavier da (Org.). Geoprocessamento e análise


ambiental: aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

UNITED STATES. FAR AIM 2014: rules and procedures for aviators. Newcastle:
Aviation Supplies & Academics, 2014.
61

DISCIPLINA: CLIMATOLOGIA PARA A AVIAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2075 04 60 - -

EMENTA:
Estrutura do serviço de meteorologia aeronáutica em âmbito nacional e
internacional. Decodificação, interpretação e leitura das cartas meteorológicas e
imagens de satélites. Climatologia para os trópicos. Acidentes aeronáuticos
decorrentes de condições meteorológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 16. ed. Rio de


Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.

FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.

SOUZA, W. B. de. Códigos e mensagens meteorológicas. Brasília: Editora do


Autor, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CONTI, J. B. Clima e meio ambiente. 7. ed. São Paulo: Atual, 2011.

LESTER, P. F. Aviation weather. Englewood: Jeppesen Sanderson, 2001.

MCMANNERS, P. Fly and be damned: what now for aviation and climate change?
London: Zed books, 2012.

NEWTON, D. Severe weather flying. 3. ed. Washington: D. C. Supplies e


Academics, 2002.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistemas de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.
62

DISCIPLINA: SEGURANÇA DE VOO E CRM


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2081 04 60 - -

EMENTA:
História do sistema de segurança de voo. Filosofia e operacionalização do Sistema
de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Gerenciamento dos
Recursos da Companhia (CRM) na prevenção de acidentes. Operacionalização e
treinamento CRM.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

PEREIRA, M. da C. (Org.). Voando com o CRM: da filosofia operacional técnica à


filosofia interativa humana. Recife: COMUNIGRAF, 2004.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

TAVEIRA, N. S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos: Somos, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DEITZ, S. R; THOMS, W. E (Edt.). Pilots, personality and performance: human


behavior and stress in the skies. New York: Quorum, 1991

JOHNSTON, N.; MCDONALD, Nick; FULLER, R. (Ed.). Aviation psychology in


practice. United States of America: Ashgate, 1997.

KERN, T. Flight discipline. New York: McGraw-Hill, 1998.

KRAUSE, S. S. Aircrarft safety: accident investigations, analyses & applications.


2nd ed. New York: McGraw-Hill, 2003.

SAFETY management manual (SMM). 3rd ed. Quebec: International Civil Aviation
Organization, 2013.
63

DISCIPLINA: COMANDANTE E SUA FUNÇÃO ADMINSTRATIVA


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2076 02 30 - -

EMENTA:
Gerenciamento do processo decisório em uma cabine de comando de aeronave;
gerenciamento de pessoas; resolução de conflitos; sinergia e o relacionamento
interpessoal em equipe; desenvolvimento da socialização organizacional;
concepções de: missão, visão, objetivos e estratégias da administração
organizacional; administração de recursos e pessoas; diferenciação dos diversos
níveis de atuação da gestão de pessoas; aplicação de técnicas para
desenvolvimento de liderança em processos decisórios; administração eficiente de
recursos na cabine de comando.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

QUARANTA, M. R. Comandante... na íntegra da palavra: ética na aviação. São


Paulo: Bianch, 2015.

STOLZER, A.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

VERGARA, S. C. Gestão de pessoas. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FALLUCCO S. J. Aircraft command techniques: gaining leadership skills to fly the


left seat. Abingdon: Routledge, 2002.

FERNANDES E.; PACHECO, R. R. Transporte Aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

ICAO/ INTERNATIONAL CIVIL AVIATION ORGANIZATION. Safety management


manual (SMM). 3rd ed. Quebec: ICAO, 2013.

PEDRO, F. A. de F. Responsabilidade civil no transporte aéreo


internacional. São Paulo: Bianch, 2012.

PEREIRA, M. da C. (Org.). Voando com o CRM: da filosofia operacional técnica à


filosofia interativa humana. Recife: COMUNIGRAF, 2004.
64

DISCIPLINA: SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE AVALIAÇÃO III


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2077 02 30 - AER 2066

EMENTA:
Informações sobre o Piloto de Linha Aérea, a aviação civil, o direito aeronáutico e o
gerenciamento da segurança da aviação contra atos de interferência ilícita.
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BEDIN, B. B. O direito do aeronauta sob o enfoque trabalhista. Rio de Janeiro:


Barra livros, 2016.

PEDRO, F. A. de F. Responsabilidade civil no transporte aéreo


internacional. São Paulo: Bianch, 2012.

VIEIRA, J. Código Brasileiro de Aeronáutica e legislação complementar. São


Paulo: EDIPRO, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BARBOSA, C. 50 dicas sobre regulamentação do aeronauta. São Paulo: Bianch,


2016.

HONORATO, M. Crimes aeronáuticos. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2015.

LEURQUIN, P. A regulação da aviação civil no brasil. Rio de Janeiro: Lumen


Juris, 2016.

STOCO, R. Responsabilidade civil e sua interpretação jurisprudencial: doutrina


e jurisprudência. 4. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.

STOLZER, A.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.
65

DISCIPLINA: VOO SIMULADO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2078 06 90 - AER 2070

EMENTA:
Sistema de aeronaves A320. Execução de procedimentos simulados de voo em
ambiente virtual, baseada em métodos standard. Documentação de despacho de
voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Aprendendo a voar em simuladores de voo. 10. ed. São Paulo:


Bianch, 2016.

LIMA JÚNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo: voo visual avião e


helicóptero, piloto privado e comercial. 36. ed. atual. São Paulo: Asa, 2014.

SAINTIVE, N. S. Performance de aviões a jato, peso e balanceamento.12. ed.


São Paulo: Asa, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BATHIE, W. W. Fundamentals of gas turbines. 2nd. ed. New York: John Wiley &
Sons, 1996.

ELLIS, S.; GERIGHTY, T. English for aviation: for pilots and air traffic controllers.
Express Series. England: Oxford University Press, 2008.

MONTEIRO, Raul Francé (Org.). Airbus A-320: voo simulado e rotina operacional.
Goiânia: 2013.

SAINTIVE, N. S. Aerodinâmica de voo de alta velocidade. 10. ed. São Paulo: Asa,
2012.

SONNEMAKER, J. B. Meteorologia. 31. ed. São Paulo: Asa, 2012.


66

3.5.6 Disciplinas do Sexto Período

DISCIPLINA: PARADIGMAS DA PESQUISA NA AVIAÇÃO CIVIL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2079 04 60 - -

EMENTA:
Implantar estudos analíticos sobre a aviação civil, com abordagens teóricas e
metodológicas direcionadas à reflexão empírica, apresentando e discutindo a
pesquisa, utilizando ferramentas metodológicas e epistemológicas de modo a
possibilitar o diálogo interdisciplinar e as transformações laborais e sua evolução
técnico-científica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

FERNANDES E.; PACHECO, R. R. Transporte Aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

MACHADO, H. C.; SANTOS, N. Meio ambiente laborativo na aviação brasileira:


questões atuais. Goiânia: Espaço Acadêmico, 2016.

STOLZER, A. J.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ICAO/ INTERNATIONAL CIVIL AVIATION ORGANIZATION. Safety management


manual (SMM). 3rd ed. Quebec: ICAO, 2013.

KRAUSE, S. S. Aircrarft safety: accident investigations, analyses & applications.


2nd ed. New York: McGraw-Hill, 2003.

LEURQUIN, P. A regulação da aviação civil no brasil. Rio de Janeiro: Lumen


Juris, 2016.

QUARANTA, M. R. Comandante... na íntegra da palavra: ética na aviação. São


Paulo: Bianch, 2015.

RODEGUERO, M. A.; BRANCO, H. Gerenciando o Risco na Aviação Geral. São


Paulo: Bianch, 2013.
67

DISCIPLINA: VOO SIMULADO III


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2080 06 90 - AER 2078

EMENTA:
Sistema de aeronaves Boeing 737. Execução de procedimentos simulados de voo
em ambiente virtual, baseada em métodos standard. Documentação de despacho de
voo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BIANCHINI, D. Aprendendo a voar em simuladores de voo. 10. ed. São Paulo.


Bianch. 2015.

______. Regulamentos de tráfego aéreo VFR e IFR. 5. ed. São Paulo: Bianch,
2014.

SANTOS, I. L. Navegação aérea descomplicada: 2ª parte – PC/IFR. 2. ed. São


Paulo: Bianch, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

EMERY, H.; ROBERTS, A. Aviation: english. Oxford: Macmillan, 2008.

FARIAS NETO, J. G. de. Choque de gestão: do voo 1907 ao apagão aéreo no


Brasil. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007.

FERNANDES E.; PACHECO, R. R. Transporte Aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

LIMA JUNIOR, P. de O. Regulamentos de tráfego aéreo, 1500 questões: aviões e


helicópteros para piloto privado, comercial, instrumentos e linha aérea. 5. ed. rev.
São Paulo: Asa, 2013.

TAVEIRA, N. de S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos: Somos, 2011.
68

DISCIPLINA: FRASEOLOGIA AERONÁUTICA II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2082 02 30 - -

EMENTA:
Procedimentos padronizados de fraseologia aeronáutica conforme normatização da
Organização da Aviação Civil Internacional. Modificações de fraseologia
relacionadas gerenciamento da navegação baseada em performance, ao
cotejamento de autorizações/instruções e ao combustível mínimo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CALANZAS, D. C.; MENEZES, M. R. de. Como passar no teste de proficiência da


ICAO. São Paulo: Bianch, 2015.

MARINER, L. Cleared for takeoff: english for pilots. United States of America: AE
Link Publications, 2007

MARINOTTO, D. Aviation english course. São Paulo: Asa, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

EICHENBERGER, J. A. Your pilot's license. 8th ed. New York: McGraw-Hill, 2012.

PORTO, M. L.; GUIMARÃES, M. P. Fraseologia em inglês para pilotos. 3. ed. São


Paulo: Asa, 1999.

PORTO, N. M. L. Conhecimentos gerais de CNS/ATM. Goiânia, 2015.

TEGAN, H. R. Simulados de testes de inglês para pilotos: english mock tests for
pilots. 5. ed. Campinas: ELAP, 2015.

UNITED STATES. FAR AIM 2014: rules and procedures for aviators. Newcastle:
Aviation Supplies & Academics, 2014.
69

DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE SERVIÇOS AEROPORTUÁRIOS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2000 04 60 - -

EMENTA:
Análise dos fundamentos da moderna gestão estratégica de serviços sob o prisma
da qualidade. O cliente como consumidor e como participante do processo de
prestação do serviço aeroportuário. Ação estratégica inovadora no design dos
serviços, na gestão das operações, serviços e tecnologia da informação, na entrega
do serviço e no atendimento ao cliente aeroportuário com foco em resultados.
Outsourcing - terceirização, quarteirização e gestão do nível de serviço.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ASHFORD, N. J. et al. Operações aeroportuárias: as melhores práticas. Porto


Alegre: Bookman, 2015.

BERRY, L; PARASURAMAN, A.; ZEITHAML, V. A excelência em serviços. Rio de


Janeiro: Saraiva, 2014.

YOUNG, S. B.; WELLS, A. T. Aeroportos: planejamento e gestão. 6. ed. Porto


Alegre: Bookman, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALBRECHT, K. Revolução nos serviços: como as empresas podem revolucionar a


maneira de tratar os seus clientes. São Paulo: 2000.

BAZARGAN, M. Airline operations and scheduling. 2nd ed. Abingdon: Routledge,


2010.

CAPPA, J. Cidades e aeroportos no século XXI. Campinas: Alinea, 2013.

CORRÊA, HL; CAON, M. Gestão de serviços: lucratividade por meio de operações


e de satisfação dos clientes. São Paulo: Atlas, 2002.

JOHNSTON, R.; CLARK, G. Administração de operações de serviço. São Paulo:


Atlas, 2002.
70

DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2001 04 60 - -

EMENTA:
Conceitos de gestão estratégica de custos aplicados. Métodos de análise e sua
importância para gestão aeroportuária. Avaliação do desempenho do negócio sob a
ótica de custos para tomada de decisões. Fornecer instrumentos para identificar
riscos e oportunidades no processo decisório das organizações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BORNIA, A.C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas.


Porto alegre: Bookman 2002.

MARTINS, E. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

PEREZ JUNIOR, J. H. Gestão estratégica de custos. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações


na calculadora HP 12C e Excel. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

OLIVEIRA. L. M. de; PEREZ JUNIOR., J. H. Contabilidade de custos para não


contadores. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

TAJRA, S. F. Empreendedorismo: conceitos e práticas inovadoras. 1. ed. São


Paulo: Érica, 2014.

VASIGH, B.; FLEMING, K.; TACKER, T. Introduction to air transport economics:


from Theory to applications. 2nd ed. Abingdon: Routledge, 2014.

WU, C-l. Airline operations and delay management: insights de airline economics,
networks and strategic schedule planning. Abingdon: Routledge, 2010.
71

DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL E AVIAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2002 04 60 - -

EMENTA:
Evolução história do pensamento ambiental, risco e precaução. Políticas públicas e
legislação ambiental na Aviação Civil. Gestão de impactos ambientais em
aeroportos. Parâmetros de mensuração e quantificação de poluição e impactos
ambientais em transportes aéreos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRIDGER, R. Plane Truth: aviation’s real impact on people and the environment.
London: Pluto Press, 2013.

HISSLER, S. Principles of civil aviation: impact of aviation on the environment.


Norderstedt: GRIN Verlag, 2009.

FOGLIATTI, M. C; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais:


aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

LOPES, I. V. et al. Gestão ambiental no Brasil: experiência de sucesso. 2. ed. Rio


de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1998.

MCMANNERS, P. Fly and be damned: what now for aviation and climate
change? Zed books, 2012.

MOREIRA, M. S. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental


modelo ISO 14000. 4.ed. Nova Lima: INDF Tecnologia e Serviços Ltda, 2014.

TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. 7. ed.


São Paulo: Atlas, 2011.

VALLE, C. E. do. Como se preparar para as normas ISSO 14000: qualidade


Ambiental - o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente. 3. ed. São
Paulo: Pioneira, 2000.
72

3.5.7 Disciplinas do Sétimo Período

DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2003 04 60 - -

EMENTA:
Teorias da administração, fundamentos, contribuições à sociedade, principais
funções organizacionais. Conhecimentos dos processos de planejamento,
organização, direção e controle, evidenciando os aspectos necessários ao processo
decisório, considerando as principais variáveis que influenciam o desempenho das
empresas. Administração e a função de gestão na aviação civil. Novas abordagens
das organizações com destaque para temas emergentes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CARAVANTES, G. R.; PANNO, C. C.; KLOECKNER, M. C. Administração: teorias


e processo. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2005.

CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 4. ed. compacta. Rio


de Janeiro: Campus, 2014.

DIAS, R. R. Planejamento estratégico evolutivo. Goiânia: Escolar, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BERNARDI, L. A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos,


estratégias e dinâmicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012

CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. 4 ed. São Paulo:


Makron Books, 2007.

MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à


revolução digital. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2005.

______. Introdução à administração. 8. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2011.

YOUNG, S. B; WELLS, A. T. Aeroportos: planejamento e gestão. 6.ed. Porto Alegre:


Bookman, 2014.
73

DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉTICA DE RECURSOS HUMANOS NA AVIAÇÃO


CIVIL
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2004 04 60 - -

EMENTA:
Pressupostos teóricos que fundamentam as políticas e práticas de gestão
estratégica de RH na Aviação Civil, bem como as principais atividades e
procedimentos de seus subsistemas e dos impactos da sua operacionalização.
Recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento, relações de trabalho,
remuneração, gestão de desempenho e carreira, qualidade de vida, clima e cultura
organizacional. Processo de formulação de políticas de gestão de RH e suas
competências.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

GIL, A. C. Gestão de pessoas: enfoque nos papeis profissionais. São Paulo: Atlas,
2011.

PONTES, B. R. Administração de cargos e salários. 9. ed. São Paulo: LTr, 2003.

MARRAS, J. P. Administração de recursos humanos. 25. ed. São Paulo: Saraiva,


2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CARVALHO, A. V. de; NASCIMENTO, L. P. do. Administração de recursos


humanos. São Paulo: Pioneira, 1993. v.1.

CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos.


7.ed. São Paulo: Manole, 2009.

DESSLER, G. Administração de recursos humanos. 2. ed. São Paulo: Prentice


Hall, 2003.

FALLUCCO, S. J. Aircraft command techniques: gaining leadership skills to fly the


left seat. Abingdon: Routledge, 2002.

OLIVEIRA, A. de. Manual de descrição de cargos e salários. 2. ed. São Paulo:


Atlas, 2007.
74

DISCIPLINA: ECONOMIA EMPRESARIAL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2005 04 60 - -

EMENTA:
Sistemas Econômicos. Conceitos básicos de economia e fatores variáveis inseridos
no processo de produção e consumo. Organização e mensuração da atividade
econômica e o papel do Estado no processo econômico. Teorias do valor.
Formação de preço, teoria dos jogos, mercados e noções de elasticidade. Teoria da
firma. Aplicações em empresas aéreas e aeroportos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CANO, W. Introdução à economia: uma abordagem crítica. 3. ed. São Paulo: Ed.
Unesp, 2012.

MANKIW, N.G Introdução à economia. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

VASIGH, B.; FLEMING, K.; TACKER, T. Introduction to air transport economics:


from theory to applications. 2nd ed. Abingdon: Routledge, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

DIAS, R. R. Planejamento estratégico evolutivo. Goiânia: Escolar, 2016.

RESICO, M. F. Introdução à economia social de mercado. Rio de Janeiro:


Fundação Konrad Adenauer, 2012.

VASCONCELOS, M. A. S. de. Economia: micro e macro. 5. ed. São Paulo: Atlas,


2011.

VASCONCELLOS, M. A. S de. GARCIA, M.E. Fundamentos da economia. São


Paulo: Saraiva, 2008.

WU, C-l. Airline operations and delay management: insights de airline economics,
networks and strategic schedule planning. Abingdon: Routledge, 2010.
75

DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO CIVIL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2006 04 60 - -

EMENTA:
Aspectos históricos da ação organizacional. Complexidade e comportamento das
organizações contemporâneas no âmbito nacional e internacional. A importância da
ação organizacional metodológica. O processo de estruturação organizacional com
análise estruturada de sistemas: fluxos e processos. O processo planejado de
mudança organizacional e suas implicações no contexto das empresas de aviação
civil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CURY, A. organizações e métodos: uma visão holística. 8.ed São Paulo: 2006.

CHILD, J. Organização. Princípios e prática contemporâneos. São Paulo: Saraiva,


2013.

DAFT, R. L. Organizações: teoria e projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FARIAS, K. M. de O.; SANTOS JUNIOR, R. R. dos; MESQUITA, S. M. M. (Org.);


OLIVEIRA, A. F. de (Org.) et al. Gestão aplicada às organizações. Goiânia: Kelps,
2012.

FERNANDES, E.; PACHECO, R. R. Transporte aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2015.

MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo:


Cengage Learning, 2008.

OLIVEIRA, D. de P. R. Sistemas, organizações e métodos: uma abordagem


gerencial. 19. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

STOLZER. A.; HARFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema gerenciamento da


segurança operacional na aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.
76

DISCIPLINA: LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2007 04 60 - -

EMENTA
Transportes e tráfego aéreo. Gestão da cadeia de suprimentos. Logística Reversa.
Logística de Varejo. Logística Internacional. Conceituação: cadeia de suprimentos;
fases de decisão; o processo; fluxos na cadeia. Medição de desempenho;
alinhamento com estratégias corporativas. Fatores de desempenho. Planejamento:
previsão de demanda; modelos (qualitativos e quantitativos); planejamento
agregado; variabilidade previsível. Gerenciamento de estoques: estoque cíclico e
economia de escala; ressuprimento; políticas de estoque de segurança; nível ótimo
de disponibilidade. Transporte: fatores; projeto da rede de transporte; trade-offs do
projeto. Tecnologia da informação: conceitos; e-business; efeito chicote. Avaliação
financeira das decisões em cadeias de suprimentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial.
4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

BARAT, J. Globalização, logística e transporte aéreo. São Paulo: Senac, 2012.

CHOPRA, S. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento


e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BOWERSOX. Logística empresarial: o processo de integração de cadeias de


suprimento. São Paulo: Atlas, 2004.

DORNIER, P. P. et al. Logística e operações globais. Textos e casos. São Paulo:


Atlas, 2000.

HONG, Y. C. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. 3. ed. São


Paulo: Atlas, 2006.

LEITE, P. R. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo:


Pearson Prentice Hall, 2003.

TADEU, H. F. B. (Org.) Logística aeroportuária: análises setoriais e o modelo de


cidades-aeroportos. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
77

DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2083 04 60 - -

EMENTA:
Elaboração do projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o planejamento
da pesquisa e a revisão bibliográfica com base nas normas científicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CARVALHO, M. C. M. de. Construindo o saber: metodologia científica,


fundamentos e técnicas. 24. ed. São Paulo: Papirus, 2011.

MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.


12. ed. São Paulo: Atlas, 2014.

PIETRAFESA, J. P.; BORBA, O. de F. (Org). Do contexto ao texto: os desafios da


linguagem científica. Anápolis: Centro Universitário de Anápolis, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALVARENGA, M. A. de F. P.; ROSA, M. V. de F. P. do C. Apontamentos de


metodologia para a ciência e técnicas de redação científica: (monografias,
dissertações e teses) de acordo com a ABNT 2000. 2. ed. Porto Alegre: S. A. Fabris,
2001.

BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia


científica: um guia para a iniciação científica. 3. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2007.

CERVO, A. L.; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2007.

LAKATOS, E. M; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 5.


ed. São Paulo: Atlas, 2003.

PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. de. Projeto de pesquisa - o que é? como


fazer? um guia para sua elaboração. 7.ed. São Paulo: Olho d'Água, 2011.
78

3.5.8 Disciplinas do Oitavo Período

DISCIPLINA: GESTÃO DE MARKETING E VENDAS APLICADAS AS EMPRESAS


AEREAS
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2008 04 60 - -

EMENTA:
Conceitos básicos de marketing e sua aplicação no campo da aviação civil. Gestão
estratégica de serviços. Gerenciamento do processo de entrega de serviços.
Planejamento e implementação do Marketing de serviços. Marketing eletrônico, de
relacionamento e fidelidade de clientes. Gestão comercial de empresas aéreas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

COBRA, M. Administração de vendas. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2014.

