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Optima* MR360 (16 Beat)

Brivo* MR355 (16 Beat)


Sistema 1,5 T MR

Manual do operador
* Optima e Brivo são marcas registradas da General Electric Company

Este documento é o manual do operador para o Optima MR360 (16 Beat) e para o Brivo MR355 (16 Beat). Os recursos,
bobinas e aplicações reais dependerão da configuração do sistema que você optar por adquirir. Você pode obter informações
mais detalhadas sobre Conceito e telas na ferramenta de formação em inglês.

Fabricante:
GE Healthcare do Brasil Comércio e Serviços para Equipamentos Médico- Hospitalares Ltda.
Via Mun. Vereador Joaquim Costa, 1405 Galpão 7
Contagem - MG - Brasil - 32.150-240
Tel. Fax: (031) 3343-6800

Este produto é certificado como:


Sistema e Imagem por Ressonância Magnética Optima MR 360 (16 Beat). Número de Registro na ANVISA 80071260126.
Sistema de Imagem por Ressonância Magnética Brivo MR 355 (16 Beat). Número de Registro na ANVISA 80071260125.

Responsável Técnico: Renata Brandão


CRF/SP: 36.198

Optima MR360 (16 Beat) 1.5T


Brivo MR355 (16 Beat) 1.5T
Manual do operador, português
6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10
© 2018 General Electric Company
Todos os direitos reservados.
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Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
Manual do operador

Índice

Regulamentos e Normas Aplicáveis 31

Capítulo 1: Ler primeiro 1-1


Acerca deste manual 1-2
Informações de segurança 1-2
Avisos de segurança 1-2
Propósito deste manual 1-3
Pré-requisitos 1-3
Janelas instantâneas 1-3
Sobre o scanner de RM 1-5
Ajuda Online 1-7
Abrir/fechar o manual 1-9
Adicionar um tópico aos favoritos 1-11
Imprimir um tópico 1-12
Visualizar um filme 1-13
Interface do usuário do sistema 1-14
Área de cabeçalho 1-15
Área de rodapé 1-18
Terminologia 1-21
Áreas de trabalho 1-23
Área de trabalho da Visualização Automática 1-23
Área de trabalho de Controle/Notas do Protocolo 1-23
Áreas de trabalho relacionadas com a digitalização 1-23
Áreas de trabalho relacionadas com a visualização 1-23
Áreas de trabalho de gestão do sistema 1-23
Áreas de trabalho de gestão de imagens 1-23
Lista de Funcionalidades 1-24
Fluxo de trabalho de MR 1-38

Capítulo 2: Segurança 2-1


Introdução 2-2
Informações de segurança 2-3
Formação do Usuário 2-4
Etiquetas de identificação do produto 2-5
Indicações de Utilização 2-11
Restrições de Utilização 2-12
Instruções de Utilização 2-13
Contraindicações de Utilização 2-15
Segurança do ambiente MR 2-16
Normas de segurança de Ressonância Magnética 2-18
Compatibilidade Eletromagnética 2-19

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Especificações de temperatura e umidade 2-24


Ambiente de Funcionamento do MRCC 2-24
Conceitos básicos sobre campos magnéticos 2-25
Campos magnéticos estáticos 2-26
Zona de Segurança 2-28
Zona de Exclusão 2-32
Efeitos biológicos 2-34
Objetos ferromagnéticos 2-35
Dados do campo magnético espacial 2-37
Informações sobre o magneto 2-38
Definições 2-38
Campo Magnético Espacial 2-39
Gradientes espaciais estáticos em cilindros concêntricos 2-41
Problemas relacionados com os circuitos criogênicos e de refrigeração 2-43
Campos magnéticos gradientes 2-45
Calcular o Valor máximo do gradiente 2-46
Limites de valor do gradiente 2-47
Potência do gradiente máximo do produto 2-48
Estimulação de nervos periféricos 2-49
Ruído acústico 2-52
Campos Eletromagnéticos 2-54
Frequências de RM para espectroscopia multinuclear (MNS) 2-54
Aquecimento do Tecido 2-55
Aquecimento do Ponto de Contato 2-58
Aquecimento do material condutor 2-60
Limites da Taxa de Absorção Específica (SAR) 2-61
B1rms máximo para Bobinas de Transmissão do Corpo e Bobinas de Transmissão da Cabeça 2-64
Perigos clínicos 2-65
Pacientes de alto risco 2-66
Perigos do Escaneamento 2-67
Perigos do equipamento 2-69
Luzes de alinhamento laser 2-70
Ligações de cabos e equipamentos 2-72
Triagem clínica 2-75
Formulário de Triagem 2-76
Compatibilidade com ressonância magnética 2-78
Emergências relacionadas com o paciente 2-79
Procedimentos médicos de emergência 2-79
Sistema de alerta do paciente 2-81
Parada de emergência 2-82
Corte de Emergência 2-83
Desligar a alimentação da PDU 2-84
Inativação do Magneto 2-85

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Procedimento secundário de enfraquecimento do magneto 2-85


Desbloqueio de emergência da mesa de transporte 2-90
Introdução ao Escaneamento e à Visualização 2-92
Escaneamento 2-93
Visualização 2-100
Manutenção do Sistema 2-104
Limpeza geral 2-105
Ventilador de extração 2-106
Serviços de Manutenção 2-107
Introdução aos procedimentos 2-108
Lista de verificação de segurança 2-108
Proteger as zonas de segurança e exclusão 2-110
Preparar o paciente 2-112
Proteger o paciente de queimaduras de RF 2-115
Emergências relacionadas com o equipamento ou ambientais 2-120
Emergências relacionadas com o magneto 2-121
Interrupção dos circuitos criogênicos com falha da ventilação 2-122
Verificar o nível de criogênio 2-124
Sistemas equipados com um Medidor de Nível de Hélio 2-124
Sistemas equipados com uma Unidade de Monitoração do Magneto 2-124
Contato manual com criogênios líquidos 2-125
Revisão de segurança 2-126
Linhas de Orientação sobre testes de compatibilidade com MR 2-128
Conceitos básicos sobre a compatibilidade com RM 2-129
Segurança em RM 2-129
Segurança e eficácia do dispositivo 2-129
Compatibilidade com o scanner 2-130
Abordagem aos testes de compatibilidade 2-131
Classificações 2-132
Classificações de dispositivos 2-132
classificação de zonas 2-132
Forças magnéticas e binários 2-134
Teste de triagem 2-134
Aquecimento 2-135
Inspeção Pré-teste 2-135
Teste de aquecimento 2-135
Distorção do campo magnético 2-136
Procedimentos de compatibilidade com RM 2-137
Testar a compatibilidade com a RM 2-138
Testar forças magnéticas e binários: teste de triagem 2-139
Testar forças magnéticas e binários: teste de pequenos objetos 2-141
Testar o aquecimento: inspeção de pré-teste 2-143
Testar o aquecimento: dispositivos utilizados durante o escaneamento 2-144

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Ficha de Dados de Compatibilidade com RM 2-148


Formulário de Registro de Compatibilidade com RM 2-149
Programas de manutenção periódica 2-150
Sistemas Optima MR360 e Brivo MR355 2-151
Programação de serviços 2-153
Optimized Planned Maintenance (Manutenção planejada otimizada) 2-154

Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do sistema 3-1


Procedimento de inicialização do sistema 3-2
Procedimentos de início e encerramento de sessão do sistema 3-3
Iniciar sessão 3-3
Iniciar sessão de emergência 3-4
Iniciar sessão com privilégios administrativos 3-4
Encerramento manual de sessão 3-4
Procedimento de reinicialização do sistema 3-6
Procedimento de desligamento do sistema 3-7
Procedimento de desligamento de emergência 3-8
Procedimento de reinicialização do TPS 3-9
Procedimento de inicialização móvel 3-11
Procedimento de Garantia de Qualidade Diária Automática 3-12
Fantoma de escaneamento 3-12
Teste de SNR 3-14
Teste do sistema 3-16
Definição de tendências DAQA 3-17
Mensagens DAQA 3-19

Capítulo 4: Gestão do sistema 4-1


Área de trabalho de Gestão do Sistema 4-2
Procedimento de Relatório Eletrônico 4-3
Procedimento de visualização de mensagens do Registro de Erros 4-4
Visualizar mensagens do sistema 4-4
Visualizar mensagens da Gestão de Imagem 4-4
Visualizar mensagens de escaneamento 4-4
Procedimento do Conversor de Imagens Legadas 4-5
Mensagens e condições de erro 4-6
Procedimentos de Manutenção Planejada 4-7
Mensagem de Data de Manutenção Planejada 4-7
Manutenção Planejada Atrasada 4-7
Falha da Manutenção Planejada 4-7
Procedimento de gravação de dados brutos 4-8
Procedimento de configuração da senha de dB/dt de Segundo Nível 4-9
Procedimento de escrita de mensagens no Bloco de Notas de Assistência Técnica 4-10
Procedimentos de acerto da data e hora do sistema 4-11
Selecionar um fuso horário 4-11

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Mudar a data ou hora 4-12


Fechar a Instalação Guiada 4-12
Procedimento de ativação da Assistência Virtual TiP 4-13

Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos) 5-1


Orientação do Localizador de 3 Planos 5-4
Orientação da família de EPI 5-5
Orientação de família FSE 5-6
Orientação de família de GRE 5-7
Família de PROPELLER 2.0 HDTM 5-9
Orientação de família de espectroscopia 5-11
Orientação de família de SE 5-13
Orientação de família Vascular 5-14
Prescrever e digitalizar uma sequência de impulsos 5-16
Procedimento de alteração da PSD dentro de um protocolo 5-17
Considerações sobre Localizador de 3 Planos 5-18
Seleções do parâmetro de digitalização EPI 5-20
Considerações sobre as digitalizações DW EPI e DTI 5-25
Considerações sobre a digitalização do Tensor de Difusão 5-33
Considerações sobre a digitalização EPI FLAIR 5-34
Considerações sobre a digitalização de EPI com Eco Gradiente 5-35
Considerações sobre a digitalização de EPI com Eco de Rotação 5-37
Seleções de parâmetros de digitalização FSE 5-39
Considerações sobre a digitalização de FSE-XL 5-43
Considerações sobre a digitalização de FSE-XL IR Duplo e Triplo 5-45
Considerações sobre a digitalização FSE-IR 5-47
Considerações sobre a digitalização RFSE Rápido-XL 5-48
Considerações sobre FLAIR 5-50
Seleções de parâmetros do T2 FLAIR type-in PSD optflair+ 5-53
Considerações sobre a digitalização de Cubo 5-54
Considerações sobre a digitalização SSFSE e SSFSE-IR 5-57
Seleções de parâmetros de digitalização de GRE 5-59
Considerações sobre a digitalização GRE 5-61
Considerações sobre a digitalização GRE Rápido 5-63
Considerações sobre a digitalização SPGR 5-64
Considerações sobre a digitalização SPGR Rápido 5-65
Aplicações de SPGR/GRE Rápido 5-67
Procedimento de GRE Rápido/SPGR Rápido 3D de eco duplo 5-68
Considerações sobre as digitalizações GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco 5-69
Considerações relativas ao Curso de tempo de GRE Rápido 5-71
Considerações sobre a digitalização FIESTA 2D 5-73
Considerações sobre FIESTA 3D 5-78
Considerações sobre FIESTA-C 3D 5-79
Considerações sobre o modo FastCINE 5-80

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Considerações sobre MDE 2D 5-82


Considerações sobre digitalização MDE 3D 5-83
Considerações sobre a digitalização LAVA 5-84
Considerações sobre a digitalização MERGE 5-85
Fluxo de trabalho de VIBRANT 5-86
Procedimento SWAN 5-94
Seleção de parâmetros de digitalização de PROPELLER 5-96
Comparação de resolução de FSE/T2 PROPELLER 5-99
Considerações sobre a digitalização PROPELLER DWI 5-100
Considerações sobre a digitalização T2 Cérebro 5-101
Considerações sobre a digitalização FLAIR T2 com PROPELLER 5-102
Considerações sobre a digitalização FLAIR T1 com PROPELLER 5-103
Considerações sobre PROPELLER T2 Corpo 5-104
Considerações sobre a digitalização PROPELLER para membros 5-105
Parâmetros de escaneamento de espectroscopia 5-107
Considerações sobre a digitalização de PROBE SVQ 5-117
Considerações sobre a digitalização de PROBE-P 5-119
Seleções de digitalização de CSI PRESS 5-121
Seleções de digitalização de CSI PROBE 2D 5-122
Considerações sobre a digitalização CSI PROBE 3D 5-124
Seleções do parâmetro de digitalização SE/IR 5-127
Considerações sobre a digitalização Eco de Rotação 5-131
Procedimento de Ângulo de Rotação do Eco de Rotação 5-132
Considerações sobre a digitalização de Recuperação de Inversão 5-133
Seleções de parâmetros de digitalização vascular 5-134
Considerações sobre GRE/SPGR TOF 2D 5-135
Considerações sobre a digitalização GRE Rápido/SPGR Rápido TOF 2D 5-136
Considerações sobre a digitalização GRE/SPGR TOF 3D 5-138
Considerações sobre a digitalização GRE Rápido/SPGR Rápido TOF 3D 5-140
Considerações sobre a digitalização GRE/SPGR FastCard 5-141
Considerações sobre o Contraste de Fases 2D 5-143
Considerações sobre Contraste de Fases 2D Rápido 5-145
Considerações sobre Contraste de Fases 3D 5-147
Considerações sobre Contraste de Fases VENC 5-148
Considerações sobre o Afluxo Melhorado 5-150
Considerações sobre Afluxo Melhorado IR 3D 5-152
Considerações sobre a Velocidade 3D Melhorada 5-159
Considerações relativas ao Deltafluxo Melhorado 5-160
Procedimento de definição do atraso ideal do sinalizador 5-167

Capítulo 6: Preparação do paciente 6-1


Triagem de pacientes e funcionários 6-2
Procedimento de transferência do paciente 6-4
Procedimento de posicionamento do paciente 6-6

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Colocação de almofadas no paciente 6-10


Introdução à colocação de almofadas 6-10
Isolamento da bobina cardíaca 6-11
Isolamento da bobina de superfície 6-12
Colocação de almofadas de corpo inteiro 6-13
Almofadas dielétricas 6-14
Conceito de almofadas dielétricas 6-14
Procedimento do abdômen 6-16
Procedimento do pescoço 6-17
Proteger os olhos e ouvidos do paciente 6-18
Procedimento de referenciação do paciente 6-19
Referenciar com a luz de alinhamento 6-19
Procedimento de regresso do paciente ao ponto de referência 6-20
Transferir o paciente para fora da mesa 6-21
Emergências relacionadas com o paciente 6-22

Capítulo 7: Pré-escaneamento 7-1


Sugestões sobre o pré-escaneamento automático 7-2
Procedimento de pré-escaneamento manual 7-3
Fluxo de trabalho do pré-escaneamento manual 7-3
Ajustamento grosseiro da frequência central 7-4
Ajustamento do ganho de transmissão 7-6
Ajustamento fino da frequência central 7-8
Ajustamento do ganho de recepção 7-10
Pré-escaneamento de SAT de gordura/água 7-11
Verificação do tempo de TI 7-13
Procedimento de pré-escaneamento de espectroscopia 7-14
Pré-escaneamento de uma série de espectroscopia 7-14
Ampliar uma região ao longo do eixo de uma janela de traçado 7-14

Capítulo 8: Sessão 8-1


Procedimento de navegação na área de trabalho 8-2
Abrir área de trabalho de Gestão de Imagem 8-2
Abrir a área de trabalho de Gestão do Sistema 8-3
Abrir área de trabalho do gestor da lista de trabalhos 8-4
Procedimento da Sessão de Protocolo 8-5
Abrir uma Sessão de Protocolo 8-5
Fechar uma Sessão de Protocolo 8-5
Procedimentos de Sessão de Revisão 8-6
Abrir uma Sessão de Revisão 8-6
Fechar uma Sessão de Revisão 8-6
Procedimentos para abrir/fechar Sessão de Escaneamento 8-7
Abrir uma Sessão de Escaneamento 8-7
Fechar uma Sessão de Escaneamento 8-7

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Abrir o Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica). 8-9

Capítulo 9: Protocolo 9-1


Procedimento ProtoCopy 9-2
Procedimento de protocolo 9-3
Criar/editar 9-3
Gravar um protocolo no escaneamento 9-4
Protocolos de testes de periféricos 9-5
Definir um protocolo como favorito 9-6
Organizar os protocolos locais 9-7
Reorganizar os protocolos a partir da área de trabalho Gestão do Sistema 9-7
Reorganizar protocolos a partir do Gestor da Lista de Trabalhos 9-7
Eliminar um protocolo 9-8
Eliminar uma série 9-9
Remover uma única série 9-9
Remover todas as séries 9-9
Criar procedimento de protocolo de barra de rolagem 9-10
Tópicos relacionados 9-12
Procedimento para adicionar ou eliminar a barra de deslocamento 9-13
Adicionar uma posição na barra de deslocamento 9-13
Eliminar uma posição na barra de deslocamento 9-13
Procedimento de criação de um ícone de atalho do protocolo 9-15
Configurar o ícone para inclusão nos Atalhos Personalizados 9-15
Utilizar o ícone de atalho para o exame 9-15
Exame com um procedimento de protocolo de barra de rolagem 9-17
Tópicos relacionados 9-17
Procedimento de intercâmbio de protocolos 9-18
Abrir 9-18
Importar 9-19
Exportar 9-20
Adicionar informação do local 9-22
Preferências de relatório 9-23
Pré-visualizar relatório 9-25
Print (Imprimir) 9-27
Procedimento de bloqueio de protocolo 9-28
Redefinir a senha 9-28

Capítulo 10: Notas do protocolo 10-1


Procedimento de notas do protocolo 10-2
Adicionar texto 10-2
Adicionar uma imagem 10-3
Selecionar uma imagem 10-3
Dimensionar uma imagem 10-3
Apagar informações da imagem 10-4

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Eliminar uma imagem em uma Nota de Protocolo 10-6


Adicionar uma imagem a partir de CD/USB 10-8
Copiar/colar notas entre séries 10-9

Capítulo 11: Escaneamento 11-1


Introdução aos parâmetros de digitalização normais 11-4
Introdução ao Rx Gráfico 11-6
Introdução à SAT 11-7
Introdução ao Gestor do Fluxo de Trabalho 11-8
Área de trabalho de digitalização 11-9
Fluxo de trabalho de digitalização para um novo paciente 11-11
Procedimento de digitalização com um protocolo 11-12
Procedimento de digitalização da mesma série 11-14
Procedimento de contraste de transporte automático 11-15
Procedimento de digitalização de calibração 11-17
Considerações de AutoScanTM 11-20
Considerações de AutoView (Visualização automática) 11-21
Procedimento de SAR e dB/dt 11-22
Monitore o SAR durante um exame 11-25
Considerações sobre parâmetros de digitalização 11-28
Correção geométrica 3D 11-28
Fator de aceleração 11-30
Procedimento de TR Automático 11-31
Largura de banda 11-33
Quantidade e tipo de contraste 11-34
ETL 11-35
Procedimento de Rx explícito 11-36
Direção de Compensação do Fluxo 11-37
FOV 11-38
Direção da frequência 11-39
Ângulo de rotação de GRE 11-40
Considerações da reorientação do ângulo de inclinação 11-41
Considerações da direção do eixo de gordura 11-44
Procedimento de seleção de Localizações Antes da Pausa 11-47
Localizações Antes da Pausa 11-47
Aquisições Antes da Pausa 11-47
Repetições Antes da Pausa - FSE 11-47
Localizações por chapa 11-48
Procedimento de seleção do modo 11-49
NEX 11-50
Espectroscopia NEX 11-50
Número de disparos 11-51
Número de Chapas ou Cortes 11-52
Localizações de sobreposição 11-53

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Correção de fase 11-54


FOV de fase 11-56
Fase e Frequência 11-57
Seleções de fase e frequência de espectroscopia 11-57
Procedimento de seleção do plano 11-58
Digitalização de preparação 11-59
Orientação do paciente 11-60
Modo de Acionamento de RF 11-61
Modos de Acionamento de RF: Quadratura e Predefinição 11-62
Modo de Acionamento de RF: Otimizado 11-63
Adquirir uma digitalização de calibração Mapa B1 Rápido 11-63
Salvar Rx 11-66
Compromissos de parâmetros de digitalização 11-67
Escaneamento 11-69
Espaçamento de cortes 11-70
Espessura de corte 11-71
Espiral 11-72
TE e TE2 11-73
TI 11-74
TR 11-75
Abrir/fechar barra de ferramentas 11-76
Fechar a barra de ferramentas do Rx Gráfico 11-76
Abrir/voltar a apresentar a barra de ferramentas do Rx Gráfico 11-76
Abrir/fechar menus da barra de ferramentas 11-76
Procedimento de Rx Gráfico 11-77
2D 11-77
3D 11-78
Copiar/colar 11-79
Copiar Rx do localizador para a janela de visualização ativa 11-79
Copiar Rx no localizador original 11-79
Copiar os parâmetros de digitalização para uma nova prescrição 11-80
Copiar Rx entre o Rx Gráfico de 2D e 3D 11-80
Apagar GRx ou SAT 11-81
Apagar o Rx Gráfico ativo 11-81
Apagar tanto o SAT como o Rx Gráfico 11-81
Apagar apenas SAT 11-81
Bandas SAT IR 11-82
Lente amplificadora 11-83
Ampliar a janela de visualização ativa 11-83
Minimizar a janela de visualização ativa 11-83
Editar PROBE-P 11-84
Espectroscopia CSI PROBE 2D 11-86
Espectroscopia CSI 3D 11-89

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Prescrição radial 11-91


Ferramentas do Rx Gráfico 11-92
Inverter a ordem do corte 11-94
Report Cursor (Cursor de Relatório) 11-96
Cursor de Relatório ativado 11-96
Cursor de Relatório desativado 11-96
Volume de enchimento 11-97
Voxel Único 11-99
Selecionar série 11-102
Volume de Rastreador e 3D 11-103
Procedimento para salvar imagens do localizador 11-105
Considerações sobre a opção Salvar Localizador 11-105
Tópicos relacionados 11-106
Procedimento para salvar Visualizador do Localizador 11-107
Tópicos relacionados 11-111
Procedimento de saturação 11-112
Impulsos de SAT Química 11-112
SAT Espacial 11-114
Copiar/colar SAT 11-116
Procedimento de Início Automático 11-117
Criar/editar protocolo 11-117
Desativar 11-118
Escaneamento 11-119
Procedimento de ativação da Voz Automática 11-121
Ativar 11-121
Controle do volume 11-122
Controle da velocidade 11-123
Definir o controle de velocidade 11-123
Repor a velocidade no valor predefinido 11-124
Sinalizador Fluorescente 11-125
Adicionar um novo idioma 11-126
Gravar instruções 11-127
Eliminar um Idioma 11-128
Eliminar uma Mensagem Local 11-129
Parâmetros de temporização de contraste/digitalização 11-130
PD/T2 11-130
T1 11-131
T2* 11-132
Vascular 11-133
Procedimentos do cronômetro 11-134
Contagem 11-134
Reinicializar 11-135
Procedimento do Fluxo de Trabalho 11-136

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Adicionar sequência de digitalização 11-136


Adicionar tarefa de pós-processamento 11-137
Adicionar tarefa a executar automaticamente 11-137
Adicionar tarefa a executar manualmente 11-137
Cortar/copiar/colar série 11-138
Cortar série 11-138
Copiar/Colar série 11-138
Mover série 11-139
Renomear tarefa 11-140
Mostrar dados futuros 11-141
Procedimento para vincular séries 11-142
Procedimento para editar link 11-147
Salvar protocolo como exame 11-150
Quebrar ligação 11-151
Orientação de artefatos 11-152
Sugestões sobre artefatos 11-153
Anefato 11-153
Uniformidade da SAT de Gordura da coluna cervical (Suscetibilidade de Massa) 11-155
Sombreamento dielétrico 11-156
Artefato de anel DWI e DTI 11-158
Artefato de troca química de Eco de Gradiente 11-159
Não uniformidade do sinal 11-160
PROPELLER 11-161
Enrugamento 11-161
Artefatos de topo do couro cabeludo 11-161
Imagens embaçadas 11-162
Ausência de sinal 11-162
Ondulações 11-163
Fuga de RF 11-164
Falta de homogeneidade de RF 11-165
Sombreamento 11-166
Artefato de estrela 11-167
Artefato de bobina de superfície 11-168
Truncamento 11-169
Artefato de "buraco de verme" 11-171
Procedimento para parar digitalização/terminar exame 11-172
Procedimento Ready Brain 11-173
Configurar o procedimento Ready Brain 11-173
Criar a ligação para o procedimento Ready Brain 11-173
Fluxo de trabalho Ready Brain 11-174
Procedimento de calibração automática 11-179
Calibração automática sem séries de apneia inspiratória ou com voz automática. 11-179
Calibração Automática com séries de apneia inspiratória 11-179

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Tópicos relacionados 11-180


Procedimento de seleção automática de bobina 11-181

Capítulo 12: Respiratório 12-1


Procedimento do fole respiratório 12-2
Considerações sobre a opção Compensação Respiratória 12-5
Considerações sobre a opção Controle/Sinalização Respiratório 12-7

Capítulo 13: CV do Usuário 13-1


CV do Usuário de Ordem de Aquisição 13-3
CV do Usuário de Vetor de Fase Adaptável 13-4
CV do Usuário de Monitoração de Arritmia 13-5
Modo FastCINE 13-5
Modo FastCard 13-5
CV do Usuário de Otimização da Supressão de Água Automática 13-7
CV do Usuário de Cancelamento de Névoas 13-8
CV do Usuário do Kit de Ferramentas do Corpo 13-9
CV do Usuário de Supressão Clássica de Anefatos 13-10
CV do Usuário Melhoria de Cubo 13-11
CV do Usuário de Sintonização do Eco 13-12
CV do Usuário Supressão do CSF do Corte de Extremidade 13-13
CV do Usuário de SAT com Máscara nas Extremidades 13-14
Editable refocus flip angle (Refocagem editável do ângulo de rotação) 13-15
CV do Usuário de Supressão de Linha Fina Melhorada 13-17
Supressão de gordura melhorada 13-18
CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta 13-19
CV do Usuário de Eficiência de Saturação de Gorduras 13-21
Uniformidade de Saturação de Gordura 13-22
CV de Usuário de Inversão FLAIR 13-24
CV do Usuário de Otimização de Fluxo 13-25
CV do Usuário de Otimização de Quantificação do Fluxo 13-26
CV do Usuário de Otimização de NEX Fracionado 13-27
Otimização dos gradientes para difusão completa 13-28
CV do Usuário de Otimização de Meio NEX 13-29
CV do Usuário de Atraso de Aquisição de Imagem 13-30
CV do Usuário de Espaço k 13-31
CV do Usuário Flair T1 Legado 13-33
CV do Usuário de Número Máximo de Ecos 13-34
CV do Usuário de Número Máximo de Otimização de Cortes 13-35
CV do Usuário de Período Máximo de Monitoração 13-36
CV do Usuário de Máscara de Ponderação de Magnitude 13-37
CV do Usuário de Aquisições Mínimas 13-38
CV do Usuário de Desvio da Frequência de MT 13-39
CV do Usuário de Tipo de Impulso MT 13-41

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CV do Usuário de Método de Excitação do Navegador 13-43


CV do Usuário de Número de ddas 13-44
CV do Usuário do Número de Série de Eco Intercalada 13-45
CV do Usuário de Número de Pontos 13-46
CV do Usuário de Número de Cortes a Serem Eliminados 13-47
CV do Usuário de Número de Passos TE 13-48
CV do Usuário Legacy Phase Correction (Correção de Fase Legada) 13-49
CV do Usuário de Amostragem de Rampa 13-51
CV do Usuário de Leitura da Polaridade do Lóbulo 13-52
Tipo de Reconstrução 13-53
CV do Usuário de Navegação Limitada em Tempo Real 13-54
CV do Usuário de Impulso RF 13-55
CV do Usuário da Resolução para Escaneamentos de CSI 13-56
CV do Usuário de SAT em Tempo Real 13-57
CV do Usuário de Ordem de Ciclo Inverso 13-58
CV do Usuário de Lacuna de SAT otimizada para SLIP 13-59
CV do Usuário de Lacuna de SAT 13-60
CV do Usuário Reprodução de SAT 13-61
CV do Usuário de Modo de Escaneamento 13-62
CV do Usuário Uniformidade de Corte 13-63
CV do Usuário Percentagem de pkfr 13-64
CV do Usuário Shim Volume Mode (Modo de Volume de Enchimento) 13-65
CV do Usuário de SAT Espacial 13-66
CV do Usuário (FatSAT Espectral Espacial) 13-67
CV do Usuário de Largura Espectral 13-68
CV do Usuário de Número Total de Escaneamentos 13-69
CV do Usuário Modo Turbo 13-70
CV do Usuário de Uniformidade dos Vasos 13-71
CV do Usuário de Ordem de Visualização 13-72
CV do Usuário de Excitação de Volume Completo 13-73

Capítulo 14: Visualizador 14-1


Visualizador: Procedimento de abertura da área de trabalho 14-3
Área de trabalho do Visualizador 14-4
Procedimento de anotação no Visualizador 14-6
Adicionar anotação 14-6
Ajustar o tamanho do tipo de letra 14-8
Alterar níveis de anotação 14-9
Alterar o nível da anotação na imagem de apresentação 14-9
Alterar o nível da anotação no filme 14-11
Propagar anotação 14-14
Apagar anotação 14-15
Procedimento de ativação de mate no Visualizador 14-16
Ativar mate 14-16

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Propagar mate 14-18


Apagar mate 14-19
Procedimento de medição no Visualizador 14-20
Medir uma área 14-20
Propagar medição 14-22
Eliminar uma medição 14-23
procedimento de ROI no visualizador 14-24
Ativar uma ROI 14-24
Propagar uma ROI 14-26
Eliminar uma ROI 14-27
Ajustar valores de largura/nível 14-28
Método 1: Botão central do mouse 14-28
Método 2: Botão esquerdo do mouse 14-28
Método 3: Predefinições 14-28
Método 4: Painel de controle 14-29
Método 5: Teclado 14-29
Procedimento de largura/nível no Visualizador 14-31
Personalizar predefinições 14-31
Procedimento de Referência Cruzada no Vizualizador 14-32
Adicionar um corte 14-32
Adicionar todos os cortes 14-33
Adicionar primeiro/último corte 14-34
Adicionar intervalo de corte 14-35
Adicionar amplitude de corte 14-36
Remover cortes 14-37
Procedimento de reprodução de filme Cine 14-38
Procedimento de introdução através da Linha de Comandos 14-40
Procedimento de alteração de cores 14-41
Procedimento de comparação de imagens 14-42
Procedimento de visualização normal 14-44
Procedimento para apagar ou ocultar objetos 14-45
Express Spine Annotation 14-46
Procedimento de filtro de imagens 14-51
Procedimento para virar/girar imagens 14-52
Procedimento de visualização do formato 14-54
Procedimento de contraste melhorado da Escala de Cinza 14-55
Procedimento de apresentação da grade 14-56
Procedimentos de controles de imagem 14-58
Procedimento de seleção de imagem 14-60
Método 1: Anotação de imagem ativa 14-60
Método 2: Linha de comandos 14-60
Método 3: Teclado 14-60
Método 4: Painel de controle de imagem 14-60

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Procedimento de inversão de imagem 14-62


Método 1: Ícone de largura e nível da janela 14-62
Método 2: Linha de comandos 14-62
Procedimento para minimizar/maximizar imagem 14-63
Procedimento de propagação de objetos 14-65
Procedimento de ativação de Imagem de Referência 14-66
Procedimento do cursor de relatório 14-67
Procedimento de deslocamento de imagens 14-68
Procedimento de disposição da tela 14-69
Procedimento de captura de imagem de tela 14-71
Procedimento de vinculação de série 14-73
Viewer (Visualizador): Procedimentos de seleção de Exame/Série/Imagem 14-74
Procedimento de visualização de Página de Texto 14-75
Procedimento de visualização de escalas graduadas 14-76
Procedimento de ampliação de imagens 14-77
Método 1: Guia Display (Visualização) 14-77
Método 2: Painel de controle de imagem 14-77
Método 3: Anotação na tela 14-77
Método 4: Lupa 14-78
Procedimento de gravação de estado 14-79

Capítulo 15: Visualizador SR 15-1


Procedimento de abertura,visualização e edição do Visualizador de SR 15-2
Procedimento de criação de modelo no Visualizador de SR 15-4

Capítulo 16: Visualizador de Volume 16-1


Procedimento de abertura do Visualizador de Volume 16-4
Lista de Aplicativos de Sessão 16-4
Gestor do Fluxo de Trabalho 16-4
Área de trabalho do Visualizador de Volume 16-5
Tela do controlador de revisão do Visualizador de Volume 16-6
Menu de apresentação (ativado pelo botão direito do mouse) no Visualizador de Volume 16-8
Procedimento de anotação no Visualizador de Volume 16-10
Anotação ativa 16-10
Adicionar anotações às imagens 16-13
Adicionar anotação a uma imagem 16-13
Adicionar anotações predefinidas às imagens 16-13
Definir as preferências de anotação 16-14
Predefinições de anotação 16-15
Eliminar anotação 16-16
Eliminar uma anotação predefinida 16-16
Eliminar uma anotação introduzida pelo usuário numa imagem 16-16
Criar um protocolo de lote 16-17
Nomear uma série de lote salva 16-18

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Lote (rotação) 3D para 3D e IVI 16-19


Ciclo de lote sem um protocolo 16-21
Lote oblíquo sem protocolo 16-22
Procedimento de filme de lote no Visualizador de Volume 16-24
Eliminar um protocolo de filme de lote 16-24
Exportação rápida 16-25
Guardar uma imagem individual 16-27
Procedimento de coloração de imagens no Visualizador de Volume 16-28
Colorir imagens 16-28
Colorir imagens utilizando um mapa de cores 16-28
Colorir imagens com tons da mesma cor ou colorir exibições não conjugadas 16-28
Colorir exibições 3D conjugadas 16-28
Definir valores de LUT discretos 16-30
Procedimento de histograma no Visualizador de Volume 16-31
Volume ou seção transversal (X Sect) 16-31
Gráfico de perfil 16-32
Procedimento de medição no Visualizador de Volume 16-33
Precisão da medição 16-33
Resolução da medição 16-33
Precisão geométrica 16-33
Resolução do conjunto de imagens 16-33
Precisão da aquisição 16-34
Definições de visualização 16-34
Medições de objetos 3D 16-34
Medir ângulo 16-36
Medir área 16-37
Medir distância 16-38
Remover e duplicar ou refletir gráficos 16-39
Remover gráficos 16-39
Duplicar ou refletir gráficos 16-39
Medir volume 16-40
Eliminar gráficos 16-40
Procedimento de esquema de apresentação pré-definido no Visualizador de Volume 16-41
Aplicar 16-41
Salvar 16-42
Renomear 16-44
Eliminar 16-45
Modificar 16-46
Procedimento da ROI no Visualizador de Volume 16-48
Depositar uma ROI 16-48
Modificar uma ROI 16-49
Navegar entre ROIs 16-50
Definir as preferências da ROI 16-51

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Apagar ou duplicar ROI 16-52


Procedimento de segmento no Visualizador de Volume 16-53
Seleção automática 16-53
Limite 16-54
Manter/remover o objeto 16-54
Pintura nos cortes 16-55
Pintura rápida 16-57
Remover a pintura 16-57
Bisturi 16-58
Limpar um traço 16-58
Anular um corte 16-58
Editar um traço 16-58
Remover ou manter objetos 16-59
Remover objetos 16-59
Mostrar objetos removidos 16-59
Procedimento de reformatação curva do Visualizador de Volume 16-60
Editar ou limpar um traço 16-60
Salvar cada imagem na curva 16-60
Procedimento de seleção automática IVI no Visualizador de Volume 16-61
Adicionar estrutura 16-61
Editar imagem 3D de seleção automática 16-61
Remover estruturas 16-62
Fluxo de trabalho de IVI no Visualizador de Volume 16-63
Procedimento para ligar/desligar no Visualizador de Volume 16-66
Procedimento para salvar/acessar um modelo 3D no Visualizador de Volume 16-67
Salvar temporariamente um modelo 16-67
Acessar um ícone de modelo 3D para uma janela de visualização 16-67
Eliminar um ícone de modelo 3D 16-67
Procedimento para salvar estado no Visualizador de Volume 16-68
Acessar a imagem do estado salvo 16-68
Procedimento multiplanar e 3D no Visualizador de Volume 16-69
Procedimento da guia Minhas Ferramentas do Visualizador de Volume 16-70
Apresentar apenas a guia Minhas Ferramentas 16-70
Clicar com o botão direito do mouse para adicionar uma ferramenta 16-70
Arrastar e soltar para adicionar uma ferramenta 16-70
Reorganizar ferramentas 16-70
Eliminar uma ferramenta 16-70
Procedimentos de definição de controles de imagem de acesso rápido no Visualizador de Volume 16-71
Rotação/paginação livre 16-71
Ampliação 16-71
Percorrer 16-71
Depositar ponto 16-71
Seleção 16-71

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Largura e nível 16-71


Procedimento de definição de imagem de referência no Visualizador de Volume 16-73
Selecionar uma exibição de linha de base para ser utilizada como referência 16-73
Mover a imagem de referência 16-73
Restaurar o ponto focal 16-73
Remover a imagem de referência 16-73
Modificar o nível da janela da imagem de referência 16-73
Fluxo de trabalho de reformatação no Visualizador de Volume 16-75
Procedimento do cursor de relatório no Visualizador de Volume 16-77
Procedimento de obturador no cursor no Visualizador de Volume 16-78
Procedimento de criação de traço no Visualizador de Volume 16-79
Criar um traço utilizando o painel de traço 16-79
Criar um traço utilizando o menu em apresentação 16-79
Editar um traço 16-80
Bloquear o cursor 3D para um traço 16-80

Capítulo 17: Gestor da Lista de Trabalhos 17-1


Área de trabalho do Gestor da Lista de Trabalhos 17-2
Procedimento para editar, eliminar, duplicar um paciente no Gestor da Lista de Trabalhos 17-5
Editar um paciente 17-5
Duplicar um paciente 17-5
Eliminar um paciente 17-5
Procedimento de introdução de um novo paciente do Gestor da Lista de Trabalhos 17-6
Procedimento de pesquisa no Gestor da Lista de Trabalhos 17-8
Procedimento de configuração de MR com o sistema HIS/RIS 17-9
Procedimento de controle do conteúdo da Lista de Pacientes do Gestor da Lista de Trabalhos 17-10
Aumentar o tamanho da Lista de Pacientes 17-10
Mostrar os exames em curso 17-10
Mostrar exames concluídos 17-10
Procedimento de atualização de dados do Gestor da Lista de Trabalhos 17-11
Definir o tempo de atualização e a extensão da atualização 17-11
Procedimento de reorganização de colunas do Gestor da Lista de Trabalhos 17-12
Procedimento de pesquisa na base de dados do Gestor da Lista de Trabalhos 17-13
Ordenação da Lista de Pacientes 17-14

Capítulo 18: Preferências 18-1


Procedimento de preferências 18-2
Senha de administrador 18-2
Barra de ferramentas do Rx Gráfico 18-3
Ativar o modo de investigação/clínico 18-4
Detalhes do parâmetro de escaneamento 18-5
Movimento automático da mesa 18-6

Capítulo 19: Ferramentas Image Management (Gestão de Imagem) 19-1


Procedimento de reordenação da lista Seleção de Aplicativos 19-2

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Procedimento de extração de imagens com CIET 19-3


Procedimento de apresentação de cabeçalho DICOM 19-4
Procedimento de anonimato do paciente 19-5
Procedimento de definição do anonimato do paciente 19-6

Capítulo 20: Gestão de Imagem 20-1


Área de trabalho de Gestão de Imagem 20-2
Controles da Lista de Pacientes 20-3
Lista de Pacientes 20-3
Destinos 20-5
Reciclagem 20-6
Gestão de trabalhos 20-6
Mensagens da Gestão de Imagem 20-6
Compatibilidade DICOM entre sistemas de MR da GE 20-7
Encontrar exame 20-8
Ordenar lista 20-9
Lista de filtros 20-10
Procedimento da Lista de Pacientes 20-11
Remover filtro 20-11
Atualizar base de dados 20-12
Ajustar imagens 20-13
Atalhos do teclado 20-15
Remover imagens 20-16
Dimensionar as áreas de exame/série/imagem 20-17
Numeração das séries 20-18
Esvaziar conteúdo 20-21
Procedimento da Reciclagem 20-22
Eliminar definitivamente exames/séries 20-22
Recuperar imagens 20-23

Capítulo 21: Arquivo/Rede 21-1


Procedimento de CD/DVD/USB 21-2
Compatibilidade 21-2
Como manusear CD/DVDs 21-3
Salvar imagens 21-4
Restaurar imagens 21-8
Visualizar imagens no PC ou notebook 21-10
Procedimento de arquivo 21-15
Envio automático 21-15
Definir nó de Arquivo Automático para o exame atual 21-15
Definir nó de Arquivo Automático para o sistema 21-15
Envio automático seletivo por série 21-17
Definir um sistema host ou nó 21-19
Visualizar registro de segurança/fila 21-20

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Eliminar trabalhos da lista de Trabalhos Concluídos 21-20


Configurar um sistema host 21-21
Adicionar ou editar um sistema host 21-21
Mover nós na lista de configuração 21-21
Ajustar o tamanho da coluna na barra do menu Sistemas Hosts Configurados 21-22
Remover nós da lista de Sistemas Hosts Configurados 21-22
Testar (enviar ping) um sistema host remoto 21-22
Envio manual 21-23
Destacar um dispositivo 21-24
Recuperação de imagens de base de dados local 21-25
Séries GSPS 21-27
Envio automático 21-28
Definir nó de Rede Automática para o exame atualmente ativo 21-28
Definir nó de Rede Automática para o sistema 21-28

Capítulo 22: Aplicativos de Dados da Gestão de Imagem 22-1


Procedimento para abrir/fechar a área de trabalho de Aplicativos de Dados 22-2
Abrir uma área de trabalho de Aplicativos de Dados 22-2
Fechar uma área de trabalho de Aplicativos de Dados 22-2
Procedimento de exportação de dados 22-3
Compor um relatório 22-3
Eliminar itens da guia Exportação de Dados 22-5
Exportar um relatório 22-6
Visualizar um relatório em um PC 22-8
Procedimento de redimensionamento da área de trabalho de Aplicativos de Dados 22-10
Procedimento para editar dados do doente 22-11

Capítulo 23: Aplicativos de Sessão 23-1


Procedimento de adição/subtração 23-2
Vincular imagens 23-2
Extração de valores de pixel mínimos/máximos. 23-3
Adicionar/subtrair imagens 23-4
Procedimentos do Seletor de Dados 23-5
Ajustar a área da lista de exame, série ou imagem (1) 23-5
Selecionar um exame, série ou imagem (2) e iniciar um aplicativo 23-5
Expandir ou contrair as seleções da barra de menu (3) 23-5
Campos de ordenação (4) 23-5
Procedimento para iniciar a Análise de Fluxo 23-7
Procedimento de visualização de vários exames no Visualizador 23-9
Procedimento de manipulação de imagens coladas 23-10
Ícones do painel de controle 23-10
Registro automático 23-13
Procedimento de colagem 23-15
Selecionar uma nova série para colar 23-17

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Capítulo 24: Opções de Imagiologia 24-1


Anotação das opções de imagiologia 24-3
Procedimento de Opções de Imagiologia 24-5
Procedimento da opção de imagiologia IDEAL 24-6
Criar uma série num protocolo existente 24-6
Digitalizar uma série 24-8
Visualizar imagens 24-9
Opção de imagiologia Multi-Fases 24-11
Seleções dos parâmetros de digitalização 24-11
Procedimento de início manual 24-14
Considerações sobre a redução do ruído acústico 24-15
Considerações sobre o ARC 24-17
Procedimento de ASSET 24-19
Considerações sobre a opção Supressão do Fluxo Sanguíneo 24-23
Considerações sobre a opção CCOMP 24-24
Considerações sobre a opção Clássica 24-25
Considerações sobre a opção Preparado para DE 24-26
Considerações sobre a opção Intervalo Dinâmico Alargado 24-27
Considerações sobre a opção Compensação de Fluxo 24-28
Adquirir uma digitalização em Tempo Real com Sinalizador Fluorescente 24-29
Considerações sobre a opção Série Eco Completa 24-31
Considerações sobre a opção Preparado para IR 24-32
Seleções do parâmetro de digitalização Transferência de Magnetização 24-33
Considerações sobre a opção MRCP 24-34
Considerações sobre a opção Sem Cobertura de Fase 24-35
Considerações sobre a opção Sequencial 24-36
Considerações sobre a opção Pixel Quadrado 24-37
Considerações sobre a opção RF Espectral Espacial 24-38
Considerações sobre a opção Preparação de T2 24-39
Considerações sobre a opção RF Adaptada 24-40
Considerações sobre a opção ZIP 24-41
Dicas sobre Corte ZIP 24-41
Dicas sobre Matriz ZIP 24-41
Considerações sobre ZIP 24-42
Considerações sobre RF ajustado 24-43
Guia Navegador 24-43

Capítulo 25: Filtros de imagem e correção de intensidade 25-1


Considerações sobre filtros 25-2
Adicionar um filtro de imagem ou correção de intensidade a um procedimento de série de digi-
talização 25-4
Procedimento de aplicação de Filtro de Imagem no pós-processamento 25-5
Procedimento de adição do filtro de imagem como tarefa de pós-processamento 25-6
Executar uma tarefa de filtro manual no Gestor do Fluxo de Trabalho 25-6

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Capítulo 26: FuncTool 26-1


Procedimento de abertura do FuncTool 26-3
Área de trabalho do FuncTool 26-4
Tela do painel de controle FuncTool 26-5
Tela do Controlador de Revisão do FuncTool 26-10
Procedimento de anotação ativa no FuncTool 26-13
Procedimento de ajustamento de largura/nível no FuncTool 26-19
Ajustar os valores de largura/nível de uma imagem 26-19
Procedimentos de atalhos do teclado do FuncTool 26-20
Valores de pixel em imagens salvadas 26-21
Mapas funcionais 26-21
Procedimento de cálculo no FuncTool 26-22
Algoritmos do FuncTool 26-23
Fluxo de trabalho do FuncTool 26-33
ASL 3D 26-33
fMRI (BOLD) 26-36
Considerações sobre o BrainStat 26-39
BrainStat GVF 26-41
Opcional: Selecionar o botão Density ROI (Preencher ROI) 26-45
Tensor de Difusão 26-47
DWI 26-49
FiberTrak 26-52
Fusion (Fusão) 26-57
MR-Touch 26-61
MR SER Mama 26-65
MR Padrão Cérebro 26-71
MR Padrão Mama 26-76
R2Star 26-81
Cartigrama (Mapa de T2) 26-84
Procedimentos comuns 26-87
Procedimento de espectroscopia no FuncTool 26-88
Correção da linha de base 26-88
Ajustamento de mudança de frequência 26-90
Visualização de metabólito 26-94
Visualização da etiqueta de metabólito 26-95
Ajustamento da mudança de fase 26-97
Visualização de espectros 26-99
Visualização de espectros alternados 26-104
Mudança de voxel de espectroscopia 26-106
Procedimento para Filmar/Salvar no FuncTool 26-109
Salvar imagem para Gerar Relatório 26-109
Salvar dados do gráfico 26-110
Salvar mapas paramétricos ou funcionais 26-111

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Salvar imagens a cores 26-113


Salvar imagens do FiberTrak 26-114
Procedimento para gerar relatório no FuncTool 26-115
Gerar relatório DICOM SR 26-115
Gerar relatório na base de dados 26-116
Arquivar ou colocar em rede um relatório gerado 26-118
Procedimento do botão direito do mouse no FuncTool 26-119
Introdução às funções ativadas com o botão direito do mouse 26-119
Procedimentos 26-120
Mostrar exibição do gráfico 26-121
Anotar uma mensagem 26-122
Painel de cores 26-123
Visualização normal 26-124
Ocultar/mostrar ROI de PRESS 26-125
Ocultar/mostrar banda de SAT 26-126
Mover para o centro 26-127
Definir Imagem de Referência 26-128
Salvar Exibição e Adicionar ao Relatório 26-129
Restaurar ROIs 26-130
Captura de tela 26-131
Tratos 26-132

Capítulo 27: Filmer 27-1


Procedimento para Abrir o Filmer 27-2
Procedimento para Deslocar imagens no Filmer 27-3
Procedimento para Carregar imagens no Filmer 27-4
Procedimento para Eliminar uma imagem ou página do MiniFilmer 27-5
Procedimento para Arrastar e soltar no Filmer 27-6
Procedimento para ações automatizadas no Filmer 27-7
Procedimento para Anotação no Filmer 27-8
Adicionar ou remover anotações introduzidas pelo usuário 27-8
Ligar e desligar as anotações de imagens 27-8
Procedimento para Virar ou rodar as imagens no Filmer 27-9
Procedimento para Mudar o zoom no Filmer 27-10
Procedimento para Definir a função do botão central do mouse no Filmer 27-11
Procedimento para Grupos no Filmer 27-12
Para criar um novo grupo de imagens 27-12
Para eliminar um grupo de imagens 27-12
Procedimento para Definir preferências no Filmer 27-13
Procedimento para Modificar o painel de ferramentas no Filmer 27-14
Procedimento para Mudar largura e nível da janela no Filmer 27-16
Procedimento para Mudar a apresentação no Filmer 27-17
A partir do MiniFilmer (Mini Gravador de filmes) 27-17
A partir da tela Edit (Edição) 27-17

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Criar a sua própria apresentação 27-17


Mudar a apresentação durante a filmagem 27-17
Procedimento para Modo de apresentação livre e de grade no Filmer 27-18
Procedimento para Copiar, cortar e colar no Filmer 27-19
Copiar e colar uma imagem 27-19
Cortar uma imagem 27-19
Procedimento para Imprimir definições no Filmer 27-20
Procedimento para Imprimir imagens no Filmer 27-21
Procedimento para Fila do Filmer 27-22

Capítulo 28: Editor de filme 28-1


Procedimento de mostrar/ocultar filme 28-2
Ocultar/mostrar Compositor de Filmes em uma guia de sessão 28-2
Abrir a guia Film (Filme) e o Compositor de Filmes no Visualizador 28-3
Procedimento do método de filmagem 28-4
F1 - filmar uma imagem 28-4
F2 - filmar página 28-5
F3 - filmar múltiplas janelas de imagens 28-6
Filmar uma série 28-7
Arrastar e soltar 28-8
Eliminar imagem 28-9
Configurar (adicionar) uma impressora 28-10
Procedimento de visualização de estado do filme 28-12
Área de estado 28-12
Visualizar fila ou registro de filmagem 28-12
Procedimento de filmagem de página de texto 28-13
No Visualizador 28-13

Capítulo 29: Aplicações 29-1


Procedimento IDEAL IQ 29-3
Adquirir uma digitalização IDEAL IQ 29-3
Indicações de utilização do IDEAL IQ 29-3
Apresentar imagens IDEAL IQ 29-5
Procedimento do MR-Touch 29-7
Fluxo de trabalho do MR-Touch 29-7
Criar um protocolo 29-8
Preparar o paciente 29-11
Digitalizar a série 29-14
Desenhar uma ROI 29-16
Procedimento Multi-Estações 29-18
Preparar o paciente 29-18
Adquirir um localizador 29-19
Preparar a série 29-21
Digitalizar a série 29-24

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Procedimento de Tempo Real 29-26


Iniciar uma digitalização 29-26
Guia Acquire (Adquirir) do iDrive Pro Plus 29-27
Guia Review (Rever) do iDrive Pro Plus 29-32
Procedimento de SmartPrep (Preparação Inteligente) 29-36
Preparar o paciente 29-36
Adquirir um localizador 29-37
Preparar a série 29-38
Digitalizar a série 29-40
Adquirir uma digitalização ASL 3D 29-42
Adquirir uma digitalização BRAVO 29-45
Adquirir uma digitalização BREASE 29-47
Adquirir uma digitalização Cine IR 29-50
Adquirir uma digitalização COSMIC 29-52
Adquirir uma digitalização LAVA-Flex 29-53
Visualizar imagens LAVA-Flex 29-55
Adquirir um escaneamento de Navegador 29-56
Adquirir uma digitalização QuickSTEP 29-62
Adquirir uma digitalização de Mapa de T2 (Cartigrama) 29-65
Adquirir uma digitalização TRICKS 29-67

Capítulo 30: Privacidade de Dados 30-1


Procedimento para abrir a interface da Privacidade de Dados 30-2
Procedimentos da Privacidade de Dados 30-3
Ativar 30-3
Início de sessão de emergência 30-4
Início e fim de sessão 30-5
Procedimentos de grupo na Privacidade de Dados 30-7
Adicionar um grupo 30-7
Atribuir permissões a grupos 30-8
Eliminar um grupo 30-9
Procedimentos de usuário na Privacidade de Dados 30-10
Adicionar usuários 30-10
Alterar o nome de um usuário 30-11
Alterar a senha de um usuário 30-12
Eliminar usuários 30-13

Capítulo 31: Cardíaco 31-1


Gravar sinais controlados 31-2
Planos cardíacos básicos 31-3
Planos cardíacos 31-5
Plano da aorta 31-5
Plano da válvula aórtica 31-6
Tratos e cavidades do fluxo de saída cardíaco 31-8

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Válvula mitral 31-10


Válvula pulmonar 31-12
Válvula tricúspide 31-13
Preparação do paciente para um exame cardíaco 31-15
Preparar a bobina 31-15
Exame controlado por ECG 31-16
Exame com Controle periférico 31-19
Controle padrão 31-21
Controle vetorial 31-23
3D do Coração 31-25
Fluxo de trabalho cardíaco 31-32
Procedimento de aquisição de um volume de enchimento em FIESTA 2D 31-32
Isquemia cardíaca 31-36
Artéria coronária principal esquerda 31-39
Forame oval patente 31-40
Artéria coronária direita 31-42

Capítulo 32: Equipamento 32-1


Computador 32-2
Conceito de teclado 32-4
Controles do magneto 32-7
Painel de visualização na tampa do magneto 32-10
Seleções de visualização na tampa do magneto 32-10
Tela de monitor 32-12
Controle do PAC 32-13
Estação de trabalho 32-17
Mesa removível e componentes da mesa 32-18
Mesa fixa e componentes da mesa 32-20
Sala de bastidores de equipamento 32-22
Bobinas dos gradientes 32-23
Bobinas de enchimento 32-24
Bobinas (de superfície) RF 32-25
Conectores de bobina de superfície (RF) 32-28
Porta do transportador de bobina 32-28
Tópicos relacionados 32-29
Conceito dos botões de parada de emergência e de cancelamento da digitalização 32-30
Parada de emergência 32-30
Cancelar digitalização 32-30
Sistema de alerta do paciente 32-31
Especificações do sistema 32-33
Especificações técnicas de 1,5 T 32-33
Lista de bobinas 32-35
Controles do mouse 32-37
Procedimentos do teclado 32-38

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Selecionar uma imagem utilizando o teclado 32-38


Abrir o Viewer (Visualizador) 32-38
Ordenar dados no browser 32-38
Selecionar uma imagem utilizando o teclado 32-38
Selecionar uma imagem utilizando a Linha de Comandos 32-38
Procedimentos de largura e nível da janela 32-38
Abrir o Viewer (Visualizador) 32-38
Ajustar os valores de Largura/Nível com o botão central do mouse 32-38
Ajustar os valores de Largura/Nível com as teclas do teclado 32-39
Ajustar os valores de Largura/Nível com a Linha de Comando 32-39
Procedimento de encaixe/desencaixe da mesa 32-40
Encaixar a mesa 32-40
Desencaixar a mesa 32-41
Procedimento de conforto do paciente 32-42
Ajustar os controles do ventilador ou luz a partir da sala de digitalização 32-42
Desligar o ventilador ou luz do magneto 32-42
Procedimento de alerta do paciente 32-43
Ajustar o padrão sonoro de alerta do paciente 32-44
Procedimento de ligação de bobinas 32-45
Bobinas de 8, 16 canais 32-45
Bobinas herdadas 32-45
Verificação do identificador de bobina 32-46
Procedimento de avaria na bobina 32-47
Procedimento de não uniformidade de sinal da bobina 32-48
Procedimento de teste da Unidade de Inativação do Magneto 32-50
Ruptura ou derramamento do fantoma 32-52
Procedimentos da bobina de superfície 32-53
Seleção da bobina 32-53
Referenciação da bobina 32-53
Bobinas multi-canal 32-53

Capítulo 33: Fluxos de trabalho de escaneamento 33-1


Cérebro Pronto 33-2
Fluxo de trabalho com implantes mamários 33-5
Questões de triagem para pacientes com implantes mamários 33-5
Frequência Central e impulsos de SAT 33-5
Contraste de imagem 33-6
Procedimento para implantes de silicone 33-8

Glossário 34-1
Índice remissivo 35-1

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Regulamentos e Normas Aplicáveis


Este equipamento gera, utiliza e pode emitir energia de radiofrequência. O equipamento pode causar
interferências de radiofrequência em outros aparelhos médicos e não médicos, bem como em comunicações
de rádio. Todavia, não há qualquer garantia de que tais interferências não ocorrerão em uma instalação em
particular.

