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ETM-CORP

Código: PG-1EN-00032-0
CORPORATIVO Existe Revisão em Andamento

GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS
Status: Ativo

Órgão aprovador: ETM-CORP Data de Aprovação: 14/02/2013


Assinatura: Renata Faria Rodrigues
Órgão gestor: ETM-CORP/SMS/PRT
Baruzzi Lopes
Tipo de Cópia Impressa:
Não Controlada
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SUMÁRIO

1. OBJETIVO
2. APLICAÇÃO E ABRANGÊNCIA
2.1.Aplicação
2.2. Abrangência
3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E COMPLEMENTARES
3.1. Documentos de referência
3.2. Documentos complementares
4. DEFINIÇÕES
5. AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE
5.1. Compete ao ETM-CORP
5.2. Compete ao ETM-CORP/SMS/PRT e ao ETM-CORP/SMS/PA
5.3. Compete a todo o corpo gerencial das Gerências Executivas (ETM-CORP,
ENG-AB, ENG-E&P e ENG-GE)
5.4. Compete aos Comitês de Gestão de SMS das Gerências Executivas
(ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P e ENG-GE)
5.5. Compete aos profissionais de SMS das gerências setoriais e coordenações
de SMS
6. DESCRIÇÃO
6.1. Mudanças na tecnologia / equipamentos e na instalação
6.2. Mudanças de pessoas
6.3. Arquivamento
6.4. Treinamento
7. REGISTROS
8. ANEXOS
8.1. Anexo A - Modelo de lista de verificação (LV) de gerenciamento de
mudanças
8.2. Anexo B - Exemplos para caracterização de mudanças
8.3. Anexo C - Exemplo de formulário de avaliação prévia

1. OBJETIVO

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PG-1EN-00032-0, Cópia 033 - Não Controlada - 2/5/2013 - Oscar (EE8T) - Propriedade da PETROBRAS
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Estabelecer a rotina para identificação e análise da mudança para sua efetiva
implementação nas instalações próprias ou sob responsabilidade das Gerências
Executivas (ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P e ENG-GE).

2. APLICAÇÃO E ABRANGÊNCIA

2.1. Aplicação

a) a todos os processos, excetuando-se a sistemática de mudanças de projetos, os


quais já possuem sistemática de gerenciamento de mudanças própria;
b) aos empregados próprios e de empresas prestadoras de serviço relativo ao
processo da UO (prestação de serviços de apoio técnico / contratado direto);
c) na gestão de riscos relacionados à Segurança, ao Meio Ambiente e à Saúde
(SMS);
d) na mudança de pessoas, quando na execução de atividades que representem
riscos significativos de SMS, segundo análise de riscos;
e) na mudança de tecnologia/ equipamento e instalações, em todo o ciclo de vida
da UO;
f) na mudança aplicada nos procedimentos críticos (procedimentos para as
atividades com equipamentos críticos definidos pelo DIP ENGENHARIA/AG/SMS
99/2010), que devem ser consideradas como mudanças em tecnologia/
equipamento.

Notas:
1) A aplicação do gerenciamento de mudanças nas empresas contratadas de
construção e montagem na ENGENHARIA, quando previsto em contrato, deve ser
verificada pelo cumprimento dos requisitos previstos pelas normas BS OHSAS
18001 e NBR ISO 14001 e Diretriz Contratual de SMS, podendo ser utilizado,
através do SALV2, o modelo de lista de verificação (LV) de gerenciamento de
mudanças - Anexo A.
2) Para aplicação do gerenciamento de mudanças nas áreas de engenharia básica,
pode ser adotado o procedimento de gerenciamento de mudanças do cliente, desde
que exigido pelo mesmo ou pelas Gerências Executivas: ETM-CORP, ENG-AB,
ENG-E&P e ENG-GE. Entretanto, deve ser verificado se os requisitos de gestão de
SMS estão previstos nos padrões/ procedimentos de gerenciamento de mudanças
adotados e, em caso de não atendimento, as áreas de engenharia básica devem
aplicar este padrão.

2.2. Abrangência

Este padrão deve ser utilizado pelas Gerências Executivas: ETM-CORP, ENG-AB,
ENG-E&P e ENG-GE.

Nota:

1) Para mudanças que envolvam mais de uma UO ou exista mais de uma área
envolvida (clientes), as responsabilidades pela aplicação do processo de
gerenciamento de mudanças devem estar estabelecidas em ANS – Acordo de Nível
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de Serviço.

Observação: O presente padrão cancela e substitui o procedimento


PG-25-AG/SMS-028 - Gestão de Mudança.

