Manual - Implementador Ducato 2020
Manual - Implementador Ducato 2020
Manual do Implementador
1.2
2 Capítulo 1: Generalidades
PREFÁCIO
XQualquer modificação, conversão ou outra operação não prevista no manual e não autorizada ex-
plicitamente pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA por escrito deve liberar a FCA de
qualquer responsabilidade e, especificamente, se o veículo estiver coberto pela garantia, esta deve
ser imediatamente cancelada
FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA não deve ser responsabilizada pela execução efetiva
dos trabalhos de instalação ou tranformação.
Os dados e informações contidos nesta publicação podem não estar atualizados como resultado das
alterações que a FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA se reserva o direito de fazer em
qualquer momento por razões técnicas ou comerciais ou pela necessidade de adaptar o veículo aos
requisitos de leis locais específicas.
Símbolos - Avisos
Em caso de discrepância entre o conteúdo desta publicação e a condição efetiva do veículo, entre
em contato com FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA antes de prosseguir com qualquer
trabalho.
Perigo à segurança pessoal
Perigo grave para a segurança pessoal em caso de falha em cumprir completamente essas instru-
ções.
1
Perigo geral
Combina os riscos dos dois símbolos descritos acima.
Deve-se tomar cuidado especial durante a transformação para evitar alterações, quaisquer que sejam,
de desempenho e de características funcionais das peças originais.
Especificamente:
- Assegurar a acessibilidade a todos os pontos que precisam ser inspecionados e atendidos.
- Não alterar a possibilidade de desmontagem de conjuntos mecânicos.
- Manter as condições originais de arrefecimento e admissão do motor (radiador, dutos de ar, linhas
de refrigeração).
- Manter ventilação de freio adequada.
- Certificar-se de que a roda traseira balance livremente e posicione no vão de rodas adequadamen-
te.
- Verifique o ajuste correto do farol.
2
SUMÁRIO
3
4
CAPÍTULO 1: GENERALIDADES
ÍNDICE
5
6
1.1
OBJETIVO DAS INSTRUÇÕES DO IMPLEMENTADOR
Este documento fornece instruções sobre como realizar modificações e/ou instalações em veículos origi-
nais FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA, sem perda da funcionalidade, da segurança, da
confiabilidade do veículo e de seus componentes e sistemas.
Responsabilidade
A orientação dada pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA refere-se apenas à viabilidade
técnica/conceitual da transformação e/ou montagem que será aplicada em um veículo original FIAT.
O implementador é responsável:
- Pelo design da modificação e/ou montagem.
- Pela escolha das especificações dos produtos/materiais utilizados.
- Pela execução da modificação ou montagem.
- Pela conformidade do projeto e execução com todas as instruções fornecidas pela FCA FIAT CHRYS-
LER AUTOMÓVEIS LTDA.
- Pela conformidade do projeto e execução com todas as normas vigentes no país no qual o veículo
foi registrado.
- Pela obtenção da aprovação pelas autoridades competentes da conversão e/ou montagem.
- Pela função, segurança e confiabilidade e, em geral, pelo desempenho eficiente do veículo, bem
como os efeitos que a transformação ou a instalação podem ter sobre o desempenho e as caracte-
rísticas do veículo.
Garantia
O implementador responsável pela construção da superestrutura ou pelas modificações do chassi deve
garantir que os trabalhos tenham sido realizados de forma profissional e em total conformidade com as
instruções dadas nesta publicação.
A garantia dada pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA cobre somente e tão somente o
veículo original, não se responsabilizando pelas implementações feitas ao mesmo.
A garantia dada pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA sobre o veículo original será
cancelada se:
- A transformação for realizada em um chassi não adequado para o uso previsto.
- Os danos ao chassi forem provocados pelos implementos (peças, conjuntos, dispositivos, equipa-
mentos, etc.) ou por sua fixação inadequada.
- A configuração básica dos parâmetros do veículo for adulterada/modificada pelo implementador.
- Os danos ao chassi forem provocados pela distribuição assimétrica de cargas no veículo.
XATENÇÃO: a FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA não fornecerá quaisquer declarações
ou relatórios sobre o comportamento de marcha, do sistema de freios e da estabilidade de direção
dos veículos com alterações da carroceria e da distância entre-eixos para cargas com pontos não
favoráveis ao centro de gravidade. A FCA não se responsabiliza pela segurança do veículo após a
montagem da implementação fora das especificações previstas no presente comunicado, sendo a em-
presa implementadora a única responsável por eventuais danos causados aos usuários e ou terceiros.
Capítulo 1: Generalidades 7
1.2
Marcas e logotipos
As marcas de fábrica, logotipos e nomes não devem ser alterados ou movidos em relação as suas posi-
ções originais. A validade da imagem do veículo também deve ser mantida.
Requisitos legais
Com o veículo concluído, o implementador deverá respeitar e comprovar que o produto final cumpre,
sem exceção, todas as disposições legais aplicáveis a esse tipo de veículo, quais sejam: as de ordem
municipal/estadual/federal de cada região nos quais serão emplacados ou irão circular (Código de
Circulação, etc.); as de ordem internacional; além de todas aquelas prescrições relativas à saúde e se-
gurança, prevenção de acidentes, instruções de uso e serviço, meio ambiente, etc.
Deve-se levar em consideração que as recomendações, prescrições relativas à prevenção de acidentes,
ou outras indicações de ordem legislativa mencionadas nestas normas de implementação são somente
aquelas que, a nosso critério, são consideradas as mais importantes, mas, em nenhuma hipótese, tem
o objetivo de substituir ou eliminar a obrigação e responsabilidade do implementador de manter-se
informado sobre as atualizações legais, resoluções, prescrições, recomendações, etc. Diante do expos-
to, a FCA FIAT CRHYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA. não se responsabilizará pelas consequências
causadas por erros relacionados à inobservância ou má interpretação das disposições legais em vigor.
Os veículos descritos neste manual estão em conformidade com as Resoluções CONTRAN. Esta confor-
midade deve ser mantida mesmo após a implementação.
Bancos
A ancoragem do assoalho do banco é executada de acordo com os padrões legais previstos para os
sistemas de retenção.
