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Compulsão Sexual: Sintomas e Tratamento

A Compulsão Sexual é caracterizada por um alto nível de desejo e atividade sexual que prejudica a vida da pessoa. É classificada como transtorno quando afeta significativamente as atividades diárias e relacionamentos. O tratamento envolve terapia cognitivo-comportamental para controlar impulsos e manter relacionamentos saudáveis, além de antidepressivos que regulam a serotonina.

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Rebeca Ivantes
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Compulsão Sexual: Sintomas e Tratamento

A Compulsão Sexual é caracterizada por um alto nível de desejo e atividade sexual que prejudica a vida da pessoa. É classificada como transtorno quando afeta significativamente as atividades diárias e relacionamentos. O tratamento envolve terapia cognitivo-comportamental para controlar impulsos e manter relacionamentos saudáveis, além de antidepressivos que regulam a serotonina.

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COMPULSÃO SEXUAL 

Apetite sexual excessivo, hipersexualidade, Desejo Sexual Hiperativo (DSH), ou Ninfomania (em


mulheres) e Satiríase (em homens) é um transtorno sexual caracterizado por um nível elevado de
desejo e atividade sexual a ponto de causar prejuízos na vida da pessoa. Trata-se de um tipo de
vício com sintomas compulsivos, obsessivos e impulsivos.
 
Só é classificado como transtorno psicoló gico quando o comportamento e desejo sexual
elevados prejudicam significativamente suas atividades diá rias e relacionamentos afetivos.
Alguns autores classificam a ninfomania e a satiríase como um tipo de compulsã o. Mas atualmente é
melhor classificada como um vício, pois transtornos compulsivos e obsessivos (TOC) estã o
relacionados a atividades desagradá veis a que o indivíduo nã o consegue resistir e parar de pensar.
Já o vício está associado a uma atividade prazerosa e dificuldade em conter impulsos.
 
É possível também que compulsã o sexual e vício sexual sejam tratados como transtornos distintos
de acordo com seus sintomas.
 
Uma pessoa considerada ninfomaníaca pode nã o conseguir satisfazer seus desejos sexuais e por
isso sentir a necessidade de ter vá rios atos sexuais seguidos na tentativa de alcançar um orgasmo. O
ato sexual pode ser seguido por culpa e arrependimento, o que nã o impede novos impulsos para
outro ato, assim como nas compulsõ es alimentares.
 
Segundo Coleman (1992) existem cinco tipos de Transtorno Sexual Hiperativo:
 Sexo compulsivo e mú ltiplos parceiros;
 Fixaçã o compulsiva na obtençã o de um parceiro inatingível;
 Masturbaçã o compulsiva, mesmo sem vontade ou com dor;
 Compulsã o por mú ltiplos relacionamentos afetivos ou;
 Sexo compulsivo com um ú nico parceiro.
 
O abuso de pornografia virtual, sexo por telefone e formas anô nimas de sexo também podem ser
usados para classificar subtipos de hipersexualidade. O abuso de objetos sexuais a ponto de causar
lesõ es repetidas vezes também pode ser classificado como uma adicçã o sexual.

A Compulsã o Sexual é um dos sintomas da fase maníaca do distú rbio bipolar. Nesta fase, o
pensamento acelerado, delírio de grandiosidade, impulsividade e euforia podem gerar um grande
aumento no nú mero de relaçõ es sexuais, frequentemente sem preservativo e com mú ltiplos
parceiros. Semanas depois na fase depressiva é comum que o paciente se arrependa e sinta
vergonha e culpa por seus excessos e irresponsabilidade. 
Doença de Pick, lesõ es cerebrais, sífilis e demências também podem causar um aumento na
sexualidade, impulsividade e obsessã o sexual além de outros comportamentos socialmente
inadequados similares.
Está fortemente associado com outras adicçõ es como alcoolismo, drogadicçã o, jogo
patoló gico e compulsã o alimentar. Também pode estar associado a transtornos de
ansiedade, distú rbios do humor, transtorno de personalidade ou a outra disfunçã o sexual. Nã o deve
ser classificada quando a hipersexualidade for causada por drogas (como metanfetaminas) ou
medicamentos.
 
O tratamento é a terapia cognitivo-comportamental e ensina o paciente a controlar seus impulsos e
a manter relacionamentos sexualmente saudá veis e satisfató rios nã o necessariamente diminuindo
a frequência sexual (por exemplo pode focalizar em ensinar a pessoa a restringir seu nú mero de
parceiros sexuais, melhorar a qualidade do ato e sempre usar preservativos). Pode também ser
voltada para o desenvolvimento de habilidades para lidar melhor com a ansiedade, desconforto e
carência afetiva ou de assertividade (saber dizer "nã o" gentilmente).

Antidepressivos que regulam a serotonina (ISRS) podem ajudar a diminuir a libido, a ansiedade, os


pensamentos obsessivos e aumentar o autocontrole e bom humor. Psicoterapia de casal e
psicoterapia de grupo especialmente voltada para adicçã o sexual também tem demonstrado bons
resultados

COMPULSÃO SEXUAL 
Apetite  sexual  excessivo, hipersexualidade, Desejo  Sexual  Hiperativo (DSH),  ou Ninfomania (em
mulheres

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