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Asme - b - 31-8 - portugues

Engenharia Mecânica
Universidade de Mogi Das Cruzes (UMC)
271 pag.

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ASME B31.8 – Edição de 1995

SISTEMAS DE TUBULAÇÃO PARA TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS

CÓDIGO ASME PARA TUBULAÇÃO SOB PRESSÃO. B31

UM PADRÃO NACIONAL AMERICANO

Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos


345 East Street, New York, N.Y 10017

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Data de Emissão: 07 de dezembro de 1995

A edição de 1995 deste Código está sendo emitida com um serviço de


atualização automático que inclui Adendos, Interpretações e Casos. A próxima Edição
está programada para publicação em 1998.
A utilização de um Adendo permite que revisões feitas em resposta a
comentários de revisão pública ou ações de Comitês sejam publicados regularmente;
as revisões publicadas através de Adendo entrarão em vigor 6 meses após a data de
publicação do Adendo.
A ASME emite respostas escritas a perguntas relativas a interpretações de
aspectos técnicos do Código. Tais interpretações não fazem parte do código nem do
Adendo e são publicadas em um suplemento separado.
Periodicamente certas ações do Comitê ASME B31 serão publicadas em forma
de Casos. Embora esses Casos não constituam uma revisão formal do Código, podem
ser utilizados nas especificações, ou de outro modo, como representação de opiniões
consideradas pelo Comitê. Os Casos não fazem parte do Código ou do Adendo e são
publicados em um suplemento separado.

ASME é marca registrada da American Society of Mechanical Engineers (Sociedade


Americana de Engenheiros Mecânicos)

Este Código foi elaborado sob procedimentos aprovados por atender aos
critérios para Padrões Nacionais Americanos. O Comitê de Consenso que aprovou o
código ou padrão era equilibrado para assegurar que indivíduos de interesses
relacionados e competentes tivessem a oportunidade de participar. O código ou padrão
proposto foi colocado à disposição para revisão e comentário públicos, o que
proporciona uma oportunidade para contribuições públicas adicionais por parte da
indústria, academias, agências normativas e o público em geral.
A ASME não “aprova”, “avalia”, ou “endossa” qualquer item, construção,
dispositivo proprietário ou atividade.
A ASME não assume qualquer posição com respeito à validade de qualquer direito de
patente declarado associado à quaisquer itens mencionados neste documento e não se
incumbe de assegurar a qualquer pessoa que utilize o padrão contra a
responsabilidade por infração de qualquer carta patente aplicável, nem assume tal
responsabilidade. Usuários de um código ou padrão são expressamente avisados de
que a determinação da validade de qualquer direito de patente e o risco de infração de
tais direitos é inteiramente de sua própria responsabilidade.
A participação de algum representante(s) de agências federais ou de alguma
pessoa filiada(s) à indústria não deve ser interpretada como endosso do governo ou
indústria dentro deste código ou padrão.
A ASME aceita a responsabilidade apenas para aquelas interpretações emitidas
de acordo com os procedimentos e políticas administrativas da ASME que
impossibilitem a publicação de interpretações por indivíduos voluntários.
Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida de maneira alguma, em
sistema eletrônico ou qualquer outro meio, sem prévia autorização escrita do editor.

Copyright © 1995 by

THE AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGINEERS


Todos os Direitos Reservados

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PREFÁCIO

A necessidade de um código nacional para tubulações sob pressão tornou-se


cada vez mais evidente de 1915 a 1925. Para atender a esta necessidade, o Comitê
Americano de Padrões de Engenharia (posteriormente chamado de Associação
Americana de Padrões, agora o Instituto Nacional Americano de Padrões) iniciou o
Projeto B31 em março de 1926 por solicitação da Sociedade Americana de
Engenheiros Mecânicos e com esta Sociedade como único patrocinador. Após vários
anos de trabalho do Comitê Seccional B31 e seus subcomitês, foi publicada em 1935 a
primeira Edição como um Código Padrão Experimental Americano para Tubulações sob
pressão.
Uma revisão do padrão experimental original iniciou-se em 1937. Vários anos de
esforços foram necessários para assegurar a uniformidade entre as seções e para
eliminação de solicitações divergentes e discrepâncias, bem como para acompanhar o
desenvolvimento atual nas técnicas de soldagem, cálculo de tensão e incluindo
referências aos novos padrões dimensionais e materiais. Durante este período, uma
nova seção foi acrescentada sobre tubulação de refrigeração, preparada em
cooperação com a Sociedade Americana de Engenheiros de Refrigeração e
complementando o Código Americano Padrão para Refrigeração Mecânica. Este
trabalho culminou no Código Americano Padrão para Tubulação sob Pressão de 1942.
Os suplementos 1 e 2 do Código de 1942 que surgiram em 1944 e 1947,
respectivamente, introduziram novos padrões dimensionais e de materiais, uma nova
fórmula para espessura da parede do tubo e exigências mais completas para
instrumentos e controles de tubulação. Logo após a emissão do Código de 1942, foram
estabelecidos procedimentos para tratamento de questões requerendo explicação ou
interpretação das exigências do Código e para a publicação de tais perguntas e
respostas na revista Mechanical Engineering para informar a todos os envolvidos. Em
1948, o aumento contínuo do rigor das condições de serviço, junto ao desenvolvimento
simultâneo de novos materiais e projetos capazes de alcançar estas altas exigências,
apontaram para a necessidade de alterações mais extensas no Código que pudessem
ser fornecidas a partir de suplementos únicos. A decisão foi alcançada pela Associação
Americana de Padrões e o patrocinador para reorganizar o comitê seccional e seus
vários subcomitês e para convidar as várias corporações interessadas em confirmar
seus representantes ou designar novos.
Devido ao amplo campo envolvido, cerca de 30 a 40 diferentes sociedades de
engenharia, agências governamentais, associações de comércio, institutos e
organizações semelhantes tiveram um ou mais representantes no comitê seccional,
mais alguns “membros em geral” para representar interesses gerais. As atividades do
Código foram subdivididas de acordo com o propósito das várias seções. A direção
geral das atividades do Código permaneceram com os oficiais do Comitê de Padrões e
um comitê executivo, associação que consistia principalmente dos oficiais do Comitê de
Padrões e dos dirigentes de seção.
Após sua reorganização em 1948, o Comitê de Padrões B31 fez uma intensa
revisão do Código 1942 que resultou em:
(a) revisão geral e extensão das exigências para ajustar-se às práticas dos
dias atuais;
(b) revisão das referências a padrões dimensionais e especificações de
materiais existentes e a introdução de referências aos novos; e
(c) esclarecimento de exigências ambíguas ou conflitantes.

Uma revisão foi preparada e apresentada para votação do Comitê de Padrões


B31. Seguindo a aprovação por este corpo, o projeto foi a seguir aprovado pela

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organização patrocinadora e pela Associação Americana de Padrões. Este foi
finalmente designado como um padrão americano em fevereiro de 1951, com a
designação B31.1-1951.
O Comitê de Padrões B31 em sua reunião anual de 29 de novembro de 1951
autorizou a publicação separada da seção do código para tubulação sob pressão que
trata de sistemas de tubulação de transmissão e distribuição de gás, a ser
complementada com as partes aplicáveis da Seção 2, Sistemas de Tubulação de Gás
e Ar, Seção 6, Detalhes de Fabricação e Seção 7, Materiais - Suas Especificações e
Identificação. O propósito foi fornecer um documento integrado para tubulação de
transmissão e distribuição de gás que não exigisse referência cruzada para outras
seções do Código.
A primeira edição deste documento integrado, conhecido como Código
Americano Padrão para Tubulação sob pressão, Seção 8, Sistemas de Tubulação de
Transmissão e Distribuição de Gás, foi publicada em 1952 e consistida quase
totalmente do material tomado das Seções 2, 6 e 7 da Edição de 1951 do Código de
Tubulação sob pressão.
Um novo comitê de seção foi organizado em 1952 para ampliar a Seção 8 como
fosse necessário, sob o aspecto dos materiais e métodos de construção e operação
modernos.
Após uma revisão por parte do Comitês Executivo e de Padrões B31 em 1955,
foi tomada uma decisão para desenvolver e publicar seções industriais como
documentos separados do Código do Padrão Americano Código B31 para Tubulação
sob pressão. A Edição 1955 constituiu uma revisão geral da Edição 1952 com um
escopo significativamente expandido. Experiências adicionais na aplicação do Código
resultaram em revisões em 1958, 1963, 1966, 1967, 1968, 1969, 1975 e 1982.
Em Dezembro de 1978, o Comitê B31 do Padrão Nacional Americano foi
reorganizado como o Código ASME para Tubulação sob pressão, Comitê B31. A
designação do código também foi alterada para ANSI/ASME B31.
A Edição 1989 do Código foi uma compilação da Edição 1986 e o adendo
subsequente emitido à Edição 1986.
A Edição 1992 do Código foi uma compilação da Edição 1989 e os três adendos
subsequentes e duas Erratas especiais emitidas à Edição 1986.
A Edição 1995 do Código foi uma compilação da Edição 1992 e os três adendos
subsequentes emitidos à Edição 1992.

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CÓDIGO ASME PARA TUBULAÇÃO SOB PRESSÃO, B31

DIRETORES

L. E. Hayden, Jr. Diretor


D. R. Frikken Vice-Diretor
J. Yarmush Secretário

EQUIPE DO COMITÊ

P. A. Bourquin, Pleasantville, New York


J. D. Byers, Mobil Research & Development, Princeton, New Jersey
L. F. Clynch, CONOCO, Ponca City, Oklahoma
D. M. Fischer, Sargent & Lundy, Naperville, Illinois
P. D. Flenner, Consumers Power Co., Covert, Michigan
D. R. Frikken, Monsanto Co., St. Louis, Mossouri
P. H. Gardner, Wilmington, Delaware
R. W. Haupt, Pressure Piping Engineering Associates Inc., Foster City, California
L. E. Hayden Jr., Victaulic Company of America, Easton, Pennsylvania
H. R. Hoffmann, Federal Energy Regulatory Commission, Washington, District of
Columbia
B. P. Holbrook, Riley Stoker Corp., Worcester, Massachusetts
G. A. Jolly, Henry Vogt Machine Co., Louisville, Kentuchy
K. Kaye, Ministry of Municipal Affairs, Vancouver, British Columbia, Canada
W. B. MacGehee, Houston, Texas
E. Michalopoulos, Hardford Steam Boiler Inspection and insurance Co., Hardford
Connecticut
A. P. Povilonis, ABB Combustion Engineering Inc., Windsor, Connecticut
W. V. Spohn, III, Colojon Spohn Corp., Cleveland, Ohio
L. G. Vettor, Sargent & Lundy Engineers, Chicago, Illinois

B31.8 SISTEMAS DE TUBULAÇÃO PARA TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE


GÁS
COMITÊ DE SEÇÃO

W. B. MacGehere, Chairman, Houston, Texas


N. P. Lane, Secretary, ASME, New York, New York
R. J. T. Appleby, Exxon Production Rsch. Co., Houston, Texas
R. C. Becken, Pacific Gas & Elec. Co., Walnut Creek, California
C. Boshuizen, T. D. Wiliamson Inc., Tulsa, Oklahoma
L. E. Brooks, Delta Gulf Corp., Shreveport, Lousiana
F. E. Buck, Grove Valve & Regulator Co., Oakand, California
J. S. Chin, ANR Pipeline Co., Detroit, Michigan
P. J. Cory, Laurel, Delaware
R. L. Dean, ConReg Associates, Bellaire, Texas
A. J. Del Buono, Friendswood, Texas
J. J. Fallon, Jr., Public Service Electric and Gas Co., Newark, New Jersey
J. W. Fee, Wilcrest, Inc., Houston, Texas
F. R. Fleet, National Gas Pipeline Company, Lombard, Illinois
G. R. Ford, Transcontinental Gas Pipeline Corp., Houston, Texas
M. A. Francis, LTV Steel Tubular Products Co., Youngstown, Ohio

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E. N. Freeman, T. D. Williamson, Inc., Tulsa, Oklahoma
L. M. Furrow, U. S. Department of Transportation, Washington, District of Columbia
D. T. Hisey, Alyeska Pine Line Service, Anchorage, Alaska
M. D. Huston, Oklahoma Natural Gas Co., Tulsa, Oklahoma
D. L. Johnson, Enron Corp., Houston, Texas
E. A. Jonas, Bethlehem, Pennsylvania
K. B. Kaplan, Brown & Root, Houston, Texas
J. Kelly, Panhandle Eastern Corp., Houston, Texas
G. S. Lomax, Health Consultants, Inc., Houston, Texas
A. I. Macdonald, Upland, California
J. D. MacNorgan, So. California Gas Co., Los Angeles, California
M. J. Machiowicz, Southern California Gas, Los Angeles, California
S. M. Metzger, Stupp Corp., Houston, Texas
R. A. Mueller, Trident NGL Inc., The Woodlands, Texas
A. C. Newsome, Jr., Tenneco Gas, Houston, Texas
D. R. Payne, El Paso Natural Gas Co., El Paso, Texas
W. F. Quin, El Paso Natural Gas Co., El Paso, Texas
S. C. Rapp, Napa Pipe Corp., Napa, California
A. T. Richardson, Tenneco, Houston, Texas
C. G. Roberts, Fluor Daniel Williams Brothers, Anchorage, Alaska
M. J. Rosenfeld, Kiefner & Assoc., Inc., Worthington, Ohio
R. A. Schmidt, Ladish Co., Russellville, Arkansas
A J. Shoup, Sr., Houston, Texas
B. Taksa, Gulf Interstate Eng., Houston, Texas
C. J. Tateosian, Gas System Engineering, Inc., Walnut Crock, California
A. T. Tyler, International Pipeline Engineering, Inc., Houston, Texas
F. R. Volgstadt, Perfection Corp., Madison, Ohio
E. L. Von Rosenberg, Mat’Is. & Welding Tech., Inc., Houston, Texas
D. Wilson, Plano, Texas
R. A. Wolf, Transok Inc., Tulsa, Oklahoma
R. F. Wrenn, Jr., Columbia Gas Transmission Corp., Charleston, West Virginia
C. C. Wright, Jr. Paola, Kansas
D. W. Wright, Sun Pipe Line Co., Tulsa, Oklahoma
D. B. Yardley, Phillips Petroleum Co., Bartlesville, Oklahoma
J. S. Zurcher, Tenneco Gas Transportation Co., Houston, Texas

B31.8 COMITÊ EXECUTIVO

W. B. McGehee, Chairman, Houston, Texas


N. P. Lane, Secretary, ASME, New York, New York
F. R. Floot Natural Gas Pipeline Co., Lombard, Illinois
K. B. Kaplan, Brown & Root, Inc., Houston, Texas
A. T. Richardson, Tenneco, Houston, Texas
A. T. Tyler, International Pipeline Engineering, Inc., Houston, Texas
D. Wilson, Plano, Texas

B31 COMITÊ EXECUTIVO

L. E. Hayden, Jr., Victaulic Company of America, Easton, Pennsylvania


D. R. Frikken, Vice Chair, Monsanto, Co., St. Louis, Missouri

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J. Yarmush, Secretary, ASME, New York, New York
P. D. Flenner, Consumers Power Co., Covert, Michigan
L. G. Vetter, Sargent & Lundy Engineers, Chicago, Illinois

B31 COMITÊ TÉCNICO DE MATERIAIS, FABRICAÇÃO E INSPEÇÃO

P. D. Flenner, Chairman, Consumers Power Co., Covert, Michigan


J. Yarmush, Secretary, ASME, New York, New York
J. A. Cox, Colonial Pipeline Co., Atlanta, Georgia
P. C. DuPernell, Lancaster, New York
D. G. Hopkins, E. I. duPont de Nemours & Co., Wilmington, Delaware
A. D. Nance, A. D. Nance Associates Inc., Evans, Georgia
D. W. Rahoi, CCM 2000, Rockaway, New Jersey
R. I. Seals, Berkeley, California
W. J. Sperko, Sperko Engineering Services Inc., Greensboro, North Carolina
E. F. Summers, Jr., Babcox & Wilcox Construction Inc., Copley, Ohio

B31 COMITÊ TÉCNICO DE PROJETO MECÂNICO

R. W. Haupt, Chairman, Pressure Piping Engineering Associates Inc., Foster City,


California
J. Yarmush, Secretary, ASME, New York, New York
C. Becht IV, Becht Engineering Co., Liberty Corner, New Jersey
J. P. Breen, AEA O’Donnell, Pittsburgh, Pennsylvania
I. Finnie, University of California, Berkeley, California
J. A. Graziano, Tennessee Valley Aythority, Chattanooga, Tennessee
J. D. Hart, SSD Engineering Consultants, Walnut Creek, California
B. P. Holbrook, Riley Stoker Corp., Worcester, Massachusetts
W. J. Koves, UOP Inc. Des Plaines, Illinois
P. L. Lin, Wisconsin Public Service Corp., Kewaunee, Wisconsin
G. Mayers, Naval Surface Wartare Center, Annapolis, Maryland
T. O. McCawley, Charlotte, North Carolina
E. Michalopoulos, Hartford Steam Boiler Inspection and Insurance Co., Hartford
Connecticut
J. C. Minichiello, Vectra, Naperville, Illinois
A. D. Nance, A. D. Nance Associates, Inc., Evans, Georgia
A. W. Paulin, Coade Engineering Services, Houston, Texas
P. S. Rampone, Hart Design Group, Greenville, Rhote Island
R. A. Robleto, Brown & Root Inc., Houston, Texas
E. C. Rodabaugh, Dublin, Ohio
M. J. Hosenfeld, Kiefner & Associates Inc., Worthington, Ohio
H. A. Schmidt, Ladish Co., Russelville, Arkansas
O. N. Truong, M. W. Kellogg Co., Houston, Texas
E. A. Wais, Wais and Associates Inc., Norcross, Georgia
G. E. Woods, Raytheon, Houston, Texas

B31 GRUPO DE CONFERÊNCIA

T. A. Bell, Pipeline Safety Engineer, Utilities Engineer, Olympia, Washington

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J. E. Brennan, Boiler/Piping & Steam Engineers, Columbus, Ohio
W. E. Brown, State of Kansas, Shawnee Mission, Kansas
M. L. Brunton, KPO, Topeka, Kansas
G. Bynog, Texas Department of Labor and Standards, Auston, Texas
R. Coomes, Department of Housing/Boiler Section, Frankfort, Kentucky
Z. C. Cordero, Michigan Department of Labor, Lansing, Michigan
A. W. Diamond, Department of Labour & Manpower, Saint John’s. Newfoundland,
Canada
M. P. Fitzpatrick, Department of Labour & Human Resources, Fredericton, New
Brunswick, Canada
J. W. Greenawalt, Jr., Oklahoma Department of Labor, Oklahoma City, Oklahoma
H. D. Hanrath, Ministry Consumer/Comm Rel. Toronto, Ontario, Canada
C. J. Harvey, Alabama Public Service Commission, Montgomery, Alabama
M. Kotb. Regie du Baltment du Quebec, Montreal, Quebec, Canada
K. T. Lau, Alberta Boiler and Pressure Vessel Safety, Edmonton, Alberta, Canada
J. T. Little, Industrial Commission of Arizona, Phoenix, Arizona
H. G. Marini, New Hampshire Public Utilities Commission, Concord, New Hampshire
I. W. Mault, Manitoba Department of Labour, Winnipeg, Manitoba, Canada
A. W. Meiring, Department of Fire Prevention and Building Safety, Indianapolis, Indiana
J. W. Morvant, State of Louisiana, Baton Rouge, Louisiana
R. F. Mullaney, Boiler and Pressure Vessel Safety Branch, Vancouver, British Columbia,
Canada
W. A. Owen, North Dakota Public Service Commission, Bismarck, North Dakota
W. M. Picardo, Department of Consumer and Regulatory Affairs, Washington, District of
Columbia
P. Sher, Department of Public Utility Control, New Britain, Connecticut
H. E. Shutt, Illinois Commerce Commission, Springfield, Illinois
M. E. Skarda, Department of Labour, Rock, Arkansas
R. L. Smith, University of South Carolina, Columbia, South Carolina
E. L. Sparrow, Roard of Public Utilities, Newark, New Jersey
D. A. Starr, Department of Labor, Lincoln, Nebraska
D. Stursma, Uowa State Department of Commerce, Des Moines, Iowa
R P. Sullivan, National Board of Boiler and Pressure Vessel Inspectors, Columbus, Ohio
J. E. Troppman, Division of Labor/Boiler Inspection, Denver, Colorado
R. W. Vindich, Department of Labor and Industry, Harrisburg, Pensylvania
C. H. Walters, National Board, Cornelius, Oregon
W. A. West, Department of Labour, Charlottetown, Prince Edward Island, Canada
T. F. Wickham, Department of Labor, Providence, Rhode Island
R. A. Yeo, Province of Nova Scotia, Halifax, Nova Scotia, Canada

B31 GRUPO REVISOR DE PARTICIPAÇÃO NACIONAL

Aluminum Association - X. X. Pritsky


American Boiler Manufacturers Association - R. J. Fletcher
American Institute of Chemical Engineers - W. C. Carnell
American Petroleum Institute, Division of Refining - H. M. Howarth
American Pipe Fitting Association - H. Thielsch
American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning Engineers - H. R.
Kornblum
Chemical Manufacturers Association - D. R. Frokken
Compressed Gas Association - M. F. Malchioris

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Copper Development Association - A. Cohen
Ductile Iron Pipe Research Association - T. F. Stroud
Edison Electric Institute - R. L. Williams
International District Heating Association - G. Von Bargen
Manufacturers Standardization Society of the Valve and Fittings Industry - H. A. Schmidt
Mechanical Contractors Association of America - Jack Hansmann
National Association of Plumbing-Heating-Cooling Contractors - R. E. White
National Association of Regulatory Utility Cummissioners - D. W. Snyder
National Fire Protection Association - T. C. Lemoff
National Fluid Power Association - H. G. Anderson
Pipe Fabrication Institute - L. Katz
Slurry Transport Association - P. E. Snoek
Society of Ohio Safety Engineers - J. M. Holleran
Valve Manufacturers Association - R. A. Handschumacher

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ÍNDICE

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 15
2 801 GERAL.................................................................................................................... 18
3 802 ESCOPO E FINALIDADE....................................................................................... 18
4 .............................................................................................................................................
5 803 DEFINIÇÕES DOS SISTEMAS DE TUBULAÇÃO.................................................. 20
6 .............................................................................................................................................
7 .............................................................................................................................................
8 804 DEFINIÇÕES DE COMPONENTES DE SISTEMAS DE TUBULAÇÃO.................. 23
9 805 TERMOS DE PROJETO, FABRICAÇÃO, OPERAÇÃO E TESTE ......................... 28
10 806 UNIDADES E DEFINIÇÕES................................................................................... 31
11 CAPÍTULO I......................................................................................................................... 36
12 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS......................................................................................... 36
13 810 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ........................................................................... 36
14 .............................................................................................................................................
15 811 QUALIFICAÇÃO DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS........................................ 36
16 812 MATERIAIS PARA USO EM CLIMA FRIO.............................................................. 37
17 813 GRAVAÇÃO............................................................................................................ 37
18 814 ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS ...................................................................... 38
19 ............................................................................................................................................ 39
20 815 ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTO ............................................................... 39
21 816 TRANSPORTE DA LINHA DE TUBO..................................................................... 39
22 817 CONDIÇÕES PARA REUTILIZAÇÃO DO TUBO.................................................... 39
23 CAPÍTULO II........................................................................................................................ 43
24 SOLDA................................................................................................................................. 43
25 .............................................................................................................................................
26 820 SOLDAGEM............................................................................................................ 43
27 .............................................................................................................................................
28 821 GERAL.................................................................................................................... 43
29 822 PREPARAÇÃO PARA SOLDAGEM........................................................................ 44
30 823 QUALIFICAÇÃO DE PROCEDIMENTOS E SOLDADORES..................... 44
31 824 PRÉ-AQUECIMENTO............................................................................................. 45
32 825 ALÍVIO DE TENSÃO............................................................................................... 46
33 826 TESTES DE SOLDAGEM E INSPEÇÃO................................................................ 47
34 827 REPARAÇÃO OU REMOÇÃO DE SOLDAS DEFEITUOSAS EM TUBULAÇÃO
PROJETADAS PARA OPERAR A 20% OU MAIS DA TENSÃO DE ESCOAMENTO MÍNIMA
ESPECIFICADA................................................................................................................................ 48
35 CAPÍTULO III....................................................................................................................... 49
36 COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÃO E.......................................................... 49
37 DETALHES DE FABRICAÇÃO............................................................................................ 49
38 .............................................................................................................................................
39 830 Componentes do Sistema de Tubulação e Detalhes de fabricação........................ 49
40 831 COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÃO................................................. 49
41 Tabela 831.42 REFORÇO DE CONEXÕES DE DERIVAÇÕES SOLDADAS,.................... 57
42 EXIGÊNCIAS ESPECIAIS................................................................................................... 57
43 832 DILATAÇÃO E FLEXIBILIDADE ............................................................................. 60
44 833 CÁLCULOS DE TENSÃO COMBINADA ................................................................ 62
45 834 SUPORTES E ANCORAGEM PARA TUBULAÇÃO EXPOSTA ........................ 63
46 835 ANCORAGEM PARA TUBULAÇÃO ENTERRADA ................................................ 64
47 CAPÍTULO IV....................................................................................................................... 65
48 PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTE.................................................................................... 65
49 ........................................................................................................................................... 65
50 ............................................................................................................................................ 65
51 840 PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTE ...................................................................... 65
52 841 TUBO DE AÇO ....................................................................................................... 68
53 842 OUTROS MATERIAIS............................................................................................. 85
54 843 ESTAÇÕES DOS COMPRESSORES..................................................................... 98
55 844 RESERVATÓRIOS DO TIPO TUBO E CILINDRO ....................................................... 103

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56 845 CONTROLE E LIMITAÇÃO DA PRESSÃO DO GÁS.............................................. 105
57 .............................................................................................................................................
58 .............................................................................................................................................
59 846 Válvulas3................................................................................................................. 118
60 847 CAIXAS SUBTERRÂNEAS........................................................................................... 119
61 848 MEDIDORES E REGULADORES DE CONSUMIDORES ..................................... 121
62 849 RAMAIS DE GÁS.................................................................................................... 123
63 CAPÍTULO V........................................................................................................................ 129
64 .............................................................................................................................................
65 .............................................................................................................................................
66 PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO..................................................... 129
67 .............................................................................................................................................
68 850. PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO QUE AFETAM A SEGURANÇA DA
TRANSMISSÃO DE GÁS E INSTALAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO ................................................... 129
69 851 MANUTENÇÃO DE TUBULAÇÕES........................................................................ 132
70 852 MANUTENÇÃO DA TUBULAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ......................................... 138
71 853 MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DIVERSAS.................................................... 143
72 854 CLASSE DE LOCAÇÃO E MODIFICAÇÃO NO NÚMERO DE EDIFICAÇÕES
PROJETADAS PARA OCUPAÇÃO HUMANA.................................................................................. 147
73 855 CONCENTRAÇÕES DE PESSOAS NAS CLASSES DE LOCAÇÃO 1 E 2............ 150
74 856 CONVERSÕES DE SERVIÇO DE TUBULAÇÃO................................................... 151
75 CAPÍTULO VI....................................................................................................................... 153
76 .............................................................................................................................................
77 CONTROLE DE CORROSÃO............................................................................................. 153
78 .............................................................................................................................................
79 860 CONTROLE DE CORROSÃO................................................................................ 153
80 861 ESCOPO....................................................................................................................... 153
81 862 CONTROLE DA CORROSÃO EXTERNA............................................................... 153
82 863 CONTROLE DA CORROSÃO INTERNA ............................................................... 160
83 864 TUBULAÇÕES EM AMBIENTES ÁRTICOS........................................................... 163
84 865 TUBULAÇÕES EM SERVIÇOS A ALTA TEMPERATURA....................................... 165
85 866 CORROSÃO POR TENSÃO E OUTROS FENÔMENOS ...................................... 166
86 867 REGISTROS .......................................................................................................... 166
87 CAPÍTULO VII...................................................................................................................... 168
88 DIVERSOS.......................................................................................................................... 168
89 .............................................................................................................................................
90 870 DIVERSOS................................................................................................................... 168
91 .............................................................................................................................................
92 871 ODORIZAÇÃO ............................................................................................................. 168
93 872 SISTEMAS DE GÁS LIQÜEFEITO DE PETRÓLEO (GLP).................................... 169
94 873 TUBULAÇÕES SOBRE LINHAS DE TRANSMISSÃO ELÉTRICA COM DIREITO DE
PASSAGEM PARTICULARES.......................................................................................................... 169
95 CAPÍTULO VIII..................................................................................................................... 171
96 .............................................................................................................................................
97 TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR........................................................................ 171
98 .............................................................................................................................................
99 .............................................................................................................................................
100 A800 TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR ............................................. 171
101 .............................................................................................................................................
102 A801 INFORMAÇÕES GERAIS....................................................................................... 171
103 A802 INTENÇÕES E ESCOPO........................................................................................... 171
103.1 A802.1 ESCOPO................................................................................................................. 171
104 A803 TERMOS E DEFINIÇÕES PARA TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR........... 171
105 A810 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS............................................................................ 173
106 A811 QUALIFICAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS............................................... 173
107 A812 MARCAÇÃO............................................................................................................... 174
108 A813 ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS........................................................................ 174
108.1 A813.1.................................................................................................................................. 174
108.2 A813.2.................................................................................................................................. 174
109 .............................................................................................................................................
110 .............................................................................................................................................
111 A814 MATERIAIS PARA USO EM CLIMAS FRIOS............................................................. 174

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112 A815 ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS.............................................................. 174
113 A816 TRANSPORTE DO TUBO DA LINHA......................................................................... 174
114 A820 SOLDAGEM DE TUBULAÇÕES EM ALTO MAR....................................................... 175
115 .............................................................................................................................................
116 A821 GERAL....................................................................................................................... 175
116.1 A821.2 Processo de Soldagem............................................................................................ 175
116.2 A821.3 Requisitos................................................................................................................ 175
117 A822 PREPARAÇÃO PARA SOLDAGEM............................................................................ 175
118 A823 QUALIFICAÇÃO DE PROCEDIMENTOS E SOLDADORES..................................... 176
118.1 A823.3 Requisitos para Requalificação de Soldadores....................................................... 176
119 A824 PRÉ-AQUECIMENTO................................................................................................. 176
120 A825 ALÍVIO DE TENSÕES................................................................................................ 176
121 A826 TESTES DE SOLDAGEM E INSPEÇÃO.................................................................... 176
122 A830 COMPONENTES DO SISTEMA E DETALHES DE FABRICAÇÃO............................ 177
123 .............................................................................................................................................
124 .............................................................................................................................................
125 .............................................................................................................................................
126 .............................................................................................................................................
127 A831 COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÕES.................................................. 177
128 A832 EXPANSÃO E FLEXIBILIDADE.............................................................................. 177
129 A834 SUPORTES E ANCORAGEM PARA TUBULAÇÕES EXPOSTAS.......................... 178
130 A835 ANCORAGEM PARA TUBULAÇÕES ENTERRADAS............................................ 178
131 A840 PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTES.................................................................... 178
132 A841 CONSIDERAÇÕES DO PROJETO ........................................................................ 178
133 A842 CONSIDERAÇÕES DE FORÇA............................................................................. 180
134 A842.2 Considerações de Força Durante as Operações.................................................... 181
135 A843 ESTABILIDADE NO SOLO......................................................................... 184
136 .............................................................................................................................................
137 .............................................................................................................................................
138 .............................................................................................................................................
139 .............................................................................................................................................
140 .............................................................................................................................................
141 A844 ESTAÇÕES COMPRESSORAS................................................................ 186
142 A845 CONTROLE E LIMITAÇÃO DA PRESSÃO DE GÁS.............................................. 188
143 A846 VÁLVULAS.............................................................................................................. 188
144 A846 TESTE..................................................................................................................... 189
145 A850 PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO QUE AFETAM A SEGURANÇA
DOS COMPONENTES DE TRANSMISSÃO DE GÁS...................................................................... 190
146 A851 MANUTENÇÃO DA TUBULAÇÃO.......................................................................... 191
147 A853 MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DIVERSAS.................................................... 193
148 A854 CLASSE DE LOCAÇÃO.......................................................................................... 193
149 A856 CONVERSÕES DE SERVIÇO DE TUBULAÇÕES................................................. 194
150 A860 CONTROLE DE CORROSÃO DE TUBULAÇÕES EM ALTO MAR........................ 194
151 A861 CONTROLE DE CORROSÃO - GERAL................................................................. 194
152 A862 CONTROLE DE CORROSÃO EXTERNA............................................................... 194
153 A863 CONTROLE DE CORROSÃO EM INSTALAÇÕES EXISTENTES......................... 196
154 A864 CONTROLE DE CORROSÃO INTERNA................................................................ 197
155 APÊNDICE A....................................................................................................................... 199
156 REFERÊNCIAS1.................................................................................................................. 199
157 APÊNDICE B....................................................................................................................... 202
158 LISTA DE NÚMEROS E ASSUNTOS DAQUELES.............................................................. 202
159 PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES QUE APARECEM........................................................... 202
160 NO APÊNDICE A................................................................................................................. 202
161 APÊNDICE C....................................................................................................................... 207
162 LISTA DE NÚMEROS E ASSUNTOS DOS.......................................................................... 207
163 PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES QUE NÃO APARECEM.................................................. 207
164 NO CÓDIGO OU APÊNDICE A MAS QUE PODEM............................................................ 207
165 TER UTILIDADE INFORMATIVA......................................................................................... 207
166 APÊNDICE D....................................................................................................................... 210
167 APÊNDICE E....................................................................................................................... 213
168 APÊNDICE F....................................................................................................................... 218
169 APÊNDICE G....................................................................................................................... 227

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170 APÊNDICE H....................................................................................................................... 229
170.1 TESTE DE ACHATAMENTO PARA TUBOS........................................................................ 229
171 APÊNDICE I......................................................................................................................... 230
171.1 NOTAS EXPLICATIVAS....................................................................................................... 235
171.2 Geral.................................................................................................................................... 235
171.3 Diâmetros Internos Desiguais.............................................................................................. 235
171.4 Diâmetros Externos Desiguais............................................................................................. 236
171.5 Diâmetros Interno e Externo Desiguais................................................................................ 236
172 APÊNDICE J........................................................................................................................ 243
173 APÊNDICE K....................................................................................................................... 249
173.1 CRITÉRIOS PARA PROTEÇÃO CATÓDICA....................................................................... 249
174 APÊNDICE L........................................................................................................................ 252
175 APÊNDICE M....................................................................................................................... 254
176 APÊNDICE N....................................................................................................................... 267
177 .............................................................................................................................................
178 APÊNDICE O....................................................................................................................... 270

TABELAS

831.42 Reforço de Materiais de derivações soldadas, exigências especiais


2. Expansão térmica de Materiais de Tubulações
841.114A Projeto Básico Fator F
841.114B Fator de Projeto para Construção de Tubos de Aço
841.115A Fator E de Junção Longitudinal
841.116A Fator T de Redução de Temperatura para Tubos de Aço
841.322(f) Requisitos de teste para provar a resistência de tubulações e canalizações
principais para operar em tensão tangencial de 30% ou mais da tensão de
escoamento mínima especificada do tubo
33. Tensão Tangencial Máxima Permitida Durante o Teste
214. Tabela de Seleção de Espessura Padrão para Tubo de Ferro Dúctil
842.32 c) Espessura de Parede e Taxa de Dimensão Padrão para Tubo Termoplástico
842.33 c) Diâmetro e Espessura da Parede para Tubo Plástico Termofixo Reforçado
842.396 c) Valores Nominais para Coeficientes de Expansão Térmica de Materiais de
Tubos Termoplásticos
854.1 c) Classe de Locação
A842.22 Fatores de Projeto para Tubulações em Alto Mar, Tubulações de
Plataformas, e Suspensores de Tubulação

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INTRODUÇÃO

O Código ASME para Tubulação sob Pressão consiste de um número de seções


publicadas individualmente, cada uma é um Padrão Nacional Americano. Daqui em
diante, nesta Introdução e no texto desta Seção do Código B31.8, quando a palavra
“Código” for utilizada sem identificação específica, significa Esta Seção do Código.
O Código determina exigências de engenharia consideradas necessárias para
um projeto e construção segura de tubulação sob pressão. Uma vez que a segurança
é consideração básica, este fator sozinho não irá necessariamente orientar as
especificações finais de qualquer sistema de tubulação. O projetista está ciente que o
Código não é um manual de projeto; ele não elimina a necessidade do projetista ou de
julgamento competente de engenharia.
Na maior extensão possível, as exigências do Código para projeto são afirmadas
nos termos dos princípios básicos de projetos e fórmulas. Estes são fornecidos quando
necessário com exigências específicas para assegurar uma aplicação uniforme dos
princípios e para guiar a seleção e aplicação dos elementos de tubulação. O Código
proíbe projetos e práticas conhecidas como inseguras e contém avisos onde o cuidado,
mas não a proibição, é fundamentado.
Esta Seção do Código inclui:
(a) referências a especificações de materiais aceitáveis e componentes-
padrão, incluindo exigências de propriedades dimensional e mecânica;
(b) exigências para projeto de componentes e conjuntos;
(c) exigências e dados para avaliação e limitação de tensão, reações e
movimentos associados com pressão, alterações de temperatura e outras forças;
(d) diretrizes e limitações na seleção e aplicação de materiais, componentes
e métodos de junção;
(e) exigências para fabricação, montagem e instalação da tubulação;
(f) exigências para verificação, inspeção e teste da tubulação;
(g) procedimentos para operação e manutenção que são essenciais para
segurança pública; e
(h) requisitos para proteção da tubulação contra corrosão externa e interna.
Pretende-se que esta Edição da Seção do Código B31.8 e qualquer adendo
subsequente não seja retroativo. A última Edição e adendo emitido a pelo menos 6
meses antes da data do contrato original para a primeira fase da atividade cobrindo um
sistema de tubulação ou sistemas deve ser o documento diretriz, a menos que um
acordo seja feito especificamente entre as partes contratantes para utilizar outra
edição, ou contexto regulador contendo imposições jurídicas do uso de outra edição ou
diferentes exigências.
Os usuários deste Código são alertados contra a utilização de revisões sem a
certeza que estas sejam aceitas por quaisquer autoridades de jurisdição onde a
tubulação está para ser instalada.
O Código está sob a direção do Comitê ASME B31, Código Para Tubulação Sob
Pressão, o qual está organizado e opera sob procedimentos da Associação Americana
de Engenheiros Mecânicos a qual tem sido certificada pelo Instituto Nacional
Americano de Padrões. O Comitê é uma unidade contínua e mantém todas as Seções
do Código atualizadas com novos desenvolvimentos em materiais, construção e
prática industrial. Os Adendos são emitidos periodicamente. As novas Edições são
publicadas em intervalos de 3 a 5 anos.
Quando nenhuma Seção do Código ASME para Tubulação sob pressão cobrir
especificamente um sistema de tubulação, o usuário tem liberdade de julgamento para
selecionar qualquer Seção determinada que seja genericamente aplicável. No entanto,
é advertido que podem ser necessárias exigências suplementares para a Seção

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escolhida para fornecer um sistema de tubulação seguro para a aplicação pretendida.
Limitações técnicas das várias Seções, exigências legais e possível aplicabilidade de
outros Códigos ou Padrões são alguns fatores a serem considerados pelo usuário na
determinação da aplicabilidade de qualquer Seção deste Código.

Interpretações e Revisões

O Comitê estabeleceu um procedimento ordenado para considerar solicitações


para a interpretação e revisão das exigências do Código. Para receber consideração,
as solicitações devem ser escritas e devem fornecer informações completas (consulte
o Apêndice O que cobre a preparação de solicitações técnicas).
A resposta aprovada para uma solicitação será enviada diretamente ao
solicitante. Em complemento, a pergunta e resposta serão publicadas como parte do
Suplemento de Interpretação para a Seção do Código, emitido juntamente com o
Adendo.
Solicitações para interpretação e sugestões para revisão devem ser
endereçadas para a Secretaria do Comitê ASME B31, aos cuidados da Sociedade
Americana de Engenheiros Mecânicos, Centro de Engenharia Reunido, 345 East 47 th
Street, New York, New York 10017.

Casos

Um Caso é o formulário para resposta a uma solicitação quando o estudo indica


que a redação do Código necessita de esclarecimento ou quando a resposta modifica
as exigências existentes do Código ou concede permissão para usar novos materiais
ou construções alternativas. Casos Propostos são publicados na Mechanical
Engineering para revisão pública. Em complemento, o Caso será publicado como parte
do Suplemento de Interpretação emitido juntamente com o Adendo para a Seção do
Código.
Um Caso é normalmente emitido por um período limitado, após o qual pode ser
renovado, incorporado ao Código, ou deixado expirar se não existir indicação para
necessidade futura das exigências cobertas pelo Caso. No entanto, os dispositivos de
um Caso podem ser utilizados após sua expiração ou retirada, contanto que o Caso
estivesse em vigor na data de contrato original ou foi adotado antes da conclusão do
trabalho; e as partes contratantes concordam com seu uso.
Os materiais são listados na Tabela de Tensão apenas depois de se comprovar
seu uso suficiente em tubulações dentro do escopo do Código. Materiais podem ser
cobertos por um caso. As solicitações para listagem devem incluir provas de utilização
satisfatória e dados específicos para permitir o estabelecimento de níveis admissíveis
de tensão ou pressão, limites de temperatura máxima e mínima e outras restrições.
Critérios complementares podem ser encontrados nas diretrizes para a inclusão de
novos materiais no Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão, Seção II e VIII,
Divisão 1, Apêndice B. (Para desenvolver a utilização e acrescentar experiência, os
materiais não listados devem ser utilizados de acordo com o parágrafo 811.22).

Data de Entrada em Vigor

Esta Edição, ao ser emitida, não contém disposições novas do Código. Esta é uma
compilação dos Adendos da Edição anterior. As datas de entrada em vigor dos

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Adendos para esta Edição podem ser encontradas na página de Direitos Autorais para
cada Adendo.

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REQUISITOS E DEFINIÇÕES GERAIS

801 GERAL

1. Padrões e Especificações

801.11 Os padrões e especificações aprovados para o uso sob o Código e os


nomes e endereços das organizações patrocinadoras, são mostrados nos Apêndices A
e B. Não é considerado viável referir-se à edição específica para cada padrão e
especificação nos parágrafos individuais do Código. Por outro lado, as referências
específicas da edição estão incluídas nos Apêndices A e B, que serão revisados em
intervalos conforme necessário.

801.12 Uso de Padrões e Especificações Incorporadas Por Referência.


Alguns padrões e especificações citadas nos Apêndices A e B são complementados por
exigências específicas em outro lugar neste Código. Os usuários deste Código são
advertidos contra a tentativa de aplicação direta de qualquer um destes padrões sem
observar cuidadosamente a referência do Código para aquele padrão.

801.2 Dimensões-Padrão

Recomenda-se enfaticamente observar as dimensões do Padrão Nacional


Americano sempre que for viável. No entanto, não serão obrigatórios parágrafos ou
notas especificando este ou outros padrões dimensionais neste Código, contanto que
sejam substituídos por outros projetos com, pelo menos, resistência e firmeza iguais,
capazes de resistir aos mesmos requisitos dos testes.

801.3 Conversão para o S.I. (Métrico)

Para fatores usados na conversão de unidades inglesas para unidades S.I., consulte o
Apêndice J.

802 ESCOPO E FINALIDADE

802.1 Escopo

802.11 Este Código abrange o projeto, fabricação, instalação, inspeção, teste e


aspectos de segurança para operação e manutenção dos sistemas de transmissão e
distribuição de gás, incluindo tubulações de gás, estações de compressão de gás,
estações de medição e regulagem de gás, canalizações principais e ramais de subida
para a saída do conjunto de medição do cliente. Incluem-se dentro do escopo deste
Código as tubulações de transmissão e coleta, incluindo acessórios, aqueles que são
instalados em alto mar para propósito de transporte de gás desde as instalações de
produção para as localizações em terra; equipamento de armazenamento de gás de
tipo tubo fechado, fabricado ou conformado a partir de um tubo ou fabricado a partir de
um tubo e conexões e linhas de armazenamento de gás (veja Figuras I8, I9 e I10).

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802.12 As exigências deste Código também abrangem as condições de uso de
elementos de sistemas de tubulação descritos no parágrafo 802.11, incluindo, mas não
limitado a tubos, válvulas, conexões, flanges, fixações, vedações, registros, vasos de
pressão, liras e válvulas de alívio.

802.13 Este Código não se aplica a:


(a) projeto e manufatura de vasos de pressão cobertos pelo Código BPV 1;
(b) tubulação com temperatura de metal acima de 450ºF ou abaixo de -20ºF
(para baixas temperaturas dentro da faixa coberta por este Código, consulte o
parágrafo 812);
(c) tubulação localizadas depois da saída para o conjunto medidor do cliente
(consulte a ANSI Z223.1 e NFPA 54);
(d) tubulação em refinarias de óleo ou usinas de extração natural de gasolina,
tubulação em usinas de tratamento de gás, outra que não a de canalização principal de
gás da tubulação de fluxo na desidratação e todas as outras usinas de processamento
instaladas como parte de um sistema de transmissão de gás, usinas de manufatura de
gás, usinas industriais ou minas. (veja outras seções aplicáveis para o Código ASME
Para Tubulação sob pressão, B31);
(e) tubulação de respiro para operar em pressões atmosféricas substanciais
para eliminar gases de qualquer tipo;
(f) wellhead, incluindo válvulas de controle, linhas de fluxo entre o wellhead
e o purgador ou separador, tubulação de instalação de plataforma de produção em alto
mar, ou envasando e encanando o gás ou poços de petróleo ou gás(para tubulação de
instalações de produção em plataformas em alto mar, veja API RP 14E);
(g) projeto e manufatura de itens proprietários do equipamento, aparelhos ou
instrumentos;
(h) projeto e manufatura de trocadores de calor (consulte o Padrão TEMA 2
apropriado);
(i) sistemas de tubulação de transporte de petróleo (consulte a ANSI/ASME
B31.4);
(j) sistemas de tubulação de transporte de líquido pastoso (consulte a
ASME/B31.11);
(k) sistemas de tubulação de transporte de bióxido de carbono;
(l) sistemas de tubulação de gás natural liqüefeito (consulte a NFPA 59A e
ASME B31.3).

802.2 Finalidade

802.21 As exigências para este Código são adequadas para segurança


sob condições normalmente encontradas na indústria de gás. As exigências para todas
as condições especiais não podem ser especificamente previstas, nem todos os
detalhes de engenharia e construção prescritos. Portanto, atividades envolvendo o
projeto, construção, operação ou manutenção das tubulações de distribuição ou
transmissão de gás devem ser executadas utilizando pessoal de supervisão com
experiência ou conhecimento para tomar providências adequadas para tais condições
especiais e detalhes específicos de engenharia e construção. Todo o trabalho
1 Referências do Código BPV aqui e em qualquer outro lugar deste Código são para o
Código ASME de Caldeira e Tubo de Pressão.
2 Associação dos Fabricantes de Trocador Tubular, 25 N Broadway, Tarrytown, NY

10591

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executado dentro do escopo deste Código deve coincidir ou exceder os padrões de
segurança aqui expressos ou implícitos.

802.22 Este Código preocupa-se com:


(a) segurança do público em geral;
(b) segurança dos funcionários na medida em que ela é afetada pelo projeto
básico, qualidade dos materiais e execução e exigências para testes, operações e
manutenção das instalações para transmissão e distribuição de gás. Os procedimentos
de segurança industrial existentes pertinentes às áreas de trabalho, dispositivos de
segurança e práticas seguras de trabalho não têm o propósito de ser substituído por
este Código.

802.23 Não se pretende que este Código seja aplicado retroativamente em


instalações existentes no que se refere a projeto, fabricação, instalação e testes
envolvidos no momento da construção. Além disso, não se pretende que este Código
seja aplicado retroativamente para pressões de operação estabelecidas para
instalações existentes, exceto como previsto no Capítulo V.

802.24 As disposições deste Código devem ser aplicáveis para


procedimentos de manutenção e operação de instalações existentes e quando as
instalações existentes forem aperfeiçoadas.

802.25 Qualificação do Pessoal de Execução de Inspeções. Os


indivíduos que executam inspeções devem ser qualificados pelo treinamento ou
experiência, ou ambos, para implementar as exigências e recomendações aplicáveis
deste Código.

803 DEFINIÇÕES DOS SISTEMAS DE TUBULAÇÃO

803.1 Termos Gerais

803.11Gás, como se emprega neste Código, é qualquer gás ou mistura de gases


adequados para combustível doméstico ou industrial e transmitido ou distribuído para o
usuário através de um sistema de tubulação. Os tipos comuns são gás natural, gás
manufaturado e gás liqüefeito de petróleo distribuído como um vapor, com ou sem
mistura de ar.

803.12 Companhia operadora, como se emprega aqui, é o indivíduo, parceria,


corporação, agência pública ou outro órgão que opera as instalações de transmissão
ou distribuição de gás.

803.13 Direito de passagem particular, como se emprega neste Código, são


direitos de passagem não localizados em estradas, ruas ou auto-estradas utilizadas
pelo público ou direitos de passagem de estradas de ferro.

803.14 Invasão paralela, como se emprega neste Código, refere-se àquela


porção da rota da tubulação ou canalização principal que fica dentro ou em direção
geralmente paralela e não necessariamente cruza, o direito de passagem de uma
estrada, rua, auto-estrada, ou estrada de ferro.

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803.15 Derivações rápidas, são MATERIAIS de derivações de tubulação feitas
em tubulações, canalizações principais ou outras instalações operantes enquanto estas
estão em operação. As ligações da tubulação derivada para a linha operante e a
derivação da linha operante são feitas enquanto estão sob pressão do gás.

803.16 Caixa subterrânea, é uma estrutura subterrânea em que se pode entrar, e


que é projetada para conter a tubulação e componentes da tubulação (tais como
válvulas ou reguladores de pressão).

803.2 Sistemas de Tubulação

803.21 Tubulação ou linha de transmissão é um tubo instalado para fins de


transmissão de gás de uma fonte ou fontes de suprimento para um ou mais centros de
distribuição ou para um ou mais clientes de grande volume, ou um tubo instalado para
interligar fontes de suprimento. Em casos típicos, as tubulações diferem das
canalizações principais de gás em que estas operam em pressões mais altas, são mais
longas e têm grandes distâncias entre ligações.

803.22 Sistema de Distribuição

803.221 Sistema de distribuição de baixa pressão é um sistema de


tubulação de distribuição de gás no qual a pressão do gás nas linhas principais e
ramais é substancialmente a mesma que a distribuída para as aplicações do cliente.
Em tal sistema, não é necessário um regulador nos ramais individuais.

803.222 Sistema de distribuição de alta pressão é um sistema de tubulação


de distribuição de gás que opera em pressões maiores que a pressão distribuída no
serviço padrão para o cliente. Em tal sistema, é necessário um regulador em cada
ramal para controlar a pressão entregue ao cliente.

803.23 Canalização principal ou distribuição principal é um tubo instalado em


uma comunidade para transportar gás para ramais individuais ou outras canalizações
principais.

803.24 Ramal de gás é a tubulação instalada entre a canalização principal,


tubulação ou outra fonte de fornecimento e o conjunto medidor (veja parágrafo
802.13(c)).

803.25 Linha de armazenagem de gás é uma tubulação utilizada para transporte


de gás entre uma estação de compressão e um depósito de gás utilizado para
armazenagem de gás subterrânea.

803.26 Sistemas diversos

803.261 Tubulação Instrumental é toda a tubulação, válvulas e acessórios


utilizados para conectar instrumentos à canalização principal, ou outros instrumentos e
aparatos, ou para equipamentos de medição.

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803.262 Tubulação de Controle é toda a tubulação, válvulas e acessórios
utilizados para interligar aparelhos de controle operados por ar, gás ou hidraulicamente
ou instrumentos transmissores e receptores.

803.263 Tubulação de amostra é toda a tubulação, válvulas e acessórios


utilizados para coleta de amostras de gás, vapor, água ou óleo.

803.3 Medidores, Reguladores e Estações de Alívio de Pressão

803.31 Medidores

803.311 Medidor do cliente é um medidor que mede o gás distribuído para


o cliente para consumo no local do cliente.

803.312 Conjunto medidor é a tubulação e acessórios instalados para


conectar a entrada do medidor para o ramal de gás e a saída do medidor para a linha
de combustível do cliente.

803.32 Reguladores

803.321 Regulador de serviço é um regulador instalado no ramal de gás


para controlar a pressão do gás entregue ao cliente.

803.322 Regulador de monitoramento é um regulador de pressão instalado


em série com outro regulador de pressão para o propósito de assumir automaticamente
o controle emergencial do fluxo da estação, caso esta pressão tenda a exceder o
limite máximo.

803.323 Estação reguladora de pressão consiste de equipamento instalado


para o propósito de reduzir e regular automaticamente a pressão do fluxo da tubulação
ou canalização principal a qual este está conectado. Estão inclusos a tubulação e
dispositivos auxiliares tais como válvulas, instrumentos de controle, linhas de controle,
encapsulamentos e equipamento de ventilação.

803.324 Estação de limitação de pressão consiste de equipamento que sob


condições anormais irá atuar para reduzir, restringir ou cortar o suprimento do fluxo de
gás em um sistema a fim de evitar que a pressão do gás exceda um valor
predeterminado. Enquanto prevalecerem as condições de pressão normais, a estação
de limitação de pressão pode exercer algum grau de controle do fluxo do gás ou pode
permanecer em uma posição totalmente aberta. Inclusa na estação, estão a tubulação
e dispositivos auxiliares, tais como válvulas, instrumentos de controle, linhas de
controle, encapsulamentos e equipamento de ventilação instalados de acordo com as
exigências pertinentes deste Código.

803.33 Alívio de Pressão

803.331 Unidade de alívio de pressão consiste em equipamento instalado


para respiro do gás de um sistema sendo protegido a fim de evitar que a pressão do

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gás exceda um limite predeterminado. O gás pode ser ventilado para a atmosfera ou
para um sistema de baixa pressão capaz de absorver seguramente o gás sendo
descarregado. Incluso na unidade estão a tubulação e dispositivos auxiliares, tais como
válvulas, instrumentos de controle, linhas de controle, encapsulamentos e equipamento
de ventilação instalados de acordo com as exigências pertinentes deste Código.

803.4 Válvulas

803.41 Válvula de bloqueio é uma válvula instalada para o propósito de


parada do fluxo de gás em um tubo.

803.42 Válvula de Ramal é uma válvula de bloqueio prontamente operável


e acessível, localizada no ramal à frente do regulador de serviço ou à frente do
medidor, se não há um regulador, para o propósito de interrupção do fornecimento de
gás para a linha de combustível do cliente. Esta válvula também é conhecida como um
interruptor do ramal, uma válvula de ramal ou bloqueio do medidor.

803.43 Válvula de Caixa de Registro é uma válvula de bloqueio instalada


abaixo do nível em um ramal ou próximo à linha proprietária, acessível através de uma
caixa de registro ou tubo de subida e operável por uma chave ou ferramenta removível,
para o propósito de interrupção do fornecimento de gás para um prédio. Esta válvula
também é conhecida como registro de rua ou registro de interrupção.

803.44 Válvula de retenção é uma válvula projetada para permitir o fluxo


em uma direção e fechar automaticamente para evitar o fluxo na direção contrária.

803.5 Armazenamento de Gás

803.51 Reservatório do tipo tubo é qualquer tubo reservatório ou grupo de


tubos reservatórios interligados instalados em uma localização e utilizados para o
propósito único de armazenagem de gás.

803.52 Cilindro, como utilizado neste Código, é uma estrutura hermética


aos gases totalmente fabricada de tubo fundido em peça única, forjado ou terminação
de extremidade torneada e testado nas instalações do fabricante.

803.53 Reservatório tipo cilindro é qualquer cilindro ou grupo de cilindros


interligados instalados em uma localização e utilizadas para o propósito único de
armazenagem de gás.

804 DEFINIÇÕES DE COMPONENTES DE SISTEMAS DE TUBULAÇÃO

804.1 Geral

804.11Termos sobre Plásticos

804.111 Plástico (substantivo) é um material que contém como


ingrediente essencial uma substância orgânica de alto a ultra alto peso molecular, é
solido em seu estado final e em algum estágio de sua manufatura ou processamento

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pode ser moldado por escoamento. Os dois tipos gerais de plástico mencionados neste
Código são o termoplástico e o termofixo.

804.112 Termoplástico é um plástico o qual é capaz de ser


repetidamente amolecido pelo aumento da temperatura e endurecido pela diminuição
da temperatura.

804.113 Plástico termofixo é um plástico que é capaz de ser alterado


em um produto substancialmente não fusível ou insolúvel quando curado sob aplicação
de calor ou meios químicos.

804.12 Ferro dúctil (algumas vezes chamado de ferro nodular) é material


ferroso fundido no qual o grafite livre presente está em uma forma esfeirodal, ao invés
da forma de flocos. As propriedades desejáveis para o ferro dúctil são alcançadas por
meios químicos e um tratamento térmico e uma ferritização da mistura.

804.13 O termo não qualificado ferro fundido deve aplicar-se ao ferro


fundido cinza, o qual é uma mistura de material ferroso na qual a maior parte do
conteúdo de carbono ocorre como carbono livre na forma de flocos dispersos pelo
metal.

804.14 Itens proprietários são itens feitos e comercializados por uma


companhia que tem o direito exclusivo ou restrito para manufaturá-los e vendê-los.

804.15 Reservatório de tubo é uma estrutura hermética, montada numa


oficina ou no campo a partir de tubo e é fechada na extremidade.

804.2 Tubo

804.21 Termos de Tubos e Tubulação

804.211 Tubo é um produto tubular feito como item de produção para


venda como tal. Cilindros formados a partir de placas no curso de fabricação de
equipamentos auxiliares não são definidos aqui como tubo.

804.212 Tubo expandido a frio é um tubo sem costura ou solda o


qual é moldado e então expandido no laminador de tubo enquanto frio, deste modo a
circunferência é permanentemente incrementada por pelo menos 0,50%.

804.22 Termos Dimensionais

804.221 Comprimento é uma parte de tubo no comprimento liberado


pela laminadora. Cada peça é chamada de um comprimento independentemente de
sua dimensão real. Algumas vezes é chamado “junção”, mas “comprimento” é o
preferido.

804.222 Espessura de parede nominal é a espessura da parede


calculada ou utilizada pela equação de projeto no parágrafo 841.11 ou A 842.221 no
Capítulo VIII. Sob este Código o tubo pode ser solicitado para esta espessura de

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parede calculada sem adicionar tolerâncias para compensar a tolerância de
subespessura permitida nas especificações aprovadas.

804.223 NPS (Tamanho Nominal do Tubo) é um designador


adimensional do tubo. Indica o tamanho padrão do tubo quando seguido pelo número
apropriado (por exemplo: NPS 1 ½, NPS 12).

804.23 Propriedades Mecânicas

804.231 Tensão de escoamento é a resistência na qual o material


apresenta uma determinada deformação permanente restrita ou a qual produz um
determinado alongamento total sob carga. A deformação restrita ou alongamento
especificado é normalmente expresso como uma porcentagem do comprimento do
corpo de prova. Seus valores são especificados em várias especificações de material
aceitável sob este Código (psi).

804.232 Resistência à tração é a unidade mais alta de esforço de


tração (relativa à seção transversal inicial) que um material pode sustentar antes de
falhar (psi).

804.233 Tensão de escoamento mínima especificada é a resistência


ao escoamento mínima prescrita pela especificação sob a qual o tubo é comprado do
fabricante (psi), abreviado como SMYS.

804.234 Resistência à tração mínima especificada é a mínima


resistência à tração prescrita pela especificação sob a qual o tubo é comprado do
fabricante (psi).

804.235 Alongamento mínimo especificado é o alongamento mínimo


(expresso em porcentagem do comprimento do corpo de prova) no teste de tensão do
corpo de prova, prescrito pela especificação sob a qual o material é comprado do
fabricante.

804.24 Tubo de Aço

804.241 Aço Carbono³. Por hábito, o aço é considerado aço


carbono quando nenhum conteúdo mínimo é especificado ou exigido para alumínio,
boro, cromo, cobalto, colúmbio, molibdênio, níquel, titânio, tungstênio, vanádio,
zircônio, ou outro elemento adicionado para obter o efeito de liga desejado; quando o
mínimo especificado para cobre não exceda 0,40%; ou quando o conteúdo máximo
especificado para qualquer dos seguintes elementos não exceder as porcentagem
anotadas:

manganês 1.65%
silício 0,60%
cobre 0,60%
³ Do Manual de Produtos de Aço, Seção 6 do Instituto Americano de Ferro e Aço,
Agosto 1952, pp 5 e 6.

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Em todo aço carbono, algumas vezes são encontradas pequenas quantidades
de certos elementos residuais indesejáveis retidos por materiais brutos os quais não
são especificados ou necessários, tais como, cobre, níquel, molibdênio, cromo, etc.
Estes elementos são considerados como incidentais e normalmente não são
determinados ou relacionados.

804.242 Aço Liga 4. Por hábito, o aço é considerado aço liga quando
o teor máximo fornecido de elementos de linha excedem um ou mais dos seguintes
limites:

manganês 1.65%
silício 0,60%
cobre 0,60%

4 Do Manual de Produtos de Aço, Seção 7 do Instituto Americano de Ferro e Aço,


Agosto 1952, pp 6 e 7.

ou na qual uma faixa definida ou uma quantidade mínima definida de qualquer dos
seguintes elementos é especificado ou exigido dentro dos limites reconhecidos do
campo estrutural das ligas de aço:

alumínio níquel
boro titânio
cromo (até 3,99%) tungstênio
cobalto vanádio
colúmbio zircônio
molibdênio

ou qualquer outro elemento de liga adicionado para obter o efeito de liga desejado.
Pequenas quantidades de certos elementos estão inevitavelmente presentes na
liga de aço. Em muitas aplicações, estes não são considerados importantes e não são
especificados ou exigidos. Quando não especificados ou exigidos, eles não devem
exceder as seguintes quantidades:

cobre 0,35%
cromo 0,20%
níquel 0,25%
molibdênio 0,06%

804.243 Processos de Manufatura de Tubos. Os tipos e nomes de


ligações soldadas são aqui utilizados de acordo com seu uso comum como definido no
ANSI/AWS 3.0, ou como especificamente definido a seguir:
(a) Tubo soldado por resistência elétrica é um tubo produzido em
comprimentos individuais ou em comprimentos contínuos de tiras de aço bobinadas e
subseqüentemente cortados em comprimentos individuais, tendo uma junção de topo
longitudinal onde a fusão é produzida pelo aquecimento obtido pela resistência do tubo
ao fluxo de corrente elétrica no circuito o qual o tubo faz parte, e pela aplicação de
pressão. As especificações típicas são:

ASTM A 53
ASTM A 135

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API 5L

(b) Tubo de Junção Soldada no Forno


(1) Solda sino é um tubo de solda no forno produzido em
comprimentos individuais a partir de tiras de aço cortadas no comprimento, tendo sua
junção de topo longitudinal soldada por forja por pressão mecânica desenvolvida no
traçado da tira de aço aquecida no forno através de um molde em formato de cone
(normalmente conhecido como “soldagem de sino”), o qual serve como um molde
combinado de fôrma e solda. As especificações típicas são:

ASTM A 53
API 5L

(2) Solda contínua é um tubo soldado no forno produzido em comprimentos


contínuos de tiras de aço bobinadas e subseqüentemente cortadas em comprimentos
individuais, tendo sua junção de topo longitudinal soldada em forja por pressão
mecânica desenvolvida na rolagem da tira de aço moldada aquecida através de um
conjunto de rolos de solda redondos passantes. As especificações típicas são:

ASTM A 53
API 5L

(c) Tubo soldado por eletrofusão é um tubo contendo uma junção de topo
longitudinal onde a fusão é produzida em um tubo pré-moldado por solda de arco
elétrico manual ou automática. A solda pode ser simples ou dupla e pode ser feita com
ou sem o uso de metal de adição. As especificações típicas são:

ASTM A 134 Solda simples ou dupla é permitida com ou sem o uso


de ASTM A 139 metal de adição.
ASTM A 671 Exige ambas as soldas interna e externa e o uso de
ASTM A 672 de metal de adição.

Tubo de solda espiral é também feito por processo de solda de eletrofusão


também com uma junção de topo, uma junção de sobreposição ou uma junção de
costura de anel (lock-seam). As especificações típicas são:

ASTM A 134
ASTM A 139 Junção de topo
API 5L
ASTM A 211 Junção de topo, de sobreposição ou costura de anel

(d) Tubo soldado por flash elétrico é um tubo contendo uma junção de topo
longitudinal onde a fusão é produzida simultaneamente sobre toda a área das
superfícies adjacentes pelo calor obtido da resistência ao fluxo da corrente elétrica
entre as duas superfícies e substancialmente finalizada pela aplicação de pressão após
o aquecimento. A soldagem a e compressão são acompanhadas pela expulsão do
metal da junção. A especificação típica é:

API 5L

(e) Tubo de solda dupla arco submerso é o tubo contendo uma junção de
topo longitudinal produzida por pelo menos dois passes, uma das quais é no lado

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interno do tubo. A fusão é produzida pelo aquecimento com um arco ou arcos elétricos
entre o eletrodo ou eletrodos da barra de metal e peça trabalhada. A solda é protegida
por uma camada de material granular fusível sobre o cordão. Não é feita pressão e o
metal de adição para solda interna e externa é obtido do eletrodo ou eletrodos. As
especificações típicas são:

ASTM A 381
API 5L

(f) Tubo sem costura é um produto tubular forjado feito sem costura de solda. Este
é manufaturado por aço quente e, subsequente, se necessário, é dado acabamento a
frio ao produto tubular trabalhado a quente para produzir a forma desejada, dimensões
e propriedades. As especificações típicas são:

ASTM A 53
ASTM A 106
API 5L

804.25 Para tubo plástico, veja parágrafo 805.13

805 TERMOS DE PROJETO, FABRICAÇÃO, OPERAÇÃO E TESTE

805.1 Geral

805.11Área

805.111 Classe de locação é uma área geográfica ao longo da


tubulação classificada de acordo com o número e proximidade dos prédios projetados
para ocupação humana e outras características que são consideradas quando
prescrevendo os fatores de projeto para construção, pressão de operação e métodos
para testes de tubulação e canalização principal localizada na área e a aplicação de
certas exigências de operação e manutenção.

805.12 Para definições de termos de investigação de vazamento, veja o


Apêndice M.

805.13 Termos Plásticos

805.131 Nomenclatura de Junção Plástica

(a) Solvente de cimentação de junção é uma junção feita em tubulação


termoplástica através do uso de um solvente ou solvente de cimentação que forma uma
ligação contínua entre as superfícies coincidentes.
(b) Junção de fusão a quente é uma junção feita na tubulação termoplástica
aquecendo suficientemente as partes para permitir a fusão dos materiais quando as
partes são juntamente pressionadas.
(c) Junção adesiva é uma junção feita na tubulação plástica pelo uso de uma
substância adesiva que forma uma ligação contínua entre as superfícies coincidentes
sem dissolver nenhuma delas.

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805.132 Razão de dimensão padrão é a razão entre o diâmetro
externo do tubo e a espessura da parede do tubo termoplástico. É calculada dividindo-
se o diâmetro externo especificado do tubo pela espessura da parede especificada em
polegadas.

805.133 Resistência hidrostática de longo prazo é a tensão de


tangencial na parede do tubo plástico em psi (libra por polegada quadrada) que irá
causar a falha do tubo em uma média de 100.000 horas quando submetido a uma
pressão hidrostática constante (veja o Apêndice D).

805.15 Fabricação

805.151 Pretensionamento a frio, onde utilizada neste Código, é a


fabricação da tubulação para um comprimento real menor que seu comprimento
nominal que é forçada para uma posição na qual fica tensionada na condição
distendida; compensando assim parcialmente os efeitos produzidos pela expansão
devido ao aumento de temperatura. O fator de pretensionamento a frio é a razão entre
a quantidade de alongamento feito a frio e a expansão térmica calculada.

805.16 Elevação é a qualificação de uma tubulação ou canalização


principal existente para uma elevação da pressão máxima de operação admissível.

805.2 Projeto

805.21 Termos de Pressão

805.211 Pressão, a menos que seja mencionado de outra maneira,


é expressa em libras por polegada quadrada acima da pressão atmosférica, isto é,
pressão manométrica, abreviada como psig.

805.212 Pressão de projeto é a pressão máxima admissível por este


Código, como determinado pelos procedimentos aplicáveis de projeto para os materiais
e localizações envolvidos.

805.213 Pressão de operação máxima é a pressão mais elevada à


qual um sistema de tubulação é operado durante um ciclo operacional normal,
abreviado como MOP (às vezes chamado como pressão máxima operacional real.)

805.214 Pressão de operação máxima admissível é a pressão


máxima a qual o sistema de gás pode ser operado de acordo com as disposições deste
Código, abreviada como MAOP.

805.215 Teste de pressão máxima admissível é a pressão de fluido


interna máxima permitida por este Código para um teste de pressão baseado no
material e localização envolvido.

805.216 Pressão de serviço padrão é a pressão de gás que um


fornecedor assume manter em seus medidores de clientes domésticos. Isto às vezes é
chamado de pressão normal de utilização.

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805.217 Proteção Contra sobrepressão é fornecida por um
dispositivo ou equipamento instalado com a finalidade de impedir que a pressão exceda
um valor predeterminado em um tubo pressurizado, uma tubulação ou um sistema de
distribuição. Esta proteção pode ser obtida instalando uma unidade de alívio de
pressão ou uma unidade limitadora de pressão.

805.218 Teste de conservação de pressão é um teste para


demonstrar que um tubo ou sistema de tubulação não vaza provando que sua pressão
se mantém durante um período especificado de tempo após a fonte de pressão ter sido
bloqueada.

805.22 Termos de Temperatura

805.221 As temperaturas são expressas em graus Fahrenheit, ºF, a


menos que seja mencionado de outra maneira.

805.222 Temperatura ambiente é a temperatura do meio


circunvizinho, normalmente se refere à temperatura do ar do local em que uma
estrutura está situada ou um dispositivo está em operação.

805.223 Temperatura do solo é a temperatura da terra na


profundidade do tubo.

805.23 Termos de Tensão

805.231 Tensão é a resultante da força interna que resiste à


mudança do tamanho ou forma de um corpo submetido a esforços externos. Neste
Código, “tensão” é freqüentemente utilizado como sendo sinônimo de esforço unitário
que é a esforço por unidade de área (psi).

805.232 Tensão operacional é a tensão em um tubo ou componente


estrutural sob condições normais de operação.

805.233 Tensão de tangencial SH é a tensão em um tubo de


espessura de parede t atuando circunferencialmente em um plano perpendicular ao
eixo longitudinal do tubo, produzido pela pressão P do fluido em um tubo de diâmetro D
e é determinado pela fórmula de Barlow:

SH - PD
2t

805.234 Tensão tangencial máxima admissível é a tensão tangencial


máxima permitida por este Código para o projeto de um sistema de tubulação.
Depende do material usado, a localização do tubo, as condições operacionais e outras
limitações impostas pelo projetista em conformidade com este Código.

805.235 Tensão secundária é tensão criada na parede do tubo por


cargas diferentes que a pressão do fluido interno, por exemplo, cargas de contrafluxo,
cargas de tráfego, cargas causadas por obstáculos naturais (veja parágrafo 841.13),
efeito de flexão em um vão, cargas nos suportes e nas conexões para o tubo.

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806 UNIDADES E DEFINIÇÕES

Definição Parágrafo
Junção adesiva ..................... 805.131(c)
Aço Liga ......................... 804.242
Temperatura ambiente ......... 805.222

Cilindro ............................... 803.52


Reservatório tipo cilindro.... 803.53

Aço carbono ........................ 804.241


Ferro fundido ...................... 804.13
Válvula de retenção ......... 803.44
Tubo expandido a frio ........ 804.212
Pretensionamento a 805.151
frio ................
Tubo, Reservatório............ 804.15
Tubulação de Controle........ 803.262
Válvula de Caixa de Registro. 803.43
Medidor do cliente ............... 803.311

Pressão de Projeto ......... 805.212


Distribuição principal .......... 803.23
Sistema de distribuição ........ 803.22
alta pressão ....................... 803.222
baixa pressão .................... 803.221
Ferro dúctil .......................... 804.12

Alongamento, mínimo 804.235


especificado .........................
Invasão, paralela .................. 803.14

Gás ....................................... 803.11


Distribuição principal .......... 803.23
Ramal de gás ....... 803.24
Linha de armazenamento de 803.25
gás ........................................
Temperatura do solo ............ 805.223

Junção de fusão a quente ..... 805.131(b)


Sistema de distribuição de alta 803.222
pressão ..........................
Reservatório
tipo cilindro ....................... 803.53

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tipo tubo ........................... 803.51
Tensão de tangencial S H ........ 805.233
máxima admissível ......... 805.234
Derivações rápidas .............. 803.15

Tubulação instrumental .... 803.261

Junção ................................. 804.221

Termos de investigação de 805.12


vazamento ............................
Comprimento ....................... 804.221
Classe de Locação ........... 805.111
Resistência hidrostática de longo 805.133
prazo ..........................
Sistema de distribuição de baixa 803.221
pressão .......................

Distribuição principal .......... 803.23


Pressão de operação máxima 805.213
Tensão tangencial máxima 805.234
admissível........................
Pressão de operação máxima 805.214
admissível ...........................
Teste de pressão de operação 805.215
máxima
admissível ...........................
Medidores ............................ 803.31
Medidor do cliente ............... 803.311
Conjunto medidor ................ 803.312
Sistemas diversos .......... 803.26
Regulador de 803.322
monitoramento .....................

Espessura de parede 804.222


nominal ................................

Companhia operadora .......... 803.12


Pressão de operação, 805.213
máxima ................................
Pressão de operação, máxima 805.214
admissível .............
Tensão operacional .............. 805.232
Proteção contra 805.217
sobrepressão .....
Invasão paralela ................... 803.14

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Tubo ..................................... 804.211
Tubo, expandido a frio ......... 804.212
Reservatório de tubo ............ 804.15
Tubulação 803.21
Processos de manufatura de 804.243
tubo ......................................
Reservatório do tipo tubo .... 803.51
Sistemas de Tubulação ........ 803.2
Plástico ................................ 804.111
Nomenclatura de junção 805.131
plástica .................................
Termos de Pressão ............... 805.21
projeto ........................ 805.212
operação máxima............... 805.213
operação máxima 805.214
admissível.....
teste máximo admissível. 805.215
pressão .............................. 805.211
utilização normal .............. 805.216
serviço padrão ................... 805.216
Controle de pressão 803.32
(reguladores)
Unidade de limitação de 803.324
pressão .................................
Unidade reguladora de 803.323
pressão .................................
Unidade de alívio de 803.331
pressão .................................
Teste de pressão, 805.218
conservação........
Direito de passagem 803.13
privado .................................
Itens proprietários ................ 804.14

Reguladores ................ 803.32


Regulador, monitoramento .. 803.322
Regulador, serviço .............. 803.321
Unidade de alívio de 803.331
pressão...............
Direito de passagem, 803.13
privado .................................

Tubulação de 803.263
amostragem ..........
Tensão secundária ............... 805.235
Ramal................... 803.24

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Válvula de ramal . 803.42
Pressão de serviço, padrão ... 805.216
Regulador de serviço ........... 803.321
Solvente de cimentação de 805.131(a)
junção ................................
Alongamento mínimo 804.235
especificado .........................
Resistência à tração mínima 804.234
especificada ..........
Tensão de escoamento mínima 804.233
especificada ...........
Razão de dimensão padrão .... 805.132
Pressão de serviço padrão .... 805.216
Teste de elevação de 805.218
pressão .................................
Unidade, limitação de 803.324
pressão .................................
Unidade, reguladora de 803.323
pressão .................................
Unidade, de alívio de 803.331
pressão .................................

