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Concurso Público CP002/DSIC/2010

Aquisição de Serviços e o Fornecimento dos Bens para a Implementação


do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral

Sistema Nacional de Exploração e Gestão da Informação Cadastral

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO


Caderno de Encargos
CADERNO DE ENCARGOS

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

CLÁUSULA 1.ª
OBJECTO

1. O presente CADERNO DE ENCARGOS compreende as cláusulas a incluir no CONTRATO a


celebrar na sequência da adjudicação a efectuar pelo Estado Português, através do
Instituto Geográfico Português no âmbito do Concurso Público CP002/DSIC/2010 para a
«Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de
Informação do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral».

2. O objecto do CONTRATO consiste na prestação dos serviços e no fornecimento dos bens


necessários à implementação do Sistema de Informação do Sistema Nacional de
Exploração e Gestão de Informação Cadastral, adiante designado de SI-SiNErGIC,
designadamente:

a) Elaborar a especificação de requisitos tecnológicos da INFRA-ESTRUTURA para o


AMBIENTE DE QUALIDADE e AMBIENTE DE PRODUÇÃO;

b) Elaborar o desenho técnico da solução do SI-SiNErGIC;

c) Elaborar os planos, estudos, levantamentos e projectos necessários à


implementação e exploração do SI-SiNErGIC;

d) Criar os SOFTWARES DESENVOLVIDOS necessários à implementação e


exploração do SI-SiNErGIC;

e) Fornecer os SOFTWARES DE PLATAFORMA para suportar a implementação e


exploração do SI-SiNErGIC;

f) Desenvolver os seguintes módulos aplicacionais do SI-SiNErGIC:

i. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE OPERAÇÕES;

ii. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE CADASTRO;

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iii. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE CONSULTAS;

iv. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS;

v. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ALERTAS;

vi. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ACESSOS;

vii. MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ENTIDADES.

g) Instalar, configurar, parametrizar e integrar os SOFTWARES DA SOLUÇÃO no


contexto do AMBIENTE DE QUALIDADE;

h) Desenvolver e implementar os procedimentos automáticos necessários de


migração dos DADOS CADASTRAIS, existentes à data, da ENTIDADE
ADJUDICANTE para o SI-SiNErGIC e demonstrar a sua funcionalidade;

i) Desenvolver e implementar os serviços de interligação, através da PLATAFORMA


DE INTEROPERABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, entre o SI-SiNErGIC e
os sistemas de informação dos PARCEIROS;

j) Realizar testes de verificação de qualidade da implementação no contexto do


AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO e do AMBIENTE DE QUALIDADE,
designadamente testes de inspecção ao código, peer review, funcionais de
unidade e funcionais de regressão;

k) Realizar testes de validação no contexto do AMBIENTE DE QUALIDADE,


designadamente testes de integração, de carga e de usabilidade;

l) Realizar a prova de conceito do SI-SiNErGIC, designadamente no que concerne


aos processos de negócio ‘Adquirir Dados Declarativos’, ‘Gerir Alteração de
Prédios Existentes’ e ‘Gerir Consultas ao Cadastro’, constantes no Anexo III do
presente CADERNO DE ENCARGOS;

m) Instalar, configurar, parametrizar e integrar os SOFTWARES DA SOLUÇÃO no


contexto do AMBIENTE DE PRODUÇÃO;

n) Monitorizar a operacionalização do SI-SiNErGIC no contexto do AMBIENTE DE


PRODUÇÃO;

o) Realizar testes de validação no contexto do AMBIENTE DE PRODUÇÃO,


designadamente testes de integração, de carga e de usabilidade;

p) Realizar a migração dos DADOS CADASTRAIS no contexto do AMBIENTE DE


PRODUÇÃO;

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q) Definir perfis, utilizadores e níveis de segurança;

r) Definir políticas de segurança;

s) Elaborar manuais de instalação, operação, administração, utilização e de


programação desenvolvida para o SI-SiNErGIC;

t) Ministrar acções de formação nas áreas aplicacionais e nas tecnologias de


informação necessárias à operação, manutenção e gestão de continuidade do
negócio do SI-SiNErGIC aos colaboradores da ENTIDADE ADJUDICANTE, de
acordo com os seus níveis e perfis;

u) Ministrar acções de formação nas áreas aplicacionais necessárias à operação do


SI-SiNErGIC para colaboradores dos PARCEIROS;

v) Definir planos de monitorização e de desenvolvimentos futuros do SI-SiNErGIC;

w) Prestar a manutenção evolutiva dos SOFTWARES DA SOLUÇÃO num mínimo


de 1 000 (mil) horas durante o período de manutenção correctiva e evolutiva em
garantia, nos termos previstos no Cláusula 24.ª.

3. O disposto no número anterior não inclui o fornecimento da INFRA-ESTRUTURA.

CLÁUSULA 2.ª
DEFINIÇÕES

Para o efeito do presente CADERNO DE ENCARGOS, são adoptadas as seguintes definições:

a) AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO – Conjunto de equipamentos, plataformas e


ferramentas que permitem desenvolver o SOFTWARE DA SOLUÇÃO do SI-
SiNErGIC;

b) AMBIENTE DE QUALIDADE – Conjunto de equipamentos, plataformas e


ferramentas que permitem aferir a qualidade funcional do SI-SiNErGIC conforme
os requisitos especificados;

c) AMBIENTE DE PRODUÇÃO – Conjunto de equipamentos, plataformas e


ferramentas que permitem operacionalizar o funcionamento do SI-SiNErGIC em
disponibilidade para os clientes do mesmo;

d) CADERNO DE ENCARGOS – O presente documento, constituído pelas cláusulas


jurídicas e técnicas a incluir no CONTRATO;

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e) CONCORRENTE – A pessoa jurídica ou o agrupamento que apresente proposta no
âmbito do presente procedimento;

f) CONCURSO – O Concurso Público CP002/DSIC/2010 com o objecto descrito na


cláusula anterior;

g) CONTRATO – O contrato a celebrar na sequência da adjudicação a efectuar no


âmbito do CONCURSO;

h) DADOS CADASTRAIS – Conjunto de dados caracterizadores e identificadores dos


prédios;

i) ENTIDADE ADJUDICANTE – O Estado Português, através do Instituto Geográfico


Português;

j) EQUIPA – A equipa técnica multidisciplinar, composta por PROFISSIONAIS


identificados na PROPOSTA, que o adjudicatário se obriga a afectar à prestação
do serviço e, em particular, a praticar todos os actos e operações materiais
necessários ao cumprimento das obrigações que impendem sobre aquele no
âmbito do CONTRATO;

k) GESTOR DE PROJECTO – O membro da EQUIPA que exerce as funções de


coordenação técnica para todos os efeitos de execução não administrativa do
CONTRATO;

l) PLATAFORMA DE INTEROPERABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA –


plataforma baseada em ‘standards’ abertos, sob a responsabilidade da Agência
para a Modernização Administrativa, que dota as instituições públicas de uma
ferramenta de comunicação e partilha da informação de modo a permitir a
interligação de sistemas distintos e a disponibilização de serviços electrónicos
multi-canal;

m) INFRA-ESTRUTURA – A infra-estrutura técnica de suporte ao SI-SiNErGIC,


constituída pelo conjunto de equipamentos de processamento e comunicações de
suporte, incluindo respectivos sistemas operativos e outro software e meios de
gestão e operação dos equipamentos;

n) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ACESSOS – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pela gestão de contas de utilizador, funções e credenciais;

o) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ALERTAS – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pela criação, envio e resposta de alertas a utilizadores designados;

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p) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE CADASTRO – Módulo do SI-SiNErGIC
responsável pelo suporte a aquisição e conservação de informação cadastral, bem
como à gestão do ciclo de vida dos objectos que compõem o cadastro;

q) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE CONSULTAS – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pelo suporte a pedidos de consulta quer ao nível de emissão de
informação cadastral e comprovativos de operações, como da gestão de histórico
e pagamentos;

r) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE DOCUMENTOS – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pelo suporte à emissão, carregamento e assinatura de documentos;

s) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE ENTIDADES – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pela manutenção do catálogo de entidades externas;

t) MÓDULO APLICACIONAL DE GESTÃO DE OPERAÇÕES – Módulo do SI-SiNErGIC


responsável pelo suporte à preparação e finalização de operações de execução e
conservação cadastral, incluindo as actividades de carregamento de cartografia de
suporte e parametrização;

u) PARCEIROS – Instituto dos Registos e Notariado, Instituto Geográfico Português,


Direcção-Geral dos Impostos e Direcção-Geral das Autarquias Locais;

v) PROFISSIONAIS – Os indivíduos, definidos na PROPOSTA e nomeados como


membros da EQUIPA pelo adjudicatário para a execução do CONTRATO;

w) PROGRAMA DO CONCURSO – Documento no qual se procede à identificação do


CONCURSO, contactos, data limite para esclarecimentos, requisitos à admissão
dos CONCORRENTES, estrutura das propostas, data do acto público e critérios de
adjudicação;

x) PROPOSTA – A proposta contratual apresentada a CONCURSO pelo adjudicatário;

y) SOFTWARE DA SOLUÇÃO – Todos os softwares utilizados na composição do SI-


SiNErGIC, designadamente os SOFTWARES DESENVOLVIDOS e os SOFTWARES
DE PLATAFORMA;

z) SOFTWARES DESENVOLVIDOS – Todos os softwares criados à medida ou


adaptados para a implementação e exploração do SI-SiNErGIC;

aa) SOFTWARES DE PLATAFORMA – Todos os softwares de suporte à execução de


SOFTWARES DESENVOLVIDOS necessários para a implementação e exploração
do SI-SiNErGIC, incluindo o sistema de gestão de base de dados.

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CLÁUSULA 3.ª
CONTRATO

1. O CONTRATO integra os seguintes elementos:

a) Os suprimentos dos erros e das omissões do CADERNO DE ENCARGOS


identificados pelos CONCORRENTES e expressamente aceites pelo órgão
competente para a decisão de contratar, nos termos do disposto no Artigo 61.º
do Código dos Contratos Públicos aprovado pelo Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29
de Janeiro, adiante designado por CCP;

b) Os esclarecimentos e as rectificações relativos ao CADERNO DE ENCARGOS;

c) O presente CADERNO DE ENCARGOS;

d) A PROPOSTA;

e) Os esclarecimentos sobre a PROPOSTA prestados pelo adjudicatário;

f) O clausulado contratual.

2. Sem prejuízo do disposto no número seguinte, em caso de divergência entre os vários


documentos que integram o CONTRATO, a prevalência obedece à ordem por que vêm
enunciados no número anterior.

3. Os ajustamentos propostos pela ENTIDADE ADJUDICANTE nos termos previstos no Artigo


99.º do CCP e aceites pelo adjudicatário nos termos previstos no Artigo 101.º do mesmo
Código prevalecem sobre todos os documentos previstos no número 1.

CAPÍTULO II
OBRIGAÇÕES DA ENTIDADE ADJUDICANTE

CLÁUSULA 4.ª
DISPOSIÇÕES GERAIS

No âmbito do CONTRATO a ENTIDADE ADJUDICANTE obriga-se a:

a) Disponibilizar as instalações previstas na Cláusula 8.ª;

b) Disponibilizar a INFRA-ESTRUTURA para o contexto do AMBIENTE DE QUALIDADE


e do AMBIENTE DE PRODUÇÃO;

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c) Fundamentar a rejeição, parcial ou integral dos serviços prestados e bens
fornecidos.

CLÁUSULA 5.ª
PREÇO E CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

1. O preço base do presente procedimento de contratação é de € 450 000,00 (quatrocentos


e cinquenta mil euros).

2. Em caso algum, sob pena de exclusão da PROPOSTA, o preço total constante da


PROPOSTA pode exceder o preço base definido no número anterior.

3. Pela prestação dos serviços, fornecimento dos bens e cumprimento das demais
obrigações decorrentes do CONTRATO, a ENTIDADE ADJUDICANTE deve pagar ao
adjudicatário o valor correspondente ao preço total constante da PROPOSTA, acrescido de
IVA à taxa legal em vigor, no caso de o adjudicatário ser sujeito passivo desse imposto.

4. Os pagamentos a realizar pela ENTIDADE ADJUDICANTE devem ser efectuados no prazo


de 30 (trinta) dias após a recepção pela ENTIDADE ADJUDICANTE das facturas,
devidamente discriminadas e justificadas.

5. As facturas previstas no número anterior só podem ser emitidas pelo adjudicatário após o
vencimento da obrigação respectiva.

6. Para os efeitos do número anterior, a obrigação considera-se vencida com a emissão da


declaração de aceitação pela ENTIDADE ADJUDICANTE do cumprimento pelo
adjudicatário das obrigações contratuais relativas ao pagamento em causa.

7. Em caso de discordância por parte da ENTIDADE ADJUDICANTE, quanto aos valores


indicados nas facturas, deve esta comunicar ao adjudicatário, por escrito, os respectivos
fundamentos, ficando o adjudicatário obrigado a prestar os esclarecimentos necessários
ou a proceder à emissão de nova factura corrigida.

8. Os pagamentos são efectuados em conformidade com as condições de pagamento


apresentadas pelo adjudicatário na PROPOSTA.

9. Em caso algum as condições de pagamento constantes na PROPOSTA podem prever


designadamente:

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a) Adiantamentos por conta de serviços não prestados e bens não fornecidos;

b) O pagamento inferior a 30% (trinta porcento) do valor do CONTRATO após a


aceitação definitiva prevista na Cláusula 22.ª.

CAPÍTULO III
OBRIGAÇÕES DO ADJUDICATÁRIO

SECÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

CLÁUSULA 6.ª
ÂMBITO DO SERVIÇO A PRESTAR

1. A execução do CONTRATO compreende, entre outras previstas na legislação aplicável e


no presente CADERNO DE ENCARGOS, designadamente no seu Anexo III, as seguintes
obrigações:

a) Obrigação do cumprimento da prestação dos serviços e fornecimento dos bens


previstos no número 2 da Cláusula 1.ª;

b) Obrigação da apresentação de um plano de pagamentos previsto na Cláusula 5.ª;

d) Obrigação de sigilo e de protecção de dados, nos termos previstos na Cláusula


31.ª;

e) Obrigação de condução administrativa, controlo do planeamento e avanço na


execução do CONTRATO, nos termos previstos na Cláusula 11.ª e Cláusula 12.ª;

f) Obrigação de recorrer aos meios materiais e humanos necessários e adequados à


pontual execução do CONTRATO, nos termos previstos nas Cláusulas 13.ª a 15.ª;

g) Obrigação de celebração de contratos de seguro, nos termos previstos nas


Cláusulas 16.ª a 18.ª.

2. O adjudicatário obriga-se à apresentação de planos detalhados, onde são descriminadas


as actividades por fase, com a duração de cada actividade, precedências entre elas,
marcos e entregáveis, designadamente nos seguintes planos:

a) Plano metodológico e de implementação;

b) Plano de testes;

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c) Plano de formação;

d) Plano de manutenção e evolução.

3. O adjudicatário obriga-se a utilizar os seus próprios meios materiais designadamente no


que concerne ao contexto do AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO.

4. O adjudicatário obriga-se à manutenção correctiva e evolutiva em garantia do SI-


SiNErGIC, em conformidade com o previsto no número 2 da Cláusula 9.ª.

CLÁUSULA 7.ª
ENTREGÁVEIS NO ÂMBITO DO CONTRATO

No âmbito do CONTRATO, e sem prejuízo do constante na PROPOSTA, o adjudicatário está


obrigado a entregar:

a) A documentação como produto de cada prestação de serviço e fornecimento de


cada bem previstos nas obrigações expressas na cláusula anterior, em suporte
digital, de conteúdo manipulável e em formato standard IEEE ou ISO;

b) O código fonte dos SOFTWARES DESENVOLVIDOS produzidos no âmbito da


execução do CONTRATO;

c) Os direitos de utilização dos SOFTWARES DE PLATAFORMA.

CLÁUSULA 8.ª
LOCAL DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS E DO FORNECIMENTO DOS BENS

1. A prestação dos serviços objecto do CONTRATO é realizada nas instalações da ENTIDADE


ADJUDICANTE, sem prejuízo de, mediante autorização prévia da ENTIDADE
ADJUDICANTE, e, atenta a natureza e exigência técnica, poder ser prestado nas
instalações do adjudicatário.

2. As acções de formação previstas nas alíneas t) e u) do número 2 da Cláusula 1.ª são


prestadas em instalações a providenciar pela ENTIDADE ADJUDICANTE, sitas no distrito
de Lisboa.

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CLÁUSULA 9.ª
PRAZOS

1. Com excepção do previsto na alínea w) da Cláusula 1.ª, a prestação dos serviços e


fornecimento dos bens previstos na Cláusula 1.ª tem como prazo máximo 240 (duzentos e
quarenta) dias e como prazo mínimo 180 (cento e oitenta) dias.

2. O prazo mínimo para a manutenção correctiva e evolutiva em garantia do SI-SiNErGIC é


de 1 095 (mil e noventa e cinco) dias.

CLÁUSULA 10.ª
FORMA DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO

1. Para o acompanhamento da execução do CONTRATO, o adjudicatário obriga-se a manter,


com uma periodicidade semanal, e sempre que para tal seja convocado pela ENTIDADE
ADJUDICANTE, reuniões de coordenação.

2. O adjudicatário é representado nas reuniões mencionadas no número anterior pelo


GESTOR DE PROJECTO.

3. As convocatórias para as reuniões referidas no número 1 são efectuadas por correio


electrónico.

4. Por cada reunião de coordenação, e sem prejuízo do número seguinte, o GESTOR DE


PROJECTO deve entregar um Relatório de Reunião, devidamente datado e assinado, em
conformidade com o modelo constante do Anexo IV ao presente CADERNO DE
ENCARGOS.

5. O Relatório referido no número anterior é substituído por uma acta elaborada pelo
adjudicatário sempre que na convocatória referida no número 3 se atribua à respectiva
reunião o carácter extraordinário.

6. O adjudicatário obriga-se também a apresentar à ENTIDADE ADJUDICANTE, com uma


periodicidade mensal, um Relatório de Situação, em conformidade com o modelo
constante do Anexo V ao presente CADERNO DE ENCARGOS, no qual é descrita a
evolução da execução do CONTRATO e o cumprimento de todas as obrigações
emergentes do CONTRATO.

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7. O adjudicatário obriga-se também a apresentar à ENTIDADE ADJUDICANTE, sempre que
tal se justifique, um Relatório sobre Situações de Excepção, em conformidade com o
modelo constante do Anexo II ao presente CADERNO DE ENCARGOS, no qual são
descritas as situações de excepção, respectivas medidas correctivas, comentários e
sugestões.

8. Sempre que tal se mostre necessário, o adjudicatário pode formular à ENTIDADE


ADJUDICANTE pedidos de esclarecimentos de dúvidas relativas, respectivamente, às
disposições legais e contratuais aplicáveis.

CLÁUSULA 11.ª
CONDUÇÃO ADMINISTRATIVA DA EXECUÇÃO DO CONTRATO

1. No âmbito da execução do CONTRATO, o adjudicatário obriga-se a manter o intercâmbio


e o fornecimento da informação necessária, mantendo um registo metódico,
pormenorizado e actualizado de todas as informações e elementos técnicos e
administrativos e, bem assim, garantindo a articulação entre todas as entidades
intervenientes.

2. A obrigação de condução administrativa da execução do CONTRATO inclui


designadamente:

a) A recolha, tratamento e registo das informações relativas à execução do


CONTRATO;

b) A criação e preenchimento de um registo diário das actividades e dos


acontecimentos relevantes;

c) A elaboração do Relatório de Reunião previsto no número 4 da Cláusula 10.ª;

d) A elaboração de Relatórios de Situação mensais, nos termos previstos no número


6 da Cláusula 10.ª;

e) A elaboração de Relatórios de Situações de Excepção, nos termos previstos no


número 7 da Cláusula 10.ª;

f) A participação e colaboração nas reuniões de coordenação semanais e a


elaboração e distribuição dos respectivos relatórios, nos termos previstos na
Cláusula 10.ª;

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g) A participação, quando solicitado, em todas as reuniões com os diversos
intervenientes na execução do CONTRATO;

h) O registo e compilação de todos os dados recolhidos nas várias fases do


CONTRATO;

3. O adjudicatário deve manter todos os registos e documentos, previstos nos números


anteriores, perfeitamente organizados e discriminados, mantendo-os disponíveis para
consulta pela ENTIDADE ADJUDICANTE, sempre que esta o requeira.

4. No final da execução do CONTRATO, o adjudicatário deve remeter à ENTIDADE


ADJUDICANTE uma cópia, em formato digital, de conteúdo manipulável e em formato
standard IEEE ou ISO, de todos os registos e documentos previstos nos números
anteriores.