Se forem movidos da posição original, a segurança do passageiro pode não ser garantida, nem a qua-
lidade dos trabalhos de conversão. Portanto, é proibida qualquer modificação nesse sentido.
É proibido alterar a configuração dos bancos da cabine (motorista e passageiros).
Durante a fase de concepção, deve ser dada uma atenção crescente à escolha dos materiais a utilizar,
em particular aos aspectos associados ao ambiente e à reciclagem e especialmente, de acordo com as
normas nacionais e internacionais de eliminação de resíduos continuamente em mudança.
Aqui estão algumas orientações:
- É proibido usar materiais prejudiciais para a saúde humana ou que possam apresentar um perigo
potencial, como os que contêm amianto, chumbo, aditivos de halogêneo, fluorcarbonetos, cádmio,
mercúrio, cromo hexavalente, etc.
- Utilizar sempre materiais que produzam uma quantidade mínima de resíduos quando processados e
que permitam uma reciclagem fácil após o primeiro uso.
- Com materiais sintéticos de tipo composto, utilizar componentes compatíveis um com o outro, con-
siderando o seu possível uso, mesmo combinado com outros materiais recuperados ou reciclados.
Sempre aplique marcações em conformidade com as normas em vigor.
8 Capítulo 1: Generalidades
1.3
GESTÃO DE VEÍCULOS EM PÁTIOS
Assunto do documento
Área de aplicação
Procedimento
Posição de estacionamento
s Bateria: desativar a bateria desconectando o polo negativo da bateria.
Se o veículo estiver equipado com um sistema de “desconexão da bateria”, a desativação é feita
colocando o comutador de ignição na posição “BATT”
Manutenção
s Bateria: verifique o estado de carga da bateria um mês após a produção do veículo e, então, uma
vez a cada três meses (recomenda-se realizar as medições duas horas após a conexão).
º Trocar a bateria se a tensão for inferior a 12,1 V.
º Recarregar a bateria se a tensão for de 12,1 V a 12,49 V.
º A bateria está carregada se a tensão for superior a 12,5 V.
É importante acompanhar as verificações e medidas de forma específica.
s Pneus: verificar a pressão de ar dos pneus um mês após a produção do veículo e depois uma vez
a cada três meses. A medida da pressão deve ser feita com pneu frio e corresponde aos valores
mostrados no Manual do Proprietário. Restabelecer a pressão correta, se necessário.
Capítulo 1: Generalidades 9
1.4
2. O crescimento de microrganismos e algas deve ser evitado. Quando o armazenamento do veículo
for mais de 3 meses, é necessário que o diesel seja drenado do sistema de combustível. Para fazer
isso, o motor deve funcionar com misturas Diesel (sem gasoline, sem querosene) de Diesel puro por
20 minutos para liberar o diesel do sistema de combustível do motor antes do armazenamento;
3. Drenar equipamentos e veículos semanais que permanecerão parados por longos períodos de tem-
po, evitando a presença de água e deterioração do combustível;
4. Cada mês, o motor deve funcionar por um mínimo de 30 minutos para verificar o comportamento
do motor. Deve ser verificado a pressão do óleo enquanto o motor atinge a temperatura correta do
líquido de arrefecimento (mínimo de 80°C). Após o teste com resultados positivos, o Cliente deve
verificar se há vazamento (óleo lubrificante, combustível, líquido de arrefecimento). Cada ação deve
ser feita de acordo com o procedimento Industrial FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA
específico, conforme escrito no manual de Uso e Manutenção, com especial atenção aos testes rea-
lizados em condições ambientais severas.
5. A cada 3 meses, o Cliente deve verificar os pré-tensionadores e os cintos, o estado do motor por
inspeções visíveis (ferrugem, peças bloqueadas, ...), o nível de líquidos e fluidos (óleo lubrificante,
líquido de arrefecimento) e as conexões à máquina/sistema de escapamento do veículo (tubo para
silenciador ou equivalente), ao sistema de arrefecimento (canos para aquecedores de água), ao
sistema de entrada de ar (tubos para pós-arrefecedor se presente). Verifique também o estado dos
cabos e chicotes.
6. É necessário após um longo armazenamento (> 3 meses), mudar filtros de combustível, óleo e filtros
de óleo, mesmo que isso caia entre intervalos de serviço de rotina.
XNOTA: a proporção recomendada de biocida “Petronas TMF Plus” é de 1 litro para cada 400 litros
de combustível (tanque da fábrica) ou 1 litro para cada 250 litros de combustível (tanque do veículo).
Colocar em serviço
s Bateria: antes de despachar o veículo, reconectar o polo negativo da bateria conectando o terminal
de forma correta. Se disponível a opção de “chave geral da bateria”, basta girar a chave para a
posição “MAR”.
s Pneus: restabeleça a pressão correta.
s Combustível: para armazenamento durante três meses, despejar proteção antibacteriana no tanque
(Por exemplo, Petronas “Tutela Professional Diesel TMF PLUS”).
Apresentação do Modelo
Os desenhos listados são apenas para informação. Para todas as distâncias entre-eixos e dimensões
principais, consulte o capítulo ‘Dimensões’.
10 Capítulo 1: Generalidades
CAPÍTULO 2: CARROCERIA E CHASSI
Os pesos gerais do veículo e os pesos máximos admissíveis por eixo são apresentados na tabela abaixo.
O peso da tara se refere à configuração STD A (peso sem carga com 90% de combustível);
O equipamento especial pode causar variações no peso e na distribuição do peso sobre os eixos.
Antes de realizar a conversão, verifique o peso sem carga do veículo e a distribuição do peso por eixo.
Para assegurar uma configuração constante e correta, assim como a capacidade máxima, mesmo em
superfícies de estrada de baixo atrito, confiabilidade de comportamento dinâmico seguro e desempenho
exigido, a distribuição de peso deve estar dentro dos seguintes limites (que não devem ser excedidos)
em todas as condições de carga:
- Eixo dianteiro: peso no solo sempre entre 70% e 40% do peso de solo total do veículo.
- Eixo traseiro: peso no solo sempre entre 30% e 60% do peso de solo total do veículo.