GRONROOS, C. Marketing: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Elsevier,


2004.

KOTLER, P.; KELLER, K. Administração de marketing. 12. Ed. São Paulo:


Pearson Prentice Hall, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FERNANDES, E.; PACHECO, R. R. Transporte aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2015.

LAS CASAS, A. L. Administração de vendas. São Paulo: Atlas, 2007.

MAGALHÃES, M. F.; SAMPAIO, R. Planejamento de marketing: conhecer, decidir


e agir do estratégico ao operacional. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

TELLES, A. A revolução das mídias sociais: estratégias de marketing digital para


você e sua empresa terem sucesso nas mídias sociais: cases, conceitos, dicas e
ferramentas. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: M. Books, 2011.

SHAW, S. Airline marketing and management. 6nd. ed. Farnham: Ashgate, 2007.
79

DISCIPLINA: GESTÃO ESTRATÉGICA APLICADA À AVIAÇÃO CIVIL


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2009 04 60 - -

EMENTA:
O pensamento estratégico. Gestão estratégica. Modelo de negócio da aviação civil.
O processo de planejamento estratégico aplicado ao voo. O ambiente externo de
planejamento e o estudo do panorama geral. O ambiente interno e o estudo do
delineamento do negócio. Diagnóstico do ambiente externo e interno. Estratégias de
longo e curto prazo. Mapas estratégicos. Planos de ação. Avaliação das estratégias:
indicadores, medição e monitoramento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Campus,


2004.

KIM, W. C.; MAUBORGNE, R. Estratégia do oceano azul: Como criar novos


mercados e tornar a concorrência irrelevante. 13. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos,


metodologia e práticas. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CAMPOS, V. F. Gerenciamento pelas diretrizes. 5. ed. Nova Lima: Falconi, 2013.

CERTO, S. C.; PETER, J. P. Administração estratégica: planejamento e


implantação da estratégia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010.

FERNANDES, E.; PACHECO, R. R. Transporte aéreo no Brasil: uma visão de


mercado. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2015.

MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro


pela selva do planejamento estratégico. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.

WENSVEEN, J. G. Air transportation: a management perspective. 8nd ed.


Abingdon: Routledg, 2015.
80

DISCIPLINA: PESQUISA OPERACIONAL E TOMADA DE DECISÕES


APLICADAS À AVIAÇÃO CIVIL
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2010 04 60 - -

EMENTA:
Fundamentos da Pesquisa Operacional e sua aplicação na tomada de decisões.
Modelos Lineares: métodos de solução gráfica e algoritmo simplex; aplicações de
Programação Linear, a partir de modelos matemáticos com foco em custos de
logística e de transportes aéreos; análise de sensibilidade; dualidade; métodos
computacionais e software de resolução e análise de problemas de programação
linear. Teoria das Filas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

LACHTERMACHER, G. Pesquisa operacional na tomada de decisões. United


States: Prentice Hall, 2009.

SILVA, E.M DA. Pesquisa operacional: programação linear, simulação. 3.ed. são
Paulo: Atlas, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

BAZARGAN, M. Airline operations and scheduling. 2nd ed. Abingdon: Routledge,


2010.

BRUCE, P. J. Understanding decision-making processes in airline operations


control. Farnham: Ashgate, 2011.

HILLIER, F.S; LIEBERMAN, G.J. Introduction to operations research. 7.ed.


Boston: McGraw-Hill do Brasil, 2001.

PRADO, D. S. Teoria das Filas e da simulação. Belo Horizonte: INDG, 2004. v. 2.

SHAMBLIN, J.E. pesquisa operacional: uma abordagem básica. São Paulo: Atlas,
1989.
81

DISCIPLINA: GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPRESAS AÉREAS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2011 04 60 - -

EMENTA:
Planejamento financeiro das empresas aéreas. Metodologias de administração de
capital de giro, fluxo de caixa e indicadores financeiros. Formação de preço de
venda, análise do custo-volume-lucro, alavancagem operacional, financeira e
combinada. Gestão e controle de custeios aéreos. Fundamentos, análise e técnicas
de investimentos: risco e incertezas na aviação civil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. 10. ed. São Paulo: Pearson


Addison Wesley, 2004.

HOJI, M. Administração financeira: uma abordagem prática. 5. ed. São Paulo:


Atlas, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

FORTUNA, E. Mercado financeiro. 17. ed. rev. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.

MORRELL, P. S. Airline finance. 4nd ed. Abingdon: Routledge, 2013.

ROSS, S. A. Princípios de administração financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008.

PORTER, M. E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da


concorrência. 16. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1986.

VASIGH, B.; FLEMING, K.; HUMPHREYS, B. Foundations of airline


finance: methodology and practice. 2nd ed. Abingdon: Routledge, 2014.
82

DISCIPLINA: GESTÃO DE AEROPORTOS


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2012 04 60 - -

EMENTA:
Busca reconhecer a importância da estrutura administrativa e operacional de
aeroportos e sua interface com diversas atividades do Sistema de Aviação Civil: o
aeroporto e o transporte; considerações operacionais dos aeroportos; administração
de aeroportos; serviços auxiliares em aeroportos; gestão comercial; avaliação do
transporte aeroportuário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ASHFORD, N. J. et al. Operações aeroportuárias: as melhores práticas. Porto


Alegre: Bookman, 2015.

BARAT, J. Globalização logística e transporte aéreo. São Paulo: Senac, 2012.

HORONJEFF, R. et al. Planning and design of airports. 5th ed. New York: Mc
Graw Hill, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CAPPA, J. Cidades e aeroportos no século XXI. Campinas: Alinea, 2013.

JARDIM, E. de B. Empresas de pequeno porte: gestão estratégica e política de


pessoal. 2. ed. ampl. e rev. Goiânia: Vieira, 2009.

OSÓRIO, F. Direito aeroportuário e a privatização de aeroportos no Brasil. Rio


de Janeiro: Lumen Juris, 2015.

YOUNG, S. B.; WELLS, A. T. Aeroportos: planejamento e gestão. 6. ed. Porto


Alegre: Bookman, 2014.

WENSVEEN, J. G. Air Transportation: a management perspective. 8nd ed.


Abingdon: Routledge, 2015.
83

DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2084 04 60 - AER 2083

EMENTA:
Execução do Projeto de Pesquisa, mediante a produção do Trabalho de Conclusão
de Curso com base nas científicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

LAKATOS, E. M; MARCONI, M. de A. Técnicas de pesquisa. 7. ed. São Paulo:


Atlas, 2008.

PIETRAFESA, J. P.; BORBA, O. de F. (Org). Do contexto ao texto: os desafios da


linguagem científica. Anápolis: Centro Universitário de Anápolis, 2006.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: WMF Martins
Fontes, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

MATOS, K. A arte e a técnica da produção científica. Goiânia: Ed. da UCG, 2004.

CARVALHO, M. C. M. de. Construindo o saber: metodologia científica,


fundamentos e técnicas. 24. ed. São Paulo: Papirus, 2011.

CERVO, A. L.; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2007.

LAKATOS, E. M; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 5.


ed. São Paulo: Atlas, 2003.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,


2007.
84

3.5.9 Disciplinas Optativas

DISCIPLINA: LIBRAS
CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
FON 1190 02 30 - -

EMENTA
Bases teóricas e práticas para a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais.
(LIBRAS)

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. Novo deit-libras: dicionário


enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado em linguística
e neurociências cognitivas. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2013. 2 v.

FALCÃO, L. A. Surdez, cognição visual e libras: estabelecendo novos diálogos. 3.


ed. Recife: Edição do Autor, 2012.

RABELO, A. S. Português sinalizado: comunicação total. Goiânia: Editora da UCG,


1992.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALMEIDA, E. O. C. de et al. Atividades ilustradas em sinais das Libras. 2. ed. Rio


de Janeiro: Revinter, 2013.

BRANDÃO, F. Dicionário ilustrado de LIBRAS. São Paulo: Global, 2011.

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Enciclopédia da língua de sinais brasileira:


o mundo do surdo em LIBRAS. São Paulo: USP, 2004.

FERNANDES, E. Problemas linguísticos e cognitivos do surdo. Rio de Janeiro:


Agir, 1990.

SOARES, M. A. L. A educação do surdo no Brasil. Campinas: Autores


Associados, 1999.
85

DISCIPLINA: GESTÃO DO RISCO E DA SAÚDE NA AVIAÇÃO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
AER 2087 02 30 - -

EMENTA:
Procedimentos previstos para a segurança operacional na gestão de incidentes e
acidentes. Fatores que envolvem a saúde e seus efeitos no âmbito aeroespacial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

GONÇALVES, H. S.; BRANDÃO, E. P. (Org.). Psicologia jurídica no Brasil. 3. ed.


Rio de Janeiro: NAU, 2014.

HELFENSTEIN, J. E. Medicina aeronáutica: uirateonteon. 3. ed. São Paulo: Asa,


2012.

STOLZER, A.; HALFORD, C. D.; GOGLIA, J. J. Sistema de Gerenciamento da


Segurança Operacional na Aviação. São Paulo: Organização Brasileira para o
Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

JOHNSTON, N.; MCDONALD, N.; FULLER, R. Aviation psychology in practice.


United States of America: Asghate, 1997.

QUARANTA, M. R. Comandante... na íntegra da palavra: ética na aviação. São


Paulo: Bianch, 2015.

RODEGUERO, M. A.; BRANCO, H. Gerenciando o Risco na Aviação Geral. São


Paulo: Bianch, 2013.

SAFETY management manual (SMM). 3rd ed. Quebec: International Civil Aviation
Organization, 2013.

TAVEIRA, N. de S. Além dos manuais: uma conversa sobre segurança de voo. São
José dos Campos, SP: Somos, 2011.
86

DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE NEGÓCIO


CÓDIGO Nº DE CH CO- PRÉ-
CRÉDITOS: REQUISITO REQUISITO:
CSA 2013 02 30 - -

EMENTA:
Estudo do comportamento empreendedor e das modalidades de empreendedorismo.
Incentivos às atividades empreendedoras. Integração dos conceitos e processos de
marketing, finanças, recursos humanos, organização e produção no
desenvolvimento ou criação de negócios. Plano de negócio: estrutura e elaboração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais: análise


estratégica, estudo de viabilidade e plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2009.

CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 2.


ed. rev. atual. São Paulo: Saraiva, 2008.

DEGEN, R. J. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 8. ed. São


Paulo,1989.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

CHÉR, R. Empreendedorismo na veia: um aprendizado constante. 2. ed. Rio de


Janeiro: Elsevier, 2014.

DOLABELA, F. O segredo de Luísa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 6.


ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

RODRIGO, L. M. O empreendedor e o franchising: do mito à realidade. São Paulo:


Érica, 1998.

OLIVEIRA, D. de P. R. de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e


práticas. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
87

3.6 Periódicos Especializados

Além das Bibliografias Básicas e das Complementares adotadas no Curso,


também são incluídas Periódicos e Jornais Especializados, Manuais, Regulamentos,
Decreto, Instruções e Sites Especializados em aviação, entre outras,
governamentais e não governamentais, como suporte nos conteúdos das disciplinas.
Os acadêmicos da Pontifícia Universidade Católica de Goiás dispõem de
acesso ao conteúdo integral dos periódicos oferecidos por meio de bases de
ingresso restrito assinadas pelo Portal de Periódicos CAPES. É uma parceria com a
CAPES que disponibiliza à comunidade acadêmica de Goiás vários títulos de
periódicos nacionais e internacionais, nas diversas áreas do conhecimento. Isso
permite ao aluno realizar pesquisas bibliográficas, de acesso gratuito, na internet.
Além disso o estudante pode utilizar as bases de dados gratuitas como o Scientific
Eletronic Library On Line (SCIELO). O acesso é realizado a partir de qualquer
terminal ou dispositivo conectado à internet garantidas nas dependências da
instituição.
Periódico ISSN
01. Airpower 1067-1048
02. Approach 1094-0405
03. Aviation 1648-7788
04. Aviation History 1076-8858
05. Aviation Psychology and Applied Human Factors 2192-0923
06. Aviation Safety 0277-1764
07. Hospital aviation 0740-8315
08. Russian Aeronautics 1068-7998
09. Aircraft Design 1369-8869
10. IRE Transactions on Aeronautical and Navigational
Electronics 0096-1639
11. Advances in Statistical Climatology, Meteorology and
Oceanography 2364-3579
12. Revista europea de derecho de la navegación
marítima y aeronáutica 1130-2127
13. Revista brasileira de meteorologia 0102-7786
14. Revista de Administração Contemporânea 1415-6555
88

3.6.1 Jornais Especializados

15. Aviation in Focus: Journal of Aeronautical Sciences 2179-703X


16. International Journal of Aviation, Aeronautics, and Aerospace 2374-6793

3.6.2 Outros Periódicos ou documentos disponibilizados online


17. Aerospace Science and Technology (ISSN 1270-9638)
18. Conexão Sipaer (ISSN 2176-7777)
19. ICAO Trip Magazine
20. ICAO Training Report
21. ICAO Technical Cooperation Review
22. ICAO DOC Series (Seleção):
 9750 Global Air Navigation Plan
 7300 Convention on International Civil Aviation
 7475 Working Arrangements Between the ICAO and the World Meteorological
Organization
 7600 Standing Rules of Procedure of the Assembly of the ICAO
 8632 ICAO´s Policies on Taxation in the Field of International Air Transport
 8984 Manual of Civil Aviation Medicine
 9082 ICAO´s Policies on Charges for Airports and Air Navigation Services
 9284 Technical Instructions for the Safe Transport of Dangerous Goods by Air
 9303 Machine Readable Travel Documents
 9562 Air Economics Manual
 9766 Handbook on the International Airways Volcano Watch (IAWW)
Operational Procedures and Contact List
 9889 Airport Air Quality Manual
 9966 Manual for the Oversight of Fatigue Management Approaches
 9974 Flight Safety and Volcanic Ash

3.6. 3 Manuais, Regulamentos, Decreto e Instruções do Ministério da Defesa:


DECEA e da ANAC adotados no Curso

BRASIL. Decreto n. 3.720, de 8 de janeiro de 2001. Normas e recomendações da


décima edição do Anexo 9 à Convenção de Aviação Civil Internacional
89

BRASIL, Ministério da Defesa. ROCA 20-7. Regulamento do Departamento de


Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Brasília: MD, 2013.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. MCA


100-11: Preenchimento dos formulários de plano de voo. Brasília: DECEA, 2017.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. MCA


63-19: cultura de segurança operacional no SISCEAB. Brasília: DECEA, 2017.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. MCA


100-16: Fraseologia de tráfego aéreo. Brasília: DECEA, 2016.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. MCA


63-15: Manual de fatores humanos no gerenciamento da segurança operacional no
SISCEAB. Brasília: DECEA, 2012.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


100-11: plano de voo. Brasília: DECEA, 2017.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


105-11: códigos meteorológicos. Brasília: DECEA, 2017.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


205-48: programa nacional de segurança para a aviação civil do sistema de controle
do espaço aéreo. Brasília: DECEA, 2017.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


100-12: regras do ar. Brasília: DECEA, 2016.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


100-37: serviços de tráfego aéreo. Brasília: DECEA, 2016.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA 64-


7: busca e salvamento. Brasília: DECEA, 2016.
90

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA


105-17: centros meteorológicos. Brasília: DECEA, 2016.

BRASIL, Ministério da Defesa. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ICA 96-


1: cartas aeronáuticas. Brasília: DECEA, 2016.

BRASIL, Ministério da Defesa. Comando da Aeronáutica. MCA 58-3: Manual do


curso de piloto privado - avião. Brasília: MD, 2004.

BRASIL, Ministério da Defesa. Comando da Aeronáutica. MMA 58-7: Manual do


curso de piloto de linha aérea - avião. Brasília: MD, 1991.

BRASIL, Ministério da Defesa. Comando da Aeronáutica. MMA 58-6: Manual de


curso de vôo por instrumentos - avião. Brasília: MD, 1991.

BRASIL, Ministério da Defesa. Comando da Aeronáutica. Manual do curso de piloto


de comercial - avião. Brasília: MD, 1990.

BRASIL. Agência Nacional de Aviação Civil. Regulamento Brasileiro da Aviação Civil


RBAC n. 108 EMENDA n. 00. Segurança da Aviação Civil Contra Atos de
Interferência Ilícita – Operador Aéreo.

3.6.4 Sites
23. International Civil Aviation Organization – ICAO:
https://www.icao.int/Pages/default.aspx
24. Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC: http://www.anac.gov.br/
25. Ministério da Defesa – MD: http://www.defesa.gov.br/
26. Departamento do Controle do Espaço Aéreo – DECEA: http://www.decea.gov.br/
27. Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – CENIPA:
http://www2.fab.mil.br/cenipa/
28. Federal Aviation Administration – FAA: https://www.faa.gov/
29. Academia Brasileira de Direito Aeronáutico – ABDA: http://abdaer.com.br/
30. Aero Magazine: http://aeromagazine.uol.com.br/
91

3.7 Atividades Externas da Disciplina – AED

As Atividades Externas da Disciplina – AED estão regulamentadas


institucionalmente (Resolução n. 4/2011 – CEPEA). Elas têm como objetivo a
mudança da prática pedagógica, vez que o termo sala de aula adquire sentido amplo
e incorpora outros espaços como laboratórios, bibliotecas, campos de estágio,
ambiente digital entre outros, por meio de atividades constituídas por práticas
participativas e colaborativas. Essas atividades fazem parte do Plano de Ensino das
disciplinas. Os docentes realizam a programação das AED no início de cada
semestre e as registram no Plano de Ensino da disciplina.
A carga horária da hora/aula de 60 minutos é complementada, em cada
disciplina, com até 10% das horas-aula ministradas sob a forma de Atividades
Externas da Disciplina – AED.

3.8 Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC no processo ensino-


aprendizagem

O uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na Educação


constitui um desafio para os educadores no sentido de estimular a utilização das
diferentes mídias na educação, bem como ampliar e incrementar os recursos e
práticas pedagógicas.
Como a aviação é um setor que, por características próprias, utiliza
ativamente a tecnologia, é importante que os professores e os alunos do curso
explorem as TIC no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, utilizando:
1. Troca de informações relacionadas às disciplinas, entre professores e alunos,
com o uso da internet (ambientes virtuais, sites específicos, blogs), por meio
de textos, espaços para debates, colaborações, entre outros;
2. Internet como instrumento de pesquisa, possibilitando o acesso a diversos
bancos de dados, como bibliotecas, arquivos e registros, em especial no
desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso;
3. Softwares na simulação de voos, como, por exemplo, o Flight Simulator,
XPlain Simulator, Roger Wilco com os seus respectivos briefing e debriefing;
92

4. Recursos para o ensino da língua inglesa e de fraseologia aeronáutica,


imprescindíveis à profissão de piloto, com uso de laboratório;
5. Treinamento prático de voo nos simuladores do Centro de Simulação de Voo
do curso;
6. Consultas à Estação Meteorológica Digital do curso, à Rede de Informações
Meteorológicas – REDEMET, e à Sala Virtual de Informações Aeronáuticas –
AISWEB, para fins de exercícios de planejamento de voos; e
7. Acesso às publicações regularmente atualizadas da Agência Nacional de
Aviação Civil e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DECEA,
disponíveis gratuitamente em seus sites.

3.9 Visitas Técnicas

Será realizada uma visita técnica semestral priorizando o relacionamento


com os diversos serviços prestados pela Base Aérea de Anápolis-GO, sob a
orientação do docente responsável pela disciplina.
Essas visitas estão relacionadas às seguintes disciplinas: Sistema de
Gerenciamento da Segurança Operacional, Regulamentos de Tráfego Aéreo I e II,
Meteorologia I e II, Fraseologia Aeronáutica I e II, Tráfego Aéreo e CNS/ATM,
Segurança de Voo e CRM, Voo Simulado I, Gestão Estratégica de Recursos
Humanos na Aviação Civil, Pesquisa Operacional e Tomada de Decisões Aplicada à
Aviação Civil.
As visitas técnicas objetivam: propiciar maior entendimento a respeito do
funcionamento do sistema de aviação civil; promover o estreitamento da relação
teoria e prática; estimular maior entendimento da interdisciplinaridade das diversas
áreas de atuação do aeronauta entre outros aspectos relevantes que estimulem uma
aprendizagem mais efetiva, apropriação de conhecimentos, aquisição de habilidades
e formação do perfil profissional do egresso.
Cada visita técnica terá seu projeto específico e será submetido
previamente à direção superior da Instituição para obtenção de sua aprovação.
Com relação à distância relacionada ao local onde situam as
organizações a serem visitadas, segue abaixo o quadro demonstrando, o período do
curso, o local, a distância, o meio de transporte e o valor estimado:
93

Visitas Técnicas

Período Local Distância Meio de transporte Valor


aproximada estimado

4º Anápolis-GO 58 Km Transporte terrestre R$ 1.000,00*


Base Aérea

* Valores considerados por viagem em dezembro de 2016 (seguro incluso).

3.10 Estágio Curricular Supervisionado

Segundo a Lei n. 11.788/2008, o Estágio Curricular Supervisionado pode ser


“Obrigatório” ou “Não Obrigatório”, realizado em campos internos e/ou externos à
Universidade, e relacionados aos conteúdos de formação do estudante,
oportunizando a vivência de atividade que contribua para sua formação profissional.

3.10.1 Estágio Obrigatório

O curso de Ciências Aeronáuticas da PUC Goiás não adota o Estágio


Obrigatório.

3.10.2 Estágio Não Obrigatório

Estágio Não Obrigatório é aquele desenvolvido como atividade de prática


opcional do aluno, em parte como atividade complementar. A sua carga horária
poderá ser registrada no Histórico Escolar do aluno para além da carga horária do
curso. As atividades nele desenvolvidas são, também, acompanhadas e avaliadas
pelo Coordenador do Curso e/ou pelo Coordenador de Estágio. Assim como o
Estágio Obrigatório, este está em conformidade com a Lei de Regulamentação de
Estágio n. 11.788, de 25 de setembro de 2008 e com a Política e Regulamentação
de Estágio da PUC Goiás.
94

Os campos do Estágio Não-Obrigatório são, também, aprovados pelo


Coordenador de Estágio e pela Coordenação do Curso e requerem a assinatura de
convênio entre a empresa cedente e a PUC Goiás.