5. No final da execução do CONTRATO, o adjudicatário deve ainda elaborar um Relatório de


Fecho no qual se descreve em pormenor o SI-SiNErGIC, discriminando as principais
ocorrências e actividades realizadas em cada fase de execução do CONTRATO.

6. Todos os relatórios, registos, comunicações, actas e demais documentos elaborados pelo


adjudicatário devem ser integralmente redigidos em português.

CLÁUSULA 12.ª
CONTROLO DO PLANEAMENTO E AVANÇO DA EXECUÇÃO DO CONTRATO

1. O adjudicatário obriga-se a controlar o planeamento e avanço da execução do CONTRATO


por forma a assegurar o cumprimento dos prazos estabelecidos na lei e no CONTRATO,
através de um controlo permanente e dinâmico da progressão da sua execução, sendo
especificamente responsável pela:

a) Análise do estado da execução do contrato e respectiva comparação com a sua


programação prévia;

b) Controlo e registo dos trabalhos, actividades e operações realizados;

c) Elaboração de estimativas de tempo para os trabalhos, actividades e operações


ainda não realizados, tendo em conta as estatísticas verificadas no decurso dos
trabalhos, actividades e operações já realizados;

d) Análise pormenorizada do desenvolvimento das acções adoptadas para corrigir


quaisquer atrasos na execução do CONTRATO;

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2. O adjudicatário deve tomar a iniciativa de promover o apoio de todas as entidades e
serviços públicos que repute como necessário para a execução do CONTRATO.

3. O GESTOR DE PROJECTO deve acompanhar sistematicamente todas as actividades de


execução do CONTRATO de forma a assegurar que sejam executadas de acordo com as
disposições legais e contratuais aplicáveis.

SECÇÃO II
ORGANIZAÇÃO E MEIOS DO ADJUDICATÁRIO

CLÁUSULA 13.ª
DISPOSIÇÕES GERAIS

1. O adjudicatário obriga-se a recorrer a todos os PROFISSIONAIS e equipamentos que


sejam necessários à execução do CONTRATO, nos termos definidos na PROPOSTA, bem
como ao estabelecimento do sistema de organização necessário à perfeita e completa
execução das tarefas a seu cargo.

2. O adjudicatário obriga-se, em especial e caso tal se revele necessário, a reforçar a


EQUIPA e o equipamento que utiliza no âmbito da execução do CONTRATO.

3. No caso em que a ENTIDADE ADJUDICANTE verifique que os meios utilizados pelo


adjudicatário são insuficientes ou inadequados à boa execução do CONTRATO, pode
aquela impor o seu reforço, incluindo a aquisição, modificação ou substituição de
PROFISSIONAIS e equipamentos.

4. Correm por conta do adjudicatário todas as despesas de alojamento, alimentação e


deslocação dos seus PROFISSIONAIS, bem como todas as despesas de transporte,
armazenamento e manutenção dos seus equipamentos.

CLÁUSULA 14.ª
MEIOS ORGANIZACIONAIS E EQUIPAMENTOS

1. Compete ao adjudicatário organizar e gerir integralmente todos os sistemas que


considerar necessários para atingir os objectivos pretendidos e realizar as tarefas que lhe
são cometidas.

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2. O adjudicatário deve dispor de equipamentos, designadamente informáticos, que
permitam o registo completo de todos os dados e elementos necessários e suficientes à
descrição das actividades realizadas.

3. O adjudicatário obriga-se a colocar ao serviço da sua EQUIPA todos os meios necessários


para a execução do CONTRATO.

CLÁUSULA 15.ª
PROFISSIONAIS

1. O adjudicatário obriga-se a designar como GESTOR DE PROJECTO o PROFISSIONAL que


tenha indicado na PROPOSTA.

2. O GESTOR DE PROJECTO deve obedecer aos seguintes requisitos mínimos:

a) Afectação mínima de 20% (vinte por cento) à execução do CONTRATO;

b) Pelo menos uma certificação em gestão de projectos;

c) Experiência mínima de 5 (cinco) anos em gestão de projectos de sistemas de


informação.

3. O adjudicatário obriga-se a designar os restantes PROFISSIONAIS que constituem a


EQUIPA, de acordo com o expresso na PROPOSTA, em número e experiência igual ou
superior a:

a) Um PROFISSIONAL com experiência mínima de 2 (dois) anos em análise de


sistemas de informação web;

b) Um PROFISSIONAL com experiência mínima de 2 (dois) anos em análise de


sistemas de workflow;

c) Um PROFISSIONAL com experiência mínima de 2 (dois) anos em análise de


sistemas de gestão documental e/ou gestão de conteúdos;

d) Um PROFISSIONAL com experiência mínima de 2 (dois) anos em análise de


sistemas de informação geográfica;

e) Um PROFISSIONAL com experiência mínima de 2 (dois) anos em desenvolvimento


de sistemas de informação.

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4. A EQUIPA, para além do GESTOR DE PROJECTO, deve ser constituída, no mínimo, por 5
(cinco) PROFISSIONAIS com a experiência definida nas alíneas do número anterior e com
afectação mínima de 25% (vinte e cinco porcento) à execução do CONTRATO.

5. O número mínimo de PROFISSIONAIS previsto no número anterior pode ser reduzido


desde que um PROFISSIONAL detenha experiência em duas das áreas previstas nas
alíneas a) a e) do número 3 e a sua afectação à execução do CONTRATO seja superior a
45% (quarenta e cinco porcento).

6. A EQUIPA indicada na PROPOSTA é obrigatoriamente aquela a utilizar para a execução do


CONTRATO, salvo o previsto no número 10.

7. O adjudicatário obriga-se a garantir que os PROFISSIONAIS envolvidos nas reuniões de


coordenação e demais contactos com a ENTIDADE ADJUDICANTE se expressam clara e
correctamente em português.

8. O adjudicatário obriga-se a garantir que todos os PROFISSIONAIS utilizados coloquem a


sua perícia, cuidado e diligência na execução do CONTRATO.

9. A ENTIDADE ADJUDICANTE reserva-se o direito de ordenar que seja retirado dos serviços
cometidos ao adjudicatário qualquer PROFISSIONAL que haja revelado deficiente
desempenho das funções que lhe estão cometidas, desrespeitado os agentes daquela,
seus colaboradores ou quaisquer outras entidades intervenientes na execução do
CONTRATO, ou ainda provocado indisciplina no desempenho dos seus deveres, devendo
tal ordem ser fundamentada por escrito.

10. Sempre que, por motivo de doença, ou qualquer outro motivo devidamente
fundamentado, seja necessária a substituição de um ou mais dos PROFISSIONAIS
mencionados na presente Cláusula, o adjudicatário submeterá, de imediato, à apreciação
da ENTIDADE ADJUDICANTE a sua substituição por elemento da mesma categoria e
classe profissional e experiência idêntica ou superior, devendo a substituição ter o prévio
acordo da ENTIDADE ADJUDICANTE e não representar para esta qualquer encargo
adicional.

11. No caso de incumprimento da obrigação prevista no número anterior, a ENTIDADE


ADJUDICANTE notifica o adjudicatário da recusa do elemento por este indicado, devendo
o adjudicatário apresentar uma nova proposta de substituição, a qual é submetida à
avaliação prevista no número anterior.

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SECÇÃO III
SEGUROS

CLÁUSULA 16.ª
DISPOSIÇÕES GERAIS

1. O adjudicatário obriga-se a subscrever e a manter em vigor, durante o período de


execução do CONTRATO, as apólices de seguro previstas nesta Secção, das quais deverão
exibir cópia e respectivo recibo de pagamento de prémio antes de iniciarem a sua
actividade de execução do CONTRATO.

2. O adjudicatário é responsável pela satisfação das obrigações previstas na presente


Secção, devendo zelar pelo controlo efectivo da existência das apólices de seguro dos
seus subcontratados.

3. As apólices de seguro exigidas no presente CADERNO DE ENCARGOS e na legislação


aplicável devem ser apresentadas no prazo de 10 (dez) dias após a adjudicação,
obrigando-se o adjudicatário a mantê-las válidas até ao final da execução do CONTRATO.

4. A ENTIDADE ADJUDICANTE pode exigir, em qualquer momento, cópias e recibos de


pagamento das apólices referidas na presente Secção.

5. Todas as apólices de seguro e respectivas franquias constituem encargo único e exclusivo


do adjudicatário, devendo os contratos de seguro ser celebrados com entidade
seguradora legalmente autorizada e estabelecida em Portugal, que mereça o prévio
acordo da ENTIDADE ADJUDICANTE.

6. Os seguros previstos no presente CADERNO DE ENCARGOS em nada diminuem ou


restringem as obrigações e responsabilidades, legais, contratuais ou outras, do
adjudicatário perante a ENTIDADE ADJUDICANTE e a lei vigente em Portugal.

7. Sempre que ocorra um sinistro participado à seguradora, é obrigatória a reposição


automática de capital em todas as apólices e rubricas seguras que o vejam reduzido, no
valor equivalente ao volume das indemnizações liquidadas ou previstas, obrigando-se o
tomador do seguro a pagar o sobreprémio respectivo e a seguradora a aceitar essa
reposição.

Caderno de Encargos Página 16


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8. Em caso de incumprimento por parte do adjudicatário das obrigações de pagamento dos
prémios referentes aos seguros mencionados, a ENTIDADE ADJUDICANTE reserva-se o
direito de se substituir àquele, ressarcindo-se de todos os encargos envolvidos e, ou, por
ele suportados.

9. O adjudicatário é integralmente responsável por qualquer acidente de trabalho que ocorra


no local de execução do CONTRATO.

CLÁUSULA 17.ª
APÓLICES DE SEGURO DE ACIDENTES DE TRABALHO

1. O adjudicatário obriga-se a celebrar contratos de seguro de acidentes de trabalho cujas


apólices abranjam todos os PROFISSIONAIS contratados, assalariados ou eventuais no
local de execução do CONTRATO, de acordo com a legislação em vigor em Portugal
relativa ao seguro obrigatório de Acidentes de Trabalho.

2. O adjudicatário obriga-se a garantir que quaisquer seus subcontratados respeitem o


disposto no número anterior, sendo responsável pela existência de Seguro de Acidentes
de Trabalho para todo o seu pessoal.

CLÁUSULA 18.ª
APÓLICES DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL

1. O adjudicatário obriga-se a celebrar contratos de seguro de responsabilidade civil


profissional cujas apólices garantam a responsabilidade civil legalmente imputável ao
segurado por erros ou omissões profissionais dos seus PROFISSIONAIS, bem como o
pagamento das indemnizações devidas por danos patrimoniais e não patrimoniais em
consequência de quaisquer falhas, erros ou omissões que, seja a título de dolo ou de
negligência, sejam cometidos no exercício da sua actividade e que sejam causados a
pessoas ou bens de terceiros.

2. O adjudicatário obriga-se a garantir que os seus subcontratados respeitem o disposto no


número anterior, sendo responsável pela existência de seguro de responsabilidade civil
profissional de tais subcontratados.

Caderno de Encargos Página 17


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
CAPÍTULO IV
EXECUÇÃO DO CONTRATO

CLÁUSULA 19.ª
DISPOSIÇÕES GERAIS

1. O presente CONTRATO compreende a prestação dos serviços e o fornecimento dos bens


dispostos no número 2 da Cláusula 1.ª, em conformidade com a metodologia proposta
pelo adjudicatário.

2. Sem prejuízo dos prazos previstos na Cláusula 9.ª, o adjudicatário obriga-se a respeitar
todos os prazos propostos.

3. Os trabalhos iniciar-se-ão no primeiro dia útil após a data de início da vigência do


respectivo CONTRATO.

CLÁUSULA 20.ª
TESTES DE VALIDAÇÃO

1. Os resultados dos testes de validação expressos nas alíneas k) e o) do número 2 da


Cláusula 1.ª são necessários para as aceitações previstas nas Cláusula 21.ª e 22.ª.

2. A elaboração dos planos de testes referidos no número anterior é da responsabilidade do


adjudicatário, sendo a sua execução da responsabilidade de uma equipa composta por
membros da EQUIPA e membros da ENTIDADE ADJUDICANTE.

CLÁUSULA 21.ª
ACEITAÇÕES PROVISÓRIAS

1. A aceitação dos entregáveis previstos na Cláusula 7.ª está sujeita à análise pela
ENTIDADE ADJUDICANTE, com vista à verificação da sua conformidade com a
PROPOSTA, o definido no Anexo III ao presente CADERNO DE ENCARGOS, bem como
outros requisitos exigidos por lei.

2. No caso dos entregáveis correspondentes aos módulos aplicacionais expressos na alínea f)


do número 2 da Cláusula 1.ª e previstos na Cláusula 7.ª, a sua aceitação está igualmente
sujeita à execução dos testes previstos na cláusula anterior.

Caderno de Encargos Página 18


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3. O prazo mínimo para as análises previstas nos números anteriores é de 20 (vinte) dias.

4. No caso de não aceitação dos entregáveis previstos nos números 1 e 2, o adjudicatário


deve proceder, por sua conta e no prazo determinado pela ENTIDADE ADJUDICANTE, às
alterações e complementos necessários para garantir o cumprimento do estipulado no
Anexo III ao presente CADERNO de ENCARGOS e bem assim na PROPOSTA.

5. Caso os entregáveis previstos na Cláusula 7.ª estejam em conformidade com o estipulado


no Anexo III ao presente CADERNO de ENCARGOS e bem assim na PROPOSTA deve ser
emitida, no prazo máximo de 5 (cinco) dias seguidos a contar do termo dessa análise,
declaração de aceitação provisória pela ENTIDADE ADJUDICANTE.

6. A emissão da declaração prevista no número anterior não implica a aceitação de


eventuais discrepâncias com as exigências legais ou com o definido no Anexo III ao
presente CADERNO DE ENCARGOS e na PROPOSTA não detectados anteriormente.

CLÁUSULA 22.ª
ACEITAÇÃO DEFINITIVA

1. Após a conclusão da prestação dos serviços e fornecimento dos bens objecto do


CONTRATO uma equipa designada pela ENTIDADE ADJUDICANTE procederá ao
acompanhamento da entrada em funcionamento do SI-SiNErGIC, durante um prazo não
inferior a 30 (trinta) dias.

2. Durante este período, o adjudicatário deve assegurar, sem qualquer encargo para a
ENTIDADE ADJUDICANTE, a manutenção e correcção de qualquer anomalia ou deficiência
verificada.

3. Após entrada em funcionamento do SI-SiNErGIC, confirmando-se que o mesmo satisfaz


integralmente as condições contratuais, a ENTIDADE ADJUDICANTE deverá emitir, por
escrito, a aceitação definitiva do SI-SiNErGIC.

CLÁUSULA 23.ª
ALTERAÇÕES E ACTUALIZAÇÕES

Após as aceitações previstas na Cláusula 21.ª e Cláusula 22.ª, as alterações e actualizações


que se verificarem nos SOFTWARES DA SOLUÇÃO, bem como na documentação associada à

Caderno de Encargos Página 19


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
execução do CONTRATO, devem ser imediatamente comunicadas à ENTIDADE ADJUDICANTE
e reflectidas em toda a documentação já existente.

CLÁUSULA 24.ª
MANUTENÇÃO EM GARANTIA

1. No âmbito da manutenção correctiva em garantia, prevista no número 4 da Cláusula 6.ª,


o adjudicatário obriga-se a responsabilizar-se pelo:

a) Funcionamento dos SOFTWARES DA SOLUÇÃO do SI-SiNErGIC;

b) Acompanhamento e participação na resolução de eventuais anomalias ou


problemas que venham a ocorrer no SI-SiNErGIC;

c) Prazo máximo de indisponibilidade do SI-SiNErGIC de 12 (doze) horas;

d) Nível de serviço com um tempo máximo de 1 (uma) hora para aceitação da


ocorrência, 4 (quatro) horas para despistagem, 72 (setenta e duas) horas para
apresentação da solução.

2. No âmbito da manutenção evolutiva em garantia, prevista no número 4 da Cláusula 6.ª, o


adjudicatário obriga-se a responsabilizar-se pela prestação do serviço previsto na alínea
w) do número 2 da Cláusula 1.ª, a utilizar da seguinte forma:

a) A ENTIDADE ADJUDICANTE indica ao adjudicatário quais as funcionalidades que


pretende ver melhoradas ou desenvolvidas;

b) O adjudicatário responde, num prazo não superior a 10 (dez) dias úteis, qual o
número de horas que estima razoáveis para a execução dos serviços solicitados, o
prazo para a execução dos mesmos e a sua disponibilidade para início dos
trabalhos;

c) Caso a ENTIDADE ADJUDICANTE discorde da estimativa, prazo ou disponibilidade


indicados, deve comunicar ao adjudicatário o seu entendimento quanto ao que
considera razoável.

d) O número de horas de manutenção evolutiva em garantia não utilizadas durante


o período de garantia pode ser utilizado nos 365 (trezentos e sessenta e cinco)
dias seguintes ao término desse período.

Caderno de Encargos Página 20


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CAPÍTULO V
MODIFICAÇÃO E EXTINÇÃO DO CONTRATO

CLÁUSULA 25.ª
CESSÃO DA POSIÇÃO CONTRATUAL

1. O adjudicatário não pode ceder a sua posição contratual ou qualquer dos direitos e
obrigações decorrentes do CONTRATO sem autorização prévia e expressa da ENTIDADE
ADJUDICANTE.

2. A autorização prevista no número anterior respeita o disposto nos Artigos 317.º a 319.º
do CCP.

CLÁUSULA 26.ª
CASOS FORTUITOS OU DE FORÇA MAIOR

1. Nenhuma das partes incorrerá em responsabilidade se por caso de força maior for
impedido de cumprir as obrigações assumidas no CONTRATO.

2. A parte que invocar caso de força maior deve comunicar e justificar tal situação à outra
parte, logo após a sua ocorrência, bem como informar o prazo previsível para restabelecer
o cumprimento das obrigações contratuais.

3. Não constituem casos de força maior, designadamente:

a) Circunstâncias que não constituam força maior para os subcontratados do


adjudicatário, na parte em que intervenham;

b) Greves ou conflitos laborais limitados às sociedades do adjudicatário ou a grupos


de sociedades em que este se integre, bem como a sociedades ou grupos de
sociedades dos seus subcontratados;

c) Determinações governamentais, administrativas, ou judiciais de natureza


sancionatória ou de outra forma resultantes do incumprimento pelo adjudicatário
de deveres ou ónus que sobre ele recaiam;

d) Incêndios ou inundações com origem nas instalações cuja causa, propagação ou


proporções se devam a culpa ou negligência do adjudicatário ou ao
incumprimento de normas de segurança;

Caderno de Encargos Página 21


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
e) Avarias nos sistemas informáticos ou mecânicos tutelados pelo adjudicatário;

f) Eventos que estejam ou devam estar cobertos por seguros.

CLÁUSULA 27.ª
PENALIDADES

1. No caso de se verificarem atrasos na execução do CONTRATO, o correspondente


prolongamento da duração do prazo de execução não implica quaisquer encargos
financeiros acrescidos para a ENTIDADE ADJUDICANTE, sem prejuízo das penalidades e
indemnizações resultantes da responsabilidade do adjudicatário por tal atraso.

2. Pelo incumprimento de obrigações emergentes do CONTRATO, a ENTIDADE


ADJUDICANTE pode exigir do adjudicatário o pagamento de uma pena pecuniária,
calculada de acordo com a seguinte fórmula:

VC * D A
PP =
160

Onde:

PP = Pena pecuniária a aplicar;

VC = Valor do contrato com IVA incluído, à taxa legal em vigor;

DA = Dias de atraso, contados de forma consecutiva e incluindo, por isso, sábados,


domingos e feriados.

3. A ENTIDADE ADJUDICANTE pode compensar os pagamentos devidos com as penas


contratuais devidas nos termos da presente Cláusula.

CLÁUSULA 28.ª
EXECUÇÃO DA CAUÇÃO

1. A caução prestada para bom e pontual cumprimento das obrigações decorrentes do


CONTRATO, nos termos previstos no PROGRAMA DO CONCURSO, pode ser executada
pela ENTIDADE ADJUDICANTE, sem necessidade de prévia decisão judicial ou arbitral,
para satisfação de quaisquer créditos resultantes de mora, cumprimento defeituoso,
incumprimento definitivo pelo adjudicatário das obrigações contratuais ou legais, incluindo

Caderno de Encargos Página 22


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
o pagamento de penalidades, ou para quaisquer outros efeitos resultantes do contrato ou
da lei.

2. A resolução do CONTRATO pela ENTIDADE ADJUDICANTE não impede a execução da


caução, contanto que para isso haja motivo.

3. A execução parcial ou total de caução nos termos previstos nos números anteriores
constitui o adjudicatário na obrigação de proceder à sua reposição pelo valor existente
antes dessa mesma execução no prazo de quinze dias após a notificação da ENTIDADE
ADJUDICANTE para esse efeito.