Se for detectado que este equipamento provoca interferência (a qual pode ser determinada ligando e
desligando o equipamento), o usuário (ou o pessoal de manutenção qualificado) deverá tentar corrigir o
problema, empregando uma ou mais das seguintes medidas:

reoriente ou reposicione os aparelhos afetados;


aumente a distância entre o equipamento e o aparelho afetado;
ligue o equipamento a partir de uma fonte de alimentação diferente da fonte do aparelho afetado; e/ou
consultando o ponto de venda ou o representante da assistência técnica para obter mais sugestões.

O fabricante não é responsável por qualquer interferência causada pela utilização de outros cabos de ligação
que não os recomendados, ou por alterações ou modificações não autorizadas deste equipamento. As
alterações ou modificações não autorizadas a este equipamento podem invalidar a autoridade do usuário para
operar o equipamento.
Não utilize aparelhos que transmitam sinais de RF (celulares, transdutores ou produtos controlados via rádio) na
proximidade deste equipamento, visto poderem causar um desempenho contrário às especificações
publicadas. Mantenha tais aparelhos desligados quando estiverem perto deste equipamento.
O pessoal médico responsável por este equipamento é obrigado a instruir os técnicos, pacientes e outras
pessoas que possam estar perto deste equipamento, para que estejam em total conformidade com o referido
equipamento.
GE Healthcare do Brasil LTDA não declara conformidade com a IEC 60601-1-2, uma vez que a mesma não é
certificada de acordo com a legislação vigente do Brasil. Contudo, podemos referenciar que o sistema é
classificado como:

um dispositivo de Classe I

ADVERTÊNCIA
Para evitar risco de choque elétrico, este equipamento deve ser conectado apenas a uma fonte de
alimentação com aterramento de proteção.

aceitável para Funcionamento Contínuo


detentor de proteção normal contra a entrada de água (IPX0)
detentor de partes aplicadas de tipo B e BF:
tabela do paciente
Cabo ECG de alta impedância da RM
bobinas de superfície
máscaras respiratórias

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disparo periférico
MR touch
contra-indicado na presença de anestésicos inflamáveis.

Eliminação do equipamento
O passaporte WEEE pode ser obtido junto de um representante da GE, mediante solicitação.

ATENÇÃO
Este símbolo indica que os resíduos dos equipamentos eletrônicos e elétricos não devem ser
eliminados como lixo municipal não classificado, devendo ser recolhidos separadamente. Contate um
representante autorizado do fabricante para obter informações sobre a eliminação do equipamento.

Indicações de Utilização
Optima MR360 / Brivo MR355 é um scanner de ressonância magnética de corpo inteiro destinado a suportar
alta resolução e imagens de alta relação sinal-ruído em tempos curtos de escaneamento. Destina-se a ser
utilizado como um dispositivo de imagiologia de diagnóstico para produzir imagens axiais, sagitais, coronais e
oblíquas, imagens espectroscópicas, mapas paramétricos e/ou de espectros, imagens dinâmicas de estruturas
e/ou funções do corpo inteiro, incluindo mas não se limitando a cabeça, pescoço, articulação temporo-
mandibular, coluna, peito, coração, abdômen, pélvis, juntas, próstata, vasos sanguíneos e regiões músculo-
esqueléticas do corpo. Dependendo da região de interesse, podem ser usados agentes de contraste.
As imagens produzidas pelo Optima MR360 / Brivo MR355 refletem a distribuição espacial ou o ambiente
molecular dos núcleos que exibem ressonância magnética. Estas imagens e/ou espectros, quando
interpretados por um médico qualificado, fornecem informações que poderão ajudar no diagnóstico.

AVISO
Leia completamente a informação de prescrição disponível no rótulo do meio de contraste antes de
utilizá-lo. Utilize o meio de contraste apenas em conformidade com as Indicações de Utilização
descritas na informação de prescrição.

32 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Capítulo 1: Ler primeiro
Manual do operador

Capítulo 1: Ler primeiro


Antes de utilizar o sistema, familiarize-se com o propósito e concepção deste manual e com a descrição geral
da interface do usuário e fluxo de trabalho do sistema.
Acerca deste manual
Sobre o scanner de RM
Lista de características
Fluxo de trabalho de MR
Ajuda Online

Interface do usuário do sistema


Áreas de trabalho
Interface do usuário
Área de cabeçalho
Área de rodapé
Terminologia

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Capítulo 1: Ler primeiro
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Acerca deste manual


Esta seção explica o propósito e concepção deste manual do usuário. É uma introdução ao manual que fornece
informações sobre propósito, pré-requisitos, organização, formato e convenções gráficas que identificam os
símbolos visuais utilizados em todo o manual.

O manual não identifica componentes ou funcionalidades contemplados em opções de série ou


adquiríveis. Como tal, se uma funcionalidade ou um componente referido neste manual não estiver
instalado no seu sistema, é porque não se encontra disponível para a configuração do seu sistema ou a sua
instituição não adquiriu essa opção.

Informações de segurança
Consulte o capítulo Segurança em Ressonância Magnética. O capítulo Segurança em Ressonância Magnética
descreve as informações de segurança que o utilizador e os médicos devem assimilar completamente antes de
começar a utilizar o sistema. Se precisar de orientação adicional, solicite assistência a pessoal qualificado da
GE.
O equipamento destina-se a ser utilizado apenas por pessoal devidamente qualificado.
Este manual deve ser mantido sempre junto do equipamento e estar sempre à mão a qualquer momento. É
importante que você reveja periodicamente os procedimentos e as precauções de segurança. É importante
que você leia e compreenda o conteúdo deste manual antes de tentar utilizar este produto.

Avisos de segurança
Os avisos de segurança a seguir são utilizados para reforçar certas instruções de segurança. Este manual
utiliza a simbologia internacional juntamente com as mensagens de perigo, aviso ou atenção. Esta seção
também descreve a finalidade de uma Notificação Importante e de uma Nota.

PERIGO
"Perigo" é empregado para identificar condições ou ações para as quais é conhecido um perigo
específico que irá causar lesões pessoais graves, morte ou danos materiais substanciais, se as
instruções não forem respeitadas.

AVISO
"Aviso" é empregado para identificar condições ou ações para as quais é conhecido um perigo
específico que poderá causar lesões pessoais graves, morte ou danos materiais substanciais, se as
instruções não forem respeitadas.

ATENÇÃO
"Atenção" é empregado para identificar condições ou ações para as quais existe um perigo potencial
que irá ou poderá causar lesões pessoais ou materiais menores, se as instruções não forem
respeitadas.

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ATENÇÃO BOBINA
"Atenção Bobina" é empregado para identificar condições ou ações para as quais existe um perigo
potencial de cruzamento ou enrolamento dos cabos da bobina, que irá ou poderá causar lesões
pessoais ou danos materiais menores, se as instruções não forem respeitadas.

ATENÇÃO, ponto de compressão


"Atenção, Ponto de Compressão" é utilizado para identificar condições ou ações que causarão, ou
poderão causar, lesões pessoais.

"Importante" indica informações cuja observação dos procedimentos é crucial ou cuja compreensão é
necessária para aplicar um conceito ou utilizar o produto eficazmente.

"Nota" proporciona informações adicionais que lhe são úteis. Pode reforçar certas informações relativas a
ferramentas ou técnicas especiais, itens a serem verificados antes do procedimento ou fatores a considerar
relativamente a um conceito ou tarefa.

As "Sugestões para resolução de problemas" proporcionam informações que lhe permitem investigar a
resolução de alguns tipos de problemas, localizar a dificuldade e efetuar ajustes para solucionar o problema

Propósito deste manual


Este manual foi elaborado para profissionais de saúde (nomeadamente, para técnicos de ressonância
magnética), com o objetivo de fornecer as informações necessárias sobre o correto funcionamento deste
sistema. O manual tem como objetivo mostrar a você os componentes e as características do sistema de
ressonância magnética que são importantes para usufruir do seu máximo potencial. Não se destina a ensinar
imagiologia por ressonância magnética ou a fazer qualquer tipo de diagnóstico clínico.

Pré-requisitos
Este manual não se destina a ensinar os princípios da imagiologia por ressonância magnética. É necessário que
tenha os conhecimentos necessários para realizar de forma competente os diversos procedimentos de
diagnóstico por imagiologia na sua especialidade. Esse conhecimento é obtido por meio de uma variedade de
métodos educacionais, incluindo experiência prática no campo clínico, programas de base hospitalar ou aulas
oferecidas por muitos programas universitários no campo de Tecnologia Radiológica.

Janelas instantâneas
As janelas de mensagem instantâneas requerem confirmação, bastando normalmente clicar em OK. Clique
sempre em OK para confirmar a mensagem.
Se existirem múltiplas janelas flutuantes na tela, clique no título de uma janela para trazê-la para frente ou
feche a janela dianteira para acessar as janelas posteriores.

Convenções gráficas e legendas


Este manual emprega convenções especiais em relação a imagens e legendas para que você processe mais
facilmente a informação. A tabela que se segue descreve as convenções utilizadas nas funções de menus,

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botões, caixas de texto e teclas do teclado.


Tabela 1-1: Convenções gráficas

Exemplo Descrição
Convenções da interface do O texto em azul indica um hyperlink para outro tópico.
usuário
Selecionar Selecione uma opção em uma caixa de verificação ou botão de
seleção e selecionar uma guia.
Pressione Enter Pressione uma tecla física no teclado.
Pressione e mantenha Pressione sem soltar uma tecla física no teclado.
pressionada a tecla Shift
Clique em Viewer (Visualizador) Uma legenda de botão ou nome do botão da interface no qual você
clica ativamente. Caso exista uma referência a uma legenda de
botão que não é clicado ativamente, ela não é apresentada em
negrito ou itálico.
No campo Spacing O nome do campo no qual você pode selecionar ou escrever texto.
(Espaçamento)...
Escreva supinação na caixa de Texto que você introduz em uma caixa de texto, pressionando em
texto Patient Position (Posição seguida a tecla Enter do teclado.
do Paciente)
Selecione Sort > Sort by date A forma de selecionar opções em um menu suspenso.
(Ordenar > Ordenar por data)
Ctrl X simultaneamente Pressionar sem soltar a tecla Control do teclado e,
simultaneamente, a tecla X do teclado. Ctrl é a abreviatura
utilizada para a tecla Control do teclado e ALT é a abreviatura
utilizada para o teclado Alternativo.
"mensagem" Uma mensagem de aviso do sistema é apresentada entre aspas.
Cancelar/Fechar Normalmente, Cancelar/Fechar encerra uma tela sem executar as
alterações introduzidas na tela. Normalmente, as instruções para
Cancelar/Fechar não estão incluídas neste manual.

Tabela 1-2: Convenções dos controles do mouse

Instrução manual do usuário Ação do mouse


Clicar Clicar no botão esquerdo do mouse para selecionar um botão ou
ícone.
Clicar com o botão direito Clicar no botão direito do mouse.
Clicar no botão central Clicar no botão central do mouse.
Clicar e arrastar Clicar e manter pressionado o botão esquerdo do mouse enquanto
arrasta o cursor para o local desejado.
Clicar no botão direito do Clicar e manter pressionado o botão direito do mouse enquanto
mouse e arrastar arrasta o cursor para o local desejado.
Clicar com o botão central e Clicar e manter pressionado o botão central do mouse enquanto
arrastar arrasta o cursor para o local desejado.
Duplo clique Clicar no botão esquerdo do mouse duas vezes.
Três cliques Clicar no botão esquerdo do mouse três vezes.

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Sobre o scanner de RM
O recurso About MR Scanner exibe informações de segurança que podem ser úteis para determinar se os
requisitos essenciais de RM foram alcançados para certos implantes ou outros dispositivos. As informações
disponíveis incluem:

força do campo magnético (B0)


gradiente espacial máximo (taxa de mudança com distância) do campo magnético estático
intervalo de frequência nominal por núcleo
saída de gradiente máxima em cilindros com diâmetro de 0,2 m, 0,4 m e menos 0,1 m de diâmetro
interno (para magnetos transversais o "diâmetro interno" é a abertura do magneto).

Considerações
Os exames de limite de energia específica são limitados a 14400 joules (4 W/kg por uma hora (3600 s).
Após um período de repouso adequado (talvez 2 horas),a execução da varredura do paciente pode ser
retomada. Um médico poderá ignorar o limite de energia específica por razões médicas.
B1rms é o valor da média quadrada do campo magnético de radiofrequência (RF) para um dado
protocolo. Ele é útil para determinar o quão agressivo um protocolo pode ser em termos de intensidade
de RF.

Use estas etapas para visualizar a tela About MR Scanner, que fornece detalhes sobre o seu scanner de RM. O
conteúdo da tela varia com base em seu sistema RM.
Figura 1-1: Exemplo de uma tela About MR Scanner

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1. Na área de cabeçalho da tela, clique na seta do ícone Tools (ferramenta) e selecione About MR Scanner
(Sobre o scanner de RM).
A tela About MR Scanner (Sobre o scanner de RM) é exibida.
2. Clique e arraste a barra para visualizar todo o conteúdo na tela.
3. Para fechar a tela, a partir da tela About MR Scanner (Sobre o scanner de RM), clique em Close (Fechar).

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Primeiras instruções

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© 2018 General Electric Company
Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
Capítulo 1: Ler primeiro
Manual do operador

Ajuda Online
O manual do pode ser visualizado em um formato de Ajuda Online, a partir de CD formatado para funcionar no
sistema GE ou em um PC.
A Ajuda Online é um documento HTML, o que permite o estabelecimento de hiperligações em muitos dos
conteúdos e possibilita a utilização de vários efeitos de apresentação.

Clique no texto em azul para ter acesso a outro tópico e obter mais informações.
Clique no texto em marca d'água para visualizar a imagem correspondente ao nome de um ícone.
Clique no texto em verde oliva para visualizar o significado de um acrônimo ou termo do glossário.
O texto em roxo escuro representa os títulos.

Utilize as guias Contents (Conteúdo), Index (Índice), Search (Procurar), Glossary (Glossário) e Favorites
(Favoritos) para procurar as informações de que necessita. Se ligou a outro tópico, utilize os ícones das teclas
de setas de avançar e voltar para navegar entre tópicos.
Figura 1-2: Ajuda Online no sistema GE

Tabela 1-3: Ícones da Ajuda Online no sistema GE

Ícone Descrição

Início

Voltar

Avançar

Favoritos

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Procedimentos
Abrir/fechar o manual
Adicionar um tópico aos favoritos
Imprimir um tópico
Visualizar um filme

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AJU DA ONLINE

Abrir/fechar o manual
Abrir o manual no sistema

1. No sistema, clique no ícone Online Help (Ajuda Online) , localizado no rodapé da tela.
A Ajuda Online abre, por predefinição, no canto inferior direito da tela.
A janela da Ajuda Online sobrepõe-se às áreas de traçado e de notas do protocolo.
O estado predefinido para o Índice é aberto.
2. Clique em um livro para exibir os tópicos relacionados com o título do livro.
3. Para visualizar o Índice ou o Glossário, ou para efetuar uma pesquisa, clique na guia adequada, no canto
inferior esquerdo da tela.
Para voltar ao Índice, clique em Contents (Conteúdo).

Abrir o manual em um PC
Utilize esse procedimento para carregar o manual da Ajuda Online em um PC.

1. Coloque o CD contendo o manual na unidade de CD de um PC que tenha o Internet Explorer 6 ou


posterior instalado.
2. Se o CD não iniciar automaticamente, clique em Meu computador na área de trabalho.
3. Selecione o arquivo do manual do usuário desejado (arquivo do idioma) e clique com o botão direito
> Abrir.
O estado predefinido para o Índice é aberto.
4. Clique em um livro para exibir os tópicos relacionados com o título do livro.
5. Para visualizar o Índice ou o Glossário, ou para efetuar uma pesquisa, clique na guia adequada, no canto
superior esquerdo da tela.
Para voltar ao Índice, clique em Contents (Conteúdo).

Redimensionar a janela da Ajuda Online


Clique e arraste qualquer margem da janela.

Minimizar o manual da Ajuda Online


Clique no ícone Minimizar no canto superior direito da janela da Ajuda Online. Quando restaura a janela, o
manual abre na mesma página, com o mesmo tamanho e na mesma localização da tela.

Para restaurar a janela da Ajuda Online no sistema, clique no ícone Insite Browser (Browser InSite)

Para restaurar a janela da Ajuda Online no PC, clique no ícone Online Help (Ajuda Online) .

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Fechar o manual da Ajuda Online


Clique no ícone Fechar no canto superior direito da janela da Ajuda Online. Na próxima vez que abrir a ajuda, a
janela abre na página, no tamanho e na localização predefinidos.

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Adicionar um tópico aos favoritos


Utilize este procedimento para adicionar um tópico à guia Favorites (Favoritos) na Ajuda Online. Isso lhe permite
guardar hiperligações a tópicos que você pode precisar consultar novamente.

Ajuda Online no sistema GE


1. Selecione o tópico que pretende adicionar como favorito.

2. Na barra de menus da Ajuda Online, clique no ícone Favorites (Favoritos) .


O tópico selecionado é apresentado na caixa de texto Current topic (Tópico Atual).

Para remover um tópico favorito, assinale a caixa de seleção junto ao tópico a ser removido da lista de
favoritos e clique no "X" vermelho.

Ajuda Online em um PC
1. Selecione o tópico que pretende adicionar como favorito.
2. Selecione a guia Favorites (Favoritos).
O tópico selecionado é apresentado na caixa de texto Current topic (Tópico Atual).
3. Clique em Add (Adicionar).

Para remover um tópico favorito, selecione-o na lista de favoritos e clique em Remove (Remover).

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Imprimir um tópico
Utilize este procedimento para imprimir tópicos da Ajuda Online a partir de um PC no qual esteja visualizando o
manual da Ajuda Online.

1. Na barra de ferramentas da Ajuda Online, clique no ícone Print (Imprimir) .


2. Na caixa de diálogo Print Topics (Imprimir Tópicos), selecione uma opção de impressão.
Imprima o tópico selecionado.
Imprima o título selecionado e todos os sub-tópicos. Esta opção imprime todas as páginas do livro
selecionado.
4. Clique em OK.
5. Na caixa de diálogo Print (Imprimir), selecione a impressora e o número de cópias.
6. Clique em Print (Imprimir).

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Visualizar um filme
Se existir um filme num tópico, ele é reproduzido automaticamente logo que o tópico for aberto.

Para visualizar o filme uma segunda vez, clique nos ícones Back (Voltar) e Forward (Avançar)
na barra de menus. Assim o tópico fecha e abre e, consequentemente, reinicia o filme.

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Interface do usuário do sistema


O desenho da tela do sistema tem três áreas principais:

1. Cabeçalho: contém os ícones Worklist Manager (Gestor da Lista de Trabalhos), Image Management
(Gestão de Imagem) e System Management (Gestão do Sistema) e as guias de sessão Scan
(Digitalização), Protocol (Protocolo) e Review (Revisão) para alterar a apresentação da área de trabalho.
2. Área de trabalho: contém as áreas de trabalho de Digitalização, Visualização, Ferramentas ou Lista de
Pacientes, dependendo do ícone ou do separador de sessão selecionado na área do cabeçalho. Para
obter mais informações, consulte:

Área de trabalho de Gestão de Imagem


Área de trabalho de Digitalização
Área de trabalho do Visualizador
Área de trabalho do Visualizador de Volume
Área de trabalho do FuncTool
Área de trabalho de Gestão do Sistema

3. Rodapé: contém as mensagens do estado do sistema, os ícones para os estados de Reconstruction


(Reconstrução), Network (Rede), Archive (Arquivo), Film (Filme) e Disk Space (Espaço em Disco) e os
ícones para acessar o hardware, cronômetro e Ajuda Online.

Procedimentos
Abrir área de trabalho de Gestão de Imagem
Abrir/fechar sessão de protocolo
Abrir/fechar sessão de revisão
Abrir/fechar sessão de digitalização
Fluxo de trabalho de digitalização
Abrir área de trabalho de Gestão do Sistema
Abrir área de trabalho do Gestor da Lista de Trabalhos

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Terminologia
Sessões

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Manual do operador

Área de cabeçalho
Os ícones e as guias de sessão na área do cabeçalho aparecem sempre na tela.
Área de cabeçalho Área de trabalho
Clique na guia Scan Session (Sessão
de Digitalização) para visualizar:

Tela da área de trabalho de


digitalização
A área de trabalho do Viewer
(Visualizador) é apresentada
quando o Visualizador estiver
ativo na sessão de digitalização
São permitidas três sessões de
digitalização (uma ativa e duas
digitalizações concluídas)
Clique na guia Protocol Session
(Sessão de Protocolo) para visualizar
a área de trabalho Protocol
(Protocolo).
É permitida uma sessão de
protocolo.

Clique no separador Review Session


(Sessão de Revisão) para visualizar
a área de trabalho Review (Revisão).
São permitidas até duas sessões de
revisão se os recursos do sistema
estiverem disponíveis.

Clique no ícone Gestor da Lista de


Trabalho para visualizar a área de
trabalho do Gestor da Lista de
Trabalho. A área Worklist Manager
(Gestor da Lista de Trabalhos) é
utilizada para:

Agendar pacientes
Selecionar pacientes para
atividades de digitalização
Introduzir a informação
demográfica do paciente
Concluir as tarefas de HIS/RIS
Iniciar um exame

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Área de cabeçalho Área de trabalho


Clique no íconeImage Management
(Gestão de Imagem) para ver aárea
de trabalho de Gestão de Imagem.
A área de trabalho Image
Management (Gestão de Imagem) é
utilizada para:

Arquivar/colocar imagens em
rede
Selecionar um
exame/série/imagem
Iniciar uma aplicação a partir das
listas Session Management
(Gestão de Sessão), Data
Management (Gestão de Dados)
ou Tools (Ferramentas)
Clique no ícone Tools (Ferramentas)
para visualizar a área de trabalho
Tools (Ferramentas). A área de
trabalho Tools (Ferramentas) possui
múltiplas guias que abrem áreas de
trabalho únicas, que são utilizadas
para:

Abrir uma sessão de protocolo,


para criar ou editar protocolos na
guia Protocol Organize
(Organizar Protocolo)
Iniciar uma TPS Reset (Reposição
de TPS) no separador Service
Desktop Manager (Gestor do
Ambiente de Trabalho de
Assistência Técnica)
Definir múltiplas definições de
sistema a partir da opção de
Instalação Guiada no separador
Service Desktop Manager (Gestor
do Ambiente de Trabalho de
Assistência Técnica)
Definir várias preferências de
sistema a partir da seleção de
Preferências do Sistema no
menu suspenso Tools
(Ferramentas)
Visualizar o registro de erros e
escrever uma nota para o
representante da assistência
técnica na guia GESYS.
Visualizar e selecionar opções na
tela Gating Control

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Manual do operador

Área de cabeçalho Área de trabalho


(Monitorização de Controle) na
guia GATING
O menu permite acessar funções
adicionais

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Área de rodapé
As mensagens e os ícones na área de rodapé aparecem sempre na tela.

Área de rodapé Descrição


A área de mensagens apresenta as
mensagens relativas ao estado do
sistema. Clique na seta próxima à
mensagem para apresentar a tela
Error Log (Registro de Erros).
A área Scan Parameter (Parâmetros
de Digitalização) também dispõe de
uma área Scan messages
(Mensagens de Digitalização)
relativa à série no estado INRX (Em
Prescrição)
Clique no ícone Hardware para ver
os controles para:

controle
luz e ventilador do magneto
Data e Hora atuais são
apresentadas. Consulte Acertar
data/hora do sistema para obter
informações sobre como alterar a
data ou a hora.

Área Reconstruction Status (Estado


de Reconstrução) apresenta o
estado do exame, série e imagens
sendo reconstruídos atualmente. A
última imagem reconstruída é
apresentada até a imagem seguinte
estar pronta para reconstrução.

Área Network Status (Estado da


Rede) apresenta o estado do exame,
série e imagens sendo colocados
atualmente em rede e a localização
de destino.

Área Archive/Remove Status (Estado


de Arquivar/Remover) apresenta o
estado do exame, série e imagens
sendo arquivados atualmente no
dispositivo de arquivo principal. A

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Área de rodapé Descrição


área Remove Status (Estado de
Remover) simplesmente mostra
"Removing" (Removendo) ou
"Removed" (Removido). Os exames,
séries ou imagens individuais não
são listados.

Área Film Status (Estado do Filme)


apresenta o estado do exame, série
e imagens sendo filmados
atualmente.

Desloque o cursor sobre o ícone


para apresentar a capacidade do
disco para 256 e 512 imagens.
O gráfico apresenta múltiplos
estados de capacidade de disco:

vazio
¼ cheio
½ cheio
¾ cheio
um segmento vermelho, quando
não existe espaço suficiente
disponível para a aquisição
prescrita atualmente.

Clique para abrir uma janela iLinq.

Clique para abrir o tela Stop Watch


(Cronômetro). Consulte Definir a
contagem decrescente no
cronômetro.
Clique para abrir a janela da Ajuda
Online.

Clique no ícone SAR para abrir a


visualização de SAR.

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Manual do operador

Área de rodapé Descrição

Clique no ícone e-Reporting


(Relatórios Eletrônicos) para abrir a
ferramenta de Relatórios
Eletrônicos, a partir da qual pode
visualizar, exportar ou imprimir um
relatório. O ícone exibe um "i"
quando existem relatórios por ler.

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Manual do operador

Terminologia
Painéis de controle
Os painéis de controle são compostos por botões selecionáveis. Todas as aplicações do sistema, como o
FuncTool, Visualizador de Volume Visualizador, dispõem de painéis de controle.

Ligação
A ligação permite ligar séries ou imagens na digitalização e Visualizador de Volume.

Menus suspensos
A capacidade de um menu suspenso é indicada por uma seta. Por exemplo, todas as guias de sessão têm
menus suspensos.

Tela
As telas ou janelas flutuam livremente. Geralmente, aparecem dentro de um fluxo de trabalho e requerem
resposta antes de poder continuar para o passo seguinte do fluxo de trabalho. Um exemplo de uma tela é a tela
SAR e dB/dt, que aparece no fluxo de trabalho de Novo Paciente.

Sessão
Uma sessão é uma atividade do fluxo de trabalho que envolve digitalização, revisão e/ou protocolos. As sessões
são identificadas por guias apresentadas no cabeçalho ou ao longo da parte superior da tela. A guia indica
sempre o tipo de sessão.

Separadores
Os separadores são usados ao longo da interface do utilizador para organizar as aplicações e os recursos. Por
exemplo, na área Workflow Manager (Gestor do Fluxo de Trabalho) da área de trabalho Scan (Digitalização),
existem duas guias: Task (Tarefa) e Series Data (Dados da Série). Clique em um separador para visualizar o
respectivo conteúdo.
Figura 1-3: Tela do Gestor do Fluxo de Trabalho

Tarefa
Uma tarefa é uma parte de trabalho atribuída no Gestor do Fluxo de Trabalho. As tarefas podem ser tarefas de
dados de digitalização ou tarefas de dados pós-processados.

Fluxo de trabalho
Um fluxo de trabalho fornece uma ordem pela qual tarefas específicas serão realizadas. É possível encontrar
fluxos de trabalho nas pastas de procedimentos, como o fluxo de trabalho de Pré-digitalização Manual. Outro

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exemplo é o Gestor do Fluxo de Trabalho, utilizado para tarefas de dados de digitalização ou tarefas de dados
pós-processados.

Lista de trabalhos
Uma lista de trabalhos apresenta uma lista de tarefas "a serem executadas". A partir do Gestor da Lista de
Trabalhos, é possível programar e selecionar pacientes para atividades de digitalização, introduzir informação
demográfica do paciente, completar tarefas de HIS/RIS e iniciar um exame.

Tópicos relacionados
Introdução à interface do usuário

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Áreas de trabalho
O conteúdo da área de trabalho muda em função da sessão ou ícone selecionado no cabeçalho. Uma vez
selecionado uma guia de sessão ou um ícone, o conteúdo da área de trabalho pode mudar em função das
seleções que efetuar. A seguir uma lista das áreas de trabalho.

Área de trabalho da Visualização Automática


O canto superior direito da tela apresenta AutoView (Visualização Automática).

Área de trabalho de Controle/Notas do Protocolo


Existem duas guias no canto inferior direito da tela: Protocol Notes (Notas do Protocolo) e Gating (Controle).
Ambos ficam tapados quando o separador Details (Detalhes) é selecionado na área Scan Parameters
(Parâmetros de Digitalização).

Áreas de trabalho relacionadas com a digitalização


Área de trabalho de Digitalização
Área de trabalho do Gestor da Lista de Trabalhos
Área de trabalho do Visualizador

Áreas de trabalho relacionadas com a visualização


Área de trabalho do Visualizador
Área de trabalho do Visualizador de Volume
Área de trabalho do FuncTool

Áreas de trabalho de gestão do sistema


Área de trabalho de Gestão do Sistema

Áreas de trabalho de gestão de imagens


Área de trabalho de Gestão de Imagem

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Lista de Funcionalidades
Lista de PSD

Família de 3 Planos
Família de localizadores
Descrição
de 3 planos
FGRE IR Prep O Localizador FGRE IR Prep produz imagens com ponderação de T1 a partir de
De série três planos, que podem ser utilizadas no Rx Gráfico para definir cortes, bandas
de SAT e localizações de impulso do rastreador, permitindo visualizar
simultaneamente sua posição exata em todos os três planos.
GRE Rápido O Localizador FGRE produz imagens com ponderação de T2* a partir dos três
De série planos, que podem ser utilizadas no Rx Gráfico para definir cortes, bandas de
SAT e localizações de impulso do rastreador, permitindo visualizar
simultaneamente sua posição exata em todos os três planos.
FIESTA O Localizador FIESTA produz imagens com razões T2/T1 elevadas a partir de
De série três planos, que podem ser utilizadas no Rx Gráfico para definir cortes, bandas
de SAT e localizações de impulso do rastreador, permitindo visualizar
simultaneamente sua posição exata em todos os três planos.
SSFSE O Localizador SSFSE produz imagens com ponderação de T2 a partir de três
De série planos, que podem ser utilizadas no Rx Gráfico para definir cortes, bandas de
SAT e localizações de impulso do rastreador, permitindo visualizar
simultaneamente sua posição exata em todos os três planos.

Família de EPI
Família de PSD de EPI Descrição
DW EPI A DW EPI é uma sequência de impulsos EPI de disparo único, concebida para
De série criar imagens que diferenciam os tecidos com difusão restrita dos tecidos com
difusão normal.
eDWI A eDWI é uma versão otimizada da Imagiologia por Difusão Ponderada, que
Opcional permite a utilização de vários valores b em uma única aquisição, de NEX
Inteligente e de técnicas de imagiologia 3 em 1 e tetraédrica.
Tensor DW EPI O Tensor DW EPI ou DTI é uma técnica que produz um contraste de imagem
Opcional proporcional ao coeficiente de difusão local da água. Tanto o coeficiente de
difusão como a respectiva dependência direcional podem ser medidos
utilizando a técnica DTI. Os dados podem, em seguida, ser utilizados para criar
imagens da dependência direcional do coeficiente de difusão local no tecido.
EPI FLAIR A sequência EPI FLAIR foi concebida para minimizar o sinal do CSF em uma
De série sequência EPI com ponderação de T2.
Utilize a sequência EPI FLAIR para obter imagens do cérebro, de modo a
minimizar o sinal do CSF. As sequências podem ser adquiridas nos modos de
disparo único ou de disparos múltiplos.
EPI GRE Utilize a sequência EPI com Eco Gradiente para: estudos de ativação de tarefa,
De série quando adquiridos com Multi-Fases, e imagiologia do cérebro, para produzir
mapas de volume sanguíneo cerebral destinados a auxiliar no diagnóstico de
tumores recorrentes versus edema em pacientes em pós-terapia.
EPI SE Normalmente, a sequência EPI SE é utilizada para adquirir digitalizações com

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Família de PSD de EPI Descrição


De série ponderação de T2. Também pode ser combinada com a opção de imagiologia
Preparado para IR, para adquirir imagens com ponderação de T1 ou imagens
IR.

Família de FSE
Família de PSD de FSE Descrição

RFSE Rápido-XL Utilize a sequência FRFSE 2D para: aquisições com ponderação de PD


(Densidade de Prótons) e de T2 da coluna, imagens abdominais com apneia
De série inspiratória e imagens da cabeça e articulações.
Utilize a sequência FSE-IR: para suprimir o sinal de gordura em imagens
FSE IR abdominais e de membros; quando pretender uma supressão de gordura mais
De série uniforme em FOVs grandes ou descentrados, a sequência FSE-IR constitui uma
excelente alternativa à sequência FSE com SAT de Gordura.
FSE-XL A sequência FSE-XL é utilizada para adquirir contraste de imagem com
De série ponderação de T1, PD e T2.
Digitalização com IR Triplo com supressão de gordura para sangue muito
"preto"
A digitalização com IR Duplo utiliza uma sequência de impulsos FSE-XL, ao
passo que a digitalização com IR Triplo utiliza uma sequência FSE-IR. Ambas
FSE-XL IR* Duplo/Triplo são adquiridas selecionando a opção de imagiologia Supressão do Fluxo
Sanguíneo.
De série
As digitalizações com IR Duplo e Triplo são utilizadas para visualizar a anatomia
cardíaca, as massas da parede do miocárdio, os diafragmas das válvulas e
sangue "preto". Utilize um único intervalo RR para obter imagens com maior
ponderação de T1, para obter imagens da carótida e para obtenção de
imagens de sangue muito "preto".

SSFSE As sequências SSFSE e SSFSE-IR utilizam um impulso de RF que permite um


ESP significativamente mais curto ESP e uma técnica de NEX de 0,5, que
De série adquire um conjunto de dados durante um único período de excitação de RF.

SSFSE-IR As sequências SSFSE e SSFSE-IR utilizam um impulso de RF que permite um


ESP significativamente mais curto ESP e uma técnica de NEX de 0,5, que
De série adquire um conjunto de dados durante um único período de excitação de RF.
A digitalização FLAIR T1 foi concebida para digitalizar o mesmo número de
FLAIR T1 cortes que a sequência Eco de Viragem com ponderação de T1 e, com o
De série mesmo, ou mais curto, tempo de digitalização, obter melhores razões de
contraste/ruído dos tecidos e de sinal/ruído.

FLAIR T2 A digitalização FLAIR T2 resulta na supressão dos sinais brilhantes causados


pelo CSF em estruturas de imagem com ponderação de T2 próximas a
De série estruturas cheias com o fluído, tornando-se, por conseguinte, mais aparentes.
FLAIR 3D
FLAIR adquirido no modo 3D.
De série
As sequências Cubo T2 e FLAIR T2 dispõem de uma técnica de aquisição e
Cubo reconstrução exclusiva, que permite a obtenção de imagens de elevada
resolução em todas as três dimensões, com o objetivo de adquirir voxels
Opcional isotrópicos (todas as dimensões do voxel, altura, largura e profundidade, são
iguais).

6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10 1-25


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Manual do operador

Família de GRE
Família de PSD de GRE Descrição
FIESTA 2D Acentua o contraste de "spins" com razões T2/T1 elevadas (tais como do fluído
De série cérebro-espinal, da água e da gordura), suprimindo simultaneamente os sinais
de tecidos com razões T2/T1 baixas (tais como músculos e miocárdio).
FIESTA SAT Gor 2D A sequência FIESTA Sat Gor 2D é a sequência Fiesta 2D com a opção SPECIAL
Opcional (Especial) ativada. Também permite o modo Cine, para aplicação no miocárdio.

FIESTA 3D A sequência 3D FIESTA pode ser utilizada para diversas aplicações,


Opcional nomeadamente no cérebro, joelhos e coluna, podendo também ser utilizada
em aplicações clínicas que se beneficiem da diferenciação do contraste entre
tecidos com razões T2/T1 baixas (intensidade do sinal baixa) e razões T2/T1
elevadas (intensidade do sinal elevada).
3D FIESTA com SAT de A sequência FIESTA 3D com SAT de Gordura é utilizada principalmente para
gordura e controle aquisição de imagens da artéria coronária. O contraste da água e da gordura é
cardíaco acentuado, à medida que os tecidos musculares e do miocárdio são
Opcional suprimidos.

FIESTA-C 3D A sequência FIESTA-C pode ser utilizada em qualquer aplicação clínica que
Opcional necessite de uma resolução espacial relativamente elevada e da diferenciação
de contraste entre tecidos com razões T2/T1 baixas (baixa intensidade de sinal)
e com razões T2/T1 elevadas (elevada intensidade de sinal), por exemplo,
discos inter-vértebras, obstruções do hidrocéfalo, dilatação da árvore biliar,
colangeo-pancreatografia e aplicações IAC.
GRE Rápido (2D e 3D)* As sequências GRE Rápido são utilizadas para produzir imagens com
De série ponderação de T2. Os tecidos com T2 curto são escuros e os tecidos com T2
longo são brilhantes. No cérebro, o CSF produz o sinal mais brilhante em
imagens TE moderadas a tardias.
SPGR Rápido (2D e 3D) As sequências SPGR Rápido são utilizadas para produzir ponderação de T1 em
* imagens em que os tecidos com T1 curto são brilhantes e os tecidos com T1
De série longo são escuros. No cérebro, a substância branca é mais brilhante do que a
substância cinzenta, ao passo que o CSF é escuro.
GRE (eco duplo) Sequência 3D FGRE/FSPGR (GRE Rápido/SPGR Rápido 3D) de eco duplo e alta
De série resolução. Permite a aquisição da primeira TE fora de fase e da primeira TE em
fase, com uma única apneia inspiratória, em planos de digitalização axiais e
coronais. Esta técnica usa uma técnica de imagiologia paralela ARC
GRE (2D e 3D) As digitalizações GRE adquirem contraste de imagem com ponderação de T2*.
De série As aquisições GRE sequenciais eliminam as interferências, pois todos os dados
são obtidos em um corte de cada vez.
SPGR (2D e 3D) A sequência SPGR é utilizada para adquirir imagens com contraste ponderado
De série de T1. As aquisições SPGR sequenciais eliminam as interferências, pois todos
os dados são obtidos em um corte de cada vez.
Curso de Tempo de FGRE Time Course (Curso de Tempo de GRE Rápido) É ativada pela seleção de
GRE Rápido um PSD de GRE rápido com as seguintes opções de imagiologia: Multi-fases,
Opcional Controle/Sinalização Cardíaco, Preparado para IR e ASSET.

GRE Rápido 2D com A utilização da sequência GRE Rápido com Preparado para IR e controle resulta
Preparado para IR em uma capacidade de otimização retardada.
(MDE 2D)
Opcional

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Família de PSD de GRE Descrição


GRE Rápido 3D com A opção 3D Fast GRE (GRE Rápido 3D) com IR Prepared (Preparado para IR)
Preparado para IR utiliza um impulso de IR seletivo de não-corte, que permite a aquisição de
(MDE 3D) múltiplas localizações em uma única apneia inspiratória. A opção IR-Prep
Opcional (Preparado para IR) requer a introdução de um Prep Time (Tempo de
Preparação) na área Scan Parameters (Parâmetros de Digitalização) - escolha
um valor que melhor suprima o miocárdio.
LAVA A sequência LAVA (Liver Acquisition with Volume Acceleration - Aquisição do
De série Fígado com Aceleração de Volume) é uma aquisição SPGR 3D que utiliza
automaticamente uma técnica de enchimento de Kz Parcial e uma técnica
SPECIAL segmentada. A sequência LAVA é utilizada para digitalização
abdominal, em particular para a aquisição de imagens do fígado.
MERGE A sequência MERGE (Multi-Echo Recombined Gradient Echo - Eco de Gradiente
De série Recombinado Multi-Eco) é uma sequência de impulsos GRE Rápido 2D que
adquire vários ecos em diferentes TEs, calculando em seguida a média desses
ecos para formar uma única imagem com ponderação de T2*. É utilizada
principalmente para obtenção de imagens da coluna cervical.
SWAN 2.0 A sequência de impulsos SWAN é uma sequência de ecos de gradiente com
Opcional gradiente multi-eco T2*, 3D e de alta resolução, que produz imagens de eco
combinado (soma de todas as imagens com diferentes TEs (Tempos de Eco)),
para obter uma maior ponderação do T2*. As imagens da fase Swan fornecem
uma visualização melhorada das alterações locais no campo magnético na
presença de substâncias paramagnéticas e diamagnéticas. SWAN é uma
aplicação neurológica.
GRE Rápido/SPGR A sequência Multi-echo FGRE/FSPGR (GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco) é
Rápido Multi-Eco utilizada em exames do fígado e do miocárdio para adquirir imagens que
Opcional permitam verificar a carga de ferro em doentes submetidos a transfusões
sanguíneas, no tratamento clínico de doentes com doenças causadas pelo
excesso de ferro, tal como a Talassemia. Estas imagens podem ser pós-
processadas no FuncTool, para medir as variações do tempo de repouso
utilizando a aplicação R2Starmap (Mapa R2 Star).
GRE Rápido 3D/SPGR Esta é uma sequência 3D FRGRE/FSPGR (RGRE Rápido/SPGR Rápido 3D) de eco
Rápido 3D de eco duplo e elevada resolução. Permite a aquisição da primeira TE fora de fase e
duplo da primeira TE em fase, com uma única apneia inspiratória, em planos de
De série digitalização axiais e coronais. Esta técnica usa uma técnica de imagiologia
paralela ARC
Vibrant A sequência Vibrant é uma aplicação bilateral 3D da mama.
Opcional

Família de SE
Família de PSD de SE Descrição
SE As sequências Spin Echo (Eco de Rotação) são utilizadas para adquirir imagens
De série com contraste com ponderação de T1, PD ou T2, em todas as áreas
anatômicas.
IR As sequências de Inversion Recovery (Recuperação de Inversão) são utilizadas
De série para produzir imagens com ponderação de T1 ou supressão de gordura, em
particular do abdômen ou dos membros. Essa sequência também é utilizada
para imagens do cérebro com uma grande ponderação de T1.

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Família Vascular
PSD Vascular
Descrição
Família

Contraste de Fases 2D A imagiologia Phase Contrast (Contraste de Fases) é uma técnica de imagiologia
2D e 3D opcional que emprega mudanças de fase induzidas por velocidade
De série para distinguir a corrente sanguínea dos tecidos estacionários.
Utilize o Contraste de Fases Rápido 2D para:

l obtenção de um conjunto de dados multi-fases, com controle cardíaco,


durante um período de tempo de apneia inspiratória (parte Fast Card) e
Contraste de Fases
análise quantitativa de dados (parte de Contraste de Fases)
Rápido 2D
l aquisição de imagens com Flow Analysis (Análise de Fluxo), para
De série permitir quantificar o fluxo nos grandes vasos, carótidas e vasculatura
dos membros
l aquisição de imagens localizadoras para aquisições TOF controladas,
quando pretender detectar o fluxo de pico no FuncTool
Utilize a sequência FastCINE PC (Contraste de Fases com CINE Rápido):
Contraste de Fases 2D
com Modo Cine l para determinar o sentido da corrente sanguínea
De série l para estimar a velocidade do fluxo
l para análise quantitativa nas aplicações Flow Analysis, MASS

Contraste de Fases 3D A imagiologia Phase Contrast (Contraste de Fases) é uma técnica de imagiologia
2D e 3D opcional que emprega mudanças de fase induzidas por velocidade
De série para distinguir a corrente sanguínea dos tecidos estacionários.

TOF-GRE 2D As imagens TOF são criadas através da repetida excitação de um volume de


anatomia predefinido, até o tecido estacionário estar parcialmente saturado e o
De série sinal do tecido estar suprimido.
Tal como a sequência TOF, a sequência TOF Rápido baseia-se na imagiologia
convencional de Eco do Gradiente com compensação de fluxo. Essa técnica de
TOF-GRE Rápido 2D imagiologia emprega, sobretudo, otimizações relacionadas com o fluxo para
De série distinguir os "spins" em movimento dos estacionários ao criar a MRA. A
sequência TOF Rápido 2D pode ser adquirida com uma sequência GRE Rápido
ou SPGR Rápido.
Utilize as sequências TOF-GRE 2D e TOF-SPGR para:

l demonstrar a bifurcação carótida ou a anatomia venosa


TOF-SPGR 2D
l avaliar suspeitas de doença oclusiva da artéria basilar
De série l adquirir imagens pélvicas ou da vasculatura dos membros inferiores
l criar mapas das veias corticais
l avaliar suspeitas de trombose venosa intra-craniana
Tal como a sequência TOF, a sequência TOF Rápido baseia-se na imagiologia
convencional de Eco do Gradiente com compensação de fluxo. Essa técnica de
TOF-SPGR Rápido 2D imagiologia emprega, sobretudo, otimizações relacionadas com o fluxo para
De série distinguir os "spins" em movimento dos estacionários ao criar a MRA. A
sequência TOF Rápido 2D pode ser adquirida com uma sequência GRE Rápido
ou SPGR Rápido.
TOF-GRE 3D A sequência TOF 3D utiliza uma aquisição de volume para obter dados de
De série imagem, podendo ser adquirida com um impulso GRE ou SPGR.
TOF-GRE Rápido 3D Utilize as sequências TOF-GRE Rápido 3D e TOF-SPGR Rápido com SmartPrep
De série para adquirir alterações de sinal ao longo do tempo, para avaliação de doença

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PSD Vascular
Descrição
Família
vascular.
TOF-SPGR 3D A sequência TOF 3D utiliza uma aquisição de volume para obter dados de
De série imagem, podendo ser adquirida com um impulso GRE ou SPGR.

TOF-SPGR Rápido 3D Utilize as sequências TOF-GRE Rápido 3D e TOF-SPGR Rápido com SmartPrep
para adquirir alterações de sinal ao longo do tempo, para avaliação de doença
De série vascular.
FastCard GRE A sequência Fast Card é uma sequência GRE ou SPGR Rápido, 2D, que adquire
De série várias fases do ciclo cardíaco numa ou em várias localizações.
Utilize a sequência Fast Card para:

l aquisição de imagens cardíacas com apneia inspiratória (a sequência


Fast Card GRE torna o sangue mais brilhante e a sequência SPGR torna o
miocárdio mais brilhante)
FastCard SPGR
l eliminar movimentos em estudos pediátricos, através da utilização de
De série Fast Card com NEX múltiplo
l aquisição de imagens da artéria coronária, quando utilizado com SAT de
Gordura
l estudos transversais das câmaras cardíacas ou do arco aórtico
l avaliar a função cardíaca e o funcionamento das válvulas
A sequência FastCINE (CINE Rápido) utiliza uma técnica de segmentação do
CINE Rápido espaço k que reconstrói todos os passos de fase, independentemente de
quando são adquiridos no ciclo cardíaco. Isto permite adquirir imagens de todo
De série o intervalo RR, possibilitando uma melhor visualização de eventos diastólicos
finais.
A sequência FastCINE PC (Contraste de Fases com CINE Rápido) combina o
Contraste de Fases com Contraste de Fases e o modo de digitalização Cine, permitindo a aquisição de
CINE Rápido dados ao longo de todo o ciclo cardíaco. O intervalo RR é monitorizado e a
informação é utilizada para ordenar retrospectivamente os dados antes da
De série reconstrução. As imagens são reconstruídas utilizando interpolação CINE, que
compensa as diferenças no ciclo cardíaco.

Velocidade 3D Inhance 3D Velocity (Velocidade 3D Melhorada) é uma PSD de Contraste de


Melhorada Fases 3D modificada. Foi concebida para adquirir imagens angiográficas sem
contraste, com excelente supressão de fundo, num tempo de digitalização mais
Opcional curto, comparativamente com o Contraste de Fases 3D.