3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA E COMPLEMENTARES

3.1. Documentos de referência

PB-PG-0V3-00003 – Gestão de SMS – Diretriz 3 – Avaliação e Gestão de Riscos


PB-PG-0V3-00006 – Gestão de SMS – Diretriz 6 – Gestão de Mudança
PB-PG-0V3-00008 – Gestão de SMS – Diretriz 8 - Capacitação, Educação e
Conscientização
PG-1EN-00002 – Gestão da Padronização na ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P e
ENG-GE
PG-1EN-00006 – Terminologia da Gestão de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
MAGES – Manual de Gestão da ENGENHARIA

3.2. Documentos complementares

PG-1EN-00021 – Atribuições e Responsabilidades de SMS


PG-1EN-00025 Gestão de Registros na ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P E
ENG-GE
PG-1EN-00026 – Levantamento de Aspectos, Impactos, Perigos e Danos e
Avaliação de Riscos
PG-3EN-00000 – Análise de Segurança da Tarefa – AST
PG-3EN-00000 – Verificação de Conformidade do Procedimento
PG-25-AG/SMS-039 – Análise Preliminar de Risco
PG-25-AG/SMS-023 – Avaliação e Gestão de Riscos de SMS
DIP ENGENHARIA/AG/SMS 99/2010 - Alerta – Listagem de Equipamentos Críticos

4. DEFINIÇÕES
Para a finalidade deste documento aplicam-se as definições e siglas contidas no
padrão PG-1EN-00006 – Terminologia da Gestão de Segurança, Meio Ambiente e
Saúde, além das seguintes, além das seguintes:

Análise de Pré-Partida: Avaliação a ser realizada antes da operação / início de


atividade sujeita a mudança implantada.
Bens: Materiais ou produtos.
Capacitação: Processo de tornar pessoas e equipes aptas a exercer determinadas
atividades, aplicando conhecimentos e habilidades para realizar suas funções e/ou
atribuições.
Ciclo de Vida: Conjunto das etapas de um empreendimento, instalação, produto,
serviço ou operação, desde o planejamento e concepção até a desativação,
disposição final ou encerramento.
Conscientização: Processo de promoção de entendimento e comprometimento
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permanentes com os princípios e padrões de SMS, formando cultura de SMS.
Contratada: Pessoa Física ou Jurídica que presta serviços ao Sistema Petrobras.
Educação: Processo de capacitação física, intelectual e moral do ser humano, com
foco na ampliação de conhecimentos ou aptidões, visando a sua melhor integração
e desenvolvimento individual e social.
Facilitador: Profissionais treinados e multiplicadores de gerenciamento de
mudanças.
FAM: Formulário de Análise de Mudanças.
FAPP: Formulário de Análise de Pré-Partida.
Gerenciamento de Mudanças: Aplicação sistemática de procedimentos e práticas
para identificar, registrar, analisar, avaliar aprovar, implementar, comunicar e
controlar mudanças, visando a eliminação ou redução de riscos decorrentes de sua
implantação.
Gestão de SMS: Aplicação sistemática de políticas, procedimentos e práticas para
identificar, registrar, analisar, avaliar, implementar, comunicar e controlar os
aspectos de SMS.
GIM: Guia de Identificação de Mudanças
Instalação: Edificações, conjunto de equipamentos e de componentes instalados
numa determinada área de propriedade do Sistema Petrobras ou sob sua
responsabilidade. Inclui canteiros de obra e frentes de trabalho.
MFT: Mudança na Força de Trabalho
Mudança: Qualquer alteração permanente ou temporária em relação a uma
situação existente em uma instalação, atividade ou operação, durante todo o seu
ciclo de vida, que modifique os riscos existentes ou altere a confiabilidade de
sistemas. Inclui mudanças de pessoas, na tecnologia/ equipamento e nas
instalações.
Mudança de Equipamento: Caracteriza-se pela substituição de parte da instalação
ou rota por outra (substituição de tubulação ou troca de bomba centrífuga por
bomba alternativa) de características diferentes sem alterar os parâmetros de
processo.
Mudança de Layout (leiaute): Caracteriza-se por alterações em classificação de
áreas, cenários de risco, estratégias de fuga e resgate etc.
Mudança de Matéria-Prima ou Substância: Caracteriza-se pela alteração da
especificação de propriedades físico-químicas e/ou composição das substâncias
usadas no processo, sejam elas, matéria prima, produtos intermediários, produtos
finais, produtos secundários e até mesmo os rejeitos intermediários e finais.
Mudança de Pessoas: Mudança advinda de admissão, transferência, substituição
temporária ou permanente, redução ou aumento de contingente, promoção com
mudança de função ou retorno às atividades após afastamento, que possa
caracterizar alteração no risco, ou no modo de operação, ou na forma de
intervenção no processo, inclusive em emergências.
Mudança na Instalação: A mudança de instalação caracteriza-se pela alteração,
exclusão ou inclusão de itens em um equipamento ou instalação, durante todo o
seu ciclo de vida, sem a modificação da tecnologia do processo. Por exemplo,
quando um equipamento é substituído por outro de diferente natureza onde os
dados básicos do processo, tais como vazão, pressão, resistência, temperatura e
características dos componentes ou substâncias que o compõe, não se alteram.
Mudança na Tecnologia/ Equipamento: Mudança nas características de insumos
e produtos (inclusive resíduos) de um processo e/ou nas condições nas quais o
processo é desenvolvido (incluindo software e procedimentos), assim como as
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mudanças no SGSMS – Sistema de Gestão de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
da UO.
Mudança Temporária: Caracteriza-se por substituições temporárias com finalidade
de permitir, proteger, agilizar a realização de trabalhos e testes (by pass , jumper ,
bloqueios etc.) que necessitem de controle sob a nova condição criada e/ ou
garantia de desativação.
Operação: Execução das atividades-fim dos processos no Sistema Petrobras.
Padrão: Termo genérico para qualquer referência normativa, de natureza técnica
ou administrativa acordada pelos órgãos envolvidos. Inclui normas, procedimentos
e especificações dentre outros.
Profissional de SMS: empregado ou contratado lotado no setor de Segurança,
Meio Ambiente e Saúde da ENGENHARIA, com curso de especialização nas áreas
de segurança, meio ambiente e saúde (Ex.: auxiliar de enfermagem, técnico de
enfermagem, médico do trabalho, técnico de segurança do trabalho, engenheiro de
segurança do trabalho, técnico de meio ambiente e engenheiro de meio ambiente).
Recomendação Impeditiva: Recomendação resultante de avaliação de riscos que
condiciona a realização de uma tarefa ou atividade ou funcionamento de uma
instalação, sistema ou equipamento ao cumprimento dessa recomendação.
SIGM: Sistema Integrado de Gerenciamento de Mudanças, cujo objetivo é facilitar o
cumprimento do PG-1EN-00000, automatizando o macroprocesso de mudança.
Substituição de mesma natureza: É uma intervenção em um sistema ou
instalação em equipamentos, softwares , materiais e insumos que não alteram os
padrões originais de projeto e os limites de operação do processo, ou intervenção
na força de trabalho que não adicionem riscos ao sistema.
Tarefa: Execução de uma prática ou procedimento específico.
Teste: Atividade de ensaiar, medir e avaliar componentes, equipamentos,
processos e instalações para verificar a conformidade ou não, com requisitos
especificados.
Treinamento: Atividade de transmitir e/ou receber conhecimentos e práticas para
melhoria do desempenho individual e das equipes.

5. AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE

5.1. Compete ao ETM-CORP

Aprovar este padrão.

5.2. Compete ao ETM-CORP/SMS/PRT e ao ETM-CORP/SMS/PA

a) Manter e atualizar este padrão.


b) Acompanhar as atualizações dos padrões e procedimentos referenciados neste
padrão.
c) Assessorar as Gerências Executivas (ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P e
ENG-GE) na aplicação deste padrão no que couber.

5.3. Compete a todo o corpo gerencial das Gerências Executivas (ETM-CORP,


ENG-AB, ENG-E&P e ENG-GE)

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a) Zelar pela garantia do cumprimento das condições especificadas neste padrão.
b) Desdobrar este padrão em todas as UO sob sua responsabilidade.

5.4. Compete aos Comitês de Gestão de SMS das Gerências Executivas


(ETM-CORP, ENG-AB, ENG-E&P e ENG-GE)

Planejar e acompanhar a implementação deste padrão.

5.5. Compete aos profissionais de SMS das gerências setoriais e


coordenações de SMS

Assessorar a Linha Organizacional no desdobramento e implementação desta


ferramenta nas UO.

6. DESCRIÇÃO

6.1. Mudanças na tecnologia / equipamentos e na instalação

6.1.1. Condições gerais

6.1.1.1. O processo de gerenciamento de mudanças é realizado utilizando-se o


SIGM e inclui as seguintes etapas:

a) identificação e caracterização da mudança, usando o GIM;


b) avaliação das necessidades e dos benefícios da mudança, usando o GIM;
c) registro da mudança, usando o GIM;
d) descrição da mudança, usando o GIM;
e) identificação dos perigos causados pela mudança, avaliação das variações de
riscos e impactos, proposição de recomendações para controlá-los e avaliação
dos custos decorrentes da mudança usando um dos modelos de FAM
existentes;
f) aprovação técnica da mudança com base nas avaliações de riscos e
recomendações, usando o FAM;
g) autorização gerencial da mudança e da implementação das medidas de
mitigação dos riscos, usando o FAM;
h) comunicação dos riscos e das recomendações da mudança com base no FAM;
i) implementação da mudança e das medidas recomendadas para a mitigação
dos riscos e impactos decorrentes da mudança com base no FAM;
j) avaliação dos resultados das mudanças no FAM;
k) comunicação da mudança implementada com base no FAM;
l) verificação da eficácia através de análise da mudança implantada;
m) conclusão da mudança.

6.1.1.2. Para mudanças de tecnologia/ equipamento e instalações, o SIGM


disponibiliza 2 (dois) formulários FAM, sendo um deles específico para a Unidade
de Implementação de Empreendimentos, e outro para Unidade Operacional.
Durante o registro do processo da mudança, o SIGM possibilita que o usuário
selecione qual dos dois formulários a usar.
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6.1.1.3. Ao avaliar as mudanças, o responsável pela UO, onde ocorrerá à mudança,
deve identificar e tomar as providências necessárias para as novas necessidades
decorrentes das mudanças, tais como, capacitação da força de trabalho, por meio
de treinamentos, revisão de procedimentos e plano de emergência, PPRA, dentre
outros itens.