4. A caução a que se referem os números anteriores é liberada nos termos do Artigo 295.º
do Código dos Contratos Públicos.

CLÁUSULA 29.ª
RESOLUÇÃO DO CONTRATO

1. O incumprimento, por uma das partes, dos deveres resultantes do CONTRATO confere à
outra parte, nos termos gerais de direito, o direito de rescindir o CONTRATO, sem
prejuízo das correspondentes indemnizações legais e contratuais.

2. No caso de se verificarem atrasos na execução do CONTRATO resultantes da actuação


negligente ou culposa do adjudicatário, a ENTIDADE ADJUDICANTE pode, em alternativa
à resolução, optar pelo prolongamento da sua vigência sem que com isso tenha de
suportar quaisquer encargos adicionais, sem prejuízo do poder de exigir o pagamento das
indemnizações a que tenha direito por eventuais danos sofridos com aqueles atrasos.

CAPÍTULO VI
DISPOSIÇÕES FINAIS

CLÁUSULA 30.ª
DEVERES DE INFORMAÇÃO

1. Cada uma das partes deve informar sem demora a outra sobre quaisquer circunstâncias
que cheguem ao seu conhecimento e que possam afectar os respectivos interesses na
execução do CONTRATO, de acordo com as regras gerais da boa fé.

Caderno de Encargos Página 23


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
2. Em especial, cada uma das partes deve avisar de imediato a outra de quaisquer
circunstâncias, constituam ou não força maior, que previsivelmente impeçam o
cumprimento ou o cumprimento tempestivo de qualquer uma das suas obrigações.

3. No prazo de 10 (dez) dias após a ocorrência de tal impedimento, a parte deve informar a
outra do tempo ou da medida em que previsivelmente será afectada a execução do
CONTRATO.

CLÁUSULA 31.ª
OBRIGAÇÃO DE SIGILO E PROTECÇÃO DE DADOS

1. O adjudicatário obriga-se a não divulgar quaisquer informações relativas às actividades da


ENTIDADE ADJUDICANTE que obtenha em virtude da execução do CONTRATO, mesmo
após 3 (três) anos da cessação de vigência do mesmo.

2. O adjudicatário obriga-se a respeitar, em matéria de segurança da informação obtida na


execução do CONTRATO, as disposições constantes dos Artigos 14.º a 17.º da Lei
n.º 67/98, de 26 de Outubro.

3. O adjudicatário obriga-se, em especial, a fazer os seus funcionários, agentes e


contratados cumprir o dever de sigilo profissional relativamente a qualquer informação
que obtenham na execução do CONTRATO.

4. O adjudicatário obriga-se a comunicar à Comissão Nacional de Protecção de Dados


qualquer situação de violação das condições legais e contratuais de acesso e utilização a
dados pessoais.

5. O adjudicatário obriga-se ainda a utilizar meios electrónicos e informáticos que garantam


a autenticidade, a integridade e a confidencialidade dos dados obtidos, assegurando,
designadamente, o registo das consultas e a delimitação do universo de utilizadores das
bases de dados.

CLÁUSULA 32.ª
PROPRIEDADE INTELECTUAL

1. O adjudicatário transmite os direitos autorais sobre todas as criações intelectuais que


vierem a ser produzidas em execução do disposto no presente CADERNO DE ENCARGOS e
no CONTRATO.

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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
2. O adjudicatário obriga-se a remeter à ENTIDADE ADJUDICANTE os suportes documentais
e/ou digitais das criações produzidas.

3. Os direitos autorais consideram-se transferidos para a titularidade da ENTIDADE


ADJUDICANTE na data em que o suporte documental e/ou, digital das obras criadas lhe
for remetido pelo adjudicatário.

4. Pela cessão dos direitos a que aludem os números anteriores não é devida qualquer
contrapartida para além do preço pago nos termos previstos na Cláusula 5.ª.

CLÁUSULA 33.ª
OUTROS ENCARGOS

1. Correm por conta do adjudicatário todas as despesas resultantes da celebração do


CONTRATO.

2. Todos os suportes físicos utilizados na entrega da informação relativa às várias fases da


execução do CONTRATO são propriedade da ENTIDADE ADJUDICANTE.

3. Os encargos associados à obrigação referida na Cláusula 7.ª, nomeadamente os relativos


à aquisição do software e respectivo licenciamento, correm inteiramente por conta do
adjudicatário.

CLÁUSULA 34.ª
DIREITO APLICÁVEL E NATUREZA DO CONTRATO

4. O CONTRATO rege-se pelo direito português e tem natureza administrativa, sendo-lhe


subsidiariamente aplicáveis as normas de direito privado.

CLÁUSULA 35.ª
CONTAGEM DOS PRAZOS

Salvo expressa indicação em contrário, os prazos previstos no presente CADERNO DE


ENCARGOS são contínuos, correndo em sábados, domingos e dias feriados.

Caderno de Encargos Página 25


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
CLÁUSULA 36.ª
ENTRADA EM VIGOR

1. O CONTRATO entra em vigor na data em que a ENTIDADE ADJUDICANTE notificar o


adjudicatário para esse efeito e, em qualquer caso, no prazo de quinze dias a contar da
data da concessão do visto prévio pelo Tribunal de Contas, obrigando-se a ENTIDADE
ADJUDICANTE, neste último caso, a notificar imediatamente o adjudicatário da concessão
do visto.

2. No caso do CONTRATO não entrar em vigor no prazo de doze meses após a sua
celebração em resultado de uma eventual não concessão do visto prévio pelo Tribunal de
Contas, qualquer das partes pode livremente revogar o CONTRATO, por comunicação
escrita dirigida à outra, se entender não lhe ser possível manter a relação por ele criada,
não havendo lugar a qualquer indemnização à outra parte.

3. A presente Cláusula entra em vigor no dia seguinte ao da assinatura do CONTRATO.

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ANEXOS

ANEXO I
MODELO DE GARANTIA BANCÁRIA

Ao Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território:

O [• Banco], com sede em [• morada], com o capital social de [• capital social], pessoa
colectiva número [• número de identificação de pessoa colectiva], representado por
[• representante(s) e respectiva(s) identificação(ões)], vem prestar, por conta e a pedido de
[• nome do adjudicatário], com sede em [• morada], como adjudicatário do Concurso Público
CP002/DSIC/2010, referente à «Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a
Implementação do Sistema de Informação do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de
Informação Cadastral», promovido pelo Estado Português, através do Instituto Geográfico
Português, garantia bancária autónoma, irrevogável, incondicional e à primeira solicitação, a
favor do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, até ao valor de € [• em
algarismos e por extenso], em caução do bom e pontual cumprimento por aquele das
obrigações decorrentes do Caderno de Encargos.

Em consequência, este Banco constitui-se devedor e principal pagador em dinheiro, ao


Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, até àquele valor sem quaisquer
reservas, e para todos os efeitos legais, de todas e quaisquer importâncias que lhe venham a
ser solicitadas por escrito pelo beneficiário, por uma ou mais vezes, à primeira solicitação e
até um limite máximo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da solicitação, sem questionar
da sua justeza, validade, legalidade ou conformidade com o disposto no processo de
concurso e documentos a ele anexos, sem possibilidade de alegar qualquer excepção ou meio
de defesa contra o Beneficiário que eventualmente pudesse invocar contra o Ordenante, sem
possibilidade de recorrer a qualquer benefício de prévia excussão dos bens do Ordenante e
sem dependência de qualquer autorização ou concordância do Ordenante.

Quaisquer pagamentos a efectuar por este Banco nos termos da presente Garantia serão
processados no prazo máximo acima referido, através de transferência bancária ou qualquer
outro meio de pagamento para o efeito especificado na comunicação escrita de solicitação de
pagamento que seja efectuada pelo Beneficiário.

Caderno de Encargos Página 27


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Esta Garantia é de € [• em algarismos e por extenso], e só será cancelada quando o
Beneficiário nos comunicar por escrito que cessaram todas as obrigações do caucionado,
decorrentes do acima especificado, o que deverá ser feito de acordo com o estabelecido no
Caderno de Encargos do referido Concurso Público.

Caso alguma das disposições da presente Garantia se torne ou venha a ser julgada nula,
ilegal ou por qualquer forma inválida, tal nulidade, ilegalidade ou invalidade não afectará a
validade e vigência das restantes disposições, com as adaptações que se revelarem
necessárias.

[Data e Assinatura(s) do(s) Representante(s) Legal(is)]

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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
ANEXO II
MODELO DO RELATÓRIO DE SITUAÇÃO DE EXCEPÇÃO

O Relatório de Situação de Excepção deve ser elaborado de acordo com o modelo ilustrado
neste Anexo. Só serão aceites relatórios compilados num único ficheiro electrónico, em formato
Portable Document Format, com todas as páginas numeradas sequencialmente, sem omissões
ou repetições.

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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
ANEXO III
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

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Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
SiNErGIC
Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral

Especificações Técnicas do

Sistema de Informação do SiNErGIC


Versão 1.20
Especificações Técnicas – Instituto Geográfico Português Referência: ET SI-SiNErGIC v 1.20

Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Título
Especificações Técnicas do Sistema de Informação do SiNErGIC

Autor
Direcção de Serviços de Informação Cadastral – Instituto Geográfico Português

Data
2010-07-23

Assunto
Concepção do Sistema de Informação do SiNErGIC

Publicação
Instituto Geográfico Português

Descrição
Formalização dos requisitos de negócio, funcionais e técnicos do Sistema de Informação do SiNErGIC

Contributos
Técnicos do Instituto Geográfico Português, do Instituto de Registos e Notariados, do Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça,
da Direcção-Geral de Impostos, da Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros e da Direcção-Geral de
Autarquias Locais

Formato
PDF

Direitos
Instituto Geográfico Português

Identificador
ET do SI-SiNErGIC v 1.0

Língua
Portuguesa – PT

Nota
O IGP envidou todos os esforços para assegurar que o conteúdo das “Especificações Técnicas do Sistema de Informação do SiNErGIC” se
encontra livre de erros ou omissões. Todos os erros ou omissões detectados serão corrigidos em tempo útil em futuras versões do
documento.

Importa ainda ressalvar que este documento não dispensa a consulta da legislação em vigor uma vez que não substitui, no todo ou em
parte, o consagrado nos diplomas legais.

Qualquer dúvida ou questão relacionada com este documento deve ser reportada para:

Instituto Geográfico Português – Direcção de Serviços de Informação Cadastral


Rua de Artilharia Um, 107
1099-052 Lisboa
Portugal
Telefone: (+351) 21 381 96 00
Fax : (+351) 21 381 96 99
Email : sinergic@igeo.pt
Web : http://www.igeo.pt/sinergic/portugues/SiNErGIC.html

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Sumário Executivo

Este documento visa a caracterização das Arquitecturas Aplicacional e Tecnológica do Sistema de Informação do Sistema
Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral e pretende descrever os módulos, componentes e serviços
aplicacionais identificados em função da Arquitectura de Processos e Arquitectura de Informação.

Os requisitos especificados são derivados da análise da execução dos processos, da forma como estes tratam a informação
e da especificação dos módulos aplicacionais. O detalhe dos requisitos encontra-se dividido por vários capítulos, de acordo
com a sua tipologia.

CAPÍTULOS DESCRIÇÃO

Definição dos conceitos, termos, acrónimos e abreviaturas necessários para o


Glossário e dicionário
entendimento do documento.
Documentos que serviram de base ao levantamento, à análise e ao desenho das
Referências
especificações explicitadas neste documento.
Enquadramento Síntese dos princípios científicos que conduziram à elaboração deste documento.
Metodológico
Especificação das linhas orientadoras e dos objectivos a cumprir com a
Visão Estratégica
implementação do sistema de informação – Requisitos Estratégicos.
Modelo funcional que o sistema de informação deve suportar pela automatização –
Arquitectura de Processos
Requisitos Processuais.
Estrutura de entidades de informação que deve orientar o desenho dos modelos de
Arquitectura de Informação
dados dos vários módulos do sistema de informação – Requisitos Informacionais.
Definição de módulos, componentes e serviços aplicacionais que devem integrar o
Arquitectura de Aplicações
sistema de informação – Requisitos Funcionais.
Definição de tecnologias que devem suportar a materialização do sistema de
Arquitectura Tecnológica
informação – Requisitos Tecnológicos.
Tabela 1 – Descrição dos capítulos do documento

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

A Índice

Sumário Executivo ......................................................................................................................................................... 3 


A  Índice .................................................................................................................................................................... 4 
B  Glossário e dicionário .............................................................................................................................................. 5 
B.1  Conceitos e termos.......................................................................................................................................... 5 
C  Referências: ........................................................................................................................................................... 6 
D  Enquadramento Metodológico ................................................................................................................................. 9 
E  Visão Estratégica .................................................................................................................................................. 10 
F  Arquitectura de Processos ..................................................................................................................................... 13 
F.1  Hierarquia do Macro-Processo de Execução Cadastral...................................................................................... 14 
F.2  Hierarquia do Macro-Processo de Conservação Cadastral................................................................................. 26 
F.3  Hierarquia do Macro-Processo de Exploração Cadastral ................................................................................... 45 
F.4  Hierarquias dos Macro-Processos de Suporte .................................................................................................. 54 
G  Arquitectura de Informação................................................................................................................................... 57 
G.1  Mapa de Entidades de Informação ................................................................................................................. 57 
G.2  Descrição de Entidades de Informação ........................................................................................................... 58 
H  Arquitectura de Aplicações .................................................................................................................................... 64 
H.1  Módulos do Sistema de Informação................................................................................................................ 65 
H.2  Componentes................................................................................................................................................ 65 
H.3  Serviços........................................................................................................................................................ 66 
H.4  Mapa de Serviços por Módulo ........................................................................................................................ 67 
H.5  Caracterização dos Serviços da Camada de Integração .................................................................................... 74 
H.6  Descrição de Fluxos de Federação de Autenticação ......................................................................................... 75 
H.7  Requisitos Funcionais de Suporte ................................................................................................................... 76 
I  Arquitectura Tecnológica....................................................................................................................................... 78 
I.1  Arquitectura Tecnológica de Referência .......................................................................................................... 78 
I.2  Requisitos Tecnológicos de Suporte................................................................................................................ 80 

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B Glossário e dicionário

B.1 Conceitos e termos

Com esta secção pretende-se explicitar o conjunto de termos técnicos de negócio e de cariz metodológico que são
abordados neste documento.

• Aquisição de Dados Cadastrais: realização dos trabalhos de campo, também designados por levantamento de
campo, e de recolha das declarações de titularidade conducentes à caracterização dos prédios.

• Cadastro Diferido: situação em que se encontram as áreas que, embora abrangidas por operações de execução do
cadastro predial, não se encontram caracterizadas e identificadas.

• Cadastro Geométrico da Propriedade Rústica: inventário dos prédios rústicos constituído pela planta topográfico –
cadastral e pelas descrições cadastrais permitindo a referenciação geográfica da propriedade rústica e a sua
caracterização em termos quantitativos.

• Cadastro Predial: registo administrativo, metódico e actualizado, de aplicação multifuncional, no qual se procede à
caracterização e identificação dos prédios existentes no território nacional e, para o presente efeito, os baldios e as
áreas urbanas de génese ilegal.

• Caracterização Provisória: identificação e caracterização de cada um dos prédios integrados na área das freguesias
abrangidas por uma operação de execução de cadastro predial.

• Cartografia de Suporte: cartografia que serve de base à operação de execução de cadastro predial.

• Canal: meio lógico ou físico pelo qual é transmitido um fluxo de informação.

• Conservação Cadastral: processo técnico de actualização ou rectificação dos dados que caracterizam e identificam os
prédios cadastrados.

• Consulta Pública: fase de publicitação dos resultados da identificação e caracterização dos prédios submetidos à
caracterização provisória, no âmbito de uma operação de execução de cadastro predial, para os efeitos de recolha de
sugestões e observações e para apresentação de reclamações pelos interessados.

• Conta de Utilizador: credenciais que suportam a manutenção de sessão única no SI-SiNErGIC, compostas pelas
credenciais de utilizador (username) e palavra-chave (password).

• Contexto de Negócio: representação gráfica que visa explicitar as fronteiras processuais de uma dada área de
processos, e respectivas interfaces/canais entre as várias Unidades Orgânicas e Entidades Externas interessadas.

• Controlo de Qualidade: análise cujo objectivo é a verificação da conformidade dos produtos e serviços com as
normas/especificações técnicas pré-estabelecidas, tendo também o intuito de promover a melhoria da qualidade.

• Dados Descritivos: dados que compõem os atributos de base não espacial de uma entidade de informação do
cadastro predial ou do cadastro geométrico da propriedade rústica.

• Dados Cadastrais: conjunto de dados caracterizadores e identificadores de prédios.

• Dados Espaciais: dados relativos à localização, forma e relação entre objectos da estrutura predial.

• Dados Pessoais: informação, de qualquer natureza e independente do respectivo suporte, incluindo som e imagem,
relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável; é considerada identificável a pessoa que possa ser
identificada directa ou indirectamente, designadamente por referência a um número de identificação ou a um ou mais
elementos específicos da sua identidade física, fisiológica, psíquica, económica, cultural ou social.

• DeMilitarized Zone: a “demilitarized zone” é a rede situada entre uma rede confiável (intranet) e uma não confiável
(internet).

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• Entidade de Informação: objecto e atributos a ele associado, passível de representação, que deve possuir pelo
menos uma característica (atributo) que a individualize em relação às demais.

• Entidade Executante: entidade que se encontra legalmente habilitada para exercer a actividade de execução do
cadastro predial.

• Equipa de Apoio Técnico: equipa multidisciplinar composta por técnicos de diversos serviços e entidades, à qual cabe
o acompanhamento da operação de execução de cadastro predial.

• Estrutura Predial: conjunto de prédios de uma determinada região.

• Execução do Cadastro Predial: processo técnico de recolha e tratamento dos dados que caracterizam e identificam
cada um dos prédios existentes em território nacional.

• Exploração Cadastral: processo de utilização e desenvolvimento de informação do cadastro predial e do cadastro


geométrico da propriedade rústica.

• Fluxo de Informação: troca de informação entre duas entidades que está geralmente associada a um evento
responsável pelo despoletar de processos de negócio.

• Harmonização: processo que permite a identificação unívoca dos prédios através da correspondência entre o número
de identificação do prédio e os números das descrições prediais e os dos artigos matriciais.

• Operação de Execução de Cadastro Predial: designada abreviadamente por operação, é o conjunto de actividades
conducentes à identificação e caracterização, nas suas várias vertentes, da estrutura predial de uma determinada
freguesia, ou conjunto de freguesias.

• Ortofoto: mosaico de várias fotografias aéreas ortorrectificadas de acordo com um seccionamento pré-definido.

• Parceiros SiNErGIC: instituições com responsabilidade pelo conteúdo e respectivas actualizações do SI-SiNErGIC.
Nomeadamente, IGP, IRN, ITIJ, DGCI, DGITA e DGAL.

• Processo de Negócio: sucessão de actividades executadas numa sequência lógica por vários participantes, com o
objectivo de transformar entradas em saídas acrescentado valor para a entidade que despoletou o mesmo.

• Prédio: parte delimitada do solo juridicamente autónoma, abrangendo as águas, plantações, edifícios e construções de
qualquer natureza nela incorporados ou assentes com carácter de permanência.

• Publicitação: fases de divulgação e informação da operação de execução de cadastro predial e de sensibilização dos
titulares cadastrais para a sua participação na operação.

• Reclamante: pessoa responsável pelo conteúdo da reclamação.

• Stakeholder: entidade interessada em determinado conjunto de processos de negócio, assumindo o papel de cliente,
fornecedor, Parceiro SiNErGIC ou regulador.

• Titular Cadastral: pessoa, singular ou colectiva, pública ou privada, proprietária do prédio, no todo, em parte ou em
regime de propriedade horizontal, o detentor de posse correspondente ao exercício do direito de propriedade, bem
como, no caso dos baldios, o comparte.

B.2 Acrónimos e abreviaturas

• AP: Administração Pública.

• BD: Base de Dados.

• BPMN: Business Process Modelling Notation.

• CGPR: Cadastro Geométrico da Propriedade Rústica.

• DGAL: Direcção-Geral das Autarquias Locais.

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• DGCI: Direcção-Geral de Impostos.

• DGITA: Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros.

• DMZ: DeMilitarized Zone.

• IRN: Instituto dos Registos e Notariado, I.P.

• ITIJ: Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça, I.P.

• PN: Processos de Negócio.

• SGBD: Sistema de Gestão de Bases de Dados.

• SI: Sistema de Informação.

• SIBS: Sociedade Interbancária de Serviços, S.A.

• SiNErGIC: Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral.

• SI-SiNErGIC: Sistema de Informação do Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral.

