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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Nº

RELATÓRIO: LEITO FLUIDIZADO FOLHA: 1/16


DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I CURSO: ENGENHARIA QUÍMICA
DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES UNITÁRIAS
GRUPO 2: DAYANE SALES, DIOGO DUARTE, GABRIELE VITORINO, NATHALIA ZHOU E
RAFAELA NEPOMUCENO

LEITO FLUIDIZADO

DATA DE REALIZAÇÃO: 31/10/2018


DATA DE ENTREGA: 07/10/2018
GRUPO 2: Dayane Sales
Diogo Duarte
Gabriele Vitorino
Nathalia Zhou
Rafaela Nepomuceno

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GRUPO 2: DAYANE SALES, DIOGO DUARTE, GABRIELE VITORINO, NATHALIA ZHOU E
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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................................... 3
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA .................................................................................................................................. 5
3. OBJETIVO ................................................................................................................................................................. 6
4. METODOLOGIA EXPERIMENTAL ..................................................................................................................... 7
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES ............................................................................................................................. 8
6. CONCLUSÃO .......................................................................................................................................................... 14
7. BIBLIOGRAFIA ...................................................................................................................................................... 15

LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Dados obtidos experimentalmente – Ida. .............................................................................................................. 8
Tabela 2: Dados obtidos experimentalmente - Volta. ........................................................................................................... 9
Tabela 3: Velocidade superficial de escoamento da água no leito - Ida. ............................................................................ 10
Tabela 4: Velocidade superficial de escoamento da água no leito - Volta.......................................................................... 10
Tabela 5: Perda de carga no leito - Ida. .............................................................................................................................. 10
Tabela 6: Perda de carga no leito - Volta. ........................................................................................................................... 11
Tabela 7: Porosidade do leito - Ida. .................................................................................................................................... 11
Tabela 8: Porosidade do leito - Volta. ................................................................................................................................ 11

LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Fluidização do leito. .............................................................................................................................................. 3
Figura 2: Perda de pressão em leito fluidizado em função da velocidade. ........................................................................... 4
Figura 3: Vista Frontal e Lateral do sistema ......................................................................................................................... 7
Figura 4: Curva característica de fluidização - Perda de carga no leito vs. velocidade superficial. .................................... 12
Figura 5: Curva característica de fluidização - Porosidade do leito vs. velocidade superficial. ......................................... 13
Figura 6: Curva característica de fluidização - Altura do leito vs. velocidade superficial. ................................................. 14

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1. INTRODUÇÃO

O princípio da fluidização é o deslocamento vertical de partículas submetidas a um fluxo


ascendente, sendo fundamental para processos que precisam de contato entre as fases fluída e
[1]
particulada . Os leitos fluidizados são empregados nas indústrias farmacêuticas, indústrias de
fertilizantes e em reatores químicos para diversos objetivos como secagem, misturas, sínteses
catalíticas e não catalíticas, aglomeração de pós, aquecimento e resfriamento de sólidos, granulação,
recobrimento, entre outros [2].
No processo de fluidização ocorre a suspensão ou movimentação de partículas devido a
movimentação de um fluxo de fluido, gás ou líquido, de sentido ascendente através de um leito de
partículas suportadas sustentadas ou apoiadas por uma placa que distribui o fluido, propiciando o fluxo
uniforme pelo leito, sem ocasionar o arraste do material particulado [1] [2].

Figura 1: Fluidização do leito.

A fluidização pode ser classificada como particulada e agregativa. O processo particulado


ocorre quando os sólidos se distribuem igualmente sem a existência de bolhas, sendo conhecido
também como homogêneo. Já o processo agregativo, ocorre quando há a formação de bolhas sendo
geralmente, observado em sistemas gás-partícula. Em decorrência da existência de bolhas, este tipo de
processo é conhecido como heterogêneo [3].
O desempenho do leito e os diversos tipos de regime são designados pela velocidade do fluido
[4]
que penetra nas partículas . Independente da classificação do processo constata-se que, para