Aço
liga ................................... 804.242
carbono ............................. 804.241
Válvula de bloqueio ................ 803.41

Termos de Resistência
hidrostático de longo prazo 804.251
tensão mínima 804.234
especificada .........................
escoamento mínimo 804.233
especificado .........................
tensão ............................... 804.232
escoamento ...................... 804.231
Termos de tensão ................ 805.231
tangencial......................... 805.233
máxima admissível 805.234
operacional ...................... 805.232
secundária ........................ 805.235
unidade ............................ 805.231

Investigação
investigação de vazamento 805.12

Termos de temperatura ........ 805.221

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ambiente ........................... 805.222
solo ................................... 805.223
Resistência à tração ........... 804.232
mínima especificada ........... 804.234
Teste de pressão, máxima 805.215
admissível ...........................
Termoplástico ...................... 804.112
Plástico termofixo ................ 804.113
Linha de transmissão ........... 803.21
Unidade de tensão ............... 805.231
Elevação ....................... 805.16
Pressão de utilização, 805.216
normal ..................................

Válvulas ............................... 803.4


de retenção ....................... 803.44
de caixa de 803.43
registro......................
bloqueio............................... 803.41
ramal ................. 803.42
Caixa 803.16
subterrânea ...........................

Espessura de parede, 804.222


nominal ................................

Tensão de escoamento .. 804.231


mínima especificada ......... 804.233

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CAPÍTULO I
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

810 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

810.1
A intenção é que todos os materiais e equipamentos que se tornarão parte
permanente de qualquer sistema de tubulação construído sob este Código sejam
adequados e seguros para as condições sob as quais serão usados. Todos estes
materiais e equipamentos devem ser qualificados para as condições de seu uso de
acordo com as especificações, padrões e exigências especiais deste Código, ou de
outra maneira quando for informado aqui.

811 QUALIFICAÇÃO DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

811.1
Os materiais e equipamentos se classificam em seis categorias, na medida em
que os métodos de qualificação para uso sob este Código são levados em conta:
(a) itens que se adaptam aos padrões ou especificações referenciados neste
Código;
(b) itens que são importantes do ponto de vista da segurança, do tipo para os
quais os padrões ou especificações são recomendados neste Código, mas que
especificamente não estão em conformidade a um padrão recomendado, por exemplo,
tubo manufaturado para uma especificação não recomendada neste Código;
(c) itens do tipo para os quais os padrões ou especificações estão
referenciados neste Código, mas que não estão em conformidade com os padrões e
são relativamente sem importância do ponto de vista da segurança por causa de seus
pequenos tamanhos ou por causa das condições sob as quais serão utilizados;
(d) itens de um tipo para o qual nenhum padrão ou especificação é
referenciado neste Código, por exemplo, compressor de gás;
(e) itens proprietários (veja definição no parágrafo 804.14);
(f) tubo não identificado ou usado.

811.2
Os procedimentos prescritos para cada qualificação destas seis categorias são
fornecidos nos seguintes parágrafos.

811.21Itens que obedecem aos padrões ou especificações referenciadas neste


Código [parágrafo 811.1 (a)] podem ser utilizados para aplicações apropriadas, como
prescrito e limitado por este Código, sem qualificações adicionais (veja parágrafo 814).

811.22Itens importantes de uma categoria para os quais padrões ou


especificações estão referenciados neste Código, tais como tubo, válvulas e flanges,
mas que não obedecem os padrões ou especificações recomendados neste Código
(parágrafo 811.1 (b)), devem ser qualificados como descrito no parágrafo 811.221 ou
811.222.

811.221 Um
material em conformidade com uma especificação escrita que não varia
substancialmente do padrão ou especificação recomendado e adequado às exigências
mínimas deste Código com respeito a qualidade dos materiais e execução pode ser

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utilizado. Este parágrafo não deve ser interpretado para permitir desvios que tendam a
afetar a soldabilidade ou ductilidade de maneira adversa. Se os desvios tendem a
reduzir a resistência, uma aprovação completa para a redução deve ser providenciada
para tal projeto.

811.222 Solicitação ao Comitê de Seção para aprovação. Se


possível o material deve ser identificado com um material comparável e deve ser
afirmado que o material irá respeitar esta especificação, exceto quando mencionado.
Informações completas como a composição química e propriedades físicas devem ser
fornecidas para o Comitê de Seção e sua aprovação deve ser obtida antes deste
material ser utilizado.

811.23Itens relativamente sem importância que não obedecem um padrão ou


especificação (parágrafo 811.1 (c)) podem ser utilizados, desde que:
(a) sejam testados ou analisados e sejam adequados para o serviço
proposto;
(b) sejam utilizadas tensões não maiores que 50% daquelas permitidas por
este Código para materiais comparáveis; e,
(c) sua utilização não seja especificamente proibida por este Código.

811.24Itens de uma categoria para os quais nenhum padrão ou especificações


estão recomendados neste Código (parágrafo 811.1 (d)) e itens proprietários (parágrafo
811.1 (c)) podem ser qualificados pelo usuário por análise e testes (se necessário) que
demonstrem que o item do material ou equipamento é adequado e seguro para o
serviço proposto e fornecendo complemento de que o item é recomendado pelo
fabricante para aquele serviço do ponto de vista de segurança, por exemplo,
compressores de gás e dispositivos de alívio de pressão.

811.25Pode-se utilizar tubo não identificado ou usado [parágrafo 811.1 (f)],


exceto para aplicações submarinas, sujeitas às exigências do parágrafo 817.

812 MATERIAIS PARA USO EM CLIMA FRIO

Alguns dos materiais em conformidade com as especificações relativas para uso


sob este Código podem não ter propriedades adequadas para a parte inferior da faixa
de temperatura coberta por este Código. Os engenheiros são alertados para dar
atenção ao impacto da baixa temperatura sobre propriedades dos materiais utilizados
para instalações a serem expostas a baixas temperaturas de terra ou baixas
temperaturas atmosféricas especiais.

813 GRAVAÇÃO

813.1
Todas as válvulas, acessórios, flanges, fixação, tubo e tubulação devem ser
gravados de acordo com as seções de gravação dos padrões e especificações para os
quais os itens foram fabricados ou de acordo com as exigências de MSS SP-25.

813.2
A estampagem com molde, se usada, deve ser feita com moldes contendo
bordas sem arestas ou arredondadas para minimizar as concentrações de tensão.

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814 ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS

Para uma listagem de todas as especificações de materiais a que se faz


referência, veja os Apêndices A e B. Para uma listagem de padrões para outros
materiais normalmente utilizados e que não se faz referência, veja Apêndice C.

814.1
Tubo que está qualificado sob o parágrafo 811.1(a).

814.11 Tubo de Aço


(a) Podem ser utilizados tubo de aço fabricado conforme os seguintes padrões:

API 5L Tubo de linha


ASTM UNS 53 Tubo soldado e sem costura
ASTM UNS 106 Tubo sem costura
ASTM UNS 134 Tubo soldado (Arco) – Eletrofusão
ASTM A135 Tubo soldado – Resistência elétrica
ASTM UNS 139 Tubo soldado (Arco) – Eletrofusão
ASTM UNS 333 Tubo soldado e sem costura para Serviço de Baixa
Temperatura
ASTM UNS 381 Tubo Metálico - Arco
ASTM UNS 671 Tubo soldado – Eletrofusão
ASTM UNS 672 Tubo soldado – Eletrofusão

(b) Tubo expandido a frio deve obedecer as exigências obrigatórias da API 5L.

814.12 Tubo de Ferro Dúctil. Tubo de Ferro Dúctil fabricado de acordo com
ANSI A21.52 Tubo de Ferro Dúctil, Fundição Centrifugada, em Moldes de Metal ou
Moldes de Areia para Gás, pode ser utilizado.

814.13 Tubo e Componentes Plásticos


(a) Podem ser utilizados tubos e componentes plásticos fabricados conforme
os padrões seguintes:

ASTM D 2513 Tubo de Pressão Termoplástico para, Tubulação e


Acessórios
ASTM D 2517 Tubo reforçado de Resina Epóxi para Gás e Acessórios

(b) Tubo termoplástico, tubulação, acessórios e adesivos em conformidade


com ASTM D2513 devem ser produzidos em concordância com o programa de controle
de qualidade da fábrica recomendado no Apêndice A4 para esta especificação.

814.14 Qualificação de Materiais Plásticos para Tubulação


(a) Em complemento às disposições do parágrafo 814.13, o tubo plástico,
tubulação ou acessórios específicos a serem usados, devem ser totalmente
inspecionados pelo usuário e a durabilidade do material determinada para as condições

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previstas. O material selecionado deve ser devidamente resistente a líquidos e
atmosferas químicas que se podem encontrar.
(b) Quando o tubo plástico, tubulação ou acessórios de diferentes
especificações de materiais são unidos, deve ser feita uma inspeção completa para
determinar se os materiais são compatíveis entre si. Veja parágrafo 842.39 para
exigências de junções.

814.2 Componentes de Tubulação de Aço, Ferro Fundido e Ferro Dúctil


As exigências específicas para estes componentes de tubulação que estão
qualificados sob o parágrafo 811.1(a) são encontradas no Capítulo III.

815 ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTO

Com exceção dos componentes de tubulação e materiais estruturais listados nos


Apêndices A, B e C, não há intenção de incluir neste Código especificações completas
para equipamento. Porém, certos detalhes de projeto e fabricação necessariamente
referem-se ao equipamento, tais como elevadores de tubo, liras, instalações elétricas,
máquinas, compressores, etc. Especificações parciais para tais itens de equipamento
estão aqui determinadas, particularmente se estes afetam a segurança do sistema no
qual eles serão instalados. Em outros casos onde o Código não fornece especificações
para um item de equipamento em particular, a intenção é que as estipulações de
segurança do Código sejam seguidas, na extensão em que são aplicáveis e em
qualquer caso a segurança de equipamento instalado em um sistema de tubulação
será equivalente à de outras partes do mesmo sistema.

816 TRANSPORTE DA LINHA DE TUBO

Qualquer tubo tendo um diâmetro externo para a relação de espessura de


parede de 70 por 1 ou mais, que será usado em uma tubulação a uma tensão
tangencial de 20% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada, que foi ou
será transportada através de via férrea, via fluvial, ou através de transporte marítimo,
deveria ter sido ou será carregado conforme API RP5LI ou API RP5LW,
respectivamente. Quando não for possível estabelecer que um tubo foi transportado de
acordo com a prática de recomendação apropriada, o tubo deve ser hidrostaticamente
testado por pelo menos 2 horas a pelo menos a 1.25 vezes a pressão operacional
máxima admissível se instalado em uma locação Classe 1, ou pelo menos a 1.5 vezes
a pressão operacional máxima admissível se instalado em uma locação Classe 2, 3 ou
4.

817 CONDIÇÕES PARA REUTILIZAÇÃO DO TUBO

817.1 Reutilização do Tubo de Aço

817.11A remoção de uma parte de uma linha de aço existente e a reutilização do


tubo na mesma linha, ou em uma linha operando na mesma pressão ou inferior, são
permitidas, com exceção para aplicação submarina, sujeita apenas às restrições do
parágrafos 817.13(a), (f) e (i).

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817.12 Tubo de aço usado e tubo de aço novo não identificado pode ser
utilizado para serviço de baixa tensão (tensão de tangencial menor que 6000 psi) onde
não será feita nenhuma volta ou dobra fechada, contanto que um exame visual
cuidadoso indique que está em boas condições e livre de emendas quebradas ou
outros defeitos que possam causar vazamento e permitam que mais adiante , quando
o tubo tiver que ser soldado ou for de especificação desconhecida, seja aprovado
satisfatoriamente nos testes de soldabilidade prescritos no parágrafo 817.13(e).

817.13 Tubo de aço usado e tubo de aço novo não identificado podem ser
qualificados para uso em níveis de tensão acima de 6000 psi ou para serviço
envolvendo voltas ou dobras fechadas através dos procedimentos e dentro dos limites
indicados na tabela abaixo.

As letras na tabela referem-se aos parágrafos correspondentes que são apresentados


em seguida:

Tubo Novo ou Usado


Especificação Tubo usado,
desconhecida Especificação Conhecida
Inspeção (a) (a)
Propriedades de dobra e (b)
volta
Espessura (c) (c)
Junção longitudinal (d) (d)
Soldabilidade (e)
Defeitos (f) (f)
Tensão de escoamento (g)
Valor S (parágrafo 841.11) (h)
Teste (i) (i)

(a) Inspeção. Todo tubo deve ser limpo interna e externamente, se


necessário, para permitir uma boa inspeção e deverá ser inspecionado para assegurar
visualmente que é razoavelmente redondo e reto e para descobrir qualquer defeito que
poderia prejudicar sua resistência ou rigidez.
(b) Propriedades de dobra. Para tubo NPS 2 e menores, um comprimento
suficiente do tubo deve ser dobrado a frio a um angulo de 90 graus ao redor de um
mandril cilíndrico, com um diâmetro de 12 vezes o diâmetro nominal do tubo, sem
apresentar trincas em qualquer parte da dobra e sem abrir nenhuma solda.
Para tubo maior que NPS 2, devem ser feitos testes de achatamento como
prescrito no Apêndice H. O tubo deverá satisfazer as exigências deste teste, a não ser
que o número de testes exigidos para determinar as propriedades de achatamento
deva ser a mesma que a requerida no item (g) abaixo para determinar a tensão de
escoamento.
(c) Determinação da Espessura de Parede. A menos que a espessura da
parede nominal seja conhecida com precisão, esta deverá ser determinada através da
medição da espessura em quatro pontos em uma extremidade de cada peça de tubo.
Se o lote de tubo é conhecido como sendo de grau uniforme, tamanho e espessura
nominal, a medição deverá ser feita em não menos que 10% dos comprimentos
individuais, mas não menos que 10 comprimentos; espessuras de outros comprimentos
podem ser verificadas aplicando um conjunto de calibradores para espessura mínima.

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Seguindo tal medição, a espessura de parede nominal deve ser tomada como a
próxima espessura de parede comercial abaixo da média de todas as medições
tomadas, mas em nenhum caso maior que 1.14 vezes a menor espessura medida para
todo o tubo menor que NPS 20, e nunca maior que 1.11 vezes a menor espessura
medida para tubo NPS 20 ou maior.
(d) Fator de Junção Longitudinal. Se o tipo de junção longitudinal pode ser
determinado com precisão, pode ser utilizado o Fator de Junção de Longitudinal E
correspondente (Tabela 841.115A). Caso contrário, o fator E deve ser tomado como
0.60 para tubo NPS 4 ou menor, ou 0.80 para tubo maior que NPS 4.
(e) Soldabilidade. A soldabilidade deve ser determinada da seguinte maneira.
Um soldador qualificado fará um cinturão de solda no tubo. O solda será então testada
conforme as exigências do API 1104. A qualificação da solda deve ser feita sob as mais
severas condições sob as quais a soldagem será submetida no campo e utilizando o
mesmo procedimento que será utilizado no campo. O tubo será considerado soldável
se as exigências apresentadas no API 1104 forem satisfeitas. Pelo menos um destes
testes de soldagem deverá ser feito para cada 100 comprimentos de tubo para
tamanhos maiores que NPS 4. Para tamanhos NPS 4 ou menores, será requerido um
teste para cada 400 comprimentos de tubo. Se durante o teste de solda, as exigências
do API 1104 não forem satisfeitas, a soldabilidade pode ser estabelecida através de
testes químicos de carbono e manganês (veja parágrafo 823.23) e procedendo em
conformidade com os requisitos do Código ASME sobre Caldeiraria e Vasos de
Pressão, Seção IX. O número de testes químicos deve ser o mesmo que o exigido
para testes de solda circunferencial estabelecidos acima.
(f) Defeitos de superfície. Todo tubo deve ser examinado para verificar se há
ranhuras, entalhes e afundamentos, e deve qualificado conforme os requisitos do
parágrafo 841.24.
(g) Determinação da Tensão de Escoamento. Quando a tensão de
escoamento mínima especificada pelo fabricante, resistência à tração, ou alongamento
para o tubo são desconhecidas, e nenhum teste físico é feito, a tensão de escoamento
mínima para propósitos de projeto deve ser assumida como sendo não maior a 24.000
psi. Alternativamente, as propriedades de tração podem ser estabelecidas como segue.
Execute todos os testes de ruptura por tração prescritos pela API 5L, exceto que
o número de tais testes será o seguinte.

Número de testes de tração, Todos os Tamanhos


Lote de:
10 comprimentos ou menos 1 conjunto de testes para cada comprimento
11 a 100 comprimentos 1 conjunto de testes para cada 5 comprimentos,
mas
não menos que 10
Acima de 100 comprimentos 1 jogo de testes para cada 10 comprimentos, mas
não menos que 20

Todas as amostras de testes serão selecionadas ao acaso.


Se a razão de tensão de escoamento exceder 0.85, o tubo não deve ser
utilizado, exceto da forma indicada no parágrafo 817.12.
(h) Valor S. Para tubo de especificação desconhecida, a tensão de
escoamento, a ser utilizada como S na fórmula do parágrafo 841.11, em vez de tensão
de escoamento mínima especificada, deve ser 24.000 psi, ou deverá ser determinada
como segue.

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Determine o valor médio de todos os testes de tensão de escoamento para um
lote uniforme. O valor de S será assumido então como sendo o menor dos seguintes:
(1) 80% do valor médio dos testes de tensão de escoamento;
(2) o valor mínimo de qualquer teste de tensão de escoamento,
levando em conta porém, que em nenhum caso S seja maior que 52.000 psi.
(i) Teste Hidrostático. Todo tubo novo ou usado de especificação
desconhecida ou todo tubo usado, cuja resistência está comprometida por corrosão ou
outra deterioração, deve ser novamente testado hidrostaticamente, comprimento por
comprimento, através de teste de fábrica ou de campo após a instalação, antes de ser
colocado em serviço. A pressão de teste usada estabelecerá a pressão operacional
máxima admissível, sujeita às limitações descritas no parágrafo 841.111.

817.2 Reutilização de Tubo de Ferro Dúctil

817.21 A remoção de uma parte de uma linha existente de especificações


desconhecidas ou a reutilização do tubo na mesma linha ou em uma linha que opera
com a mesma pressão ou inferior, são permitidas, contanto que uma inspeção
cuidadosa indique que o tubo está em boas condições, permita uma renovação de
junções vedadas, e tenha uma espessura de parede real líquida igual a, ou excedendo
as exigências do parágrafo 842.214. O tubo deve ser testado contra vazamentos
conforme o parágrafo 841.34 ou 841.35.
817.23 Tubo usado de especificações conhecidas pode ser reutilizado
conforme os requisitos e especificações do parágrafo 842.2 desde que uma inspeção
cuidadosa indique que o tubo está em boas condições e permite a renovação de
junções vedadas.

817.3 Reutilização de Tubulação Plástica

Tubos e tubulações plásticas usados, de especificações e dimensões


conhecidas que tenham sido utilizados apenas em serviço de gás natural podem ser
reutilizados, desde que:
(a) satisfaçam as exigências da ASTM D 2513 para tubo ou para tubulação
termoplástica nova, ou ASTM D2517 para tubo termofixo novo;
(b) uma inspeção cuidadosa indique que estão livres de defeitos visíveis;
(c) estão instalados e testados conforme as exigências deste Código para
tubo novo.

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CAPÍTULO II
SOLDA

820 SOLDAGEM

821 GERAL

821.1

Este Capítulo trata da soldagem das junções de tubo em materiais de aço


forjado ou fundido, e abrange junções de topo e solda de filete em tubo, válvulas,
flanges e acessórios e junções de solda de filete em derivações de tubo, flanges de
engate rápido, acessórios de bocal de solda, etc., quando aplicados em tubulações e
conexões para dispositivos ou equipamentos. Quando as válvulas ou equipamentos
são supridos com as pontas de soldagem adequadas para soldagem direta em uma
tubulação, o projeto, composição, solda e procedimentos de alívio de tensão deve ser
tal que nenhum dano significativo resultará da operação de soldagem ou alívio de
tensão. Este Capítulo não se aplica para soldagem de emenda na fabricação do tubo.

821.2

A soldagem pode ser feita através de qualquer processo ou combinação de


processos que produza soldas que satisfaçam as exigências do procedimento de
qualificação deste Código. As soldas podem ser produzidas por soldagem fixa ou
soldagem giratória, ou uma combinação de soldagem de ambas.

821.3

Antes da soldagem de qualquer tubo, componentes de tubulação ou


equipamentos relacionados coberto por este Código, um procedimento de soldagem
deve ser estabelecido e qualificado. Cada soldador ou operador de soldagem deve
estar qualificado para o procedimento estabelecido antes de executar qualquer
soldagem em qualquer tubo, componentes de tubulação ou equipamento relacionado
instalado em conformidade com este Código.

821.4

Os padrões ou normas de aceitação para soldas de sistemas de tubulação para


operar a 20% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada como é
estabelecido na API 1104 deve ser utilizado.

821.5

Qualquer soldagem feita sob este Código deve ser executada sob um padrão
recomendado nos parágrafos 823.11 ou 823.21, qualquer um que seja aplicável.

821.6

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Antes da soldagem em, ou ao redor de, uma estrutura ou área contendo
instalações de gás, deve ser feita uma ampla verificação para determinar a possível
presença de uma mistura de gás combustível. A soldagem deve começar apenas
quando são indicadas as condições seguras.

821.7 Termos de Soldagem

Definições pertinentes à soldagem usadas neste Código, de acordo com as


definições padrão estabelecidas pela Sociedade Americana de Soldagem e contidas no
ANSI/AWS A3.0.

822 PREPARAÇÃO PARA SOLDAGEM

822.1 Solda de Topo

(a) Algumas preparações de extremidade aceitáveis são exibidas na Figura


14.
(b) A Figura 15 mostra as preparações de extremidade aceitáveis para solda
topo de peças contendo tanto espessuras ou tensão de escoamento diferentes, ou
ambas.

822.2 Solda de Filete


As dimensões mínimas para solda de filete usadas nas ligações de flange
sobreposto e para flange de encaixe, são mostrados na Figura 16. Igualmente, as
dimensões mínimas para soldas de filete usadas em ligações de derivações são
mostrados nas figuras 11 e 12.

822.3 Solda de Vedação


A solda de vedação deve ser feita por soldadores qualificados. A soldagem de
vedação de junções rosqueadas é permitido, mas a soldagem de vedação não deve ser
considerada como contribuinte para a resistência das junções.

823 QUALIFICAÇÃO DE PROCEDIMENTOS E SOLDADORES

823.1 Exigências para a Qualificação de Procedimentos e Soldadores em


Sistemas de Tubulação Operando sob Tensão Tangencial menor que
20% da Tensão de Escoamento Mínima Especificada.

823.11Soldadores cujo trabalho está limitado à tubulação operando a níveis de tensão


tangencial de menos de 20% da tensão de escoamento mínima especificada devem ser
qualificados sob qualquer das referências fornecidas no parágrafo 823.21 ou em
conformidade com o Apêndice G.

823.2 Exigências para Qualificação de Procedimentos e Soldadores em


Sistemas de Tubulação Operando sob Tensão Tangencial maior que 20%
da Tensão de escoamento mínima especificada.

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823.21 Os procedimentos de soldagem e soldadores executando trabalho
sob esta classificação devem ser qualificados sob o Código BPV, Seção IX, ou API
1104.

823.22 Quando os soldadores qualificados sob API 1104 são empregados


em tubulação de unidades de compressão, sua qualificação deve ser baseada nas
exigências do teste mecânico destrutivo da API 1104.

823.23 Variáveis para Qualificação Separada dos Soldadores. As


referências fornecidas no parágrafo 823.21 contém seções intituladas “Variáveis
Essenciais”, aplicável para a qualificação do soldador. Estas devem ser obedecidas,
exceto que para o propósito deste Código, todo aço carbono que tenha um teor de
carbono não excedente a 0,32% através de análise de calor, e um carbono equivalente
(C + ¼ Mn) não excedendo 0,65% por análise de calor, são considerados pertencentes
ao agrupamento de material P - Nº 1. Aços liga que tenham características de
soldabilidade que demonstrem ser similares a este aço carbono pode ser soldado, pré
aquecido e feito o alívio de tensão como prescrito aqui para tal aço carbono. Pode
haver diferenças significativas com base na resistência do metal abrangido por estes
materiais P - Nº 1, e apesar de não uma variável essencial para a qualificação do
soldador, pode exigir procedimento separado de qualificação em concordância com o
parágrafo 823.21 acima.

823.3 Exigências de Requalificação do Soldador


Testes de requalificação de soldador serão exigidos se houver alguma razão
específica para questionar a habilidade do soldador ou se o soldador não é utilizado em
um determinado processo de soldagem por um período de 6 meses ou mais. Todos os
soldadores devem ser requalificados pelo menos uma vez por ano.

823.4 Registros de Qualificação


Devem-se conservar registros dos testes que estabelecem a qualificação de um
procedimento de soldagem durante a utilização deste procedimento. A companhia
operadora ou contratante devem, durante a construção envolvida, manter um registro
dos soldadores qualificados, mostrando as datas e o resultado dos testes.

824 PRÉ-AQUECIMENTO

824.1
Aço carbono tendo um teor de carbono maior que 0,32% (análise de panela) ou um
carbono equivalente (C + ¼ Mn) maior que 0,65% (análise de panela) deve ser pré-
aquecido à temperatura indicada pelo procedimento de soldagem. O pré-aquecimento
também deve ser exigido para aço com teor de carbono menor ou equivalente quando
o procedimento de soldagem indica esta composição química, temperatura ambiente
e/ou de metal, espessura do material, ou geometria de fim de solda exigidos para tal
tratamento para produzir soldas satisfatórias.

824.2
Ao soldar materiais diferentes que tenham exigências diferentes de pré-
aquecimento, o material que exige o maior pré-aquecimento deve dominar.

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824.3
O pré-aquecimento pode ser realizado por qualquer método adequado, desde
que seja uniforme e que a temperatura não caia abaixo do mínimo prescrito durante a
operação de soldagem real.

824.4
A temperatura de pré-aquecimento deve ser verificada pelo uso de lápis
indicadores de temperatura, pirômetro de termopar ou outro método adequado para
assegurar que a temperatura de pré-aquecimento exigida é obtida antes e mantida
durante a operação de soldagem.

825 ALÍVIO DE TENSÃO

825.1
Soldas em aço carbono tendo um teor maior que 0,32% (análise de panela) ou
um carbono equivalente (C + ¼ Mn) maior que 0,65% (análise de panela) devem ser
aliviadas da tensão da maneira prescrita no Código BPV, Seção VIII. O alívio de tensão
pode também ser aconselhado para soldas em aço contendo um nível de carbono
menor ou equivalente quando existem condições adversas em que a solda se esfria
muito rapidamente.

825.2
As soldas em todo aço carbono devem ser aliviadas da tensão quando a
espessura de parede exceder 1 ¼ pol.

825.3
Quando a junção soldada liga peças de diferentes espessuras, mas de materiais
semelhantes, a espessura a ser utilizada na aplicação das regras no parágrafo 825.1 e
825.2 deve ser:
(a) a mais grossa das duas peças a serem unidas, medida na junção de
solda;
(b) a espessura do tubo corrente ou terminação em caso de conexões de
derivações, flanges sobrepostos ou uniões de flange de encaixe.

825.4
Se um ou outro dos materiais da soldagem entre materiais diferentes exigir o
alívio de tensão, a junção exige alívio de tensão.

825.5
Toda a soldagem de uniões e fixações deve ser aliviada de tensão quando o
tubo é exige alívio de tensão pelas regras do parágrafo 825.3, com as seguintes
exceções:
(a) soldas de filete e entalhe não maior que ½ pol. de tamanho (perna) que
liga conexões não maiores NPS 2 em tamanho de tubo;
(b) soldas de filete e entalhe não maior que 3 /8 pol. de tamanho de entalhe
que prendem partes de suporte ou outras fixações de sem pressão.

825.6 TEMPERATURA DE ALÍVIO DE TENSÃO

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(a) O alívio de pressão deve ser executado a uma temperatura de 1100º F ou
maior para aço carbono e 1200º F ou maior para liga de aço ferrítica. A faixa exata de
temperatura deve estar documentada na especificação de procedimento.
(b) Ao aliviar a tensão de uma junção entre metais diferentes tendo diferentes
exigências de alívio de tensão, o material que exige a maior temperatura de alívio de
tensão deve dominar.
(c) as partes aquecidas devem ser trazidas gradualmente para a temperatura
exigida e mantidas a esta temperatura por um período de tempo proporcional, na base
de pelo menos 1 hora/pol. da espessura da parede do tubo, mas em nenhum caso
menor que ½ hora, e deve ser permitido o resfriamento gradual e uniforme.

825.7 Métodos de Alívio de Tensão

(a) Aqueça a estrutura completa como uma unidade.


(b) Aqueça uma seção completa contendo a solda ou soldas para ser aliviada
de tensão antes de montar a outras seções do trabalho.
(c) Aqueça uma parte do trabalho, aquecendo gradualmente uma faixa
circunferencial contendo a solda no centro. A largura da faixa que é aquecida para a
temperatura exigida deve ser de pelo menos 2 pol. maior que a largura do reforço de
solda. Deve-se tomar cuidado para obter uma temperatura uniforme ao redor da
circunferência completa do tubo. A temperatura deve diminuir gradualmente para fora a
partir das extremidades desta faixa.
(d) Derivações ou outros anexos soldados para o qual o alívio de tensão é
exigido pode ser localmente aliviado de tensão pelo aquecimento de uma faixa
circunferencial ao redor do tubo no qual o ramo ou anexos está soldado com o anexo
no meio da faixa, a largura da faixa deve ser de pelo menos 2 pol. maior que o diâmetro
da junção de solda do ramo ou anexo à cabeceira. A faixa inteira deve ser elevada até
a temperatura exigida e mantida pelo tempo especificado.

825.8 Equipamento para Alívio de Tensão Local

(a) O alívio de tensão pode ser realizado por indução elétrica, resistência
elétrica, queimador de óleo ou queimador-tocha a óleo, ou outro meio adequado de
aquecimento, desde que seja obtida e mantida uma temperatura uniforme durante o
alívio de tensão.
(b) A temperatura de alívio de tensão deve ser verificada pelo através de
pirômetro de termopar ou outro equipamento adequado, para assegurar que o ciclo de
alívio de tensão adequado está sendo realizado.

826 TESTES DE SOLDAGEM E INSPEÇÃO

826.1 Inspeção de Soldas em Sistemas de Tubulação Projetados para


Operar a menos que 20% da Tensão de escoamento mínima
especificada.
A qualidade da solda deve ser verificada visualmente por amostragem e as
soldas defeituosas devem ser reparadas ou removidas da linha.

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826.2 Inspeção e Testes para Controle de Qualidade de Soldas em
Sistemas de Tubulação Projetados para Operar a 20% ou Mais
da Tensão de escoamento mínima especificada.

(a) A qualidade da solda deve ser verificada por inspeção não destrutiva. A
inspeção não destrutiva pode consistir de exame radiográfico, teste de partícula
magnética ou outro método aceitável. O método de teste de trepanagem não destrutivo
é proibido.
(b) O seguinte número mínimo de solda topo de campo deve ser selecionado
aleatoriamente pela companhia operadora a partir de cada dia de construção, para
fazer o exame. Cada solda selecionada dessa forma deve ser examinada em toda sua
circunferência ou então um comprimento equivalente das soldas deve ser examinado
se a companhia operadora escolher por examinar apenas uma parte da circunferência
de cada uma. A mesma porcentagem mínima deve ser examinada por terminação
dupla na cabeceira ou depósito:
(1) 10% das soldas em Locação Classe 1;
(2) 15% das soldas em Locação Classe 2;
(3) 40% das soldas em Locação Classe 3;
(4) 75% das soldas em Locação Classe 4;
(5) 100% das soldas em unidades de compressão e em cruzamentos
de rios grandes ou navegáveis, cruzamentos de grandes rodovias e cruzamentos de
estradas de ferro, se praticável, mas em nenhum caso menos que 90%. Todas as
soldas de ancoragem não sujeitas a um teste de pressão deve ser examinada.
(c) Todas as soldas que são inspecionadas devem também satisfazer os
padrões de aceitação da API 1104 ou ser reparadas e reinspecionadas
apropriadamente. Os resultados da inspeção deve ser utilizado para controle de
qualidade da soldagem.
(d) Quando é empregado o exame radiográfico, deve ser seguido um
procedimento que satisfaça as exigências da API 1104.
(e) Quando o tamanho do tubo é menor que NPS 6, ou quando o projeto de
construção envolve um número pequeno de soldas fazendo com que a inspeção não
destrutiva seja impraticável, e o tubo é projetado para operar a 40% ou menos da
tensão de escoamento mínima especificada, então os requisitos (a), (b) e (c) acima não
são obrigatórios, desde que a solda seja inspecionada visualmente e aprovada por um
inspetor de soldagem qualificado.
(f) Em complemento às exigências de inspeção não destrutivas descritas
acima, a qualidade da soldagem deve ser continuamente controlada por pessoal
qualificado.

827 REPARAÇÃO OU REMOÇÃO DE SOLDAS DEFEITUOSAS EM TUBULAÇÃO


PROJETADAS PARA OPERAR A 20% OU MAIS DA TENSÃO DE ESCOAMENTO
MÍNIMA ESPECIFICADA.

Soldas defeituosas devem ser reparadas ou removidas. Caso se faça uma


reparação, esta deve ser feita de acordo com a API 1104. Soldadores que executam a
reparação devem ser qualificados de acordo com o parágrafo 823.2

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CAPÍTULO III
COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÃO E
DETALHES DE FABRICAÇÃO

830 Componentes do Sistema de Tubulação e Detalhes de fabricação

830.1 Geral
(a) O propósito deste Capítulo é fornecer um conjunto de padrões para
sistemas de tubulação cobrindo:
(1) especificações e seleção de todos os itens e acessórios que farão
parte do sistema de tubulação, outros além do tubo propriamente dito;
(2) métodos aceitáveis para executar conexões de derivações;
(3) providências a serem tomadas para tratar dos os efeitos da
mudança de temperatura;
(4) métodos aprovados para sustentação e ancoragem dos sistemas
de tubulação, sejam estes expostos e enterrados.
(b) Este Capítulo não inclui:
(1) materiais para tubos (veja Capítulo I);
(2) procedimentos de soldagem (veja Capítulo II);
(3) projeto do tubo (veja Capítulo IV);
(4) instalação e testes dos sistemas de tubulação (veja Capítulo IV);
(5) condições especiais para aplicação em alto mar (veja Capítulo
VIII).

831 COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÃO

Todos os componentes do sistema de tubulação, incluindo válvulas, flanges,


acessórios, terminações, conjuntos especiais, etc., devem ser projetados de acordo
com as exigências aplicáveis desta seção e práticas de engenharia reconhecidas, para
suportar pressões de operação e outras cargas especificadas.
Os componentes a serem selecionados devem ser projetados para suportar uma
pressão de teste de campo especificado para a qual eles serão sujeitos, sem falhas ou
vazamentos e sem imperfeições na sua utilidade.

831.1 Válvulas e Dispositivos de Redução de Pressão

831.11As válvulas devem obedecer aos padrões e especificações


recomendados neste Código e devem ser utilizadas apenas conforme as
recomendações de serviço do fabricante.
(a) Podem ser utilizadas válvulas fabricadas conforme padrões listados neste
parágrafo:

ANSI B16.33 Válvula Metálica para Gás Pequena Operada


Manualmente, em Sistemas de Distribuição de Gás
ANSI B16.34 Válvulas de Aço
ANSI B16.38 Válvula Metálica para Gás Grande Operada
Manualmente, em Sistemas de Distribuição de Gás

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ANSI/ASME Interruptores e Válvulas Termoplásticas para Gás
B16.40 Manualmente Operadas em Sistemas de Distribuição de
Gás
API 6A Equipamento de Cabeça de Poço
API 6D Válvulas de Tubulação
MSS SP-70 Válvulas de Gaveta de Ferro Fundido
MSS SP-71 Válvulas de Retenção tipo Portinhola de Ferro Fundido
MSS SP-78 Válvulas de Macho de Ferro Fundido

(b) Válvulas contendo componentes de carcaça (corpo, tampão, revestimento


e/ou flange de terminação) feitos de ferro fundido dúctil conforme ASTM A 395 e tendo
dimensões de acordo com ANSI B16.1, ANSI B16.33, ANSI B16.34, ANSI B16.38,
ANSI/ASME B16.40 ou API 6D podem ser utilizados para pressões não excedentes a
80% das pressões comprovadas para válvulas de aço comparáveis às suas
temperaturas listadas, contanto que a pressão não exceda 1000 psi e a soldagem não
é empregada em qualquer componente de ferro dúctil na fabricação da carcaça da
válvula ou suas ligações como parte do sistema de tubulação.
(c) Válvulas contendo componentes de carcaça feitos de ferro fundido não
devem ser utilizadas em componentes de tubulação de gás para estações de
compressão de gás.

831.12 Válvulas roscadas devem ser roscadas de acordo com ANSI


B1.20.1, API 5L ou API 6A.

831.13 Dispositivos de redução de pressão devem satisfazer às exigências


deste Código para válvulas em condições comparáveis de serviço.

831.2 Flanges

831.21 Tipos de Flange e Revestimentos


(a) As dimensões e perfurações para toda a linha ou flanges de terminação
devem satisfazer a um dos padrões seguintes:

ANSI B16 Série listada no Apêndice A (para Ferro e Aço)


MSS SP-44 Flanges de Linha de Tubo de Aço
Apêndice 1 Flanges de Aço de peso leve
ANSI B16.24 Flanges de Latão ou Bronze e Acessórios com
Flange

Flanges fundidas ou forjadas integrantes do tubo, acessórios ou válvulas serão


permitidos em tamanhos e classes de pressão cobertas pelos padrões listados acima,
sujeito às exigências de revestimento, fixação e vedação deste parágrafo e parágrafos
831.22 e 831.23.
(b) Serão permitidos flanges de rosca embutida que obedecem o grupo B16
do Padrão Nacional Americano em tamanhos e classes de pressão cobertas por estes
padrões.
(c) Serão permitidos flanges de sobreposição em tamanhos e classes de
pressão estabelecidos no ANSI B16.5.

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(d) Flanges de encaixe de solda serão permitidos em tamanhos e classes de
pressão estabelecidos no ANSI B16.5. Flanges de encaixe de seção retangular pode
ser substituídos por flanges de encaixe de bolsa, contanto que a espessura seja
aumentada como exigido para produzir resistência equivalente como determinado pelos
cálculos feitos conforme Seção VIII do Código BPV.
(e) A soldagem de flanges de pescoso será permitido em tamanhos e classes
de pressão estabelecidas no ANSI B16.5 e MSS SP-44. O diâmetro da flange deve
corresponder ao diâmetro interno do tubo utilizado. Para tratamento de final de
soldagem admissível, veja Figura 15.
(f) Ferro fundido, ferro dúctil e flanges de aço devem ter face de contato
acabadas conforme MSS SP-6.
(g) Flanges não ferrosas devem ter as faces de contato acabadas conforme
ANSI B16.24.
(h) A Classe 25 e 125 de ferro fundido integral ou flanges de rosca embutida
podem ser utilizadas com uma vedação de face completa ou com uma junta de
vedação chata estendendo para a borda interna dos furos de fixação. Quando
utilizando uma vedação de face completa, os parafusos de fixação podem ser de de
aço liga (ASTM A 193). Quando utilizada uma junta de vedação, os parafusos de
fixação devem ser de aço carbono, equivalente a ASTM A 307 Grau B, sem tratamento
térmico além do alívio de tensão.
(i) Ao fixar duas de flange de ferro fundido classes 250 integral ou de rosca
embutida tendo faces rebaixadas de 1/16 pol., os parafusos de fixação devem ser de
aço carbono equivalente a ASTM A 307 Grau B, sem tratamento térmico além do alívio
de tensão.
(j) Flanges de aço classe 150 podem ser parafusadas para flanges de ferro
fundido classe 125. Quando tal construção é utilizada, a face rebaixada de 1/16 pol. da
flange de aço deve ser removida. Ao parafusar flanges utilizando uma junta de vedação
chata estendendo para a borda interna dos furos de fixação, os parafusos devem ser
de aço carbono equivalente a ASTM A 307 Grau B, sem tratamento além do de alívio
de tensão. Ao parafusar tais flanges utilizando uma vedação de face completa, os
parafusos devem ser de aço liga (ASTM A 193).
(k) Flanges de aço Classe 300 podem ser fixados a flanges de ferro fundido
Classe 250. Onde tal construção for utilizada, os parafusos devem ser de aço carbono,
equivalente a ASTM A 307 Grau B, sem tratamento além do alívio de tensão. A boa
prática indica que a face rebaixada da flange de aço deve ser removida, mas também
neste caso, os parafusos devem ser de aço de carbono equivalente a ASTM A 307
Grau B.
(l) A soldagem de flanges com pescoço de aço forjado tendo um diâmetro
externo e a mesma furação indicada na ANSI B16.1, mas com a espessura de flange
modificada, dimensões de cubo e detalhes de revestimento especiais, pode ser
parafusada contra flanges de ferro fundido de face plana e pode operar sob níveis de
pressão e temperatura indicados no ANSI B16.1 para Classe 125 de tubo de flange de
ferro fundido, desde que:
(1) a espessura mínima de flange T não é menor que a especificada
no Apêndice I para flanges de peso leve;
(2) flanges são utilizadas com vedações de face completa não
metálica estendendo-se para a periferia da flange;
(3) o projeto de junção foi provado ser satisfatório através de teste
para as avaliações.
(m) As flanges feitas de ferro dúctil estão em conformidade com as exigências
de ANSI B16.42. As exigências de fixação para junções de flange de ferro dúctil devem

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ser igual àquelas para carbono e flanges de aço de baixa liga como especificado no
parágrafo 831.22.

831.22 Fixação
(a) Para todas as junções de flange, os parafusos ou parafusos prisioneiros
utilizados serão totalmente cobertos pelas porcas.
(b) Para todas as junções de flange diferente das descritas nos parágrafos
831.21(h), (i) e (k), os parafusos devem ser feitos de aço liga em conformidade com a
ASTM A 193, A 320 ou A 354, ou de aço carbono tratado termicamente conforme ASTM
A 449, a não ser a fixação para flanges ANSI B16.5 Classe 150 e 300 a temperaturas
entre -20ºF e 450ºF podem ser feitas do Grau B da ASTM A 307.
(c) Material de fixação de aço liga conforme ASTM A 193 ou A 354, deve ser
utilizado para isolamento de flanges se tal fixação é feita menor que 1/8 pol.
(d) Os materiais utilizados para porcas em conformidade com ASTM A 194 e
A 307. Porcas A 307 devem ser utilizadas apenas com parafusos A 307.
(e) Todos os parafusos, parafusos prisioneiros e porcas de aço liga e aço
carbono devem ser tratados em conformidade com as seguintes classes de série de
rosca e dimensão como exigido na ANSI B1.1.
(1) Aço Carbono. Todos os parafusos e prisioneiros de aço carbono
devem ter roscas de fio grosso, dimensões Classe 2A, e suas porcas dimensões
Classe 2B.
(2) Aço Liga. Todos os parafusos e prisioneiros de aço liga de 1 pol. e
diâmetro nominal menor, devem ser da série de rosca de fio grosso; diâmetros
nominais de 1 1/8 pol. e maior devem ser da série de 8 fios. Parafusos e prisioneiros
devem ter a dimensão Classe 2A; suas porcas devem ter dimensão Classe 2B.
(f) Os parafusos devem ter cabeças quadrada ou sextavada reforçada Padrão
Nacional Americano normal e devem ter porca sextavada reforçada Padrão Nacional
Americano de em acordo com as dimensões do ANSI B18.2.1 e B18.2.2.
(g) Porcas cortadas a partir de uma haste de matéria prima de tal modo que
o eixo seja paralelo à direção de laminação da barra pode ser utilizada em todos os
tamanhos para junções na qual uma ou ambas as flanges são de ferro fundido ou para
junções com flanges de aço onde a pressão não excede os 250 psig. Tais porcas não
devem ser utilizadas para junções nas quais ambas as flanges são de aço e a pressão
excede os 250 psig., a não ser para tamanhos de porca de ½ pol. ou menor, estas
limitações não se aplicam.

831.23 Vedações
(a) O material para vedações deve ser capaz de suportar a pressão máxima
e de manter razoavelmente suas propriedades físicas e químicas a qualquer
temperatura para a qual poderia ser sujeitado em serviço.
(b) Vedações utilizadas sob pressão e a temperaturas acima de 250ºF deve
ser de material não combustível. Vedações metálicas não devem ser utilizadas com
padrão Classe 150 ou flanges mais leves.
(c) Vedações de composição de amianto podem ser utilizadas como
permitido no ANSI B15.5. Este tipo de vedação pode ser utilizado com quaisquer dos
vários acabamentos de flange exceto com macho e fêmea pequeno ou lingüeta e
ranhura.
(d) O uso de vedações de metal ou de amianto revestido de metal (tanto
plano como ondulado) não está limitado pela pressão, contanto que o material de
vedação seja satisfatório para a temperatura de serviço. Estes tipos de vedações são
recomendadas para a utilização com acabamentos de macho e fêmea ou lingüeta e
rebaixo pequenos. Estes também podem ser utilizados com flanges de aço com

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sobreposição, macho e fêmea grandes, lingüeta e rebaixo grandes, ou acabamento de
face rebaixada.
(e) Vedações de face completa devem ser utilizadas com todas as flanges de
bronze, e podem ser utilizadas com flanges de ferro fundido de Classe 25 ou 125.
Vedações de junta plana com o diâmetro externo estendendo-se para o interior dos
furos de fixação pode ser utilizados com flanges de ferro fundido, com flanges de aço
de faces elevadas, ou com flanges de aço de sobreposição.
(f) A fim de assegurar uma alta compressão na vedação, juntas metálicas
com a largura menor que a face macho completa da flange podem ser utilizadas com a
face elevada, sobreposição, ou acabamento de macho e fêmea grande. A largura da
vedação para junções macho e fêmea ou lingüeta e ranhura pequenos deve ser igual à
largura da face macho ou lingüeta.
(g) Anéis para junções de anel devem ser de dimensões estabelecidas no
ANSI B16.20. O material para estes anéis deve ser satisfatório para as condições de
serviço encontradas e deve ser mais mole que o dos flanges.
(h) O material isolante deve ser satisfatório para a temperatura, umidade, e
outras condições onde será utilizado.

831.3 Outros Acessórios Além Válvulas e Flanges

831.31 Acessórios Padrão


(a) A espessura mínima do metal de acessórios com flange ou rosqueados
não deve ser menor que especificado para pressões e temperaturas no Padrão
Nacional Americano ou na Prática Padrão MSS aplicáveis.
(b) Acessórios de aço para soldagem de topo devem satisfazer tanto o ANSI
B16.9 ou MSS SP-75, e devem ter níveis de pressão e temperatura baseadas na
resistência do tubo para o mesmo material ou equivalente. Para assegurar a
adequação do desenho de união, a resistência real de ruptura dos acessórios deve ser
pelo menos igual à resistência de ruptura calculada do tubo para o material designado
e espessura de parede. O teste hidrostático de fábrica feito nos acessórios de aço para
solda de topo não é exigido, mas todos estes acessórios devem ser capazes de
suportar um teste de pressão de campo igual ao teste de pressão estabelecido pelo
fabricante, sem falha ou vazamento e sem imperfeições na sua utilização.
(c) Acessórios de encaixe para solda de aço devem obedecer a ANSI B16.11.
(d) Acessórios com flange de aço dúctil devem obedecer às exigências da
ANSI B16.42 ou ANSI A 21.14.
(e) Acessórios termoplásticos devem obedecer a ASTM D 2513.
(f) Acessórios plásticos termofixo reforçados devem obedecer a ASTM D
2517.

831.32 Acessórios Especiais. Quando acessórios especiais fundidos,


forjados, estampados ou soldados são exigidos para dimensões diferentes daquelas de
formatos normais especificados no Padrão Nacional Americano e MSS aplicáveis,
deve-se aplicar os requisitos do parágrafo 831.36.

831.33 Conexões de Derivações


(a) Conexões de derivações soldadas em tubo de aço devem satisfazer as
exigências de projeto dos parágrafos 831.4 e 851.5.
(b) Derivações com rosca em tubo de ferro fundido para conexões de
derivações são permitidas sem reforço para um tamanho não maior que 25% do
diâmetro nominal do tubo. No entanto, onde as condições de clima de serviço ou de

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solo criam cargas externas anormais ou especiais no tubo de ferro fundido, as
derivações de rosca não reforçadas para conexões de ramal são permitidas apenas em
tubo de ferro fundido NPS 8 e maiores em diâmetro, uma vez que o tamanho da
derivação não é maior que 25% do diâmetro nominal do tubo.
(c) Derivações de rosca em tubo de ferro fundido podem ser utilizadas para
substituição das conexões de derivações quando uma inspeção cuidadosa mostra que
não existem trincas ou outras deteriorações na canalização principal imediatamente ao
redor da abertura.
(d) Derivações de rosca em tubo de ferro dúctil são permitidas sem reforço
para um tamanho não maior que 25% do diâmetro nominal do tubo, exceto para
derivações de 1 ¼ pol. que são permitidas em tubo NPS 4 tendo uma espessura de
parede nominal não menor que 0,38 pol.
(e) Acessórios mecânicos podem ser utilizados para fazer derivações rápidas
em tubulações e canalizações principais desde que sejam projetados para a pressão
de operação da tubulação ou canalização principal, e sejam adequados para o
propósito.

831.34 Aberturas Para Equipamento de Controle de Gás em Tubo de


Ferro Fundido. Derivações de rosca utilizadas para equipamento de controle de gás
em tubo de ferro fundido (isto é, uma seção do tubo principal) são permitidos sem
reforço, para um tamanho não maior que 25% do diâmetro nominal do tubo, exceto
para derivações de 1 ¼ pol. que são permitidas em tubo NPS 4. Derivações maiores
daquelas permitidas acima devem ser cobertas por uma luva de reforço.

831.35 Componentes Especiais Fabricados para Soldagem


(a) Esta seção cobre os componentes do sistema de tubulação excetuando
os conjuntos que consistem de tubo e acessórios unidos por soldas circunferenciais.
(b) Toda soldagem deve ser executada utilizando procedimentos e
operadores que são qualificados de acordo com as exigências do parágrafo 823.
(c) Ligações de derivações devem satisfazer as exigências de projeto dos
parágrafos 831.4, 831.5 e 831.6.
(d) Unidades pré-fabricadas, exceto as uniões para solda de topo
normalmente fabricados, que empregam costuras longitudinais e de chapa em
contraste com o tubo que foi produzido e testado sob uma das especificações listadas
neste Código, devem ser projetados, construídos e testados sob as exigências do
Código BPV. As exigências do Código BPV não têm a intenção de ser aplicadas a
conjuntos parciais tais como anéis ou colares divididos ou para outros detalhes de
solda no campo.
(e) Toda unidade pré-fabricada produzida por esta seção do Código deve
suportar com êxito a pressão de teste sem falha, vazamento, distensão ou distorção,
com exceção da distorção elástica a uma pressão igual ao do teste de pressão do
sistema na qual este está instalado, ou antes da instalação ou durante o teste do
sistema. Quando tais unidades estão para ser instaladas nos sistemas existentes,
devem ser testadas por pressão antes da instalação, se possível, caso contrário, ele
deve suportar um teste de vazamento na pressão de operação da linha.

831.36 Projeto de Pressão de Outros Componentes Sob Pressão.


Componentes sob pressão que não estão cobertos pelos padrões listados no Apêndice
A e para o qual as equações ou procedimentos de projeto não são fornecidos aqui,
podem ser utilizados onde o projeto de componentes similares em termos de forma,
proporção e tamanho foram aprovados satisfatoriamente pelo desempenho bem
sucedido sob condições comparáveis de serviço. (A interpolação pode ser feita entre

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componentes aprovados semelhantes em forma com pequenas diferenças em tamanho
e proporção). Na falta de tal experiência de serviço, o projeto de pressão deve ser
baseado em uma análise consistente com a filosofia geral de projeto reunida neste
Código, e substanciada por pelo menos um dos seguintes itens:
(a) testes de prova (como descrito no UG-101 da Seção VIII, Divisão 1 do
Código BPV);
(b) análise de tensão experimental (como descrito no Apêndice 6 da Seção
VIII, Divisão 2 do Código BPV);
(c) cálculos de engenharia.

831.37 Tampas
831.371 Tampas de Abertura Rápida. Uma tampa de abertura rápida é um
componente sob pressão (veja parágrafo 831.36) utilizado para acessos repetidos ao
interior do sistema de tubulação. Não é a intenção deste Código impor as exigências de
um método de projeto específico ao projetista ou fabricante de uma tampa de abertura
rápida.
Tampas de abertura rápida devem ter níveis de pressão e temperatura iguais ou
maiores que as exigências de projeto do sistema de tubulação ao qual estão anexadas.
As tampas de abertura rápida devem ser equipadas com dispositivos de trava de
segurança em concordância com a Seção VIII, Divisão 1, UG-35 (b) do Código BPV.
A preparação da ligação de solda deve estar em concordância com a figura 14.

831.372 Acessórios de Tampas. Os acessórios das tampas normalmente


chamadas “tampas de solda” devem ser projetados e fabricados de acordo com ANSI
B16.9 ou MSS SP-75 (veja parágrafo 831.31 (b)).

831.373 Cabeças da Tampa. As cabeças de tampa, do tipo chata, em


elipse (exceto como no parágrafo 831.372 acima), esférica ou cônica são permitidas
para uso sob este Código. Tais itens podem ser projetados de acordo com a Seção VIII,
Divisão 1 do Código BPV. As tensões máximas admissíveis para materiais utilizados
nestas cabeças de tampas devem ser estabelecidos sob os requisitos do parágrafo
841, não excedendo 60% do SMYS.
Caso se usem soldas na construção dessas tampas, devem ser inspecionadas
de acordo com o requisito da Seção VIII, Divisão 1.
As cabeças de tampas devem ter níveis de pressão e temperatura iguais ou
maiores que os exigidos para o projeto do sistema de tubulação ao qual elas foram
anexadas.

831.374 Tampas Fabricadas. Encaixes machos de casca de laranja e


moldes de casca de laranja são proibidos em sistemas operando a níveis de tensão de
20% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada do material do tubo.
Tampas planas e rabo de peixe são permitidas em tubo NPS 3 ou menores operando a
menos de 100 psi. Rabos de peixe em tubo maiores que NPS 3 são proibidos. Tampas
chatas chatas em tubo maiores que NPS 3 devem ser projetadas de acordo com a
Seção VIII, Divisão 1 do Código BPV (veja parágrafo 831.373).

831.375 Conexões de Flange Cega Parafusada. Conexões de flange cega


parafusada devem obedecer o parágrafo 831.2.

831.4 Reforço de Conexões de Derivações Soldadas

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831.41 Exigências Gerais. Todas as conexões de derivações soldadas
devem satisfazer as seguintes exigências:
(a) Quando as conexões de derivação forem feitas a um tubo na forma de
uma conexão simples ou em uma canalização principal, ou tubulação como uma série
de conexões, o projeto deve estar adequado para controlar os níveis de tensão no tubo
dentro de limites seguros. A construção deve ter a percepção de tensão na parede
remanescente do tubo devido a abertura no tubo ou canalização, a tensão de
cizalhamento produzida pela pressão atuando na área da abertura da derivação, e
quaisquer cargas externas devido ao movimento térmico, peso, vibração, etc. Os
parágrafos seguintes fornecem regras de projeto para combinações comuns das cargas
acima, exceto para carga externa excessiva.
(b) O reforço exigido na seção bifurcada de uma conexão de derivação
soldada deve ser determinada pela regra que a área de metal disponível para reforço
deve ser igual ou maior da área exigida como definido neste parágrafo, bem como na
figura F5.
(c) A área de seção transversal exigida AR é definida como o produto de d
vezes t:

AR = d t

onde:
d = o maior comprimento da abertura acabada na parede da canalização
medida paralelamente ao eixo da corrida ou o diâmetro interno da
conexão da derivação.
t = a espessura nominal de parede da canalização exigida pelo parágrafo
841.11 para o projeto de pressão e temperatura.
Quando a espessura de parede do tubo inclui uma margem para corrosão ou
erosão, todas as dimensões utilizadas devem ser aquelas que irão resultar após a
corrosão ou erosão antecipada ter sido constatada.
(d) A área disponível para reforço deve ser a soma de:
(1) a área da seção transversal resultante de qualquer excesso de
espessura disponível na espessura da canalização principal (acima do mínimo
requerido para uma canalização como definido no parágrafo 831.31(c) que cai dentro
da área de reforço como definido no parágrafo 831.41(e);
(2) a área da seção transversal resultante de qualquer excesso de
espessura disponível na espessura de parede da derivação acima das espessuras
mínimas exigidas que cai dentro da área de reforço como definido no parágrafo
831.41(e);
(3) a área de seção transversal de todo reforço de metal adicionado
que cai dentro da área de reforço, como definido no parágrafo 831.41(e), incluindo o
metal de solda sólida que é convencionalmente anexado à canalização principal ou
derivação, ou ambos.
(e) A área de reforço é mostrada na Figura F5 e é definida como um
retângulo cujo comprimento deve cobrir uma distância d em cada lado da linha de
centro transversal da abertura acabada, cuja largura deve cobrir uma distância de 2 ½
vezes a espessura de parede da canalização principal em cada lado da superfície da
parede da derivação a partir da superfície externa da canalização principal ou do
reforço.
(f) O material de qualquer reforço adicionado deve ter uma tensão de
trabalho admissível pelo menos igual a da parede do tubo principal, a não ser que um
material de tensão admissível menor possa ser usado se a área é aumentada em

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relação direta das tensões admissíveis para tubo principal e material de reforço,
respectivamente.
(g) O material utilizado para anel ou reforço de sela pode ser de
especificações que diferem daquelas do tubo, desde que a área de seção transversal
seja feita em proporção direta à força relativa do tubo e materiais de reforço às
temperaturas operacionais, e desde que tenha qualidades de solda comparáveis
àquelas do tubo. Nenhum crédito deve ser dado para a resistência adicional do material
que tem uma resistência mais alta do que a parte a ser reforçada.
(h) Quando anéis ou selas são utilizados de forma a cobrir a solda entre a
derivação e o tubo principal, uma abertura deve ser feita no anel ou sela para revelar
vazamento na solda entre a derivação e o tubo principal e para prover ventilação
durante as operações de soldagem e tratamento térmico. As aberturas de ventilação
devem ser tampadas durante o serviço para evitar corrosão de fenda entre o tubo e o
reforço, mas nenhum material de cobertura deve ser usado que seja capaz de
sustentar a pressão dentro da fenda.
(i) O uso de varetas ou mãos francesas não deve ser considerado como
contribuintes para reforço das conexões de derivações. Isto não proíbe o uso de
vareatas ou maõs francesas para propósitos diferente de reforço, como aumento de
rigidez.
(j) A derivação deve ser anexada por através de solda para a espessura
completa da derivação ou parede da canalização principal mais um filete de solda W1
como mostrado nas Figuras I1 e I2. O uso de soldas de filete côncavo é preferível para
diminuir de concentração de tensão de canto. O reforço de anel ou de sela deve ser
anexado como mostrado pela Figura I2. Quando um filete completo não é utilizado, é
recomendado que a borda do reforço seja aliviada ou chanfrada em aproximadamente
45 graus para fundir com a extremidade do filete.
(k) Reforço anéis e selas devem ser ajustados com precisão às partes para
as quais eles serão anexados. As figuras I2 e I3 ilustram algumas formas aceitáveis de
reforço.
(l) Conexões de derivações anexadas a um ângulo menor que 85 graus e
que tornam a montagem progressivamente mais fraca conforme o ângulo diminui. Em
qualquer projeto deve dado um estudo individual e um reforço suficiente deve ser feito
para compensar a fraqueza inerente de tal construção. O uso de varetas envolventes
para suportar o achatamento ou superfícies reentrantes é permitido, e pode ser incluído
nos cálculos de resistência. O projetista é alertado que concentrações de tensão
próximas das pontas de varetas parciais, correias ou mãos francesas podem anular seu
valor de reforço.
Y
831.42 Exigências Especiais. Além das exigências do parágrafo 831.41,
as conexões de derivações têm que satisfazer as exigências especiais dos seguintes
parágrafos como mostra a Tabela 831.42.
(a) São preferidos os “Tés” de aço forjado de contorno suave de projeto
aprovado. Quando não se puder usar Tés, o membro de reforço deve se
estender ao redor da circunferência do tubo principal. Calços, selas parciais,
ou outros tipos de reforço localizados são proibidos.

Tabela 831.42 REFORÇO DE CONEXÕES DE DERIVAÇÕES SOLDADAS,


EXIGÊNCIAS ESPECIAIS
Razão de Tensão Razão do Diâmetro Nominal da Derivação para o
Tangencial de Projeto Diâmetro Nominal da Canalização Principal
para Tensão de Mais que

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25% ou 25% até 50% Maio que 50%
menos
20% ou menos (q) (q) (h)
Maior que 20% (d) (i) (i) (h) (i)
até 50%
Maior que 50% (c) (d) (e) (b) (e) (a) (e) (f)

(b) São preferidos os Tés de aço de contorno suave de projeto aprovado.


Quando os Tés não são utilizados, o membro de reforço deve ser do tipo de
envolvimento completo, mas pode ser do tipo calço, tipo sela, ou um tipo de união de
saída para solda.
(c) O membro de reforço pode ser do tipo envolvimento completo, tipo calço,
tipo sela, ou tipo de união de saída para solda. As bordas dos membros de reforço
devem ser chanfradas para a espessura do tubo principal. É recomendado que as
pernas ou junções de solda de filete do membro de reforço e tubo principal não exceda
a espessura do tubo principal.
(d) Cálculos de reforço não são exigidos para aberturas de 2 pol. e menores
em diâmetro; porém, deve-se tomar cuidado para prover uma proteção satisfatória
contra vibrações e outras forças externas para as quais estas pequenas aberturas
estão freqüentemente sujeitas.
(e) Todas as junções de solda da canalização principal, derivação e membro
de reforço devem ser equivalentes àquelas mostradas nas Figuras I1 e I2.
(f) As bordas interiores da abertura acabada devem, sempre que possível,
ser arredondadas em um raio de 1/8 pol. Se o membro envolvente é mais grosso que a
canalização principal e é soldado na canalização principal, as extremidades devem ser
chanfradas para a espessura da canalização principal e feitos filetes contínuos de
solda.
(g) O reforço de aberturas não é obrigatório; porém, o reforço pode ser
exigido para casos especiais envolvendo pressões maiores que 100 psi, tubo de
parede fina, ou cargas externas severas.
(h) Se um membro de reforço for exigido, e o diâmetro da derivação é tal que um
tipo localizado de membro de reforço pode estender ao redor de mais da metade da
circunferência do tubo principal, então um tipo de membro de reforço de envolvimento
completo deve ser utilizado, embora o projeto de tensão tangencial, ou um "T" de aço
forjado de contorno uniforme de projeto aprovado pode ser usado.
(i) O reforço pode ser de qualquer tipo que satisfaça as exigências do
parágrafo 831.41.

831.5 Reforço de Aberturas Múltiplas

831.51 Quando dois ou mais derivações adjacentes estão espaçados a


menos de duas vezes o seu diâmetro médio (de forma que suas áreas efetivas de
reforço sobreponham), o grupo de aberturas será reforçado conforme parágrafo 831.4.
O reforço de metal deve ser adicionado como um reforço combinado, a resistência
deste deve ser igual a resistência combinada dos reforços que seriam exigidos para as
aberturas separadas. Em nenhum caso qualquer parte de uma seção transversal deve
ser considerada para aplicar mais que uma abertura ou ser avaliada mais de uma vez
em uma área combinada.

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831.52 Quando mais que duas aberturas adjacentes devem ser feitass
com um reforço combinado, a distância mínima entre centros de qualquer uma destas
aberturas deve ser preferencialmente pelo menos 1 ½ vezes seu diâmetro médio, e a
área de reforço entre estes deve ser pelo menos igual a 50% do total requeridos para
estas duas aberturas na seção transversal considerada.

831.53 Quando a distância entre centros de duas aberturas adjacentes é


menor que 1 ½ vezes seu diâmetro médio, como considerado sob o parágrafo 831.52,
não será dada nenhuma importância para reforço para qualquer parte do metal entre
estas duas aberturas.

831.54 Qualquer número de aberturas adjacentes pouco espaçadas em


qualquer distribuição deve ser reforçada como se o grupo fosse tratado como um só,
assumindo a abertura de um diâmetro incluindo todas as aberturas.

831.6 Saídas Extrudadas

(a) As regras neste parágrafo aplicam-se para saídas de aço extrudadas em


que o reforço é parte integrante.
Uma saída extrudada é definida como uma saída na qual o ressalto extrudado
da saída tem uma altura acima da superfície do trecho reto de tubulação que é igual ou
maior ao raio de curvatura da parte externa contornada da saída, isto é h o > r o. (Veja
Apêndice F, Figuras F1 até F4 e nomenclatura.)
(b) Estas regras não se aplicam a quaisquer bocais ou conexões de
derivação em que o material não integrante é aplicado na forma de anéis, calços, ou
selas.
(c) Estas regras só se aplicam em casos onde o eixo da saída cruza e é
perpendicular ao eixo do trecho de tubo plano.
(d) As Figuras F1 até F4 definem as condições pertinentes de dimensões e
limites.
(e) Área exigida. A área exigida é definida como

A Kt1 Do

onde
K - 1.00 quando d/D > 0.60
0.6 /D quando d/D > 0.15 e não excedendo 0.60
= 0.7 quando d/D < 0.15

O projeto deve satisfazer os critérios de reforço de área definidos no (f) abaixo


não for menor que a área exigida.
(f) Área de reforço. A área de reforço deve ser a soma de áreas A1 + A2 + A3
como definido abaixo.
(1) A área A1 é a área que recai dentro da área de reforço resultante
de qualquer excesso de espessura disponível na parede do tubo reto, isto é,

A1 Do (T t )

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(2) A área A2 é a área que recai dentro da zona de reforço resultante
de qualquer excesso de espessura disponível na parede de tubo da dirivação, isto é,

A2 2l. (Tb tb )

(3) A área A3 é a área que recai dentro da zona de reforço resultante


de qualquer excesso de espessura disponível na parede do ressalto da saída
extrudada, isto é,

A3 2ro (To Tb )

(g) Reforço de Aberturas Múltiplas. Devem ser seguidas as regras do


parágrafo 831.5, exceto que a área exigida e área de reforço têm que ser como as
dadas no parágrafo 831.6.
(h) Em complemento ao descrito acima, o fabricante deverá ser o
responsável para estabelecer e gravar nas peças que contém saídas extrudadas, a
pressão de projeto, temperatura e aquilo que for estabelecido pelos requisitos sob este
Código. O nome do fabricante ou marca registrada deverão ser gravados na peça.

832 DILATAÇÃO E FLEXIBILIDADE

832.1

Esta seção é aplicável apenas para tubulação sobre o solo e cobre todas as
classes de materiais permitidos por este Código até temperatura nunca maior que
450ºF.

TABELA 832.2
DILATAÇÃO TÉRMICA DE MATERIAIS DE TUBULAÇÃO
Aço Carbono e de Baixa Liga
de Alta Resistência e Ferro Forjado
Temperatura, Dilatação Total, pol./100 pés
ºF Acima de 32ºF
32 0.0
60 0.2
100 0.5
125 0.7
150 0.9
175 1.1
200 1.3
225 1.5
250 1.7
300 2.2
350 2.6
400 3.0
450 3.5

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832.2 Quantidade de Dilatação

A dilatação térmica dos materiais mais comuns utilizados para tubulação pode
ser determinada a partir da Tabela 832.2. A dilatação a ser considerada é a diferença
entre a dilatação para a temperatura operacional máxima esperada e aquela
temperatura de elevação normal esperada. Para materiais não incluídos nesta Tabela,
ou para cálculos de precisão, uma consulta deve ser feita a uma fonte de dados
autorizados, como as publicações do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia.

832.3 Exigências de Flexibilidade

832.31 Sistemas de tubulação devem ser projetados para ter flexibilidade


suficiente para impedir que a dilatação térmica ou contração cause tensões excessivas
no material da tubulação, flexões excessivas ou cargas incomuns nas junções, ou
forças indesejáveis ou momentos em pontos de conexão com o equipamento ou na
ancoragem ou nos pontos de guia. Cálculos formais deverão ser exigidos apenas onde
houver dúvidas razoáveis quanto a flexibilidade adequada do sistema.

832.32 A flexibilidade será conseguida pelo uso de curvas, voltas inteiras,


ou desvios, ou deverão ser tomadas providências para absorver mudanças térmicas
pelo uso de juntas de expansão ou tipos de juntas de dilatação ou juntas de expansão
do tipo sanfona. Se são utilizadas juntas de expansão, deverão ser instaladas âncoras
ou amarrações de resistência e rigidez suficientes para resistir aos esforços nas
extremidades causados pela pressão de fluido ou outras causas.

832.33 No cálculo da flexibilidade de um sistema de tubulação, o sistema


deve ser tratado como um todo. A importância de todas as partes da linha e todas os
limitadores, tais como apoios sólidos ou guias, devem ser considerados.

832.34 Os cálculos devem levar em conta fatores de intensificação de


tensão encontrados em peças diferentes de tubos retos. Deve ser dado crédito extra
para a flexibilidade de tais componentes. Na ausência de dados mais diretamente
aplicáveis, podem ser usados os fatores de flexibilidade e tensão de intensificação
mostrado em Tabela F1.

832.35 As propriedades do tubo e acessórios para estes cálculos devem


ser baseadas em dimensões nominais e o fator de junção E (Tabela 841.115A) deverá
ser assumido como sendo 1.00.

832.36 A faixa total de temperatura deve ser utilizada em todos os cálculos


de expansão, se a tubulação é esticada a frio ou não. Em complemento para a
expansão da própria linha, serão considerados os movimentos lineares e angulares do
equipamento ao qual está ligado.

832.37 Pretensionamento a Frio. Para modificar o efeito de expansão e


contração, os trecos de tubo reto podem ser esticados a frio. O pretensionamento a frio
pode ser levada em conta nos cálculos das reações como mostrado no parágrafo
833.5, desde que um método efetivo de obtenção do pretensionamento a frio seja
especificado e utilizado.

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832.38 Cálculos de flexibilidade devem ser baseados nos módulos de
elasticidade Ec, a temperatura ambiente.

833 CÁLCULOS DE TENSÃO COMBINADA

833.1
Utilizando as hipóteses acima, as tensões e reações devido a expansão devem
ser investigadas em todos os pontos significativos.

833.2
As tensões de expansão devem ser combinadas conforme a fórmula seguinte:

SE - (Sb 2 + 4St2) ½

onde
SE = a tensão de expansão combinada, psi
Sb = tensão de flexão resultante, psi
= iMb /z
St = tensão de torção, psi
= Mt /2z
Mb = resultante do momento fletor, lb./pol.
Mt = momento de torção, lb./pol.
z = módulo de seção do tubo, pol.
i = fator de intensificação de tensão (Apêndice E)

833.3
A máxima de tensão de expansão combinada S E não deve exceder 0.72S onde
S é a tensão de escoamento mínima especificada, psi, sujeito à limitações adicionais
do parágrafo 833.4.

833.4
O total dos seguintes itens não deve exceder a tensão de escoamento mínima
especificada S:
(a) a tensão combinada devido a expansão SE;
(b) a tensão de pressão longitudinal (veja parágrafo 841.11, SFT);
(c) a tensão de flexão longitudinal devido a cargas externas, como peso de
tubo e conteúdos, vento, etc.
A soma dos parágrafos 833.4(a) e (c) não deve exceder 0.75S.

833.5
A reação R’ deve ser obtida como segue, a partir das reações derivadas de R
dos cálculos de flexibilidade:

R’ = (1 - 2/3C s) R
quando Cs é menor que 0,6; R’ = C s quando Cs está entre 0,6 e 1.0 onde

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Cs = fator de pretensionamento a frio variando de zero para nenhum
pretensionamento a frio, a 1.0 para 100% do pretensionamento a frio.
R = reação máxima que corresponde ao alcance de expansão completo
baseado em EC .
EC = o módulo de elasticidade na condição fria.
R’ = reação máxima para a linha após o pretensionamento a frio; as reações
assim calculadas não devem exceder os limites para os quais o equipamento ou
ancoragem anexada foi projetada para sustentar.

834 SUPORTES E ANCORAGEM PARA TUBULAÇÃO EXPOSTA

834.1 Geral

Tubulação e equipamento devem ser apoiados de uma maneira bem feita e


substancial, para evitar ou amortecer a vibração excessiva e deve estar ancorado
suficientemente para evitar esforços indevidos no equipamento acoplado.

834.2 Providências para Expansão

Suportes, ganchos e âncoras devem ser instalados de modo a não interferir com
a livre expansão e contração da tubulação entre as âncoras. Devem ser feitas, onde for
necessário, ganchos com mola, suportes oscilantes, etc. adequados.

834.3 Materiais, Projetos e Instalação

Todos os ganchos, suportes e âncoras permanentes devem ser fabricados de


materiais não combustíveis duráveis e projetados e instalados de acordo com as boas
práticas de engenharia para as condições de serviço envolvidas. Todas as peças do
equipamento de sustentação devem ser projetadas e instaladas de forma que não
sejam desacopladas devido ao movimento da tubulação suportada.

834.4 Forças nas Junções de Tubo

(a) Todas as junções de tubo expostas devem ser capazes de sustentar a


força final máxima devida à pressão interna, isto é, a pressão de projeto, psi, vezes a
área interna do tubo, pol 2, assim como também, qualquer força adicional devida à
expansão ou contração térmica ou para o peso do tubo e seu conteúdo.
(b) Se forem utilizados acoplamentos do tipo luva ou de compressão na
tubulação exposta, deverão ser tomadas providências para suportar as forças
longitudinais mencionadas em (a) acima. Se tal providência não for tomada na
fabricação do acoplamento, um suporte adequado ou amarração deve ser feito, mas,
tal projeto não deve interferir com o desempenho normal da junção nem com sua
própria manutenção. As conexões devem satisfazer as exigências do parágrafo 834.5.

834.5 Conexões de Suporte ou Âncoras

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(a) Se o tubo é projetado para operar a uma tensão tangencial menor que
50% que a tensão de escoamento mínima especificada, os suportes estruturais ou
âncoras podem ser soldadas diretamente ao tubo. As exigências de proporção e
resistência de soldagem de tais conexões devem satisfazer as práticas estruturais
padrão.
(b) Se o tubo é projetado para operar a uma tensão tangencial de 50% ou
maior que tensão de escoamento mínima especificada, o suporte do tubo deve ser
conseguido através de uma peça que o envolva totalmente. Onde for necessário
fornecer uma acoplamento positivo, como o de uma âncora, o tubo pode ser soldado
apenas no membro envolvente; o suporte deve ser preso ao membro envolvente e não
ao tubo. A conexão do tubo para o membro envolvente deve ser através de soldas
contínuas, ao invés de intermitentes.

835 ANCORAGEM PARA TUBULAÇÃO ENTERRADA

835.1 Geral

Curvas ou desvios em tubos enterrados causam forças longitudinais as quais


devem ser suportadas pela ancoragem na curva, pela restrição devida à fricção com o
solo, ou pela tensão longitudinal no tubo.

835.2 Ancoragem nas Curvas

Se o tubo é ancorado por um suporte na curva, deve-se tomar o cuidado de


distribuir a carga no solo de forma que a pressão do suporte esteja dentro de limites
seguros para o tipo de solo envolvido.