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C Referências

• Diário da República, 1.ª série – N.º 105, 31 de Maio de 2007

• Direcção de Serviços de Informação Cadastral – Instituto Geográfico Português, Especificações Técnicas da Execução
de Cadastro Predial, Junho de 2009

• Erl, T. (2006). Service-Oriented Architecture: Concepts, Technology, and Design. Indiana: Prentice Hall.

• Fowler, M. (2002). Patterns of Enterprise Application Architecture. Addison-Wesley Professional

• Laudon, K., Laudon J. (2006). Management Information Systems: Managing the Digital Firm (10th Edition). Prentice
Hall

• Rede Interministerial para as Tecnologias de Informação e Comunicação – Agência para a Modernização Administrativa,
Guia de Integração Electrónica – Integração de Serviços, versão 0.9, 25 de Maio de 2009

• Sousa, P., Pereira, C., & Marques, J. (2005). Heurísticas de Alinhamento da Arquitectura Empresarial.

• Spewak, S. H., & Hill, S. C. (1993). Enterprise Architecture Planning: Developing a Blueprint for Data, Applications and
Technology. QED Pub. Group.

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D Enquadramento Metodológico

O trabalho materializado neste documento prende-se com a concepção do SI-SiNErGIC, tendo como base metodológica o
desenvolvimento de uma Arquitectura de Sistemas de Informação, a qual considera:

• As linhas orientadoras e os objectivos a cumprir com a implementação do SI-SiNErGIC – Visão Estratégica;

• O modelo funcional que o SI-SiNErGIC deve suportar pela automatização – Arquitectura de Processos;

• A estrutura de entidades de informação que deve suportar os referidos processos – Arquitectura de Informação;

• Os diferentes módulos, componentes e serviços aplicacionais que devem compor o SI-SiNErGIC – Arquitectura de
Aplicações;

• As tecnologias que devem suportar a materialização do SI-SiNErGIC – Arquitectura Tecnológica.

Figura 1 – Alinhamento das Arquitecturas com a visão Estratégica do IGP para o SI-SiNErGIC

A conformidade com o desenho especificado neste documento garante o devido alinhamento entre todas as dimensões
arquitecturais do SI-SiNErGIC a implementar e as linhas de orientação estratégica dos Parceiros SiNErGIC.

Figura 2 – Alinhamento entre as Arquitecturas

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E Visão Estratégica

No sentido de garantir o cumprimento da Visão Estratégica pressuposta para o SiNErGIC, descrita no Decreto-Lei
n.º 224/2007 e nas Especificações Técnicas da Execução do Cadastro Predial, o plano de projecto da implementação do SI-
SiNErGIC deve dar resposta aos Requisitos Estratégicos enunciados neste capítulo.

Identificador
Objectivo do Requisito Descrição do Requisito
do Requisito

RE.01.01 Assegurar a identificação unívoca O SI-SiNErGIC deve suportar a manipulação de um identificador unívoco para a
dos prédios. entidade de informação Prédio, nos seus diversos estados do ciclo de vida,
bem como a consequente referenciação da mesma pelo seu identificador.
RE.01.02 Harmonizar os dados cadastrais O SI-SiNErGIC deve permitir a interligação do cadastro com os registos dos
existentes e a produzir. Parceiros SiNErGIC com o intuito de manter as referências que permitam a
harmonização dos dados existentes no registo predial, matriz predial e
cadastro predial correspondentes à mesma entidade de informação Prédio.
RE.01.03 Permitir uma gestão uniforme e O SI-SiNErGIC deve suportar a gestão de tramitações em fluxos processuais
automatizada dos dados pré-definidos (workflows) de forma a automatizar a gestão do ciclo de vida das
cadastrais. entidades de informação por si manipuladas, garantindo a disponibilização de
interfaces de captura de informação uniformes, independentemente do canal
ser digital ou analógico.
RE.01.04 Garantir a compatibilidade com O SI-SiNErGIC deve suportar o pré-preenchimento de formulários declarativos
os sistemas electrónicos de titularidade cadastral com base em informação disponibilizada pelos
utilizados pelas várias entidades sistemas dos Parceiros SiNErGIC, bem como, gerir alertas entre os sistemas
envolvidas no projecto. dos Parceiros SiNErGIC para a validação do conteúdo dos registos para efeitos
de harmonização.
RE.01.05 Assegurar que a descrição do O SI-SiNErGIC deve suportar a referenciação de qualquer registo sobre
registo predial é acompanhada cartografia, quer por interface gráfica de procura de registos sobre cartografia,
de um suporte gráfico. quer por desenho do esboço declarativo sobre cartografia e consequentemente
permitir a emissão de certidões com suporte cartográfico.
RE.01.06 Possibilitar a utilização O SI-SiNErGIC deve disponibilizar interfaces de consulta específicas para
generalizada do sistema pela organismos da Administração Pública com responsabilidade na gestão do
Administração Pública. território.
RE.01.07 Assegurar o acesso à informação O SI-SiNErGIC deve disponibilizar interfaces de consulta específicas para os
pelos cidadãos e pelas empresas. cidadãos e empresas.
RE.01.08 Suportar 12 000 000 (doze O SI-SiNErGIC deve suportar actos de coordenação de operações, publicitação,
milhões) de prédios registados. divulgação e consulta pública, tendo por base mecanismos de controlo de
qualidade de dados e harmonização de registos.
RE.01.09 Ter como utilizadores O SI-SiNErGIC deve disponibilizar um conjunto de serviços que promovam o
frequentes: Serviços de acesso pelos seus clientes e Parceiros SiNErGIC, tais como a manutenção de
Finanças, Conservatórias de conta de utilizador com garantia de protecção de dados, publicação regular de
Registo Predial, Municípios, notícias sobre o cadastro, emissão de comprovativos de entrega de pedidos,
Titulares dos prédios e Cidadãos consulta do histórico de operações realizadas, e a submissão de sugestões.
em geral
Tabela 2 – Descrição dos Requisitos Estratégicos

Tendo em vista atingir de forma faseada os níveis de serviço adequados a um SI de âmbito nacional, o plano de
implementação deve propor uma estratégia de desenvolvimento evolutivo em linha com as estimativas de número de
acessos por utilizadores com conta em sistema no período de 8 (oito) anos, bem como o volume de dados a manter.

Identificador
Descrição do Requisito
do Requisito

RE.02.01 Assegurar o registo inicial de 140 000 (cento e quarenta mil) utilizadores (contas de utilizador distintas).
RE.02.02 Assegurar o registo de 3 000 000 (três milhões) de prédios nos próximos 3 (três) anos, dos quais 2 000 000 (dois
milhões) correspondem a prédios do CGPR a migrar para o SI-SiNErGIC.

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Identificador
Descrição do Requisito
do Requisito

RE.02.03 Garantir um volume igual a 50 000 (cinquenta mil) transacções por dia e um número de páginas por minuto não
inferior a 90 (noventa), para uma estimativa de 1 500 (mil e quinhentos) utilizadores ligados em simultâneo.
Previsão de evolução a 8 (oito) anos.

Número de acessos
Final de 2010 a Final de 2018

7.000.000

6.000.000

5.000.000
Nº de acessos

4.000.000

3.000.000

2.000.000

1.000.000

-
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018

Gráfico 1 – Previsão de número de acessos ao sistema até 2018


RE.02.04 Assegurar que o tempo de resposta do SI-SiNErGIC deve ser sempre inferior a 15 (quinze) segundos, com uma média
aproximada a 2 (dois) segundos para o número de utilizadores em simultâneo supra indicado.
RE.02.05 Garantir uma disponibilidade de 98% (noventa e oito porcento).
O valor de disponibilidade equivale a uma indisponibilidade máxima anual de 7 (sete) dias.

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Identificador
Descrição do Requisito
do Requisito

RE.02.06 Assegurar a manutenção dos dados de cadastro e de ortofotos.


A estratégia de escalabilidade do SI-SiNErGIC quanto ao volume de dados a ser mantido é baseada na seguinte
previsão para os dados de cadastro (com necessidade de redundância de dados) e para dados de ortofotos (sem
necessidade de redundância de dados).

Volume de dados
Final de 2010 a Final de 2018

27.500
25.000
22.500
20.000
17.500
15.000
GB

12.500
10.000
7.500
5.000
2.500
-
2010 2011 Cadastr o - comr edundânci a
2012 2013 2014 Or tof otos - semr edundânci a
2015 2016
2017
2018

Gráfico 2 – Previsão de volume de dados até 2018


Tabela 3 – Descrição dos Requisitos Estratégicos relativos a níveis de serviço

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F Arquitectura de Processos

Esta secção pretende apresentar o desdobramento funcional dos macro-processos em que se estruturam as actividades do
SI-SiNErGIC, designadamente:

• Processo de Execução Cadastral: Processos técnicos de recolha e tratamento dos dados que caracterizam e identificam
cada um dos prédios existentes em território nacional, os quais incluem as actividades de publicitação, aquisição de
dados declarativos e espaciais, bem como a consequente validação dos mesmos em consulta pública;

• Processo de Conservação Cadastral: Processos técnicos de actualização ou rectificação dos dados que caracterizam e
identificam os prédios cadastrados, designadamente no que concerne a inclusões e alterações de prédios, incluindo a
necessária harmonização de dados declarativos com os Parceiros SiNErGIC;

• Processo de Exploração Cadastral: Processos de utilização e desenvolvimento de informação do cadastro predial e do


cadastro geométrico da propriedade rústica, designadamente a consulta, emissão e cedência de informação cadastral
aos diversos stakeholders;

• Processos de Suporte: Processos transversais que suportam os três macro-processos nucleares descritos nos pontos
anteriores.

Com o objectivo de garantir o alinhamento entre as funcionalidades do SI-SiNErGIC e as necessidades do negócio de


exploração e gestão de informação cadastral são sistematizados os PN a ser suportados.

O desdobramento dos PN em causa encontra-se realizado até um nível de granularidade que permite a especificação do
fluxo de actividades a realizar com o objectivo de responder aos estímulos dos diversos stakeholders do SI-SiNErGIC.

Os fluxos de actividade devem ser geridos pelo SI-SiNErGIC com o intuito de automatizar ao máximo os processos
suportados, constituindo cada PN um Requisito Processual identificado como ‘RP.<número>’.

Nesse sentido, apresenta-se a especificação dos processos nucleares para o nível hierárquico 2 (dois), identificado com 2
(dois) dígitos, os quais devem ser utilizados para guiar a implementação de circuitos e regras de negócio no SI-SiNErGIC.

Sendo necessária a representação dos vários fluxos dos PN da organização, torna-se premente a utilização de uma notação
para a descrição desses fluxos. A notação BPMN, pela sua vasta aceitação internacional em inúmeras organizações das mais
diversas áreas e pelo suporte providenciado por várias ferramentas de modelação, independentemente do seu fornecedor,
é, por excelência, a linguagem óptima para modelar os fluxos processuais das organizações. A seguinte tabela apresenta a
descrição dos principais símbolos desta notação.

Símbolo Descrição

Evento de início de processo


 

Evento temporizador
 

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Símbolo Descrição

Evento de fim de processo


 

Actividade do processo
 
Ponto de decisão
(exclusivo se X; ou não exclusivo se +)
 

  Ligação sequencial

  Ligação por mensagem


Ligação de associação
  (produção / consumo de informação)

Documento/Dados/Regra de Negócio
 

Unidade Orgânica
Ex: DAG

Papel de negócio dentro da unidade orgânica


Ex: Director

 
Tabela 4 – Descrição da metodologia BPMN

F.1 Hierarquia do Macro-Processo de Execução Cadastral

Execução
Cadastral

1 2 3 4 5 6

Gerir Inicio de Gerir Aquisição Gerir Consul ta Gerir Gerir Qualidade Controlar
Operação de Públ ica Reclamações e Controlo de Fi nali zação
Execução Dados

Diagrama 1 – Hierarquia do Macro-Processo de Execução Cadastral

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Início de Operação de Execução’, de
RP.01.01
acordo com o Diagrama 2 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 3.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Aquisição’, de acordo com o Diagrama 4 e
RP.01.02
a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 5, Diagrama 6, Diagrama 7 e Diagrama 8.
RP.01.03 O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Consulta Pública’, de acordo com o
Diagrama 9 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 10 e Diagrama 11.

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Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Reclamações’, de acordo com o Diagrama
RP.01.04 12 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 13, Diagrama 14, Diagrama 15 e
Diagrama 16.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Qualidade e Controlo de Dados’, de
RP.01.05
acordo com o Diagrama 17.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Controlar Finalização’, de acordo com o
RP.01.06
Diagrama 18.
Tabela 5 – Requisitos Processuais de Execução Cadastral

Gerir Inicio de
Operação de
Execução

1.1

Coordenar Inicio
de Operação de
Execução

1.2

Publ icitar Ini cio


de Operação de
Execução

Diagrama 2 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Início de Operação de Execução’ (HPN.Execução.1)

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Entidade
Executante Gabinete de a
Arranque de Operação de Execução tendimento preparado para aquisiçã
Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar canais Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar
edital da enquadramento instruções de cartografia de de contacto e livro de livro de boas instruções de
operação legal demarcação suporte credenciais reclamações práticas preenchimento

RN1 -
Implementar Formulário Procedimentos Instruções de
no Mínimo 1 Edital da Edital da Legislação Instruções de Cartografia Credenciais
de Preenchimento
Equipa de Operação Demarcação de Suporte dos
Posto de Sugestões de Declaração
Apoio Profissionais
Atendimento de Titularidade
Técnico

Diagrama 3 – Especificação do processo ‘Coordenar Inicio de Operação de Execução’ (EPN.Execução.1.1)

Gerir Aquisi ção

2.1

Adquirir Dados
Declarativos

2.2

Adquirir Dados
Cartográficos

2.3

Cadastrar Área

2.4

Gerir
Rectificação

Diagrama 4 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Aquisição’ (HPN.Execução.2)

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Titular /
Representante
Preencher Desenhar
Intenção de declarar t Esboço sobre
Declaração de
itularidade
Titularidade Cartografia de
Apresentar Credenciais Suporte
documento de da Pessoa
identificação
Preencher Alterar Esboço
Colocar dúvidas Alteração a sobre
Declaração de Cartografia de
Titularidade Suporte

Esboço
Preencher
Apresentar Anulação de
procuração Declaração de Declaração
Titularidade de
Titularidade

Comprovativo
de Operação

Declaração
Entidade Atendimento
Executante
Declarante é
titular cadastral? Declaração é váli da?
Validar
Verificar Solicitar Esclarecer Declaração de Sim Preencher Atribuir código Assinar e datar Emitir cópia da Entregar cópia Armazenar
declarante procuração de dúvidas Titularidade Concelho e identificador de declaração declaração de de declaração declaração de
Não representação Freguesia declaração titularidade ao declarante titularidade

Não
Sim
Sim
Declarante é acei te?
Verificar Rejeitar
documentos declaração de
Não
titularidade

Declaração Objecto
Procuração de Cadastral
Instruções de
Titularidade
Preenchimento
de Declaração
de Titularidade

Equipa
Declaração de titul
Carregar aridade recebida
Declaração de
Titularidade

Carregar
Alteração a
Declaração de
Titularidade

Carregar
Anulação de
Declaração de
Titularidade

Diagrama 5 – Especificação do processo ‘Adquirir Dados Declarativos’ (EPN.Execução.2.1)

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Entidade Equipa
Executante
Aguardar pela demarcação do prédio Prédio não reconhecido

Fase de Consulta Pública


Instruções de
Demarcação Cartografia
É delimitado por Existem marcos Prédio está situado Prédio delimitado
de Suporte
Prédio é localizado? São identificáveis marcos? evidência física? de referência? em área urbana? por marcas?
Dados
Declaração de titularidade recebida
Coordenar Geométricos
Consultar Não ponto a partir
Esboço Contactar
Sim Não Não Não do ortofoto
Sim titular(es) Ponto em zona alterada Ponto identificável com a
Ponto oculto no ortofoto? face ao ortofoto? precisão exigida no ortofoto?
Sim Não
Sim Sim
Limite referenciado
Não Sim Limites são claramente é identificável? Dados
É detectada anomalia na
Limites são sinalizados? identificáveis? Não Sim Geométricos
Não RGN ou RENEP? Ultimo Ponto do Polígono?
Não
Não Não Coordenar ponto Registar tipo de Associar ponto
Prédio está totalmente Sim Sim Registar Registar Registar data
Contactar directamente no ponto equipamento de levantamento cadastral a objecto
Declaração Esboço demarcado? Não Não metodologia Dados Cartográficos
titular(es) terreno Não coordenado utilizado cadastral
de Titularidade utilizada Adquiridos
Sim
Não Sim Sim
Sim
O Objecto Cadastral pode ser criado neste momento
Sim
Sim
Comunicar
anomalias Alerta de
RN2 - Atender RN3 - RN4 - RN5 - Normas e
detectadas Administração
aos direitos Especificações Metodologia Calibração de Objecto
de Sistema
dos titulares e Técnicas - Coordenação Equipamento Cadastral
interesses do Qualidade de de Pontos
Estado Dados
Prédio reconhecido

Descrição da Anomalia
Titular
Cadastral

Instituto Direcção de Serviços de Cartografia e Geodesia


Geográfico
Português

Diagrama 6 – Especificação do processo ‘Adquirir Dados Cartográficos’ (EPN.Execução.2.2)

Entidade Equipa
Executante

Declar ação Esboço


de Titularidade

Dados Cartogr áf icos Polígono e Declarações Correctamente Associados?


Adquiridos Ár ea em Cadastro Transitório
Associar Sim
Polígono e
Declarações

Não
Ár ea em Cadastro Diferido
Identificar Á rea
de Cadastro
Diferido

Objecto
Cadastral

Diagrama 7 – Especificação do processo ‘Cadastrar Área’ (EPN.Execução.2.3)

Entidade
Executante
Discrepância na Discrepância no A declaração
Início de rectificação morada do prédio? esboço do prédio? é rectificada?
Aguardar 15 dias por
de declaração Discrepância não solucionada
prenunciamento dos titulares
Identificar Solicitar Emitir parecer Colocar em Comunicar
Discrepâncias Esclarecimentos sobre cadastro diferido decisão ao(s)
nas Declarações Não Não rectificação titular(es)
Prazo esgotado

Sim Sim Não


Ofício de Sim
Rectificação Parecer
Pedido de
sobre
Rectificação
Rectificação Informar
Resultado de Objecto
Rectificação Cadastral
Efectuar
rectificação
Esboço Declaração Dados Pedido de oficiosa Ofício de
de Geométricos Rectificação
Rectificação
Titularidade Analisar os
elementos Discrepância solucionada
Declaração recebidos
de
Esboço Declaração Titularidade
de Esclarecimentos
Titularidade

Inclui Documentação Anexa

Titular /
Representante

Prestar
Esclarecimentos
Ofício de Rectificação

Diagrama 8 – Especificação do processo ‘Gerir Rectificação’ (EPN.Execução.2.4)

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Gerir Consulta
Públ ica

3.1

Coordenar Inicio
de Consulta
Públ ica

3.2

Publ icitar
Consul ta
Públ ica

3.3

Consul tar
Dados
Cartográficos

3.4

Consul tar
Prédios
Declarados

Diagrama 9 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Consulta Pública’ (HPN.Execução.3)

Entidade
Executante

Gabinete de atendimento preparado


Arranque de Fase de Consulta Pública para fase de Consulta Pública

Implementar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar dados Disponibilizar Disponibilizar Disponibilizar
postos de editais da enquadramento instruções de modelo de modelo de cartografia de cadastrais provisórios livro de livro de boas instruções de
atendimento operação legal reclamação reclamação rectificação de suporte reclamações práticas preenchimento
dados

Dados
Descritivos

Cartografia Procedimentos Formulário Instruções de Instruções de


Edital da Legislação Instruções de Modelo de Modelo de de Suporte de Preenchimento Preenchimento
Operação Reclamação Reclamação Rectificação Sugestões de Rectificação de Reclamação

Declaração Esboço
Prédio Dados
de Declarado
Titularidade Geométricos

Diagrama 10 – Especificação do processo ‘Coordenar Inicio de Consulta Pública’ (EPN.Execução.3.1)

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Titular
cadastral / Confirma prédio caracterizado
Representante provisoriamente?
/ Cidadão

Início consulta
caracterização provisória Caracterização provisória consultada
Não
Disponibilizar Solicitar
identificação Consulta de Consultar dados
caracterização protegidos respeitantes
provisória ao titular cadastral

Credenciais Confirmar caracterização


da Pessoa Sim provisória

Entidade Atendimento
Executante
É titular cadastral ou Declaração
representante? Disponibilizar dados de
protegidos respeitantes Titularidade
ao titular cadastral Confirmação de
Receber pedido Sim Registar pedido Dados
Caracterização
de consulta de consulta Geométricos
Provisória

