Você está na página 1de 90

vídeo Estruturas

Metálicas de Brasília
RV2001-12/1/2020

MBA Projeto, Execução e Controle de Estruturas e Fundações

Princípios de Dimensionamento
em Estruturas Metálicas
Aula 1-3
Eduardo Bicudo de Castro Azambuja
(ebcazambuja@azmb.com.br | 61 99645-0661)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

A ponte Pennybacker, parte da estrada secundária 360 que corta Austin, no Texas, constitui
um impressionante elemento arquitetônico sobre o lago Austin. O arco é de aço patinável,
material próprio para oxidar com o tempo, o que elimina a necessidade de pinturas. Com
alguns anos de exposição às intempéries, esse tipo de aço adquire uma pátina uniforme
semelhante à ferrugem. Seus arquitetos acharam que esse acabamento mais natural
contribuiria para que a ponte fosse se integrando à paisagem da região, conhecida como
Texas Hill Country.
(Fonte: https://www.bing.com/images em 12/1/2020)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1779
A primeira obra importante
construída em ferro fundido
foi a ponte Coalbrookdale,
em 1779, com vão de 31m,
sobre o rio Severn em
Shropshire, uma região rica
em carvão na Inglaterra.

(Fonte: http://structurae.net/ acesso em 31/7/2014)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Viaduto rodoviário, Plano, Illinois, USA.


(Fonte: Autor, Outubro/2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1826
A ponte suspensa Menai,
construída no país de
Gales no período de 1819
a 1826, com 177 m, foi à
época o maior vão do
mundo, sendo o trabalho
mais importante da longa
carreira do construtor
escocês Thomas Telford.
Ainda em uso.

(Fonte: http://www.anglesey.info/ acesso em 31/7/2014)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1884

Viaduto Garabit,
sobre o rio
Truyere, França,
por Gustave Eiffel.

(Fonte: http://www.pbs.org/wgbh/buildingbig/wonder/structure/ acesso em 31/7/2014)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Construída em 1920, a
MICHIGAN AVENUE
BRIDGE possui dois
níveis, um para carros e
pedestres acima e
outro, inferior, para
tráfego mais pesado. A
ponte é dividida duas
partes, cada uma
pesando em torno de
3.340 toneladas, que se
abrem e fecham em
menos de 1 minuto.

(Fonte: Revista Construção Metálica, Ano 9, nº 36)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Passarela SESC Sorocaba, São Passarela Aeroporto de Congonhas,


Paulo/SP São Paulo/SP
(Fonte: Arquitetura & Aço, nº36) (Fonte: Autor, Agosto/2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Ponte Affonso Penna (1909), Itumbiara/GO


(Fonte: Autor, Maio-2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações
1885
“Há uma tal demanda por instalações
comerciais e de negócios que, assim que se
obtém o alvará para construção de um bloco,
são encaminhadas solicitações para aluguel
de salas, e antes que um edifício esteja
concluído ele já está todo alugado e os
locatários prontos a se mudar com os seus
equipamentos. Um atrás do outro, blocos se
amontoam até as nuvens, projetando-se
sobre a cidade em cada rua e avenida.”
Fonte: Stranger’s Guide [Guia do estrangeiro], Chicago 1893.

Home Insurance Bulding, William Le Baron Jenney, Chicago 1885,


demolido em 1931 (Fonte: Pridmore, Jay. Chicago Architecture
and Design. New York: Abrams, 2018).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1891 Para suprir tão grande e rápido


crescimento da cidade, a única
maneira de satisfazer as exigências
do mercado era a verticalização dos
prédios com estrutura metálica,
tanto pela resistência ao fogo,
como pela maior capacidade
estrutural, resultando em um
melhor aproveitamento dos
espaços, como por exemplo, o
edifício Wainwright, em St. Louis,
Missouri, EUA, por Adler e Sullivan.