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velocidades menores que a necessária para a mínima fluidização, o fluido percola o leito que possui a
fase particulada sem provocar muitas modificações na posição das partículas, estando o leito fixo. Com
a velocidade do fluido ainda maior, entretanto menor que a correspondente para a mínima fluidização,
observa-se uma agitação vibracional específica das partículas e o leito, ocasionando uma expansão,
designando o leito expandido. Ao alcançar a velocidade de mínima fluidização, a força de arraste,
originada pelo fluido, e a força referente à fricção das partículas ultrapassam o peso do material
particulado, fluidizando a fase particulada.
Neste aspecto, há alteração entre os sistemas gás-partícula e líquido-partícula. Na fluidização
líquido-partícula quando se alcança a mínima fluidizarão, a fase particulada adquire a máxima altura
da coluna, ocorrendo posteriormente o arraste. Já na fluidização gás-partícula ocorre a expansão do
leito vagarosamente com o acréscimo da velocidade superficial do gás e, antes de ocorrer o arraste,
aparecem algumas fases presentes na fluidização heterogênea. Estas fases são muito importantes, pois
possuem aspectos fluidodinâmicos diferentes, possibilitando suas caracterizações [1].
A velocidade mínima de fluidização está relacionada principalmente ao tamanho e densidade
das partículas. Entretanto, é muito difícil conseguir manter o processo em mínima fluidização [3].
A figura abaixo representa a perda de pressão em um leito de acordo com a velocidade
superficial [5].
Figura 2: Perda de pressão em leito fluidizado em função da velocidade.

As etapas de fluidização podem ser simplificadas pela figura acima, tem-se:


- Origem ao ponto A: Aumento da velocidade e da queda de pressão do fluido;
- Do ponto A ao ponto B: Fluidização do leito;

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- Do ponto B ao ponto C: O aumento da velocidade ocasiona pouca variação na pressão


imediatamente, devido alteração repentina da porosidade do leito;
- Do ponto C ao Ponto D: Variação linear da velocidade com a perda de pressão até o ponto D.
- Após o ponto D: Carregamento das partículas pelo fluido e o sistema perde a utilidade.

O emprego dessa tecnologia é devido a suas várias vantagens como elevada transferência de
calor e massa entre o sólido e a partícula; o controle fácil de operação contínuas e automáticas, ao
escoamento homogêneo das partículas no leito; conduz a condição isotérmica no reator dado à intensa
mistura entre as fases distintas e é ideal para procedimentos em grandes escalas. Contudo, possui
algumas desvantagens como a rápida mistura dos sólidos possuírem tempos de residência diferentes,
diminuindo a desempenho e o rendimento; os sólidos frisáveis são pulverizados e arrastados pelo gás,
sendo necessário recuperá-los e provocam degradação nos tubos e coluna por causa da abrasão causada
acarretada no arraste das partículas [2].

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

No início da fluidização, tem-se um aumento da porosidade e da altura do leito. Essa relação é


dada pela igualdade entre um termo que representa o volume de sólidos no leito fixo e um outro termo
que representa o volume de sólidos no leito fluidizado.
Um parâmetro importante quando se trata de leitos é a porosidade. A definição da porosidade
de leitos é dada por [6]:
𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 𝑑𝑒 𝑣𝑎𝑧𝑖𝑜𝑠 (1)
𝜀𝑏 =
𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 𝑑𝑒 𝑙𝑒𝑖𝑡𝑜
Esta porosidade dependerá da geometria das partículas envolvidas e da forma como tais
partículas encontram-se dispersas no leito [6].
Tomando a definição de porosidade para todo o conjunto do leito, tem-se que:
𝑉𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 − 𝑉𝑝𝑎𝑟𝑡í𝑐𝑢𝑙𝑎𝑠 𝑀⁄ (2)
𝜌𝑠
𝜀𝑏 = =1− 2
𝑉𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 (𝜋 ∗ 𝐷𝑐 ∗ ℎ𝑙 )⁄
4
em que M é a massa do recheio (kg); ρs é a massa específica das partículas do recheio (kg/m³); Dc é o
diâmetro do cilindro que comporta o recheio/leito (m) e hl é a altura do leito para cada medida (m).

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Um outro ponto importante a ser destacado é a velocidade superficial, vs, e intersticial, vint, do
fluido. A velocidade superficial é definida como a vazão volumétrica dividida pela área de seção reta
do leito vazio, ou seja, é a velocidade do fluido no tubo vazio. A velocidade intersticial é a velocidade
do fluido no interior do leito preenchido com partículas. A velocidade intersticial será maior que a
superficial, pois na presença de corpos rígidos, um mesmo volume será acelerado por possuir uma área
transversal menor [6]. As velocidades estão relacionadas entre si através da porosidade do leito como:
𝑄 4∗𝑉 (3)
𝑣𝑠 = =
𝐴𝑑𝑢𝑡𝑜 𝑣𝑎𝑧𝑖𝑜 𝜋∗𝐷𝑐2 ∗𝑡

em que V é o volume de água medido na proveta (m³); Dc é o diâmetro do cilindro que comporta o
leito (m) e t é o tempo gasto para encher a proveta de água (s).
𝑄 𝑣𝑠 (4)
𝑣𝑖𝑛𝑡 = =
𝐴𝑑𝑢𝑡𝑜 𝑐ℎ𝑒𝑖𝑜 𝜀𝑏