3.11 Atividades Complementares – AC

As Atividades Complementares – AC do Curso de Ciências Aeronáuticas


são componentes curriculares que visam ampliar os conhecimentos e estimular a
prática de estudos independentes, aumentando a autonomia intelectual do discente.
No curso de Ciências Aeronáuticas as Atividades Complementares foram
divididas em grupos de atividades. Para cada grupo há a definição de atividades
específicas, carga horária máxima e documentação adequada para comprovação do
cumprimento das horas. Com o objetivo de orientar os envolvidos no registro das
Atividades Complementares do curso de Ciências Aeronáuticas, foi elaborado o
Regulamento de Atividades Complementares do curso em consonância com a
regulamentação da PUC Goiás.
Os discentes deverão cumprir a carga horária no período de realização do
curso e entregar documentos comprobatórios em relação ao seu cumprimento para
a realização do registro. Na Matriz Curricular 2017/1 os discentes devem comprovar
o mínimo de 160 (cento e sessenta) horas de Atividades Complementares.
A realização das Atividades Complementares deverá ser comprovada
mediante entrega de fotocópia de certificados, declarações, atestados, relatórios etc.
As AC têm validade de até 12 (doze) meses contadas da data da sua realização e
deverão ser protocolizadas na secretaria da Escola onde funciona o curso,
obedecendo aos prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico da Instituição, para
fim de integralização da Matriz Curricular do Curso.
Na PUC Goiás, as Atividades Complementares estão regulamentadas
pela Deliberação n. 4/2009, pelo Ato Próprio Normativo n. 1/2012 – CEPEA e
Resolução n. 004/2016 - CEPE.

3.12 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

A Proposta Curricular do Curso de Ciências Aeronáuticas da PUC Goiás


prevê realização, pelo aluno, de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), não
95

obstante as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em


Ciências Aeronáuticas, bacharelado, considerarem o TCC um componente curricular
opcional.
No CAER da PUC Goiás, os alunos deverão realizar trabalho de pesquisa
que resulte em produção escrita, na modalidade de monografia. Serão orientados,
acompanhados e avaliados, periodicamente, pelo professor orientador. Ao término
do estudo realizado, os alunos apresentarão o TCC a uma banca avaliadora,
conforme regulamento da Instituição.
O TCC segue o “Regulamento Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso
de Graduação”, aprovado pela Resolução n. 009/2011-CEPEA, de 16 de novembro
de 2011 e constitui uma Monografia ou Artigo Científico por meio do qual o
acadêmico tem a oportunidade de elaborar um projeto e a partir dele desenvolver a
pesquisa.
Tem carga horária de 120 horas, distribuídas em dois momentos,
Trabalho de Conclusão de Curso I com 4 créditos, 60 horas, no sétimo período do
Curso, para a realização de revisão bibliográfica e elaboração do Projeto de
Pesquisa, e o Trabalho de Conclusão de Curso II também com 4 créditos, 60 horas,
no oitavo período do Curso, para a realização da pesquisa, a análise dos dados, a
redação final e a apresentação do trabalho.
Os orientadores do TCC são docentes da PUC Goiás, cuja formação em
nível de pós-graduação, preferencialmente, devem guardar relação de proximidade
com a linha de investigação escolhida pelos alunos.
O TCC constitui processo para estimular a iniciação científica pelos
alunos da graduação, envolvendo-os e ao professor em atividades de ensino e de
pesquisa.
Os TCC deverão estar articulados com as Linhas de Pesquisas da Escola
de Gestão e Negócios.
O Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório para a obtenção do grau
de bacharel em Ciências Aeronáuticas. As notas obtidas em sua elaboração e
apresentação serão lançadas nas disciplinas do Trabalho de Conclusão de Curso I e
II.
O TCC I será realizado com turmas específicas com no máximo 25 alunos
em salas de aula. O TCC II será realizado com turmas de 40 acadêmicos e
96

subturmas de 4 alunos, neste caso, correspondendo a 4 créditos, com atendimento


individualizado em ambientes do Proa e Salas de Pesquisa.

3.13 Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem

Para um processo avaliativo que suplante a mera verificação de


conteúdos, os procedimentos de avaliação devem ser diversificados e qualificados.
A concepção que orienta o processo avaliativo no curso considera o aprendizado
como resultado da construção do conhecimento e de um comportamento social e
ético, mediado pela articulação dos aspectos teórico-práticos para a internalização
de conhecimentos específicos, ao desenvolvimento de competências e habilidades e
à formação de atitudes com vistas à formação profissional de qualidade.
No início de cada semestre, o aluno recebe o plano de ensino das
disciplinas contendo: ementa, objetivos, conteúdo programático, metodologia,
critérios de avaliação, de atribuição de notas e de frequência, a modalidade de
trabalhos acadêmicos desenvolvidos, estrutura da AED, cronograma para entrega,
apresentação e devolução dos mesmos.
A avaliação discente segue as normas estabelecidas para todos os
cursos da PUC Goiás, de forma contínua, por meio de exercícios, trabalhos práticos,
projetos, relatórios, painéis, seminários, pesquisas bibliográficas e de campo,
estudos de caso, entrevistas, provas e outras atividades correlatas, de modo a
garantir a avaliação dos processos de ensino e aprendizagem. O aproveitamento
acadêmico é expresso em graus numéricos de zero a dez, computados até a
primeira casa decimal.
O processo avaliativo no semestre é realizado, no mínimo, por meio de 4
(quatro) avaliações que compõem a nota final de cada disciplina. Essas avaliações
são organizadas em dois conjuntos, sendo que, em cada um, constam, no mínimo,
duas avaliações resultantes de uma ou mais atividades acadêmicas. A nota
resultante do primeiro conjunto de avaliações, cujo grau máximo é de dez pontos,
terá valor equivalente a 40% (quarenta por cento) para composição da nota final. A
nota resultante do segundo conjunto de avaliações, cujo grau máximo é de dez
pontos, tem valor equivalente a 60% (sessenta por cento) para composição da nota
97

final. A nota de cada disciplina resulta da média ponderada das duas notas
mencionadas, conforme a seguinte expressão:
NF = 0,4 N1 + 0,6 N2 onde:
NF = Nota Final
N1 = Nota resultante do primeiro conjunto de avaliações e
N2 = Nota resultante do segundo conjunto de avaliações
O prazo de entrega de N1 e de N2 é estabelecido no calendário
acadêmico anual da PUC Goiás.
Conforme § 1º do Art. 85 do Regimento Geral da PUC Goiás, os
instrumentos de avaliação serão devolvidos e analisados com os alunos no prazo
máximo de 15 dias letivos após sua aplicação, devidamente corrigidos, respeitado o
término do período letivo previsto no calendário acadêmico.
Será considerado aprovado em uma disciplina, o aluno que obtiver a
frequência mínima legal (75%) e Média Final igual ou superior a 5,0 (cinco).
Os cursos de Piloto Privado – Avião (PPA), Piloto Comercial – Avião
(PCA) e Piloto de Linha Aérea – Avião (PLA-A) correspondem aos seguintes
períodos no CAER, respectivamente: primeiro, terceiro e quinto. A ANAC
obedecendo à regulamentação internacional (ICAO) exige que tais cursos tenham a
nota 7,0 (sete) como limite mínimo para a aprovação nas matérias teóricas conforme
os documentos: MCA 58-3 Manual do Curso Piloto Privado – Avião de 2004, Manual
do Curso Piloto Comercial – Avião de 1990 e MMA 58-7 Manual do Curso de Piloto
de Linha Aérea – Avião de 1991.
Há uma distinção de média final para as disciplinas de formação técnica
do Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado. Para essas disciplinas, a PUC
Goiás alterou a média mínima para aprovação, que passou de 5,0 (cinco) para 7,0
(sete), conforme a Resolução n. 006/2013 – CEPEA, que estabelece:

Art. 1º Alterar, a partir de 2013/2, a Média Final mínima, de 5,0 (cinco)


para 7,0 (sete) pontos, para aprovação nas seguintes disciplinas de
formação técnica da Matriz Curricular do Curso de Ciências
Aeronáuticas (2000/1):
AER2010 – Conhecimentos Técnicos I
AER2020 – Navegação Aérea I
AER2030 – Teoria de Voo I
AER2040 – Regulamento de Tráfego Aéreo I
AER2050 – Meteorologia I
AER2011 – Conhecimentos Técnicos II
AER2021 – Navegação Aérea II
AER2031 – Teoria de Voo II
98

AER2041 – Regulamento de Tráfego Aéreo II


AER2051 – Meteorologia II

Além da avaliação específica das disciplinas, a PUC Goiás implantou em


todos os seus Cursos de graduação a Avaliação Interdisciplinar (AI). A estrutura da
AI viabiliza aos discentes a percepção de temas comuns entre as disciplinas e a
compreensão da própria natureza do Curso, possibilitando-lhes questionamentos e
entendimentos, com maior propriedade, de aspectos relacionados a sua formação
profissional e de que forma ela se insere nos contextos social, econômico, político e
cultural da vida social.
Os temas comuns entre as áreas de conhecimento serão contemplados
no máximo em 10% da média da N2, e serão avaliadas mediante 10 questões de
Formação Geral e 30 questões de Formação Específica elaboradas sobre os
conteúdos das disciplinas do período, respeitando as singularidades e critérios
adotados pelos docentes no que concerne aos que eles consideram importante
realçar dos textos e conteúdos trabalhados ao longo do semestre.
Ainda na perspectiva da avaliação, entende-se que o aluno além da sua
capacidade cognitiva de aprendizado deverá estar atento à pontualidade,
assiduidade, participação e interesse, pois são características que o ajudarão na
construção do conhecimento e que serão observados pelo docente cotidianamente.
Neste sentido, e em conformidade com a legislação vigente, o aluno deve obter para
aprovação a frequência mínima de 75% nas aulas e demais atividades escolares da
disciplina. É vedado ao docente o registro de notas de aluno que não esteja
regulamente matriculado, bem como não haverá abono de faltas.

3.14 Inter-relação Ensino, Pesquisa e Extensão

A PUC Goiás é um espaço de construção e socialização do


conhecimento. A atividade de ensino desenvolve-se mediante a utilização de
práticas pedagógicas ativas com o objetivo de estimular o trabalho intelectual dos
discentes e a promoção da aprendizagem ampla e sólida.
A pesquisa é autorizada, registrada e avaliada pela Pró-Reitoria de Pós-
Graduação e Pesquisa (Prope). A iniciação científica ocorre como processo de
aprendizagem e interação entre professores e alunos nas diversas áreas de
pesquisa desenvolvidas pelo corpo docente. As normas para apresentação dos
99

projetos e avaliação quanto à viabilidade são definidas pelo regimento interno da


PUC Goiás, sendo, portanto, aplicadas integralmente ao Curso de Ciências
Aeronáuticas.
Os docentes pertencentes ao quadro do curso de Ciências Aeronáuticas e
diretamente envolvidos com o curso deverão desempenhar tarefas direta ou
indiretamente relacionadas à pesquisa, tais como: propor e realizar trabalho de
pesquisa; publicar em periódicos nacionais e internacionais da área e orientar
trabalhos de iniciação científica.
A extensão apresenta-se como espaço privilegiado de diálogo entre a
comunidade acadêmica e a sociedade. As atividades de extensão visam a
proporcionar ao aluno visão humanística e ética, com compromisso social e com
qualidade de serviço, atendendo aos anseios da comunidade e à proposta
pedagógica do curso.
As ações extensionistas previstas pelo curso estão de acordo com as
regulamentações previstas no Plano Nacional de Extensão Universitária, formulado
pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Brasileiras, que define a
extensão como sendo o processo educativo, cultural e científico que articula o
ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a ação transformadora entre
universidade e sociedade. A extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito
assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a
oportunidade de elaboração na práxis, do conhecimento acadêmico. No retorno à
universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão
teórica, será acrescido ao conhecimento. Esse fluxo que estabelece a inter-relação
de saberes sistematizados, acadêmicos e populares, terá como consequência a
produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e a
regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da
comunidade na universidade.
A formação profissional do aviador civil, em nível superior, pressupõe a
inter-relação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, mediante a qual se incluem as
dimensões da pós-graduação e da prestação de serviços, conferindo maior
compreensão por parte do acadêmico com a responsabilidade social.

3.14.1 Política de Ensino no Âmbito do Curso


100

De acordo com Santos (1999), as dimensões do ato pedagógico


ultrapassam em muito os que são expressos na sala de aula. Múltiplas relações
estão presentes nele, fundamentando-o, justificando-o, orientando-o ou objetivando-
o.
Em tal sentido, precisa ser entendido e até analisado no seu estrito
vínculo com o desenvolvimento integral do aluno, enquanto indivíduo e sujeito social,
em inter-relação às dimensões religiosa, ética, política, educacional, científica e
tecnológica que, enfim, o constituem.
O ato pedagógico é sempre mais que o ensino puro e simples, pois em
cada situação ele vai além dos limites do fato e coloca em questão a existência
pessoal na relação com o mundo.
A profissão de piloto de avião compõe-se da lida com um acervo
considerável de tecnologias complexas que possibilitam a existência do transporte
aéreo, e o aluno necessita aprender eficientemente o seu uso correto, devido às
condições críticas em que transcorre cada voo.
O transporte aéreo e as telecomunicações constituem-se nos pilares do
processo de globalização em curso. Enquanto estas aproximam pela comunicação
povos de diversas culturas, aquele diminui expressivamente as distâncias,
possibilitando uma miscigenação cultural com acentuada rapidez, que vem
transformando o mundo.
O profissional da aviação apresenta-se como o principal agente ativo e
passivo desse processo, por ser o condutor de seu instrumento e, em decorrência,
por se submeter ao diuturno contato com essas várias culturas. Assim, além de
precisar ser um exímio transportador, também carece que entenda e assimile
costumes de povos diversos e entenda o significado dessa diversidade e o seu fim
comum.
Por isto, o ensino no curso de Ciências Aeronáuticas não fica restrito a
profissionalizar da melhor forma possível o aluno, mas de conduzi-lo à percepção
mais completa dos muitos contextos que sua profissão o exporá no mundo. Para
tanto, convém que seus professores, de alguma forma, tenham passado por
experiência similar, conhecido culturas diferentes, comunicarem-se por idiomas
estrangeiros e, em especial, desenvolver no aluno a compreensão acerca das várias
dimensões que envolvem sua profissão: religiosa, cultural, política, social, científica
e tecnológica.
101

A própria instrumentalização ao correto uso das complexas tecnologias


inerentes à aviação, serve ao professor como ponto de partida para conduzir o aluno
ao ato de refletir conjugando as dimensões humanas. Da física aplicada ao o porquê
da própria existência dela e, daí, para a existência do próprio mundo e da vida.
Portanto não é uma tarefa de fácil monta, mas um significativo desafio do professor
superar-se, de ir além do seu contexto para contribuir de forma sistêmica na
formação do ser humano, ou seja, verdadeiramente cumprir sua missão.

3.14.2 Política de Extensão no Âmbito do Curso

O colegiado do curso de Ciências Aeronáuticas entente a importância da


indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. A dimensão do ensino
possibilita ao aluno uma compreensão cientifica da realidade social, a partir de
fundamentos na área de Ciências Aeronáuticas, ético-políticos e teórico-
metodológicos constitutivos da formação do Bacharel.
A dimensão da extensão encontra-se diretamente ligada ao ensino e à
pesquisa. Por meio dela, professores e pesquisadores podem estabelecer relações
com a sociedade por intermédio de atividades da investigação com o campo das
Ciências Aeronáuticas, com as questões sociais, políticas e éticas da vida cotidiana.
O aluno do Curso de Ciências Aeronáuticas da PUC Goiás é motivado a
participar de projetos de extensão, que tenham como proposta promover a
articulação entre teoria e prática e, ao mesmo tempo, oferecer serviços à
comunidade. Os projetos de extensão poderão ser executados na forma de cursos,
seminários, palestras e projetos educativos junto à comunidade. A Escola de Gestão
e Negócios desenvolve um Programa de Extensão Universitária EGN para implantá-
lo em 2017 (vide Anexo I), assim, os projetos de extensão do curso Ciências
Aeronáuticas estarão inseridos neste Programa.
Além de outros programas desenvolvidos pela Proex, com destaque para
o Programa de Estudos e Extensão Afro-brasileiro (Proafro) e o de Direitos Humanos
(PDH).

3.14.3 Política de Pesquisa no Âmbito do Curso


102

A pesquisa será estimulada, buscando desenvolver no estudante espírito


investigativo pautado na resolução de problemas.
No Curso de Ciências Aeronáuticas, consolida-se a interdependência
entre o exercício profissional e a busca de novos conhecimentos, extremamente
necessários em um setor em que os avanços tecnológicos acontecem muito
rapidamente. Por meio da pesquisa, alunos e professores desenvolvem temas de
estudos dentro de parâmetros científicos, verticalizando conhecimentos e
apresentando-os nos espaços de sala de aula ou de eventos relacionados ao Curso,
principalmente nas disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e II.
O “Núcleo de Pesquisas Aeronáuticas – NUPAER” é o núcleo de
pesquisa do Curso de Ciências Aeronáuticas e é responsável pelas atividades de
pesquisa, sendo subordinado hierarquicamente à diretoria da referida Escola. Deve
sempre prestar contas à Coordenação de Pesquisa e responde à Pró-Reitoria de
Pós-Graduação e Pesquisa – Prope / PUC Goiás.
Este Núcleo é constituído por um coordenador, pesquisadores,
estudantes (bolsistas de iniciação científica e estagiários) e colaboradores de
conformidade com as normas instituídas pela Prope da PUC Goiás.
O núcleo é composto por, no mínimo 2 (dois) professores Doutores e 5
membros integrantes e colaboradores não Graduados, Graduados e Pós-graduados,
podendo, em edital de convocação e a critério do Coordenador do Núcleo mediante
consulta colegiada, atendendo às necessidades apresentadas ao longo das
pesquisas, ser reservado um determinado número de vagas para diferentes
segmentos acadêmicos acima especificados.
I - Os docentes/pesquisadores com projetos ou subprojetos aprovados
pela Prope;
II - Os docentes/pesquisadores que estiverem desenvolvendo projetos de
pesquisa para obtenção de título de especialização, mestrado ou doutorado, estando
tais projetos cadastrados na PROPE;
III - Os alunos de programas de iniciação científica (BIC, PIBIC, PIBITI,
OVG, Voluntários);
IV - Os estagiários de pesquisa.
Com o NUPAER, o curso mantém ativa e permanente a pesquisa no
âmbito da Aviação Civil. Além da participação em seu Núcleo, aos docentes e
103

alunos do curso também há a possibilidade de participarem do “Núcleo de Pesquisa


da Escola de Gestão e Negócios” – NUPEN.

3.15 Requisitos para Conclusão do Curso

Tendo em vista a dupla habilitação (Gestão de Aviação Civil e Piloto de


Linha Aérea) do bacharelado do Curso de Ciências Aeronáuticas. O formando após
a integralização da Matriz Curricular deverá entregar obrigatoriamente o(s)
seguinte(s) documento(s) para recebimento do diploma com a respectiva habilitação:

3.15.1 Bacharel em Ciências Aeronáuticas – Gestor de Aviação Civil:

- o Certificado de Habilitação Técnica (CHT) de Piloto Comercial/IFR – Avião,


emitido pela ANAC.

3.15.2 Bacharel em Ciências Aeronáuticas – Piloto de Linha Aérea/Avião:

- Certificado Médico Aeronáutico (antigo Certificado de Capacidade Física);


- Licença de Piloto Comercial/IFR, emitida pela ANAC.
O Certificado Médico Aeronáutico é uma exigência prevista nos
documentos que regulam a Aviação Civil para concessão da licença para piloto.
De acordo com o Manual do Curso de Piloto Privado – Avião (MCA 58-3,
2004, p. 14):

Os candidatos ao curso “Piloto Privado-Avião” deverão,


comprovadamente, preencher os seguintes requisitos:
a) escolaridade – Curso Fundamental completo (antigo 1º grau);
b) idade mínima – 18 anos completos ou a serem completados até a
data da realização do exame prático de voo; e
c) possuir Certificado de Capacidade Física (CCF) – de 1ª ou de 2ª
Classe, obtido em órgão de saúde da Aeronáutica.

Já o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica (RBHA, 61)


prescreve:

61.69 - Requisitos para concessão da licença de piloto privado.


Perícia e aptidão psicofísica
(a) Perícia. O solicitante deve ter demonstrado sua capacidade para
executar, como piloto em comando de aeronave da categoria em que
104

é solicitada a licença, os procedimentos e manobras especificados no


parágrafo relativo à instrução de voo pertinente, com um grau de
competência apropriado às prerrogativas que a licença de piloto
privado confere ao seu detentor, e para:
(1) operar a aeronave dentro de suas limitações de emprego;
(2) executar todas as manobras com suavidade e precisão;
(3) revelar bom julgamento e aptidão de pilotagem;
(4) aplicar os conhecimentos aeronáuticos; e
(5) manter controle da aeronave durante todo o tempo do voo, de
modo que não ocorram dúvidas quanto ao êxito de algum
procedimento ou manobra.
(b) Aptidão psicofísica. O solicitante deve ser detentor de certificado
de capacidade física de 2a classe válido.

Para os cursos de Piloto Comercial-Avião o Manual exige:

a) idade mínima – 18 anos;


b) nível mínimo de escolaridade – 2º grau completo, realizado em estabelecimento
de ensino público ou privado devidamente autorizado;
c) certificado de capacidade física – CCF de 1ª classe;
d) experiência como piloto – ser portador da licença de Piloto Privado-Avião.
O RBHA 61 no que se refere à Licença de Piloto Comercial tem o
seguinte tratamento:

61.101 - Requisitos para concessão de licença de piloto comercial.