(Fonte: http://www.archdaily.com.br/ acesso em 31/7/2014)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1968 Essa obra, projeto do


escritório Skidmore, Owings
& Merrill, antecipou alguns
dos modernos conceitos da
moderna engenharia com
utilização de estrutura de
aço, as laterais do prédio
apoiadas em vigas em
balanço e a estabilidade
global garantida por um
sistema de diagonais de
contraventamento.

Edifício sede da Alcoa em São Francisco, EUA, 1968.


(Fonte: manual brasileiro, 1989)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

1971
1970

O John Hancock Building, com 100 andares,


projetado pelo engenheiro estrutural Fazlur Khan no
final dos anos 1960, até hoje comanda um lugar de
destaque no horizonte de Chicago.
(Fonte: https://www.som.com, acesso em 2/10/2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Edifícios de andares múltiplos para


habitações populares
(Fonte: Revista Construção Metálica, Edição nº 114)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Edifício Mr. Shan, Porto


Alegre/RS, Revista
Téchne, nº 236,
Novembro 2016.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Centro Empresarial Aeroporto, Porto Alegre


(Fonte: Arquitetura & Aço, nº13)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Estrutura metálica do
museu Guggenheim de
Bilbao, Espanha, treliça
de contraventamento
vertical na fachada
(Fonte: Rebello, Yopanan C. P.
- Dimensionamento de
Estruturas de Aço: ligações em
Aço, IABr/CBCA, 201).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Museu Guggenheim de Bilbao, Espanha.


(Fonte: Rebello, Yopanan C. P. - Dimensionamento de Estruturas de Aço: ligações em Aço,
IABr/CBCA, 201).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Museu do Amanhã, Praça Mauá, Rio de Janeiro/RJ


(Fonte: Autor, Maio/2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Buchholtz Sports Centre, Uster, Suiça


(Fonte: http://camenzindevolution.com/ acesso em 9/8/2014)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Estádio Beira Rio, Porto Alegre


(Fonte: Arquitetura & Aço, nº37, Autor, Novembro/2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Estrutura de Acesso e Cobertura da Estação da Luz, São Paulo/SP


(Fonte: Autor, Abril/2017)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Edifício Sede do SEBRAE, Brasília


(Fonte: Arquitetura & Aço, nº28)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Torres de distribuição de energia. Reservatório de água, Rio Branco/AC.


(Fonte: Revista Construção Metálica, Edição nº 114) (Fonte: Arqt Miriam Runge, dez/2014)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

The Farnsworth House, Plano, Illinois, USA


(Fonte: Autor, Outubro/2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Eduardo Almeida Arquiteto, São Paulo, SP


(Fonte: Arquitetura & Aço, nº6)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Casa LLM, São Paulo/SP


(Fonte: Revista Construção Metálica, Nº 117, 2015)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Mercado Municipal, São Paulo/SP


(Fonte: Revista Arquitetura e Aço, nº 39 )

Loja Galeria Nacional, São Paulo/SP


(Fonte: Revista Arquitetura e Aço, nº 39 )
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

(Fonte: Rebello, Yopanan C. P. - Dimensionamento de Estruturas


de Aço: ligações em aço, IABr/CBCA, 2011).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Posto Campus UnB Asa Norte – Brasília/DF


(Fonte: Autor, 29/10/2017)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Ponto de ônibus e estação tubo da cidade de Curitiba


(Fonte: Autor, 2014)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Ponto de ônibus da cidade de Ponto de ônibus da cidade do Rio


Porto Velho/RO de Janeiro/RJ
(Fonte: Autor, Jan 2019) (Fonte: Autor, Maio 2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Uso do aço em edificações

Estruturas de suporte de painéis solares do tipo tracker em fase


final de montagem.
(Fonte: Revista Construção Metálica, ABCEM: julho, 2016)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Apresentação

• Capacitar o pós-graduando para o desenvolvimento de projetos com o uso


de aço estrutural no seu sistema construtivo, considerando aspectos de
dimensionamento, fabricação, transporte e montagem da edificação.
• Discutir as características do material e o que o mercado nos oferece,
técnicas de modelagem de sistemas estruturais, simulação de casos de
carregamentos, análise do comportamento estrutural e técnicas de
dimensionamento.
• Discutir as recomendações normativas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Apresentação