De acordo com a distribuição de peso, o peso total no solo e/ou os pesos máximos admissíveis nos eixos
podem não estar saturados totalmente.
(*) Cargas a não ultrapassar. É da responsabilidade do condutor dispor as mercadorias no vão do por-
ta-malas e/ou no plano de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.
Peso rebocável
Os limites estabelecidos nos documentos da FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA devem ser
respeitados (ver tabela anterior).
Atenção especial deve ser dada aos veículos com carga concentrada no balanço traseiro e veículos com
curta distância entre-eixos com alto centro de gravidade.
O posicionamento de equipamentos auxiliares e superestruturas deve garantir a distribuição uniforme da
carga transversal. Para cada roda, é possível uma variação da carga nominal sobre a roda (½ carga
no eixo) de ± 4% em relação à carga do pneu permitida sem comprometer a capacidade de frenagem
e a estabilidade de condução do veículo.
O balanço traseiro da superestrutura deve ser obtido considerando a carga máxima permitida no eixo,
a carga mínima necessária no eixo dianteiro, os limites de comprimento, a posição dos dois ganchos e
a barra de proteção contra encaixe prevista por vários padrões.
Exceções especiais podem ser dadas aos pesos máximos permitidos, em casos específicos, para os
quais serão estabelecidos limites precisos de uso, juntamente com qualquer reforço a ser aplicado aos
órgãos do veículo. Essas exceções, se excederem os limites legais, devem ser autorizadas pelas autori-
dades administrativas.
XNOTA: com o veículo pronto para a estrada (transformação concluída), a diferença de peso entre o
lado direito e o lado esquerdo não deve exceder 100 kg, para evitar problemas com a geometria do
veículo.
A altura acima do solo do centro de gravidade do veículo de chassi-cabine não transformado é dada na
documentação técnica específica para cada modelo/versão.
Para testar o veículo completo com superestrutura, o implementador deve verificar se a altura do centro
de gravidade (baricentro) do equipamento (incluindo a carga útil) ou de todo o veículo em plena carga
respeita os valores máximos permitidos.
Estes limites são definidos de acordo com os padrões nacionais e internacionais, ou são exigidos pela
FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA para assegurar um bom comportamento dinâmico do
veículo (por exemplo, estabilidade transversal em movimento).
A funcionalidade completa do sistema ESC é assegurada quando esses limites são respeitados.
2998 mm
5998 mm
Área de corte
Suporte do gancho Webb
XNOTA: a montagem deve ser cortada conforme mostrado. Restabeleça o tratamento antiferrugem
após o corte.
GANCHO DE REBOQUE
Visão geral
É possível aplicar um gancho de reboque sem autorização da FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS
BRASIL LTDA somente sobre o elemento transversal específico e apenas em veículos que a FCA FIAT
CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA declarou serem adequados para efetuar o reboque de atrelados.
A instalação de ganchos de reboque em veículos para os quais o reboque não está previsto inicialmente
deve ser autorizada pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA.
XNOTA: uma vez que as barras de reboque são um elemento importante para a segurança da con-
dução do veículo, todas as limitações impostas pelas normas em vigor devem ser respeitadas, como
espaço mínimo para a frenagem e conexões do sistema elétrico, distância mínima entre-eixos, pino
de reboque e borda traseira da superestrutura.
No caso de a dimensão do flange de fixação do gancho não coincidir com os furos existentes na tra-
vessa traseira do veículo, as modificações podem ser autorizadas se for aplicado um reforço adequado.
1- estrutura do veículo na qual a barra do gancho do reboque está presa; 2- longarinas do gancho de
reboque; 3- flange de fixação do gancho de reboque; 4- furos para a fixação do conjunto ao chassi.
5- porca.
Como resultado das altas temperaturas atingidas pelo cano de escapamento durante a regeneração do
filtro de partículas (DPF), as seguintes distâncias mínimas dos elementos “quentes” devem ser observadas
no desenvolvimento do layout da parte inferior da carroceria:
- Folga de 100 mm nas laterais das áreas onde não há blindagem térmica*
- Folga de 40 mm, em todas as direções, das áreas onde há uma proteção térmica“
(*) NÃO PLANEJE nenhum componente acima da área quente se não houver proteção térmica.
Elementos de acabamento
Se um carpete diferente do original for usado no assoalho do lado do motorista, isso não deve interferir
com o deslocamento dos pedais, limitando-os (acelerador, freio, embreagem).
ATENÇÃO: a não observância das indicações fornecidas pode resultar em graves danos ao motor
Faixa Pneus Y L L1 W Z
XNOTA: os valores indicados no diagrama incluem o jogo máximo de 10 mm em relação ao pneu (sem
correntes) em condições de choque assimétrico com amortecimento máximo.
Seção B-B
Para veículos modificados, deve ser feito pelos implementador um controle sobre a convergência e a
geometria da suspensão antes de entregar o veículo ao cliente.
GEOMETRIA DA RODA
(*) Com pneus inflados à pressão requerida com o veículo pronto para a estrada
(**) Ângulos não ajustáveis
ROLAMENTOS DA RODA
Referência mm
d9 390
h30 435
h61 1081
h70 740
h74 165
h93 330
h157 199
h326 450
h445 257
l9 500
l13 635
l22 523
l23 170
l31 1004
l34 985
l53 670
l63 465
A roda sobressalente está localizada na parte traseira do veículo, no compartimento externo sob o
chassi.
O dispositivo completo é fixado na travessa (4):
- No centro pela elevação/descida do cilindro da roda (1)
- Na lateral pelo comando (3) com cabos e suportes (5)
Ajuste do contrachassi
O objetivo de um contrachassi é garantir uma distribuição uniforme das cargas ao longo da estrutura do
veículo e contribuir para a rigidez do veículo em função do trabalho pretendido.
Para a sua construção, tenha em mente que o material deve ter boas propriedades mecânicas de sol-
dagem. Os elementos que ancoram o contrachassi na estrutura do veículo devem ser projetados para
garantir uma conexão estável sob os efeitos de encostos longitudinais e transversais (devido às cargas
em curvas e quando os freios são aplicados).