Dados
Descritivos
Não Registo de Caracterização provisória consultada Caracterização provisória confirmada
Consulta Regista confirmação do
Disponibilizar prédio caracterizado
dados não provisoriamente
protegidos por lei

Dados
Geométricos

Nome do
Cartografia
de Suporte Titular
Cadastral
do Prédio

Diagrama 11 – Especificação do processo ‘Consultar Prédios Declarados’ (EPN.Execução.3.4)

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Gerir
Reclamações

4.1

Receber
Reclamações

4.2

Real izar
Anál ise Prévia

4.3

Consul tar
T itul ares
Cadastrais

4.4

Resolver
Reclamação

Diagrama 12 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Reclamações’ (HPN.Execução.4)

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Titular
cadastr al /
Representante
/ Cidadão
Canal de Reclamação
Intenção de Reclamar Prédio
Site Preencher Desenhar
Reclamação Esboço do
Pr édio sobr e Esboço
Car togr afia de
Entr egar
Supor te
Formulár io de
Pr esencial Reclamação

Enviar
Formulár io de
Car ta Registada Reclamação

Entidade Atendimento
Executante
Comprovativo de
Operação

Reclamação registada
Receber auto Car regar Reg istar Entr egar
de reclamação Reclamação r eclamação compr ovativo de
efectuada r ecepção do auto
de reclamação

Reclamação

Inclui Anexos

Notificação de Reclamação

Instituto
Geográfico
Português

Diagrama 13 – Especificação do processo ‘Receber Reclamação’ (EPN.Execução.4.1)

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Equipa de
Apoio Técnico
Reclamação
Pretende esclarecimentos
Dados adicionais?
Inclui Anexos Geométricos
Análise Prévia de Reclamação Efectuada
Analisar
reclamação
Não

Cartografia de Sim
Suporte
Solicitar
esclarecimentos
Parecer
Prévio sobre Declaração Esboço Parecer
Reclamação de sobre
Titularidade Reclamação

Declarado e Reclamado
Declarado e Reclamado Inclui Anexos

Entidade Equipa
Executante
Esboço Reclamação Cartografia de
Suporte

Dados
Dados Geométricos
Descritivos
Reclamação registada
Elaborar Enviar parecer
parecer prévio prévio

Declaração Parecer
RN6 - de Prévio sobre
Prazo de Titularidade Reclamação
5 dias

Diagrama 14 – Especificação do processo ‘Realizar Análise Prévia’ (EPN.Execução.4.2)

Página 23 de 82
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Equipa de
Apoio Técnico

Implica alterações
a confinantes?
Análise Prévia de Reclamação Efectuada Ofício de Fim de Consulta a Titulares
Consultar o Reclamação
Titular

10 dias

Registar Pronunciamento
Pronunciamento sobre Reclamação
dos Titulares

Inclui Anexos
Email, Carta Registada

Titular
cadastral /
Representante
/ Cidadão Pronunciar-se
sobre
Reclamação Site, Presencial ou Carta Registada

Diagrama 15 – Especificação do processo ‘Consultar Titulares Cadastrais’ (EPN.Execução.4.3

Equipa de
Apoio Técnico

Indeferimento
Decisão sobre Reclamação
Fim de Consulta a Titulares Recepção de Recurso à Decisão Nova área em Cadastro Diferido
Solicitar passagem Comunicar
a cadastro diferido Decisão sobre 30 dias Reclamação Resolvida
Elaborar Registar Alterar área Notificar Titulares
Decisão sobre Reclamação Recurso à para cadastro sobre Passagem a
Reclamação Decisão diferido Cadastro Diferido
Não (depende de terceiros) Pedido de
Alteração
de Prédio
Recurso à
Deferimento é efectivável em sede de cadastro? Ofício de Decisão Objecto
Cadastral
Reclamação sobre
Decisão Solicitar alteração Reclamação
sobre por reclamação
Reclamação Deferimento Sim (depende do IGP)

Entidade Equipa
Executante

Pedido de
Alteração Caracterização provisória confirmada
de Prédio Efectivar
Alteração por
Reclamação

Objecto
Dados
Cadastral
Descritivos

Dados
Geométricos

Nova área em Cadastro Diferido

Alterar área
para cadastro
diferido

Titular
cadastral /
Representante
/ Cidadão

Diagrama 16 – Especificação do processo ‘Resolver Reclamação’ (EPN.Execução.4.4)

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Gerir Qualidade
e Controlo de
Dados

5.1

Controlar
Qualidade de
Carregamento de
Formulários

5.2

Controlar
Qualidade
Posicional

5.3

Controlar
Qualidade de
Dados
Espaciais

5.4

Controlar
Qualidade da
Associação

5.5

Solici tar
Correcção de
Dados

5.6

Responder a
Solici tação de
Correcção
Dados

Diagrama 17 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Qualidade e Controlo de Dados’ (HPN.Execução.5)

Controlar
Fi nali zação

6.1

Concl uir
Operação

6.2

Publ icar no
Diári o da
Repúbli ca

Diagrama 18 – Desdobramento do Processo ‘Controlar Finalização’ (HPN.Execução.6)

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F.2 Hierarquia do Macro-Processo de Conservação Cadastral

Conservação
Cadastral

1 2 3 4 5

Gerir Novo Gerir Alteração Gerir Gerir Gerir


Prédio de Prédi os Reclamações Conservação Actualização de
Existentes em Bloco Prédios
Rústicos

Diagrama 19 – Hierarquia do Macro-Processo de Conservação Cadastral

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Novo Prédio’, de acordo com o Diagrama
RP.02.01 20 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 21, Diagrama 22, Diagrama 23,
Diagrama 24, Diagrama 25 e Diagrama 26.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Alteração de Prédios Existentes’, de
RP.02.02 acordo com o Diagrama 27 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 28, Diagrama
29, Diagrama 30, Diagrama 31, Diagrama 32 e Diagrama 33.
RP.02.03 O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Reclamações’, de acordo com o Diagrama
34 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 35, Diagrama 36, Diagrama 37 e
Diagrama 38.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Conservação em Bloco’, de acordo com
RP.02.04
o Diagrama 39.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Actualização de Prédios Rústicos’, de
RP.02.05
acordo com o Diagrama 40 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 41.
Tabela 6 – Requisitos Processuais de Conservação Cadastral

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gerir Novo
Prédio

1.1

Solici tar
Incl usão de
Novo Prédio

1.2

Real izar
Peritagem

1.3

Validar
Peritagem

1.4

Publ icitar
Incl usão

1.5

Harmonizar
Prédios

1.6

Concl uir
Incl usão de
Novo Prédio

Diagrama 20 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Novo Prédio’ (HPN.Conservação.1)

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Titular /
Representante

Instruções de Identificação
Preenchimento do Perito
de Declaração de
Titularidade

Início inclusão novo prédio


Entregar Pedido Preencher Entregar Esboço Identificar Perito
de Inclusão Declaração de
Titularidade de
Prédio

Pedido de Declaração Esboço Peritos


Inclusão de de Homologados
Novo Prédio Titularidade

NIPP

Instituto Atendimento
Geográfico
Português
Pagamento Confirmado Fim solicitação inclusão de novo préd
Validar Comunicar Solicitar Gerar NIPP
Legitimidade do Condições Pagamento e
Representante Identificação de
Perito
7 dias

Credenciais da Instruções de Prazos da Peritos Condições Inclusão de novo prédio cancelada Objecto
Pessoa Demarcação Operação Homologados de Cadastral
Pagamento
NIPP

Perito Sim / Não


Cadastral

Conservatória
do Registo
Predial

Diagrama 21 – Especificação do processo ‘Solicitar Inclusão de Novo Prédio’ (EPN. Conservação1.1)

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Perito
Cadastral
Dados
Geométricos
de Prédios
Início realização peritagem Inclusão Viável? Objecto Contíguos
Consultar Cadastral
Validar Sim
Pedido de Condições
Inclusão Peritagem Realizada
Técnicas e
Legais da Registar Dados
Pedido de Inclusão Cadastrais
Inclusão de
Novo Prédio
Registar Não
Não Viabilidade

Declaração Declaração
de de
Titularidade Titularidade
Declaração Dados Dados
de Geométricos Descritivos
Titularidade
Esboço Dados Esboço
Geométricos Cartografia
de Suporte

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português Inclusão de novo prédio cancelada

Comunicar Não Registar


Viabilidade do Cancelamento
Pedido da Operação

Ordem de Reembolso?

Histórico

Titular /
Representante

Diagrama 22 – Especificação do processo ‘Realizar Peritagem’ (EPN. Conservação.1.2)

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Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português Peritagem Validada
Alterar Prédio

OK
Sim
Início de validação de peritagem
Validar Consultar Perito Peritagem Invalidada
Caracterização Não OK
Geométrica Registar
Comunicar Não Cancelamento
Decisão sobre da Operação
Peritagem
Peritagem Válida?

Histórico

Dados Dados Dados Dados Pedido de


Descritivos Descritivos Geométricos Geométricos Parecer
Pronunciamento
de Prédios de Prédios sobre
sobre Peritagem
Contíguos Contíguos Peritagem

Eliminar Objecto
Cadastral
Cadastro Provisório
decisão alteração

Perito
Cadastral
Pronunciamento
sobre Peritagem

Pronunciar
sobre Inclusão

Objecto Registar Dados


Cadastral Cadastrais Dados
Geométricos

Dados
Geométricos Dados
de Prédios Declaração Descritivos
Contíguos de
Titularidade

Diagrama 23 – Especificação do processo ‘Validar Peritagem’ (EPN. Conservação.1.3)

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T itular
cadastral /
Representante Edital de
/ Cidadão Novo
Prédio

Deseja apresentar reclamação?


Necessidade de Consultar Editais de Novo Prédio

Consultar Edital
Entregar
Reclamação
Sim

Não

Reclamação

Consulta de edital terminada

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português
Decisão sobre Reclamação
Início da publicitação da inclusão Edital de Novo Prédio Publicado Consulta Pública sobre Inclusão T erm inada
Aguarda F im do Período de Consulta Pública sobre Inclusão
Publicar Edital Validar Indeferida Comunicar
de Novo Prédio Reclamação Decisão sobre
Reclamação
Edital de
Novo Reclamação
Prédio

Caracterização Provisória
Parecer
Deferida sobre
Reclamação
Resolver
Regim e do
Prédio
Objecto
Regime Diferido Cadastral

Diagrama 24 – Especificação do processo ‘Publicitar Inclusão’ (EPN. Conservação.1.4)

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Insti tuto Di visão de Gestão de Inform ação Cadastral


Geográfi co
Português Obj ecto Pedido de Dados
Cadastral Harm onização Descri tivos

Prédio em Cadastro T ransi tório Prédio Harmoni zado


não di ferido
Soli citar Efectivar
Harm onização Harm onização
Registos
Di screpância
Consulta Pública sobre Inclusão T erm inada alerta prazo
harmoni zação

Dados Al teração
Geométricos

Insti tuto dos Conservatória


Registos e
Notari ado
Consultar Propor
Registos de Harmonização
Prédios a de Regi stos
Harm onizar

Pedido de Dados Dados Al teração


Harmonização Geom étricos Descri tivos

Administração
Fiscal

Consultar
Propor
Registos de
Harmonização
Prédios a
de Regi stos
Harm onizar

Pedido de Dados Dados Al teração


Harm onização Geom étricos Descri tivos

T i tular /
Representante

Consultar
Propor
Registos de
Harmonização
Prédios a
de Regi stos
Harm onizar

Pedido de Dados Dados Al teração


Harmonização Geom étricos Descri tivos

Diagrama 25 – Especificação do processo ‘Harmonizar Prédios’ (EPN. Conservação.1.5)

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Cidadão

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico edital
Português

Prédios Harmonizados Novo Prédio Incluido


Publicar Edital Resolver
de Novo Prédio Regime do
Prédio

Edital de Objecto
Novo Cadastral
Definitivo
Prédio

Diagrama 26 – Especificação do processo ‘Concluir inclusão de Novo Prédio’ (EPN. Conservação.1.6)

Gerir Alteração
de Prédios
Existentes

2.1

Solici tar
Alteração de
Prédios

2.2

Real izar
Peritagem

2.3

Validar
Peritagem

2.4

Alterar Prédio

2.5

Validar
Alteração

2.6

Concl uir
Alteração de
Prédios

Diagrama 27 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Alteração de Prédios Existentes’ (HPN.Conservação.2)

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Titular /
Representante
Identificar Perito

Preencher
Pedido de Pedido de
Alteração Alteração
de Prédios
Identificação
Credenciais da Peritos do Perito
Pessoa Homologados

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico NIPP
Não
Português Outra
Recepção de pedido
de alteração de prédio Operação requer peritagem? Condições reunidas para a
Validar Pagamento Confirmado realização da peritagem
Comunicar Validar Comunicar
Validar Regime Validar Direitos Reunir Autorização Quorum Destaques e Loteamentos Viabilidade a Gerar NIPP
Regras de Condicionantes Condições
do Prédio Alvo Sobre dos Nível Municipal
Viabilidade Sim (Classificação do Sim
Propriedade Comproprietários Não Autorizado
Solo)

Inválido Prédio em Regime de Compropriedade?


Tipo de Operação? 7 dias
RN7 - Tipo Condições reunidas para alteração
de
Dados Dados Inválido Objecto Operação
Proprietários Peritos Instruções de Prazos da Condições
Descritivos Geométricos Homologados Demarcação de Cadastral
Histórico Operação Não
Pagamento
Regras de Objecto
Viabilidade Cadastral
Não Legitimo Alteração de Prédio Cancelada
Comunicar
Inviabilidade do
Pedido

Sistema
Nacional de
Informação
Territorial

Direitos de Titularidade
Validade do Representante

Câmara
Municipal

Conservatória
do Registo
Predial

Diagrama 28 – Especificação do processo ‘Solicitar Alteração de Prédios’ (EPN. Conservação.2.1)

Página 34 de 82
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Perito
Início realização peritagem
Cadastral
Objecto Dados
Alteração Viável? Cadastral Geométricos
de Prédios Peritagem Realizada
Consultar Validar Condições Contíguos
Registar Dados
Pedido de Técnicas e Legais
Sim Cadastrais
Pedido de Alteração
Alteração de
Prédios Dados Descritivos
de Prédios
Contíguos Registar Não
Viabilidade
Dados Não
Descritivos Dados Dados
Geométricos Descritivos

Dados
Geométricos de
Dados
Prédios
Geométricos
Contíguos

Instituto
Geográfico Alteração de Prédio Cancelada
Português

Comunicar Não Registar


Viabilidade do Cancelamento Ordem de Reembolso?
Pedido da Operação

Histórico

Titular /
Representante

Diagrama 29 – Especificação do processo ‘Realizar Peritagem’ (EPN. Conservação.2.2)

Página 35 de 82
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Geográfico
Válida Peritagem Validada
Português Comunicar
Validade da
Início de validação de peritagem Peritagem

Validar Consultar o Comunicar


Caracterização Perito Decisão sobre
Geométrica Inválida Peritagem

Peritagem Válida? Decisão sobre peritagem


Peritagem Invalidada
10 dias
Diferido 10 dias

Dados Dados Dados


Dados
Descritivos Geométricos Geométricos Parecer Histórico
Descritivos Pedido de
de Prédios de Prédios sobre
Pronunciamento
Contíguos Contíguos Peritagem
sobre Peritagem
Registar
Cancelamento
Indeferido
da Operação
Histórico

Perito decisão de alteração


Cadastral
Pronunciar
sobre Alteração

Pronunciamento
sobre Peritagem

Objecto Registar Dados


Cadastral Cadastrais Dados
Geométricos

Dados
Geométricos Dados
de Prédios Descritivos
Contíguos

Titular /
Representante

Diagrama 30 – Especificação do processo ‘Validar Peritagem’ (EPN. Conservação.2.3)

Página 36 de 82
Especificações Técnicas – Instituto Geográfico Português Referência: ET SI-SiNErGIC v 1.20

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Geográfico
Português

Prédio Alterado
Peritagem Validada Validar Efectivar Bloquear NIPs
Condições Registo de
Técnicas Dados
Geométricos

Condições reunidas para alteração

bloqueio(NIPs)
e/ou
NIPPs -> NIPs
Dados Dados Histórico Objecto
Descritivos Geométricos Cadastral

Entrada de Projecto de Loteamento

Projecto de Loteamento

Câmara
Municial

Diagrama 31 – Especificação do processo ‘Alterar Regime de Prédio’ (EPN. Conservação.2.4)

Página 37 de 82
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Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico 10 dias Alteração Validada por
Português todas as Instâncias?
Prédio Alterado Alteração Validada
Em Falta

Solicitar Confirmar Efectivar


Validação de Recepção Alterações
Sim
Alteração
Pedido de Objecto
RN7 - Tipo de Não Cadastral
Validação de
Operação
Alteração roll back NIPs
Parecer sobre
Objecto Alteração
Cadastral Alteração Invalidada
Registar
Cancelamento
da Operação

Histórico

Instituto dos
Registos e
Notariado

Analisar Emitir Parecer


Alteração a de Validação
Prédio

Dados Dados Parecer sobre


Geométricos Descritivos Alteração

Direcção
Regional de
Agricultura

Analisar Emitir Parecer


Alteração a de Validação
Prédio

Dados Dados Parecer sobre


Geométricos Descritivos Alteração

Câmara
Municipal

(Via DGAL)

Analisar Emitir Parecer


Alteração a de Validação
Prédio

Dados Dados Parecer sobre


Geométricos Descritivos Alteração

Diagrama 32 – Especificação do processo ‘Validar Alteração’ (EPN. Conservação.2.5)

Página 38 de 82
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Instituto
Geográfico
Português
Alteração de Prédio Concluída
Alteração Validada
Resolver
Comunicar Regime do
Alteração de Prédio
Prédios

Objecto
Cadastral
Passar NIPPs a NIPs

Titular /
Representante

Administração
Fiscal

Conservatória
do Registo
Predial

Diagrama 33 – Especificação do processo ‘Concluir Alteração de Prédios’ (EPN. Conservação.2.6)

Gerir
Reclamações

3.1

Entregar
Reclamação

3.2

Real izar
Anál ise Prévia

3.3

Consul tar
Titul ares
Cadastrais

3.4

Resolver
Reclamação

Diagrama 34 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Reclamações’ (HPN.Conservação.3)

Página 39 de 82
Especificações Técnicas – Instituto Geográfico Português Referência: ET SI-SiNErGIC v 1.20

Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

T itular
cadastral /
Representante
/ Cidadão Canal de Reclamação
Intenção de Reclamar Prédio
Preencher Entregar Esboço
Reclamação
Sim

Presencial
Entregar
Formulário de
Reclamação Esboço

Carta Registada Enviar


Formulário de
Reclamação

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português
Comprovativo de
Operação

Registar Entregar Reclamação registada


Receber auto Carregar Auto
de Reclamação reclamação comprovativo de
de reclamação
efectuada recepção do auto
de reclamação

Reclamação

Inclui Anexos

Diagrama 35 – Especificação do processo ‘Entregar Reclamação’ (EPN. Conservação.3.1)

Página 40 de 82
Especificações Técnicas – Instituto Geográfico Português Referência: ET SI-SiNErGIC v 1.20

Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português Reclamação registada
Análise Prévia de Reclamação Efectuada
Elaborar Parecer

Declarado e Reclamado

Parecer
Esboço sobre
Reclamação

Dados
Descritivos
Declaração
de
Titularidade

Dados
Geométricos
Reclamação
Cartografia de
Suporte

Inclui Anexos

Diagrama 36 – Especificação do processo ‘Realizar Análise Prévia’ (EPN. Conservação.3.2)

Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Fim de Consulta a Titulares
Geográfico
Português Implica alterações
a confinantes? Ofício de
Análise Prévia de Reclamação Efectuada Reclamação

Sim Consultar o
Perito
Registar Pronunciamento
Não
Pronunciamento sobre Reclamação
Não 10 dias dos Titulares

Inclui Anexos

Titular
cadastral / Email
Representante
/ Cidadão

Pronunciar-se Site
sobre
Reclamação

Diagrama 37 – Especificação do processo ‘Consultar Titulares Cadastrais’ (EPN. Conservação.3.3)

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Instituto Divisão de Gestão de Informação Cadastral


Geográfico
Português
Decisão sobre Reclamação
início resolução reclamação Indeferimento Comunicar
Decisão sobre Reclamação Resolvida
Elaborar 30 dias
Reclamação
Decisão sobre
Reclamação
Objecto
Cadastral Nova área em Cadastro Diferido
Recepção de Recurso à Decisão
fim resolução reclamação
Ofício de Registar Alterar área Notificar Titulares
Decisão Reclamação Recurso à para cadastro sobre Passagem a
sobre Decisão diferido Cadastro Diferido
Reclamação Alterar área
Deferimento para cadastro
diferido