O SI, que recebeu este nome em 1960, teve como propósito de sua criação a
necessidade de um sistema prático e mundialmente aceito nas relações
internacionais, no ensino e no trabalho científico, e que evolua no decorrer do tempo
para refletir as melhores práticas de medição.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Apresentação

Por questões de conveniência, certas unidades derivadas


coerentes receberam nomes e símbolos especiais, que
podem ser usados em combinação com unidades base do
SI para expressar outras grandezas derivadas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências
1. ANDRADE, Sebastião; VELLASCO, Pedro . Comportamento e projeto de estruturas de aço. 1. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier: Editora Puc Rio, 2016. 408 p.
2. BAIÃO FILHO, Oswaldo Teixeira; SILVA, Antonio Carlos Viana. Ligações para estruturas de aço. 2ed.
Gerdau/Açominas, 2005.
3. BELLEI, Ildony Hélio; PINHO, Fernando O.; PINHO, Mauro O. Edifícios de múltiplos andares em aço. 2ed. São Paulo:
Pini, 2008.
4. BELLEI, Ildony Hélio; BELLEI, Humberto N. Edifícios de pequeno porte estruturados em aço. 4ed. Rio de Janeiro:
IABr/CBCA, 2011.
5. CHAMBERLAIN, Zacarias; FABEANE, Ricardo; FICANHA, Ricardo. Projeto e cálculo de estruturas de aço. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
6. DIAS, Luís Andrade de Mattos. Edificações de aço no Brasil. 3ed. São Paulo: Zigurate Editora, 2002.
7. DIAS, Luís Andrade de Mattos. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 5ed. São Paulo: Zigurate Editora,
2006.
8. FAKURY, Ricardo Hallal. Dimensionamento básico de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.
9. GENTIL, Vicente. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2017.
10. LOPES, João Marcos; BOGÉA, Marta; REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Arquiteturas da engenharia, ou,
Engenharias da arquitetura. São Paulo: Mandarim, 2006.
11. Manual brasileiro para cálculo de estruturas metálicas. v1. Brasília: MD/SDI, 1989.
12. MEDEIROS, Jonas Silvestre. Tecnologias de vedação e revestimento para fachadas. Rio de Janeiro: Instituto Aço
Brasil / CBCA, 2014.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências
13. MODERN STEEL CONSTRUCTION. Published monthly by the American Institute of Steel Construction (AISC), 130 E
Randolph Street, Suite 2000, Chicago, IL 60601.
14. MUNAIAR, Neto Jorge. Segurança nas estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
15. PANNONI, F.D.; MARCONDES, L.. COS-AR-COR: Aços de Alta Resistência Mecânica Resistentes à Corrosão Atmosférica.
Relatório interno de número RT/17 da Coordenadoria de Pesquisa Tecnológica da COSIPA (1987).
16. PANNONI, Fábio Domingos. Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio. 6. edição.
São Paulo: Gerdau, 2015.
17. PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
18. PINHO, Mauro. Transporte e Montagem. Rio de Janeiro: IBS/CBCA, 2005.
19. QUEIROZ, Gilson; PIMENTA, Roberval J.; MARTINS, Alexander Galvão. Estruturas Mistas. 2ed. Rio de Janeiro: IABr/CBCA,
2012.
20. REVISTA CONSTRUÇÃO METÁLICA. São Paulo: ABCEM.
21. REVISTA ARQUITETURA & AÇO. Rio de Janeiro: CBCA.
22. SANTOS, Arthur Ferreira dos. Estruturas Metálicas: projeto e detalhes para fabricação. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
1977.
23. SILVA, Valdir Pignatta. Estrutura de aço para edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blucher, 2010a.
24. SILVA, Valdir Pignatta. Prevenção contra incêndio no projeto de arquitetura. Rio de Janeiro: IABr/CBCA, 2010b.
25. SOUZA, Alex Sander Clemente de. Ligações em estruturas de aço. São Carlos: EdUFSCar, 2015.
26. SOUZA, A. S. C. Dimensionamento de elementos e ligações em estruturas de aço. São Carlos: EdUFSCar, 2017.
27. TIMOSHENKO, Stephen P; GERE, James E (Coautor). Mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 2v
28. VASCONCELLOS, Alexandre Luiz. Ligações em estruturas metálicas. 4ed. Rio de Janeiro: IABr/CBCA, 2011.
29. XEREZ NETO, Jary de. Manual prático das estruturas de aço. São Paulo: Pini, 2017.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