835.3 Restrição devida à Atrito com o Solo

Onde houver dúvidas sobre a adequação para a restrição por atrito, devem ser
feitos cálculos e feita a instalação da ancoragem indicada.

835.4 Forças em Junções de Tubo

Se a ancoragem não é feita na curva (veja parágrafo 835.2), junções de tubo


que estão próximas dos pontos de origem de tração deve ser projetado para sustentar
a força longitudinal arrancamento. Se tal requisito não é feito na fabricação de junções,
deve ser feito o suporte ou amarração adequado.

835.5 Apoios para Tubulação Enterrada

Em tubulações, especialmente aquelas que são altamente tensionadas por


pressão interna, o suporte uniforme e adequado do tubo na vala é essencial.
Determinações desiguais podem produzir tensões de achatamento adicionais no tubo.
Esforços laterais nas conexões da derivação podem aumentar grandemente as tensões
na própria conexão da derivação, a menos que o reaterro seja totalmente consolidado
ou outras providências sejam feitas para resistir ao empuxo.

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Uma proteção de pedra não deve ser disposta sobre o tubo a menos que um
aterro adequado e socamento sejam feitos na vala para assegurar um suporte contínuo
e adequado para o tubo dentro desta.

835.51 Quando são feitas aberturas em um aterro consolidado para


conectar novas derivações à uma linha existente, deve ser tomado cuidado para
assegurar fundação firme em ambos, a tubulação principal e a derivação, para evitar
movimentos verticais e laterais.

835.6 Interligação de Linhas Subterrâneas

As linhas subterrâneas estão sujeitas a tensões longitudinais causadas por


mudanças na pressão e temperatura. Para linhas longas, o atrito sobre a terra
prevenirá mudanças no comprimento causado por estas tensões, com exceção de
várias centenas de pés adjacentes a curvas ou extremidades. Nestas localizações, o
movimento, se não restringido, pode ser de magnitude considerável. Se as conexões
feitas a tal localização para uma linha relativamente inflexível ou outro objeto fixo, é
essencial que a interligação tenha ampla flexibilidade para absorver de um possível
movimento, ou que a linha seja provida com uma ancoragem suficiente para
desenvolver as forças necessárias para limitar o movimento.

CAPÍTULO IV
PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTE

840 PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTE

840.1 Disposições gerais

(a) As exigências de projeto deste Código pretendem ser adequadas para


segurança pública em todas as condições encontradas na indústria de gás. As
condições que podem causar tensão adicional em qualquer parte de uma linha ou seus
componentes deverão ser asseguradas utilizando boas práticas de engenharia.
Exemplos de tais condições incluem vãos longos auto-sustentadados, solo instável,
vibração mecânica ou sonora, peso de acoplamentos, tensões induzidas por
movimentos da terra, tensões causadas por diferenças de temperatura e as condições
de solo e temperatura encontradas no Ártico. A diferença de temperatura deve ser
considerada como sendo a diferença entre a mais baixa e mais alta temperatura de
metal esperada durante o teste de pressão e/ou serviços operacionais, tendo a devida
consideração a dados de temperatura registrados no passado e os possíveis efeitos
das baixas ou altas temperaturas de solo e ar.
(b) O fator mais significativo que contribui para a occorrência de defeitos em
uma tubulação de gás é um dano causado à linha pelas atividades das pessoas ao
longo da rota da linha. O dano geralmente acontecerá durante a construção de outras
instalações ligadas ao fornecimento de serviços a residências e empreendimentos
comerciais ou industriais. Estes serviços, tais como o abastecimento de água, gás e
eletricidade, sistemas de esgoto, linhas de drenagem e fossas, cabos de energia e
comunicação enterrados, ruas e estradas, etc., tornam-se mais presentes e maiores, e
a possibilidade de danos para a tubulação aumenta com as maiores concentrações de
edifícios projetados para a ocupação humana. A determinação da Classe de Locação
fornece um método de avaliação do grau de exposição da linha aos danos.

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Uma tubulação projetada, construída e operada conforme as exigências de
Classe de Locação 1 [veja parágrafo 840.2 (b) (l)] está basicamente segura para a
contenção da pressão em qualquer locação; porém, medidas adicionais são
necessárias para proteger a integridade da linha na presença de atividades que
poderiam causar danos. Um das medidas requeridas por este Código é reduzir o nível
de tensão em relação ao aumento da atividade pública. Esta atividade é quantificada
pela determinação de Classe de Locação e pela relação do projeto da tubulação ao
fator de projeto apropriado.
(c) Edições anteriores deste Código utilizaram o termo índice de densidade
de população para determinar exigências de projeto, construção, teste e de operação.
Também utilizaram o termo Classe de Locação na prescrição da pressão de projeto,
tipo de construção e pressão operacional máxima admissível. Para simplificar o uso
deste Código, o termo índice de densidade de população foi eliminado nesta edição.
Esta Edição do Código também eliminou o termo Tipo de Construção A, B, C e D e
substituiu este com a mesma terminologia utilizada para Classe de Locação de projeto.
As exigências baseadas em Classe de Locação são tais que não há nenhuma
mudança significativa no projeto, instalação, teste e operação de sistemas de tubulação
entre esta Edição do Código e a Edição de 1986 em relação à mudança de
terminologia.
Tubulações construídas anteriormente à publicação desta Edição e projetadas
conforme as Classes de Locação estabelecidas segundo edições anteriores deste
Código podem continuar a utilizar as Classes de Locação assim determinadas, desde
que seja observado que quando aconteça um aumento no número de edifícios
projetados para ocupação humana, a determinação de Classe de Locação deverá ser
estipulada conforme o parágrafo 840.2.

840.2 Edifícios Projetados Para Ocupação Humana

(a) Geral
(1) Para determinar o número de edifícios projetados para ocupação
humana para uma tubulação em alto mar, trace uma zona de ¼ de milha de largura ao
longo da rota da tubulação com a tubulação na linha de centro desta mesma zona, e
divida de maneira aleatória a tubulação em seções de 1 milha de comprimento de
forma que o comprimento individual inclua o número máximo de edifícios projetados
para ocupação humana. Conte o número de edifícios projetados para ocupação
humana dentro de cada zona de 1 milha. Para este propósito, cada unidade de
habitação separada em uma unidade de habitação múltipla será contada como um
edifício separado projetado para ocupação humana.
Não se pretende aqui que uma milha completa de tubulação de nível de tensão
mais baixo deverá ser instalada se existirem barreiras físicas ou outros fatores que
iriam limitar a expansão adicional da área mais densamente povoada para uma
distância total de menos de 1 milha. Porém, é intenção que onde nenhuma de tais
barreiras existir, uma ampla admissão deverá ser dada na determinação dos limites de
projeto de baixa tensão para fornecer um provável desenvolvimento adicional na área.
(2) Quando um agrupamento de prédios projetados para ocupação
humana indicar que uma milha básica de tubulação deve ser identificada como uma
Classe de Locação 2 ou Classe de Locação 3, estas Classes podem ser terminadas a
660 pés do edifício mais próximo do agrupamento.
(3) Para tubulações menores que 1 milha em comprimento, deverá ser
atribuída uma Classe de Locação que é típica da Classe de Locação que seria
requerida para 1 milha de tubulação que percorre a área.

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(b) Classificação de Referência para Projeto e Construção
(1) Classe de Locação 1. Uma Classe de Locação 1 é qualquer seção
de 1 milha que tem 10 ou menos edifícios projetados para ocupação humana. Uma
Classe de Locação 1 é tem o propósito de corresponder a áreas como terras
improdutivas, desertos, montanhas, pastos, terras de fazendas e áreas escassamente
povoadas.
(a) Classe 1 Divisão 1. Uma Classe de Locação 1 onde o fator
de projeto do tubo é maior que 0.72 mas igual ou menor que 0.80, e que foi testado
hidrostaticamente a 1.25 vezes a pressão de operação máxima. (Veja Tabela 841.114B
para exceções ao fator de projeto.)
(b) Classe 1 Divisão 2. Uma Classe de Locação 1 onde o fator
de projeto do tubo é igual ou menor que 0.72 e que foi testado a 1.1 vezes a pressão
máxima de operação. (Veja Tabela 841.114B para exceções ao fator de projeto.)
(2) Classe de Locação 2. Uma Classe de Locação 2 é qualquer seção de 1
milha que tem mais que 10 e menos que 46 edifícios projetados para ocupação
humana. Uma Classe de Locação 2 tem a intenção de corresponder a áreas onde o
grau de população é intermediário entre Classe de Locação 1 e Classe de Locação 3
como áreas periféricas ao redor de grandes cidades e pequenas cidades, áreas
industriais, fazendas ou propriedades rurais, etc.
(3) Classe de Locação 3. Uma Classe de Locação 3 é qualquer seção de 1
milha que tem 46 ou mais edifícios projetados para ocupação humana exceto quando
a Classe de Locação 4 prevalecer. Uma Classe de Locação 3 tem a intenção de
corresponder a áreas tais como, desenvolvimentos de moradia suburbanos, shopping
centers, áreas residenciais, áreas industriais e outras áreas povoadas que não
satisfazem as exigências de Classe de Locação 4.
(4) Classe de Locação 4. Uma Classe de Locação 4 inclui áreas onde
edifícios de apartamentos são prevalecentes e onde o tráfego é pesado ou denso e
onde pode haver numerosas outras instalações subterrâneas. De apartamentos quer
dizer 4 ou mais andares sobre o solo inclusive o primeiro ou andar térreo. A
profundidade dos porões e o número de andares subterrâneos são irrelevantes.

840.3 Considerações Necessárias para Concentrações de Pessoas nas


Classe de Locação 1 e 2

(a) Além do critério contido no parágrafo 840.2, deve ser dada consideração
adicional às possíveis conseqüências de uma falha próxima a uma concentração de
pessoas, tais como a encontrada em uma igreja, escola, prédio de apartamentos,
hospital ou área recreativa de natureza organizada nas Classes de Locação 1 ou 2.
Se a instalação é pouco utilizada, as exigências de (b) abaixo não devem
necessariamente ser aplicadas.
(b) As tubulações próximas a lugares de reunião pública ou concentrações de
pessoas como igrejas, escolas, prédios de apartamentos, hospitais ou áreas
recreativas de natureza organizada nas Classes de Locação 1 ou 2 devem satisfazer
as exigências da Classe de Locação 3.
(c) Concentrações de pessoas a que se faz referência em (a) e (b) não tem
a intenção de incluir grupos de menos que 20 pessoas por instância ou localização,
más tem a finalidade de cobrir pessoas em uma área externa tanto quanto em um
edifício.

840.4 Finalidade

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840.41 Deve ser enfatizado que uma Classe de Locação (1, 2, 3 ou 4) da
maneira descrita descrito nos parágrafos acima é definida como a descrição geral de
uma área geográfica que tem certas características como base para prescrição dos
tipos de projeto, construção e métodos de teste a ser utilizado nesses lugares ou em
áreas que são respectivamente comparáveis. Um Classe de Locação numerada, como
Classe de Locação 1, só se refere à geografia daquela locação ou uma área
semelhante e não indica necessariamente que um fator de projeto de 0.72 bastará para
toda a construção naquela locação ou área em particular, por exemplo, na Classe de
Locação 1, todos os cruzamentos aéreos requerem um fator de projeto de 0.6 (veja
parágrafo 841.122).

840.42 Ao classificar locações com a finalidade de determinar o fator de


projeto para a construção de tubulação e teste que devem ser prescritos, deve ser dada
consideração para a possibilidade de um futuro desenvolvimento da área. Se na hora
de planejar uma nova tubulação este futuro desenvolvimento parece ser suficiente para
alterar a Classe de Locação provável, isto deve ser levado em conta no projeto e teste
da tubulação proposta.

841 TUBO DE AÇO

841.1 Exigências de Projeto para Sistemas de Tubulação de Aço


841.11Fórmula para Projeto de Tubo de Aço
(a) A pressão de projeto para os sistemas de tubulação de aço para gás e as
espessuras das paredes nominais para uma determinada pressão de projeto devem ser
determinadas pela fórmula seguinte (para limitações, veja parágrafo 841.111):

P- 2St FET
D

onde ,

P = pressão de projeto, psig (veja também parágrafo 841.111)


S = tensão mínima de escoamento especificada, psi, estipulada nas
especificações sob a qual o tubo foi comprado do fabricante ou determinado conforme
parágrafos 817.13 (h) e 841.112. A tensão de escoamento mínima especificada de
alguns dos tubos de aço mais normalmente utilizados, cujas especificações estão
incorporadas através de referência, estão listadas por conveniência, no Apêndice D.
D = diâmetro nominal externo do tubo, pol.
t = espessura nominal de parede, pol.
F = fator de projeto obtido da Tabela 841.114A. Na estipulação do valor do
fator de projeto F, foi considerada devidamente e feito a devido desconto para as várias
tolerâncias para menos das espessuras fornecidas para tal nas especificações de tubo
listadas e aprovadas para utilização neste Código.
E = fator de junção longitudinal obtido da Tabela 841.115A [veja também
parágrafo 817.13(d)]

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T = fator de redução de temperatura obtido da Tabela 841.116A
(b) O critério de projeto para tubulações na Classe de Locação 1, Divisão 1 é
baseado na experiência operacional em tubulação para gás em níveis de operação
excedente aos previamente recomendados por este Código.
Deve ser mencionado que pode ser exigido ao usuário mudar tal tubo ou reduzir
a sua pressão para o máximo de 0.72 SMYS de acordo com o item 854.2
(c) Controle de Fratura e Interrupção. Um critério de tenacidade à fratura ou
outro método deve ser especificado para controle de propagação de fratura quando
uma tubulação é projetada para ou operar a uma tensão tangencial maior que 40% até
80% da SMYS para tamanhos NPS 16 ou maior, ou a uma tensão tangencial maior que
72% até 80% da SMYS para tamanhos menores que NPS 16.
Quando for utilizado o critério de tenacidade à fratura, o controle pode ser
conseguido assegurando que o tubo tenha a flexibilidade adequada e também
especificando a tenacidade adequada ou interruptores de trinca na tubulação para
parar a propagação.
(1) Controle de Ruptura frágil. Assumindo que o tubo tem a
flexibilidade adequada, deve ser executado o teste de tenacidade à fratura conforme os
procedimentos de testes das exigências adicionais SR 5 ou SR 6 do API 5L, ou outras
alternativas equivalentes. Se a temperatura operacional está abaixo de 32ºF, um teste
de temperatura mais baixa deve ser utilizado. O teste de temperatura mais baixa para
propósito de resistência à trinca deve ser feito na temperatura de metal esperada, ou
menor, durante o teste de pressão (se for para ar ou gás) e durante o serviço,
considerando os dados de temperatura registrados no passado e possíveis efeitos de
temperatura mais baixas do ar e do solo. O valor médio do corte com aparência de
fratura do corpo de prova de teste de cada aquecimento não deve ser menor que 35%
e dos aquecimentos totais não deve ser menor que 50% do corte quando o teste de
entalhe em V de Charpy , baseado em corpos de prova de Charpy completos, for
utilizado, ou pelo menos 80% dos aquecimentos deve exibir uma aparência de corte de
fratura de 40% ou mais quando o teste impacto por queda de peso for utilizado.
(2) Interrupção de Ruptura Dúctil. Para assegurar que a tubulação tem a
dureza adequada para interromper uma ruptura dúctil, o tubo deve ser testado
conforme os procedimentos das exigências adicionais SR 5 do API 5L. A média dos
aquecimentos totais dos valores de energia Charpy deve atingir ou exceder o valor de
energia calculada utilizando uma das equações seguintes que foram desenvolvidas em
vários programas de pesquisa de tubulação.

(a) Laboratórios Battele Columbus (BCL) (AGA)

CVN = 0.0108s 2R1/3t1/3

(b) Instituto Americano de Ferro e Aço (AISI)


3/2
CVN - 0.0345 s R1/2

(c) Conselho Britânico de Gás (BGC)

CVN - 0.0315 s R/t 1/2

(d) Corporação Britânica de Aço (BSC)

CVN - 0.00119 s 2R

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onde
CVN = Charpy em V integral - energia absorvida pelo entalhe, ft-lb
s = tensão tangencial, ksi
R = raio do tubo, pol.
t = espessura da parede, pol.

(3) Interruptores Mecânicos de Trinca. Interruptores mecânicos de trinca


consistindo de luvas, amarração de cabo de aço, tubo de parede espessa, ou outros
tipos adequados têm mostrado fornecer métodos confiáveis de interrupção de ruptura
dúctil. Os interruptores mecânicos de trinca devem ser colocados em intervalos ao
longo da tubulação.

CUIDADO: As exigências especificadas no (2) acima supõem que a tubulação


está transportando essencialmente metano puro. A presença de hidrocarbonetos
mais pesados pode fazer com que o gás a exiba comportamento de duas fases
em descompressão súbita e assim requer uma maior energia de Charpy para
interromper a propagação da fratura do tubo. Devem ser executados cálculos
para determinar se a descompressão exibe comportamento de duas fases onde
é requerida uma tenacidade adicional; caso contrário os interruptores
mecânicos de trinca (veja (3) acima), devem ser instalados, ou a exigência de
tenacidade de Charpy para interrupção deve ser verificada através de
experiências.

841.111 Limitações na Pressão de Projeto P do Parágrafo 841.11. A


pressão de projeto obtida pela fórmula do parágrafo 841.11 deve ser reduzida para
satisfazer o seguinte.
(a) P para tubo com soldagem de topo através de forno não deve exceder as
restrições do parágrafo 841.11 ou 60% da pressão de teste de fábrica, a que for menor.
(b) P não deve exceder 85% da pressão de teste de fábrica para todos os
outros tubo fornecidos; porém, aquele tubo, testado na fábrica para uma pressão menor
que 85% da pressão exigida para produzir uma tensão igual à tensão de escoamento
mínimo especificada, pode ser testado novamente com um tipo de teste hidrostático de
fábrica ou testado no local após a instalação. Nesse caso, o tubo é novamente testado
a uma pressão maior que a pressão de teste de fábrica, então P não deverá exceder
85% da pressão do novo teste ao invés da pressão de teste de fábrica inicial. É
obrigatório utilizar um líquido como meio de teste em todos os testes no local após a
instalação, nos casos em que a pressão de teste exceder a pressão de teste de fábrica.
Este parágrafo não deve ser interpretado como uma permissão para uso de uma
pressão operacional ou pressão de projeto maior que a fornecida pelo parágrafo
841.11.

841.112 Limitações na Tensão de Escoamento Mínima


Especificada S do Parágrafo 841.11
(a) Se o tubo em questão não é tubo novo comprado sob uma especificação
aprovada ou listada neste Código, o valor de S pode ser determinado conforme um dos
seguintes itens:
(1) Valor S para tubo novo qualificado sob o parágrafo 811.221 ou
811.222;
(2) Valor S para reutilização de tubo de aço qualificado sob um da
requisitos do parágrafo 817.1;

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(3) Valor S para tubo de especificação desconhecida como
determinado pelo parágrafo 817.13(h).
(b) Quando o tubo que foi trabalhado a frio para a finalidade de satisfazer a
tensão de escoamento mínima especificada for subseqüentemente aquecido a uma
temperatura maior que 900ºF por qualquer período de tempo ou acima de 600ºF por
mais de 1 hora, a pressão máxima admissível para a qual este pode ser utilizado não
deve exceder 75% do valor obtido pelo uso da fórmula de projeto de tubo de aço dada
no parágrafo 841.11.
(c) Em nenhum caso onde o Código se refere ao valor mínimo especificado
de uma propriedade mecânica deve ser o valor real mais alto de uma propriedade a ser
substituída na fórmula de projeto de tubo de aço dada no parágrafo 841.11. Se o valor
real é menor que o valor mínimo especificado de uma propriedade mecânica, o valor
real pode ser utilizado onde for permitido pelo Código, como no parágrafo 817.1,
relativo à reutilização de tubo de aço.

841.113 Exigências Adicionais Para Espessura de Parede Nominal t do


Parágrafo 841.11
(a) A espessura mínima de parede t como necessária para a contenção de
pressão da forma determinada pelo parágrafo 841.11 pode não ser adequada para
outros esforços para aos quais a tubulação pode estar sujeita [veja parágrafo 840.1(a)].
Também deve se levar em conta a carga devida ao transporte ou manuseio do tubo
durante a montagem, peso da água durante o teste e cargas causadas pelo contato
com o solo e outras cargas secundárias durante a operação. Também devem se levar
em conta as exigências de soldagem ou junção mecânica. A espessura de parede
padrão, como prescrita no ASME B36.10M, deve ser pelo menos a espessura nominal
de parede utilizada para tubo roscado ou com encaixe.
(b) O transporte, instalação, ou reparação de tubo não deverá reduzir a
espessura em qualquer ponto da parede para uma espessura menor que 90% da
espessura nominal determinada no parágrafo 841.11 para a pressão de projeto à qual
o tubo será submetido.

841.114 Fator F de Projeto e Classes de Locação


(a) O fator de projeto da Tabela 841.114A deve ser utilizado na definição da
Classe de Locação. Todas as exceções para fatores de projeto básico a ser utilizados
na fórmula de projeto são dadas na Tabela 841.114B.

841.115 O fator de junção longitudinal deve estar conforme a Tabela


841.115A.

841.116 O fator de redução de temperatura deve estar conforme a


Tabela 841.116A.

TABELA 841.114A
FATOR F DE PROJETO BÁSICO
Classe de Locação Fator F de Projeto
Classe de Locação 1, Divisão 1 0.80
Classe de Locação 1, Divisão 2 0.72
Classe de Locação 2 0.60
Classe de Locação 3 0.50
Classe de Locação 4 0.40

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TABELA 841.114B
FATORES DE PROJETO A CONSTRUÇÃO COM TUBO DE AÇO
Classe de Locação
1
Instalação Div. 1 Div. 2 2 3 4
Tubulação, canalizações principais e 0.80 0.72 0.60 0.50 0.40
ramais [veja parágrafo 840.2(b)]

Cruzamentos de estradas, estradas de


ferro sem invólucro
(a) estradas particulares 0.80 0.72 0.60 0.50 0.40
(b) estradas públicas secundárias 0.60 0.60 0.60 0.50 0.40
(c) estradas, auto estradas, ruas 0.60 0.60 0.50 0.50 0.40
públicas, com superfície dura e estradas
de ferro

Cruzamentos de estradas, estradas de


ferro com invólucro
(a) estradas particulares 0.80 0.72 0.60 0.50 0.40
(b) estradas públicas secundárias 0.72 0.72 0.60 0.50 0.40
(c) estradas, auto estradas, ruas 0.72 0.72 0.60 0.50 0.40
públicas, com superfície dura e estradas
de ferro

Invasão paralela de tubulações e


canalizações principais em estradas e
estradas de ferro
(a) estradas particulares 0.80 0.72 0.60 0.50 0.40
(b) estradas públicas secundárias 0.80 0.72 0.60 0.50 0.40
(c) estradas, auto estradas, ruas 0.60 0.60 0.60 0.50 0.40
públicas, com superfície dura e estradas
de ferro

Unidades fabricadas (veja parágrafo 0.60 0.60 0.60 0.50 0.40


841.121)
Tubulações em pontes (veja parágrafo 0.60 0.60 0.60 0.50 0.40
841.122)

Tubulação de unidades de compressão 0.50 0.50 0.50 0.50 0.40

Próximo a concentração de pessoas em 0.50 0.50 0.50 0.50 0.40


Classes de Locação 1 e 2 (veja
parágrafo 840.3 (b))

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841.12 Informação Adicional de Projeto e Instruções

841.121 Unidades Fabricadas. Quando as unidades fabricadas, tais


como conexões para separadores, unidades de válvula de linha principal, conexões em
cruz, canalizações principais de cruzamento de rio, etc., devem ser instaladas em áreas
definidas da Classe de Locação 1, o fator de projeto 0.6 é exigido para toda a unidade
e para uma distância igual 5 diâmetros ou 10 pés , a que for menor, em cada sentido
depois da última conexão. Uma menor distância pode ser utilizada desde que as
tensões combinadas sejam consideradas no projeto da instalação. Peças de transição
nas extremidades da unidade e cotovelos utilizados no lugar de curvas de tubo não são
considerados acessórios sob o ponto de vista das exigências deste parágrafo. Veja
também parágrafo 822.

TABELA 841.115A
FATOR E DE JUNÇÃO LONGITUDINAL
Espec. Nº Classe de Tubo Fator Espec. Nº Classe de Tubo Fator
E E
ASTM A 53 Sem costura 1.00 ASTM A Soldado por
671 eletrofusão
Soldado por 1.00 Classes 13, 23, 33, 0.80
resistência elétrica 43, 53
Solda de topo em 0.60 Classes 12, 22, 32, 1.00
forno solda contínua 42, 52
ASTM A Sem costura 1.00 ASTM A Soldado por
106 672 eletrofusão
ASTM A Soldado por arco de 0.80 Classes 13, 23, 33, 0.80
134 eletrofusão 43, 53
ASTM A Soldado por 1.00 Classes 12, 22, 32, 1.00
135 resistência elétrica 42, 52
ASTM A Soldado por 0.80 API 5L Sem costura 1.00
139 eletrofusão
ASTM A Tubo de aço 0.80 Soldado por 1.00
211 soldado em espiral resistência elétrica
ASTM A Sem costura 1.00 Soldado por flash 1.00
333 elétrico
Soldado por 1.00 Soldado por arco 1.00
resistência elétrica submerso
ASTM A Soldado por arco 1.00 Soldagem por forno 0.60
381 duplo submerso de junção de topo

NOTA GERAL: Definições para as várias classes de tubo com costura são fornecidas
no parágrafo 804.243.

TABELA 841.116A
FATOR T DE REDUÇÃO DE TEMPERATURA
PARA TUBOS DE AÇO
Temperatura ºF Fator T de redução de
temperatura

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250 ou menor 1.000
300 0.967
350 0.933
400 0.900
450 0.867

NOTA GERAL: Para temperaturas intermediárias, interpole fatores de redução.

841.22 Tubulações ou Canalizações Principais em Pontes. O fator de


projeto para tubulações ou canalizações principais suportado por pontes de ferrovia,
veículos, pedestres ou passagem de tubulação deve ser determinado de acordo com a
Classe de Locação, prescrito para a área na qual a ponte está localizada, exceto para
a Classe de Locação 1, que deve utilizar fator de projeto 0.6.

841.13 Proteção contra Riscos para Tubulações e Canalizações


Principais
(a) Quando as tubulações e canalizações principais devem ser instaladas
onde estarão sujeitas a riscos naturais, tais como erosão, inundações, solo instável,
deslizamento de terra, tremores de terra e eventos relacionados (tais como falhas de
superfície, liquefação de solo, características de instabilidade de solo e declive), ou
outras condições que podem causar sérios movimentos ou cargas anormais, na
tubulação, devem ser tomadas precauções significativas para proteger a tubulação, tais
como aumento da espessura da parede, a construção de um muro de arrimo para
evitar a erosão ou instalando âncoras.
(b) Quando as tubulações e canalizações principais cruzam áreas que estão
normalmente submersas ou sujeitas a inundação (isto é, lagos, baías ou brejos), deve
ser aplicado peso ou ancoragem suficientes na tubulação para evitar flutuação.
(c) Uma vez que os cruzamentos submarinos podem estar sujeitos a erosões
devido a riscos naturais de mudanças no leito do curso de água, velocidade de água,
afundamento do canal ou mudança da posição do canal no curso de água, deve dar
uma atenção a isto no projeto para proteger a tubulação ou canalização principal em
tais cruzamentos. O cruzamento deve estar localizado em um banco mais estável e a
localização do leito, a profundidade da linha, localização de curvas instaladas nos
bancos, espessura de parede do tubo e peso da linha devem ser selecionados
baseados nas características do curso de água.
(d) Quando as tubulações e canalizações principais ficarem expostas, tais
como vãos, cavaletes e cruzamentos de pontes, as tubulações e canalizações
principais devem estar razoavelmente distanciados protegidas por barricadas contra
dano acidental por tráfego de veículos ou outras causas.

841.14 Exigências de Cobertura, Vão Livre e Invólucro para Tubulações e


Canalizações de Aço Enterradas
841.141 Exigências de Cobertura Para Canalizações Principais. As
canalizações principais devem ser instaladas com uma cobertura não menor que 24
pol. Quando este requisito de cobertura não puder ser satisfeito ou quando cargas
externas podem ser excessivas, a canalização principal deve ser envolvida, suspensa
ou projetada para suportar qualquer carga externa prevista. Quando o cultivo ou outras

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operações que possam resultar em aragem profunda ou em áreas sujeitas a erosão ou
em lugares onde são possíveis nivelações futuras, tais como as feitas nas estradas,
auto estrada, estrada de ferro e cruzamentos de vala, deve ser feita uma proteção
adicional.

841.142 Exigências de Cobertura para Tubulações. A exceção das


tubulações de alto mar, as tubulações enterradas devem ser instaladas com uma
cobertura não menor que a mostrada na tabela seguinte:

Cobertura em
Para Escavação em Rocha
Para Tamanho do tubo Tamanho do tubo
Locação escavação NPS 20 e menor maior que NPS 20
normal
Classe 1 24 12 18
Classe 2 30 18 18
Classes 3 e 4 30 24 24
Valeta de drenagem em 36 24 24
estradas públicas e
cruzamentos de ferrovia
(todas as localizações)

NOTA: (1) A escavação de rocha é a escavação que exige o uso de dinamite.

Onde estes requisitos de cobertura não puderem ser satisfeitos ou onde as


cargas externas podem ser excessivas, a tubulação deve ser envolvida, suspensa ou
projetada para suportar qualquer carga externa prevista. Onde o cultivo ou outras
operações que possam resultar em aragem profunda ou em áreas sujeitas a erosão ou
em lugares onde são possível nivelações futuras, tais como as feitas em estradas,
autoestradas, estrada de ferro e cruzamentos de valetas, deve ser feita uma proteção
adicional.

841.143 Vão Livre entre Tubulações ou Canalizações Principais e


Outras Estruturas Subterrâneas.
(a) Deve haver pelo menos 6 polegadas de espaçamento sempre que
possível entre qualquer tubulação enterrada e qualquer outra estrutura subterrânea não
utilizada em conjunto com a tubulação. Quanto tal espaçamento não puder ser obtido,
devem ser tomadas precauções para proteger o tubo, tais como a colocação de
revestimento, sustentação ou material de isolamento.
(b) Deve haver pelo menos 2 polegadas de espaçamento sempre que
possível entre qualquer canalização principal de gás enterrada e qualquer outra
estrutura subterrânea não utilizada em conjunto com a canalização. Quanto tal
espaçamento não puder ser obtido, devem ser tomadas precauções para proteger a
canalização, tais como a instalação de material de isolamento ou revestimento.

841.144 Exigências de Revestimento sob Estradas de Ferro, Auto


Estradas, Estradas ou Ruas. Os revestimentos devem ser projetados para suportar as
cargas adicionais. Onde existir uma possibilidade da água entrar no revestimento, as
extremidades do revestimento devem ser seladas. Se a vedação final é de um tipo que

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irá reter o máximo admissível da pressão de operação do tubo de carregamento, o
revestimento deve ser projetado para esta pressão e pelo menos para o fator de projeto
de 0.72. A ventilação de revestimentos selados não é obrigatória; no entanto, se são
instalados respiros, estes devem ser protegidos do tempo para evitar que a água entre
no revestimento. (Exigências para cruzamentos entre revestimentos de estradas de
ferro e autoestradas são mostrados na Tabela 841.114B).

841.15 Os fatores de projeto estão resumidos na Tabela 841.114B.

841.2 Instalação de Tubulações e Canalizações Principais de Aço

841.21 Especificações de Construção. Todo trabalho de construção


executado em sistemas de tubulação de acordo com as exigências deste Código deve
ser feito sob as especificações de construção. As especificações de construção devem
cobrir todas as fases do trabalho e devem ser suficientemente detalhadas para cobrir
as exigências deste Código.

841.22 Requisitos de Inspeção.

841.221 A companhia operadora deve executar a inspeção


adequada. Os inspetores devem ser qualificados por experiência ou treinamento. O
inspetor deve ter autoridade para solicitar a reparação ou remoção e substituição de
qualquer componente encontrado que não satisfaça os padrões deste Código.

841.222 Os requisitos de inspeção da instalação para tubulações e


outras instalações para operar em tensão tangencial de 20% ou mais da tensão de
escoamento mínima especificada devem ser adequados para possibilitar, pelo menos,
as seguintes inspeções em intervalos freqüentes, suficientes para assegurar a boa
qualidade da obra.
(a) Inspeção da superfície do tubo quanto a defeitos sérios de superfície
antes da operação de revestimento [veja parágrafo 841.242(a)].
(b) Inspeção do revestimento da superfície do tubo enquanto este é colocado
dentro da valeta quanto a imperfeições de revestimento que indiquem que o tubo pode
ter sido danificado após o revestimento.
(c) Inspeção do encaixe das junções antes que a solda seja feita.
(d) Inspeção visual das longarinas de reforço antes que os reforços
subsequentes sejam aplicados;
(e) Inspeção das soldas acabadas antes que sejam cobertas pelo
revestimento.
(f) Exceto para tubulações de alto mar, inspeção das condições do fundo da
valeta antes que o tubo seja assentado.
(g) Exceto para tubulações de alto mar, inspeção da acomodação do tubo na
valeta antes do reaterro.
(h) Inspeção de todas as reparações, substituições ou mudanças solicitadas
antes que elas sejam cobertas.
(i) Execução de testes e inspeções especiais conforme forem exigidos pelas
especificações, tais como testes de soldas não destrutivos e teste elétrico do
revestimento protetor.
(j) Inspeção do material de enchimento antes do uso e observe o
procedimento de reaterro para assegurar que nenhum dano ocorra ao revestimento
durante o processo de reaterro.

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841.23 Curvas, Cotovelos e Curvas em Gomos nas Tubulações e
Canalizações Principais de Aço. Mudanças na direção podem ser feitas através do
uso de curvas, cotovelos ou curvas em gomos sob as seguintes limitações.

841.231
(a) Uma curva deve estar livre de deformação, trincas ou outra evidência de
dano mecânico.
(b) O grau máximo de curvatura em uma curva a frio no campo pode ser
determinado pelo método na tabela abaixo. A primeira coluna expressa a deflexão
máxima em um comprimento de arco igual ao diâmetro externo, e a segunda coluna
expressa o raio mínimo em função do diâmetro externo.

Deflexão do Eixo Raio Mínimo de Curva em


Longitudinal, Tubo, Diâmetros
Tamanho Nominal de Graus [veja 841.231(c)]
Tubo
Menor que 12 841.231(d) 18D
12 3.2 18D
14 2.7 21D
16 2.4 24D
18 2.1 27D
20 ou maior 1.9 30D

(c) Uma curva a frio no campo pode ser feita para um raio mínimo menor que
o permitido em (b) acima, desde que a curva complementar satisfaça todas as
exigências desta seção e a espessura de parede após curvatura não deve ser menor
que o mínimo permitido pelo parágrafo 841.11. Isto pode ser demonstrado através de
testes apropriados.
(d) Para tubo menor que NPS12, as exigências de (a) acima devem ser
satisfeitas e a espessura de parede após a curvatura não deve ser menor que o mínimo
permitido pelo parágrafo 841.11. Isto pode ser demonstrado através de testes
apropriados.
(e) Exceto para tubulações de alto mar, quando uma solda circunferencial
ocorre em uma seção curva, esta deve ser submetida a um exame radiográfico após a
sua flexão.
(f) Curvas a quente feitas em tubo trabalhado a frio ou tratado a quente
devem ser projetadas para baixos níveis de tensão de acordo com o parágrafo 841.112
(b).
(g) Curvas enrugadas podem ser permitidas apenas em sistemas operando
a menos que 30% da tensão de escoamento mínima especificada. Quando curvas
enrugadas são feitas em tubo soldado, a solda longitudinal deve estar localizada o mais
próximo de 90º com o topo da ruga, quando as condições permitirem. Curvas
enrugadas com dobras abruptas não devem ser permitidas. As rugas devem ter um
espaçamento não menor que a distância igual do diâmetro do tubo medido ao longo da
bifurcação. Em tubo NPS 15 ou maior, a ruga não deve produzir um ângulo não maior
que 1 ½ graus por ruga.

841.232 São permitidas curvas de gomos sujeitas as seguintes limitações.

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(a) Em sistemas projetados para operar a 40% ou mais da tensão de
escoamento mínima especificada, as curvas de gomos não são permitidas. As
deflexões causadas pelo desvio de até 3 graus não são consideradas curvas de
gomos.
(b) Em sistemas projetados para operar a 10%, más menos que 40% da
tensão de escoamento mínima especificada, o ângulo total de deflexão de cada gomo
não deve exceder 12 ½ graus.
(c) Em sistemas projetados para operar a menos de 10% da tensão de
escoamento mínima especificada, o ângulo total de deflexão de cada gomo não deve
exceder 90 graus.
(d) Em sistemas projetados para operar a menos de 10% da tensão de
escoamento mínima especificada, a distância mínima entre gomos medida na
bifurcação não deve ser menor que o diâmetro de 1 tubo.
(e) Cuidado deve ser tomado na execução de ligações de curvas de gomos
para fornecer espaçamento e alinhamento adequados e penetração completa.

841.233 Cortes de segmentos transversais ou cotovelos de aço


forjado para solda podem ser utilizados para mudanças na direção, desde que sejam
seu comprimento medido ao longo da bifurcação seja de pelo menos 1 polegada em
tamanhos de tubo NPS 2 e maiores.

841.24 Exigências de Superfícies de Tubo Aplicáveis a Tubulações e


Canalizações Principais para Operar sob Tensão Tangencial de 20% ou mais da
Tensão de Escoamento Mínima Especificada. Ranhuras, entalhes e bifurcações têm
sido uma causa importante de falhas na tubulação e todos os defeitos prejudiciais desta
natureza devem ser evitados, eliminados ou reparados. As devidas precauções devem
ser tomadas durante a manufatura, transporte e instalação para evitar ranhuras ou
entalhes no tubo.

841.241 Detecção de Ranhuras ou Entalhes


(a) A inspeção de campo executada em cada trabalho deve ser adequada
para reduzir a um mínimo aceitável as mudanças que um tubo com ranhura ou entalhe
irá causar na tubulação ou canalização principal acabada. É exigida uma inspeção com
este propósito logo após a operação de revestimento e durante a colocação e reaterro.
(b) Quando o tubo é revestido, a inspeção deve ser feita para determinar se
a máquina de revestimento não causa ranhuras ou entalhes prejudiciais.
(c) Lacerações do revestimento protetor devem ser examinadas
cuidadosamente antes da reparação do revestimento para verificar se a superfície do
tubo foi ou não danificada.

841.242 Reparação em Campo de Ranhuras e Entalhes


(a) Ranhuras ou entalhes prejudiciais devem ser removidos.
(b) Ranhuras ou entalhes devem ser removidos através de retificação para
um contorno uniforme, desde que a espessura de parede resultante não seja menor
que o mínima prescrita por este Código para as condições de utilização [veja parágrafo
841.113(b)]
(c) Quando as condições delineadas no parágrafo 841.242(b) não puderem
ser satisfeitas, a parte danificada do tubo deve ser cortada como um cilindro e
substituída com uma peça boa. Fazer um remendo é proibido.

841.243 Afundamento

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(a) Um afundamento pode ser definido como uma depressão a qual produz
um distúrbio grosseiro na curvatura da parede do tubo (diferente de uma ranhura ou
entalhe, as quais reduzem a espessura da parede do tubo). A profundidade de um
afundamento deve ser medida como a distância entre o ponto mais baixo do
afundamento e um prolongamento do contorno original do tubo em qualquer direção.
(b) Um afundamento, como definido no parágrafo 841.243(a), que contenha
concentrador de tensão tal como um risco, entalhe, ranhura, ou arco queimado deve
ser removido através do corte cilíndrico da parte danificada do tubo.
(c) Todos os afundamentos que afetam a curvatura do tubo na solda
longitudinal ou qualquer solda circunferencial deve ser removido. Todos os
afundamentos que excedem a profundidade máxima de ¼ pol. em tubo NPS 12 e
menores ou 2% do diâmetro nominal do tubo em todos os tubo maiores que NPS 12
não devem ser permitidos em tubulações ou canalizações principais projetados para
operar a 40% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada. Quando os
afundamentos são removidos, a parte danificada do tubo deve ser cortada como um
cilindro. Fazer um remendo ou preencher o afundamento é proibido.

841.244 Queimadura de Arco. As queimaduras de arco são


consideradas como causadoras de sérias concentrações de tensão em tubulações e
devem ser evitadas ou eliminadas em todas as linhas projetadas para operar a 40% ou
mais da tensão de escoamento mínima especificada.

841.245 Eliminação de Queimadura de Arco. A ranhura


metalúrgica causada pela queimadura de arco deve ser removida através de
retificação, desde que a retificação não reduza a espessura de parede remanescente
para menos que o mínimo prescrito por este Código para as condições de uso¹. Em
todos os outros casos, a reparação é proibida e a parte do tubo que contém a
queimadura de arco deve ser cortada de forma cilíndrica e substituído por uma parte
boa. Fazer um remendo é proibido. Cuidado deve ser tomado para que o calor da
retifica não produza uma ranhura metalúrgica.

¹ A remoção completa da ranhura metalúrgica criada por uma queimadura de arco pode
ser determinada como segue: após uma evidência visível da queimadura ter sido
removida por retifica, escove a área com uma solução de 20% de persulfato de amônia.
Uma mancha preta é a evidência de uma ranhura metalúrgica e indica que uma retifica
adicional é necessária.

841.25 Operações Diversas Envolvidas na Instalação de Tubulações


e Canalizações Principais de Aço.

841.251 Manuseio, Transporte e Encintamento. Cuidado deve ser


tomado na seleção do equipamento de manuseio e no manuseio, transporte, descarga
e colocação do tubo de modo a não danificá-lo.

841.252 Instalação do Tubo na Valeta. Em tubulações que operam


a tensões de 20% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada, é
importante que as tensões induzidas pela construção a uma tubulação sejam
minimizadas. Exceto para tubulações de alto mar, o tubo deve encaixar na valeta sem
o uso de força externa para mantê-lo no local até que o reaterro seja finalizado.
Quando partes longas do tubo que foram soldadas ao longo da valeta são rebaixados,
deve se tomar cuidado para evitar um solavanco ou forçar qualquer flexão que possa

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dobrar ou causar uma curva permanente no tubo. Laços folgados não são proibidas por
este parágrafo quando as condições de disposição permitem seu uso advertidamente.

841.253 Reaterro.
(a) O reaterro deve ser realizado de maneira a fornecer um suporte firme sob
o tubo.
(b) Se existirem grandes pedras no material a ser utilizado para reaterro,
deve se ter cuidado para evitar danos ao revestimento por tais objetos, através do uso
de pedregulho como material de reaterro, ou fazendo o reaterro inicial com material
livre de pedras o suficiente para evitar danos.
(c) Quando a inundação da canaleta é feita para consolidar o reaterro, deve
se tomar cuidado e observar que o tubo não saia do seu assentamento correto do
fundo da canaleta.

841.26 Derivações Rápidas. Todas as derivações rápidas devem ser


instaladas por equipes treinadas e experientes.

841.27 Precauções Para Evitar Explosões de Misturas de Gás-Ar ou


Incêndios Descontrolados Durante Operações de Construção.

841.271 Operações como soldagem elétrica ou a gás e oxicorte


podem ser executadas seguramente em tubulações e canalizações principais e
equipamento auxiliar, desde que estejam totalmente cheias de gás ou de ar que seja
livre de material combustível. Os passos devem ser tomados para evitar uma mistura
de gás e ar em todos os pontos onde tais operações serão executadas.

841.272 Quando uma tubulação ou canalização principal pode ser


mantida cheia de gás durante a operação de soldagem ou corte, os seguintes
procedimentos são recomendados.
(a) Mantenha um fino fluxo de gás se movendo em direção ao ponto onde o
corte ou soldagem será feito.
(b) A pressão do gás no local do trabalho deve ser controlada por meios
adequados.
(c) Após de fazer um corte, feche imediatamente todas as fendas ou
terminações de abertura com lona calafetada justa ou outros materiais adequados.
(d) Não permita que duas aberturas permaneçam descobertas ao mesmo
tempo. Isto é duplamente importante se as duas aberturas estão em elevações
diferentes.

841.273 Soldagem, corte ou outras operações que possam ser uma


fonte de centelha não devem ser feitas em uma tubulação, canalização principal ou
aparato auxiliar que contenha ar, se estiver conectado a uma fonte de gás, a menos
que meios adequados tenham sido providenciados para evitar a formação de uma
mistura explosiva na área de trabalho.

841.274 Em situações onde a soldagem ou corte deve ser feita em


instalações que são preenchidas com ar e conectada a uma fonte de gás e as
precauções recomendadas acima não podem ser tomadas, uma ou mais das seguintes
precauções, dependendo das circunstâncias do trabalho, são sugeridas:
(a) Limpeza do tubo ou equipamento o qual a soldagem ou corte deverá ser
feito, com um gás inerte ou limpeza contínua com ar de modo que não se forme uma
mistura combustível na instalação, no local de trabalho.

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(b) Teste da atmosfera na vizinhança da zona a ser aquecida antes do
trabalho ser iniciado e em intervalos enquanto o trabalho prossegue com um indicador
de gás combustível ou por outros meios adequados.
(c) Uma verificação cuidadosa antes e durante o trabalho para que as
válvulas que isolam o trabalho da fonte de gás não vazem.

841.275 Limpeza de Tubulações e Canalizações Principais


(a) Quando uma tubulação ou canalização principal está para ser colocada
em serviço, o ar interno deve ser retirado. Os seguintes, são alguns métodos
aceitáveis:
(1) Introduza um fluxo de gás moderadamente rápido e contínuo em
uma extremidade da linha e ventile para fora o ar na outra extremidade. O fluxo de gás
deve ser contínuo, sem interrupção, até que o gás ventilado esteja livre de ar.
(2) Se a ventilação está em uma localização onde a liberação de gás
na atmosfera pode causar uma condição perigosa, então uma massa de gás inerte
deve ser introduzida entre o gás e o ar. O fluxo de gás deve então ser contínuo, sem
interrupção, até que todo o ar e gás inerte tenham sido removidos da instalação. Os
gases ventilados devem ser monitorados e a ventilação fechada antes que qualquer
quantidade substancial de gás combustível seja liberada na atmosfera.
(b) Em casos onde o gás em uma tubulação ou canalização principal deva
ser retirado com ar e a vazão que de ar pode ser suprido para a linha é muito pequena
para fazer um a produção semelhante a, mas reversa, daquela descrita em (a) acima,
se possível, uma massa de gás inerte deve ser introduzida para evitar a formação de
uma mistura explosiva na interligação entre gás e ar. Nitrogênio ou bióxido de carbono
podem ser utilizados para este propósito.
(c) Se uma tubulação ou canalização principal contendo gás está para ser
removida, a operação pode ser conduzida de acordo com o parágrafo 841.272, ou a
linha pode ser primeiramente desconectada de todas as fontes de gás e então
completamente limpa com ar, água ou gás inerte antes de que qualquer corte adicional
ou soldagem seja feito.
(d) Se uma tubulação de gás, canalização principal ou equipamento auxiliar
está para ser preenchido com ar após ter estado em serviço e existe uma possibilidade
razoável de que as superfícies internas da instalação estão molhadas com líquido
volátil inflamável, ou se tais líquidos podem estar acumulados em locais baixos, os
procedimentos de limpeza designados para satisfazer esta situação devem ser
utilizados. É recomendada a vaporização da instalação até que todos os líquidos
combustíveis tenham sido evaporados e eliminados. Uma recomendação alternativa é
preencher a instalação com um gás inerte e mantê-la cheia de tal gás durante o
progresso de qualquer trabalho que possa inflamar uma mistura explosiva na
instalação. A possibilidade de disparar centelhas estáticas dentro das instalações não
deve ser esquecida como uma possível fonte de ignição.

841.276 Sempre que uma ignição acidental na mistura gás/ar a céu


aberto pode ser possível e causar ferimento pessoal ou dano na propriedade. As
precauções devem ser tomadas, por exemplo:
(a) Proíba fumar e ascender chamas desprotegidas na área
(b) Instale uma liga metálica ao redor da localização dos cortes nos tubo de
gás a serem feitos por outros meios diferentes do oxicorte.
(c) Tome precauções para evitar centelhas de eletricidade estática;
(d) Forneça um extintor de incêndio de tamanho e tipo apropriado de acordo
com ANSI/NFPA10.

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841.3 Teste Após Construção

841.31 Requisitos Gerais. Todos os sistemas de tubulação devem ser


testados após a construção para as exigências deste Código exceto para conjuntos
pré-testados em fábrica, seções de conexão pré-testadas e conexões de união. As
soldas circunferenciais das conexões de união soldadas não testadas por pressão após
a construção devem ser inspecionadas por radiografia ou outro método não destrutivo
aceitável de acordo com o parágrafo 826.2. Conexões de união não soldadas e não
testadas em pressão após a construção devem ser testadas quanto a vazamento em a
não menos que a pressão disponível quando a conexão de união for colocada em
serviço.

841.32 Teste Exigido Para Provar a Resistência de Tubulações e


Canalizações Principais Para Operar em Tensão Tangencial de 30% ou Mais da
Tensão de Escoamento Mínima Especificada do Tubo

841.321 Em todas as tubulações e canalizações principais a serem


operadas a uma tensão tangencial de 30% ou mais da tensão de escoamento mínima
especificada do tubo deve ser feito um teste por pelo menos 2 horas para provar a
resistência após a construção e antes de ser colocada em operação.

841.322
(a) Tubulações localizadas em Classe de Locação 1, Divisão 1 deve ser
testada hidrostaticamente a 1.25 vezes a pressão de projeto se a pressão operacional
máxima é maior que 72% da SMYS (veja parágrafo 841.36).
(b) Tubulações localizadas em Classe de Locação 1, Divisão 2 devem ser
testada com ar ou gás a 1.1 vezes a pressão operacional máxima ou hidrostaticamente
a pelo menos 1.1 vezes a pressão operacional máxima se esta for 72% da SMYS ou
menor (veja parágrafo 841.36).
(c) Tubulações e canalizações principais em Classe de Locação 2 deve ser
testada com ar a 1.25 vezes a pressão operacional máxima ou hidrostaticamente a pelo
menos 1.25 vezes a pressão operacional máxima (veja parágrafo 841.36).
(d) Tubulações e canalizações principais em Classe de Locação 3 e 4 devem
ser testadas hidrostaticamente a uma pressão não menor que 1.4 vezes a pressão
operacional máxima. Esta exigência não é aplicável se, no momento que a tubulação
ou canalização principal está pronta para teste, uma ou mais das seguintes condições
existem:
(1) A temperatura de solo na profundidade do tubo é 32ºF ou menor,
ou pode cair para esta temperatura antes que o teste hidrostático possa ser
completado; ou
(2) Não há água de qualidade satisfatória em quantidade suficiente.
Em tais casos um teste de ar a 1.1 vezes a pressão operacional máxima pode
ser feito e as limitações da pressão operacional imposta pela Tabela 841.322f não se
aplicam.
(e) As exigências de teste dada nos parágrafos 841.322(a), (b), (c) e (d)
estão resumidas na Tabela 841.322f (veja também o parágrafo 816).
(f) Na seleção de nível de teste, o projetista ou companhia operadora deve
estar atenta aos requisitos do parágrafo 854 e a relação entre o teste de pressão e a
pressão operacional quando a tubulação experimenta um aumento futuro no número de
construções projetadas para construção humana.

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841.323 A despeito de outros requisitos deste Código, as tubulações
e canalizações principais cruzando autoestradas e ferrovias podem ser testadas em
cada caso da mesma maneira e a mesma pressão que a tubulação em cada lado do
cruzamento.

841.324 A despeito de outros requisitos deste Código, peças


fabricadas, incluindo unidades de válvulas de linha principal, conexões em cruz,
canalizações principais de cruzamentos de rios, etc., instalados em tubulações em
Classe de Locação 1 e projetado de acordo com o fator de 0.60 como exigido no
parágrafo 841.121, podem ser testados da forma exigida para Classe de Locação 1.

841.325 A despeito das limitações do teste de ar impostas no


parágrafo 841.322(d), o teste de ar pode ser utilizado em Classe de Locação 3 e 4,
desde que se apliquem todas as condições seguintes:
(a) a tensão tangencial máxima seja menor que 50% da tensão de
escoamento mínima especificada em Classe de Locação 3, e menor que 40% da
tensão de escoamento mínima especificada em Classe de Locação 4;
(b) a pressão máxima à qual a tubulação ou canalização principal está para
ser operada não excede 80% da pressão máxima de teste utilizada em campo;
(c) o tubo envolvido é novo tendo um fator E de junção longitudinal de 1.00
na Tabela 841.115A.

841.326 Registros. A companhia operadora deve manter, em seus


arquivos, durante toda a vida útil de cada tubulação e canalização principal, registros
mostrando os procedimentos utilizados e as datas de desenvolvimento no
estabelecimento de suas pressões de operações máximas admissíveis.

841.33 Teste Exigido Para Provar a Resistência de Tubulações e


Canalizações Principais Para Operar a menos de 30% da Tensão de Escoamento
Mínima Especificada do Tubo, más maior que 100 psi. Tubulação de aço que é
operada a tensão menor que 30% da tensão de escoamento mínima especificada em
Classe de Locação 1 deve ser testada pelo menos de acordo com o parágrafo 841.34.
Em Classe de Locação 2, 3 e 4, tal tubulação deve ser testada de acordo com a Tabela
841.322f, exceto que gás ou ar pode ser utilizado como meio de teste dentro dos limites
máximos estabelecidos na Tabela 841.33.

841.34 Teste de Vazamento Para Tubulações ou Canalizações para


Operar a 100 psi ou Mais.

841.341 Cada tubulação e canalização deve ser testada após a


construção e antes de ser colocada em operação para demonstrar que esta não vaza.
Se o teste indicar que existe um vazamento, o vazamento ou vazamentos devem ser
localizados e eliminados, a menos que possa ser determinado que nenhum perigo em
termos de segurança pública exista.

TABELA 841.322(f)
requisitos de Teste Para Provar a Resistência de Tubulações e Canalizações
Principais Para Operar em Tensão tangencial de 30% ou Mais da Tensão de
escoamento Mínima Especificada do Tubo
1 2 3 4 5
Pressão de Teste Prescrita Pressão

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Classe de Fluído de Operacional Máxima
Locação Teste Admissível, a menor
Admissível Mínima Máxima de
1 Água 1.25 x p.o.m. Nenhuma p.t. - 1.25
Divisão 1

1 Água 1.1 x p.o.m Nenhuma p.t - 1.1


Divisão 2 Ar 1.1 x p.o.m 1.1 x p.p. ou p.p.
Gás 1.1 x p.o.m 1.1 x p.p.

2 Água 1.25 x p.o.m Nenhuma p.t. - 1.25


Ar 1.25 x p.o.m 1.25 x p.p ou p.p.

3&4 Água 1.40 x p.o.m Nenhuma ou p.t. - 1.40


[Nota (1)] p.p. ou p.p

p.o.m. = pressão operacional máxima (não necessariamente a pressão


operacional máxima admissível)
p.p = pressão de projeto
p.t = pressão de teste

NOTA GERAL:
Esta tabela traz a relação entre pressões de teste e as pressões operacionais máximas
admissíveis subsequente ao teste. Se uma companhia operadora decide que a
pressão operacional máxima será menor que a pressão de projeto, uma redução
correspondente no teste de pressão prescrito pode ser feita como indicado na coluna
Teste de Pressão Prescrito, Mínimo. No entanto, se esta pressão de teste reduzida é
utilizada, a pressão operacional máxima não pode ser elevada posteriormente para a
pressão de projeto sem um novo teste da linha para a pressão prescrita na coluna
Teste de Pressão Prescrito, Máximo. Veja parágrafos 805.214, 845.213 e 845.214.

NOTA:
(1) Para exceções veja parágrafo 841.322(d).

TABELA 841.33
TENSÃO TANGENCIAL MÁXIMA ADMISSÍVEL DURANTE TESTE
Classe de Locação
% da Tensão de
Escoamento Mínima Especificada
Meio de Teste 2 3 4
Ar 75 50 40
Gás 30 30 30

841.342 O procedimento de teste utilizado deve ser capaz de revelar


todos os vazamentos na seção que está sendo testada e deve ser selecionado após
dar a devida consideração ao conteúdo volumétrico da seção e de sua localização. Isto
exige o exercício da responsabilidade e um julgamento experiente, mais do que a
precisão numérica.

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841.343 Em todos os casos onde a linha deve ser tensionada em
teste de prova de resistência para 20% ou mais da tensão de escoamento mínima
especificada do tubo, e gás ou ar são o meio de teste, um teste de vazamento deve ser
feito a uma pressão na faixa de 100 psi além daquela exigida para produzir uma tensão
tangencial de 20% do escoamento mínimo especificado, ou o comportamento da linha
deve ser acompanhado enquanto a tensão tangencial é mantida a aproximadamente
20% do escoamento mínimo especificado.

841.35 Testes de Vazamento Para Tubulações e Canalizações


Principais Para Operar a Menos de 100 psi.

841.351 Cada tubulação, canalização principal e equipamento


relacionado que irá operar a menos que 100 psi, deve ser testado após a construção e
antes de ser colocado em operação para demonstrar que não há vazamento.

841.352 O gás pode ser utilizado como meio de teste na pressão


máxima disponível no sistema de distribuição e no momento do teste. Neste caso, o
teste de espuma de sabão pode ser utilizado para localizar vazamentos se todas as
junções são acessíveis durante o teste.

841.353 O teste na pressão disponível do sistema de distribuição


como especificado no parágrafo 841.352 pode não ser adequado se os revestimentos
protetores sólidos são utilizados, pois estes podem vedar uma divisão de emenda de
tubo. Se tais revestimentos são utilizados, a pressão de teste de vazamento deverá ser
de 100 psi.

841.36 Segurança Durante os Testes. Todos os testes de tubulações e


canalizações após a construção deve ser feito com a devida consideração para a
segurança dos empregados e o público durante o teste. Quando ar ou gás é utilizado,
distâncias adequadas devem ser estabelecidas para manter afastadas as pessoas que
não estão trabalhando na operação de teste fora da área de teste durante o período no
qual a tensão tangencial é inicialmente elevada a 50% da tensão de escoamento
mínima especificado até a tensão máxima de teste, e até que a pressão seja reduzida
para a pressão operacional máxima.

842 OUTROS MATERIAIS

842.2 Exigências de Sistema de Tubulação de Ferro Dúctil

842.21 Projeto de Tubo de Ferro Dúctil

842.211 Determinação da Espessura de Parede Exigida. Tubo de


ferro dúctil deve ser projetado de acordo com os métodos indicados no ANSI/AWWA
C150/A21.50.

842.212 Valores Admissíveis de s e ƒ. Os valores de projeto de


tensão tangencial s e tensão tangencial de projeto ƒ no fundo do tubo, a ser utilizado
nas equações dadas em ANSI/AWWA C150/A21.50, são:

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s - 16.800 psi
ƒ - 36.000 psi

842.213 Resistência de Ferro Dúctil Padrão e Conformidade com


ANSI A21.52. O tubo de ferro dúctil deverá ser do grau (60-42-10) e deve satisfazer
todas as exigências do ANSI A21.52. O ferro dúctil grau (60-42-10) tem as seguintes
propriedades mecânicas:

Resistência à tração mínima, 60.000 psi


Tensão de escoamento mínima, 42.000 psi
Alongamento mínimo, 10%

842.214 Espessuras Admissíveis para Tubo de Ferro Dúctil. A


menor espessura de tubo de ferro dúctil permitida é o padrão mais fino de classe para
cada tamanho de tubo nominal como mostrado no ANSI A21.52. A espessura de parede
padrão para uma pressão máxima de trabalho de 250 psi e condições de disposição a
várias profundidades de coberturas são mostradas na Tabela 842.214.

842.215 Junções de Tubo de Ferro Dúctil.


(a) Junções Mecânicas. Tubo de ferro dúctil com junções mecânicas devem
satisfazer as exigências do ANSI A21.52 e ANSI/AWWA C111/A21.11. Junções
mecânicas devem ser montadas de acordo com “Notas na Instalação de Junções
Mecânicas” no ANSI/AWWA C111/A21.11.
(b) Outras Junções. Tubo de ferro dúctil pode ser fornecido com outros tipos
de junções, desde que sejam propriamente qualificadas e coincidam com os requisitos
apropriados deste Código. Tais junções devem ser montadas de acordo com os
padrões aplicáveis ou de acordo com as recomendações escritas do fabricante.
(c) Junções Rosqueadas. O uso de junções rosqueadas para acoplar
comprimentos de ferro dúctil não é recomendada.

832.22 Instalação de Tubo de Ferro Dúctil

842.221 Disposição. O tubo de ferro dúctil deve ser disposto de


acordo com as condições de campo aplicáveis descritas no ANSI/AWWA C150/A21.50.

842.222 O tubo de ferro dúctil subterrâneo deve ser instalado com


uma cobertura mínima de 24 pol., a menos que impedido por outra estrutura
subterrânea. Onde uma cobertura suficiente não puder ser fornecida para proteger o
tubo de cargas externas ou danos e o tubo não está projetado para suportar tais cargas
externas, o tubo deve ser revestido ou ancorado para sua proteção.

842.223 Limitação de Junção. Um reforço ou suporte adequado


deve ser providenciado no ponto onde a canalização principal desvia de uma linha
direta e a tração, se não for segurada, poderá separar as junções.

842.224 Fazendo Junções de Ferro Dúctil no Campo. As junções


de tubo de ferro dúctil devem satisfazer o parágrafo 842.215 e devem ser mondadas de
acordo com o Padrão Nacional Americano reconhecido ou em concordância com as
recomendações escritas do fabricante.

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842.23 Testando as Junções de Ferro Dúctil no Campo. As junções de
tubo de ferro dúctil devem ser testadas quanto a vazamentos de acordo com o
parágrafo 841.34 ou 841.35.

842.3 Projeto de Tubulação Plástica.

Requisitos Gerais. As exigências de projeto desta seção têm a intenção de


limitar o uso de tubulação plástica primeiramente para canalizações principais e ramais
em sistemas de distribuição típica operando a uma pressão de 100 psi ou menor. Para
outras aplicações em Classe de Locação 1 ou 2, a tubulação plástica pode ser utilizada
dentro das limitações prescritas neste Código.

842.31 Fórmula de Projeto de Tubo e Tubulação Plástica. A pressão de


projeto para sistemas de tubulação plástica de gás e a espessura de parede nominal
para um dada pressão de projeto (sujeito às limitações do parágrafo 842.32) devem ser
determinadas pela seguinte fórmula:

P- 2S 1 X 0,32
(D – t)

onde
P = pressão de projeto, psig
S = para tubo e tubulação termoplástica, com resistência hidrostática de longo prazo
determinada de acordo com a especificação listada a uma temperatura igual a 73ºF,
100ºF, 120ºF ou 140ºF; para tubo plástico termofíxo reforçado, 11.000 psi.
t= espessura da parede especificada, pol.
D = diâmetro externo especificado, pol

NOTA:
A resistência hidrostática de longo prazo a 73ºF para os materiais plásticos os quais as
especificações estão aqui incorporadas por referência, são dadas no Apêndice D.

TABELA 842.214
TABELA DE SELEÇÃO DE ESPESSURA PADRÃO PARA
TUBO DE FERRO DÚCTIL
Tamanho Condiçã Espessura em pol.
Nominal o de Profundidade da Cobertura, pés
do Tubo Disposiç
ão 2½ 3½ 5 8 12 16 20 24
3 A 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28
B 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28 0.28

4 A 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29


B 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29 0.29

6 A 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31

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B 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31 0.31

8 A 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33


B 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33 0.33

10 A 0.35 0.35 0.35 0.35 0.35 0.35 0.38 0.38


B 0.35 0.35 0.35 0.35 0.35 0.35 0.38 0.38

12 A 0.37 0.37 0.37 0.37 0.37 0.37 0.40 0.43


B 0.37 0.37 0.37 0.37 0.37 0.37 0.40 0.40

14 A 0.36 0.36 0.36 0.36 0.39 0.42 0.45 0.45


B 0.36 0.36 0.36 0.36 0.36 0.42 0.42 0.45

16 A 0.37 0.37 0.37 0.37 0.40 0.43 0.46 0.49


B 0.37 0.37 0.37 0.37 0.40 0.43 0.46 0.49

18 A 0.38 0.38 0.38 0.38 0.41 0.47 0.50 0.53


B 0.38 0.38 0.38 0.38 0.41 0.44 0.47 0.53

20 A 0.39 0.39 0.39 0.39 0.45 0.48 0.54


B 0.39 0.39 0.39 0.39 0.42 0.48 0.51

24 A 0.44 0.41 0.41 0.44 0.50 0.56


B 0.41 0.41 0.41 0.41 0.47 0.53

NOTAS GERAIS:
(a) Esta Tabela foi tirada do ANSI A21.52.
(b) Condição de Disposição A: valeta de fundo chato sem blocos, de reaterro não
socado.
(c) Condição de Disposição B: valeta de fundo chato sem blocos, de reaterro socado.
(d) as espessuras desta Tabela são iguais a/ou maiores que aquelas exigidas para
suportar uma pressão de trabalho de 250 psi.
(e) Todas as espessuras mostradas nesta Tabela são para profundidades de coberturas
indicadas como sendo adequadas para carga de valaleta incluindo sobrecarga de
caminhão.
(f) Para base de projeto veja ANSI/AWWA C150/A21.50.
(g) O engate de rosca em derivações para conexões de serviço e abertura de descarga
pode exigir consideração na seleção da espessura do tubo, veja Apêndice do ANSI
A21.52.

TABELA 842.32(c)
ESPESSURA DE PAREDE E RAZÃO DE DIMENSÃO PADRÃO
PARA TUBO TERMOPLÁSTICO
Tamanho Diâmetro Espessura Mínima de Parede, pol.
Nominal Externo, Razão de Dimensão Padrão R
de Tubo pol. 26 21 17 13.5 11

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½ 0.840 0.062 0.062 0.062 0.062 0.076
¾ 1.050 0.090 0.090 0.090 0.090 0.095
1 1.315 0.090 0.090 0.090 0.097 0.119
1¼ 1.660 0.090 0.090 0.098 0.123 0.151
1½ 1.900 0.090 0.090 0.112 0.141 0.173
2 2.375 0.091 0.113 0.140 0.176 0.216
2½ 2.875 0.110 0.137 0.169 0.213
3 3.500 0.135 0.167 0.216 0.259
3½ 4.000 0.154 0.190 0.136 0.296
4 4.500 0.173 0.214 0.264 0.333
5 5.563 0.224 0.265 0.328 0.413
6 6.625 0.255 0.316 0.390 0.491

NOTAS GERAIS:
(a) Razão de Dimensão Padrão. O Sistema de razão de dimensão Padrão habilita o
usuário a selecionar um número de diferentes tamanhos de tubo para um sistema de
tubulação, todos devem ter a mesma designação de pressão. Quando materiais
plásticos da mesma designação de resistência são utilizados, a mesma razão de
dimensão padrão pode ser utilizada para todos os tamanhos de tubo ao invés de
calcular um valor de t para cada tamanho.
(b) As espessuras de parede acima da linha são mínimas e não são uma função da
razão de dimensão padrão.

842.32 Limitações de Projeto Termoplástico.


(a) A pressão de projeto não deve exceder 100 psig.
(b) Tubo, tubulação e acessórios termoplásticos não devem ser utilizados
onde temperaturas operacionais de materiais estarão:
(1) abaixo de -20ºF; ou
(2) acima da temperatura determinada para a resistência hidrostática
de longo prazo utilizada na fórmula de projeto sob o parágrafo 842.31, exceto que em
nenhum caso a temperatura deve exceder 140ºF.
(c) Para tubo termoplástico, t não deve ser menor que o mostrado na tabela
842.32(c).
(d) Para tubulação termoplástica, t não deve ser menor que 0.062 pol.
(e) Para conexões de serviço do tipo sela feitas por técnicas de fusão a
quente, em alguns materiais que são projetados para uso em altas pressões
operacionais podem ser necessárias as exigências de espessuras de paredes mais
grossas que as definidas através de fórmula de projeto de pressão para tamanhos de 2
polegadas ou menores. Fabricantes do material de tubo específico devem ser
contatados para recomendações ou um procedimento qualificado a ser utilizado.

842.33 Limitações de Projeto de Plástico Termofixo Reforçado


(a) P não deve exceder 100 psig para canalizações principais de plástico
termofixo reforçado e ramais nos sistemas de distribuição em todas as Classes de
Locação e para outras aplicações na Classe de Locação 3 e 4.
(b) Tubo de plástico termofixo reforçado e acessórios não devem ser
utilizados onde as temperaturas operacionais serão menores que -20ºF ou acima de
150ºF.

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(c) Para tubo plástico termofixo reforçado, t não deve ser menor que aquela
mostrada na Tabela 842.33(c).

TABELA 842.33(c)
DIÂMETRO E ESPESSURA DE PAREDE PARA
TUBO PLÁSTICO TERMOFIXO REFORÇADO
Tamanho Nominal Diâmetro Externo, Espessura Mínima,
do Tubo pol. pol.
2 2.375 0.060
3 3.500 0.060
4 4.500 0.070
6 6.625 0.100

842.34 Pressão de Projeto Para Acessórios Plásticos. O nível de


pressão máxima para uniões deve ser do mesmo valor da pressão máxima de projeto
do tamanho de tubo e espessura de parede correspondente, como indicado no padrão
para ligações a que se faz referência e como determinado nos parágrafos 842.31 e
842.32. O fabricante deve ser consultado para indicar os níveis máximos de pressão
em uniões não cobertos pelos padrões a que se faz referência.

842.35 Válvulas em Tubulação Plástica

842.351 Válvulas em tubulação plástica podem ser feitas de


qualquer material adequado e projeto permitido por este Código.

842.352 A instalação de válvula em tubulação plástica deve


ser bem projetada para proteger o material plástico contra cargas excessivas de torção
ou cisalhamento quando a válvula ou interruptor é operado e de qualquer outra tensão
secundária que possa ser exercida através da válvula ou sua carcaça.

842.36 Proteção contra Perigos. A tubulação plástica deve obedecer os


requisitos aplicáveis do parágrafo 841.13.

842.37 Exigências de Cobertura e Revestimento sob Ferrovias,


Estradas, Ruas ou Auto Estradas. A tubulação plástica deve obedecer as exigências
aplicáveis dos parágrafos 841.141 e 841.144. Onde a tubulação plástica tiver que ser
revestida ou suportada, devem ser tomadas precauções adequadas para evitar o
esmagamento ou cisalhamento da tubulação (veja também parágrafo 842.43).

842.38 Espaçamento Entre Canalizações Principais e Outras


Estruturas Subterrâneas. A tubulação plástica deve obedecer os requisitos aplicáveis
do parágrafo 841.143. O espaçamento suficiente deve ser mantido entre a tubulação
plástica e linhas de vapor, água quente ou energia e outras fontes de calor para evitar
temperaturas operacionais acima dos limites do parágrafo 842.32(b) ou 842.33(b).

842.39 Junções e Conexões de Tubo e Tubagem Plástica

842.391 Requisitos Gerais. Tubo plástico, tubagem e uniões podem


ser unidos por método de solvente de cimentação, método adesivo, método de fusão a

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quente ou por meios de acoplamentos de compressão ou flanges. O método utilizado
deve ser compatível com os materiais a serem unidos. As recomendações do fabricante
devem ser consideradas na determinação do método a ser utilizado.

842.392 Exigências de Junção


(a) O tubo ou tubagem não devem ser roscados.
(b) Junções de solvente de cimentação, junções adesivas e junções de fusão
a quente devem ser feitas de acordo com os procedimentos qualificados estabelecidos
e provados através de testes a produzir junções de gás justas e, pelo menos tão
resistentes quanto o tubo ou tubagem a ser unido.
(c) As junções devem ser feitas por pessoal qualificado através de
treinamento ou experiência nos procedimentos adequados exigidos para o tipo de
junção envolvida.
(d) Junções de solvente de cimentação ou fusão a quente deve ser utilizada
apenas quando unindo componentes feitos do mesmo material termoplástico.
(e) Junções de fusão a quente ou mecânicas devem ser utilizadas quando
unindo tubo, tubagem ou acessório de polietileno. Os componentes de polietileno feitos
de diferentes níveis de material podem ser fundidos por calor desde que sejam
utilizados procedimentos qualificados adequados para a união de componentes
específicos. Qualquer combinação de PE2306, PE3306 e PE3406 podem ser unidos
por fusão de calor.
(f) Flanges ou junções especiais podem ser utilizadas desde que sejam
adequadamente qualificadas e utilizadas em concordância com os requisitos
apropriados deste Código.

842.393 Junções de Solvente de Cimentação


(a) Extremidades de corte perpendicular livre de rebarbas são exigidas para
uma junção de bocal adequada.
(b) Um encaixe adequado entre o tubo ou tubagem e bocal coincidente ou
luva é essencial para uma boa junção. Junções sólidas normalmente não podem ser
feitas entre componentes soltos ou muito apertados.
(c) As superfícies coincidentes devem estar limpas, secas e livres de material
que possa ser prejudicial à junção.
(d) Os solventes de cimentação que obedecem a ASTM D2513 e são
recomendados pelo fabricante de tubo ou tubagem, deve ser utilizado para fazer as
junções cimentadas.
(e) Uma cobertura uniforme do solvente de cimentação é exigido em ambas
as superfícies coincidentes. após a junção ser feita, o excesso de solvente deve ser
removido do lado externo da junção. A junção não deve ser movimentada até que seja
adequadamente finalizada.
(f) O solvente de cimentação e componentes de tubulação a serem unidos
podem ser condicionados antes da montagem através de aquecimento, se feito em
concordância com as recomendações do fabricante.
(g) Uma junção de solvente de cimentação não deve ser aquecida para
acelerar a secagem do solvente.
(h) As exigências de segurança no Apêndice A do ASTM D2513 devem ser
seguidas quando for utilizado solvente de cimentação.

842.394 Junções de Fusão a Quente


(a) Junções de topo de fusão a quente sólidas exigem o uso de um
dispositivo de junção que mantenha o elemento aquecedor perpendicular às

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extremidades da tubulação, possa comprimir as extremidades aquecidas e manter a
tubulação no alinhamento adequado enquanto o plástico endurece.
(b) Junções de bocal de fusão a quente sólidas exigem o uso de um
dispositivo de junção que aqueça uniforme e simultaneamente as superfícies
coincidentes da junção para essencialmente à mesma temperatura. A junção finalizada
não deve ser movida até a solidificação completa.
(c) Deve ser tomado cuidado na operação de aquecimento para evitar danos ao
material plástico de super aquecimento ou ter um material não aquecido o suficiente
para assegurar uma junção sólida. A aplicação direta do calor com um maçarico ou
outra chama exposta é proibida.
(d) Quando forem conectadas uniões do tipo sela para tubo NPS2 ou
menores, veja parágrafo 842.32(e) para minimizar a possibilidade de falhas.

842.395 Junções Adesivas


(a) Adesivos que obedecem a ASTM D2517 e são recomendados pelo
fabricante do tubo, tubagem ou acessórios devem ser utilizados para fazer junções
adesivas firmes.
(b) Quando materiais diferentes forem unidos, uma ampla investigação deve
ser feita para determinar quais materiais e adesivos utilizados são compatíveis entre si.
(c) Uma junção adesiva firme pode ser aquecida de acordo com a
recomendação do fabricante a fim de acelerar a cura.
(d) Providências devem ser feitas para fixar e para evitar que os materiais
unidos se movam até que o adesivo esteja adequadamente curado.

842.396 Junções Mecânicas²


(a) Quando são utilizadas junções mecânicas do tipo compressão, o material
da junta de elastômero deve ser compatível com o plástico, isto é, o plástico e o
elastômero não devem causar deterioração um para o outro, das propriedades química
e física por um longo período.