Interponha um bloco elástico, feito de borracha de lona ou um material similar com dureza inferior
<70 sh, sob o primeiro dispositivo de fixação na extremidade da cabine. Interponha espaçadores rígi-
dos sob as outras conexões.
XNota: para carrocerias tipo baú ou caixa, sugere-se manter uma distância máxima entre estrutura e
carroceria não superior a 80 mm.
Seções da cabine
A- Reservatório de 90 litros
1- Tubo de respiro
2- Mangueira ondulada de conexão
3- Bocal de enchimento
O sistema ESC foi desenvolvido considerando o peso de um veículo totalmente equipado, respeitando
os limites indicados neste manual.
A funcionalidade completa do sistema ESC é assegurada quando e somente se os veículos respeitarem
os limites indicados anteriormente quanto a distribuição de peso e posicionamento do centro de massa,
sem necessidade de testes adicionais (página 16).
Código da cor
Sigla Cor
A Azul claro
B Branco
C Laranja
G Amarelo
H Cinza
L Azul
M Marrom
N Preto
R Vermelho
S Rosa
V Verde
Z Roxo
W Castanho claro
VISÃO GERAL
Se usar equipamentos e efetuar vários tipos de transformação, é necessário mover todos os grupos exis-
tentes (componentes diversos, tanque de combustível, roda sobressalente, etc.); isso é permitido desde
que sua função seja mantida assim como o tipo original de conexão, e que sua posição não seja subs-
tancialmente alterada em uma direção transversal no chassi, quando for exigido.
Se um objeto tiver que ser instalado na direção de um cabo do sistema elétrico original, a direção pode
ser alterada desde que o cabo não seja cortado e o mesmo sistema de fixação seja usado.
NÃO OK
Para os implementador usarem efetiva e corretamente o sistema básico no NOVO Modelo DUCATO, a
FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA forneceu pontos de conexão específicos aos quais se
podem conectar os sistemas suplementares.
Este tipo de predisposição é necessário para evitar qualquer tipo de adulteração ou manipulação do
projeto básico e para garantir a integridade da função e validade da garantia do veículo.
Além dos principais pontos de conexões previstos para os sistemas suplementares, esta seção ilustra e
descreve uma série de outros assuntos (Unidade de controle de painel, bateria, etc.) que são domínio
exclusivo do sistema básico e, como tal, não devem ser alterados de forma alguma pelos responsáveis
pela modificação.
Corrente consumida
Para obter informações sobre os pontos de consumo de corrente, veja a descrição na página a seguir.
Características de tensão do
Motor Opcional Marca Modelo Tamanho Regulador
regulador
FUSÍVEIS E RELÉS
A bateria principal do veículo possui uma unidade de interconexão, a qual possui uma tomada para
uma bateria auxiliar.
A conexão prevista para o implementador é o fusível 50 A (3).
O cabo envolvido está completo com conector de duas vias localizado no compartimento embaixo do
montante do lado direito.
Pontos de massa
Se forem utilizados os pontos de massa A, B ou C, a porca de fixação deve ser apertada a um torque
de 8 Nm ± 10%.
Vista 3D do conector
Secção
Cor do
Pino Função/Número da peça do conector mínima do Notas
cabo
cabo [mm2]
Conector Tyco de 15 vias p / n
0-926647-1
Referência ao diagrama C036-L1A
Homólogo: Tyco p / n 1-480710-0
(Pelo implementador)
PMAX = 21 W a 12 V
1 Terceira luz de freio 0,5 B
(em alternativa ao do Y203L4A)
IMAX = 300 mA (1 bobina de relé
2 D+ (ativo no terra) 0,35 MN padrão FCA FIAT CHRYSLER
AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA)
Repetidor de velocidade do veículo
3 0,35 MV IMAX= 5 mA (ver Figura 11)
(VSO)
IMAX= 12 A (para tempos de
4 Controle de bloqueio de porta 1,5 RN
atuação, ver Tabela 1)
IMAX= 12 A (para tempos de atua-
5 Controle de desbloqueio de porta 1,5 NR
ção, ver Tabela 1)
Use um N.O. ao interruptor de terra
6 Sinal de status da porta lateral 0,35 NZ (corrente mínima de contato limpo 10
mA)
Fonte de alimentação (+) para luz de
Driver 20W SBMT # 1 fonte de alimen-
7 0,35 RV teto temporizada, 15’ com chave desli-
tação de luz de teto temporizada
gada (PMAX = 20 W a 12V)
Controle negativo de luz de teto Controle de luz de teto (-)
8 0,75 BV
(intensidade) PMAX= 20 W a 12 V
Ponto de massa mais próximo do componente: escolha entre A, B, C ou pino 2 conector C036L1C.
Alternativamente, a terceira luz de parada pode ser conectada ao conector Y203L4A - pino 8.
XPonto de massa mais próximo do componente: escolha entre A, B, C ou pino 2 do conector C036L1C
Sinal de velocidade do veículo (VSO)
Processa-
mento de
sinal
O sinal de VSO é definido como 275.714 mm/pulso, portanto, para o receptor, a velocidade é igual a:
V. veículo [mm / s] = Frequência VSO [Hz] * 275.714 [mm/pulso]
Quando a velocidade do veículo é de 0 km/h, o sinal de VSO possui alto nível digital e 0 pulso/s, em
vez disso, quando a velocidade do veículo não é válida, o sinal VSO tem nível digital baixo.
INTERRUPTOR COM
PORTA ABERTA
BC: Body Computer N.O. Com porta fechada
N.C. Com porta aberta
Componente mais próximo do ponto de massa:
escolha entre A, B, C ou o pino 2 do conector
C036L1C
XNota (1): Na ausência do interruptor aberto da porta (se os bloqueios originais FCA FIAT CHRYSLER
AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA não forem usados, consulte o capítulo 6), o pino 6 do conector C036L1A
pode ficar desconectado.
Atenção: neste caso, o bloqueio(s) traseiro pode ser bloqueado mesmo com as portas abertas. O
painel de instrumentos não indicará o estado da porta e a luz(es) do teto traseiro não será acio-
nada. É, portanto, da responsabilidade do implementador, ilustrar a diferença em função daquela
descrita no Manual de Uso e Manutenção.