(14) (16) (22)


Referências bibliográficas indicadas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

(9) (8) (1)


Referências bibliográficas indicadas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

(20) (21)
Referências bibliográficas indicadas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

(13) Modern Steel Construction (AISC).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências
1) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800 - Projeto de estruturas
de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios. 2008.
2) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120 - Cargas para o cálculo
de estruturas de edificações. 1980.
3) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123 - Forças Devidas ao
Vento em Edificações – Procedimento. 1988.
4) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2013). NBR 16239 – Projeto de
estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edificações com perfis
tubulares. Rio de Janeiro.
5) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2016). NBR 7007 – Aço-carbono e
aço microligado para barras e perfis laminados a quente para uso estrutural — Requisitos.
Rio de Janeiro.
6) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2004). NBR 8681 – Ações e
segurança nas estruturas – Procedimento. Rio de Janeiro.
7) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2006). NBR 15421 – Projeto de
estruturas resistentes a sismos — Procedimento. Rio de Janeiro.
8) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14432 – Exigências de
resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações. 2001.
9) ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14323 – Projeto de estruturas
de aço e de estrutura mistas de aço e concreto de edifícios em situação de incêndio. 2013.
10) DECRETO Nº 56.819, DE 10 DE MARÇO DE 2011. Institui o Regulamento de Segurança contra
Incêndio das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo.
11) ABCEM-CBCA-ABECE - Execução de Estruturas de Aço: práticas recomendadas.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

Sistemas de análise estrutural – Trame 5.2 e SCIA Engineer


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Referências

Instalação do Sistema TRAME 5.2


1) Criar a pasta TRAME 5.2;
2) Copiar o arquivo TRAME 5.2.zip para essa pasta;
3) Descompactar tudo dentro dessa pasta, atenção para não
criar uma subpasta;
4) Ao abrir o arquivo executável TRAME.EXE executar como
administrador ou configurar essa propriedade no arquivo;
5) Os arquivos de trabalho (extensão TRP) deverão também ser
salvos nessa pasta;
6) Criar um atalho para acesso do arquivo TRAME.EXE na área
de trabalho e configurar na aba propriedades para executar
sempre como administrador.
7) http://www.pcoeng.ga/download.html
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Questão Norteadora

nossas perguntas norteadoras

Você já participou de um projeto tendo como


premissa o uso de aço estrutural no seu sistema
construtivo?
Quais foram as intenções estabelecidas no
projeto? Ou, o que impossibilitou o
desenvolvimento dessa opção?
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Programação

Sexta-feira Sábado Domingo

Uso do aço em Produtos siderúrgicos de Dimensionamento de


edificações; aço; elementos comprimidos;
Processo siderúrgico para Ações em edifícios de aço; Modelo estrutural para
obtenção do aço galpões industriais;
Bases para projeto:
estrutural;
critérios de segurança e Softwares para análise e
Sistemas estruturais em estados limites; verificação de estrutura
aço; Dimensionamento de metálica;
elementos tracionados;
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico
“O aço está entre os materiais mais recicláveis e reciclados do mundo. Os
elementos estruturais ou qualquer produto de aço, ao final da vida útil, ou
simplesmente quando, por qualquer razão, perdem sua finalidade, são
transformados em sucata, que, por sua vez, pode ser empregada na fabricação
de novos produtos siderúrgicos.”
(Fakury, 2016)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