Segundo Cremasco (2012), para a construção da curva característica de fluidização, pode-se


utilizar tanto a velocidade superficial quando a intersticial.
A velocidade superficial em condição de mínima fluidização pode ser descrita pela equação de
Ergum.
𝛥𝑃 (1 − ɛ𝑚𝑓 )2 𝜇𝑢𝑚𝑓 (1 − ɛ𝑚𝑓 ) 𝜌𝑢𝑚𝑓 2
= 150 [ ] + 1,75 [ ] (5)
ℎ ɛ𝑚𝑓 3 𝑑𝑝2 ɛ𝑚𝑓 3 𝑑𝑝
em que 𝛥𝑃 é a perda de carga (Pa); ℎ é a altura do leito (m); ɛ𝑚𝑓 é a porosidade do leito na condição
mínima de fluidização; 𝑑𝑝 é o diâmetro da partícula (m); 𝜇 é a viscosidade do fluido (Pa.s) e 𝜌 é a
massa especifica do fluido (kg/m3)
Nos leitos fixos, também chamados de leitos empacotados, como o nome sugere, os sólidos
permanecem fixos e sustentados pelo contato entre si. À parte das especificidades das aplicações, é de
interesse geral a determinação de como a perda de pressão ocorre nestes leitos, de forma a permitir o
projeto dos sistemas de bombeamento/compressão dos fluidos [6].

3. OBJETIVO

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A prática em questão tem por objetivo observar e analisar os aspectos da fluidização, como
vazão mínima de fluidização, queda de pressão, altura do leito fluidizado e a diferença no
comportamento de aumento e diminuição da vazão.

4. METODOLOGIA EXPERIMENTAL

O sistema proposto para realização da prática consiste basicamente de um reator de leito


fluidizado (LF) e uma bomba centrífuga de ¼ HP (B), que transfere o fluido presente no reservatório
de 100 L (R) para o reator. Para medir a pressão utiliza-se um manômetro diferencial de vidro tipo
tubo em “U” contendo CCl4 como fluido manométrico (M).

O sistema que compõe o reator de leito fluidizado é representado na figura abaixo:


Figura 3: Vista Frontal e Lateral do sistema

O sistema do reator de leito fluidizado é formado por três partes: a seção do distribuidor, o
reator de leito fluidizado e a seção de alívio. A seção do distribuidor é formada por um tubo de ½ in
de PVC perfurado, que se encontra internamente a outro tubo de acrílico de 5,3 cm de diâmetro e 11
cm de altura, sendo que o distribuidor de placa é perfurado para garantir uma distribuição homogênea
da água. O reator de leito fluidizado é formado por um tubo cilíndrico de 5,3 cm de diâmetro interno
e 55 cm de altura. É composto por água como a parte líquida e esferas de vidro como a parte sólida.
Na base e na parede do reator estão instaladas tomadas de pressão (P1 e P2), que permitem a
determinação de perfis de pressão. A terceira seção do sistema é a de “alívio”, composta por dois tubos

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de acrílico concêntrico, o externo (14,6 cm de diâmetro e 10 cm de altura) e o interno (5,3 cm de


diâmetro e 4,0 cm de altura). O tubo interno funciona como prolongamento da coluna de acrílico,
assegurando uma altura constante para o líquido.
Antes de iniciar o experimento, certificar-se que existe água no reservatório e que a válvula de
alimentação (V1) esteja fechada e que a válvula de reciclo (V2) esteja totalmente aberta. Certificou-se
também que as esferas estejam dentro do reator de leito fluidizado.
Ligou-se a bomba e após se formar fluxo pela válvula V2 (válvula de reciclo), abriu-se
lentamente a válvula V1 (válvula de alimentação) para permitir a passagem do líquido pelo sistema.
Para se obter a curva de “ida” deve-se aumentar a vazão de água lentamente, e para cada ponto de
expansão do leito anota-se: a vazão de água, o tempo de escoamento, a altura do leito e a altura da
coluna de água no manômetro tipo tubo em “U”, necessária para o cálculo da perda de carga no leito.
Para obtenção da curva de “volta”, deve-se proceder de forma contrária, ou seja, diminuindo a vazão
de água e medindo os mesmos parâmetros da curda de “ida” para essa etapa. O procedimento deve ser
feito de maneira a se obter 5 pontos de leito fixo e 5 de fluidizado tanto para a ida quanto para a volta.
É importante frisar que a análise feita para se definir o leito fixo ou fluidizado é visual, devido à
expansão do leito, movimentação das partículas e diferença de pressão.