XNota (2): o pino 7 do conector C036L1A fornece + 12V por 15 minutos depois que a chave é removida
(+ CHAVE = desligada), após o qual a luz do teto traseira não será utilizada até a próxima mudança
de status do interruptor de abertura da porta traseira (quando presente), caso contrário, até que a
porta seja destravada ou a chave girada (+ CHAVE = ligada).
s Funcionamento com controle remoto de 2 teclas: libera os dois bloqueios de cabine do motorista e
liga a lâmpada na cabine.
s Funcionamento com controle remoto de 3 teclas: desbloqueio dianteiro/traseiro separado e interrup-
tor separado das luzes interiores correspondentes.
Tolerâncias: 0<t1<10%
0<t2<10ms
Luzes laterais
Aquecedor
traseiro
Ponto de massa mais próximo
do componente: escolha entre
A, B, C ou pino 2 do conector
Eletroválvula C036L1C
Controle do
aquecedor
traseiro
Controle do
condicionador
Condicionador
auxiliar
Ponto de massa mais próximo
do componente: escolha entre
A, B, C ou pino 2 do conector
C036L1C
Se for necessário replicar o sinal +CHAVE, por exemplo, para pilotar cargas com corrente
total> 600 mA, é possível o seguinte circuito
Replicar sinal
+CHAVE
+CHAVE
Visão 3D do conector
Secção
Função/Número da peça do mínima Cor do
Pino Notas
conector do cabo cabo
[mm2]
Conector 6 vias Tyco p / n
1-480705-0
Referência ao diagrama C036-L1B
Homólogo: Tyco p / n 1-480704-0
(Pelo Implementador)
A alimentação permanente da bateria
Fonte de alimentação permanente
1 1,5 RG auxiliar para o cabo do rádio está presente
de 12V (+30) para rádio
apenas de C036-L1A a Y028L1A (1)
2 Alto-falante traseiro direito + 1 LR (2)
3 Alto-falante traseiro direito - 1 LN (2)
4 Alto-falante traseiro esquerdo + 1 B (2)
5 Alto-falante traseiro esquerdo - 1 BV -2
6 Não conectado - - -
NOTA: a conexão do conector Y028L1A ao rádio é feita pelo implementador, que deve isolar de
(1)
maneira adequada a fonte de energia do rádio presente no sistema principal do veículo (2) Potência de
saída de rádio FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA: 13,4W a 14V
Controladores de rádio FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA: equivalente a 4 ohm para
cada canal Tweeters FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA: máx.15W RMS e Faixa média e
faixa completa FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA: máx. 20W RMS
Se o rádio precisar de uma fonte de alimentação permanente, mesmo com a chave desligada (1) (+
CHAVE = desligada), o seguinte circuito é possível.
XCUIDADO: esta configuração pode causar uma descarga prematura da bateria principal
Chave:
a – cabo fornecido pelo implementador
b – cabo presente no veículo
c – solda
d – rádio (conector 16 vias ISO)
e – energia da BAT. AUX.
Terminal para o furo 9 do conector X028PA: Tyco p / n 282375-1 (cabo 1,5 mm2)
Depois de remover os terminais dos fios originais da posição A4 e A7 no conector ISO de 16 vias,
aplique uma quantidade adequada de fita isolante para evitar contato recíproco acidental ou com peças
metálicas.
Operação permitida apenas com rádio não original instalado (por exemplo a linha de acessórios FCA
(1)
XATENÇÃO: esta modificação não é permitida com um rádio padrão FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS
BRASIL LTDA
CÂMERA DE RÉ
Vista 3D do conector
1. Conector C036 L1C, 2 vias 2. Conector fornecido pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL
LTDA. para fiação pelo implementador
Secção mínima do
Pino Função/Número da peça do conector Cor do cabo Notas
cabo [mm2]
Conector, 2 vias MTA p/n 45.40300 Referência ao diagrama
Homólogo: MTA p/n 45.40400 C036-L1C
Corrente nominal do fusí-
1 Fonte de alimentação +30 10 R
vel 50 A
Corrente constante máx.
2 Massa de potência 10 N
53 A
Veja capítulo 4.
Vista 2D do conector
Secção
Cor
mínima
Pino Função X2/50/Número da peça do conector do Notas
do cabo
cabo
[mm2]
Conector 12 vias Tyco p / n 284844-1
Homólogo: p / n 284848-3
(Pelo implementador)
Alimentação +30 12 V permanente para
1 0,5 GR Lâmpadas de 2 5W - 12V
rádio
2 Side - marker 0,5 GV Lâmpadas de 2 5W - 12V
3 Luzes de posição traseira esquerda 0,5 G Lâmpadas de 2 5W - 12V
4 Luzes de posição traseira direita 0,5 SN Lâmpadas de 1 21W - 12V
5 Luz de direção traseira esquerda 0,5 S Lâmpadas de 1 21W - 12V
6 Luz de direção traseira direita 0,5 VN Lâmpadas de 1 21W - 12V
7 Luz de freio esquerda 0,5 V Lâmpadas de 1 21W - 12V
PMAX= 21W a 12V alternativo ao do
8 Luz de freio direita 0,5 L
C036L1A
9 Luz de freio suplementar (3ª luz de freio) 0,5 MN Lâmpadas de 1 21W - 12V
10 Luz de neblina traseira esquerda (1)
0,5 M Lâmpadas de 1 21W – 12V
11 Luz de neblina traseira direita (1)
0,5 GN PMAX = 10W a 12V
12 Luzes de marcha a ré 1,5 BR PMAX = 42W a 12V
também é possível instalar uma única luz traseira de neblina 21W – 12V (por exemplo, GSX, luz de
(1)
XNOTA: para os implementador dispostos a usar luzes com absorção de energia diferente (menor po-
tência ou LED), o diagnóstico de falha pode ser desativado através da ferramenta WYTECH Plus. Em
algumas versões, esse diagnóstico já é desabilitado.
(1) alternativamente, a terceira luz de freio pode ser conectada ao pino 8 do conector Y203L4A - pino 8.