Recurso à
Objecto
Decisão sobre
Cadastral
Reclamação

Titular /
Representante

Diagrama 38 – Especificação do processo ‘Resolver Reclamação’ (EPN. Conservação 3.4)

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Gerir
Conservação
em Bloco

4.1

Regi star
Processo
Documental

4.2

Real izar Pré-


Anál ise

4.3

Validar
Resultado de
Operação de
Execução

4.4

Integração de
Cadastro

4.5

Informar
Parceiros do
Resultado da
Operação

Diagrama 39 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Conservação em Bloco’ (HPN.Conservação.4)

Gerir
Actualização de
Prédios
Rústicos

5.1

Solici tar
Actualização

5.2

Validar
Viabilidade

5.3

Efectuar Pré-
Anál ise

5.4

Solici tar
Resolução de
Actualização

5.5

Consul tar Fase


do Processo

5.6

Executar
Actualização

5.7

Concl uir
Actualização

Diagrama 40 – Desdobramento do Processo Gerir Actualização de Prédios Rústicos (HPN.Conservação.5)

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Titular /
Representante
Condições de
PRA
Necessidade de Actualizar Prédio

Preencher
Pedido de
Preencher
Actualização
ID do Pedido de Formulário de
Resolução Resolução de
Processo
Actualização
Formulário de Documental
Pedido de
Actualização de Actualização
Prédio Rústico de Prédio
Rústico

Intenção de Resolução
Administração
Fiscal Viabilidade
Entrega de Pedido no Pedido Viabilizado
Serviço de Finanças

Carregar Pedido Confirmar


de Actualização Viabilidade
Data Escolhida
Disponibilidade

Instituto Atendimento
Geográfico
Português Aviso de Conclusão
Aguardar Data da Execução
Comunicar
Identificação e Pagamento Confirmado Registar Pedido Agendar
Entrega de Pedido no Atendimento Pedido de
Condições de Resolução Execução
Carregar Pedido Actualização
Solicitar de Prédio
de Actualização
Validação de Rústico
Viabilidade
Entrada de Solicitação de Resolução (por Analisar) Entrada de Solicitação de Dados Gráficos
Resolução (Pré-Analisado)
Comprovativo Quadro de
Pedido de
de Pagamento Disponibilidade
Resolução de
de Técnicos
Actualização
Dados Alfanuméricos

Técnico de Conservação

Dados
Gráficos
Trabalho de Campo Necessário?
Data da Execução

Necessidade de Pré-Análise Bloquear Prédio


Aguardar Solicitação de Resolução Actualização do Prédio Rústico
Verificar
Desbloquear Solicitar
Completude Determinar Elaborar Não Comunicar
Prédio Validação da
Documental Necessidade de Conclusão
Relatório de Pré- Actualização
Trabalho de
Análise Sim
Campo

Dados
Prédio Descritivos do
Dados Rústico Prédio Rústico
alfanuméricos
Prédio
Relatório Rústico
Secção de Pré-
Análise
Despacho sobre Parecer sobre
Actualização de Actualização
Prédio Rústico de Prédio
Rústico
Cartografia
de Suporte

Equipa Técnica

Adquirir Dados Registar Dados Elaborar Parecer


Cartográficos Parecer sobre
Cartográficos de
de Prédio Actualização
Prédio
de Prédio
Rústico

Prédio
Dados Rústico
Gráficos

Coordenador de Equipa

Validar Parecer

Director de Serviço / Chefe de Delegação

Elaborar
Despacho

Despacho sobre
Actualização de
Prédio Rústico

Diagrama 41 – Especificação do processo ‘Gerir Actualização de Prédios Rústicos’ (EPN. Conservação.5)

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F.3 Hierarquia do Macro-Processo de Exploração Cadastral

Exploração
Cadastral

1 2 3 4 5 6

Gerir Consul tas Gerir Pedidos Gerir Pedidos Gerir Pedidos Gerir Pedidos Gerir Cedência
ao Cadastro de Cópia de de de Confi guração de Certidão de Informação
Fi cha Coordenadas Espacial Cadastral
Gráficas

Diagrama 42 – Hierarquia do Macro-Processo de Exploração Cadastral

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Consultas ao Cadastro’, de acordo com o
RP.03.01
Diagrama 43 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 44.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Pedidos de Cópia de Ficha’, de acordo
RP.03.02
com o Diagrama 45 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 46.
RP.03.03 O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Pedidos de Coordenadas Gráficas’, de
acordo com o Diagrama 47 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 48.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Pedidos de Configuração Espacial’, de
RP.03.04
acordo com o Diagrama 49 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 50.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Pedidos de Certidão’, de acordo com o
RP.03.05
Diagrama 51 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 52.
O SI-SiNErGIC I deve suportar o desdobramento processual para ‘Gerir Cedência de Informação Cadastral’,
RP.03.06
de acordo com o Diagrama 53 e a consequente especificação processual, de acordo com o Diagrama 54.
Tabela 7 – Requisitos Processuais de Exploração Cadastral

Gerir Consultas
ao Cadastro

1.1

Consul tar
Dados Públicos
de Prédio

1.2

Consul tar
Dados Pri vados
de Prédio

Diagrama 43 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Consultas ao Cadastro’ (HPN.Exploração.1)

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Cidadão

Cartografia
de Suporte
Dados
Geométricos

Área Útil

Necessidade de Consultar Prédio Prédio Consultado


Navegar Emitir Mapa
Cartografia Cadastral

Consultar
Caracterização Imprimir
Procura por NIP
de Prédio Caracterização
de Prédio

NIP

Dados
Descritivos

Titular
Cadastral
Dados Dados
Geométricos Descritivos

Procurar por NIP


Ficha de
Prédio
Ficha de Prédio Emitida
Listar Prédios Consultar Ficha Emitir Ficha de
do Titular de Prédio Prédio
Necessidade de Consultar Prédio
Cadastral

Consultar
Anexos Registo
Predial

Credenciais Lista de NIP


da Pessoa Prédios

Prédio Consultado Condicionantes


Municipais

Declaração Condicionantes Parecer Expropriações Artigo da


de Titularidade Territoriais sobre Matriz
RJUE

Diagrama 44 – Especificação do processo ‘Gerir Consultas ao Cadastro’ (EPN. Exploração.1)

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Gerir Pedidos
de Cópi a de
Fi cha

2.1

Solici tar Cópia


da Ficha

2.2

Identi ficar Prédio

2.3

Emitir Cópia de
Fi cha

2.4

Disponibili zar
Cópi a da Fi cha

Diagrama 45 – Desdobramento do Processo ‘Pedidos de Cópia de Ficha’ (HPN.Exploração.2)

Titular /
Representante

Necessidade de Solicitação de
Cópia da Ficha

Solicitar Cópia
da Ficha

Instituto Atendimento Cópia da Ficha


Geográfico
Português Pagamento Confirmado

Cópia da Ficha Disp


Pedido onibilizada
Registar Pedido Cópia de
de Cópia da Ficha
Ficha Disponibilizar
Oficializar
Cópia da Ficha
Cópia de Ficha

Técnico de Conservação

Identificar Prédio Emitir Cópia de Cópia de


Ficha Ficha

Dados
Descritivos do
Prédio

Diagrama 46 – Especificação do processo ‘Gerir Pedidos de Cópia da Ficha’ (EPN. Exploração.2)

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Gerir Pedidos
de
Coordenadas
Gráficas

3.1

Solici tar
Coordenadas
Gráficas

3.2

Identi ficar Prédio

3.3

Validar Pontos
Pedi dos

3.4

Emitir Listagem
de
Coordenadas
Gráficas

3.5

Emitir Suporte
Gráfico a
Coordenadas

3.6

Disponibili zar
Coordenadas
Gráficas

Diagrama 47 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Pedidos de Coordenadas Gráficas’ (HPN.Exploração.3)

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Titular /
Representante
/ Requerente
Necessidade de Solicitação de
Coordenadas Gráficas
Solicitar
Coordenadas
Gráficas

Suporte Gráfico
Listagem

Instituto Atendimento Pagamento Confrmado


Geográfico
Português
Pedido de Coordenadas Gráficas
Coordenadas Emitidas
Registar Pedido
de Gráficas
Disponibilizar
Coordenadas Oficializar
Listagem e Suporte
Gráficas Suporte Gráfico
Gráfico
Esboço

Técnico de Conservação

Identificar Prédio Emitir Suporte


Validar Pontos Emitir Listagem de Suporte
Pedidos Coordenadas Gráfico a
Gráfico
Gráficas Coordenadas

Dados Histórico
Gráficos do Prédio
Listagem
Coordenadas
Gráficas

Director de Serviço / Chefe de Delegação

Oficializar
Coordenadas
Gráficas

Diagrama 48 – Especificação do processo ‘Gerir Pedidos de Coordenadas Gráficas’ (EPN. Exploração.3)

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Gerir Pedidos
de Configuração
Espacial

4.1

Solici tar
Configuração
Espacial

4.2

Identi ficar
Prédios

4.3

Emitir
Representação
Cartográfica do
Prédio

4.4

Disponibili zar
Configuração
Espacial

Diagrama 49 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Pedidos de Configuração Espacial’ (HPN.Exploração.4)

Requerente

Necessidade de Solicitação de
Configuração Geométrica
Solicitar
Configuração
Geométrica

Configuração Geométrica

Instituto Atendimento Pagamento Confirmado


Geográfico
Português
Configuração Geométrica
Disponibilizada
Registar Pedido Pedido de Disponibilizar
de Configuração Configuração Oficializar Configuração
Geométrica Geométrica Representação Geométrica

Técnico de Conservação

Emitir
Identificar
Representação
Prédios
Cartográfica do
Prédio

Representação
Dados Cartográfica
Gráficos

Diagrama 50 – Especificação do processo ‘Gerir Pedidos de Configuração Geométrica’ (EPN. Exploração.4)

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Gerir Pedidos
de Certi dão

5.1

Solici tar
Certi dão

5.2

Identi ficar
Componente
Cadastral

5.3

Validar
Viabilidade da
Certi dão

5.4

Emitir Certidão

5.5

Disponibili zar
Certi dão

Diagrama 51 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Pedidos de Certidão’ (HPN.Exploração.5)

Titular /
Representante
/ Requerente
Necessidade de Solicitação
de Certidão
Solicitar Certidão

Instituto Atendimento
Geográfico
Português

Certidão

Pagamento Confirmado Certidão Disponibilizada


Pedido de
Registar Pedido de Certidão Disponibilizar
Certidão Certidão

Técnico de Conservação

Identificar Validar Emitir Certidão Certidão


Componente Viabilidade da
Cadastral Certidão

Dados Dados
Descritivos do Gráficos
Prédio

Director de Serviço / Chefe de Delegação

Oficializar
Certidão

Diagrama 52 – Especificação do processo ‘Gerir Pedidos de Certidão’ (EPN. Exploração.5)

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gerir Cedênci a
de Informação
Cadastral

6.1

Solici tar
Informação
Cadastral

6.2

Anal isar
Viabilidade do
Pedi do

6.3

Regi star
Protocolo de
Cedência de
Dados

6.4

Elaborar
Relatóri o de
Informação
Cadastral

6.5

Emitir
Informação
Cadastral

6.6

Disponibili zar
Informação
Cadastral

Diagrama 53 – Desdobramento do Processo ‘Gerir Cedência de Informação Cadastral’ (HPN.Exploração.6)

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Entidade
Externa

Necessidade de Informação Cadastral


Solicitar
Informação
Cadastral

Instituto Direcção de Serviços de Publicação e Regulação


Geográfico
Português

Pedido de
Informação
Cadastral
Informação Cadastral Cedida
Protocolo
Registar Disponibilizar
Credenciais Protocolo de Informação
Analisar
Institucionais Cedência de Cadastral
Viabilidade do Dados
Pedido

Informação
Cadastral

Direcção de Serviços de Informação Cadastral

Relatório de
Histórico Informação
Cadastral

Pedido de Analisar
Informação Viabilidade do
Emitir
Cadastral Pedido
Elaborar Relatório de Informação
Informação Cadastral Cadastral

Declaração de Cartografia
Titularidade de Suporte
Registo
Predial

Dados Condicionantes
Descritivos Municipais

Dados
Geométricos
Expropriações Parecer Condicionantes Artigo da
sobre Territoriais Matriz
RJUE

Diagrama 54 – Especificação do processo ‘Gerir Cedência de Informação Cadastral’ (EPN. Exploração.6)

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F.4 Hierarquias dos Macro-Processos de Suporte

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão de Recebimentos’, de acordo com o
RP.04.01
Diagrama 55.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com o Cliente: Gerir
RP.04.02
Questões e Sugestões’, de acordo com o Diagrama 56.
RP.04.03 O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com o Cliente: Gerir
Transacções’, de acordo o Diagrama 56.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com o Cliente: Gerir
RP.04.04
Acesso de Cliente’, de acordo com Diagrama 56.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com Fornecedores: Gerir
RP.04.05
Acesso de Fornecedor’, de acordo com o Diagrama 57.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com Fornecedores: Gerir
RP.04.06
Relatórios’, de acordo com o Diagrama 57.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com Parceiros: Gerir
RP.04.07
Acesso de Parceiro’, de acordo com o Diagrama 58.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com Parceiros: Gerir
RP. 04.08
Qualidade de Serviço’, de acordo com o Diagrama 58.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Relação com Parceiros: Gerir
RP.04.09
Prazos de Resposta’, de acordo com o Diagrama 58.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio: Gerir
RP.04.10
Histórico de Transacções’, de acordo com o Diagrama 59.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio:
RP.04.11
Corrigir Registos’, de acordo com o Diagrama 59.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio:
RP.04.12
Actualizar Dados de Suporte’, de acordo com o Diagrama 59.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio: Gerir
RP.04.13
Acesso de Colaborador’, de acordo com o Diagrama 59.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio: Gerir
RP.04.14.
Suporte Documental’, de acordo com o Diagrama 59.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento processual para ‘Gestão da Continuidade do Negócio: Gerir
RP.04.15
Entidades Externas’, de acordo com o Diagrama 59.
Tabela 8 – Requisitos Processuais de Suporte

Gestão de
Recebimentos

Gerir
Recebimento

1.1 1.2

Disponibilizar Confirmar
Referência de Pagamento
Pagamento

Diagrama 55 – Desdobramento do Processo ‘Gestão de Recebimentos’ (MPN.Suporte.0)

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gestão da
Relação com
Cliente

1.1 1.2 1.3

Gerir Questões Gerir Gerir Acesso


e Sugestões Transacções de Cliente

1.1.1 1.1.2 1.2.1 1.2.2 1.3.1 1.3.2

Enviar Questão Responder a Obter Consultar Registar Cliente Alterar Cliente


ou Sugestão Questão ou Comprovativo Transacções
Sugestão

Diagrama 56 – Desdobramento do Processo ‘Gestão da Relação com Cliente’ (MPN.Suporte.1)

Gestão da
Relação com
Fornecedores

2.1 2.2

Gerir Acesso Gerir Relatórios


de Fornecedor

2.1.1 2.2.1 2.2.2 2.2.3

Credenciar Enviar Relatório Enviar Alerta de Enviar Relatório


Profissionais da Previsto Entrega de Eventual
Entidade Relatório
Executante

Diagrama 57 – Desdobramento do Processo ‘Gestão da Relação com Fornecedores’ (MPN.Suporte.2)

Gestão da
Relação com
Parceiros

3.1 3.2 3.3

Gerir Acesso Gerir Qualidade Gerir Prazos de


de Parceiro de Serviço Resposta

3.1.1 3.1.2 3.1.3 3.2.1 3.3.1 3.3.2

Credenciar Credenciar Credenciar Enviar Alertas Enviar Alerta de Responder a


Equipa de Colaborador de Perito Cadastral de Prazo Alerta de Prazo
Apoio Técnico Parceiro Administração
de Sistema

Diagrama 58 – Desdobramento do Processo ‘Gestão da Relação com Parceiros’ (MPN.Suporte.3)

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Gestão da
Continuidade do
Negócio

4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6

Gerir Histórico Corrigir Registos Actualizar Gerir Acesso Gerir Suporte Gerir Entidades
de Transacções Dados de de Colaborador Documental Externas
Suporte

4.1.1 4.2.1 4.3.1 4.4.1 4.5.1 4.6.1

Registar Corrigir Registo Actualizar Credenciar Emitir Registar


Histórico Cartografia Colaborador Documento Entidade
Externa

4.1.2 4.5.2

Consultar Carregar
Histórico Documento

4.1.3 4.5.3

Repor a Assinar
Situação Documento
Anterior

Diagrama 59 – Desdobramento do Processo ‘Gestão da Continuidade do Negócio’ (MPN.Suporte.4)

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

G Arquitectura de Informação

Esta secção visa a explicitação e estruturação da informação que se considera ser necessária à concretização dos processos
e estratégia da organização do SI-SiNErGIC.

Estas Entidades de Informação podem ser entendidas como uma classificação da informação global do SI-SiNErGIC em
temas de negócio, tendo como única finalidade a sua organização lógica. Esta classificação, constitui uma visão global da
arquitectura de informação do sistema, que será usada para orientar a implementação dos diferentes repositórios e réplicas
locais a criar.

A implementação do sistema em torno de uma arquitectura global de informação garante a facilidade de integração dos
diferentes módulos aplicacionais e a consistência da informação produzida. Nesse sentido deve ser respeitada a
independência de cada bloco de dados (conjunto de atributos) que perfaz cada entidade de informação e o seu ciclo de vida
subjacente (CRUD – Criação, Leitura, Actualização e Eliminação).

G.1 Mapa de Entidades de Informação

A estruturação das entidades de informação baseia-se no seguinte conjunto de domínios de informação:

• Objecto Cadastral: engloba a informação nuclear ao negócio de exploração e gestão de informação cadastral;

• Cartografia: engloba a informação geográfica de suporte ao cadastro;

• Operação Cadastral: agrega a informação de suporte processual às operações de execução, conservação e exploração;

• Agentes: engloba a informação de utilizador das entidades interessadas, suas credenciais e respectivas permissões;

• Titularidade Cadastral: agrega a referência à informação da tutela do Parceiro SiNErGIC com competências sobre
titularidade;

• Fiscal: agrega a referência à informação da tutela do Parceiro SiNErGIC com competências sobre fiscalidade;

• Autárquico: agrega a referência à informação da tutela dos Parceiros SiNErGIC com competências sobre a gestão
autárquica.

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

O mapeamento entre cada domínio e as respectivas entidades de informação é explicitado no seguinte mapa:

Objecto Cadastral Cartografia

Ponto Coordenado Polígono Ortofotomapa Área Geopolítica

Prédio Vista

Operação Cadastral

Operação Transacção Documento Esboço

Canal Agenda Alerta

Agentes Titularidade Cadastral

Pessoa Entidade Externa Registo Predial Comprovativo de


Titularidade

Função

Fiscal Autárquico

Inscrição Finanças Parcela Endereço Elemento sobre


Urbanismo

Figura 3 – Mapa de Entidades de Informação por Domínio

G.2 Descrição de Entidades de Informação

A seguinte tabela caracteriza cada entidade de informação quanto à sua descrição e aos atributos de dados que deve
possuir. Os atributos a negrito definem a relação entre as várias entidades de informação explicitadas.

A implementação de cada uma das entidades de informação especificadas constitui um Requisito Informacional
correspondente identificado no formato RI.<número>. O SI-SiNErGIC deve suportar o processamento de cada Entidade de
Informação garantindo a designação, definição semântica, atributos de dados e relações descritos na tabela.