² Consulte às edições atuais da Associação Americana de Gás, Manual de Tubo


Plástico para Serviço de Gás, ASTM D2513 e ASME Guia para Transmissão de Gás e
Sistemas de Tubulação de Distribuição, e publicações técnicas de fabricantes de tubo
e acessórios plásticos.

(b) O reforço requerido para reforçar a extremidade do tubo ou tubagem deve


se estender pelo menos sob a parte do tubo sendo comprimido pela vedação ou
material aderente. O reforço deve estar livre bordas ásperas ou afiadas e não deve se
encaixar forçadamente em um tubo ou tubagem. Uniões tubulares divididas não devem
ser usados.
(c) Uma vez que a força de remoção de conexões tipo compressão varia com
o tipo e tamanho, todas as junções mecânicas devem ser projetadas e instaladas para
sustentar efetivamente as forças de remoção longitudinal causada pela contração da
tubulação ou pela carga externa máxima prevista. A instalação deve ser projetada e
feita para minimizar estar forças como segue:
(1) No caso de enterramento direto, quando o tubo é suficientemente
flexível, o tubo pode ser acomodado na valeta.
(2) No caso de tubo instalado através da inserção em um
revestimento, o tubo pode ser empurrado ao invés de puxado em seu local, de modo a
assentá-lo com compressão ao invés de tensão.
(3) Deve ser feita concessão para expansão e contração térmica
devido a mudanças sazonais na temperatura do tubo instalado. A importância desta

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concessão aumenta conforme o aumento do comprimento da instalação. Tal concessão
é de importância superior quando o tubo plástico é utilizado para inserção de
renovação dentro de outro tubo, porque este não está restrito pela carga da terra. Esta
concessão deve ser realizada pelas combinações apropriadas de:
(a) compensação;
(b) ancoragem;
(c) alinhamento do tubo e acessório;
(d) no caso de conexões de compressão, através do uso de dos
de tipo estilo longo e colocação do tubo em compressão axial superficial;
(e) dispositivos de expansão - compressão;
(f) uniões projetadas para evitar o arranque.
Coeficientes típicos de expansão térmica, que podem ser utilizados para
cálculos, são fornecidos na tabela 842.396(c).

842.4 Instalação de Tubulação Plástica

842.41 Especificações de Construção. Todo trabalho de construção


executado em sistemas de tubulação de acordo com as exigências deste Código deve
ser feito sob as especificações de construção. As especificações de construção cobrem
as exigências deste Código e deve ser suficientemente detalhada para assegurar a
instalação correta.

842.42 Requisitos de Manuseio e Inspeção. Os componentes de


tubulação plástica são susceptíveis a danos pelo manuseio incorreto. Entalhes, cortes,
dobras ou outras formas de dano pode causar a falha. Deve se ter cuidado durante o
manuseio e instalação para evitar tais danos.

TABELA 842.396(c)
VALORES NOMINAIS PARA COEFICIENTES DE EXPANSÃO TÉRMICA
PARA TUBO DE MATERIAIS TERMOPLÁSTICOS
Designação Coeficientes de Expansão Térmica
Geral do Nominal ASTM D696
Material x 10 -5 pol./pol./ºF
PE 2306 9.0
PE 3306 9.0
PE 3406 9.0

PVC 1120 3.0


PVC 1220 3.5
PVC 2110 5.0
PVC 2112 4.5

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PVC 2116 4.0

PB 2110 7.2

NOTA GERAL:
Componentes individuais podem diferenciar dos valores desta Tabela a + 10%. Valores
mais exatos para produtos comerciais específicos podem ser obtidos através dos
fabricantes. PVC = Polivinil Clorido, PE = polietileno, PB = polibutileno.

842.421 Os tubos e canos plástico deve ser cuidadosamente


inspecionados quanto a cortes, ranhuras, entalhes e outras imperfeições antes do uso,
e qualquer cano ou tubo contendo imperfeições nocivas devem ser rejeitados.

842.422 Cada instalação deve ser inspecionada no campo para


detectar imperfeições nocivas. Quaisquer imperfeições encontradas devem ser
eliminadas.

842.423 A aplicação hábil de técnicas qualificadas e o uso de


materiais e equipamentos apropriados em boas condições são exigidos para obter
uniões sólidas em tubulação plástica através de solvente de cimentação, adesivo ou
métodos de fusão de calor. Os requisitos de inspeção devem ser verificados
visualmente. Se existir qualquer razão para crer que a junção está defeituosa, esta
deve ser removida e substituída.

842.424 Deve se tomar cuidado para evitar manuseio grosseiro do


tubo e tubulação plástica. Este não deve ser empurrado ou arrastado sobre proteções
afiadas, jogado ou ter outros objetos jogados sobre o mesmo. Deve-se tomar cuidado
para se evitar flexão ou deformação, e qualquer flexão ou deformação que ocorra, deve
ser removida cortando-a como um cilindro.

842.425 Deve se ter cuidado constante para proteger o material


plástico do fogo, calor excessivo ou produtos químicos.

842.426 Canos e tubo plástico devem ser adequadamente


sustentados durante o armazenamento. Tubo termoplástico, cano e uniões devem estar
protegidos da exposição longa a luz direta do sol.

842.43 Requisitos de Instalação


(a) A tubulação plástica pode ser instalada sobre a terra apenas se:
(1) Encapsulada em tubo metálico que esteja protegido contra
corrosão atmosférica; protegido contra deterioração (por exemplo, degradação por alta
temperatura); e protegido contra dano externo; ou
(2) Instalado para ramais plásticos como permitido no parágrafo
849.52(b). O tubo plástico não deve ser utilizado para suportar cargas externas. O tubo
plástico encapsulado deve ser capaz de suportar temperaturas previstas sem
deterioração ou diminuição da resistência abaixo das limitações de projeto listadas nos
parágrafos 842.32 e 842.33. Quando for protegido contra danos externos, deve ser
dada consideração para a necessidade de isolar o segmento encapsulado e para
ventilar seguramente ou conter o gás que possa escapar do tubo plástico no evento de
vazamento ou ruptura.

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(b) A tubulação plástica não deverá ser instalada em caixas subterrâneas ou
qualquer outro encapsulamento abaixo do nível, a menos que este seja totalmente
encapsulado em tubo de metal à prova de gás e as conexões de metal tenham a
proteção à corrosão adequada.
(c) A tubulação plástica deve ser instalada de modo que as tensões de
cisalhamento ou esforços resultantes da construção, reaterro, contração térmica ou
cargas externas sejam minimizadas, (veja parágrafo 842.396).

842.431 Enterramento Direto


(a) O cano ou tubo de termoplástico diretamente enterrado deve ter uma
espessura de parede mínima de 0.090 pol. em todos os tamanhos, exceto tubo NPS de
½ e ¾ de pol. e tubo de diâmetro nominal menor, que deve ter uma espessura de
parede mínima de 0.062 pol.
(b) A tubulação plástica deve ser disposta em solo bem compactado ou não
mexido. Se a tubulação plástica está para ser disposta em solos os quais possam
danificá-la, a tubulação deve ser protegida por material sem pedras adequado antes
que o reaterro seja terminado. A tubulação plástica não deve ser sustentada por blocos.
A terra bem compactada ou outro suporte contínuo deve ser utilizado.
(c) A tubulação deve ser instalada com folga suficiente para prover a uma
possível contração. O resfriamento pode ser necessário antes que a última conexão
seja feita sob condições de temperatura extremamente alta. (Veja parágrafo 842.396).
(d) Quando longas seções de tubulação que tenham sido montadas ao longo
da valeta, são rebaixadas, o cuidado deve ser praticado para evitar qualquer solavanco
que possa sobre tencionar ou deformar o tubo ou impor tensão excessiva nas junções.
(e) O reaterro deve ser executado de modo a fornecer um suporte firme ao
redor da tubulação. O material utilizado para reaterro deve estar livre de grandes
pedras, pedaços de pavimento, ou qualquer outro material que possa danificar o tubo.
(f) Quando a inundação da valeta é feita para consolidar o reaterro, deve se
tomar cuidado para observar que o tubo não flutue e saia do seu assentamento correto
do fundo da valeta.
(g) Um fio elétrico deve ser instalado na tubulação para facilitar sua
localização com um localizador eletrônico de tubo. Outro material adequado pode ser
empregado.

842.432 Colocação de Revestimento

(a) O revestimento do tubo deve ser preparado na extensão necessária para


remover qualquer borda afiada, projeções ou material abrasivo que possa danificar o
plástico durante e após a colocação.
(b) O cano ou tubo plástico deve ser colocado dentro do tubo de revestimento
de tal modo a proteger o plástico durante a instalação. a extremidade condutora do
plástico deve ser fechada antes da colocação. Deve se tomar cuidado para evitar que
a tubulação plástica se desvie da extremidade do revestimento.
(c) Aquela parte da tubulação plástica exposta devido a remoção de uma
seção do tubo de invólucro deve ser resistente o suficiente para suportar a carga
externa prevista, ou deve ser protegida com uma peça de sustentação adequada capaz
de suportar tais cargas.
(d) Aquela parte da tubulação plástica que estiver em vão de terra fofa deve
ser adequadamente protegida por uma peça de sustentação ou outro meios contra
esmagamento ou cisalhamento de carga externa ou colocação do reaterro.

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(e) A tubulação deve ser instalada de maneira a permitir a possível
contração. O resfriamento pode ser necessário antes de fazer a última conexão quando
o tubo está sendo instalado em tempo quente. (Veja parágrafo 842.396)
(f) Se a água acumular entre o revestimento e o tubo carregador onde esta
possa ser sujeita a temperaturas de congelamento, o tubo pode ser exprimido até um
ponto em que a capacidade é afetada ou a parede do tubo pode ser esmagada e
vazar. Para evitar isto, uma ou mais das seguintes devem ser tomados:
(1) o anel tubular entre o tubo carregador e o revestimento deve ser
mantido ao mínimo de modo que o aumento do volume da água solidificando para gelo
não seja suficiente para esmagar o tubo carregador;
(2) providenciar drenagem adequada para o revestimento; ou
(3) inserir um enchimento tal como espuma dentro anel tubular entre o
revestimento e o tubo carregador.

842.44 Curvas e Derivações. Mudanças na direção da tubulação plástica


pode ser feita com curvas, Ts ou cotovelos sob as seguintes limitações.
(a) O tubo e cano plástico pode ser dobrado em um raio não menor que o
mínimo recomendado pelo fabricante para uma classe, tipo, nível, espessura de parede
e diâmetro de um plástico utilizado em particular.
(b) As curvas devem estar livres de deformações, trincas ou outra evidência
de dano.
(c) Mudanças na direção que não possam ser feitas de acordo com (a)
acima, não devem ser feita com conexões do tipo cotovelo.
(d) Curvas de gomos não são permitidas.
(e) Conexões de derivações devem ser feitas apenas com Ts do tipo encaixe
ou outro acessório adequado especificamente projetado para este propósito.

842.45 Reparações de Entalhes e Afundamentos no Campo. Entalhes


e afundamentos prejudiciais devem ser removidos através de corte e a substituição da
parte danificada como um cilindro ou reparada de acordo com o parágrafo 852.7.

842.46 Derivações Rápidas. Todas as derivações rápidas devem ser


instaladas por equipes treinadas e experientes.

842.47 Limpeza. A limpeza de canalizações principais e ramais de plástico


deve ser feita de acordo com os requisitos aplicáveis dos parágrafos 841.275 e
841.276.

842.5 Teste de Tubulação Plástica após a Construção

842.51 Requisitos gerais. Toda tubulação plástica deve ser testada por
pressão após a construção e antes de ser colocada em operação para provar sua
resistência e demonstrar que não existe vazamento.
Cortes. Devido a algumas vezes ser necessário dividir a tubulação ou
canalizações em seções para teste e para instalar tomadas de teste, conexões de
tubulação ou outros complementos necessários, não é exigido que a seção cortada da
tubulação seja testada. As junções cortadas, no entanto, devem ser testadas quanto a
vazamentos.

842.52 Exigências de Teste


(a) O procedimento de teste utilizado, incluindo a duração do teste, deve ser
capaz de localizar todos os vazamentos na seção que está sendo testada e deve ser

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selecionado após ser dada a devida consideração ao conteúdo volumétrico da seção e
sua localização.
(b) A tubulação termoplástica não deve ser testada a temperaturas de
material acima de 140ºF e tubulação plástica termofixa reforçada não deve ser testada
a temperaturas de material acima de 150ºF. A duração do teste de tubulação
termoplástica acima de 100ºF, no entanto, não deve exceder 96 horas.
(c) Deve ser dado o tempo necessário para que as junções “fixem”
adequadamente antes de iniciar o teste.
(d) Tubulações e canalizações de plástico devem ser testadas a uma pressão
não menor que 1.5 vezes a pressão operacional máxima ou 50 psig, a que for maior,
exceto que:
(1) a pressão de teste para tubulação plástica temofixa não deve
exceder 3 vezes a pressão de projeto do tubo;
(2) a pressão de teste para tubulação termoplástica não deve exceder
3 vezes a pressão de projeto do tubo a temperatura até 100ºF inclusive, ou 2 vezes a
pressão de projeto a temperaturas maiores que 100ºF.
(e) Gás, ar ou água podem ser utilizados como meio de teste.

842.53 Segurança Durante os Testes. Todos os testes após a construção


devem ser feitos com a devida consideração para a segurança dos empregados e o
público durante o teste.

842.6 Canalizações Principais de Cobre

842.61 Projeto Canalizações Principais de Cobre


842.611 Quando utilizado para canalizações principais de gás, o tubo
de cobre ou tubagem deve obedecer às exigências seguintes.
(a) Tubo de cobre ou tubagens não deve ser utilizados para canalizações
principais onde a pressão exceder 100 psig.
(b) Tubo ou tubagem de cobre não deve ser utilizado para canalizações
principais onde o gás transportado contém em média mais que 0.3 grãos de sulfito de
hidrogênio por 100 pés de padrão cúbico de gás. Isto é equivalente a um rastro como
determinado pelo teste de acetato de chumbo. (Veja parágrafo 863.4).
(c) A tubagem ou tubo de cobre para canalizações principais deve ter uma
das espessuras de parede mínimas de 0.065 pol. e deve ser estirado a frio.
(d) Tubo ou tubagem de cobre não devem ser utilizados para canalizações
principais onde solavancos ou cargas externas podem danificar o tubo.

842.612 Válvulas em Tubulação de Cobre. As válvulas instaladas nas


linhas de cobre pode ser feita de qualquer material adequado permitido por este
Código.

842.613 Acessórios na Tubulação de Cobre. É recomendado que


acessórios na tubulação de cobre expostos no solo, como tês de serviço, acessórios de
controle de pressão, etc., sejam feitos de bronze, cobre ou latão.

42.614 Junções em Tubo ou Tubagens de Cobre. Tubo de cobre


deve ser unido utilizando ou um tipo de acoplamento de compressão ou uma junção de
sobreposição soldada ou caldeada. O material de preenchimento utilizado por
caldeamento deve ser de uma liga de cobre fosforoso ou liga a base de prata. Solda de
topo não são permitidas para junção de tubo ou tubagem de cobre. A tubagem de cobre
não deve ser roscada, mas o tubo de cobre com espessura de parede equivalente ao

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tamanho comparável da Escala 40 de tubo de aço pode roscado e utilizado para
conectar acessórios de parafuso ou válvulas.

42.615 Proteção Contra Corrosão Galvânica. Providências


devem ser tomadas para evitar ação galvânica prejudicial onde o cobre é conectado
subterraneamente ao aço [Veja parágrafo 862.114(a)].

842.62 Testes em Canalizações Principais de Cobre Após a


Construção
842.621 Todas as canalizações principais de cobre devem ser
testadas após a construção conforme as exigências do parágrafo 841.35.

843 ESTAÇÕES DOS COMPRESSORES

843.1 Projeto da Estação dos Compressores

843.11 Localização dos Prédios dos Compressores. Exceto pelas tubulações


marítimas, o prédio principal dos compressores para as estações do compressor a gás
deverá ser localizado a uma distância livre de propriedades adjacentes, fora do controle
da empresa, para minimizar os riscos de contato com o fogo para o prédio do
compressor das estruturas das propriedades adjacentes. Espaço suficiente deverá ser
mantido ao redor do prédio para permitir a livre movimentação dos equipamentos de
combate à incêndios.

843.12 Construção do Prédio. Todas as construções das estações dos compressores,


que contenham tubulações de gás maiores que NPS 2, ou equipamentos de manuseio
de gás (exceto equipamento de uso doméstico) serão construídas de material não
combustível ou de material de combustão limitada como definido na ANSI/NFPA 220.

843.13 Saídas. Para cada andar operacional do prédio principal do compressor,


subsolo, ou qualquer passagem ou plataforma com 10 pés, ou mais acima do solo,
haverá um mínimo de duas saídas. As passarelas de máquinas individuais não
necessitarão de duas saídas. As saídas de cada um desses prédios poderão ser
escadas fixas, escadarias, etc. A distância máxima de qualquer ponto de um andar
operacional até uma saída não excederá a 75 pés, medidos pela linha central dos
corredores ou passagens. As saídas serão passagens desobstruídas localizadas de
forma a possibilitar uma conveniente possibilidade de fuga e uma passagem para um
local seguro. As travas das portas serão do tipo que poderão ser rapidamente abertas
pela parte interna sem a necessidade de chave. Todas as portas do tipo “vai e vem”
localizadas em uma parede exterior deverão abrir para fora.

843.14 Áreas Cercadas. Qualquer cerca que poderá obstruir ou evitar a fuga de
pessoas das vizinhanças de uma estação de um compressor em uma emergência será
equipada pelo um mínimo dois portões. Esses portões serão localizados de forma a
fornecer uma oportunidade conveniente de fuga para um local seguro. Qualquer um
destes portões localizados a 200 pés de qualquer prédio de compressor abrirão para
fora e permanecerão destrancadas (ou é possível abri-los pelo lado interno sem o uso
de chaves) quando a área interna estiver ocupada. Alternativamente, outras formas
oferecerem saídas convenientes semelhantes poderão ser fornecidas.

843.2 Instalações Elétricas

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Todo o equipamento elétrico e fiação instalados nas estações de compressores na
transmissão e distribuição de gás irão seguir os requisitos da ANSI/NFPA 70 até onde
o equipamento comercialmente disponível permitir.
As instalações elétricas em localidades perigosas, como definido pela ANSI/NFPA 70,
e que deverão permanecer em operação durante o desligamento de emergência uma
estação de compressor, como previsto no parágrafo 843.431 (a), deverá estar em
conformidade com a ANSI/NFPA 70 nos requisitos de Classe I e Divisão I.

843.4 Equipamento da Estação do Compressor

843.41 Instalações de Tratamento de Gás

843.411 Remoção de Líquido. Quando vapores de condensáveis estiverem


presentes num fluxo de gás em quantidade suficiente para se liqüefazerem sob uma
condição de pressão e temperatura antecipada, o fluxo de sucção para cada estágio de
compressão (ou para cada unidade de centrifugação do compressor), será protegido
contra a introdução de quantidades perigosas de líquidos arrastados no compressor.
Cada separador de líquidos usado para tal, deverá ser provido com dispositivo manual
de operação para remoção dos tais líquidos. Alem disto, dispositivos automáticos de
remoção de líquidos ou qualquer dispositivo automático do compressor, ou alarme
para nível elevado será usado quando goles de líquido forem levados para dentro dos
compressores.

843.412 Equipamento de Remoção de Líquidos. Separadores de líquidos, a


não ser que construídos de canos e encaixes e nenhum tipo de solda interna for usada,
serão fabricados de acordo com a Seção VIII da Caldeira ASME e Código de Vasos de
Pressão. Os separadores de líquidos quando fabricados com canos e encaixes sem
solda interna deverão estar de acordo com os requisitos da Classe de Locação 4.

843.42 Proteção contra Incêndio. Instalações de proteção contra incêndio


deverão seguir as recomendações da Associação Americana de Seguros. Se as
bombas de incêndio fizerem parte de tais instalações, as suas operações não serão
afetadas pelas instalações de fechamento de emergência.
843.43 Dispositivos de Segurança

843.431 Instalações de Fechamento de Emergência


(a) Cada estação de transmissão de compressor deverá ser dotada com um
sistema de desligamento de emergência de forma a que o gás possa ser bloqueado
fora da estação e a estação de bombeamento de gás interrompida. A operação do
sistema de desligamento de emergência irá também desligar todo o equipamento de
compressão de gás e todo o equipamento movido a gás, e irá desligar todas as
instalações elétricas localizados na vizinhança dos bicos de gás e a sala do
compressor, exceto os que irão alimentar a iluminação de emergência para a proteção
do pessoal e aqueles necessários para a proteção dos equipamentos. O sistema de
desligamento de emergência deverá ser operado de qualquer área externa em pelo
menos dois pontos fora da área de gás da estação, preferencialmente próximo à saídas
da cerca, mas não a mais de 500 pés dos limites da localidade. A tubulação de
descarga irá se estender para um local onde a descarga não irá criar risco para a
localidade do compressor ou área circunvizinha. Unidades de compressores de 1000

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hp ou menores que não sejam monitoradas permanentemente são excluídas deste
parágrafo.
(b) Cada estação de compressor fornecendo gás diretamente para um sistema de
distribuição será equipada com dispositivo de desligamento localizado na parte externa
das construções da estação do compressor de forma a permitir todo o bloqueio do gás
fora da estação, desde que haja outra fonte adequada de suprimento de gás para o
sistema de distribuição. Estes dispositivos de desligamento poderão ser operados tanto
automática quanto manualmente como permitirem as condições locais. Quando
nenhuma outra fonte de gás estiver disponível, nenhum dispositivo de desligamento
será instalado que poderá funcionar no momento errado e causar danos ao sistema de
distribuição.

843.432 Protetor contra Velocidade Excessiva do Motor. Toda força motriz do


compressor, exceto motor de indução elétrica ou motores síncronos, será equipada
com um dispositivo automático de proteção que se destina a desligar a unidade antes
que a velocidade da força motriz exceda o máximo da velocidade de segurança
permitida pelo fabricante.

843.44 Requisitos de Pressão Limite em Estações de Compressores

843.441 Alívio de pressão ou outros dispositivos de proteção adequados com


sensibilidade e capacidade suficiente serão instalados e mantidos para assegurar que
a pressão máxima de operação admitida no sistema de tubulação e equipamento não
exceda mais de 10%.

843.442 Uma válvula de alívio da pressão ou dispositivo de limitação da pressão,


como uma chave de pressão ou dispositivo de descarga, será instalado na linha de
descarga em cada dispositivo da transmissão do compressor entre o compressor de
gás e a primeira válvula de bloco de descarga. Se uma válvula de alívio é o principal
dispositivo de proteção, então a capacidade de alívio será igual ou maior que a
capacidade do compressor. Se as válvulas de alívio do compressor não prevenirem a
possibilidade de uma sobrecarga de pressão na tubulação, como especificado no
parágrafo 845, um dispositivo de alívio ou limitador de pressão será instalado na
tubulação sendo sobrecarregada de pressão além dos limites indicados por este
Código.
843.443 Linhas de ventilação fornecidas para eliminar na atmosfera o gás das
válvulas de alívio de pressão serão direcionadas para um local onde o gás possa ser
descarregado sem causar riscos. As linhas de ventilação deverão ter capacidade
suficiente de modo a não inibir o desempenho da válvula de alívio.
843.45 Controle do Gás Combustível. Um dispositivo automático projetado para
desligar o gás combustível quando o motor parar será providenciado em cada motor
operado a gás com injeção de pressão a gás. Toda a distribuição múltipla do motor será
ventilada automática e simultaneamente.
843.46 Falhas de Lubrificação e Resfriamento. Todas as unidades de
compressores de gás serão equipadas com dispositivos de desligamento ou alarme
para operarem no caso de resfriamento ou lubrificação inadequados.

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843.47 Prevenção de Explosões

843.471 Silenciadores. Uma camisa externa de silenciadores para os motores


usando gases como combustível será projetada de acordo com a boa prática de
engenharia e será construída de materiais dúcteis. É recomendado que todos os
compartimentos do silenciador sejam construídos com aberturas ou orifícios de
ventilação nas chicanas para evitar que o gás seja retido (preso) no silenciador.

843.472 Ventilação do Prédio. A ventilação será ampla para assegurar que


funcionários não corram riscos em condições normais de operação (ou condições
anormais como gaxetas inchadas, tampa de cilindro vedado, etc.), pelo acúmulo de
concentrações perigosos de vapores ou gases inflamáveis ou nocivos em salas, caixas
subterrâneas, sótãos, fossos, ou locais fechados semelhantes, ou em qualquer parte
destes.

843.5 Tubulação das Instalações do Compressor

843.51 Tubulação de Gás. A seguir diretrizes gerais para toda canalização de


gás.

843.511 Especificações para a Tubagem de Gás. Todas as tubulações de gás


das estações do compressor, que não sejam instrumentos, controles e amostragem de
tubagens, para e incluindo conexões para a tubulação principal, serão de aço e irão
usar o fator F conforme Tabela 841.114B. As válvulas com proteção de ferro dúctil
poderão ser usados sujeitos às limitações do parágrafo 831.11(b).
843.512 Instalação da Tubulação de Gás. As disposições do parágrafo 841.2, se
aplicarão onde apropriado a tubulação de gás em estações de compressores.

843.513 Teste da Tubulação de Gás. Toda a tubulação de gás na estação do


compressor será testada após a instalação de acordo com as disposições do parágrafo
841.3, para tubulações e canalizações distribuidoras em localidades Classe 3, exceto
para pequenas adições para instalações em operação não necessitam ser testadas
onde as condições de operação tornam o teste impraticável.

843.514 Identificação de Válvulas e de Tubulações. Todas as válvulas e


controles de emergência serão identificados por sinais. Todas as tubagens importantes
de gás sob pressão serão identificados por sinais ou código de cores conforme a sua
função.

843.52 Tubulação do Gás Combustível. A seguir estão as disposições


específicas aplicáveis somente para tubulações do gás combustível.
843.521 Todas as linhas de gás combustível numa estação do compressor, que
serve vários prédios e áreas residenciais, serão equipadas com válvulas mestre de
bloqueio localizadas na parte externa de qualquer prédio ou área residencial.

843.522 Os dispositivos de regulagem da pressão para o sistema de gás


combustível para uma estação de compressor será equipado com dispositivos
limitadores de pressão para evitar que a pressão normal de operação do sistema
ultrapasse 25%, ou a máxima pressão de operação permitida ultrapasse 10%.

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843.523 Serão tomadas medidas aceitáveis para evitar a entrada do gás
combustível nos cilindros de energia de um motor e partes de atuação móveis
enquanto o trabalho estiver em andamento no motor ou no equipamento movido pelo
motor.

843.524 Todo o gás combustível usado para fins domésticos numa estação do
compressor que tenha insuficiente odor próprio para servir de alerta num caso de
vazamento será fornecido com odor conforme parágrafo 871.

843.53 Sistema de Tubulação de Ar

843.531 Todo o sistema de tubulação de ar nas estações de compressão de gás


será construído de acordo com a ASME B31.3
843.532 A pressão inicial do ar, volume de armazenagem, e o tamanho do
tubagem de conexão será adequado para girar o motor na velocidade da partida e pelo
número de rotações necessários para purgar o gás combustível do cilindro de força e
silenciador. As recomendações do fabricante do motor poderão ser usadas como
diretrizes para determinar estes fatores. Considerações deverão ser dadas para o
número de motores instalados e para a possibilidade de se iniciar vários destes
motores em um curto espaço de tempo.

843.533 Uma válvula de retenção será instalada na linha de ar inicial próximo de


cada motor para evitar a contracorrente do motor para o sistema de tubulação de ar.
Uma válvula de retenção também será colocada na linha de ar principal do lado da
saída do reservatório ou dos reservatórios de ar. É recomendado que o equipamento
para o resfriamento do ar e de remoção da umidade e do óleo arrastado seja instalado
entre o compressor de ar de partida e os tanques de armazenagem de ar.

843.534 Será tomada a providência adequada, para evitar que o ar de partida


entre nos cilindros de energia de um motor e partes de atuação móveis enquanto
houver trabalho em andamento no motor ou nos equipamentos movidos pelos mesmos.
Meios aceitáveis para concluir isto são a instalação de uma flange cega, remoção de
uma parte da tubagem de suprimento de ar, ou fechando uma válvula de parada e
abrindo um tubo de contracorrente deste.

843.535 Receptores de Ar. Os receptores de ar ou cilindros de armazenagem de


ar para o uso em estações de compressores serão construídos e equipados de acordo
com a Seção VIII do Código do BPV.
843.54 Tubulação de Óleo Lubrificante. Toda a tubulação de óleo lubrificante
nas estações de compressão de gás será construída de acordo com a ASME B31.3

843.55 Tubulação de Água. Toda a tubulação de água nas estações de


compressão de gás será construída de acordo com a ASME B31.1.

843.56 Tubulação de Vapor. Toda a tubulação de vapor nas estações de


compressão de gás será construída de acordo com a ASME B31.1.

843.57 Tubulação Hidráulica. Toda a tubulação de energia hidráulico nas


estações de compressão de gás será construída de acordo com a ASME B31.1.

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844 RESERVATÓRIOS DO TIPO TUBO E CILINDRO

1. Reservatórios do Tipo Tubo em Direito de Passagem mas Não com


Controle e Uso Exclusivo da Companhia Operadora.

Um reservatório do tipo tubo que será instalado nas ruas, estradas, ou em direito
de passagem particulares não sob controle e uso exclusivo da empresa será projetado,
instalado, e testado de acordo com as disposições deste Código aplicável à tubulação
instalada na mesma localidade e operada na mesma pressão máxima.

844.2 Suporte Reservatório do Tipo Cilindro

Os reservatórios do tipo cilindro estarão localizados dentro da propriedade


pertencente ou sob controle exclusivo e uso da empresa operante.

2. Reservatórios do Tipo tubo e do Tipo cilindro em Propriedades sob


Controle e Uso
Exclusivo da Companhia Operadora
844.31 A área de armazenagem será totalmente cercada para impedir o acesso
de pessoas desautorizadas.
844.32
(a) Um reservatório do tipo tubo ou cilindro que será instalado em propriedade sob
controle e uso exclusivo de uma companhia operadora será designado de acordo com
fatores de construção cuja seleção depende na Classe de Locação em que a localidade
está situada, o espaço livre entre o tubo ou cilindro e a cerca, e a máxima pressão de
operação, são como segue:

Fatores de Projeto A
Espaço Mínimo entre os Espaço Mínimo entre os
Reservatórios e a Cerca Reservatórios e a Cerca
Classe da Locação do Limite da Localidade Limite da Localidade
Reservatório 25 a 100 pés 100 pés ou mais
1 0.72 0.72
2 0.60 0.72
3 0.60 0.60
4 0.40 0.40

(b) O espaço livre mínimo entre os reservatórios e o limite da cerca é fixado pela
pressão máxima de operação do reservatório como segue:

Máximo de Pressão de Operação, em PSI Espaço Livre Mínimo, em pés


Menos de 1000 25
1000 ou mais 100

(c) Espaço Livre Mínimo entre Tubulações, Reservatórios ou Cilindros. A


distância mínima em polegadas entre a tubulação, reservatórios e cilindros será
determinada pela seguinte fórmula:

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3DPF Onde:
C = --------- C = Espaço Livre Mínimo entre Reservatórios e Cilindros, em
1000 polegadas
D = Diâmetro externo da Tubulação ou Cilindro, em polegadas
P = Pressão Máxima de Operação Permitida, em psig
F = Fator de Projeto [ ver parágrafo 844.32(a) ]

(d) Os reservatórios de tubos serão enterrados com a parte superior de cada


reservatório não inferior a 24 pol. abaixo da superfície terrestre.
(e)Os tubos serão enterrados com a parte superior de cada reservatório abaixo do
nível normal de congelamento, mas em nenhum caso, mais perto que 24 pol. da
superfície.
(f)Os reservatórios do tipo tubo serão testados de acordo com as disposições do
parágrafo 841.32 para uma tubulação situada na mesma locação de classe do local,
desde que, entretanto, em qualquer caso onde a pressão de teste irá produzir uma
tensão tangencial de 80% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada na
tubulação, água será usada como meio de teste.

844.4 Disposições Especiais Aplicáveis Somente aos Reservatórios de Tipo


Cilindro

844.41 Um reservatório do tipo cilindro pode ser fabricado de aço que não seja
soldável em condições de campo, está sujeito às seguintes limitações:
(a) Os reservatórios do tipo cilindro podem ser feitos de liga de aço que irão
atender os requisitos químicos e de tração para as várias graduações do aço previstas
no ASTM A 372.
(b) Em nenhuma hipótese irá a proporção da tensão de escoamento real poderá
exceder a resistência à tração real em 0,85.
(c) A solda não será efetuada em tais cilindros após o tratamento térmico e/ou
alívio de tensões, exceto que será permitido prender pequenos fios de cobre à parte de
menor diâmetro do cilindro para proteção catódica utilizando um processo de solda
térmica (Carga não deverá exceder 15g.)
(d) Tais cilindros receberão um teste hidrostático na fábrica e não necessitarão ser
testados hidrostaticamente novamente por ocasião da instalação. A pressão do teste na
fábrica não será inferior que a exigida para produzir uma tensão tangencial igual a 85%
do tensão de escoamento mínima especificada do aço. Deverá ser feita a inspeção
cuidadosa dos cilindros por ocasião da instalação, e nenhum cilindro será usado.
(e) Tais cilindros e tubulações de conexão serão testados contra vazamentos após
a instalação, usando ar ou gás a uma pressão de 50 psi acima da pressão máxima de
operação.

844.5 Disposições Gerais Aplicáveis a Reservatórios dos Tipos tubo e Cilindro


a) Nenhum gás contendo mais de 0,1 grama de sulfato de hidrogênio por 100
pés cúbicos padrão será armazenado onde houver, ou poderia vir a haver, presença de
água sem empregar medidas adequadas para identificar, eliminar, ou evitar a corrosão
prejudicial interna (ver parágrafo 863).
(b) Providências deverão ser tomadas para evitar a formação ou o acúmulo de
líquidos no reservatório, tubulações de ligação, e equipamento auxiliar que possa
causar corrosão ou que possa interferir na operação segura do equipamento de
armazenagem.

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Válvulas de alívio serão instaladas de acordo com as provisões deste Código que
terão capacidade de descarga adequada ao limite de pressão imposta na linha de
suprimento e no reservatório de armazenagem a 100% da pressão do projeto do
suporte, ou para aquela pressão que produza uma tensão tangencial de 75% do limite
mínimo especificado de tensão de escoamento do aço, qual seja a menor.

845 CONTROLE E LIMITAÇÃO DA PRESSÃO DO GÁS

845.1 Requisitos Básicos de Proteção Contra Excesso de Pressão Acidental

Toda tubulação, canais, sistemas de distribuição, medição do consumidor e


dispositivos relacionados, estação do compressor, reservatório tipo cilindro,
reservatórios tipo tubo, reservatórios fabricados com tubulações e conexões, e todos
os equipamentos especiais, se conectados a um compressor ou a uma fonte de gás
onde a falha de controle da pressão ou outras causas poderão resultar em uma
pressão que poderá exceder à máxima de pressão de operação permitida de uma
localidade (referir ao parágrafo 805.214), será equipado com dispositivos de alívio de
pressão adequados ou dispositivos limitadores de pressão. Disposições especiais para
a manutenção dos reguladores estão contidas no parágrafo 845.24.

845.2 Controle e Limitação da Pressão do Gás

845.21 Controle e Limitação da Pressão da Gás em Reservatórios,


Tubulações e Todas as Instalações que Possam, às vezes, Serem Herméticas

845.212 Adequados dispositivos de proteção para evitar excesso de pressão em


tais lugares incluem:
(a ) válvulas de alívio armados a mola atendendo as diretrizes do Código BPV,
Seção VIII;
(b) reguladores de retro pressão de carga piloto utilizados como válvulas de
alívio, projetados de tal forma que a falha do sistema piloto ou controle de linha fará
com que o regulador se abra;
(c) discos de ruptura do tipo que atenda as disposições do Código BPV, Seção
VIII, Divisão 1;

845.213 Pressão de Operação Máxima Permitida em Tubulações ou


Principais de Aço ou Plástico. Esta pressão é por definição a máxima pressão de
operação a que a tubulação ou canalização principal poderá estar sujeito em acordo
com os requisitos deste Código. Para uma tubulação ou canalização principal a
pressão máxima de operação permitida não irá exceder o menor de qualquer um:
(a) a pressão projetada (definida no parágrafo 805.212) do elemento mais fraco da
tubagem ou canal. Supondo-se que todas as conexões, válvulas, e outros acessórios
na linha têm um nível adequada de pressão, a pressão de operação máxima permitida
de uma tubulação ou canalização principal será a pressão projetada determinada de
acordo com o parágrafo 841.11 para aço ou parágrafo 842.3 para plástico; ou
(b) A pressão obtida dividindo-se a pressão para a qual a tubulação ou canal é
testada após a construção pelo fator apropriado da Classe de Locação envolvida, como
segue:

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Classe de Locação Pressão Para Aço1 Pressão Para Plástico
1 Divisão 1 Pressão de Teste NA
1.25
1 Divisão 2 Pressão de Teste Pressão de Teste
1.10 1.50
2 Pressão de Teste Pressão de Teste
1.25 1.50
3 Pressão de Teste 2 Pressão de Teste
1.40 1.50
4 Pressão de Teste
Pressão de Teste 2
1.40 1.50
NOTAS:
(1) Ver parágrafo 845.214 para os fatores de teste aplicáveis para a conversão de
tubulações com fatores desconhecidos.
(2) Outros fatores deverão ser usados se a linha foi testada sob condições especiais
descritas no parágrafos 841.322(d), 841.325, e 841.33. Em tais casos, usar fatores que
sejam consistentes com os requisitos aplicáveis desta seções.

(c) a pressão máxima de segurança a que uma tubulação ou canalização principal


deverá estar sujeita com base na sua história de operação e manutenção (para
tubulações, consulte parágrafo 851.1);
(d) quando os ramais estiverem ligados à tubulação ou canalização principal, as
limitações estão no parágrafo 845.223(b) e (c).
845.214 Qualificação da Tubulação ou Canalizações Principais de Aço para
Estabelecer o MAOP
(a) Tubulações Operando a 100 psig ou Mais. Este parágrafo se aplica a
tubulações existentes de gás natural ou a tubulações existentes sendo convertidas
para serviços de gás natural onde um ou mais fatores da formula do projeto do tubo de
aço (ver parágrafo 841.11) é desconhecida, e a tubulação deve ser operada a 100 psig
ou mais. A pressão de operação máxima permissível será determinada por teste
hidrostático da tubulação.
(1) A pressão de operação máxima será limitada à pressão obtida pela divisão
da pressão à qual a tubulação ou canalização principal é testada pelo fator apropriado
da Classe de Locação envolvida, como segue:

Classe de Pressão de
Localização Operação
Máxima Permitida

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1 Divisão 1
Pressão de Teste
1,25
1 Divisão
2 Pressão de Teste
1,39
2 Pressão de Teste
1,67
3
Pressão de Teste
4 2,0

Pressão de Teste
2,5

(2) A pressão de teste a ser usada em um cálculo de pressão de operação


permitida máxima, será a pressão de teste obtida no ponto de alta elevação da seção
do teste de resistência mínimo e não será maior que a pressão requerida para produzir
um esforço igual à tensão de escoamento determinada pelo teste. Somente o primeiro
teste para o escoamento poderá ser usado para determinar a pressão máxima de
operação permitida.
(3) Os registros dos testes de pressão hidrostáticos e das reparações das linhas
serão preservados enquanto as utilidades envolvidas estiverem em operação.
(4) Determinar que todas as válvulas, flanges, e outros componentes ensaiados
à pressão tenham ajustes de pressão adequados.
(5) Enquanto a pressão máxima do teste utilizado para estabelecer a máxima
pressão de trabalho permitida não é limitada por este parágrafo exceto pelo (2) acima,
devida cautela deverá ser tomada na seleção da pressão máxima de teste.
(b) Tubulações Operando a Menos de 100 psig. Este parágrafo se aplica a
tubulações de serviço de gás natural existentes ou a tubulações existentes convertidas
para o serviço de gás natural onde um ou mais fatores de formula de tubulação de aço
( ver parágrafo 841.11) é desconhecida, e a tubulação deve ser operada a menos de
100 psig. A pressão máxima de operação permitida será determinada pela pressão de
teste da tubulação.
(1) A pressão de operação máxima permitida será limitada à pressão obtida pela
divisão da pressão a qual a tubulação ou canalização principal é testada pelo fator
apropriado da Classe de Locação envolvida, como segue:

Classe de Pressão Máxima


Locação de Operação
Permitida
1
Pressão de Teste
1,25
2
Pressão de Teste
1,25
3
Pressão de Teste
1,5

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4
Pressão de Teste
1,5

(2) A pressão de teste a ser usado no cálculo da pressão máxima de operação


permitida será a mesma obtida no ponto de elevação alto da seção de teste do
resistência mínima e não será superior que a pressão requerida para produzir uma
tensão igual à tensão de escoamento determinada no teste. Somente o primeiro teste
de escoamento pode ser usado para determinar a pressão máxima de operação
permitida.
(3) Os registros dos testes de pressão e das reparações nas linhas serão
preservados enquanto as utilidades envolvidas estiverem em operação.
(4) Determinar que todas as válvulas, flanges, e outros componentes de pressão
tenham os ajustes adequados.
(5) Enquanto a pressão máxima de um teste utilizado para estabelecer a pressão
máxima de trabalho permitida não é limitada por este parágrafo exceto pelo (2) acima,
devida cautela deverá ser tomada na seleção da pressão máxima de teste.
845.22 Controle e Limitação de Pressão de Gás em Sistemas de Distribuição
em Aço de Alta Pressão, Ferro Dúctil, Ferro Fundido, ou Plástico

845.221 Cada sistema de distribuição de alta pressão ou canalização principal


fornecido por uma fonte de gás que esteja a uma pressão mais alta que a pressão
operacional máxima permitida para o sistema, será equipada com dispositivos de
regulagem de pressão de capacidade adequada designadas para atender a capacidade
de pressão, carga, e outra condição de serviço sob as quais irá operar ou às quais
podem estar sujeitos.

845.222 Em adição aos dispositivos reguladores de pressão descritos no


parágrafo 845.221, um método adequado deverá ser providenciado para evitar excesso
de pressão acidental do sistema de distribuição de alta pressão.
Tipos de dispositivos de proteção adequados para evitar a sobrepressão acidental
do sistema de distribuição de alta pressão irão incluir:
(a) válvulas de alívio descritas no parágrafo 845.2121(a) e (b);
(b) válvulas de alívio de contrapeso;
(c) regulador de monitoramento instalado em série com o regulador de pressão
principal;
(d) reguladores sem série instalados depois do regulador principal, e ajustados
para limitar a pressão na entrada do regulador primário continuamente à pressão
operacional máxima permitida do sistema de distribuição ou menos;
(e) um dispositivo de desligamento automático instalado em série com o
regulador de pressão principal e regulado para desligar a pressão quando a pressão no
sistema de distribuição alcançar a pressão operacional máxima permitida ou menos.
Este dispositivo deverá permanecer fechado até ser rearmado manualmente. Não
deverá ser usado onde possa causar uma interrupção do serviço para um grande
número de clientes;
(f) válvulas de alívio do tipo mola, diafragma.

845.223 Pressão de Operacional Máxima Permitida para Sistemas de


Distribuição de Alta Pressão. Esta pressão será a pressão máxima à qual o sistema
pode estar sujeito de acordo com os requisitos deste Código. Esta não excederá:

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(a) a pressão designada para o elemento mais frágil do sistema como definido no
parágrafo 805.212;
(b) 60 psig se os ramais do sistema não estiverem equipados com reguladores
em série ou outros dispositivos limitadores de pressão como prescrito no parágrafo
845.243;
(c) 25 psig em sistemas de ferro fundido tendo juntas calafetadas e uniões de
registro, que não foram equipadas com junções de ponta e bolsa calafetadas ou outros
métodos de vedação;
(d) os limites de pressão a que qualquer junção possa se sujeitar sem que
ocorra a possibilidade de ruptura;
(e) 2 psig em sistemas de distribuição de alta pressão equipados com
reguladores de serviço não atendendo aos requisitos do parágrafo 845.241 e que não
tenham um dispositivo de proteção contra sobrepressão como prescrito no parágrafo
845.242;
(f) a pressão máxima de segurança a que o sistema deverá ser submetido,
baseado no histórico de operação e manutenção.

845.23 Controle e Limitação da Pressão de Gás em Sistemas de Distribuição


de Baixa Pressão.

845.231 Cada sistema de distribuição de baixa pressão ou canal de baixa pressão


fornecido de uma fonte de gás que esteja a uma pressão mais alta que a máxima
pressão de operação permitida para o sistema de baixa pressão, será equipado com
dispositivos de regulagem de pressão de capacidade adequada, designados a atender
à pressão, carga, e outras condições de serviço sob as quais deverão operar.
845.232 Em adição aos dispositivos reguladores de pressão previstos no
parágrafo 845.231, um dispositivo adequado será fornecido para evitar a sobrepressão
acidental. Tipos adequados de dispositivos de proteção para evitar a sobrepressão em
sistemas de distribuição de baixa pressão incluem:
(a) um dispositivo de alívio de lacre líquido que poderá ser regulado para romper
precisa e consistentemente a uma pressão desejada;
(b) válvulas de alívio de contrapeso de peso;
(c) um dispositivo de fechamento automático como descrito no parágrafo
845.222(c)
(d) regulador de retro pressão de carga piloto, como descrito no parágrafo
845.2312(b);
(e) um regulador de monitoramento como descrito no parágrafo 845.222(c);
(f) reguladores em série como descrito no parágrafo 845.222(d).

845.233 Pressão Operacional Máxima Permitida para Sistemas de


Distribuição de Baixa Pressão. A pressão operacional máxima permitida para
sistemas de distribuição de baixa pressão não excederá a nenhuma das seguintes:
(a) uma pressão que causaria uma operação insegura de qualquer equipamento
de queima à gás de baixa pressão devidamente ajustado ou conectado; ou
(b) uma pressão de 2 psig.

845.234 Conversão de Sistemas de Distribuição de Baixa Pressão em


Sistemas de Distribuição de Alta Pressão
(a) Antes de converter um sistema de distribuição de baixa pressão em um
sistema de distribuição de alta pressão, é necessário que os seguintes fatores sejam
considerados:

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(1) o projeto do sistema, incluindo os tipos de materiais e equipamentos usados;
(2) Registros anteriores de manutenção incluindo resultados de quaisquer das
investigações de vazamentos.
(b) Antes de aumentar a pressão os seguintes passos (não necessariamente na
mesma ordem) serão feitos:
(1) Efetuar uma investigação para vazamentos e repará-los se encontrados.
(2) Reforçar ou substituir as partes do sistema encontrados inadequados para
operarem com pressões mais elevadas.
(3) Instalar um regulador de ramal em cada linha e testar cada regulador para
determinar se está funcionando. Em alguns casos, pode ser necessário aumentar
pressão ligeiramente para permitir a operação adequada do regulador de ramal.
(4) Isolar o sistema de sistemas de baixa pressão adjacentes.
(5) Nas curvas desvios de tubos acoplados ou de ligação tipo ponta e bolsa,
reforçar ou repor fixações determinadas a serem inadequadas para altas pressões.
(c) A pressão no sistema a ser convertido será aumentada por passos, com um
período de verificação dos efeitos do aumento anterior antes de se fazer o próximo
aumento. A magnitude desejável para cada aumento e do período de verificação irá
variar de acordo com as condições. O objetivo deste procedimento é para permitir uma
oportunidade para descobrir qualquer conexão aberta ou desregulada desconhecida
ligada a de baixa pressão adjacentes ou a clientes individuais antes que as pressões
excessivas sejam alcançadas.

845.24 Limitação e Controle de Pressão de Gás Distribuído para Uso


Doméstico, Pequeno Comércio e Pequenas Indústrias de Sistemas de
Distribuição de Alta Pressão.

NOTA: Quando a pressão do gás e a demanda pelo cliente são maiores que o aplicável
sob as condições do parágrafo 845.24, os requisitos para a limitação e controle da
pressão do gás distribuído estão incluídas no parágrafo 845.1.
845.241 Se a pressão máxima de operação permitida do sistema de distribuição
é de 60 psig ou inferior e o regulador de ramal tem as características descritas abaixo
são usadas, nenhum outro dispositivo limitador de pressão é necessário
(a) um regulador de pressão capaz de reduzir a pressão da linha de pressão de
distribuição, psi, para pressões recomendadas para aplicações domésticas, em
polegadas de coluna d’água;
(b) uma válvula de uma entrada com orifício de diâmetro não superior que o
recomendado pelo fabricante para o máximo de pressão de gás na entrada do
regulador;
(c) a sede da válvula será de material resistente projetada para suportar abrasão
do gás, impurezas no gás, e o corte pela válvula, e resistirá a deformação quando
pressionada contra o alojamento da gaveta;
(d) as conexões da tubulação do regulador não excederão a 2 polegadas de
diâmetro;
(e) o regulador deverá ser do tipo capaz de operar sob condições normais de
operação, de regular a pressão de fluxo nos limites necessários de precisão e de limitar
o aumento de pressão sob condições de sem fluxo para não mais que 50% acima da
pressão normal de descarga mantida sob condições de fluxo;
(f) um regulador de ramal auto-contido com nenhuma estática ou linhas de
controle.

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845.242 Se a permissão máxima da pressão de operação de um sistema de
distribuição é de 60 psig ou menor, e for usado um regulador de ramal não tendo todas
as características listadas no parágrafo 845.241, ou se o gás contém materiais que
interferem seriamente com a operação dos reguladores de serviço, dispositivos de
proteção adequados serão instalados para evitar a sobrepressão insegura nos
aparelhos do cliente, caso o regulador de ramal falhar. Alguns dos tipos adequados de
dispositivos de proteção contra a sobrepressão dos aparelhos dos clientes são:
(a) um regulador de monitoramento;
(b) uma válvula de alívio;
(c) um dispositivo de desligamento automático.
Estes dispositivos poderão ser instalados como parte integrante do regulador de
ramal ou como uma unidade separada.

845.243 Se a permissão máxima de pressão de operação de um sistema de


distribuição exceder a 60 psig, métodos adequados serão empregados para regular e
limitar a pressão do gás distribuído aos clientes até o valor máximo de segurança. Tais
métodos poderão incluir:
(a) um regulador de ramal com as características listadas no parágrafo
845.241, e um regulador secundário localizado depois do regulador de ramal. Em
nenhum caso, será o regulador secundário ajustado para manter a pressão acima de
60 psi. Será instalado um dispositivo entre o regulador secundário e o regulador de
ramal para limitar a pressão de entrada do regulador de ramal em 60 psi ou menos, no
caso do regulador secundário falhar em funcionar adequadamente. Este dispositivo
poderá ser uma válvula de alívio ou um dispositivo automático de corte que se fecha se
a pressão na entrada do regulador de ramal excede a pressão estabelecida (60 psig ou
menos) e se manterá fechado até ser rearmado manualmente;
(b) um regulador de ramal e um regulador de monitoramento ajustado para
limitar a pressão do gás enviada para o cliente em um valor máximo segurança;
(c) um regulador de ramal com uma válvula de alívio ventilada para uma área
externa (na atmosfera), com a válvula de alívio ajustada para se abrir para que a
pressão do gás que está indo para o cliente não exceder o valor máximo de segurança.
A válvula de alívio poderá ser embutida no regulador de ramal ou poderá ser uma
unidade separada instalada depois do regulador de ramal. Esta combinação poderá ser
usada separadamente somente naqueles caso onde a pressão de entrada no regulador
de ramal não exceder o nível de pressão de segurança estabelecida pelo fabricante do
regulador de ramal, e não é recomendado para o uso onde a pressão de entrada no
regulador de ramal exceder a 125 psi. Para pressões de entrada superiores, o método
do parágrafo 845.243(a) e (b) deverá ser usado.

845.3 Requisitos para Projeto do Alívio de Pressão e Instalações de Limitação


de Pressão

845.31 Os dispositivos de limitação ou alívio de pressão, exceto os discos de


ruptura, irão:
(a) ser construídos de tais materiais que a operação do dispositivo não será
prejudicada normalmente pela corrosão das partes externas pela atmosfera ou das
partes internas pelo gás;
(b) ter válvulas e sede das válvulas projetadas para não travarem em uma
posição que tornará o dispositivo inoperante e resulte na falha do dispositivo operar na
forma para a qual foi dimensionado.

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(c) ser projetado e instalado de forma a ser prontamente operado para determinar
se a válvula está livre, possa ser testada para determinar a pressão para a qual será
operada, e que possa ser testada para vazamentos quando estiver na posição fechada.

845.311 Os discos de ruptura irão atender aos requisitos como determinado na


Seção VIII, Divisão 1, do Código BPV.
845.32 As colunas, ventosas ou portas de saída de todos os dispositivos de alívio
serão localizados onde o gás possa ser descarregado para a atmosfera sem perigo.
Devida atenção deverá ser dada a todas as exposições nas vizinhanças imediatas.
Onde necessário para proteger os dispositivos, as colunas ou ventilações de descarga
serão protegidas com tampas contra chuva, para impedir a entrada de água.
845.33 O tamanho das aberturas, tubos e encaixes localizados entre o sistema a
ser protegido e o dispositivo de alívio de pressão e a linha de ventilação serão de
tamanho adequado para evitar danos à capacidade de alívio.

845.34 Precauções deverão ser tomadas para evitar a operação desautorizada de


qualquer válvula de corte que irá tornar a válvula de alívio de pressão inoperante. Esta
providência não se aplica às válvulas que irão isolar o sistema sob proteção da sua
fonte de pressão. Métodos aceitáveis para o cumprimento desta providência são como
segue:
(a) Travar a válvula de corte na posição aberta. Instruir o pessoal autorizado
da importância em não deixar a válvula de corte fechada inadvertidamente e de estar
presente durante todo período em que a válvula de corte estiver fechada para que eles
possam trava-la na posição aberta antes de deixarem o local.
(b) Instalar válvulas de alívio em duplicata, cada uma tendo a capacidade
individual adequada para proteger o sistema, e arranjar as válvulas de bloqueio ou
válvulas de três vias para que se possa ter, mecanicamente, um dispositivo de
segurança inoperante de cada vez.

845.35 Precauções deverão ser tomadas para evitar operação desautorizada de


qualquer válvula que tornará os dispositivos limitadores de pressão inoperantes. Esta
providêcia se aplica para válvulas de isolamento, válvulas de desvio, e válvulas nas
linhas de controle ou de flutuação que estão localizadas entre o dispositivo de limitação
de pressão e o sistema que o dispositivo protege. Um método similar ao do parágrafo
845.34(a) será considerado aceitável no cumprimento desta provisão.

845.36
(a) Quando um regulador de monitoramento, regulador em série, sistema de
alívio, ou sistema de corte é instalado em uma estação reguladora distrital para
proteger um sistema de tubulação da super pressão, a instalação será projetada e
instalada para evitar qualquer incidente individual, tal como uma explosão em um
segmento, ou dano por um veículo, em afetar a operação de ambos os s de proteção
de superpressão e o regulador do distrito (ver parágrafos 846 e 847).
(b) Atenção especial será dada para as linhas de controle. Todas as linhas de
controle serão protegidas contra a queda de objetos, escavações feita por terceiros, ou
outras causas previsíveis de dano e serão projetadas e instaladas para evitar danos a
qualquer linha de controle que tornem inoperantes o regulador distrital e o dispositivo
de proteção de pressão excessiva.

845.4 Capacidade de Alívio da Pressão e Estação de Limitação da Pressão e


Dispositivos

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845.41 Capacidade Necessária de Alívio de Pressão e de Estações de
Limitação de Pressão

845.411 Cada estação de alívio de pressão ou estação de limitação de pressão ou


grupo de tais estações instaladas para proteger um sistema de tubulação ou vaso de
pressão terá capacidade suficiente e será ajustado para operar para evitar que a
pressão exceda os seguintes níveis.
(a) Sistemas com tubos ou Componentes de Tubulações Operando Acima de
72% da SMYS. A pressão de operação máxima permitida mais 4%.
(b) Sistemas com Cano ou Componentes de Tubulações Operando a ou
Abaixo de 72% do SMYS. Outros que em Sistemas de Distribuição de Baixa Pressão.
Menos que:
(1) a pressão de operação máxima permitida mais 10%, ou
(2) a pressão que produz um pico de 75% do mínimo fornecimento de força
especificado
(c) Sistemas de Distribuição de Baixa Pressão. Uma pressão que iria causar uma
operação insegura de qualquer equipamento regularmente ajustado e ligado que
queima gás.

845.412 Quando mais de um regulador de pressão ou estação de compressor se


alimenta em uma tubulação ou sistema de distribuição e os dispositivos de alívio são
instalados em tais estações, a capacidade de alívio na instalação remota pode ser
levada em consideração no dimensionamento do dispositivo de alívio de cada estação.
Entretanto, em se fazendo isto, a capacidade de alívio remota assumida deverá estar
limitada à capacidade do sistema de tubulação em transferir o gás para a localidade
remota ou à capacidade do dispositivo de alívio remoto, aquele que for menor.

845.42 Prova de Capacidade Adequada e Desempenho Satisfatório dos


Dispositivos de Limitação de Pressão e de Alívio de Pressão
845.421 Quando o dispositivo de segurança consiste de um regulador adicional
que é associado com ou funciona em combinação com um ou mais reguladores em
uma série de conjuntos de controle ou limitação de pressão em um sistema de
tubulação, verificações aceitáveis serão efetuadas para determinar se o equipamento
irá funcionar de forma satisfatória para evitar qualquer excesso de pressão da pressão
da operação máxima permitida do sistema, caso qualquer um dos reguladores
associados deixem de funcionar ou permaneçam completamente abertos.

845.5 Instrumentos, Controle e Tubulação de Amostragem

(a) Escopo
(1) Os requisitos dados nesta seção aplicam-se ao projeto de instrumento,
controle, e amostragem de tubulações para operações apropriadas e seguras da
tubulação por si só e não cobrem os projetos de tubulação para assegurar
funcionamento correto dos instrumentos para os quais se instala a tubulação.
(2) Esta seção não se aplica a sistemas permanentes de tubulação fechada, como
os cheios de fluídos, dispositivos de resposta de temperatura.
(b) Materiais e Projeto
(1) Os materiais empregados em válvulas, conexões, tubos e tubulações serão
projetados para atender as condições das particularidades do serviço.
(2) Conexões de tomada e bossas de montagem, encaixes, ou adaptadores serão
fabricados de material adequado e serão capazes de sustentar a pressão máxima de

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serviço e temperatura da tubagem ou equipamento ao qual estejam montados. Serão
projetados de forma a suportar satisfatoriamente todos os esforços sem falha por
fadiga.
(3) Uma válvula de corte será instalada em cada linha de tomada o mais próximo
possível do ponto da tomada. As válvulas de alívio de pressão serão instaladas onde
necessário para operação segura da tubulação, instrumentos e equipamento.
(4) Tubagem ou tubulação de latão ou cobre, não serão usados para temperaturas
de metal superiores a 400ºF.
(5) Tubulação sujeita a entupimento por sólidos ou depósitos será provido de
conexões adequadas para limpeza.
(6) Tubagens ou tubulação necessárias nesta seção podem ser especificadas
pelo fabricante do instrumento, aparato de controle ou amostra de dispositivo, desde
que a segurança do cano ou tubulação quando instaladas esteja pelo menos igual ao
de outra forma requerida neste Código.
(7) Tubulações que possam conter líquido serão protegidas por aquecimento ou
outro meio adequado de danos devidos a congelamento.
(8) Tubulações em cujo interior podem acumular líquidos serão providos de
drenos ou torneira de gotejamento.
(9) A disposição da tubulação e dos suportes será projetada de forma a oferecer
não só segurança quando em operação sob tensão, mas também para proteção à
tubulação contra afundamento, danos mecânicos externos, abuso, e danos devido a
condições de serviço não usuais outros que os ligados com pressão, temperatura ou
vibração de serviço.
(10) Precauções adequadas serão tomadas para proteger contra corrosão (ver
parágrafo 863).
(11) As juntas entre as seções da tubulação ou canos, ou ambos, e entre
tubulação e canos, ou ambos, e válvulas e conexões serão feitas de forma adequada
às condições de pressão e temperatura, tal como por meio de solda com tocha, sem
tocha, e conexões do tipo de compressão, ou equivalente, ou poderão ser do tipo solda
forte, roscadas, ou do tipo encaixe. Se as válvulas de rosca são para serem usadas
soldadas com tocha, sem tocha, ou com conexões do tipo de compressão, será
necessário o uso de adaptadores.
Juntas de expansão do tipo de escorregamento não serão utilizadas; a expansão
será compensada pela flexibilidade dentro do próprio sistema de tubagem ou de
tubulação.
(12) O plástico não será usado onde a temperatura de operação exceder as
limitações do parágrafo 842.32(b) e 842.33(b).
(13) Não serão pintadas as tubulações de plástico colorido. Se for necessária
uma identificação outra que a fornecida pelo fabricante, esta será feita por outros
meios.

845-6 Elevação
Esta seção do código prevê os requisitos mínimos para a elevação de linhas de
tubulação ou canalização principal para pressões máximas de operação permitidas.

845.61 Geral

(a) A pressão máxima de operação permitida estabelecida sob esta seção não deve
exceder a pressão do elemento mais fraco no elemento a ser elevado. Não é de
objetivo que os requisitos deste código sejam aplicados retroativamente a itens como
cruzamentos em estradas, conjuntos fabricados, cobertura mínima e espaçamentos

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de válvulas. Ao invés disso, os requisitos para estes itens devem atender aos
critérios da companhia que estiver operando a execução da elevação.
(b) deve ser preparado um plano para a elevação que inclua um processo escrito, o
qual assegurará conformidade com todos os requisitos aplicados a esta seção.
(c) Antes de que se aumente a pressão máxima possível de operação de um segmento
que tenha operado a uma pressão menor que determinada no parágrafo 845.213, as
seguintes medidas investigativas e corretivas devem ser tomadas.
(1) O projeto, instalação inicial, método e data de teste prévio, Classes de Locação,
materiais e equipamentos devem ser revisado para que a elevação proposta
possa ser determinada com segurança e em conformidade com os requisitos do
código
(2) A condição da linha deve ser determinada pelos campos de dispersão, outras
inspeções de campo, e através do controle dos registros de manutenção.
(3) Consertos, trocas ou alterações mostraram-se necessários em (c) (1) e
(c) (2).
(d) Deve ser realizado um novo teste segundo os requisitos deste código caso
evidências satisfatórias não sejam disponíveis para assegurar a segurança da
operação proposta no MAOP.
Quando elevações de gás são permitidas nos parágrafos 845.62, 845.63, 845.64 e
845.65, a pressão do gás pode ser aumentada em incrementos, sendo efetuado um
controle de vazamento após cada elevação efetuada. O número de incrementos deve
ser determinado pelo operador após considerar o valor total da pressão aumentada, o
nível de concentração MAOP final, a condição de linha, e a proximidade da linha de
outras estruturas. O número de incrementos deve ser suficiente para detectar qualquer
vazamento antes que estes criem um risco em potencial. Riscos em potencial
detectados devem ser evitados antes de um contínuo aumento da pressão. Um
controle final do vazamento deve ser executado sob a pressão máxima autorizada de
operação.
Dados para elevação, incluindo todas as investigações necessárias para esta seção,
ações corretivas tomadas, e testes de pressão efetuados devem ser tomados enquanto
as instalações envolvidas estejam em serviço.

845.62 Elevação de Linhas de Tubulação de Aço ou Canalizações


Principais Para uma Pressão que Produza uma Tensão Tangencial de 30% ou
mais da SMYS. A pressão de operação máxima permitida pode ser aumentada em
concordância com o parágrafo 845.61 (c) e com uma das seguintes medidas.
(a) Se a condição física da linha como determina o parágrafo 845.61 ( c) indica que a
linha é capaz de suportar a pressão de operação máxima desejada, está geralmente
em concordância com os requisitos deste código, e a linha foi testada previamente
para uma pressão igual ou maior que a requisitada por este código para uma nova
linha para a pressão de operação máxima permitida proposta, a linha pode ser
operada na pressão de operação máxima permitida.
(b) Se a condição física da linha como determina o parágrafo 845.61 (c) indicar que
a capacidade da linha para suportar a pressão de operação máxima maior não foi
satisfatoriamente inspecionada ou a linha não foi previamente testada nos níveis
prescritos por este código para uma nova linha para uma maior pressão de operação
máxima admissível proposta, a linha pode ser operada na pressão máxima
permitida se a linha suportar com sucesso o teste previsto por este código para uma
nova linha operar sob as mesma condições.
(c) Se a condição física da linha como determina o parágrafo 845.61 (c) demonstrar sua
capacidade de operação numa pressão máxima, uma pressão de operação máxima
permitida segundo o parágrafo 845.213 pode ser estabelecida, usando como uma

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pressão de teste a pressão maior para qual a linha foi sujeita ou num teste de força
ou em uma operação real.
(d) Se for necessário testar uma tubulação ou condutor antes que este possa ser
aumentado para uma pressão de operação máximo permitida e se não for prático
testar a linha seja por questões de custos ou por condições de operação, a pressão
máxima de operação permitida pode ser estabelecida na Classe de Locação 1 como
segue.
(1) Executar os requisitos do parágrafo 845.61 (c)
(2) Selecionar a pressão máxima de operação permitida, compatível com a
condição da linha e dos requisitos do projeto do código, assegurando
(a) Neste caso a pressão máxima de operação permitida não deve
exceder 80% da permitida para nova linha para operar sob as mesmas
condições; e
(b) a pressão é aumentada em incrementos como previsto no
parágrafo 845.61 (c).

845.63 Elevação de Tubulação em Aço ou Plástico Para Uma Pressão que


Produzirá Uma Tensão Tangencial inferior a 30% da SMYS.
(a) Isso se aplica a canalizações principais de aço de alta pressão e a tubulações onde
a pressão máxima de operação permitida seja menor que a prevista para a produção
de uma tensão tangencial de 30% da tensão de escoamento mínima especificada da
tubulação e para todo o sistema de alta pressão do sistema de distribuição. Se a
pressão de operação máxima permitida de uma tubulação de aço ou canalização
principal for maior que 30 % da tensão de escoamento mínima especificada da
tubulação, aplicam-se então as medidas previstas no parágrafo 845.62.
(b) Antes de ser aumentada a pressão máxima de operação permitida de um
sistema que tem operado sob pressão inferior que a pressão máxima aplicável para
uma pressão de operação máximo permitida maior, os seguintes fatores devem ser
considerados:
(1) A condição física como previsto no parágrafo 845.61 (c); e
(2) Informação do fabricante ou fornecedor determinando que cada
componente de um sistema plástico é capaz de um desempenho sob a pressão
maior.
(c) Antes da pressão ser aumentada, as seguintes medidas devem ser tomadas.
(1) Instalar mecanismos apropriados nos ramais para regular e limitar a pressão do
gás segundo o parágrafo 845.243 se a pressão de operação máxima permitida for
maior que 60 psi.
(2) Reforçar adequadamente ligamentos, curvas, extremidades mortas em tubos
acoplados para evitar movimentos da tubulação as peças acima descritas devem
ser expostas em uma escavação.
(3) Pressão aumentada em incrementos como previstos nos parágrafos 845.61 (e).

845.64 Aumento da Pressão numa Canalização Principal de Ferro


Dúctil de Alta Pressão ou do Sistema Para Uma Pressão Máxima de Operação
Permitida Superior.
(a) A pressão de operação máxima permitida de uma canalização principal de ferro
dúctil não pode ser aumentada para uma pressão que exceda à permitida no
parágrafo 842.211.

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Onde dados não sejam suficientes para permitir a aplicação direta do parágrafo
842.211, os seguintes procedimentos devem ser usados.
(1) Condição de assentamento: Quando as condições originais de assentamento
não possam ser determinadas, supõe-se que a condição D (tubulação suportada sob
blocos, carregamento traseiro obstruído) existe para tubulação de ferro fundido e
condição B (tubo colocado sem blocos, carregamento traseiro obstruído) existe para
tubo de aço dúctil.
(2) Cobertura. A menos que a profundidade da cobertura máxima real seja
conhecida com certeza, esta deve ser determinada por exposição da canalização ou
sistema em três ou mais pontos e devem ser tomadas as medidas vigentes. A
canalização ou sistema deve ser exposto nas áreas onde a profundidade da
cobertura tem a probalidade de ser maior. A medida maior de profundidade da
cobertura deve ser utilizada para cálculos.
(3) Espessura nominal da parede. A menos que a espessura nominal da parede seja
conhecida com segurança, esta deve ser determinada com dispositivos ultra-sônicos
de medida. A média de todas as medidas tomadas deve ser elevada pela tolerância
indicada na tabela seguinte:
Tolerância pol.
Tubo de ferro fundido Tubo de ferro dúctil
Tamanho Nominal Tubo fundido em Tubo fundido com Tubo de ferro dúctil
do Tubo cavidade centrifugação
3-8 0 075 0.065 0.065
10-12 0 08 0.07 0.07
13-24 0.08 0.08 0.075
30-42 0.09 0.09 0.075
48 0.09 0.09 0.075
54-60 0.09 0.08

A espessura nominal da parede deve ser a espessura padrão listada na tabela


10 do AWWA C101 o mais próximo possível do valor obtido na tabela 11, qualquer que
seja sua aplicação. A espessura nominal da parede de ferro dúctil deve ser a espessura
padrão listada na tabela 6 do ANSI/AWWA C150/A21.50 o mais próximo possível do
valor obtido.
(4) Processo de manufatura. A menos que o processo de manufatura da tubulação
de aço fundido seja conhecido com certeza, presume-se que a tubulação fundida
tenha uma explosão de tração de 11.000 psi e um módulo de ruptura R de 31.000
psi.
(b)Antes de ser aumentada a pressão de operação máximo permitida, as seguintes
medidas devem ser tomadas.
(1) rever as condições físicas como previsto no parágrafo 845.61 (c).
(2) reforçar adequadamente ou fixar desvios, curvas, e extremidades mortas em
tubulação espiga acoplada para evitar movimento do tubo, caso o desvio, curva
ou terminação morta sejam expostos por escavação.
(3) instalar mecanismos apropriados nos ramais para regular e limitar a pressão
do gás conforme previsto no parágrafo 845.243, caso a pressão de operação
máxima permitida seja maior do que 60 psig.
(c) Se após concordância com os parágrafos 845.64 (a) e (b), ficar estabelecido que o
sistema de canalização principal é capaz de suportar com segurança a nova e maior
pressão de operação máxima admissível proposta, a pressão deve ser aumentada
como descrito no parágrafo 845.61 (e).

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845.65 Aumentando a Pressão de um Sistema de Distribuição que Tenha
Operado em Polegadas de Água (baixa pressão) Para Uma Pressão Maior
(a) Juntamente com as precauções determinadas no parágrafo 845.61 (c) e os
requisitos aplicáveis contidos nos parágrafos 845.63 e 845.64, as seguintes medidas
devem ser tomadas.
(1) Instalar mecanismos de regulagem de pressão em cada medidor em
todos os medidores dos consumidores.
(2) Verificar que o segmento que esteja sendo elevado esteja fisicamente
desconectado de todos os segmentos de linha que continuarão a operar em
polegadas de água .
(b) Após executadas as medidas acima descritas (a), a pressão deve ser
aumentada em incrementos como descritos no parágrafo 845.61 (e). No entanto,
após o primeiro aumento, medidas devem ser tomadas para se verificar que os
reguladores do consumidor estejam funcionando satisfatoriamente

846 Válvulas 3

846.1 Espaçamentos Necessários de válvulas

846.11 Linhas de Transmissão

(a) Exceto em instalações marítimas, as válvulas de bloqueio de seccionamento devem


ser instaladas em novas linhas de tubos de transmissão no momento da construção.
Ao determinar o espaçamento da válvula de seccionamento, deve-se dar primárias
consideração básica às localidades que garantam acesso contínuo às válvulas.
Outros fatores envolvem a conservação do gás, tempo para descarregar a seção
isolada, continuidade do serviço de gás, flexibilidade necessária de operação,
desenvolvimento futuro esperado dentro da sessão de válvula de espaçamento, e
condição naturais significativas que possam afetar adversamente a operação e
segurança da linha.
(b) Não estando em conformidade com as considerações acima (a), o espaçamento
entre válvulas numa nova linha de transmissão não deve exceder o seguinte:
(1) 20 mi em áreas que predominem Classe de Locação 1;
(2) 15 mi em áreas que predominem locação classe 2;
(3) 10 mi em áreas que predominem Classe de Locação 3;
(4) 5 mi em áreas que predominem Classe de Locação 4.
(c) O espaçamento definido em (b) acima pode ser levemente ajustado para permitir
que uma válvula seja instalada em locação mais acessível, sendo o acesso contínuo
um consideração básica.

846.12 Válvulas em condutores de distribuição, sejam para fins operacionais ou


emergências, devem ser espaçadas da seguinte forma:
(a) Sistemas de distribuição de alta pressão. Válvulas devem ser instaladas em
sistemas de distribuição de alta pressão em locais acessíveis para que o tempo para
o fechamento de uma sessão da canalização principal em caso de emergência seja
reduzido. Ao determinar o espaçamento das válvulas, devem ser dadas
considerações à pressão de operação e tamanho das canalizações principais e
condições físicas locais assim como o número e tipo dos consumidores que podem
ser afetados em caso de fechamento.

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(b) Sistema de distribuição de baixa pressão. Válvulas podem ser usadas em
sistemas de distribuição de baixa pressão, mas não são exigidas exceto quando
especificadas no parágrafo 846.22 (a).

846.2 Localização de válvulas

846.21 Válvulas transmissoras


(a) Válvulas de bloqueios seccionais devem ser acessíveis e protegidas de danos e
manipulação indevida. Se for envolvido descarregamento de uma válvula, deve ser
localizado quando o gás puder ser descarregado na atmosfera sem riscos indevidos.
(b) Válvulas seccionais podem ser instaladas sobre a superfície, em uma caixa
subterrânea ou enterradas. Em todas as instalações o mecanismo operacional para
abrir ou fechar a válvula deve ser de fácil acesso a pessoas autorizadas. Todas as
válvulas devem ser suportadas apropriadamente para evitar sedimentação ou
movimento da tubulação anexa.
(c) Válvulas de descarregamento devem ser instaladas de forma que cada seção da
linha de tubulação entre as válvulas da linha condutora possa ser descarregada. As
medidas e capacidade das conexões para descarregamento da linha devem ser de
tal forma que sob condições de emergência a sessão da linha possa ser
descarregada tão rapidamente quanto possível.
(d) Este código não prevê o uso de válvulas automáticas. Também não implica que
o uso de válvulas automáticas desenvolvidas atualmente propiciarão proteção total
a um sistema de tubulação. Seu uso e instalação deve seguir as normas da
companhia operadora.

846.22 Válvulas de distribuição de sistema


(a) Uma válvula deve ser instalada na entrada da tubulação de cada estação reguladora
controlando o fluxo ou pressão de gás num sistema de distribuição. A distância entre
a válvula e o regulador ou reguladores deve ser suficiente para permitir a operação
da válvula durante uma emergência, como por exemplo em grandes vazamentos de
gás ou fogo na estação.
(b) Válvulas sobre condutores de distribuição, sejam para fins operacionais ou
emergenciais, devem ser instaladas de forma que propiciem fácil acesso e facilitem
sua operação durante uma emergência. Onde uma válvula é instalada em uma caixa
enterrada ou anexo, implica-se somente fácil acesso ao sistema de operação ou
mecanismo. A caixa ou anexo deve ser instalada de forma que evite a transmissão
de cargas externas para o condutor.