Vista 3D do conector
Área de
seção trans-
Pino Operação/Conector do número da peça Cor do fio
versal do fio
(mm2)
Lado L: F.C. 24 vias FCI p/n 1 721 24 01 (Y001LA)
Lado S: M.C. 24 vias FCI p/n 1 721 24 00 (X001SA)
1 LED de estado da porta do compartimento de carga 0,35 BH
2 Luz de direção L.G. 0,35 ZR
3 Sinal de porta aberta 0,35 BZ
4 Alimentação do desembaçador do espelho da porta 0,75 RV
5 Sensor de temperatura externa – GND 0,35 HR
6 Alimentação/iluminação para DDC e comandos do espelho 0,5 BL
7 Indicador de bloqueio/desbloqueio de portas do compartimento de carga 0,35 HB
8 Sinal de bloqueio/desbloqueio da fechadura 0,35 LG
9 Alimentação do motor da janela elétrica – para cima 1,5 RN
10 Massa (Luzes de direção, bloqueio, desembaçador de espelho) DDC 1 N
11 Alimentação do motor da janela elétrica – Para baixo 1,5 NR
12 Sensor de temperatura externa – Sinal 1,5 H
13 Sinal da janela elétrica – descida - DDC 0,35 HV
14 Sinal janela elétrica – subida - DDC 0,35 HM
15 Espelho principal da porta lateral do passageiro para cima/para baixo 0,35 MN
Espelho principal da porta lateral do passageiro para esquerda/para
16 0,35 BR
direita
17 Espelho secundário da porta lateral do passageiro para cima/para baixo 0,35 BZ
Espelho secundário da porta lateral do passageiro para esquerda/para
18 0,35 BV
direita
19 Motor do espelho da porta lateral do passageiro comum 0,35 HN
20 Não conectado
21 Alto-falante lateral do motorista (+) 0,5 G
22 Alto-falante lateral do motorista (-) 0,5 GN
23 Alimentação para o bloqueio do motor da porta 1 BN
24 Alimentação para o desbloqueio do motor da porta 1 CV
XNota: Este conector é fornecido como acessório se as portas originais do Ducato não forem usadas.
(1) para as versões com caixa de velocidades robotizada (opcional 407), o pino deve estar conectado
de acordo com o esquema na figura do comando de fechamento do lado do motorista.
Solda Terra
Body computer - Bloqueio do
desembaçador
de espelho
Bloquear
Desbloquear
Status da porta
Desbloquear Massa
- Desembaçador de espelho
- Indicador de direção
Botão de
No conector Y0022LA controle da
porta do
motorista
Massa
Body - Bloqueio
computer - Indicador de direção
Tweeter no montante
Woofer na porta
Vista 3D do conector
Área de
seção
Cor do
Pino Operação/Conector número da peça transversal
cabo
do cabo
(mm2)
Lado L: F.C. 24 vias FCI p/n 1 721 24 01 (Y002LA) Lado D: M.C. 24 vias FCI
p/n 1 721 24 00 (X002DA)
1 Não conectado - -
2 Luzes de direção lateral do passageiro 0,35 ZB
3 Sinal de porta aberta (CTRL_GND) 0,35 BN
4 Desembaçador do espelho retrovisor 0,75 RV
5 Não conectado - -
6 CDC alimentação/iluminação (serviço 2 T13 relé) 0,5 BL
7 Não conectado - -
8 Não conectado - -
9 Alimentação da janela elétrica do passageiro 2,5 R
10 Terra (indicadores de direção, bloqueio, desembaçador de espelho) 1 N
11 Massa da janela elétrica lateral do passageiro 2,5 NZ
12 Não conectado - -
13 Não conectado - -
14 Sinal para baixo da janela elétrica lateral do passageiro 0,35 HR
15 Espelho retrovisor lateral do passageiro principal para cima/para baixo 0,35 MN
16 Espelho retrovisor lateral principal do passageiro esquerda/direita 0,35 BR
17 Espelho retrovisor lateral secundário do passageiro para cima/para baixo 0,35 BZ
18 Espelho retrovisor lateral secundário do passageiro para esquerda/direita 0,35 BV
19 Motor do espelho retrovisor lateral do passageiro comum 0,35 HN
20 Não conectado - -
21 Alto-falante lateral do motorista (+) 0,5 ZC
22 Alto-falante lateral do motorista (-) 0,5 ZN
23 Comando de bloqueio/desbloqueio 1 BN
24 Motores de bloqueio comum 1 CV
XNota: este conector é fornecido como predisposição se as portas originais do Novo Ducato não
estiverem presentes.
(1) se a porta não estiver presente, deixe desconectado.
Solda Massa
Body computer - Desembaçador
de espelho
- Bloqueio
montante
Vista 2D do conector
Espelho retrovisor
externo - lado do
motorista
- Tempo de intervalo máximo: 8 segundos (isto é, no caso de mal funcionamento do sistema, a alimenta-
ção dos motores do espelho é cortada após 8 segundos de ativação).
- Leitura e memorização da corrente inicial.
- Leitura atual durante a atuação.
- Verificação da corrente de bloqueio (define como 80% da corrente inicial).
- Verifica se a corrente de bloqueio é permanente ou apenas um pico e corta a força dentro de 500
msec.
- O controle pode ser ativado 5-6 vezes em 2 min; depois disso, o acionamento é inibido por 30 se-
gundos; se a atuação nº 5 é para abrir, o controle é inibido, se atuação nº 5 é para fechar, ainda é
permitido abrir.
- Os pinos 1 e 6 são, respectivamente massa e positivo de potência (+30).
- Os pinos 2 e 3 alimentam o motor do lado direito e durante o acionamento (abrir ou fechar) invertem
a corrente no próprio motor.
- Os pinos 3 e 4 alimentam o motor do lado esquerdo e durante o acionamento (abrir ou fechar) invertem
a corrente no próprio motor.
- O pino 6 do conector de 8 pinos deve ser alimentado pelo sinal positivo, caso contrário, a eletrônica
não ativará nenhum controle.
- As funções acionadas por botão sempre são ativadas simultaneamente em ambos os motores conecta-
dos aos pinos 2-3 e 4-5.