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Para obtenção das curvas de ida e volta do leito fluidizado, após os procedimentos
experimentais, os dados foram coletados e seguem na tabela abaixo:

Tabela 1: Dados obtidos experimentalmente – Ida.


Curva de Ida
Leito Fixo
Abertura da
Volume de água
válvula1 Tempo (s) Temperatura (°C) ∆h (cm) Altura do leito (cm)
(mL)
V2 V1
TA TF 0 0,00 26,5 0,0 9,5
TA PA+ 1520 51,75 26,5 4,0 9,5
TA PA++ 1520 32,94 26,5 8,0 9,5
TA PA+++ 1480 23,18 26,5 12,0 9,7
TA PA++++ 1460 15,10 26,5 15,0 11,0
Leito Fluidizado
Tempo (s) Temperatura (°C) ∆h (cm) Altura do leito (cm)

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Abertura da
Volume de água
válvula1
(mL)
V2 V1
TA PA++++ 1500 15,29 26,5 14,0 11,0
PF- TA 1520 7,22 27,5 14,5 20,0
--
PF TA 1420 4,75 27,5 15,0 29,0
---
PF TA 1480 4,69 27,5 16,0 38,0
----
PF TA 1560 3,96 27,5 16,0 44,0

Tabela 2: Dados obtidos experimentalmente - Volta.


Curva de Volta
Leito Fixo
Abertura da
Volume de água
válvula1 Tempo (s) Temperatura (°C) ∆h (cm) Altura do leito(cm)
(mL)
V2 V1
TA PA++++ 1420 16,84 25,5 15,0 10,5
TA PA+++ 1480 23,84 25,5 12,0 9,8
TA PA++ 1540 34,31 25,5 8,0 9,5
TA PA+ 1440 56,69 26,5 4,0 9,5
TA TF 0 0,00 26,5 0,0 9,5
Leito Fluidizado
Abertura da
Volume de água
válvula1 Tempo (s) Temperatura (°C) ∆h (cm) Altura do leito(cm)
(mL)
V2 V1
PF---- TA 1560 3,96 27,5 16,0 44,0
PF--- TA 1480 4,31 27,5 16,0 38,0
PF-- TA 1560 4,94 27,5 14,8 29,0
PF- TA 1550 6,34 27,5 14,5 20,0
TA PA++++ 1480 15,50 27,5 14,0 11,0

1
As válvulas V1 e V2 foram manipuladas de forma a ficarem totalmente fechada (TF), parcialmente aberta (PA),
parcialmente fechada (PF) e totalmente aberta (TA), ressaltando-se que diferentes posições parcialmente abertas
e fechadas foram realizadas.

Para que a compreensão a respeito dos aspectos de fluidização de um leito fosse possível, foi
necessária a obtenção, a priori, da velocidade superficial de escoamento da água pelo leito, em m/s,
dada pela equação (3), para que correlações com a perda de carga, altura e porosidade do leito
pudessem ser realizados de forma gráfica.

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Dessa forma, para um diâmetro de cilindro de 0,053 m, os valores de velocidade calculados


para as duas situações, ida e volta, encontram-se nas tabelas abaixo.

Tabela 3: Velocidade superficial de escoamento da água no leito - Ida.


Velocidade (m/s)
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 0,0000 0,0445
2º 0,0133 0,0955
3º 0,0209 0,1356
4º 0,0290 0,1431
5º 0,0438 0,1787

Tabela 4: Velocidade superficial de escoamento da água no leito - Volta.