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Descrição do Requisito
Domínio de Identificador Designação
Informação do Requisito Atributos e Relações da Entidade
Entidade de Descrição da Entidade de Informação
de Informação
Informação

Agentes RI.01.01 Entidade Externa Perfil de entidade externa não possuidora Identificador
de conta de utilizador. Designação
Tipo Entidade
Telefone
E-mail
Descrição
Endereço
RI.01.02 Função Caracterização do perfil de utilizador, Identificador
agregador das suas permissões. Tipo
Data de Inicio
Data de Fim
Permissões
Função Pai
RI.01.03 Pessoa Utilizador correspondente a pessoa singular Identificador
ou colectiva, pública ou privada, Tipo
identificadas como titular cadastral,
representante, reclamante, requerente, Nome
membro de equipa, colaborador de um Designação Social
organismo Parceiro SiNErGIC. NIF
Número de Documento de
Identificação Civil
Nome
Endereços
Telefones
Emails
Nome
Fotografia
Documentos
Função
Procuração
Credenciais
Agenda
Autárquico RI.02.01 Elemento sobre Agregador de referências a elementos de Identificador
Urbanismo processos de Urbanismo geridos pelas Designação
Câmaras Municipais.
Tipo
Identificador Externo
Entidade Externa
Data de Emissão
RI.02.02 Endereço Identificação de um lugar ao qual se Identificador
encontra associado um topónimo. TipoArteria
TituloArteria
DesignacaoArteria
LugarArteria
ArteriaCP4
ArteriaCP3
ArteriaCPLocalidade

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Especificações Técnicas – Instituto Geográfico Português Referência: ET SI-SiNErGIC v 1.20

Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Descrição do Requisito
Domínio de Identificador Designação
Informação do Requisito Atributos e Relações da Entidade
Entidade de Descrição da Entidade de Informação
de Informação
Informação

Cartografia RI.03.01 Área Geopolítica Limites geométricos de cariz político e Identificador


geográfico, incluindo: terreno, linhas de Designação
água, vias, limites administrativos (Carta
Administrativa Oficial de Portugal), limites Toponímia
de gestão territorial (e.g. Rede Ecológica Escala
Nacional, Rede Agrícola Nacional, Planos Limite Administrativo
Directores Municipais).
Formato
Condicionantes Municipais
Condicionantes Territoriais
RI.03.02 Ortofoto Mapa composto por várias fotografias Identificador
aéreas ortorrectificadas de acordo com um Especificações técnicas
seccionamento pré-definido.
Secções Matriciais
Sistema de Referência
RI.03.03 Vista Entidade de informação que delimita a vista Identificador
sobre a cartografia. Pode ser referencial ou Observações
valor real de utilização.
Código DiCoFre
Código da Secção
Área Total
Área Medida
Escala
Sistema de Coordenadas
Erro Médio Quadrático
Coordenadas Enquadramento
Fiscal RI.04.01 Inscrição Identificação do registo que é administrado Identificador
Finanças pelo Ministério das Finanças, de finalidade Artigo Matricial
fiscal e tributária, e na qual são inscritos,
entre outros dados, a caracterização dos Freguesia
prédios e a sua localização NIF

RI.04.02 Parcela Porção geométrica de um prédio que se Identificador


distingue por representar águas, Polígono
plantações, edifícios ou construções de
qualquer natureza nele incorporados ou Tipo
assentes com carácter de permanência. Área
Número de Árvores
Qualidade
Classe
Destino
Classificação
Proprietário de Árvore Encravada
Construções

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Descrição do Requisito
Domínio de Identificador Designação
Informação do Requisito Atributos e Relações da Entidade
Entidade de Descrição da Entidade de Informação
de Informação
Informação

Objecto RI.05.01 Polígono Superfície no plano, delimitada por Identificador


Cadastral estremas, que constituem uma poligonal Geometria
fechada, que define espacialmente o
objecto do cadastro. Topologia
Área
Estrema
Pontos Coordenados
RI.05.02 Ponto Local de coordenadas conhecidas que Identificador
Coordenado determina, independentemente de análise Tipo
matemática da sua continuidade, a
geometria de uma ou mais estremas. Pode Metodologia
ser materializado fisicamente em: Marca(o) Data Levantamento
de Propriedade, Marco de Referência e Topologia
Ponto de Estrema.
RI.05.03 Prédio Entidade cadastral de natureza geral cuja Identificador
existência se encontra comprovada, ou pela Tipo
existência de uma porção da superfície
terrestre correctamente demarcada e/ou Polígono
delimitada pelas respectivas estremas, ou NIP
pela declaração de titularidade de NIPP
propriedade, ou pela composição das duas
Endereço
condições em simultâneo.
Inscrição Finanças
Registo Predial
DiCoFre
Secção
Número de Prédio
Regime de Cadastro
Designação
Área
Local
Suprimido

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Descrição do Requisito
Domínio de Identificador Designação
Informação do Requisito Atributos e Relações da Entidade
Entidade de Descrição da Entidade de Informação
de Informação
Informação

Operação RI.06.01 Agenda Conjunto de marcações registadas sobre um Identificador


Cadastral referencial temporal. Data Inicio da Afectação
Data Fim da Afectação
Pessoa
Função
RI.06.02 Alerta Solicitação de participação num processo Identificador
remetida a um determinado utilizador. Pessoa
Lembrete
RI.06.03 Canal Meio lógico ou físico pelo qual é transmitido Identificador
um fluxo de informação. Designação
Tipo
Endereço
Telefone
E-mail
Fax
RI.06.04 Documento Registo da emissão de informação sobre a Identificador
forma documental e respectiva oficialização. Tipo
Assinatura
Tipo de Cifra
Objectivo
Pessoa
Data
RI.06.05 Esboço Representação gráfica não técnica da Identificador
geometria de um prédio. Polígono
Validade
RI.06.06 Operação Conjunto de actividades conducentes de Identificador
execução, conservação ou exploração Tipo
cadastral.
Designação
Descrição
Data de Inicio
Data de Fim
Transacções
Funções
Operação Pai
Pessoas
Documentos
RI.06.07 Transacção Acção sobre o sistema produzindo Identificador
alteração, ou registo de consulta, ao Carimbo Temporal
cadastro predial.
Pessoa
Prédio
Polígono
Documento
Operação

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Descrição do Requisito
Domínio de Identificador Designação
Informação do Requisito Atributos e Relações da Entidade
Entidade de Descrição da Entidade de Informação
de Informação
Informação

Titularidade RI.07.01 Comprovativo de Agregador de referências a elementos de Identificador


Cadastral Titularidade processos não geridos em sede de Designação
SiNErGIC.
Tipo
Identificador Externo
Entidade Externa
Data de Emissão
Agenda
RI.07.02 Registo Predial Identificação do registo que é administrado Identificador
pelo Ministério da Justiça, e que se destina Número de Descrição Registo Predial
essencialmente a dar publicidade à situação
jurídica dos prédios, tendo em vista a Identificador do Cartório Notarial
segurança do comércio jurídico imobiliário. Designação do Cartório Notarial
Número Prédio Aquisição
Tabela 9 – Descrição das Entidades de Informação

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H Arquitectura de Aplicações

Esta secção visa a identificação dos módulos aplicacionais que devem compor o SI-SiNErGIC, pelo cruzamento do nível 1
(um) da hierarquia de processos de negócio com as entidades de informação. Este objectivo é cumprido pela elaboração e
manipulação da Matriz CRUD.

Esta matriz explicita o ciclo de vida de cada entidade de informação enquanto alvo de processamento, definido por 4
(quatro) operações chave:

• C – Create / Criação

• R – Read / Leitura / Consulta / Obtenção

• U – Update / Actualização / Alteração / Pedido de Criação

• D – Delete / Eliminação / Passagem a histórico

Da manipulação da matriz de CRUD resultam os módulos aplicacionais que constituem as componentes do SI-SiNErGIC.

Comprovativo de Titularidade

Elemento sobre Urbanismo
Ponto Coordenado

Inscrição Finanças

Entidade Externa
Área Geopolítica

Registo Predial
Ortofotomapa

Documento
Transacção
Operação

Endereço
Poligono
Agenda

Função
Parcela
Esboço

Pessoa
Prédio

Alerta
Canal

Vista

Gerir Inicio de Operação de Execução CR CR CRU CRU CRU CR RU RU RU


Controlar Finalização UD CRUD CRUD U U U U U U U U U RU RU R
Actualizar Dados de Suporte RUD RUD RUD
Gerir Conservação em Bloco RD CRUD CRUD R R RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU RU
Gerir Aquisição RU RU RU R R RU CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD RU RU RU RU R
Gerir Reclamações RU R RU R R RU RU RU RU CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD RU RU RU RU R RU
Gerir Novo Prédio RU R RU R R RU CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD RU RU RU RU R
Gerir Alteração de Prédios Existentes RU R RU R R RU CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD RU RU RU RU R R
Gerir Actualização de Prédios Rústicos RU R RU R RU R CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD CRUD RU RU RU RU R
Gerir Transacções R R CRUD U R R
Gerir Consulta Pública RU RU RU R R RU R R RU R R R R R RU RU R R
Gerir Consultas ao Cadastro R R R R R R R R R R R R R R U RU R R
Gerir Pedidos de Cópia da Ficha R R R U U RU
Gerir Pedidos de Coordenadas Gráficas R R R R R R RU U RU RU RU R
Gerir Pedidos de Configuração Geométrica R R R R R R U RU RU R
Corrigir Registos RU RU RU RU RU RU RU RU CRUD RU RU RU
Gerir Histórico de Transacções R R R R CRUD R
Gerir Recebimento RU
Gerir Cedência de Informação Cadastral R R R R R R R R R R R R R R UR RU RU R R RU
Gerir Pedidos de Certidão R R R R R R R R R R U RU RU R R RU
Gerir Suporte Documental CRUD
Gerir Qualidade e Controlo de Dados R R R R R R R R R R R R R R R R CRUD R R
Gerir Questões e Sugestões R CRUD R R
Gerir Relatórios RU CRUD R R
Gerir Qualidade de Serviço CRUD R R
Gerir Prazos de Resposta CRUD R R
Gerir Acesso de Fornecedor U CRUD CRUD
Gerir Acesso de Cliente CRUD CRUD
Gerir Acesso de Parceiro RU CRUD CRUD
Gerir Acesso de Colaborador CRUD CRUD
Gerir Entidades Externas CRUD

Tabela 10 – Matriz CRUD

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H.1 Módulos do SI-SiNErGIC

Da análise da matriz de CRUD individualizam-se os seguintes módulos aplicacionais:

Abreviatura Módulo Descrição

Responsável pelo suporte à preparação e finalização de operações de execução e


GO Gestão de Operações conservação cadastral, incluindo as actividades de carregamento de cartografia de
suporte e sua parametrização.
Responsável pelo suporte a aquisição e conservação de informação cadastral, bem como
GCA Gestão de Cadastro
à gestão do ciclo de vida dos objectos que compõem o cadastro.
Responsável pelo suporte a pedidos de consulta quer ao nível de emissão de informação
GCO Gestão de Consultas cadastral e comprovativos de operações, quer ao nível da gestão de histórico e
pagamentos.
Responsável pelo suporte a emissão, carregamento e assinatura de documentos.
GD Gestão de Documentos

Responsável pela criação, envio e resposta de alertas a utilizadores.


GAL Gestão de Alertas

Responsável pela gestão de contas de utilizador, funções e credenciais.


GAC Gestão de Acessos

Responsável pela manutenção do catálogo de entidades externas.


GE Gestão de Entidades

Tabela 11 – Módulos Aplicacionais do SI-SiNErGIC

H.2 Componentes

De acordo com as boas práticas de arquitectura de software, a arquitectura de aplicações proposta deve encontrar-se
estruturada nas seguintes quatro camadas:

Identificador
Camada Objectivo do Requisito
do Requisito

Nível de Interface RF.01.01 Garantir o acesso através de interface Web em Front-Office (Internet) e através de
Humana ou Apresentação interfaces Web, Thin e Thick Client em Back-Office (Rede Segura), assumindo a
configuração apresentada no Diagrama de Componentes na Figura 4.
Nível de Interface Rede RF.01.02 Integrar os diversos módulos com outros sistemas internos ou externos ao SI-
ou Integração SiNErGIC, assumindo a configuração apresentada no Diagrama de Componentes na
Figura 4.
Nível Aplicacional ou de RF.01.03 Agregar as funcionalidades do SI-SiNErGIC identificadas através da matriz de CRUD,
Negócio assumindo a configuração apresentada no Diagrama de Componentes na Figura 4.
RF.01.04 As aplicações têm um comportamento modular e manipulam informação do repositório
de dados, podendo ser considerados independentes entre si, dado que não existe
sobreposição de funcionalidades.
RF.01.05 Garantir que as regras de negócio definidas nos processos de negócio são
efectivamente executadas, na devida sequência e de acordo com os perfis de
acessos/funcionais especificados.
Nível de Dados ou RF.01.06 Servir de repositório central único a todos os módulos do SI-SiNErGIC, o qual deve
Persistência integrar todas as entidades informacionais necessárias à gestão dos processos de
negócio, assumindo a configuração apresentada no Diagrama de Componentes na
Figura 4.
RF.01.07 A informação é apenas manipulada pela camada aplicacional ou de negócio, não sendo
permitido a qualquer outro sistema, que não o detentor do repositório ou utilizador
base, o acesso aos dados de forma não segura.
Tabela 12 – Requisitos Funcionais do SI-SiNErGIC

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Consequentemente, cada módulo de informação deve ser desdobrado em módulos aplicacionais a implementar nas várias
camadas definidas, de acordo com os requisitos funcionais de cada camada.

De acordo com as soluções correntes disponíveis no mercado de sistemas de informação, no que concerne ao software do
tipo Content Management, SIG, Workflow, Execução e Integração de PN, Segurança Web e ainda SGBD, define-se o
seguinte conjunto de componentes aplicacionais que materializa o cruzamento entre cada módulo identificado e as várias
camadas funcionais definidas.

Apresentação (Front-Office)

Web Parts Web Parts Web Parts Web Parts Serviços de


Geográficas Geográficas Consultas Declarações Autenticação

Integração

Serviços Web Serviços Web Serviços Web Serviços Web Serviços Web
Geográficos Geográficos Workflow Documentais Workflow

Negócio

Serviços Serviços Serviços Serviços Serviços


Aplicacionais Aplicacionais Aplicacionais Aplicacionais Aplicacionais
Geográficos Geográficos de Workflow Documentais de Workflow

Persistência
Dados Dados Workflow Workflow Pessoas
Geográficos Geográficos

Documentos Entidades

Apresentação (Back-Office)

Terminal Thick Terminal Thick Terminal Web Terminal Web Terminal Thick
Client Client Client Client Client

Terminal Móvel Terminal Web Terminal Thick


Thin Client Client Client

Figura 4 – Diagrama de Componentes da Arquitectura Aplicacional

H.3 Serviços

A presente secção visa catalogar os principais serviços que devem ser disponibilizados por cada módulo, com ênfase nos
serviços da camada de interface de rede que suportarão a interoperabilidade com os Parceiros SiNErGIC.

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

A catalogação destes serviços foi destrinçada nas seguintes categorias que correspondem directamente à respectiva camada
da arquitectura do SI-SiNErGIC:

• Serviço de Interface Humana: identificado a branco no diagrama

• Serviço de Interface de Rede: identificado a cinza escuro no diagrama

• Serviço de Lógica de Negócio: identificado a cinza claro no diagrama

No que concerne a interligação entre módulos, para além do que se encontra explicitado na matriz CRUD, os seguintes
diagramas identificam a tracejado a invocação de serviços pertencentes a outro módulo.

H.4 Mapa de Serviços por Módulo

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Operações’, de acordo com
RF.02.01
o Diagrama 60.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Cadastro’, de acordo com o
RF.02.02
Diagrama 61.
RF.02.03 O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Consultas’, de acordo com o
Diagrama 62.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Documentos’, de acordo
RF.02.04
com o Diagrama 63.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Alertas’, de acordo com o
RF.02.05
Diagrama 64.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Acessos’, de acordo com o
RF.02.06
Diagrama 65.
O SI-SiNErGIC deve suportar o desdobramento funcional para o módulo ‘Gestão de Entidades’, de acordo com o
RF.02.07
Diagrama 66.
Tabela 13 – Requisitos Funcionais de Serviços por Módulo

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gestão de
Operações

Criar Operação

Fechar Operação

Al terar Canal

Al terar Designação

Criar Canal

Criar Agenda

Consultar Agenda

Actual izar Agenda

Agendar Entrada

Definir Vistas de
Navegação

Definir Sistema de Definir Escala de


Referência Vi sibilidade

Importar
Cartografia
Vectorial

Definir Simbologia

Carregar
Ortofotomapa

Obter
Condicionantes

Diagrama 60 – Mapa de Serviços de Gestão de Operações

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Gestão de Cadastro

Criar Objecto Alterar Objecto Alterar Parcela Obter Objecto


Cadastro Cadastro Cadastro

Associar Poligono Alterar Regime de Associar Associar Poligono Obter Dados


Cadastro Referência Descritivos

Alterar Dados
Atribuir Regime de Atribuir Alterar Referência Alterar Referência Alterar Endereço Alfanuméricos Obter Titulares Obter Referências Obter Localização
Cadastro Identificador a Inscrição a Registo Predial
Finanças

Gerar NIP Obter Inscrição


Obter Finanças
Obter Artigo da Identificação na
Matriz Conservatória do
Registo Predial
Gerar Obter Registo
DiCoFreSecNum Predial
Obter Obter
Identificação Fiscal Identificação do
Proprietário
Bloquear Objecto Desbloquear Obter Endereço
Cadastro Objecto Cadastro

Associar Titular

Obter Regime de Obter Parcela Obter Prédios


Cadastro Confinantes

Carregar
Endereços
Obter Dados
Geométricos

Anexar Documento Gerar NIPP Associar Parcela

Escolher Sistema Gerar Limites da Obter Sistema de


de Referência de Vista Referência
Coordenadas

Obter Cartografia Obter Poligono

Obter Obter Estrema


Ortofotomapa

Obter Layer
GeoPolítico

Listar Pontos
Coordenados

Obter Ponto
Coordenado

Listar
Documentos
Anexos

Harmonizar Prédio Validar Alteração Importar Poligono Exportar Poligono Geral Relatório
a Prédio sobre Informação
Cadastral

Criar Tarefa Associar Ponto


Criar Tarefa Coordenado
Executar Query
sobre Informação
Cadastral
Validar Topologia
Obter Objecto
Cadastro Obter Objecto
Cadastro

Criar Geometria
Associar Referência
Associar Referência

Confirmar
Harmonização Confirmar
Alteração

Diagrama 61 – Mapa de Serviços de Gestão de Cadastro

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gestão de
Consultas

Obter
Caracterização
Geométrica

Obter Dados
Geométricos

Navegar
Cartografia

Escolher Limites Seleccionar


da Vista Polígono

Procurar Prédio

Obter Dados
Descritivos

Obter Ficha de
Prédio

Obter Dados Obter Dados


Descritivos Geométricos

Criar Transacção

Criar Etapa Criar Objecto Criar Geometria Registar


Cadastro Documento

Obter Transacção

Listar Transacções

Repor Situação
Anterior

Consultar Estado
do Processo

Obter
Comprovativo

Etiquetar
Transacção

Receber
Pagamento por
Transacção

Obter Referência Obter Obter Notificação


Para Pagamento Confirmação de de Expirar de
Pagamento Referência

Gerar Relatório

Executar Query Executar Query Emitir Mapa Emitir Listagem Emitir Quadro
sobre Informação sobre Informação
Cadastral Processual

Diagrama 62 – Mapa de Serviços de Gestão de Consultas

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gestão de
Documentos

Registar
Documento

Emitir Documento

Obter Documento

Anexar Documento

Carregar Referênciar
Documento Documento

Criar Assinatura

Assinar
Documento

Associar Utilizador Associar


Assinatura

Classificar
Documento

Diagrama 63 – Mapa de Gestão de Documentos

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Gestão de Alertas

Criar Tarefa

Associar Utilizador Definir Alerta

Abrir Tarefa

Submeter Questão

Responder a Questão

Submeter Sugestão

Responder a Sugestão

Geral Relatório
sobre Informação
Processual

Executar Query
sobre Informação
Processual

Diagrama 64 – Mapa de Serviços de Gestão de Alertas

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Gestão de Acessos

Criar Função

Obter Função

Obter Permissões Obter Utilizadores Obter Procuração


da Função da Função

Alterar Função

Atribuir Atribuir Dono da


Permissões a Função
Função

Inactivar Função

Criar Utilizador

Obter Utilizador

Obter Função do Obter Dados Obter Contactos Obter Permissões Obter Credênciais
Utilizador Pessoais de de Utilizador do Utilizador do Cidadão
Utilizador

Alterar Utilizador

Atribuir Função a Alterar Dados Alterar Contactos Alterar


Utilizador Pessoais de de Utilizador Identificadores de
Utilizador Utilizador

Dissociar
Credenciais de
Utilizador
Diagrama 65 – Mapa de Serviços de Gestão de Acessos

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Especificações Técnicas do SI-SiNErGIC 2010-10-07

Gestão de
Entidades

Criar Entidade

Obter Entidade

Alterar Entidade

Alterar Contactos
da Entidade

Eliminar Entidade

Diagrama 66 – Mapa de Serviços de Gestão de Entidades

H.5 Caracterização dos Serviços da Camada de Integração

O seguinte diagrama de interacção e a tabela descritiva explicitam a coordenação que deve ser suportada pelos serviços de
interligação aos Parceiros SiNErGIC (RF.03.01).

