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EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO

TRIBUNAL FEDERAL

O partido político KKK, com representação em uma das casas do Congresso Nacional,
entidade política com registro definitivo vem por seu por seu advogado infra-assinado,
conforme procuração anexa, com escritório…, endereço..., onde recebe notificações e
intimações, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência propor Ação Direta de
Inconstitucionalidade, que com fundamento no Art. 102, I, alínea a, da CRFB/88 e Art.
1º da lei 9868/99, nos termos que segue.

I – DO OBJETO DA AÇÃO

Tendo em vista que a competência do órgão competente foi devidamente respeitada,


pois, de fato é de competência do Supremo Tribunal Federal, o processamento e
julgamento das ações que tratem de leis ou atos normativos que vão contra as leis
constitucionais do país. O Decreto nº 5555, feito pela autoridade, o Presidente da
República, traz divergência com a Constituição da República Federativa do Brasil de
1988, em relação à adequação a Ação Direta de Inconstitucionalidade

II – DOS FATOS
O Governador do Estado Quarentena sancionou a Lei 1234/2019, que assim dispõe: “Os
postes de sustentação à rede elétrica que estejam causando transtornos ou impedimentos
aos proprietários e aos compromissários compradores de terrenos, serão removidos, sem
qualquer ônus para os interessados, desde que não tenham sofrido remoção anterior”. O
partido político KKK, com representação em 1 das casas do Congresso Nacional, por
meio do seu Diretório Nacional, pretende questionar a qualidade da referida lei, pois
afirma que a mesma violou dispositivos constitucionais, tais como: artigos 21, XVII, b;
22, IV e 175.
III – LEGITIMIDADE ATIVA
Conforme o Art. 103, VIII, da CFRB/88. O Partido Político KKK possui legitimidade
para propor a ADI,

IV – LEGITIMIDADE PASSIVA
Cabe ao Presidente da República uma vez que o mesmo sancionou a Lei no exercício de
sua competência privativa.

V - ÓRGÃO COMPETENTE

Por se tratar de um ato normativo que está em divergência com a Constituição Federal
de 1988, uma vez que a educação tem competência para legislar e formas de alcance –
ADI.

A competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal, de acordo com o art. 102, II, a
CRFB/88.

VI – DOS FUNDAMENTOS

Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) é a ação que tem por finalidade declarar
que uma lei ou parte dela é inconstitucional, ou seja, contraria a Constituição Federal. A
ADI é um dos instrumentos daquilo que os juristas chamam de “controle concentrado de
constitucionalidade das leis”. Em outras palavras, é a contestação direta da própria
norma em tese. Baseada no art. 102, Inciso I, alínea a, da CFRB/88, onde constitui
norma de eficácia plena.

Partidos políticos com representação no Congresso Nacional tem o direito de propor


ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade, segundo
art. 103, VIII da CF,
Assim que comprovada a violação de dispositivos constitucionais presentes na Lei
1234/2010 nos artigos 21, XVII,b; 22, IV e 175 ela é legitimada.
VII – DOS PEDIDOS

Assim, diante do exposto, requer:

a) A procedência da presente ação;


b) A concessão da tutela de urgência, consoante os ditames do art. 10 da Lei
9868/99;
c) A notificação da Autoridade, qual seja o Presidente da República;
d) A citação do Advogado Geral da União para manifestação em 15 dias;
e) A citação do Procurador Geral da República para se manifestar no prazo legal;
f) A declaração de inconstitucionalidade do referido Decreto presidencial;
g) A junta de documentos.

Dá-se o valor da causa, de acordo com o art. 319 do CPC


Termos em que, pede deferimento.

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