847 CAIXAS SUBTERRÂNEAS

847.1 Requisitos Estruturais para Projetos


As caixas subterrâneas ou caixas subterrâneas para válvulas, alívio de pressão,
limitador de pressão ou unidades de regulagem de pressão, etc., devem ter projetos e
construídos segundos as seguintes prescrições.
(a) As caixa subterrâneas e e caixas subterrâneas devem ter projeto e construção em
conformidade com boa prática de engenharia estrutural para atender às cargas que
lhes possam ser impostas.
(b) Espaço suficiente para se trabalhar deve ser providenciado de forma que todo o
equipamento utilizado no subterrâneo possa ser corretamente instalado, operado, e
mantido.

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(c) No projeto de caixa subterrâneas e caixas subterrâneas para limitação de pressão,
alívio de pressão, e equipamento de regulagem de pressão deve considerar-se a
proteção do equipamento instalado de eventuais danos de uma explosão dentro da
caixa subterrânea ou poço que possa causar que porções de cobertura venham a
cair na caixa subterrânea.
(d) Entradas de tubulação e dentro de caixas subterrâneas reguladores ou fossos
devem ser de aço para NPS 10 e medidas menores exceto que tubulação de
medição e controle possam ser cobre. Onde a tubulação se estende através da
estrutura da caixa subterrânea ou poço, medidas devem ser tomadas para evitar a
passagem de gases ou líquidos através da abertura e evitar deformações na
tubulação.
Equipamento e tubulação devem ser corretamente sustentados por metal, alvenaria, ou
suportes de concreto. A tubulação de controle deve ser colocada e sustentada na caixa
subterrânea ou poço de forma que a exposição a acidentes ou danos seja reduzida ao
mínimo.
(e) Aberturas de caixas subterrâneas ou fossos devem ser instaladas de forma que
minimizem o risco de ferramentas ou outro objetos venham a cair sobre o regulador,
tubulação ou outro equipamento. A tubulação de controle e as peças de operação do
equipamento instalados não devem ser colocadas sob as aberturas de caixa
subterrânea ou poço enquanto um trabalhador acidentalmente puder pisar sobre elas
quando entrar ou sair da caixa subterrânea ou fosso, a menos que tais peças
estejam apropriadamente protegidas.
Quando a abertura de um poço ou fosso for localizada acima do equipamento que
poderá ser danificado pela queda de uma tampa, uma tampa circular deverá ser
instalada ou outras medidas de precaução apropriadas devem ser tomadas.

847.2 Possibilidade de Acesso

Deve-se considerar especialmente o item acesso quando da seleção de um local para


o poço. Alguns dos fatores importantes a considerar são.
(a) Exposição ao tráfego. A locação de caixas subterrâneas em cruzamentos de ruas ou
em pontos onde o tráfego seja pesado ou denso, deve ser evitada.
(b) Exposição a enchentes. Não se deve localizar caixas subterrâneas em pontos de
elevação mínima, próximos a bacias de captação, ou onde a cobertura de acesso
esteja passível do curso de águas da superfície.

(c)Exposição a riscos subterrâneos adjacentes.


Os caixas subterrâneas devem ser localizados o mais distante possível de água,
eletricidade, vapor, ou outros.

847.3 Vedação, Aeração, e Ventilação da Caixa Subterrânea

Caixas subterrâneas subterrâneos e fossos fechados contendo uma estação de


regulagem de pressão ou de redução ou um limitador de pressão ou estação de
descarregamento devem ser vedado, ou ventilado como segue.
(a) Quando o volume interno exceder 200 pés cúbicos, tais caixas subterrâneas ou
caixas subterrâneas devem ser ventilados com duas aberturas cada uma tendo ao
menos o efeito de ventilação de um tubo NPS 4.
(b) A ventilação alcançada pode ser suficiente para minimizar a possível formação
de uma atmosfera combustível na caixa subterrânea ou fosso. Aerações associadas
com a regulagem de pressão ou equipamento de alívio de pressão não deve ser
conectada a ventilação da caixa subterrânea ou do fosso.

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(c) as aberturas devem estender-se a uma altura acima do grau adequado para
dispersar qualquer mistura ar-gás que possa ser descarregada. A terminação exterior
das aberturas deve ser equipada com um equipamento apropriado a prova d’água ou
com cabeça de aeração projetada para evitar problemas externos de entrada ou
obstrução da abertura. A área efetiva da abertura em tais equipamentos ou cabeças
de aeração deve ser ao menos igual a área seccional transversal de uma abertura
NTS 4. A sessão horizontal das aberturas deve ser tão curta quanto possível e deve
ser instaladas de forma a evitar o acúmulo de líquidos na linha. O número de curvas
e de desvios deve ser reduzido ao mínimo e medidas devem ser tomadas para
facilitar a limpeza periódica das aberturas.
(d) Tais caixa subterrâneas ou fossos tendo um volume interno entre 75 e 200 pés
cúbicos podem ser vedados, areados ou ventilados. Se vedados, todas as aberturas
devem ser equipadas com tampas herméticas sem orifícios abertos através dos
quais uma mistura explosiva possa causar ignição. Meios devem ser providenciados
para o teste da atmosfera interna antes da tampa ser removida. Se areados, a
medida correta para prevenção de fontes externas de ignição de alcançar a
atmosfera da caixa subterrânea devem ser tomadas. Se ventiladas, as medidas dos
itens (a) (b) e (c) acima ou (e) abaixo devem ser aplicadas.
(e) Se a caixas subterrâneas ou fossos referentes ao item (d) acima são ventilados por
meios de aberturas nas tampas ou ralos em metros quadrados seja inferior a 20 para
1, ventilação adicional não é necessária.
(f) Caixas subterrâneas ou fossos tendo um volume interno inferior a 75 pés cúbicos
não têm requisitos específicos.

847.4 Drenagem e Impermeabilização

(a) Medidas devem ser tomadas para minimizar a entrada de água nas caixas
subterrâneas. No entanto, os equipamentos de caixas subterrâneas devem sempre
ser projetados para operar com segurança quando submersos.
(b) Nenhum poço contendo tubulação de gás deve ser conectado por meio de
conexão de drenagem a nenhuma outra subestrutura, tal como esgoto.
(c) Equipamento elétrico em caixas subterrâneas deve obedecer os requisitos da Classe
1, grupo D, de ANSI/NFPA 70.

848 MEDIDORES E REGULADORES DE CONSUMIDORES

848.1 Localização de Medidores para Consumidores e Instalações de Regulador

(a) Medidores para consumidores podem ser localizados na parte interna ou externa de
edifícios, dependendo das condições do local, exceto pelas séries de regulagens
prescritas nos ramais, em concordância com o parágrafo 845.243 (a), o regulador de
corrente superior deve ser locado na parte externa do edifício.
(b) Quando instalado dentro de um edifício, o regulador de ramal deve estar em
uma locação de fácil acesso próximo ao ponto de entrada do ramal de gás e sempre
que possível, os medidores devem estar instalados na mesma localização. Nem
medidores nem reguladores devem ser instalados em dormitórios, armários,
banheiros, sob escadas combustíveis, ou em locais inacessíveis ou não ventilados;
ou mais próximos do que 3 pés de fontes de ignição, incluindo fornos e aquecedores
de água. Em ramais de fornecimento de grandes consumidores industriais ou
instalações onde gás seja utilizado a uma pressão maior que o serviço padrão, os
reguladores podem ser instalados em outros locais de fácil acesso.

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(c) Quando localizados na parte exterior de edifícios, medidores e reguladores de
serviços devem ser instalados em locais de fácil acesso onde estejam protegidos
razoavelmente de danos.
(d) Reguladores necessitam de ventilação para suas operações apropriadas e
efetivas e devem ser areados para a atmosfera exterior em concordância com as
medidas do parágrafo 848.33. Ventilações individuais devem ser realizadas para
cada regulador.

848.2 Pressões de Operação para Instalações de Medidores de Consumidores

Caixas medidoras em ferro ou alumínio não devem ser usadas em uma pressão de
operação máxima maior do que a fixada pelo fabricante para o medidor. Novas caixas
medidoras em aço estanhado não devem ser usadas em uma pressão excessiva a
50% do teste de pressão do fabricante; caixas medidoras de aço estanhado reformadas
não devem ser usadas sob uma pressão em excesso a 50% da pressão usada para
testar o medidor reconstruído.

848.3 Proteção de Medidores para Consumidor e Instalações de Reguladores -


Proteção contra Danos

848.31 Não se devem instalar medidores e reguladores de serviço em locais com


provável deterioração por corrosão, a menos que se tomem medidas apropriadas para
proteção contra tais deteriorações.
848.32 Um dispositivo mecanismo de proteção apropriada, como regulador de pressão
de retorno ou uma válvula de controle deve ser instalado abaixo do medidor, se for
prescrito nas seguintes condições.
(a) Se a natureza do equipamento utilizado for tal que induza um vácuo ao medidor,
instale um regulador de pressão de retorno na corrente inferior do medidor.
(b) Instale uma válvula de controle ou equivalente se:
(1) o equipamento de utilização possa induzir uma pressão de retorno;
(2) o equipamento de utilização de gás for conectado a uma fonte de oxigênio
ou de ar comprimido
(3) gás de petróleo liqüefeito ou outro gás suplementar for usado como stand-
by e possa fluir de volta ao manômetro. Uma válvula de três percursos,
instalada para admitir o fornecimento stand-by e ao mesmo tempo desligar o
fornecimento regular, possa ser substituído por uma válvula de controle, caso
desejado.

33. Todos os aeradores reguladores de serviço e os aeradores de alívio, quando


prescrito devem terminar no ar externo em equipamentos resistentes a água
de chuva. O final aberto do aerador deve ser localizado onde o gás possa
escapar livremente para a atmosfera e longe de quaisquer aberturas para os
edifícios se uma falha no regulador resultar na liberação de gás. Em locações
onde reguladores de serviço possam ficar submersos durante enchentes, ou
um tipo especial de respiradouro anti-enchente deve ser instalado ou a linha de
aeração deve ser estendidas acima da altura da enchente esperada.

848.34 Os alojamentos de caixas subterrâneas e fossos de medidores para


consumidores e reguladores devem ser projetados para suportar o tráfego de veículos
quando instalados nos seguintes locais:

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(a) Áreas de tráfego de veículos em caminhos, ruas, e rodovias;
(b) Trechos de trânsito de veículos.

848.4 Instalação de Medidores e Reguladores

Todos os medidores e reguladores devem ser instalados de forma a evitar


concentrações indevidas sobre as tubulações de conexão ou sobre os medidores, ou
ambos. Conexões mestre (Pb) ou outras conexões feitas de material que possam ser
facilmente danificados não devem ser utilizadas. O uso de bicos fechados com peso
padrão (todo rosca) é proibido.

849 RAMAIS DE GÁS

849.1 Disposições Gerais Aplicáveis a Ramais de Aço, Cobre, e


Plástico

849.11 Instalação de Ramais


(a) Os ramais devem ser instalados a uma profundidade que os proteja de carga externa
excessiva e de atividades locais como jardinagem. Prescreve-se que um mínimo de
12 polegadas de cobertura seja mantido em propriedades particulares e que o
mínimo de 18 polegadas de cobertura seja mantido em ruas e rodovias. Quando as
prescrições para estas coberturas não possam ser atendidas devido a subestruturas
existentes, cobertura menor é permitida e porções destes ramais que estão sujeitos
a superexposição de sobrecargas, são executadas através de ligação de ponte ou
tubos apropriadamente mais rijos.
(b) As ramais devem ser sustentados apropriadamente em todos os pontos e sem
interrupção ou em solo bem compactado de forma que o tubo não fique sujeito a
cargas externas excessivas durante o carregamento de retorno. O material usado
para o carregamento de retorno deve estar livre de pedras, material de construção,
etc., que possam causar danos ao tubo ou a camada protetora.
(c) Quando houver evidência de condensação de gás em quantidades suficientes para
causar interrupções no fornecimento de gás para o consumidor, o ramal deve ser
graduado de forma a drenar para o conector ou aos escoadouros nos pontos baixos
do ramal.

849.12 Tipos de Válvulas Apropriadas Para Válvulas de Ramais


(a) Válvulas usadas como válvulas de ramal devem atender as prescrições dos
parágrafos 810 e 831.1.
(b) O uso de válvulas de ramais de assento leve não é recomendado quando o
projeto das válvulas esteja a tal exposição de um calor tão excessivo que possa
afetar adversamente a capacidade da válvula em controlar a afluência do gás.
(c) Uma válvula incorporada na barra de um medidor que permita que o medidor seja
contornado não se qualifica sob o código de serviço de válvula de linha.
(d) Válvulas de ramal de ramais de alta pressão, instalados no interior de edifícios
ou em locações confinadas no exterior de edifícios onde o escoamento de gás for
perigoso, devem ser projetados e construídos para minimizar a possibilidade de
remoção do núcleo da válvula acidentalmente ou intencionalmente com ferramentas
de uso doméstico ordinário.
(e) A companhia operadora deve assegurar que as válvulas de ramal em ramais de alta
pressão sejam apropriadas para este uso fazendo seus próprios testes ou revisando
os testes feitos pelo fabricante.

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(f) Em ramais projetados para operar sob pressão além de 60 psig, as válvulas de
ramais devem ser o equivalente a uma válvula de lubrificação de pressão ou uma
válvula tipo indicadora. Outros tipos de válvulas podem ser usadas quando os testes
realizados pelo fabricante ou usuário indicarem que estas sejam apropriadas para
este tipo de serviço.

849.13 Localização das Válvulas de Ramais

(a) As válvulas de ramais devem ser instaladas em todos os novos ramais (incluindo
reposições) em um local de fácil acesso do lado externo.

(b) As válvulas devem ser localizadas na parte superior da corrente do medidor se


não houver regulador, ou na parte superior da corrente do regulador, se houver um.

(c) Todos os ramais operando sob uma pressão maior do que 10 psig, e todos os ramais
NPS2 ou maior, devem ser equipados com uma válvula localizada num ramal
externo da construção, exceto nos casos de fornecimento de gás para teatro, igreja,
escola, fabrica, ou outra construção com um número maior de concentração de
pessoas, uma será necessária válvula externa, independente do ramal e da pressão
do ramal.

(d) Válvulas subterrâneas devem ser localizadas numa caixas de registro durável e
coberta ou tubo que seja projetado para permitir uma fácil operação da válvula. A
caixas de registro ou tubo devem ser sustentados independentemente do ramal.

849.14 Localização de Conexões de Ramais a Canalizações Principais.


Recomenda-se que os ramais sejam conectados ao topo ou ao lado da canalização
principal. A conexão ao topo da canalização é preferível para minimizar a
possibilidade de que a poeira ou a umidade sejam levadas da canalização principal
para o ramal.

849.15 Testes de Ramais após a Construção

849.151 Disposições Gerais. Todo ramal deve ser testado após construção e antes de
colocado em serviço para comprovar-se que não há vazamentos. A conexão de ramal
para uma canalização principal precisa ser incluída no teste para que seja verificada
sua viabilidade.

849.152 Requisitos Para o Teste

(a) Os ramais que operem sob uma pressão menor do que 1 psig, que não tenham uma
camada protetora capaz de vedar um vazamento temporariamente, devem merecer
um aumento de pressão de ar ou de gás não menor que 10 psig durante um mínimo
de 5 minutos.

(b) Os ramais que operem sob pressão inferior a 1 psig, que tenham uma camada
protetora que possa vedar temporariamente um vazamento, e todos os ramais que
operem sob uma pressão de 1 psig ou mais deve receber um aumento de pressão
de ar ou gás de no mínimo 5 minutos sob pressão máxima admissível de operação
proposta ou 90 psig, qual for maior, exceto em ramais de aço concentrados para 20
% ou mais da tensão de escoamento mínima especificada, deve ser testado em
concordância com os requisitos para testes dos condutores (veja parágrafo 841.3).

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(c) Os requisitos de (a) e (b) acima devem aplicar-se para ramais de plástico, exceto
que os ramais de plástico devem ser testados no mínimo 1,5 vezes da pressão de
operação máxima, e as pressões de teste máximo ou de limitações, temperatura,
prescritas no parágrafo 842.52 devem ser observadas.

849.2 Ramais de Aço

849.21 Projeto de Ramais de Aço

(a) Os tubo de aço, quando usados para ramais, devem atender os requisitos do
capítulo 1.

(b) Tubo de serviço em aço deve ter seu projeto em concordância com os requisitos
dos parágrafos 841.11 e 841.121. Quando a pressão for inferior a 100 psig, o tubo de
ramal em aço deve ter seu projeto para uma pressão mínima de 100 psig.

(c) Tubo em aço usados para ramais deve ser instalado de forma que a corrente de
tubulação ou carga externa não sejam excessivas.

(d) Todos os ramais de aço subterrâneos devem ser unidos por conexões
acopladas, instalações tipo compressão, ou por métodos de solda qualificados,
procedimentos, e operações.

849.22 Instalação de Ramais de Aço

849.221 Instalação de Ramais de Aço em Perfurações

(a) Quando um tubo com revestimento de aço for instalado como um ramal, em uma
perfuração, cuidado deve ser tomado para prevenção de danos ao revestimento
durante a instalação.

(b) Quando um ramal for instalado através de perfuração e for usado tubo revestido
de aço, este não deve ser usado como tubo de perfuração e deixado no solo como
parte do ramal a menos que tenha sido demonstrado que o revestimento seja de
durabilidade suficiente para resistir à perfuração no tipo de solo envolvido sem risco
de danos para o revestimento. Quando for possível ocorrer dano significativo ao
revestimento através de perfuração, o ramal revestido deve ser instalado em uma
perfuração maior ou com tubulação enrijecida de diâmetro suficiente para acomodar
a tubulação de serviço.

(c) Em terreno excepcionalmente pedregoso, tubulação revestida não deve ser inserida
através de uma perfuração aberta, caso isto signifique possível dano ao
revestimento.

849.222 Instalação de Ramais Dentro ou Abaixo de Edifícios

(a) Os ramais de aço, quando instalados abaixo do ralo através da parede de fundação
externa de um edifício, devem ser instalados em uma bucha ou então protegidos
contra corrosão. O ramal ou bucha, ou ambos, deve ser vedados na parede da
fundação para evitar a entrada de gás ou água no edifício.

(b) Ramais de aço, quando instalados subterrâneas abaixo de um edifício, devem


ser instalados em um conduíte hermético para gás. Quando um ramal serve um

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edifício o conduíte deve estender-se em uma porção usável e acessível do edifício.
No ponto onde o conduíte termina, o espaço entre o conduíte e o ramal deve ser
vedado para evitar a possibilidade de entrada de qualquer vazamento de gás. O
invólucro deve ser aerado em local seguro.

849.3 Ramais em Ferro Dúctil

849.31 Uso de Ramais Aço Dúctil. Quando usado para ramais, o tubo em ferro dúctil
deve atender aos requisitos do parágrafo 842. O tubo de aço dúctil pode ser usado
para ramais na porção do ramal que estender através da parede do edifício. Os
ramais em ferro dúctil não devem ser instalados em terrenos instáveis ou sob
construções.

849.4 Ramais de Plástico

849.41 Projeto de Ramais de Plástico

(a) Devem-se usar tubos e tubulação plásticos para ramais somente onde a corrente de
tubulação ou carga externa não sejam excessivas.

(b) Tubo plástico, tubulação, cimento, e instalações usadas para ramais devem
estar em concordância com os requisitos do capítulo 1.

(c) Os ramais de plástico devem ter seu projeto em concordância com os requisitos do
parágrafo 842.3.

(d) Os ramais de plástico devem ser conectados em concordância com os requisitos


do parágrafo 842.39.

849. 42 Instalação de Ramais de Plástico

(a) Os ramais de plástico devem ser instalados conforme os requisitos dos parágrafo
842.4 e 849.11. Deve-se dar atenção particular na prevenção de danos a tubulação
de ramal plástico na conexão à canalização principal ou a outra instalação.
Precauções devem ser tomadas para evitar o esmagamento ou cizalhamento da
tubulação plástica devido as cargas externas e para evitar danos na conexão
resultantes de expansão ou contração térmica (veja parágrafos 842.431 e 842.432.).

(b) Independentemente das limitações impostas no parágrafo 842.43, um ramal de


plástico pode terminar acima do solo e do lado externo do edifício, contanto que:

(1) A porção do ramal de plástico acima do solo deve estar totalmente


encerrado em um conduíte ou invólucro com força suficiente para proteger a
danos externos e deterioração. Quando for usado um conduíte flexível, o topo
do tubo de subida deve ser fixado a um suporte sólido. O conduíte ou
invólucro devem ser estendidos a um mínimo de 6 polegadas abaixo do ralo.

(2) O ramal de plástico não é sujeito a concentração de cargas externas pelo


medidor para o consumidor ou sua tubulação de conexão.

849.421 Instalação de Ramais de Plástico Em ou Abaixo de Uma Construção

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(a) Um ramal de plástico subterrâneo instalado através de uma fundação externa ou
parede de um edifício deve ser instalado dentro de uma luva rígida com proteção
apropriada contra ações de aparas ou sedimentação de carregamento de retorno. A
luva deve estender-se pela face externa da fundação numa distância suficiente para
alcançar solo firme e carregamento de retorno compacto. No ponto onde a luva
termina dentro da fundação ou da parede, o espaço entre a luva e o ramal deve ser
vedado para evitar vazamento na construção. O ramal de plástico não deve ser
exposto dentro da construção.

(b) Um ramal de plástico subterrâneo instalado sob uma construção deve ser
instalado em um conduíte hermético para gás. Quando um serviço assim serve um
edifício, o conduíte deve tornar-se parte de acesso e uso do edifício. No ponto onde
o conduíte termina o espaço entre o conduíte e o ramal deve ser vedado para evitar
vazamento no edifício. O ramal de plástico não deve ser exposto dentro do edifício.
O invólucro deve ser aerado em local seguro.

849.5 Ramais de Cobre

849.51 Projeto de Ramais de Cobre

849.511 Os tubos ou tubulação de cobre, quando usados para ramais, devem obedecer
os seguintes requisitos:

(a) Tubos ou tubulação de cobre não devem ser usados para ramais onde a pressão
exceda 100 psig.

(b) Tubos ou tubulação de cobre não devem ser usados para ramais onde o gás
transportado contenha mais do que uma média de 0,3 grãos de hidrogênio por 100
padrão pés cúbicos de gás. Isso equivale a um traço determinado pelo teste de
acetato (consulte parágrafo 863.4).

(c) A espessura mínima da parede para tubo ou tubulação de cobre usado para ramais
não pode menos que o tipo “L” como especificado em ASTN B 88.

(d) Tubo ou tubulação de cobre não devem ser usados para ramais onde a corrente
ou cargas externas possam danificar a tubulação.

849.512 Válvulas em Tubulação de Cobre. Válvulas instaladas em ramais de cobre


podem ser feitas de qualquer material apropriado permitido por este código.

849.513 Equipamentos em Tubulação de Cobre. Recomenda-se que os equipamentos


em tubulação de cobre expostos ao solo, tais como ramais em T, equipamentos de
controle de pressão, etc., sejam feitas de bronze, cobre, ou latão.

849.514 Conexões em Tubo e Tubulação de Cobre. Tubos de cobre devem ser ligados
usando-se acoplamentos de tipo compressão ou por uma conexão soldada. O
material de enchimento usado deve ser bronze-fósforo ou liga à base de prata.
Soldas de topo não são permitidas para a ligação de tubos ou tubulação de cobre. A
tubulação de cobre não deve ser rosqueada, mas os tubos de cobre com espessura
de parede equivalente a uma medida comparável a escala de tubo em aço 40 podem
ser rosqueados e usados para conectar acessórios de rosca ou válvula.

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849.511 Proteção Contra a Ação Galvânica Causada por Cobre. Medidas devem ser
tomadas para evitar ações galvânicas prejudiciais onde cobre é conectado
subterraneamente ao aço (veja parágrafo 862.114 a).

849.52 Instalação de Ramais de Cobre. Os seguintes requisitos devem ser aplicados


para ramais de cobre dentro de edifícios.

(a) Os ramais de cobre podem ser instalados dentro de edifícios assegurando que o
ramal não esteja oculto e esteja devidamente protegido contra danos externos.

(b) Um ramal de cobre subterrâneo instalado através da parede de fundação


externa de um edifício deve ser instalado em uma bucha, ou senão protegido contra
corrosão. O espaço anular entre o ramal e a bucha deve ser vedado na parede da
fundação para evitar entrada de gás ou água.

(c) Um ramal de cobre instalado subterraneamente sob um edifício deve ser instalado
em um conduíte projetado para evitar vazamento de gás do ramal , para que este
entre no edifício. Quando conexões são usadas, estas devem ser do tipo soldado
conforme o parágrafo 849.614.

849.6 Conexões de Ramais para Canalizações Principais

849.61 Conexões de Ramais para Canalizações de aço.

Ramais podem ser conectados a condutores de aço:

(a) Ligando-se uma conexão T de ramal ou dispositivo semelhante à canalização


principal;

(b) Usando-se um grampo de ramal ou chapa de assento;

(c) Usando-se equipamento de compressão ou borracha ou conexões ligadas pode-se


conectar o ramal para o equipamento de conexão principal. Gaxetas usadas em um
sistema de gás manufaturado devem ser de um tipo que efetivamente resista a este
tipo de gás.

(d) Ligando um ramal de aço diretamente à canalização principal (veja parágrafo


831.42 e tabela 831.42).

849.62 Conexão de Ramais de Ferro Fundido a Canalizações Principais de Ferro


Dúctil

(a) As ramais podem ser conectados à canalizações principais de ferro fundido e ferro
dúctil por:

(1) Perfuração ou revestimento do condutor, assegurando que o diâmetro do


orifício revestido não exceda os limites impostos pelo parágrafo 831.33 (b); ou

(2) Usando uma bucha de reforço.

(b) Conexões de ramais não devem ser soldados diretamente no ferro fundido ou
nos condutores de ferro dúctil.

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849.621 Conexões de compressão usando gaxetas de borracha ou semelhantes a
borracha podem ser usadas para conectar o ramal à conexão principal. Gaxetas
usadas em um sistema de gás manufaturado devem ser de um tipo que resista
efetivamente a este tipo de gás.

849.63 Conexões de Ramais para Canalizações Principais de Plástico

(a) Conexões de ramais de plástico ou metal para canalizações de plástico devem ser
realizadas com conexões apropriadas.

(b) Um ramal tipo compressão para conexão principal deve ser projetado e instalado
para sustentar efetivamente as forças de tração longitudinais causadas pela
contração da tubulação ou por carga externa.

849.64 Conexões de Ramais a Canalizações Principais de Cobre


(a) São recomendadas para ligações em canalizações de cobre as conexões usando
um T de ramal de bronze fundido ou cobre ou uma conexão para solda oxiacetilênica
de baixa temperatura;
(b) Não são permitidas soldas de topo;
(c) Ligações de soldas em filete não são recomendadas.
(d) Os requisitos do parágrafo 849.514 aplicam-se para:
(1) conexões não especificamente mencionadas acima;
(2) Todo material de solda.

849.65 Conexões em Ramais de Plástico a Canalizações de Metal

(a) Conexões de ramais de plástico para condutores principais de metal devem ser
realizadas com conexões principais metálicas ou plásticas apropriadas como
previsto nos parágrafos 849.61, 849.62, ou 849.64 tendo terminal de compressão
final ou outra conexão de transição apropriada.

(b) Um ramal tipo compressão para conexão principal deve ser projetado e instalado
para sustentar efetivamente as forças de tração longitudinais causadas por
contração da tubulação ou carga externa.

CAPÍTULO V

PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

850. PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO QUE AFETAM A


SEGURANÇA DA TRANSMISSÃO DE GÁS E INSTALAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

850.1
(a) Devido a muitas variáveis, não é possível descrever em um código todas as
especificações e procedimentos de operação e manutenção que incluam todos os
casos. No entanto, é possível que cada companhia operadora desenvolva
procedimentos de operação e manutenção baseadas no Código, esse conhecimento
dos equipamentos e condições sobre as quais eles são operados estarão de acordo
com as normas de segurança pública. Para procedimentos de operação e manutenção
relativas ao controle de corrosão veja o cap. VI.

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(b ) Antes de iniciar o serviço de gás em tubulação projetada e construída ou convertida
para serviço de gás conforme este Código, a companhia operadora deve determinar a
Classe de Locação de acordo com a tabela 854.1(c).

850.2 Requisitos Básicos


Cada companhia operadora com transmissão de gás ou instalações de distribuição
dentro do escopo deste Código deve:
(a) Ter um plano por escrito cobrindo procedimentos de operação e manutenção de
acordo com o propósito desse Código.
(b) Ter por escrito um plano de emergência cobrindo possíveis falhas e outras
emergências.
(c) Manter e operar suas instalações em conformidade com este plano.
(d) Modificar o plano de tempos em tempos, conforme a experiência indicar, e expor ao
público as condições de operação requeridas para mudança e equipamento.
(e) Promover treinamento para empregados estabelecendo procedimentos para
funções de operador e de manutenção. O treinamento deve ser abrangente e deve ser
projetado para preparar empregados em suas respectivas áreas de responsabilidade.
(f) Manter registros para administrar devidamente os planos e treinamentos.

850.3 Aspectos Essenciais do Plano de Operação e Manutenção

O plano descrito no parágrafo 850.2(a) deve incluir:


(a) Planos e instruções detalhadas para empregados abrangendo procedimentos de
operação e manutenção do equipamento em operações normais com o combustível e
operações de reparações.
(b) Itens recomendados para inclusão no plano para classes específicas de instalações
que são citadas no parágrafo 851.2, 851.3, 851.4, 851.5, e 861 (d) :
(c) Planos que dão atenção particular às porções das instalações que tenham maior
para o público em caso de emergência ou por causa de construção ou requisitos
extraordinários de manutenção;
(d) Disposições para inspeções periódicas ao longo da rota das tubulações ou
canalizações principais de aço operando em tensões tangenciais acima de 40% do
mínimo especificado de resistência do material do tubo para considerar possíveis
mudanças de Classe de Locação. Não se pretende que essas inspeções incluam
investigações do número de construções para ocupação humana.

850.4 Aspectos Essenciais Do Plano De Emergência


850.41 Descrição dos Procedimentos de Emergência

850.411 Cada companhia operadora deve estabelecer procedimentos por escrito os


quais irão prover bases para instruções para o pessoal de operação e manutenção que
irá minimizar o risco resultante de uma emergência na tubulação de gás. No mínimo, os
procedimentos devem prever o seguinte:

(a) Sistema para recebimento, identificação e classificação de emergências que exijam


resposta imediata pela companhia operadora;
(b) Indicação clara da responsabilidade pela instrução de empregados nos
procedimentos listados no plano de emergência e pelo treinamento de empregados na
execução desses procedimentos;
(c) Indicação clara dos responsáveis pela atualização do plano.

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(d) Estabelecimento de um plano para assegurar resposta pronta e adequada a todas
as chamadas de emergência, quer elas sejam de consumidores, público, de
empregados da companhia ou de qualquer outra fonte.
(e) Estabelecimento de um plano para assegurar pronta e efetiva resposta para cada
tipo de emergência.
(f) Controle de situações de emergência incluindo as ações que devem ser tomadas
pelos primeiros empregados que chegarem no local de ocorrência.
(g) A divulgação da informação ao público.
(h) O seguro restabelecimento do serviço de todas as instalações afetadas pela
emergência, depois de terem sido tomadas medidas corretivas apropriadas.
(i) Relatório e documentação da emergência.

850.42 Programa de Treinamento. Cada companhia de operação deve ter um


programa para informar, instruir e treinar empregados responsáveis pela execução dos
procedimentos de emergência. O programa deve familiarizar os empregados com os
procedimentos de emergência e instruir como lidar com situações de emergência
pronta e efetivamente. O programa deve ser implementado com instruções verbais,
escritas e em alguns casos instruções em grupos seguidas de instruções praticas. O
programa deve ser estabelecido e mantido sob bases contínuas com provisão para
atualização conforme as necessidades pela revisão dos procedimentos escritos. Os
registros de programa devem ser mantidos para estabelecer qual treinamento que cada
empregado tenha recebido, assim como a data desse treinamento.
850.43 Ligação. Cada companhia operadora deve estabelecer e manter ligações
apropriadas com corpo de bombeiros, polícia, outros órgãos públicos oficiais e meios
de comunicação pública.

850.44 Programa Educacional. Um programa educacional deve ser estabelecido para


habilitar consumidores e público em geral para reconhecer e comunicar uma
emergência a órgãos públicos oficiais apropriados. O chamado programa educacional
citado nesta seção deve ser adaptado ao tipo de operação da tubulação e o ambiente
atravessado pela tubulação e deve ser conduzido numa linguagem significativa para a
comunidade servida. Os operadores do sistema de distribuição devem comunicar seus
programas aos consumidores e público em geral em suas áreas de distribuição. Os
operadores de sistemas de transmissão devem comunicar seus programas aos
residentes ao longo dos direitos de passagem das tubulações. Os programas dos
operadores de uma mesma área devem ser coordenados para dirigir devidamente os
relatórios de emergências e evitar inconsistências.

850.5 INVESTIGAÇÃO DE FALHA DE TUBULAÇÃO.


Cada companhia operadora deve estabelecer procedimentos para analisar todas as
falhas e acidentes com o propósito de determinar a causa e minimizar a possibilidade
de uma nova ocorrência . Esse plano deve incluir um procedimento para selecionar
amostras da falha das instalações ou do equipamento para exame de laboratório
quando necessário.

850.6 PREVENÇÃO DE IGNIÇÃO ACIDENTAL.

Deve-se proibir o fumo e chamas abertas dentro e ao redor das estruturas ou áreas sob
o controle de operação da companhia contendo instalações de gás (assim como
estações de compressão, medidores e estações reguladoras e outros equipamentos
que lidem como gás) onde possivelmente possam existir vazamentos de gás

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constituindo grande perigo de fogo ou de explosão. Cada companhia operadora deve
seguir alguns passos para minimizar o perigo de combustão acidental de gás.
(a) Quando perigosas quantidades de gás precisar ser ventilada ao ar livre, cada fonte
potencial de combustão deve primeiro ser removida da área e devem-se providenciar
extintores adequados. Toda lâmpada elétrica, toda instalação elétrica, fio de extensão,
e todo instrumento devem ser de um tipo aprovado para atmosfera de risco. Chaminés
devem obrigatoriamente ser instaladas ou usar-se formas que mantenham à distância
qualquer linha de transmissão elétrica.

(b) Sinais apropriados devem ser afixados e homens com bandeiras sinalizadoras ou
guardas devem avisar as pessoas que se aproximam ou que estejam entrando em área
de grande perigo.

(c) Para evitar combustões acidentais por arco elétrico, o sistema de tubulação deve ter
vedação adequada em ambos os lados de cada conexão de segmento de tubo (ou
junturas), e todos os catodos dos retificadores de proteção deverão estar desligados.
Nos sistemas de tubulações de material plástico, próximos das conexões, aconselha-se
usar panos úmidos envolvendo os tubos, ou borrifos de água, com a finalidade de evitar
arco elétrico.

(d) Antes de ser efetuada uma solda ou cortar-se um tubo com maçarico,
primeiramente deve-se checar a existência de gás combustível na atmosfera da área
do sistema de tubulação. Se for encontrado, deve-se providenciar que todo o gás seja
eliminado da atmosfera da área, antes de se iniciar o corte com maçarico ou usar um
aparelho de solda. Também deve ser feito monitoramento da presença de gás na
atmosfera durante todo o processo de corte ou solda.

(e) Se for previsto solda numa tubulação cheia de gás e a verificação de segurança de
acordo com o item (d) acima tiver sido satisfatoriamente completada, a pressão deve
ser obrigatoriamente controlada por meios apropriados para se manter uma pressão
positiva leve, na tubulação, na área da solda, antes de iniciar-se o trabalho.

(f) Antes de ser executado um corte com maçarico ou solda numa passagem que possa
conter mistura de gases e ar, deve-se fazer um seguro deslocamento dessas misturas
com gás, ar ou um gás inerte. Obrigatoriamente, devem ser tomadas precauções
quando se usar um gás inerte, para prover-se ventilação adequada a todos os
trabalhadores da área.
850.7 EFEITOS DE EXPLOSÃO

Cada companhia operadora deve estabelecer procedimentos para a proteção do


equipamento na vizinhança de explosões. A companhia operadora deve:
(a) localizar e marcar essas tubulações, quando os explosivos são detonados dentro de
distâncias e especificações do plano da companhia. Deve-se fazer algumas
considerações na demarcação das distâncias mínimas entre tubulações e operações
explosivas, dependendo do tipo de operação de explosão.
(b) determinar a necessidade e estender monitoramento e observação das atividades
de explosão, baseadas na proximidade das tubulações com respeito a explosão, assim
como o tamanho da carga explosiva e condições do solo.
(c) conduzir uma investigação de vazamento, após cada operação de explosão perto
das tubulações.

851 MANUTENÇÃO DE TUBULAÇÕES

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851.1 Vigilância Contínua das Tubulações
Cada companhia operadora deve estabelecer e implementar critérios de importância na
manutenção do sistema de tubulação e implementar procedimentos de fiscalização
desses sistemas e equipamentos. Estudos devem ser iniciados e ações apropriadas
devem ser tomadas, quando ocorrem operações e manutenções não usuais, assim
como falhas, históricos de vazamentos, gotejamento próprio devido a corrosão interna
ou mudanças substanciais na proteção catódica requerida. Quando os estudos indicam
que os equipamentos estão em condição insatisfatória, deve ser iniciado um programa
planejado para abandonar, substituir ou reparar e deve ser efetuado um teste de prova.
Se tal equipamento não pode ser reparado ou abandonado, a pressão de operação
máxima permitida deve ser reduzida significativamente de acordo com os requisitos
descritos no parágrafo 845.213(c).

851.2 - Patrulha das Tubulações

Cada Companhia operadora deve manter periodicamente um programa de


patrulhamento, para observar as aparentes condições da vizinhança por onde passam
as tubulações, indicando vazamentos, outras atividades de construção realizadas pela
Companhia, perigos naturais e quaisquer outros fatores que afetem a segurança e
operações das tubulações. Devem ser realizadas patrulhas no mínimo uma vez por
ano, em localizações de classe 1 e 2, e no mínimo a cada seis meses em locações
classe 3, e no mínimo a cada 3 meses, em locações classe 4. As condições climáticas,
o terreno o tamanho das linhas, pressões de operação e outras condições, serão
fatores para determinar-se a necessidade de patrulhas mais freqüentes. Rodovias
principais e cruzamentos de estradas de ferro devem ser inspecionados com maior
freqüência e mais detalhadamente que em tubulações em campo aberto.

851.21 Manutenção de Cobertura em Cruzamentos de Estrada e Valas de Esgoto.


A companhia de operação deve determinar, através inspeções periódicas, se a
cobertura sobre a tubulação nas estradas e galerias de esgoto têm sido reduzidas
abaixo dos requisitos do projeto original. Se a companhia de operação determinar que
a cobertura normal providenciada por ocasião da construção da tubulação tornou-se
inaceitavelmente reduzida devido a remoção de terra ou movimento de linhas, a
companhia operadora deve providenciar proteção adicional, provendo barreiras, drenos
subterrâneos, protetores de concreto, revestimentos, rebaixamento da linha ou outros
meios adequados.
851.22 Manutenção de Cobertura em Terrenos em Espaços abertos. Se a
companhia tiver como resultado da patrulha que a cobertura da tubulação em espaços
abertos não se encontra de acordo com a designação original do projeto, isso, de
qualquer forma determina que a cobertura está sendo reduzida a níveis inaceitáveis. Se
inaceitável, a companhia operadora deve providenciar proteção adicional para repor a
cobertura, ou outro recurso apropriado.
851.3 - Investigação de Vazamento
Cada companhia que opere na linha de transmissão, deve prover inspeções periódicas
de vazamentos em toda a linha, no plano de operação e manutenção. Os tipos de
inspeções devem ser efetivamente selecionados para determinar a potencialidade de
existência de perigo de vazamento. A extensão e freqüência de investigação de
vazamento deve ser determinada pela pressão operada, pela idade do sistema de
tubulação, Classe de Locação e de qualquer maneira, em toda linha de transmissão a
gás, independente de existir odor.

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851.4 PROCEDIMENTOS PARA REPARAÇÕES EM TUBULAÇÕES DE AÇO OU
CANALIZAÇÕES PRINCIPAIS QUE OPEREM A OU ACIMA DE 40% DA TENSÃO DE
ESCOAMENTO MÍNIMA ESPECIFICADA
Se a qualquer momento um defeito mencionado no segmento da tubulação do
parágrafo
851.4, é evidente que a tubulação está operando a 40% ou acima da tensão de
escoamento mínima especificada do tubo, medidas temporárias devem ser
empregadas imediatamente para proteger a propriedade e o público. Se não for
possível fazer reparações permanentes no tempo da descoberta do vazamento, as
reparações permanentes devem ser feitas o mais rápido possível, assim como a
descrição da causa do vazamento.
O uso de emenda através de solda como método de reparação é proibido, exceto no
que cita o parágrafo 851.43 (e). Se a tubulação não for retirada de serviço, a pressão
de operação deverá estar num nível ofereça segurança durante a operação de
reparação.
Cortes e sulcos são definidos como prejudiciais, quando a profundidade do defeito é
maior que 10% da espessura da parede da tubulação (veja para. 841.113 (b) para
limitações adicionais.
Não se exigem reparações em dentes uniformes, a não ser quando eles:
(a) contenham um concentrador de tensões tais como um risco, ranhura, entalhe ou
queimadura de arco.
(b) influenciem a curvatura do tubo na longitude da solda ou uma solda circunferencial;
ou
(c) Excedam um máximo de profundidade de 6% do diâmetro nominal do tubo.

Áreas corroídas que não apresentem vazamentos devem obrigatoriamente se


reparadas ou substituídas, são definidos no parágrafo 826.213. Soldas longitudinais
são comumente identificadas pela inspeção visual, por reagentes e ultra-sônicos.
Se uma solda envolvendo uma conexão rachar, deve-se designar uma pressão no
mínimo igual a requerida para operações de pressão, permitidas, no tubo que está
sendo reparado. Se condições requerem que a conexão conduza tensões
longitudinais , a conexão deve ser no mínimo equivalente para a resistência do tubo
que está sendo reparado. Conexões envolvidas por solda não devem ser menos do
que 4 pol. de largura.
Se o defeito não é um vazamento, as soldas de filete circunferencial são opcionais em
certos casos como os descritos nas seguintes subseções do parágrafo 851.4. Se forem
feitas soldas de filete circunferencial, as soldas longitudinais da luva devem ser soldas
de topo. Os procedimentos de solda para as soldas de filete circunferencial devem ser
adequados para os materiais, e devem considerar o potencial de trincas sobre o
cordão. Não se exigem tiras de proteção. Se as soldas de filete circunferencial não
forem feitas, devem ser feitas soldas de topo no sentido longitudinal, ou filetes para
uma barra lateral.. Feita a soldadura, as bordas que tenham sido lascadas devem ser
revestidas com verniz ou esmalte, de forma que estejam protegidas do meio ambiente.

851.41 Reparações Permanentes de Campo Para Estrias, Sulcos ou Dentes


Prejudiciais

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(a) Estrias, sulcos ou dentes devem ser removidos ou recondicionados, ou a pressão
da operação deve ser reduzida.

(1) Se possível, deve-se tirar a tubulação fora de serviço para que estrias, sulcos e
dentes sejam removidos. Deve ser cortado um pedaço do tubo danificado e substituído
por um outro de igual ou maior resistência para a pressão designada.
(2) Se não for possível tirar a tubulação fora de serviço, ou operar a uma pressão
reduzida, as reparações devem ser feitas:

(a) Com a instalação de uma peça envolvendo a conexão de tubo, não


necessariamente usando-se solda.
(b) Removendo o defeito através de afilação a quente, contanto que se retire todo
o defeito.

(c) Se o defeito não é um dente, por esmerilhamento como prevê no parágrafo


841.242. Se depois que o defeito for removido tendo sido utilizado esmerilhamento a
espessura do tubo não for de acordo com o parágrafo 841.113 (b), deverá ser feita a
instalação de uma peça envolvendo toda a circunferência do tubo, utilizando-se ou não
solda de filete circunferencial.

(3) Se um dente for reparado com luva e não for feita solda de filete, o dente deverá
primeiro ser preenchido com um enchimento que endureça. Se utilizada a solda de
filete, o dente deverá ser protegido com o outro preenchimento mencionado, ou através
de pressurização intencional da luva por afilação a quente da tubulação abaixo.
(b) Toda as reparações sob o parágrafo 851.41(a) devem passar por testes não
destrutivos previstos no parágrafo 851.5.

851.42 Reparações Permanentes de Campo para Soldas com Defeitos


Prejudiciais

(a) Todas as soltas de topo circunferenciais que tenham defeitos inaceitáveis ( de


acordo com API 1104) devem ser reparadas de acordo com os requisitos do parágrafo
827, contanto que a tubulação possa ser posta fora de serviço. As reparações em
soldas devem ser feitos enquanto a tubulação estiver em serviço, contanto que a solda
não esteja vazando, a pressão na tubulação deve ser reduzida a uma pressão que não
irá produzir uma tensão que exceda 20% da especificação de resistência mínima do
tubo, e trabalhar de forma que irá permanecer no mínimo 1/8 da espessura de solda no
tubo.
(b) As soldaduras com defeito mencionadas acima que não podem ser reparadas sob
(a) acima e onde não é possível ser removido o defeito da tubulação por substituição,
a reparação deve ser feita pela instalação de uma peça circundando a tubulação que
será ligada por solda de filete circunferencial.
(c) Se uma estria, sulco ou dente ocorrer em costura soldada por arco submersa (ou se
for achado um defeito na manufatura dessa costura) ou se uma estria, sulco, ou dente
acontecer numa solda de topo circunferencial, uma peça circundando o tubo será
conectada com ou sem soldas de filete. Os dentes devem ser protegidos com
preenchimentos ou pela pressurização da conexão como descrita no parágrafo
851.41(a)
(3).
(d) Se uma estria, sulco ou dente acontecer em uma resistência elétrica soldada, ou se
podem ser vistas através de exame minucioso a presença de faíscas no lugar onde foi

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feita a solda, uma peça circundando a tubulação deverá ser instalada e conectada
utilizando-se solda.
(e) Todas as reparações efetuadas sob os itens (a), (b), e (d) mencionados acima
deverão ser testadas e inspecionadas da maneira prevista no parágrafo 851.5
851.43 Reparações Permanentes de Campo, de Vazamentos e Áreas Corroídas
sem Vazamento

(a)Se for possível, a tubulação deverá ser tirada fora de serviço e reparada, retirando um
pedaço do tubo e repondo um de resistência igual ou maior à designada.
(b) Se não for possível tirar a tubulação fora de serviço, as reparações devem ser feitas
através da instalação de uma peça circundando o tubo e ligada por solda exceto se o
remendo escolhido estiver de acordo com (e) abaixo, ou exceto se a corrosão for
reparada com metal de solda depositado de acordo com (f) abaixo. Se uma corrosão que
não apresente vazamento for reparada com uma peça circundando o tubo e ligada por
solda, o preenchimento circunferencial com solda é opcional.
(c) Se o vazamento é devido a um furo de corrosão, a reparação deve ser feita
através de uma abraçadeira devidamente projetada para vazamentos.

(d) Um pequeno vazamento pode deve ser reparado soldando-se um bico sobre ele
para ventilar o gás durante a solda e, depois, instalar uma conexão adequada no
bico.

(e) Áreas corroídas com ou sem vazamentos do tubo de não mais do que 40.000 psi de
tensão de escoamento mínima especificada devem ser reparados usando uma
emenda de chapa de metal com cantos arredondados e com dimensões que não
excedam uma metade da circunferência soldada sobre a área furada. A designação
da resistência da chapa deve ser igual ou maior do que a do tubo.

(f) Pequenas áreas corroídas podem ser reparadas preenchendo-se com solda de
metal de eletrodos de baixo hidrogênio. Quanto maior a pressão e a velocidade de
escoamento, menor é a possibilidade de queima furante. A 20V e 100A, é improvável
ocorrer queima perfurante quando existirem as seguintes espessuras reais de parede:

Velocidade do gás, pés/seg.


------------------------------------------------------------------------------------------------------------
psia 0 5 10 20
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
15 0.320

500 0.300 0.270 0.240 0.205

900 0.280 0.235 0.190 0.150

Esse método de reparação não deve ser utilizado em tubos que se acredite que sejam
susceptíveis à fratura por fragilidade.
(g) Toda as reparações efetuadas nos itens (a), (b), e (d) acima mencionados devem
ser testadas e inspecionadas da maneira disposta em 851.5.

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851.44 Reparações Permanentes de Campo de Trincas por Tensão de Hidrogênio
em Pontos Duros e Trincas de Corrosão por Tensão
(a) Se possível, a tubulação deverá ser tirada fora de serviço para ser reparada
cortando fora um pedaço cilíndrico do tubo e substituindo com um tubo de resistência
igual ou maior que a projetada.

(b) Se não for possível tirar a tubulação fora de serviço, as reparações devem ser feitas
através da instalação de uma peça envolvendo o tubo e ligada por solda . No caso de
trinca por tensão na corrosão, o preenchimento com solda é opcional. A mesma
aplicação para trinca por tensão de hidrogênio em pontos duros exceto para pontos
planos que devem ser protegidos com um material sólido ou por pressurização de uma
conexão soldada.

(c) Todas as reparações efetuadas nos itens (a) e (b) acima devem ser testados e
inspecionadas.

851.5 Testando Reparações Em Tubulações de Aço ou Canalizações Principais


Operando a Níveis de Tensão Tangencial Cerca de 40% ou Acima da Tensão de
Escoamento Mínima Especificada.
851.51 Testes de seções de Tubo de Substituição. Quando uma reparação
programada para uma tubulação ou canalização principal for feita com a eliminação da
parte danificada do tubo em forma de cilindro e substituindo-se por outra seção de tubo,
a seção de substituição deve ser submetida a testes na pressão . A seção de
substituição deve ser testada na pressão requerida pela nova tubulação ou central
onde vai ser instalada. Os testes devem ser feitos no tubo com prioridade de
instalação. Se a substituição for feita sob condições de controle de incêndio (contendo
gás no tubo), deve ser usada uma peça envolvendo a seção ao invés de solda. Toda
conexão soldada deve ser radiografada (veja parágrafo 851.52).

851.52 Testes Não Destrutivos de Reparações, Estrias, Sulcos, Dentes e Soldas.


Se o defeito for reparado por solda de acordo com as disposições do parágrafo 851.4 e
qualquer das subseções, a solda deve ser examinada de acordo com o parágrafo 826.
851.6 Registros de Vazamento nas Tubulações
Devem ser feitos registros abrangendo todos os vazamentos encontrados nas
tubulações. Toda tubulação quebrada deverá ser relatada em detalhes. Os
vazamentos registrados ao longo da inspeção, registros de patrulhamento, e outros
registros relatando rotinas ou inspeções não usuais devem ser mantidos no arquivo da
Companhia operadora, enquanto a seção permanecer em serviço.
851.7 Marcadores das Tubulações

(a) Sinalização ou marcas deverão ser instaladas quando considerado necessário, para
indicar a presença de tubulações em um a estrada, rodovia central, via férrea, e
cruzamento de córregos. Sinais e marcas adicionais devem ser instaladas lembrando a
existência de tubulações na localização quando existir uma probabilidade de dano ou
interferência.
(b) Sinais e marcas visíveis devem ser mantidas na vizinhança por onde passam as
tubulações.

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(c) Os sinais e marcas devem incluir as palavras “Tubulação de Gás (nome do gás
transportado)”, o nome da companhia operadora, e o número do telefone (incluindo o
código de área) onde a companhia operadora pode ser contatada.

851.8 Abandono de Equipamento de Transmissão.

Cada companhia operadora deve ter um plano de procedimentos de operação e


manutenção para abandono de instalações de transmissão. O plano deve incluir as
seguintes provisões:

(a) instalações a serem abandonadas devem ser desconectadas de todas as fontes de


abastecimento de gás assim como de outras tubulações, condutores principais,
sistemas de tubulação que se cruzem, estações de medidores, linhas de controle, e
outros acessórios.
(b) As instalações a serem abandonadas no local devem ser purgadas de gás com
material inerte e as extremidades vedadas, exceto :
(c) Caso se tomarem precauções para garantir que não permaneçam hidrocarbono
líquido nas facilidades a ser abandonadas; em seguida, tais instalações podem ser
purgadas com ar. Se as instalações forem purgadas com ar, medidas de precaução
devem obrigatoriamente serem tomadas para garantir que não haja mistura de gases
depois da purgação (consulte parágrafo 841.275).
851.9 Recolocando uma Tubulação em Serviço
Quando se recolocar uma tubulação em serviço, os seguintes fatores devem ser
considerados: Deflexão, diâmetro, espessura das paredes, e qualidade ou categoria do
tubo; pressão na tubulação, tipo e medida da solda periférica, histórico operacional e
teste, presença de defeitos, existência de curvatura, curvas, válvulas e conexões;
condições do terreno e do solo; considerações de segurança do pessoal; e tensões
adicionais causadas pelo reposicionamento da tubulação.

852 MANUTENÇÃO DA TUBULAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO

852.1 Patrulhamento
Os condutores principais de distribuição devem ser patrulhados em áreas onde é
necessário observar fatores que talvez afetem a segurança de operação. O
patrulhamento deve ser considerado em áreas de atividade de construção, deterioração
física de tubulação e suportes expostos ou qualquer causa natural, a qual poderá
resultar em dano para o tubo. A freqüência de patrulhamento deve ser determinada
pela severidade das condições que poderiam causar falhas ou vazamentos e
subsequente risco para a segurança pública.
852.2 Investigação de Vazamento
Cada companhia de operação que tenha um sistema de distribuição de gás deve
montar no plano de operação e manutenção uma disposição para realizar
investigações periódicas no sistema.

852.21 Os tipos de investigação selecionadas devem ser efetivos para determinar se


existe a potencialidade de vazamentos perigosos. A seguir alguns dos procedimentos
que podem ser empregados:
(a) Investigação de detecção de gás superficial

(b) Investigação de detecção de gás sub-superficial (incluindo investigações de furos de


barras);

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(c) Investigação de vegetação;

(d) Teste de queda de pressão;

(e) Teste de vazamento de bolha

(f) Teste ultra-sônico de vazamento

Uma descrição detalhada de várias investigações e procedimentos de detecção de


vazamento é apresentada no apêndice M.

852.22 A extensão e freqüência da investigação de vazamentos é determinada pelo


caráter geral da área de serviço, concentração de edificações, idade do sistema de
tubulação, condição do sistema, pressão de operação, e qualquer outra condição
conhecida (assim como falhas na superfície, abaixamento, inundações, ou um aumento
na pressão de operação), que tenha potencial significativo para qualquer vazamento ou
causa de vazamento de gás que pode migrar para área onde pode resultar em uma
condição perigosa. Investigações especiais únicas devem ser consideradas após
exposição do sistema de distribuição de gás a uma tensão incomum (como as
resultantes de terremotos ou explosão). A freqüência das investigaçoes de vazamentos
deve ser baseada na experiência de operação, julgamento idôneo, e um conhecimento
do sistema. Uma vez estabelecidas, as freqüências devem ser revisadas
periodicamente para reconfirmar que ainda são apropriadas. A freqüência das
inspeções de vazamento deve no mínimo obedecer o seguinte:

(a) Os sistemas de distribuição em um distrito principal de negócios deverá ser


inspecionada no mínimo anualmente. Tais investigações devem ser realizadas usando-
se um detector de gás e devem incluir testes da atmosfera que irão indicar a presença
de gás nos poços de inspeção das instalações, em trincas no pavimento ou no
calçamento e em outros locais que oferecem oportunidade de se encontrar vazamentos
de gás.

(b) O sistema de distribuição subterrânea fora de áreas cobertas por (a) acima deve ser
inspecionado na freqüência indicada pela experiência, mas não menos do que a cada
cinco anos.

852.3 Investigação de Vazamentos e Providências

852.31 Classificação de Vazamentos e Reparações. Vazamentos localizados por


inspeções ou investigações ou ambos, deverão ser avaliados, classificados, e
controlados de acordo com o critério estabelecido no parágrafo M5 do apêndice M.

Antes de qualquer ação de reparação, os vazamentos devem ser localizados com


precisão, mas somente depois de estabelecido que não existe perigo imediato, ou
tenha sido controlado por ações de emergência e evacuação, bloqueando uma área,
mudando a rota do trânsito, eliminando fontes de combustão, ventilação, ou
interrompendo o fluxo de gás. As diretrizes para a localização com precisão de
vazamentos no parágrafo M6 do apêndice M devem ser seguidas.

852.32 Investigação de Relatórios de Fontes Externas. Qualquer notificação de


fonte externa (como polícia, corpo de bombeiros, outro órgão, contratante, consumidor,
ou público em geral) relatando um vazamento, explosão ou fogo, que talvez envolva
tubulações de gás ou outros equipamentos deve ser investigada prontamente. Se a

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investigação revelar um vazamento, o vazamento deverá ser classificado e deve-se
tomar providências conforme os critérios no parágrafo M5 do apêndice M.

852.33 Odor ou Indicações de Fontes Externas. Quando se acreditar que as


indicações de vazamentos com potencial de risco (como vapor de gasolina, gás natural,
esgoto ou gás de pântano) originam-se de fontes ou instalações externas, tubulação de
propriedade do consumidor, devem ser relatadas ao operador da instalação, e quando
apropriado, à polícia, corpo de bombeiros ou outro departamento do governo. Quando
a tubulação da companhia for conectada a uma instalação externa (assim como
sistema de tubulação do consumidor) a providência necessária, assim como o corte do
fluxo de gás para a instalação, deve ser tomada para eliminar o risco potencial.

852.34 Inspeções de Acompanhamento. Enquanto a escavação estiver aberta, a


adequação das reparações de vazamentos deve ser checada, usando-se métodos
aceitáveis. O perímetro da área de vazamento deve ser checado com um detector de
gás. No caso de uma reparação de vazamento Categoria 1, como define o apêndice
M., onde há gás residual no solo, uma inspeção de acompanhamento deverá ser feita
assim que praticável, depois que seja permitida a ventilação e estabilização do solo,
mas em nenhum caso, após mais que um mês, após a reparação. No caso de outras
reparações de vazamento, a necessidade de uma inspeção de acompanhamento
deverá ser determinada por pessoal qualificado.
852.4 Requisitos para Abandono, Desconexão, Recolocação de Instalações de
Distribuição

852.41 Abandono de Instalações de Distribuição. Cada companhia operadora deve


ter um plano para abandono de instalações inativas, assim como ramais, condutores
principais, linhas de controle, equipamentos e acessórios para os quais não há uso
planejado.
O plano deve também incluir as seguintes provisões:
(a) Se as instalações forem abandonadas no local, devem ser fisicamente
desconectadas do sistema de tubulação. As extremidades abertas de todos os
equipamentos abandonados devem ser tampadas, ou vedadas de outra maneira. A
necessidade de purgar a instalação abandonada para evitar o desenvolvimento de um
perigo de combustão potencial deve ser considerada e devem ser tomadas medidas
apropriadas. O abandono não deve completado até que tenha sido determinado que o
volume de gás ou hidrocarbonos líquidos contidos dentro das seções não apresente
perigo potencial. Ar ou gás inerte devem ser usados para purificação, ou o equipamento
deve ser preenchido com água ou outro material inerte (veja parágrafo 841.275). Se for
usado ar para purgar, a companhia operadora deve assegurar que uma mistura
combustível não está presente após a purga. Considerações devem ser dadas para
qualquer efeito que o abandono possa ter sobre um sistema de proteção catódica ativa
e devem ser tomadas ações apropriadas.
(b) Nos casos em que se abandona uma canalização principal juntamente com ramais
conectados a ela, no que se refere aos ramais, somente os terminais do consumidor de
tais ramais precisam ser fechados, conforme estipulado acima.
(c) Ramais abandonados das canalizações principais ativas devem ser desconectados
o mais próximo possível da canalização.
(d) Todas as válvulas deixadas no segmento abandonado devem ser fechadas. Se o
segmento for longo e houver poucas válvulas de linha, deve-se dar consideração para
fechar o segmento a intervalos.

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(e) Todas as categorias de válvulas acima da classificação, tubos ascendentes e caixa
subterrâneas, tampas de caixas de válvulas devem ser removidas. As caixa
subterrâneas e lacunas de caixas de válvulas devem ser preenchidas com material de
preenchimento compactado apropriado.
852.42 Serviço Temporariamente Desconectado Sempre que um serviço para um
consumidor é temporariamente interrompido, deve-se obedecer um dos seguintes
pontos:
(a) a válvula que é fechada para evitar o fluxo de gás para o consumidor deve ser
equipada com um dispositivo de trava ou outros meios projetados para evitar a abertura
da válvula por pessoas não autorizadas pela companhia operadora.
(b) Um serviço ou conexão mecânicos que irá evitar o fluxo de gás deve ser instalado
no ramal ou no conjunto do medidor.
(c) A tubulação do consumidor deve ser fisicamente desconectada do abastecimento de
gás e as terminações de tubulações abertas devem ser vedadas.
852.43 Requisitos de Testes para Exigidos Para Restabelecimento de Instalações
Abandonadas e Temporariamente Desconectadas dos Ramais. Instalações
anteriormente abandonadas devem ser testadas da mesma maneira que as novas
instalações, antes de serem restabelecidas.
As ramais abandonados anteriormente deverão ser testados da mesma maneira que os
ramais novos, antes de serem restabelecidos.
As ramais temporariamente desconectados por causa de renovação de canalizações
principais ou outro trabalho planejado, deverão ser testados desde o ponto de
desconexão até a válvula do ramal, da mesma maneira que as ramais novos antes
reconectados, exceto:
(a) quando se fizerem provisões para manter o serviço, tal como por instalação de
desvio, ou qualquer porção do ramal original usado para manter serviços contínuos não
precisam ser testados; ou
(b) quando o ramal foi projetado, instalado, testado e mantido de acordo com os
requisitos deste Código.
852.5 Manutenção de Tubos Plásticos

852.51 Dobras e Reabertura de Tubos Termoplásticos e Tubulação para fins de


Controle de Pressão
(a) Antes de ser dobrado ou reaberto um tubo termoplástico com conteúdo sob
pressão, é preciso realizar investigações e testes sejam feitos para determinar qual o
tipo particular, categoria, tamanho, e espessura da parede do tubo ou encanamento da
mesma manufatura possam ser dobrados ou reabertos sem causar falhas sob
condições que prevalecerão na ocasião da dobra e reabertura.
(b) Após atender (a) acima, sempre que um tubo termoplástico ou tubulação for
dobrado e reaberto, exige-se que:
(1) O trabalho seja efetuado com equipamento e procedimentos que tenham sido
estabelecidos e comprovados por teste como sendo capazes de realização segura e
efetiva da operação.
(2) A área dobrada e reaberta do tubo ou encanamento deve ser reforçada de acordo
com as devidas disposições do parágrafo 852.52, a menos que tenha sido determinado
por investigação e teste que a dobra e reabertura não afetem significativamente as
propriedades dos tubos e encanamentos a longo prazo.

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852.52 Reparações de Tubos ou Tubulações Plásticas. Se, a qualquer momento,
um defeito, sulco, estria ou dente for encontrado em tubulação plástica, a seção com
dano ou defeito deve ser substituída, a menos que sejam feita reparações satisfatórias.
As reparações devem ser feitas conforme os procedimentos qualificados, que tenham
sido estabelecidos e comprovados por testes e de acordo com o seguinte:
(a) As recomendações do fabricante de plástico devem ser levadas em consideração
quando se for determinar o tipo de reparação a ser feita. Especial consideração deve
ser dada para a extensão do dano da fibra no caso de tubo de consolidação a quente.
(b) Se for usada uma emenda envolvendo a conexão, deve estender-se no mínimo em
½ pol. da área danificada.
(c) Se uma peça envolvendo a conexão é usada, a linha de junção dessa peça deve
estar o mais longe possível do lugar do defeito, e deve medir não mais do que ½ pol.
Precauções devem ser tomadas para assegurar uma medida apropriada nessa junção
longitudinal.
(d) A emenda ou material de conexão deve ser do mesmo tipo e categoria do tubo ou
encanamento que está sendo reparado. A espessura da parede da emenda ou conexão
deve ser no mínimo igual a do tubo ou encanamento.
(e) O método de fixação da emenda ou conexão deverá ser compatível com o material
e deverá estar de acordo com as provisões aplicáveis no parágrafo 842.392. Devem
ser tomadas precauções para assegurar o ajuste apropriado e a adesão completa entre
a emenda ou conexão e o tubo que está sendo reparado. A emenda ou conexão deve
ser grampeada ou fixada adequadamente no lugar por outros meios adequados
durante a instalação ou cura do material de adesão ou durante o endurecimento por
fusão a quente. O excesso de cimento solvente deverá ser removido das bordas da
emenda ou conexão.

6. Registros de Manutenção da Tubulação

852.61 Sempre que qualquer seção ou porção de um sistema de distribuição


subterrânea for descoberta para fins de operação ou manutenção ou para novas
instalações, devem-se registrar as seguintes informações:

(a) as condições da superfície da tubulação nua, se encontra descamada ou totalmente


corroída;
(b) as condições da superfície da tubulação e do revestimento de proteção onde o
revestimento se encontre deteriorado ao ponto da tubulação ser atingido;
(c) qualquer dano do revestimento de proteção;
(d) qualquer reparação feita.

852.62 Sempre que instalações de ferro fundido quebradas são descobertas, as causas
da quebra, tais como efeitos térmicos, contrafluxos, ou construção por outros, devem
ser registradas se for possível sua determinação.

852.63 Os registros das condições das tubulações de distribuição devem ser


analisados periodicamente. Deve ser tomada e registrada qualquer ação corretiva
indicada sobre o sistema de tubulações.

852.7 Manutenção de Tubulações de Ferro Fundido

852.71 Toda junta calafetada ponta e bolsa e válvula de ferro fundido operando a
pressões de 25 psig ou mais que fica exposta por qualquer motivo, deve ser vedada
com uma abraçadeira ou um material ou dispositivo que não reduza a flexibilidade da
junta e que vede e fixe permanentemente.

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852.72 Toda junta calafetada de ponta e bolsa e válvula de ferro fundido operando a
pressões abaixo de 25 psig que fica exposta por qualquer motivo deve ser vedada por
qualquer outro meio que não seja por calafetação.
852.73 Quando uma parte da tubulação de ferro fundido fica exposta por qualquer
motivo, deve ser feita uma inspeção para determinar se existe grafitação. Se é
encontrada grafitação prejudicial, deve-se substituir a parte afetada.

852.74 Quando uma companhia operadora tem conhecimento de que o suporte de


algum segmento de uma linha de tubulação subterrânea foi perturbado:

(a) este segmento da linha de tubulação deve ser protegido durante a perturbação
como for necessário contra danos durante o distúrbio;

(b) tão logo quanto possível, devem ser executadas providências apropriadas para
garantir proteção permanente sobre o segmento perturbado contra danos que podem
resultar de cargas externas.

853 MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DIVERSAS


853.1 Manutenção da Estação de Compressores

853.11 Compressores e Motores Primários. Os procedimentos de partida, operação


e desligamento para todas as unidades de compressão de gás devem ser
estabelecidos pela companhia operadora. A companhia operadora deve executar o
procedimento respectivo para verificar que as práticas aprovadas estão sendo
seguidas.

853.12 Inspeção e Teste de Válvulas de Alívio. Todo dispositivo de alívio de pressão


na sala de compressores deve ser inspecionada ou testada, ou ambas coisas, de
acordo com o item 853.3 e todo dispositivo com exceção de discos de ruptura, deve ser
acionado periodicamente para verificar ser abre à pressão correta. Qualquer
equipamento com defeito ou inadequado encontrado, deve ser rapidamente reparado
ou substituído. Todo dispositivo de desligamento de controle remoto deve ser
inspecionado e testado pelo menos anualmente para verificar se funciona
corretamente.

853.13 Reparações da Tubulação da Estação de Compressores. Todas as


reparações programadas na tubulação da estação de compressores em níveis de
tensão tangencial ou acima de 40% da tensão mínima de escoamento especificada
devem ser feitos de acordo com o item 851.3, com a ressalva de que a solda de
emenda é proibida. Devem-se fazer testes de reparações de acordo com o item 851.4.

853.14 Isolamento de Equipamentos para Manutenção ou Modificação. A


companhia operadora deve estabelecer os procedimentos para isolamento das
unidades ou seções de tubulação para manutenção, e para a purgação anterior ao
retorno da unidade para serviço, e deve seguir estes procedimentos estabelecidos em
todos os casos.

853.15 Armazenamento de Materiais Combustíveis. Todo material inflamável ou


combustível em quantidades muito acima das requeridas para o uso diário ou que
normalmente são utilizadas na sala de compressores deve ser armazenada num
edifício com estrutura separada dos materiais não combustíveis colocados a uma

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distância adequada dos compressores. Todo tanque de armazenamento de óleo ou
gasolina não subterrâneo deve ser protegido de acordo com a ANSI/NFPA 30.

853.2 Procedimento para Manutenção de Suportes do Tipo Tubo e Tipo Cilindro


em Condições Seguras de Operação.

853.21 Toda companhia operadora que tenha um suporte do tipo tubo ou tipo cilindro
deve preparar e ter nos seus arquivos um plano para uma rotina de inspeção
sistemática e teste das instalações que tenha as seguintes disposições:
853.211 Os procedimentos devem ser seguidos para garantir a detecção de corrosão
externa antes que a resistência do reservatório tenha sido comprometida.
853.212 Serão feitos testes e análises periódicos de amostras do gás armazenado para
verificar o ponto de orvalho do vapor do gás armazenado que pode causar corrosão
interna ou interferir na operação segura da planta de armazenamento.

853.213 O equipamento de limitação e controle da pressão deve ser inspecionado e


testado periodicamente para verificar se ele se encontra nas condições de operação
segura e tem a capacidade adequada.

853.22 Toda companhia operadora, tendo preparado tal plano como prescrito no item
853.21, deve seguir o plano e guardar registros que detalhem os trabalhos de inspeção
e teste realizados e as condições encontradas.

853.23 Qualquer condição insatisfatória deve ser rapidamente corrigida.

853.3 Manutenção das Estações de Regulagem e Limitação de Pressão.

853.31 Toda unidade de limitação de pressão, dispositivo de alívio ou qualquer outra


unidade ou equipamento de regulação de pressão deve ser sujeita a inspeções
sistemáticas e periódicas e testes adequados, ou revisados para verificar se
estão:
(a) em boas condições mecânicas. Deve ser uma inspeção visual feita para verificar se
o equipamento está montado corretamente e protegido de poeira, líquidos, ou
outras condições que podem afetar a operação normal.
Sempre que for apropriado, deve-se incluir na inspeção o seguinte:

(1) suportes, poços e caixa subterrâneas das tubulações da instalação para condições
gerais e indicações de instalação de terra. Veja item 853.5 para manutenção de caixa
subterrâneas.

(2) portas e portões da estação e coberturas de caixa subterrâneas dos poços para
assegurar que eles estão funcionando de corretamente e que o acesso é adequado e
sem obstruções;

(3) equipamentos de ventilação instalados nas edificações e caixa subterrâneas da


estação para correta operação e para verificar se há acúmulo de água, gelo, neve ou
outra obstrução;

(4) linhas de comando, sensores ou alimentação para condições que possam levar à
falha;
(5) todos os dispositivos de trava para operação correta;

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(6) esquemáticas da estação para precisão.

(b) adequados para o ponto de trabalho e confiabilidade de funcionamento para o


serviço para o qual eles estão sendo utilizados e ajustados para funcionar à pressão
correta.

(1) Se não é observado um funcionamento correto durante a verificação operacional, a


causa do mau funcionamento será determinada e os componentes respectivos serão
ajustados, reparados, ou substituídos se necessário. Depois do conserto, o
componente será novamente checado para operação correta.
(2) pelo menos uma vez por ano, uma revisão será feita para assegurar que a
capacidade combinada dos dispositivos de alívio no sistema de tubulações da
instalação é adequada para limitar a pressão sempre para valores prescritos pelo
Código. Esta revisão deve ser baseada nas condições de operação que criem os
requisitos máximos prováveis para capacidade de alívio em cada caso, mesmo se tais
condições de operação realmente aconteçam com pouca freqüência, ou por pequenos
períodos de tempo, ou ambos casos. Se for determinado que o equipamento de alívio
é de capacidade insuficiente, deverão ser tomadas providências para instalar
equipamentos novos ou adicionais para garantir a capacidade adequada.

853.32 Sempre que sejam impostas condições anormais sobre os dispositivos de


pressão e fluxo, o incidente será investigado e determinado quanto à necessidade de
inspeção ou reparação. Condições anormais podem incluir corpos de reguladores que
estejam sujeitos a condições de serviço erosivas ou contaminantes vindos de
instalações superiores ou testes hidrostáticos.

853.33
(a) Deverá ser feita uma inspeção ou teste, ou ambos, nas válvulas de fechamento
para assegurar que a válvula funcionará e está posicionada corretamente. ( Deve se
tomar cuidado para evitar qualquer efeito indesejável sobre a pressão durante a
verificação de funcionamento.) Deverá ser incluído o seguinte, na inspeção ou teste:

(1) entradas e saídas da unidade e válvulas de desvio;


(2) válvulas de isolamento de dispositivos de alívio;
(3) válvulas da linha de alimentação, controle e sensores.

(b) O procedimento de inspeção final incluirá o seguinte:


(1) uma verificação da posição correta de todas as válvulas. Deverá ser dada atenção
especial às válvulas de desvio da estação, válvulas de isolamento dos dispositivos de
alívio, e válvulas nas linha de alimentação, controle e sensores.

(2) Recolocação de todos os dispositivos de trava e segurança para a posição correta.

853.34
(a) Todo sistema de distribuição suprido de mais de uma unidade de regulação de
pressão de setor deverá ser equipado com medidores de pressão telemétricos ou de
registro para indicar a pressão de gás em cada setor.

(b) Em sistemas de distribuição com somente uma única unidade de regulação de


pressão por setor, a companhia operadora determinará a necessidade de instalar tais
medidores no setor. Fazendo esta determinação, a companhia operadora levará em

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consideração as condições de operação, assim como também, a quantidade de
clientes supridos, a pressão de operação, a capacidade da instalação, etc.

(c) Se houver indicações de pressão anormal alta ou baixa, o regulador e o


equipamento auxiliar deverá ser inspecionado e as medidas necessárias deverão ser
tomadas para corrigir qualquer condição de operação insatisfatória. Inspeções com
periodicidade adequada de uma só unidade de regulação de pressão de setor não
equipada com medidores telemétricos ou de registro serão feitas para determinar se o
equipamento de regulação está funcionando corretamente.
853.14 Manutenção das Válvulas

853.41 Válvulas de linhas de tubulação que devam ser operadas durante uma
emergência serão inspecionadas periodicamente e parcialmente acionadas pelo menos
uma vez por ano para garantir condições seguras e corretas de operação.

(a) Procedimentos de rotina de manutenção de válvulas incluirão, sem se limitar a isso,


o seguinte:

(1) serviço de acordo com os procedimentos escritos por pessoal treinado


adequadamente;

(2) esquemas precisos do sistema para utilização durante as condições de rotina ou


emergência;

(3) segurança de válvula para evitar interrupções, interferências, etc. como necessário;

(4) programa de treinamento de funcionários para familiarizar o pessoal com os


procedimentos corretos de manutenção de válvulas.