- Todo o sistema é desenvolvido considerando a curva de corrente característica do espelho rebatível
Tipo 250.
Cada motor para o rebatimento tem uma corrente de rolamento de cerca de 200 a 400 mA e uma cor-
rente de bloqueio de 2 a 2,5 A.
Sensor de temperatura
externa (no retrovisor)
Se os retrovisores originais do Novo Ducato não estiverem instalados, é necessário usar um termistor
NTC com as seguintes especificações:
Parâmetro Valor
Resistência a 25 °C (R25) 10 k1
Tolerância em R25 ±3%
Dissipação máxima 500 mW
Tempo de resposta 1,2 s
Faixa operacional de temperatura de -40 a +125 °C
Categoria climática 40/125/56
Vista 3D do conector
1. Ligar o rádio.
2. Pressionar MENU para acessar o menu.
3. Selecionar “Configurações do sistema” e pressione o botão OK.
4. Marcar a caixa de seleção “Desligar” # min. Atraso “, onde # é o valor programado PROXI (180
minutos).
Rádio VP2
O conector no compartimento de rádio onde os pinos desses comandos estão localizados é o conector
Esquema elétrico
Por conseguinte, é importante garantir que o rádio use a mesma codificação de resistência.
De acordo com a configuração da opção, o seguinte tipo de antena pode ser montado:
Base da antena
AM/FM1
entrada
Código B
Funcionalidade A
TETO DIANTEIRO
Antena amplificada
AM/FM1
Estágio
DAB Estágio
Código B
Funcionalidade B
TETO DIANTEIRO
Antena amplificada
Funcionalidade C - E - G
Antena amplificada
Funcionalidade D - F - H
ANTENA NO
RETROVISOR
Antena amplificada
Funcionalidade B
Funcionalidade C - D - E - F - G -H
TBD – a determinar
Bloqueios
Visão 3D do conector
LUZES DIANTEIRAS
Vista 2D e 3D do conector
3 - -
7 -
8 -
10 Massa 0,5 NV NV
12 -
14 Massa 1,5 N N
Luzes de neblina
Conectando o farol de neblina de tipo diferente do produzido e não utilizando o cabo previsto para
alimentar corretamente a função DRL do projetor principal (se equipado), junte os pinos 3-4 entre eles
no conector da luz de neblina dianteira no cabo presente como no esquema a seguir:
Pin out
1 Positivo do farol de neblina
2 Negativo do farol de neblina
3 Ponte DRL com pino 4
4 Ponte DRL com pino 3
Configuração do sistema
Luzes DRL a LED de terceiros podem ser instaladas em alternativa às originais, excluindo e desviando a
alimentação para os novos grupos ópticos.
Esse circuito é realizado inserindo a ponte mostrada abaixo fornecida com o primeiro esquema que
exige a Opt. 75N (Anexo de ligação em ponte).
A aprovação deve ser de responsabilidade do implementador.
Lanternas traseiras
Vista 2D do conector
Vista 2D e 3D do conector
Tensão nominal 12 V
Tensão de trabalho 9 – 16 V
Intermitência 10 – 18
Número de ciclos (velocidade I) 45 ± 5
Número de ciclos (velocidade II) 65 ± 5
Torque [Nm] Veloc. [rpm] Corrente [A] Torque [Nm] Veloc. [rpm] Corrente [A]
Vista 2D do conector
5 Não conectado
6 Não conectado
7 Não conectado
8 Não conectado
XNOTA: se os espelhos retrovisores FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA. forem usados,
consulte as conexões descritas nos parágrafos anteriores deste documento
3x
LUZ DE TETO
Visão 2D do conector
Vista 2D de conectores
Área de seção
Cor do cabo Cor do cabo
Pino Operação/Número da peça do conector transversal do
RHD (esquerdo) RHD (direito)
cabo [mm2]
Conector de 8 vias p/n Tyco 1/08807/97 - - -
1 Não conectado 0,35 HN HV
2 Não conectado 0,35 BH BH
3 Massa 0,35 NZ NZ
4 Não conectado 0,35 SZ SZ
Comando para cima/para baixo da janela elétri-
5 0,35 HM HR
ca esquerda
Comando de habilitação da janela elétrica es-
6 0,35 BL BL
querda
7 Não conectado 0,35 HR HM
Comando para cima/para baixo da janela elétri-
8 0,35 HV HN
ca direita
Conector de 12 vias p/n 1/08402/07 Tab.
- - -
91300 (Tyco1534100 Tampa 1534093)
1 Massa 0,5 N N
2 Janela principal direita PARA CIMA/PARA BAIXO 0,35 MN BH
3 Janela secundária esquerda ESQUERDA/DIREITA 0,35 SZ BV
4 Janela principal esquerda ESQUERDA/DIREITA 0,35 HM BR
5 Alimentação/iluminação 0,5 BL BL
Retrovisor secundário esquerdo para cima/para
6 0,35 SV BZ
baixo
7 Alimentação 0,5 BL BL
8 Motor comum da retrovisor 0,35 HN HN
Retrovisor principal esquerdo para cima/para
9 0,35 BH MN
baixo
10 Retrovisor secundário direito ESQUERDA/DIREITA 0,35 BV SZ
Retrovisor secundária direita para cima/para
11 0,35 BZ SV
baixo
12 Retrovisor principal direita ESQUERDA/DIREITA 0,35 BR HM
Conector de 6 pinos p/n Tyco 284802-1 - - -
1 Massa 0,75 NS NS
Comando do motor de rebatimento do espelho
2 0,75 HM HM
direito
Massa do motor de rebatimento do espelho
3 0,5 N N
direito
Comando positivo do motor de rebatimento do
4 0,5 NZ NZ
espelho esquerdo
Massa do motor de rebatimento do retrovisor
5 0,5 HB HB
esquerdo
6 Alimentação 0,5 BL BL
Vista 2D do conector
Pino Operação/Número da peça do conector Área de seção transversal Cor do cabo RHD (esquerdo)
do cabo [mm2]
Conector de 4 vias 1/08332/07 Tab.