O FERRO GUSA é o produto da primeira fusão do minério de ferro e contém cerca


de 3,5 a 4,0% de carbono.
O AÇO é uma liga metálica constituída basicamente de ferro e carbono, obtida do
refino do ferro gusa, ou seja, da diminuição dos teores de carbono, silício,
manganês, enxofre e fósforo do gusa. Nos aços utilizados na construção civil, o
teor de carbono é da ordem de 0,10 a 0,30%
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

A transformação do minério
de ferro em AÇO é feita
através da execução de 4
ETAPAS:
✓ PREPARAÇÃO: tratamento
das matérias primas;
✓ REDUÇÃO: obtenção do
ferro gusa;
✓ REFINO: obtenção e
melhoramento do aço;
✓ LINGOTAMENTO e
LAMINAÇÃO do aço.

Planta sintética de um usina siderúrgica integrada (SILVA, 2010).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

Na REDUÇÃO, o alto-forno funciona como um reator vertical e um trocador


de calor que trabalha em contracorrente, a carga sólida é posicionada no
topo e o ar aquecido é insuflado próximo à sua base (SILVA, 2010).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

O REFINO acontece na aciaria, onde o ferro-gusa e a sucata ferrosa são


transformados em aço, com o ajuste do teor de carbono, fósforo, manganês
e silício feito através de uma injeção de oxigênio.
O produto ainda sofre um ajuste fino na composição química no
equipamento denominado forno-panela (SILVA, 2010).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

Influência da composição química em algumas propriedades do aço


(SILVA, 2010).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

O carbono nos aços comuns forma carbonetos, como por exemplo, o carboneto de
ferro, chamado de cementita (Fe3C), que é extremamente duro. Por este motivo,
quanto maior for o teor de carbono do aço, maior será a quantidade de carbonetos
presentes e, portanto, mais duro será o aço. A esse aumento de dureza corresponde
uma maior resistência à tração, ou seja, uma resistência mecânica mais elevada. O
aço torna-se, porém, menos dúctil e, por conseguinte, mais difícil de ser conformado,
por exemplo, dobrado, e também menos resistente ao impacto.

Daí a importância da escolha do tipo de aço a empregar para determinada peça


dependendo, pois, do fim a que se destina, ou melhor, da natureza dos esforços a
que ela deve resistir bem.
(Brinck, Fabiana Malta. Efeito da corrosao na integridade estrutural da Ponte Metalica Marechal Hermes.
Ouro Preto: UFOP, 2004.].
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

No LINGOTAMENTO
CONTÍNUO o aço líquido
passa da panela para um
recipiente de distribuição
que o libera para moldes na
forma de placas, blocos e
tarugos, transportados em
uma esteira até a sua
completa solidificação
(SILVA, 2010).

(Fonte: http://usiminas.com/ acesso em 9/7/2016 ).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

Fluxo de produção
integrado do aço.
(ArcelorMittal,
Catálogo de produtos
laminados, edição
2015).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Processo siderúrgico

Aço Representação de uma linha de laminação para produção


Estrutural de perfis estruturais (SILVA, 2010).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

“A Estrutura é o caminho pelo qual as forças da gravidade ou


incidentes sobre a edificação devem transitar até chegar ao seu
destino final, o solo.”
(Lopes, 2006)

MAM, Rio de Janeiro, 1954, projeto de arquitetura de Affonso Eduardo


Reidy e de estrutura de Carmem Portinho.
(Fonte: Lopes, 2006, pg. 37)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

No dimensionamento de estruturas utilizam-se modelos teóricos que substituem


barras por linhas ligadas por vínculos, procurando simular o comportamento real.
Quanto mais próximo da realidade, melhor o desempenho desse modelo.