Fluxo Melhorado A sequência Inhance Inflow (Fluxo Melhorado) foi concebida para adquirir
imagens angiográficas de artérias que percorrem uma linha relativamente reta,
Opcional tais como as artérias femoral, poplítea e carótidas.
Utilize a sequência Fluxo Melhorado IR 3D para adquirir imagens angiográficas
Fluxo Melhorado IR 3D sem contraste, com excelente supressão de fundo, livres de contaminação
venosa. O Fluxo Melhorado IR também pode ser utilizado para obter imagens da
Opcional vasculatura venosa. Elas podem ser obtidas colocando bandas IR para suprimir
o fluxo arterial ascendente.
A sequência Inhance Delta-Flow (Variação de Fluxo Melhorada) é uma técnica
de MRA sem contraste, que se baseia nas diferenças de fluxo arterial que se
Deltafluxo Melhorado verificam entre as fases sistólica e diastólica. Os dados são adquiridos com
Opcional duas digitalizações sincronizadas FSE 3D (PG ou ECG), intercaladas: uma na
fase sistólica e outra na fase diastólica. As imagens sistólicas são subtraídas
das imagens diastólicas para criar um conjunto de dados de imagem apenas

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PSD Vascular
Descrição
Família
arterial.

Família de espectroscopia
Espectroscopia Descrição
Família de PSD
PROBE - Uma versão da sequência PRESS que adquire um eco de rotação duplo a partir
CSI PRESS de voxel único de um volume localizado. É possível prescrever o volume manual ou
Opcional graficamente.

CSI PROBE 2D Uma aquisição CSI 2D que lhe permite aumentar a cobertura espacial e a
resolução espacial de uma aquisição de dados de espectroscopia,
Opcional comparativamente com as aquisições de voxel único.
Com CSI PROBE 3D, os gradientes de codificação de fase são aplicados ao longo
de três eixos ortogonais para adquirir dados, os quais, após o processamento,
CSI PROBE 3D produzem um conjunto 3D de espectros. Os longos tempos de digitalização
constituem uma desvantagem inerente a essa técnica, assim como o pequeno
Opcional número prático de passos de codificação de fase ao longo de cada dimensão.
As vantagens claras dessa técnica residem no aumento da relação sinal/ruído e
na cobertura espacial na terceira dimensão.

PROBE SVQ (PRESS) PROBE-P é uma versão da sequência PRESS (Point RESolved Spectroscopy -
Espectroscopia com Resolução Pontual), que adquire um eco de rotação a partir
Opcional de um volume localizado, definido pela interseção de três cortes ortogonais.

Família de PROPELLER
Família de 2.0 de
Descrição
PROPELLER
DWI do Cérebro A sequência PROPELLER Brain DWI (DWI do Cérebro com PROPELLER) é
Opcional utilizada para aquisição de imagens de alta resolução da cabeça, onde,
normalmente, é utilizada uma sequência DWI. É particularmente útil em áreas
de elevada suscetibilidade relativamente aos métodos EPI padrão. A sequência
DWI do Cérebro com PROPELLER não reduz o artefato de movimento.
T2 Cérebro A sequência PROPELLER Brain T2 (T2 Cérebro com PROPELLER) melhora a SNR e
Opcional o CNR comparativamente com a FSE tradicional, com tempos de digitalização
semelhantes, reduzindo também o artefato de movimento.
FLAIR T2 Cérebro A sequência PROPELLER Brain T2 FLAIR (FLAIR T2 Cérebro com PROPELLER)
Opcional reduz o artefato de movimento do paciente, comparativamente com a
sequência FLAIR T2 tradicional, permitindo um tempo de digitalização
comparável.
Família de 3.0 de
Descrição
PROPELLER
A sequência T1 FLAIR (FLAIR T1) é uma PSD PROPELLER que produz imagens
FLAIR T1 com ponderação de T1, com sinal de CSF nulo e um contraste ideal de
Opcional substância cinzenta/branca. É normalmente usado para adquirir contraste de
imagem ponderado a T1 para doentes com movimento descontrolado.
Corpo T2 A sequência T2 Body (Corpo T2) é uma PSD PROPELLER com sinalizador
Opcional respiratório, que produz imagens do fígado com ponderação de T2 e baixos

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Manual do operador

Família de 2.0 de
Descrição
PROPELLER
níveis de artefatos de movimento causados pelo fluxo e pela respiração do
paciente. É normalmente usado para exames do fígado com Saturação de
Gordura T2.
PROPELLER PROPELLER é uma PSD genérica, que pode ser utilizada em áreas músculo-
Opcional esqueléticas com qualquer bobina.

Opções de imagiologia
Opções de imagiologia Descrição
Imagiologia paralela ARC é uma técnica de imagiologia paralela comandada por dados, que
ARC sintetiza dados em falta a partir de fontes de dados vizinhas, nas três
De série dimensões de imagiologia: corte, fase e frequência. São necessárias menos
linhas de calibragem e a precisão e velocidade da reconstrução é otimizada,
resultando em uma aquisição de dados de ressonância magnética muito
acelerada, com melhor qualidade de imagem e menos artefatos.
Imagiologia paralela Utilize a opção de imagiologia ASSET para digitalizar mais rápido em
ASSET™* procedimentos de imagiologia do cérebro, abdômen, tórax, de membros e de
De série angiografia com apneia inspiratória. Também pode utilizá-la para diminuir os
artefatos com sequências EPI e para diminuir a névoa com sequências FSE.
Supressão do fluxo Utilize a opção de imagiologia Blood Suppression (Supressão do Fluxo
sanguíneo Sanguíneo) para obter imagens cardíacas de sangue "preto" e reduzir o efeito
De série de fantasma relacionado com o fluxo.

Composição Cardíaca Utilize a opção CCOMP (Composição Cardíaca) para imagens abdominais em
(CCOMP) apneia inspiratória, para reduzir o artefato de fluxo pulsátil.
De série
Controle/Sinalização A opção de imagiologia Cardiac Gating/Triggering (Controle/sinalização
Cardíaco cardíaco) é utilizada para: adquirir imagens da estrutura e função cardíaca,
De série adquirir imagens do tórax e em arteriografias Cine-Contraste de Fases, para
examinar o fluxo.
Clássica Utilize a opção de imagiologia Classic (Clássica) para reduzir a contribuição de
De série sinais de fora da ressonância para imagens de eco de rotação.

Preparado para DE Utilize a opção DE Prepared (Preparado para DE) para aplicar um impulso de
De série RF de preparação DE a 90°/180°/90°, de modo a produzir um contraste com
maior ponderação de T2 com sequências GRE Rápido sequenciais de 2D.
Intervalo Dinâmico Utilize a opção Extended Dynamic Range (Intervalo Dinâmico Alargado) para
Alargado melhorar a relação sinal/ruído em aplicações como as digitalizações
De série tridimensionais.

Compensação de Fluxo Utilize a opção Flow Compensation (Compensação de Fluxo) para reduzir os
De série artefatos de movimento, quando o sangue em movimento e o CSF fluem na
direção do gradiente de FC aplicado.
Sinalizador Utilize a opção de imagiologia Fluoro Trigger (Sinalizador Fluorescente) para
Fluorescente detectar a chegada de um bolo de contraste em exames de MRA.
Opcional
Série Eco Completa O método Full Echo Train (Série Eco Completa) completa todas as séries de
De série eco para o TE1 Efetivo antes do TE2 Efetivo ser iniciado. O processo de

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Opções de imagiologia Descrição


codificação de fase é alterado para colocar as codificações de fase central no
TE1 ou TE2 Efetivo selecionado.
IDEAL A opção IDEAL (Iterative Decomposition of Water and Fat With Echo
Opcional Asymmetry and Least-Squares Estimation - Decomposição Iterativa de Água
e Gordura com Eco-Assimetria e Estimativa de Mínimos Quadrados) utiliza um
método Dixon de três pontos para adquirir vários ecos, resultando em
imagens processadas com apenas água em fase, apenas gordura em fase,
gordura e água em fase, e gordura e água fora de fase.
Preparado para IR Utilize a opção de imagiologia IR Prepared (Preparado para IR) para melhorar
De série a ponderação T1 e suprimir sinais de tecidos seletivos.

Transferência de Utilize a opção de imagiologia Magnetization Transfer (Transferência de


Magnetização Magnetização) para suprimir o sinal de parênquima cerebral relativamente ao
De série contraste do sangue.

Multi-Fase Utilize a opção Multi-Phase (Multi-Fases) para prescrever uma série de


De série digitalizações (ou fases) consecutivas, separadas por atrasos configuráveis.
Essa opção é compatível com uma ampla gama de sequências de impuIsos e
de opções de imagiologia.
Multi-Estações Utilize a opção Multi Station (Multi-Estações) como alternativa ao QuickSTEP.
(SmartStep) Essa opção proporciona o movimento automático da mesa e a comutação
De série automática de bobinas entre estações para exames de escoamento vascular
periférico. Também lhe permite efetuar a pré-digitalização em várias
estações, para otimizar a qualidade de imagem; simultaneamente, o sistema
anota adequadamente as localizações das imagens em função do ponto de
referência.
MRCP Utilize a opção MRCP para adquirir imagens com uma forte ponderação de T2,
De série tais como imagens de MRCP ou de mielograma.

Cardiac Navigator Utilize o Navigator (Navegador) cardíaco para efetuar uma aquisição
Opcional navegada de imagiologia arterial coronária de respiração livre.

Sem Cobertura de Fase Utilize a opção de imagiologia No Phase Wrap (Sem Cobertura de Fase) para
De série evitar artefatos de moldagem quando a anatomia está fora do FOV, na
direção de fase.
Tempo Real Utilize a opção Real Time (Tempo Real) para adquirir uma digitalização
iDrive Pro interativa que lhe permite:
De série localizar anatomias complexas situadas em planos oblíquos duplos
percorrer a anatomia do paciente para visualização rápida
monitorar eventos fisiológicos temporais, incluindo a respiração do
paciente, estudos cinemáticos e atividade do bolo
determinar os limites de uma região pretendida para a aquisição de
imagens, os quais podem, em seguida, ser transmitidos para uma
aplicação de imagiologia seguitne (outra série de lote no Gestor do
Fluxo de Trabalho)
iniciar uma digitalização de MRA quando a combina com a opção
Sinalizador Fluorescente
efetuar um estudo cinemático
detectar Foramen Oval Patente (Sopro Cardíaco) quando combina a

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Manual do operador

Opções de imagiologia Descrição


opção Tempo Real com a opção Preparado para IR
Compensação Utilize a opção de imagiologia Respiratory Compensation (Compensação
Respiratória Respiratória) para reduzir o efeito de fantasma de fase do movimento de
De série respiração quando digitalizar o tórax ou o abdômen.

Controle/Sinalização Utilize a opção de imagiologia Respiratory/Gating Triggering


Respiratório (Sinalização/Controle Respiratório) para reduzir os artefatos de respiração ao
De série sincronizar a aquisição com o ciclo respiratório. Essa opção pode ser utilizada
para adquirir imagens com ponderação de PD ou T2.
Sequencial Utilize a opção de imagiologia Sequential (Sequencial) com digitalizações
De série abdominais ou do tórax em apneia inspiratória, localizadores rápidos e
sequências vasculares TOF 2D, para prevenir interferências.
Preparação Inteligente Utilize o impulso de rastreio SmartPrep (Preparação Inteligente) para
De série aumentar a precisão da sincronização entre a aquisição de imagens e a
chegada do bolo de contraste durante a aquisição de imagens.
RF Espacial Espectral Utilize a opção SSRF (Spatial Spectral RF - RF Espacial Espectral) para reduzir
(SSRF) o sinal da gordura, através da excitação seletiva de uma estreita gama de
De série trocas químicas na localização prescrita, por via da aplicação de uma série de
impulsos de RF muito curtos.
Pixel Quadrado Utilize a opção Square Pixel (Pixel Quadrado) para proporcionar um pixel
De série quadrado dentro de um FOV retangular, quando seleciona valores de matriz
assimétricos. O tamanho do pixel é determinado pelo FOV dividido pela matriz
de frequência.
Preparação de T2 Utilize a opção T2 Prep (Preparação de T2) para aplicar uma sequência de
De série impulsos de RF seletivos de não-corte a 90° e 180°, para suprimir o tecido do
músculo cardíaco e, consequentemente, aumentar o contraste entre os vasos
coronários e o tecido de fundo.
RF Adaptada Utilize a opção Tailored RF (RF Adaptada) para estabilizar as amplitudes de
De série eco nas sequências FSE (Eco de Rotação e Recuperação de Inversão). A opção
RF Adaptada produz imagens com as seguintes características: menos
névoas, SNR ligeiramente menor, contraste mais atenuado em imagens com
ponderação de T2 e um número ligeiramente maior de cortes por TR.
ZIP 512 Utilize a opção ZIP como uma técnica de reconstrução opcional, para criar o
ZIP 1024 aspecto de maior resolução no plano. O preenchimento com zero otimiza a
resolução aparente da imagem, não cria resolução.
De série
ZIP x 2 Utilize a opção Corte ZIP para criar o aspecto de maior resolução através do
ZIP x 4 plano.
De série
Colagem Utilize a colagem para colar em conjunto imagens que tenham sido
Padrão adquiridas em séries diferentes, com localizações de tabela diferentes e em
momentos diferentes. É produzida uma imagem única com máxima
resolução.

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Lista de Aplicações
Aplicações de um só
Descrição
clique
ASL 3D Utilize a opção 3DASL para adquirir uma digitalização não invasiva de todo
(Etiquetagem de Spin Arterial) o cérebro, para medições do CBF. Usa a sequência de impulsos FSE
Espiral 3D com Intervalo Dinâmico Alargado para adquirir um conjunto de
Opcional
imagens (PW e PD) que são processadas para mapas de imagem CBF.
3D Heart (Coração 3D) A opção 3D Heart (coração 3D) constitui uma otimização de três PSDs
Opcional utilizadas para adquirir vasos coronários: Fiesta 3D controlada, GRE/SPGR
Rápido 3D controlada e 3D Otimização Retardada do Miocárdio 3D (opções
de imagiologia GRE Rápido com Preparado para IR e controle cardíaco).
BRAVO Utilize a opção BRAVO para adquirir uma sequência com ponderação de
(BRain VOlume - Volume T1, de alta resolução.
Cerebral)
De série
BREASE Utilize a opção BREASE para adquirir um espectro para espectroscopia da
(BREAst Spectroscopy mama. O espectro é apresentado no Viewer (Visualizador).
Examination - Exame de
Espectroscopia da Mama)
Opcional
COSMIC Utilize a opção COSMIC para adquirir uma sequência axial 3D da coluna
(Coherent Oscillatory cervical. Apenas as bobinas de vetor de fase da coluna de 16, 8 e 4 canais
são compatíveis com COSMIC.
State acquisition
for the Manipulation
of Imaging Contrast -
Aquisição de Estado
Oscilatório Coerente para
Manipulação de Contraste
de Imagiologia)
Opcional
CineIR Utilize a opção CineIR para selecionar o TI ideal para comparar o miocárdio
Opcional viável ou normal com o miocárdio com um enfarte.

LAVA-Flex A opção LAVA-Flex é utilizada para aquisição de imagens do fígado quando


(Liver Acquisition se pretendem obter, numa única aquisição, imagens com supressão de
água e gordura. LAVA-Flex é uma aplicação GRE Rápido de eco duplo 3D,
with Volume
de chapa única, que adquire uma imagem de gordura e água utilizando
Acceleration - Aquisição do uma técnica Dixon de dois pontos. A série resultante pode incluir: imagens
Fígado com Aceleração do em fase, fora de fase, apenas com gordura e apenas com água.
Volume)
Lava-XV
Opcional
MR-Touch A aplicação MR-Touch é uma aplicação de Contraste de Fase (PC) que cria
Opcional um contraste de imagem dependente da rigidez pura dos tecidos moles. A
aplicação MR-Touch é uma aplicação de toque único, que permite obter
imagens sensíveis das características de propagação da deformação das
ondas acústicas geradas no tecido de interesse. O exame do fígado
constitui um exemplo de utilização desta aplicação.

1-34 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Aplicações de um só
Descrição
clique
QuickStep A opção QuickStep é uma técnica de aquisição multi-estações e multi-
Opcional fases, que minimiza o tempo de preparação e aquisição para exames de
escoamento dos membros inferiores. Esta técnica de aquisição elimina a
necessidade de uma digitalização do localizador e emprega métodos de
prescrição eficientes, incluindo um sistema de prescrição de volume
automático com bobinas específicas, o qual reduz o tempo de exame a,
aproximadamente, de 6 a 8 minutos.
Mapa de T2 A opção T2 MAP (Mapa de T2) é utilizada para detectar, de forma não
(Cartigrama) invasiva, alterações no componente colagênico da matriz extracelular das
cartilagens. A opção Mapa de T2 adquire várias digitalizações em cada
Opcional
localização; cada conjunto de digitalizações apresenta um TE único,
resultando em um conjunto de imagens em escala de cinza que
representam diferentes ponderações de T2.
TRICKS A opção TRICKS é uma técnica de aquisição CEMRA multi-fases, de uma
(Time Resolved única estação, destinada a visualizar processos dinâmicos, tais como a
passagem de sangue com um agente de contraste através do sistema
Imaging of
vascular periférico. Essa técnica elimina a necessidade de sinalização
Contrast Kinetics - temporizada ou automática do contraste.
Imagiologia com Resolução
Temporal da Cinética de
Contraste)
Opcional
IDEAL IQ O IDEAL IQ baseia-se na técnica IDEAL e expande-a para produzir imagens
Opcional de fração de gordura de triglicerídeos e mapas R2*, para além de imagens
de água e de triglicerídeos a partir das imagens multi-eco recolhidas numa
aquisição IDEAL IQ.

Pós-processamento
Pós-processamento Descrição
Mapas ADC e eADC Nesses mapas paramétricos do FuncTool, o algoritmo ADC subtrai a
no FuncTool informação T2 da imagem DWI. O mapa de Razão (eADC) é o inverso relativo do
De série mapa ADC.

Coeficientes de
Correlação para BOLD no O algoritmo do coeficiente de correlação retorna um valor, numa base pixel-
FuncTool por-pixel, que se caracteriza similarmente entre as variações temporais nos
dados de curso de tempo e um modelo de referência especificado pelo usuário.
De série
Os algoritmos BrainStat proporcionam uma resolução espacial precisa da
viabilidade do tecido cerebral. Esta aplicação gera automaticamente mapas
paramétricos para Blood Flow (Fluxo Sanguíneo), Blood Volume (Volume
Sanguíneo) e Mean Transit Time (Tempo Médio para Trânsito) neurológicos, bem
BrainStat no FuncTool como para a intensidade do sinal de Time to Peak (Tempo de Pico). É utilizado
Opcional um algoritmo de encaixe da Variação Gama para estimar de forma automática
a função de entrada arterial e, em seguida, calcular os valores para os quatro
mapas paramétricos. Os mapas podem ser guardados no formato DICOM e
fundidos com conjuntos de dados anatômicos de elevada resolução, para uma
melhor visualização dos tecidos e da anatomia.
FiberTrak no FuncTool FiberTrak é uma função opcional do Tensor de Difusão, que lhe permite

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Manual do operador

Pós-processamento Descrição
Opcional visualizar tratos de matéria branca.
A aplicação MR-Touch permite-lhe desenhar ROIs em uma imagem MR Touch,
MR-Touch no FuncTool bem como visualizar imagens de ondas em modo de filme. Você pode fundir
imagens de magnitude, ondas ou elastograma com a série original, ou outra
Opcional série selecionada pelo usuário, e, em seguida, exibir dois tipos de imagens,
lado a lado, enquanto desenha uma ROI sobre a área desejada.

Mapa R2 Star A aplicação do R2Starmap (Mapa R2 Star) do FuncTool permite medições de


tecido não invasivas de concentrações de ferro em pacientes com doenças de
no FuncTool
excesso de ferro e, assim, elimina a necessidade de biópsia com agulha para
Opcional medição de concentração de ferro no fígado.
As aplicações SER e MR Padrão do FuncTool permitem-lhe utilizar SER ou MR
Algoritmos Padrão de Padrão para analisar alterações de contraste T1 na mama e utilizar a MR
SER e MR no FuncTool Padrão para analisar alterações de contraste T2 no cérebro. É utilizada uma
De série sequência SE-EPI em vez da sequência GRE-EPI, pois resulta em menos
artefatos.

Espectro no FuncTool Os protocolos de espectroscopia de Cérebro do FuncTool são usados para


visualizar mapas funcionais para metabolitos e razões de metabolitos no
De série cérebro e na próstata.
A aplicação T2 Map (Mapa de T2) do FuncTool apresenta a aquisição do Mapa de
Mapa de T2 (Cartigrama) T2, na qual o mapa colorido do tempo de repouso T2 é codificado para capturar
 no FuncTool valores T2 da variação TE das imagens adquiridas. Azul e verde refletem os
Opcional valores T2 mais longos, amarelo os valores T2 intermediários e vermelho e
laranja os valores T2 menores.
A função Flow Analysis (Análise de Fluxo) permite a segmentação automática
Análise de Fluxo de imagens FastCine 2D com Contraste de Fases e Cine com Contraste de
De série Fases (PC) com codificação através do plano, para calcular informações sobre
seu fluxo e sua velocidade em vários pontos do ciclo cardíaco. 
3D, IVI, e Reformat (Reformatar) são aplicações do Volume Viewer (Visualizador
de Volume) que lhe permitem visualizar:

se uma vista 3D é diferente, ao apresentar uma imagem do modelo 3D


(o qual pode conter um ou mais objetos 3D), podendo o utilizador
Volume Viewer: manipular este modelo 3D.
IVI Reformat,
uma exibição IVI, a qual consiste na projeção de imagens de uma pilha
3D 2D ou de um volume 3D de imagens de MRA, permitindo-lhe visualizar
De série os dados a partir de diferentes ângulos.
uma exibição de Reformatar, a qual lhe permite definir e visualizar
secções transversais de uma pilha 2D ou volume 3D de dados de
imagem, diferentemente orientados a partir das imagens adquiridas
originalmente.

Express Spine Annotation A ferramenta Express Spine Annotation foi concebida para contabilizar e
identificar as vértebras entre a C3 e a L4 em uma imagem da coluna T2 sagital
Opcional ponderada.

Outras
Funcionalidade Descrição
PURE A função PURE foi concebida para reduzir as variações de intensidade da

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Funcionalidade Descrição
De série bobina ao longo do processo de calibragem. A opção PURE constitui uma
opção de escaneamento para correção de intensidade, é selecionada na
aba Details (Detalhes) e só pode ser utilizada com bobinas compatíveis. O
filtro PURE requer que uma digitalização de calibragem seja adquirida antes
da digitalização PURE.
SCIC A função SCIC foi concebida para melhorar a qualidade das imagens
De série adquiridas utilizando bobinas de superfície. A opção SCIC corrige
automaticamente as modulações de baixa intensidade de frequência
espacial, reduz o ruído e melhora o contraste na imagem.
ConnectPro A opção ConnectPro é uma função que permite ligar o sistema de MR a um
Opcional sistema de HIS/RIS.

ESPECIAL A função SPECIAL (ESPECIAL) utiliza um impulso de inversão, transmitido na


De série frequência da gordura e temporizado para o ponto nulo da gordura. Isto
resulta na produção de um sinal a partir de prótons ligados à água e na
redução do sinal proveniente dos núcleos que são processados na
frequência da gordura.
Etiquetagem Cardíaca A opção Cardiac Tagging (Etiquetagem Cardíaca) está disponível com a
Opcional função FastCard. A etiquetagem por listas é normalmente utilizada para
imagens de eixo longo e a etiquetagem de grelha é utilizada para imagens
de eixo curto.
Performed Procedure PPS é uma função que permite ao sistema de MR efetuar a ligação a um
Step sistema de HIS/RIS.
Opcional
Filmer O Filmer permite imprimir grades flexíveis no seu filme, como o ponto de
Padrão interceptação entre imagens axiais e sagitais da coluna em um único filme.
Ready Brain O Ready Brain reduz o procedimento de prescrição gráfica para o exame de
Padrão cérebro de rotina.

Geometria 3D A correção de geometria 3D aplica uma correção de erro na posição do


Correção gradiente em 3 dimensões e está disponível com FOV assimétrico. Ele deve
ser utilizado com FOVs maiores e FOVs distantes do centro para uma
Padrão melhor qualidade de imagem.
Barra deslizante A barra deslizante possui no máximo cinco posições. Cada posição inclui um
Padrão conjunto inteiro de parâmetros de ajuste que simplificam o processo de
seleção dos parâmetros de exame.

* bobinas do joelho e do ombro de 8 canais


ASSET, VIBRANT, e ILinq são marcas registradas da General Electric Company

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Fluxo de trabalho de MR
A função do sistema de MR no fluxo de trabalho de um exame é adquirir dados e criar imagens para análise do
estado do paciente. O usuário deve ser capaz de iniciar o procedimento requisitado pelo paciente, executar o
conjunto de aquisições e atividades de pós-processamento de modo a satisfazer os requisitos e em seguida
transferir/exportar os dados resultantes.
Figura 1-4: Fluxo de trabalho do exame de MR

Tabela 1-4: Fluxo de trabalho do exame de MR

# Descrição
1. Preparar o paciente
Antes de introduzir o paciente na sala de escaneamento, execute os seguintes passos:

Procedimento de preparação do paciente


2. Manuseamento do paciente (1)
O paciente é trazido para a sala de escaneamento de MR e preparado para o exame.

1. Procedimento de transferência do paciente


2. Procedimento de posicionamento do paciente
3. Proteger os olhos e ouvidos do paciente
4. Proteger o paciente de queimaduras de RF
5. Procedimento de referenciação do paciente
Para iniciar o escaneamento após fechar a porta da sala do magneto, selecione Scan

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# Descrição
with Auto Start (Escanear com Início Automático). A porta da sala do magneto deve
estar fechada para que a digitalização possa ter início, a fim de evitar a transmissão
bidirecional de energia de RF para fora da sala, a qual pode degradar a qualidade da
imagem.
3. Registo do doente (2a e 2b)
Os dados do doente são introduzidos no Gestor da Lista de Trabalhos através de um sistema
RIS ou manualmente, sendo anexado um protocolo ao exame do paciente.

Procedimento de introdução de um paciente na lista de trabalho

Os dados do escaneamento são adquiridos (2c)


Antes de poder iniciar o exame, você deve anexar um protocolo ao exame.

Procedimento de digitalização com um protocolo


4. Visualização e análise das imagens (3)
Após os dados de digitalização terem sido adquiridos, as imagens podem ser visualizadas,
filmadas (3a) e analisadas (3b) através de uma de várias aplicações de pós-processamento.

Procedimento de abertura do Visualizador


Procedimento do Visualizador Multi-Exame
Procedimento de abertura do Compositor de Filmes
Procedimento de abertura do Visualizador de Volume
Procedimento de abertura do FuncTool
Procedimento de adição/subtração
Procedimento de colagem
Iniciar uma Análise de Fluxo no console de MR

5. Armazenamento das imagens (4)


O exame pode ser colocado em rede, para ser analisado em uma estação de trabalho AW (4a),
armazenado e analisado em um sistema PACs (4b) ou simplesmente armazenado em um
CD/DVD (4c).

Procedimento de arquivo automático


Procedimento de colocação automática em rede
Procedimento manual de envio de arquivo pela rede
Procedimento de gravação de imagens em CD/DVD

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Capítulo 2: Segurança
Esta seção apresenta os conceitos necessários para concluir com êxito o processo de trabalho em segurança.
Especificamente, você precisa estar informado sobre:
Introduções
Normas de Segurança
campos magnéticos
Campos de gradiente
Campos eletromagnéticos
Perigos clínicos
Perigos do equipamento
Triagem clínica
Emergências relacionadas com o paciente
Avisos e precauções adicionais relativamente ao escaneamento e à visualização
Manutenção do sistema
Procedimentos de segurança
Revisão de segurança
Compatibilidade com RM
Programas de manutenção

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Introdução
O Guia de Segurança de Ressonância Magnética contém informações aplicáveis a várias configurações do
sistema de ressonância magnética. O cabeçalho de um tópico, uma observação ou outras palavras indicam
informações que são aplicáveis a uma configuração específica do sistema.
Este capítulo foca as fontes visíveis e invisíveis de perigo existentes nos ambientes de imagem de ressonância
magnética (RM) e enfatiza a necessidade de trabalhar com segurança. Para garantir a operação segura do
scanner, deve compreender o funcionamento de vários componentes do seu sistema de aquisição de imagem.
Este capítulo proporciona linhas de orientação breves sobre como trabalhar em um campo magnético,
conceitos fundamentais sobre o sistema de alerta do paciente, bem como informações sobre os perigos
inerentes ao magneto, interrupção dos circuitos criogênicos, radiofrequência (RF), luz do laser, fita de metal,
acústica, estimulação de nervos periféricos (PNS) e ao equipamento. Contém instruções passo a passo que o
ajudarão a aprender como:

Eliminar Perigos Associados ao Campo Magnético


Responder a Emergências
Verificar os Níveis de Criogênio
Contato Manual com Criogênios Líquidos

Este capítulo contém importantes informações de segurança, as quais deverão ser completamente
compreendidas e assimiladas pelo técnico de radiologia, assim como pelo médico, antes de utilizarem o
sistema.

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Capítulo 2: Segurança
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Informações de segurança
O sistema de Imagiologia de Ressonância Magnética (MRI) usa um magneto, que pode ter uma intensidade de
campo milhares de vezes superior à do campo magnético da terra. O campo magnético que rodeia o magneto
pode apresentar perigo para as pessoas e equipamentos situados na área envolvente. Por esse motivo, as
informações de segurança relativas ao campo magnético descritas neste capítulo são muito importantes. Essas
informações deverão ser completamente compreendidas e assimiladas pelo técnico de radiologia, assim como
pelo médico, antes de começarem a utilizar o sistema. Se necessitar de formação adicional, solicite ajuda ao
pessoal qualificado da General Electric (GE).
Certifique-se de que o seu guia de formação está sempre à mão a qualquer momento. Reveja os
procedimentos e precauções de segurança periodicamente. Através da formação sobre segurança em
ressonância magnética e empregando um planejamento cuidadoso e uma vigilância diligente do local onde se
utiliza a ressonância magnética, pode-se criar um ambiente seguro tanto para os pacientes como para os
funcionários envolvidos.
Para problemas de instalação, qualquer incidente perigoso ou avaria do sistema relacionados com a utilização
do scanner de ressonância magnética da GE, utilize os seguintes métodos de contato:
Se o equipamento é assistido pela GE: Contate seu técnico de manutenção para reportar o incidente.
Se a manutenção do equipamento tiver sido feita por terceiros: Contate o técnico de manutenção da entidade
responsável pela assistência ao equipamento, certificando-se de que a referida entidade comunica o incidente
ao fabricante, por via do envio de uma comunicação para o fabricante para:
Complaint Handling Unit Manager
GE Healthcare
3200 N Grandview Blvd WT-893
Waukesha, WI 53188
Se a manutenção do scanner de ressonância magnética da GE for feita pelo próprio usuário, indique as
seguintes informações:

Tipo de sistema
ID do sistema
Data do incidente
Descrição do incidente
Informação de contato (empresa, endereço, nome de contato, cargo e números de telefone)

Utilize o número de contato indicado no próprio scanner, ou visite a página da GE na Internet, em


http://www.gehealthcare.com/contact/contact_details.html, e identifique qual o número de telefone indicado
para a sua região. Nos EUA, utilize: 1-800-437-1171.

ADVERTÊNCIA
Não modifique o equipamento sem a autorização específica da GE.

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Formação do Usuário
A GE presta também ações de formação pagas no local, ministradas por um Especialista em Aplicativos de
Ressonância Magnética. A GE recomenda que qualquer pessoa que opere o sistema assista à sessão, antes de
ler o Manual do Operador e os materiais de formação relacionados.
A GE recomenda vivamente que os médicos que prescrevem imagens de estudo e revisão no sistema de
ressonância magnética assistam, todos os anos, a pelo menos dois dias completos de encontros profissionais
relacionados com a imagiologia por ressonância magnética. Esses encontros incluem os realizados pela
Radiological Society of North America (RSNA) (Sociedade Radiológica da América do Norte, pela Society for
Magnetic Resonance in Medicine (SMRM) (Sociedade para Ressonância Magnética na Medicina) e pela American
Roentgen Ray Society (ARRS) (Sociedade de Raios Roentgen Americana). Além disso, vários grupos de usuários
de sistemas de ressonância magnética organizam simpósios e workshops ao longo do ano, os quais
proporcionam oportunidades de aprendizagem adicionais.
A instituição de cuidados de saúde é responsável por informar os membros das equipes de emergência
externas (por exemplo, membros dos bombeiros e de outras equipes de emergência externas), para que não
introduzam qualquer equipamento ferroso de combate a incêndios, incluindo machados, macas de ferro ou
tanques de oxigênio, na sala do magneto. Certifique-se de que é indicada aos membros das equipes de
emergência externas a localização do interruptor de Corte de Emergência do magneto.
Os operadores de RM devem ser treinados adequadamente para minimizar os efeitos de saúde do campo
magnético de alta estática, conforme descrito acima.

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Etiquetas de identificação do produto


As etiquetas de identificação do produto (classificações) podem ser encontradas nas partes superiores e
laterais dos armários, painel posterior do monitor e outras superfícies exteriores do equipamento. Estas
etiquetas de produto alertam para perigos específicos e o nível de importância do perigo. As etiquetas também
podem conter mensagens que comunicam o perigo específico, a provável consequência decorrente do perigo e
como o perigo pode ser evitado. No caso de não conseguir identificar essas etiquetas, contate o departamento
de assistência técnica da sua instituição.
Uma ou mais etiquetas de identificação de produto existentes na Tabela 2-1 podem estar colocadas no sistema
ou em equipamentos periféricos. Familiarize-se com as etiquetas que dizem respeito ao seu sistema em
particular.
Tabela 2-1: Símbolos de advertência

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Advertência: esmagamento da mão

Advertência: superfície quente

Advertência: campo magnético

Advertência: tensão (barreiras, pontos de entrada)

Advertência: sinal geral

Aviso: feixe laser

Advertência: radiação não ionizante

Tabela 2-2: Símbolos de proibição

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Proibido: não obstruir

Proibido: proibido o acesso de pessoas não autorizadas

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Etiqueta Descrição (utilização normal)

Proibido: não toque - tensão perigosa

Proibido: proibida a introdução de artigos metálicos

Proibido: a introdução de implantes metálicos*

Proibido: a introdução de pacemakers*

Proibido: não enrole o cabo

*Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.
Tabela 2-3: Símbolos de obrigatoriedade

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Obrigatório: manual de instruções

Obrigatório: instruções de manutenção

Obrigatório: consulte as instruções

Obrigatório: utilize proteção auricular

Tabela 2-4: Símbolos de informações do fabricante

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Fabricante

Data de fabricação

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Etiqueta Descrição (utilização normal)

Referência do modelo

Número de série

Tabela 2-5: Símbolos relacionados com o conforto do paciente

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Iluminação de conforto do paciente

Ventilação de conforto do paciente (ventilador)

Tabela 2-6: Símbolos ambientais

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Limites de pressão atmosférica

Limites de temperatura

Limites de umidade

Tabela 2-7: Símbolos do PAC

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Porta de ligação do fole respiratório. Qualquer uma das etiquetas pode estar
no seu sistema.

Porta de ligação das derivações de ECG. Qualquer uma das etiquetas pode
estar no seu sistema.

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Etiqueta Descrição (utilização normal)

Porta de ligação do controle periférico. Qualquer uma das etiquetas pode estar
no seu sistema.

Porta de ligação do sistema de alerta do paciente. Qualquer uma das etiquetas


pode estar no seu sistema.

Tabela 2-8: Símbolos de segurança em RM

Etiqueta Descrição (utilização normal)

Seguro com RM

ou no

Recebe somente bobina

Bobina transmissora e receptora

Condicionado com RM

Não seguro com RM

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Tabela 2-9: Símbolos de identificação do produto

Etiqueta Descrição (utilização normal)


Corrente alternada (placa de classificação, terminais)

Corrente contínua (placa de classificação, terminais)

Corrente alternada trifásica

Ligação à terra (terminais de ligação à terra)

Ligação à terra de proteção (terminais de ligação à terra)

Equipotencialidade (terminais)

Tensão (componentes, pontos de entrada)

Alimentação ligada (interruptor de corte geral da alimentação)

Alimentação desligada (interruptor de corte geral da alimentação)

Ligado (unicamente para uma parte do equipamento)

Desligado (unicamente para uma parte do equipamento)

Parada de emergência

Interrupção rápida (antiga versão da parada de emergência)

Equipamento de Classe II (isolamento duplo) (classificações)

Peça aplicada do Tipo B (classificações, ligações AP)

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Etiqueta Descrição (utilização normal)

Peça aplicada do Tipo BF

Radiação eletromagnética não-ionizante (classificações)

Atenção - Consulte os documentos que acompanham o produto

CUIDADO - Sensível à eletricidade estática (partes suscetíveis a descargas


eletroestáticas (ESD))

Radiação laser (dispositivos de laser)

Peso da mesa em kg, sem o paciente

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Indicações de Utilização
As Indicações de Utilização para cada sistema específico podem ser encontradas nos seus Regulamentos e
Normas Aplicáveis.

ATENÇÃO
Estes aparelhos são limitados pela lei federal (EUA) à utilização investigativa para indicações não
declaradas em "Indicações de Utilização" para um tipo de sistema específico. Ao abrigo da lei federal
(EUA), estes aparelhos devem ser utilizados apenas para as funções indicadas em "Indicações de
Utilização".

AVISO
Leia completamente a informação de prescrição disponível no rótulo do meio de contraste antes de
utilizá-lo. Utilize o meio de contraste apenas em conformidade com as Indicações de Utilização
descritas na informação de prescrição.

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Restrições de Utilização

ATENÇÃO
Não introduza no computador do sistema softwares que não lhe pertençam.

AVISO
O sistema de ressonância magnética não foi concebido para fornecer informações destinadas a uso
estereotático clínico. A precisão espacial obtida com o sistema de ressonância magnética poderá não
ser adequada para procedimentos estereotáticos e pode variar, dependendo do paciente, da sequência
de impulsos utilizada e do próprio sistema. Portanto, recomenda-se que as imagens de ressonância
magnética não sejam utilizadas para aplicações estereotáticas.

AVISO
Os dispositivos estereotáticos eletricamente condutores poderão originar elevados valores de SAR
localizados. As interações entre a estrutura e a bobina de transmissão poderão resultar em uma
potência de transmissão excessiva. Além disso, a colocação inadequada de almofadas isoladoras entre
o paciente e qualquer condutor poderá originar pontos de aquecimento excessivo.

A utilização estereotática clínica refere-se à utilização em locais destinados a procedimentos cirúrgicos.

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Instruções de Utilização
A 2ª alteração da norma IEC 60601-2-33 assume que, dado que não é conhecido nenhum efeito crônico devido
à exposição a campos de ressonância magnética, os limites de segurança do funcionário são idênticos aos
limites de segurança dos pacientes. No entanto, é prudente minimizar as exposições do funcionário.
Os trabalhadores devem impedir que materiais ferromagnéticos entrem na sala do magneto. O perigo
representado pela potencial projeção de materiais ferrosos constitui uma importante preocupação de
segurança. Observe que alguns materiais, que inicialmente não são magnéticos, poderão tornar-se magnéticos
ao serem submetidos a um campo magnético estático durante um certo período de tempo. A movimentação
em áreas abrangidas por campos magnéticos estáticos (especialmente nas proximidades de grandes
gradientes de campo espacial) poderá dar origem a um ”sabor metálico", vertigens, náuseas e possíveis
”flashes de luz" (magneto-fosfenos). Esses efeitos de movimento não são considerados como perigosos, desde
que não originem a queda do funcionário.
Os gradientes dos campos magnéticos variáveis com o tempo poderão induzir a estimulação dos nervos
periféricos, caso o funcionário intercepte um fluxo variável no tempo suficiente. A estimulação dos nervos
periféricos não constitui um perigo, a menos que faça com que o funcionário se machuque quando se sentir
assustado pelo efeito. Os operadores de RM devem ser treinados adequadamente para minimizar os efeitos de
saúde do campo magnético de alta estática, conforme descrito acima. Os gráficos do gradiente máximo do
campo magnético variável no tempo |B| que os funcionários poderão sentir fora do anel do magneto são
apresentados na figura a seguir.

Figura 2-1: Gradiente de campo magnético de magnitude máxima, a partir de três eixos simultâneos, no raio do anel do paciente (a
exposição do funcionário é limitada a esses níveis como função de z).

Tabela 2-10: Legenda da imagem

# Descrição
1 Isocentro
2 Magneto do isocentro para a frente

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Os campos de radiofrequência que apresentem níveis suficientemente altos podem causar aquecimento. Fora
do anel do magneto, o campo de radiofrequência diminui rapidamente. Consideremos ”B1" como a força do
campo magnético originado pela radiofrequência. O gráfico do quadrado ”B1", normalizado relativamente ao
seu valor no isocentro, é apresentado na figura abaixo. No pior cenário, a força do campo magnético da
radiofrequência, ”B1", pode produzir, no isocentro, o valor limite da Taxa de Absorção Específica (SAR) do corpo
inteiro. Se a maior parte do corpo foi submetida a exposição fora do anel, então o gráfico abaixo apresenta o
fator de escala para cada localização ”Z". Essa é uma estimativa muito conservadora da SAR, dado que o fluxo
total no corpo é, provavelmente, muito menor.
Figura 2-2: Diagrama do quadrado de B1, normalizado no isocentro, para a Bobina de Corpo tipo ”Birdcage" (gaiola) sobre o eixo.

Tabela 2-11: Legenda da imagem

# Descrição
1 Quadrado de B1 normalizado para o isocentro.
2 Quadrado de B1 normalizado para o isocentro para a bobina tipo "birdcage" (gaiola) sobre o eixo.
3 O ponto (0,707) com o qual a transmissão RF é reduzido por 3 dB a partir do máximo no isocentro.
4 O ponto (0,316) com o qual a transmissão RF é reduzido por 10 dB a partir do máximo no isocentro.

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Contraindicações de Utilização
Seu sistema MR tem um campo magnético muito forte que pode ser perigoso para pessoas com problemas de
saúde ou implantes que entrem no ambiente ou na sala do sistema. O uso do sistema MR é contraindicado (isto
é, não aconselhável) para pacientes e funcionários do MR que tenham:

Implantes ativados por meio elétrico, magnético ou mecânico (por exemplo, marca-passos e cateteres
cardíacos de material ferroso e/ou ativados por meio elétrico), pois os campos magnéticos e
eletromagnéticos produzidos pelo sistema MR podem interferir na operação desses dispositivos.
Clipes de aneurisma intracraniano.
Aparelhos estereotáxicos MR não compatíveis.

ADVERTÊNCIA
O campo magnético do sistema de ressonância magnética pode fazer com que um implante ferroso
(por exemplo, clipe cirúrgico, implante coclear, clipe de aneurisma intracraniano, etc.) ou próteses se
movam ou se desloquem, resultando em lesões graves. Os pacientes e técnicos de ressonância
magnética devem ser submetidos a exames para localizar implantes e as pessoas que possuam
implantes não devem, regra geral, entrar na sala de escaneamento. Para pacientes e técnicos de RM
com implantes rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM", consulte a etiqueta do
dispositivo implantável e as informações técnicas acerca do sistema de RM.
As próteses devem ser removidas antes de se proceder ao escaneamento, de forma a evitar a
ocorrência de lesões.

ADVERTÊNCIA
Os testes habitualmente utilizados para determinar a segurança no aquecimento dos implantes
Condicionados com RM (norma, ASTM F2182, ASTM.org), requerem excitação em quadratura. Os
resultados de aquecimento para a não-excitação em quadratura (tais como a transmissão paralela,
transmissão dupla ou transmissão elíptica) são desconhecidos.
Para os pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM, aplicar Modos de Comando
por RF Predefinidos ou Otimizados pode violar as especificações de material Condicionado com RM.

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INT R ODU ÇÃO

Segurança do ambiente MR
Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.

Seguro com RM: Para pacientes com implantes rotulados como "Seguro com RM", consulte a etiqueta do
dispositivo implantável.
Condicionado com RM: Para pacientes com implantes rotulados como "Condicionado com RM", consulte
a etiqueta do dispositivo implantável.
Não seguro com RM: Os pacientes com dispositivos implantáveis que sejam Não seguros com RM estão
contra-indicados.

Se o nível de compatibilidade com RM não for apresentado, então o dispositivo implantável deverá ser
considerado Não seguro com RM.

Terminologia de segurança em um ambiente de campo magnético.


A terminologia de segurança em um ambiente de RM visa ajudar a explicar as questões de rotulagem dos
dispositivos médicos e dos outros itens que possam ser usados no ambiente de RM para garantir a utilização
segura da tecnologia de RM.
A terminologia para definir a segurança dos itens no ambiente de RM é fornecida na Norma F2503 da ASTM
Processo de Marcação de Dispositivos Médicos e Outros Itens para Segurança no Ambiente de Ressonância
Magnética. A FDA recomendou a utilização da terminologia Seguro com RM, Condicionado com RM e Não
seguro com RM, definida na norma F2503 da ASTM (documento de orientação da FDA, Documento “Estabelecer
a Segurança e a Compatibilidade dos Implantes Passivos no Ambiente de Ressonância Magnética (RM)”).

Definições
Seguro com RM: Um item que não representa nenhum risco conhecido em todos os ambientes de imagiologia
por RM.
Com essa terminologia, os itens seguros com RM são não condutores, não metálicos e não magnéticos, tais
como uma placa de Petri de plástico. Um item pode ser determinado como sendo seguro com RM
proporcionando uma fundamentação lógica de base científica em vez de dados de teste.
Condicionado com RM: Um item que se demonstrou que não representa nenhum risco conhecido em um
determinado ambiente de RM com condições de utilização específicas. As condições de campo que definem o
ambiente de RM incluem a força do campo magnético estático, o gradiente espacial, a frequência de mudança
do campo magnético (dB/dt), os campos RF e a taxa de absorção específica (SAR).
Poderão ser necessárias condições adicionais, incluindo as configurações específicas do item (por exemplo, a
disposição das derivações utilizadas para um sistema de neuroestimulação).
Não seguro com RM: Um item que é conhecido por constituir um risco em todos os ambientes de RM.
Os itens não seguros com RM incluem itens magnéticos, tais como uma tesoura ferromagnética.
A norma F2503 da ASTM também descreve a forma como os ícones dos dispositivos de "Seguro com RM",
"Condicionado com RM" e "Não seguro com RM" devem ser utilizados para a rotulagem de RM dos implantes e
dispositivos. Para mais informações, consulte Etiquetas de segurança de RM.

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ATENÇÃO
O escaneamento seguro de pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM poderá ser
complexo. Os profissionais de saúde que escaneiem pacientes com dispositivos ou implantes
Condicionados com RM deverão consultar o fabricante do implante ou dispositivo para obter instruções
sobre as diretrizes de segurança.

ADVERTÊNCIA
Os scanners não foram concebidos para regular a SAR e dB/dt para níveis que não sejam o MODO IEC
NORMAL (WB SAR <= 2 W/kg, cabeça SAR <= 3,2 W/kg e dB/dt <= 80% do limite médio de estimulação
nervosa) e PRIMEIRO MODO IEC (WB SAR <= 4 W/kg, cabeça SAR <= 3,2 W/kg e dB/dt <= 100% do limite
médio de estimulação nervosa. Não são impostos outros limites.

ADVERTÊNCIA
O campo magnético do sistema de ressonância magnética pode fazer com que um implante ferroso
(por exemplo, clipe cirúrgico, implante coclear, clipe de aneurisma intracraniano, etc.) ou próteses se
movam ou se desloquem, resultando em lesões graves. Os pacientes e técnicos de ressonância
magnética devem ser submetidos a exames para localizar implantes e as pessoas que possuam
implantes não devem, regra geral, entrar na sala de escaneamento. Para pacientes e técnicos de RM
com implantes rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM", consulte a etiqueta do
dispositivo implantável e as informações técnicas acerca do sistema de RM.
As próteses devem ser removidas antes de se proceder ao escaneamento, de forma a evitar a
ocorrência de lesões.

ADVERTÊNCIA
Os testes habitualmente utilizados para determinar a segurança no aquecimento dos implantes
Condicionados com RM (norma, ASTM F2182, ASTM.org), requerem excitação em quadratura. Os
resultados de aquecimento para a não-excitação em quadratura (tais como a transmissão paralela,
transmissão dupla ou transmissão elíptica) são desconhecidos.
Para os pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM, aplicar Modos de Comando
por RF Predefinidos ou Otimizados pode violar as especificações de material Condicionado com RM.
Quando escanear pacientes com implantes dados como "Condicionado com RM", verifique junto da GE se o seu
sistema possui transmissão em quadratura.

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Normas de segurança de Ressonância Magnética


Na maioria dos países, a norma de segurança de ressonância magnética IEC 60601-2-33 indica os limites de
segurança para os exames de ressonância magnética, para ventilação e para a exposição ocupacional dos
técnicos de ressonância magnética. A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC - International Electrotechnical
Commission) desenvolveu uma norma de segurança de ressonância magnética que é amplamente utilizada. A
norma de segurança de ressonância magnética da IEC apresenta três níveis. O MODO DE FUNCIONAMENTO
NORMAL destina-se à digitalização de rotina de pacientes. O operador deve encetar uma ação deliberada
(normalmente um botão ACEITAR) para introduzir o PRIMEIRO MODO DE FUNCIONAMENTO CONTROLADO. Esse
modo proporciona um maior desempenho do scanner, mas requer a monitorização do paciente. Por último,
existe um SEGUNDO MODO DE FUNCIONAMENTO CONTROLADO, utilizado apenas para fins de pesquisa
sujeitos a limites controlados por um Comitê de Revisão Investigacional (IRB - Investigational Review Board).
O scanner emprega um sistema de gradiente de corpo inteiro cujo volume de conformidade IEC 60601-2-33 é:

um cilindro com eixo que coincide com o eixo do magneto e com um raio de 0,20 metro, para magnetos
cilíndricos, ou
um volume delimitado por planos paralelos aos polos do magneto e separado por uma distância de 0,40
metro, no caso de magnetos de campo vertical.
Tabela 2-12: Limites de segurança da IEC

dB/dt
(%
SAR de SAR Local SAR de média
SAR da SAR Local da
Modo de Corpo SAR de Corpo da Curto da
Cabeça cabeça/tronco
funcionamento Inteiro Parcial (p/kg) Extremidade Prazo estim.
(p/kg) (p/kg)
(p/kg) (p/kg) (p/kg) nervos
perif.
(PNS))

Modo Normal 2 x longo 80% da


2 3.2 10 20
IEC prazo PNS

1º Modo de
2 x longo 100%
Funcionamento 4 3.2 10 20
prazo da PNS
Controlado IEC
2º Modo de
Funcionamento Limite do Limite do Limite do Limite
Limite do IRB Limite do IRB Limite do IRB
Controlado da IRB IRB IRB do IRB
IEC
A SAR local média é calculada com base em um campo de 10 g, que corresponde ao pior cenário. A SAR a curto
prazo média é calculada ao longo de 10 s. Os limites da SAR diminuem se a temperatura superar os 24 ºC ou se
a umidade exceder os 60%. Devem ser utilizadas proteções auriculares (apenas foram validados auriculares),
com uma Taxa de Redução de Ruído (NRR) >/= 29 dB, por forma a reduzir o nível de pressão sonora da média
quadrática ponderada de A para valores inferiores a 99 dB(A). A norma IEC 60601-1 limita a temperatura da
superfície de contato a 41 ºC.

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NOR M A S D E SE G U R A NÇ A

Compatibilidade Eletromagnética
GE Healthcare do Brasil LTDA não declara conformidade com a IEC 60601-1-2, uma vez que a mesma não é
certificada de acordo com a legislação vigente do Brasil. Contudo, podemos referenciar que o sistema é
classificado com a tabela abaixo.
Os equipamentos portáteis e móveis de comunicação por RF podem afetar o Equipamento Elétrico para
Medicina.

AVISO
O sistema de MR pode sofrer interferências por parte de outros equipamentos, mesmo que esses
equipamentos estejam em conformidade com os requisitos de emissão CISPR.

AVISO
O sistema de MR não deve ser utilizado lado a lado ou empilhado com outros equipamentos; no caso de
ser necessário utilizá-lo lado a lado ou empilhado juntamente com outros equipamentos, deve ser
observado de forma a verificar o normal funcionamento na configuração em que será utilizado.