Integração

Serviços Web Serviços Web Serviços Web Serviços Web Serviços Web
Geográficos Geográficos Workflow Documentais Workflow

S.2.1 S.2.4
S.3.1 S.3.4
S.4.1 S.4.4 S.9.4
S.1.1 S.1.4
S.5.1 S.5.4 S.8.2 S.8.3 S.9.1 S.10.2
S.6.1 S.6.4 S.11.2
S.7.1 S.7.4

Framework de Serviços Comuns - AMA

S.4.2 S.4.3 S.2.2 S.2.3


S.5.3 S.3.2 S.3.3 S.9.3
S.1.2 S.1.3 S.5.2 S.8.1
S.6.2 S.6.3 S.8.4 S.9.2 S.10.1
S.7.2 S.7.3
S.8.1 S.8.4 S.8.1 S.11.1
S.8.4

Sistema Nacional Sistema de Sistema de Portal Autárquico - Pagamentos - SIBS


de Informação Informação do Informação do DGAL
Terrirorial - Registo Predial - Património - DGITA
DGOTDU ITIJ

Figura 5 – Fluxo de Invocação dos Serviços da Camada de Interligação

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Módulo
Serviço Comentários Entradas Saídas
Aplicacional

Gestão de S.1 Obter Condicionantes Condicionantes Coordenadas Condicionantes Territoriais;


Operações Territoriais para Condicionantes Municipais
intersecção geográfica,
importadas do SNIT.
e.g. WCS
Gestão de S.2 Obter Artigo da Obtido do SIP (SI de NIF Artigo da Matriz;
Cadastro Matriz Património) – DGCI Freguesia
S.3 Obter Identificação Obtido do SIP (SI de Artigo da Matriz; NIF
Fiscal Património) – DGCI Freguesia Nome
S.4 Obter Identificação Obtido do SIRP (SI do Número de Descrição Predial; NIF;
do Proprietário Registo Predial) – IRN Freguesia BI;
Nome
S.5 Obter Identificação Obtido do SIRP (SI do NIF ou BI ou Artigo da Matriz; Número de Descrição Predial;
na Conservatória do Registo Predial) – IRN Freguesia Freguesia
Registo Predial
S.6 Obter Inscrição Obtido do SIP (SI de NIP ou DiCoFreSecNum NIF;
Finanças Património) – DGCI Nome;
Artigo da Matriz;
Freguesia
S.7 Obter Registo Predial Obtido do SIRP (SI do NIP Número de Descrição Predial;
Registo Predial) – IRN Freguesia;
Nome;
BI
Gestão de S.8 Obter Caracterização Planta para inclusão NIP ou DiCoFreSecNum Dados Geométricos;
Consultas Geométrica em certidões Dados Descritivos de Prédios
Contíguos;
Operação;
Sistema de Referência;
Coordenadas
S.9 Obter Referência Invocação a sistema Montante Referência Para Pagamento
Para Pagamento da SIBS
S.10 Obter Notificação de Invocação a sistema Referência Para Pagamento
Expirar de Referência da SIBS
S.11 Obter Confirmação Invocação a sistema Referência Para Pagamento
de Pagamento da SIBS
Tabela 14 – Serviços de Camada de Interligação

H.6 Descrição de Fluxos de Federação de Autenticação

O seguinte diagrama de interacção e a tabela descritiva explicitam o mecanismo de federação de autenticação entre
componentes das várias camadas da arquitectura aplicacional (RF.03.02).

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Terminal Web
Client

S.12.1 S.12.1

Apresentação (Front-Office)

Web Parts Web Parts Serviços de


Consultas Declarações Autenticação

S.12.5 S.12.4
S.13.5 S.13.2
S.12.6 S.12.6

Integração

Framework de
Serviços Web Serviços Comuns -
Workflow AMA

S.13.4 S.13.3
S.12.7 S.13.1
Negócio
Depósito
Serviços Electrónico de
Aplicacionais Procurações -
de Workflow DGRN
S.13.6

S.12.2 S.12.3
Persistência

Pessoas

Figura 6 – Serviços de Federação de Autenticação

Módulo
Serviço Comentários Entradas Saídas
Aplicacional

Gestão de S.12 Obter Credenciais do Consulta a serviço de autenticação da NIF; Credenciais da


Acessos Cidadão Plataforma de Interoperabilidade da Número BI; Pessoa
Administração Pública da AMA
Número CC
S.13 Obter Procuração Consulta ao Depósito Electrónico de Nº de Registo de Procuração
Procurações (DGRN MJ) por número Procuração
de registo da procuração
Tabela 15 – Serviço de Federação de Autenticação

H.7 Requisitos Funcionais de Suporte

Como complemento ao conjunto de requisitos directamente derivados das Arquitecturas de Processos, Informacional e
Aplicacional definidas, deve ser considerado um conjunto de requisitos funcionais de suporte.

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Identificador Objectivo do
Descrição do Requisito
do Requisito Requisito

Gestão de Perfis de Utilizadores


RF.04.01 Definição de Perfis Possibilitar a configuração e gestão centralizada de perfis de acesso à informação.
Permitir a atribuição de permissões de consulta e ou edição a cada um dos perfis
definidos. O perfil determina também a restrição de acesso à informação.
RF.04.02 Autenticação do Utilizador O sistema de acessos deve ser efectuado por login e password e garantir que cada
utilizador só se autentica uma vez no sistema.
Gestão de Continuidade do Negócio
RF.05.01 Garantir backups Permitir que sejam efectuados backups periódicos dos dados e configurações do SI-
periódicos SiNErGIC.
RF.05.02 Alertas e alarmes Garantir que existe a possibilidade dos alertas e alarmes efectuados pelo SI-SiNErGIC
se direccionarem para pelo menos dois meios tecnológicos distintos: correio
electrónico e SMS.
RF.05.03 Verificação de status de Permitir a verificação do status de disponibilidade dos seus componentes e dos
disponibilidade mecanismos automatizados de reinicialização após a ocorrência de um erro
inesperado.
RF.05.04 Inclusão/remoção de Deve manter um registo de Entidades de Informação encerradas e permitir remoção
informação histórica de informação armazenada já não necessária ao sistema.
RF.05.05 Consultar o histórico Permitir a realização de consultas de toda a informação histórica e a visualização de
cenários informacionais actualizados numa determinada data do histórico.
Flexibilidade e Modularidade
RF.06.01 Gestão de Configurações Assegurar a manutenção automatizada de todas as parametrizações e configurações
do SI-SiNErGIC com base na manipulação de versões de itens de configuração.
RF.06.02 Rastreabilidade das Assegurar a manutenção automática de todas as actualizações de conteúdos do SI-
alterações de conteúdos SiNErGIC identificando o perfil de acesso que realizou a alteração e a data em que a
mesma ocorreu.
Acessibilidade
RF.07.01 Cumprir os requisitos de Assegurar o cumprimento das directivas de acessibilidade, prioridade 1 (um), do
acessibilidade para a AP W3C (disponíveis em http://www.acessibilidade.net/web/ine/directivaswai.html), que
são actualmente requisitos essenciais em sites da Administração Pública.
RF.07.02 Disponibilizar ajuda Deve disponibilizar um conjunto de mecanismos interactivos de ajuda ao utilizador,
interactiva disponibilizando a descrição dos atributos visualizados na interface, bem como
procedimentos de utilização do sistema e terminologia utilizada.
Gestão de Ocorrências
RF.08.01 Gerir anomalias do Permitir a gestão de anomalias de sistema: sua tipologia, situações em que ocorre,
sistema procedimentos de resolução.
RF.08.02 Suportar a resolução de Deve reconhecer situações de anomalia no decorrer da execução de pedidos:
anomalias de sistema
• Registar a anomalia
• Notificar o responsável pelo pedido e/ou outras entidades relevantes para a
resolução da anomalia
• Suportar as etapas de resolução de anomalias
RF.08.03 Rastreabilidade e consulta Deve permitir a consulta das etapas de resolução de uma dada anomalia e a consulta
das anomalias de sistema de anomalias por vários critérios (tipo de anomalia, data de registo da anomalia,
duração da sua resolução, etc.)
Tabela 16 – Requisitos Funcionais de Suporte

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I Arquitectura Tecnológica

I.1 Arquitectura Tecnológica de Referência

Esta secção define qual a arquitectura tecnológica que deve servir de referência à instalação (deployment) da infra-estrutura
de suporte ao SI-SiNErGIC, tendo em conta a estratégia de escalabilidade em alinhamento com o número de utilizadores
previstos.

Os seguintes requisitos, ilustrados no diagrama de instalação, devem ser garantidos pela arquitectura tecnológica:

Identificador
Objectivo do Requisito
do Requisito

RT.01.01 Os terminais de front-office devem ter acesso ao sistema sobre a Internet.


RT.01.02 Os terminais de back-office para uso da Entidade Executante devem ter acesso sobre a Internet.
RT.01.03 Todos os servidores Web, Aplicacionais e de Base de Dados devem ser instalados em rede segura, expondo na
DMZ apenas um servidor do tipo Reverse Proxy
O balanceamento de pedidos deve ser efectuado ao nível da rede com garantia de manutenção de estado de
RT.01.04
sessão.
As camadas de Apresentação e Integração devem ser implementadas sobre uma tecnologia de servidor de
RT.01.05
serviços web que suporte o funcionamento em cluster.
A camada de Negócio deve ser implementada sobre tecnologias de servidor aplicacional que suporte o
RT.01.06
funcionamento em cluster.
O funcionamento em cluster das várias camadas deve permitir adicionar servidores físicos (réplicas) no futuro sem
RT.01.07
necessidades de desenvolvimento adicionais.
A camada de persistência deve suportar funcionalidades de Master Data Management e Load Balancing, baseadas
RT.01.08
na existência de réplicas/mirrors.
Tabela 17 – Requisitos Tecnológicos da Arquitectura Tecnológica

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T erm inal Web T erm inal Web T erm inal Thick Client T erm inal Web
T erminal Thick Client Portátil

Fornecedor
Cidadão Fornecedor Fornecedor Parceiro

Internet

Rede Interministerial para as TIC - AMA

Firewall_1

DMZ

Reverse SIP Proxy

Firewall_2

Rede Segura

Network Load Balancer

Cluster Web Cluster Web

Web Parts Server Web Parts Server

WebServices Server WebServices Server

Network Load Balancer

Cluster Apli cacional Cluster Apli cacional

Appli cation Server Appli cation Server

T erm inais Web


T erm inais T hick Cl ient

Cluster Address

DBMS Failsafe Server DBMS Server

Data Storage Array

Figura 7 – Diagrama de Instalação

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I.2 Requisitos Tecnológicos de Suporte

Complementarmente aos requisitos funcionais especificados e à arquitectura tecnológica de referência, deve ser considerado
um conjunto de requisitos tecnológicos de suporte.

Identificador
Objectivo do Requisito Descrição do Requisito
do Requisito

Gestão de Bases de Dados


RT.02.01 SGBD O SI-SiNErGIC deve utilizar Sistemas de Gestão de Bases de Dados
relacionais.
RT.02.02 Funcionalidades de gestão e arquivo de O SI-SiNErGIC deve garantir a criação de procedimentos de gestão e
dados arquivo de dados, que podem ser executados ou calendarizados por um
utilizador com privilégios de administração de sistema.
RT.02.03 Monitorização de BD O SI-SiNErGIC deve possuir mecanismos de avaliação da BD quanto a
fragmentação, perfil de utilização, avaliação de carga e estado de
indexação.
RT.02.04 Sincronização de BD Caso existam falhas de comunicação entre os repositórios, o SI-
SiNErGIC deve assegurar a identificação das alterações efectuadas em
cada repositório e disponibilizá-las para sincronização.
RT.02.05 Agendamento de rotinas Deve ser possível programar e calendarizar a execução de
procedimentos automáticos para rotinas de integração/importação,
sincronização, arquivamento, indexação e limpeza de dados.
Interfaces e Integração de Dados
RT.03.01 Interface de utilizador Devem ser adoptados Interfaces Web tipo Portlet, de modo a minimizar
a instalação e manutenção de clientes aplicacionais nos postos de
trabalho.
RT.03.02 Integração aplicacional O SI-SiNErGIC deve permitir a integração utilizando preferencialmente
módulos específicos de middleware.
A utilização de middleware permite facilitar a integração com as
aplicações actuais.
Deve ainda facilitar a integração futura com outros sistemas dos
organismos envolvidos.
RT.03.03 Integração de dados O repositório de informação tem que ser aberto de modo que a sua
informação possa ser acedida através de outros sistemas, e.g., SQL,
ODBC, JDBC.
Segurança
RT.04.01 Disponibilizar mecanismos de controlo e O SI-SiNErGIC deve disponibilizar mecanismos de controlo e auditorias
auditorias de acesso a consultas e de acesso a consultas e registo de transacções, garantindo os princípios
registo de transacções de autenticação, controlo de acessos, confidencialidade, integridade.
Devem ser instanciados estes princípios aos níveis de segurança
disponibilizados pela aplicação.
RT.04.02 Autenticação Todas as passwords devem ser armazenadas e transmitidas na rede de
forma cifrada (i.e. resumo).
RT.04.03 Single sign-on O acesso ao SI-SiNErGIC não deve obrigar o utilizador a inserir
logins/passwords adicionais, devendo ser implementado mecanismos
seguros de controlo de sessão.
RT.04.04 Controlo de acessos O SI-SiNErGIC deve permitir a validação de acessos por parte dos
utilizadores através de um mecanismo de controlo de acessos.
RT.04.05 Gestão de perfis de acesso O SI-SiNErGIC deve permitir a configuração de perfis de acesso, por
definição de ecrãs e acesso a informação diferenciados. Deve também
permitir atribuir a cada utilizador diferentes funções/perfis (ex. criação,
edição, remoção, etc.) da organização, consoante os perfis de utilizador.

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Identificador
Objectivo do Requisito Descrição do Requisito
do Requisito

RT.04.06 Mecanismos de auditoria O SI-SiNErGIC deve possibilitar a activação/desactivação da


funcionalidade de auditing (log, audit trail) considerando:
• Actividades internas à aplicação, tais como: identificar o utilizador e
a data/hora em que são efectuadas as criações/alterações de
registos na aplicação;
• Eventos de administração (criação/remoção de utilizadores,
alteração dos níveis de acesso, alteração dos perfis de acesso,
etc.);
• Eventos de utilizadores (registos e estatísticas de login e logout de
utilizadores, estatísticas de funcionalidades acedidas, etc.);
• Eventos específicos da aplicação (ex. erros, situações críticas, etc.);
• Eventos de sistema: startup, shutdown, startup e shutdown de
processos, etc.
RT.04.07 Administração remota A capacidade de administração remota do SI-SiNErGIC deve ser
efectuada através de protocolos de segurança e registo detalhado das
actividades realizadas.
RT.04.08 Utilização de HTTPS Sendo o acesso de utilizador efectuado através de interface Web, o SI-
SiNErGIC deve garantir a utilização de protocolo HTTPS (para suportar o
interface Web de acesso a dados de análise e monitorização).
Backup e Restore
RT.05.01 Mecanismo de backups centralizado O SI-SiNErGIC deve permitir a gestão de backups de forma centralizada.
RT.05.02 Plano de backups Devem ser dimensionados e caracterizados o tipo de backups a
implementar.
Exportação de Documentos
RT.06.01 Formato de dados para exportação O SI-SiNErGIC deve permitir a exportação de dados para formatos
documentais comuns (i.e. docx, xlsx, pptx, pdf)
RT.06.02 Visualização O SI-SiNErGIC deve permitir a construção de símbolos, uso de cores,
padrões e anotações de modo a facilitar a composição de mapas e
respectivas legendas, os quais podem posteriormente ser enviados para
periféricos de visualização e impressão.
Tratamento de Erros
RT.07.01 Definição e geração de alarmes O SI-SiNErGIC deve possuir mecanismos que permitam gerar alarmes
associados aos seguintes tipos de erro:
• Erros de sistema e de hardware;
• Erros aplicacionais;
• Erros de comunicação de rede;
• Atraso na recepção de dados dos sistemas fonte.
RT.07.02 Registo de erros Os erros devem ser mantidos em ficheiros de log específicos por um
número configurável de dias. As mensagens de erro devem ser
suficientemente distintas para permitirem a análise clara de falhas para
todos os exemplos de erro acima mencionados. 
Modelação de Workflows
RT.08.01 Modelação e linguagem de definição de A notação gráfica usada pelo sistema deve ser BPMN e possibilitar a
workflows conversão do modelo gráfico para uma linguagem de execução de
processos de negócio (i.e. BPEL ou XPDL).
RT.08.02 Motor de execução de workflows Deve permitir a execução de actividades em paralelo de forma
automática, diferida ou manual e garantir a existência de mecanismos
de controlo de transacções de modo a permitir o ROLL BACK.
Serviços de Informação Geográfica
RT.09.01 Armazenamento Deve ser assegurado o armazenamento dos objectos cadastrais como
features geográficas, aliando uma representação geográfica
topologicamente correcta (polígonos ou multi-polígonos) com os seus
atributos. Do ponto de vista geográfico, as features podem ser
geometrias complexas (ex: multi-polígono).
RT.09.02 Georreferenciação Deve ser permitida a execução de referenciação espacial de conjuntos
de dados e conversão de coordenadas entre diferentes sistemas de
referência espacial.

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Identificador
Objectivo do Requisito Descrição do Requisito
do Requisito

RT.09.03 Edição Deve permitir detectar e resolver inconsistências não espaciais, espaciais
ou topológicas, bem como alterar registo de atributos, localmente ou via
web browser.
RT.09.04 Manipulação Deve permitir, localmente ou via web browser:
• Selecções que se baseiam em características espaciais;
• Selecções sobre atributos;
• Questionar as bases de dados (query);
• Medir e calcular distâncias, áreas, declives e outras
propriedades dos objectos geográficos;
• Cálculo de índices relacionados com as propriedades
geométricas dos objectos;
• Aplicação de uma constante (mediante uma operação
elementar ou função trigonométrica, logarítmica ou
exponencial) para modificação de um atributo;
• Conversão de atributos quantitativos contínuos em discretos
ou nominais;
• Conversão de categorias nominais noutras do mesmo tipo ou
de tipo numérico expressando ponderações;
• Projecção (representar a superfície da terra por meio de um
plano);
• Transformações lineares (por exemplo, alteração da escala,
rotação ou translação);
• Transformações não-lineares (definidas pelos utilizadores);
• Generalizações complexas (mudança do tipo do objecto,
agregações de polígonos e detecção e correcção de conflitos
entre a localização dos objectos);
• Criação de novos objectos que incluem outros mediante um
critério especificado (buffer). Os buffers podem ser quadrados
ou curvos e podem incluir pontos, linhas ou polígonos.;
• Criação de novos objectos por aplicação das várias operações
da lógica booleana, da aritmética e da estatística sobre dois
mapas temáticos (overlay).
RT.09.05 Identificação e rastreabilidade Deve ser mantido o registo entre o identificador de um objecto cadastral
e os dos objectos cadastrais que lhe deram origem, nas operações de
cadastro aplicáveis.
RT.09.06 Transacções longas Deve permitir o acesso multi-utilizador aos dados e conter mecanismos
para garantia da integridade dos dados
RT.09.07 Gestão de histórico Deve ser mantido um histórico de alterações efectuadas aos polígonos
(prédios), de forma a ser possível analisar a sua evolução. Deverão ser
disponibilizados mecanismos eficientes para arquivo e gestão de
informação em histórico.
RT.09.08 Reutilização de pontos coordenados Devem ser disponibilizados mecanismos que permitam reutilizar total ou
parcialmente os limites dos polígonos, de forma a facilitar o registo
integrado e coerente dos limites prediais.
RT.09.09 Interfaces e formatos O SI-SiNErGIC deve permitir:
ƒ Consulta remota de dados através de interfaces standard,
nomeadamente os abrangidos por normas da Open Geospatial
Consortium (OGC) – WMS, WCS, WFS, WMS-T e WPS;
ƒ Importação de dados espaciais em formatos standard – GML,
ShapeFile, DGN, DWG e DXF;
ƒ Interoperabilidade com a infra-estrutura INSPIRE – ‘Spatial
Theme Cadastral parcels’
ƒ Edição espacial via web browser.
Tabela 18 – Requisitos Tecnológicos de Suporte

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ANEXO IV
MODELO DO RELATÓRIO DE REUNIÃO

O Relatório de Reunião deve ser elaborado de acordo com o modelo ilustrado neste Anexo. Só
serão aceites relatórios compilados num único ficheiro electrónico, em formato Portable
Document Format, com todas as páginas numeradas sequencialmente, sem omissões ou
repetições.

Caderno de Encargos Página 33


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 34
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 35
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 36
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 37
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
ANEXO V
MODELO DO RELATÓRIO DE SITUAÇÃO

O Relatório de Situação deve ser elaborado de acordo com o modelo ilustrado neste Anexo. Só
serão aceites relatórios compilados num único ficheiro electrónico, em formato Portable
Document Format, com todas as páginas numeradas sequencialmente, sem omissões ou
repetições.

Caderno de Encargos Página 38


Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 39
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 40
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 41
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC
Caderno de Encargos Página 42
Aquisição de Serviços e Fornecimento dos Bens para a Implementação do Sistema de Informação do SiNErGIC