(b) Os procedimentos de emergência de manutenção de válvulas incluem:

(1) planos de contingência escritos para ser seguidos durante qualquer tipo de
emergência;

(2) pessoal de treinamento para antecipar todo perigo em potencial;

(3) equipamentos e ferramentas necessários, incluindo equipamento de respiração


auxiliar, para encontrar serviços de válvula de emergência antecipada e/ ou a
necessidades de manutenção.
853.42 Válvulas de Sistemas de distribuição. Válvulas, cujo uso pode ser necessário
para operação segura do sistema de distribuição de gás, deverão ser verificadas e
mantidas, incluindo lubrificação, onde necessário, em intervalos freqüentes para
assegurar sua operação segura. A inspeção inclui verificação do alinhamento para
permitir o uso de uma chave e eliminação de qualquer fragmento da caixa ou caixa
subterrâneas da válvula que possa interferir ou atrasar o funcionamento da válvula.
Devem estar disponíveis mapas do sistema mostrando a localização das válvulas.

853.43 Válvulas do Ramal. Válvulas de fechamento externas instaladas em ramais


suprindo lugares públicos, tais como, teatros, igrejas, escolas e hospitais, serão
inspecionados e lubrificados onde necessário a intervalos suficientemente freqüentes
para assegurar seu funcionamento satisfatório. A inspeção determinará se a válvula
está acessível, se o alinhamento é satisfatório, e se a caixa ou caixa subterrânea da

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válvula, se utilizada, contém fragmentos que podem interferir ou atrasar o
funcionamento da válvula. Condições insatisfatórias encontradas serão corrigidas.

853.44 Registros de Válvulas. Todo registro será mantido para válvulas de referência
cobertas pelos itens 853.41 e 853.42. Estes registros devem ser mantidos em mapas
de operação, arquivos separados, ou folhas de sumário, e a informação nesses
registros será de fácil acesso para o pessoal necessário para responder a
emergências.

853.45 Prevenção de Acionamento Acidental. Serão tomadas as precauções para


evitar o acionamento acidental de qualquer válvula coberta pelos itens 853.41 e 853.42.
O funcionamento acidental de válvula pelo pessoal da companhia de gás e o público
em geral deve ser considerado ao tomar essas precauções. Algumas atitudes
recomendadas para ser tomadas, onde seja aplicável, são as seguintes:

(a) Travar válvulas em montagens não subterrâneas de fácil acesso para o público em
geral, que não estão cercadas por uma cerca ou edificação.

(b) Travar válvulas localizadas em caixa subterrâneas, se estão acessíveis ao público


em geral.

(c) Identificar a válvula com um rótulo, código de cores, ou qualquer outro meio
disponível de identificação.

853.5 Manutenção de Galerias

Toda caixa subterrânea que contenha um limitador de pressão, alívio de pressão ou


uma unidade de regulação de pressão será inspecionada para verificar suas condições
cada vez que o equipamento for inspecionado ou testado de acordo com o item 853.3.
Para cada caixa subterrânea na qual o pessoal entre, a atmosfera será testada em
termos de gás combustível. Se a atmosfera for perigosa, a causa será determinada. A
caixa subterrânea será verificada a ventilação adequada. Será examinado
cuidadosamente se há perigo nas condições da cobertura da caixa subterrânea. As
condições insatisfatórias encontradas serão corrigidas. As providências aplicáveis do
item 821.6 serão alcançadas antes de qualquer operação de solda ser feita dentro da
caixa subterrânea. Os trabalhos de manutenção executados na caixa subterrânea
serão feitos de acordo com os procedimentos desenvolvidos no item 850.2(a), dando
particular consideração para a monitoração da atmosfera e a proteção segura do
pessoal dentro da caixa subterrânea.

854 CLASSE DE LOCAÇÃO E MODIFICAÇÃO NO NÚMERO DE EDIFICAÇÕES


PROJETADAS PARA OCUPAÇÃO HUMANA

854.1

(a) Uma contínua supervisão das linhas de tubulação ou canalização principais de aço
existentes operando com excesso de 40% da tensão de escoamento mínima
especificada será mantida para determinar se tem sido construídas edificações projetas
para ocupação humana. O número total de edificações projetadas para ocupação
humana será contado para determinar a Classe de Locação de acordo com os
procedimentos especificados nos itens 840.2(a) e (b).
TABELA 854.1(c)
CLASSE DE LOCAÇÃO

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Original
[Nota (1)] Comum
Classe Número de Classe Número Pressão de Operação
de de de
Locação Edificaçõe Locação Edificaçõ Máxima Admissível
s es
1 0 - 10 1 11 - 25 MAOP anterior, porém não maior que 80%
Divisão da SMYS
1
1 0 - 10 1 11 - 25 MAOP anterior, porém não maior que 72%
Divisão da SMYS
2
1 0 - 10 2 26 - 45 0.800 x pressão de teste, porém não maior
que 72% da SMYS
1 0 - 10 2 46 - 65 0.667 x pressão de teste, porém não maior
que 60% da SMYS
1 0 - 10 3 66 + 0.667 x pressão de teste, porém não maior
que 60% da SMYS
1 0 - 10 4 Nota 2 0.555 x pressão de teste, porém não maior
que 50% da SMYS

2 11 - 45 2 46 - 65 MAOP anterior , porém não maior que 60%


da SMYS
2 11 - 45 3 66 + 0.667 x pressão de teste, porém não maior
que 60% da SMYS
2 11 - 45 4 Nota 2 0.555 x pressão de teste, porém não maior
que 50% da SMYS

3 46 + 4 Nota 2 0.555 x pressão de teste, porém não maior


que 50% da SMYS

Notas:

(1) Na época do projeto e construção.


(2) As edificações com vários andares prevalecem.

(b) De acordo com os princípios estabelecidos no item 840.1(c), e sabendo que o


número de edificações projetados para ocupação humana não é um meio exato ou
absoluto para determinar atividades causadoras de dano, deve ser usado o bom senso
para determinar as mudanças que devem ser feitas no item, tais como níveis de tensão
operacionais, freqüência de patrulhamento e necessidades de proteção catódica,
quando são construídas edificações adicionais para ocupação humana.

(c) Quando há um aumento do número de edificações para ocupação humana de ou


perto do limite da Classe de Locação listada na tabela 854.1(c) num nível em que é
possível uma mudança de Classe de Locação, será feito um estudo para determinar o
seguinte:

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(1) O procedimento de projeto, construção e teste seguidos na construção original e a
comparação de tais procedimentos com as providências respectivas do Código;

(2) As condições físicas Do ramal e da canalização principal no nível em que podem


obtidos de testes comuns e registros de avaliação;

(3) Histórico de manutenção e operação das linhas principal e de ramal;

(4) A máxima pressão de operação permitida e a correspondente tensão tangencial de


operação. O gradiente de pressão pode ser obtido levando-se em conta a seção
tubulação ou de canalização principal diretamente afetada pelo aumento do número de
edificações para ocupação humana.
(5) A área real afetada pelo aumento do número de edificações para ocupação humana
e barreiras físicas ou outros fatores que possam limitar expansão das área mais
densamente populosas.

854.2

Se o estudo descrito no item 854.1 indica que a pressão de operação admissível


máxima estabelecida para a seção de linha principal ou secundária não está de acordo
com a Classe de Locação 2,3 ou 4 e que a seção está em condições físicas
satisfatórias, a pressão de operação admissível máxima de tal seção deverá ser
confirmada ou revisada dentro de 18 meses depois da mudança de Classe de Locação
como segue:

(a) Se a seção em questão foi testada previamente, no lugar, por um período de não
menos que duas horas, a pressão de operação admissível máxima será confirmada ou
reduzida de tal maneira que não exceda à permitida na Tabela 854.1c.

(b) Se a pressão anterior de teste não foi alta o suficiente para permitir a tubulação
reter sua pressão de operação admissível máxima ou atingir uma aceitável mínima
pressão de operação admissível máxima na Classe de Locação de acordo com o (a)
acima, a linha de tubulação pode conservar sua MAOP ou se tornar qualificada para
uma MAOP mínima aceitável se for retestado a uma pressão maior de teste por um
período de não menos do que duas horas de acordo com a disposição aplicável do
Código. Se não é feito um novo teste de resistência durante o período de 18 meses
depois da mudança de c Classe de Referencia, a MAOP de ser reduzida para não
exceder a pressão de projeto comensurável com as exigências do Capítulo IV no final
do período dos 18 meses. Com tudo, se o teste for feito em qualquer tempo depois que
o período de 18 meses tenha acabado, a MAOP deve ser aumentada para o nível que
tenha atingido se o teste foi feito durante o período de 18 meses.

(c) Uma MAOP que tenha sido revisada de acordo com (a) ou (b) acima não excederá
aquilo estabelecido pelo Código ou pelo previamente estabelecido pelas edições
respectivas do Código B31.8. A confirmação ou revisão de acordo com o item 854.2
não exclui aplicação do item 845.6.

(d) Quando as condições de operação requeiram que a pressão de operação


admissível máxima seja mantida, e que a linha de tubulação não possa ser trazida para
ficar de acordo com o previsto no item (a) (b) ou (c) acima, a tubulação da área de
mudança de Classe da Locação deve ser substituída com uma tubulação que esteja de

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acordo com o exigido no capítulo IV, usando o fator de projeto obtido na tabela 841.114
A para a Classe de Referencia apropriada.

854.3
Quando a pressão de operação admissível máxima da seção de tubulação de linha
secundária ou principal for revisada de acordo com o item 854.2 e se torne menor que
a pressão de operação admissível máxima do ramal ou canalização principal da qual
faz parte um dispositivo de alívio ou de limitação de pressão adequado será instalado
de acordo com o disposto nos itens 845.1, 845.2 e 845.212.

854.4

Quando o estudo requerido no item 854.1 indique que a pressão de operação


admissível máxima estabelecida da tubulação de transmissão não está de acordo com
o permitido pelo Código para a nova Classe de Locação, o espaçamento da válvula de
seccionamento será revisado e revisto como segue.

(a) Se a seção de tubulação está qualificada para serviço contínuo pelo teste anterior,
item 854.2(a), ou pode ser trazido a conformidade pela diminuição da pressão de
operação admissível máxima, item 854.2(a), ou teste, item 854.2(b), não são
necessárias válvulas adicionais.

(b) Quando uma parte da tubulação deve ser substituída para manter a pressão de
operação admissível máxima estabelecida como disposto no item 854.2(d), deve ser
dada consideração ao espaçamento de válvulas como segue.

(1) Quando uma pequena seção de linha for substituída, geralmente não é necessário
utilizar válvulas adicionais.

(2) Quando a substituição envolve uma milha ou mais da linha de transmissão, será
necessária a instalação de válvulas adicionais para ficar de acordo com o item 846.11.

855 CONCENTRAÇÕES DE PESSOAS NAS CLASSES DE LOCAÇÃO 1 E 2

855.1

(a)(1) Quando uma instalação tal como um hospital, escola, hotel, ou área de
recreação de um caráter organizado tal como instalações esportivas, campo de feira ou
parque de diversões, é construída perto de uma linha de tubulação de aço existente
das Classes de Referencia 1 ou 2, deve ser levado em consideração as conseqüências
de uma falha, mesmo que a probabilidade de um tal acontecimento é pouco possível se
a linha foi projetada, construída e operada de acordo com o Código. Quando tais
instalações resultam em uma concentração freqüente de pessoas, os requisitos de (b)
abaixo serão aplicadas.

(2) Com tudo o (b) abaixo não precisa ser aplicado se as instalações não são utilizadas
freqüentemente e a pouca utilização combinado com a bem remota possibilidade de
falha num ponto particular da tubulação virtualmente elimina a possibilidade de um
acontecimento.

(b) Tubulações perto de lugares públicos como as externas de (a) acima devem ter uma
tensão tangencial admissível máxima não excedendo a 50% da SMYS ou a companhia

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operadora deve considerar o estudo descrito no item 854.1 (c) e determinar qual a
conformidade que resulta do seguinte, com adequado nível de segurança.

(1) O segmento hidrostáticamente retestado por pelo menos duas horas ao nível de
tensão mínimo de:

(a) 100% da SMYS se a tubulação está operando acima de 20% e até 72% da SMYS;

(b) 90% da SMYS se a tubulação está operando acima de 50% e até 60% da SMYS a
menos que o segmento tenha sido testado previamente a uma pressão de pelo menos
1,5 vezes da MAOP.
Se o segmento contém tubo a vários níveis de tensão de operação os níveis de tensão
de teste mínimo estabelecidos acima devem ser baseados no SMYS da tubulação com
o maior nível de tensão de operação.
(2) Levantamentos de vazamentos e patrulhamentos são feitos a intervalos de acordo
com estabelecidos pela companhia operadora para Classe de Referencia 3.

(3) Quando a tensão tangencial admissível máxima excede 60% da SMYS inspeções
visuais periódicas devem ser feitas através de uma técnica de amostragem apropriada
ou inspeções instrumentadas capazes de detectar desprendimentos ou danos de
corrosão para confirmar as condições físicas satisfatórias da tubulação.

(4) Se as instalações vizinhas encorajam a atividade de construção adicional


providenciar fabricantes de tubulação apropriados

856 CONVERSÕES DE SERVIÇO DE TUBULAÇÃO

856.1 Geral

A intenção desta seção é estabelecer os requisitos para permitir a um operador de


tubulação de aço previamente utilizada para um serviço que não está coberto por este
Código, qualificar esta tubulação para serviço sob este Código. Para uma tubulação de
serviço duplo utilizado alternadamente para transportar líquidos em conformidade com
o Código apropriado, tal como a ASME B31.4, e gás conforme este Código, somente a
conversão inicial para serviço com gás requer teste de qualificação.

856.2 Estudo dos Registros Históricos

Revisar os dados históricos seguintes e fazer um levantamento das condições da


tubulação.

(a) Estudar todas as informações disponíveis sobre o projeto, inspeção e teste originais
da tubulação. Deve ser dada atenção especial aos procedimentos de solda utilizados e
a outros métodos de junção utilizados, revestimento interno e externo, tubo e outras
descrições de material.

(b) Estudar os dados disponíveis sobre manutenção e operação, incluindo registros de


vazamentos, inspeções, falhas, proteção catódica, e práticas de controle de corrosão
interna.
(c) A idade da tubulação e o tempo em que esta possa ter ficado fora de serviço deve
também ser considerado na preparação de um levantamento final para converter uma
tubulação para serviço com gás.

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856.3 Requisitos para Conversão para Serviço com Gás.

Uma tubulação de aço anteriormente usada para serviço não sujeita a este Código
pode ser qualificada para serviço sob este Código como segue:

(a) Revisar os registros históricos da tubulação como indicado no item 856.2.

(b) Inspecionar todos os trechos não subterrâneos da tubulação em termos de


condições físicas. Durante a inspeção, identifique o material quando onde seja possível
para comparação com os registros disponíveis.

(c) Estudo do Nível de Tensão de Operação


(1) Estabelecer o número de edificação para ocupação humana, e determine o fator de
projeto para cada segmento de acordo com o item 840.2 e a Tabela 841.114A.

(2) Conduzir um estudo para comparar o nível de tensão de operação proposto com
aquele permitido pela Classe de Locação.

(3) Fazer as substituições necessárias para assegurar que o nível de tensão de


operação está de acordo com a Classe de Locação.

(d) Se for necessário, fazer inspeções das seções das tubulações subterrâneas para
determinar as condições da tubulação.

(e) Fazer substituições, reparações ou alterações que no julgamento da companhia


operadora são aconselháveis.

(f) Execute um teste de resistência de acordo com o Código para estabelecer a


pressão de operação admissível máxima da tubulação, a menos que a tubulação tenha
sido testada previamente.

(g) Execute um teste de vazamento de acordo com o Código.

(h) Dentro de 1 ano da data na qual a tubulação convertida é colocada para serviço
com gás, providenciar proteção catódica com estabelecido no item 862.2, sempre que
exeqüível,
seções substituídas e outras tubulações novas serão protegidas catodicamente como
exigido para novas tubulações.

856.4 Procedimentos para Conversão

Preparar um procedimento escrito delineando os passos a ser seguidos durante o


estudo e conversão do sistema de tubulação. Anotar qualquer condição não usual
relativa a esta conversão.
856.5 Registro da Conversão

Manter para a vida útil da tubulação um registro dos estudos, inspeções, testes,
reparações, substituições e modificações feitas ligada com a conversão da tubulação
de aço existente para gás sob este Código.

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CAPÍTULO VI

CONTROLE DE CORROSÃO

860 CONTROLE DE CORROSÃO

861 ESCOPO
(a) Este capítulo contém os requisitos e procedimentos mínimos para controle de
corrosão em tubos e componentes metálicos expostos, subterrâneos e submersos. (Ver
o Capítulo VIII para requisitos de alto mar especiais.) Este Capítulo contém os
procedimentos e requisitos mínimos para controle de corrosão externa (incluindo
atmosfera) e interna. Este Capítulo é aplicável no projeto e montagem de sistemas de
tubulação novos e para a operação e manutenção de sistemas de tubulação existente.
(b) As disposições deste Capítulo devem ser aplicadas sob a direção de pessoal de
corrosão competente. Toda situação específica não pode ser antecipada; portanto, a
aplicação e avaliação das práticas de controle de corrosão requer uma boa dose de
julgamento competente para ser efetivo no controle da corrosão.
(c) Desvios quanto às disposições deste Capítulo são admissíveis em situações
específicas, desde que a companhia operadora possa demonstrar que os objetivos
expressos aqui foram alcançados.

(d) Em muitos casos os procedimentos e requisitos de controle da corrosão requerem


medidas além das descritas neste Capítulo. Cada companhia operadora deve
estabelecer procedimentos para implementação do seu programa de controle de
corrosão, incluindo requisitos deste capítulo, para alcançar os objetivos desejados. Os
procedimentos incluindo aqueles para o projeto, instalação e manutenção de sistemas
de proteção catódica, devem ser preparados e implementados por ou sob a direção de
pessoal qualificado por treinamento e experiência, ou ambos, em métodos de controle
de corrosão.

862 CONTROLE DA CORROSÃO EXTERNA


862.1 Instalações novas

862.11 Instalações de Aço Enterradas

862.111 Geral. Toda tubulação de transmissão nova, tubulação de unidade de


compressão, canalizações principais de distribuição, ramais e reservatórios tipo cilindro
e tipo tubo montados sob este Código deve, exceto quando permitido pelo item
862.113, ser revestidos externamente e protegidos catodicamente a menos que possa
ser demonstrado através de teste ou experimento que o material resiste à corrosão no
ambiente em que for instalado. Deve ser levado em consideração às condições de
manuseio, montagem, armazenamento e transporte, e aos requisitos de proteção
catódica e ambiente de serviço durante a seleção dos materiais de revestimento. O
Estudo de Dados sobre Corrosão publicado pela National Association of Corrosion
Engineers (NACE), é uma fonte de informação sobre o desempenho de materiais
sujeitos a ambientes corrosivos.

862.112 Requisitos de Revestimento

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(a) A preparação da superfície deve ser compatível com o revestimento a ser aplicado.
A superfície do tubo deve estar livre de materiais deteriorados, tais como ferrugem,
escamas, umidade, sujeira, óleo, verniz ou laca. A superfície deve ser inspecionada
quanto a irregularidades que possam ressaltar durante o revestimento. Qualquer
irregularidade desta natureza deve ser removida. Pode ser obtida informação adicional
da NACE RP-02-75.
(b) Revestimentos disponíveis, incluindo juntas de campo compatíveis e remendos de
revestimento, devem ser selecionados, levando em consideração, o manuseio,
transporte, armazenamento, condições de montagem, adsorsão de umidade,
temperatura de operação da tubulação, fatores ambientais ( incluindo a natureza do
solo em contato com o revestimento), características de aderência, e resistência
dielétrica.

(c) O revestimento deve ser aplicado de maneira a garantir a aderência efetiva no tubo.
Vazio, rugas, falhas, ou captadores de gás devem ser evitados.
(d) O revestimento deve ser inspecionado visualmente quanto a defeitos anteriormente
ao abaixamento do tubo à vala. Revestimentos de isolamento em linhas de transmissão
primárias e secundárias devem ser inspecionas quanto a falhas de aplicação através
do método mais apropriado. Defeitos de revestimento ou danos que possam impedir o
controle efetivo da corrosão devem ser reparados antes da montagem do tubo na vala.

(e) Em adição às disposições dos itens 841.222, 841.252 e 841.253, deve-se tomar
cuidado no manuseio, armazenamento e instalação para evitar danos no revestimento,
incluindo medidas tais como as seguintes.

(1) Minimizar o manuseio de tubos revestidos. Usar equipamentos com que seja menos
possível danificar o revestimento, por exemplo, cintos ou berços ao invés de cabos.

(2) Usar peças deslizantes onde for possível.


(3) Armazenar ou empilhar os tubos de maneira a minimizar o dano do revestimento.

862.113 Requisitos para Proteção Catódica. A menos que possa ser demonstrado
através de teste ou experimento que a proteção catódica não é necessária, todas as
instalações subterrâneas ou submersas para um a vida em serviço limitada, deve ser
protegida catodicamente tão logo quanto possível depois da montagem; exceto as
pequenas substituições ou extensões devem ser protegidas como exigido pelo item
862.212. Instalações para uma vida limitada de serviço não precisam de proteção
catódica se pode ser demonstrado que a instalação não sofre corrosão que a torne
prejudicial ao público ou ao ambiente. O sistema de proteção catódica deve ser
projetado para proteger o sistema submerso ou subterrâneo em sua totalidade. Uma
instalação é considerada protegida catodicamente quando obedece a um ou mais dos
critérios estabelecidos no apêndice K.

862.114 Isolamento Elétrico

(a) Toda transmissão e sistema de distribuição revestidos deve estar eletricamente


isolado a toda interligação com os outros sistemas incluindo as linhas de clientes,
exceto onde as estruturas metálicas subterrâneas estão eletricamente interligadas
e catodicamente protegidas como um todo. Tubulações de aço devem ser
eletricamente isoladas de tubulações e componentes de ferro fundido, ferro dúctil,

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ou metal não ferroso. Deverão ser feitos testes do sistema de transmissão e
distribuição para identificar contatos não intencionais com outras estruturas
metálicas. Se esses contatos existirem, devem ser corrigidos. Ver item 841.143 para
requisitos de afastamento.
(b) Quando uma linha de gás fica em paralelo com linhas de transmissão elétrica
aéreas, deve se considerar o seguinte:

(1) estudar a necessidade de juntas de proteção e isolamento nas tubulações contra


correntes induzidas resultantes das falhas de terra e relâmpagos. Esta proteção pode
ser obtida através da ligação de anodos galvânicos nos tubos perto das juntas de
isolamento ou através de pontes no isolador de tubulação com isolador de faisca, ou
ambos, ou por outro meio efetivo.

(2) fazer um estudo com a colaboração de uma companhia elétrica, levando os


seguintes fatores em consideração e aplicando medidas corretivas quando necessário:
(a) a necessidade de eliminar correntes CA ou seus efeitos sobre o segurança do
pessoal durante a construção e operação da tubulação através das técnicas
disponíveis de amarração, blindagem e aterramento;

(b) a possibilidade de relâmpagos ou falha de corrente induzindo correntes suficientes


para furar o revestimento do tubo ou o tubo;

(c) possíveis efeitos adversos sobre a proteção catódica, comunicação, ou outra


instalação eletrônica;

(d) os efeitos corrosivos de sistemas de potência de corrente de alta voltagem (HVDC).

(3) informações adicionais podem ser obtidas da NACE RP-01-77 e EPRI EL-3106.

862.115 Conexões Elétricas e Pontos de Monitoração.

(a) Excetuando para alto mar, devem ser instalados pontos de teste suficientes para
comprovar a eficácia do controle de corrosão ou a necessidade de proteção catódica.
(Ver Capítulo VIII para considerações especiais para tubulações alto mar.)

(b) Deve se dar atenção especial à forma de montagem de terminais elétricos utilizados
para o controle da corrosão ou teste para evitar concentração tensões prejudiciais nos
pontos de junção no tubo. Os métodos aceitáveis incluem, mas não estão limitados a
isto, o seguinte:

(1) Terminais elétricos ligados diretamente no tubo ou através do processo de solda


Thermit, utilizando óxido de cobre e pó de alumínio. O tamanho da carga da solda
Thermit não deve exceder o cartucho de 15 g.

(2) Terminais elétricos ligados diretamente no tubo através de soldas leves ou outros
materiais que não envolvam temperaturas que excedam as das soldas leves.

(c) Todo tubo que no qual é colocado barramento para terminais elétricos e todos os
fios elétricos de chumbo nus devem ser protegidos com material de isolamento elétrico
compatível como o revestimento existente.

862.116 Interferência Elétrica

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(a) Sistemas impressos de proteção catódica devem ser projetados, instalados, e
operados de tal forma a minimizar os efeitos adversos sobre as estruturas metálicas
existentes.
(b) Devem ser feitos testes de campo para determinar a interferência elétrica adversa
de outras instalações incluindo as instalações de corrente contínua CC. Os efeitos
devem ser eliminados por meio de juntas de controle, proteções catódicas
suplementares, revestimentos de proteção, e dispositivos de isolamento.
862.117 Caixas. A utilização de caixas metálicas deve ser evitada na medida do
possível do ponto de vista de controle de corrosão. Contudo, é sabido que a instalação
de caixas metálicas é requerido ou desejado freqüentemente para facilitar a
montagem, como um método econômico de proteção de tubulações existentes, para
conseguir proteção estrutural de cargas pesadas ou impactos, ou ambas coisas, para
facilitar substituições exigidas por órgãos do governo e como exigido pelo proprietário
de terras ou transportador autorizado ou por outras razões. Quando são utilizadas
caixas metálicas deve-se tomar cuidado para assegurar que o revestimento sobre o
suporte de tubo não está foi danificado durante o isolamento. O suporte de tubo deve
ser isolado da caixa metálica e as pontas da caixa devem ser selados com um material
durável para minimizar a acumulação de sólidos ou líquidos no espaço anelar. Deve ser
dada atenção especial para as pontas da caixa para evitar curtos circuitos devidos aos
movimentos de contrafluxo ou assentamento. Quando não for conseguido isolamento
elétrico, deve ser tomada alguma providência para corrigir a condição ou eliminar a
corrosão interna da caixa através de uma proteção catódica localizada ou suplementar,
isolamento com um material de alta resistividade no espaço anular, ou outro meio
eficaz.

862.12 Proteção Atmosférica

(a) Instalações expostas à intempérie devem ser protegidos de corrosão externa por
um revestimento ou protetor adequados.

(b) A superfície a ser revestida deve estar livre de materiais que deterioram, tais com
ferrugem, umidade, sujeira, óleo, laca, ou verniz. A preparação da superfície deve ser
compatível com um revestimento ou protetor a ser aplicado.

(c) O revestimento ou protetor selecionado deve possuir características que devem


prover proteção adequada do ambiente. Os revestimentos e protetores devem cobrir
totalmente a estrutura exposta e deve ser aplicado de acordo com o estabelecido nas
especificações ou recomendações do fabricante.

(d) Devem ser feitas considerações especiais a superfícies perto da linha terra ou na
zona de salpico.

862.13 Outros Materiais. Quando pesquisa ou experimentação indique que o


ambiente no qual a o tubo ou componentes é substancialmente corrosivo, devem ser
feitas as seguintes considerações:
(a) a geometria dos componentes ou materiais, ou ambos, devem ser projetados para
resistir a corrosão destrutiva;
(b) um revestimento adequado;
(c) proteção catódica.

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862.2 Instalações Existentes

Devem ser estabelecidos procedimentos para avaliar a necessidade de um programa


de controle de corrosão ou para a eficácia um programa existente de controle de
corrosão. Devem ser tomadas ações corretivas adequadas de acordo com as
condições encontradas. Os procedimentos e ações devem incluir, sem se limitar a isso,
o seguinte:

862.21 Instalações de Aço Enterradas

862.211 Avaliação

(a) Os registros disponíveis como resultado de levantamentos de vazamento ou


trabalhos de manutenção normal de acordo com os itens 852.2 e 852.6 devem ser
continuamente revisados quanto a ocorrência de corrosão contínua.

(b) Podem ser utilizados métodos de levantamento elétricos como indicação de áreas
de corrosão suspeita quando as condições superficiais permitam medições precisas.
Tais levantamentos são mais eficazes em ambientes não urbanos. Métodos comuns de
levantamento elétrico incluem:

(1) potenciais terra-solo;

(2) potencial superficial ( célula a célula);


(3) resistividade do solo.

(c) Deve ser monitorada a eficácia contínua do sistema de proteção catódica de acordo
com o item 862.217.

862.212 Medidas Corretivas

(a) Se for encontrada pela avaliação feita sob os itens 862.211 ou 862.217(d), corrosão
contínua, a qual, a menos que esteja controlada, pode resultar numa condição que é
prejudicial ao público ou á segurança dos empregados, devem ser adotadas medidas
adequadas para eliminar mais corrosão no sistema ou segmento de tubulação. As
medidas corretivas devem ser continuadas o tempo que for necessário para manter um
sistema de operação seguro. As medidas corretivas adequadas podem incluir o
seguinte:
(1) providências para um funcionamento contínuo e adequado das instalações de
proteção catódica;

(2) a aplicação de revestimento de proteção;

(3) a instalação de anodos galvânicos;


(4) a aplicação de corrente aplicada;

(5) isolamento elétrico;

(6) o controle de corrente parasita;

(7) qualquer combinação do anterior.

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(b) Quando um experimento ou teste indique que os métodos de controle acima não
controlarão a corrosão contínua em um nível aceitável, o segmento deve ser
consertado ou substituído e protegido adequadamente.

862.213 Reparação de Tubo Corroído. Se o tamanho da corrosão reduziu a


resistência da instalação abaixo da pressão de operação admissível máxima, este
trecho deve ser reparado, recondicionado, ou substituído, ou a pressão de operação
reduzida de acordo com a resistência remanescente do tubo corroído. Para tubulações
de aço operando a ou acima de 40% da tensão de escoamento mínima especificada, a
resistência remanescente do tubo corroído pode ser determinado de acordo com o
Apêndice L. Para informações de fonte do Apêndice L, referir-se a ANSI/ASME B31G,
Manual para Determinação da Resistência de Tubulações Corroídas.

862.214 Critérios de Proteção Catódica

(a) Uma instalação é considerada catodicamente protegida quando atende um ou mais


critérios estabelecidos no Apêndice K.

(b) Não é a intenção que a proteção católica seja limitada a esses critérios, se for
possível demonstrar por outros meios que se conseguiu controle de corrosão
adequado.
862.215 Interferência Elétrica

(a) Interferência elétrica adversa de, ou causadas por outras estruturas como as
determinadas por testes de campo podem ser eliminadas.

(b) As instalações para eliminação de interferência elétrica devem ser periodicamente.

862.216 Exame quando exposto

(a) Sempre que uma instalação enterrada for exposta durante a manutenção normal ou
as atividades de montagem deve ser feita a inspeção visual das condições do
revestimento e da superfície metálica se exposta.

(b) O tamanho de qualquer corrosão deve ser avaliada de acordo com o item 862.213.

862.217 Operação e Manutenção do Sistema de Proteção Catódica

(a) Devem ser feitas as inspeções necessárias para manter a operação contínua e
eficaz do sistema de proteção catódica.

(b) Devem ser feitos testes elétricos periodicamente para determinar se o sistema de
tubulação está protegido de acordo com o respectivo critério.

(c) O tipo, freqüência, e localização de inspeções e testes devem ser apropriados para
estabelecer um grau de precisão razoável de proteção dado ao sistema de tubulações.
A freqüência deve ser determinada considerando o seguinte, sem se limitar a isso:
(1) Condição do tubo;

(2) Método de proteção catódica;

(3) Corrosividade do ambiente;

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(4) Probabilidade de perda ou interrupção da proteção;

(5) Experiência de operação incluindo inspeções e pesquisas de vazamento;

(6) Vida de projeto de isolamentos de proteção catódica;

(7) Segurança do público e empregados.


(d) Quando os testes ou levantamento indiquem que não existe proteção adequada,
devem ser tomadas medidas corretivas adequadas.

862.218 Caixas. Isolamento elétrico de tubulações e dutos protegidos catodicamente


de caixas metálicas que fazem parte de sistemas subterrâneos devem ser mantidos
quanto for necessário para segurar a eficácia da proteção catódica. Inspeções e
medições elétricas devem ser feitas quantas vezes for necessário para dar evidências
oportunas de curtos que podem afetar de forma adversa a proteção catódica. Se forem
encontradas evidências de curto entre o suporte do tubo e a caixa que torne a
proteção catódica da tubulação primária e secundária ineficaz, ou se forem
encontradas evidências de corrosão do suporte do tubo dentro da caixa devem ser
tomadas medidas corretivas necessárias para corrigir a condição ou minimizar a
corrosão dentro da caixa.

862.22 Ferro fundido, forjado e dúctil enterrados.

862.221 Avaliação. Os registos disponíveis como resultado de levantamentos sobre


vazamentos e manutenção normal de acordo com os itens 852.2 e 852.6 devem ser
revisados rotineiramente para determinar as condições do tubo. Devem ser tomadas
medidas corretivas adequadas de acordo com o item 862.222 se tais revisões revelam
que uma condição existente pode afetar a segurança do público e empregados.
Tamanho do tubo, pressão de operação, terreno, construções subterrâneas recentes e
proximidade ou número de outras instalações e edificações subterrâneas
assim como as condições do tubo, devem ser consideradas na determinação da
presença de tal condição.

862.222 Medidas corretivas. A magnitude do problema irá indicar as medidas


corretivas que devem ser consideradas. Estas devem incluir, sem se limitar a isso;

(a) Reparação do tubo;

(b) Substituição do tubo;

(c) Remendo ou reforço do tubo;

(d) Redução de pressão;


862.223 Instalação de Ligações Elétricas

(a) As ligações elétricas devem ser feitas diretamente sobre o tubo de ferro fundido ou
dúctil através do processo de solda Thermit utilizando óxido de cobre ou pó de
alumínio. O tamanho da carga da solda Thermit não deve exceder o cartucho de 32 g.

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(b) Todo tubo que é descascado para ligação de conexões de teste e todo fio de
chumbo de teste descascado deve ser protegido com material de isolamento elétrico
compatível com o revestimento existente.

862.224 Interferência Elétrica

(a) Se for utilizado um sistema de proteção catódica do tipo de corrente aplicada, os


anodos devem ser colocados de tal maneira a eliminar o efeito adverso sobre as
estruturas metálicas subterrâneas existentes.
(b) Interferência elétrica adversa de outras estruturas determinadas por testes de
campo devem ser eliminadas.

862.23 Requisitos para Instalações de Tubulações de Ferro Fundido e Ferro dúctil


Expostas à Atmosfera. Tubo de ferro fundido e ferro dúctil não subterrâneo deve ser
protegido adequadamente em áreas onde pode ocorrer corrosão atmosférica severa.

862.24 Outros Materiais Metálicos. Quando forem encontrados componentes de


metal não ferroso ou outra liga de ferro corroídos em pontos onde a segurança do
público ou empregados possa ser afetada, estes devem ser recondicionados de acordo
com o item 862.13 ou substituídos. A substituição deve alcançar um dos seguintes
critérios:

(a) este deve ser construído de outro material ou geometria, ou ambos, projetado para
a vida remanescente da instalação original; ou

(b) deve ser protegido catodicamente ou de outra maneira.

862.25 Corrosão Atmosférica. As instalações expostas à atmosfera devem ser


inspecionadas periodicamente quanto a indicações de corrosão superficial. Quando a
corrosão está tomando as dimensões que podem afetar a segurança do público ou
empregados, a instalação deve ser reparada de acordo com o item 862.12, ou ser
substituída. Deve ser dada atenção especial às superfícies próximas à linha de terra.

863 CONTROLE DA CORROSÃO INTERNA

863.1 Geral
Quando é transportado gás corrosivo, devem ser tomadas providências para proteger
o sistema de tubulações de corrosão prejudicial. Gás contendo água livre sob as
condições nas quais será transportado deve ser considerado corrosivo, a menos se for
provado que não é corrosivo através de testes ou experimentos reconhecidos.
863.2 Instalações Novas

Quando for projetado um sistema de tubulação novo ou de substituição, ou adições ou


modificações do sistema existente, devem ser tomadas medidas para prevenir ou inibir
corrosão interna. Para preservar a integridade e a eficácia da tubulação na qual é
conhecido ou antecipado que será transportado um gás corrosivo, devem ser incluídos
os seguintes fatores no projeto e construção, em combinação ou separadamente:

(a) Quando for utilizado revestimento interno para proteger os sistemas de tubulações:

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(1) o revestimento deve alcançar as especificações de qualidade e a espessura mínima
de filme seco estabelecido para proteção da instalação do meio corrosivo envolvido,
baseado na tipo de revestimento e o método de aplicação:

(2) o revestimento aplicado deve ser inspecionado de acordo com as especificações


estabelecidas ou as práticas aceitas;

(3) quando tubo revestido ou outros componentes são unidos por solda ou outros
métodos que deixam o metal exposto, devem ser tomadas providências para prevenir
a corrosão da união tais como limpeza e re-revestimento ou o uso contínuo de um
inibidor adequado;

(4) Se são utilizados balões ou esferas, o tipo do revestimento e as ferramentas de


raspagem devem ser avaliadas e escolhidas para evitar dano do revestimento interno.
(b) Quando é utilizado um inibidor de corrosão como um aditivo ao fluxo de gás:

(1) os equipamentos de depósito, transferência, e injeção do inibidor no fluxo devem


ser incluídos no projeto;

(2) a operação do programa de injeção deve fazer parte do planejamento;

(3) devem ser providos suficientes suportes de corpos de prova ou qualquer outro
equipamentos de monitoração para permitir a avaliação contínua do programa;

(4) o inibidor de corrosão selecionados deve ser do tipo que não prejudique nenhum
componente do sistema de tubulação.

(c) Quando um sistema limpeza com esferas de tubulação é planejado:

(1) devem ser providenciados sifões raspadores para a inserção e remoção das esferas
ou balões;

(2) seções de tubulação que devem ser atravessados por balões ou esferas devem ser
projetados para evitar o dano dos balões, esferas, tubos, ou guarnições durante a
operação;

(3) tubulações para balões ou esferas devem ser projetados para guiar a ferramenta e
os materiais que eles empurram eficazmente e com segurança;

(4) devem ser tomadas providências para acumulação eficaz e manuseio de líquidos e
materiais sólidos removidos da tubulação por balões e esferas.

(d) Quando copos de prova de corrosão, sondas de corrosão ou bobinas de teste são
utilizadas:

(1) os corpos de prova de corrosão, sondas de corrosão ou bobinas de teste devem ser
instaladas quando for prático, em locais onde exista o maior potencial de corrosão
interna;

(2) os corpos de prova de corrosão, sondas de corrosão ou bobinas de teste devem ser
projetadas para permitir a passagem dos balões ou esferas quando instaladas em
conseqüência de seções atravessadas.

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(e) Quando o gás deve ser tratado para reduzir sua corrosividade:

(1) podem ser instalados separadores ou equipamentos de desidratação;

(2) devem ser considerados equipamentos para remover outros materiais prejudiciais
do gás.

(f) O material do tubo ou outros materiais expostos ao fluxo de gás devem resistir
corrosão interna; portanto:

(1) os materiais selecionados para o tubo e guarnições devem ser compatíveis com os
componentes do gás, o líquido carregado para o gás e entre eles. Uma fonte de
informação sobre desempenho de materiais em ambientes corrosivos Levantamento de
Dados sobre Corrosão publicado pela Associação Nacional de Engenheiros de
Corrosão.

(2) onde forem utilizados tubos ou componentes de plástico, não ferrosos, ou ligas de
aço para prevenir u controlar corrosão interna, tais materiais devem ter sido
comprovados como sendo efetivos sob as condições encontradas [ver parágrafos
842.611(b) e 849.611(b) para as limitações do cobre];

(3) os efeitos da corrosão ou erosão das partículas em alta velocidade em possíveis


pontos de turbulência e colisão devem ser minimizados com o uso de materiais com
resistência à erosão, aumento da espessura da parede, configuração do fluxo ou
projeto, ou pelo tamanho ou dimensões do tubo e guarnições.

863.3 Instalações Existentes

Um programa de controle de corrosão interna da tubulação deve incluir, sem se limitar


a isto, o seguinte:

(a) A implementação e avaliação de um programa para a detecção, prevenção, ou


eliminação da corrosão interna prejudicial, deve incluir o seguinte:

(1) Os registros de reparação e vazamento devem ser revisados quanto à indicação


dos efeitos da corrosão interna.

(2) Quando qualquer parte da tubulação for retirada e a superfície interna fica acessível
para inspeção, ela deve ser examinada e avaliada quanto a corrosão interna.

(3) Se for descoberta corrosão interna, o gás deve ser examinado para determinação
dos tipos e concentrações de quaisquer agentes corrosivos.

(4) Os líquidos ou sólidos removidos da tubulação por raspagem , drenagem ou


limpeza devem ser analisados quanto for necessário para determinar a presença de
materiais corrosivos e evidências de produtos corrosivos.

(b) Quando for determinado que a corrosão interna está ocorrendo de maneira que
possa afetar a segurança do público ou empregados, devem ser utilizadas uma ou mais
medidas corretivas ou de proteção seguintes, para controlar a corrosão interna
prejudicial:

(1) Deve ser aplicado um inibidor de corrosão eficaz de maneira na quantidade


necessária para proteger todas as partes afetadas do sistema de tubulações.

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(2) Remover os agentes corrosivos através de métodos reconhecidos, tais como gás
ácido ou plantas de tratamento de desidratação.

(3) Adicionar guarnições para a remoção de água de pontos baixos, ou tubulações de


reposição para reduzir a capacidade de retenção.

(4) Em algumas circunstâncias, a aplicação de um revestimento interno apropriado


pode ser eficaz.

(c) As medidas de controle de corrosão interna devem ser avaliadas por programas de
inspeção em monitoração, incluindo, sem se limitar a isso, o seguinte:

(1) O inibidor e o sistema de injeção do inibidor deve ser verificado periodicamente.

(2) As etiquetas de corrosão e bobinas de teste devem ser retiradas e avaliadas a


intervalos de tempo periódicos.

(3) As sondas de corrosão devem ser verificadas manualmente a intervalos de tempo,


ou continua e intermitentemente monitoradas ou registradas, ou ambas coisas, para
avaliar o controle de corrosão interna da tubulação.

(4) Deve ser mantido um registro das condições internas da tubulação, de vazamentos
e reparações de corrosão, e as quantidades e corrosividade de gases, líquidos ou
sólidos, e ser utilizado como base para trocas no esquema de limpeza com esfera,
programa de inibição, ou nas instalações de tratamento de gás.

(5) Quando o tubo está descoberto, ou a tubulação fica exposta onde a corrosão
interna pode ser antecipada, a medição e monitoração da espessura da parede do tubo
pode ajudar na avaliação da corrosão interna.
(6) Onde inspeções, observações ou análise de registros indiquem que está ocorrendo
corrosão interna numa dimensão que pode ser prejudicial à segurança do público ou
empregados, o trecho do sistema deve ser reparado ou recondicionado, e devem ser
tomadas providências adequadas para eliminar a corrosão interna.
864 TUBULAÇÕES EM AMBIENTES ÁRTICOS

864.1 Geral

Devem ser feitas considerações especiais para os requisitos de controle de corrosão de


tubulações subterrâneas ou outras instalações situadas em ambientes árticos,
particularmente em regiões onde a espessura do solo está permanentemente
congelado. Para tubulações onde a tubulação fica em contato com a terra congelada, a
taxa de corrosão é reduzida por causa da extremamente alta resistividade do solo e a
baixa mobilidade do ion, mas não chega a ser zero. Pode ocorrer corrosão
considerável, contudo, em inclusões descongeladas, solos congelados não uniformes,
ou em áreas de descongelamento tais como ocorre nas proximidade de um rio, lago,
primaveras ou partes da tubulação em que a temperatura da superfície fica acima da
temperatura de congelamento do ambiente. A proteção catódica em áreas de
descongelamento localizadas devem ser muito mais difíceis devido à blindagem de
correntes de proteção catódica pelo solo congelado ao redor. Outros efeitos prejudiciais
podem ser causados por áreas de descongelamento sazonal que aumentam a

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atividade biológica e bacteriológica nas áreas de não congelamento contínuo ou na
"camada ativa" sobre as áreas de congelamento permanente.
As instalações de tubulações instaladas em ambientes árticos devem ser revestidas e
protegidas catodicamente da mesma maneira que nas tubulações em locais
temperados, e as mesmas considerações devem ser feitas à necessidade de proteção
de corrosão atmosférica e interna, exceto quando especificamente estabelecido nesta
seção.

864.2 Requisitos para o Revestimento Externo

A seleção do revestimento para tubulações em ambientes de baixa temperatura deve


levar em consideração os requisitos particulares para este ambiente. Estes incluem
aderência, resistência à ruptura ou dano durante o manuseio e montagem em
temperaturas abaixo do congelamento, aplicabilidade de revestimentos de ligações de
campo ou reparações de revestimento, compatibilidade com qualquer proteção
catódica aplicada, e resistência às tensões do solo devidas aos deslocamentos
causados pelo congelamento, mudanças sazonais da temperatura, ou por outras
razões.

864.3 Instalações de Proteção Catódica

864.31 Critérios. Os critérios para proteção catódica devem ser os mesmos para
tubulações em ambientes temperados. Por causa de serem necessárias maiores
voltagens em solos congelados, a voltagem aplicada através do revestimento deve ser
limitada de tal maneira a que o revestimento não seja danificado devido sobrecarga ou
à densidade excessiva de corrente.

864.32 Instalações de Corrente Aplicada

(a) As instalações de corrente aplicada devem ser utilizadas em tubulações em solos


permanentemente congelados, especialmente se o gás é resfriado para evitar áreas de
descongelamento da terra. Tais instalações são capazes de prover a voltagem motriz
mais alta necessária para vencer a alta resistividade do solo congelado. Estas podem
ser instaladas em unidades de compressão ou outras instalações onde houver energia
e o acesso para ajustes e manutenção fiquem assegurados. Os efeitos da variação
sazonal na resistividade do solo pode ser compensada pelo uso de retificadores de
potencial constante ou ajustes manuais.

(b) As bases dos ânodos de corrente aplicada devem ser instaladas quando exeqüível
a distância suficiente da linha de tubulação ou outra estrutura subterrânea para atingir
o máxima extensão a longo da tubulação e para reduzir o potencial de pico na
tubulação.

(c) Onde for prático, as bases dos ânodos devem ser montados abaixo das camadas
permanentemente congeladas ou em outros locais não congelados, tais como rios ou
lagos, para conseguir uma melhor distribuição da corrente catódica. Quando as ânodos
tem que ser colocados em solos permanentemente congelados, o volume do material
de preenchimento do ânodo deve ser aumentado para reduzir a resistência eficaz entre
o ânodo e o solo ao redor.

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(d) Instalações de corrente aplicada utilizando bases de terra de ânodos profundos ou
distribuídos devem ser utilizadas para proteger as instalações de unidades
subterrâneas e estacas utilizadas para suportar instalações de plantas não
subterrâneas. As estacas e qualquer outra instalação metálica adjacente subterrânea
deve ser interligada eletricamente para prevenir interferência prejudicial.

864.33 Instalações de Ânodo Galvânico. Os ânodos galvânicos (pacotes ou fitas)


podem ser necessários em tubulações em áreas permanentemente congeladas para
suplementar as instalações de corrente aplicada localizadas em áreas de
congelamento permanente. Estes fornecem proteção catódica localizada para as
seções de tubo que devem ser blindadas pela resistividade extremamente alta dos
solos ao redor.

864.4 Monitoração

As instalações de vãos de medições de corrente calibrada devem ser consideradas


além dos pontos de teste normais. Eles devem ser colocados a intervalos suficientes
para avaliar a distribuição ao longo da tubulação protegida e os efeitos da corrente
telúricas que prevalecem nas regiões polares. Estes vãos também fornecem pontos de
contato para a indicação de medições de possíveis danos no revestimento devido a
tensões induzidas pelo ambiente congelado.
864.5 Controle da Corrosão Interna

Quando o fluxo de gás é resfriado para evitar derretimento do solo congelado ao redor
da tubulação, normalmente não deve haver água livre no gás que resulte em corrosão
interna na presença de contaminantes, tais como compostos sulfurosos ou CO2. Se for
constatado, contudo, que água livre ou solução de álcool pode estar presente ao longo
da tubulação com contaminantes em potencial, devem ser tomadas medidas corretivas
apropriadas como as descritas no item 863.

865 TUBULAÇÕES EM SERVIÇOS A ALTA TEMPERATURA

865.1 Geral

Devem ser feitas considerações especiais para os requisitos de controle de corrosão


em tubulações ou outras instalações em serviço a altas temperaturas (acima de 150ºF).
As temperaturas altas tendem a diminuir a resistividade de ambientes de tubulações
subterrâneas ou submersas e a aumentar a reação de corrosão eletroquímica como
resultado da aceleração irônica ou a atividade molecular. As temperaturas elevadas
ocorrem tipicamente rio na jusante de estações de compressão ou em sistemas de
coleta.

865.2 Requisitos do Revestimento Externo

A seleção do revestimento deve ser levar em conta os requisitos especiais para


instalações de tubulação em serviços a altas temperaturas. Isto inclui resistência ao
dano causado pelo solo ou tensões secundárias, compatibilidade com qualquer
proteção catódica utilizada, e a particular resistência à degradação térmica. Em
ambientes rochosos, a utilização de uma tira externa de proteção, preenchimento
selecionado, ou outro meio apropriado deve ser considerada para minimizar o dano
físico.

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865.3 Instalações de Proteção Catódica

865.31 Critério. Os critérios para proteção catódica devem ser os mesmos utilizados
para serviços a temperatura normal, exceto que deve ser reconhecido que o efeito da
diminuição da resistividade e o aumento da necessidade de corrente de proteção
catódica em serviços a temperaturas elevadas ou qualquer componente IR da medição
do potencial entre o tubo e o solo. Devem ser considerados também os possíveis
efeitos de despolarização devido à operação a alta temperatura.

865.32 Ânodos Galvânicos. Deve ser levado em consideração o impacto sobre o


desempenho de ânodos próximos (especialmente os do tipo fita ou abraçadeira)
sujeitos a temperaturas elevadas devido a proximidade a tubulações quentes. As altas
temperaturas tendem a aumentar ambos, a saída de corrente e a taxa de degradação
de muitos materiais de ânodos. Tais materiais de ânodos podem se tornar mais nobres
que o aço a temperaturas acima de 140ºF em certos eletrólitos. Os ânodos de zinco
contendo alumínio são também suscetíveis a corrosão intergranular acima de 120ºF.
865.4 Controle da Corrosão Interna

Quando gás ou uma mistura de gás e sólidos ou líquidos é conhecida ou prevista como
sendo corrosiva quando transportada a altas temperaturas, devem ser feitas
considerações especiais à identificação e eliminação de uma possível corrosão interna.
Tais medidas são necessárias por causa de que as taxas de corrosão com elevadas
temperaturas aumentam e não são estáveis. As medidas de monitoração e eliminação
apropriadas são dadas no item 863.

866 CORROSÃO POR TENSÃO E OUTROS FENÔMENOS

Fenômenos induzidos pelo ambiente e outros fenômenos relacionados com a corrosão


incluindo o rompimento por corrosão por tensão, fadiga por corrosão, rompimento de
hidrogênio por tensão e endurecimento por hidrogênio tem sido identificadas como as
causas da falha em tubulações. Tem sido adquirido um considerável conhecimento de
dados sobre estes fenômenos e as pesquisas sobre as causas e prevenção são
contínuas. As companhias de operação devem estar alerta às evidências de tal
fenômeno durante todas as inspeções do tubo e qualquer outra oportunidade. Quando
são encontradas evidências de tais condições, deve ser iniciado um programa de
pesquisa e medidas corretivas devem ser tomadas quando necessário. Qualquer
evidência deve ser levada em consideração na pesquisa de falhas de tubulações. As
companhias de operação devem avaliar-se elas mesmas sobre a tecnologia existente
sobre o assunto ou consultar-se com especialistas reconhecidos.

Este parágrafo deve ser limitado a parâmetros gerais mais do que a limites específicos
sobre corrosão por tensão. A corrosão por tensão é normalmente tema de programas
de pesquisas e dados mais específicos serão certamente disponíveis ao projetista de
tubulações e às companhias de operação no futuro. Em quanto isso, este Código
sugere que o usuário procure a tecnologia de ponta existente No projeto e operação de
tubulações devem ser considerados, os níveis de proteção catódica, qualidade da
preparação da superfície do tubo, a temperatura de operação, os níveis de tensão, e
as condições do solo.
867 REGISTROS

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(a) Devem ser mantidos pela companhia operadora registros indicando tubulações
protegidos catolicamente, instalações de proteções catódica e outras estruturas
afetadas ou que afetem o sistema de proteção catódica.

(b) Os registros de testes, levantamentos, resultados de investigações, e vazamentos,


etc. necessários para a avaliação da eficácia medidas de controle da corrosão, devem
ser mantidas e retidas todo o tempo que a tubulação se mantenha em serviço.

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CAPÍTULO VII
DIVERSOS

870 DIVERSOS

871 ODORIZAÇÃO

871.1
Todo gás distribuído aos clientes através de canalizações primárias ou ramais ou
utilizado para serviços domésticos em plantas de compressão, que não possua
naturalmente um cheiro particular ao ponto de sua presença no ambiente seja
detectada rapidamente a qualquer concentração de um quinto do limite inferior de
explosão ou superior, deve ter um odorizador adicionado para torná-lo detectável.

871.11 A odorização não é necessária quando:

(a) o gás fica subterrâneo ou em outro depósito.


(b) o gás é utilizado para processos adicionais ou o uso de odorizador não terá
nenhuma utilidade como agente de prevenção ou seja prejudicial ao processo;

(c) o gás é utilizado em operações de colheita e campo.

871.12 Se o gás é liberado para o uso principal de umas das atividades isentas acima
e também é utilizado para atividades tais como aquecimento de ambientes,
refrigeração, aquecimento de água, cozimento, ou outra atividade doméstica, ou nos
casos em que o gás e usado para aquecimento ou ar condicionado de escritórios ou de
edifícios habitados, o gás deve ser odorizado.

871.2
Toda companhia operadora deve utilizar um equipamento de odorização projetado para
o tipo e vazão de injeção do odorizador empregado.

871.3
Toda companhia operadora deve utilizar um odorizador de acordo com os seguintes
requisitos:

(a) O odorizador que for misturado ao gás não deve ser prejudicial à saúde do ser
humano e a os materiais presentes no sistema de gás, e não deve ser solúvel em água
até a razão de 2.1/2 partes de odorizador para 100 partes de água em peso.

(b) Os produtos da combustão do odorizador não devem ser tóxicos à respiração


humana do ar que contenham produtos da combustão e não devem ser corrosivos ou
prejudiciais aos materiais que costumam ficar em contato com eles.

(c) A combinação do odor do odorizador e gás deve ter um cheiro particular de tal
maneira que sua presença no ar em concentrações de quanto muito 1% do volume, o
odor seja rapidamente detectado por uma pessoa com sentido de odor normal.

871.4

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Para todo odorizador, exceto os do tipo de desvio e mecha, ou odorizadores similares
que sirvam a consumidores individuais ou pequenos sistemas de distribuição, a
companhia operadora deve manter registros dos seguintes itens:

(a) o tipo de odorizador introduzido no gás;

(b) a quantidade de odorizador por milhão de pés cúbicos.

871.5
Devem ser conduzidos testes de concentração de odorizador por toda companhia
operadora do gás suprido por suas instalações que requeiram odorização. Os pontos
de teste devem estar localizados remotamente do equipamento de odorização de forma
a fornecer dados representativos do gás em todos os pontos do sistema.

872 SISTEMAS DE GÁS LIQÜEFEITO DE PETRÓLEO (GLP)

872.1

O gás liqüefeito de petróleo geralmente inclui butano, propano e todas as misturas de


ambos que podem ser armazenadas como líquidos sob pressões moderadas
(aproximadamente 80 a 250 psig) a temperatura ambiente.

872.2
Este código se refere somente a alguns aspectos de segurança sobre gás liqüefeito de
petróleo quando vaporizados e utilizados como combustíveis gasosos.

872.3
Todos os requisitos da ANSI/NFPA 58 e ANSI/NFPA 59 e os deste Código referentes a
projeto, construção, manutenção e operação de instalações de tubulações devem ser
aplicados ao manuseio de sistemas de tubulações de butano, propano e as misturas
destes gases.

872.4 Requisitos de segurança especiais para sistemas GLP.

872.41 Odorização. Os gases liqüefeitos de petróleo são normalmente atóxicos, mas


por segurança, quando são distribuídos para uso de clientes ou usados como
combustível em lugares de empregados devem ser odorizados. Os critérios de
odorização são dados no item 871.

872.41 Ventilação
(a) todos os gases liqüefeitos de petróleo são mais pesados do que o ar, porém, as
estruturas não subterrâneas para conservar reguladores, medidores, etc. devem ter
janelas abertas ao nível do solo. Tais equipamentos não devem ser instalados em
poços ou caixa subterrâneas exceto nos casos em que são adequadas providências
para ventilação forçada.

(b) é necessário cuidado especial na localização das saídas das válvulas de alívio que
liberam GLP ao ambiente para evitar a acumulação de gases pesados abaixo do nível
do solo. De mesmo modo, são necessárias precauções especiais para a ventilação
adequada quando são feitas escavações para reparação de vazamentos no sistema de
distribuição subterrânea de GLP.
873 TUBULAÇÕES SOBRE LINHAS DE TRANSMISSÃO ELÉTRICA COM
DIREITO DE PASSAGEM PARTICULARES

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Onde tubulações de gás passam paralelamente sobre linhas de transmissão elétrica na
mesma passagem, a companhia operando a tubulação deve tomar as seguintes
precauções:
873.1
Empregar conexões de descarga que orientem o gás para longe dos condutores
elétricos.

873.2
Instalar um condutor de ligação através dos pontos onde a canalização principal deve
ser mantida separada e manter esta conexão durante a tubulação é separada. A
capacidade de transporte de corrente deste condutor de ligação deve ser de pelo
menos a metade da capacidade da linha do condutor acima.[veja item 862.114(b)]

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CAPÍTULO VIII

TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR

A800 TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR

A801 INFORMAÇÕES GERAIS

Os requisitos abordados neste capítulo somente se referem a sistemas de transmissão


de gás em alto mar como descrito no item A802.1. Este capítulo incorpora por
referência a muitas das informações dadas nos capítulos prévios, e o sistema de
numeração utilizado neste capítulo é projetado para permitir uma referência fácil ao
restante do código.

A802 INTENÇÕES E ESCOPO

A802.1 ESCOPO

Este capítulo do Código cobre o projeto, material, requisitos, fabricação, instalação,


inspeção, teste, e os aspectos de segurança da operação e manutenção de sistemas
de transmissão de gás em alto mar. Para os objetivos deste capítulo os sistemas de
transmissão de gás em alto mar incluem tubulações de gás em alto mar, colunas de
tubulação, unidades de compressão de gás em alto mar acessórios da tubulação,
suportes de tubulação, conectores, e outros componentes que são especificamente
mencionados neste Código.

A802.2 INTENÇÃO

A intenção deste capítulo é de fornecer os requisitos adequados para um projeto,


instalação, e operação fiável e segura de sistemas de transmissão de gás em alto mar.
Os requisitos deste capítulo suplementam os requisitos do resto do Código. Portanto,
não é a intenção deste capítulo totalmente inclusivo e as providências devem ser feitas
para qualquer consideração especial que não está especificamente mencionada.

Não é a intenção deste capítulo evitar o desenvolvimento e a aplicação de novos


equipamentos e tecnologias. Tais atividades são encorajadas desde de que os
requisitos de confiabilidade e segurança deste Código sejam satisfeitos.

A803 TERMOS E DEFINIÇÕES PARA TRANSMISSÕES DE GÁS EM ALTO MAR

Cargas acidentais - qualquer carga ou combinações de cagas não planejadas


causadas pela intervenção do homem.

Acoplamento de rompimento - um componente introduzido na tubulação para permitir


que a tubulação se separe quando uma carga axial pré determinada seja aplicada no
acoplamento.
Empenamento - a condição na qual a tubulação sofreu deformação plástica suficiente
para causar o enrugamento permanente na parede do tubo ou deformação seccional
excessiva causada por dobras, cargas axiais, de impacto ou de torção agindo sozinhas
ou em combinação com a pressão hidrostática.

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Detetor de empenamento - qualquer meio para detectar deformações, ovalização
excessiva ou empenamento na tubulação.

Limitador de empenamento - qualquer dispositivo preso ou feito parte da tubulação com


o propósito de limitar a propagação do empenamento.

Empenamento de coluna - empenamento de uma viga ou tubo sob carga axial


compressiva na qual a carga causa deflexão lateral instável.

Conectores - Qualquer componente, exceto flanges utilizados com o propósito de unir


mecanicamente duas seções de tubo.

Pressão hidrostática externa - a pressão atuando sobre qualquer superfície externa


como resultado de sua submersão em água.

Tubo flexível - o tubo que é:

(a) componente que é fabricado de metal e não metal;

(b) capaz de permitir grandes deflexões sem prejudicar a integridade do tubo; e


(c) com a intenção de fazer parte integral do sistema de transporte de produto
permanente.
Tubo flexível não inclui: tubo de aço sólido, tubo plástico, tubo plástico de fibra
reforçada, mangueira de borracha, ou tubos de aço sólido cobertos com coberturas ou
revestimentos que não seja de aço.

Solda hiperbárica - uma solda executada a pressão hidrostática ambiente submersa


numa câmara na qual a água foi retirada da superfície a ser soldada.

Alto mar - área além da linha comum de água alta ao longo da porção de costa que
está diretamente ligada com mares abertos e longe da linha que demarca o limite em
direção ao mar das águas costeiras em terra.

Colunas de tubulações em alto mar - as tubulações em alto mar verticais ou perto da


vertical entre a tubulação da plataforma e a tubulação debaixo do fundo do mar,
incluindo o trecho do tubo de pelo menos cinco diâmetros de tubo abaixo do cotovelo
inferior, dobra ou guarnição. Devido à ampla variedade de configurações, o ponto
exato de transição entre tubulação, colunas de tubulação e tubulação de plataforma
deve ser selecionado baseado caso por caso.

Sistema de tubulação em alto mar - todo componente da tubulação instalado em alto


mar com o propósito de transportar gás mais do que a tubulação de uma instalação de
produção.
Mangueiras de petroleiros e barcaças não são consideradas partes do sistema de
tubulação em alto mar.

Plataforma em alto mar - qualquer estrutura feita por homens fixa ou permanentemente
ancorada ou ilhas artificiais localizadas em alto mar.
Colapso de tubo - deformação de achatamento do tubo como resultado da perda de
resistência através da seção e a forma circular, que é causada por uma excessiva
pressão hidrostática agindo sozinha.

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Tubulação da plataforma

(a) nas plataformas em alto mar onde são produzidos hidrocarbonetos, a tubulação da
plataforma consiste de todos os tubos de transmissão de gás, acessórios, e todo
componente que se encontre entre a instalação de produção e o colunas de
tubulações em alto mar. Isto inclui qualquer compressor de gás que não faça parte da
instalação de produção.

(b) nas plataformas em alto mar onde não são produzidos hidrocarbonetos, a tubulação
da plataforma consiste de todos os tubos de transmissão de gás, compressores,
acessórios, e componentes entre os colunas de tubulação em alto mar.

Devido à grande variedade de configurações, o ponto exato da transição entre os


colunas de tubulação em alto mar, a tubulação da plataforma, e a instalação de
produção deve ser selecionada caso a caso.

Propagação de Empenamento- um empenamento que progride rapidamente a longo da


tubulação causada pelo efeito da pressão hidrostática externa sobre um empenamento
formado previamente, um colapso localizado, ou outra deformação através da seção.

Tubo de Tração - um conduto preso a uma plataforma em alto mar através da qual uma
coluna pode ser instalada.

Coluna de tubo de tração - tubo de subida ou tubos instalados através do tubo de


tração.

Intervalo de retorno - intervalo de tempo médio entre eventos sucessivos de formação


de onda sendo eqüalizada ou excedida

Liquefação do solo - uma condição do solo, tipicamente causada por cargas cíclicas
dinâmicas (Ex.: ondas, terremotos, etc.) onde a tensão de cizalhamento efetiva no solo
é reduzida a zero, e o solo apresenta as propriedades de um líquido.

Zona de Choque - a área da coluna de tubulação ou outro componente da tubulação


que fica intermitentemente molhado e seco devido à ação das mares ou ondas.

Revestimento pesado - todo revestimento preso à tubulação como o propósito de


aumentar o peso específico da tubulação

A810 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS


Os materiais e equipamentos para sistemas de tubulação em alto mar deve estar de
acordo com os requisitos do item 810 e A811 até A816.

A811 QUALIFICAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS


Materiais e equipamentos devem estar de acordo com os métodos de qualificação
especificados no item 811, exceto que um tubo "não identificado", tubo plástico, tubo
plástico com reforço não metálico, tubo de ferro fundido, e tubo de ferro dúctil não
possa ser usado para transporte de gás natural.

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A812 MARCAÇÃO

Toda marcação de materiais de sistemas de tubulação em alto mar deve estar


conforme o item 812.
A813 ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS

A813.1

Os materiais utilizados em sistemas de tubulação em alto mar devem estar conforme


as disposições do item 813 como expandido ou excluído abaixo:

(a) materiais de revestimento pesado de concreto ( cimento, agregados, aço reforçado)


devem alcançar ou exceder os requisitos da norma ASTM respectiva.

(b) o tubo flexível deve ser fabricado de materiais que cumpram os requisitos da norma
ASTM ou ASME respectivas.

A813.2

Além dos requisitos contidos nas normas referidas , certos outros equipamentos podem
ser considerados para tubos ou componentes de tubos usados em alto mar,
dependendo da profundidade da água, temperatura da água, pressão interna,
composição do produto, temperatura do produto, métodos de instalação e ou condições
de carga. Então, as considerações podem incluir uma ou mais das seguintes:
(a) tolerância da espessura da parede;

(b) tolerância do diâmetro externo;


(c) erros de circunferência;
(d) resistências máximas e mínimas de escoamento e tração;
(f) equivalência de carbono máxima;
(g) resistência à fratura;
(h) dureza
(i) teste hidrostático de dureza à furação do tubo e outros testes mecânicos.

A814 MATERIAIS PARA USO EM CLIMAS FRIOS

Materiais para uso em sistemas de tubulação em alto mar em ambientes frios devem
estar em conformidade ao item 814 a menos que seja estabelecido o contrário aqui.

A815 ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS

As especificações para equipamentos de sistemas de tubulações em alto mar devem


estar em conformidade ao item 815 a menos que seja estabelecido o contrário aqui.

A816 TRANSPORTE DO TUBO DA LINHA


O Transporte do tubo da linha deve ser de acordo com o item 816 e as providências
respectivas do API RP 5LW. Adicionalmente, o transporte em caminhões ou outro
veículo rodoviário deve ser executado de tal forma a evitar o dano do tubo. Devem ser

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tomadas providências para proteger o revestimento anticorrosão do tubo, chanfro da
ponta do tubo e o revestimento pesado da tubulação, de dano.

A820 SOLDAGEM DE TUBULAÇÕES EM ALTO MAR

A821 GERAL

A821.1 Escopo

Esta seção se refere à soldagem de tubulações de materiais de aço carbono que são
utilizadas em tubulações em ambientes de alto mar. Cobre soldas de topo e filete em
tubos, válvulas, flanges, uniões, etc. , incluindo conexões de aparelhos e
equipamentos. A soda coberta pode ser feita sob uma condição atmosférica ou
hiperbárica. Os requisitos para solda, procedimentos de solda, e qualificações de solda
devem estar de acordo com as disposições do Capítulo II deste Código com a
aplicação das disposições especiais deste Capítulo. Este Capítulo não se aplica a
soldagem de uniões na fabricação de tubos ou outro acessórios fabricados.

A821.2 Processo de Soldagem


A soldagem pode ser feita por qualquer processo ou combinação de processos que
produzam soldas que atendam os requisitos de qualificação de procedimentos deste
Código e podem ser inspecionados por meios convencionais.

A821.3 Requisitos

(a) Antes da solda ao ambiente de qualquer tubo, ou componentes da tubulação, ou


equipamentos relacionados, devem ser escritas e qualificadas as Especificações do
Procedimento de Soldagem. O procedimento aprovado deve incluir os respectivos
detalhes listados na norma API 1104.

(b) Antes da soldagem hiperbárica de qualquer tubo, componente da tubulação, ou


equipamento relacionado, deve ser escritas e qualificadas as Especificações do
Procedimento de Soldagem. O procedimento aprovado deve incluir os respectivos
detalhes listados na norma API 1104 e ANSI/AWS D3.6.

(c) Todo soldador ou operador de solda deve ser qualificado através dos procedimentos
estabelecidos antes da execução de qualquer solda em algum tubo, componente da
tubulação, ou equipamento relacionado montado de acordo com este Código.

(d) As qualificações de Procedimentos de Soldagem, tanto quanto as qualificações do


soldador ou operador de solda, são válidas somente dentro dos limites estabelecidos
no procedimento de soldagem. Se for feita alguma mudança em algum detalhe,
chamadas de "variações essenciais" ou "mudanças essenciais", são necessária
qualificações adicionais. As variações essenciais da norma API 1104 devem ter
precedência em coisas não afetadas pelo ambiente abaixo d'água, e a norma ANSI/
AWS D3.6 deve governar aquelas mudanças essenciais relativas ao ambiente de
soldagem abaixo d'água, e às condições de trabalho.

A822 PREPARAÇÃO PARA SOLDAGEM

A preparação final para soldagem deve ser feita de acordo com os requisitos do item
822.

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A823 QUALIFICAÇÃO DE PROCEDIMENTOS E SOLDADORES

A qualificação de procedimentos e soldadores deve ser feita de acordo com os


requisitos do item 823, exceto que os itens 823.1 e 823.2 não se aplicam a alto mar.
(a) Os procedimentos de soldagem e os soldadores que fazem soldagens ao ambiente
de acordo com esta seção devem ser qualificados segundo a norma API 1104, exceto
nas aplicações em que o projeto, materiais, fabricação, inspeção, e teste estão de
acordo com o Código BPV, Seção VIII, os procedimentos e os soldadores devem ser
qualificados segundo o Código BPV, seção IX.

(b) Os procedimentos de soldagem e os soldadores que fazem soldagens hiperbáricas


de acordo com esta seção devem ser qualificados segundo as disposições de teste da
API 1104 como suplementado pelas especificações Para Soldagens embaixo da Água
para soldagens do tipo "O", ANSI/DWS D3.6.

A823.3 Requisitos para Requalificação de Soldadores

As requalificações de soldadores deve ser feita de acordo com o item 823.3.

A824 PRÉ-AQUECIMENTO

As disposições para pré-aquecimento devem estar de acordo com o item 824.

A825 ALÍVIO DE TENSÕES


As disposições para alívio de tensões devem estar de acordo com o item 825, exceto
que os requisitos para alívio de tensões podem ser ignorados, sem levar em conta a
espessura da parede, desde que possa ser demonstrado que um procedimento de
soldagem satisfatório sem o uso de um tratamento de aquecimento de depois da
soldagem foi desenvolvido. Tal demonstração deve ser conduzida com materiais sob as
condições que simulem, tão próximo quanto possível, a soldagem de produção real.
Devem ser tomadas medições das propriedades de tração, resistência e dureza da
solda e a zona afetada pelo calor. Não é necessário o alívio de tensões se:

(a) as medições indicam que as propriedades metalúrgicas e mecânicas se encontram


dentro dos limites especificado para materiais e serviços a que se destina; e
(b) e uma análise engenharia for executada para assegurar que as propriedades
mecânicas da soldadura e as tensões residuais sem tratamento de aquecimento depois
da soldagem são satisfatórios para os serviços a que se destina. Em alguns casos, são
necessárias medições da tensão residual.
A826 TESTES DE SOLDAGEM E INSPEÇÃO

A826.1 Inspeções e Testes para Controle de Qualidade de Soldas em Sistemas de


Tubulação

A826.11 Abrangência do Exame. Cem por cento do número total das soldas de topo
circunferenciais em tubulações de alto mar devem ser inspecionas de forma não
destrutiva, se for possível, mas em nenhum caso as inspeções de tais soldas deve ser
de menos de 90%. As inspeções devem cobrir 100% do comprimento de estas soldas.

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A826.12 Normas de Aceitabilidade. Todas as soldas que são inspecionadas devem
alcançar as normas de aceitabilidade da norma API 1104 ou do Código BPV, seção VIII,
da maneira adequada para o serviço de soldagem, for reparado e reinspecionado
apropriadamente, ou retirado.
A826.13 Limites Alternativos de Aceitação de Defeito. Para soldas circunferenciais
numa tubulação, os limites alternativos de aceitação de defeitos podem ser baseados
em análises de mecânica da fratura e os critérios de capacitação para os propósitos
como descritos na norma API 1104. Tais normas de aceitação alternativos devem ser
reforçados através de análises de tensões, requisitos de testes de soldagem
suplementares, e exames não destrutivos além dos requisitos mínimos especificados
aqui. A precisão de técnicas não destrutivas para medições profundas de defeitos
devem ser verificadas através dados para estabelecer a probabilidade de tolerância de
erros de inspeção propostos.

A830 COMPONENTES DO SISTEMA E DETALHES DE FABRICAÇÃO

A830.1 Geral

O propósito desta seção é fornecer um conjunto de critérios para os componentes do


sistema que serão usados em aplicações em alto mar.

A831 COMPONENTES DO SISTEMA DE TUBULAÇÕES

Todos os componentes do sistema devem estar em conformidade com o item 831,


exceto que em aplicações submersas no mar, o ferro fundido ou ferro dúctil não deve
ser utilizado em flanges, uniões, ou componentes de carcaça de válvula.

Todos os componentes do sistema para aplicações em alto mar devem ser capazes de
resistir com segurança as mesmas cargas das do tubo no percurso em que eles são
incluídos, exceto ¨ligações fracas¨ (exemplo acoplamentos de rompimento) projetados
em um sistema para falhar sob cargas específicas. Devem ser feitas considerações
para minimizar a concentração de tensões.

Os componentes do sistema que não são cobertos especificamente no item 831 devem
ser capacitados para enquadramento através de:

(a) testes de protótipo em escala amplamente documentados ou por montagens


especiais; ou
(b) um histórico de utilização bem sucedida de tais componentes ou montagens
especiais feitas pelos mesmos métodos de projetos. Deve-se tomar cuidado em
qualquer nova aplicação de projetos existentes para assegurar adequabilidade para o
serviço a que se destinam.
A832 EXPANSÃO E FLEXIBILIDADE

Sistemas de tubulação submarina não enterrados, incluindo tubulação de


plataformas, devem estar em conformidade com os requisitos do parágrafo 832.
Cálculos de dilatação e contração térmicas devem considerar o diferencial de

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temperatura entre a temperatura do material durante operação e sua temperatura
durante a instalação.

A834 SUPORTES E ANCORAGEM PARA TUBULAÇÕES EXPOSTAS


Suportes e ancoragem para tubulação e colunas de plataformas devem estar em
conformidade com os requisitos do parágrafo 834, com exceção de que nenhuma
ligação que não seja uma peça circundante deve ser soldada diretamente à tubulação
(ver parágrafo A842.27).
A835 ANCORAGEM PARA TUBULAÇÕES ENTERRADAS

Tubulações submarinas enterradas devem estar em conformidade com os


requisitos do parágrafo 835. Cálculos de expansão e contração térmica devem
considerar os efeitos de material de enchimento totalmente saturados na resistência do
solo.
Quando uma tubulação submersa deve ser colocada através de uma zona de
falha conhecida, ou em uma área com tendência a sofrer tremores de terra, onde novas
falhas são uma possibilidade, deve-se considerar a necessidade de flexibilidade no
sistema de tubulação e seus componentes para minimizar a possibilidade de estrago
devido à atividade sísmica.
Os requisitos do parágrafo 835.51 para conectores e ramificações não se
aplicam a sistemas de tubulação submersos em alto mar. Um meio apropriado de evitar
esforço excessivo sobre conexões de tubulação em alto mar é garantir uma
flexibilidade adequada nas ramificações no solo marítimo.