AVISO
O sistema de MR deve ser utilizado em um local blindado, designado por Sala do Magneto. Os requisitos
de blindagem magnética e de RF que a Sala do Magneto deve cumprir estão definidos no Manual de
Pré-Instalação.

AVISO
A utilização de acessórios, transdutores e cabos diferentes dos especificados, com exceção dos
transdutores e cabos comercializados pela GE ou das peças de substituição para os componentes
internos, pode resultar no aumento das emissões ou na diminuição da imunidade do sistema de MR.
A adesão às recomendações inclusas relativas à interação do sistema de MR com outros dispositivos elétricos
no ambiente eletromagnético, pode não eliminar totalmente todas as perturbações, no entanto o sistema
manterá o seu desempenho essencial, continuando a adquirir, apresentar e salvar de forma segura imagens de
qualidade para diagnóstico.
Tabela 2-13: Orientação e Declaração do Fabricante - emissões eletromagnéticas

O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Nível de
Teste de emissões Ambiente eletromagnético - orientação
conformidade
O sistema de MR deve emitir energia eletromagnética, de
Emissões de RF,
Grupo 2 forma a desempenhar a função para que foi concebido. Os
CISPR 11
equipamentos eletrônicos próximos podem ser afetados.
O sistema de MR é adequado para utilização em todos os
Emissões de RF,
Classe A estabelecimentos que não os domésticos e aqueles
CISPR 11
diretamente ligados à rede pública de baixa tensão que

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O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Nível de
Teste de emissões Ambiente eletromagnético - orientação
conformidade

Emissões
harmônicas IEC Não aplicável
61000-3-2
alimenta os edifícios utilizados para fins domésticos.
Flutuações de
tensão e flicker
Não aplicável
gerados IEC 61000-
3-3

Tabela 2-14: Orientação e Declaração do Fabricante - Imunidade eletromagnética

O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Teste de Nível de teste IEC Nível de
Ambiente eletromagnético - orientação
imunidade 60601 conformidade
Os pavimentos devem ser de madeira,
Emissões ±6 kV, em contato ±6 kV, em contato cimento ou tijoleira cerâmica. Se os
harmônicas IEC pavimentos estiverem revestidos com
61000-4-2 ±8 kV, no ar ±8 kV, no ar material sintético, a umidade relativa deve
ser de, pelo menos, 30%.
±2 kV, para linhas ±2 kV, para linhas de
de fornecimento fornecimento de
Emissões de energia energia ±1 kV para A qualidade da rede de alimentação deve
harmônicas IEC ser igual à da alimentação fornecida a um
61000-4-4 ±1 kV, para linhas linhas de ambiente comercial ou hospitalar comum.
de fornecimento entrada/saída
de energia
±1 kV, entre linhas ±1 kV, em modo
diferencial A qualidade da rede de alimentação deve
Sobretensão IEC
ser igual à da alimentação fornecida a um
61000-4-5 ±2 kV, entre linha ±2 kV, em modo ambiente comercial ou hospitalar comum.
(s) e terra comum
<5% UT (>95% de
Quedas de queda em UT) A qualidade da rede de alimentação deve
voltagem, para meio ciclo ser igual à da alimentação fornecida a um
interrupções 40% UT (60% de ambiente comercial ou hospitalar comum.
curtas e queda em UT) Não aplicável Se o usuário do sistema de MR necessitar
variações de para 5 ciclos 70% que ele continue funcionando durante as
voltagem nas UT (30% de queda interrupções da rede de alimentação,
linhas de em UT) para 25 recomenda-se que o sistema seja
fornecimento de ciclos alimentado a partir de uma unidade de
energia de
<5% UT (>95% de <5% UT (>95% de alimentação ininterrupta (UPS) ou de uma
entrada IEC
queda em UT) queda em UT) para 5 bateria.
61000-4-11
para 5 seg. seg.
Os campos magnéticos criados pela
Campo 3 A/m 3 A/m
frequência da rede de alimentação devem

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O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Teste de Nível de teste IEC Nível de
Ambiente eletromagnético - orientação
imunidade 60601 conformidade
magnético da
frequência de apresentar intensidades características de
alimentação um ambiente comercial ou hospitalar
(50/60 Hz) IEC comum.
61000-4-8
NOTA UT é o valor da voltagem c.a. antes da aplicação do nível de teste.

Tabela 2-15: Orientação e Declaração do Fabricante - Imunidade eletromagnética

O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Teste de Nível de teste IEC Nível de
Ambiente eletromagnético - orientação
imunidade 60601 conformidade
Os equipamentos portáteis e móveis de
comunicação por RF não devem ser
utilizados a uma proximidade de
qualquer uma das partes do sistema de
MR, incluindo cabos, inferior à distância
de separação recomendada, calculada a
partir da equação aplicável à frequência
do transmissor. Distância de separação
recomendada.

Emissões
3 Vrms 150 kHz a
harmônicas IEC 3 Vrms
80 MHz
61000-4-6
em que P é a potência nominal máxima
de saída do transmissor em watts (W),
de acordo com o fabricante, e d é a
distância de separação recomendada,
em metros (m).
As intensidades de campo dos
transmissores RF fixos, conforme
determinado por um estudo
eletromagnético da instalaçãoa devem
ser inferiores ao nível de conformidade
em cada gama de frequênciab. Pode
ocorrer interferência na proximidade
dos equipamentos identificados com o
seguinte símbolo:

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O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético de cuidados de saúde


normal a seguir especificado. O cliente ou o usuário do sistema de MR deve assegurar que ele é
utilizado nesse tipo de ambiente.
Teste de Nível de teste IEC Nível de
Ambiente eletromagnético - orientação
imunidade 60601 conformidade

Emissões
3 V/m 80 MHz a 2,5
harmônicas IEC 3 V/m
GHz
61000-4-3
NOTA 1: a 80 MHz e 800 MHz, aplica-se à gama mais elevada de frequência.
NOTA 2: essas diretivas podem não se aplicar em todas as situações. A propagação eletromagnética é
afetada pela absorção e reflexão causadas por estruturas, objetos e pessoas.
a:As intensidades de campo originadas por transmissores fixos, tais como estações de emissão de
radiotelefones (celulares/redes sem fios) e de rádios móveis, radioamadores, transmissão de rádio em AM
e FM e TV, não podem ser teoricamente previstas com precisão. Para avaliar o ambiente eletromagnético
causado por transmissores fixos de RF, deve ser considerado um estudo do local eletromagnético. Se a
intensidade do campo medida na localização na qual o sistema de MR é utilizado exceder o nível de
conformidade de RF aplicável acima indicado, o sistema de MR deve ser observado para verificar se
funciona normalmente. Se for observado um desempenho anormal, podem ser necessárias medidas
adicionais, tais como a reorientação ou recolocação do sistema de ressonância magnética.
b:Acima da gama de frequências dos 150 kHz aos 80 MHz, as intensidades do campo deverão ser
inferiores a 3 V/m.

Tabela 2-16: Distâncias de separação recomendadas entre equipamento de comunicações de RF portátil e móvel e o sistema de MR

O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético no qual as perturbações


causadas por emissões de RF são controladas. O cliente ou o usuário do sistema de MR pode ajudar a
prevenir a interferência eletromagnética, através da manutenção de uma distância mínima entre
equipamentos portáteis e móveis de comunicação por RF (transmissores) e o sistema de MR, conforme
recomendado abaixo, de acordo com a potência máxima de saída do equipamento de comunicações.
Potência nominal
máxima de saída do Distância de separação de acordo com a frequência do transmissor (m)
transmissor (W)
150 kHz a 80 MHz 80 MHz a 800 MHz 800 MHz a 2,5GHz

0.01 0.12 0.12 0.23


0.1 0.37 0.37 0.74
1 1.17 1.17 2.33
10 3.69 3.69 7.38
100 11.67 11.67 23.33
Para os transmissores cuja potência nominal máxima de saída não está indicada acima, a distância de
separação recomendada d em metros (m) pode ser determinada utilizando a equação aplicável à
frequência do transmissor, em que P é a potência nominal máxima de saída do transmissor, em watts (W),
de acordo com o respectivo fabricante.
NOTA 1: a 80 MHz e 800 MHz, aplica-se a distância de separação correspondente à gama mais elevada de
frequências.
NOTA 2: essas diretivas podem não se aplicar em todas as situações. A propagação eletromagnética é

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O sistema de MR destina-se a ser utilizado em um ambiente eletromagnético no qual as perturbações


causadas por emissões de RF são controladas. O cliente ou o usuário do sistema de MR pode ajudar a
prevenir a interferência eletromagnética, através da manutenção de uma distância mínima entre
equipamentos portáteis e móveis de comunicação por RF (transmissores) e o sistema de MR, conforme
recomendado abaixo, de acordo com a potência máxima de saída do equipamento de comunicações.
Potência nominal
máxima de saída do Distância de separação de acordo com a frequência do transmissor (m)
transmissor (W)
afetada pela absorção e reflexão causadas por estruturas, objetos e pessoas.

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NOR M A S D E SE G U R A NÇ A

Especificações de temperatura e umidade


Sala do Sistema
Utilize as especificações indicadas nas tabelas em Dados do Campo Magnético Espacial para projetar o sistema
de AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado). Deve ser instalado um isolamento e uma barreira de
umidade adequados no espaço de ambiente controlado (por exemplo, na área por cima do teto falso), para
controlar a umidade, condensação e temperatura.

Para ajudar a evitar que o paciente se sinta desconfortavelmente quente durante um exame, certifique-se
de que a temperatura da sala do magneto não ultrapassa 21º C.
Tabela 2-17: Especificações de temperatura e umidade

Temperatura Umidade
Variação
Área %
Intervalo°C ºC/Hr % Intervalo
Variação/Hora
(ºC/Hr)
Sala do equipamento, à entrada do 59-89.6*
5 (3)** 30-75* 5
equipamento (15-32)*
Temperatura na sala do equipamento apenas 59-82,4 (15-
5 (3) 30-75* 5
para os sistemas Optima MR360 e Brivo MR355 28)*
59-69,8 (15-
Sala do magneto 5 (3) 30-60* 5
21)
59-89,6*
Sala de controle do operador 5 (3) 30-75* 5
(15-32)*
Nota
* Umidade sem condensação, com um nível nominal de 50% a 18,3º C.
** A especificação do gradiente de temperatura da sala aplica-se desde o chão até a descarga superior
dos bastidores do equipamento.

Ambiente de Funcionamento do MRCC


O MRCC foi concebido para ser instalado no exterior do edifício, podendo ser utilizado ou transportado em
ambientes que correspondam às seguintes especificações.

Temperatura ambiente: -30 °C a 43 °C


Umidade: 5-100%

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Conceitos básicos sobre campos magnéticos


Embora seja geralmente aceito que não existe qualquer evidência publicada que demonstre efeitos negativos, a
longo prazo ou cumulativos, da exposição a campos eletromagnéticos, é aconselhável que as técnicas de RM
para grávidas tomem precauções suplementares para limitar ao máximo a exposição. Os efeitos na saúde
aumentam com o aumento da força do campo magnético. A existência de regulamentações locais que
estabeleçam limites máximos para funcionários do MR podem não ser aplicáveis a funcionárias do MR que
estejam grávidas, o que significa que funcionárias do MR grávidas não têm permissão para estarem presentes
na sala de exames durante o escaneamento, embora não exista nenhuma evidência epidemológica que
demonstre efeitos negativos da exposição a campos eletromagnéticos sobre a saúde da operadora grávida ou
do seu feto. O usuário é responsável por determinar se existe alguma legislação local ou nacional que
estabeleça limites ocupacionais para exposição a campos eletromagnéticos. Se esses limites existirem, é
responsabilidade do usuário garantir que estão sendo observados.
Para garantir a operação segura do scanner, você deve compreender o funcionamento de vários componentes
do seu sistema de aquisição de imagem. O sistema de RM inclui os seguintes campos magnéticos:

Campo Magnético Estático (o magneto)


Campos Magnéticos Gradientes (os gradientes)
Campos Eletromagnéticos (a RF)

As definições a seguir indicadas são utilizadas ao longo da seção Conceitos Básicos Sobre Campos Magnéticos:

Modo de Operação Normal(Modo Clínico): modo de utilização do equipamento de RM no qual nenhuma


das saídas apresenta um valor suscetível de poder causar tensão fisiológica aos pacientes.
Modo de Funcionamento de Primeiro Nível Controlado: modo de funcionamento do equipamento de RM
em que uma ou mais saídas atingem um valor que pode causar tensão fisiológica nos pacientes, a qual
necessita ser controlada por supervisão médica.
Modo de Funcionamento de Segundo Nível Controlado: modo de funcionamento do equipamento de
RM em que uma ou mais saídas atingem um valor que pode apresentar risco significativo para os
pacientes, para o qual é necessária uma aprovação ética explícita (isto é, um protocolo de estudos
humanos aprovado de acordo com os regulamentos locais).

Optima MR360/Brivo MR355 não consegue iniciar o modo de funcionamento controlado de segundo nível.

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CAM POS M AGNÉT ICOS

Campos magnéticos estáticos


O magneto principal cria um campo magnético estável e muito intenso.

Observe que o campo magnético de ressonância magnética está sempre ativado, mesmo que o sistema
não esteja adquirindo dados de digitalização. A única exceção é se a assistência técnica tiver reduzido o
magneto ou se os seus circuitos criogênicos tiverem sido interrompidos.
As principais questões de segurança relacionadas com campo magnético estático incluem o potencial que
apresenta de indução de efeitos biológicos, de atração de objetos ferromagnéticos e de interrupção dos
circuitos criogênicos.
O campo magnético estático do sistema de RM pode ser classificado de acordo com vários modos:

Normal: o modo de funcionamento normal, admissível para todos os indivíduos.


Primeiro Nível: modo de funcionamento controlado, admissível para pacientes sobre os quais foi tomada
uma decisão médica, garantindo que podem suportar a intensificação do campo magnético estático.
Segundo Nível: modo de funcionamento controlado, necessária aprovação por um IRB ou Comitê de
Ética de Investigação em Seres Humanos, com o limite de campo estático explicitamente definido.
Tabela 2-18: Campo Magnético Estático

Modo Sistema
</= 2T para Modo Normal 1,5T
> 2T </= 4T para Modo de Primeiro Nível 3,0 T
> 4T para Modo de Segundo Nível Não aplicável

Um magneto produz linhas invisíveis de força, que se estendem para além do magneto e que são designadas
por campo periférico. O tamanho do campo periférico depende da potência do magneto e se ele é ou não
blindado. São utilizadas a blindagem ativa e inativa para reduzir ou apertar o campo periférico.
Figura 2-3: Campo periférico

ATENÇÃO
No caso de alguns pacientes ou técnicos de MR, os movimentos rápidos da cabeça, enquanto
submetidos ao campo magnético, podem dar origem a tonturas, vertigens ou a um "sabor metálico" na
boca. Nenhum destes efeitos de movimento é considerado perigoso, desde que não origine a queda do
técnico.
Recomenda-se que o paciente e o técnico de MR tentem ficar parados enquanto estiverem na região de
influência de campos magnéticos estáticos intensos. O técnico de MR deve sair da área de influência do
campo magnético estático sempre que as suas tarefas não o obriguem a permanecer no local.
A conversão de tesla em gauss é 1 tesla = 10.000 Gauss.

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

O campo magnético exerce força sobre materiais suscetíveis e implantes biomédicos, podendo ser perigoso.
Existem duas zonas críticas: a Zona de Segurança e a Zona de Exclusão. Cada zona apresenta restrições
específicas no que diz respeito a pessoas e materiais.

AVISO
É da sua responsabilidade garantir a criação e manutenção permanente de uma Zona de Segurança e
de uma Zona de Exclusão, bem como estabelecer regras de acesso. Certifique-se de que a exposição
ocupacional ao campo magnético estático está em conformidade com os regulamentos locais.

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Manual do operador

CAM POS M AGNÉT ICOS

Zona de Segurança
A Zona de Segurança é constituída pela sala do magneto e pelas suas paredes.
Figura 2-4: Zona de Segurança

Tabela 2-19: Legenda da imagem

# Descrição
1 Sala do magneto
2 Comprimento da sala = 18,7 feet (5,7 m)
3 Largura da sala = 12,5 feet (3,8 m)

NOTA: Consulte o Manual de Pré-Instalação do Sistema GE para obter informações sobre as dimensões
específicas do sistema e informações adicionais sobre a configuração do campo magnético.

Seleção : Você precisa compreender o que são substâncias ou peças ferromagnéticas e ferrosas:

Uma substância que é ferromagnética apresenta uma grande suscetibilidade magnética positiva.
(Exemplo:ferro.)
Um item que é ferroso pode possuir campo magnético intrínseco, podendo reagir fortemente quando
inserido em um campo magnético aplicado.(Exemplos:ferro, níquel e cobalto.)

A força de atração exercida pelo campo magnético na Zona de Segurança pode fazer com que os itens
ferromagnéticos se tornem projéteis e causar avarias nos implantes biomédicos contra-indicados. Em resumo,
os itens ferromagnéticos e implantes biomédicos contra-indicados NÃO são permitidos na Zona de Segurança.

O sistema de ressonância magnética utiliza equipamento de recepção de RF altamente sensível, de forma a


poder capturar o sinal de um objeto digitalizado. Na instalação do sistema de ressonância magnética, a sala do
magneto proporciona isolamento da RF, para reduzir a interferência causada por dispositivos elétricos
instalados no exterior da sala blindada.

É possível que qualquer dispositivo que empregue circuitos eletrônicos ativos possa interferir no funcionamento
do sistema de ressonância magnética, caso esse dispositivo seja introduzido na sala do magneto, mesmo que o
dispositivo não possua um transmissor de RF. Se determinado dispositivo se destinar a ser utilizado no interior
da sala do magneto, devem ser levadas em consideração medidas extremas de compatibilidade
eletromagnética (EMC) quando da sua concepção e fabricação.

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Manual do operador

Todos os dispositivos que contêm circuitos eletrônicos ativos, se introduzidos na sala do magneto, podem
potencialmente interferir no sistema de ressonância magnética. Alguns exemplos incluem: fontes de
alimentação comutadas, microprocessadores, processadores de sinal digitais, conversores analógico/digital,
monitores LCD, controladores de teclado, motores e dispositivos alimentados por baterias.

AVISO
O sinal de advertência da Zona de Segurança deve ser colocado na entrada da sala do magneto, para
chamar a atenção dos funcionários sobre a existência do campo magnético de alta intensidade e
alertar para que não sejam introduzidos objetos ferromagnéticos na sala.

AVISO
Certifique-se de que a Zona de Segurança está em conformidade com os regulamentos locais.

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Manual do operador

Sinal de Advertência de Zona de Segurança


O sinal de advertência de Zona de Segurança alerta os funcionários e pacientes para o seguinte:

Forte campo magnético


Proteção auditiva: Durante um exame, todas as pessoas presentes na sala de escaneamento devem
usar proteção auditiva para evitar possíveis problemas de audição.
Proibida a introdução de pacemakers*
Proibida a introdução de neuroestimuladores*
Proibida a introdução de implantes condutores/metálicos*
As pessoas com pacemakers, neuroestimuladores ou implantes metálicos não devem entrar nesta
área. Podem ocorrer lesões graves.
Proibida a introdução de objetos metálicos soltos: Os materiais de ferro, aço e outros materiais ferrosos
não devem ser trazidos para esta área. Podem ocorrer lesões graves ou danos materiais.
Risco de radiação não ionizante: Se uma digitalização é efetuada com a sala do magneto aberta.

*Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.

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Figura 2-5: Sinal de aviso de Zona de Segurança

O seu sistema pode apresentar um sinal ligeiramente diferente deste.

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CAM POS M AGNÉT ICOS

Zona de Exclusão
A Zona de Exclusão tem início na linha de 5 gauss. A blindagem magnética pode, no entanto, limitar a linha de 5
Gauss à sala do magneto, tornando a Zona de Segurança e a Zona de Exclusão uma só.
Figura 2-6: Zona de Exclusão 1 = linha de 5 gauss

Os diagramas dos campos magnéticos estáticos (os quais assumem que não existem materiais
ferromagnéticos próximos) podem ser encontrados em:
http://www.gehealthcare.com/company/docs/siteplanning.html#mr
Todos os funcionários devem ser advertidos da existência das linhas de Gauss e monitorar ativamente as
mudanças das condições do ambiente. Existem linhas de Gauss e equipamentos que devem se situar fora de
certos limites. Consulte o seu técnico de manutenção da GE para obter informações sobre a localização das
linhas de Gauss na sua instalação.

AVISO
O sinal de advertência da Zona de Exclusão deve ser colocado no limite dos 5 Gauss. Localize e leia os
sinais da Zona de Exclusão colocados na sua instalação.

Sinal de aviso da Zona de Exclusão


o sinal de aviso da Zona de Exclusão alerta os funcionários e doentes para o seguinte:

Forte campo magnético


Proibida a introdução de pacemakers*
Proibida a introdução de neuroestimuladores*
Proibida a introdução de implantes condutores/metálicos*
As pessoas com pacemakers, neuroestimuladores ou implantes metálicos não devem entrar nesta
área. Podem ocorrer lesões graves.

*Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.

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Figura 2-7: Sinal de aviso da Zona de Exclusão

O seu sistema pode apresentar um sinal ligeiramente diferente deste.

AVISO
Certifique-se de que a Zona de Exclusão está em conformidade com os regulamentos locais.

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CAM POS M AGNÉT ICOS

Efeitos biológicos
As forças do campo magnético estático utilizado pelo sistema de ressonância magnética estão em
conformidade com as linhas de orientação indicadas pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, para a
imagiologia clínica. No entanto, há vários cuidados que devem ser tomados:

ATENÇÃO
Reduza o tempo da sua proximidade ao magneto. Passe apenas o tempo necessário para satisfazer as
necessidades do paciente.

ATENÇÃO
A varredura da RM não foi estabelecida como segura para a criação de imagens de fetos ou recém-
nascidos. Compare cuidadosamente os benefícios da RM com os procedimentos alternativos antes da
varredura para controlar os riscos ao paciente. O médico deve considerar se limitará a varredura de
grávidas ou recém-nascidos ao modo de operação Normal B/ut (B/ut normal) e Normal SAR (SAR
normal).

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CAM POS M AGNÉT ICOS

Objetos ferromagnéticos
Os objetos ferromagnéticos introduzidos nas proximidades do campo magnético estático podem tornar-se
projéteis, podendo provocar lesões a quem se encontre entre o objeto e o magneto. A força de atração exercida
entre o magneto e o objeto ferromagnético é determinada pela intensidade do campo magnético (campo
periférico), a suscetibilidade magnética do objeto, sua massa, a distância a que está do magneto e a respectiva
orientação relativamente ao campo.
Usar somente garrafas de oxigênio, cadeiras de rodas, macas, suportes intravenosos (IV), ventiladores, etc. não
ferrosos na sala do magneto. Certifique-se de que todas as pessoas que tenham acesso à sala de ressonância
magnética são advertidas de que apenas podem entrar na sala itens não ferrosos. Informe-as das políticas e
procedimentos em vigor, destinados a limitar a introdução de dispositivos médicos e outros equipamentos na
sala do magneto.
Além do perigo representado pelos potenciais projéteis, o campo magnético estático pode fazer com que
objetos ferromagnéticos implantados no paciente (por exemplo, clipes cirúrgicos, próteses) se movam e
provoquem lesões. Os implantes ativados elétrica, magnética ou mecanicamente podem avariar devido à
influência do campo magnético estático. Caso esses dispositivos garantam a sobrevivência do paciente, a sua
avaria pode ser fatal. Para dispositivos médicos rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM",
consulte a documentação do fabricante do dispositivo.

AVISO
A força de atração do campo magnético do sistema de ressonância magnética pode fazer com que
objetos ferrosos se tornem projéteis, podendo causar lesões graves. Coloque um sinal de advertência
da Zona de Segurança na entrada da sala do magneto e certifique-se de que todos os objetos perigosos
não são introduzidos na mesma. Se um objeto ferromagnético ficar preso ao magneto, ente em contato
com a GE para obter assistência técnica.

AVISO
Para ajudar a evitar lesões no paciente ou operador, não introduza materiais ferrosos, tais como
dispositivos alimentados por baterias, na sala do magneto.

AVISO
Para ajudar a evitar lesões no paciente ou operador, não introduza garrafas de oxigênio ferrosas na
sala do magneto.

ATENÇÃO
Equipamentos hospitalares comuns, que contêm frequentemente baterias ferrosas, tais como
equipamentos de monitoramento e de suporte de vida, podem ser adversamente afetados quando
colocados nas proximidades do campo magnético, ou a qualidade das imagens obtidas pode ser
afetada pela presença destes equipamentos.

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ATENÇÃO
As únicas ferramentas fornecidas pela GE recomendadas para utilização dentro da Zona de Segurança
são os fantomas fornecidos com o sistema.

AVISO
As potenciais descargas elétricas ocorridas entre dispositivos condutores e as bobinas de ressonância
magnética podem assustar o paciente e, possivelmente, fazer com que se machuque. Para ajudar a
evitar tais reações, não coloque objetos metálicos (p. ex., suportes de membros, mecanismos de tração,
dispositivos estereotáticos, etc) no magneto de ressonância magnética.

AVISO
O campo periférico pode causar lesões, ao interferir com o funcionamento normal dos dispositivos
biomédicos.

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CAM POS M AGNÉT ICOS

Dados do campo magnético espacial


Terminologia de segurança em um ambiente de campo magnético.
A terminologia de segurança em um ambiente de RM visa ajudar a explicar as questões de rotulagem dos
dispositivos médicos e dos outros itens que possam ser usados no ambiente de RM para garantir a utilização
segura da tecnologia de RM.
A terminologia para definir a segurança dos itens no ambiente de RM é fornecida na Norma F2503 da ASTM
Processo de Marcação de Dispositivos Médicos e Outros Itens para Segurança no Ambiente de Ressonância
Magnética. A FDA recomendou a utilização da terminologia Seguro com RM, Condicionado com RM e Não
seguro com RM, definida na norma F2503 da ASTM (documento de orientação da FDA, Documento “Estabelecer
a Segurança e a Compatibilidade dos Implantes Passivos no Ambiente de Ressonância Magnética (RM)”).

Definições
Seguro com RM: Um item que não representa nenhum risco conhecido em todos os ambientes de imagiologia
por RM.
Com essa terminologia, os itens seguros com RM são não condutores, não metálicos e não magnéticos, tais
como uma placa de Petri de plástico. Um item pode ser determinado como sendo seguro com RM
proporcionando uma fundamentação lógica de base científica em vez de dados de teste.
Condicionado com RM: Um item que se demonstrou que não representa nenhum risco conhecido em um
determinado ambiente de RM com condições de utilização específicas. As condições de campo que definem o
ambiente de RM incluem a força do campo magnético estático, o gradiente espacial, a frequência de mudança
do campo magnético (dB/dt), os campos RF e a taxa de absorção específica (SAR).
Poderão ser necessárias condições adicionais, incluindo as configurações específicas do item (por exemplo, a
disposição das derivações utilizadas para um sistema de neuroestimulação).
Não seguro com RM: Um item que é conhecido por constituir um risco em todos os ambientes de RM.
Os itens não seguros com RM incluem itens magnéticos, tais como uma tesoura ferromagnética.
A norma F2503 da ASTM também descreve a forma como os ícones dos dispositivos de "Seguro com RM",
"Condicionado com RM" e "Não seguro com RM" devem ser utilizados para a rotulagem de RM dos implantes e
dispositivos. Para mais informações, consulte Etiquetas de segurança de RM.

ATENÇÃO
O escaneamento seguro de pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM poderá ser
complexo. Os profissionais de saúde que escaneiem pacientes com dispositivos ou implantes
Condicionados com RM deverão consultar o fabricante do implante ou dispositivo para obter instruções
sobre as diretrizes de segurança.

ADVERTÊNCIA
Os scanners não foram concebidos para regular a SAR e dB/dt para níveis que não sejam o MODO IEC
NORMAL (WB SAR <= 2 W/kg, cabeça SAR <= 3,2 W/kg e dB/dt <= 80% do limite médio de estimulação
nervosa) e PRIMEIRO MODO IEC (WB SAR <= 4 W/kg, cabeça SAR <= 3,2 W/kg e dB/dt <= 100% do limite
médio de estimulação nervosa. Não são impostos outros limites.

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ADVERTÊNCIA
Os testes habitualmente utilizados para determinar a segurança no aquecimento dos implantes
Condicionados com RM (norma, ASTM F2182, ASTM.org), requerem excitação em quadratura. Os
resultados de aquecimento para a não-excitação em quadratura (tais como a transmissão paralela,
transmissão dupla ou transmissão elíptica) são desconhecidos.
Para os pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM, aplicar Modos de Comando
por RF Predefinidos ou Otimizados pode violar as especificações de material Condicionado com RM.

Informações sobre o magneto


Essas informações são disponibilizadas em conformidade com a norma IEC 60601-2-33.
Campo magnético principal do pico (B 0), pico do gradiente do campo magnético principal (grad(B 0)) e o produto
da força do pico (momentos do campo magnético vezes o pico do gradiente do campo magnético principal [B 0
grad(B 0)]) e seus locais espaciais são fornecidos nas coordenadas cilíndricas com centros no isocentro do
magneto.

Note que os valores de pico acessíveis ocorrem normalmente (ver figura abaixo) nas tampas do magneto
(proteção) ou perto delasem uma área acessível para o paciente. Para saber qual o tipo de magneto utilizado no
seu sistema, contate o seu técnico de manutenção da GE.

Definições
Campo magnético principal de pico (B 0), magnitude máxima do campo magnético nas localizações
acessíveis para o paciente.

No caso de magnetos solenoides, esses valores ocorrem normalmente em círculos com raio R a partir
do eixo do magneto, quer na frente quer na traseira do magneto a ±Z a partir do isocentro.

Gradiente de pico do campo magnético principal (grad(B 0)) também expresso como

O gradiente de pico do campo magnético estático, B 0, consiste na frequência de variação máxima da


magnitude do campo magnético principal ao longo de qualquer direção em um local acessível para o
paciente. No caso de magnetos solenoides, esses valores ocorrem normalmente em círculos com (ver
tabela e figura abaixo) raio R a partir do eixo do magneto, quer na tampa frontal quer na tampa traseira
do magneto, a ±Z a partir do isocentro.

Observe que a intensidade dos gradientes variáveis no tempo é pequena e não é relevante para as
considerações sobre a força magnética.

Força de pico resultante (B 0 grad(B 0)), também expressa como

A força de pico resultante é o produto máximo de B 0 e grad(B 0) em locais acessíveis. Observe que irão
ocorrer forças e binários máximos nessa localização. Na tabela abaixo são fornecidos apenas valores
em uma área acessível para o paciente com as tampas do magneto aplicadas. No caso de magnetos
solenoides (ver figura abaixo), estes valores ocorrem normalmente em círculos com raio R a partir do
eixo do magneto, quer na frente quer na traseira do magneto, a ±Z a partir do isocentro.

Localizações

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Definidas em coordenadas cilíndricas, (Z,R) sendo (Z=0, R=0) o isocentro do magneto, aplicadas na parte
da frente e traseira do magneto (ver tabela e figura abaixo). No caso de magnetos solenoides, os
mesmos valores máximos ocorrem em R, ± Z para todos os ângulos, ou seja, os mesmos valores de pico
formam um círculo com raio R em ±Z.

Força de translação

Força que atua para mover o centro da massa de um objeto. Os objetos ferromagnéticos em campos
magnéticos não uniformes sofrem forças de translação.

Binário

Um par de forças opostas com alguma distância de intervalo que atuam para rodar um objeto sem
alterar a posição do centro da massa. Objetos ferromagnéticos de forma assimétrica (por exemplo,
objetos com forma de agulha) sofrem binários em campos magnéticos.
Figura 2-8: Localização do magneto do campo periférico máximo Localizações espaciais de campos de pico acessíveis aos pacientes. A
origem das coordenadas cilíndricas é o isocentro do magneto. As coordenadas cilíndricas localizem pontos a um raio R a partir do eixo do
magneto (linha central) e a uma distância z do isocentro no eixo.

Tabela 2-20: Legenda da imagem

# Descrição
1 Exibição de corte lateral do magneto.
2 Vista frontal do magneto.
3 Magneto cilíndrico e tampa (proteção).
Pico B
Gradiente de pico (B)
Gradiente de pico B* (B)
4 Normalmente, o pico B, o gradiente de pico B e o gradiente de pico B* (B) estão próximos das
tampas do magneto em uma área acessível para o paciente e são simétricos para rotações ao
longo do eixo do magneto (campos iguais para (Z,R) ao longo de um círculo centrado no eixo). Os
valores de pico estão nas zonas sombreadas. As localizações específicas (R.Z) estão identificadas
na tabela abaixo.
5 Anel do paciente.

Campo Magnético Espacial


As forças e binários máximos exercidos sobre objetos ferromagnéticos dependem do produto da força.

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Forças e binários
As esferas de material ferromagnético uniforme sofrem forças de translação junto dos magnetos, mas não
binário.
Por exemplo, a força magnética em uma esfera de ferro macio é o seu peso multiplicado por 31,2 vezes B 0(grad
(B 0)).

Os objetos ferromagnéticos assimétricos (por exemplo, cilindros longos) podem sofrer forças de
translação e binários. No caso desses objetos, a força de translação pode ser várias ordens de grandeza
inferior às relacionadas com o binário.
A força de translação magnética depende do produto da força (B0 grad(B0)), ocorrendo a força máxima
para o produto máximo da força. 
Os torques aumentam rapidamente com (B )2 e depende do ângulo de B e da forma do objeto.
0 0
Os investigadores da compatibilidade com RM indicaram o gradiente máximo do campo magnético
periférico estático como um critério de segurança. Para cada máximo, os valores máximos, as
localizações espaciais (coordenadas cilíndricas (Z,R)) e os valores dos outros parâmetros (normalmente
diferentes do máximo), são indicados a seguir para os magnetos da GE.

A tabela seguinte contém coordenadas e valores de máximo B 0, máximo grad(B 0), e máximo B 0(grad(B 0)). Os
investigadores da compatibilidade com RM indicaram o gradiente máximo do campo magnético periférico
estático como um critério para compatibilidade com RM, embora, na realidade, o produto da força determine
forças de translação em objetos ferromagnéticos. Os valores de campo máximos (indicados com bordas
vermelhos), as localizações espaciais (em coordenadas cilíndricas (Z,R)) e os valores dos outros parâmetros
(normalmente diferentes do máximo), são indicados a seguir para os magnetos da GE.

Conversões de unidades úteis

1 T/m = 100 G/cm


1 G/cm = 0,01 T/m
1 T2/m = 106 G 2/cm
1 G 2/cm = 10-6 T2/m

Máximo para o magneto


Consulte a figura seguinte para obter uma explicação sobre o R e o Z.
Tabela 2-21: Brivo MR355 e Optima MR360 1.5T

Campo B Gradientes Produto


Sistemas de 1,5 T Campo R (m) Z (m)
(T) (T/m) (T2/m)
Pico B 0,327 0,616 1,92 3,59 6,27
Optima MR360, Brivo Gradiente de pico 0,404 0,818 1,36 7,47 9,25
MR355 Produto de pico (B x
0,370 0,773 1,59 6,89 9,94
Gradiente)

Diagramas de Campos Magnéticos


Os diagramas dos campos magnéticos estáticos (os quais assumem que não existem materiais
ferromagnéticos próximos) podem ser encontrados em:
http://www.gehealthcare.com/company/docs/siteplanning.html#mr

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Gradientes espaciais estáticos em cilindros con-


cêntricos
O campo magnético estático pode causar forças ou torques em alguns dispositivos próximos ao magneto. A
seguinte tabela mostra o campo magnético máximo (B0), a taxa espacial de variação do campo magnético (grad
(B0)) e o produto dos campos magnéticos e sua taxa de variação (B0*grad(B0)) para longos cilindros
concêntricos infinitos com o túnel do paciente. Esta informação pode ser útil na avaliação do risco ao assumir
pacientes que são limitados aos limites do cilindro. Observar que os maiores valores destes parâmetros
existem nas coberturas do túnel do magneto (consulte acima).
Por exemplo, encontrar o gradiente estático do pico no túnel de 60 cm para um sistema MR360/MR355.

Primeiro, descobrir se o gradiente de pico máximo nas coberturas do magneto (da tabela acima) é de 7,4
Tesla/m. (740 gauss/cm.). Este pico ocorre a um raio de 0,404 m. do eixo e um local z de 0,81 m do
isocentro (normalmente na cobertura do ima. Alguns gestores de risco consideram esta informação
suficiente para determinar o risco de gradientes espaciais estáticos.
Alguns gestores de risco podem limitar o paciente para regiões constantes por cilindros concêntricos,
com o túnel do paciente. Eles podem usar a tabela abaixo para descobrir que o gradiente espacial
máximo no túnel é de 4,6 Tesla/m (que pode ser escrito como 460 Gauss/cm.). O gradiente espacial de
pico no túnel do paciente está localizado na superfície cilíndrica de 60 cm. em z = 0,75 m. do isocentro. O
usuário, então, avalia o risco de Etiquetagem Condicional da RM do fabricante do dispositivo, a partir das
características do scanner, e de outras informações, tais como o histórico do paciente. Neste caso, o
gradiente estático é de cerca de metade do valor máximo para a cobertura do magneto.
Figura 2-9: Gradientes espaciais estáticos em diversos raios

Tabela 2-22: Legenda da imagem

Nº Descrição
1 Cilindros concêntricos
2 Magneto

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Tabela 2-23: Tabela 1 de dados do cilindro concêntrico

Em superfície Em superfície Em superfície Em superfície


Campo No eixo Z do
cilíndrica de 20 cilíndrica de 40 cilíndrica de 50 cilíndrica de 60
Magnet paciente
Item cm. de diâmetro cm. de diâmetro cm. de diâmetro cm. de diâmetro
o
Pic
R,Z (m,) Pico R,Z (m,m) Pico R,Z (m,m) Pico R,Z (m,m) Pico R,Z (m,m)
o
(0.000,0.23 (0.100,0.37 (0.200,0.52 (0.200,0.57 (0.300,0.60
Bo (T) 1,5 1,5 1,5 1,6 1,7
0) 4) 5) 0) 0)
Gradie (0.000,0.84 (0.100,0.83 (0.200,0.80 (0.200,0.82 (0.300,0.75
1.5T 2,7 2,8 3,3 3,7 4,6
nt (T/m) 0) 6) 5) 0) 0)
LCC
BxG (0.000,0.77 (0.100,0.76 (0.200,0.74 (0.200,0.75 (0.300,0.72
2,8 3,0 3,8 4,7 6,5
(T2/m) 0) 3) 5) 0) 0)

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Problemas relacionados com os circuitos cri-


ogênicos e de refrigeração
Nos sistemas supercondutores de ressonância magnética, outra preocupação relacionada com o campo
magnético estático prende-se com a interrupção dos circuitos criogênicos. Um magneto supercondutor utiliza
criogênios para refrigerar o condutor elétrico que cria o campo magnético. São atingidas temperaturas
mínimas de -269 ºC, para criar o ambiente adequado dentro do magneto. Uma interrupção, que consiste na
evaporação repentina de todo o volume do líquido criogênico, provoca uma rápida perda do campo magnético
estático.

Perigos dos criogênios líquidos


Os líquidos criogênicos são fornecidos em recipientes a vácuo de grandes dimensões, designados por garrafas
isolantes. O hélio líquido é geralmente utilizado para fins de refrigeração, embora alguns procedimentos de
manutenção também necessitem de nitrogênio líquido. As garrafas isolantes de azoto pesam entre 181 e 227
kg, quando cheias. As garrafas isolantes de hélio pesam de 700 a 800 libras. Além das garrafas isolantes de
grandes dimensões, pode existir uma botija de hélio menor. Esse hélio é utilizado para encher o magneto até
serem atingidos os níveis adequados de criogênio. É necessário observar considerações especiais ao lidar com
líquidos criogênicos.

ATENÇÃO
Uma fuga de gás hélio ou nitrogênio provoca o deslocamento do oxigênio. A concentração de oxigênio
no ar ambiente pode tornar-se insuficiente para a respiração humana. O limite de concentração de
oxigênio deve estar em conformidade com as leis ou regulamentos nacionais.

ATENÇÃO
As informações a seguir definem a manipulação adequada de produtos criogênicos.

l As garrafas isolantes e botijas não devem ser inclinadas ou aquecidas, nem devem ter as
válvulas obstruídas.
l Os líquidos criogênicos evaporam à medida que refrigeram os condutores do magneto,
devendo ser repostos periodicamente por técnicos qualificados. A taxa de evaporação
deve ser monitorada através da verificação do indicador de nível do líquido criogênico,
localizado no armário do sistema.

l O contato com gases ou líquidos criogênicos pode causar queimaduras graves; deve-se
tomar todos os cuidados quando nas proximidades destas substâncias. A utilização de
vestuário de proteção é essencial durante todas as intervenções que envolvam
criogênicos liquefeitos. Este vestuário consiste de:
o Luvas de segurança
o Luvas de trabalho
o Proteção facial
o Uniformes para laboratório ou macacões (algodão ou linho)
o Sapatos de segurança não magnéticos

l As garrafas isolantes devem ser armazenadas em uma área bem ventilada. Os produtos
criogênicos podem ser libertados acidentalmente sob a forma gasosa, resultando no
perigo de asfixia.
l Todos as garrafas isolantes e botijas de gás devem ser não magnéticas.

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Manual do operador

l As botijas de gás devem ser armazenadas na vertical e presas à parede com uma
corrente, com a tampa de proteção metálica instalada. (Se uma botija cair ou a válvula for
rompida, o recipiente pode agir como um foguete; uma botija cheia tem força suficiente
para penetrar paredes.)
l Caso a tampa metálica da botija seja magnética, deve ser sempre removida antes da
botija ser introduzida na sala de magneto.
l Se possível, todos os funcionários devem permanecer fora da sala do magneto quando
um técnico de manutenção qualificado proceder ao abastecimento dos líquidos
criogÊnicos do magneto. Caso estejam presentes funcionários, devem utilizar luvas
adequadas, uma proteção facial e proteções auriculares.
l Deve estar sempre presente um técnico de manutenção qualificado durante o transporte
dos produtos criogênicos dentro do hospital, ou quando os tais produtos são adicionados
ao magneto.
l É crucial que os sistemas de ventilação e criogênico sejam mantidos em bom estado,
devendo ser verificados regularmente para garantir o funcionamento adequado.
l Materiais inflamáveis não podem ser colocados nas proximidades dos recipientes
criogênicos.
l É da responsabilidade do utilizador a elaboração e implementação de um procedimento
de atuação, estabelecido em conformidade com os regulamentos locais (nos EUA: OSHA
29 CFR 1910.36), que inclua a possível evacuação da área de imagiologia por ressonância
magnética, no caso de serem detectados materiais inflamáveis nas proximidades de
gases criogênicos. Se existir massa lubrificante, óleo ou outro material combustível nas
proximidades dos recipientes, a fuga de gases criogênicos pode originar a formação de
um líquido potencialmente combustível, devido à liquefação do ar e à concentração de
oxigênio.

Perigos de falha na ventilação da refrigeração


A interrupção dos circuitos criogênicos é indicada pela produção de ruídos elevados, pelo surgimento de uma
mensagem de aviso ou pela inclinação de uma imagem na tela de visualização. Uma interrupção dos circuitos
criogênicos constitui perigo apenas se a ventilação falhar, o que pode causar a liberação de nuvens brancas de
vapor criogênico na sala do magneto. Isso representa um potencial perigo de asfixia, tanto para pacientes como
para funcionários.É fundamental dispor de um plano adequado para evacuar rapidamente o paciente e os
funcionários da sala do magneto, caso ocorra uma interrupção dos circuitos criogênicos.

AVISO
Na eventualidade, altamente improvável, de ocorrer uma falha de refrigeração e de ventilação, é
necessário colocar em prática um procedimento que possibilite a rápida evacuação do paciente e de
todos os funcionários da sala do magneto. A não observância destas precauções pode resultar em
lesões graves (p. ex., asfixia, queimaduras ou lesões provocadas pelo pânico).
A tabela abaixo indica o tempo de declínio para o sistema de 1,5 T alcançar 20 mT em caso de uma interrupção,
ou se o interruptor de emergência de Inativação do Magneto for ativado.
Tabela 2-24: Exemplos do tempo de declínio que um sistema demora a atingir os 20 mT

Sistema Tempo de declínio (segundos)


1,5 T 120

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Campos magnéticos gradientes


Os campos magnéticos gradientes produzem campos magnéticos rapidamente variáveis durante a
digitalização. Os gradientes ligam e desligam muito rapidamente, para codificar espacialmente o sinal de
ressonância magnética durante uma digitalização. As amplitudes dos gradientes de alta frequência, invertidas
muito rapidamente (elevado dB/dt), podem causar uma estimulação dos nervos periféricos do corpo, devido às
correntes induzidas neles. Como uma corrente pode ser induzida em qualquer material condutor colocado
sobre o corpo do paciente ou próximo dele, existe um potencial perigo biológico. Quanto maior for o valor da
frequência de variação do campo magnético (dB/dt, velocidade de varrimento), maior é o valor da corrente
induzida. Os músculos, nervos e vasos sanguíneos do corpo humano são todos materiais condutores.

AVISO
Certifique-se de que a exposição ocupacional ao campo magnético variável com o tempo, causada
pelos gradientes, está em conformidade com os regulamentos locais.

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Calcular o Valor máximo do gradiente


Consideremos “d” como a duração total da rampa do gradiente (do mínimo para o máximo), ou o período de
uma onda sinusoidal dividido por π. Consideremos "f" uma fração (0,8 paraModo Normal ou 1 para Primeiro
Modo). Consideremos ”c" como o tempo de cronaxia, em microssegundos. Consideremos “d|B|/dt_0” como o
valor de reobase (rb, duração da rampa infinita) do campo magnético, variável com o tempo, do gradiente. O
valor do gradiente pode ser expresso pela seguinte equação;
O valor máximo do gradiente num cilindro com um raio de 0,2 m pode ser obtido através da equação e na
tabela seguinte. ”f" representa a fração do limite médio de estimulação, ”rb" é o limite médio de estimulação dos
nervos periféricos ao longo da duração da rampa infinita, ”c" é o valor de reobase (duração da rampa em que o
limite médio é 2*rb) e ”d" representa a duração da rampa do gradiente.

Tabela 2-25: Constantes de reobase e cronaxia para bobinas de gradientes Optima MR360 e Brivo MR355

Tipo rb (T/s) C (μs)


BRM 23,7 370

Tópicos relacionados
Contra-indicações de utilização

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

CAM POS M AGNÉT ICOS GR ADIENT ES

Limites de valor do gradiente


Os níveis dos parâmetros de segurança aprovados para o Segundo Modo de Funcionamento Controlado são
estabelecidos pelo Comitê de Revisão Investigacional (IRB) ou por outros comitês responsáveis pela
monitorização de estudos realizados em seres humanos. No caso do Valor do Gradiente, estes níveis são
medidos como uma percentagem do limite médio de estimulação dos nervos periféricos (PNS - Peripheral
Nerve Stimulation).

ATENÇÃO
É necessário observar e manter o contato com o paciente continuamente em todos os modos de
funcionamento. Nos modos de funcionamento controlado de Primeiro ou Segundo Nível, é necessária
supervisão médica.

Os gradientes do sistema de ressonância magnética podem funcionar segundo vários modos:

Normal: o modo de funcionamento normal, admissível para todos os indivíduos.


Primeiro Nível: modo de funcionamento controlado, admissível para paciente sobre os quais foi tomada
uma decisão médica, garantindo que podem suportar os efeitos do aumento do valor do gradiente ou da
SAR. Os limites de aumento do valor do gradiente e da SAR baseiam-se na atual literatura científica
relacionada com a segurança.
Segundo Nível: modo de funcionamento controlado, admissível para clientes detentores da devida
autorização por parte do Comitê de Revisão Investigacional (IRB) (estudos éticos) e com os quais a GE
tenha celebrado um contrato de licença de usuário. A análise do IRB deve incluir aprovação explícita do
limite percentual de estimulação dos nervos periféricos.

O aspecto da interface de funcionamento muda em função: do sistema estar funcionando no modo clínico ou no
modo de pesquisa e da norma regulamentadora (normalmente, a norma da Comissão Eletrotécnica
Internacional (IEC)). A tabela abaixo indica os modos de funcionamento do sistema e respectivos limites
associados.

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Potência do gradiente máximo do produto


A tabela abaixo fornece d|B|/dt para os valores de magnitude máxima da soma vetorial dos componentes do
campo geradas para cada uma das três UNIDADES DO GRADIENTE simultaneamente na força do gradiente de
pico publicada e na taxa de variação de pico. Os valores são em termos de d|B|/dt em vários diâmetros (em
metros) a partir do eixo da bobina do gradiente. Os diâmetros incluem 0,2 m, 0,4 m, e o diâmetro do túnel
menos 0,1 m. Os valores não incluem limites de estimulação de nervos periféricos.
Tabela 2-26: d|B|/dt máximo nos cilindros de vários diâmetros na taxa de variação do produto

d|B|/dt máx. [T/s] D= 0.2 (m) D = 0.4 (m) D = 0.45 (m) D = 0.5 (m) D = 0.6 (m)
BRM 59,1 84,5 N/A 111 N/A

ATENÇÃO
O valor do gradiente que pode ser controlado por aprovação local.
Tabela 2-27: Limites de Valor do Gradiente segundo a IEC

Modo de funcionamento Limite de PNS


Normal 80% do limite médio de estimulação dos nervos
100% do limite médio de estimulação dos nervos Requer que o usuário
Primeiro Nível (modo clique no botão [Accept] (Aceitar) para prosseguir quando os limites dB/dt ou
controlado) SAR do modo Normal são excedidos, mas o modo de Segundo Nível ainda
não tenha sido atingido.
Segundo Nível (modo Solicita uma chave de pesquisa e aprovação IRB ou do Comitê de Ética de
controlado) Investigação em Seres Humanos para o estudo a ser realizado.

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Estimulação de nervos periféricos


A preocupação relativamente aos campos gradientes variáveis no tempo consiste na prevenção da estimulação
cardíaca e da fibrilação ventricular. A estimulação cardíaca no percentual mais sensível da população requer
uma energia, pelo menos, 39 vezes superior à energia produzida por um scanner SR200 de 0,05 T/m.
Os organismos reguladores utilizam a proibição da estimulação dolorosa dos nervos para limitar a produção
gradiente com uma margem de segurança adequada. A estimulação dolorosa dos nervos ocorre, normalmente,
a um valor igual a, aproximadamente, o dobro do valor médio do limite de percepção de estimulação. Para
valores iguais a 1,5 vez o limite médio da PNS, é sentido algum desconforto (ver figura abaixo).
Os problemas associados à estimulação dos nervos periféricos (PNS) não constituem motivo de preocupação
nos sistemas que estão em conformidade com os modos de funcionamento Normal e Primeiro Modo
Controlado referidos na norma IEC 60601-2-33. A IEC limita a PNS a 80% do limite médio no modo Normal (em
que a estimulação é rara) e a 100% para o Primeiro Modo (no qual é previsível que ocorra estimulação não
dolorosa em cerca de metade dos pacientes).
Caso um paciente não consiga tolerar a PNS, altere o modo de funcionamento para Normal para eliminar o
problema. Ou mude para uma sequência de impulsos com uma velocidade de varrimento mais baixa para
continuar a escanear o paciente. Os técnicos de ressonância magnética podem ter sensações similares caso
estejam muito próximos das bobinas gradientes durante a digitalização ativa.
O eixo do gradiente anterior/posterior (A/P) (= Y), normalmente, apresenta o limite de estimulação mais baixo.
Como tal, é prudente manter o traçado do gradiente passível de causar a maior estimulação (o traçado de
gradiente que apresenta a velocidade de varrimento mais elevada, durante o tempo da rampa total mais longo)
em um eixo físico que não o ”Y".
Deve permanecer em constante contato com o paciente, especialmente no PRIMEIRO MODO CONTROLADO, de
forma a garantir que o paciente não sinta estimulação dolorosa (ou elevado aquecimento localizado).
A figura a seguir apresenta um gráfico do limite médio relativo (eixo vertical) e dos níveis de estimulação
desconfortável (eixo horizontal), em que os valores médios relativos indicam percepção (100), desconforto
(1.000) e dor (10.000).