(Fonte: DIAS, 2006).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Passarelas de pedestres localizadas no Canal da Maternidade, na cidade de Rio Branco/AC,


com modelo estrutural estaiado e de viga simples.
(Fonte: Autor, 2016)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Modelo 1
Estrutura Estaiada
(462 kg)

Modelo 2
Viga Simples
(825 kg)

Modelos estruturais das passarelas do Canal da Maternidade com pórtico


estaiado e viga simples, em Rio Branco/AC, utilizando o sistema TRAME 5.1
(Fonte: Autor, maio, 2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Modelo de edifício
baixo tipo galpão
industrial
(Fonte: FAKURY, 2016).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

✓ PÓRTICOS INDESLOCÁVEIS (a)


São pórticos em que o deslocamento de todos os nós depende apenas da
deformação axial de barras;

✓ PÓRTICOS DESLOCÁVEIS (b)


São pórticos em que o deslocamento de pelo menos um dos seus nós
depende da deformação por flexão de pilares.

Projeto Mola

(Fonte: SILVA, 2010).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício com paredes e aberturas nas fachadas com estabilidade vertical obtida
através de pórticos deslocáveis com ligações rígidas.
(Fonte: DIAS, 2006).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício com pórticos indeslocáveis com estabilidade vertical obtida


através de travamentos em X.
(Fonte: DIAS, 2006).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Os pórticos deslocáveis tendem a ser menos econômicos, devido às ligações rígidas


necessárias e a necessidade de uma inércia maior dos pilares para limitar os deslocamentos.
Porém, pórticos indeslocáveis exigem maiores adequações da solução arquitetônica, por
causa da necessidade das barras de travamento.

(Fonte: http://www.archdaily.com/ acesso em 4/8/2014).


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
Há várias formas de se conceber soluções para um problema estrutural, sendo
possível combinar elementos capazes de resistir simultaneamente solicitações axiais,
de flexão e de força cortante, ligando rigidamente pilares e vigas, criando uma
estrutura hiperestática em pórticos com ligações rígidas:
✓ As ligações deverão ter alto grau de vinculação;
✓ Interação entre força normal e momento fletor;
✓ Deformabilidade global da estrutura depende da rigidez dos pilares.

(Fonte: SILVA, 2010)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
É possível também conceber uma estrutura capaz de resistir aos efeitos das cargas
verticais e horizontais, estudando uma distribuição de rótulas entre os vários
elementos.
As vigas horizontais serão fletidas, os pilares simplesmente comprimidos e as ligações
rotuladas deverão resistir a esforços cortantes.
Para resistir às ações horizontais, será associada uma estrutura vertical rígida e
engastada que transfira os seus efeitos às fundações.

(Fonte: SILVA, 2010)

(Fonte: Manual brasileiro, 1989)


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
Em uma estrutura existem conjuntos que, por possuírem uma maior rigidez, resistem às ações
horizontais atuantes na edificação. São denominadas subestruturas de contraventamento e podem ser
pórticos cuja estabilidade é assegurada pela rigidez à flexão das barras e pela capacidade de transmissão
de momentos das ligações, núcleos rígidos de concreto ou sistemas em forma de treliça.

Arranjos de subestruturas de contraventamento.


(Fonte: FAKURY, 2016).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

6mm

Pórtico com ligações rígidas e elementos capazes de resistir simultaneamente


solicitações axiais, de flexão e de força cortante.
(Fonte: FTOOL Versão Educacional 3.0, 2012)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

3mm

Elementos isostáticos obtidos com distribuição de rótulas e ligações flexíveis simples


associado a uma peça rígida de concreto armado engastada nas fundações.
(Fonte: FTOOL Versão Educacional 3.0, 2012)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
1mm

Elementos isostáticos obtidos com distribuição de rótulas e ligações


flexíveis simples associado a um sistema de contraventamento metálico.
(Fonte: FTOOL Versão Educacional 3.0, 2012 – Hotel Iguatemi, Salvador/BA, julho/2019)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício Shopping Volta Redonda, Volta Redonda/RJ


(Fonte: Dias, 1993)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Estrutura com pórticos articulados contraventados por pórticos rígidos no núcleo central e
com lajes de concreto armado colaborantes.
(Fonte: DIAS, 2006).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Estrutura com pórticos articulados contraventados por barras diagonais posicionadas no


núcleo central e com lajes de concreto armado colaborantes.
(Fonte: DIAS, 2006).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Estrutura com pórticos articulados contraventados por barras diagonais posicionadas


nas fachadas e com lajes de concreto armado colaborantes.
(Fonte: DIAS, 2006).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício Saraiva Marinho, Belo Horizonte/MG


(Fonte: Dias, 1993)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Centro Cultural Itaú, São Paulo/SP


(Fonte: Autor, 2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício da Federação do Comércio do Estado da Bahia, Salvador/BA.