Perícia e aptidão psicofísica
(a) Perícia.
O solicitante deve ter demonstrado sua capacidade para executar,
como piloto em comando de aeronave da categoria em que é
solicitada a licença, os procedimentos e manobras especificadas nos
parágrafos relativos à instrução de voo pertinente, com um grau de
competência apropriado às prerrogativas que a licença de piloto
comercial confere ao seu detentor e para:
(1) operar a aeronave dentro de suas limitações de emprego;
(2) executar todas as manobras com suavidade e precisão;
(3) revelar bom julgamento e aptidão de pilotagem;
(4) aplicar os conhecimentos aeronáuticos; e
(5) manter controle da aeronave durante todo o tempo do voo, de
modo que não ocorram dúvidas quanto ao êxito de algum
procedimento ou manobra.
(b) Aptidão psicofísica. O solicitante deve ser detentor de um
certificado de capacidade física de 1ª classe, válido.

O mesmo exame psicofísico de 1ª classe para PC-IFR também e válido


para Piloto de Linha Aérea (PLA).

3.16 Migração para Matriz 2017/1


105

Será oportunizada a migração dos atuais alunos para a Matriz 2017/1 a


partir da sua aprovação pela Câmara de Graduação do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão – CEPE, por meio da equivalência das disciplinas da nova
matriz com a Matriz Curricular 2000/1, conforme Anexo H.
A mesma situação será permitida aos egressos que demonstrem
interesse em concluir a habilitação em Gestão de Aviação Civil. Neste caso, deverão
complementar a matriz 2000/1 com as 17 disciplinas especificadas no Quadro 5 a
seguir:
Quadro 5 – Disciplinas a serem cursadas por alunos que tenham integralizado a
matriz 2000/1
Créditos Requisitos
Código Disciplinas
Período Pre Prá Lab Ori Total Pré-requisito
4º HGS1003 Teorias Sociológicas 04 04
Total de créditos no período 04 04
5º AER 2076 Comandante e sua Função Administrativa 02 02
Total de créditos no período 02 02
AER 2080 Voo Simulado III 02 04 06
6º AER 2082 Fraseologia Aeronáutica II 02 02
CSA 2000 Gestão Estratégica de Serviços Aeroportuários 02 02 04
CSA 2001 Gestão Estratégica de Custos 02 02 04
CSA 2002 Gestão Ambiental e Aviação 04 04
Total de créditos no período 12 08 20
7º CSA 2003 Fundamentos da Administração 04 04
CSA 2004 Gestão Estratégica de Recursos Humanos na Aviação
02 02 04
Civil
CSA 2005 Economia Empresarial 02 02 04
CSA 2006 Organização das Empresas de Aviação Civil 02 02 04
CSA 2007 Logística Aeroportuária 02 02 04
Total de créditos no período 14 08 22
8º CSA 2008 Gestão de Marketing e Vendas Aplicada às Empresas
02 02 04
Aéreas
CSA 2009 Gestão Estratégica Aplicada à Aviação Civil 02 02 04
CSA 2010 Pesquisa Operacional e Tomada de Decisões Aplicada
02 02 04
à Aviação Civil
CSA 2011 Gestão Financeira para Empresas Aéreas 02 02 04
CSA 2012 Gestão de Aeroportos 04 04
Total de créditos no período 12 08 20
Total de créditos 44 24 68
106

4 FORMAS DE ACESSO AO CURSO

O Curso de Ciências Aeronáuticas - Bacharelado da PUC Goiás oferece 180


vagas anuais. O acesso ao Curso ocorre mediante Processo Seletivo Discente,
realizado semestralmente. Vagas remanescentes do Vestibular são preenchidas por
candidatos selecionados via processos de reopção de curso, transferência externa e
portadores de diploma de nível superior. Estas modalidades de ingresso têm
períodos de inscrição e seleção previstos no calendário acadêmico da Instituição.
107

5 APOIO AO DISCENTE

A PUC Goiás, enquanto uma Universidade confessional, católica,


comunitária e filantrópica, tem se comprometido com a inclusão social de forma
ampla e de seus acadêmicos de modo específico, buscando assegurar-lhes o
acesso e a permanência na Universidade, até a conclusão de seu curso, bem como
sua integração à vida acadêmica.
O respeito à diferença e à diversidade são, pois, inerentes aos
programas, projetos e ações desenvolvidas por esta Universidade, objetivando
assegurar a cidadania e a acessibilidade plena à comunidade acadêmica.
Os programas de apoio ao discente da PUC Goiás são desenvolvidos
pelas Pró-Reitorias de Graduação, Extensão e Pesquisa.

5.1 Programas da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd)

5.1.1 Programa de Orientação Acadêmica – Proa

O Programa de Orientação Acadêmica – Proa – é um Programa


Institucional, uma opção política da PUC Goiás, com o objetivo de garantir a
excelência do ensino de graduação. Sua natureza institucional revela o
compromisso desta Universidade com a qualidade social e pedagógica do ensino e
a aprendizagem universitária, expressas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos –
PPC. Sua proposta não é ministrar aulas, ou realizar nivelamento escolar, mas,
acima de tudo, orientar as práticas de aprendizagem dos estudantes para
aprenderem e apreenderem métodos próprios de construção do conhecimento.
O Proa configura-se em uma proposta pedagógica que tem como objetivo
proporcionar ao estudante a oportunidade de ele exercer papel ativo na construção
do conhecimento, planejando e monitorando seu desempenho escolar e avaliando
seus resultados. Trata-se de uma estratégia institucional que alia ambientes de
aprendizagem e desenvolvimento de projetos com vistas à promoção do sucesso
escolar discente e de sua integração à vida acadêmica, superando as dificuldades
que por ventura traga de sua formação anterior. O Proa funciona em espaços
construídos ou adaptados, especialmente para esta finalidade.
108

Em relação ao processo de ensino-aprendizagem, o Programa propõe-se


a levar os estudantes a desenvolverem habilidades e competências para o exercício
do aprender a aprender. Já em relação à metodologia de ensino, o Proa
fundamenta-se no trabalho dialógico e operativo. Ou seja, mobiliza todos os esforços
para que o processo de ensino-aprendizagem se dê a partir “da” e “na” interação
entre aluno-professor, aluno-monitor, aluno-aluno e o conhecimento.
São objetivos específicos do Proa:
 proporcionar a integração dos estudantes de graduação no ambiente universitário,
a fim de que possam vivenciar a cultura acadêmica universitária;
 viabilizar orientações acadêmicas, individuais e em grupo, para garantir a
apreensão de questões relativas à formação profissional e a uma nova
compreensão da leitura de mundo;
 garantir espaços de trocas e de orientações acadêmicas, a fim de constituir
grupos operativos para a construção e para o aprofundamento de conhecimentos
requeridos à formação pessoal e profissional;
 possibilitar, ao estudante, o autoconhecimento e o desenvolvimento de
habilidades cognitivas e operativas; e
 promover a inclusão de estudantes com necessidades educacionais específicas
advindas de deficiências físicas, visuais, auditivas e múltiplas.

5.1.2 Programa de Acessibilidade

A democratização da educação e da sociedade permitiu o acesso ao


ensino superior de um segmento minoritário da sociedade que demanda tratamento
diferenciado, as pessoas com deficiência. Nesse contexto, a Pontifícia Universidade
Católica de Goiás, em seu papel de instituição produtora de conhecimento e
formadora de cidadãos, mantém sua opção histórica por uma postura filosófica e
política inclusiva, buscando viabilizar iniciativas que resultem no sucesso acadêmico
desses estudantes.
A PUC Goiás entende que esse é um trabalho dos vários segmentos que
a compõem e se vê instada a repensar e modificar suas práticas acadêmico-
administrativas, objetivando melhorar as condições já existentes e criar novas, tendo
109

em vista a permanência do estudante com deficiência no ensino superior para a sua


formação profissional.
De acordo com a Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui o
Estatuto da Pessoa com Deficiência, em seu Art. 27, a educação configura-se em
um direito da pessoa com deficiência, garantindo a ela instituições educacionais
inclusivas em todos os níveis de ensino, com vistas ao alcance do maior
desenvolvimento de todas as suas capacidades e habilidades – físicas, sensoriais,
intelectuais e sociais -, conforme suas características, interesses e necessidades de
aprendizagem.
Em cumprimento a este Estatuto, a PUC Goiás, a partir do atendimento
educacional especializado aos estudantes com deficiência, institucionalizado por
meio dos Projetos Pedagógicos de Cursos, vem aprimorando suas ações
concernentes à acessibilidade arquitetônica, atitudinal, pedagógica, comunicacional
e digital, com vistas à maximização do desenvolvimento acadêmico e social desses
estudantes.
Entre as ações desenvolvidas pela instituição, destacam-se:
• Adaptações curriculares – compreendem desde situações menos
complexas e transitórias, que podem ser resolvidas espontaneamente, até situações
mais graves e persistentes, que requerem o uso de recursos especiais. A superação
dessas dificuldades demanda, muitas vezes, adaptações graduais e progressivas no
currículo. As adaptações curriculares constituem exigência indispensável para tornar
os conteúdos apropriados à peculiaridades desses estudantes. A ideia não é a de se
estabelecer um novo currículo, mas, sim, a de torná-lo mais dinâmico e flexível, de
forma a proporcionar a aprendizagem significativa aos estudantes. As adaptações
curriculares realizam-se em três níveis: no âmbito pedagógico, no currículo
desenvolvido na sala de aula e no nível individual. Adaptações curriculares implicam
(re)planejamento pedagógico e ações docentes fundamentadas em critérios que
definem: o que o estudante deve aprender; que formas de organização do ensino
são mais eficientes para o processo de aprendizagem; e como e quando avaliar.
• Adaptações de objetivos e conteúdos dizem respeito à – eliminação de
objetivos básicos, temporária ou permanentemente, quando esses extrapolarem as
condições do estudante para atingi-los; introdução de objetivos específicos
alternativos e não previstos para os demais estudantes em substituição a outros que
não podem ser alcançados pelo estudante; introdução de objetivos complementares
110

e não previstos para os demais estudantes, que atendem às necessidades


pedagógicas específicas; introdução de conteúdos não previstos para os demais
estudantes, mas essenciais para alguns, em particular; prioridade de processos
gradativos de menor à maior complexidade na aquisição dos conteúdos.
• Adaptações avaliativas – especial cuidado lhes são dadas, a fim de que
promovam a aprendizagem de conteúdos e habilidades coerentes às do estudante.
Para tanto, são selecionadas e modificadas as técnicas, instrumentos e a linguagem,
adequando-as às peculiaridades do estudante.
• Adaptação nos procedimentos metodológicos e didático-pedagógicos – as
adaptações, no tocante aos procedimentos metodológicos e didático-pedagógicos,
compreendem alteração dos métodos definidos para o ensino dos conteúdos
curriculares a fim de atender às necessidades particulares do estudante; seleção do
método mais acessível ao estudante; introdução de Atividades Complementares que
requeiram habilidades ou consolidação de conhecimentos já ministrados. Esses
procedimentos decorrem da diversificação dos trabalhos que se realizam no mesmo
segmento temporal; introdução de atividades alternativas além das planejadas para
a turma; disponibilização de recursos de apoio adicional, sejam visuais, auditivos,
gráficos e materiais manipulativos.
• Adaptações temporais – referem-se à alteração do tempo previsto para a
realização das atividades na aquisição dos conteúdos; e alteração do período para
alcançar determinados objetivos.
A PUC Goiás também tem um olhar específico sobre os alunos que
apresentam Transtorno de Espectro Autista (TEA). O Transtorno do Espectro Autista
engloba diferentes síndromes que são caracterizadas por um conjunto de sinais,
marcadas por perturbações do desenvolvimento neurológico com três características
fundamentais, que podem manifestar-se em conjunto ou isoladamente, que são:
dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem e no uso da
imaginação para lidar com jugos simbólicos, dificuldade de socialização e padrão de
comportamento restritivo e repetitivo. Esse comportamento envolve situações e
apresentações diferentes entre si, numa gradação que vai da mais leve a mais
grave. Todas, porém, estão relacionadas, com as dificuldades de comunicação e
relacionamento social.
111

Alunos com TEA não compartilham interesses, não desenvolvem empatia


e certa inadequação em abordar e responder aos interesses, emoções e
sentimentos alheios e demonstram também:
• Prejuízo no uso de comportamentos não verbais como: contato visual direto,
expressão facial, postura corporal e objetos;
• Dificuldades na interação social: fracasso em vincular-se a uma pessoa
específica, não diferenciando indivíduos importantes em sua vida, falta de
comportamento de apego;
• Desenvolvimento insatisfatório nas relações com pares da sua idade;
• Falta de interesse espontâneo em dividir experiências com outros;
• Inflexibilidade a rotinas e rituais não funcionais específicos;
• Presença de maneirismos motores estereotipados ou repetitivos;
• Preocupação com partes específicas de objetos;
Tendo esses desafios em perspectivas, a PUC Goiás conscientiza
professores e funcionários sobre como devem agir com o estudante com essas
demandas e promovendo uma maior ligação entre a comunidade universitária em
seu todo com a família dos discentes que convivam com esse transtorno. O objetivo
principal é fazer com que os alunos acompanhem os conteúdos, melhorem a
interação com os colegas e consigam obter, no âmbito do curso, a formação
profissional e humanística almejada no ambiente universitário.
Para ambas as habilitações do Curso de Ciências Aeronáuticas -
Bacharelado, independente da atenção dada pela PUC Goiás, os candidatos devem
submeter-se a exames psicofísicos (Certificado Médico Aeronáutico) uma exigência
internacional da ICAO para tripulantes técnicos que no Brasil é reafirmada pelas
normas da ANAC.

5.1.3 Programa de Monitoria

Implantado na Pontifícia Universidade Católica de Goiás desde 1973, o


programa de monitoria tem como proposta contribuir com a qualidade do ensino na
graduação, apoiando professores e estudantes no desenvolvimento do processo de
ensino e aprendizagem. Integra os projetos educativos da PUC Goiás,
especificamente aqueles que se encontram sob a responsabilidade da Pró-Reitoria
112

de Graduação (Prograd), através da Coordenação de Apoio ao Estágio, Monitoria,


Egressos e Empresas Juniores – CAEME.
Concebe-se assim, a Monitoria como parte integrante do processo de
ensino e aprendizagem, inserido no projeto de formação do aluno, em meio à
contribuição que esse aluno oferece ao projeto de formação dos demais. Nessa
perspectiva, estimula a participação de alunos dos cursos de graduação no
processo educacional, nas atividades relativas ao ensino e na vida acadêmica da
universidade.
No Programa de Monitoria o aluno de graduação tem a oportunidade de
aprofundar sua experiência como estudante, em um processo acadêmico-científico e
também educativo.
São objetivos do Programa de Monitoria:
1) Possibilitar o aprofundamento nos conhecimentos teórico-práticos em que o
estudante estiver desenvolvendo a Monitoria;
2) Contribuir com a qualidade do ensino na graduação, ao apoiar os professores
e os alunos no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem e
incentivar do discente para o exercício de atividades concernentes a esse
processo;
3) Propiciar maior integração dos seguimentos da universidade, por meio da
interação entre estudantes e professores nas atividades de ensino, pesquisa
e extensão.
Para que isto se dê efetivamente, o monitor deve ser protagonista no
processo de ensino-aprendizagem, junto aos seus colegas. Sua ação se dá na
interface entre professor, alunos e conteúdos ministrados. Por essa razão, a
monitoria tem por característica despertar no aluno que a exerce o interesse pela
docência e propiciar maior integração dos segmentos da Universidade, por meio da
interação entre estudantes e professores nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
O monitor deve ser, antes de tudo, um curioso, sempre em busca do
grande espanto, só possível no processo de construção do conhecimento. Seu perfil
tem de contemplar as possibilidades da pesquisa, seja no intuito de formular
questionamentos acerca das metodologias empregadas para a melhor condução de
uma disciplina, seja para o acompanhamento das discussões acadêmicas próprias
da área de conhecimento sobre a qual ele atua. Dessa forma, o monitor, tal como o
113

professor, não oferece fórmulas facilitadoras ao aprendizado dos seus colegas, mas,
junto com eles e orientado pelo professor, levanta questionamentos que culminem
na construção e apreensão compartilhada do conhecimento.
Ao assumir essas condições, o monitor passa a contribuir sobremaneira
para a qualificação do processo de ensino-aprendizagem, uma vez que socializa
conceitos por ele melhor apreendidos, sem que isso se dê na lógica bancária, à qual
se refere Paulo Freire, da transferência mecânica de conteúdos. O exercício da
monitoria propicia, assim, a apropriação de habilidades e competências em
atividades didáticas inerentes às disciplinas para as quais ele se dedica. No
programa de monitoria, o aluno de graduação tem a oportunidade de aprofundar sua
experiência como estudante, em um processo acadêmico-científico e também
educativo.
Aos colegas atendidos pela monitoria, a presença do monitor ganha
importância também no âmbito motivacional, especialmente para aquele aluno que
consegue, nesse processo, superar dificuldades na compreensão de alguns
conteúdos e, com isso, recuperar-se no acompanhamento de uma disciplina. A
proposição de formas de auxílio a alunos em suas dificuldades de aprendizagem
configura-se como um dos aspectos fundamentais no exercício da monitoria e tem,
por consequência, a finalidade de superação de problemas de repetência ou mesmo
de evasão escolar.
Por essa perspectiva, a ação do monitor ganha uma dimensão
extremamente significativa em um contexto educacional historicamente perverso
àqueles que, ao longo de sua vida escolar, não puderam contar com condições
justas para um aprendizado de qualidade.
Em consonância com essa proposta transformadora, a Universidade
contribui, sobremaneira, com a formação de novos quadros para a docência, tanto
em nível local quanto para as demandas nacionais. Mais que formar
quantitativamente, a universidade qualifica o processo formativo crítico, atento aos
questionamentos propostos pela Modernidade. No exercício da monitoria, o aluno é
confrontado diariamente com as complexidades próprias à ação educativa, com
suas perguntas e suas utopias.
Como procedimento, a monitoria incorpora uma importância significativa
ao se desenvolver nas dimensões política, técnica e humana da prática pedagógica.
A atuação do monitor passa por uma apropriação e socialização de técnicas, mas
114

não se limita a elas. Ao contribuir para que um colega compreenda melhor


determinados conteúdos e procedimentos, o monitor assume um compromisso com
o saber científico e a necessidade de sua apreensão pelos colegas. Na ponta, o que
se tem nesse perfil de monitoria é o fortalecimento de uma relação que possa
resultar na autonomia cognitiva e de intervenção transformadora da realidade.
Atualmente, 13 discentes do Curso de Ciências Aeronáuticas participam
do Programa de Monitoria da PUC Goiás. Deste total, 4 alunos são beneficiados
com bolsas de monitoria e 9 exerceram as atividades como voluntários (as).

5.1.4 Programa de Apoio ao Aluno na Modalidade de Ensino a Distância

A Coordenação de Educação a Distância (Cead) oferece, gratuitamente,


no Programa de Apoio ao Aluno de Graduação, os seguintes cursos: Matemática
Básica I, Matemática Básica II, Língua Portuguesa, Normas para Trabalhos
Acadêmicos, Orientações para Trabalhos Acadêmicos e Informática Básica, tendo-
se em vista a capacitação dos estudantes para que atinjam um melhor desempenho
acadêmico.

5.2 Programas da Pró-Reitoria de Extensão e Apoio Estudantil – Proex

Os programas da Proex possibilitam a inserção de estudantes junto a


comunidade e formação generalista.

5.2.1 Programa de Acompanhamento Socioeconômico

A Coordenação de Assuntos Estudantis (CAE) da Proex é responsável


pela política de assistência estudantil da PUC Goiás, desenvolvendo ações que
visam à inclusão e à permanência na Universidade de alunos que necessitem de
apoio financeiro e psicológico. Oferece programas de bolsa, financiamento e
moradia estudantil, bem como apoio acadêmico e orientação, gratuitamente, para os
estudantes de todos os cursos da Universidade que apresentem dificuldades
acadêmicas e pessoais. Desenvolve uma política de apoio e articulação ao
movimento estudantil organizado e, também, o Programa de Acompanhamento de
Egressos, visando a realimentar as propostas curriculares e a formação continuada.
115

a) Bolsas de Estudo:
• Bolsa Social – criada em 2010, por meio do Vestibular Social, oferece 50% de
descontos para graduandos com perfil socioeconômico pré-definido;
• Bolsa do Fundo Educacional – destinada aos acadêmicos da graduação, que
são funcionários da PUC Goiás ou seus dependentes;
• Bolsa de Incentivo à Cultura – oferecida a acadêmicos que participam de
atividades artísticas e culturais como, por exemplo, dança, teatro, música e arte
visuais;
• Bolsa Monitoria – concedida aos acadêmicos monitores que, sob a orientação
de professores, realizam trabalhos voltados para o ensino, integrados com a
pesquisa e a extensão;
• Bolsa de Iniciação Científica – PIBIC/CNPq – destinada a acadêmicos que
participam de projetos de pesquisa, sob a orientação de docentes;
• Bolsa de Iniciação Científica Institucional – BIC/PUC Goiás – oferecida a
acadêmicos que participam de projetos de pesquisa, sob a orientação de docentes;
• Bolsa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovações –
PIBITI/CNPq – oferecida a acadêmicos que desenvolvem projetos nessa área, sob a
orientação de docentes;
• Bolsa Prouni – concedida a acadêmicos não portadores de diploma de curso
superior, oriundos de escola pública, ou que estudaram em escola particular com
bolsa integral;
• Bolsa Universitária – concedida pelo Governo de Goiás, por meio da
Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), levando em conta critérios
socioeconômicos e desempenho acadêmico;
• Bolsa Empresarial – concedida por empresas mediante doações, que serão
deduzidas no Imposto de Renda;
• Bolsa Prefeitura Municipal – concedida por prefeituras que disponham de
legislação específica, para destinação de recursos para bolsas de estudo a alunos
do município que estudam na PUC Goiás.
b) Programas de Financiamento
A PUC Goiás oferece programas de financiamento e descontos nas
mensalidades, a saber:
116

• Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – Fies – programa


do Ministério da Educação que financia até 100% do valor das mensalidades na
graduação;
• Parceria PUC Goiás/Pravaler – crédito universitário por meio do qual o aluno
paga 50% da mensalidade depois de formado;
• Benefício Família – desconto concedido pela PUC Goiás a famílias que têm
mais de um estudante de graduação matriculado na Instituição;
• Crédito Educativo da PUC Goiás – CEI/Fundaplub – crédito educativo
concedido a acadêmicos que necessitam de apoio financeiro para realizar seus
estudos.
c) Moradia Estudantil
A PUC Goiás conta, ainda, com moradia estudantil. Mantida com recursos
próprios, a Casa do Estudante Universitário – CEU oferece moradia a estudantes do
interior de Goiás, de outros estados e até de outros países. A unidade, com
infraestrutura completa, é localizada próxima ao Campus I e mantém uma média de
60 (sessenta) discentes por ano.