1 = limite
2 = desconfortável
3 = intolerável
4 = 1% de estimulação cardíaca
Figura 2-10: Limite médio relativo e níveis de estimulação desconfortável

A distribuição dos pacientes que sentiram a PNS é ilustrada nas três curvas apresentadas na figura abaixo, em
que o eixo horizontal representa o nível normalizado e o eixo vertical representa a % de probabilidade de PNS.
As curvas representam o seguinte:

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1 = limite
2 = desconfortável
3 = intolerável
Figura 2-11: Probabilidade de ocorrência de PNS. Eixo X = Fração do limite médio (100% de PNS). Eixo Y = Percentual da população.

ATENÇÃO
Para reduzir a possibilidade de ocorrência da PNS, certifique-se de que as mãos do paciente não estão
fechadas ou tocando uma na outra, e de que os pés não estão cruzados. Se uma destas situações
ocorrer, pode formar um circuito condutor fechado.

ATENÇÃO
Devido à rápida frequência de variação dos campos magnéticos (dB/dt) utilizados durante algumas
digitalizações, uma percentagem dos pacientes pode ter uma sensação de formigamento ou de toque,
que não é nociva. O Gráfico de probabilidade de ocorrência de PNS indica o tipo de sensações causadas
a diferentes percentagens do limite médio de estimulação dos nervos. Note que a estimulação é
relativamente rara no MODO NORMAL (Eixo X = 0,8), mas ocorre em cerca de 50% dos casos no
PRIMEIRO MODO (Eixo X = 1). Se esta sensação for incômoda ou desconfortável para o paciente,
interrompa a digitalização. Mude para o MODO NORMAL para continuar a escanear o paciente. O
técnico de ressonância magnética pode ter sensações similares se permanecer dentro do campo do
gradiente durante a digitalização ativa.

ATENÇÃO
Existe a possibilidade de indução de um leve estímulo dos nervos periféricos (PNS) no técnico de
ressonância magnética, se ele for exposto aos gradientes quando o sistema está operando no Modo de
Funcionamento Controlado de Primeiro Nível. O técnico de ressonância magnética deve permanecer
fora da sala do magneto durante a digitalização efetuada neste modo, exceto quando as circunstâncias
indicarem o contrário.

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ATENÇÃO
A estimulação dos nervos periféricos não é perigosa. O potencial de indução de estimulação dos nervos
periféricos é mantido dentro das limitações. O funcionamento do sistema de MR acima de 80% do limite
de PNS no modo NORMAL (100% do limite médio de PNS no Primeiro Modo) é limitado pelo software (a
menos que o sistema esteja funcionando no Segundo Modo Controlado). O ponto em que 50% da
população sente a PNE constitui o limite de PNS. A PNS tem sido descrita como uma sensação de
"toque" leve, sentida em várias áreas da superfície da pele. Estas áreas variam, dependendo do eixo do
gradiente que está sendo utilizado. Algumas das áreas comuns onde foram registradas as sensações
são a ponta do nariz, braços, tórax e zona superior das nádegas e abdômen. As mãos fechadas
aumentam o potencial de ocorrência de estimulação em cerca de 65%. O potencial de ocorrência de
PNS é baixo, mas existe em todas as sequências e em todas as configurações do gradiente.

Comunique todas as queixas de desconforto do paciente que possam ser associadas à PNS durante os
exames de RM (por exemplo, contrações musculares, sensações de formigamento ou dores de cabeça) à GE.
Consulte as informações de contato em Informação de Segurança.

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Ruído acústico
Outro potencial problema de segurança associado com a alteração de gradiente é a ocorrência de um ruído
alto. As alterações rápidas de correntes dentro das bobinas gradientes fazem com que as estruturas da bobina
vibrem, gerando, assim, um ruído alto. o ruído acústico produzido durante o escaneamento pode exceder os 99
dBA no anel.

AVISO
O nível sonoro no console do operador deve ser limitado para estar em conformidade com as regras
locais.

AVISO
São necessárias protecções auriculares para todas as pessoas que se encontram na sala do magneto
durante um exame, incluindo o técnico de MR, para evitar problemas de audição. Os níveis acústicos
podem exceder os 99 dBA. Uma proteção auditiva para o paciente ou funcionário com uma
classificação de redução de ruído (NRR) de 29 dB ou melhor é necessária para reduzir o nível acústico
para menos de 99 dBA. O nível de pressão de som RMS "com ponderação de A" é medido de acordo
com as seções 26e e 26g da norma NEMA MS 4:2006.

ATENÇÃO
Todo o pessoal deve receber formação sobre a utilização adequada de proteções auriculares.
• Deve-se ter especial atenção com a proteção da audição de recém-nascidos, crianças prematuras e
qualquer outra condição que não permita a aplicação da proteções auriculares.
• Os pacientes com maior ansiedade podem apresentar um menor nível de tolerância à pressão sonora
(p. ex., recém-nascidos, crianças pequenas, idosos, grávidas e os fetos).
• Os pacientes anestesiados têm uma proteção inferior à normal contra a pressão sonora elevada. As
proteções auriculares não devem ser ignoradas.
• Os níveis normais de ruído no console do operador são inferiores a 60 dBA, pelo que, regra geral, não
é necessário utilizar proteções auriculares na área do console do operador. No entanto, é importante
garantir que o nível sonoro está em conformidade com todos os regulamentos locais.
• Em alguns países, existe legislação destinada a limitar a exposição dos funcionários a níveis de ruídos.
Assegure o cumprimento dos regulamentos locais, disponibilizando proteções auriculares adicionais
para os técnicos de ressonância magnética, para que sejam utilizadas na sala de magneto, se
necessário.
• Se o paciente utilizar um sistema de música durante a digitalização, esse sistema tem que
proporcionar uma taxa de redução de ruídos > 29 dB. Todos os dispositivos de proteção auricular
devem proporcionar uma taxa de redução de ruídos > 29 dB.
Encorajar o uso de rotina de proteções auriculares para evitar problemas associados a ruídos acústicos durante
os procedimentos de RM. A GE oferece uma proteção auricular descartável de vários níveis de redução de
ruídos. Estas proteções podem ser encomendadas através do catálogo de acessórios da GE. A tabela abaixo
descreve os tipos disponíveis de proteções auriculares descartáveis.

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Tabela 2-28: proteção auricular descartável

Descrição dB
Auriculares de Espuma Descartáveis E8801BA EAR 29
Auriculares de Espuma Taperfit2 E8801BB EAR 32
Auriculares de Espuma Max-Lite E8801BC 30

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Campos Eletromagnéticos
O campo de radiofrequência (RF) é um campo eletromagnético oscilante. Os impulsos de RF são utilizados para
gerar o sinal, o que faz com que os tecidos absorvam energia RF. Sob certas condições, isso pode causar
aquecimento dos tecidos. A quantidade de aquecimento depende de vários fatores, como o tamanho do
paciente e o tempo de sequência do impulso. O aquecimento RF dos tecidos é maior na periferia da pele. A Taxa
de Absorção Específica (SAR) é a quantidade estimada de dose de calor recebida pelo paciente. Este valor é
expresso em watts de energia por quilograma do peso do corpo do paciente.

Frequências de RM para espectroscopia multinuclear (MNS)


Figura 2-12: Frequências de RM em MHz para núcleos da espectroscopia multiNuclear (MNS) do 1.5T

1.5 Tesla
Núcleo Freq. mín. em MHz Freq. máx. em MHz
15N 6,450 6,496
17O 8,621 8,690
2D 9,772 9,834
29Si 12,657 12,743
13C 16,008 16,113
23Na 16,849 16,956
129Xe 17,672 17,916
11B 20,428 20,562
7Li 24,744 24,901
31P 25,787 25,970
3He 48,519 48,827
19F 59,895 60,396
1H 63,658 64,063

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CAM POS ELET R OM AGNÉT ICOS

Aquecimento do Tecido
Antes que o paciente seja submetido ao escaneamento, o computador calcula o nível de aquecimento e
compara-o com os limites de exposição pré-determinados. Se o escaneamento tiver que exceder esses limites,
o sistema ajusta os parâmetros de digitalização antes de iniciar o exame. O cálculo completo é baseado em
parte no peso do paciente. Portanto, tenha o cuidado de inserir o peso do paciente corretamente a fim de evitar
uma exposição excessiva a RF ou cancelamento do exame.
Quando a temperatura do paciente não sofre alterações, a temperatura normal da pele é de cerca de 33 °C, ao
passo que a temperatura interior ronda os 37 °C. Os pacientes dissipam o calor gerado pelo metabolismo à
mesma velocidade que é produzido, pelo que não ocorrem alterações na temperatura da pele ou na
temperatura interior. Os humanos submetidos a valores significativos de depósito de energia de
radiofrequência (ou seja, valores significativos de SAR), normalmente tentarão dissipar a carga de calor
adicional através da vasodilatação dos vasos sanguíneos cutâneos, permitindo à pele atingir uma temperatura
semelhante à temperatura interior. Esta ação, normalmente, faz corar a pele (fica vermelha) e permite ao corpo
dissipar calor mais rapidamente. Essa ruborização constitui uma resposta normal ao depósito significativo de
energia de radiofrequência. O avermelhar da pele ou, em menor grau, a indicação de uma sensação de
aquecimento sem rubor, independentemente do método que deu origem a eles (SAR, contato, metal, etc.) não
representa perigo se desaparecer ao fim de algumas horas.

Módulo de Conforto do Paciente


Um sensor, localizado no anel do magneto, monitoriza a temperatura no seu interior. O sensor envia
mensagens adequadas para a área de Visualização do Estado do Sistema do monitor (zona superior esquerda
do monitor) que notificam o técnico quando a parede do anel do magneto está a aquecer. A temperatura dentro
da sala do magneto deve ser ajustada em menos de 21º C (70°F) e o ventilador do túnel deve estar sempre
ligado para manter o fluxo de ar dentro do túnel do magneto.

Perigos térmicos
O aumento da temperatura dos tecidos causado por exposição a RF depende de uma variedade de fatores
associados ao sistema de regulação térmica do indivíduo e do ambiente ao seu redor. A regulação térmica
consiste na capacidade que o corpo tem de manter regulados os níveis de aquecimento. Siga as seguintes
advertências a respeito do aquecimento dos tecidos:

AVISO
A energia de RF pode causar aquecimento dos tecidos do paciente, caso seja fornecida a uma
velocidade superior à velocidade com que os tecidos conseguem dissipar o calor gerado. A quantidade
de aquecimento induzido nos tecidos depende do peso do paciente, tipo de sequência de impulsos,
fatores de tempo, número de cortes, SAR e da utilização de determinadas opções de imagiologia, tais
como a saturação. A quantidade de energia depositada é, normalmente, mais reduzida quando é
selecionado o MODO NORMAL para SAR. A seleção do PRIMEIRO MODO para SAR proporciona um maior
desempenho, mas também origina um valor superior em termos de energia depositada.

AVISO
O aumento na temperatura corporal pode ser perigoso para um paciente que apresente uma
capacidade termorreguladora reduzida e uma maior sensibilidade ao aumento da temperatura
corporal. Estas insuficiências podem ser causadas por condições pré-existentes, tais como insuficiência
cardíaca, que reduz a função circulatória, hipertensão, diabetes, idade avançada, obesidade, febre,
gravidez ou uma deficiência na capacidade de transpirar. Um paciente com estas complicações deve

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ser cuidadosamente monitorado em todas as ocasiões. Considere efetuar a digitalização com o MODO
NORMAL para SAR no caso de pacientes que não podem tolerar os níveis mais elevados.

AVISO
Pacientes com temperatura interna superior a 39,5 °C não podem ser submetidos ao escaneamento.
Pacientes com temperatura interna superior a 39,0 °C apenas poderão ser submetidos a
escaneamento em modo de operação normal.

ATENÇÃO
Se o técnico de MR permanecer na sala de digitalização durante um estudo, pode ficar sujeito ao
aquecimento dos tecidos, causado pela exposição à energia de RF. Devem ser adotados cuidados para
limitar o tempo que o técnico de MR permanece na sala de digitalização durante um estudo.

AVISO
A RF também pode aumentar a temperatura no interior do anel do magneto e causar uma tensão
térmica; condições médicas podem reduzir a capacidade do paciente para superar um aumento da
temperatura exterior. Se a temperatura continuar a aumentar, a digitalização é interrompida até a
temperatura dentro do anel diminuir. Quando o sensor detecta temperaturas que podem causar
desconforto no paciente, o sistema exibe as seguintes mensagens na tela ou no registo de erros:

"The patient comfort level is warmer than normal" (O nível de conforto do paciente está
mais quente que o normal).
"The patient may be uncomfortable during the scan" (O paciente pode sentir-se
desconfortável durante a digitalização).
"The bore cooling system or magnet room temperature may not be normal" (O sistema de
refrigeração do anel ou a temperatura da sala do magneto podem não estar normais).
"Further increases in temperature will inhibit scanning" (Aumentos posteriores na
temperatura irão cancelar a digitalização).

Quando a temperatura desce para um nível confortável, a mensagem desaparece da tela. Se a


temperatura continuar a aumentar, uma segunda mensagem aparece na tela:

"Scan inhibited. Patient comfort sensor trip" (Digitalização inibida. Disparo do sensor de
conforto do paciente).

Para facilitar a continuação da digitalização, certifique-se de que o ventilador do paciente está LIGADO,
a temperatura da sala está normal (21 ºC) e que fluxo de ar através do anel está desobstruído.
Quando a temperatura na zona da abertura do magneto diminui, o sistema exibe a seguinte
mensagem:

"New scans can be initiated, but the patient comfort level is still warmer than normal"
(Podem ser iniciadas novas digitalizações, mas o nível de conforto do paciente ainda está
mais quente que o normal).

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ATENÇÃO
Todos os pacientes devem ser monitorados, verificando se ocorrem aumentos de temperatura durante
a aquisição da digitalização. Se o paciente relatar desconforto devido ao aquecimento, interrompa a
digitalização. Antes da digitalização ter início, deve ser fornecido ao paciente o bulbo de aperto da
campainha do sistema de alerta do paciente. Deve instruir o paciente a comunicar qualquer problema
através do intercomunicador, ou apertar o bulbo da campainha do sistema de alerta do paciente.

ATENÇÃO
O aquecimento RF pode ser causado por:

l Obstrução por roupas


l Contato do corpo ou dos membros com a superfície da bobina transmissora de RF,
contato com objetos metálicos, tatuagens ou lápis dos olhos contendo partículas
metálicas, contato com outras partes do corpo
l Cabos da bobina de recepção de RF e derivações de ECG enrolados
l Utilização de eletrodos de ECG não compatíveis com MR. Nunca utilize eletrodos de ECG
que tenham ultrapassado o prazo de validade.
l Digitalização com uma bobina de recepção desligada ou outros cabos na bobina de
transmissão de RF durante o exame.
l Derivações de ECG não compatíveis com MR. As derivações compatíveis com MR
apresentam elevadas impedâncias, que limitam a corrente a valores inferiores ao nível
preocupante.

ATENÇÃO
Deve-se dedicar uma atenção extra ao escanear pacientes inconscientes, sedados ou que apresentem
perda de sensibilidade em qualquer parte do corpo (paralisia temporária ou permanente). Estes
pacientes podem não conseguir alertar o técnico sobre o aquecimento causado por RF.

ATENÇÃO
A bobina selecionada deve estar em conformidade com a bobina que está ligada. Ao digitalizar com
uma bobina apenas de transmissão/recepção, NUNCA digitalize com a bobina de corpo (nem utilize a
configuração da bobina Corpo). A utilização da bobina de corpo pode causar aquecimento por RF,
podendo provocar queimaduras no paciente. Além disso, a digitalização com a bobina de corpo pode
danificar as bobinas de apenas transmissão/recepção, inutilizando-as e fazendo com que tenham de
ser devolvidas à fábrica para reparação.

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Aquecimento do Ponto de Contato


O posicionamento do paciente pode afetar a segurança do procedimento de escaneamento. Para ajudar a
evitar queimaduras no paciente devido a circuitos fechados formados devido ao seguinte: mãos fechadas, mãos
tocando no corpo, coxas em contato uma com a outra, os seios da paciente em contato com a parede do tórax
em uma pequena área, etc., insira almofadas não condutoras, com pelo menos 6,35 mm de espessura, entre as
partes em contato e entre o paciente e a parede do anel e o paciente e quaisquer bobinas ou condutores.
Figura 2-13: Paciente posicionado com almofadas não condutoras (1)

Siga as seguintes advertências a respeito do aquecimento do ponto de contato para proteger os pacientes de
aquecimento excessivo ou queimaduras relacionadas com correntes induzidas durante procedimentos de RM:

AVISO
A RF pode causar aquecimento localizado em pontos de contato entre o paciente/anel e o
paciente/bobina RF e resultar em desconforto ou queimaduras.

AVISO
A RF pode causar aquecimento localizado em pontos de contato entre partes adjacentes do corpo,
quando é formado um circuito fechado. Este aquecimento localizado pode resultar em desconforto ou
queimaduras. Isto pode ocorrer quando as mãos do paciente se tocam ou quando os seios de uma
paciente são comprimidos contra o peito. Utilize almofadas entre as partes do corpo para evitar a
criação de circuitos fechados entre partes adjacentes do corpo.

AVISO
Coloque as almofadas não condutoras adequadas entre o paciente e o anel sempre que uma parte do
corpo possa entrar em contato com a abertura do magneto.

AVISO
Coloque sempre almofadas não condutoras adequadas entre a bobina de superfície e a pele do
paciente para evitar queimaduras.

AVISO
Para aquisição de imagens do ombro, coloque sempre uma almofada não condutora adequada entre o
ombro oposto do paciente, ou uma parte do corpo do paciente, e o anel, na área onde a parte do corpo

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ou o ombro oposto possa entrar em contato com o anel.

ATENÇÃO
A RF pode causar aquecimento localizado nos pontos de contato com o paciente. Fraldas ou produtos
de incontinência úmidos apresentam as mesmas propriedades elétricas que os tecidos humanos. Todos
os pacientes que usem fraldas, incluindo adultos, devem colocar fraldas secas antes de iniciar a
digitalização. Se o paciente relatar desconforto devido ao aquecimento, interrompa a digitalização.

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Aquecimento do material condutor


Outro perigo potencial relacionado com o campo de RF é o aquecimento de implantes, dispositivos e objetos de
composição condutora (por exemplo, metálica) que podem causar alterações de temperatura durante um
exame de RM. A corrente induzida nos objetos condutores (por exemplo, metálicos) pode fazer com que fiquem
tão quentes que possam realmente causar queimaduras em tecidos adjacentes. Por conseguinte, é muito
importante determinar o histórico de trabalho de cada paciente e proceder a uma análise minuciosa para
detectar a presença de qualquer acessório que contenha material condutor.
Siga as seguintes advertências a respeito do aquecimento do material condutor para proteger os pacientes de
aquecimento excessivo ou queimaduras relacionadas com correntes induzidas durante procedimentos de RM:

AVISO
A maquiagem para os olhos que contenha metal pode causar irritação nos olhos e na pele durante a
digitalização. Instrua as pacientes a retirar toda a maquiagem possível, antes do exame, para evitar o
risco de danos oculares. Antes do exame, alerte as pacientes com delineador de olhos permanente ou
outras tatuagens metálicas sobre o risco de irritação da pele, e instrua-as a procurar ajuda médica se
sentirem um desconforto grande depois de um exame de MR.

AVISO
Fragmentos/limalhas metálicas podem se deslocar e/ou aquecer em um campo magnético e danificar
os tecidos adjacentes. Os pacientes com suspeita de terem fragmentos metálicos nos olhos devem ser
submetidos a um exame oftalmológico, para detectar e remover qualquer fragmento de metal que
possa deslocar-se e causar lesões oculares.

AVISO
Joias, mesmo de ouro de 14 quilates, podem aquecer e causar queimaduras. A RF pode aquecer metais
(mesmo não ferrosos) e causar queimaduras.

AVISO
Os produtos medicinais sob a forma de adesivos transdérmicos podem causar queimaduras na pele.

AVISO
A utilização de dispositivos estereotáticos e de mantas de RF não compatíveis com MR não é
recomendada.

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Limites da Taxa de Absorção Específica (SAR)


É necessário medir a absorção de RF em tecidos, pois a exposição a RF não pode ser medida pelo sistema. A
dissipação de energia através da absorção do corpo pode ser descrita em termos de Taxa de Absorção
Específica (SAR). SAR é uma taxa, isto é, é uma medição da quantidade da energia RF absorvida por unidade de
massa de um objeto em watts por quilograma (W/kg). Há vários tipos de SAR, listados na tabela abaixo, que
devem ser compreendidos.
Tabela 2-29: definições de SAR

Tipo de SAR Definição


Média da SAR relativamente à massa total do corpo do paciente em qualquer período
Corpo Inteiro de seis minutos para bobinas de superfície somente de Corpo e Recepção, que
utilizam a transmissão do corpo.
Média da SAR relativamente à massa exposta na bobina calculada ao longo de
Corpo Parcial
qualquer período de seis minutos.
Média da SAR relativamente à massa exposta na cabeça do paciente em qualquer
Cabeça
período de seis minutos.
Média da SAR relativamente à massa estimada do membro do paciente em qualquer
Membros
período de seis minutos para pequenos volumes e bobina de Transmissão/Recepção.
Curto Prazo A média da SAR ao longo de qualquer período de 10 segundos.

Os modos de funcionamento SAR do sistema de RM:

Normal: o modo operacional normal admissível para todos os indivíduos assumindo requisitos de RM
Condicional são atendidos.
Primeiro Nível: modo de funcionamento controlado, admissível para pacientes sobre os quais foi tomada
uma decisão médica, garantindo que podem suportar os efeitos do aumento da SAR. Os níveis de SAR
aumentados baseiam-se na bibliografia científica atual relacionada com a segurança. Há um risco
potencial para o aumento de aquecimento de tecido e estimulação do nervo ao operar acima do modo
Normal.
Segundo Nível: modo de funcionamento controlado, admissível para clientes detentores da devida
autorização para o protocolo de investigação por parte do Comitê de Revisão de Investigação e com os
quais a GE tenha celebrado um contrato de licença de usuário. A análise do IRB deve incluir aprovação
explícita dos limites da SAR. Há um risco potencial para o aumento de aquecimento de tecido e
estimulação do nervo ao operar acima do modo Normal.

ATENÇÃO
Quando o sistema está funcionando em modo de pesquisa, é apresentada uma interface para modificar
os parâmetros internos da sequência de impulsos. Se decidir modificar determinados parâmetros
internos da sequência de impulso, como o tempo de repetição da sequência de impulsos, existe o risco
de executar a sequência de impulsos a uma Taxa de Absorção Específica (SAR) superior aos limites
regulamentares. Recomenda-se NÃO modificar nenhum parâmetro interno da sequência de impulsos
nas Opções de Pesquisa, a não ser que tenha a certeza de que, ao fazê-lo, não está violando ou
infringindo os limites de segurança ou outros requisitos locais em vigor.

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ATENÇÃO
A observação e o contato contínuos com o paciente são necessários em todos os modos de
funcionamento. Nos modos de funcionamento controlado de Primeiro ou Segundo Nível, é necessária
supervisão médica.

ATENÇÃO
A SAR pode ser controlada por aprovação local.

AVISO
De acordo com os requisitos do fabricante, a temperatura da sala de magneto não deve ser superior a
21 °C e a umidade relativa não deve exceder os 60%. Temperaturas superiores a 21 °C e níveis de
umidade acima dos 60% podem resultar na diminuição do limite de SAR do sistema.
A limitação de temperatura é de 25 ºC, para uma umidade relativa inferior a 60%. Para cada 10% de
aumento da umidade relativa acima dos 60%, a limitação de temperatura diminui 0,25 ºC, p. ex., 24 ºC
com 100% de umidade relativa.
Para cada grau da temperatura ambiente que exceda a limitação de temperatura da SAR, o limite SAR
de corpo inteiro diminui 0,25 W/kg, até a SAR atingir os 2 W/kg ou 0 W/kg para o modo de
funcionamento controlado de Primeiro Nível ou modo Normal, respectivamente.

AVISO
O monitor de energia RF e as limitações SAR ajudam a prevenir a exposição excessiva do paciente à RF;
os valores de SAR são calculados em função do peso do paciente. Para ajudar a evitar lesões, introduza
o peso correto do paciente, para ajustar os limites de funcionamento e evitar uma exposição excessiva
à RF.

AVISO
Os algoritmos da SAR dos sistemas de MR calculam os valores SAR e impõem um limite ao número de
cortes/ecos por segundo, de forma a limitar o depósito de energia de RF. O monitor de energia e o
algoritmo SAR limitam a SAR, independentemente do peso do paciente ou da sequência de impulsos
utilizada. Os limites da SAR são calculados de forma moderada, como uma função do peso, tendo por
base o pior posicionamento do paciente.
O módulo do monitor de energia limita a potência de saída do amplificador de RF, limitando assim a SAR
do paciente no caso de ocorrer uma falha catastrófica. Este módulo monitora picos de energia, em
função do peso do paciente, do ciclo de trabalho e dos parâmetros da sequência de impulsos. O limite
dos picos de energia impede que o técnico utilize pesos incorretos para os pacientes.

AVISO
O monitor de energia e algoritmo SAR médios limitam a SAR em função do peso do paciente e da
bobina de transmissão RF utilizada. Os limites SAR são calculados de forma moderada, como uma
função do peso, tendo por base o pior posicionamento do paciente. O monitor de energia limita a
energia de RF, que, por sua vez, impõe limites controlados ao longo do tempo à SAR do paciente.

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As estimativas SAR de sequência de impulsos (SAR estimada) são baseadas no peso do paciente tendo como
referência o pior dos cenários. Para minimizar os disparos do monitor de energia devido a distúrbios causados
pela variabilidade entre pacientes, a SAR estimada de sequência de impulsos é a média mais um desvio padrão
de 1,96 (tipicamente o desvio padrão normalizado é cerca de 18%, tendo como referência o pior dos cenários).
No pior dos cenários, a taxa de disparo de distúrbio esperada é de cerca de 2,5%. Se ocorrer um número
significativo de disparos de energia acima da frequência de 2,5%, queira consultar o representante técnico
local. O monitor de energia mede a energia atual e limita a SAR conforme necessário. A precisão da medição de
energia do monitor de energia é cerca de +/-12%.
Os erros de introdução do peso do paciente não resultam em uma SAR excessiva. A introdução de um peso
baixo para o paciente resulta em disparos do monitor de energia abaixo do limite SAR. A introdução de um peso
elevado para o paciente resulta na aquisição de menos cortes/imagens por tempo de unidade do que seria
permitido.

Limites da SAR
O monitor de energia de RF do sistema de MR ajuda a evitar exposições excessivas à RF devidas a avarias do
equipamento. Como o monitor protege o paciente, deve estar sempre operacional, mesmo quando não está
decorrendo nenhum exame. Se detectar uma falha do equipamento, ele desativa imediatamente o sistema RF.
Este sistema deve ser reparado ou ajustado por pessoal técnico qualificado.
Tabela 2-30: Limites de Funcionamento da SAR

Sistema Modo normal (W/kg) Primeiro nível (W/kg) Segundo nível (W/kg)
Cabeça = 3,2 Cabeça = 3,2 Cabeça > 3,2
1,5 T
Corpo = 2,0 Corpo = 4,0 Corpo > 4,0

A aceitação do paciente da varredura da SAR Alta pode ser aumentada mediante o intervalo do paciente
para esfriar, fornecendo vestuário leve e limitando a temperatura da sala até 18 ± 3°C, e maximizando o fluxo
de ar.

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B1rms máximo para Bobinas de Transmissão do Corpo e Bobinas de Transmissão da


Cabeça
A tabela a seguir fornece um limite para o B1rms máximo (em microtesla) para bobinas de transmissão do
corpo e da cabeça em 1.5 T. Os valores são mostrados para os limites em magnetos 1.5 T para as bobinas de
transmissão da cabeça e do corpo com o umbigo do paciente no isocentro.
Tabela 2-31: Limite B1rms (µT)

Bobina 1.5T
Bobina do corpo
3,6
Marcação no umbigo
Bobina do corpo
N/A
Marcação no queixo
Bobina da cabeça 7,2

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Perigos clínicos
Estabelecer um bom contato com o paciente e prestar-lhe todas as informações necessárias pode ajudar a
reduzir as reações de ansiedade por parte do paciente e a ocorrência de perigos de escaneamento clínico no
ambiente de RM e durante os procedimentos.

ATENÇÃO
É necessário observar e manter o contato com o paciente continuamente em todos os modos de
funcionamento.
Você precisa estar consciente das condições e riscos associados com o seguinte:

Pacientes de alto risco


Perigos do Escaneamento

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PER IGOS CLÍNICOS

Pacientes de alto risco


Várias condições estão associadas aos pacientes de alto risco, que podem apresentar um risco maior para
desenvolver complicações durante um exame de RM. Siga estas advertências e esteja preparado para lidar com
as necessidades desses pacientes durante o exame.

AVISO
Os pacientes com as condições a seguir apresentam um maior risco de sofrer complicações durante a
digitalização de MR:
• Pacientes com probabilidade de sofrer convulsões ou de ter reações claustrofóbicas.
• Potencial superior ao normal para ocorrência de parada cardíaca.
• Pacientes inconscientes, fortemente sedados ou confusos, bem como pacientes com os quais não é
possível manter qualquer conversa razoável.

AVISO
No caso dos pacientes que serão submetidos à imagiologia em um scanner de MR, é necessário efetuar
previamente o rastreio do paciente.
Alguns pacientes podem sentir medo ou claustrofobia quando submetidos a um procedimento de RM. Isso pode
estar relacionado com as condições de confinamento do magneto, a duração do exame, o ruído acústico ou as
temperaturas dentro do anel do magneto. Fale com o paciente sobre o procedimento e esteja preparado para
gerir as necessidades dele durante o exame.

ATENÇÃO
As condições de confinamento do sistema de MR podem causar claustrofobia em alguns pacientes.
Para evitar lesões devidas ao pânico, transmita indicações ao paciente e assegure o seu conforto,
conforme necessário, de modo a aliviar a ansiedade.

AVISO
Uma vez que a observação direta, a partir do console do operador, pode ser parcialmente obstruída
pela estrutura do magneto, certifique-se de monitorar constantemente este tipo de pacientes mais de
perto, para identificar e responder rapidamente às emergências médicas. Em alguns casos, o pessoal
de emergência deve permanecer próximo ao paciente, ou estar em alerta, para evitar complicações
sérias ou morte.

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PER IGOS CLÍNICOS

Perigos do Escaneamento
Durante o ajuste dos parâmetros de digitalização e durante a aquisição e conclusão, você deve estar atento aos
seguintes perigos decorrentes da escaneamento:

AVISO
Não utilize imagens de projeção para localização.

AVISO
Não utilize apenas exibições 3D para efetuar medições do valor de voxel, de distância, de ângulo ou de
área. Consulte sempre as exibições 2D da linha de base.

ATENÇÃO
As medições são mais fiáveis quando vistas em 2D. Verifique sempre nas exibições reformatadas 2D o
local exato onde os pontos foram depositados.

ATENÇÃO
A maioria das bobinas multicanal apenas de recepção foram concebidas para funcionar melhor com
pacientes adultos. Quando se utiliza uma bobina multicanal apenas de recepção em pacientes
pediátricos, o posicionamento do paciente é fundamental para a obtenção da qualidade da imagem
ideal. Nos pacientes pediátricos, utilize almofadas não condutoras apropriadas para posicionar a
anatomia de interesse do paciente no centro da bobina.
Por exemplo, a bobina de Cabeça HD é uma bobina multicanal apenas de recepção. Utilize almofadas
não condutoras adequadas para posicionar a cabeça do paciente no centro da bobina.

ATENÇÃO
Certifique-se de que as linhas IV, tubos de oxigênio e cateteres urinários ligados ao paciente, bem como
quaisquer outros tubos e cabos utilizados, são suficientemente longos, para permitir o deslocamento
completo do sistema sem que fiquem presos, dobrados ou esticados.

ATENÇÃO
Depois do exame, o paciente pode necessitar de ajuda para sair da mesa. Depois de estar deitado na
posição de pronação durante algum tempo, o paciente pode sentir uma leve tontura quando se sentar.

ATENÇÃO
Se a porta da sala do magneto estiver aberta, a digitalização não pode ser iniciada. Se a digitalização já
estiver em curso e a porta for aberta, a digitalização é interrompida. Feche a porta e pressione
"Resume" (Retomar).

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Se a porta da sala do magneto estiver aberta quando está a tentar iniciar uma digitalização, feche-a e
tente novamente.
Os regulamentos internacionais exigem que o sistema funcione desta forma.

ATENÇÃO
Baseie sempre as avaliações em todas as imagens do conjunto de dados e no histórico clínico. As
informações de uma única imagem não deverão ser utilizadas para avaliar um paciente.

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Perigos do equipamento
Também existem outras preocupações de caráter geral associadas aos equipamentos existentes no ambiente
de RM. Certifique-se de que está familiarizado com seu equipamento de RM e as linhas de orientação e
precauções do fabricante relativas ao equipamento acessório. Nomeadamente, você precisa estar informado
sobre os perigos associados com o seguinte equipamento de RM:

Luzes de alinhamento laser


Ligações de cabos e equipamentos

Tenha ainda em mente os seguintes perigos gerais relativos ao equipamento:

  AVISO
O pessoal envolvido na MR deve consultar o Manual de Pré-instalação da GE antes de instalar qualquer
peça de mobiliário ou proceder a quaisquer alterações na sala de digitalização. A inobservância desta
recomendação pode dificultar a manutenção e o reparo do scanner e representar um risco de
segurança grave para o técnico de manutenção.

ATENÇÃO
A utilização de equipamento danificado ou que foi comprometido pode colocar o paciente e/ou
operador em risco de lesões.

ATENÇÃO
As aplicações do sistema de MR são executadas em equipamento que inclui uma ou mais unidades de
disco rígido, as quais podem conter dados médicos relacionados com os pacientes. Em alguns países,
este equipamento pode estar sujeito a regulamentos referentes ao processamento de dados pessoais
e à livre circulação destes dados. Recomenda-se vivamente que o acesso aos arquivos dos pacientes
esteja vedado a todas as pessoas que não façam parte das equipes de atendimento médico.

ATENÇÃO
Todas as aplicações de monitoramento fisiológico e aparelhos de detecção utilizados com o paciente
devem ser realizadas sob orientação da equipe clínica, sendo de sua responsabilidade. Utilize apenas
dispositivos compatíveis com RM. Dispositivos que contenham condutores ou peças ferromagnéticas
podem criar preocupações de segurança. Para dispositivos médicos rotulados como "Seguro com RM"
ou "Condicionado com RM", consulte a documentação do fabricante do dispositivo.

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PER IGOS DO EQU IPAM ENT O

Luzes de alinhamento laser


O sistema de MR utiliza luzes de alinhamento laser com semicondutores para marcação do paciente. Esse tipo
de luzes de alinhamento projetam uma luz vermelha fina sobre o paciente para fins de posicionamento e
marcação. As luzes laser podem causar danos nos olhos. As figuras seguintes apresentam as etiquetas de
segurança relativas a produtos a laser, estando localizadas nas proximidades da luz de alinhamento laser.
Etiquetas como estas proporcionam informações de segurança sobre radiação laser.
Figura 2-14: Etiqueta de segurança laser

ou

Figura 2-15: Etiqueta de segurança laser em chinês

O sistema pode apresentar uma ligeira variação destas etiquetas.


Os olhos devem ser protegidos da radiação laser. O paciente deve ser instruído a fechar os olhos quando estão
sendo efetuadas as marcações e a luz laser está ligada. Expor os olhos às luzes de alinhamento a laser pode
resultar em danos nos olhos.

ATENÇÃO
A exposição dos olhos às luzes do laser de alinhamento pode resultar em lesões oculares.

Não olhe diretamente para o feixe de laser.


Instrua os pacientes a fechar os olhos, para evitarem a exposição ocular à luz de alinhamento.

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Vigie de perto todos os pacientes e evite que olhem acidentalmente para o feixe. Não deixe o feixe de
laser ligado depois de posicionar o paciente.
Figura 2-16: Etiqueta de aviso de abertura do laser

Os sistemas de aquisição de imagem VH/i 3.0T não contêm luzes laser. Dessa forma, esses perigos não
se aplicam.

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PER IGOS DO EQU IPAM ENT O

Ligações de cabos e equipamentos


Vários equipamentos e acessórios são utilizados no ambiente de RM para tipos específicos de exames que
incluem cabos e requerem ligações ao sistema de RM ou ao paciente.
A aplicação do monitoramento fisiológico da MR conditional e os dispositivos de detecção do paciente devem
ser feitos sob a orientação da organização e é de responsabilidade exclusiva de sua organização.
Para evitar perigos de tropeço, você deverá instalar tampas amarelas e pretas indicadoras de perigo de
tropeço sobre quaisquer cabos encaminhados pelo piso da sala de equipamento.

ADVERTÊNCIA
As advertências gerais a seguir devem ser respeitadas ao utilizar equipamento de ligação de cabos e
acessórios:
• Para dispositivos médicos rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM" consulte a
documentação do fabricante do dispositivo.
• Utilize apenas bobinas acessórias da GE ou autorizadas pela GE, bem como cabos e equipamentos de
monitoramento, de controle e outros identificados como sendo compatíveis com o equipamento de MR.
A utilização de equipamentos não identificados como sendo compatíveis para aplicações de MR pode
resultar em queimaduras ou outras lesões no paciente.
• Utilize apenas acessórios, bobinas e cabos que estejam em boas condições. Se suspeita que um
acessório não está em boas condições, suspenda sua utilização e entre em contato com o técnico de
manutenção da GE.
• Os dispositivos auxiliares identificados como sendo compatíveis com o equipamento de MR podem
causar lesões no paciente se as instruções de utilização não forem corretamente seguidas. Nunca
utilize equipamentos que não estejam acompanhados pelas respectivas instruções de utilização.
• Retire as bobinas de superfície que não estejam ligadas ou os aparelhos acessórios não utilizados do
anel do magneto; a presença de dispositivos desnecessários pode causar queimaduras no paciente.
• A RF pode provocar aquecimento das bobinas de superfície/cabos de controle (gating) não
compatíveis; as bobinas de superfície/cabos de controle danificados, bem como as bobinas de
superfície e cabos que não estejam devidamente ligados, podem causar queimaduras.
• A utilização de bobinas de superfície ligadas através de cabos, a sonda de controle periférico original
(consulte o técnico de manutenção da GE para obter mais informações) ou os acessórios de controle de
eletrocardiograma (ECG), utilizados durante o escaneamento do paciente, podem originar pontos de
aquecimento localizado, resultando em queimaduras ou incêndios, se o procedimento de preparação
adequado do escaneamento não for seguido. Os cabos estendem-se muitas vezes para a região de alta
intensidade do campo RF e é possível que correntes elétricas induzidas nos cabos possam causar
formação de arco.
• Encaminhe sempre o cabo diretamente para fora do anel do magneto, sem folgas. Coloque os cabos
sob as almofadas, sempre que possível, para separá-los do paciente.
• Reduza ao máximo o comprimento de cabo no interior do anel do magneto. Evite dobrar os cabos em
180° e encaminhe-os para fora do anel da forma mais direta.
• Passe os cabos pelo centro do anel do magneto. Coloque os cabos sob as almofadas, sempre que
possível, para separá-los do paciente. Se os cabos forem dispostos muito perto das laterais do anel, a
probabilidade de que eles aqueçam (devido a correntes induzidas) aumenta.
• Não cruze nem forme círculos com os cabos. Isto pode resultar em arqueamento dos cabos e
queimaduras nos pacientes.
Além das advertências acima, há advertências específicas relacionadas com Equipamento de Controle Cardíaco
e Bobinas Acessórias que você precisa entender para manter um ambiente de RM seguro.

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Equipamento de controle cardíaco


A ativação (disparo) do eletrocardiograma (ECG) pode ser realizado em um ambiente de MR, para monitorar
pacientes com doenças críticas ou para realizar uma técnica de ativação da MR em que a aquisição da
digitalização é sincronizada com o batimento cardíaco do paciente. Você deve utilizar apenas eletrodos
compatíveis com RM no ambiente de RM para garantir a segurança do paciente. Para dispositivos médicos
rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM", consulte a documentação do fabricante do
dispositivo. A funcionalidade de disparo ECG do sistema apenas deve ser utilizada para controle cardíaco e não
deve ser utilizada para monitoração do paciente. Ao usar uma técnica de RM de disparo ECG, é importante usar
apenas eletrodos descartáveis recomendados pela GE e condutores compatíveis.

AVISO
Siga as seguintes advertências ao utilizar um controle ECG ou periférico:
• A função de controle cardíaco de MR deve ser usada somente na aquisição de imagens de MR com
disparo/controle, e não para monitoramento fisiológico. A condição do paciente pode não ser refletida,
resultando em um tratamento de urgência inadequado.
• Não utilize o equipamento de monitoramento quando os condutores estiverem presentes condutores
no anel e tocando no paciente; eles podem causar queimaduras.
• Não utilize derivações com fissuras na blindagem ou condutores expostos. Utilize somente acessórios
em boas condições. Se suspeita que um acessório não está em boas condições, suspenda sua utilização
e entre em contato com o técnico de manutenção da GE.
• Verifique se os cabos de controle cardíaco ou periférico não passam por baixo ou próximos à
superfície da bobina ou na superfície do cabo da bobina.
• Verifique apenas se o sensor de controlo periférico toca no paciente. Mantenha os cabos afastados do
paciente.
• Não utilize equipamento que não tenha sido especificamente testado e aprovado para utilização no
ambiente de um sistema de MR.
• Os dispositivos de monitoramento fisiológico e de detecção devem ser usados apenas sob a
orientação dos operadores, sendo sua responsabilidade garantir a segurança do paciente.

AVISO
Não utilize traçados para o monitoramento fisiológico. A condição do paciente pode não ser refletida,
resultando em um tratamento inadequado.

AVISO
Não utilize eletrodos cujo prazo de validade tenha expirado ou que estejam secos. Tais eletrodos não
conduzem adequadamente os sinais elétricos, o que pode dar origem à degradação das imagens,
intermitência da sinalização ou queimaduras no paciente.

Bobinas acessórias
É importante familiarizar-se com as instruções de funcionamento de cada bobina acessória utilizada no
ambiente de RM. Siga as linhas de orientação recomendadas e as precauções do fabricante.

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AVISO
Respeite as seguintes advertências quando usar bobinas de superfície:
• Não utilize bobinas de superfície com bobinas expostas ou que apresentem danos no isolamento. O
contato da pele com condutores metálicos pode causar queimaduras.
• Não permita que o cabo da bobina de superfície toque no paciente; isso pode causar queimaduras no
paciente. Utilize almofadas ou um material termorresistente para impedir que o cabo toque no
paciente.
• Quando utilizar a Bobina de Mama de 1,5 T, certifique-se de que as costas e os braços da paciente não
toquem no anel do magneto. Coloque material termorresistente ou almofadas entre o paciente e o
magneto, para prevenir queimaduras que podem ser causadas pelo contato do paciente com o interior
do anel do magneto.

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Capítulo 2: Segurança
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Triagem clínica
Para evitar potenciais perigos para a saúde no ambiente de RM, devem ser estabelecidos procedimentos de
triagem do pessoal e do paciente no seu centro de imagiologia. Todas as pessoas que trabalham ou entram na
sala do magneto ou salas adjacentes a um campo magnético devem ser instruídas sobre os perigos inerentes.
Isso deve incluir todos os técnicos de RM, pessoal técnico, de manutenção e pessoal de limpeza, assim como a
equipe de bombeiros local.
Todos os técnicos de RM devem ser submetidos a uma avaliação cuidadosa, antes de começarem a trabalhar
com um sistema de RM. Além disso, todos os pacientes submetidos a um exame de RM devem ser
cuidadosamente avaliados antes do procedimento. A triagem ajuda a identificar qualquer coisa que possa criar
um risco para a saúde ou interferir na imagem de RM. Também ajuda a determinar se o paciente possui alguma
necessidade específica ou limitações. Além disso, se outra pessoa acompanhar o paciente que está realizando
o exame de RM, deverá ser rastreada e orientada da mesma forma que o paciente. O objetivo do rastreio é
obter com segurança imagens de alta qualidade para que possa ser efetuado um diagnóstico correto. É
possível manter um ambiente controlado e seguro questionando cuidadosamente os pacientes,
familiares/visitas e todos os profissionais envolvidos.

Antes de iniciar o exame, faça a triagem do paciente verificando o histórico médico pertinente e quaisquer
condições que desaconselhem o escaneamento. Se não for possível efetuar uma triagem adequada, adie os
exames de RM até que a triagem possa ser completada.
Um procedimento de triagem documentado deve ser seguido pela revisão do formulário preenchido e uma
conversa com o paciente para verificar as informações do formulário e fornecer tempo para que este expresse
as suas preocupações e coloque questões. A revisão e discussão devem ser conduzidas por pessoal com
formação em segurança de RM para garantir que não haja erros de comunicação sobre os assuntos de
segurança de RM.
Deve ser preenchido um formulário de triagem por escrito cada vez que um paciente tiver que fazer um exame
de RM. Mesmo que o paciente tenha preenchido o formulário de triagem aquando da realização de exames de
RM anteriores, isso não garante ao paciente um outro exame seguro.

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TR IAGEM CLÍNICA

Formulário de Triagem
Deve ser utilizado um formulário de triagem abrangente e impresso para avaliar o paciente e documentar a
informação. Esse formulário pode ser personalizado para o seu centro de RM e ser composto por três seções:

Seção 1: Informações gerais


Seção 2: Lista de verificação de itens perigosos
Secção 3: Lista de verificação de pré-entrada na sala do magneto

AVISO
No caso dos pacientes que serão submetidos à imagiologia em um scanner de MR, é necessário efetuar
previamente o rastreio do paciente.

Informações gerais
A seção 1 do formulário de triagem do paciente contém informações gerais relativamente aos dados
demográficos do paciente e ao histórico de trabalho e médico do paciente. Informações relevantes sobre o
paciente são valiosas para obter as condições médicas atuais e informações sobre os estudos de diagnóstico
anteriores que podem ser úteis na avaliação do estado do paciente.
Determinar o histórico de trabalho do paciente é importante para quem trabalha em oficinas ou ambientes
similares. Esses indivíduos podem ter pequenas limalhas de metal ou fragmentos de aço nos olhos. Os
pacientes que possam ter fragmentos metálicos nos olhos devem fazer um exame oftalmológico para detectar
e remover quaisquer materiais perigosos antes do exame.
A seção 1 do formulário de triagem do paciente também contém perguntas necessárias para ajudar a
identificar pacientes de alto risco, ou seja, pacientes com condições que causem maior risco de complicações
durante o exame de RM. As perguntas procuram identificar riscos devidos apenas à condição do paciente (por
exemplo, risco elevado de convulsão ou parada cardíaca) e também os causados por uma SAR elevada, possível
quando se opera em Modo Controlado de Primeiro Nível (por exemplo no caso de pacientes com capacidade de
regulação térmica comprometida.)

Os trabalhadores de RM podem estar em risco se experiências ocupacionais, recreativas ou de vida


anteriores resultaram no implante acidental de substâncias metálicas, como limalhas ou fragmentos. A página
2 do formulário de triagem do paciente deve ser preenchida por todos os trabalhadores de RM de forma a
garantir que o campo magnético não constitua um perigo para o seu bem-estar.
Esta seção também contém perguntas para pacientes do sexo feminino relativamente a assuntos que possam
afetar o exame de RM. As pacientes grávidas devem ser identificadas antes de serem autorizadas a submeter-
se a um procedimento de RM. Antes do exame, o médico deve discutir os riscos e benefícios do exame de RM e
compará-los cuidadosamente com os procedimentos alternativos, a fim de controlar os riscos para a paciente.

Lista de verificação de itens perigosos


A Lista de Verificação de Itens Perigosos, na seção 2 do formulário de triagem do paciente, é fundamental na
identificação de vários implantes e dispositivos que podem ser perigosos para o paciente se submetido a um
exame de RM. Os itens que podem produzir artefatos de imagem também podem ser detectados por meio
dessa seção do processo de triagem.
Alguns pacientes, incluindo aqueles que sofrem de formas de demência, podem não saber que possuem um
pacemaker. Nesses pacientes, você deve palpar a zona superior do tronco e o abdômen para se certificar de
que não têm pacemakers. Os pacemakers podem ser implantados em várias localizações no peito e abdômen.
Algumas vezes, são deixados no local fios condutores do pacemaker depois da remoção do mecanismo de

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estimulação. Os fios podem induzir corrente e produzir aquecimento durante o procedimento de RM. Dessa
forma, a verificação da existência de fios condutores também é importante.
A melhor forma de garantir um ambiente livre de metal é fazer com que os pacientes vistam apenas uma bata
durante o exame. A lista de verificação também inclui itens que o paciente possa possuir exteriormente. Não
limite a sua inspeção apenas a objetos de ferro. Mesmo itens não ferrosos, como joias de ouro, podem aquecer
durante a digitalização e queimar o paciente. Certifique-se de que o paciente remove todos esses objetos. Além
disso, certifique-se de que verifica se as crianças trazem alfinetes de segurança e molas em fraldas ou
camisolas interiores.
A seção 2 do formulário também contém uma figura anatômica do corpo humano para que os pacientes
marquem a localização dos objetos que possuem dentro ou sobre o seu corpo. Essa informação pode ser útil
para determinar a área aproximada dos objetos que podem ser perigosos ou produzir artefatos.

Lista de verificação de pré-entrada na sala do magneto


A última seção do formulário de triagem lista os itens sensíveis de metal ou magnéticos com os quais o
paciente não pode entrar na sala do magneto. Verifique se o paciente remove os itens assinalados, antes de
entrar na sala do magneto. Obtenha também as assinaturas da pessoa que preencheu e reviu o formulário de
triagem.

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TR IAGEM CLÍNICA

Compatibilidade com ressonância magnética


Reveja as seguintes informações relacionadas com os dados do campo magnético espacial:

Contra-indicações de utilização
Dados do campo magnético espacial

Um dispositivo é rotulado como "Condicionado com RM" se tiver sido demonstrado que não representa nenhum
risco conhecido em um determinado ambiente de RM com condições de utilização específicas. As condições de
campo que definem o ambiente de RM incluem a força do campo magnético estático, o gradiente espacial
estático, a frequência de mudança do campo magnético (dB/dt), os campos RF, a taxa de absorção específica
(SAR) e a bobina a ser utilizada. Poderão ser necessárias condições adicionais, incluindo as configurações
específicas do item (por exemplo, a disposição das derivações utilizadas para um sistema de
neuroestimulação).

AVISO
A força de atração do campo magnético do sistema de MR pode fazer com que objetos de ferro se
tornem projéteis, podendo causar lesões graves. Coloque um sinal de advertência de Zona de
Segurança na entrada da sala do magneto e mantenha todos os objetos perigosos do lado de fora.

ADVERTÊNCIA
A GE não é responsável pela avaliação do funcionamento adequado de quaisquer dispositivos. O
usuário do dispositivo deve consultar o fabricante do dispositivo para garantir que o dispositivo é
Seguro com RM ou Condicionado com RM. Depois, o usuário deverá garantir o cumprimento das
Condições de RM. Finalmente, o usuário deverá determinar o que é adequado.

PERIGO
Os dispositivos compatíveis para zonas do campo de menor intensidade, como, p. ex., um campo de 1,5
T, podem não ser compatíveis para zonas de 3,0 T. Antes de proceder ao escaneamento do paciente,
confirme com o fabricante do dispositivo a compatibilidade do mesmo com uma intensidade de campo.

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Emergências relacionadas com o paciente


Você deve familiarizar-se com a localização e utilização adequada de certos botões e desbloqueios de
emergência para o caso de ocorrência de uma emergência no ambiente de RM. É necessário um planejamento
anterior, bem como bons conhecimentos dos procedimentos da instituição a que pertence e das áreas
circundantes, de forma a garantir um ambiente seguro.
Antes de iniciar qualquer procedimento de escaneamento, explique ao paciente a utilização do Sistema de
Alerta do Paciente. Certifique-se de que ele entende a sua finalidade e utilização. Lembre-se de que implantes,
pacemakers e sistemas ferromagnéticos de suporte de vida não podem ser trazidos para a sala do magneto.*
Certifique-se de que monitora de perto os pacientes que apresentam um potencial acrescido de parada
cardíaca ou claustrofobia, ou os pacientes que estão inconscientes ou extremamente doentes. Mantenha
sempre o contato visual com o paciente. Familiarize-se com o local pré-determinado, situado fora da sala do
magneto, para onde pode transferir os pacientes caso se torne necessária a intervenção dos elementos das
equipes de emergência.
A figura abaixo apresenta a disposição geral de uma sala do magneto de RM. Você deve poder manter sempre,
a partir do console do operador, o contato visual com o paciente.
*Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.
Figura 2-17: Disposição da sala do magneto

Tabela 2-32: Legenda da disposição da sala do magneto

# Descrição
1 Magneto e compartimento do magneto
2 Sensor remoto do monitor de oxigênio (opção)
3 Inativação de emergência do magneto
4 Console do operador

Procedimentos médicos de emergência


A sua instituição deve definir e implementar procedimentos específicos a seguir em caso de uma emergência
médica. Esses procedimentos devem ter em conta a existência do campo magnético. Por exemplo, devem
instruir sobre como utilizar o Desbloqueio de Emergência da Mesa de Transporte para afastar rapidamente o

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paciente da influência do magneto. Nas páginas seguintes, são descritas outras funcionalidades úteis do
produto durante uma emergência.