(Fonte: Autor, 27/9/2014)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Edifício Casa do Comércio, Salvador/BA


(Fonte: Dias, 1993)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
O projeto deve considerar os efeitos que influenciam na estabilidade da estrutura, como as imperfeições
de materiais (1), plasticidade e tensões residuais, as imperfeições geométricas (2), de fabricação e
montagem, e os efeitos de segunda ordem global P-Δ e local N-δ (3).

Ilustração dos efeitos de 2ª


ordem globais e locais.
(Fonte: Souza, 2018)

A classificação das estruturas quanto a sua deslocabilidade é um parâmetro que indica a influência dos
efeitos de segunda ordem na análise da estabilidade e pode ser avaliado pela razão entre os
deslocamentos de segunda e primeira ordem (u2/u1).
De acordo com a ABNT NBR 8800:2008, quando a razão entre os deslocamentos de segunda e primeira
ordem, definidos por u2/u1, for igual ou inferior a 1,10, diz-se que a estrutura é de pequena
deslocabilidade. Para valores de u2/u1 entre 1,10 e 1,40, classifica-se como media deslocabilidade.
Finalmente, para valores acima de 1,40, a estrutura e de grande deslocabilidade.
A classificação da estrutura deve ser obtida pras as combinações últimas de ações, considerando os
deslocamentos horizontais provenientes das forças horizontais no mesmo sentido daqueles oriundos das
forças gravitacionais.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

A relação entre os deslocamentos em 2ª ordem e os deslocamentos em 1ª ordem pode ser determinada


de maneira aproximada pelo parâmetro B2, conforme definido na ABNT NBR 8800:2008, a ser calculado
para cada um dos andares da estrutura.

Expressão de cálculo do parâmetro B2.


(Fonte: Autor, 2019)

Em que: ΣPsd – Somatório da força normal de cálculo nos pilares do andar considerado; ΣHsd – Força
cortante no andar considerado produzida pelas forças horizontais de cálculo; Δh – Deslocamento relativo
entre os níveis superior e inferior de cada andar obtido em análise de 1ª ordem; h – Altura do pavimento;
Rs – Coeficiente de ajuste que vale 0,85 para estruturas aporticadas, em que a estabilidade dependa
somente da rigidez de seus elementos, e 1,00 para casos em que haja subestruturas de contraventamento.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
(1) As barras de aço que compõem a estrutura sofrem plastificações parciais, aumentadas pelo efeito de
tensões residuais, definidas como imperfeições iniciais do material originadas dos processos de
obtenção dos perfis metálicos e deve ser levado em conta na análise estrutural.
Um procedimento simplificado para tal consiste em efetuar a análise reduzindo a rigidez à flexão e a
rigidez axial de todas as barras para 80% dos valores originais. Assim, no caso das barras de aço, basta
que elas sejam consideradas com um módulo de elasticidade reduzido:
𝐸𝑎,𝑟𝑒𝑑 = 80% × 𝐸𝑎 = 80% × 200.000 𝑀𝑃𝑎 = 160.000 𝑀𝑃𝑎

(2) O efeito das imperfeições iniciais geométricas deve fazer parte da análise estrutural e, para isso,
adota-se um deslocamento horizontal relativo entre pavimentos de h/333, onde h é a altura do andar
verificado, equivalente à introdução de uma força horizontal fictícia, denominada força nocional (Fnd),
igual a 0,3% das cargas gravitacionais de cálculo totais aplicadas no próprio andar.