5.2.2 Programa de Qualidade de Vida Acadêmica

Os Programas de Qualidade de Vida da PUC Goiás disponibilizam aos


estudantes atendimento em Grupos de Desenvolvimento de Habilidades Sociais e
em orientação e Apoio Psicológico individual. Essas atividades de atendimento aos
alunos buscam, portanto, criar condições favoráveis ao desenvolvimento integral de
sua personalidade e à sua permanência até a conclusão do Curso, contribuindo
assim para qualificar a formação acadêmica, profissional e ética dos seus
estudantes.

5.2.3 Programa de Acompanhamento Artístico-Cultural

A Coordenação de Arte e Cultura (CAC) que integra a Proex promove,


investiga e apoia eventos e expressões artísticas e culturais que consolidam a
tradição e a cultura da região Centro-Oeste, oferece a cada semestre oficinas de
teatro, música, dança, fotografia, desenho e pintura, cinema e arte aplicada. As
atividades desenvolvidas pela CAC têm o objetivo de integrar a formação
117

acadêmico-científica, com a vivência e dimensão da criação artística e da


apreciação estética das diversas modalidades expressivas da cultura.

5.3 Programa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Prope)

A Prope oferece programas para Iniciação científica que favorecem a


formação de pesquisadores.

5.3.1 Programas de Iniciação Científica

Consolidando o compromisso da formação acadêmica norteada pelo


Ensino, Pesquisa e Extensão na PUC Goiás, a pesquisa científica e o
desenvolvimento tecnológico visam à formação de estudantes de graduação como
novos pesquisadores e ao desenvolvimento de novos saberes, com rigor científico e
confiabilidade metodológica. A participação dos discentes nos Programa de
Iniciação Científica e Tecnológica possibilita a consolidação da produção científica
alicerçada em um saber comprometido com o desenvolvimento local e regional, do
ponto de vista social, econômico e ambiental, de forma sustentável. A participação
dos discentes no programa é estruturada pelos editais publicados anualmente. O
processo de avaliação, seleção e classificação dos candidatos às bolsas dos
Programas enfatiza a importância da relação entre o aluno e o docente pesquisador,
tendo em vista despertar o espírito investigativo no educando e incentivá-lo em sua
primeira experiência como pesquisador.
Atualmente, a Prope desenvolve 5 programas de Iniciação Científica,
quais sejam: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – BIC/PUC
Goiás; Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnologia e Inovação – PIBITI/CNPq; Programa Institucional com Exigência de
Contrapartida em Atividades de Iniciação Científica – BIC – OVG/PUC Goiás;
Programa Voluntário – integrado por acadêmicos que participam de projetos de
Iniciação Científica, sem o recebimento de bolsa.

5.4 Mobilidade Internacional


118

A internacionalização da PUC Goiás é compreendida como possibilidade


de cooperação e colaboração entre atores de instituições de diferentes
países. Responde à necessidade de torná-la participante de atividades
internacionais de produção e socialização de conhecimento. Envolve múltiplos
agentes e interesses, abrangendo o ensino, a pesquisa e a extensão.
O incremento da sua internacionalização advém do incentivo à mobilidade
acadêmica por meio de parcerias, ampliando as oportunidades de experiências
acadêmicas e de gestão em nível internacional. Estabelece acordos de cooperação
interinstitucionais e convênios acadêmicos, com outras instituições de ensino ou de
pesquisa, com o objetivo de desenvolver programas de intercâmbio.
Ademais, com seu processo de internacionalização, a PUC Goiás objetiva
desempenhar papel fundamental em que se concretiza a formação de quadros
profissionais capazes de se adaptar e atuar eficazmente na nova realidade global,
por meio de estratégias como a organização de programas e cursos internacionais
durante o ano letivo, promoção de estudos comparativos, interdisciplinares,
internacionais, interculturais e de desenvolvimento internacional, organização de
programas para receber estudantes internacionais e o estabelecimento de convênios
de cooperação e colaboração internacional em pesquisa que fomentem a mobilidade
internacional de seus pesquisadores, a pesquisa sobre temas internacionais e
globais e a participação de pesquisadores em redes de pesquisa internacional.
119

6 CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

6.1 Coordenação do Curso

O Curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado da PUC Goiás segue


os preceitos legais e normativos emanados do MEC e da ANAC. No caso da
agência reguladora, os cursos teóricos homologados por ela, PP-A, PC-A e PLA-A
são regidos pela Portaria ANAC de n. 2457/SPO/2014 que define a qualificação dos
instrutores, professores, e a do Coordenador dos cursos.
Nessa perspectiva, no tocante às normas da Aviação Civil, é exigido na
homologação do curso que o seu Coordenador tenha formação e experiência
compatíveis no âmbito da aviação, e reúna comprovada experiência em instrução e
conhecimento da atividade profissional do PLA – Avião. Destarte, atualmente o
Coordenador do Curso é um profissional que atende a essas exigências da ANAC,
ou seja, é Piloto de Linha Aérea. Quanto à formação acadêmica, possui o Título de
Notório Saber em Ciências Aeronáuticas, é Especialista em Docência Universitária e
Mestre em Psicologia pela PUC Goiás. Entre suas atribuições destacam-se:
 Exercer a gestão acadêmico-administrativa do curso;
 Exercer o poder disciplinar e de controle no âmbito de sua coordenação;
 Representar o curso dentro e fora da Instituição;
 Cumprir as determinações do Conselho e da Direção da Escola;
 Cumprir e fazer cumprir as normas institucionais no âmbito do curso;
 Coordenar a elaboração e a atualização do projeto pedagógico e a Matriz
Curricular do curso, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, em
articulação estreita com as demais coordenações, com a Direção da Escola e
com a Pró-Reitoria competente;
 Solicitar à Direção da Escola a nomeação, contratação, lotação, afastamento
e dispensa de docentes e de funcionários administrativos;
 Solicitar a realização de acordos e convênios com entidades públicas e
privadas;
 Incentivar o desenvolvimento de práticas inovadoras no âmbito do ensino,
pesquisa e extensão;
120

 Acompanhar as atividades estudantis do curso nos campos acadêmico, social


e cultural;
 Promover a integração acadêmica e administrativa entre as coordenações e
com as atividades das outras escolas e demais órgãos da Instituição;
 Encaminhar, à Direção da Escola, indicativos, sugestões e propostas relativas
a políticas, linhas de pesquisa, estratégias e prioridades de ação da sua
coordenação;
 Apresentar à Direção da Escola as demandas de investimento do curso e
realizar o controle das despesas operacionais pertinentes ao curso;
 Orientar docentes e discentes em relação aos procedimentos e normas
acadêmicas e administrativas;
 Responsabilizar-se pela manutenção e conservação dos espaços,
equipamentos e materiais sob sua responsabilidade e compartilhados com
outros cursos;
 Responsabilizar-se pela coordenação dos processos de adequação e
atualização da bibliografia básica e complementar do ementário curricular e
pela indicação de periódicos necessários ao desenvolvimento das atividades
relacionadas ao curso;
 Supervisionar e controlar a frequência docente do curso;
 Acompanhar o controle da frequência discente do curso;
 Coordenar os processos de avaliação do curso, conforme as exigências dos
Programas Institucionais de Avaliação e as normas e políticas do Ministério
da Educação;
 Coordenar e supervisionar o desenvolvimento das atividades complementares
do curso;
 Estimular programas de iniciação científica, monitoria e participação dos
acadêmicos de graduação em projetos de pesquisa e de extensão;
 Monitorar e supervisionar as atividades dos bolsistas;
 Monitorar e supervisionar a realização dos estágios;
 Promover o desenvolvimento de atividades para os egressos do curso;
 Articular o curso com a comunidade externa, por meio de contatos e parceiras
com escolas, associações e entidades públicas e privadas, segmentos
empresariais e outros;
121

 Fazer previsão de materiais necessários à execução dos serviços da


coordenação e das atividades acadêmicas;
 Desempenhar as demais funções atribuídas pela Direção da Escola e as
normas vigentes;
 Coordenar a execução dos currículos, ementas de disciplinas, os projetos de
pesquisa e extensão vinculados ao curso;
 Promover o estudo de currículos para aproveitamentos de créditos, liberação
de pré-requisitos ou transformação em co-requisito;
 Convocar, presidir e coordenar as reuniões do Colegiado do Curso;
 Elaborar e encaminhar à Direção da Escola a programação acadêmica
semestral dos docentes, conforme o calendário acadêmico e as normas
institucionais;
 Realizar semestralmente o planejamento acadêmico;
 Integrar o Conselho da Escola;
 Promover a articulação, a integração e a colegialidade entre a extensão, a
pesquisa e o curso de graduação.
 Planejar, coordenar e controlar as atividades no âmbito de sua atuação,
observando o cumprimento das normas pertinentes à Universidade, ao MEC
e à ANAC.
 Comparecer ou fazer-se representar por membro do corpo docente, por
ocasião das inspeções da ANAC.
Cabe ressaltar, que o Coordenador do Curso é professor da PUC Goiás
desde 1999 e integra o quadro da Instituição de maneira efetiva desde 2001. Além
de exercer a função de coordenador, leciona a disciplina de Voo Simulado. Exerce a
função de coordenação há 16 anos. Tem 28 anos de experiência na aviação como
piloto e 17 anos de experiência no magistério superior. É contratado em Regime de
Tempo Integral – TI, 40 (quarenta) horas semanais.

6.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE

O Núcleo Docente Estruturante – NDE, instituído pela Resolução n.1, de


17 de junho de 2010, “constitui-se de um grupo de docentes com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
122

e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso”. Além dessas atribuições,


analisa e supervisiona a implementação dos Planos de Ensino quanto aos objetivos,
conteúdos, metodologia, bibliografia e avaliação da aprendizagem.
O NDE reúne-se com o coordenador do Curso, com o Colegiado e com
professores para discutir questões relativas ao PPC. Todas essas reuniões são
registradas em atas. Reúne-se, ainda, com as coordenações das Pró-Reitorias da
PUC Goiás quando convocado ou quando necessita de assessoria.
No CAER, o NDE é composto por cinco professores que fazem parte do
corpo docente desde a implantação do Curso, possuindo regime de trabalho e
titulação de acordo com as exigências da Resolução CONAES n. 1, de 17 de junho
de 2010.
O NDE, de acordo com o artigo 1º da Resolução supracitada, tem [...]
atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção,
consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso” (BRASIL,
2010, p.1).
Além disso, são espaços de avaliação as reuniões do NDE, do Colegiado
– que conta com representatividade estudantil –, bem como as realizadas com os
coordenadores de área, representantes de turma, monitores, para avaliar os
conteúdos, a metodologia, a relação aluno-professor, a aprendizagem, os recursos
materiais, a participação dos alunos e as questões pertinentes ao desenvolvimento
do curso com qualidade técnica, teórica, prática e humana.
Quanto às avaliações externas, registra-se a avaliação do curso por
Comissão de Especialistas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira – INEP e a Auditoria realizada pela Agência Nacional
de Aviação Civil – ANAC.
Os resultados da autoavaliação somados aos da avaliação externa são
utilizados na elaboração dos Planos de Ação da Pró-Reitora de Graduação e de
gestão pedagógica e administrativa do Curso, na revisão do Projeto Pedagógico e
da Proposta Curricular, tendo-se em vista a qualificação do processo ensino-
aprendizagem.
Além disso, o NDE atua na dimensão Organização Didático-Pedagógica
realizando a:
- Revisão das ementas de algumas disciplinas.
- Atualização e adequação das bibliografias básica e complementar.
123

- Implementação da Avaliação Interdisciplinar (AI) institucionalizada em 2012 pela


PUC Goiás (Resolução n. 4/2011 do CEPEA).
- Incorporação de outros espaços de aprendizagem à prática pedagógica mediante a
implementação das Atividades Externas da Disciplina (AED) implantadas pela PUC
Goiás para todas as disciplinas/cursos em 2012 (Resolução n. 4/2011 do CEPEA).
No Curso de Ciências Aeronáuticas, a identidade do NDE foi construída
com um caráter histórico desde a passagem do Curso original de extensão até a
criação do Curso de Graduação, aos dias de hoje. A composição do NDE do Curso
é apresentada no Anexo A.

6.3 Corpo Docente

Os professores que compõem o quadro permanente, admitidos por


processo seletivo, possuem graduações nas diversas áreas do conhecimento
(Administração, Ciências Aeronáuticas, Direito, Economia, Física, Pedagogia etc),
mas com experiência e formação técnica em Aeronáutica, o que os identifica e
fortalece a identidade do Curso. Desde a sua implantação, os docentes têm buscado
qualificação na pós-graduação stricto sensu e, no curso, procuram estudar e discutir
questões atinentes à docência no ensino superior.
A composição do quadro docente do curso é apresentada no Anexo B.

6.4 Colegiado do Curso

De acordo com o Regimento Geral da PUC Goiás, o Colegiado é


composto por todos os professores do Curso e conta com a representação
estudantil. Orientado pelas normas regimentais, esta instância tem caráter
deliberativo nos assuntos de natureza acadêmico-administrativa.
As reuniões do Colegiado acontecem bimestralmente ou por convocação
extraordinária, sempre que algum assunto emergencial o requeira. As pautas são
elaboradas a partir dos assuntos apresentados pelos docentes e pela coordenação,
com a antecedência necessária. As reuniões são registradas em ata.
124

As reuniões de Colegiado constituem instância de discussão dos


assuntos relativos às práticas pedagógicas e de gestão administrativa e acadêmico-
pedagógica do Curso.

6.5 Corpo Técnico-Administrativo

O corpo técnico-administrativo responsável pelo apoio ao curso de


Ciências Aeronáuticas é vinculado diretamente à Escola de Gestão e Negócios -
EGN, mediante regulamentação e controle da Pró-Reitoria de Desenvolvimento
Institucional (Prodin). É constituído de uma Secretaria Geral, Secretaria Adjunta e
pessoal de apoio administrativo às Coordenações dos Cursos que integram a
referida Escola, entre estes o CAER. A composição do corpo Técnico-Administrativo
do Curso é apresentada no Anexo C.
125

7 INFRAESTRUTURA

7.1 Sala da Coordenação

Ambiente composto de uma antessala e uma sala da Coordenação do


CAER são climatizadas, com ótima iluminação e integradas à Escola de Gestão e
Negócios, com dois computadores, uma impressora a jato de tinta colorida, dois
ramais telefônicos, três mesas, armário e 8 cadeiras. A metragem da sala CAER é
de 12,95m2 e da sala de Coordenação do CAER é de 10,50m2.

7.2 Secretaria

O curso conta com uma Secretaria gerenciada por uma Secretária e um


Secretário Adjunto. O atendimento aos alunos ocorre em três períodos com
funcionários preparados para esse fim, dispõe ainda de uma infraestrutura de apoio
da EGN. Inclui-se nesta estrutura o seguinte: copa - Diretoria (16,05m2), copa –
professores (11,70m2) sala de professores (75,40m2), sala de apoio acadêmico
(38,00m2), sala de reuniões (15,60m2), sala de apoio pedagógico, sala da
coordenação do curso, sala de pesquisas (8,67m2), sala de recepção (12,60m2),
secretaria única de atendimento geral aos alunos nos três turnos (120,44m2), salas
de arquivos/almoxarifado (13,40m2) e o Proa - Programa de Apoio Acadêmico.

7.3 Sala de Professores

Amplo ambiente climatizado de 75,40m2, com toaletes e copa próprios,


escaninhos para cada professor, mesas, cadeiras e serviço de apoio acadêmico.

7.4 Salas de Aula

O curso de Ciências Aeronáuticas utiliza salas nos Blocos A e F, da Área


I, e no Bloco D, na Área VI, do Campus I, totalizando 14 salas de aula. Cada sala de
126

aula possui a metragem de 60,33m2, são equipadas com carteiras, sendo algumas
adaptadas para canhotos, mesa de professor, quadro de giz e quadro branco, tela
para projeção e projetor multimídia. Todas as salas são bem conservadas, limpas,
iluminadas, ventiladas, com boa acústica e correspondem satisfatoriamente a todas
as atividades nelas desenvolvidas.
Toda a área é atendida por uma equipe de audiovisual responsável pelo
fornecimento de outros equipamentos de suporte às atividades de sala e coberta por
rede wireless, para uso de docentes, discentes e funcionários.

7.5 Sala Ambiente do Programa de Orientação Acadêmica – Proa

Conjunto de ambientes para atendimento individual ou coletivo de alunos,


contendo gabinetes e espaço comuns, climatizados com um funcionário para
atendimento dos alunos e professores. As atividades do Proa estão detalhadas no
item 5.1.1.

7.6 Laboratórios de Informática

O Curso conta com três laboratórios de informática localizados na Área I,


Bloco G, nas salas 509, 510 e 511. Os laboratórios totalizam 45 computadores, bem
como possuem tela de projeção, quadro branco, câmeras, ar condicionado e
adequada iluminação. Atendem aos professores e alunos do Curso.
Considerando que o curso de Ciências Aeronáuticas funciona no período
vespertino tais laboratórios estão sempre disponíveis aos discentes.

7.7 Laboratórios Didáticos Especializados

O curso de Ciências Aeronáuticas – Bacharelado – da PUC Goiás possui


3 (três) laboratórios didáticos especializados que atendem às disciplinas de Voo
Simulado, Inglês Técnico e Conhecimentos Técnicos. Dos três laboratórios, dois
localizam-se no Campus I, Área I, Bloco A e o outro no Arco (Pórtico) da Área I. Este
último está disponível para as disciplinas Conhecimentos Técnicos II e III, conforme
Anexo F.
127

O Laboratório de Voo Simulado atende até 26 alunos por aula, seus


computadores são utilizados para apresentar o funcionamento dos sistemas de
aeronaves via Cockpit Basic Trainer (CBT), em outra versão é utilizado para
exercícios de voo em aeronaves de mais de 100 assentos. Nele o acadêmico é
conduzido a entender o funcionamento da máquina, a padronização exigida entre os
tripulantes técnicos em uma grande empresa aérea, o relacionamento com a
documentação que precede ao voo e prossegue, desenvolvendo a prática dos
deslocamentos completos, seguindo todos os procedimentos internacionais
previstos para a condução de uma aeronave de última geração (glasscockpit).
O Centro de Simulação de Voo, constituído por quatro simuladores
estáticos das aeronaves Airbus A-320, Boeing B-737 NG, Caravan analógico e
digital, bem como de salas de briefing/debriefing, cada qual com capacidade para
atender a uma dupla de alunos-tripulantes por vez, conforme previsto pela Agência
Nacional de Aviação Civil.
O Pórtico contempla um laboratório de Conhecimentos Técnicos II e III,
contendo itens aeronáuticos diversos, uma turbina-jato completa, capaz de atender
30 alunos por aula e um simulador de voo da aeronave Cessna 208 - Caravan.

a) Laboratório de Voo Simulado


O Laboratório de Voo Simulado localizado no Campus I, Área I, Bloco A,
Sala 6, com a dimensão de 81,16m², contém 1 (um) quadro branco, 1 (uma)
bancada de cartas aeronáuticas (2x5m2) e 13 (treze) estações de trabalho com 1
(um) computador em cada uma e softwares específicos para a atividades de
simulação de voo, fraseologia aeronáutica e controle e tráfego aéreo.
A disciplina Voo Simulado I consta de 4 (quatro) créditos, dos quais 2
(dois) créditos são de preleção e 2 (dois) créditos são de laboratórios. O que garante
a oportunidade de aprendizado crescente partindo de conhecimentos básicos até
aos procedimentos que replicam voos por instrumentos sob severas condições
meteorológicas e, eventualmente, sob alguma pane mais difícil, para, ao final, ser
discutida entre todos os participantes da atividade.
As disciplinas Voo Simulado II e III, com 6 (seis) créditos cada, simulam o
deslocamento das aeronaves em voo, a fraseologia utilizada e o controle de tráfego
aéreo de acordo com o praticado pelos órgãos de Controle de Tráfego Aéreo (Air
Traffic Control – ATC).
128

b) Centro de Simulação de Voo (CSV)


O Centro de Simulação de Voo (CSV), localizado no Campus I, Área I,
Bloco A, com 173,72m², contém três simuladores de voo das aeronaves Cessna
208-Caravan/Digital, Boeing 737-800 NG e Airbus A320. Cada espaço desses
simuladores possui uma sala de briefing com quadro branco e computador. O CSV
possui ainda uma sala de suprimentos e uma sala de recepção. O ambiente é
completamente climatizado. O CSV permite aos alunos a imersão no ambiente das
cabines e equipamentos disponíveis. Esse Centro recepciona equipamentos de
última geração, desenvolvidos de acordo com as normas internacionais para tais
equipamentos, os quais devem cumprir procedimentos previstos nas aeronaves que
representam. Sua maior qualidade está em permitir múltiplos eventos limítrofes aos
seus tripulantes mediante a imersão no cenário, em busca do procedimento correto.

c) Pórtico da Área I
Na Área I está instalado 1 (um) simulador de aeronave Cessna 208-
Caravan/Analógico, 1 (um) motor à reação, Avatar do Mirage III-BR, quadro branco e
2 (dois) banheiros. Este laboratório tem 156,76m² e é climatizado. O laboratório é
usado para atividades diversas relativas a conhecimentos técnicos voltados para a
melhor formação dos acadêmicos. Atende às disciplinas de Conhecimentos
Técnicos II e III, com apoio de material próprio e, ainda, possui um simulador para
adaptação de pilotos ao turbo-hélice Caravan (convencional). Todos os laboratórios
dispõem de apoio técnico e para manutenção dos equipamentos.