A840 PROJETO, INSTALAÇÃO E TESTES

A840.1 Disposições gerais


O projeto, instalação e teste de sistemas de transmissão de gás (incluindo
tubulações, colunas, estações de compressão, e seus acessórios) devem estar em
conformidade com as disposições das seguintes seções.

A841 CONSIDERAÇÕES DO PROJETO

A841.1 Condições do Projeto

Vários parâmetros físicos, daqui por diante chamados de condições de projeto,


governam o projeto do sistema de tubulação em alto mar, tal que ele atenda aos
requisitos de instalação, operação, e outros requisitos de pós-instalação. Alguns dos
fatores que podem influenciar na segurança e confiabilidade de uma tubulação e
colunas em alto mar incluem:
(a) ondas
(b) corrente
(c) solo marinho
(d) vento
(e) gelo
(f) atividade sísmica
(g) movimento da plataforma
(h) temperatura
(i) pressão
(j) profundidade da água

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(k) estabelecimento dos suportes
(l) cargas acidentais
(m) navegação comercial
(n) atividades de pesca
O projeto de tubulações em alto mar é em geral controlado por considerações de
instalação, ao invés de condições de carga de operação.
A841.2 Considerações sobre o Projeto de Instalação
O projeto de um sistema de tubulação em alto mar adequado para uma
instalação segura e o desenvolvimento de procedimentos de construção de tubulações
em alto mar devem se basear nas considerações dos parâmetros listados nos
parágrafos A841.21 a A841.25. Estes parâmetros devem ser considerados na medida
que eles são significativos para o sistema proposto e aplicáveis ao método de
instalação considerado.

A841.21 Peso. O efeito do peso dos tubos de tubulações (aéreas ou submersas)


sobre o esforços instalação deve ser considerado. Variações devido à tolerância na
produção das camadas de peso e absorção de água também deve ser considerada.

A841.22 Perfil. Variações na profundidade da água ao longo da rota de


tubulação deve ser considerada. O efeito de ondas deve ser incluído para localidades
onde tais variações são uma fração significativa da profundidade da água. Inclinações
no solo, obstruções ou irregularidades que afetam o nível de esforços sobre a
instalação devem ser considerados.

A841.23 Cargas Ambientais. Forças ambientais locais, incluindo aquelas


induzidas pelo vento, ondas, correntes, gelo, atividade sísmica, e outros fenômenos
naturais estão sujeitas a variações drásticas em regiões em alto mar. Estas variações
em potencial devem ser consideradas durante o projeto de instalação e planejamento
de contingência.

A841.24 Cargas Impostas pelo Equipamento de Construção e Movimento


dos Barcos. As limitações e características comportamentais do equipamento de
instalação devem ser consideradas no projeto de instalação.
O movimento dos barcos deve ser considerado caso possam resultar em
esforços sobre tubos ou danos aos tubos/revestimento, suficiente para impedir o bom
funcionamento da tubulação.
A841.25 Solo. As características do solo devem ser consideradas quando os
procedimentos de instalação forem elaborados para o seguinte:
(a) instalação de colunas em tubos de tração
(b) colocação de curvas horizontais no percurso da tubulação
(c) reboques inferiores da tubulação
(d) entrincheiramento e reaterro
A841.3 Considerações de Projeto Operacional

A841.31 Classificações de Carga. Todas as partes do sistema de tubulação e


colunas em alto mar devem ser projetadas para a mais crítica combinação de cargas
ambientais operacionais e de projeto, agindo simultaneamente, às quais o sistema
poderá ser submetido. Cargas de projeto de ventos, ondas e correntes devem se
basear em um tempo de retorno superior a cinco vezes a vida de projeto da tubulação,
ou 100 anos, o que for menor.

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Se a filosofia se operação da tubulação for tal que a operação com carga
operacional máxima deva ser mantida durante tempestades de projeto, então o sistema
deve ser projetado para ação concomitante de cargas ambientais de projeto e
operacionais.
Se a filosofia de operação for tal que as operações serão reduzidas ou
interrompidas durante condições de tempestade de projeto, então o sistema deve ser
projetado tanto para:
(a) carga operacional máxima, mais cargas ambientais coincidentes máximas
(b) cargas ambientais de projeto, mais cargas operacionais reduzidas
adequadas
A direcionalidade das ondas, ventos e correntes deve ser considerada para
determinar a combinação mais crítica esperada das cargas acima.

A841.32 Cargas Operacionais. Cargas operacionais que devem ser


consideradas são aquelas forças impostas sobre o sistema de tubulação sob condições
ambientais estáticas.(isto é, excluindo os ventos, ondas, correntes e outras cargas
dinâmicas).
Cargas que devem ser consideradas como cargas operacionais incluem:
(a) peso de extensões de tubos não suportadas, incluindo (quando
apropriado) o peso de:
(1) tubo;
(2) revestimentos e água absorvida neles;
(3) material anexado aos tubos;
(4) conteúdo transportado;
(b) pressão interna e externa;
(c) expansão e contração térmicas;
(d) empuxo;
(e) precarregamento (exclusivo de configurações de tubulação
estruturalmente rígidas, como em dobras de colunas de tubos de tração);
(f) cargas estáticas induzidas pelo solo (por ex., sobrecarga).
Os efeitos de pre-carregamento, tais como curvas permanentes induzidas pela
instalação, devem ser considerados quando afetarem o bom funcionamento da
tubulação.
A841.33 Cargas Ambientais de Projeto. As cargas que devem ser considerada
nesta categoria incluem, quando apropriado, aquelas que surgem devido a:
(a) ondas;
(b) correntes;
(c) ventos;
(d) eventos sísmicos;
(e) cargas acidentais (por ex., redes de pesca, âncoras);
(f) cargas dinâmicas induzidas pelo solo (por ex., deslizamento de material,
liquefação);
(g) cargas de gelo (por ex., peso, impactos por flutuação, erosão).

A842 CONSIDERAÇÕES DE FORÇA

Análises de instalação e projeto devem se basear em métodos de engenharia


aceitos, resistência de materiais, e condições de projeto aplicáveis.

A842.1 Considerações de Força Durante a Instalação

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As subseções seguintes definem os requisitos mínimos de segurança contra
falhas devidas a empenamento ou escoamento durante todas as fases de instalação do
sistema de tubulação (isto é, manuseio, colocação, entrincheiramento, etc., até os
testes).
A842.11 Empenamento. A tubulação deve ser projetada e instalada de
maneira a evitar empenamento durante a instalação. O projeto e os procedimentos
para instalação devem considerar os efeitos da pressão hidrostática externa, momento
de tensão, cargas axiais e de torção, e tubos com circularidade deformada. Deve-se
considerar também o fenômeno de propagação de tensão.

A842.12 Colapso. A espessura das paredes dos tubos são projetadas para
resistir colapso devido à pressão hidrostática externa. Consideração devem incluir os
efeitos de tolerância do esmeril na espessura das paredes, circularidade deformada, e
qualquer outro fator aplicável.

A842.13 Tensão Longitudinal Permitida. A tensão longitudinal máxima devido


à cargas axiais e de flexão durante a instalação deve ser limitado a um valor que
previna o empenamento dos tubos e não impeça o bom funcionamento da tubulação
instalada.

A842.14 Tensão Permitida. Em lugar do critério de tensão do parágrafo


A842.13, um limite de tensão de instalação permitido pode ser usado. A tensão
longitudinal máxima devido a cargas axiais e de flexão durante a instalação deve ser
limitado a um valor que previna o empenamento dos tubos e não impeça o bom
funcionamento da tubulação instalada.

A842.15 Fadiga de Instalação. Flutuações antecipadas de esforços, de


magnitude e freqüência suficientes para induzir fadiga significativa devem ser
consideradas no projeto.

A842.16 Peças Especiais. A instalação de tubulações com peças especiais (tais


como torneiras e compensadores de colunas) está sujeita aos mesmos requisitos dos
parágrafos A842.11 a A842.15.

A842.17 Tensão Residual. O sistema de tubulação deve ser instalado de


maneira a minimizar a tensão residual. Há a exceção quando o projetista planeja a
tensão residual propositadamente (por ex., recolhimento frio das colunas, colunas de
tubos de tração). Quando a tensão residual é significativo, ela deve ser considerada no
projeto de operação do sistema de tubulação (veja o parágrafo A842.2).

A842.18 Tubos Flexíveis. Os fabricantes recomendaram que carga máxima e


raio de curvatura mínimo fossem observados durante a instalação. Tubos flexíveis
devem ser projetados ou selecionados para evitar colapso devido aos efeitos
combinados de pressão externa, forças axiais e tangenciais. Procedimentos de
instalação devem ser projetados para evitar empenamento.

A842.2 Considerações de Força Durante as Operações


l
A842.21 Critérios Operacional e de Projeto
A842.211 Tubulações e colunas devem ser projetadas contra os
seguintes modos possíveis de falha, quando apropriado:

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(a) escoamento excessivo
(b) empenamento
(c) falha por fadiga
(d) fratura dúctil
(e) fratura frágil
(f) perda de estabilidade local
(g) fratura propagadora
(h) corrosão
(i) colapso

TABELA A842.22
FATORES DE PROJETO PARA TUBULAÇÕES EM ALTO MAR,
TUBULAÇÕES DE PLATAFORMAS, E COLUNAS DE TUBULAÇÃO
F1 F2 F3
Localização Tensão Tangencial Tensão Longitudinal Tensão Combinada
Tubulação 0,72 0,80 0,90
Colunas e 0,50 0,80 0,90
tubulações de
plataformas

A842.212 Além disso, deve-se considerar impactos devido a:


(a) objetos estranhos
(b) âncoras
(c) redes de pesca
(d) barcos, quilhas de gelo, etc.
A842.22 Projeto Contra Escoamento
A842.221 Tensão Tangencial. Para tubulações e colunas a tensão
tangencial devida à diferença entre as pressões interna e externa não deve exceder os
valores dados abaixo:
NOTA: A convenção de sinais é tal que tensão é positiva e compressão é negativa.

Sh FA 03 F1 S T

Sh = D (Pi - Pe)/2t

onde:
Sh = tensão tangencial, psi
Pi = pressão de projeto interna, psi
Pe = pressão externa, psi
D = diâmetro nominal externo do tubo, pol.
t = espessura nominal da parede, pol.
F1 = fator de projeto da tensão tangencial da Tabela A842.22
S = tensão de escoamento mínima especificada, psi
T = fator de temperatura da Tabela 841.116 A

A842.222 Tensão Longitudinal. Para tubulações e colunas a tensão


longitudinal não deve exceder os valores encontrados a partir da relação

|SL| FA 03 F2S

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onde:
SL = tensão longitudinal máxima, psi ( positiva, tração; negativa,
compressão)
F2 = fator de projeto de tensão longitudinal da Tabela A842.22
S = tensão de escoamento mínima especificada, psi
|| = valor absoluto

A842.223 Tensão Combinada. Para tubulações e colunas a tensão


combinada não deve exceder o valor dado pela equação de tensão de cizalhamento
máxima (tensão combinada de Tresca):

onde:
SL = tensão longitudinal máxima, psi
Sh = tensão tangencial, psi
F 3 = fator de projeto de tensão combinada da tabela A842.22
S = força de tensão de escoamento mínima especificada, psi
Ss = tensão de cizalhamento tangencial, psi

Alternativamente, a Teoria de Energia Distorcional Máxima (tensão combinada


de Von Mises) pode ser utilizada para limitar os valores da tensão longitudinal. De
acordo com esta teoria, os valores da tensão longitudinal não devem exceder os
valores dados por esta equação:
(Sh2 - SLSh + SL 2 + 3Ss2 )1/2 FA 03 F3 S

A842.23 Projeto Alternativo para Tensão. Em situações onde a tubulação


sofre um deslocamento acíclico previsível de seu suporte (por ex., movimento de falha
ao longo do traçado da tubulação ou sedimentação diferencial ao longo da linha) ou
sedimentação do tubo antes do contato com o suporte, os limites de tensão combinada
e longitudinal não precisam ser utilizados como critério de segurança contra
escoamento excessivo, visto que as conseqüências do escoamento não causam
detrimento à integridade da tubulação. A tensão longitudinal máxima permitida depende
da ductilidade do material, qualquer tensão plástica sofrida anteriormente, e o
comportamento de empenamento do tubo. Nos casos em que tensões plásticas são
previstas, a excentricidade do tubo, tubo com circularidade deformada, e a capacidade
da solda suportar tensões sem efeitos de detrimento da linha devem ser considerados.
Analogamente, os mesmos critérios devem ser aplicados à tubulação durante a
construção (por ex., tubos de tração ou sapatas de colunas de dobras).

A842.24 Projeto Contra Empenamento e Ovalização. A prevenção contra


empenamento da tubulação e colunas durante a operação deve ser considerada no
projeto. Possíveis modos de empenamento incluem:
(a) empenamento local da parede do tubo
(b) empenamento de propagação seguido de empenamento local
(c) empenamento de coluna

A842.25 Projeto Contra Fadiga. Flutuações de tensão de magnitude e


freqüência suficientes para induzir fadiga significativa devem ser consideradas no
projeto.
Cargas que podem afetar a fadiga incluem:
(a) vibrações dos tubos, tal como a induzida por redemoinhos

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(b) ação das ondas
A distância dos tubos e colunas devem ser projetada de modo que vibrações
ressonantes induzidas por redemoinhos sejam prevenidas, sempre que possível.
Quando não for possível na prática, as tensões resultantes totais devem ser inferiores
aos limites permitidos no parágrafo A842.22, e tais que não hajam falhas por fadiga
durante o tempo de vida projetado da tubulação.
A842.26 Projeto Contra Fratura. Materiais utilizados para transporte de
misturas gasosas ou gás líquido sob alta pressão devem ter resistência razoavelmente
alta à propagação de fraturas sob as condições de projeto, ou deve-se utilizar outros
métodos para limitar a extensão de uma fratura.
A842.27 Projeto de Garras e Suportes. Garras e suportes devem ser
projetados de forma que uma transferência suave de cargas seja feita da tubulação ou
colunas para a estrutura de suporte sem a ocorrência de tensões altamente localizadas
devido à concentração de tensão. Quando peças devem ser soldadas aos tubos elas
devem circular totalmente o tubo e serem soldadas à ele por uma solda que também
circule-o totalmente. O suporte deve ser preso à peça circulante e não ao tubo.
Todas as soldas feitas aos tubos devem ser testadas de maneira não destrutiva.
Garras e suportes devem ser projetados de acordo com os requisitos do API RP 2A,
Seção 3.
O projeto de suportes e garras deve considerar os efeitos corrosivos de
aberturas e fissuras que retêm umidade e metais galvanicamente diferentes.

A842.29 Projeto de Protetores Estruturais de Colunas de Tubulações. Nos


casos em que as colunas de tubulação estejam instalados em áreas sujeitas a
impactos do tráfego marinho, dispositivos protetores devem ser instalados na zona
sujeita a danos, para proteger os tubos e revestimento.

A842.30 Projeto e Proteção de Peças Especiais. O projeto de conexões e


peças especiais, tais como peças de encaixe submarinas, liras de expansão, conexões
de colunas de solo, e várias tubulações submarinas, devem considerar as forças e
efeitos adicionais impostos por um ambiente submarino. Tais considerações adicionais
incluem o projeto de correntes de tempestades e potencial de movimento do solo em
sedimentos soltos, liquefação do solo, maior corrosão potencial, expansão e contração
térmicas, e tensão devido a procedimentos de instalação. Em áreas ativas de pesca,
medidas protetoras devem ser adequadas para conexões e peças especiais.
A842.31 Projeto de Tubo Flexível. Devido a composição de seus compósitos,
o comportamento mecânico dos tubos flexíveis é significativamente diferente daquele
de tubos de aço. Tubos flexíveis podem ser utilizados em tubulações em alto mar se os
cálculos e/ou resultados dos testes confirmarem que os tubos podem suportar as
cargas consideradas no parágrafos A841.32 a A841.33 com segurança. Deve-se
considerar sua natureza permeável na seleção de um tubo flexível. A possibilidade de
implosão sob as condições combinadas de alta pressão, alta temperatura, e
despressurização rápida deve ser investigada quando tais condições forem esperadas.

A843 ESTABILIDADE NO SOLO

O projeto de tubulações para estabilidade lateral e vertical é governado pela


batimetria do solo marinho, características do solo, e pela possibilidade de ocorrência
de eventos hidrodinâmicos, sísmicos e de comportamento do solo durante a vida do

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sistema. As condições de projeto a serem consideradas são dadas nas próximas
subseções.
O sistema de tubulação deve ser projetado para evitar movimentos horizontais e
verticais, ou tal que os movimentos sejam limitados a valores que não excedam a
resistência de projeto (ver parágrafo A842). Fatores típicos a serem considerados no
projeto de estabilidade incluem:
(a) força das ondas e correntes
(b) erosão e afastamento resultante
(c) liquefação
(d) falha por inclinação
A estabilidade pode ser conseguida por meios como, mas não limitados a: peso
do tubo submerso; entrincheiramento do tubo abaixo do nível; ancoramento.
Ao se fazer cálculos de forças hidrodinâmicas, o fato de que a força das ondas
variam espacialmente ao longo do comprimento da tubulação deve ser levado em
consideração.
A843.1 Condições de Tempestade de Projeto

O projeto de condições de onda e corrente para porções de uma tubulação que


não será entrincheirada deve se basear em uma tempestade tendo um intervalo de
retorno mínimo superior a cinco vezes a vida de projeto ou 100 anos, o que for menor.
As porções do sistema de tubulação a serem entrincheiradas devem ser projetadas
para condições de ondas e correntes baseadas em um estudo cuidadoso do tempo de
exposição dos tubos. A combinação esperada mais desfavorável de condições de
ondas e correntes deve ser utilizada. Condições máximas de ondas e correntes não
necessariamente ocorrem simultaneamente. A seleção da condição mais desfavorável
deve considerar o tempo de ocorrência, magnitude e direção das ondas e correntes.
A843.2 Estabilidade Contra Ondas e Correntes

A843.21 Peso Submerso. O peso do tubo submerso pode ser projetado (como
por revestimento de peso) para resistir ou limitar o movimento à valores aceitáveis. As
forças hidrodinâmicas devem ser baseadas nos valores de ondas e correntes para a
condição de tempestade de projeto para a localidade específica.
A direcionalidade e concorrência das ondas e correntes deve ser considerada.

A843.22 Solo. Os fatores de interação tubo-solo utilizados devem ser


representativos das condições do solo no local.

A843.23 Entrincheiramento. A tubulação e seus acessórios devem ser


entrincheiradas abaixo do nível do solo para fornecer estabilidade. A tubulação deve ser
projetada para estabilidade contra ondas e correntes antes do entrincheiramento.
Entretanto, tal estabilidade necessita ser baseada apenas em condições ambientais
esperadas durante o período de exposição do tubo.
A843.24 Preenchimento. O preenchimento ou outras coberturas protetoras,
quando necessário, deve ser realizado com materiais e procedimentos que evitem
danos à tubulação e revestimentos.

A843.25 Ancoramento. O ancoramento pode ser utilizado no lugar de, ou em


conjunto com pesos submersos para manter a estabilidade. As âncoras devem ser
projetadas para suportar cargas laterais e verticais esperadas da condição de
tempestade de projeto. As âncoras devem ser espaçadas de modo a evitar o esforço

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excessivo nas seções de tubo entre âncoras. O sistema de ancoramento e tubos
adjacentes devem ser projetados para evitar que a erosão e afastamento resultante
sobrecarreguem a tubulação. O efeito das âncoras sobre o sistema de proteção
catódico deve ser considerado.
A843.3 Aproximações da Costa

Tubulações na área de aproximação da costa devem ser entrincheiradas ou


enterradas na profundidade necessária para evitar erosão, afastamento, ou problemas
de estabilidade que afetam a integridade e a operação segura da tubulação durante
sua vida útil prevista. Variações periódicas na espessura dos sedimentos próximos da
costa e erosão da linha da costa durante a vida útil da tubulação deve ser considerada.

A843.4 Falha por Inclinação


A tubulação deve ser projetada para falhas por inclinação em áreas de
ocorrência prevista ou conhecida, tal como zonas de deslizamentos e áreas de
desabamentos sísmicos. O tempo de exposição de projeto deve ser superior à
expectativa de vida da tubulação. Se não for possível na prática projetar o sistema para
suportar o evento, a tubulação deve ser projetada para desmontes controlados, com
sistema de válvulas para evitar seu esvaziamento.
A843.5 Liquefação do Solo

O projeto para efeitos de liquefação devem ser realizados para áreas de


ocorrência conhecida ou esperada. A liquefação do solo normalmente resulta de
sobrepressões de ondas cíclicas ou cargas sísmicas de solos susceptíveis. A gravidade
específica da tubulação como um todo deve ser projetada ou métodos alternativos
devem ser selecionados para garantir estabilidade tanto vertical como horizontal.
Condições sísmicas de projeto utilizadas para prever a ocorrência de liquefação
do solo ou falha por inclinação devem ter o mesmo intervalo de recorrência que o
utilizado para os cálculos de força de projeto de operação para a tubulação. A
ocorrência de liquefação do solo devido às sobrepressões das ondas deve ser baseada
em um período de retorno de tempestade superior a cinco vezes a vida de projeto ou
100 anos, o que for menor.

A844 ESTAÇÕES COMPRESSORAS


A844.1 Informações Gerais

Os requisitos desta seção reconhecem as condições de projeto únicas e


limitações de espaço impostas no projeto de componentes de compressão em alto mar
e portanto relata apenas a componentes de compressão em alto mar.
Outro objetivo desta seção é alertar o projetista sobre segurança pessoal
durante o projeto e operação de componentes de compressão em alto mar.

A844.22 Localização dos Componentes de Compressão

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Os componentes de compressão localizados em plataformas devem ser
projetados para facilitar o livre movimento do equipamento de bombeiros ou outro
equipamento de emergência.

A844.21 Cercas. Todas as cercas localizadas em uma plataforma em alto mar


devem ser feitas de material não combustível como definido na NFPA 220, Capítulo 2,
Seção 2-6 e Seção 2-3. O projeto de cercas em plataformas em alto mar deve
considerar as condições de carga definidas no parágrafo A841.3.

A844.22 Saídas. Um mínimo de duas saídas deve ser fornecido para cada nível
de operação de um prédio de compressão. Qualquer andaime elevado, incluindo
andaimes de motores a mais de 10 pés acima do piso, dever ser munido de duas
saídas. A distância máxima de qualquer ponto dentro do prédio compressor a uma
saída não deve exceder 75 pés. Saídas de cercas devem estar desobstruídas e
localizadas de modo a fornecer uma rota conveniente de escape e deve fornecer uma
passagem contínua e desobstruída para um local de segurança. Portas de saída
localizadas em paredes externas devem abrir para fora e estar equipadas com
maçanetas que possam ser facilmente abertas do lado de dentro sem a necessidade
de uma chave.

A844.3 Componentes Elétricos


Todos os componentes elétricos e fiações instaladas em plataformas de
compressão em alto mar devem estar em conformidade com os requisitos do NFPA 70,
se equipamentos disponíveis comercialmente assim o permitir.
Instalações elétricas em áreas de risco em alto mar, como definido no Capítulo
5, Artigo 500 e que devem permanecer em operação durante o desligamento de
emergência da estação de compressão como colocado no parágrafo A844.431 devem
ser projetadas para estar em conformidade com o NFPA 70, para os requisitos de
Classe I, Divisão I.
As diretrizes da API-RP-14F devem ser consideradas no projeto de
componentes elétricos.
A844.4 Equipamento da Estação de Compressão

A844.41 Componentes de Tratamento de Gás

A844.411 Remoção de Líquido. A menos que indicado o contrário,


todas as disposições do parágrafo 843.411 devem ser aplicadas aos componentes de
alto mar.

A844.412 Equipamento de Remoção de Líquido. A menos que indicado


o contrário, todas as disposições do parágrafo 843.412 devem ser aplicadas aos
componentes de alto mar.

A844.42 Proteção Contra Fogo. A menos que indicado o contrário, todas as


disposições do parágrafo 843.42 devem ser aplicadas aos componentes de alto mar.

A844.43 Dispositivos de Segurança

A844.431 Componentes de Desligamento de Emergência. Todos os


equipamentos de compressão de gás devem estar munidos com um sistema de
desligamento de emergência que bloqueará o gás que entra e sai da estação de

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compressão. A operação do sistema de desligamento de emergência deve causar o
desligamento de todos os equipamentos de compressão de gás e todos os
equipamentos movidos a gás, e deve desenergizar os componentes elétricos no prédio
de compressão, com exceção dos que fornecem luz de emergência para proteção
pessoal e aqueles necessários para proteção de equipamentos. O sistema de
desligamento de emergência deve ser operante em um mínimo de dois locais em cada
nível da plataforma, isto é, caso uma plataforma em alto mar tenha mais de um piso
claramente definido, cada piso deve ter um mínimo de dois locais de desligamento.
Tubulações de esvaziamento devem se estender a um local onde a descarga de gás
não possa criar riscos aos componentes da plataforma. Deve-se considerar líquidos de
arraste em potencial, correntes de vento, e localização dos cômodos da tripulação se
fizerem parte da plataforma. Sob condições de arraste líquido severas e fracas
correntes de vento, deve-se considerar uma estrutura em separado para um
componente de esvaziamento.

A844.432 Freios contra Sobrevelocidade dos Motores. A menos que


indicado o contrário, todas as disposições do parágrafo 843.432 devem ser aplicadas
aos componentes de alto mar.

A844.44 Requisitos de Limitadores de Pressão para Componentes de


Compressão em Alto Mar. A menos que indicado o contrário, todas as disposições
dos parágrafos 843.441 e 843.442 devem ser aplicadas aos componentes de alto mar.

A844.444 Ventilador. Válvulas de alívio de pressão devem ser ventiladas


à atmosfera de modo que nenhum dano seja causado. Linhas de ventilação,
conectores centrais comuns, e linhas de esvaziamento da plataforma devem ter
capacidade suficiente, de modo que não interfiram com o desempenho do dispositivo
de alívio.

A844.45 Controle de Gás Combustível. A menos que indicado o contrário,


todas as disposições do parágrafo 843.45 devem ser aplicadas aos componentes de
alto mar.
A844.46 Falhas de Lubrificação e Refrigeração. A menos que indicado o
contrário, todas as disposições do parágrafo 843.46 devem ser aplicadas aos
componentes de alto mar.

A844.5 Prevenção de Explosões

A menos que indicado o contrário, todas as disposições dos parágrafos 843.471


e 843.472 devem ser aplicadas aos componentes de alto mar.

A844.6 Tubulação da Estação Compressora


A menos que indicado o contrário, todas as disposições dos parágrafos 843.51,
843.52, 843.53, 843.54, 843.55, 843.56 e 843.57 devem ser aplicadas aos
componentes de alto mar.

A845 CONTROLE E LIMITAÇÃO DA PRESSÃO DE GÁS

Todas as disposições coerentes do parágrafo 845 se aplicam a menos que


indicado o contrário.

A846 VÁLVULAS

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Linhas de transmissão em alto mar devem ser equipadas com válvulas ou outros
dispositivos para desligar o fluxo de gás para uma plataforma em alto mar em
emergência.
As válvulas devem ser acessíveis e protegidas contra danos e adulterações. Se
uma válvula de esvaziamento estiver envolvida, esta deve estar localizada onde o gás
possa ser liberado para a atmosfera sem danos indevidos.
As válvulas de descarga devem ser dispostas de maneira que cada seção da
tubulação entre as válvulas da linha principal possa ser esvaziada. Os tamanhos e
capacidades das conexões para o esvaziamento da linha devem ser tais que, sob
condições de emergência, a seção possa ser esvaziada tão rápido quanto possível.
A846 TESTE

A847.1 Disposições Gerais

Todas as tubulações de alto mar devem ser testadas após instalação e antes da
operação, dentro das disposições desta seção.

A847.2 Pressão de Teste

O sistema de tubulação instalado deve ser testado hidrostaticamente a uma


pressão no mínimo 1,25 vezes a pressão de operação máxima permitida. Tubulações
de plataforma e colunas de tubulações em alto mar devem ser testados a no mínimo a
uma pressão 1,4 vezes a pressão de operação máxima permitida, antes ou depois da
instalação. Peças pre-fabricadas da tubulação de plataforma que foram pré-testadas a
1,4 vezes a pressão de operação máxima permitida não precisam ser testadas após
instalação, caso todos os itens estejam conectados por conectores, flanges, ou soldas,
que tenham sido inspecionadas radiograficamente.
A847.3 Meio de Teste

O meio de teste para todas as tubulações de alto mar será a água. Aditivos para
diminuir os efeitos de corrosão, ataque por microrganismos e congelamento devem ser
considerados. Tais aditivos devem ser adequados para os métodos de descarte do
meio de teste.
Em áreas árticas onde o congelamento de água é um dano, a utilização de ar,
gás inerte, ou glicol é permitida. O gás da plataforma e a tubulação de compressão
deve ser testada com gás inerte.

A847.4 Procedimento de Teste


O teste de pressão hidrostática deve ser conduzido de acordo com um
procedimento especificado que deve, no mínimo, fornecer o seguinte:
(a) Desempenho do teste após instalação e antes da operação inicial do
sistema de tubulação, exceto como disposto no parágrafo A847.2.
(b) Sempre que possível, partes pre-fabricadas pré-testadas de colunas de
tubulação em alto mar devem ser incluídos no teste hidrostático do sistema de
tubulação.
(c) Manutenção do teste e registro dos resultados na tubulação e peças por
no mínimo 8 horas contínuas na pressão especificada ou acima desta. Todas as
variações na pressão de teste devem ser explicadas. A duração do teste de tubulações
pre-fabricadas pode ser de 2 horas.

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(d) Se, durante o teste, ocorrer ruptura ou vazamento prejudicial, o teste é
inválido e deve ser recomeçado após terem sido feitas as devidas reparações.

A846.5 Registros
A companhia operadora deve manter em seu arquivo, durante a vida útil de cada
tubulação, registros sobre o tipo de fluido de teste, o procedimento do teste, sua
pressão e duração.

A847.6 Conexões

Sabe-se que pode não ser possível testar hidrostaticamente a conexão entre
duas seções. O teste de pressão das soldas de conexão pode ser dispensado estas
forem inspecionadas por métodos radiográficos e/ou outro método NDT adequado.

A847.7 Testando Empenamento

O teste de partes empenadas, rebaixadas e outras restrições de diâmetro deve


ser realizado após a instalação. O teste deve ser realizado passando-se um dispositivo
detector de deformação pela seção da tubulação, ou por outros métodos capazes de
detectar uma mudança no diâmetro do tubo. Tubos que possuem deformação
excessiva que afeta o bom funcionamento da tubulação devem ser consertados ou
substituídos. Deve-se considerar o conserto de ovalização excessiva que possa
interferir com a operação ou inspeção interna.

A850 PROCEDIMENTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO QUE AFETAM A


SEGURANÇA DOS COMPONENTES DE TRANSMISSÃO DE GÁS

A850.1
Todas as disposições do parágrafo 850.1 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.

A850.2 Requisitos Básicos

Todas as disposições do parágrafo 850.2 devem ser aplicadas, a menos que


indicado o contrário.

A850.3 Características Essenciais dos Planos de Operação e Manutenção

O plano prescrito no parágrafo 850.2(a) deve incluir:


(a) planos detalhados e instruções para os empregados, englobando
procedimentos de operação e manutenção para componentes de gás durante operação
normal e reparações;
(b) itens recomendados para inclusão no plano para classes específicas de
componentes dados nos parágrafos A851.2, A851.3, A851.4, A851.5, A851.6, e A861.2;
(c) planos para dar atenção particular àquelas partes dos componentes que
apresentam o maior risco para o público e para o ambiente no caso de uma
emergência ou devido a requisitos de construção ou manutenção extraordinária.;
(d) disposições para inspeções periódicas ao longo do traçado das
tubulações existentes.

A850.4 Características Essenciais do Plano de Emergência

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A850.41 Procedimentos de Emergência por Escrito. Todas as disposições do
parágrafo 850.41 devem ser aplicadas, a menos que indicado o contrário.

A850.42 Programa de Treinamento. Todas as disposições do parágrafo 850.42


devem ser aplicadas, a menos que indicado o contrário.

A850.43 Contato. Cada companhia operadora deve estabelecer e manter


contato com as entidades de combate a incêndio em alto mar disponíveis (públicas ou
privadas) que devem ser designadas para qualquer área em alto mar.
A850.44 Programa Educacional. Um programa educacional deve ser
estabelecido a fim de capacitar os produtores e o público geral que opera em alto mar
a reconhecer e relatar uma emergência com gás às autoridades apropriadas. O
programa educacional a que se refere esta seção deve estar relacionado com o tipo de
operação da tubulação e o ambiente percorrido por ela, e deve ser conduzido no idioma
adequado à comunidade servida. Operadores de sistemas de transmissão devem
comunicar seus programas ao povo, contratantes e outros que geralmente trabalham
na área em questão. Os programas dos operadores na mesma área deve ser
coordenado para dirigir os relatos de emergência de maneira adequada e evitar
inconsistências.

A850.5 Investigação de Falha na Tubulação

Todas as disposições do parágrafo 850.5 devem ser aplicadas, a menos que


indicado o contrário.

A850.6 Prevenção de Ignição Acidental

Todas as disposições do parágrafo 850.6 devem ser aplicadas, a menos que


indicado o contrário.

A850.7 Efeitos de Explosões

Cada companhia operadora deve estabelecer procedimentos para proteção de


componentes nas proximidades de atividades de explosões. A companhia operadora
deve:
(a) localizar e marcar sua tubulação quando explosivos estiverem para ser
detonados dentro de distâncias especificadas nos planos da companhia. Deve-se
considerar a marcação das distâncias mínimas de explosão das tubulações,
dependendo do tipo de operação de explosão.
(b) determinar a necessidade e extensão de observação e monitoramento
das atividades de explosão baseados na proximidade dos explosivos, considerando o
material dos tubos, as condições de operação, o tamanho da carga, e as condições do
solo;
(c) deve-se considerar:
(1) os efeitos das ondas de choque da explosão sobre a tubulação;
(2) a realização de uma investigação de vazamentos após o término
do programa de explosão.
A851 MANUTENÇÃO DA TUBULAÇÃO

A851.1 Monitoramento Contínuo das Tubulações

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Todas as disposições do parágrafo 851.1 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.

A851.2 Patrulhamento da Tubulação


Cada companhia operadora deve manter um programa periódico de
patrulhamento da tubulação para observar suas condições e das áreas adjacentes à
sua passagem, indicações de vazamentos, atividades de construção além daquelas
realizadas pela companhia, e quaisquer outros fatores que possam afetar a segurança
e operação da tubulação. Estas inspeções devem ser realizadas tantas vezes quanto
necessário para manter a integridade da tubulação. Registros destas inspeções devem
ser mantidos durante o tempo de vida do componente.

A851.3 Sondagem de Vazamentos


Todas as disposições do parágrafo 851.3 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.

A851.4 Procedimentos para Reparações de Tubulações de Aço Acima da Água


e Hiperbáricos

Todos os procedimentos de reparações de tubulações de aço acima da água e


hiperbáricos devem estar em conformidade com os requisitos do parágrafo 851.4 como
especificado para tubulações operando a, ou acima de, 40% da tensão de escoamento
mínima especificada.

A851.45 Procedimentos de Reparação de Tubulações de Aço Submarinas.


Tubulações submersas em alto mar podem ser consertadas por substituição da seção
danificada ou pelo uso de uma capa circulante de projeto apropriado instalada sobre a
imperfeição ou estrago. Seções de substituição e capas circulantes devem ser fixadas
por solda seca atmosférica ou hiperbárica, ou dispositivos mecânicos. As reparações
devem ser inspecionadas visualmente quanto a vazamentos após retornarem ao
funcionamento.
Quaisquer procedimentos de reparações submarinas devem estar em
conformidade com as disposições do parágrafo 851.4 para tubulações operando a, ou
acima de, 40% da tensão de escoamento mínima especificada.
As reparações devem ser realizadas sob supervisão qualificada, por pessoal
treinado, ciente e familiarizado com o plano de manutenção e condições de operação
da tubulação, os requisitos de segurança da companhia, e os riscos para a segurança
pública e o ambiente.
Operações de reparação e evacuação não devem resultar em cargas ou
esforços impostos que afetem a integridade do material dos tubos, pesos ou camada
protetora.
A utilização de equipamentos subsuperficiais equipados com cortadores,
ejetores, jatos, ou sistemas de sucção de ar devem ser rigorosamente controlados e
monitorados para evitar danos à tubulação, ao revestimento externo, ou ao sistema de
proteção catódico.
Ao se levantar ou suportar tubos durante reparações, a curvatura do tubo deve
ser controlada e mantida dentro de limites para minimizar danos ao revestimento,
deformações, formação de fissuras ou empenamento, e o equipamento de suspensão
deve ser selecionado adequadamente.

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Cargas de ondas e correntes devem ser consideradas na determinação do
esforço aplicado e cargas cíclicas totais tanto em reparações de superfície quanto nas
subsuperficiais.
O pessoal que trabalha em reparações de tubulações deve entender a
necessidade de um planejamento de trabalho cuidadoso, estar ciente dos
procedimentos a serem seguidos para executar as reparações, e seguir os
procedimentos e medidas de precaução necessários.
Quando a tubulação é reparada, o revestimento danificado também deve ser.
Tubos e componentes de substituição devem ser protegidos contra corrosão.

A851.46 Reparação de Tubos Flexíveis em Alto Mar. Se a operabilidade


do tubo flexível estiver impedida, isto é, danos estruturais graves, este deve ser
consertado substituindo-se a seção danificada. No caso de cortes superficiais e
abrasão da camada protetora que não exponham os componentes transportadores de
carga a uma potencial corrosão, a reparação deve ser feita da maneira recomendada
pelo fabricante.

A851.5 Teste de Reparações em Tubulações de Aço Operando em Níveis de


Tensão Tangencial igual a, ou Acima de, 40% da Tensão de Escoamento
Mínima Especificada
A851.51 Teste de Seções de Tubos de Substituição. Todas as disposições do
parágrafo 851.51 devem ser aplicadas, a menos que indicado o contrário.

A851.52 Teste Não Destrutivo de Reparações, Estrias, Sulcos, Dentes e


Soldas. Todas as disposições do parágrafo 851.52 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.
A851.6 Registros de Vazamentos da Tubulação

Todas as disposições do parágrafo 851.6 devem ser aplicadas, a menos que


indicado o contrário.

A851.7 Sinais e Marcadores da Tubulação

Marcadores permanentes não são obrigatórios para tubulações em alto mar;


entretanto, sinais adequados devem ser colocados nas plataformas para servir de aviso
de área de risco. Nos casos apropriados, os sinais devem mostrar a identificação da
companhia operadora e os procedimentos de comunicação de emergência.

A851.8 Abandono de Instalações de Transmissão

Todas as disposições do parágrafo 851.8 devem ser aplicadas, a menos que


indicado o contrário.

A853 MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES DIVERSAS


Todas as disposições do parágrafo 851.6 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.

A854 CLASSE DE LOCAÇÃO

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O conceito de Classe de Locação como expresso no parágrafo 854 não se
aplica a tubulações em alto mar.

A856 CONVERSÕES DE SERVIÇO DE TUBULAÇÕES


Todas as disposições do parágrafo 856 devem ser aplicadas, a menos que
indicado o contrário.

A860 CONTROLE DE CORROSÃO DE TUBULAÇÕES EM ALTO MAR

A861 CONTROLE DE CORROSÃO - GERAL


A861.1 Visão Geral

Esta seção contém os requisitos e procedimentos adicionais ou substitutivos


mínimos para o controle de corrosão externo e interno de componentes de tubulações
em alto mar. Nos casos de disposições específicas não estarem definidas aqui, as
disposições do parágrafo 860 devem ser aplicadas.
Esta seção se aplica ao projeto e instalação de sistemas de tubulação novos, e
à operação e manutenção de sistemas de tubulação existentes. Outros requisitos
gerais são prescritos no parágrafo 861.
A861.2 Considerações Especiais

Desde que tubulações em alto mar não podem ser prontamente inspecionadas
após instalação e há a possibilidade de dano ao sistema de revestimento,
considerações especiais devem ser dadas à seleções, ao projeto e à aplicação de
camadas de controle de corrosão, ao sistema de proteção catódico, e outros elementos
de projeto de corrosão.

A862 CONTROLE DE CORROSÃO EXTERNA

A862.1 Geral

Todo tubo de aço submerso, válvulas, e acessórios relacionados devem ser


encapados externamente e protegidos catodicamente. Toda tubulação acima do nível
da água e seus componentes devem ser protegidos das condições particularmente
corrosivas da atmosfera de água salgada e secagem/umedecimento cíclicos.

A862.2 Requisitos de Revestimento para Tubos Submersos

(a) Projeto de Revestimento. O projeto de sistemas de revestimento para


instalações em alto mar deve refletir o tipo de ambiente no qual o componente deverá
ser instalado. A seleção da camada protetora deverá ser baseada em:
(1) baixa absorção de água;
(2) compatibilidade com o tipo de proteção catódica a ser aplicada ao
sistema;
(3) compatibilidade com a temperatura de operação do sistema;
(4) ductilidade suficiente para minimizar quebras;
(5) dureza suficiente para resistir danos durante a instalação;
(6) resistência à posterior deterioração em um ambiente submerso; e
(7) facilidade de reparações.

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(b) Limpeza e Preparação da Superfície. Podem haver requisitos adicionais
de limpeza e preparação da superfície, tais como acabamento de metal branco
(estanho, chumbo) e um padrão de âncora para promover uma boa adesão para todos
os revestimentos de filme fino com base epóxi. As soldas devem ser inspecionadas
para localizar irregularidades que possam projetar-se pelo revestimento do tubo, e tais
irregularidades devem ser removidas.
(c) Aplicação e Inspeção. O revestimento deve ser aplicado sob condições
controladas e ter alta resistência contra descolamento. A aplicação e inspeção do
revestimento deve estar em conformidade com os parágrafos 862.112 (a) e (b).
Informações adicionais podem ser obtidas do NACE RP-06-75, Seção 4. Um detector,
adequado ao tipo de revestimento aplicado, deve ser utilizado para detectar falhas. A
falhas encontradas devem ser consertadas e novamente testadas. Pesos e
revestimentos de peso não devem danificar o revestimento protetor durante a aplicação
ou instalação.
(d) Revestimento para Soldas de Uniões, Acessórios, e Reparações. Uniões
de soldas e acessórios devem ser encapados com material compatível com o
revestimento básico. Um detector, projetado para o tipo de material de junta aplicado,
deve ser utilizado para detectar falhas e estas devem ser consertadas e novamente
testadas.
(e) Inspeção de Campo. Os tubos devem ser visualmente inspecionados
antes da instalação para assegurar que danos inaceitáveis não ocorreram durante o
carregamento, soldagem, ou outras atividades de manuseio anteriores à submersão
dos tubos. Qualquer dano significativo ao revestimento deve ser consertado com
material compatível com o revestimento da tubulação. Deve-se tomar cuidado para
minimizar os danos ao sistema de revestimento, particularmente durante a colocação e
entrincheiramento dos tubos.

A862.214 Critérios de Proteção Catódica

(a) Critérios. Os critérios para proteção catódica estão especificados no


Apêndice K.
(b) Verificação Elétrica. A companhia operadora deve coletar leituras elétricas
periodicamente em cada local de teste disponível para assegurar-se de que os níveis
de proteção catódica atendem a um dos critérios do Apêndice K.
Antes de cada teste elétrico ser realizado, deve-se fazer uma inspeção para
assegurar que há continuidade elétrica e que a conexão de teste faz um bom contato
com as tubulações.

A862.3 Zona de Espalhamento e Controle de Corrosão Atmosférica

(a) A zona de espalhamento, onde a tubulação está intermitentemente seca


e molhada, deve ser projetada com proteção adicional contra corrosão. Isto deve ser
realizado por um ou mais dos seguintes:
(1) revestimento especial
(2) sistemas e técnicas protetoras especiais
(3) outras medidas adequadas, incluindo seleção do material do tubo
(b) Revestimentos e outros sistemas de proteção devem ser instalados sobre
uma superfície adequadamente preparada e de acordo com as especificações
estabelecidas ou recomendações do fabricante. O revestimento deve resistir à ação da
água, deterioração atmosférica, danos mecânicos, e descolamento catódico.
A862.4 Requisitos de Proteção Catódica

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(a) Critérios de Projeto. Um componente de alto mar é considerado
catodicamente protegido quando atende a um ou mais dos critérios estabelecidos no
Apêndice K.
(b) Correntes Aplicadas. Nos casos em que sistemas de correntes aplicadas são
utilizados, o sistema deve ser projetado para minimizar baixas e a saída deve ser tal
que o critério de projeto seja atendido. Deve-se considerar também a minimização
do efeito de interferência em outras tubulações ou estruturas.
(c) Ânodos Galvânicos. Quando se usarem ânodos galvânicos para proteção, deve-
se considerar a qualidade do revestimento (ou seja, a porcentagem de tubos
expostos). Também, a fórmula de projeto para o sistema deve incluir a saída de
ânodos, a vida útil desejada do sistema, material de ânodo e eficiência de utilização.
Os ânodos usados devem ser compatíveis com a temperatura operacional da
tubulação e o ambiente marinho.
(d) Outros. Deve-se levar em consideração os efeitos de variações do teor de
oxigênio, temperatura, e resistividade entre o solo e da água do ambiente marítimo
onde a tubulação está instalada, sobre a proteção catódica.

A862.5 Isolamento Elétrico

Os sistemas de tubulação submersos devem ser eletricamente isolados de


outras estruturas metálicas para que a proteção catódica seja efetiva. Pode-se fazer
uma exceção quando tanto a estrutura estranha quanto a tubulação são projetadas
para serem protegidas como uma única unidade. Outras considerações gerais incluem:
(a) Conexões. O isolamento de tubulações estranhas em conexões pode ser
feito pela instalação de flanges de isolamento ou outros dispositivos isoladores.
Quando se conecta uma linha encapada com outra sem revestimento, ambas devem
estar eletricamente isoladas.
(b) Cruzamento de Tubulações Estranhas. Ao cruzar uma tubulação
estranha, deve-se tomar cuidado para garantir uma separação adequada entre as duas
linhas tal que a possibilidade de interferência elétrica seja minimizada.
(c) Suporte da Coluna da Tubulação e Tubulações Secundárias. Ao se
instalar tubulações de colunas em plataformas, os dispositivos de suporte, tais como
garras e suportes de tubos, devem isolar a tubulação da estrutura. Dispositivos
isoladores devem ser instalados onde o isolamento elétrico de uma porção do sistema
de tubulação de tubulações de produção, tanques e outros componentes é necessário
para facilitar a aplicação da proteção catódica. Interferência elétrica entre estruturas
eletricamente isoladas deve ser minimizada. Conexões de tubulação e fiação para uma
tubulação isolada também deve ter isolamento entre a tubulação e a plataforma. Deve-
se realizar testes para garantir isolamento adequado e ações devem ser tomadas para
garantir tal isolamento quando necessário.
A862.6 Conexões de Teste

Todas as disposições do parágrafo 862.115 devem ser aplicadas a menos que


indicado o contrário. Condutores de teste devem ser instalados de forma que estejam
mecanicamente seguros, sejam condutores elétricos, e acessíveis para teste. Não é
considerado prático colocar os condutores de teste em mar aberto ou profundo. A
instalação dos condutores de teste é geralmente limitada às plataformas e à entrada da
tubulação na costa.

A863 CONTROLE DE CORROSÃO EM INSTALAÇÕES EXISTENTES

A863.1 Geral

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A companhia operadora deve contar com monitoramento, investigação,
inspeções, e ações corretivas para controlar a corrosão. Tais atividades devem ser
realizadas em intervalos periódicos, suficiente para garantir que um controle de
corrosão adequado é mantido. Quando for determinado que esteja ocorrendo corrosão
em extensão que possa ser prejudicial à segurança pública ou dos empregados, o
componente deve ser consertado ou substituído e medidas de controle de corrosão
devem ser aplicadas ou aumentadas.

A863.3 Inspeção

Quando uma tubulação é levantada para fora da água para manutenção ou


reparação, a companhia operadora deve realizar uma inspeção visual por evidências
de deterioração do revestimento, corrosão externa, e caso possível, a condição de
qualquer ânodo exposto. Se houver corrosão excessiva, as ações necessárias devem
ser tomadas de acordo com a necessidade.
Se as reparações forem feitas sob a água, a inspeção por evidência de corrosão
externa ou deterioração do revestimento deve ser realizada, e as ações corretivas
necessárias devem ser tomadas para manter a proteção contra corrosão da tubulação.

A863.4 Isolamento Elétrico


Testes periódicos devem ser realizados para garantir que o isolamento elétrico
de tubulações estranhas ou outras estruturas permaneça completo. Algumas
indicações de interferência elétrica são: mudanças no tubo para o potencial do
eletrólito, mudanças de magnitude ou direção da corrente, cavidades localizadas, e
quebra do revestimento. Quando tubulações estranhas são colocadas nas
proximidades de linhas existentes, deve-se realizar inspeções para garantir isolamento
elétrico de acordo com o parágrafo 862.114. Caso não seja possível a obtenção de
isolamento elétrico, deve-se tomar medidas para minimizar a interferência elétrica.
Deve-se dar atenção especial para checar e manter o isolamento elétrico da
plataforma, a menos que o sistema tenha sido projetado especificamente para ser
protegido em conjunto.

A863.6 Corrosão Atmosférica

Inspeções detalhadas devem ser realizadas periodicamente em todas as


tubulações para corrosão atmosférica. Esta inspeções deve incluir aquelas áreas mais
susceptíveis a corrosão, tais como flanges, parafusos das flanges, áreas sob fitas de
tubos, áreas de contato entre os tubos e o suporte, e outros locais onde se acumula
umidade. Onde houver corrosão atmosférica deve-se tomar ações corretivas
imediatamente. Ações corretivas devem consistir de pintura, substituição dos
componentes caso necessário, ou outras ações julgadas adequadas pela companhia
operadora.

A864 CONTROLE DE CORROSÃO INTERNA

A864.1 Geral
O projeto e a manutenção dos componentes de tubulações em alto mar que
transportem gás natural contendo bióxido de carbono, cloretos, sulfeto de hidrogênio,
ácidos orgânicos, sólidos ou precipitados, compostos contendo enxofre, oxigênio ou

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moléculas livres de água requerem consideração especial para o controle de corrosão
interna. Outros requisitos gerais estão prescritos no parágrafo 863.

A864.2 Requisitos de Controle


Deve-se estabelecer um programa para a detecção, prevenção, e/ou
minimização da corrosão interna. Onde se fizer necessário, meios que podem ser
empregados para minimizar a corrosão interna incluem desidratação, a utilização de
inibidores, provisões para limpeza por esferas, aplicação de revestimento interno, ou
uma combinação destes. O tipo e concentração previstos do material a ser
transportado irá determinar o método ou métodos de controle a serem utilizados.

A864.3 Monitoramento

Um programa de monitoramento deve ser estabelecido para avaliar


periodicamente a eficiência das medidas de controle de corrosão aplicadas. Testes ou
investigações devem ser realizadas em intervalos suficientes para garantir a
manutenção do controle de corrosão adequado. Se o tubo estiver aberto, sua superfície
interior deve ser inspecionada por evidência de corrosão.
Quando os resultados de inspeção ou monitoramento indicarem que está
ocorrendo corrosão interna prejudicial, ações corretivas adequadas devem ser
tomadas.

A864.4 Registros
A864.41 Registros sobre tubulações protegidas catodicamente, componentes de
proteção catódica, medidas de controle de corrosão interna, e outras estruturas que
afetam ou são afetadas pela tubulação devem ser mantidos pela companhia operadora.

A864.42 Registros de testes, pesquisas, resultados de monitoramento e


inspeção, vazamentos, etc., necessários para avaliar a eficiência de medidas de
controle de corrosão interna ou externa devem ser mantidos, e retidos pelo tempo em
que a tubulação permaneça em serviço.

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APÊNDICE A
REFERÊNCIAS1

Padrões incorporados neste Código por referência, e os nomes e endereços das


organizações patrocinadoras, estão mostrados neste Apêndice. Não é prático se referir
a uma edição específica de cada padrão ao longo do texto de Código; ao invés disso,
as datas de referência da edição específica são mostradas aqui. O Apêndice A será
revisado periodicamente o quanto for necessário, e acrescentado como um Adendo a
este Código. Um asterisco (*) é utilizado para indicar aqueles padrões que foram
aceitos como Padrões Americanos Nacionais pelo Instituto Nacional Americano de
Padrões (ANSI).

AGA
Códigos e Publicações Especificações ASTM
ASME (cont.) (cont.)
*A21.14-89
*A21.52-82
*Z223.1-88 B31G-1984 A 671-85
A 672-81
*B31.1-1989 & Adendo
Padrões API *B31.2-1968 B 88-88a
*B31.3-1987 & Adendo
5L, 37a Edição, 1988 *B31.4-1989 & Adendo D 696-79 (R-88)
6A, 16a Edição, 1989
6D, 19a Edição, 1988 B36.10M-1985 D 2513-88b
D 2517-81 (R-87)
1104, 17a Edição, 1988 *Código do Ebulidor e D 2837-88
Câmara de Pressão,
Seção VIII, 1989 & Adendo
RP 2A, 19 a Edição, 1991 Seção IX, 1989 & Adendo E 380-89a
RP 5LI, 3 a Edição, 1972
RP 5LW, 1 a Edição, 1990 S1-1, Nona Edição, 1982
Padrões AWS
Códigos e Publicações Especificações ASTM *A3.0-1989
ASME
D3.6-1983
*B1.1-1989 A 53-88a
*B1.20.1-1983
A 105/A105M-87a Publicações AWWA
*B16.1-1989 A 106-88a
*B16.5-1988 A 134-85 C101-1976 (R1977)2
*B16.9-1986 A 135-88 *C111/A21.11-1985
A 139-89a *C150/A21.50-1981
(R1986)
*B16.11-1980 A 193/A193M-88
*B16.20-1973 A 194/A194M-88

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Publicações EPRI
*B16.24-1979 A 211-75 (R1985)
EL-3106 (também
publicado como
*B16.33-1981 A 307-88a A.G.A.-L51418-Maio 1983
*B16.34-1988 A 320/A320M-88
*B16.38-1985 A 333/A333M-88a
*B16.40-1985 A 354-88
A 372/A372M-88
*B16.42-1987 A 381-88
A 395-88
*B18.2.1-1981
*B18.2.2-1987 A 449-88

Práticas Padrão Publicações NACE Publicações NFPA


MSS

*10-1988
SP-6-1985 RP-01-69 (1983) *30-1987
SP-25-1983 (R1983) RP-02-75 (1975) *58-1989
SP-44-1990 RP-06-75 (1988) *59-1989
SP-70-1984 RP-01-77 (1983) *70-1990
SP-71-1984
SP-75-1988 Pesquisa de Dados de Corrosão *220-1985
(1974)
SP-78-1987 [Nota (2)]

NOTAS:
(1) Estas edições de especificação podem ser imediatamente aplicadas aos materiais
adquiridos para utilização sob este Código, e devem ser aplicadas a todos os
materiais adquiridos 12 meses ou mais após a data de publicação de um adendo
contendo referências revistas. Um componente ou tubo, em conformidade com
uma edição de especificação de material anteriormente aprovada, adquirido pelo
usuário antes da data de publicação de um adendo contendo referências revistas
pode ser utilizado, desde que seja inspecionado e classificado como satisfatório
para a utilização pretendida pelo usuário.
(2) Descontinuado; não mais impresso.

Especificações e padrões das seguintes organizações aparecem neste Apêndice:

AGA Associação Americana de Gás AWWA Associação Americana de


1515 Wilson Boulevard, Trabalhos com Água
Arlington, VA 22209 6666 W. Quincy Avenue,
703 841-8558 Denver, CO 80235
303 794-7711
API Instituto Americano de Petróleo MSS Sociedade de Padronização dos
Seção de Publicações e Fabricantes da Indústria de
Distribuição Válvulas e Conectores

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1220 L Street, N.W., Washinton, 122 Park Street, N.E., Vienna,
DC 20005 VA 22180
202 682-8375 703 281-6613
ASME Sociedade Americana de NACE Associação Nacional dos
Engenheiros Mecânicos Engenheiros de Corrosão
345 E. 47 th Street, New York, P.O. Box 218340, Houston, TX
NY 10017 77218
212 705-7722 713 492-0535
Departamento de Pedidos NFPA Associação Nacional de
ASME Proteção Contra Fogo
22 Law Drive, Box 2300, Batterymarch Park, Quincy, MA
Fairfield, NJ 07007-2300 02269
201 882-1167 617 770-3000
ASTM Sociedade Americana de Testes EPRI Instituto de Pesquisa de Força
e Materiais Elétrica
1916 Race Street, Philadelphia, 3412 Hillview Ave., P.O. Box
PA 19103 10412,
215 299-5400 Palo Alto, CA 94303
415 855-2000
AWS Sociedade Americana de
Soldas
550 N.W. LeJeune Road, P.O.
Box 351040,
Miami, FL 33135
305 443-9353

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APÊNDICE B
LISTA DE NÚMEROS E ASSUNTOS DAQUELES
PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES QUE APARECEM
NO APÊNDICE A

ASTM ASTM (cont.)


A 53 Tubos de Aço, Temperado e B 88 Tubos de Água de Cobre sem
Cru, Encapado com Zinco, costuras
Soldado e sem costuras
A 105 Forjas, Aço Carbono, para D 696 Teste de Coeficiente de
Componentes de Tubulações Expansão Térmica Linear de
Plásticos
A 106 Tubos de Aço Carbono sem D 2513 Tubulação e Encaixes de
costuras para uso sob Alta Tubos Termoplásticos de
Temperatura Pressão de Gás
A 120 Tubos de Aço, Temperado e D 2517 Tubos e Encaixes de Resina
Cru, Encapado com Zinco Epoxi Reforçada para
(Galvanizado), Soldado e Pressão de Gás
sem costuras para Utilização
Comum
A 134 Tubos de Chapa de Aço D 2837 Obtenção de Bases de
Soldado por Fusão(Arco) Projeto Hidrostático para
Elétrica (Tamanhos 16 pol. e Materiais de Tubos
maiores) Termoplásticos
A 135 Tubos de Aço Soldado por E 380 Prática Métrica
Resistência Elétrica
A 139 Tubos de Chapa de Aço
Soldado por Fusão(Arco)
Elétrica (Tamanhos 4 pol. e
maiores)
A 193 Materiais de Parafusamento API
de Liga de Aço e Aço
Inoxidável para uso sob Alta
Temperatura
A 194 Porcas de Liga de Aço e Aço 5L Tubos de Linha
Carbono para Parafusos
para uso sob alta
Temperatura
A 211 Tubos de Ferro ou de Aço 6A Equipamento de Nascentes
Soldado em Espiral
A 307 Prendedores Padrão de Aço 6D Válvulas de Tubulações
Carbono Roscados
Externamente
A 320 Materiais de Parafusamento 1104 Padrões para Soldas de
de Liga de Aço para uso sob Tubulações e Componentes
Baixa Temperatura Relacionados
A 333 Tubos de Aço Soldado e sem RP 2A Prática Recomendada para
costuras para uso sob Baixa Planejamento, Projeto e
Temperatura Construção de Plataformas

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Fixas em Alto Mar
A 354 Parafusos, Pinos e outros RP 5L1 Prática Recomendada para
Prendedores Roscados Transporte de Tubos de Linha
Externamente, de Liga de em Ferrovia
Aço Temperado
A 372 Forjas de Aço Carbono e RP 5L5 Prática Recomendada para
Liga de aço para Câmaras Transporte Marítimo de Tubos
de Pressão de Paredes de Linha
Finas
A 381 Tubos de Aço Soldado por RP 5L6 Prática Recomendada para
Arco Metálico para Utilização Transporte de Tubos de Linha
em Sistemas de em Canais no Continente
Transmissão de Alta Pressão
A 395 Retentores de Pressão de
Ferro Dúctil Fundido para
uso sob Temperaturas
Elevadas
A 449 Parafusos e Pinos de Aço NFPA
Temperado
A 671 Tubos de Aço Soldados por 10 Extintores de Fogo Portáteis
Eletrofusão para uso à
Temperatura Ambiente ou
Inferiores
A 672 Tubos de Aço Soldados por 30 Código de Líquidos
Eletrofusão para uso sob Alta Inflamáveis e Combustíveis
Pressão à Temperaturas
Moderadas

NFPA (cont.) ASME (cont.)


58 Gases Liqüefeitos de B16.24 Flanges de Tubos de
Petróleo, Armazenamento Bronze e Uniões
e Manuseio flangeadas
59 Gases Liqüefeitos de B16.33 Pequenas Válvulas
Petróleo em Plantas de Metálicas de Gás
Gás Operadas Manualmente
em Sistemas de
Distribuição de Gás cuja
Máxima Pressão de
Operação Permitida não
Exceda 60 psig ou 125
psig
70 Código Elétrico Nacional B16.34 Válvulas de Aço (de
Flange e Extremidade
Soldada)
220 Tipos de Construção de B16.38 Válvulas Metálicas de Gás
Prédios Grandes Operadas
Manualmente em Sistemas
de Distribuição de Gás
cuja Máxima Pressão de
Operação Permitida não

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Exceda 125 psig (8,6 bar)
B16.40 Válvulas de Gás
Termoplásticas Operadas
Manualmente em Sistemas
de Distribuição de Gás
MSS B16.42 Flanges de Tubos de Ferro
Dúctil e Uniões flangeadas
SP-6 Acabamento Padrão para B18.2.1 Parafusos Quadrados e
Faces de Contato de Sextavados, Incluindo
Flanges de Tubos e Parafusos de Cabeça
Extremidades de Conexão Torcida, Chaves
de Válvulas e Encaixes Sextavadas, e Chaves de
Lag
SP-25 Sistema de Marcação B18.2.2 Porcas Quadradas e
Padrão para Válvulas, Sextavadas
Encaixes, Flanges e
Junções
SP-44 Flanges de Linhas de B31G Manual para Determinação
Tubos de Aço da Resistência
Remanescente de
Tubulações Corroídas
SP-70 Válvulas de Registro de B31.1 Tubulações de Força
Ferro Fundido, com
Extremidades de Flange
e Roscadas
SP-71 Válvulas de Retenção de B31.2 Tubulações de Gás
Ferro Fundido, com Combustível
Extremidades de Flange
e Roscadas
SP-75 Especificação para Teste B31.3 Tubulações de Planta
de Encaixes de Solda Química e de Refinaria de
Forjada Petróleo
SP-78 Válvulas de Conexão de B31.4 Sistema de Tubulação
Ferro Fundido para Transporte de
Petróleo Líquido
B36.10M Tubo de Aço Forjado
Soldado e sem costuras
AWS ... Código BPV, Seção VIII,
Câmaras de Pressão, e
Seção IX, Qualificações de
Soldas
A3.0 Termos e Definições de SI - 1 Orientação e Guia ASME
Soldas para Utilização das
Unidades SI (Métrico)
D3.6 Soldas subaquáticas,
Soldas do Tipo “O”
EPRI
AGA EL-3106 (Também publicado como
A.G.A. - L51418, Potencial

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CA Induzido por Linhas de
Força em Tubulações de
Gás Natural para
Configurações de
Passagem Preferencial
Complexas
A21.14 Encaixes de Ferro Dúctil
para Gás de 3 a 24 pol.
Z223.1 Código Nacional de Gás AWWA
Combustível
A21.52 Tubos de Ferro Dúctil,
Fundido por Centrifugação,
em Moldes Metálicos ou
de Linha de Areia para
Gás
NACE C101 Projeto de Espessura de
Tubos de Ferro Fundido
(Interrompido)
RP - 01-69 Controle de Corrosão C111 Juntas de Vedação de
Externa em Sistemas de Borracha para Tubos de
Tubulação Metálica Pressão e Encaixes de
Submersos ou Ferro Dúctil e Cinza
Subterrâneos
RP - 02-75 Aplicação de C150 Projeto de Espessura de
Revestimento Orgânico à Tubos de Ferro Dúctil
Superfície Externa de
Tubos de Aço para uso
Subterrâneo
RP - 06-75 Controle de Corrosão
Externa em Tubulações
de Aço em Alto Mar
RP - 01-77 Minimização de Corrente
Alternante e Efeitos de
Raios em Estruturas
Metálicas e Sistemas de
Controle de Corrosão
... Pesquisa de Dados de
Corrosão

ASME
B1.1 Roscas de Parafuso de
Bitola Unificada
B1.20.1 Roscas de Tubos (Exceto
Dryseal)
B16.1 Flanges de Tubos de
Ferro Fundido e Uniões
flangeadas
B16.5 Flanges de Tubos de Aço
e Uniões flangeadas

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B16.9 Encaixes de Soldagem de
Aço Forjado
Manufaturados
B16.11 Encaixes de Aço Forjado,
Soldagem de Encaixes e
Roscados
B16.20 Juntas de Vedação em
Anel e Ranhuras para
Flanges de Tubos de Aço

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APÊNDICE C
LISTA DE NÚMEROS E ASSUNTOS DOS
PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES QUE NÃO APARECEM
NO CÓDIGO OU APÊNDICE A MAS QUE PODEM
TER UTILIDADE INFORMATIVA

ASTM ASTM(cont.)
A6 Chapas de Aço Enroladas, A 350 Forjas, Aço Carbono e de
Formatos, Empilhamento de Baixa Liga que Requerem
Folhas, e Barras para Uso Teste de Dureza de Chanfro
Estrutural para Componentes de
Tubulações
A 20 Chapas de Aço para A 377 Tubos de Pressão de Ferro
Câmaras de Pressão Fundido e Ferro Dúctil
A 29 Barras de Aço, Carbono e A 420 Encaixes de Tubulações de
Liga, Enroladas a Quente e Aço Carbono Forjado e Liga
Acabadas a Frio de Aço para Uso sob Baixa
Temperatura
A 36 Aço Estrutural A 441 Aço Estrutural de Manganês
Vanádio de Baixa Liga e Alta
Resistência
A 47 Peças de Ferro Maleável A 442 Chapas de Câmaras de
Fundido Pressão, Aço Carbono,
Propriedades de Transição
Melhoradas
A 48 Peças de Ferro Cinza A 487 Peças de Aço Fundido
Fundido Adequadas para Uso sob
Pressão
A 125 Molas Helicoidais de Aço A 502 Rebites de Aço Estrutural
Tratado a Quente
A 126 Peças de Ferro Cinza A 515 Chapas de Câmaras de
Fundido para Válvulas, Pressão de Aço Carbono para
Flanges e Encaixes de Tubos Uso sob Temperatura
Intermediária e Superior
A 155 Tubos de aço Soldado por A 516 Chapas de Câmaras de
Eletrofusão para Uso sob Alta Pressão de Aço Carbono para
Pressão Uso sob Temperatura
Moderada e Inferior
A 181 Forjamentos, Aço Carbono A 539 Tubulações em Espiral de Aço
para Tubulações de Uso Soldado por Resistência
Geral Elétrica para Linhas de Gás e
Óleo Combustível
A 182 Flanges de Tubos de Liga da A 575 Barras de Aço Carbono
Aço Enrolado ou Forjado, Roladas a Quente com
Encaixes Forjados, Válvulas Qualidade de Mercado
e Peças para Uso sob Alta
Temperatura
A 197 Ferro Maleável Pré Fundido A 576 Barras de Aço Carbono
Enroladas a Quente com
Qualidade Especial

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A 216 Peças Fundidas de Aço A 691 Tubos de Aço Carbono e Liga
Carbono Adequadas para de Aço Soldados por
Soldas de Fusão para Uso Eletrofusão para Uso sob Alta
sob Alta Temperatura Pressão à Altas Temperaturas
A 217 Peças de Liga de Aço e Aço A 694 Forjamentos, Aço Carbono e
Inoxidável Endurecido Liga de Aço para Flanges de
Fundidos para Componentes Tubos, Encaixes, Válvulas e
Retentores de Pressão Peças para Uso de
Adequados para Uso sob Alta Transmissão de Alta Pressão
Temperatura
A 225 Chapas de Câmaras de
Pressão, Liga de Aço,
Manganês – Vanádio
A 234 Encaixes de Aço Carbono B 21 Hastes de Latão Naval,
Forjado e Liga de Aço para Barras e Formatos
Tubulações, para
Temperaturas Moderadas e
Elevadas
A 242 Aço Estrutural de Baixa Liga B 42 Tubos de Cobre sem
e Alta Resistência costuras, Tamanhos Padrão
A 283 Chapas de Aço Carbono de B 43 Tubos de Latão Vermelho sem
Resistência a Tensão Baixa costuras
ou Intermediária, Formatos e
Barras
A 285 Chapas de Câmaras de B 61 Vapores ou Válvulas de
Pressão, Aço Carbono, Bronze Fundido
Resistência à Tensão Baixa
e Intermediária

ASTM (cont.) API (cont.)


B 62 Bronze Composto ou 5LE Especificações para Tubos
Peças de Metal Fundido de Linha de Polietileno
B 68 Tubos de Cobre sem 5LP Especificações para Tubos
costuras, Recozido de Linha Termoplásticos
B 75 Tubos de Cobre sem 5LR Especificações para Tubos
costuras de Linha de Resinas
Termoset Reforçadas
B 249 Hastes de Cobre Forjado
e Liga de Cobre, Barras e
Formatos
B 251 Requisitos Gerais para RP 5L4 Prática Recomendada para
Tubos de Cobre Forjado Cuidado e Utilização de
sem costuras e Liga de Tubos de Linha de Resinas
Cobre (Métrico) Termoset Reforçadas
B 584 Peças de Liga de Cobre RP 1107 Práticas de Soldagem de
Fundido para Aplicações Manutenção de Tubulações
Gerais Recomendadas

ASME MSS

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B 1.20.3 Roscas de Tubos Dryseal SP-55 Padrão de Qualidade para
Peças de Aço Fundido –
Método Visual
B 16.3 Encaixes Roscados de SP-61 Teste de Pressão de
Ferro Maleável Válvulas de Aço
B 16.4 Encaixes Roscados de
Ferro Fundido
B 16.14 Plugues, Buchas e Porcas NACE
de Travamento de Tubos
de Ferro com Roscas de
Tubos
B 16.15 Encaixes Roscados de MR-01-75 Material Metálico Resistente
Bronze Fundido à Quebra por Tensão de
Sulfeto para Equipamentos
de Campo de Óleo
B 16.18 Encaixes de Pressão com
União Soldada de Liga de
Cobre Fundido
B 16.22 Encaixes de Pressão com NFPA
Junta Soldada de Liga de
Cobre e Cobre Forjado
B 16.25 Extremidades de Solda 59A Produção, Armazenamento,
e Manuseio de Gás Natural
Liqüefeito
B 36.10M Tubos de Aço Forjado sem
costuras e Soldado
AWWA
API C207-55 Flanges de Tubos de Aço
5B Especificações para
Roscamento, Aferição, e
Inspeção de Roscas de
Invólucros, Tubulações, e
Tubos de Linha
5LU Especificações para o Ultra
Teste de Tubos de Linha
Tratados com Calor [Nota
(1)]

NOTA:
(1) Obsoleto, veja API 5L

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APÊNDICE D

Veja parágrafo 841.1

TENSÃO DE ESCOAMENTO MÍNIMA ESPECIFICADA PARA TUBOS DE AÇO


GERALMENTE UTILIZADAS EM SISTEMAS DE TUBULAÇÃO

Espec. N o Grau Tipo [Nota (1)] SMYS, psi


API 5L [Nota (2)] A25 BW, ERW, S 25.000
API 5L [Nota (2)] A ERW, S, DSA 30.000
API 5L [Nota (2)] B ERW, S, DSA 35.000

API 5L [Nota (2)] X42 ERW, S, DSA 42.000


API 5L [Nota (2)] X46 ERW, S, DSA 46.000

API 5L [Nota (2)] X52 ERW, S, DSA 52.000


API 5L [Nota (2)] X56 ERW, S, DSA 56.000
API 5L [Nota (2)] X60 ERW, S, DSA 60.000

API 5L [Nota (2)] X65 ERW, S, DSA 65.000


API 5L [Nota (2)] X70 ERW, S, DSA 70.000

API 5L [Nota (2)] X80 ERW, S, DSA 80.000

ASTM A 53 Tipo F BW 25.000

ASTM A 53 A ERW, S 30.000


ASTM A 53 B ERW, S 35.000

ASTM A 106 A S 30.000


ASTM A 106 B S 35.000
ASTM A 106 C S 40.000

ASTM A 134 ... EFW [Nota (3)]

ASTM A 135 A ERW 30.000


ASTM A 135 B ERW 35.000

ASTM A 139 A EFW 30.000


ASTM A 139 B EFW 35.000
ASTM A 139 C EFW 42.000
ASTM A 139 D EFW 46.000
ASTM A 139 E EFW 52.000

ASTM A 333 1 S, ERW 30.000


ASTM A 333 3 S, ERW 35.000
ASTM A 333 4 S 35.000

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ASTM A 333 6 S, ERW 35.000
ASTM A 333 7 S, ERW 35.000
ASTM A 333 8 S, ERW 75.000
ASTM A 333 9 S, ERW 46.000

TENSÃO DE ESCOAMENTO MÍNIMA ESPECIFICADA PARA TUBOS DE AÇO


COMUMENTE UTILIZADAS EM SISTEMAS DE TUBULAÇÃO (CONT.)

Espec. N o Grau Tipo [Nota (1)] SMYS, psi


ASTM A 381 Classe Y -35 DSA 35.000

ASTM A 381 Classe Y -42 DSA 42.000


ASTM A 381 Classe Y -46 DSA 46.000
ASTM A 381 Classe Y -48 DSA 48.000
ASTM A 381 Classe Y -50 DSA 50.000

ASTM A 381 Classe Y -52 DSA 52.000


ASTM A 381 Classe Y -56 DSA 56.000
ASTM A 381 Classe Y -60 DSA 60.000

ASTM A 381 Classe Y -65 DSA 65.000

NOTA GERAL:
Esta tabela não está completa. Para a tensão de escoamento mínima especificada de
outros graus e graus em outras especificações aprovadas referir-se à especificação em
questão.

NOTAS:
(1) Abreviações: BW -- soldado em fornalha; ERW -- soldado por resistência elétrica;
S -- sem costuras; FW -- soldado por “flash”; EFW -- soldado por eletrofusão; DSA
-- soldado por arco duplamente submerso.
(2) Graus intermediários estão disponíveis no API 5L.
(3) Veja a especificação de chapa adequada para SMYS.

___________________________________________________________________

Valores de Força Hidrostática de Longa Duração para Tubos Termoplásticos Cobertos


pela ASTM D 2513. Os valores se aplicam somente aos materiais e tubos que atendem
todos os requisitos dos materiais básicos e da ASTM D 2513. Eles são baseados nos
dados de teste de engenharia obtidos de acordo com a ASTM D 1599 e analisados de
acordo com a ASTM D 2837. Uma lista de compostos comerciais que atendem a esses
requisitos é publicada anualmente pelo Instituto do Tubo Plástico.

Designação do Material Força Hidrostática de


do Longa Duração a 73FB 00 F,
Tubo Plástico (D 2513) psi
PB 2110 2000
PE 3406 1250
PE 3306 1250

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PE 2306 1250
PE 3408 1600

PVC 1120 4000


PVC 1220 4000
PVC 2110 2000
PVC 2116 3150

A Força Hidrostática de Longa Duração para Tubos Termoset Reforçados Cobertos


pela ASTM D 2517 é 11.000 psi. Os valores se aplicam somente aos materiais e tubos
que atendem todos os requisitos dos materiais básicos e da ASTM D 2517. Eles são
baseados nos dados de teste de engenharia obtidos de acordo com a ASTM D 1599 e
analisados de acordo com a ASTM D 2837.