6.1.1.4. Todas as mudanças na tecnologia/ equipamento e na instalação, mesmo


aquelas que possam ser consideradas sutis a serem introduzidas durante as
atividades e operações, devem ser submetidas a uma avaliação de riscos, pois
podem alterar qualitativa e/ou quantitativamente os perigos e riscos avaliados
previamente. Ver exemplos no Anexo B – Exemplos para Caracterização de
Mudanças.

6.1.1.5. Para as mudanças que, pelo FAM, requeiram avaliações de riscos ou


revisão das avaliações de riscos efetuadas anteriormente, utilizar os padrões/
procedimentos PG-25-AG/SMS-023, PG-25-AG/SMS-039, PG-1EN-00026,
PG-3EN-00000 e N-2782. Para todos os perigos/riscos e aspectos/impactos
identificados e analisados nas avaliações de riscos, devem ser implementadas as
ações previstas nas recomendações para seu controle e mitigação antes da
efetivação da mudança.

6.1.1.6. Antes da implementação da mudança, a UO deve assegurar que a


mudança, bem como os riscos e recomendações das avaliações de riscos sejam
comunicados a quem vai implementar a mudança ou ser impactado por ela.

6.1.1.7. A implementação das recomendações das avaliações de riscos deve ter um


prazo estipulado e ser acompanhada até a conclusão da mudança.

6.1.1.8. Na implementação das mudanças, deve ser verificado se as


recomendações impeditivas foram realizadas antes da retomada das atividades. As
condições impeditivas constam do FAM.

6.1.1.9. Quando a mudança impactar as condições de segurança e saúde da força


de trabalho, esta deve ser consultada.

6.1.1.10. Ao analisar os requisitos constantes no GIM e caso estes não


caracterizarem uma Mudança de Tecnologia/ Equipamento ou Instalação, o
formulário FAM não necessita ser preenchido, apenas o GIM deve ser formalizado
no SIGM.

6.1.1.11. No SIGM, somente mudanças que envolvam alteração na tecnologia/


equipamentos ou Instalação da UO devem fazer uso do GIM e FAM.

6.1.1.12. Para toda mudança ocorrida na unidade deve ser definida uma equipe
para análise. A equipe deve estar capacitada na metodologia descrita neste padrão
e contar com a participação de pessoal envolvido na mudança, bem como a
participação de especialistas, quando necessário.

6.1.2. O processo de gerenciamento de mudanças na tecnologia/ equipamento e na

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instalação deve considerar, além das condições gerais descritas no item 6.1.1., as
seguintes condições específicas:

6.1.2.1. Garantia de que a análise de cada mudança seja feita por pessoas
capacitadas.

6.1.2.2. Em mudança na tecnologia/ equipamento, a documentação do processo de


trabalho, descrevendo as bases e os limites para operação segura e para testes e
com a participação de pessoas que têm responsabilidade na execução onde está
sendo desenvolvida a mudança.

6.1.2.3. Registros das mudanças, incluindo os seguintes itens:

a) finalidade da mudança;
b) descrição da mudança;
c) responsável pela mudança;
d) bases técnicas para a mudança;
e) atendimento aos requisitos legais;
f) impacto em SMS, dentro e fora das áreas sob responsabilidade do Sistema
Petrobras;
g) revisões de procedimentos de execução (mudança na tecnologia) e
operacionais (mudança na instalação);
h) treinamento e comunicação para o pessoal envolvido;
i) duração da mudança proposta (no caso de mudança temporária);
j) testes e verificações (mudança na tecnologia/ equipamento);
k) inspeções de campo;
l) testes das instalações (mudança na instalação);
m) autorização para mudança.

6.1.2.4. Quando houver mudança nas instalações e forem identificados riscos


decorrentes da ausência de Ergonomia, deve ser realizada Análise Ergonômica do
Trabalho.

6.1.2.5. As Mudanças no Sistema de Gestão da UO que possam levar à criação de


novos perigos ou alteração dos perigos existentes devem ser tratadas como
mudança de tecnologia.

6.1.2.6. As variações de execução de uma atividade, que estejam previstas em


procedimentos formais da UO, não são consideradas mudanças e, para tanto, não
necessitam de uso de GIM e FAM. Ex.: “..... Poderão ser utilizados pranchões de
madeira ou chapas metálicas de 1” para realização de ........”.

6.1.2.7. Deve-se seguir o fluxo de implementação e responsabilidades a seguir


descrito:

Tabela 1 - Fluxo de implementação e responsabilidades

Registros
O quê? Quem? Como? Externos ao

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SIGM
1 - IDENTIFICAR Força de trabalho Preenchendo  Relação da
da UO. a GIM e equipe da
1.1 - Identificar Obs.: Qualquer comunicando análise da
situações ou integrante da força de ao mudança;
trabalho pode registrar
serviços com mudanças, nos
Coordenador  Estudo de
potencial de formulários GIM, FAM / Supervisor/ risco
representar e FAPP, relativas à Gerente existente.
mudanças; tecnologia/ Setorial/
1.2 - Descrever a equipamento e Gerente.
instalação.
localização,
finalidade e
justificativa para a
mudança, com
duração, caso esta
seja temporária.
2 - AVALIAR Coordenador/Super Verificando 
visor ou Gerente se procede a Recomendaç
2.1 - Analisar o Setorial da área. mudança no ões com
enquadramento da Obs.: O GIM no respectiva
situação ou serviço Coordenador/Supervis SIGM e, em classificação;
or ou Gerente Setorial
como mudança; da área aprovador de
seguida,  Relação de
2.2- Definir equipe GIM, FAM e FAPP - nomeando a requisitos
para análise da não precisam ser equipe para legais
mudança, cadastrados, pois são realizar a aplicáveis;
considerando a obtidos FAM.  Relação de
automaticamente da
participação do Tabela de Órgãos -
análise da
pessoal envolvido e DIP da Petrobras. mudança.
capacitado, bem Obs.: Cada UO
deve avaliar os
como, a participação
quesitos de
de especialistas análise da
quando requerido. mudança
existentes no
FAM e, de
acordo com suas
necessidades
específicas,
acrescentar
outros quesitos
no campo
“Outros” do
check-list do
FAM no SIGM.
3 - PLANEJAR E A equipe nomeada Procedendo
ANALISAR deve ser formada à avaliação:
por:  Verificar
3.1 - Identificar  Coordenador ( os
perigos e aspectos Obs.1 ); requisitos
causados pela  Profissional de
mudança; autorizado pela análise
3.2 - Analisar os gerência setorial previstos

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seus riscos e da área no FAM;
impactos e propor executante da 
recomendações mudança; Acompan
para seu controle e  Profissional de har o
mitigação, utilizando QSMS (Obs.2 ); andament
as ferramentas de  Outras funções o das
análise de riscos a critério do atividades
preconizadas no Comitê estabeleci
PB-PG-0V3-00003, (Obs.3 ) ou por das;
N-2782 e indicação do  Anexar os
PG-25-AG/SMS-023 Gerente. document
; os a
3.3 - Classificar as exemplo
recomendações de:
para a execução da APR/AST
mudança em , licenças
impeditivas ou não, ou
observando autorizaç
requisitos legais ões,
aplicáveis. croquis;
3.4 - Analisar  Verificar
tecnicamente a as
mudança com base condições
nas legislações impeditiva
aplicáveis, nas s no
avaliações de riscos SIGM
e impactos com Obs.:
respectivas Podem
recomendações. existir no
FAM
condições
que sejam
impeditiva

execução
da
mudança
,
devendo,
portanto,
ser
soluciona
das antes
da
execução
da
mudança
.
4 - AUTORIZAR  Gerente da UO; No Documentos
 Gerente Setorial preenchimen aprovados no
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Aprovar da área. to do FAM SIGM.
gerencialmente a pelo SIGM.
mudança e as
recomendações da
analise da mudança.
5 - IMPLEMENTAR  Gerente Setorial   Lista de
da área Revisand verificação,
5.1 - Revisar executante da o padrões inspeções de
padrões/ mudança ou seu do campo e
procedimentos, indicado. SINPEP; resultados
planos de  de testes
emergências e Encaminh antes da
demais documentos ando para operação
vinculados; os órgãos quando
5.2 - Executar as competen aplicáveis;
recomendações tes.  Padrões/
para a mitigação através procediment
dos riscos e de SMP os e planos
impactos (Solicitaç de
decorrentes da ão de emergência
mudança. Modificaç revisados a
ão de partir da
Projeto), mudança.
quando
couber.
6 - COMUNICAR E  Gerente da UO Conforme
TREINAR ou o respectivo ação
representante; estabelecida
6.1 - Efetuar os  Gerente Setorial no FAM.
treinamentos nos da área
padrões/ executante da
procedimentos e mudança ou seu
planos de representante.
emergências;
6.2 - Comunicar
riscos, impactos e
recomendações da
mudança,
previamente à sua
execução. Observar
especialmente a
comunicação nas
trocas de turno e
turma.
6.3 - Executar a
mudança.
7 - AVALIAR  Gerente da UO Verificando
EFICÁCIA ou o respectivo no local e
representante; registrando
7.1- Verificar se as  Gerente Setorial no campo
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recomendações da área adequado do
impeditivas foram executante da FAM.
realizadas antes da mudança ou seu
retomada da representante.
operação;
7.2 - Verificar
eficácia da
mudança.
8 - CONCLUIR Quem autorizou a No campo
mudança. adequado do
8.1- Analisar os FAM.
resultados das
mudanças,
comparando com o
previsto;
8.2 - Verificar se
todas as
recomendações
foram realizadas;
8.3 - Documentar a
mudança.
Observações:
1: A função de Coordenador (1) da Mudança é desenvolvida pelo profissional indicado pelo gerente
da UO, preferencialmente um profissional da linha organizacional;
2: A função de Profissional de QSMS (2) é desenvolvida pelo profissional especialista da mudança a
ser analisada. Ex. Engenheiro ou Técnico de Segurança do Trabalho analisa a mudança na visão da
segurança do trabalho, Profissional de Meio Ambiente, na visão de impacto ao Meio Ambiente,
Profissional de Saúde com relação a possíveis agravos a saúde, e Profissional de Qualidade quanto
ao impacto no processo mapeado;
3: Outras funções a critério do Comitê (3) são as funções necessárias para a análise da mudança.
Podendo fazer parte especialistas externos.