Velocidade (m/s)
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 0,0382 0,1787
2º 0,0282 0,1557
3º 0,0204 0,1432
4º 0,0115 0,1109
5º 0,0000 0,0433

Para o cálculo da perda de carga no leito, em Pa, utilizou-se a informação do diferencial de


pressão lido no manômetro de tetracloreto de carbono. Para tal cálculo, tem-se:
∆𝑃 = (𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 𝑚𝑎𝑛 − 𝜌𝐻2 𝑂 ) ∗ 𝑔 ∗ ∆ℎ (6)
em que os ρ’s são as massas específicas do fluido manométrico e da coluna de água na temperatura do
sistema (kg/m³); g é a aceleração da gravidade (m/s²) e ∆h é a diferença de altura lida no manômetro
de tubo em U (m).
Assumindo que o fluido manométrico, CCl4, não tem sua massa específica afetada pela pequena
variação de temperatura aferida, tem-se que sua massa específica é 1590 kg/m³, enquanto a da água é,
para as temperaturas de 25.5 ºC, 26.5 ºC e 27.5 ºC, 996.96 kg/m³, 996.67 kg/m³ e 996.4 kg/m³,
respectivamente. Assim sendo, os valores de perda de carga calculados para as duas situações, ida e
volta, encontram-se na tabela a seguir.
Tabela 5: Perda de carga no leito - Ida.
∆P (Pa)
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 0,0000 814,8794

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2º 232,8227 844,3663
3º 465,6454 873,4824
4º 698,4681 931,7146
5º 873,0851 931,7146

Tabela 6: Perda de carga no leito - Volta.


∆P (Pa)
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 872,6878 931,7146
2º 698,1502 931,7146
3º 465,4335 861,8360
4º 232,8227 844,3663
5º 0,0000 815,2502

Por fim, para o cálculo da porosidade do leito, utilizou-se a equação (2) para uma massa de
recheio de 0,38 kg e partículas de recheio com massa específica de 2500 kg/m³, e os resultados
encontram-se, para as duas situações, ida e volta, nas tabelas a seguir.

Tabela 7: Porosidade do leito - Ida.


Porosidade do Leito
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 0,2744 0,3733
2º 0,2744 0,6553
3º 0,2744 0,7623
4º 0,2894 0,8186
5º 0,3733 0,8433

Tabela 8: Porosidade do leito - Volta.


Porosidade do Leito
Leito Fixo Leito Fluidizado
1º 0,3435 0,8433
2º 0,2966 0,8186
3º 0,2744 0,7623
4º 0,2744 0,6553
5º 0,2744 0,3733

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De posse desses valores, foi possível plotar as curvas características de fluidização do leito
tendo como parâmetros a perda de carga, porosidade e a altura do leito. Tais gráficos encontram-se a
seguir.
Figura 4: Curva característica de fluidização - Perda de carga no leito vs. velocidade superficial.

Curva Característica de Fluidização - ∆P vs. vs


Curva de Ida - Leito Fixo Curva de Volta - Leito Fixo
Curva de Ida - Leito Fluidizado Curva de Volta - Leito Fluidizado

1000
900
800
Perda de Carga (Pa)

700
600
500
400
300
200
100
0
0,00 0,05 0,10 0,15 0,20
Velocidade superficial (m/s)

Analisando a figura 4, é possível constatar que a perda de carga no leito fixo aumenta quase
que linearmente ao passo que a velocidade superficial aumenta. O mesmo não é observado com o leito
fluidizado, em que a perda de carga tem um comportamento tendendo a constância frente ao aumento
da velocidade superficial. Além disso, pode-se obter os valores da perda de carga mínima de
fluidização (ΔPmf) igual a 815,2502 Pa, como também a velocidade mínima de fluidização (umf) igual
a 0,0382 m/s, ambos valores obtidos pela curva de volta (fixo e fluidizado) pelo valor do coeficiente
de determinação mais próximo de 1.
Com a equação (5), calculou-se a velocidade na condição mínima de fluidização teórica,
obtendo o valor igual a 0,0257 m/s, sendo adotado a viscosidade da água como 8,91x10-4 Pa.s. Ao
comparar com o experimental, tem-se um desvio de 48,6%.

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DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I CURSO: ENGENHARIA QUÍMICA
DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES UNITÁRIAS
GRUPO 2: DAYANE SALES, DIOGO DUARTE, GABRIELE VITORINO, NATHALIA ZHOU E
RAFAELA NEPOMUCENO

Figura 5: Curva característica de fluidização - Porosidade do leito vs. velocidade superficial.

Curva Característica de Fluidização - εb vs. vs


Leito Fixo - Ida Leito Fixo - Volta Leito Fluidizado- Ida Leito Fluidizado - Volta

0,9

0,8
Porosidade do Leito

0,7

0,6

0,5

0,4

0,3

0,2
0,00 0,05 0,10 0,15 0,20
Velocidade superficial (m/s)

Analisando a figura 5, conclui-se que a porosidade do leito ascende a partir da fluidização do


mesmo com o aumento da velocidade. Tem-se, portanto, uma porosidade mínima de fluidização de
aproximadamente 0,37.