7.8 Biblioteca Central

O Sistema de Bibliotecas (SiBi) da PUC Goiás é órgão vinculado à Pró-


Reitoria de Graduação – Prograd.
O SiBi é composto pela Biblioteca Central - BC e pelos postos de
atendimento do Campus II e Campus V. Localizada na Área I, a área da BC é de
4.339,10 m², dos quais aproximadamente 2.000 m² destinam-se ao acervo. A área
restante abriga 460 lugares para leitura, sala de acesso à internet, com 33
computadores; salas para estudo em grupo; salas de áudio/vídeo; mini auditório com
78 lugares e equipamento multimídia; espaço multimídia com 5 computadores com
129

fones, scanner de mesa e virtual vision para as pessoas portadoras de deficiência


visual.
O horário de funcionamento da BC, de segunda à sexta-feira, é das 7 às
22 horas e aos sábados das 8 às 12 horas, ou seja, nos horários de funcionamento
dos cursos da Universidade. Funciona 15 horas ininterruptas, atendendo a uma
média diária de 1200 leitores. Constituem seus usuários alunos, professores e
servidores da própria Universidade (60%), de outras instituições superiores, de
instituições da rede estadual, municipal e particular de ensino fundamental e médio e
usuários da comunidade em geral, representando 40%. Apresenta o maior índice de
consultas entre as bibliotecas de Goiás. Alimenta o Catálogo Coletivo Nacional de
periódicos, por meio da atualização dos dados de coleção desde 1981. Participa do
Programa Nacional de Comutação Bibliográfica desde 1981.
O acervo da bibliografia básica, com três títulos por disciplina,
informatizado e tombado, encontra-se disponível em número suficiente para atender
aos alunos. O acervo da bibliografia complementar, informatizado e tombado, conta
com dois exemplares para cada um dos cinco títulos indicados por disciplina.
A biblioteca disponibiliza para os discentes e docentes periódicos
especializados que atendem às principais áreas do Curso. Além disso, docentes e
discentes têm acesso a todas as publicações da ANAC e do DECEA, via online, em
seus sites específicos.
Serviços oferecidos pelo SiBi: visita orientada ao usuário, empréstimo
domiciliar, empréstimo entre biblioteca, renovação de empréstimo online, reserva de
documentos online, orientação no uso dos catálogos da biblioteca, levantamentos
bibliográficos, serviço de reprografia, comutação bibliográfica, oficina de pesquisa
em Base de Dados (digital e online), normatização de documentos, orientação sobre
normatização.
Nos últimos anos, a PUC Goiás expandiu significativamente a graduação
e pós-graduação, sendo que a avaliação de cursos pelo MEC e as reformas
curriculares promoveram o aumento considerável do volume de aquisição de
material informacional. O acervo hoje conta com mais de 500.000 itens assim
distribuídos:
 Coleção Didática (acervo geral) com 314.078;
 Coleção de Periódicos: 143.048;
 Coleção Especial Folhetos: 6.720;
130

 Teses e Dissertações: 3.229;


 Mapas: 150;
 Documentos goianos: 10.630 exemplares;
 Coleção de Reserva (livros retirados do acervo geral): 1.003;
 Coleção de Referências: 2.498 títulos;
 Coleção Multimídia: (Fitas de vídeos – 2.157, CD-ROM – 651 e DVD – 335).

É importante destacar que esse acervo está totalmente informatizado e


com catálogo disponível online.
A Biblioteca Central da PUC Goiás iniciou a automação de seus serviços
em julho de 2000 pela formação de sua Base de Dados e, em seguida, o de
empréstimo automatizado. A informatização permite acesso pela internet em
serviços de busca, levantamentos bibliográficos com impressão de listagens e
reserva de livros no empréstimo.
Lançada e funcionando desde 2005, a Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações e Base Arte reúne acervo dos artigos técnico-científicos publicados nos
periódicos da Instituição. Além disto, o SiBi oferece acesso a várias Bases de Dados
online, inclusive Portal da Capes. Outro destaque de importância é o Programa
Pergamum, o qual se encontra em funcionamento desde 2010.
131

8 AVALIAÇÃO DO CURSO

A avaliação do Curso de Ciências Aeronáuticas responde às diretrizes


gerais da PUC Goiás, estabelecidas em sua política para o ensino de graduação
que, em síntese, “procura construir permanentemente a excelência acadêmica do
ensino nos cursos de graduação, a fim de consolidar o ensino de graduação com
profunda inserção na história local, regional, nacional” (UCG, p.17, 2007).
O CAER, de acordo com o que dispõe a Lei 10.861, de 14 de abril de
2004, é submetido a processo de autoavaliação que compreende duas avaliações,
coordenadas pela Prograd, pela CPA e pelo NDE.
Na primeira avaliação, realizada anualmente no primeiro semestre junto
aos alunos, é feita uma pesquisa quantitativa, online, para aferição do desempenho
didático dos docentes, conteúdos do Curso e projeto acadêmico. Dela também
participam os professores que, em instrumento específico, fazem a autoavaliação de
sua prática docente.
Na segunda, é realizada uma avaliação qualitativa, mediante grupo focal,
seguindo o calendário do Ciclo Avaliativo do Sinaes. Desenvolvida pela
CAP/Prograd, avalia o processo de ensino-aprendizagem nas dimensões de gestão
acadêmico-administrativa, organização didático-pedagógica e infraestrutura.
Além disso, são espaços de avaliação: as reuniões do NDE, do Colegiado
— que conta com representatividade estudantil —, bem como reuniões da
coordenação do Curso com professores, todas com o objetivo de avaliar os
conteúdos das disciplinas, a didática de ensino, a relação aluno-professor, o sistema
de avaliação discente, o desempenho de alunos e professores, os recursos
materiais disponíveis, a participação dos alunos, e as questões pertinentes ao
desenvolvimento do Curso com qualidade técnica, teórica, prática e humana.
Outros espaços de avaliação são as reuniões periódicas da coordenação
do Curso com representantes de turmas e monitores, com o objetivo de avaliar as
condições de ensino, bem como o encontro com egressos do Curso.
Quanto às avaliações externas, registram-se a avaliação de Curso pela
Comissão de Especialistas do MEC/Inep e a realizada pelo Guia do Estudante da
Editora Abril.
132

Outro procedimento de avaliação externa é desenvolvido pela ANAC,


mediante visitas realizadas por comissões, procurando identificar o fiel cumprimento
das normas estabelecidas por essa Agência reguladora.
Os resultados da autoavaliação, somados aos da avaliação externa, são
utilizados na elaboração dos Planos de Gestão das Pró-Reitorias e do Plano de
Melhorias do Curso, na revisão do Projeto Pedagógico e da Proposta Curricular,
tendo em vista a qualificação do processo ensino-aprendizagem.
Avaliar no ensino superior, portanto, perpassa as salas de aulas, envolve
toda a instituição numa tentativa extremamente sólida de superar eventuais
deficiências no processo ensino-aprendizagem. Perceber as deficiências é
fundamental para diagnosticar e rever o processo na aquisição de conhecimento
acadêmico. Neste sentido:
“Diagnosticar significa ir além da percepção imediata, da mera descrição e
problematizar essa prática, procurar aprender suas contradições, seu
movimento interno, de tal forma que se possa superá-la por uma nova
prática, fertilizada pela reflexão teórico-crítica” (VASCONCELOS, 1995,
p.160).
133

9 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS

9.1 Conceito

Ferreira (2004) apresenta o conceito de egresso, no âmbito educacional,


como sendo o indivíduo que cumpriu a grade curricular de um curso de graduação
ou pós-graduação e obteve uma titulação em determinada área do conhecimento.
Analisando o termo egresso contido na legislação da área educacional,
entende-se como sendo a pessoa que efetivamente concluiu os estudos, recebeu o
diploma e está apto a ingressar no mercado de trabalho (BRASIL, 1996).
Importante elemento da organização acadêmica, a matriz curricular é
concebida como um espaço de formação plural, dinâmico e multicultural,
fundamentado nos referenciais sócioantropológicos, psicológicos, epistemológicos e
pedagógicos em consonância com o perfil do egresso.
Portanto, egresso ou diplomado é o aluno que efetivamente concluiu os
estudos regulares, estágios e outras atividades previstas no projeto pedagógico do
curso e está apto a receber ou já recebeu o diploma.

9.2 Concepção do Egresso na PUC Goiás

A concepção que pauta o processo educacional da PUC Goiás tem como


foco a formação do discente enquanto sujeito ativo, ético e contextualizado, capaz
de compreender a realidade e superá-la; a fim de contribuir com as transformações
políticas, econômicas, culturais e sociais imprescindíveis para a construção de uma
sociedade melhor.
O profissional formado deve ser um gestor e/ou piloto de alto nível de
proficiência, em conformidade com os requisitos da autoridade aeronáutica, atuando
em âmbito técnico e gerencial, de forma a ser capaz de prever, reconhecer e agir,
rápida e adequadamente, diante das mudanças constantes em todos os segmentos
da aviação e da sociedade.
O egresso deverá ser capaz de assimilar novas tecnologias, identificar
implicações sociais, econômicas, políticas e diplomáticas, decidir sobre aspectos
técnicos e administrativos; ser responsável pelo ambiente de trabalho e
relacionamento interpessoal.
134

A habilitação em Gestão de Aviação Civil do CAER deve possibilitar a


formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e
habilidades:
I – reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar
estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar
preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos, e exercer, em diferentes
graus de complexidade, o processo de tomada de decisão;
II - desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício
profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações
interpessoais ou intergrupais;
III - refletir e atuar criticamente sobre a esfera de produção, compreendendo
sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
IV - desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e
formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre
fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem assim expressando-se de
modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais;
V - ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa,
vontade de aprender, abertura a mudanças e consciência da qualidade e das
implicações éticas do seu exercício profissional;
VI - desenvolver capacidade de transferir conhecimentos de vida e de
experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação
profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional
adaptável;
VII - desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos
em organizações; e
VIII - desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e
administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais,
estratégicas e operacionais.
Já a habilitação em Piloto de Linha Aérea deve possibilitar ao egresso os
conhecimentos que revelem, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:

I – conduzir aeronaves de grande porte com segurança e eficácia,


otimizando os recursos existentes. Para tanto devem ser desenvolvidas habilidades
135

de coordenação motora, precisão e exatidão, concentração, raciocínio lógico,


abstrato e espacial, rapidez de percepção e atenção difusa;
II - comunicar-se, em inglês, de forma adequada e proficiente com os órgãos
de controle do tráfego aéreo e com autoridades aeronáuticas civis internacionais,
segundo níveis e requisitos definidos por órgãos nacionais e internacionais que
constituem os respectivos sistemas de aviação civil;
III – identificar as implicações sociais, econômicas, políticas e diplomáticas
concernentes às suas decisões e ações;
IV – avaliar, ser capaz de se adaptar e utilizar as novas tecnologias usadas
em aviões comerciais de grande porte utilizadas em rotas internacionais;
V – assumir a responsabilidade pelo gerenciamento do voo em todos os
aspectos e pela manutenção de um bom ambiente de trabalho, para tanto devem ser
desenvolvidas suas habilidades de administrar recursos humanos, técnicos e
materiais;
VI – exercer papel de liderança, trabalhar em equipe, gerenciar crises e
suportar pressões dentro de padrões típicos do contexto profissional,
compreendendo o processo como um todo;
VII – representar adequadamente a empresa e o país, devendo, para tanto,
desenvolver sua habilidade de interagir positivamente com autoridades
representativas do segmento aeronáutico civil nacional, internacional e de Estados,
comunicar-se eficazmente, ter capacidade analítica e ética.
Por fim, cabe ressaltar que o CAER instituiu em seu calendário a
realização de um seminário anual em comemoração à Semana da Asa, na qual se
insere o Dia do Aviador – 23 de outubro – quando são convidados os egressos para
participarem como ouvintes ou mesmo como palestrantes. O evento proporciona
encontro de atuais alunos com ex-alunos, profissionais e autoridades da aviação,
com a devida participação da comunidade aeronáutica em geral. A cada ano
escolhe-se uma temática que melhor se ajuste ao contexto vigente dos vários
segmentos da aviação – políticas públicas, regulamentação, gestão, tendências
mercadológicas, desenvolvimento de tecnologias e serviços agregados aos
transportes aéreos. A preparação do evento tem início em agosto de cada ano,
quando são feitos os contatos com possíveis palestrantes – integrantes de
organizações públicas, empresas aéreas e instituições de pesquisa –, formalizando
os convites e providenciando-lhes o devido apoio logístico. A duração do evento é
136

de nove horas distribuídas em dois períodos em horário regular das aulas, com as
palestras e debates sucedendo a intervalos de uma hora cada, com um intervalo de
vinte minutos. A participação discente é computada como horas de Atividades
Complementares previstas na matriz curricular do Curso.
137

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NRB 6023: Informação e


documentação. Referências. Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das


seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.

______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de


Janeiro: ABNT, 2012.

______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos:


apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

______. NBR 9050: acessibilidade e edificações, mobiliário, espaços e


equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.

BERBEL, N. A. N. Metodologia da problematização: experiências com questões


de ensino superior, ensino médio e clínica. Londrina: UEL, 1998.

BOEING COMPANY. Boeing Forecasts Increased Global Demand for


Airline. Pilots. Miami, USA: Boeing, 2013. (Disponível em:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:jCtfLy0hy0kJ:boeing.media
room.com/2013-08-29-Boeing-Forecasts-Increased-Global-Demand-for-Airline-
Pilots+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br).

BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases


da Educação Nacional.

______. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.


Brasília, 1988.

______. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a Educação Ambiental,


institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.

______. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de


Educação – PNE e dá outras providências.

______. Lei n. 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de


Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º
do art. 98 da Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

______. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de


estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho –
CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis n os 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e
8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei n o 9.394, de 20
138

de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto


de 2001; e dá outras providências.

______. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei n. 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, modificado pela Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino e obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena”.

______. Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e


critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

______. Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da


Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

______. Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a Educação


Especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências.

______. Decreto n. 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção


Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo
Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.

______. Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei n. 9.795, de


27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências.

______. Decreto n. 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis n.


10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

______. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei n.


10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais –
Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

______. Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da Lei


n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional.

______. Portaria ANAC n. 2457/SPO, de 21 de outubro de 2014. Define e torna


pública a qualificação dos instrutores dos cursos de PPA, PPH, PCA, PCH, PLA-A,
PLA-H, INVA, IFR, PAGA, PAGH, CMV, MMA-CEL, MMA-GMP, MMA-AVI e DOV.

______. Portaria Normativa n. 12, de 14 de agosto de 2006. Dispõe sobre a


adequação da denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia ao Catálogo
Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, nos termos do art. 71, § 1º e 2º, do
Decreto 5.773, de 2006.
139

______. Portaria n. 10, de 28 de julho de 2006. Aprova em Extrato o Catálogo


Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia.

______. Portaria n. 3.284, de 7 de novembro de 2003. Dispõe sobre requisitos de


acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de
autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições.

______. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Catálogo Nacional de


Cursos Superiores de Tecnologia. Brasília, 2010.

______. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.


Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância.
Brasília, 2015.

______. Parecer n. 225 de 05 de junho de 2012. Institui as Diretrizes Curriculares


Nacionais para os cursos de graduação em Ciências Aeronáuticas bacharelado, e
dá outras providências.

______. Resolução CNE/CEB n. 4, de 13 de julho de 2010. Define as Diretrizes


Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

______. Resolução CNE/CES n. 2, de 18 de junho de 2007. Dispões sobre a carga


horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação bacharelados, na modalidade presencial.

______. Resolução CNE/CP n. 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui a duração e a


carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de
professores da Educação Básica em nível superior.

______. Resolução CNE/CP n. 1, de 18 de fevereiro de 2002. Institui as Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.

______. Resolução CNE/CP n. 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece Direitos


Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.

______. Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004. Institui as Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

______. Resolução CNE/CP n. 3, de 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes


Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores de tecnologia.

______. Resolução CNE/CP n. 4, de 6 de abril de 2009. Dispõe sobre carga horária


mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem,
Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional,
bacharelados na modalidade presencial.
140

______. Resolução CNE/CP n. 1, de 18 de março de 2011. Estabelece diretrizes


para obtenção de uma nova habilitação pelos portadores de Diploma de Licenciatura
em Letras.

______. Resolução CONAES n. 1, de 17 de junho de 2010. Normatiza o Núcleo


Docente Estruturante e dá outras providências.

FORUM DE PRÓ-REITORES DE GRADUAÇÃO DAS UNIVERSIDADES


BRASILEIRAS. 1999, Ilhéus. Plano Nacional de Graduação: em projeto em
construção, 1999.

FOSTER, M. et al. Construindo um processo avaliativo na PUC–RS: 1987 –


1990. Porto Alegre: Ed. da PUCRS (Caderno SEDIPE, 2), 1997.

KUENZER, A. Z. Pedagogia da fábrica: as relações de produção e a educação do


trabalho. São Paulo: Cortez, 2002.

LIBÂNEO, J. C. Educação escolar e a sociedade contemporânea. Revista


Fragmentos da Cultura, Goiânia, v. 8, 1998, p. 3.

LUCKESI, C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo:


Cortez, 2000.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Resolução CEPEA n. 7, de 11


de outubro de 2011. Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI. (Série Gestão
Universitária, 18).

_____. Resolução n. 006 de junho de 2013. Altera a média mínima para a aprovação
em disciplinas específicas - de formação técnica - do Curso de Ciências
Aeronáuticas.

______. Acompanhamento pessoal ao aluno: práticas pedagógicas inovadoras na


PUC Goiás. Goiânia: PUC Goiás, 2012. (Série Gestão Universitária, 19).

______. Resolução n. 004/2011 – CEPEA. Aprova a criação e implementação de


Atividades Externas da Disciplina – AED e Avaliação Interdisciplinar – AI nos
Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação da PUC Goiás. Goiânia:
PUC Goiás, 2011.

______. Resolução CEPEA n. 009, de 16 de novembro de 2011. Regulamento Geral


dos Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação. Goiânia: PUC Goiás, 2011.
(Série Legislação e Normas, 16).

______. Resolução CG/CEPEA n. 003/2012. Estabelece valor e rotina para


elaboração, aplicação, correção e registro da Avaliação Interdisciplinar. Goiânia:
PUC Goiás, 2012.

______. Ato Próprio Normativo CG/CEPEA n. 1/2012. Dispõe sobre a realização e o


registro das Atividades Complementares e Atividades Acadêmico-Científico-
Culturais. Goiânia: PUC Goiás, 2012.
141

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Deliberação CEP n. 052/87. Aprovada em


5 de dezembro de 1987. Goiânia: UCG, 1987.

______. Resolução CEPEA n. 0015/2004. Aprova o Regulamento de Estágio.


Goiânia: UCG, 2004. (Série Legislação e Normas, 8).

______. Resolução CEPEA n. 22/2006. Política de Extensão. Goiânia: UCG, 2006.


(Série Gestão Universitária, 12).

______. Ato Próprio Normativo CEPEA n. 37, de 11 de setembro de 2006. Política


de Pesquisa. Goiânia: UCG, 2006. (Série Gestão Universitária, 11).

______. Regimento Geral. Aprovado pelo CEPEA, em 21 de dezembro de 2006.


Goiânia, 2006. Goiânia: UCG, 2006. (Série Legislação e Normas, 12).

______. Ato Próprio Normativo CEPEA n. 18, de 19 de dezembro de 2007. Política e


Diretrizes do Ensino de Graduação. Goiânia: UCG, 2007. (Série Gestão
Universitária, 14).

______. Política de Monitoria. Aprovado pelo CEPEA, em 9 de janeiro de 2008.


Goiânia: UCG, 2008. (Série Gestão Universitária, 15).

______. Deliberação n. 4, de 19 de agosto de 2009. Regulamenta as Atividades


Complementares – AC – para os Cursos de Graduação da Universidade Católica de
Goiás. Goiânia: UCG, 2009.

SANTOS, M. M. C. dos. Projeto Pedagógico: subsídios para elaboração e


avaliação. Caxias do Sul: EDUCS, 1999.

VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento - Plano de Ensino - Aprendizagem e


Projeto Educativo: elementos metodológicos para elaboração e realização. São
Paulo: Libertad, 1995.