6.2. Mudanças de pessoas

6.2.1. Para fins de aplicação deste padrão, entende-se por atividades que possam
acarretar novos riscos de segurança e saúde para a força de trabalho, atividades de
fiscalização de campo, tais como: fiscalização em espaço confinado, trabalho em
altura, em subestações e em cubículos energizados, testes hidrostáticos etc.

6.2.2. É facultada à Unidade a utilização da sistemática, através da aplicação do


formulário de MFT existente no SIGM, para mudanças na força de trabalho que
executam atividades mapeadas que interferem diretamente no processo/produto
exigido pela gestão da qualidade, NBR ISO 9001: Gerentes, Gerentes Setoriais,
Coordenadores, Gerente de Contrato, Fiscais de Contrato, Fiscais de Campo e
Profissionais de QSMS.

6.2.3. O gerenciamento de mudança de pessoas é aplicável para as situações onde


a mudança possa acarretar novos riscos de segurança e saúde para a força de
trabalho, devendo ser realizada a análise prévia utilizando o formulário do Anexo C
(opcional) - Exemplo de Formulário de Avaliação Prévia. Se constatados riscos de
segurança e saúde para a força de trabalho, deve ser dado prosseguimento com a

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implementação do SIGM conforme descrito a seguir:

6.2.3.1. No SIGM há um link com a opção MFT exclusivo para mudança de


pessoas e, especificamente neste tipo de mudança, os formulários GIM e FAM não
precisam ser preenchidos.

6.2.3.2. Cabe aos facilitadores nas UO abrir os formulários de MFT no SIGM (se
aplicável), preencher as informações necessárias sobre o empregado e área de
atuação, identificar a condição de mudança e enviar para o líder imediato do
empregado que deve realizar a análise das atividades ainda dentro do sistema
SIGM.

• Para registro de mudança de pessoas, é necessário listar a(s) chave(s) da(s)


pessoa(s) que precisa(m) de acesso ao registro de Mudança de Pessoas
(denominados facilitadores) e solicitar via FALE CONOSCO aos administradores do
sistema SIGM com autorização gerencial; a atualização de cadastro dos
facilitadores também é realizada dessa forma.

6.2.3.3. O líder imediato do empregado deve, na condição identificada como


mudança, fazer a análise das atividades usando a planilha – Análise da Matriz de
Atribuição por Função - dentro do sistema SIGM, preenchendo as atividades
designadas para serem executadas pelo empregado e os pré-requisitos para sua
realização, que podem ser constituídos de treinamentos formais ou passagem
formal de responsabilidades dependendo da atividade.

6.2.3.4. Após análise das atividades pelo líder imediato, cabe ao facilitador finalizar
a mudança junto à liderança da UO, registrando-a no SIGM. Havendo necessidade
de treinamentos, o RRH deve providenciar a inscrição do empregado nos
treinamentos identificados como treinamentos necessários.

6.2.3.5. Em seguida, ainda no SIGM na opção MFT – Mudança na Força de


Trabalho no SIGM –, o líder imediato deve registrar a mudança enviando para
“registro final da mudança”. Desta forma é garantido o controle e a rastreabilidade
sobre as mudanças da força de trabalho.

6.2.4. As UIE e o SIMA devem aplicar o gerenciamento de mudanças de pessoas


nas empresas contratadas de construção e montagem para os cargos de liderança
(supervisores, coordenadores e gerentes), através de Lista de Verificação. As
atividades da lista de verificação devem estar alinhadas com a matriz de
responsabilidade e atribuições conforme o MAGES.

6.3. Arquivamento

6.3.1. O FAM e o GIM devem ser arquivados pela UO em local ou sistema que
permita sua rastreabilidade e consulta (SIGM).

6.3.2. Quando a UO se enquadrar no que trata o item 6.2.3.2. e não usar o SIGM
para arquivamento, esta UO deve arquivar seus documentos de análise da
mudança de pessoa (MFT) em local de fácil rastreamento. Porém, os documentos,
preferencialmente, devem ser registrados no SIGM.

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6.3.3. Assegurar que as mudanças na tecnologia/ equipamento e na instalação
(gerenciadas como mudanças, ou não), referentes às mudanças de escopo e
projetos, foram incorporadas na documentação de projeto (“as built ” e toda
documentação pertinente) e encaminhadas ao cliente, ainda que essas mudanças
já tenham sido atendidas por meio da SMP.

6.4. Treinamento

6.4.1. Deve ser estabelecido um programa de treinamento diretamente neste


padrão, ou quando aplicável, no padrão a ser elaborado pela UO baseado neste
padrão e seus anexos. Este programa deve prever, quem, quando e como a força
de trabalho deve ser treinada. O treinamento deve contemplar uma dinâmica que
tenha parte teórica com exemplos práticos, com a conscientização para que não se
inicie qualquer mudança sem autorização. A confecção do treinamento, com base
neste padrão, é de responsabilidade do ETM-CORP/SMS/PRT.