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EM ER GÊNCIAS R ELACIONADAS COM O PACIENT E

Sistema de alerta do paciente


O seu sistema de RM possui um Sistema de Alerta do Paciente que lhe permite alertar o técnico, diretamente
para o console, pressionando uma campainha.
Figura 2-18: Sistema de alerta do paciente

Tabela 2-33: Legenda do sistema de alerta do paciente

# Descrição
1 Campainha de alerta do paciente
2 Caixa de controle

Quando o paciente aperta a campainha de alerta, o indicador luminoso existente na caixa acende e ela emite
um sinal audível. Um interruptor na caixa de controle permite ajustar o sinal para luz e som intermitente ou
constante.
O seu sistema de RM também possui um sistema intercomunicador que permite manter o contato verbal com o
paciente durante o exame.

ATENÇÃO
Forneça a todos os pacientes um bulbo de alerta do paciente. Isto pode ser especialmente importante
no caso de procedimentos que requerem a total atenção do técnico/operador no console do sistema de
MR ou da Advantage Workstation (AW), como, p. ex., durante sequências BrainWave.

ATENÇÃO
ESTE PRODUTO CONTÉM LÁTEX EM BORRACHA NATURAL, QUE PODE CAUSAR REAÇÕES ALÉRGICAS.
O bulbo preto de alerta do paciente e o fole respiratório contêm látex. Se o paciente tem conhecimento
da sua sensibilidade/alergia ao látex, ou se não tem certeza e está preocupado com a possibilidade de
uma reação alérgica, cubra o bulbo ou o fole com uma toalha, pano ou saco plástico para proteger o
paciente do látex.
O bulbo cinza de alerta do paciente é feito de PVC e não contém látex de borracha natural.

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EM ER GÊNCIAS R ELACIONADAS COM O PACIENT E

Parada de emergência
O botão de Parada de Emergência está localizado no teclado e nos lados direito e esquerdo do compartimento
do magneto. Essa função interrompe a energia elétrica do equipamento localizado na sala do magneto, que
pode constituir um perigo para o paciente em uma situação de emergência.
Você pode pressionar o botão de Parada de Emergência para parar um escaneamento em uma situação de
emergência para o paciente. Para recuperar rapidamente de uma situação de Parada de Emergência, você
pode pressionar o botão Reset (Reiniciar). Não deve ter medo de pressionar o botão de Parada de Emergência
porque pode parar o sistema por um longo período de tempo. Isto não é necessário para desligar a cabeça de
refrigeração do magneto.
Figura 2-19: Botão de Parada de Emergência

ou
O botão de Parada de Emergência desativa os seguintes sistemas:

RF
Alimentação dos gradientes
Unidade de enfraquecimento do magneto
Mesa e subsistema de suporte do paciente

AVISO
O botão de Parada de Emergência não extingue o campo magnético, não desliga o computador, o
console do operador nem a câmara.

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EM ER GÊNCIAS R ELACIONADAS COM O PACIENT E

Corte de Emergência
O botão de Corte de Emergência está localizado na parede adjacente ao equipamento informático e junto às
portas da sala do magneto de RM. Remove TODA a corrente elétrica de TODOS os componentes do sistema,
incluindo qualquer fonte de energia de unidades de alimentação ininterrupta (UPS).
O botão de Corte de Emergência não para apenas o escaneamento em uma emergência relacionada com o
paciente, mas também na eventualidade de uma falha grave do equipamento ou perigos como fogo/água na
proximidade do equipamento de RM. Todo o sistema de RM é DESLIGADO, exceto o campo magnético estático e
a unidade de inativação do magneto utilizada para desligar o campo magnético.
Figura 2-20: Botão de Corte de Emergência

Utilize este botão apenas no caso de uma emergência grave na sala do computador ou do magneto de RM. Por
exemplo, utilize este botão quando perceber fogo, faíscas ou ruídos altos não associados com a operação
normal do sistema.

Para restaurar a energia depois da parada de emergência, o disjuntor principal deve ser reiniciado antes
de reinicializar o sistema. Contate sempre um técnico de assistência antes de restaurar a energia.

AVISO
O botão de Corte de Emergência não desliga o campo magnético. Para evitar lesões pessoais ou danos
no equipamento, não introduza nenhum equipamento ferromagnético na sala do magneto. Parta do
pressuposto de que o equipamento é magnético, a menos que as etiquetas afixadas informem o
contrário.

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EM ER GÊNCIAS R ELACIONADAS COM O PACIENT E

Desligar a alimentação da PDU


O botão de Power Off (Desligar Alimentação) da Unidade de Distribuição de Energia (PDU) desliga a
alimentação dos componentes do sistema, como o compressor do sistema criogênico, a iluminação da sala de
escaneamento, chillers e monitor de criogênio do magneto; a alimentação da Unidade de Inativação do
Magneto não é desligada por este botão. Normalmente, a assistência técnica utiliza esse interruptor de corte,
não sendo habitual o cliente utilizá-lo.
Figura 2-21: Botão de corte da alimentação da PDU

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EM ER GÊNCIAS R ELACIONADAS COM O PACIENT E

Inativação do Magneto
A inativação do Magneto está localizada dentro da sala do magneto e funciona da seguinte forma:

Redução rápida do campo magnético em cerca de dois minutos


Evaporação de líquidos criogênicos, acompanhada por um alto som sibilante
Vários dias de parada para substituir os líquidos criogênicos
Figura 2-22: Unidade de Inativação do Magneto

AVISO
O procedimento de redução magnética só deve ser utilizado para liberar alguém que esteja preso no
magneto, ou para remover um objeto ferromagnético grande atraído pelo campo magnético, quando
lesões pessoais estiverem iminentes. Uma inativação controlada do magneto deve ser realizada por
um técnico de assistência da GE em situações de não emergência.

Procedimento secundário de enfraquecimento do


magneto
Este método de resfriamento secundário só deve ser realizado após outros métodos aprovados de
enfraquecimento serem tentados e na ocorrência de condições de ameaça à vida. A execução deste
procedimento fará com que o magneto para de funcionar por, pelo menos, um mês.

ADVERTÊNCIA
Lesão Pessoal ou Danos ao Equipamento
Esse procedimento de desaceleração do ímã de emergência pode criar situações perigosas ou danos
ao equipamento.
Só execute este procedimento de emergência de enfraquecimento do magneto em situações de
emergência (como quando uma pessoa for presa entre um objeto magnético e o magneto ou houver
fogo na sala de varredura do magneto).
Em situações onde não haja ameaça imediata, entre em contato com o seu Representante de Serviço
Qualificado para obter os procedimentos de enfraquecimento não emergenciais.

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Siga estes passos com a Vacuum Break Tool (Ferramenta de Quebra de Vácuo) para quebrar o vácuo do
magneto para um enfraquecimento do magneto.

1. Se possível, ligue para seu Representante de Serviço Qualificado.


2. Localize a Ferramenta de Quebra de Vácuo (46-260852G3).

Esta ferramenta só deve ser utilizada em emergências e deve ser armazenada em um local seguro e de
fácil acesso. Certifique-se de que todos os operadores sejam informados sobre o local da ferramenta.
Figura 2-23: Ferramenta de Quebra de Vácuo

3. Certifique-se de que os sistemas de ventilação da sala estejam ligados e que a porta da sala do magneto
de varredura esteja escorada aberta.
4. Localize a cobertura de acesso da porta de vácuo na sua cobertura do magneto.

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Figura 2-24: Cobertura de acesso da porta de vácuo na cobertura do magneto.

# Descrição
1 A cobertura do invólucro da porta de vácuo

5. Remova a cobertura de acesso da porta de vácuo da cobertura do magneto para expor a porta do vácuo.

Você deve ser capaz de remover a cobertura de acesso com seus dedos ou com a ferramenta não-
magnética.

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Figura 2-25: Exemplo de uma cobertura de acesso removida e uma porta de vácuo exposta

6. Remova a cobertura protetora contra poeira da porta de vácuo.

A cobertura do magneto é mostrada removida apenas com o propósito de ilustração.

Figura 2-26: Proteção contra poeira removida

7. Gire a alavanca da Ferramenta de Quebra de Vácuo no plugue da porta de vácuo no sentido horário.
No mínimo, três voltas completas são necessárias para garantir o acoplamento da rosca.
Se você não conseguir girar a alavanca, ligue para o Representante de Serviço da GE para obter mais
assistência ou remova a tampa de cobertura do sistema.
Figura 2-27: Ferramenta de Quebra de Vácuo encaixada no plugue da porta de vácuo

8. Suspenda a alavanca da Ferramenta de Quebra de Vácuo até que ela esteja paralela ao piso. Deixe a
alavanca nesta posição.

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Figura 2-28: Ferramenta de Quebra de Vácuo paralela ao piso

l Ocorrerá uma inrush (corrente) de ar no magneto e o magneto resfriará, aproximadamente, 30


segundos.

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Desbloqueio de emergência da mesa de transporte


Em uma emergência, o suporte do paciente pode ser puxado manualmente para fora do magneto.
Ao segurar e girar a alça de desbloqueio e ao puxar o suporte, você pode mover o paciente totalmente para
fora, para a posição inicial. A imagem abaixo ilustra a alça de liberação do suporte na mesa.
Figura 2-29: Alça de desbloqueio do suporte, mesas de 1,5 T

Figura 2-30: Etiqueta do berço

A mesa do paciente para o sistema Brivo MR355 e uma configuração de mesa para o sistema Optima
MR360 consiste em uma mesa fixa, o que significa que está permanentemente fixada ao magneto. Portanto,
não podem ser desligadas do magneto.
As mesas removíveis 1.5T podem ser separadas do sistema de magnetos. As mesas também podem ser
baixadas e levantadas. Na eventualidade de um paciente necessitar de cuidados médicos de emergência
durante a sessão de escaneamento, utilize o pedal de desacoplamento ou a alavanca de desbloqueio de
emergência da mesa, de forma a permitir o rápido transporte do paciente para fora da sala do magneto.
Figura 2-31: Pedal de desacoplamento na base da mesa

O Desbloqueio de Emergência da Mesa de Transporte é usado no caso de o pedal de desacoplamento no


transporte do paciente não funcionar.

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Figura 2-32: Desbloqueio de emergência da mesa de transporte

Tabela 2-34: Legenda da imagem do desbloqueio de emergência do transporte

# Descrição
1 pedais subir/descer
2 Alavanca do desbloqueio de emergência do transporte
3 pedais subir/descer

Para desbloquear a mesa com a alavanca de desbloqueio de emergência:

Certifique-se de que o suporte está totalmente retirado do anel do magneto, estando na posição inicial.
Segure a alça na alavanca vermelha e puxe para liberar a mesa.

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Introdução ao Escaneamento e à Visualização


Esta seção inclui avisos e precauções adicionais relativamente às seguintes áreas:

Digitalização e equipamento
Manuseamento de CD/DVDs
Almofadas dielétricas
Opção de imagiologia IDEAL
Suporte de IV
Condicionado com RM
MR-Touch
GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco
Orientação do paciente
Transferência do paciente
Peso do paciente
Escaneamentos pós-contraste
Pré-escaneamento
Topo da mesa de radiação oncológica

Visualização ou pós-processamento
Adição/subtração de imagens
Aplicações
VIBRANT Flex e LAVA Flex
Opção de Imagiologia
IDEAL
FuncTool
Visualizador de volume
Anotação
Flutuadores filtrantes
Medições
Reformatar
Limiar

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A VISOS E PR E C A U Ç ÕE S A D IC IONA IS

Escaneamento
Esta seção contém avisos e precauções adicionais sobre o escaneamento.

Manuseamento de CD/DVDs

ATENÇÃO
Para evitar a perda de imagens, nunca toque na superfície de gravação de um CD regravável (CD-RW).
Segure o disco apenas pela margem exterior ou pelo orifício central. Não o coloque voltado para baixo
sobre superfícies duras. As impressões digitais ou riscos inutilizam o disco.

Almofadas dielétricas

ATENÇÃO
Não utilize as almofadas dielétricas juntamente com objetos pontiagudos. Consulte a folha de Dados de
Segurança do Material Dielétrico para obter mais informações.

Opção de imagiologia IDEAL

ATENÇÃO
Certifique-se de que o FOV inclui toda a anatomia. A cobertura de fase irá causar a alteração do sinal
água/gordura.

Suporte de IV

ATENÇÃO, ponto de compressão


Não introduza o paciente no campo magnético com o suporte IV da mesa de MR em utilização. Para
evitar quaisquer pontos de compressão do suporte IV da mesa de MR, retire o suporte IV da mesa,
guarde-o e utilize um suporte autônomo não ferroso.

Condicionado com RM

AVISO
Os artefatos de suscetibilidade, tais como os relacionados com os implantes metálicos Condicionados
com RM, resultam em uma Correção da Geometria 3D incorreta. Verifique cuidadosamente as imagens.

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Manual do operador

AVISO
Se o escaneamento de calibração cobrir uma região que contenha implantes metálicos Condicionados
com RM, é esperado que as imagens de calibração tenham artefatos de distorção e de invalidação do
sinal. Assim, as imagens PURE e ASSET que contenham metal Condicionado com RM não deverão ser
utilizadas para o pós-processamento.

AVISO
A fusão FuncTool não funciona de forma confiável se houver implantes metálicos Condicionados com
RM e se for utilizada uma imagem de referência que não seja a imagem original. A Fusão FuncTool não
deverá ser aplicada na série se a área de imagem incluir implantes metálicos Condicionados com RM. A
forte distorção B0 e B1 causada pelos implantes metálicos Condicionados com RM causará uma
distorção da imagem e a invalidação do sinal nas imagens. As imagens de referência poderão ter
diferentes níveis de distorção (por exemplo, MAVRIC SL versus não MAVRIC SL) com séries funcionais, e
ocorrerão falhas na gravação.

AVISO
Devido à forte perturbação do campo magnético em uma região com metal, não use o parâmetro de
Modo de Comando por RF: Otimizado.

AVISO
Não utilize o filtro de imagens PURE quando adquirir escaneamentos junto a dispositivos ou implantes
metálicos. Os efeitos de distorção do sinal não são previsíveis e resultarão em imagens incorretas.

ADVERTÊNCIA
Os testes habitualmente utilizados para determinar a segurança no aquecimento dos implantes
Condicionados com RM (norma, ASTM F2182, ASTM.org), requerem excitação em quadratura. Os
resultados de aquecimento para a não-excitação em quadratura (tais como a transmissão paralela,
transmissão dupla ou transmissão elíptica) são desconhecidos.
Para os pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM, aplicar Modos de Comando
por RF Predefinidos ou Otimizados pode violar as especificações de material Condicionado com RM.

ATENÇÃO
O escaneamento seguro de pacientes com dispositivos ou implantes Condicionados com RM poderá ser
complexo. Os profissionais de saúde que escaneiem pacientes com dispositivos ou implantes
Condicionados com RM deverão consultar o fabricante do implante ou dispositivo para obter instruções
sobre as diretrizes de segurança.

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MR-Touch

ATENÇÃO
Ao preparar um exame MR-Touch, e de forma a evitar a compressão do tubo do gerador do doente com
o pescoço do mesmo, oriente sempre o gerador de forma a que o tubo fique encaminhado em direcção
aos pés do doente.

ATENÇÃO
A utilização do MR Touch foi avaliada apenas em adultos. Não existem informações suficientes que
permitam estabelecer a segurança e eficácia do MR Touch em pacientes pediátricos.

AVISO
Nunca coloque o gerador acústico ativo na sala do magneto de digitalização.

AVISO
Para evitar passar por cima da tubagem, encaminhe-a pelo lado da mesa oposto à porta da sala de
digitalização.

ATENÇÃO BOBINA
Existe um perigo potencial de cruzamento ou enrolamento dos cabos da bobina, que irá ou poderá
causar lesões pessoais ou danos materiais menores, se as instruções não forem respeitadas.

FGRE/FSPGR Multi-Eco

ATENÇÃO
A medição do tempo de repouso pela função Multi-Echo FGRE/FSPGR (GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-
Eco) é muito sensível ao resultado do enchimento do gradiente (Auto-Shim (Enchimento Automático)), na
direcção do corte. Recomenda-se o Enchimento Automático com definição de volume de enchimento.

ATENÇÃO
É possível que os resultados do FuncTool relativos aos valores T2* e R2* calculados produzam um erro
com aquisições que tenham um valor elevado de número de cortes

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Orientação do paciente

AVISO
Certifique-se de que a seleção da posição do paciente corresponde à orientação real do paciente. Fazer
uma seleção que não corresponda à posição real do paciente resulta em imagens anotadas e/ou
rodadas incorretamente, possivelmente causando um tratamento médico impróprio.

Transferência do paciente

ATENÇÃO
Os braços da mesa não deverão ser utilizados como assento ou prateleira. O braço da mesa não foi
concebido para suportar pesos e pode quebrar-se assim como o paciente ou a carga podem cair.

ATENÇÃO
Depois do exame, o paciente pode necessitar de ajuda para sair da mesa. Depois de ficar deitado em
uma posição de pronação durante algum tempo, o paciente pode sentir uma ligeira tontura ao sentar-
se.

Peso do paciente

ATENÇÃO
O peso do paciente determina a SAR. A introdução de um peso superior ao peso real do paciente pode
causar lesões no paciente. O peso do paciente não é preenchido juntamente com as outras
informações do paciente, obtidas a partir da lista de trabalho do ConnectPro. Deve-se introduzir o peso
manualmente.

Escaneamentos pós-contraste

AVISO
Não utilize o BRAVO para a imagiologia de uma série de pós-contraste. Se a diminuição de contraste do
T1 corresponder ao ponto nulo de lesão aumentada, o melhoramento do contraste será suprimido.

AVISO
Não utilize o SPGR com Preparado para IR 3D para a imagiologia de uma série de pós-contraste. Se a
diminuição de contraste do T1 corresponder ao ponto nulo de lesão aumentada, o melhoramento do
contraste será suprimido.

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Pré-escaneamento

ATENÇÃO
A pré-digitalização automática é usada para calibrar o ângulo de rotação e para calcular com exatidão
os níveis de SAR. Não ajuste manualmente o ganho de transmissão para as digitalizações GRE, SPGR,
GRE Rápido, SPGR Rápido e FIESTA, pois pode resultar em uma SAR excessiva se o TG for muito elevado.
A utilização da pré-digitalização automática em vez da pré-digitalização manual garante que são
utilizados limites de SAR precisos.

Bobina

ATENÇÃO
O componente Vetor Anterior pode não caber no anel no caso dos pacientes com um torso de grande
volume. Para evitar lesões no paciente ou danos na bobina, observe atentamente o movimento da
mesa em direção ao anel. Interrompa o avanço da mesa se o Vetor Anterior entrar em contato com o
topo do anel.

ATENÇÃO
Não transporte nenhum dos componentes da bobina segurando pelo cabo. Isso pode dar origem a
danos no componente da bobina. A bobina pode não funcionar se estiver danificada.

ATENÇÃO
A bobina contém componentes eletrônicos sensíveis que podem ficar danificados. Não pulverize nem
aplique uma solução de limpeza diretamente na bobina. Não mergulhe a bobina em uma solução de
limpeza. A bobina nunca deve ser colocada em nenhum tipo de esterilizador.

ATENÇÃO
Não coloque a bobina directamente em cima da mesa, sobre a área do componente GEM PA. Antes de
utilizar uma bobina, certifique-se de que as almofadas estão instaladas na mesa. Por exemplo, coloque
a bobina de pulso sobre a superfície da mesa apenas quando as almofadas estiverem no lugar. A
colocação de uma bobina directamente sobre a superfície PA da mesa GEM resulta no contacto entre
bobinas, o que pode resultar numa fraca qualidade de imagem.

ATENÇÃO
A RF pode causar o aquecimento localizado da bobina anterior quando esta é posicionada próximo ao
topo do anel. Coloque almofadas não condutoras entre a bobina e o anel, de modo a manter a bobina
posicionada longe da parede do anel.

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ATENÇÃO
Certifique-se que não ficam fios de cabelo ou tecidos presos entre os componentes. A não observância
deste cuidado poderá causar artefatos e diminuição da qualidade de imagem.

ATENÇÃO
Não levante ou transporte o componente destinado à zona da cabeça agarrando a fixação do espelho.
Para evitar danos na bobina, levante e transporte o componente destinado à zona da cabeça utilizando
ambas as mãos, colocando-as por baixo da bobina.

ATENÇÃO
Os utilizadores devem entrar em contato com a assistência técnica sempre que a bobina sofrer uma
queda ou for utilizada de forma menos cuidadosa. Um representante da assistência técnica da GE deve
inspecionar a bobina, após a mesma ter sofrido uma queda ou ter sido utilizada de forma menos
cuidadosa, para assegurar que é seguro utilizá-la.

ATENÇÃO
Os cabos enrolados podem causar o acoplamento de RF e degradar o desempenho de exame da
bobina. Não cruze nem forme círculos com os cabos.

ATENÇÃO, ponto de compressão


Para evitar lesões no paciente ou danos à bobina, observe atentamente os pontos de compressão à
medida que a mesa avança em direção ao anel. Interrompa o avanço da mesa se o paciente ou alguma
parte da bobina entrar em contato com o anel.

  AVISO
Não utilize acessórios (p. ex., almofadas ou presilhas) que não tenham sido especificamente testados e
aprovados para utilização em ambientes de MR. A utilização de acessórios não aprovados pode resultar
em queimaduras ou lesões nos pacientes ou na degradação das imagens. Até mesmo os dispositivos
auxiliares identificados como sendo compatíveis com o equipamento de MR podem causar lesões se as
instruções dos fabricantes não forem seguidas.

  AVISO
Se a bobina for ligada ao sistema durante a limpeza ou se ainda estiver úmida, podem ocorrer choques
elétricos. Desligue o conector da bobina do equipamento de MR antes de limpar a bobina. Não toque
nos conectores sem usar proteções para os dedos. Nunca exerça pressão com objetos afiados sobre a
superfície do conector. Depois da limpeza, volte a ligar o conector somente quando a bobina estiver
completamente seca.

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  AVISO
Perigo de choque elétrico. Não existem peças reparáveis pelo utilizador. Entregue a assistência a
técnicos qualificados.

  AVISO
Todos os componentes da bobina devem estar ligados quando estão no scanner. Isto inclui os
componentes da bobina que devem ser ligados ao sistema e os componentes que devem ser ligados a
outros componentes da bobina. Deixar componentes desligados pode danificar a bobina ou apresentar
risco para o paciente.

  AVISO
Não deixe que os cabos da bobina toquem no paciente. Utilize um material termorresistente ou
almofadas para impedir que o cabo toque no paciente. A inobservância deste cuidado pode causar
queimaduras no paciente.

  AVISO
Antes de posicionar o paciente na bobina, certifique-se de que toda e qualquer região da pele do
paciente que apresente ferimentos ou sinais de lesões, e que possa entrar em contato com a bobina,
está devidamente protegida por curativos ou coberta.

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A VISOS E PR E C A U Ç ÕE S A D IC IONA IS

Visualização
Esta seção inclui avisos e precauções adicionais relativamente à visualização e pós-processamento das
imagens.

Adicionar/subtrair imagens

ATENÇÃO
Dado que as séries "COMB" contêm imagens resultantes da combinação de imagens de diferentes
pontos do corpo do paciente, as coordenadas anatômicas absolutas que acompanham estas séries
(apresentadas no navegador e nas imagens exibidas) não são exatas. Apenas são exatas as medições
geométricas relativas (ou seja, distância, ângulo ou área).

Aplicações

VIBRANT e LAVA-Flex

ATENÇÃO
As imagens rotuladas como água podem incluir sinal de tecido adiposo, e as imagens rotuladas como
gordura podem incluir sinal originado pela água. Este erro pode ocorrer em regiões de elevada
variação do campo magnético, em tecido isolado espacialmente, devido ao movimento do paciente ou
do tecido, devido a artefatos de cobertura de fase, devido a valores de TE para além dos limites
recomendados e/ou em imagens com baixas relações sinal-ruído. A presença de tecidos adiposos em
imagens rotuladas como água, ou vice-versa, pode ocorrer dentro de imagens únicas ou ao longo de
um conjunto inteiro de cortes. Por predefinição, ambos os conjuntos de imagens (rotulado de gordura e
rotulado de água) serão reconstruídos e introduzidos na base de dados para avaliação. A adequada
calibragem e seleção da frequência central podem reduzir a ocorrência deste erro. A eliminação
completa deste erro pode não ser possível e, como tal, a interpretação das imagens de ressonância
magnética tem que ser efetuada por pessoal qualificado.

AVISO
É possível que se observe uma distorção espacial nos conjuntos de dados 3D, especialmente nas
imagens VIBRANT mais laterais. A distorção pode ser demonstrada nos conjuntos de dados sagital
versus axial. Durante procedimentos de biópsia, existe um risco potencial para a ocorrência de um
registo incorreto da localização da lesão, que pode resultar na necessidade de realização de uma nova
biópsia ao paciente.

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Opção de Imagiologia

IDEAL

ATENÇÃO
As imagens rotuladas como água podem incluir sinal de tecido adiposo, e as imagens rotuladas como
gordura podem incluir sinal originado pela água. Este erro pode ocorrer em regiões de elevada
variação do campo magnético, em tecido isolado espacialmente, devido ao movimento do paciente ou
do tecido, devido a artefatos de cobertura de fase e/ou em imagens com baixas relações sinal-ruído. A
presença de tecidos adiposos em imagens rotuladas como água, ou vice-versa, pode ocorrer dentro de
imagens únicas ou ao longo de um conjunto inteiro de cortes. Por predefinição, ambos os conjuntos de
imagens (rotulado de gordura e rotulado de água) serão reconstruídos e introduzidos na base de dados
para avaliação. A adequada calibragem e seleção da frequência central podem reduzir a ocorrência
deste erro. A eliminação completa deste erro pode não ser possível e, como tal, a interpretação das
imagens de ressonância magnética tem que ser efetuada por pessoal qualificado.

FuncTool

ATENÇÃO
Seja cuidadoso ao utilizar medidas quantitativas de fluxo de sangue cerebral da aplicação ASL 3D em
populações clínicas. Poderão observar-se diferenças nos valores CBF quando o mesmo sujeito for
examinado em diferentes sistemas e bobinas. As decisões de diagnóstico e de tratamento não devem
ser baseadas apenas nestes valores absolutos.

AVISO
Não utilize apenas exibições 3D para efetuar medições do valor de voxel, de distância, de ângulo ou de
área. Consulte sempre as exibições 2D da linha de base.

ATENÇÃO
As imagens do Tensor de Difusão tentam caracterizar o comportamento de moléculas de água em
tecidos explorados. Desta forma, a representação de detecção de fibras apresenta realmente a direção
da molécula de água prevista algoritmicamente. Estas visualizações podem ser representativas apenas
da real anatomia da substância branca. É necessário recorrer a um neurorradiologista experiente para
estabelecer a ligação entre a visualização do trato utilizado e a anatomia real do paciente.

ATENÇÃO
Uma colocação errada da ROI influenciará negativamente o resultado da medição.

ATENÇÃO
Sempre que fizer as alterações aos parâmetros de entrada, clique novamente em Compute (Calcular)
para recalcular os mapas funcionais. As alterações não são automaticamente consideradas.

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AVISO
Os valores de pixel dos mapas funcionais guardados não devem, em nenhuma circunstância, ser
utilizados por quaisquer aplicações de software que se baseiem em valores de Hounsfield. Isto aplica-
se, em particular, às aplicações de software destinadas a calcular doses.

ATENÇÃO
É possível que os resultados do FuncTool relativos aos valores T2* e R2* calculados produzam um erro
com aquisições que tenham um valor elevado de número de cortes

Visualizador de Volume

Anotação

ATENÇÃO
Ao guardar imagens para fins de diagnóstico, certifique-se sempre de que o nome do paciente aparece
em todas as exibições.

Flutuadores filtrantes

AVISO
A filtragem flutuante elimina todos os objetos 3D do volume 3D apresentado que tenham um tamanho
igual ou inferior ao tamanho de filtragem selecionado. Antes de aplicar um filtro, certifique-se de que o
tamanho de filtragem selecionado não irá resultar na remoção de patologias ou de outras estruturas
anatômicas essenciais.

Medições

ATENÇÃO
As medições são mais fiáveis quando vistas em 2D. Verifique sempre nas exibições reformatadas 2D o
local exato onde os pontos foram depositados.

ATENÇÃO
Os resultados pós-processamento podem ser afetados pela presença de implantes Condicionados com
RM. Considere o seguinte, relacionado com as imagens MAVRIC SL de pós-processamento nos sistemas
MR, PACS ou AW :
Se uma imagem incluir artefatos de suscetibilidade, tais como os resultantes de implantes metálicos
Condicionados com RM, as medições feitas na imagem poderão estar incorretas devido à distorção dos
locais físicos reais.

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ATENÇÃO
As medições de distância, ângulo e área são válidas apenas se todos os segmentos traçados forem
superiores à distância inter-cortes.

Reformatar

AVISO
Um VOI curvo pode introduzir distorções na forma dos objetos. Para evitar a interpretação incorreta da
forma de um objeto, verifique sempre a posição do cursor por correlação com as vistas de linha de
base e reformatada.

Limiar

AVISO
A utilização de contornos para a criação do modelo 3D exclui todos os valores de voxels fora do
intervalo selecionado a partir do modelo 3D. Antes de aplicar o(s) contorno(s), certifique-se de que os
valores do contorno selecionado não resultarão na remoção de patologias ou de outras estruturas
anatômicas essenciais do modelo 3D.

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Manutenção do Sistema
A manutenção de um ambiente controlado também envolve verificações de manutenção preventiva de rotina
por parte do técnico de assistência e dos técnicos do local. O planejamento cuidadoso e a manutenção diligente
de um centro de RM pode proporcionar um ambiente seguro tanto para os pacientes como para os
funcionários. O seu sistema necessita de manutenção em intervalos de assistência específicos, nos quais
muitas das verificações de manutenção devem ser realizadas por técnico de assistência qualificado. Existem
várias verificações que você pode realizar. Informe-se sobre a manutenção necessária e o pessoal responsável
por cada um dos procedimentos.
A assistência pós-venda de sistemas de RM cobertos por uma garantia GE ou contrato de assistência será
realizada por técnicos da GE ou profissionais qualificados designados pela GE.
A GE disponibiliza, sob pedido, informações como diagramas de circuito e listas de componentes para ajudar o
seu pessoal técnico na reparação de equipamento classificado pela GE como reparável. No caso de não
existirem peças reparáveis pelo usuário, respeite este aviso e entregue a assistência a técnicos qualificados.

AVISO
Perigo de choque elétrico. Não existem peças reparáveis pelo utilizador. Em caso de necessidade de
assistência técnica, solicite a intervenção de técnicos qualificados.

AVISO
No momento da instalação e manutenção dos produtos, siga os procedimentos locais de bloqueio e
identificação, e atue em conformidade com os requisitos de segurança de MR, alta voltagem e
radiofrequência. Caso estas instruções sejam ignoradas, podem ocorrer danos no equipamento e
lesões no paciente/funcionários.

2-104 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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M A NU T E NÇ Ã O D O SIST E M A

Limpeza geral
A limpeza de fundo deve ser feita pelo pessoal da instituição (por exemplo, técnicos ou pessoal de limpeza) a
menos que seja indicado de outra forma no seguinte programa de manutenção.

Inspecione as almofadas, para verificar se apresentam zonas desfiadas ou fissuras. Para evitar um risco
biológico, substitua as almofadas que apresentem zonas desfiadas ou fissuras antes de iniciar a utilização.
Sugestões de limpeza:

Para limpar a maioria dos acessórios, não use nada mais forte que álcool ou uma solução de sabão
neutro e água.
Utilize água oxigenada para remover manchas de sangue.
Esponjas de células abertas são revestidas com lonas para permitir uma melhor durabilidade e
confiança. Estas coberturas das esponjas permitem desinfecção utilizando apenas uma diluição de 1:10–
1:100 de água e hipoclorito de sódio a 5,25%–6,15% de (lixívia doméstica comum). As concentrações de
lixívia superiores a 10% ou outros desinfetantes poderão descolorir o tecido.

ATENÇÃO
Para evitar possíveis danos no equipamento, não utilize soluções com aminas, alcalis fortes, ésteres,
iodo, hidrocarbonetos aromáticos ou clorinados ou cetonas. Não utilize autoclaves ou máquinas de
lavar e secar industriais encontradas na maioria dos hospitais ou serviços de lavanderia profissionais.

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M A NU T E NÇ Ã O D O SIST E M A

Ventilador de extração
O ventilador de extração da sala do magneto (blindada contra RF), ventiladores e sistemas de tubulação
destinam-se a extrair da sala do magneto os gases criogênicos, à velocidade especificada para o sistema de
RM. Com o tempo, o sistema de ventilação de extração pode ficar bloqueado com fibras, cabelo e outras
partículas que se encontram no ar. É importante por razões de segurança pessoal que o sistema ventilador de
extração (ventilador, ventilador de extração, condutas, etc.) seja mantido limpo para garantir que ele funcione
adequadamente e o gás criogênico seja removido para uma área exterior.
Na eventualidade improvável de uma interrupção dos circuitos criogênicos do magneto ou de uma fuga de gás
criogênico, é importante que este sistema ventilador de extração funcione acima do fluxo de ar especificado
para remover o gás criogênico da sala do magneto. O ventilador de exaustão da sala do magneto e a entrada
de ar deve ter um tamanho mínimo de 1200 CFM (34 m3/minuto) e um mínimo de 12 renovações de ar da sala
por hora. O fluxo de ar mínimo e a taxa de troca de ar para os sistemas móveis, transportáveis e
reposicionáveis são diferentes daqueles para locais fixos e varia conforme o tipo de lugar. Qualquer bloqueio ou
obstrução pode impedir que o sistema ventilador de extração forneça o fluxo de ar necessário. Se o sistema
ventilador de extração deixar de funcionar de acordo com as especificações ou acima delas, pode ocorrer uma
acumulação de níveis perigosos de hélio ou azoto dentro da sala de exame de RF.
É importante que este ventilador do sistema de extração seja limpo regularmente como parte da limpeza
normal da sala. A inspeção, limpeza e teste regular por parte do cliente, do sistema ventilador de extração
(ventilador, ventilador de extração, condutas, etc.) são necessários para garantir que todos os equipamentos e
peças do sistema estejam sempre em boas condições de trabalho e sejam capazes de funcionar de acordo com
as especificações. É recomendado que o sistema ventilador de extração seja limpo e inspecionado anualmente
para assegurar que a taxa de fluxo de ar possa ser alcançada e, dessa forma, garantir um desempenho
adequado.

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M A NU T E NÇ Ã O D O SIST E M A

Serviços de Manutenção
Os serviços de manutenção planejados (MP), indicados no calendário MP, representam as recomendações
atuais do fabricante. Os requisitos específicos do cliente e/ou o ambiente existente no seu local de utilização do
sistema de RM podem reduzir ou aumentar os intervalos de realização da MP. Pode ser celebrado um contrato
que contemple intervenções de MP menos frequentes do que as recomendadas, estando o cliente ciente de que
essa alteração dos intervalos de manutenção pode resultar na diminuição do desempenho do sistema.
Os programas de MP contidos no Programa de Serviços de Manutenção, indicam todos os procedimentos de
MP e a frequência com que devem ser efetuados por técnicos de manutenção qualificados. Existem diferentes
programas para cada tipo de sistema.
Você deve realizar os serviços de manutenção indicados na tabela abaixo.
Tabela 2-35: Serviços do Operador

Intervalo de
Item Manutenção Solicitada
Assistência
Geral limpeza 4 meses
Verifique o desbloqueio de emergência da mesa. 4 meses
Suporte e
almofadas do Verifique a limpeza das almofadas e limpe o interior do suporte. Diariamente
paciente
Mesa do paciente Verifique o alinhamento e funcionamento correto da mesa. 6 meses
Bobinas,
Limpe com detergente não abrasivo. Limpe as almofadas de anti-
almofadas e Diariamente
deslizamento da bobina só com água e detergente neutro.
presilhas
Bobinas e cabos Verifique se existem defeitos ou danos, cabos desgastados ou fios
Diariamente
da bobina expostos.
Qualidade das Efetue procedimentos de certificação da qualidade e verificações Conforme
imagens funcionais. recomendado

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Introdução aos procedimentos


Esta seção fornece instruções passo a passo para trabalhos em segurança em um ambiente de campo
magnético. Descreve, especificamente, o seguinte:

Eliminar Perigos Associados ao Campo Magnético


Proteger as zonas de segurança e exclusão
Efetuar a triagem de pacientes e funcionários
Preparar o paciente
Proteger o paciente de queimaduras de RF
Proteger os olhos e ouvidos do paciente
Responder a Emergências
Emergências relacionadas com o paciente
Emergências relacionadas com o equipamento ou ambientais
Emergências relacionadas com o magneto
Interrupção dos circuitos criogênicos com falha da ventilação
Verificar os níveis de criogênio
Sistemas equipados com um Medidor de Nível de Hélio
Sistemas equipados com uma Unidade de Monitoração do Magneto
Contato manual com criogênios líquidos

Seleção Você deve compreender as seguintes definições antes de continuar:

Uma substância que é ferromagnética apresenta uma elevada suscetibilidade magnética, significando
que fica magnetizada muito facilmente (por. exemplo: ferro).
Uma peça ferrosa pode possuir campo magnético intrínseco, podendo tornar-se num projétil quando
inserida em um campo magnético (por exemplo: ferro, níquel e cobalto).

Lista de verificação de segurança


É recomendável que seu local desenvolva uma lista de verificação de segurança com base nas
regulamentações locais, regionais e nacionais.
Ela pode ser usada antes da aceitação do sistema (prontidão do local) após a instalação e deve ser submetida a
uma revisão periódica. Uma lista de verificação inclui o exame dos tópicos sugeridos a seguir:

Áreas de segurança
Zona de exclusão
Zona de segurança
Inspeção do paciente
Emergências do paciente
Inspeção das roupas de todas as pessoas que entrarem na sala de magneto
Inspeção do equipamento que entrar na sala de magneto
Material de limpeza para a sala, o equipamento e os acessórios de RM
Criogênios
Magnetos

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Gradientes
RF

Uma sugestão de lista de revisores da lista de verificação de segurança inclui:

Equipe de RM
Médicos
Equipe de enfermagem
Equipe administrativa
Equipe de serviço
Equipe de suporte
Equipe de limpeza
Corpo de bombeiros
Departamento de polícia

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

PR OCEDIM ENT OS

Proteger as zonas de segurança e exclusão


É fundamental que o acesso ao ambiente de RM seja supervisionado e controlado para mantê-lo isento de itens
ferromagnéticos e para proteger contra acidentes, lesões ou danos no sistema de RM. Tenha em mente que
mesmo um clipe de papel dentro do anel de magneto pode causar artefatos na imagem ou queimaduras no
paciente. Todo o pessoal deve ser advertido dos seguintes passos importantes.

1. Mantenha fechada a porta do ambiente de RM, bem como a porta da sala do magneto.

As portas não devem ser mantidas abertas para outras pessoas entrarem.
Apenas deve ser permitida a entrada do pessoal essencial na sala do magneto.

2. Limite e monitore o acesso ao ambiente de RM e à sala do magneto.

Deve estar sempre presente pessoal com formação em segurança de RM durante o funcionamento
da sua instalação de RM para garantir que nenhum indivíduo não acompanhado ou não autorizado
entra no ambiente de RM ou na sala do magneto.
O pessoal com formação em segurança de RM também é responsável pela realização da triagem
minuciosa de pacientes e outros indivíduos antes de permitir que entrem na sala do magneto.

3. Supervisione os funcionários não pertencentes à equipe de RM, quando trabalharem na sala do


magneto.

Todas as pessoas que precisarem entrar no ambiente de RM em uma base regular ou periódica
devem ser informadas sobre os potenciais perigos relacionados com o campo magnético.

4. Coloque os sinais de advertência da Zona de Exclusão e Segurança em locais bem visíveis e de forma
proeminente, de forma a alertar todos os funcionários e pacientes dos riscos associados ao sistema de
RM.

O sinal de Zona de Segurança deve ser colocado na entrada da sala de magneto.*


Estes sinais advertem os pacientes sobre o forte campo magnético e avisam que não é permitida
a presença de pacemakers, implantes metálicos, neuroestimuladores ou objetos soltos.
O sinal de Zona de Exclusão deve ser colocado no limite dos 5 Gauss.*
O sinal adverte sobre o forte campo magnético e avisa que não é permitida a presença de
pacemakers, implantes metálicos ou neuroestimuladores.

*Geralmente, os pacientes com implantes condutores (por exemplo, metálicos) estão contra-indicados para
exames de RM. Alguns dispositivos implantáveis foram rotulados como Condicionados com RM sob certas
condições de funcionamento. Os implantes Seguros com RM têm o símbolo de Seguros com RM na respectiva
documentação.
Quando estiver avaliando a possibilidade de proceder com o escaneamento por RM em pacientes com esse tipo
de implantes, consulte a etiqueta do dispositivo implantável.

5. Teste todos os itens no que diz respeito às respectivas propriedades ferromagnéticas, antes de
introduzi-los na sala do magneto.

Utilize um magneto manual para testar estes itens.

6. Retire os itens ferrosos da vizinhança imediata da sala do magneto.

Isto pode reduzir a possibilidade de alguém levar um item ferroso para a sala do magneto.
Substitua os itens ferrosos que têm de ficar na proximidade da sala do magneto por versões não
ferrosas, sempre que possível.

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7. Coloque uma etiqueta nos itens ferrosos que permanecem no local, para que todas as pessoas saibam
que o item não pode ser introduzido na sala do magneto.

Coloque uma etiqueta igual em todos os itens ferrosos para ser consistente na identificação de itens
que não devem estar na sala do magneto.

8. Verifique os bolsos antes de entrar na sala do magneto.

Verifique se tem objetos de metal soltos, como chaves, e retire-os.

9. Mantenha a porta da sala do magneto à vista em todas as ocasiões.

Ao trabalhar na sala do magneto, não se coloque entre a porta e o magneto ou vire as costas para a
porta.

10. Não vire as costas para o paciente ou para qualquer outra pessoa presente na sala do magneto.

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Preparar o paciente
Alguns pacientes, quando submetidos a um procedimento de MR, podem sentir medo, ansiedade ou
claustrofobia. As técnicas seguintes podem ajudar a reduzir ou eliminar essas sensações. Utilize as seguintes
técnicas para todos os pacientes, mesmo se o paciente não exibir sinais de medo ou claustrofobia. Pacientes
maiores podem sentir-se ansiosos devido ao sentimento de confinamento no magneto. Pode ocorrer também
uma degradação da qualidade da imagem. Certifique-se de que o peso do paciente não ultrapasse o limite de
peso da mesa conforme definido na documentação do seu sistema de RM. Para mais detalhes, consulte o
manual do operador do sistema.

1. Por motivos de segurança, os pacientes devem ser cuidadosamente rastreados antes da preparação
para o exame.
Verifique o histórico médico pertinente e condições que contra-indiquem o escaneamento.
Se não for possível efetuar uma triagem adequada, adie os exames de RM até que a triagem possa
ser feita.
Reveja as Contra-indicações de utilização antes de escanear o paciente.
2. Determine o protocolo de digitalização e introduza as informações do paciente antecipadamente.
Isso economiza tempo durante a preparação para o procedimento para que o paciente não fique à
espera que o exame comece.
3. Forneça ao paciente um folheto de informações para ler.
Informar o paciente a respeito de aspectos específicos do exame de RM é uma forma eficiente de
prepará-lo para a situação e explicar o que irá acontecer.
4. Indique ao paciente que deve utilizar o banheiro antes do exame.
Poucas interrupções durante o procedimento da digitalização pode ajudar a manter-se no horário e a
manter o paciente concentrado em ficar parado durante o exame.
5. Antes de iniciar o exame, examine todos os pacientes com fraldas ou produtos de incontinência,
incluindo adultos, para se certificar de que as fraldas e a roupa do paciente estão secas.
6. Fale sobre o procedimento com o paciente.
A duração do exame
O que pode ser visto durante o exame
O que pode ser ouvido durante o exame
O que pode ser sentido durante o exame
7. Transfira o paciente para a mesa de RM.
Para mais detalhes sobre a transferência do paciente, consulte o manual do operador do seu sistema
de RM específico.

ATENÇÃO
Posicione os membros, cabelo e vestuário do paciente sobre a mesa e dentro dos limites, para evitar a
ocorrência de lesões durante a movimentação da mesa.

8. Se o paciente foi transportado até a sala do magneto na mesa de ressonância magnética e o suporte IV
ligado à mesa estiver sendo utilizado, assim que a mesa estiver engatada, substitua o suporte IV da
mesa por um suporte IV autônomo e não ferroso.

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ATENÇÃO, ponto de compressão


Não introduza o paciente no campo magnético com o suporte IV da mesa de MR em utilização. Para
evitar quaisquer pontos de compressão do suporte IV da mesa de MR, retire o suporte IV da mesa,
guarde-o e utilize um suporte autônomo não ferroso.

9. Deixe o paciente ver o sistema de RM enquanto explica as características do anel.

Iluminação leve
Boa ventilação
Um microfone e altifalante para permitir ao paciente ouvir e ser ouvido durante todo o tempo

10. Demonstre a utilização e funcionamento do Sistema de Alerta do Paciente.

O sistema é ativado pelo paciente e permite-lhe fazer sinal para solicitar assistência durante o
escaneamento.

11. Explique a utilização das presilhas.

Insira as presilhas na braçadeira disponível na mesa e aperte as presilhas ao redor do paciente. As


presilhas são para estabilizar, não para prender o paciente.
Figura 2-33: Presilha inserida na braçadeira da mesa

12. Certifique-se de que o paciente está confortável.

Use esponjas e cunhas para aliviar os pontos de pressão e sustentar o corpo na posição correta.
Pergunte ao paciente se necessita de uma manta, mas informe-o que, uma vez iniciada a
digitalização, a utilização da manta pode aumentar o aquecimento.

13. Explique a necessidade de utilização de proteções auriculares.

Utilize auriculares recomendados (>/= 29dB de NRR), para minimizar o ruído dos gradientes do
campo magnético.
Ou utilize fones de ouvido compatíveis com RM (>/= 29dB de NRR) para proporcionar uma música
relaxante ao paciente e minimizar os ruídos.

14. Destaque a necessidade de cooperação para obter um estudo de diagnóstico.

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É extremamente importante que o paciente não se mova durante o exame.

15. Mantenha constante comunicação verbal e visual com o paciente durante o exame.

Alguns pacientes podem necessitar da presença física de um membro da família ou enfermeira na


sala do magneto.

16. Consulte os procedimentos indicados a seguir para obter informações detalhadas relativamente a:

Proteger o paciente de queimaduras de RF


Proteger os olhos e ouvidos do paciente
Emergências relacionadas com o paciente

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Proteger o paciente de queimaduras de RF


Todo o pessoal deve ser advertido sobre vários fatores para proteger o paciente de queimaduras e estimulação
dos nervos periféricos. Os seguintes passos devem ser cumpridos por todo o pessoal que posiciona o paciente
para a digitalização.

1. Retire do anel do magneto todos os dispositivos acessórios que não sejam necessários para o
procedimento.

Isso inclui qualquer material eletricamente condutor desligado, como bobinas de superfície, cabos,
etc.

2. Examine todos os pacientes com fraldas ou produtos de incontinência, incluindo adultos, para certificar-
se de que o paciente possui fraldas secas antes de iniciar o escaneamento.
3. Posicione o paciente de forma a evitar o contato direto entre a pele do paciente e o anel do magneto ou
uma bobina de superfície de RF.

Antes de ligar as metades de uma bobina dividida, tenha cuidado para que o corpo do paciente (por
exemplo, orelha, maxilar, pescoço, dedo, mão, etc.) não fique preso ou entalado nas peças da bobina.
Figura 2-34: Paciente posicionado com almofadas não condutoras (1)

Utilize almofadas adicionais para imobilizar o paciente e colocá-lo de forma confortável.


Evitar o aquecimento do paciente é uma das medidas de segurança mais importantes que você deve
levar em conta à medida que prepara um paciente para um exame de MR. A almofada de RF
adequada e o posicionamento adequado do paciente são os meios mais eficazes de evitar lesões
relacionadas com o aquecimento por RF. Seguem-se algumas regras de ouro a recordar quando
posicionar e colocar as almofadas nos pacientes:
Utilize apenas almofadas de RF aprovadas pela GE.
Coloque almofadas não condutoras que tenham, pelo menos, 0,635 cm de espessura, entre a pele
do paciente e o anel do magneto.
As almofadas adequadas devem ser usadas SEMPRE, sem exceções.
Os lençóis e as batas não constituem substitutos para as almofadas de RF aprovadas.
Nunca permita que a pele do paciente entre em contato direto com o núcleo do scanner ou com a
superfície de qualquer bobina ou cabo.
Nunca permita o contato de pele com pele.
Se um paciente não couber no anel do scanner de MR com as almofadas necessárias, deverá ser
usada outra modalidade para escanear o paciente.
Embora algumas dessas regras sejam por vezes um pouco difíceis de seguir, lembre-se que as
lesões causadas por RF que, em casos extremos, podem incluir queimaduras tais como a que você
pode ver abaixo, podem acontecer muito rapidamente, e o paciente pode não ter tempo de avisar-lhe
a tempo de evitar uma lesão.

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Colocação de almofadas no paciente


Figura 2-35: Queimadura por RF no cotovelo.

Seguem-se uma série de sugestões que irão ajudá-lo no devido posicionamento e aplicação de
almofadas de RF nos pacientes. No caso de precisar de mais informações sobre prevenção do
aquecimento do paciente além daquela aqui fornecida, consulte a seção sobre bobinas de superfície
e a seção sobre Aquecimento dos Tecidos neste manual. Se precisar de ajuda para além da
documentação, não hesite em contatar os Especialistas de Aplicações locais.

Colocação de almofadas de corpo inteiro

Um aspecto importante durante a colocação de almofadas no paciente é que irá precisar voltar a
verificar a posição das almofadas assim que o paciente estiver no interior do anel. O movimento
da mesa pode deslocar as almofadas e expor a pele ao anel do scanner.
Figura 2-36: Almofadas entre o paciente e o anel.1 = almofadas no anel

Observe que as almofadas são posicionadas não apenas nos lados do paciente, para evitar que os
seus braços toquem no anel, mas também entre as mãos, coxas, joelhos e tornozelos, para evitar
a formação de circuitos condutores.
Figura 2-37: Colocação de almofadas no paciente

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Isolamento de bobinas de superfície

A colocação de almofadas com uma bobina de superfície representa desafios diferentes do ponto de
vista do isolamento RF do paciente.
A primeira regra prática é lembrar-se de usar todas as almofadas fornecidas pelo fabricante para
evitar o movimento e que a pele do paciente entre em contato com a bobina, e para também usar
almofadas adicionais, se apropriado, para prender uma extremidade oposta e evitar o contato
com a bobina que também poderia resultar em queimaduras ou artefatos de movimento.
Tal como na demonstração de isolamento de RF de corpo inteiro com almofadas, terá que se
assegurar que a pele do paciente não entre em contato com o núcleo do scanner e que as
almofadas estão colocadas entre as mãos e as coxas para evitar circuitos condutores.
Figura 2-38: Isolamento de um membro

Uma consideração de segurança final para as bobinas de superfície é garantir que o paciente não
entre em contato com o cabo da bobina, por isso você pode precisar usar almofadas de RF adicionais
para proteger o paciente.
Tenha também cuidado em garantir que o cabo não esteja enrolado no anel e que é dirigido para
baixo para o centro do anel do digitalizador.
Figura 2-39: Cabo da bobina sem enrolamento

4. Utilize apenas bobinas aprovadas RF e que não estejam danificadas.

As etiquetas, tais como a representada na figura abaixo, proporcionam avisos sobre a utilização de
bobinas de RF.