ZAINKO, M. A. S. A Gestão do ensino superior e os desafios da sociedade do


conhecimento, da informação e da educação. Avaliação: Revista da Rede de
Avaliação Institucional da Educação Superior, São Paulo: Unicamp, 1999.
142

ANEXOS

ANEXO A – Núcleo Docente Estruturante

IDENTIFICAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE


NOME TITULAÇÃO REGIME DE
Esp. Me. Dr. PhD TRABALHO
Anna Paula Bechepeche X 40 horas
Raul Francé Monteiro X 40 horas
Ricardo Resende Dias X 40 horas
Tammyse Araújo da Silva X 40 horas
Ycarim Melgaço Barbosa X 40 horas
143

ANEXO B – Corpo Docente

IDENTIFICAÇÃO DO CORPO DOCENTE


NOME CPF DISCIPLINA QUE MINISTRA REGIME DE CH TITULAÇÃO TDES TEP
TRABALHO E M D PhD
Andréluiz Silva Fernandes 065.674.668-80 Códigos e Convenções Normativas da Aviação Civil Horista X
Conhecimentos Técnicos I
Conhecimentos Técnicos II
Aeronaves Glass Cockpit
Anna Paula Bechepeche 472.797.611-00 Matemática e Física para Aviação TI X
TCC I
TCC II
Técnicas Modernas nos Sistemas de Aeronaves
Carbio de Almeida Waqued 486175801-78 Gestão de Marketing e Vendas Aplicada às Empresas Horista
Aéreas
Logística Aeroportuária
Denise Lucia Mateus G. Nepomuceno 802314971-72 Logística Aeroportuária Horista X
Pesquisa Operacional e Tomada de Decisões
Aplicada à Aviação Civil
Edna Misseno Pires 888.326.511-49 Libras Horista X
Edson Vaz de Andrade 210.696.891-49 Matemática e Física para Aviação TI X
Humberto César Machado 449.531.431-91 Psicologia Aplicada à Aviação Horista X
Trabalho de Conclusão de Curso I
Trabalho de Conclusão de Curso II
Seminário Interdisciplinar de Avaliação I
Segurança de Voo e CRM
Temas de Pesquisa em Aviação Civil
Fang Chou Lee 711.516.481-91 Matemática e Física para Aviação Horista X
Iara Pereira de Queiros 990.367.621-20 Matemática e Física para Aviação Horista X
Lucia Aparecida de M. Abrantes 310423251-20 Gestão Estratégica de Recursos Humanos na Aviação Horista X
Civil
Psicologia Aplicada à Aviação (retirar)
Marco Antônio C. Medeiros Filho 005480801-43 Gestão Financeira para Empresas Aéreas Horista
Economia Empresarial
Gestão de Estratégica de Custos
Gestão Estratégica de Serviços Aeroportuários
Gestão de Aeroportos
Marcos de Freitas Pintaud 170402991-00 Organização das Empresas de Aviação Civil TI X
Maria das Graças de C. Mesquita 031.375.461-68 Inglês Técnico I TI X
Inglês Técnico II
Inglês Técnico III
Paulo José Gonzaga 283563141-00 Fundamentos da Administração TI X
Pedro Muniz Balby 756.059.378-04 Navegação Aérea I TI X
Navegação Aérea II
Códigos e Convenções Normativas da Aviação Civil
Seminário Interdisciplinar de Avaliação II
144

Seminário Interdisciplinar de Avaliação III


Raul Francé Monteiro 241.533.387-53 Voo Simulado III TI X
História da Aviação
Segurança de Voo e CRM
Comandante e sua Função Administrativa
Ricardo Rezende Dias 199632111-00 Gestão Estratégica Aplicada à Aviação Civil TI X
Roberpaulo Anacleto Neves 031.142.941-62 Medicina Aeronáutica Horista X
Seminário Interdisciplinar de Avaliação I
Roberto Marcio Dos Santos 060.261.538-02 História da Aviação Horista X
Regulamento do Trafego Aéreo I
Regulamento do Trafego Aéreo II
Fraseologia Aeronáutica I
Fraseologia Aeronáutica II
Tráfego Aéreo e CNS/ATM
Ronaldo Gomes Souza 003.806.811-70 Psicologia Aplicada à Aviação Horista X
Roque Toscano 100.425.711-20 Língua Portuguesa I TI X
Salmen Chaquip Bukzem 325.999.866-72 Regulamento do Tráfego Aéreo I Horista X
Regulamento do Tráfego Aéreo II
Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional
Fraseologia Aeronáutica I
Fraseologia Aeronáutica II
Voo Simulado I
Tammyse Araújo da Silva 664.932.261-04 Meteorologia I TI X
Meteorologia II
Climatologia para a Aviação
Seminário Interdisciplinar de Avaliação I
Trabalho de Conclusão de Curso II
Uene Jose Gomes 233.042.001-23 Teologia, Ciências Exatas e Tecnológicas TI X
Thaissa Neves Rezende Pontes Psicologia Aplicada à Aviação Horista X
Trabalho de Conclusão de Curso II
Tereza Cristina P. L. de Oliveira 306767031-00 Gestão Estratégica de Recursos Humanos na Aviação TI
Civil
Ycarim Melgaco Barbosa 369902301-00 Gestão Ambiental e Aviação TI X
Waldir Souza Guimarães 056.560.101-63 Ética e Filosofia da Ciência TI X
William de Carvalho Xavier 632.474.707-78 Regulamentos de Tráfego Aéreo II Horista X
Teoria de Voo I
Teoria de Voo II
Navegação Aérea I
Conhecimentos Técnicos I
Voo Simulado III
Tráfego Aéreo e CNS/ATM
Zilda Misseno Pires Santos 561.016.191-68 Libras Horista X

Legenda:
CH – Carga Horária; Esp.- Especialista; Me.- Mestre; Dr.- Doutor; PhD- Pós Doutor; TDES- Tempo de Docência no Ensino Superior; TEP- Tempo de Experiência
Profissional.
145

ANEXO C – Corpo Técnico-Administrativo da Escola de Gestão e Negócios

NOME CPF FORMAÇÃO FUNÇÃO TEMPO DE


TRABALHO
Ana Paula Borges Oliveira 702.700.321-00 Ensino Médio Agente Acadêmico I 2 meses
Antônio Carlos Alves Rodrigues 599.681.091-34 Ensino Médio Apoio de Secretaria 15 anos
Edinamar Rodrigues de Moura 843.324.441-68 Graduada Secretária 15 anos
Geraldo Divino de Paula 147.899.811-34 Graduado Escriturário 40 anos
Guilherme Esteves Sacacabarrozzi 040.4602.241-00 Ensino Médio Agente Acadêmico I 2 anos
Nathália Manso Cintra 032.980.971-06 Graduada Técnico Instrutor 2 anos
I/Técnico de
Laboratório de Voo
Sandro Medeiros 591.813.891-91 Graduado Agente Acadêmico II 11 anos
Sergio Gomes de Souza 771.997.311.91 Graduado Secretário 15 anos
146

ANEXO D – Normas de funcionamento, utilização e segurança dos Laboratórios Didáticos


Especializados do CAER

Descreve e estabelece disposições e


procedimentos relativos ao funcionamento,
utilização e segurança dos laboratórios do
Curso de Ciências Aeronáuticas.

CAPÍTULO I
Da Natureza Dos Laboratórios

Art.1º Os Laboratórios Didáticos Especializados são ambientes de natureza didático-


pedagógica dotados de equipamentos reconhecidos como ferramentas essenciais para a
formação e qualificação de Pilotos de Linha Aérea.
Art. 2º O Curso de Ciências Aeronáutica conta com 3 (três) Laboratórios Didáticos
Especializados localizados no Campus I, na Área I, sendo 2 (dois), no Bloco A e o terceiro
no Arco (Pórtico).
Art. 3º O Laboratório de Voo Simulado, instalado na sala 006, do Bloco A, compreende um
espaço físico de 81,16 m2. Possui 01 (um) quadro branco, 01(uma) banca de cartas
aeronáutica (2X5m2) e 13 (treze) baias com 01 (um) computador em cada uma, com
softwares específicos para a atividade de simulação de voo e fraseologia aeronáutica.
Art. 4º O Centro de Simulação de Voo (CSV), instalado nas salas 008 e 009 do Bloco A,
área I, compreende um espaço físico de 173,72 m2 e dispõe de 03 (três) simuladores de voo
que representam as aeronaves Cessna 208-Caravan/Digital, Boeing 737-800 NG e Airbus
A320. Cada simulador possui espaço próprio composto por uma sala de briefing,
computador e um quadro branco. O espaço geral do CSV ainda conta com uma sala de
suprimentos e uma recepção equipada com quadro eletrônico que mostra os treinamentos
em curso.
Art. 5º No Pórtico está localizado um laboratório com espaço físico de 156,76 m2 onde fica
alojado um simulador de aeronave Cessna 208-Caravan/Analógico, um motor à reação
Avatar, do Mirage III-BR, quadro branco e dois banheiros.

CAPÍTULO II
Do Funcionamento Dos Laboratórios

Art. 6º O funcionamento dos Laboratórios ocorre de segunda à sexta-feira, das 08h:00min


às 21h:00min horas.
147

Parágrafo único: Os Laboratórios atendem aos alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas


nas disciplinas que exigem créditos laboratoriais e ao público externo que necessite de
qualificação nos equipamentos disponíveis.
Art. 7º Os Laboratórios funcionarão com a presença do técnico de laboratório designado
pelo Coordenador do Curso para a realização das atividades laboratoriais.
Parágrafo único. É vedado o empréstimo de chaves e a presença de pessoas não
autorizadas nas áreas de treinamentos dos Laboratórios sob pena de sansão.
Art. 8º O técnico de laboratório fará a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos,
se for o caso, e energização com o objetivo de garantir a sua operação.
§ 1º As situações que o técnico de laboratório não conseguir resolver serão repassados ao
pessoal de manutenção do Centro de Processamento de Dados – CPD da Instituição.
§ 2º A rotina do técnico de laboratório será registrada mensalmente por meio de relatório
informando acerca da utilização dos equipamentos, repassado ao responsável imediato ou
ao Coordenador do Curso, na ausência daquele. Nas situações de urgência, as informações
poderão ser repassadas oralmente.
Art. 9º O técnico de laboratório e os professores/instrutores responsáveis pelas aulas e
instruções devem comparecer aos laboratórios antes do horário de início das atividades, a
fim de ajustarem as tarefas e prepararem o simulador e neles devem permanecer até o
término das atividades.
Parágrafo único. Nos casos em que o professor e o técnico de laboratório não conseguirem
estabelecer as condições necessárias à realização da atividade, deverá ser acionado o CPD
para que as deficiências sejam sanadas no menor tempo possível.
Art. 10 A responsabilidade atribuída ao técnico de laboratório não exime o aluno de zelar
pelos equipamentos do laboratório.

CAPÍTULO III
Da Utilização Dos Laboratórios

Art. 11 O Laboratório de Voo Simulado, utilizado pela disciplina Voo Simulado I, II e III,
conta com softwares que permitem a familiarização com os sistemas da aeronave Airbus A-
320 e Boeing, a padronização de voo e a operação pelo fabricante da aeronave Airbus A-
320 e Boeing.
§ 1º Neste laboratório, o aluno conhecerá o funcionamento da máquina, a padronização
exigida entre os tripulantes técnicos em uma grande empresa aérea, o relacionamento com
a documentação que precede o voo e prossegue, desenvolvendo a prática dos
deslocamentos aéreos completos, seguindo os procedimentos internacionais previstos para
a condução de uma aeronave de última geração (glasscockpit).
148

§ 2º O laboratório também poderá ser utilizado pelas disciplinas Inglês Técnico II (LET 4526)
e Inglês Técnico III (LET 4527), quando houver compatibilidade de horário.
Art. 12 O Centro de Simulação de Voo (CSV) provido com ambiente de cabine e
equipamentos de última geração desenvolvidos de acordo com as normas internacionais
previstas nas aeronaves que representa, permite aos alunos, mediante a imersão no
cenário, múltiplos eventos em busca do procedimento correto.
Parágrafo único: O CSV será utilizado, também, para o treinamento de pilotos de linhas
aéreas e alunos de outras instituições, mediante convênios firmados entre PUC Goiás e
empresas.
Art. 13 O Laboratório instalado no Pórtico equipado com simulador turbo- hélice Caravan
(convencional) e Avatar do Mirage III-BR poderá ser utilizado pelas disciplinas
Conhecimentos Técnicos II (AER 2011) e Conhecimentos Técnicos III (AER 2012), em
atividades diversas relativas a conhecimentos técnicos necessários à formação do piloto de
linhas aéreas.
Art. 14 Os alunos devem conhecer as normas relativas ao uso dos laboratórios,
providenciarem o material necessário para as atividades previstas no Plano de Ensino da
disciplina e estarem atentos aos horários.
Parágrafo único: Para a utilização do laboratório de Voo Simulado é indispensável que os
acadêmicos cumpram procedimentos de gerenciamento de recursos de cabine e de cockpit
estéril.
Art. 15 O material didático necessário para o uso neste laboratório é composto de um
Manual de Voo Simulado & Rotina Operacional, complementado com apostilas de
navegações e demais documentos semestralmente atualizados e necessários para cada
voo.
§ 1º O cenário instalado nos computadores baseia-se no programa Microsoft Flight
Simulator.
§ 2º A atualização das rotas de voos com seus detalhes está disponível na internet e refere-
se às AIRAC atualizadas para uso dos despachos de voo padronizados SITA, LIDO
(navegações SITA – Société Internationale de Télécommunications Aéronautiques –; LIDO –
Lufthansa airline solutions & services–) ou outro que seja adotado pelas empresas aéreas.
Art. 16 Os alunos buscarão adaptar-se ao programa de seu interesse, podendo optar por
fazer seu treinamento também em cabines de aeronaves Boeing 737-800NG ou Cessna
208.
§ 1º Os agendamentos poderão ser feitos via telefone, internet ou pessoalmente.
§ 2º A relação entre professor e a tripulação no cumprimento de cada missão determinará a
sequência de voo, com os checks pré-voo, abastecimento econômico, briefing de
decolagem, perfil de saída, uso de check-list, navegação gerenciada e selecionada.
149

§ 3º Os treinamentos poderão contar com a presença de um monitor, acadêmico do curso


de Ciências Aeronáuticas que curse, no mínimo, o 4° período e tenha sido escolhido por
concurso, conforme edital próprio da Instituição.
Art. 17 Sobre a realização dos voos agendados, o aluno deve observar que:
I- haverá uma tolerância máxima de 10 (dez) minutos de atraso conforme o relógio do
Laboratório. A partir de então, o voo não mais será efetuado por comprometer a
qualidade da instrução em função do tempo exíguo para o desenvolvimento da
atividade. O aluno será considerado faltoso sem direito à reposição da sessão;
II- a troca de horário das sessões entre alunos não é permitida. Qualquer alteração de
horário deve ser solicitada à Coordenação com antecedência mínima de 12 horas;
III- ao solicitar à Coordenação a remarcação ou cancelamento de horário, o aluno
deverá observar antecedência mínima de 12 horas e o comprometimento do
sequenciamento das atividades e de prazos de término de Plano de Ensino em
função de disponibilidade na escala;
IV- o não comparecimento do aluno à sessão agendada, sem justificativa, caracteriza
falta, uma vez que tanto o professor quanto o equipamento ficaram a sua disposição
e sem possibilidade de realocação para outra atividade.

CAPÍTULO IV
Da Segurança Dos Laboratórios

Art. 18 O técnico de laboratório é o funcionário responsável em verificar o bom


funcionamento dos ambientes e seus equipamentos. Nisso se inclui a verificação de
extintores de incêndio, desligamento diário de todos os componentes elétricos, verificação
da caixa de fusíveis elétricos e familiarização quanto à saída de emergência em caso de
fogo ou fumaça nos ambientes.
§ 1º A manutenção preventiva dos laboratórios será feita diariamente, procurando encontrar
falhas e eliminá-las para garantir as condições de segurança.
§ 2º Não é permitido o ingresso nos laboratórios de alunos vestidos com regatas, bermudas,
bonés ou chinelos, bem como munidos de qualquer tipo de alimento ou líquido.
§ 3º É terminantemente proibido fumar nos ambientes de simulação e/ou portar elementos
combustíveis nesses ambientes.
Art. 19 A manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos é realizada pelo técnico de
laboratório ou pelo CPD.
Parágrafo único: Fica terminantemente proibida qualquer tentativa de manutenção de
equipamentos pelos professores e alunos, pois o seu manejo indevido pode causar danos
aos equipamentos e risco aos usuários.
150

Art. 20 Em caso de acidente nos laboratórios cabe ao seu técnico comunicar à


Coordenação e solicitar auxílio aos órgãos responsáveis na Instituição.
Art. 21 Os professores concorrem igualmente para a segurança dos espaços e seus
usuários, conforme o caso, cuidando da evacuação dos espaços em caso de emergência,
uso de extintores de incêndio, e controle das demais situações de segurança.
Parágrafo único: os laboratórios estão equipados com um no-break com a potência de
40kVA, com tecnologia on line, dupla conversão e onda senoidal pura, com autonomia de
cinco minutos, quando em plena carga. Atenderá a rede elétrica nos quesitos de força, luz e
climatização. Sua função é garantir o pleno funcionamento das instalações no caso de falha
da concessionária de energia elétrica, até o acionamento do grupo gerador.

CAPÍTULO V
Dos Deveres Dos Usuários Dos Laboratórios
Art. 22 Todo usuário que utilizar os equipamentos e programas dos laboratórios deverá:
I- respeitar a finalidade acadêmica dos laboratórios.
II- conhecer e respeitar as regras estipuladas nestas normas;
III- estar ciente dos horários de funcionamento dos laboratórios e respeitá-los.

CAPÍTULO VI
Das Advertências E Penalidades

Art. 23 Os infratores da presente norma estarão sujeitos as penas disciplinares de


advertência, suspensão e desligamento.
Parágrafo único: As penalidades aplicadas são registradas no dossiê do aluno e no sistema
de controle acadêmico, cuja eficácia perdura pelo tempo determinado no respectivo ato
disciplinar.
Art. 24 Caberá advertência por escrito aos alunos que cometerem às seguintes faltas
disciplinares:
I- desrespeito ou ofensa verbal a qualquer das pessoas responsáveis e/ou àquelas que
fazem uso dos laboratórios;
II- desobediência a determinações dos responsáveis pelos laboratórios, no exercício de
suas funções;
III- perturbação da ordem nos ambientes;
IV- dano material causado ao patrimônio próprio ou a bens de terceiros postos a serviço
dos laboratórios, com risco da obrigação de substituir o objeto danificado ou de
promover por outro meio a sua indenização.
151

Art. 25 A sanção de suspensão aos alunos será aplicada em caso de reincidência das faltas
puníveis com advertência, por ofensa ou agressão a quaisquer membros da instituição e por
atos de improbidade na execução das atividades realizadas nos laboratórios.
§ 1º A suspensão não poderá exceder a 30 dias.
§ 2º A suspensão implica na consignação de ausência às aulas ao aluno durante o período
em que perdurar a punição, sendo computada para todos os efeitos acadêmicos e ficando,
durante tal período, impedido de frequentar as dependências em que são realizadas as
aulas e/ou atividades acadêmicas.
Art. 26 As sanções de advertência e suspensão têm seus registros cancelados, após o
decurso de 2 (dois) e 3 (três) anos, respectivamente, se o aluno não houver, nesse período,
praticado nova infração disciplinar.
Art. 27 A pena de desligamento será aplicada por atos graves contra o patrimônio moral,
científico, cultural e material ou a quaisquer dos membros desta instituição.

CAPÍTULO VII
Das Disposições Finais

Art. 28 A presente norma pode ser modificada por proposta da Pró-Reitoria de Graduação
ou por proposta da Direção Acadêmica do Curso.
Art. 29 Os casos omissos nessa norma serão dirimidos pela Direção Acadêmica do Curso,
ou, em caso de urgência, pelo Reitor.

Goiânia, 24 de fevereiro de 2014.


152

ANEXO E – Deliberação N. 4, de 19 de agosto de 2009, do CEPEA/CG

Regulamento das Atividades Complementares


Deliberação n 4/2009 – CG/CEPEA de
19/08/2009
Art. 1º As AC, mediante as quais o aluno enriquece e aprofunda sua formação
acadêmico-pedagógica em perspectiva multidisciplinar, constituem-se de diferentes
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Parágrafo Único – O Projeto Pedagógico de cada Curso determina a quantidade de
horas de AC necessárias para integralização do Currículo Pleno. As AC devem ser
realizadas e comprovadas de acordo com os critérios estabelecidos neste
Regulamento.
Art. 2º As atividades de ensino, pesquisa e extensão, que podem ser realizadas e
comprovadas como AC, são as seguintes:
I – Participação em Eventos Científicos e Culturais, tais como Conferências,
Simpósios, Congressos, Seminários, Fóruns, relativos à Área Específica do Curso;
II – Participação em Eventos Científicos e Culturais, tais como Conferências,
Simpósios, Congressos, Seminários, Fóruns, relativos a outras Áreas de
Conhecimento;
III – Participação em Cursos de Atualização e Aperfeiçoamento, Programas e
Cursos de Extensão Universitária, relativos à Área Específica do Curso;
IV - Participação em Cursos de Atualização e Aperfeiçoamento, Programas e Cursos
de Extensão Universitária, relativos a outras Áreas de Conhecimento;
V – Participação em apresentações públicas de Monografias, Dissertações, Teses
Universitárias, Relatórios de Pesquisa e outros tipos de trabalhos científicos,
relacionados à Área Específica do Curso;
VI – Exercício de Monitoria em disciplinas do Curso;
VII – Participação em projetos de Iniciação Científica e de Pesquisa, na qualidade de
aluno pesquisador, bolsista ou colaborador, realizados sob orientação de docentes,
com ou sem apoio financeiro institucional;
VIII – Cursos livres de idiomas e informática;
IX – Participação em atividades voluntárias relacionadas à Área Específica do
Curso.
153

§ 1º - Os projetos de pesquisa a que se refere o inciso VII, quando realizados sem o


apoio financeiro institucional, devem inserir-se numa das linhas de pesquisa
instituídas nos programas de graduação ou pós-graduação da Universidade.
§ 2º - A carga horária, relativa aos incisos I e II, será contabilizada em dobro quando
o aluno assumir o papel de apresentador/expositor.
Art. 3º As atividades apresentadas para cumprimento das horas de AC deverão
estar distribuídas em, pelo menos, quatro das categorias elencadas no art. 2° deste
Regulamento e pelo menos 50% destas atividades devem estar relacionadas à Área
Específica do Curso.
Art. 4º Recomenda-se a realização gradativa das AC ao longo da duração do Curso.
Parágrafo único – As atividades realizadas pelos alunos antes do ingresso no Curso
poderão ser aproveitadas, caso atendam as disposições deste Regulamento, até no
máximo de 20% das horas de AC previstas no Projeto Pedagógico.
Art. 5º A análise e o aproveitamento das atividades realizadas pelos alunos para as
AC, considerados os critérios indicados neste Regulamento, ficam a cargo da
Coordenação do Curso.
§1º - Em cada semestre, os alunos apresentarão, atendendo ao calendário da
Unidade Acadêmica, um requerimento de aproveitamento das AC realizadas no
semestre anterior, instruído com documentos comprobatórios de frequência,
conteúdo e desempenho, tais como:
a) Programação do evento, carga horária, relatórios;
b) Atestados, declarações e certificados.
§2º - A Coordenação do Curso poderá exigir outros documentos, se considerar
insuficientemente instruído o requerimento de aproveitamento de que trata o
parágrafo anterior.
Art. 6º O aproveitamento das AC será registrado eletronicamente, identificando as
atividades e as horas equivalentes, a cada semestre pela secretaria do curso.
Parágrafo único – Os documentos comprobatórios, após avaliação e registro, serão
devolvidos aos alunos.
Art. 7º Os casos omissos serão analisados e resolvidos em 1ª instância pela
Coordenação do Curso, ouvidas, se necessário, a Direção da Unidade Acadêmico-
Administrativa e a Pró-Reitoria de Graduação.
Art. 8º Esta deliberação entra em vigor a partir da presente data.
Art. 9º Registre-se. Cumpra-se. Divulgue-se.
154

Gabinete da Presidente da Câmara de Graduação do CEPEA da (Pontifícia)


Universidade Católica de Goiás, em Goiânia, aos 19 dias do mês de agosto de 2009.