6.4.2. Durante a aplicação do processo de Gerenciamento de Mudanças, devem


ser identificados, sob responsabilidade do Gerente da UO, os empregados cujas
atividades serão modificadas, providenciando treinamento e capacitação para que
operem ou executem suas atividades com segurança na nova situação.

7. REGISTROS

Especificados no item 6.1.2.7.

8. ANEXOS

8.1. Anexo A - Modelo de lista de verificação (LV) de gerenciamento de


mudanças

Anexo A.xlsx
8.2. Anexo B - Exemplos para caracterização de mudanças

Anexo B.pdf
8.3. Anexo C - Exemplo de formulário de avaliação prévia

Anexo C.pdf

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SUMÁRIO DE REVISÕES
REV. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS ATINGIDOS
0 14/02/2013 Emissão Original

LISTA DE DISTRIBUIÇÃO

ELETRÔNICA

CENPES/SMS, ENG-AB/IECOMPERJ/IECIN, ENG-AB/IECOMPERJ/IEHCA, ENG-AB/IECOMPERJ/IEOFF,


ENG-AB/IECOMPERJ/IEPGN, ENG-AB/IECOMPERJ/IEUT, ENG-AB/IECOMPERJ/SMS,
ENG-AB/IECOMPERJ/SMS/CSMS/IECIN, ENG-AB/IECOMPERJ/SMS/CSMS/IEDCH,
ENG-AB/IECOMPERJ/SMS/CSMS/IEHCA, ENG-AB/IECOMPERJ/SMS/CSMS/IEOFF,
ENG-AB/IECOMPERJ/SMS/CSMS/IEUT, ENG-AB/IELOG/IECN, ENG-AB/IELOG/IECN/CQSMS2,
ENG-AB/IELOG/IEEC, ENG-AB/IELOG/IELNNE, ENG-AB/IELOG/IELSSE/SMS, ENG-AB/IELOG/IEPDD,
ENG-AB/IELOG/IEPDD/LAQSMS/CMA, ENG-AB/IELOG/IEPDD/LAQSMS/CQSS, ENG-AB/IEPREMIUM/IEAUX1,
ENG-AB/IEPREMIUM/IEAUX2, ENG-AB/IEPREMIUM/IEDCO1, ENG-AB/IEPREMIUM/IEDCO2,
ENG-AB/IEPREMIUM/IEHCC1, ENG-AB/IEPREMIUM/IEHCHD2, ENG-AB/IEPREMIUM/IEHDT1,
ENG-AB/IEPREMIUM/IEIEM1, ENG-AB/IEPREMIUM/IEUT1, ENG-AB/IEPREMIUM/IEUT2,
ENG-AB/IEPREMIUM/IG/QSMS1, ENG-AB/IEPREMIUM/IG/QSMS2, ENG-AB/IEREFINO/IECP,
ENG-AB/IEREFINO/IERB, ENG-AB/IEREFINO/IERC, ENG-AB/IEREFINO/IERF, ENG-AB/IEREFINO/IERG,
ENG-AB/IEREFINO/IERL, ENG-AB/IEREFINO/IERM, ENG-AB/IEREFINO/IERN, ENG-AB/IEREFINO/IERP,
ENG-AB/IEREFINO/IERV, ENG-AB/IERENEST/IEDACR, ENG-AB/IERENEST/IEHDT,
ENG-AB/IERENEST/IEINTER, ENG-AB/IERENEST/IEOCV, ENG-AB/IERENEST/IEOCV/QSMS,
ENG-AB/IERENEST/IEPQSPE/QSMS, ENG-AB/IERENEST/IEUT, ENG-AB/IERENEST/IEUT/QSMS,
ENG-E&P/IESONDAS-I/IESPNE-I, ENG-E&P/IESONDAS-I/IESPNE-I/SMS, ENG-E&P/IESONDAS-I/IESPNE-II,
ENG-E&P/IESONDAS-I/IESPNE-II/SMS, ENG-E&P/IESONDAS-I/IESPNE-III/SMS,
ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-I, ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-I/SMS,
ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-II, ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-II/SMS,
ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-III, ENG-E&P/IESONDAS-II/IESPSSE-III/SMS, ENG-E&P/IEUEP-I/IEES,
ENG-E&P/IEUEP-I/IEES/QSMS, ENG-E&P/IEUEP-I/IEMX, ENG-E&P/IEUEP-I/IENN,
ENG-E&P/IEUEP-I/IENN/QSMS1, ENG-E&P/IEUEP-I/IENN/QSMS2, ENG-E&P/IEUEP-I/IEPPT,
ENG-E&P/IEUEP-I/IESSE/QSMS, ENG-E&P/IEUEP-II/IECO, ENG-E&P/IEUEP-II/IECO/QSMS,
ENG-E&P/IEUEP-II/IEDS, ENG-E&P/IEUEP-II/IEDS/QSMS, ENG-E&P/IEUEP-II/IEREPL, ENG-GE/IEEI/IEEF,
ENG-GE/IEEI/IEEF/CMCA/CQSMS, ENG-GE/IEEI/IEEF/CMTL/CQSMS, ENG-GE/IEEI/IEER,
ENG-GE/IEEI/IEER/SMS, ENG-GE/IEEI/IEINFRA, ENG-GE/IEGN/IECA, ENG-GE/IEGN/IEGNSE,
ENG-GE/IELR/IETRBA, ENG-GE/IETQ/IECGQ, ENG-GE/IETQ/IEUFN-III, ENG-GE/IETQ/IEUFN-III/LAQSMS,
ENG-GE/IETQ/IEUFN-V, ENGENHARIA/IEABAST/IEPQSPE, ENGENHARIA/IEABAST/IEPQSPE/QSMS,
ENGENHARIA/IEABAST/IERB, ENGENHARIA/IEABAST/IERB/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERC,
ENGENHARIA/IEABAST/IERC/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERE, ENGENHARIA/IEABAST/IERE/QSMS,
ENGENHARIA/IEABAST/IERF, ENGENHARIA/IEABAST/IERF/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERG,
ENGENHARIA/IEABAST/IERG/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERL, ENGENHARIA/IEABAST/IERL/QSMS,
ENGENHARIA/IEABAST/IERM, ENGENHARIA/IEABAST/IERM/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERN,
ENGENHARIA/IEABAST/IERN/QSMS, ENGENHARIA/IEABAST/IERP, ENGENHARIA/IEABAST/IERP/QSMS,
ENGENHARIA/IEABAST/IERV, ENGENHARIA/IEABAST/IERV/QSMS, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEAROM,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEAROM/QSMS, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEDCO,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEDCO/QSMS, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IESTC,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUC, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUC/QSMS,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUSG1, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUSG1/QSMS,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUSG2, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUSG2/QSMS,
ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUT, ENGENHARIA/IECOMPERJ/IEUT/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/IEDS,
ENGENHARIA/IEEPT/IEES, ENGENHARIA/IEEPT/IEES/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/IEMS,
ENGENHARIA/IEEPT/IEMS/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/IEMX, ENGENHARIA/IEEPT/IEMX/QSMS,
ENGENHARIA/IEEPT/IENN, ENGENHARIA/IEEPT/IENN/QSMS1, ENGENHARIA/IEEPT/IENN/QSMS2,
ENGENHARIA/IEEPT/IEP55, ENGENHARIA/IEEPT/IEP55/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/IEPPT,
ENGENHARIA/IEEPT/IEPPT/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/IEPSA, ENGENHARIA/IEEPT/IEPSA/QSMS,
ENGENHARIA/IEEPT/IESSE, ENGENHARIA/IEEPT/IESSE/QSMS, ENGENHARIA/IEEPT/SIMA,
ENGENHARIA/IEEPT/SIMA/QSMS, ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEAUX1, ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEDCO1,
ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEHCC1, ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEIEM1, ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEIEM2,
ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEUT1, ENGENHARIA/IEPREMIUM/IEUT2, ENGENHARIA/IEPREMIUM/SIE/QSMS1,
ENGENHARIA/IERENEST/IEDACR, ENGENHARIA/IERENEST/IEDACR/QSMS,
ENGENHARIA/IERENEST/IEHDT, ENGENHARIA/IERENEST/IEHDT/QSMS, ENGENHARIA/IERENEST/IEINTER,
ENGENHARIA/IERENEST/IEINTER/QSMS, ENGENHARIA/IERENEST/IEOCV,
ENGENHARIA/IERENEST/IEOCV/QSMS, ENGENHARIA/IERENEST/IEUT,
ENGENHARIA/IERENEST/IEUT/QSMS, ENGENHARIA/IETEG/IECA, ENGENHARIA/IETEG/IECA/QSMS,