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APÊNDICE E
FATORES DE FLEXIBILIDADE E DE INTENSIFICAÇÃO DE TENSÕES

TABELA E1
FATOR DE FLEXIBILIDADE k E FATOR DE INTENSIFICAÇÃO DE TENSÕES i

Fator de Intensificação
de
Tensões [Notas (1), (2)]
Descrição Fator de Fora do No Plano Característic Esboço
Flexibilidade Plano ii a de
k io Flexibilidade
h
Canto de
Solda
[Notas (1), 1,65/h 0,75/h2/3 0,9/h 2/3 T R1 /r22
(3) - (6)] ou
curva de raio de
tubo curvatura
Dobras
curtas
estreitament 1,52/h 5/6 0,9/h 2/3 0,9/h 2/3 (cot F7 01 /2) (Ts/
e espaçadas r2 2)
[Notas (1),
(3), (4)]
s < r2 (1 +
tan F7 01 )

Dobra curta
única
[Notas (1), 1,52/h 5/6 0,9/h 2/3 0,9/h 2/3 T(1 + cot F7 01 )/
(3)] 2r2
ou dobra
curta
amplamente
espaçada
s FB 03 r2 (1 +
tan F7 01 )

A Tabela E - 1 continua na próxima página

TABELA E1 (CONT.)
FATOR DE FLEXIBILIDADE k E FATOR DE INTENSIFICAÇÃO DE TENSÕES i

Fator de Intensificação de
Tensões [Notas (1), (2)]
Descrição Fator de Fora do No Plano Característic Esboço
Flexibilidade Plano ii a de
k io Flexibilidade

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h

Conector T
de Solda
[Notas (1), 1 0,9/h 2/3 3/4 i o + 1/4 4,4 T/r2
(3), (6)] por
ANSI B16.9
com r0 FB 03 d/8
T c FB 03 1,5T

Conector T
manufaturad
o reforçado
1 0,9/h 2/3 3/4 i o + 1/4 (T + 1/2te)5/2
[Notas (1),
(3), (7), (8)] T3/2 r 2
com
almofada ou
selim
Conector T
manufaturad
o não
1 0,9/h 2/3 3/4 i o + 1/4 T/r2
reforçado
[Notas (1),
(3), (8)]
Conector T
prensado de
solda [Notas
(1), (3)] 1 0,9/h 2/3 3/4 i o + 1/4 (1 + r0/r 2) (T/
r0 FB 03 0,05d r2)
Tc < 1,5 T
Inserção de
contorno
soldada por
1 0,9/h 2/3 3/4 i o + 1/4 4,4 T/r 2
dentro
[Notas (1),
(3), (8)]
r0 FB 03 d/8
T c FB 03 1,5T

TABELA E1 (CONT.)
FATOR DE FLEXIBILIDADE k E FATOR DE INTENSIFICAÇÃO DE TENSÕES i

Fator de Intensificação
de
Tensões [Notas (1), (2)]
Descrição Fator de Fora do No Plano Característic Esboço
Flexibilidade Plano ii a de
k io Flexibilidade
h

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Encaixe
soldado de
derivação
1 0,9/h 2/3 0,9/h 2/3 3,3 T/r 2
[Notas (1),
(3), (8), (9)]
(reforçado
integralment
e)

Descrição Fator de Fator de


Flexibilidade k Intensificação
de Tensões i
Junta soldada, redutor, ou flange de gargalo de 1 1.0
solda
Flange de encaixe duplamente soldada 1 1.2
Flange soldada com friso, ou flange de solda de 1 1.3
encaixe
Flange de junta de aba (com toco de junta de aba 1 1.6
ANSI B16.9)
Junta de tubo parafusada, ou flange parafusada 1 2.3
Tubo reto enrugado, ou dobra enrugada ou 5 2.5
ondulada [Nota (10)]

A Tabela E - 1 continua na próxima página

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TABELA E1 (CONT.)
FATOR DE FLEXIBILIDADE k E FATOR DE INTENSIFICAÇÃO DE TENSÕES i
Fator de flexibilidade
para cantos k = 1,65/
h
Fator de flexibilidade
para dobras k =
1,52/h5/6
Fator de Fator de
Intensificação de intensificação de
Tensões i e fator tensões i = 0,9/h 2/3
de flexibilidade k Fator de
intensificação de
tensões i = 0,75/h 2/3

Gráfico A

Fator de Correção Flange de 1


c1 extremidade c1 = h1/5

Flange de 2
extremidades c1 =
h1/3

Gráfico B

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TABELA E1 (CONT.)

NOTAS:
(1) O fator de flexibilidade k na Tabela se aplica a dobras em qualquer plano. Os
fatores de flexibilidade k e os fatores de intensificação de tensões i não devem ser
menores que a unidade, fatores para torção igual a unidade. Ambos os fatores se
aplicam sobre o comprimento de arco efetivo (mostrado por linhas grossas nos
esboços) para curvas e dobras, e para o ponto de interseção dos conectores T.
(2) Um único fator de intensificação igual a 0,9/h 2/3 pode ser utilizado para ambos i i e
io caso desejado.
(3) Os valores de k e i podem ser lidos diretamente do Gráfico A acima, entrando com
a característica h computada das fórmulas acima. A nomenclatura é dada a
seguir:
T = para cantos e dobras, espessura nominal da parede do encaixe
= para conectores T, espessura nominal da parede do tubo
conectado
Tc = espessura da bifurcação dos conectores T
F t0 7 1 = espessura da almofada ou selim
F0
71 = metade do ângulo entre eixos de dobras adjacentes
r2 = raio médio do tubo conectado
R1 = raio de curvatura do canto de solda ou dobra do tubo
r0 = veja o Apêndice F
s = espaçamento da dobra na linha do centro
d = diâmetro externo da derivação
D = diâmetro externo do tronco
(4) Onde houver flanges anexadas a uma ou ambas as extremidades, os valores de k
e i na Tabela devem ser corrigidos pelos fatores C 1, que podem ser lidos
diretamente do Gráfico B entrando com o h computado
(5) O projetista está ciente de que encaixes soldados fundidos devem ter paredes
significativamente mais pesadas que as de tubos com os quais elas são
utilizadas. Erros grandes podem ser introduzidos, a não ser que o efeito dessa
maior espessura seja considerado.
(6) Em cantos e dobras de paredes finas e grande diâmetro, a pressão pode alterar
significativamente as magnitudes de k e i. Para corrigir os valores da Tabela divida
k por [1 + 5(P/Ec)(r2 /T)7/3(R1 /r2 )1/3] e i por [1 + 325(P/Ec)(r2 /T)5/2(R1/r 2)2/3]
onde
P - pressão interna
Ec - módulo da elasticidade à temperatura ambiente
(7) QuandoF t0 7 1> 1,5T use h = 4 T/r 2
(8) Para conexões de derivações na faixa de 0,5 < d/D < 1,0, multiplique o valor
calculado por 1,5 para compensar possíveis fatores não conservativos de
intensificação de tensões fora do plano.
(9) O projetista deve saber que esta fabricação tem uma classificação de pressão
equivalente à de tubos retos
(10) Os fatores apresentados se aplicam à curvaturas. O fator de flexibilidade para
torção é igual a 0,9.

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APÊNDICE F
Veja o parágrafo 831.6
CANALIZAÇÕES PRINCIPAIS EXTRUDADAS

Definições e limitações aplicáveis às Figs. F1, F2, F3 e F4 são descritas a


seguir:
d = diâmetro externo do tubo de derivação
d1 = diâmetro interno corroído do tubo de derivação
D = diâmetro externo do tronco
Dc = diâmetro interno corroído do tronco
Do = diâmetro interno corroído da saída prensada, medido no nível da superfície
exterior do tronco
ho = altura da aba prensada. Esta deve ser igual ou maior que ro , exceto como
mostrado na limitação (b) de ro abaixo.
L = altura da zona de reforço = 0,7FD 06 dTo
tb = espessura necessária do tubo de derivação de acordo com a fórmula de
projeto de tubos de aço do parágrafo 841.11, mas sem incluir qualquer
espessura para corrosão
Tb = espessura real da parede da derivação sem incluir margem de corrosão
tr = espessura necessária do tronco de acordo com a fórmula de projeto de
tubos de aço do parágrafo 841.11, mas sem incluir qualquer margem para
corrosão ou tolerância de sub-espessura
Tr = espessura real da parede do tronco sem incluir margem de corrosão
To = espessura acabada por corrosão da saída prensada medida a uma altura
igual a to acima da superfície externa do tronco
r1 = metade da largura da área de reforço (igual a Do )
ro = raio de curvatura da porção externa contornada da saída, medida no plano
contendo os eixos do tronco e derivação. Este está sujeito às seguintes
limitações.
(a) Raio Mínimo. Esta dimensão não deve ser menor que 0,05d,
exceto que, para diâmetros de derivações maiores que 30 pol., não precisa
exceder 1,50pol.
(b) Raio Máximo. Para tubos de saída de tamanhos NPS 6 e maiores,
esta dimensão não deve exceder 0,10d + 0,50 pol. Para tubos de saída de
tamanhos menores que NPS 8, esta dimensão não deve ser maior que 1,25
pol.
(c) Quando o contorno externo contém mais de um raio, o raio ou
qualquer seção de arco de aproximadamente 45FB 00 deve atender aos
requisitos de (a) e (b) acima.
(d) Não se deve empregar máquinas para atender aos requisitos
acima.

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Limites da área NOTA GERAL:
de reforço da derivação Esboço para
mostrar o
método da
determinação de
To quando o furo
ultrapassa o
raio da
bifurcação

Furo Cônico FIG 2


I.D.
(se necessário)
para combinar
com o tubo de
derivação, 1:3
máx

Margem de
corrosão

FIG 1
Área de reforço
NOTA GERAL:
Esboço
projetado para
a condição onde
K = 1,00
Área
necessária
A = Kt rDo
Margem de
corrosão
FIG 3
Área de reforço
NOTA GERAL:
Esboço
projetado para
a condição onde
K = 1,00
Área
necessária
A = Kt rDo
Margem de
corrosão

FIG 4

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L = o menor de 2,5H
ou 2,5B + M

“Área de reforço” delimitada por linhas ---------- --- --- ------------


Área de reforço necessária AR = dt
Área disponível como reforço = A1 + A 2 + A3

A1 = (H -t) (d) (Se negativo, use zero para o valor de A1)


A2 = 2(B -t b)L
A3 = soma da área de todos os reforços adicionados, incluindo áreas de solda
que estejam dentro da “área de reforço”
A1 + A2 + A3 deve ser igual ou maior que AR
onde
H =espessura nominal da parede da ponta
B =espessura nominal da parede da derivação
tb =espessura nominal necessária da parede da derivação (sob a seção
apropriada do Código)
t =espessura nominal necessária da parede da ponta (sob a seção
apropriada do Código)
d =o maior dos comprimentos da abertura acabada na parede da ponta medido
paralelo ao eixo do tronco ou ao diâmetro interno da conexão da derivação
M =espessura nominal ou real (por medida) de reforço adicionado

FIG 5 REGRAS PARA CONEXÕES DE REFORÇO OU DERIVAÇÕES SOLDADAS

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Exemplos Ilustrando a Aplicação das Regras Para Conexões De Reforço Ou

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Derivações Soldadas
EXEMPLO 1

Uma saída NPS 8 é soldada a uma ponta NPS 24. O material da ponta é API
5LX 46 com paredes de 0,312 pol. A saída é API 5L Grau B (sem costuras) Diagrama
40 com paredes de 0,322 pol. A pressão de trabalho é de 650psi. A construção é do
Tipo B, utilizada em Classe de locação 1, de acordo com o parágrafo 840.3. Utilizando
o parágrafo 841.1, a eficiência de junta é 1,00. A temperatura é 100FB 00 F. Os fatores de
projeto são F = 0,60, E = 1,00, e T = 1,00. Para as dimensões, veja a Fig. F6.

Ponta
Espessura nominal da parede:
t = PD = 650 FB 04 24
2SFET 2 FB 04 46.000 FB 04 0,60 FB 04 1,00 FB 04 1,00
F0
40
0,283 pol.

Espessura em excesso na parede da ponta:


H - t = 0,312 - 0,283 = 0,029 pol.

Saída
Espessura nominal da parede:
tb = 650 FB 04 8,625
2 FB 04 35.000 FB 04 0,60 FB 04 1,00 FB 04 1,00
F0
40
0,133 pol.

Espessura em excesso na parede da saída:


B - t b = 0,322 - 0,133 = 0,189 pol.

d = diâmetro da abertura = 8,625 - 2 FB 04 0,322


F0
40
7,981 pol.
Reforço Necessário

AR = dt = 7,981 FB 04 0,283 = 2,26 pol 2

Reforço Fornecido
A1 = (H - t) d = 0,029 FB 04 7,981 = 0,23 pol2

Área Efetiva na Saída


Altura L = 2,5B + M (assuma almofada de 1/4 pol.)

= 2,5 FB 04 0,322 + 0,25 = 1,05 pol.

ou 2,5H = 2,5 FB 04 0,312 = 0,78 pol. Use 0,78 pol.

A2 = 2(B - tb ) L = 2 FB 04 0,189 FB 04 0,78


F0
40
0,295 pol 2

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Este deve ser multiplicado por 35.000/46.000 [veja parágrafo 831.41(f)].

A’ 2 efetivo = 0,295 FB 04 35.000/46.000 = 0,22 pol2

Área necessária

A3 = AR - A 1 - A’ 2

2,26 - 0,23 - 0,22 = 1,81 pol 2

Utilize chapa reforçada de espessura 0,250 pol. (mínimo praticável) F0


B4
15,5 pol.
de diâmetro.

Área (15,50 - 8,62) FB 04 0,25 = 1,72 pol2

Soldas de linha (assumindo duas soldas de 1/4 pol. de cada lado):

0,25 FB 04 0,25 FB 04 0,50 FB 04 2 FB 04 2 = 0,12 pol 2

A3 total fornecido = 1,84 pol2

EXEMPLO 2

Uma saída NPS 16 é soldada a uma ponta NPS 24. O material da ponta é API
5LX 46 com paredes de 0,312 pol. A saída é API 5L Grau B (sem costuras) Diagrama
20 com paredes de 0,312 pol. A pressão de trabalho é de 650psi. A construção é do
Tipo B, utilizada em Classe de locação 1, de acordo com o parágrafo 840.3. Pelo
parágrafo 831.42, o reforço deve ser do tipo de circularidade completa. A eficiência de
junta é 1,00. A temperatura é 100FB 00 F. Os fatores de projeto são F = 0,60, E = 1,00, e T
= 1,00. Para as dimensões, veja a Fig. F7.

Ponta
Espessura nominal da parede:
t = PD = 650 FB 04 24
2SFET 2 F0
B4
46.000 0,60 FB 04 1,00 FB 04 1,00
F0
B4

F0
40
0,283 pol.

Espessura em excesso na parede da ponta:


H - t = 0,312 - 0,283 = 0,029 pol.

Saída
Espessura nominal da parede:
tb = 650 FB 04 16
2 FB 04 35.000 FB 04 0,60 FB 04 1,00 FB 04 1,00
F0
40 0,248 pol.

Espessura em excesso na parede da saída:


B - t b = 0,312 - 0,248 = 0,064 pol.

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d = diâmetro da abertura = 16,000 - 2 FB 04 0,312
F0
40
15,376 pol.

Reforço Necessário

AR = dt = 15,376 FB 04 0,283 = 2,26 pol 2

Reforço Fornecido

A1 = (H - t) d = 0,029 FB 04 7,981 = 4,35 pol2

Área Efetiva na Saída

Altura L = 2,5B + M (assuma almofada de 1/16 pol.)

= 2,5 FB 04 0,312 + 0,312 = 1,09 pol.

ou 2,5H = 2,5 FB 04 0,312 FB 04 0,78 pol. Use 0,78 pol.

A2 = 2(B - tb ) L = 2 FB 04 0,064 FB 04 0,78


F0
40
0,10 pol2

Este deve ser multiplicado por 35.000/46.000 [veja parágrafo 831.41(f)].

A’ 2 efetivo = 0,10 FB 04 35.000/46.000 = 0,08 pol2

Área necessária
A3 = AR - A 1 - A’ 2

4,35 - 0,44 - 0,08 = 3,83 pol 2

Espessura aproximada do reforço necessária:

3,83 FB 08 (30 -16) = 0,27 pol.

Utilize chapa de 0,312 pol. de comprimento mínimo necessário


(desconsiderando as soldas):

3,83 FB 08 0,312 = 12,3 pol.

16 + 12,3 = 29 pol. (arredondado para o maior inteiro mais próximo)


Utilize chapa de 29 pol. de comprimento:

A3 = 0,312 FB 04 (29 - 16) = 4,05 pol2

Duas soldas de 1/4 pol. na saída:


2 FB 04 0,25 FB 04 0,25 FB 04 0,50 = 0,06 pol2

A3 fornecido = 4,11 pol2

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A utilização de soldas de extremidade é opcional. Veja a Fig. 13.

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FIG F6

FIG F7

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APÊNDICE G
TESTE DE SOLDADORES LIMITADOS A TRABALHAR EM LINHAS OPERANDO
COM TENSÕES TANGENCIAIS DE MENOS DE 20 % DA TENSÃO DE
ESCOAMENTO MÍNIMA ESPECIFICADA
Veja o parágrafo 823.11

(a) Um teste inicial deve qualificar o soldador para o trabalho.


Conseqüentemente, seu trabalho deve ser checado por requalificação em intervalos de
1 ano ou parando e testando o trabalho da produção no mínimo a cada 6 meses.
(b) O teste pode ser feito em tubos de qualquer diâmetro de 12 pol. ou
menores. A solda de teste deve ser feita como tubo em uma posição fixa na horizontal,
tal que a solda inclua pelo menos uma seção de soldagem em posição suspensa.
(c) A chanfradura, abertura de esquadrinhamento, e outros detalhes devem
estar em conformidade com a especificação de procedimento sob a qual o soldador é
qualificado.
(d) A solda de teste deve ser cortada em quatro partes e submetida ao teste
de dobra do esquadrinhamento. Se, como resultado do teste, houver quebra do
material de solda, ou entre a solda e o metal de base, com mais de 1/5 pol. de
comprimento em qualquer direção, isto deve ser motivo para rejeição. Quebras
surgidas nos cantos das peças durante os testes não deve ser considerada. Caso não
mais que uma peça seja rejeitada, a solda pode ser considerada aceitável.
(e) Soldadores para realizar conexões de ramais soldados a canalizações
principais devem passar satisfatoriamente nos seguintes testes.
(1) Soldar um encaixe de conexão de ramal a uma seção de tubo
tendo o mesmo diâmetro que um tubo principal típico. Esta solda deve ser feita na
mesma posição em que este tipo de solda é feito em campo.
(2) A solda deve ser testada tentando-se quebrar o encaixe do tubo
tronco por qualquer método disponível (arrancando com pancadas).
Uma amostra deve ser rejeitada se a solda quebrada na junção do encaixe e
tubo tronco apresentar fusão incompleta, sobreposição, ou baixa penetração.
(f) Para a verificação periódica de soldadores que trabalham apenas em
ramais pequenos (2 pol. de diâmetro ou menores), o seguinte teste especial de campo
deve ser empregado. Este teste não deve ser utilizado como substituto para o teste de
qualificação original.
Duas amostras feitas pelo soldador testado devem ser tomadas do ramal de aço.
Cada amostra deve ser cortada em 8 pol. de comprimento com a solda localizada
aproximadamente no centro. ma amostra deve ter as extremidades niveladas e toda a
junta submetida ao teste de força de tensão. Para ser aceitável, a falha deve ser no
metal original, e não adjacente ao, ou no metal de solda. A segunda amostra deve ser
centralizada na máquina de teste de dobras e dobrada no contorno do molde por uma
distância de 2 pol. de cada lado da solda. Para ser aceitável, a amostra não deve
apresentar quebras após remoção da máquina dobradora.
Quando uma máquina de teste de tração não estiver disponível, duas amostras
de teste de dobra serão aceitáveis no lugar de um teste de tensão e um de dobra.
(g) Teste para Juntas de Cobre. O pessoal indicado para trabalhar em
tubulações de cobre deve passar no seguinte teste satisfatoriamente.
Uma junta de cobre soldada ou revestida deve ser feita em qualquer tamanho de
tubo de cobre utilizado, com o eixo do tubo estacionário na posição horizontal. A junta
então soldada deve ser aberta com serra longitudinalmente no topo do tubo (sendo o
topo o ponto mais alto da circunferência quando a junta é revestida). A junta deve ser
aberta para verificação. A extremidade em forma de sino da junta deve ser totalmente
colada. A extremidade macho da junta deve evidenciar que a liga revestida alcançou

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pelo menos 75% da área total das superfícies encaixadas. Pelo menos 50% do
comprimento no topo da junta deve estar conectado.
(h) Deve-se guardar registros dos testes originais e todos os testes
subsequentes conduzidos no trabalho de cada soldador.

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APÊNDICE H
TESTE DE ACHATAMENTO PARA TUBOS
Veja o parágrafo 811.253(b)

(a) O teste de achatamento deve ser feito em tubos de peso padrão e extra
fortes acima de NPS 2. Este não deve ser requisitado para tubos extra fortes duplos.
(b) Para tubos soldados por sobreposição ou no topo, a seção de teste deve
ter de 4 pol. a 6 pol. de comprimento, e a solda deve ser localizada a 45FB 00 da linha de
direção da força aplicada.
(c) Para tubos soldados por resistência elétrica, ambas as extremidades de
corte de cada comprimento de tubo devem ser achatadas entre chapas paralelas com
a solda no ponto de máxima flexão até que as paredes opostas do tubo se encontrem.
Nenhuma abertura na solda deve aparecer até que a distância entre as chapas seja
menor que dois terços do diâmetro externo original do tubo. Nenhuma quebra no metal
além da região de solda deve surgir até que a distância entre as chapas seja menor
que um terço do diâmetro externo original do tubo, mas em hipótese alguma menor que
cinco vezes a espessura da parede do tubo. Não deve haver evidências de laminação
ou material queimado durante todo o processo de achatamento, e a solda não deve
apresentar defeitos prejudiciais.
(d) Para tubos sem costuras a seção de teste não deve ser menor que 2,5
pol. em comprimento.
(e) O teste deve consistir do achatamento de uma seção de tubo entre
chapas paralelas até que as paredes opostas se encontrem. Para tubos soldados,
nenhuma abertura na solda deve aparecer até que a distância entre as chapas seja
menor que três quartos do diâmetro externo original para soldagem a topo, ou dois
terços do diâmetro externo para soldagem na aba, e nenhuma quebra no metal além da
região de solda deve surgir até que a distância entre as chapas seja menor que o
mostrado abaixo. Para tubos sem costuras, nenhuma quebra no metal deve surgir até
que a distância entre as chapas seja menor que o mostrado abaixo:

Tipo de Tubo Distância entre Chapas H


Soldado a topo 60% do diâmetro externo
Soldado na aba 1/3 do diâmetro externo
Soldado por resistência 1/3 do diâmetro externo
elétrica,
Graus A e B
Sem costuras, Distância H desenvolvida pela seguinte fórmula:
Graus A e B
H = (1 + e) t
e + t/D
onde
H = distância entre chapas de achatamento, pol.
t = espessura nominal da parede do tubo, pol.
e = deformação por unidade de comprimento
(constante para um dado grau de aço, 0,09 para
Grau A e 0,07para Grau B)

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APÊNDICE I

Derivação

Ponta

NOTAS GERAIS:
(a) Quando um selim de solda é utilizado, ele deve ser inserido sobre este tipo de
conexão.
(b) W 1 = 3B/8, mas não menos que 1/4 pol.
(c) N = 1/16 pol. mín., 1/8 pol. máx., a não ser que seja utilizada solda anterior ou
alça de apoio.

FIG I1 DETALHES DE SOLDAGEM PARA ABERTURAS SEM REFORÇO A NÃO


SER AQUELES NAS PONTAS E PAREDES DAS DE DERIVAÇÕES

I3

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Selim Almofada

W 1 mín. = 3B/8, mas não menos que 1/4 pol.


W 2 mín. = M/2, mas não menos que 1/4 pol.
W 3 mín. = M, mas não maior que H
N = 1/16 pol. mín., a não ser que seja utilizada solda anterior ou alça de apoio.

NOTAS GERAIS:
(a) Todas as soldas têm dimensões de “perna” iguais, e um gargalo mínimo = 0,707
F0
B4
dimensão da “perna”.
(b) Se M for maior que H, a parte de reforço deve ser afinada até a espessura da
parede da ponta.
(c) Forneça um furo no reforço para revelar vazamentos em soldas enterradas e
prover ventilação durante a soldagem e tratamento de calor. [Veja o parágrafo 831.41
(h)]

FIG I2 DETALHES DE SOLDAGEM PARA ABERTURAS COM REFORÇO DO TIPO


LOCALIZADO

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Solda Solda
opcional opcional

Estas soldas longitudinais podem ser


localizadas em qualquer lugar ao redor da
circunferência

NOTA GERAL: NOTA GERAL:


Visto que a pressão do fluído é exercida Providencie um furo no reforço para
em ambos os lados do metal do tubo sob revelar vazamentos em soldas enterradas
o T, o metal do tubo não provê reforço. e prover ventilação durante a soldagem e
tratamento de calor. [Veja o parágrafo
831.41 (h)]. Não necessário para o tipo T.

Tipo T Tipo Luva

Solda Solda Solda Solda


opcional opcional opcional opcional

Tipo Selim Tipo Selim


e Luva

FIG I3 DETALHES DE SOLDAGEM PARA ABERTURAS COM REFORÇOS DO


TIPO DE TOTAL CIRCULARIDADE

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*Tabela para fazer past up.

Preparação sugerida
das extremidades,
tubos e encaixes cm
espessura acima de 7/8
pol.
(c)
Preparação padrão de Preparações padrão
extremidade de tubo e de extremidades
encaixes de solda de
7/8 pol. e mais finos
(b)
Preparação opcional de
extremidade de tubo
(a)

FIG I4 COMBINAÇÕES DE PREPARAÇÕES ACEITÁVEIS DE EXTREMIDADES


DE TUBOS

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PREPARAÇÃO DE EXTREMIDADES PARA SEÇÕES DE SOLDAGEM A TOPO COM

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ESPESSURAS E TENSÃO DE ESCOAMENTO ESPECIFICADA DESIGUAIS

NOTAS EXPLICATIVAS

Geral

(a) Os projetos na Fig. I 5 ilustram preparações aceitáveis para unir


extremidades de tubos por soldagem a topo para materiais com espessura de paredes
e/ou forças (tensão de escoamento mínima especificada) desiguais.
(b) A espessura das seções a serem unidas além da área de união de projeto
devem obedecer aos requisitos de projeto deste Código.
(c) Quando as tensões de escoamento mínima especificada das seções a
serem unidas forem desiguais, o metal de solda depositado deve ter propriedades
mecânicas no mínimo iguais àquelas da seção que tiver maior força.
(d) A transição entre extremidades de espessuras desiguais deve ser feita
por afinamento ou soldagem como ilustrado, ou por meio de um anel de transição pré-
fabricado.
(e) Chanfros ou ranhuras agudas na borda da solda onde ela se junta a uma
superfície inclinada devem ser evitados.
(f) Para a junção de espessuras desiguais de tensões de escoamento
mínima especificada iguais, as regras apresentadas aqui se aplicam, exceto que não
há um limite mínimo de ângulo para o afinamento.
(g) A espessura máxima tD para fins de projeto não deve ser maior que 1,5t.

Diâmetros Internos Desiguais

(a) Para que uma tubulação opere sob uma tensão tangencial de menos de
20% da tensão de escoamento mínima especificada, caso a espessura nominal das
paredes das extremidades adjacentes não variem em mais de 1/8 pol., nenhum
tratamento especial é necessário desde que se consiga uma penetração e ligação
adequada na soldagem. Se a diferença for maior que 1/8 pol., os seguintes parágrafos
se aplicarão.
(b) Para Níveis de Tensão de 20% ou Mais da Tensão de Escoamento
Mínima Especificada.
(1) Se a espessura nominal das paredes das extremidades adjacentes não
variar mais que 3/32 pol., nenhum tratamento especial é necessário desde que se
consiga uma penetração e ligação adequada na soldagem. Veja o projeto (a).
(2) Onde a diferença interna nominal for maior que 3/32 pol. e não exista
nenhum acesso ao interior do tubo para soldagem, a transição deve ser feita por um
corte de afinamento na extremidade interior da seção mais grossa. Veja o projeto (b).
O ângulo de afinamento não deve ser maior que 30FB 00 nem menor que 14FB 00 .
(3) Onde a diferença interna nominal for maior que 3/32 pol. mas não exceda
a metade da seção mais fina, e haja acesso ao interior do tubo para soldagem, a
transição pode ser feita com uma solda afinada como mostrado no projeto (c). A região
na área mais grossa deve ser igual à diferença mais a região na seção contígua.
(4) Onde a diferença interna nominal for maior que metade da seção mais
fina e houver acesso ao interior do tubo para soldagem, a transição pode ser feita por
um corte de afinamento na extremidade interior da seção mais grossa como mostrado
no projeto (b), ou por uma combinação de uma solda de afinamento a uma metade da
seção mais fina e um corte de afinamento a partir deste ponto como mostrado no
projeto (d).

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Diâmetros Externos Desiguais

(a) Onde a diferença externa não excede metade da seção mais fina, a
transição pode ser feita por soldagem como mostrado no projeto (e), desde que o
ângulo de ascensão da superfície da solda não exceda 30FB 00 e ambas as bordas dos
chanfros estejam adequadamente unidas.
(b) Onde houver diferença externa que exceda metade da seção mais fina, a
porção da diferença sobre 1/2t deve ser afinada como mostrado no projeto (f).

Diâmetros Interno e Externo Desiguais

Onde haja tanto diferença interna e externa, o projeto de junção deve ser uma
combinação dos projetos de (a) a (f), isto é, projeto (g). Deve-se prestar uma atenção
especial ao alinhamento correto sob estas condições.

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Diferença Interna

Diferença Externa

NOTA:
(1) Sem mín. quando os materiais unidos tiverem
tensões de escoamento iguais

(g) Combinação

FIG I5 PROJETO ACEITÁVEL PARA ESPESSURA DE PAREDE DESIGUAL

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(a) Flange de União (b) Flange de
de Aba Soldagem a Topo

(ou t se preferido)

(c) Solda Posterior (d) Solda Anterior e


e Anterior de Face

Não menos Espessura


que t Nominal da
Parede do
Tubo

Cmín. = 1-1/4t, mas


não menos que
5/32 pol.

(e) Soldagem de (f) Flange de


encaixe Apenas Soldagem de
encaixe

Tamanho
da Solda Gargalo Teórico
Gargalo Teórico Tamanho
da Solda
(g) Solda de Linha (h) Solda de Linha
Convexa Côncava

FIG I6 DETALHES RECOMENDADOS DE ANEXAÇÃO DE FLANGES

FIG I7 FLANGES DE PESO LEVE 1


Pressão máxima -- 25 psi; mesma perfuração que a Classe 125 Padrão

Aço Forjado e Enrolado Material ASTM 105

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Gabarito de Perfuração
Tamanho Diâmetro Espessur Diâmetro Compri_ Diâmetro Número Diâmetro Diâmetro Peso
Nominal Externo a Interno mento Externo de e do Aprox.
do Tubo A T B do Cubo do Cubo Parafusos Compri_ Círculo do de Cada,
L E mento Parafuso lb
dos
Parafusos
6 11 9/16 6.72 1¼ 7 9/16 8 9½ 13
8 13 ½ 9/16 8.72 1¼ 9 11/16 8 11 ¾ 18
10 16 11/16 10.88 1¼ 12 12 14 ¼ 26
12 19 11/16 12.88 1¼ 14 3/8 12 17 42
14 21 ¾ 14.14 1¼ 15 ¾ 12 18 ¾ 44

16 23 ½ ¾ 16.16 1¼ 18 16 21 ¼ 58
18 25 ¾ 18.18 1¼ 19 7/8 16 22 ¾ 59
20 27 ½ ¾ 20.20 1¼ 22 20 25 69
22 29 ½ 1 22.22 1¾ 24 ¼ 20 27 ¼ 76

24 32 1 24.25 1¾ 26 1/8 20 29 ½ 113


26 34 ¼ 1 26.25 1¾ 28 ½ 24 31 ¾ 126
28 36 ½ 1 28.25 1¾ 30 ½ 28 34 139
30 38 ¼ 1 30.25 1¾ 32 ½ 28 36 152

32 41 ¾ 1 1/8 32.25 1¾ 34 ¾ 28 38 1/7 206


34 43 ¾ 1 1/8 34.25 1¾ 36 ¾ 32 40 ½ 217
36 46 1 1/8 1¾ 38 ¾ 32 42 ¾ 234
38 48 ¾ 1 1/8 1¾ 40 ¾ 32 45 ¼ 264

40 50 ¾ 1 1/8 Com 1¾ 43 36 47 ¼ 280


42 53 1¼ o 1¾ 45 36 49 ½ 328
44 55 ¼ 1¼ Espe 2¼ 47 40 51 ¾ 349
cifica
46 57 ¼ 1¼ 2¼ 49 40 53 ¾ 363
do
pelo
48 59 ½ 1 3/8 Com 2½ 51 44 56 426
50 61 ¼ 1 3/8 prad 2½ 53 44 58 ¼ 451
52 64 1 3/8 or 2½ 55 44 60 ½ 477
54 66 ¼ 1 3/8 2½ 57 44 62 ¾ 504

60 73 1½ 2¾ 63 52 69 ¼ 643
66 80 1½ 2¾ 69 52 76 754
72 86 ½ 1½ 2¾ 75 60 82 ½ 846
NOTA:
(1) Face Plana: projetado para uso com vedação de face completa ou vedação de folha
de amianto que se estende até os furos dos parafusos.

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*Paste up
O alcance da ASME
B31.8 começa na
saída de separação
e/ou na planta de
processamento
Plataforma de O alcance da ASME
Produção B31.8 começa na
saída de separação
e/ou na planta de
processamento
A alcance da ASME Marco d’água Alto
B31.8 termina na
entrada e começa
na saída de
separação ou planta
de processamento
Junção ou
plataforma de
medida
O alcance da ASME Veja Fig. I9
B31.8 começa na
saída de separação Costa
Alto Mar
e/ou na planta de
processamento
Planta de
carregamento LNG
coberta pela NFPA
59A
Carregador LNG Veja Fig. I9
Linha de
descarregamento
LNG
NOTA GERAL: Componentes e tubulações indicados por linhas cheias estão dentro do
alcance da ASME B31.8.
Legenda
Linha de transmissão principal tubulação
Tubulações coletoras
-- o -- o -- Linhas de fluxo de gás
Separação e/ou planta de processamento
Poço de gás com separador
Poço de gás sem separador ou planta de processamento
Plataforma de produção
Estação compressora

FIG I8 ALCANCE DA ASME B31.8 PARA TUBULAÇÕES DE TRANSMISSÃO EM ALTO MAR

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O alcance da ASME
B31.8 começa na
saída de separação
e/ou na planta de
processamento
O alcance da ASME
B31.8 começa na
saída do separador
do manancial
Marco d’água Alto
Veja Fig. I8 Veja Fig. I10
Alto Mar Costa
Veja Fig. I8 Veja Fig. I10
Campo de
armazenamento de
gás
NOTA GERAL: Componentes e tubulações indicados por linhas cheias estão dentro do
alcance da ASME B31.8.

Legenda
Linha de transmissão Poço de gás sem separador
principal tubulação ou planta de processamento
Tubulações coletoras Estação compressora
-- o -- o -- Linhas de fluxo de gás Estação de medida
Separação e/ou planta de Dispositivo de proteção contra
processamento sobre pressão para
tubulações
Poço de gás com separador

FIG. I9 ALCANCE DA ASME B31.8 PARA TUBULAÇÕES DE TRANSMISSÃO NA


COSTA

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Planta redutora Sistema de Sistema de
de picos LNG distribuição de distribuição de
ou LPG alta pressão alta pressão (60
(acima de 60 psi. ou inferior)
psi.)
Veja Fig. I9 Regulador do
recipiente de
enchimento
Planta, etc. Recipiente de
baixa pressão
Veja Fig. I9
Sistema de Sistema de
distribuição de distribuição de
baixa pressão baixa pressão

NOTA GERAL: Componentes e tubulações indicados por linhas cheias estão dentro do
alcance da ASME B31.8.
Legenda
Linha de transmissão principal (tubulação)
Tronco de distribuição ou de gás
------------ Ramais de gás
Dispositivo de proteção contra sobre pressão para tubulações e troncos
Ramais com medidor e sem regulador (sistema de distribuição de baixa
pressão)
Ramais com medidor e um regulador (sistema de distribuição de alta
pressão até 60 psi.)
Ramais com medidor e regulador, e regulador de série ou outros
dispositivos de proteção (sistema de distribuição de alta pressão acima
de 60 psi.)
Estação de regulagem de pressão e medida de comporta municipal
Estação de regulagem de pressão de distribuição
Estação compressora
Estação de medida

FIG. I10 ALCANCE DA ASME B31.8 PARA TUBULAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

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APÊNDICE J
Parcialmente extraído da ASME SI -1.

FATORES DE CONVERSÃO COMUMENTE UTILIZADOS


(Para outros veja ASTM E 380)
Grandeza Conversão Fator
Ângulo grau para rad 1.745 329 E - 02
Plano

Comprimen pol. para m 2.541 E - 02


to
pé para m 3.048 E - 01
1

milha para m 1.609 3441 E + 03

Área pol.2 para m 2 6.451 6001 E - 04


pé2 para m 2 9.290 3041 E - 02

Volume pé3 para m 3 2.831 685 E - 02


U.S. gal para m3 3.785 412 E - 03
pol.3 para m 3 1.638 706 E - 05
oz (fluído, U.S.) 2.957 353 E - 05
para m3
litro para m3 1.000 000 E - 03

Velocidade pé/min para m/s 5.081 E - 03


pé/s para m/s 3.048 E - 01
1

km/h para m/s 2.777 778 E - 01


milha/h para m/s 4.470 41 E - 01
milha/h para km/h 1.609 3441 E + 00

Massa oz (peso) para kg 2.834 952 E - 02


lb (peso) para kg 4.535 924 E - 01
slug para kg 1.459 390 E + 01

Aceleração pé/s2 para m/s2 3.048 E - 01


1

gravidade para m/ 9.806 651 E + 00


s2

Força kgf para N 9.806 651 E + 00


lbf para N 4.448 222 E + 00
poundal para N 1.382 550 E - 01

Torque kfg-m para N-m 9.806 651 E + 00

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lbf-pol. para N-m 1.129 848 E - 01
lbf-pé para N-m 1.355 818 E + 00

Pressão psi para bar 6.894 757 E - 02


Pa para bar 1.000 E - 05
kPa para bar 1.000 E - 02

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FATORES DE CONVERSÃO COMUMENTE UTILIZADOS (CONT.)
(Para outros veja ASTM E 380)
Grandeza Conversão Fator
1
Tensão psi para Mpa 6.894 757 E - 03
2
kips/pol para Mpa 6.894 757 E + 00
N/mm2 para Mpa 1.000 E + 00

Energia, Btu (IT) para J 1.055 056 E + 03


trabalho
Caloria (IT) para J 4.186 81 E + 00
lbf-pé para J 1.355 818 E + 00

Potência hp (550 pé lbf/s) 7.456 999 E + 02


para W

Temperatur F0
B0
C para FB 00 K t K - tC + 273.15
a1
F0
B0
F para FB 00 K t K (tF + 459.67)/1.8
F0
B0
F para FB 00 C t C (tF 32)/1.8

Intervalo de F0
B0
C para FB 00 K 1.01 E + 00
Temperatur F0
B0
F para FB 00 K ou FB 00 C 5.555 556 E - 01
a

NOTA GERAL:
Os fatores estão escritos como um número maior que um e menor que dez com seis ou
menos casas decimais. O número é seguido pela letra E (para expoente), um sinal de
mais ou menos, e dois dígitos que indicam a qual potência de dez o número deve ser
multiplicado para se obter o valor correto.
Por exemplo,
1.745 329 E - 02 é 1.745 329 FB 04 102 ou 0.017 453 29
NOTA:
(1) Relações exatas em termos das unidades base.

LISTA DAS UNIDADES SI PARA UTILIZAÇÃO COM O CÓDIGO B31.8


Grandeza Unidade 1 Símbol Outras Unidades ou
o Limitação
Espaço e Tempo

ângulo plano radiano rad grau (decimalizado)


ângulo sólido esteradiano sr ...
comprimento metro m milha náutica (navegação
apenas)
área metro quadrado m2 ...
volume metro cúbico m3 litro (L) somente para
líquidos (limite o uso a L e
mL) (cc não deve ser usado)

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tempo segundo s minuto (min), hora (h), dia
(d), semana, e ano

velocidade angular radiano por rad/s ...


segundo
velocidade metro por m/s kilômetro por hora (km/h)
segundo para velocidade de veículos,
nós somente para
navegação

Fenômenos Periódicos e
Relacionados

freqüência hertz Hz (hertz = ciclos por segundo)


velocidade de rotação radiano por rad/s revoluções por segundo (r/
segundo s), revoluções por minuto (r/
min)

LISTA DAS UNIDADES SI PARA UTILIZAÇÃO COM O CÓDIGO B31.8 (CONT.)


Grandeza Unidade 1 Símbolo Outras Unidades ou
Limitações
Mecânica

massa quilograma kg ...


densidade quilograma por metro kg/m3 ...
cúbico
momento quilograma-metro por kg m/s ...
segundo
momento de momento quilograma-metro kg m2/s ...
quadrado por segundo

momento angular quilograma-metro kg m2/s ...


quadrado por segundo

aceleração metro por segundo ao m/s2 ...


quadrado
momento de inércia quilograma-metro kg m2 ...
quadrado
força newton N ...
momento de força newton-metro Nm ...
(torque)
pressão bar bar (pascal = newton por
metro quadrado)

tensão magapascal M Pa
viscosidade (dinâmica) pascal-segundo Pa s ...
viscosidade metro quadrado por m2/s ...
(cinemática) segundo

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tensão superficial newton por metro N/m ...
energia, trabalho joule J quilowatt-hora (kW h)
potência watt W ...
força de impacto joule J ...

Calor

temperatura kelvin K graus Celsius (FB 00 C)


termodinâmica 2
temperatura - que não grau Celsius F0
B0
C kelvin (K)
a termodinâmica 2
coeficiente de metro por metro-kelvin K1 F0
B0
C 1 ; mm/(mm K)
expansão linear
quantidade de calor joule J ...
taxa de fluxo de calor watt W ...
densidade de taxa de watt por metro W/m2 ...
fluxo de calor quadrado
condutividade térmica watt por metro-kelvin W/(m K) W/(m FB 00 C)
coeficiente de watt pormetro W/(m2 W/(m2 FB 00 C)
transferência de calor quadrado-kelvin K)
capacidade calorífica joule por kelvin J/K J/FB 00 C
capacidade calorífica joule por quilograma J/(kg K) J/(kg FB 00 C)
específica kelvin
calor específico joule por quilograma J/kg ...
entalpia específica kilojoule por quilograma kJ/kg ...
entropia especícifa kilojoule por kelvin - kJ/(K kg) ...
quilograma
taxa de aquecimento kilojoule por quilowatt- kJ/(kW ...
segundo s)

LISTA DAS UNIDADES SI PARA UTILIZAÇÃO COM O CÓDIGO B31.8 (CONT.)


Grandeza Unidade 1 Símbol Outras Unidades ou
o Limitações
Eletricidade e
Magnetismo

corrente elétrica ampère A ...


carga elétrica coulomb C ...
densidade volumétrica coulomb por metro C/m3 ...
de carga cúbico
densidade superficial de coulomb por metro C/m2 ...
carga quadrado
força do campo elétrico volt por metro V/m ...
potencial elétrico volt V ...
capacitância farad F ...
densidade de corrente ampére por metro A/m2 ...
quadrado

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força do campo ampére por metro A/m ...
magnético
densidade de fluxo tesla T ...
magnético
fluxo magnético weber Wb ...
auto-inditância henry H ...
permeabilidade henry por metro H/m ...
magnetização ampére por metro A/m ...

NOTAS:
(1) Fatores de conversão entre unidades SI e U.S. comuns são dados no ASTM E
380.
(2) Para temperatura e intervalo de temperatura é preferível a utilização de graus
Celsius (FB 00 C), exceto para trabalhos termodinâmicos e criogênicos, onde kelvin é
mais adequado. Para intervalo de temperatura, 1 K = 1 FB 00 C exatamente.

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APÊNDICE K
CRITÉRIOS PARA PROTEÇÃO CATÓDICA
Reimpresso com permissão da National Association of Corrosion Engineers NACE
Padrão RP-01-69, seção 6, O asterisco (*) significa alteração de palavra do texto do
NACE.

1. Introdução

1.1.. O propósito desse Apêndice é listar os critérios para proteção catódica, os quais,
quando cumpridos separada ou coletivamente, indicarão que se conseguiu
proteção catódica adequada de um sistema metálico em seu eletrólito.

2. Geral

2.1.. O objetivo do uso da proteção catódica é controlar a corrosão de superfícies


metálicas em contato com o eletrólito.

2.2.. A escolha de um critério específico para atingir o objetivo de 6.2.1 depende, em


parte, da experiência anterior com estrutura semelhante, e o ambiente onde os
critérios tenham sido utilizados com êxito.

2.3.. Os critérios da seção 6.3 foram desenvolvidos através de experiências


laboratoriais ou determinados empiricamente pelos dados de avaliação obtidos
de sistemas de proteção catódica executados com sucesso. Não se pretende
que a companhia operadora fique limitada a esses critérios, se se puder
demonstrar por outros meios que o controle da corrosão tenha sido alcançado.

2.4.. As medições de voltagem nas tubulações devem ser feitas com o eletrodo de
referência, localizado na superfície do eletrólito tão rente quanto possível da
superfície da estrutura que está sendo investigada. Deve-se levar em
consideração as quedas de voltagem (IR) fora as através da divisa entre a
estrutura e eletrólito, a presença de metais diferentes, e a influência de outras
estruturas para a interpretação exata das medições de voltagem.

2.5.. Nenhum critério para a avaliação da eficiência da proteção catódica provou ser
satisfatório para todas as condições. Ë preciso freqüentemente uma combinação
de critérios para uma estrutura simples.

3. Critérios
3.1.. Estruturas de Aço e Ferro Fundido
3.1...1... Uma voltagem negativa (catódica) de pelo menos 0,85 V assim medida
entre a superfície da estrutura e o eletrodo de referência de sulfato de cobre-
cobre saturado em contato com o eletrólito. A determinação dessa voltagem é
para ser feita com a corrente protetora aplicada.
3.1...2... Uma comutação de voltagem negativa (catódica) mínima de 300 milivolts,
produzida pela aplicação da corrente protetora. A comutação de voltagem é
medida entre a superfície da estrutura e o eletrodo de sulfato de cobre-cobre
saturado em contato com o eletrólito. O critério da comutação de voltagem se
aplica às estruturas não em contato com metais estranhos.

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3.1...3... Uma comutação de voltagem de polarização negativa (catódica) mínima
de 100 milivolts medida entre a superfície da estrutura e o eletrodo de referência
de cobre-cobre saturado em contato com o eletrólito. Essa comutação de
voltagem de polarização é para ser determinada, interrompendo a corrente
protetora e medindo o declínio da polarização. Quando a corrente for
inicialmente interrompida, irá ocorrer uma comutação de voltagem imediata. A
leitura da voltagem após a imediata comutação deve ser usada como leitura-
base para medir o declínio da polarização.

3.1...4... Uma voltagem “estrutura para eletrólito” pelo menos tão negativa
(catódica) quanto a estabelecida originalmente no início do segmento de Tafel da
curva E-log-1. Essa voltagem deve ser medida entre a superfície da estrutura e
o eletrodo de referência de sulfato de cobre-cobre saturado em contato com o
eletrólito, no mesmo local onde foram tomadas as medidas de voltagem para
obter a curva E-log-1.

3.1...5... Uma corrente protetora de rede do eletrólito para dentro da superfície da


estrutura assim medida por uma técnica de corrente de terra aplicada em
pontos (anódicos) da estrutura pré determinados de descarga de corrente.

3.2.. Estruturas de Alumínio


3.2...1... Uma comutação de voltagem negativa (catódica) mínima de 150 milivolts,
produzida pela aplicação de corrente protetora. A comutação de voltagem é
medida entre a superfície da estrutura e o eletrodo de referência de cobre-cobre
saturado em contato com o eletrólito. Veja as observações de precaução em
6.3.2.3 e 6.3.2.4.

3.2...2... Uma comutação de voltagem de polarização negativa (catódica) mínima


de 100 milivolts, medida entre a superfície da estrutura e o eletrodo de referência
de cobre-cobre saturado em contato com o eletrólito. Esta comutação de
voltagem de polarização deve ser determinada interrompendo a corrente
protetora e medindo o declínio da polarização. Quando a corrente for
inicialmente interrompida, irá ocorrer uma comutação de voltagem imediata. A
leitura da voltagem deve ser usada como leitura-base para medir o declínio da
polarização. Veja as observações de precaução em 6.3.2.3 e 6.3.2.4.

3.2...3... Observação de Precaução - Voltagens Excessivas: Independentemente


dos critérios mínimos alternativos em 6.3.2.1 e 6.3.2.2, o alumínio, se protegido
catodicamente por meio de voltagens além de 1,20 volts medidos entre a
superfície da estrutura e o eletrodo de referência de sulfato de cobre-cobre
saturado em contato com o eletrólito e compensado para quedas de voltagem
(IR), exceto as quedas através da divisa estrutura-eletrólito, pode sofrer
corrosão resultante da formação de álcali na superfície metálica. Uma voltagem
excessiva de 1,20 volts não deve ser usada, a menos que os resultados de
testes anteriores indiquem que nenhuma corrosão considerável ocorra no
ambiente específico.

3.2...4... Observação de Precaução – Condições de solo alcalino: Como o


alumínio pode sofrer corrosão sob condições de pH alto, e como a aplicação de
proteção catódica tende a aumentar o pH na superfície metálica, deve ser
realizada investigação ou teste cuidadoso antes da aplicação da proteção

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catódica para interromper o ataque de corrosão nas estruturas do alumínio em
ambientes com um pH natural em excesso de 8,0.

3.3.. Estruturas de Cobre

3.3...1... Uma comutação de voltagem de polarização negativa (catódica) mínima


de 100 milivolts medida entre a superfície da estrutura e o eletrodo de referência
de cobre-cobre saturado no eletrólito. Essa troca de voltagem de polarização é
para ser determinada, interrompendo a corrente protetora e medindo o declínio
da polarização. Quando a corrente for inicialmente interrompida, irá ocorrer uma
imediata comutação de voltagem. A leitura da voltagem após a comutação
imediata deve ser usada como leitura-base para medir o declínio da polarização.

3.4.. Estrutura de Metal Diferente

3.4...1... Deve-se manter uma voltagem negativa (catódica), entre todas as


superfícies da estrutura e um eletrodo de referência de cobre-cobre saturado
em contato com o eletrólito, igual à exigida para a maioria dos metais anódicos.
Se forem envolvidas estruturas anfóteras, quem podem ser danificadas por alta
alcalinidade (veja as observações de precaução em 6.3.2.3 e 6.3.2.4), elas
precisam ser isoladas eletricamente com flanges isolantes ou o equivalente.

4. Eletrodos de Referência Alternativos

4.1.. Outros eletrodos de referência padrão podem ser substituídos pelos eletrodos de
referência de sulfato de cobre-cobre saturado. Abaixo, estão relacionados dois
eletrodos geralmente utilizados, juntamente com suas voltagens equivalentes a
– 0,85 volt referentes ao eletrodo de referência de sulfato de cobre-cobre
saturado:

4.1...1... Eletrodo de referência de calomelano KCl saturado: -0,78 volt.

4.1...2... Eletrodo de referência de cloreto de prata-prata usado na água salgada:


-0,80 volt.

2.. Além desses eletrodos de referência padrão, pode-se usar um material metálico
ou estrutura alternativos no lugar do eletrodo de referência de sulfato de cobre-
cobre saturado, se for assegurada a estabilidade do seu potencial do eletrodo, e
seu equivalente de voltagem em relação ao eletrodo de referência de sulfato de
cobre-cobre saturado estiver estabilizado.

4. Considerações Especiais

1.. Os casos especiais, tais como correntes de dispersão e gradientes elétricos de


dispersão podem existir, os quais requerem o uso de critérios diferentes
daqueles relacionados acima. As medições de ganho e perda de corrente na
estrutura e vestígios de corrente no eletrólito têm sido úteis nesses casos.

2.. Existem algumas vezes condições anormais onde a proteção é ineficaz ou


apenas parcialmente eficaz. Tais condições podem incluir temperaturas
elevadas, camadas descoladas, blindagem, ataque bacteriano, e poluidores não
comuns no eletrólito.

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APÊNDICE L
DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA REMANESCENTE
DO TUBO CORROÍDO
(Para informações básicas, veja o ANSI/ASME B31G, Manual Para Determinação da
Resistência de Tubos Corroídos)

Para condutos de aço que operam a 40% ou acima da tensão mínima de escoamento,
a resistência remanescente do conduto corroído pode ser determinada pela seguinte
análise.
(a) Determine a espessura da corrosão d. (Veja Fig. L1). Se d for menor que 10%
de t, a espessura nominal da parede, nenhuma redução no MAOP precisa ser
considerada. Se d for maior que 80% de t, deve-se considerar a remoção do
segmento afetado do serviço.
(b) Determine o comprimento efetivo L de corrosão ao longo do eixo longitudinal.
(c) Calcule o fator não dimensional A.

A = 0,893 L / FF 0C Dt

Onde D = O.D. nominal do conduto,


(d) Para valores de A menores ou iguais a 4,0 ,

onde
P’ = é a pressão máxima de segurança para a área corroída, psig
P’ = é a pressão maior ou até a de projeto (excluindo o fator de ligação) ou o MAOP
estabelecido, psig
Exceto que P’ não pode exceder P

FIG L1
. (e) Para valores de A maiores que 4,0 ,

P’ = 1,1P (1 – d/t)

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Exceto que P’ não pode exceder P.
(f) Se o MAOP determinado for igual ou menor de P’, a região corroída pode
permanecer em serviço no MAOP se protegida de novas corrosões. Se for maior que
P’ , o MAOP deve ser reduzido a fim de que P’ não seja superado, ou a região corroída
deve ser restaurada por um dos métodos prescritos no paragr. 851.4 ou substituída.

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APÊNDICE M
CRITÉRIOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO DE GÁS
Veja paragr. 852.2

M1 ESCOPO
Este apêndice fornece os critérios para detecção, graduação e controle de
vazamento de gás.

M2 DEFINIÇÕES (APLICÁVEIS APENAS NESTE APÊNDICE)

Orifício de Vergalhão é um furo feito no solo ou calçamento com o propósito


específico de testar a atmosfera da subsuperfície com um CGI.
Construção é qualquer estrutura que normalmente ou ocasionalmente penetrada
por humanos para negócios, residência ou outras finalidades, e no qual o gás
pode se acumular.
O Indicador de Gás Combustível (CGI) é aparelho capaz de detectar e medir as
concentrações de gás, que está sendo transportado pela atmosfera.
Espaço Confinado é qualquer estrutura de subsuperfície, tais como câmaras,
bacias de captação ou câmaras subterrâneas, de tamanho suficiente para
acomodar uma pessoa, e na qual o gás pode se acumular.
Inspeção de Acompanhamento é uma inspeção realizada após o conserto ter sido
concluído, para determinar a sua eficácia.
Subestrutura de Gás Associada é um dispositivo ou instalação utilizada por uma
companhia de gás, tais como uma caixa de válvula, câmara, caixa de teste, ou
conduto de ventilação revestido, que não tem a intenção de armazenar, transmitir
ou distribuir gás.
LEL é o limite inferior de explosão do gás que está sendo transportado.
Pronta Ação consiste em expedir pessoal qualificado sem demora com o propósito
de avaliar, e, onde necessário, reduzir o risco provável ou existente.
Leitura é a variação repetida num CGI ou instrumento equivalente, expressa em
LEL. Quando a leitura for num espaço confinado sem ventilação, deve-se
considerar o grau de dissipação, quando o espaço for ventilado, e o grau de
acumulação quando o espaço for fechado novamente.
Pequenas Subestruturas (além das subestruturas de gás associadas) são
quaisquer estruturas de subsuperfície que não têm tamanho suficiente para
acomodar uma pessoa, tais como dutos e conduites telefônicos e elétricos ou
válvula não associada a gás e caixas de medição, nos quais o gás pode se
acumular ou migrar.
Túnel é uma passagem da subsuperfície grande o bastante para um homem
entrar e na qual o gás pode se acumular.

M3 INVESTIGAÇÃO DE VAZAMENTOS E MÉTODOS DE TESTE

As investigações de vazamentos de gás e métodos de teste seguintes podem


ser empregados, quando aplicáveis, isoladamente ou combinados, de acordo com
os procedimentos escritos.
Investigação da detecção do gás da superfície
Investigação detetor do gás da subsuperfície (inclusive as investigações de
orifício de vergalhão)
Investigação da vegetação
Teste de Queda de Pressão

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Teste de Vazamento de Bolhas
Teste de Vazamento Ultrassônico
Outros métodos de investigação e teste podem ser empregados se forem
considerados apropriados e forem conduzidos de acordo com os procedimentos,
os quais foram testados e provados serem pelo menos iguais aos métodos
relacionados nesta seção.
(a) Investigação da Detecção do Gás da Superfície
(1) Definição. Uma amostragem contínua da atmosfera no nível do chão
ou perto para instalações de gás subterrâneo e de gás adjacente ou
acima do chão com um sistema detetor de gás capaz de detectar a
concentração de 50 ppm de gás no ar em qualquer ponto de
amostragem.
(2) Procedimento. O equipamento usado para realizar essas
investigações pode ser portátil ou móvel. Para tubulação
subterrânea, deve ocorrer a amostragem da atmosfera, onde
possível, em não mais do que 2 pol. Acima da superfície do chão. Em
áreas onde a tubulação estiver sob o piso, as amostragens devem se
realizar na linha do meio-fio, aberturas disponíveis na superfície do
chão ( tais como câmaras subterrâneas, bacias de captação,
aberturas de conduto telefônico, de energia, de esgoto, caixas de
semáforo ou de incêndio, ou rachaduras no piso ou na sarjeta), ou
outras interfaces onde a ventilação de gás está sujeita a ocorrer. A
amostragem deve ser adjacente à tubulação exposta.
(3) Utilização. O uso desse método de investigação pode ser limitado
por condições adversas (tais como vento excessivo, umidade do solo,
ou vedação da superfície pelo gelo ou água).
A investigação deve ser realizada a velocidades baixas, o bastante para
permitir que uma amostra adequada seja continuamente obtida, por
meio estabelecimento de adução de equipamento sobre os locais de
ventilação mais lógicos, levando em consideração os locais de
instalações de gás e muitas condições adversas que possam existir.
(b) Investigação detetor do gás da subsuperfície
(1) Definição. A amostragem da atmosfera da subsuperfície com um
indicador de gás combustível (CGI) ou outro aparelho capaz de
detectar 0,5% de gás no ar no mesmo ponto de amostra.
(2) Procedimento A investigação deve ser conduzida, realizando testes
com um CGI numa série de aperturas disponíveis (espaços
confinados, e pequenas subestruturas) e/ou orifício de vergalhão,
acima, ou adjacente à instalação do gás. O local da instalação do
gás e sua proximidade com as construções e outras estruturas
devem ser levados em consideração em relação ao intervalos entre
os pontos de amostra. Os pontos de amostragem devem ser tão
próximos quanto possível do canal ou tubulação, e nunca além de
15 pés lateralmente da instalação. Ao longo do caminho do canal ou
tubulação, os pontos de amostra devem ser colocados a duas vezes
a distância entre a tubulação e a parede da construção mais
próxima, ou a 30 pés, a que for menor, mas, em nenhum caso o
intervalo precisa ser menor que 10 pés. O padrão de amostragem
deve incluir pontos de amostra adjacentes às derivações de serviço,
interseções de rua, e derivações de conexões, além de pontos de

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amostragem sobre ou próximos aos ramais subterrâneos na parede
do edifício.
(3) Utilização
(a) Deve-se aplicar um bom julgamento para determinar quando as
aberturas disponíveis (tais como câmaras subterrâneas,
câmaras, ou caixas de válvulas) são suficientes para fornecer
uma investigação adequada. Quando necessário, deve-se
elaborar pontos de amostras adicionais (orifícios de vergalhão).
(b) Os pontos de amostragem devem ter profundidade suficiente
para tomar amostra diretamente de dentro da atmosfera da
subsuperfície ou subestrutura.
(c) Investigação da Vegetação
(1) Definição. Observações visuais feitas para detectar indícios
anormais ou raros na vegetação.
(2) Procedimento. Todas os indícios visuais devem ser avaliados
usando um indicador de gás combustível (CGI). O pessoal que
executa essas investigações deve ter ampla visibilidade da área que
está sendo reconhecida e sua velocidade de locomoção deve ser
determinada levando-se em consideração o seguinte:
(a) o “layout” do sistema
(b) quantidade e tipo de vegetação
(c) condições de visibilidade (tais como iluminação, luz refletida,
distorções, terreno ou obstruções)
(3) Utilização
(a) Este método de investigação dever estar limitado às áreas
onde o crescimento adequado da vegetação esteja
solidamente estabelecido.
(b) Essa investigação deve ser executada sob as seguintes
condições:
(1) o volume de umidade do solo anormalmente alto
(2) vegetação inativa
(3) a vegetação está em período de crescimento acelerado,
como no início da primavera.
(c) Outros métodos aceitáveis de investigação devem ser usados
para locais dentro de uma área de investigação de vegetação,
onde a vegetação não seja adequada para indicar a presença
de vazamento.
(d) Teste de Queda de Pressão
(1) Definição. Um teste para determinar um segmento isolado de
perda de pressão da tubulação devido a vazamentos.
(2) Procedimento. As instalações escolhidas para os testes de queda
de pressão devem ser primeiramente isoladas e depois testadas.
Deve-se examinar os seguintes critérios para determinar os
parâmetros do teste:
(a) Pressão do Teste. Um teste conduzido nas instalações
existentes exclusivamente com o propósito de detectar
vazamento, deve ser realizado numa pressão pelo menos
igual à pressão de funcionamento.
(b) Meio do Teste. O meio para teste utilizado deve estar de
acordo com as exigências do parágrafo 841.3.

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(c) Duração do Teste. A duração do teste deve ser o bastante
para detectar o vazamento. Deve-se considerar o seguinte
para a determinação da duração:
(1) o volume sob o teste
(2) o tempo exigido para o meio do teste ficar com a
temperatura estabilizada
(3) sensibilidade do instrumento de teste.
(3) Utilização. Os testes de queda de pressão devem ser usados
somente para estabelecer a presença ou ausência de fenda num
segmento especificamente isolado da tubulação. Normalmente, este
tipo de teste não fornecerá o local do vazamento. Portanto, as
instalações, nas quais o vazamento está indicado, podem exigir
avaliação posterior por outro método de detecção, a fim de que o
vazamento possa ser localizado, avaliado e graduado.
(e) Teste de Vazamento de Bolhas
(1) Definição. A aplicação de água com sabão ou outras soluções
formadoras de bolhas em tubulações expostas para determinar a
existência de vazamento.
(2) Procedimento. Os sistemas expostos de tubulação devem ser
razoavelmente limpos e totalmente revestidos com a solução. Os
vazamentos são apontados pela presença de bolhas. Não deve-se
usar a solução na tubulação a menos que tenha-se concluído por
investigação ou teste que essa tubulação seja adequadamente
resistente ao contato direto com a solução.
(3) Utilização. Esse método de teste pode ser usado para:
(a) testar porções expostas de um sistema acima do solo (como
mecanismos medidores ou tubulações expostas ou cruzamentos
de pontes)
(b) testar um conserto de fenda ou junta de união, que não estão
incluídas no teste de pressão.
(f) Teste do Vazamento Ultrassônico
(1) Definição. Teste de instalações de tubulação exposta com um
instrumento capaz de detectar a energia ultrassônica gerado pelo
gás que está saindo. O instrumento utilizado deve ser adequado
para a pressão envolvida.
(2) Procedimento. Ao testar uma instalação de gás por esse método,
deve-se examinar o seguinte:
(a) Pressão da Tubulação. Quando a pressão da tubulação
aumenta, a magnitude da energia ultrassônica gerada por um
vazamento aumenta.
(b) Local da Instalação. Os objetos próximos ou vizinhos a uma
instalação que está sendo testada podem refletir ou amenizar a
energia ultrassônica gerada, tornando-a difícil de detectá-la ou
localizar com precisão o vazamento (pinpoint).
(c) Freqüência de Vazamentos. Uma quantidade de vazamentos
numa área pode criar um nível ultrassônico de fundo alto, que
pode reduzir a capacidade de detecção desse tipo de teste.
(d) Tipo de Instalação. Equipamentos pneumáticos ou operados a
gás geram energia ultra-sônica. O local e a quantidade desse
tipo de equipamento deve ser conhecido para decidir se a base
ultra-sônica é muito rápida. Os funcionários que comandam

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esse teste deve varrer a área toda para eliminar rastros de
sinais refletidos. Os vestígios ultra-sônicos de vazamento
devem ser verificados ou localizados com precisão (pinpoint)
por um dos outros métodos de teste ou investigação
satisfatórios.
(3) Utilização. O teste ultra-sônico pode ser usado para testar as
instalações de tubulação exposta. Entretanto, se o nível ultra-sônico de
fundo produz uma leitura de medidor em escala real, quando o ganho
é ajustado para alcance médio, a instalação deve ser testada por
qualquer outro método de investigação.

M4 INSTRUMENTOS CARACTERISTICAMENTE DISPONÍVEIS PARA A


DETECÇÃO DE GÁS.

(a) Tipo e Uso Geral. A tabela M4 apresenta uma listagem de instrumentos


típicos disponíveis e seu tipo de uso.
(b) Manutenção dos Instrumentos. Cada instrumento utilizado para detecção
e avaliação de vazamento deve ser operado de acordo com as instruções
de funcionamento do fabricante e:
(1) deve ser periodicamente revisado enquanto em uso para assegurar
que os requisitos de voltagem estão disponíveis;
(2) deve ser testado diariamente ou antes de seu uso para assegurar
um funcionamento normal, para assegurar que o sistema de
amostragem não tenha vazamento, e para assegurar que os filtros
não estejam obstruindo o fluxo da amostra;
(3) deve-se testar os sistemas de ionização de chama de hidrogênio
(HFI) em cada partida e periodicamente durante um investigação.
(4) Calibragem de Instrumentos. Cada instrumento utilizado na
avaliação e detecção de vazamento deve ser calibrado de acordo
com as instruções respectivas recomendadas pelo fabricante:
(1) após qualquer conserto ou substituição de peças;
(2) dentro de uma programação normal, com respeito ao tipo de uso do
instrumento envolvido. Os sistemas HFI e os instrumentos CGI
devem ter sua calibragem verificadas pelo menos uma vez por mês,
quando em uso.
(3) a qualquer hora que se desconfiar que a calibragem do instrumento
tenha alterado.

M5 CLASSIFICAÇÃO DO VAZAMENTO E CRITÉRIOS DE AÇÃO.

M5.1 Geral

O que se segue estabelece um procedimento, através do qual os indícios de


vazamento de gás inflamável podem ser graduados e controlados. Ao avaliar
qualquer vestígio de vazamento de gás, o primeiro passo é determinar o
perímetro da área de vazamento. Quando esse perímetro se prolongar até uma
parede do edifício, a investigação deve prosseguir dentro da construção.

M5.2 Graus de Vazamento

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Baseado na avaliação do local e magnitude de um vazamento, ou ambos, um
dos seguintes graus de vazamento deve ser escolhido, estabelecendo, deste
modo, a prioridade do conserto do vazamento:
(a) Grau 1 é um vazamento que representa um risco existente ou provável
para pessoas ou propriedades, e exige ® imediato ou ação contínua até
que os indícios não sejam mais ameaçadores.
(b) Grau 2 é um vazamento que é reconhecido como não sendo de risco no
momento da detecção, mas requer um conserto programado baseado em
risco futuro provável.
(c) Grau 3 é um vazamento que não oferece risco no momento da detecção
e pode-se considerar de modo razoável que permaneça assim.

M5.3 Classificação do Vazamento e Critérios de Ação

Os critérios para classificação e controle de vazamento são fornecidos pelas


tabelas M5.3A , M5.3B, e M5.3C. Os exemplos de indícios de vazamento contidos
nas tabelas são apresentados como diretrizes e não são exclusivos. O julgamento
dos funcionários da empresa na situação é de fundamental importância para
determinar o grau atribuído a um vazamento.

M5.4 Reavaliação de um Vazamento

Quando se vai reavaliar um vazamento (veja os Critérios de Ação nas tabelas


M5.3B e M5.3C), deve-se classificá-lo, utilizando os mesmos critérios aplicados
quando o vazamento foi descoberto pela primeira vez.

M6 LOCALIZAÇÃO PRECISA (PINPOINTING)

M6.1 Escopo

A localização precisa (pinpointing) é um processo sistemático de rastrear um


vazamento de gás detectado até chegar a sua fonte. O uso dos procedimentos
seguintes de forma apropriada deve evitar escavação desnecessária, que
consome mais tempo do que localizar com exatidão marcar os pontos do
vazamento.

M6.2 Procedimento

(a) Determine a migração do gás, estabelecendo as delimitações externas


dos indícios. Isto irá definir a área na qual normalmente o vazamento
estará localizado. Esses testes devem ser realizados com um CGI sem
dispender esforço excessivo, fornecendo pontos de amostra.
(b) Localize todas os caminhos do gás para limitar a área de busca,
prestando bastante atenção no local das válvulas, encaixes, tês e pinos.
As ligações têm uma probabilidade relativamente alta de vazamento.
Deve-se ter cautela para evitar dano a outras estruturas do subsolo
durante a colocação de barras ou escavação.
(c) Identifique as instalações externas na área de busca. Procure provas de
atividades recentes de construções que possam ter contribuído para o
vazamento. O gás pode também migrar e vazar ao longo de um vão
provocado por outras instalações.

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(d) Coloque barra espaçada uniformemente ou orifícios de teste sobre o
caminho provável do vazamento de gás e rasteie o gás até sua fonte,
identificando os orifícios de teste com as leituras maiores. Todos os
orifícios de barra devem ter profundidades e diâmetro iguais, e também
para baixo no fundo da tubulação, onde necessário, a fim de se obter
leituras consistentes e convenientes. Todas as leituras do CGI devem ser
tiradas na mesma profundidade. Deve-se utilizar somente as leituras
mantidas mais altas.
(e) As leituras altas são encontradas freqüentemente em mais de um orifício
adjacente e são necessárias técnicas adicionais para determinar qual
leitura está mais próxima da fonte provável. Muitas das leituras dos
orifícios de barra irão diminuir durante um certo tempo, mas é
conveniente dissipar o gás em excesso dos locais subterrâneos para
acelerar o processo. Os métodos de avaliação devem ser usados com
cuidado para evitar distorção dos padrões de vazão.
(f) Uma vez que o vazamento subterrâneo tenha sido identificado deve-se
investigar mais orifícios mais profundos, para triangular a área de modo
mais cerrado. Por exemplo, os orifícios de teste podem ficar espaçados
6 pés inicialmente. O espaçamento de 6 pés entre os dois orifícios
maiores devem ser investigados, acrescentando-se mais orifícios de teste
com espaçamento próximos de 12 pol.
(g) Os testes complementares incluem leituras de CGI no topo do orifício de
vergalhão, ou usando-se um manômetro ou solução formadora de bolhas
para determinar qual orifício tem o maior fluxo positivo. Outros indícios
são: partículas de poeira soprando dos orifícios, o som do gás vindo do
orifício, ou a sensação do fluxo de gás na superfície sensível da pele.
Casualmente, pode-se observar a refração da luz do sol, quando o gás
escapa para a atmosfera.
(h) Quando o gás é encontrado num conduíte subterrâneo, deve-se realizar
testes nas aberturas disponíveis para isolar a fonte, além das técnicas
anteriormente mencionadas. Muitas vezes, o vazamento é encontrado
na interseção do conduíte externo e um caminho de gás, e deve-se dar
uma atenção especial para esses locais.
(i) Quando o padrão das leituras do CGI estiver estabilizado, o orifício com
maior leitura marcará geralmente o vazamento do gás.
(j) Onde e quando a tubulação tenha sido exposta, teste com a solução
formadora de bolhas, especialmente para localizar vazamentos menores.

M6.3 Precauções

(a) Situações não freqüentes, que não são prováveis mas possíveis, podem
complicar essas técnicas em algumas ocasiões. Por exemplo, podem
ocorrer vazamentos múltiplos que podem fornecer dados confusos. Para
eliminar essa complicação em potencial, a área deve ser checada de
novo após as reparações terem sido concluídas. O gás pode
ocasionalmente formar bolsas e fornecer uma indicação forte até que a
cavidade na qual a bolsa se formou tenha sido aberta. Os gases
externos, tais como gás de material em decomposição, pode ser
encontrado casualmente. Essa presença está caracterizada por leituras
de CGI bem constantes entre 15% e 30% de gás no ar por toda a parte
da área. As áreas de aterro podem então fornecer leituras

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substancialmente maiores. O gás detectado em sistemas de esgoto deve
ser considerado como um vazamento de gás migrante até ser constatado
de outra forma por análise e/ou teste.
(b) Quando marcar o vazamento onde o gás é mais pesado do que o ar (gás
LP), ele permanecerá normalmente baixo, próximo do nível da tubulação,
mas pode fluir em declive. Os gases LP geralmente não se propagam
rapidamente ou migram amplamente no solo, logo o vazamento fica
geralmente perto do indício. Se o gás estiver soprando para dentro de um
ducto ou sistema de esgoto, ele pode viajar por distâncias consideráveis.

TABELA M4
TIPO E USO GERAL 1

Nível Inferior de Nível Superior de


Sensibilidade Sensibilidade
Tipo de Instrumento Método de Razão do
Investigação Amostragem Fluxo da
de Amostra
Investigação Subsuperfície PPM 2 %LEL %Gás PPM %LEL %Gás
de Superfície
...... Tipo catalítico 5.000 10 5 50.000 100 53 Aspirado a ....
mão
(%LEL fio
aquecido)
.....
Aspirado a
25.000 50 2,5 ..... ...... 100 mão .....
Condutividade
Térmica
(% Gás) Bomba

Condutividade 50 1 ...... ...... ...... 253 3 litros/min


Térmica .....
Amplificada Bomba

5 ...... ...... 1.000 2 0,1 2-5 litros/


...... min
Detetor Bomba
Infravermelho
1 ....... ...... 10.000 20 1
...... 2-5 litros/
a a a min
Detetor de 50.000 100 5
Ionização por
Chama4 de
Hidrogênio

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Observações:
(1) O PPM, porcentagem de LEL, e porcentagem de valores de gás apresentados
são para concentrações de metano. Onde os outros gases (como o gás
liqüefeito de petróleo ou gás manufaturado) estiverem envolvidos, deve ser
feito o ajuste apropriado para ser comensurado com os critérios desses
procedimentos.
(2) PPM: Partes Por Milhão.
(3) Quando a concentração máxima detectável for ultrapassada, a agulha do
medidor do instrumento irá cair para zero ou abaixo.
(4) O nível superior de sensibilidade varia para modelos diferentes.

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TABELA M5.3A
CLASSIFICAÇÃO DO VAZAMENTO E CRITÉRIOS DE AÇÃO – GRAU 1

Grau Definição Critérios de Exemplos


Ação
1 Um vazamento Requer pronta (1) Qualquer vazamento,
que representa um ação1 para que, no julgamento do
risco provável ou proteger a vida pessoal que trabalha no
existente para e a propriedade,