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Figura 6: Curva característica de fluidização - Altura do leito vs. velocidade superficial.

Curva Característica de Fluidização - hL vs. vs


Leito Fixo - Ida Leito Fixo - Volta Leito Fluidizado- Ida Leito Fluidizado - Volta

50
45
40
35
Altura do leito (cm)

30
25
20
15
10
5
0
0,00 0,05 0,10 0,15 0,20
Velocidade superficial (m/s)

Analisando a figura 6, conclui-se que, assim como fora constatado na figura 5, a altura do leito
aumenta com o aumento da velocidade superficial a partir do início da fluidização, o que, de fato, era
de se supor. Sendo a altura do leito de mínima fluidização (hmf) igual a 11 cm.
Uma observação importante que cabe ser ressaltada é que, na figura 4, deveria ser observado
uma diferença de perda de carga entre acréscimos e decréscimos de vazão, e consequentemente
velocidade de escoamento, no leito. A perda de carga para decréscimos de vazão no leito é ligeiramente
maior que para acréscimos de vazão em leito fixo. Tal fenômeno recebe o nome de histerese e não foi
observado na prática, podendo ser justificado por erros de paralaxe na leitura do manômetro de tubo
em U, manipulação equivocada das válvulas globos e interrupção inesperada da bomba durante a
prática.

6. CONCLUSÃO

A partir dos resultados obtidos, foi possível observar que antes do leito se fluidizar a queda de
pressão aumenta consideravelmente com o aumento da vazão do fluido, já que o fluido não possui uma
força de arraste suficiente para se sobrepor a força da gravidade e fazer com que as partículas se

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movimentem, fazendo com que a porosidade do leito se mantenha constante e, consequentemente, que
mais energia seja perdida na passagem do fluido pelo leito.
A fluidização ocorreu quando o fluxo ascendente de fluido escoando através do leito adquiriu
uma velocidade suficiente (velocidade mínima de fluidização) para manter as partículas em suspensão,
sem que fossem arrastadas junto com o fluido. Desse modo, a altura do leito aumentava com o aumento
da velocidade superficial do fluido e assim aumentava-se também a porosidade do leito e mantendo a
perda de carga constante.
De um modo geral, o experimento mostrou-se satisfatório, para observação do sistema de leito
fixo e fluidizado. Foi possível determinar a velocidade mínima de fluidização do sistema e a perda de
carga máxima oferecida pelo leito, além de obter o comportamento da altura do leito e da perda de
carga do leito com o aumento da velocidade superficial.

7. BIBLIOGRAFIA

[1]
PRIETO, W. H. Aplicação da teoria do caos em um leito fluidizado utilizando-se partículas A,
B e D da classificação Geldart. UNICAMP, 2014. Disponível em
<http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/266069/1/Prieto_WesleyHeleno_M.pdf>. Acesso
em 03/11/2018.
[2]
BORGES, P. W. S. Readequação da prática de laboratório de Engenharia Química 1: Leito
Fluidizado. UFU, 2017. Disponível em
<https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/20874/3/ReadequacaoPraticaLaboratorio.pdf>.
Acesso em 02/11/2018.
[3]
LUZ, N. C. Estudo de transferência de calor em leito fluidizado: análise numérica e
experimental. FURG, 2015. Disponível em
<https://sistemas.furg.br/sistemas/sab/arquivos/bdtd/0000010874.pdf>. Acesso em 04/11/2018.
[4] XIV CONEMI Congresso Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial. Caracterização
fluidodinâmica a frio de um leito fluidizado circundante. Disponível em <
http://www.conemi.org.br/download/TT22_XIV_CONEMI-001.pdf>. Acesso em 03/11/2018.

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DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES UNITÁRIAS
GRUPO 2: DAYANE SALES, DIOGO DUARTE, GABRIELE VITORINO, NATHALIA ZHOU E
RAFAELA NEPOMUCENO

[5]
Escola Politécnica da USP. Operações Unitárias da Indústria Química I- Fluidização.
Disponível em
<http://www.lscp.pqi.ep.usp.br/disciplinas/pqi2303/arquivos/Apostila%20Fluidizacao%202013.pdf>
. Acesso em 03/11/2018.
[6]
ALBERTON, A. L. Material didático e complementar apresentado durante as aulas de
Operações Unitárias I.

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