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ENGENHARIA/IETEG/IEE, ENGENHARIA/IETEG/IEE/QSMS, ENGENHARIA/IETEG/IEGA,
ENGENHARIA/IETEG/IEGA/LAQSMS, ENGENHARIA/IETEG/IEGN, ENGENHARIA/IETEG/IEGN/QSMS,
ENGENHARIA/IETEG/IENE, ENGENHARIA/IETEG/IENE/LAQSMS, ENGENHARIA/IETEG/IENOR,
ENGENHARIA/IETEG/IENOR/LAQSMS, ENGENHARIA/IETEG/IEPDD, ENGENHARIA/IETEG/IEPDD/LAQSMS,
ENGENHARIA/IETEG/IESE, ENGENHARIA/IETEG/IESE/LAQSMS, ENGENHARIA/IETEG/IETR,
ENGENHARIA/IETEG/IETR/LAQSMS, ENGENHARIA/IEUPMCN/IECN, ENGENHARIA/IEUPMCN/IECN/QSMS,
ENGENHARIA/IEUPMCN/IEUPM1/QSMS, ETM-CORP/SMS/PRT, MATERIAIS/SMS, TIC/PG/SMS

Deve-se dar prioridade à consulta a padrões através do SINPEP, evitando a sua impressão

IMPRESSA

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