Profa. Dra. Helenides Mendonça


Presidente da Câmara de Graduação do
CEPEA

Considerando o teor das recomendações e instruções acima referidas apresenta-se,


a seguir, o Regulamento das Atividades Complementares do Curso de Graduação
em Biomedicina da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
155

ANEXO F – Ato Próprio Normativo N. 1, de 10 de outubro de 2012, do CEPEA/CG

Dispõe sobre a validade e o


registro das Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais
e Atividades Complementares
A Presidente da Câmara de Graduação
do CEPEA, no uso das suas atribuições
conferidas pelo Regimento do CEPEA
CONSIDERANDO

I – O disposto na Resolução N. 9/2004-CEPEA e na Deliberação N. 04/2009-CG/CEPEA


que regulamentam, respectivamente, as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais e as
Atividades Complementares,
II – As exigências contidas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da
Instituição, para fins de integralização das respectivas matrizes curriculares;
III – A Lei N. 10.861/2004 que estabelece que o Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes – ENADE é componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, bem
como os critérios e prazos para a inscrição dos alunos de graduação à referida Avaliação;
IV – A aprovação unânime dos conselheiros da Câmara de Graduação, conforme ata da
sessão no dia 3 de outubro de 2012;

RESOLVE

Art. 1º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais – AACC e as Atividades


Complementares – AC terão validade de até 12 (doze) meses contados da data da sua
realização e deverão ser protocolizadas nas Unidades Acadêmico-Administrativas – UAA,
obedecendo aos prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico da Instituição, para o fim
de integralização da matriz curricular dos cursos de graduação.
§1º - As AACC e AC protocolizadas que não atenderem aos critérios estabelecidos neste
Artigo – validade e tempestividade – e nas demais normativas internas, serão indeferidas.
Art. 2º O presente ato deverá ser divulgado amplamente aos alunos dos cursos de
graduação pela direção, coordenação e secretaria dos cursos.
Art. 3º As disposições contidas no presente ato entrarão em vigor a partir do primeiro
semestre de 2013, sem prejuízo dos prazos estipulados no Calendário Acadêmico para
2012.
156

Gabinete da Pró-Reitoria de Graduação da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, aos


dez dias do mês de outubro do ano de dois mil e doze.

Prof.ª Dra. Sônia Margarida Gomes Sousa


Presidente da Câmara de Graduação do CEPEA
157

ANEXO G – Laboratórios Especializados


CAMPUS: I ÁREA: I BLOCO: A
CRÉDITOS
LABORATÓRIO ÁREA DISCIPLINA(S) QUE O UTILIZA(M) EQUIPAMENTOS
PREL. LAB.
Contém 1 (um) quadro
branco, 1 (uma) bancada
de cartas aeronáuticas
(2x5m2) e 13 (treze)
Voo Simulado I 2 2 estações de trabalho
Voo Simulado II 2 4 com 1 (um) computador
Laboratório de Voo Simulado 81,16 m2
Voo Simulado III 2 4 em cada uma e
softwares específicos
para a atividades de
simulação de voo,
fraseologia aeronáutica e
controle e tráfego aéreo.
158

ANEXO H – Matriz Curricular 2017/1 e Matriz Curricular 2000/1: equivalência por disciplina

Matriz 2017/1 Matriz 2000/1


Per. Código Per. Código
Disciplinas Disciplinas
AER 2010 Conhecimentos Técnicos I 1º AER 2010 Conhecimentos Técnicos I
AER 2020 Navegação Aérea I 1º AER 2020 Navegação Aérea I
AER 2030 Teoria de Voo I 1º AER 2030 Teoria de Voo I
AER 2040 Regulamento do Tráfego Aéreo I 1º AER 2040 Regulamento do Tráfego Aéreo I

AER 2050 Meteorologia I 1º AER 2050 Meteorologia I
AER 2060 Seminário Interdisciplinar de Avaliação I 4º AER 2005 Medicina Aeroespacial
6º AER 2081 Segurança de Voo e CRM
ERA 2000 História da Aviação 2º AER 2000 História da Aviação
LET 4525 Inglês Técnico I 2º LET 4525 Inglês Técnico I
FIT 1810 Teologia e Ciências Sociais e Humanas Aplicadas 2º FIT 1620 Teologia, Ciências Exatas e Tecnologias
LET 4101 Língua Portuguesa I 2º LET 4101 Língua Portuguesa I

FIT 1945 Ética e Filosofia da Ciência 6º FIT 1945 Ética e Filosofia da Ciência
Fraseologia Aeronáutica I 1º AER 2040 Regulamento do Tráfego Aéreo I
AER 2064
AER 2065 Medicina Aeronáutica 4º AER 2005 Medicina Aeroespacial
AER 2011 Conhecimentos Técnicos II 3º AER 2011 Conhecimentos Técnicos II
AER 2086 Navegação Aérea II 3º AER 2021 Navegação Aérea II
AER 2031 Teoria de Voo II 3º AER 2031 Teoria de Voo II
AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II 3º AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II
AER 2051 Meteorologia II 3º AER 2051 Meteorologia II
AER 2066 Seminário Interdisciplinar de Avaliação II 3º AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II

6º JUR 4000 Direito Aeronáutico
4º AER 2005 Medicina Aeroespacial
6º AER 2081 Segurança de Voo e CRM
MAF 1323 Matemática e Física para Aviação 2º MAF 2664 Calculo para Ciências Aeronáuticas I
4º MAF 4225 Física Aplicada I
LET 4528 Inglês Técnico II 4º LET 4526 Inglês Técnico II
LET 4529 Inglês Técnico III 6º LET 4527 Inglês Técnico III
AER 2068 Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional 4º AER 2014 Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional
AER 2069 Códigos e Convenções Normativas da Aviação Civil 6º JUR 4000 Direito Aeronáutico
7º JUR 4001 Direito Aéreo Internacional

PSI 3701 Psicologia Aplicada à Aviação 6º PSI 3701 Psicologia Aplicada à Aviação
HGS 1003 Teorias Sociológicas
Disciplina Optativa 4º AER 2014 Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional
AER 2070 Voo Simulado I 7º AER 2063 Estagio Supervisionado
AER 2072 Aeronaves Glass Cockpit 5º AER 2012 Conhecimentos Técnicos III
AER 2073 Técnicas Modernas nos Sistemas de Aeronaves 5º AER 2032 Teoria de Voo III
AER 2074 Tráfego Aéreo e CNS/ATM 5º AER 2022 Navegação Aérea III
5º AER 2042 Regulamento do Tráfego Aéreo III

AER 2075 Climatologia para a Aviação 5º AER 2052 Meteorologia III
AER 2081 Segurança de Voo e CRM 6º AER 2081 Segurança de Voo e CRM
AER 2076 Comandante e sua Função Administrativa
AER 2077 Seminário Interdisciplinar de Avaliação III 3º AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II
159

6º JUR 4000 Direito Aeronáutico


4º AER 2005 Medicina Aeroespacial
6º AER 2081 Segurança de Voo e CRM
3º AER 2041 Regulamento do Tráfego Aéreo II
AER 2078 Voo Simulado II 4º AER 1010 Voo Simulado II
AER 2079 Paradigmas da Pesquisa na Aviação Civil 1º AER 2001 Seminário I
2º AER 2002 Seminário II
4º FIT 2512 Metodologia do Estudo e da Investigação Cientifica
6º AER 2080 Voo Simulado III
AER 2082 Fraseologia Aeronáutica II
CSA 2000 Gestão Estratégica de Serviços Aeroportuários
CSA 2001 Gestão Estratégica de Custos
CSA 2002 Gestão Ambiental e Aviação
7º CSA 2003 Fundamentos da Administração
CSA 2004 Gestão Estratégica de Recursos Humanos na Aviação Civil
CSA 2005 Economia Empresarial
CSA 2006 Organização das Empresas de Aviação Civil
CSA 2007 Logística Aeroportuária
AER 2083 Trabalho de Conclusão de Curso I 6º AER 2061 Monografia I
8º CSA 2008 Gestão de Marketing e Vendas Aplicada às Empresas Aéreas
CSA 2009 Gestão Estratégica Aplicada à Aviação Civil
CSA 2010 Pesquisa Operacional e Tomada de Decisões Aplicada à Aviação Civil
CSA 2011 Gestão Financeira para Empresas Aéreas
CSA 2012 Gestão de Aeroportos
AER 2084 Trabalho de Conclusão de Curso II 7º AER 2062 Monografia II
160

ANEXO I – Programa de Extensão Universitária EGN 2016/2016

Pontifícia universidade católica de Goiás


Escola de gestão e negócios
Extensão – EGN

PROGRAMA DE EXTENSÃO
UNIVERSITÁRIA EGN
2016/2017

Elaboração
Profa. Msc, Carla Baylão de Carvalho

Goiânia/GO
2016
161

1 APRESENTAÇÃO

Este documento apresenta a proposta do Programa de Extensão Universitária da


Escola de Gestão e Negócios da PUC Goiás para o biênio/2017, o qual traz em seu
bojo a consonância com a sua missão, colocando o conhecimento a serviço da vida,
visando o fortalecimento da relação entre a Pontifícia Universidade e a comunidade
goiana, priorizando o desenvolvimento social e humano de grupos menos
privilegiados, levando-os a superação das condições de desigualdade e exclusão
existentes por meio de projetos diversos, assim como devolvendo para a
comunidade os saberes e fazeres aqui desenvolvidos e/ou construídos com a
participação e engajamento de alunos e professores.
Pesar a extensão universitária vai muito além do caráter assistencialista, é entender
que:

A extensão universitária é uma forma de interação que deve existir entre a


universidade e a comunidade na qual ela está inserida, uma espécie de
ponte permanente entre a universidade e os diversos setores da sociedade.
Funciona como uma via de duas mãos em que a universidade leva
conhecimento e/ou assistência à comunidade e recebe dela influxos
positivos em forma de retroalimentação, tais como suas reais necessidades,
anseios e aspirações. Além disso, a universidade aprende com o saber
dessas comunidades.

E como tal abre uma das linhas de aproximação com a comunidade em que está
inserida. O Plano Nacional de extensão elaborado pelo Fórum de Pró-reitores de
Extensão das Universidades Públicas Brasileiras e da Secretaria do Ensino Superior
do Ministério da Educação e do Desporto, afirma que “a extensão universitária é o
processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma
indissociável e viabiliza a relação transformadora entre universidade e sociedade”.
Nesse sentido, considerando as premissas apontadas acima, apresenta-se o
programa de Extensão da Escola de Gestão e Negócios que se desdobra em
subprogramas com linhas específicas, são eles: 1. Desenvolvendo o talento
discente, no qual serão desenvolvidos projetos voltados para a formação
complementar do aluno em parceria com o PROA e outros formatos. 2. Qualificação
empresarial, onde se desenvolverão dois subtemas, sendo um através de parcerias
institucionais internas, tais como: CECOM e Escola de Formação de Juventude; a
outra linha é o atendimento in company por emio de consultorias e treinamentos
oferecidos à empresas. 3. De braços dados com a comunidade.
Dessa forma pretende-se avançar no cumprimento da política de extensão da PUC
Goiás, a qual se traduz no: “conjunto de ações pedagógicas de caráter teórico e/ou
prático, presencial ou à distância, planejados e organizados de maneira sistemática,
com carga horária definida e processo de avaliação formal e informal”, voltada para
a comunidade.
162

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral


Apresentar o programa de Extensão Universitária da Escola de Gestão e Negócios,
visando o desenvolvimento de projetos de extensão diversos em consonância com
as linhas de extensão definidas pela EGN e a política de extensão da PUC Goiás.
2.2 Objetivos Específicos
 Criar e validar junto ao colegiado as linhas de atuação do programa de
Extensão Universitária da EGN;
 Sistematizar e formalizar ações de extensão já desenvolvidas isoladamente
dentro dos cursos que compõem a EGN;
 Fazer levantamento de interesse e de proposta junto aos docentes da EGN;
 Articular o engajamento das LIGAS e Centros Acadêmicos nos projetos de
extensão da EGN;
 Estimular docentes e discentes a se engajarem nos projetos de extensão da
EGN;
 Firmar parcerias institucionais internas com CECOM, Escola de Formação da
Juventude, Projeto de apoio a refugiados em Goiânia;
 Desenvolver e fortalecer cursos de extensão universitária criados e
executados pelo corpo docente da EGN;
 Apoiar ações do projeto de qualificação empresarial in company da EGN;
 Articular ensino, pesquisa e extensão por meio de projetos que envolva ações
nesses três âmbitos;
 Realizar comunicação e divulgação para fortalecimento dos projetos, bem
como busca de parcerias e engajamento, cada vez maior, de discentes e docentes.

3. PROGRAMAS PROPOSTOS

3.1 Desenvolvendo o talento discente

Objetivo: criar ações que possibilitem o desenvolvimento complementar à formação


humanística e técnica dos alunos da EGN.

Estratégias:
163

O quê? Criar oficinas e minicursos com temáticas diversas voltadas para o


desenvolvimento humanístico e técnico do aluno de forma integral
Como? 1. Parceria com o PROA e aproveitamento de horas-atividade de
docentes da EGN
2. Realizar pesquisa de campo junto aos alunos dos quatro cursos
da EGN visando identificar as áreas de interesse para
desenvolvimento de propostas de oficinas
3. Fazer levantamento de interesse e propostas junto aos
docentes dos quatro cursos da EGN
4. Organizar propostas em formato de ciclos de eventos de acordo
com linhas: comportamento e atitude; técnica e formação
complementar
5. Submeter os projetos à validação na PROEX
6. Divulgar junto aos alunos
7. Executar os ciclos
8. Avaliação da proposta
Quem? Coordenação: extensão EGN e PROA
Ministrantes: docentes EGN
Quando? 2016/2: agosto a dezembro
2017: março a junho e agosto a novembro (execução oficinas)
Quanto? De acordo com planilha de custo de cada projeto

3.2 Extensão comunitária: De braços dados com a comunidade


Objetivo: criar ações que possibilitem a aproximação cada vez maior da
Universidade com a comunidade.

Estratégias:

O quê? Projeto piloto: Ambientação profissional e sociocultural de refugiados


sírios em Goiânia
Como? 1. Parceria com o projeto da Universidade com a prefeitura de
Goiânia para apoiar refugiados sírios em Goiânia
2. Traçar o perfil dos refugiados sírios em Goiânia em conjunto
com o Núcleo de Pesquisa da EGN, bem como expectativas e
aspectos a serem desenvolvidos
164

3. A partir dos resultados obtidos na pesquisa desenvolver ações


específicas para garantir os objetivos propostos
4. Promover encontros entre refugiados e alunos EGN,
promovendo intercâmbio cultural e social
5. Submeter os projetos à validação na PROEX
6. Divulgar junto aos alunos
7. Executar os ciclos
8. Avaliação da proposta
Quem? Coordenação: extensão EGN
Executores: ações esportivas, culturais e sociais: parceria Centros
Acadêmicos, Atléticas, Ligas
Oficinas: docentes EGN/ alunos / Junior Achiviement
Quando? 2016/1: abril a junho – pesquisa com refugiados sírios
2016/2: setembro a novembro – desenvolvimento de projetos de
sociabilização (cultura, esporte e social) em parceria com as Ligas e
Atlética
2017: fevereiro a junho e agosto a novembro – projetos de
ambientação profissional
Quanto? De acordo com planilha de custo de cada projeto

3.3 Qualificação empreendedora/empresarial

Objetivo: Desenvolver programas inovadores de formação continuada nas áreas de


conhecimento dos cursos que compõem a EGN.

Estratégias:
3.3.1 CECOM e ESCOLA DE FORMAÇÃO DA JUVENTUDE
O quê? Criar oficinas e minicursos com temáticas diversas voltadas para a
inserção de conhecimento de gestão e negócios aos alunos dos
cursos de CECOM e da ESCOLA DE FORMAÇÃO DA JUVENTUDE.
Como? 1. Parceria com o CECOM e ESCOLA DE FORMAÇÃO DA
JUVENTUDE
2. Conhecer e analisar as ações existentes nesses locais, tais
como: Curso de Panificação e Curso de Cabelereiro do CECOM
e o interesse de seus dirigentes nessa parceria
3. Criar ações de qualificação empreendedora/empresarial
165

complementares aos cursos já existentes e/ou novos cursos


4. Obter a aprovação dos dirigentes do CECOM e ESCOLA DE
FORMAÇÃO DA JUVENTUDE
5. Submeter os projetos à validação na PROEX
6. Divulgar junto aos docentes e alunos
7. Executar os projetos
8. Avaliação da proposta
Quem? Coordenação: extensão EGN
Ministrantes: docentes e alunos da EGN
Quando? 2016/2: Outubro a novembro – reuniões com entidades e definição do
escopo de ações
2017: fevereiro a março – desenvolvimento dos projetos de cursos,
minicursos e oficinas definidos no escopo de ações
2017: abril a junho e agosto a novembro – execução das ações
Quanto? De acordo com planilha de custo de cada projeto

3.3.2 IN COMPANY
O quê? Criar pacotes de cursos, oficinas e palestras voltadas para as áreas
administrativas empresariais para ser apresentado às empresas nas
visitas e/ou demandas aos projetos de educação continuada in
company conforme consultorias fechadas pela equipe de atendimento
in company.
Como? 1. Parceria com a equipe de atendimento in company
2. Conhecer e analisar as propostas de consultoria
3. Criar pacotes de cursos, oficinas e palestras para as áreas
administrativas empresariais
4. Desenvolver ações customizadas conforme necessidade de
cada consultoria captada
5. Buscar equipe docente/discente de acordo com a necessidade
de cada projeto
6. Submeter os projetos à validação na PROEX
7. Executar os projetos
8. Avaliação da proposta
Quem? Coordenação: extensão EGN e equipe de Atendimento in company
Quando? 2016/2: Definição do pacote de cursos, oficinas e palestras
2017: De acordo com os cronogramas dos projetos, desenvolvimento
166

de ações customizadas
Quanto? De acordo com planilha de custo de cada projeto

4. DESAFIO

Desenvolver a extensão na EGN é um grande desafio tanto pela falta de uma cultura
de extensão na Escola, quando pela multi-atividade por parte dos docentes que
pouco tempo se dedicam à EGN além da sala de aula.
Entende-se também que algumas ações já ocorrem de forma isolada dentro dos
cursos que compõem a EGN, porém sem projeto específico e sem registro. É
necessário fazer um levantamento dessas ações e organizar um banco de dados,
bem como criar uma estrutura de apoio, divulgação e registro dessas ações. Além
da submissão para aprovação à PROEX.
Outro fator determinante é estimular a participação dos alunos. Hoje é possível
perceber que as “Ligas” e “Centros Acadêmicos” estão um pouco perdidos e
desestimulados, suas ações estão mais focadas em esportes e festas, podendo seu
potencial ser melhor aproveitado envolvendo-os nos projetos e junto com eles
trazendo o corpo discente como um todo para participar ativamente dos projetos.
Outro desafio é a obtenção dos recursos necessários para execução dessas ações,
pois a maioria não gera receita, portanto precisarão de outras fontes de recursos.
Todas as ações, internas e externas devem considerar as singularidades de cada
um dos programas específicos, visando maior efetividade dos resultados esperados.

5. AÇÕES COMPLEMENTARES

Esses desafios não são fáceis, requerem efetividade nas ações, investimento de
recursos de todas as naturezas: material, pessoal e financeiro, os quais não tem
verba destinada ainda e nem apoio de instituições internas. E para enfrentar esse é
necessário:

 Estudar os Projetos Pedagógicos de cada curso;


 Levantar os interesses, necessidades e ideias de cada curso em relação à
extensão;
 Obter aprovação do programa de extensão por parte da direção da escola e
dos coordenadores de curso;
 Obter a aprovação e o apoio do programa por parte da PROEX;
 Apresentar e aprovar o programa junto à congregação EGN;
167

 Mapear as ações já existentes de forma isolada;


 Identificar os docentes interessados em atuar no Programa de Extensão;
 Envolver as Ligas e Centros Acadêmicos no Programa de Extensão;
 Efetivar as parcerias com CECOM, Escola da Juventude e Coordenadores do
Projeto Imigrantes Sírios;
 Desenvolver os projetos específicos.

O cronograma e maior detalhamento das ações acima serão desenvolvidos e


apresentados após a aprovação dessa proposta.

6. CONCLUSÃO

O programa de extensão da EGN está em estágio embrionário e com tudo a ser


desenvolvido e construído, o que demonstra um longo caminho de possibilidades e
oportunidades para docentes e discentes. De modo geral, as pessoas costumam ter
um desejo interno de fazer o bem, mas muitas vezes não sabem como.
A proposta aqui apresentada pode ser considerada tímida diante do enorme
potencial a ser trabalhado, porem acredita-se que é necessário criar a cultura da
extensão entre os professores e alunos da EGN, começar com propostas que seja
factível e de fácil engajamento, para, a partir daí, fazer emergir tanto do ambiente
interno quanto do externo, ou seja, da própria sociedade, novas ideias, propostas e
necessidades que poderão ser desenvolvidas e sanadas a partir das ações de
extensão da EGN.
Outro fator preponderante é o apoio dos gestores da EGN e da Universidade por
meio da PROEX, pois o Núcleo de Extensão da EGN não tem no momento os
recursos necessários para as ações propostas e serão necessários investimentos
em recursos humanos, materiais, infraestrutura, tecnológico, logístico e financeiro.
Enfim um grande desafio, uma longa caminhada, mas acredita-se que resultados
significativos poderão ser contabilizados no curto prazo, dois anos.
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ANEXO J – Portaria MEC 1.691, de 27/11/2009


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