(3) A análise estrutural de segunda ordem pode ser feita por qualquer método que considere os efeitos
global P-Δ e local N-δ. A ABNT NBR 8800:2008 fornece uma metodologia simplificada, denominada
MAES - Método da Amplificação dos Esforços Solicitantes, a partir de análises de primeira ordem e do
uso de coeficientes de amplificação. Neste caso, para o dimensionamento dos elementos comprimidos,
o comprimento efetivo de flambagem é o próprio comprimento teórico deste elemento, ou seja, com
essa análise o coeficiente de flambagem igual a 1 em todas as situações.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço
O MAES é um método aproximado que utiliza
coeficientes de majoração de esforços solicitantes de
1ª ordem, denominados: B1, que considera a
influência da não linearidade geométrica local (efeito
N-δ) , e B2 que determina a não linearidade
geométrica global (efeito P-Δ).

Para analisar uma estrutura utilizando o MAES é


necessário dividi-la em 2 subestruturas: uma
denominada nt (no translation) e a segunda definida
como lt (lateral translation).

Divisão da estrutura pelo método MAES


(Fonte: Ferreira, 2018, pág.117).
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

Aspectos da ABNT NBR 8800:2008 sobre análise estrutural.


Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço

✓ Segundo o item 4.9.1 da ABNT


NBR8800:2008, o objetivo da
análise estrutural é determinar os
efeitos das ações na estrutura,
visando efetuar verificações de
estados Limites Últimos e de
Serviços.
✓ Deve ser feita com um modelo
realista que permita representar a
resposta da estrutura e dos
materiais estruturais, levando-se
em conta as deformações
causadas pelos esforços
solicitantes.
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço - Atividade 1

Detalhe da edificação do TCU de Maceió/AL.


(Fonte: Dias, LUÍS ANDRADE DE MATTOS, Aço e Arquitetura,
São Paulo: Ziguarate, 2001)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço - Atividade 1
O edifício sede do Tribunal de Contas da União em Maceió/AL, projeto do arquiteto João Filgueiras Lima (Lelé),
construído em 1997, está implantado na orla marítima da cidade com frente para a Avenida Assis Chateaubriand.
A estrutura da edificação principal é constituída por 2 (duas) vigas treliçadas afastadas 12,5m, dispostas ao longo das
fachadas longitudinais, com 45,0m de comprimento e 3,0m de altura entre os eixos, formando o pé-direito do prédio.
Possuem balanços de 10m nos dois lados e apoiam-se em 4 (quatro) pilares metálicos com 6,0m de altura, distanciados
entre si de 25,0m. Considere a estrutura metálica do prédio fabricada com perfis laminados da Gerdau e aço do tipo
ASTM-A572 Grau 50 (fy=345 MPa e fu=450 MPa) de alta resistência. Monte o modelo estrutural plano da fachada
longitudinal com o uso do Sistema Trame, conforme o pré-dimensionamento proposto.

18x2.500mm = 45.000mm

3.000mm

25.000mm 6.000mm

Detalhe das treliças dispostas nas fachadas longitudinais da edificação do TCU de Maceió/AL.
(Fonte: Dias, LUÍS ANDRADE DE MATTOS, Aço e Arquitetura, São Paulo: Zigurate, 2001)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço - Atividade 1

Detalhe do modelo estrutural proposto.


(Fonte: Autor, SCIA – Engineer, Abril, 2018)
Princípios de Dimensionamento em Estruturas Metálicas
Sistemas estruturais em aço - Atividade 1
Considere para o pré-dimensionamento do modelo estrutural
proposto, os elementos distribuídos em 4 grupos de barras,
0-COLUNAS, 1-BANZOS, 2-MONTANTES e 3-DIAGONAIS, com
as seguintes seções transversais com o uso de aço ASTM A572
Grau 50, 0-W250X62, 1-W200x46,1, 2-W150x29,8 e 3-
W150X29,8.

(Fonte: Sistema Trame, Modelo TCU MACEIO, 2018)