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Figura 2-40: Etiqueta de aviso

Antes de usar a bobina, verifique a integridade do isolamento elétrico dos componentes ou


acessórios do dispositivo.

5. Evite que o material eletricamente condutor, que deve permanecer no anel do magneto, entre em
contato direto com o paciente, colocando um isolamento entre o material condutor e o paciente.

Coloque um lençol de algodão limpo sobre a bobina e uma almofada para que a pele do paciente não
entre em contato com a bobina ou almofada.

6. Posicione os cabos de RF para o centro e diretamente para fora do anel, sem enrolá-los ou cruzá-los.

Utilize os suportes de cabos fornecidos para dirigir os cabos, de modo que não ocorram
enrolamentos de qualquer cabo no magneto. Os suportes de cabos estão localizados em ambos os
lados do suporte, próximos das extremidades. Utilize o cabo de controlo (gating) adequado para a
bobina de superfície de imagiologia.
Utilize apenas equipamento de monitorização, derivações de ECG, fios, eletrodos e outros
componentes e acessórios recomendados para os sistemas de MR.
Para dispositivos médicos rotulados como "Seguro com RM" ou "Condicionado com RM", consulte a
documentação do fabricante do dispositivo.
Siga todas as instruções para o funcionamento adequado de equipamento de monitoração fisiológica
ou outro equipamento fornecido pelo fabricante do dispositivo.

7. Teste o intercomunicador do paciente.

Certifique-se de que o paciente pode ouvi-lo e que você pode ouvir o paciente.

8. Introduza o peso correto do paciente.

A inserção do peso correto maximiza o desempenho e ajuda a prevenir uma exposição RF excessiva.

9. Ligue a luz do anel e o ventilador.

As luzes ligadas dentro do anel podem ajudar a aliviar as sensações de claustrofobia.


Um ventilador dentro do anel do magneto proporciona a circulação de ar adequada para o paciente.
Mantenha o ventilador ligado durante todo o tempo.

10. Demonstre a utilização e o funcionamento do Sistema de Alerta do Paciente.

Os pacientes que se sintam desconfortáveis ou preocupados podem apertar o bolbo de Alerta do


Paciente.
Quando o bolbo de alerta do paciente é apertado, é emitido um sinal sonoro.

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11. Durante o procedimento, atue em conformidade com as mensagens de temperatura do anel


transmitidas pelo sistema.

As mensagens de temperatura estão localizadas na janela de mensagem no seu console.


Se o paciente comunicar uma sensação de aquecimento, interrompa o procedimento.

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Emergências relacionadas com o equipamento ou


ambientais
Se ocorrer uma falha grave do equipamento (sobreaquecimento do sistema, fumaça ou odores associados com
o sistema) ou perigos como fogo/água nas proximidades do equipamento de RM, você pode precisar efetuar o
encerramento do sistema com o botão de Corte de Emergência. Todo o sistema de RM é DESLIGADO com este
botão, exceto o campo magnético estático e a Unidade de Inativação do Magneto utilizada para desligar o
campo magnético.
Use este procedimento para efetuar o encerramento de emergência do sistema durante uma emergência do
equipamento ou ambiental.

1. O botão de Corte de Emergência está localizado na parede adjacente ao equipamento informático e


junto às portas da sala do magneto de RM.

Este botão interrompe a energia para a sala do magneto, removendo toda a energia elétrica de todos
os componentes do sistema.
Este botão também remove qualquer fonte de alimentação de unidades de alimentação ininterrupta
(UPS).

2. Evacue o paciente.

Siga as orientações no procedimento de Emergências Relacionadas com o paciente.

3. Evacue a sala de RM.

Siga o protocolo de emergência da sua instituição.

4. Chame os bombeiros, se necessário.

Quando os bombeiros chegarem, avalie a necessidade de uma interrupção de emergência dos


circuitos criogênicos do magneto de IRM.
Se os bombeiros tiverem de levar equipamento ferromagnético para dentro da sala do magneto de
IRM, interrompa os circuitos criogênicos do magneto.

5. Contate um técnico de manutenção antes de voltar a ligar a alimentação do sistema.

Para restaurar a energia depois da parada de emergência, o disjuntor principal deve ser reiniciado
antes de reinicializar o sistema.

6. Após a assistência técnica ter examinado o sistema, documente a causa exata da emergência.

Manter os eventos documentados permite consultar esta informação no futuro e pode ajudar a
prevenir incidentes semelhantes.

AVISO
O botão de Corte de Emergência não desliga o campo magnético. Para evitar lesões pessoais ou danos
no equipamento, não introduza nenhum equipamento ferromagnético na sala do magneto. Parta do
pressuposto de que o equipamento é magnético, a menos que as etiquetas afixadas informem o
contrário.

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Emergências relacionadas com o magneto


Além das emergências relacionadas com o paciente e o equipamento, também podem ocorrer emergências
relacionadas com o campo magnético. Exemplos de emergências relacionadas com o campo magnético
incluem situações nas quais a existência do campo magnético pode causar lesões ou danos, se alguém estiver
entre o magneto e um objeto ferromagnético. Todo o pessoal deve estar familiarizado sobre a forma de
responder a emergências relacionadas com o magneto.
Uma inativação do magneto resulta em vários dias de inoperacionalidade e pode comprometer o magneto. A
sua instituição precisa definir as circunstâncias específicas que podem requerer uma inativação do magneto,
para que ninguém cometa um erro dispendioso.
Use este procedimento para efetuar o encerramento de emergência do sistema durante uma emergência do
equipamento ou ambiental.

1. Pressione o botão de Inativação do Magneto, localizado na sala do magneto.

Isto resulta em uma redução rápida do campo magnético em cerca de dois minutos.
Ocorre evaporação dos líquidos criogênicos, acompanhada de um ruído alto e sons sibilantes.
Espere vários dias de parada para substituir os líquidos criogênicos.

2. Evacue o paciente e todos os funcionários da sala do magneto.

Siga as orientações no procedimento de Emergências Relacionadas com o paciente.

3. Evacue a sala do magneto.

Siga o protocolo de emergência da sua instituição.

Seleção Proceda ao planejamento e ensaio de um procedimento de inativação do magneto que resulte na


ventilação de vapor criogênico na sala do magneto.
Não ative o interruptor de Inativação do Magneto durante o exame.

AVISO
O procedimento de redução magnética só deve ser utilizado para liberar alguém que esteja preso no
magneto, ou para remover um objeto ferromagnético grande atraído pelo campo magnético, quando
lesões pessoais estiverem iminentes. Uma inativação controlada do magneto deve ser realizada por
um técnico de assistência da GE em situações de não emergência.

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Interrupção dos circuitos criogênicos com falha da


ventilação
Uma interrupção dos circuitos criogênicos do magneto pode resultar na liberação de vapor criogênico para a
sala do magneto; nessa situação, surgem na sala do magneto nuvens brancas de vapor. Os líquidos criogênicos
liberados durante uma interrupção dos circuitos criogênicos podem causar asfixia, queimaduras de frio, ou
lesões devido ao pânico. A interrupção dos circuitos criogênicos do magneto é indicada por um ruído alto, uma
mensagem de advertência ou pela inclinação de uma imagem na tela de imagens. É fundamental ter um plano
adequado para evacuar rapidamente o paciente e todo o pessoal da sala do magneto, se ocorrer uma
interrupção dos circuitos criogênicos do magneto.
Os magnetos 1.5T e 3T contêm aproximadamente 1.850 litros de hélio líquido. Se 100% dos 1.850 LHe
ocuparem a sala de varredura de tamanho mínimo, um exaustor de emergência funcionando adequadamente
com 1200 CFM e 12 trocas de ar na sala de varredura/por hora evacuariam essa sala de varredura de tamanho
mínimo em aproximadamente 2 horas. Depois desse tempo, seria considerado segura a entrada de um
Engenheiro de Serviço de Campo GE qualificado na sala de varredura para medir os níveis de O2. Continua
sendo responsabilidade do cliente aproximar o tempo de evacuação de 1.850 LHe para uso nos procedimentos
de emergência específicos ao local.
Execute o procedimento de evacuação da sala de magneto específico do seu local. As etapas a seguir são
diretrizes para um procedimento no local no caso de uma liberação súbita de criogênio dentro da sala de
magneto.

1. Não entre em pânico.

Permanecer calmo ajuda a continuar concentrado para poder se lembrar com segurança e seguir
seu método de ação planejado específico ao seu local.

2. Utilizando o intercomunicador, diga ao paciente para permanecer calmo e continuar na mesa.

Diga ao paciente que alguém virá em breve prestar-lhe assistência.

3. Ligue o ventilador de extração da sala do magneto.


O exaustor foi projetado para 1.200 pés cúbicos por minuto, que permite 12 trocas do volume total de
ar na sala por hora. O tempo que demora para o hélio estar próximo de um nível seguro baseia-se no
volume de hélio em um magneto.

4. Mantenha aberta a porta que liga a sala do operador ao corredor ou, no caso de se tratar de uma
unidade móvel, abra a porta para o exterior.

Isto promove a circulação de ar.

5. Mantenha aberta a porta da sala do magneto.

Se a porta da sala de magneto não abrir, siga o procedimento de emergência específico do seu local
para abrir a porta.

6. Entre na sala magnética e ajude qualquer pessoa presente a sair.

Se for necessária uma maca ou cadeira de rodas para remover o paciente, certifique-se que é de um
tipo não ferroso.
Ao sair, mantenha-se próximo do chão onde o oxigênio estará e saia imediatamente da sala do
magneto.

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7. Feche a porta da sala de varredura de RM quando todos tiverem sido evacuados.
Se a sala de magneto for deixada aberta, é provável que o gás hélio se espalhe para outras áreas,
incluindo as saídas de aquecimento e refrigeração.

8. Evacue todo o pessoal da área até que o ar volte ao normal.

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Verificar o nível de criogênio


Sistemas equipados com um Medidor de Nível de Hélio
É muito importante verificar e registar o nível de hélio. É necessário hélio suficiente para evitar uma interrupção
acidental dos circuitos criogênicos. Se os níveis de hélio caírem abaixo de 60%, ou o nível que o técnico de
assistência refere for inaceitável, contate imediatamente um técnico de assistência.
Use esse procedimento para verificar os níveis de criogênio.

1. Ligue o interruptor de alimentação do Medidor de Hélio.

O interruptor está localizado no armário do sistema.

2. Pressione Update (Atualizar) no bastidor do sistema.

É visualizada uma leitura atualizada do nível de hélio.

3. Registre a porcentagem de hélio indicada.

Anote as leituras diárias em um livro de registro.


É fundamental que o sistema criogênico seja verificado regularmente para garantir que está
funcionando de forma adequada.

4. Desligue o interruptor de alimentação do Medidor de Hélio quando terminar.

Sistemas equipados com uma Unidade de Monitoração do Magneto


É muito importante verificar e registrar o É necessário hélio suficiente para evitar uma interrupção acidental
dos circuitos criogênicos. Se os níveis de hélio caírem abaixo de 60%, ou do nível que o técnico de assistência
refere como aceitável, contate imediatamente um técnico de assistência.
Use esse procedimento para verificar os níveis de criogênio de um sistema com uma Unidade de Monitorização
do Magneto.

1. Localize o monitor do magneto, o qual, normalmente, está instalado na sala do console. Pressione o
botão na Unidade de Monitoração do Magneto e mantenha-o pressionado durante cerca de 10
segundos.
É visualizada uma leitura atualizada do nível de hélio.
2. Registre o valor de He Level (nível He) quando ele exibido no monitor.
A leitura também ativa/desativa a pressão do magneto. Monitore qualquer alteração na pressão. A
pressão normal varia entre 3,9 psi e 4,1 psi.
Anote as leituras diárias em um livro de registro.
É fundamental que o sistema criogênico seja verificado regularmente para garantir que está
funcionando de forma adequada.
3. Se o LED de alarme estiver aceso, contate o seu técnico de manutenção.

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Contato manual com criogênios líquidos


Como os gases criogênicos são inodoros, sem sabor e incolores, é particularmente importante implementar
procedimentos específicos para evitar queimaduras de frio se houver um acidente no qual criogênios líquidos
ou gasosos entram em contato com a pele humana. Esses procedimentos devem ser estabelecidos e ficarem
imediatamente disponíveis para todo o pessoal
Use esse procedimento imediatamente no caso, improvável, de alguém entrar em contato com criogênio
líquido.

1. Limpe rapidamente a área com uma grande quantidade de água morna.

A temperatura da água morna está entre 41º e 46ºC.


Para queimaduras por frio, coloque a área afetada em água morna durante um período mínimo de
15 minutos.

2. Acalme a vítima.
3. Evite agravar a lesão.

Não esfregue ou massage as partes afetadas do corpo.

4. Cubra a área com um curativo esterilizado.

Você também pode usar um lençol limpo se a área exposta for grande.
Isso promove a circulação de ar.

5. Consulte um médico imediatamente.

Mantenha a área afetada na temperatura normal do corpo até a chegada do médico.

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Revisão de segurança
Tabela 2-36: Tabela de Revisão de Segurança

Situação Procedimento
Fogo, faíscas ou ruídos altos ou outras
Pressionar o botão Corte de Emergência, na sala de
condições de emergência na sala do magneto
equipamento informático ou na porta da sala do
não associados com o funcionamento normal do
magneto. Retire o paciente da sala do magneto.
sistema.
Interrupção dos circuitos criogênicos do
Evacue o paciente e o pessoal da sala do magneto e
magneto, indicada por um ruído alto, mensagem
feche a porta da sala do magneto. Siga o procedimento
de advertência, vapor branco denso com falha
noturno da sua instituição. Todo o vapor de hélio deve
na ventilação, medidor de hélio com descida
ser automaticamente ventilado para fora da sala do
considerável ou inclinação de uma imagem na
magneto.
tela.
Emergência no campo magnético, por exemplo, Pressione o botão de Inativação do Magneto na sala do
uma pessoa presa entre o magneto e um objeto magneto. Retire o paciente da sala do exame.
ferromagnético.
Pressione o botão Corte de Emergência, na sala de
Fogo, faíscas ou ruídos altos indicam uma avaria equipamento informático ou na porta da sala do
grave do sistema na sala de equipamento magneto. Retire o paciente da sala do magneto.
informático.

Fogo ou condições severas relacionadas com a Pressione o botão Corte de Emergência, na sala de
unidade de distribuição de energia (PDU) ou equipamento informático ou na porta da sala do
saídas de serviço. magneto. Retire o paciente da sala do magneto.
Retire o paciente da sala do magneto. Verifique se há
O indicador de sobreaquecimento acende no obstruções na ventilação da PDU. Se a ventilação estiver
painel de alimentação remota (RPP) ou na PDU, obstruída ou se a luz de sobreaquecimento ou de
e uma mensagem de erro surge na área System mensagem continuar ligada, encerre o sistema e
Status Display (Visualização do Estado do pressione o botão Corte de Emergência na sala de
Sistema) do console de digitalização. equipamento informático ou na porta da sala do
magneto.
Pressione o botão de Parada de Emergência no console
O paciente precisa de cuidados médicos.
ou magneto e retire o paciente da sala do magneto.
Certifique-se de que o suporte está totalmente retraído
no transporte (posição inicial) antes de desengatar o
transporte. Mantenha todas as pessoas (incluindo
pacientes) afastadas de qualquer derrame. Mantenha os
pacientes na mesa até a transferência segura ser
Falha hidráulica da mesa. possível. Verifique se existem fugas de óleo e, caso
localize alguma, limpe-a para impedir que alguém
escorregue no óleo. Se a lingueta da mesa estiver presa
e a mesa não puder ser removida, puxe o Desbloqueio
de Emergência da Mesa de Transporte. Retire a mesa da
utilização clínica até ser reparada.
As funções de criação de imagens são perdidas Siga os procedimentos de emergência da sua
sem aviso prévio. instituição, durante este tipo de ocorrência.

Em todos os casos, contate um técnico de assistência da GE logo que possível.

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Você poderá encontrar o Documento de Orientação da ACR de Práticas para uma RM Segura em ACR.org. A GE
não apoia necessariamente o documento, mas fornece a referência para a obtenção de informações.

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Linhas de Orientação sobre testes de com-


patibilidade com MR
Introdução
Este documento descreve um conjunto de procedimentos e normas que podem ser utilizados para avaliar a
compatibilidade com Ressonância Magnética (RM) de equipamento de utilização manual, não eletrônico,
utilizado em conjunto com o sistema de RM. Inclui definições de compatibilidade com RM, um esquema para
classificação dos equipamentos e um conjunto de testes e normas para avaliação da compatibilidade com RM.
Este capítulo também inclui instruções passo a passo que o ajudarão a aprender como:

Testar a compatibilidade com a RM


Testar forças magnéticas e binários
Testar o aquecimento

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Conceitos básicos sobre a compatibilidade com RM


Para os fins a que se destina este documento, a ”Compatibilidade com RM" é definida da seguinte forma:
Um dispositivo deve ser considerado compatível com RM se, e apenas se:

A sua presença na sala do magneto de RM não constituir um risco de segurança agravado para o
paciente ou outros funcionários (Seguro para RM)
Desempenha a função para que foi concebido, quando utilizado em conjunto com o sistema de RM, de
forma segura e eficaz (Segurança e eficácia do dispositivo)
A sua utilização em conjunto com o scanner de RM não afeta de forma negativa o funcionamento do
scanner (Compatibilidade com o scanner)

A compatibilidade com MR depende da intensidade do campo magnético do sistema de RM. A compatibilidade


com MR, testada para uma intensidade de campo específica, apenas se aplica a essa intensidade de campo
específica. Por exemplo, itens testados a 1,5 T não garantem a compatibilidade com o sistema de 3,0 T.
Um dispositivo pode ser compatível com RM em determinado tipo de aplicativos, mas não para outras. A ideia
de classificação de utilização é debatida. A compatibilidade com MR não implica a segurança geral. Consulte o
capítulo Trabalhar em Segurança para obter informações sobre as questões de segurança relacionadas com o
funcionamento normal.
Este documento aplica-se a dispositivos de utilização manual, não eletrônicos. O grau de compatibilidade com
RM necessário para um dispositivo divide-se em quatro zonas, de acordo com o local onde o dispositivo irá ser
utilizado durante a digitalização. O conhecimento da Zona de Compatibilidade com RM correta permite
determinar quais os testes e normas de compatibilidade com RM a serem aplicadas ao dispositivo em questão.

Segurança em RM
A parte ”Segurança em RM" da definição tem a ver com o fato de que a presença do dispositivo em questão no
sistema de RM, ou nas suas proximidades, constitui ou não um risco de segurança adicional. As principais áreas
de preocupação são:

Forças magnéticas: O dispositivo não pode ser atraído para o magneto com força suficiente, a ponto de
se tornar num projétil. O dispositivo não pode sofrer forças de torção a ponto de se tornar uma possível
causa de lesões.
Aquecimento: O dispositivo ou os tecidos imediatamente envolventes não podem ter o potencial para
ficarem de tal forma quentes que provoquem lesões durante o escaneamento.

A organização ASTM desenvolveu várias normas de teste de compatibilidade com RM, que são utilizadas (pela
FDA, por exemplo) para justificar várias categorias de segurança em RM.

Segurança e eficácia do dispositivo


A segurança e eficácia do dispositivo têm a ver com o fato de que a introdução do dispositivo no ambiente de
RM altera ou não a forma como o dispositivo funciona. De forma a poder ser compatível com RM, o dispositivo
deve desempenhar a função para que foi concebido eficazmente e de uma forma que não constitua um risco de
segurança enquanto estiver sendo utilizado no ambiente do scanner de RM.
As seguintes características do ambiente de RM constituem aspectos que podem influenciar o funcionamento
do dispositivo:

Campo magnético estático de grandes dimensões


Campo magnético rapidamente variável
Presença de energia de radiofrequência (RF)

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NOTA: A GE não é responsável pela avaliação do funcionamento adequado de quaisquer dispositivos. O


fabricante do dispositivo deve tomar as medidas necessárias para testar o seu produto no ambiente de
imagiologia por ressonância magnética. Deve ser entregue ao utilizador um documento de certificação, que
ateste que o dispositivo funciona conforme previsto no ambiente de RM, antes de que o referido dispositivo seja
considerado compatível com RM.

Compatibilidade com o scanner


O conceito de compatibilidade com o scanner tem a ver com o fato de que a utilização do dispositivo em
conjunto com o scanner afeta adversamente ou não seu desempenho (relação sinal/ruído, artefatos, distorção
de imagem, etc). As áreas que constituem preocupação incluem:

Homogeneidade do campo magnético estático: o dispositivo não deve provocar mudanças significativas
na homogeneidade do campo magnético principal.
Interferência com a RF: o dispositivo não deve distorcer o padrão de transmissão dos sinais de RF
utilizados na obtenção de imagens. O dispositivo não deve gerar sinais de RF significativos na área de
detecção do scanner.

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COM PAT IB ILIDADE COM R M

Abordagem aos testes de compatibilidade


Os testes utilizados para avaliar a compatibilidade com RM dividem-se nas seguintes áreas:

Forças Magnéticas e de Torção


Aquecimento
Distorção do Campo Magnético (Estático)

Cada área apresenta testes e critérios de aceitação apropriados para as Zonas de Compatibilidade com RM.
Quando um dispositivo é selecionado para ser submetido a testes de compatibilidade com RM, em primeiro
lugar é classificado. Em seguida, são selecionados os testes e critérios de aceitação adequados. Depois que o
dispositivo é aprovado nos testes, e o respectivo fabricante disponibiliza, por escrito, os resultados dos testes
de funcionalidade realizados, atestando que o dispositivo funciona conforme previsto no ambiente de RM, o
dispositivo pode ser designado como ”Compatível com RM" para a zona testada. Os testes estão concebidos de
tal forma que a segurança em RM é independente da zona testada. Por exemplo, um dispositivo de utilização
manual que se destina a ser empregue na Zona 4 pode ser posicionado em segurança no isocentro e
digitalizado, mas pode causar distorção grave da imagem e/ou artefatos.
Os resultados dos testes de compatibilidade com RM devem ser mantidos em arquivo na instituição, juntamente
com os desenhos de concepção e toda a documentação necessária para descrever o dispositivo. Dado que as
mudanças na concepção do dispositivo podem torná-lo incompatível, todas as alterações devem ser analisadas
e aprovadas pelos elementos que efetuam os testes na instituição, de forma a manter a compatibilidade com
RM do dispositivo. Algumas alterações podem requerer a realização de novos testes.

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COM PAT IB ILIDADE COM R M

Classificações
Para gerir a enorme variedade de dispositivos e aplicativos, as seguintes classificações são utilizadas ao longo
deste documento.

Classificações de dispositivos
Os testes especificados assumem que o dispositivo apresenta as seguintes propriedades:

Eletricamente passivo: o dispositivo não contém circuitos elétricos ou eletrônicos.


De utilização manual: o dispositivo pode ser facilmente erguido e manipulado com uma mão por uma
pessoa normal. Estes dispositivos pesam normalmente menos de 2 kg.

classificação de zonas
O grau de compatibilidade com RM necessário depende da utilização prevista do dispositivo. Essa avaliação da
compatibilidade é designada por Zona 1, 2, 3 ou 4:

Zona 1
Os dispositivos compatíveis com RM aprovados para utilização na Zona 1 são adequados para utilização no
volume de imagiologia, potencialmente em contato com o paciente, durante a digitalização. A zona de
compatibilidade mais elevada com a RM é a Zona 1. Um dispositivo compatível com RM aprovado para utilização
nesta zona pode ser utilizado no volume de imagiologia, na região de interesse, sem provocar degradação da
qualidade de imagem ou da precisão espacial. As agulhas de biopsia e os endoscópios são, normalmente,
dispositivos da Zona 1.

Zona 2
Os dispositivos compatíveis com RM aprovados para utilização na Zona 2 são adequados para utilização no
volume de imagiologia, potencialmente em contato com o paciente, durante o escaneamento, desde que
estejam pelo menos 5,0 cm afastados da característica anatômica da qual é necessário obter imagens
espacialmente precisas. Um dispositivo da Zona 2 pode ser utilizado no volume de imagiologia, mas pode
causar distorção espacial e artefatos nas proximidades (em um raio de 5,0 cm). Os dispositivos da Zona 2
incluem, normalmente, posicionadores e microscópios.

Zona 3
Os dispositivos compatíveis com RM aprovados para utilização na Zona 3 são adequados para utilização no
volume de imagiologia, potencialmente em contato com o paciente, durante o escaneamento. O dispositivo
deve ser afastado 1,0 m do isocentro durante o escaneamento. Um dispositivo da Zona 3 deve ser retirado do
volume de escaneamento antes de iniciá-lo, para evitar a distorção espacial e o surgimento de artefatos. A
maioria dos instrumentos cirúrgicos de utilização manual compatíveis com RM são dispositivos da Zona 3.

Zona 4
Os dispositivos compatíveis com RM aprovados para utilização na Zona 4 são adequados para utilização na sala
do magneto, durante a digitalização, quando mantidos a uma distância superior a 1,0 m do isocentro. Um
dispositivo compatível com RM de Zona 4 não deve causar problemas se for mantido a mais de 1,0 m de
distância do isocentro. Os dispositivos da Zona 4 incluem, normalmente, posicionadores e microscópios.
Tabela 2-37: Critérios de aceitação do teste de compatibilidade

Zona Força magnética Aquecimento Distorção de campo


Zona 4 < 30° de deflexão <5°C Não aplicável
Zona 3 < 30° de deflexão <5°C Não aplicável

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Capítulo 2: Segurança
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Zona Força magnética Aquecimento Distorção de campo


< 100 contagens acima da distorção
Zona 2 < 30° de deflexão <5°C
zero (a 5 cm)
< 100 contagens acima da distorção
Zona 1 < 30° de deflexão <5°C
zero (a 5 cm)

Nota: O mesmo tipo de dispositivo pode ser tornado compatível com RM para qualquer zona, dependendo
do material utilizado na sua fabricação. Por exemplo, um bisturi pode ser de Zona 1, 2 ou 3. Um bisturi feito de
um metal não ferroso pode ser compatível com RM para a Zona 3, ao passo que um feito de cerâmica pode ser
compatível para a Zona 1.

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Forças magnéticas e binários


A especificação de teste das forças magnéticas e binários (MFT - Magnetic Forces and Torques) inclui três
testes:

MFT 1: triagem
MFT 2: teste de pequenos objetos

Teste de triagem
O teste MFT de rastreio é composto por duas partes. O resultado desses testes deve ser registrado como
aprovado ou reprovado.

Parte A
A Parte A do teste MFT de triagem foi concebida para excluir os dispositivos que possam ser fortemente
atraídos pelo magneto de RM. Essa parte do teste deve ser realizada antes da introdução de qualquer
dispositivo que esteja sendo submetido a testes de compatibilidade com RM na sala do magneto.
Essa primeira parte do teste deve ser efetuada fora da sala de triagem e requer a utilização de um magneto
portátil. O magneto a ser utilizado pode ser um Edmund Scientific de 11,34 kg (25 libras) (Número de série
40847) ou equivalente. Durante esse teste, segura-se o magneto portátil suspenso em uma corda fina e
aproxima-se lentamente o dispositivo do magneto. O dispositivo é reprovado no teste se atrair fortemente o
magneto.

Parte B
A Parte B do teste MFT de triagem foi concebida para aprovar dispositivos que não sofram forças de torção
quando forem inseridos no magneto de RM. O teste deve ser efetuado utilizando o magneto de RM. Uma parte
do teste consiste em movimentar o dispositivo para dentro e para fora do magneto, prestando atenção a
qualquer alteração na translação ou rotação do dispositivo. Apenas devem ser testados os dispositivos
aprovados no teste de triagem.
Os seguintes materiais são necessários para esse teste: uma caixa de plástico transparente com tampa
bloqueável, uma folha de papel do tamanho da caixa e um marcador. O dispositivo é colocado na caixa de
plástico, sobre a folha de papel, desenha-se o seu contorno no papel utilizando o marcador e, em seguida,
fecha-se e bloqueia-se a tampa. Seguidamente, o dispositivo é introduzido no anel do magneto, sendo retirado
em seguida. Caso se mova ou gire quando é introduzido ou retirado do anel, o dispositivo é reprovado no teste.
O teste é repetido com o dispositivo orientado de maneira a formar 90° em relação à posição original.

Teste de pequenos objetos


O teste MFT de pequenos objetos destina-se a dispositivos que tenham sido aprovados no teste de triagem. O
teste envolve a introdução do dispositivo no magneto, de forma controlada, monitorizando simultaneamente a
força exercida sobre o dispositivo. O teste deve ser efetuado utilizando o magneto de RM ”em rampa".
Para esse teste são necessários um medidor de deflexão (um transferidor equipado com nível e com uma corda
fina atada) e um saco de rede. O dispositivo é suspenso utilizando uma corda fina e lentamente aproximado do
magneto de RM, até estar posicionado em uma área de intensidade magnética conhecida. O ângulo de deflexão
da corda (e, por conseguinte, a força exercida sobre o dispositivo) é monitorizado. O resultado desse teste deve
ser registrado como aprovado ou reprovado.

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Aquecimento
Os testes de aquecimento são aplicáveis apenas aos dispositivos que, durante a digitalização, possam estar
fisicamente localizados no interior de uma esfera com 1,0 m de diâmetro, centrada no isocentro. Outros
dispositivos podem ser excluídos desse teste.
O teste de aquecimento foi concebido para detectar se um dispositivo interage com o sistema de RM a ponto de
criar temperaturas perigosas quando posicionado no paciente, ou quando em contato com a pele do paciente
ou do operador. O valor máximo da temperatura interna considerado seguro é 41 °C, o que representa um
aumento de 4 °C relativamente à temperatura interna normal de 37 °C. A temperatura máxima permitida de
exposição da pele é também de 41 °C. Durante a digitalização de RM, a temperatura da pele pode atingir os 37
°C, de forma que um aumento de 5 °C excede a temperatura permitida. Consequentemente, o nível de
temperatura a ser detectado pelo teste de aquecimento é 28 °C, que representa um aumento de 5 °C em
relação à temperatura ambiente normal de 23 °C.
O teste de aquecimento requer a utilização de materiais de marcação sensíveis à temperatura, tais como os
lápis térmicos indicadores de temperatura Omega OMEGA STIK ou verniz indicador de temperatura OMEGA
LAQ. Esses materiais fundem a uma temperatura específica, mantendo um aspecto inalterado quando
arrefecidos. O modelo específico a ser utilizado deve fundir a uma temperatura de 28 °C, assumindo que a
temperatura ambiente é de 23 °C.
O teste de aquecimento também requer a utilização de um material que simule o tecido humano. Foi
desenvolvido um fantoma de gel, concebido para estimular as propriedades de condução elétrica dos tecidos. O
gel consiste em 9,70% de TX-150 (Oil Center Research, Lafayette LA), 9,06% de pó de alumínio (JT Baker
Chemical Co., Phillipsburg, NJ), 80,97% de água e 0,27% de cloreto de sódio (NaCl).

Inspeção Pré-teste
A inspeção pré-teste pode ser efetuada fora da sala do magneto. Apenas devem ser testados os dispositivos
aprovados no teste de forças magnéticas e binários. A inspeção pré-teste consiste na inspeção do dispositivo
antes de ser testado o material com que foi fabricado. Se o dispositivo for inteiramente fabricado com um
material não condutor, como material cerâmico ou plástico (de acordo com o indicado nas informações
disponibilizadas pelo fabricante e confirmadas pela inspeção), pode ser dispensado do teste de aquecimento.

Teste de aquecimento
Esse teste é utilizado para dispositivos que possam ter contato superficial com o paciente ou o operador
durante a digitalização, bem como para os dispositivos que possam estar inseridos no paciente durante o
escaneamento. O teste deve ser efetuado utilizando o magneto de RM ”em rampa".
Devem ser utilizadas as amostras de gel condutor, especificamente criado para o teste de aquecimento. As
superfícies expostas do dispositivo são pintadas com tinta sensível à temperatura. A tinta é acrílica (à base de
água) e sofre alterações permanentes se a sua temperatura exceder um valor específico. O dispositivo deve ser
posicionado nas proximidades ou no próprio gel, da mesma forma que seria posicionado na pele. A base de
dados de sequência de impulsos (PSD - Pulse Sequence Data) Heating Test (Teste de Aquecimento), disponível
em GE Protocols (Protocolos da GE) no sistema, deve ser executada durante o teste. Em seguida, o dispositivo é
retirado do digitalizador, após a conclusão da digitalização, e examinado para determinar se alguma das
superfícies excedeu a temperatura prescrita. Se alguma das superfícies tiver excedido o limite de temperatura
adequado, o dispositivo é reprovado. O resultado desse teste deve ser registrado como aprovado ou reprovado.

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Distorção do campo magnético


o teste de distorção do campo magnético (MFD - Magnet Field Distortion) deve ser efetuado utilizando o
magneto de RM ”em rampa". Apenas devem ser testados os dispositivos aprovados no teste de forças
magnéticas e binários. Os dispositivos da Zona 3 e Zona 4 não precisam ser submetidos a esse teste.

Teste MFD 1: distúrbio do campo local


Esse teste foi concebido para avaliar os distúrbios do campo local originados por dispositivos que estariam
presentes no volume de imagiologia durante a digitalização. É digitalizado um fantoma de sulfato de cobre, em
seguida o dispositivo é mergulhado na solução e o fantoma volta a ser digitalizado. As alterações do campo,
devidas ao dispositivo, são medidas e os potenciais efeitos sobre a intensidade do sinal e a precisão espacial
são registrados. O resultado deve ser registrado, para a Zona 1 e Zona 2, como aprovado ou reprovado.

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Procedimentos de compatibilidade com RM


Esta seção proporciona instruções passo a passo para testar a compatibilidade com RM
num ambiente de campo magnético. Descreve, especificamente, o seguinte:

Testar a Compatibilidade com a RM


Testar forças magnéticas e binários
Teste de Triagem
Teste de pequenos objetos
Testar o Aquecimento
Inspeção Pré-teste
Dispositivos utilizados durante o escaneamento

A American Society for Testing and Materials, International (ASTM) desenvolveu as seguintes normas de
compatibilidade com RM (e continua desenvolvendo mais):

F 1542 Specification for the Requirements and Disclosure of Self-Closing Aneurysm Clips (Especificação
para os Requisitos e Informações de Clipes de Aneurismas de Fecho Automático)
F 2052 Test Method for Measurement of Magnetically Induced Displacement Force on Medical Devices in
the Magnetic Resonance Environment (Método de Teste Padrão para Medição da Força de Deslocamento
Magneticamente Induzida em Dispositivos Médicos no Ambiente de Ressonância Magnética)
F 2119 Test Method for Evaluation of MR Image Artifacts from Passive Implants (Método de Teste para
Avaliação de Artefatos de Imagem em RM causados por Implantes Passivos)
F 2182 Measurement of Radio Frequency Induced Heating Near Passive Implants During Magnetic
Resonance Imaging (Medição do Aquecimento Induzido por Radiofrequência nas Proximidades de
Implantes Passivos Durante a Imagiologia por Ressonância Magnética)
F 2213 Test Method for Measurement of Magnetically Induced Displacement Force on Medical Devices in
the Magnetic Resonance Environment (Método de Teste Padrão para Medição da Força de Deslocamento
Magneticamente Induzida em Dispositivos Médicos no Ambiente de Ressonância Magnética)
F 2503 Practice for Marking Medical Devices and Other Items for Safety in the Magnetic Resonance
Environment (Processo de Marcação de Dispositivos Médicos e Outros Itens para Segurança no
Ambiente de Ressonância Magnética)

Esses documentos podem ser encomendados online através do endereço://www.astm.org.

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PR OCEDIM ENT OS DE COM PAT IB ILIDADE COM R M

Testar a compatibilidade com a RM


Os procedimentos seguintes devem ser empregados para avaliar se um dispositivo é ou não compatível com
RM.

1. Certifique-se de que toda a documentação relevante sobre o dispositivo foi fornecida.

A documentação deve incluir um desenho mecânico pormenorizado, indicando os tipos de materiais


utilizados na fabricação.

2. Determine as classificações adequadas do dispositivo e da utilização.

Classificações de dispositivos - dispositivos eletricamente passivos e de utilização manual


Classificações de zonas - Zonas 1, 2, 3 ou 4

3. Execute o teste de forças magnéticas em objetos pequenos

Se o dispositivo for aprovado, prossiga para o passo 4.


Caso contrário, o dispositivo não deve ser considerado como compatível com RM.

4. Confirme se o fabricante classifica o dispositivo como sendo compatível com RM.

Verifique se o fabricante efetuou um teste da funcionalidade do dispositivo no sistema de RM.


Além disso, verifique se o fabricante disponibiliza documentação satisfatória, indicando que o
funcionamento seguro do dispositivo não é afetado pela sua introdução no ambiente de RM.

5. Determine os testes adequados para o dispositivo.

Forças magnéticas e binários


Aquecimento
Distorção do campo magnético

6. Efetue os testes indicados e registre os resultados.

Se todos os resultados dos testes se situarem dentro dos critérios de aceitação, o dispositivo pode
ser considerado compatível com RM na zona mais baixa em que foi aprovado.

7. Registre os resultados do teste de compatibilidade com RM.

Documente os resultados na Ficha de Dados de Compatibilidade com RMVer "Ficha de Dados de


Compatibilidade com RM" na página 2-148.)

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Testar forças magnéticas e binários: teste de tri-


agem
A Parte A do Teste de Triagem MFT deve ser efetuada fora da sala do magneto. Esse teste foi concebido para
excluir dispositivos que possam ser fortemente atraídos pelo magneto de RM. A Parte B do teste foi concebida
para detectar a presença de qualquer força magnética ou força de torção em um dispositivo. Apenas devem ser
testados os dispositivos aprovados na Parte A do Teste de Triagem.

Parte A
1. Suspenda um magneto de mão com uma corda fina.

O magneto de mão deve ser um Edmund Scientific de 11,34 kg ou equivalente.


Utilize uma corda, nunca um fio metálico.

2. Lentamente, aproxime o dispositivo do magneto.

Se o magneto se mover e a corda defletir em relação à posição vertical antes do dispositivo tocar no
magneto, ou
se o dispositivo aderir ao magneto e puxá-lo a ponto de o cordel defletir em relação à posição
vertical, o dispositivo é reprovado.

3. Registre os resultados do teste como aprovado ou reprovado.

Documente os resultados na Ficha de Dados de Compatibilidade com RM, disponível no capítulo


Formulários de Referência de Segurança.

Parte B
1. Ainda no exterior da sala do magneto, coloque o dispositivo a ser testado na caixa de plástico, em cima
de uma folha de papel.

O papel deve estar colado com fita no fundo da caixa.


A tampa deve possuir um fecho.

2. Desenhe o contorno do dispositivo no papel.


Figura 2-41: Vista superior da caixa, 1 = objeto de teste, 2 = contorno

Este esboço indica a posição inicial do dispositivo.

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3. Feche a tampa e aperte o fecho.


4. Coloque a caixa na extremidade da mesa do paciente, fixando-a à mesa.
Figura 2-42: 1 = caixa em cima da mesa, 2 = magneto

Certifique-se que o dispositivo não mudou de posição após ter colocado a caixa na mesa. Volte a
colocá-lo na posição inicial.

5. Movimente a mesa, de tal forma que a caixa contendo o dispositivo seja movida para o isocentro do
magneto e, em seguida, coloque a mesa na posição inicial.

Se a posição do dispositivo em relação ao contorno inicialmente desenhado não se alterou (incluindo


a rotação), o dispositivo é aprovado.
Se a posição do dispositivo em relação ao contorno inicialmente desenhado se alterou (incluindo a
rotação), o dispositivo é reprovado.

6. Repita o teste com o dispositivo orientado de maneira a formar 90° em relação à posição original.
7. Registre os resultados do teste como aprovado ou reprovado.

Documente os resultados na Ficha de Dados de Compatibilidade com RM

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Testar forças magnéticas e binários: teste de peque-


nos objetos
O teste MFT de pequenos objetos foi concebido para determinar a força magnética e os binários exercidos
sobre um dispositivo. Apenas devem ser testados os dispositivos aprovados no Teste de Triagem (MFT 1). Esse
teste requer um medidor de deflexão e um saco de rede.

1. Ainda no exterior da sala do magneto, coloque o dispositivo a ser testado no saco de rede.

A colocação do dispositivo em um saco permite que o item fique suspenso no medidor de deflexão
uma vez atada a corda.

2. Ajuste a posição do dispositivo no saco, de forma que seu eixo longitudinal fique paralelo ao solo.
3. Amarre a corda ao saco de rede e passe a extremidade oposta da corda através do orifício central do
medidor de deflexão.
Figura 2-43: 1 = medidor de deflexão, 2 = saco de rede, 3 = magneto

4. Mantenha o medidor de deflexão nivelado à sua frente e apontando para o magneto à medida que entra
na sala do magneto.

Caminhe lentamente em direção ao magneto, observando simultaneamente o ângulo de deflexão.


Certifique-se de que mantém o dispositivo à sua frente, entre o seu corpo e o magneto.

5. Se o ângulo de deflexão exceder os 30°, interrompa o teste e retire o dispositivo da sala do magneto.
Caso contrário, continue a caminhar em direção à extremidade do magneto situada do lado do paciente,
até que o centro superior do medidor de deflexão toque no topo da abertura do magneto.
6. Alinhe o medidor de deflexão com o eixo Z do magneto.
7. Registre a deflexão máxima no Formulário de Registro de Compatibilidade com RM.

Se o ângulo de deflexão for inferior a 30°, o dispositivo é aprovado.


Se o ângulo de deflexão exceder os 30°, o dispositivo é reprovado.

8. Registre os resultados do teste como aprovado ou reprovado.

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Documente os resultados no Formulário de Registo de Compatibilidade com RMVer "Formulário


de Registro de Compatibilidade com RM" na página 2-149

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Capítulo 2: Segurança
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PR OCEDIM ENT OS DE COM PAT IB ILIDADE COM R M

Testar o aquecimento: inspeção de pré-teste


A inspeção pré-teste pode ser efetuada fora da sala do magneto. Apenas devem ser testados os dispositivos
aprovados no teste de forças magnéticas e binários.

1. Antes de testar o dispositivo, verifique quais os materiais utilizados na sua fabricação.

Se as informações relativas aos materiais de fabricação forem disponibilizadas pelo fabricante, elas
devem, mesmo assim, ser confirmadas pela sua inspeção.

2. Determine se o dispositivo deve ser submetido ao teste de aquecimento.

Caso o dispositivo seja inteiramente fabricado com materiais não condutores, tais como materiais
cerâmicos ou plástico, pode ficar dispensado da realização do teste de aquecimento.

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

PR OCEDIM ENT OS DE COM PAT IB ILIDADE COM R M

Testar o aquecimento: dispositivos utilizados


durante o escaneamento
Essa parte do Esse teste é utilizado para dispositivos que possam ter contato superficial com o paciente ou o
operador durante o escaneamento, bem como para os dispositivos que possam estar inseridos no paciente
durante o escaneamento. O teste deve ser efetuado utilizando o magneto de RM ”em rampa".

1. Aplique o material indicador de temperatura nas superfícies do dispositivo a ser testado.

Utilize lápis térmicos indicadores de temperatura Omega OMEGA STIK ou verniz indicador de
temperatura OMEGA LAQ.
Esses materiais fundem a uma temperatura específica, mantendo um aspecto inalterado quando
arrefecidos.

2. Coloque a bobina flexível de corpo, estendida, sobre a mesa, no isocentro.


3. Posicione o dispositivo no gel simulador de tecido.

A posição relativa entre o dispositivo e o tecido deve ser reproduzida no gel.


Figura 2-44: A figura demonstra o posicionamento do equipamento, sendo utilizada uma agulha como dispositivo testado.

Tabela 2-1:Legenda da imagem do teste de aquecimento

# Descrição
1 Bobina
2 Suporte
3 Gel
4 Agulha
5 Área em espiral do dispositivo

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4. Coloque o gel/dispositivo por cima de um dos lados da bobina flexível de corpo.

O eixo longo do dispositivo deve estar alinhado na perpedicular do eixo Z do magneto, conforme
demonstrado na figura seguinte.
Figura 2-45: Vista de cima: o eixo longo do dispositivo é perpendicular ao eixo do magneto.

Tabela 2-2:Legenda da imagem do teste de aquecimento

# Descrição
1 Bobina
2 Agulha
3 Gel

5. Digitalize o dispositivo com o protocolo Heating Test (Teste de Aquecimento), disponível nos protocolos
da GE.

O protocolo Heating Test (Teste de Aquecimento) expõe o dispositivo à potência máxima de RF


possível do sistema por um período de 15 minutos.

6. Durante a digitalização, observe o dispositivo através da câmara situada por cima da posição do
paciente.

Caso consiga verificar visualmente que o material sensível à temperatura, aplicado ao dispositivo,
está mudando de cor, você pode interromper a digitalização antes de sua conclusão, para evitar
danos no dispositivo.
Se não forem detectadas alterações durante a digitalização, aguarde sua conclusão, em seguida
retire o dispositivo e inspecione-o, para verificar se existem sinais de temperaturas que excederam o
ponto de fusão do material indicador.
Se o material indicador fundiu em qualquer ponto do dispositivo, ele é reprovado.

7. Repita o teste, dessa vez com o eixo longo do dispositivo alinhado paralelamente ao eixo Z do magneto.

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Figura 2-46: Eixo longo do dispositivo paralelo ao eixo Z do magneto

Tabela 2-3:Legenda da imagem do teste de aquecimento

# Descrição
1 Bobina
2 Suporte
3 Gel
4 Agulha

Se o material indicador fundiu em qualquer ponto do dispositivo, ele é reprovado.


Se o dispositivo possuir alguma área em forma de espiral, repita o teste com a área em espiral na
perpendicular ao eixo Z do magneto.
As figuras apresentam uma agulha como sendo o dispositivo de teste apenas para efeitos de
demonstração. O eixo da agulha representa o eixo longo do dispositivo que está sendo testado.
Figura 2-47: Vista de cima: o eixo longo do dispositivo é paralelo ao eixo do magneto

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Tabela 2-4:Legenda da imagem do teste de aquecimento

# Descrição
1 Bobina
2 Suporte
3 Gel
4 Agulha

8. Registre os resultados do teste como aprovado ou reprovado.

Documente os resultados na Formulário de Registo de Compatibilidade com RMVer "Formulário de


Registro de Compatibilidade com RM" na página 2-149

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FOR M U LÁR IO DE C OM PAT IB ILIDADE C OM R M

Ficha de Dados de Compatibilidade com RM

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FOR M U LÁR IO DE C OM PAT IB ILIDADE C OM R M

Formulário de Registro de Compatibilidade com RM

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Programas de manutenção periódica


Os requisitos específicos do cliente e/ou o ambiente existente no seu local de utilização do sistema de RM
podem reduzir ou aumentar os intervalos de realização da MP. Pode ser celebrado um contrato que contemple
intervenções de MP menos frequentes do que as recomendadas, estando o cliente ciente de que essa alteração
dos intervalos de manutenção pode resultar na diminuição do desempenho do sistema.
Para otimizar a produtividade, os procedimentos de MP foram divididos em quatro tipos:

Tipo 1 - Segurança e Regulamentos


Tipo 2 - Qualidade da Imagem
Tipo 3 - Outro (Sistema não disponível para escaneamento de pacientes)
Tipo 4 - Outro (Sistema não disponível para escaneamento de pacientes)

As fichas de MP indicam todos os procedimentos de manutenção e a frequência com que devem ser efetuados,
de acordo com os programas indicados abaixo. Os programas indicam os procedimentos que são efetuados
durante cada visita. Também mostram o tipo (1- 4) para cada procedimento. As intervenções de manutenção
devem ser efetuadas nos intervalos indicados, devendo ser realizadas apenas por técnicos de manutenção
qualificados.

Programa de MP de quatro visitas/ano

A = 0 a 3 meses
B = 4 a 6 meses
C = 7 a 9 meses
D = 10 - 12 meses

Programa de MP de seis visitas/ano

A = 0 a 2 meses
B = 3 a 4 meses
C = 5 a 6 meses
D = 7 a 8 meses
E = 9 a 10 meses
F = 11 a 12 meses

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PR OGR AM A DE M ANU T ENÇÃO

Sistemas Optima MR360 e Brivo MR355


O programa de manutenção para os sistemas Optima MR360 e Brivo MR355 indica todos os procedimentos de
MP e a frequência com que devem ser efetuados, de acordo com os programas A - D.

A = 0 a 3 meses
B = 4 a 6 meses
C = 7 a 0 meses
D = 10 a 12 meses

Para otimizar a produtividade, os procedimentos de MP foram divididos em quatro tipos:

Tipo 1 - Segurança e Regulamentos


Tipo 2 - Qualidade da Imagem
Tipo 3 - Outro (Sistema não disponível para escaneamento de pacientes)
Tipo 4 - Outro (Sistema não disponível para escaneamento de pacientes)

ATENÇÃO
A utilização de comandos, ajustes ou a execução de procedimentos diferentes dos aqui especificados
pode resultar na exposição a radiações perigosas.
Tabela 2-38: Programa de manutenção para Sistemas Optima MR360 e Brivo MR355

Verificação de PM
Subsistema Tipo A B C D
realizada
Qualidade de imagem
Verificação do alinhamento das luzes IQ 2 X X X X
Atualizar patch (apenas para clientes com contrato de
Software 3 X X X X
manutenção)
Ferramenta II de DQA IQ 2 X X X X
LVShim IQ 2 X X X X
Verificação da corrente parasita IQ 2 X X X X
Ruído coerente IQ 2 X X X X
Verificar relação sinal/ruído IQ 2 X X X X
Verificar ruído de pico IQ 2 X X X X
Verificação de MP (contrato de manutenção)
Verificação de MP (apenas para clientes com contrato
IQ 2 X X X X
de manutenção)
Sala do magneto
Funcionamento do Monitor de Oxigênio Segurança 1 X
Ventilador do paciente e filtro Verificar 3 X X X X
Circuito pneumático do Sistema de Alerta do Paciente Segurança 1 X X
Armário do sistema

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Verificação de PM
Subsistema Tipo A B C D
realizada
Verificar Monitor de Alimentação Verificar 3 X
VENTILADOR e linha de água do armário Verificar 3 X X X X
Funcionamento do Controlador do Módulo Lite
Verificar funcionamento do controlador do módulo
Verificar 3 X X X
Lite
Verificar funcionamento do monitor do armário Verificar 3 X X
Limpar filtro de entrada Verificar 4 X X X X
Verificar ligações dos cabos dos gradientes Verificar 3 X
Verificar alimentação CC Verificar 3 X X
Verificar funcionamento do PHPS Lite Verificar 3 X X
Verificar nível de refrigerante no MCS/LCS Verificar 4 X X X X
Verificação da água de refrigeração do
Verificar 4 X
compartimento
Manuseamento do paciente
Verificações da mesa do paciente Segurança 1 X X X X
Unidade de Refrigeração do Sistema e Chiller BRM
Verificar níveis de fluído e válvula do permutador de
limpeza 3 X X
calor
Repor bomba Lytron para 4 kW limpeza 3 X
PDU
Corte de emergência e circuitos de parada/luzes
Segurança 1 X X X X
indicadoras
Computador
Limpar registro (Storelog) Verificar 4 X X X X
Limpar o pó Acertar a hora Verificar 3 X X
Magneto
Testar a unidade de inativação do magneto da GE
Segurança 1 X X X X
(MRU)
Testar corrente de fuga do PAC Segurança 1 X
Inspecionar sistemas de refrigeração criogênicos Verificar 3 X X
Inspecionar a ventilação do criogênio Verificar 3 X
Verificar a calibração do medidor de criogênio Verificar 4 X

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Capítulo 2: Segurança
Manual do operador

Programação de serviços
Complementos à programação de Serviço de PM estão localizadas no capítulo de Segurança ou Guia de
Segurança.
A programação de serviço lista os procedimentos de PM e a frequência em que devem ser executados, de
acordo com as programações A-F.

l A = 0 a 3 meses
l B = 4 a 6 meses
l C = 7 a 9 meses
l D = 10 a 12 meses
l E = 9 a 10 meses
l F = 11 a 12 meses

Itens complementares
Subsistema Item Tipo A B C D E F
Teste a unidade de redução do magneto (MRU) GE.
Magneto e Execute o Teste de Segurança Trimestral
Segurança X X X X * *
criogênios encontrado no manual da MRU 5265188 ou 46-
318393
Teste a Unidade de Enfraquecimento do Magneto
Magneto e (MRU) GE. Execute o Teste de Segurança Anaul
Segurança X * *
criogênicos encontrado no manual da MRU 5265188 ou 46-
318393
Confirme se a revisão do software do aplicativo instalada no
sistema é de versão igual ou posterior à revisão do software
exigida na guia "Dados de formulário ePM", localizada na
matriz do Software DOC1667089. Este documento está
disponível na Biblioteca de Documentação Comum.
Qualidade da
Confirme se a revisão do pacote de serviços instalada no Segurança X X X X X X
Imagem
sistema é de versão igual ou posterior à revisão do pacote
de serviços exigida na guia "Dados de formulário ePM",
localizada na matriz do Software DOC1667089. Este
documento está disponível na Biblioteca de Documentação
Comum.