91353
1 Comando para baixo da janela lateral do 0,35 HR
passageiro
2 Alimentação/iluminação 0,35 BL
3 Massa 0,35 NZ
Comando para cima da janela lateral do 0,35 HV
4
passageiro
JANELAS ELÉTRICAS
Vista 2D do conector
INTERRUPTOR MICRORRELÉ 20 A
Interruptor microrrelé 30 A
INTERRUPTOR MICRORRELÉ T 50 A
Este parágrafo descreve a solução para arranjar fontes de alimentação específicas no compartimento
do motor (por exemplo, para a unidade de controle de luzes Xenon). O diagrama abaixo mostra o
layout correto da fiação adicional que deve ser instalada pelo fabricante de carrocerias.
Lista de materiais:
s Relé/fusível do bloqueio da porta: MTA p/n 03.01560.
s Suporte de fixação do módulo: MTA p/n 03.00475.
s Vedação de passagem do anteparo: SUMITOMO número de desenho 1334413080.
s Anel isolante (+): MTA p/n 17.06711 (furo M8).
s Anel isolante (-): furo M8 (para seções de cabo de 1 a 2,5 mm2 recomendado MTA p/n
17.06731).
s Porca M8: porca hexagonal M8 com anel de nylon.
O cabeamento realizado pelo implementador deve ser adequadamente protegido por meio de fita resis-
tente ao desgaste com o mesmo desempenho que o COROPLAST 880X o com uma mangueira ondulada
de seção apropriada.
2. Nos veículos equipados com cronotacógrafo, a passagem do anteparo já está presente. Remova a fita
adesiva já presente; passe os cabos junto com os do cronotacógrafo e aplique uma nova fita isolante.
3. Nos veículos com câmbio automático, o bloco de relé/fusível já está presente na caixa CVM, neste
caso, para conectar os fusíveis e relés adicionais, é possível usar as posições livres no bloco.
XNOTAS:
1. Os fusíveis devem ser dimensionados corretamente de acordo com a seção mínima dos fios protegi-
dos.
2. Os relés devem ser o tipo padrão FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA (ver capítulo 7).
Se um sistema antifurto tiver que ser instalado, recomendamos usar o kit original p/n 50926750 da
linha de acessórios, feita por um fornecedor autorizado pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL
LTDA.
Reboque
A inserção de centrais de comando não conformes no circuito principal do Novo Ducato para controlar
as luzes adicionais pode causar um mau funcionamento no sistema elétrico/eletrônico do veículo; por
isso a FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA. recomenda o uso de componentes originais
da linha de acessórios. Qualquer personalização pode ser acordada com os fornecedores oficiais do
componente.
Câmbio robotizado
Quando a caixa de velocidades robotizada (op. 407) está instalada sem portas originais ou cabines,
é obrigatório providenciar a instalação do sensor de temperatura externa e o interruptor de status da
porta do motorista.
Este documento descreve o componente chamado Módulo Montador de Caminhão (TUM) e sua instalação.
O TUM é uma central de controle eletrônico que funciona como uma porta de acesso das CANs de alta
e baixa velocidade do veículo a uma rede externa de alta velocidade que utiliza o protocolo J1939 e
envia mensagens de acordo com o padrão do FAST (Sistema de Gerenciamento de Frota) versão 2.0
padrão.
As mensagens disponíveis na rede FMS são descritas no Anexo 1.
Para obter uma descrição completa do padrão, visite o website do consórcio [Link]
com
A B
ETAPAS DE INSTALAÇÃO
C D
B5
Prenda as terminações B1, B2, B3 nos conectores A1, A2, A3 do TUM, respectivamente.
B4
A3
A2
B3 A1
B1
B2
Conectores da unidade de controle TUM
Terminações do chicote de conexão
A central de comando não é impermeável e, portanto, deve ser instalada em uma área seca, de prefe-
rência no habitáculo.
Forneça dois pontos de fixação distanciados em 136 mm.
O espaço ocupado pela central de comando é: 150 mm x 110 mm x 40 mm.
É aconselhável proteger a central de comando em uma superfície plana, usando uma das seguintes
posições.
O conector B4 é um conector padrão usado pelos usuários da central de comando para coletar as infor-
mações do veículo, por isso é aconselhável que ele esteja localizado em um ponto facilmente acessível
para facilitar seu uso.
B4
Detalhes da instalação
Ciclo de instalação
- Gire a chave em STOP e remova-a.
- Deslize completamente para trás o assento do motorista.
1. Remova os botões de fixação (1a) e remova a tampa (1b).
1. Gire a alavanca (1a) como ilustrado e desconecte o terminal negativo (1b) da bateria.
5. Desaperte os parafusos (1a) que fixam a guarnição inferior esquerda do painel (1b) localizada à
esquerda do volante de direção.
11. Lubrifique completamente a superfície traseira da central de comando (1a) com heptano (ou álcool
isopropílico) e aplique um corte de velcro (1b) no tamanho que garanta que a central de comando per-
maneça segura.
1b
1a
13. Pegue o cabo fornecido no kit e conecte as conexões elétricas (1a) à central de comando e use as
abraçadeiras (1b) do veículo para prender a fiação da central de comando e a do veículo antes soltas.
1b
1a
1a
1b
15. Coloque o cabo (1a) da central de comando dentro das presilhas de retenção (1b) da fiação do
veículo.
1b
1a
1a
1b
XNOTA: se a fiação não puder ser inserida no duto ou nos clipes de retenção conforme explicado an-
teriormente, deve-se colocá-la ao lado da fiação original do veículo e protegida com abraçadeiras
plásticas.
1b
1b
19. Remova BC (Body Computer) com cuidado para não danificar a fiação.
1b
1a
21. Conecte a conexão elétrica da fiação da central de comando e posicione a fiação na parte inferior
do suporte de montagem do BC (Body Computer).
25 cm
23. Coloque de volta no lugar a tampa da soleira (1a) e prenda com os parafusos (1b).
25. Coloque de volta no lugar a tampa inferior do montante B (1a) e prenda com os parafusos (1b).
28. Coloque de volta os parafusos (1a) para prender a tampa do painel inferior (1b) no lado direito do
volante de direção.
29. Coloque de volta a tampa do fusível (1) e prenda com os parafusos (2).