* indica que não são aplicáveis.

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Optimized Planned Maintenance (Manutenção pla-


nejada otimizada)
Tabela 2-39: Optimized Planned Maintenance (Manutenção planejada otimizada)

Objetivo do
Verificação de PM A B C D
teste
Qualidade da Imagem
Confirme que o local possui o Service Pack mais atual instalado no sistema
consultando o MR Service Pack Software Matrix, DOC1667089, disponível na
IQ X X X X
biblioteca de documentação online. Se precisar de mais informações, consulte
Install Service Pack (Instalar o Service Pack)
Atualização de patch (somente clientes com contrato de serviço) Software X X X X
Verificação da luz de alinhamento IQ X
Correção LV (modo PM) IQ X X X X
SPT (modo PM) (Para as versões do software SV25.0 R06 e superiores, esta
IQ X X X X
tarefa pode ser omitida. )
Pixel branco EPI (modo PM) IQ X X
Verificação de patch (somente clientes com contrato de serviço) IQ X X X X
Sala do magneto
Operação do monitor de oxigênio Segurança X
Ventiladores e filtro do soprador do paciente Verificação X X X
Sistema pneumático de alerta do paciente Segurança X X
Gabinete do sistema
Verificação do monitor de energia Verificação X
Ventilador e linha de água do gabinete Verificação X
Manuseio do paciente
Verificações da mesa do paciente Segurança X X X X
Sistema de refrigeração
Ventilador e linha de água do gabinete Verificação X X
Verificação do nível do líquido refrigerante de resfriador BRM/MCS/LCS Verificação X X X X
Verificar nível de ruído e vazamento Verificação X X
Limpar filtro da bomba do resfriador BRM/4 KW LCS Limpeza X
Limpar permutador de calor MCS Limpeza X
Limpar resfriador BRM Limpeza X
PDU
Circuitos/luzes indicadoras de desligamento e parada de emergência Segurança X X
Verificação da Alimentação PDU e das Conexões de aterramento Verificação X
Computador
Storelog Verificação X X X X
Limpar o filtro de poeira Limpeza X X

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Objetivo do
Verificação de PM A B C D
teste
Definir tempo Verificação X
Magneto
Teste da corrente de fuga do PAC usando o Analisador de segurança Dale
Segurança X
600/600E
Realizar teste de serviço trimestral do MRU. (Consulte o manual do MRU,
Segurança X X X X
5265188.)
Realizar teste de serviço anual do MRU. (Consulte o manual do MRU, 5265188.) Segurança X
Inspecionar a ventilação de criogênios Verificação X
Inspecionar sistemas criogênicos de refrigeração Verificação X X
Se equipado com MRU remoto, inspecionar virtualmente as conexões de
Segurança X
cabos entre o MRU remoto e o MRU principal
Painel de desconexão principal (MDP)
Em MDPs fornecidos pela GE, verifique a tensão da bateria (consulte o Manual
Verificação X X
do MDP e Segurança do Flash ARC).
Verifique se o cliente realizou a Verificação da Alimentação e das Conexões
Verificação X X X X
de aterramento do MDP
Bobinas
Verificação do Sensor de choque da bobina Verificação X

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Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat) Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do sis-
Manual do operador tema

Capítulo 3: Orientação de inicialização e des-


ligamento do sistema
Esta seção contém informações sobre como ligar, desligar, iniciar e encerrar a sessão no sistema de
ressonância magnética. Também inclui informações do controle de qualidade, para se assegurar de que o
sistema está funcionando antes de proceder ao escaneamento de um paciente, bem como informações sobre
como reiniciar um subsistema do scanner para recuperar, em segurança, de erros e várias situações.

Procedimentos
Inicialização do sistema de ressonância magnética
Iniciar/encerrar sessão no sistema de ressonância magnética
Desligamento do sistema de ressonância magnética
Desligamento de emergência
Reiniciar o sistema de ressonância magnética
Reiniciar TPS
Procedimento de inicialização móvel

DAQA
Adquirir um escaneamento DAQA
Executar o teste DAQA do SNR
Executar o teste de DAQA do sistema
Visualizar tendências do teste de DAQA
Mensagens DAQA

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Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
sistema Manual do operador

Procedimento de inicialização do sistema


Utilize estes passos para ligar o sistema de ressonância magnética.

1. Pressione o botão de alimentação para ligar o computador.


Quando o computador estiver ligado, a luz indicadora de alimentação acenderá.
Aparece uma mensagem com uma contagem decrescente para iniciar sessão.
Se mudar de ideia e decidir encerrar neste ponto, clique em System > Halt (Sistema > Parar) na
janela Login (Login).

2. Aguarde que as mensagens sejam removidas da tela para introduzir o seu login e senha.

a. No campo Logon Name (Nome de Logon), introduza sdc.


b. No campo Password (Senha), introduza adw2.0.

3. Selecione Logon (Logon) no menu Operation (Operações) na tela de logon.


4. Selecione seu nome no menu Username (Nome de Usuário), introduza a sua senha e clique em OK.
Utilize a opção Emergency logon (Logon de Emergência) apenas se não tiver um perfil de usuário
configurado no sistema.
Após um período de inatividade, a sua sessão terminará automaticamente. Quando o próprio ou
outro usuário voltar a ligar, o sistema regressará ao seu último estado conhecido.
Para terminar manualmente a sessão, clique na seta do ícone Tools (Ferramentas) e selecione Lock
Screen (Bloquear Tela) no menu.

  Se o Bastidor de Penetração tiver sido desligado e ligado novamente, aguarde 20 minutos antes de iniciar
o escaneamento. Deixar que os componentes eletrônicos aqueçam durante 20 minutos resulta na otimização
da qualidade de imagem e do desempenho do sistema.

Tópicos relacionados
Desligamento do sistema de ressonância magnética
Reiniciar o sistema de ressonância magnética
Orientação de inicialização e desligamento do sistema

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Manual do operador tema

Procedimentos de início e encerramento de sessão


do sistema
Depois de um período de inatividade definido pelo seu administrador, ou depois de um usuário bloquear a tela,
é apresentada a tela inicial do sistema. Utilize estes passos para reiniciar a sessão.

Iniciar sessão
1. Introduza a sua ID para iniciar a sessão.
2. Introduza a sua senha.
3. Clique em Logon (Logon).
Terminar a sessão não impede outros usuários de iniciarem novas sessões. O encerramento de
sessão destina-se a proteger a privacidade do paciente e não impede usuários autorizados de
iniciarem novas sessões.
Quando o próprio ou outro usuário voltar a ligar, o sistema regressará ao seu último estado
conhecido.
O conteúdo da tela de início de sessão (1) varia conforme o sistema de ressonância magnética.
Figura 3-1: Tela de inicialização

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Iniciar sessão de emergência


A tela inicial pode ou não apresentar o botão Emergency Logon (Logon de Emergência). A ativação ou
desativação desta opção é definida pelo seu administrador de sistema. Ao utilizar a opção Iniciar Sessão de
Emergência, será solicitado que você introduza o seu nome, mas não a senha.
Utilize a opção Iniciar Sessão de Emergência somente se não tiver uma conta válida configurada.
Figura 3-2: Iniciar sessão de emergência

Iniciar sessão com privilégios administrativos


Se possuir privilégios de administrador, quando iniciar a sessão, você será perguntado se deseja realizar
tarefas administrativas ou um escaneamento. Não clique no botão junto a "Enter admin screen" ("Entrar na tela
de administrador") se desejar apenas escanear.
Figura 3-3: Tela de informação de início de sessão

Encerramento manual de sessão


Para forçar o sistema a terminar a sessão, na área do cabeçalho da tela, clique na seta do ícone Tools
(Ferramentas) e selecione Lock Screen (Bloquear Tela). A tela exibe a tela Logon (Logon). Se a HIPAA não
estiver ativada, a seleção de Bloquear Tela não terá qualquer efeito.

3-4 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Figura 3-4: Menu de ferramentas

Tópicos relacionados
Orientação de inicialização e desligamento do sistema
Procedimento de início de sessão de emergência
Procedimento de início/encerramento de sessão

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sistema Manual do operador

Procedimento de reinicialização do sistema


Utilize estes passos para reiniciar o sistema de ressonância magnética.

1. Certifique-se de que todas as imagens foram reconstruídas e se encontram disponíveis para serem
apresentadas a partir da Patient List (Lista de Pacientes).
2. Clique em End Exam (Terminar Exame), se necessário.
3. Aguarde que todas as funções de Arquivo e Rede sejam concluídas.
4. Na área do cabeçalho da tela, clique na seta do ícone Tools (Ferramentas) e selecione System Restart
(Reiniciar Sistema).
Figura 3-5: Menu de ferramentas

O sistema pode demorar até 30 segundos a responder.

5. Clique em OK no diálogo de confirmação.


O sistema apresenta uma tela azul com o ícone/área de estado no início do encerramento.
Aguarde que a janela Welcome to... login (Bem-vindo ao... login) apareça. Essa tela indica que a
reinicialização foi concluída.

Tópicos relacionados
Orientação de inicialização e desligamento do sistema
Conceito de inicialização do sistema

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Manual do operador tema

Procedimento de desligamento do sistema


Utilize estes passos para efetuar o desligamento do sistema, que desliga os componentes eletrônicos do
sistema em blocos organizados, para permitir que os arquivos de imagem sejam salvos. Esse procedimento
não desliga o magneto de ressonância magnética.

1. Certifique-se de que todas as imagens foram reconstruídas e se encontram disponíveis para serem
apresentadas a partir da Patient List (Lista de Pacientes).
2. Termine um exame, se necessário.
3. Aguarde que todas as funções de Arquivo e Rede sejam concluídas.
4. Remova qualquer meio de arquivo, se necessário. Note que nem todos os sistemas têm uma unidade
MOD de legado.
5. Na área do cabeçalho da tela, clique na seta do ícone Tools (Ferramentas) e selecione System Shutdown
(Encerramento do Sistema).
Figura 3-6: Menu de ferramentas

6. Quando solicitado, clique em Yes (Sim). O computador é encerrado automaticamente.


A tela fica em branco. Você deve pressionar novamente o botão On/Off (ligar/desligar) do
computador para ligá-lo.
Ao efetuar um encerramento, o sistema pode demorar até 30 segundos a responder.

Tópicos relacionados
Desligamento de emergência
Orientação de inicialização e desligamento do sistema
Conceito de inicialização do sistema

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Procedimento de desligamento de emergência


O sobreaquecimento do sistema ou o surgimento de fumaça ou odores associados ao sistema são boas razões
para efetuar um corte de emergência da alimentação.

1. Pressione qualquer botão de Emergency Stop (Parada de Emergência) (tampa do magneto, ou teclado)
para cortar a alimentação da sala do magneto.
2. Proceda à evacuação do paciente e de toda e qualquer pessoa presente na área de ressonância
magnética.
3. Contate a assistência técnica.
4. Depois que os membros da assistência técnica examinem o sistema, a causa da emergência deve ser
registrada para futura referência.

Tópicos relacionados
Procedimentos de início/encerramento de sessão do sistema
Orientação de inicialização e desligamento do sistema

3-8 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Manual do operador tema

Procedimento de reinicialização do TPS


Utilize estes passos para reiniciar o TPS quando instruído por uma mensagem do sistema ou um técnico da
InSite.

1. Na área do cabeçalho da tela, clique no ícone Tools (Ferramentas) para apresentar a


área de trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).
3. No Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica), clique em TPS Reset
(Reinicializar TPS).
A reinicialização do TPS interrompe o escaneamento em tempo real ou normal.
Durante a reinicialização do TPS, a área de trabalho de Escaneamento e a Janela de Visualização
Gráfica são bloqueados. Isso significa que você não pode visualizar/editar, guardar, cortar, copiar,
colar ou transferir qualquer série no Gestor do Fluxo de Trabalho.
O estado Rx pode mudar depois de uma reinicialização do TPS.
A seguinte mensagem de advertência é visualizada após a reinicialização do TPS ter sido
selecionada, sem que todas as imagens tenham sido reconstruídas: "Image reconstruction is in
progress. ("Reconstrução de imagens em curso.). Pending images may be lost (As imagens pendentes
podem ser perdidas). Are you sure you want to start TPS Reset?" ("Tem certeza de que deseja iniciar a
reinicialização do TPS?").
Para um grupo de estações múltiplas, se alguma série (não todas) desse grupo tiver sido escaneada e
a reinicialização do TPS for ativada, todas as séries desse grupo serão bloqueadas e não poderão ser
novamente transferidas nem escaneadas.

4. Clique em OK.
A reinicialização do TPS aborta a reconstrução de imagens pendentes, o Pré-escaneamento Manual,
o Pré-escaneamento Automático, o Pré-escaneamento de Espectroscopia, o Escaneamento de
Referência, o Escaneamento de Preparação e o Escaneamento Normal.
As lâmpadas e os ventiladores do anel desligam-se durante a reinicialização do TPS. Quando a
reinicialização estiver concluída, as lâmpadas e os ventiladores do anel regressam ao seu estado
anterior.

5. Aguarde que a mensagem "TPS successfully reset" ("Reinicialização do TPS realizada com sucesso") surja
na caixa de mensagens de visualização do estado do sistema.
Se a reinicialização do TPS falhar, serão visualizadas as seguintes mensagens:

"TPS Reset Failed. Please see the message log for more details" ("A reinicialização do TPS falhou.
Consulte o registro de mensagens para obter mais informações").
"TPS/APG communication failed (s) A re-download of TPS may be necessary." ("A comunicação
TPS/APG falhou (s) Pode ser necessário transferir novamente o TPS.").
Clique em OK para confirmar a sua resposta à mensagem.

Se a reinicialização do TPS falhar duas vezes consecutivas, o exame é automaticamente encerrado.

6. Retome o escaneamento no ponto em que o sistema se encontrava.

Tópicos relacionados
Reiniciar o sistema de ressonância magnética

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Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
sistema Manual do operador

Orientação de inicialização e desligamento do sistema

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Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat) Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do sis-
Manual do operador tema

Procedimento de inicialização móvel


Uma vez que o sistema tenha sido configurado, isso não necessita ser feito novamente. Em vez disso, você
pode inicializar o sistema seguindo os passos a seguir.

1. Pressione o botão On/Off (Ligar/Desligar) energia no computador.


2. Digite mobile na solicitação de Login.
3. Digitar adw2.0 na caixa de texto Password (Senha)
4. Selecione um hospital/instalação a partir da lista na tela Mobile Site Setup (Configuração de Local Móvel).
5. Clique em Activate (Ativar) na janela Mobile Site Setup (Configuração de Local Móvel).
6. Clique em Activate Site (Ativar local).
7. Clique em Reboot e pressione Enter.
8. Digite sdc na solicitação de Login.
9. Digitar adw2.0 na solicitação de Password (Senha)

Tópicos relacionados
Inicialização do sistema e orientação de desligamento

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Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
sistema Manual do operador

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Fantoma de escaneamento
O procedimento DAQA fornece um meio para acompanhar a funcionalidade do sistema global ou da bobina de
RF. O aplicativo suporta todas as bobinas GE que tenham a função de ID da bobina.

1. Instale as bobinas pretendidas e o fantoma na mesa. A bobina e o fantoma que escolher vão depender
da realização do teste de SNR ou System (Sistema).

Para obter dados significativos e reproduzíveis para uma determinada bobina de RF, a consistência e a
repetibilidade são essenciais. Use sempre o mesmo fantoma, o mesmo posicionamento do fantoma na bobina
e o mesmo ponto de referência, no mesmo local, no fantoma/bobina.
Figura 3-7: Transporte correto do fantoma

Figura 3-8: Transporte incorreto do fantoma

2. Delimite a bobina e o fantoma.


3. Pressione Advance to Scan (Avançar para Escaneamento).

4. No Gestor da Lista de Trabalhos, clique no ícone New Patient (Novo Paciente) para iniciar um
escaneamento.

3-12 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat) Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do sis-
Manual do operador tema

5. Na área New Patient (Novo Paciente) do Gestor da Lista de Trabalhos, escreva geservice como nome do
paciente e 50 kg como o peso do paciente.
6. Clique em Show Protocols (Mostrar Protocolos) para abrir a tela Protocol (Protocolo).
7. Mova um protocolo de localizador de 3 planos a partir da lista Protocolo para o Cesto Multi-protocolo e
clique em Accept (Aceitar). Por exemplo, clique em Template > 3-Plane 2D Localizer > FGRE (Modelo >
Localizador 2D de 3 Planos > GRE Rápido).
8. Clique em Start Exam (Iniciar Exame).
9. Escaneie o localizador de 3 planos.
10. Quando concluído, clique em End Exam (Terminar Exame) na guia Scan Session (Sessão de
Escaneamento).
11. Execute o teste SNR ou System (Sistema).

Tópicos relacionados
Visualizar tendências do teste de DAQA
Orientação de inicialização e desligamento do sistema

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Capítulo 3: Orientação de inicialização e desligamento do Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
sistema Manual do operador

PR OCEDIM ENT O DE GAR ANT IA DE QU ALIDADE AU T OM AT IZADA


DIARIAMENTE

Teste de SNR
O fantoma permanece no magneto durante este teste. Este teste pode ser executado com uma variedade de
bobinas/fantomas/suportes. O teste irá falhar se não tiver a combinação correta de bobina/fantoma/suporte.

1. Abra o Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).


2. No Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica), clique em Service
Browser (Browser de Assistência Técnica).
3. Na guia Image Quality (Qualidade de Imagem), selecione Daily Automated Quality Assurance (Garantia
de Qualidade Automatizada Diariamente).

4. Clique em Click here to start this tooll (Clique aqui para iniciar esta ferramenta) para abrir a
ferramenta e em OK no(s) diálogo(s).
5. Certifique-se de que a opção Ghosting Level and Geometric Accuracy (Nível e Precisão Geométrica do
Efeito Fantasma) não está selecionada.
6. Verifique que a bobina de RF atualmente ligada é apresentada no campo Selected Coil (Bobina
Selecionada).
Se existir mais do que uma configuração de bobina para a bobina ligada, selecione no menu a
configuração desejada.

Se uma bobina não estiver ligada, a ferramenta irá indicar a bobina de Corpo.

7. No menu Select Scan Plane (Selecionar Plano de Escaneamento), escolha o plano desejado de teste do
SNR.
8. Clique em Start (Iniciar) para iniciar o teste.

O botão Abort (Anular) interrompe a aquisição/pós-processamento de dados antes da conclusão.


Quando selecionado, o sistema irá demorar até 30 segundos para concluir o processo de anulação.
Se a bobina de RF ligada for mudada depois que a ferramenta DQA tenha iniciado, se você selecionar
o botão Start (Iniciar), surgirá a mensagem "Coil not Valid" ("Bobina Inválida"). Clique em OK e a
ferramenta atualiza a principal interface do usuário com a informação da nova bobina ligada.
Confirme as definições da interface do usuário e clique novamente em Start (Iniciar) para iniciar a
aquisição de dados.

9. Clique em Yes (Sim) na janela "Confirm!" (Confirmar) para reconhecer a colocação e o ponto de
referência do fantoma.

Uma barra de progresso indica o estado.


O sistema recolhe uma imagem de sinal e uma imagem de ruído e apresenta os valores para o sinal,
ruído, SNR, Ganho de Transmissão (TG) em unidades de 0,1dB e a frequência central em unidades de
Hz na janela Test Complete (Conclusão do Teste).

10. Grave os resultados e clique em OK no diálogo.


11. Clique em Exit (Sair).

Tópicos relacionados
Adquirir um escaneamento DAQA
Executar o teste de DAQA do sistema
Visualizar tendências do teste de DAQA

3-14 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Orientação de inicialização e desligamento do sistema

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sistema Manual do operador

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Teste do sistema
O teste do sistema da DAQA é executado utilizando a esfera de cabeça TLT:

Se não utilizar a esfera de cabeça TLT, colocada no posicionador apropriado (almofada ou suporte) e
centrada adequadamente, o teste irá falhar.

1. Abra o Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).


2. No Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica), clique em Service
Browser (Browser de Assistência Técnica).
3. Na guia Image Quality (Qualidade de Imagem), selecione Daily Automated Quality Assurance (Garantia
de Qualidade Automatizada Diariamente).
4. Clique em Click here to start this tool (Clique aqui para iniciar esta ferramenta) para abrir a ferramenta
e em OK no(s) diálogo(s).
5. Selecione a opção Ghosting Level and Geometric Accuracy (Nível e Precisão Geométrica do Efeito
Fantasma).
Os campos Selected Coil (Bobina Selecionada) e Selected Scan Plane (Plano de Digitalização
Selecionado) estão indisponíveis.

6. Clique em Start (Iniciar) para iniciar o teste.


O botão Abort (Anular) interrompe a aquisição/pós-processamento de dados antes da conclusão.
Quando selecionado, o sistema irá demorar até 30 segundos para concluir o processo de anulação.
Se a bobina de RF ligada for mudada depois que a ferramenta DQA tenha iniciado, se você selecionar
o botão Start (Iniciar), surgirá a mensagem "Coil not Valid" ("Bobina Inválida"). Clique em OK e a
ferramenta atualiza a principal interface do usuário com a informação da nova bobina ligada.
Confirme as definições da interface do usuário e clique novamente em Start (Iniciar) para iniciar a
aquisição de dados.

7. Clique em Yes (Sim) na mensagem "Confirm!" (Confirmar) para reconhecer a correta utilização da bobina
e do fantoma.
8. Clique em Yes (Sim) na mensagem "Confirm!" (Confirmar) para reconhecer a colocação e o ponto de
referência do fantoma.
Uma barra de progresso indica o estado.

O sistema adquire três imagens de sinal dos três planos e uma imagem de ruído axial. A imagem do
sinal axial é utilizada para calcular a frequência central, o ganho de transmissão, SNR, efeito
fantasma e precisão geométrica. A imagem de ruído é utilizada para calcular o SNR. As imagens
sagital e coronal são utilizadas para calcular a precisão geométrica. Os resultados são apresentados
na janela Test Complete (Conclusão do Teste).

9. Grave os resultados e clique em OK no diálogo.


10. Clique em Exit (Sair).

Tópicos relacionados
Adquirir um escaneamento DAQA
Executar o teste DAQA do SNR
Visualizar tendências do teste de DAQA
Orientação de inicialização e desligamento do sistema

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DIARIAMENTE

Definição de tendências DAQA


Utilize estes passos para visualizar as tendências dos testes DAQA.

1. Abra o Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).


2. Na guia Image Quality (Qualidade de Imagem), selecione Daily Automated Quality Assurance (Garantia
de Qualidade Automatizada Diariamente) para visualizar a janela Daily Automated Quality Assurance
(Garantia de Qualidade Automatizada Diariamente).
3. Clique em Click here to start this tool (Clique aqui para iniciar esta ferramenta) para abrir a
ferramenta e em OK no(s) diálogo(s).
4. Clique em Trend Data (Dados de Tendências) para visualizar a tela Trend Viewer (Visualizador de
Tendências).
Figura 3-9: Tela do Visualizador de Tendências

5. Clique em uma das bobinas e em um dos itens na lista Result File (Resultados de Arquivos) para
visualizar o gráfico de tendências.

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sistema Manual do operador

Figura 3-10: Gráfico de tendências

6. Clique em qualquer um dos botões de opção disponíveis para visualizar um gráfico único, representativo
da etiqueta de opção.
7. Clique em Fechar para fechar a tela Visualizador de Tendências.

Tópicos relacionados
Adquirir um escaneamento DAQA
Executar o teste DAQA do SNR
Executar o teste de DAQA do sistema

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Manual do operador tema

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DIARIAMENTE

Mensagens DAQA
A tabela seguinte apresenta o conteúdo das mensagens DAQA.
# Mensagem
A different coil is connected! (Uma bobina diferente está ligada!) Please re-select the coil and
1. plane before hitting [Start]. Coil not valid. (Por favor volte a selecionar a bobina e o plano antes
de pressionar [Iniciar]. Bobina inválida.)
A different coil is connected! (Uma bobina diferente está ligada!) This coil is also not supported
by Daily QA Tool. (Esta bobina também não é suportada pela Ferramenta de GQ Diária.) Please
2.
plug in a valid supported coil before hitting [Start]. Coil not valid. (Por favor ligue uma bobina
suportada válida antes de pressionar [Iniciar]. Bobina inválida.)
3. Distorção Geométrica de Aberração
4. Abort (Abortar)
"ATP execution has hung, please check atp process or the scanner hardware" (A execução de
5.
ATP foi bloqueada, por favor verifique o processo atp ou o hardware do scanner)
but was called with incorrect input arguments., ... (mas foi chamado com argumentos de
6.
entrada incorretos., ...)
Center not within the object. (Centro fora do objeto.) This algorithm works best for convex
7. objects. (Este algoritmo funciona melhor para objetos convexos.) Very likely that your results
are in error (É muito provável que os seus resultados estejam em condição de erro)
8. Centre Frequency (Frequência Central)
9. Close (Fechar)
10. Coil configuration notice (Aviso de configuração de bobina)
11. Daily Automated Quality Assurance (Garantia de Qualidade Automatizada Diariamente)
12. Daily QA Tool aborted on date_time (Ferramenta de GQ Diária cancelada em data_hora)
Do you really want to abort the current scan?','Abort? (Quer realmente cancelar a digitalização
13.
atual? Cancelar?)
14. ERROR (ERRO)
Error building SVAT file for manual prescan. (Erro na construção do arquivo SVAT para pré-
15.
escaneamento manual.)
Error building SVAT file to load the protocol. (Erro na construção do arquivo SVAT para carregar
16.
o protocolo.)
17. Error editing the protocol for COIL (Erro na edição do protocolo para BOBINA)
18. Error editing the protocol for FOV (Erro na edição do protocolo para FOV)
19. Error editing the protocol for GRADMODE (Erro na edição do protocolo para GRADMODE)
20. Error editing the protocol for PLANE (Erro na edição do protocolo para PLANO)
21. Error editing the protocol for SWAPPF (Erro na edição do protocolo para SWAPPF)
Error executing the SVAT script to load the protocol. (Erro na execução do script SVAT para
22.
carregar o protocolo.)
Error executing the SVAT script to run Auto-Prescan. (Erro na execução do script SVAT para
23.
executar o Pré-escaneamento Automático.)
24. Error executing the SVAT script to run first image scan. (Erro na execução do script SVAT para

6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10 3-19


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sistema Manual do operador

# Mensagem
executar o escaneamento da primeira imagem.)
Error executing the SVAT script to run Manual-Prescan. (Erro na execução do script SVAT para
25.
executar o Pré-escaneamento Manual.)
Error executing the SVAT script to run second image scan. (Erro na execução do script SVAT
26.
para executar o escaneamento da segunda imagem.)
27. Error from get_coilid function. (Erro da função get_coilid.)
28. Error from read_coil_id_list function. (Erro da função read_coil_id_list.)
29. Error with abort_svat function (Erro com a função abort_svat)
30. ERROR with APS_EVENT svat command (ERRO com o comando svat APS_EVENT)
31. ERROR with DOWNLOAD svat command (ERRO com o comando svat DOWNLOAD)
ERROR with DOWNLOAD svat command, scanner busy (ERRO com o comando svat
32.
DOWNLOAD, scanner ocupado)
ERROR with IPG_ADVANCE_TOSC svat command (ERRO com comando svat IPG_ADVANCE_
33.
TOSC)
34. ERROR with LOADPROTOCOL svat command (ERRO com o comando svat LOADPROTOCOL)
35. ERROR with MODIFY_CV svat command (ERRO com o comando svat MODIFY_CV)
36. ERROR with MPS_SCAN_TR svat command (ERRO com o comando svat MPS_SCAN_TR)
37. ERROR with NEW_EXAM svat command (ERRO com o comando svat NEW_EXAM)
38. ERROR with PROTOCOL_DIR svat command (ERRO com o comando svat PROTOCOL_DIR)
39. ERROR with PROTOCOL_MODE svat command (ERRO com o comando svat PROTOCOL_NAME)
40. ERROR with PSC_UPDATE_VAL svat command (ERRO com o comando svat PSC_UPDATE_VAL)
41. ERROR with RECON_STOPPED svat command (ERRO com o comando svat RECON_STOPPED)
42. ERROR with RESET_SCAN svat command (ERRO com o comando svat RESET_SCAN)
43. Error with reset_svat function (Erro com a função reset_svat)
44. ERROR with SCAN_EVENT svat command (ERRO com o comando svat SCAN_EVENT)
ERROR with START_LOOP_EVENT svat command (ERRO com o comando svat START_LOOP_
45.
EVENT)
ERROR with STOP_LOOP_EVENT svat command (ERRO com o comando svat STOP_LOOP_
46.
EVENT)
47. Error with table_wait_time function (Erro com função table_wait_time)
48. ERROR with VIEW_EDIT svat command (ERRO com o comando svat VIEW_EDIT)
49. Error! (Erro!) Cannot find the phantom! (Não é possível encontrar o fantoma!)
Error! (Erro!) Two test images do not have the same size! (Duas imagens de teste não têm o
50.
mesmo tamanho!)
51. Exit (Sair)
52. Ghosting Level (Nível de Imagens-Fantasma)
53. Ghosting Level & Geometric Accuracy (Nível e Precisão Geométrica do Efeito Fantasma)
54. Images: (Imagens:) too Few Inputs (Entradas a menos)
55. Images: (Imagens:) too Many Inputs (muitas Entradas)
Incomplete Rx, please check coil and landmark (Rx incompleto, por favor verifique a bobina e o
56.
ponto de referência)

3-20 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Manual do operador tema

# Mensagem
57. Max (Máx.)
58. Maximum Geometric Distortion (Distorção Geométrica Máxima)
59. Mean (Média)
60. Mín.
61. No (Não)
62. No P files found!!! (Não foram encontrados arquivos P!!!)
63. No valid landmark (Nenhum ponto de referência válido)
64. Noise (Ruído)
Nota: Phantom placement and coil landmarking are critical for repeatable results. (A posição
do fantoma e o ponto de referência da bobina são críticos para resultados reproduzíveis.)
Verify coil and phantom are properly placed and landmarked at correct location. (Verifique se a
65.
bobina e o fantoma estão devidamente colocados e referenciados na localização correta.) Also
verify there are no large air bubbles in the phantom. (Verifique também que não existem
grandes bolhas de ar no fantoma). Do you wish to continue? (Deseja continuar?)
66. OK
Only system configuration is allowed for ghosting level option. (Só é permitida a configuração
do sistema para a opção de nível de imagens-fantasma.) Make sure you landmark on this
67. configuration or unselect ghosting level option. (Certifique-se de que referencia nesta
configuração ou elimina a seleção da opção do nível de imagens-fantasma.) SNR is measured
on Axial plane (O SNR é medido no plano Axial)
68. Please Select a DAQA history file (Selecione um arquivo do histórico DAQA)
69. Please select the coil ! (Selecione a bobina!) Select Coil (Selecionar Bobina)
Please select the coil and scan plane!. Select Coil & Plane (Selecione a bobina e o plano de
70.
escaneamento! Selecionar Bobina e Plano)
Please wait at least 15 minutes before scanning to prevent swirling artifacts. (Aguarde pelo
71. menos 15 minutos antes de escanear para evitar artefatos giratórios.) Do you wish to
continue? (Deseja continuar?)
72. Please wait while the DAQA initializes. (Aguarde enquanto o DAQA inicia.)
73. Protocol download failed (A transferência do protocolo falhou)
74. Result Files (Arquivos de Resultados)
75. Scale Geometric Distortion (Distorção Geométrica de Escala)
76. Select coil (Selecione bobina)
77. Select Scan Plane (Selecione Plano de Escaneamento)
78. Signal (Sinal)
79. SNR
80. Standard Deviation (Desvio Padrão)
81. Start (Iniciar)
82. Success: (Bem-sucedido:) Center within the object!!! (Centro dentro do objeto!!!)
Sufficient Data is not available for trending. (Não estão disponíveis dados suficientes para
83. análise de tendências.) Atleast two runs of the DAQA tool is required. (São necessárias pelo
menos duas execuções da ferramenta DAQA.)
Table check has hung, please check table_feedback process or the scanner hardware (A
84.
verificação da mesa foi bloqueada, verifique o processo table_feedback ou o hardware do

6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10 3-21


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sistema Manual do operador

# Mensagem
scanner)
85. Test Completed (Teste Concluído)
86. Test Completed (Teste Concluído)
Test Completed! (Teste Concluído!) Results are recorded in output file (Os resultados são
87.
gravados no arquivo produzido)
Test proceeds without at least 15-minute waiting time. (O teste prossegue sem um tempo de
espera de, pelo menos, 15 minutos.) Test result might not be stale','Test proceeds without
88.
enough waiting time (O resultado do teste pode não ser estável. O teste prossegue sem
suficiente tempo de espera)
The current coil is not supported by Daily QA Tool. (A bobina atual não é suportada pela
Ferramenta de GQ Diária.) Please plug in a valid supported coil before hitting [Satrt]. Coil not
89.
valid. (Por favor ligue uma bobina suportada válida antes de pressionar [Iniciar]. Bobina
inválida.)
90. There is not that many files listed !!! (Não existem tantos arquivos listados!!!)
There might be artifacts on the test images or you are not using homogeneous phantoms!
91.
(Podem existir artefatos nas imagens de teste ou não está utilizando fantomas homogêneos!)
92. Ganho de transmissão
93. Trend Data (Dados de Tendência)
94. Trend Viewer (Visualizador da Tendência)
95. Wait for a minute after moving the table (Aguarde um minuto depois de mover a mesa)
96. Yes (Sim)
You chose to include ghosting level and geometry accuracy in addition to SNR in the test. (Você
escolheu incluir o nível e precisão geométrica do efeito-fantasma para além do SNR no teste.)
The test will use connected coil configuration and 17 cm sphere phantom with loader if Head
97. Coil is used, otherwise 17 cm sphere phantom without loader. (O teste irá utilizar a
configuração da bobina ligada e um fantoma de esfera de 17 cm com carregador se for usada
a Bobina da Cabeça, caso contrário o fantoma de esfera de 17 cm sem carregador.) Do you
want to continue? (Deseja continuar?)
You chose to include ghosting level and geometry accuracy in addition to SNR in the test. (Você
escolheu incluir o nível e precisão geométrica do efeito-fantasma para além do SNR no teste.)
98. The test will use connected coil configuration and 27 cm sphere phantom with a loader. (O
teste irá utilizar a configuração de bobina ligada e um fantoma de esfera de 17 cm com um
carregador.) Do you want to continue? (Deseja continuar?)
You chose to use connected coil configuration and Axial plane. (Escolheu utilizar a configuração
da bobina ligada e um plano Axial.) Please make sure that you use a 17 cm sphere phantom
with loader if Head Coil is used, otherwise 17 cm sphere phantom without loader. (Por favor
99.
certifique-se de que usa um fantoma de esfera de 17 cm com carregador se for usada a
Bobina da Cabeça, caso contrário utilize o fantoma de esfera de 17 cm sem carregador.) Do
you want to continue? (Deseja continuar?)

Tópicos relacionados
Procedimento de DAQA
Procedimento de teste do SNR da DAQA
Procedimento de teste do sistema da DAQA

3-22 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Capítulo 4: Gestão do sistema


A área de trabalho System Management (Gestão do Sistema) permite-lhe acessar o Service Desktop Manager
(Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica), Error Log (Registro de Erros), tela Gating Control
(Monitorização de Controle), iLINQ, System Preferences (Preferências do Sistema), e-Report (Relatório
Eletrônico) e à guia Protocol Management (Gestão de Protocolos). Você pode realizar tarefas de manutenção
planejadas e testes de desempenho do software, salvar dados brutos, alterar a data e a hora do sistema,
reorganizar protocolos ou ligar ao TiP Virtual Assist (Assistência Virtual TiP) a partir destas áreas.

Procedimentos
Abrir área de trabalho de Gestão do Sistema
Abrir o Service Desktop Manager
Definições de anonimato
Visualizar Registro de Erros
Procedimento do Conversor de Imagens Legadas
Planned Maintenance (Manutenção Planejada)
Salvar dados brutos
Configuração da senha de dB/dt de segundo nível
Escrever uma mensagem no Bloco de Notas de Assistência Técnica
Acertar data/hora do sistema
Assistência Virtual TiP
Relatório Eletrônico

6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10 4-1


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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Área de trabalho de Gestão do Sistema

Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de trabalho
System Management (Gestão do Sistema).
Desloque para a parte inferior do gráfico para ver os detalhes.
Figura 4-1: Área de trabalho de Gestão do Sistema

Tabela 4-1: Legenda da imagem de área de trabalho de Gestão do Sistema

# Descrição
1 Ícone Ferramentas
2 Área de aplicações
3 Área de trabalho de Gestão do Sistema

Área de trabalho de aplicações


Cada guia apresenta telas diferentes da área de trabalho de Gestão do Sistema.

Tela do Gestor da Área de Trabalho de Serviços


Tela Registro de Erros
Tela Monitoração de Controle
Tela Protocolo Man (Protocolo Manual) na tela Tools (Ferramentas)

Tópicos relacionados
Abrir a área de trabalho de Gestão do Sistema
Abrir o Service Desktop Manager
Orientação de Gestão do Sistema

4-2 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Procedimento de Relatório Eletrônico


Utilize estes passos para visualizar, imprimir para pdf ou exportar um relatório.

1. Na área do rodapé da tela, clique no ícone e-Report (Relatório Eletrônico) .

A apresentação de um "i" junto ao ícone indica que existe um relatório por ler .

2. Na tela View Service Reports (Visualizar Relatórios da Assistência Técnica), clique na caixa de texto
Unread report (Relatório não lido) desejada e, em seguida, clique em View (Visualizar).

O relatório abre.
O relatório é transferido para a lista Reports (Relatórios).
Clique em View Reports (Visualizar Relatórios) para voltar à lista View Service Reports (Visualizar
Relatórios de Serviço), para visualizar e ler relatórios.

3. Para imprimir o relatório para formato pdf, clique em Print (Imprimir).


4. Para exportar o relatório, insira um dispositivo USB na unidade USB do computador, ou um CD na
unidade de CD/DVD, selecione o(s) relatório(s) desejado(s) e clique em Export (Exportar).
5. Na janela emergente Media (Multimídia), selecione CD, DVD ou USB. Clique em OK para iniciar a
exportação.
6. Clique em Close (Fechar) para sair do aplicativo.

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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Procedimento de visualização de mensagens do


Registro de Erros
Utilize estes passos para visualizar as mensagens do Registro de Erros, ou a hora a que uma mensagem de
erro ocorreu.

Visualizar mensagens do sistema

1. Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de


trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia Error Log (Registro de Erros) no lado esquerdo da tela.
3. Na tela Error log (Registro de Erros), clique em View Log (Visualizar Registro).
4. Clique em Select Viewing level (Selecionar Nível de Visualização) e escolha um nível de visualização.
5. Clique em OK.
6. Utilize os botões na parte inferior da tela para navegar pelo registro de erros.

Visualizar mensagens da Gestão de Imagem

1. Clique no ícone Image Management (Gestão de Imagem) .


2. Visualize a área de mensagens à direita da Patient List (Lista de Pacientes).

Visualizar mensagens de escaneamento


1. É aberta uma sessão de escaneamento.
2. Na área de trabalho de escaneamento, visualize a área de mensagens na tela Scan Parameters
(Parâmetros de Escaneamento).

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Redigir uma mensagem para a assistência técnica
Orientação de Gestão do Sistema

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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Procedimento do Conversor de Imagens Legadas


Utilize estes passos para converter imagens no sistema de ressonância magnética, para que possam ser
apresentadas em um sistema de ressonância magnética anterior ao 11.0.

1. Na área do cabeçalho, clique na seta do ícone Tools (Ferramentas).


2. Clique em Command Window...(Janela de Comando...) para abrir uma janela de comando.
3. Escreva LIC e pressione Enter.
4. Na tela Legacy Image Converter (Conversor de Imagens Legadas) selecione o exame e a série para
processamento. Os seguintes tipos de imagens não são suportados e não podem ser convertidos:
TRICKS, FIESTA-C, VIBRANT, PROPELLER
Imagens de dados brutos (arquivos "P" incorporados)
Imagens filtradas (exceto imagens SCIC, as quais podem ser convertidas)
Imagens de formato legado (essas imagens já apresentam o formato correto)
Imagens de terceiros (imagens não GE)

Objetos GSPS
Objetos SR

5. Clique em Start (Iniciar) para iniciar o processamento das imagens.


Durante o processamento das imagens, você pode clicar em Cancel (Cancelar) para interromper a
conversão ativa.
Uma vez iniciado o processamento, é adicionado ao navegador um novo exame, com o mesmo
número de exame. À medida que as imagens são convertidas, elas são apresentadas no navegador
de imagem, sob o novo exame recentemente criado. (Consulte Identificar Imagens Convertidas, a
seguir, para obter informações sobre como distinguir os exames originais dos exames no formato
legado.)

6. Só pode ser selecionado um exame de cada vez e, dentro deste exame, a aplicação apenas processará a
série selecionada (podem ser selecionadas mais do que uma série). Portanto, para processar mais
exames, volte ao passo 4.
7. Quando o processamento ficar concluído, o botão Cancel (Cancelar) ficará desativado e os botões Start
(Iniciar) e Close (Fechar) ficarão disponíveis.
8. Verifique se existem erros reportados na área de mensagens e, em seguida, pressione o botão Close
(Fechar) na interface do usuário do LIC. A tela da interface do usuário do LIC desaparece.
O novo exame é criado utilizando a mesma numeração do original para exame, série e imagens. As
imagens legadas podem ser identificadas pela anotação "Signa 1.5T SYS", em vez do sistema (por
exemplo: "Optima MR450 1.5T") quando apresentadas no visualizador.
Depois de serem enviadas, através da rede, para um scanner Lx de versão anterior à 11.0 (por
exemplo, 9.x, 10.x), as imagens no formato legado podem ser identificadas por apresentarem o tipo
"Advt", em vez de "DICO", no navegador de imagens.
9. As imagens convertidas podem ser utilizadas com aplicações de sistema legadas, tais como a Análise de
Fluxo CV no sistema AW3.1. Uma vez enviadas, através da rede, para um scanner Lx (de versão anterior
à 11.0) ou para uma estação de trabalho AW 3.1 ou 4.0, as imagens convertidas podem ser
posteriormente enviadas para sistemas Genesis (5.x). (As imagens formatadas na versão 11.x e não
convertidas não podem ser enviadas para um sistema Genesis.)

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Capítulo 4: Gestão do sistema
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Mensagens e condições de erro

Conversão bem-sucedida
A mensagem seguinte é apresentada na caixa de mensagens depois da conversão de cada uma das séries
processadas ter sido concluída com sucesso (Figura 1-1):
"Series #: Passed: Processed xxx Images" ("Série nº: Aprovada: xxx imagens processadas.")

Conversão malsucedida
Se for tentado o processamento de uma série que contenha tipos de imagens não suportados, é apresentada
uma das seguintes mensagens, não sendo convertidas quaisquer imagens pertencentes a essa série.
"Series #: Failed: Fiesta-c, Tricks, Vibrant etc series not Supported." ("Série nº: Falha da conversão: As
séries Fiesta-c, Tricks, Vibrant, etc. não são suportadas.")
"Series #: Failed: fMRI Series Cannot be converted." (Série nº: Falha da conversão: As séries fMRI não
podem ser convertidas.")
"Series #: Failed: Post Processed Images Cannot be converted." ("Série nº: Falha da conversão: As
imagens pós-processadas não podem ser convertidas.")
"Series #: Failed: Raw data Images Cannot be converted." ("Série nº: Falha da conversão: As imagens de
dados brutos não podem ser convertidas.")
"Series #: Failed: Monarch Images Cannot be converted." ("Série nº: Falha da conversão: As imagens
Monarch não podem ser convertidas.")
"Series #: Failed: Filtered (non-SCIC) Images Cannot be converted." ("Série nº: Falha da conversão: As
imagens filtradas (não SCIC) não podem ser convertidas.")
"Series #: Failed: Legacy Images Cannot be converted." ("Série nº: Falha da conversão: As imagens
legadas não podem ser convertidas.")

Outras condições de erro


Se forem selecionados vários exames na Patient List (Lista de Pacientes) e você clicar em Start (Iniciar), é
exibido o seguinte erro:
"Multiple Exams Not Supported" ("Exames Múltiplos Não Suportados")
Selecione um único exame e, em seguida, selecione as séries contidas no exame e que você deseja processar.
Se precisar converter vários exames, você deve converter um de cada vez.
Se você clicar em Start (Iniciar) uma segunda vez, sem alterar a seleção na Lista de Pacientes, a seguinte
mensagem é apresentada (não ocorrerá qualquer processamento de imagens):
"Exam #: Failed: Already Converted/Rejected" ("Exame nº: Falha da conversão: Já convertido/rejeitado")
Isso impede a criação acidental de várias cópias de um mesmo conjunto de imagens. É possível fechar a
aplicação LIC e reiniciá-la, para criar um conjunto duplicado de imagens convertidas.

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Procedimentos de Manutenção Planejada


Utilize estes passos para responder às mensagens de PM Assist (Assistência para Manutenção Planejada)
apresentadas periodicamente no sistema.

Mensagem de Data de Manutenção Planejada


A mensagem de Data de Manutenção Planejada "This system should have Planned Maintenance performed
before <date>" ("Esse sistema deve ter a Manutenção Planejada realizada antes de <data>"), em que <data> é o
último dia do mês em curso, é apresentada quando a resposta à mensagem de Manutenção Planejada em
Atraso for Sim. O aviso é apresentado na área Operator Attention (Atenção do Operador), no início de cada
prescrição de um novo paciente. A mensagem aparece uma vez e é substituída por qualquer outra mensagem
publicada na área. Não é necessária qualquer confirmação.

Manutenção Planejada Atrasada


A mensagem PM Overdue (Manutenção Planejada Atrasada) é apresentada se o intervalo de Manutenção
Planejada tiver sido muito longo.

1. Introduza as suas iniciais na caixa de texto.


2. Introduza a data nas caixas de texto.

Depois de responder, a inicialização do sistema é concluída sem mais espera.

Falha da Manutenção Planejada


A mensagem PM Failure (Falha da Manutenção Planejada) é apresentada quando existirem certas falhas que
não tenham sido resolvidas no prazo de 21 dias após a última Manutenção Planejada. A mensagem aparece
durante a inicialização do sistema e na área de Atenção do Operador no início de cada prescrição de um novo
paciente. A mensagem aparece uma vez e é substituída por qualquer outra mensagem publicada na área.

1. Introduza as suas iniciais na caixa de texto.


2. Clique em OK.

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Procedimento de gravação de dados brutos


Utilize estes passos para salvar os dados brutos imediatamente após um escaneamento estar concluído.
Devido ao fato de os dados brutos residirem na memória temporária do sistema, você deve salvar esses dados
antes de iniciar a série seguinte. Seja paciente durante a transferência de dados brutos.

1. Na área do cabeçalho da tela, clique no ícone Tools (Ferramentas) .


2. Na área de trabalho System Management (Gestão do Sistema), clique na guia Service Desktop
Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).
3. No Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica, clique em Service Browser (Navegador de
Assistência Técnica).
4. Na tela da área de trabalho de Assistência Técnica de Ressonância Magnética, clique na guia Utilities
(Utilitários).

5. Selecione Raw File Manager (Gestor de Ficheiros Brutos) na lista de procedimentos.


6. Clique em Click here to start this tool (Clique aqui para iniciar esta ferramenta).
7. Selecione os dados na área de TPS.
8. Clique em TPS to Disk (TPS para Disco).

Os dados brutos são salvos no disco rígido do sistema até que sejam removidos.
Os dados brutos ocupam espaço em disco e, quando este fica cheio, o desempenho do sistema pode
ser afetado.

9. Clique em File > Exit (Arquivo > Sair).

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Manual do operador

Procedimento de configuração da senha de dB/dt de


Segundo Nível
Para configurar ou alterar a sua senha, siga estes passos:

1. Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de


trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica) .
3. No Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica, clique em Guided Install (Instalação Guiada).
4. Na lista dos aplicativos, clique em SAR dB/dt.
5. Clique em Start (Iniciar).
6. Clique em SAR dB/dtLevel (Nível dB/dt do SAR), para ver a tela Nível dB/dt do SAR.
7. Verifique se o aviso Enable SAR dB/dt Level (Ativar Níveis de dB/dt e SAR) está selecionado para Yes
(Sim).
8. Introduza a sua senha atual ou uma nova senha, caso esteja configurando a senha pela primeira vez.
Se você estiver alterando a senha e não sabe a sua senha atual, consulte o seu técnico de
manutenção, que deverá contatar a GE para desativar o bloqueio existente.
Você também pode clicar em Reset password to default (Redefinir senha para predefinição). Esta
ação requer igualmente uma senha que esteja definida no FE MODE (MODO FE). Consulte o seu
técnico de manutenção ou administrador do site para obter a senha do FE MODE (MODO FE).

9. Se estiver alterando uma senha, volte a introduzir a nova senha.


10. Clique em Save the new password (Salvar nova senha).
11. Clique em OK.
12. Clique em File > Quit (Arquivo > Sair) no topo da tela.
13. Clique em Yes (Sim).

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Capítulo 4: Gestão do sistema
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Procedimento de escrita de mensagens no Bloco de


Notas de Assistência Técnica
Utilize estes passos para escrever uma mensagem que será apresentada no Registro de Erros.

1. Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de


trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia Error Log (Registro de Erros).
3. Clique em View Current Messages (Visualizar Mensagens Atuais).
4. Na tela Scan Error Log (Registro de Erros de Escaneamento), clique em Notepad (Bloco de Notas).
5. Verifique se a tecla Number Lock (Bloqueio Numérico) está desativada.
6. Na caixa de texto Service Notepad (Bloco de Notas de Assistência Técnica), introduza uma mensagem.
7. Clique em Save (Salvar) para guardar a mensagem no registro de erros e fechar a janela.
A opção Clear (Limpar) apaga a mensagem e permite-lhe escrever uma nova mensagem.
A opção Exit (Sair) fecha a tela do Bloco de Notas de Assistência Técnica sem colocar a sua
mensagem no Registro de Erros de Escaneamento.

Tópicos relacionados
Visualizar registro de erros
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4-10 6339016-399 Brazilian Portuguese (11/2018) Rev 10


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Procedimentos de acerto da data e hora do sistema


Utilize estes passos para alterar a data ou a hora apresentada na área de rodapé do sistema de ressonância
magnética.

Considerações
Se a hora do scanner ficar dessincronizada da hora real, é provável que o servidor NTP não tenha sido
configurado para sincronizar a hora com o scanner de ressonância magnética. Consulte o seu técnico de
manutenção para configurar corretamente o servidor NTP.

1. Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de


trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia Service Desktop Manager (Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica).
3. No Gestor da Área de Trabalho de Assistência Técnica, clique em Guided Install (Instalação Guiada).
4. Na lista de aplicativos, clique em Set Time/Date (Acertar Hora/Data).
5. Clique em Start (Iniciar).
6. Na tela Guided Install (Instalação Guiada), clique em Set Time/Date (Acertar Hora/Data).

Selecionar um fuso horário


1. Na tela Set Time/Date (Acertar Hora/Data), selecione a região geográfica e/ou fuso horário desejados.
Por exemplo, se desejar alterar o fuso horário para Eastern Time (Costa Oriental dos Estados Unidos),
clique em Americas + e navegue até United States (Estados Unidos). Clique em United States +
(Estados Unidos +) e selecione o fuso horário desejado.
Figura 4-2: Menu do fuso horário

2. Clique em Set Time Zone (Definir Fuso Horário).


3. Clique em OK.

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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Mudar a data ou hora


1. No campo Current Date/Time/Zone (Data/Hora/Fuso Horário Actual) na tela Set Time/Date (Acertar
Hora/Data), clique duas vezes em um campo para selecioná-lo.
Figura 4-3: Por exemplo, faça duplo clique na data.

2. Utilize os botões de seta para alterar o valor.


Figura 4-4: Botões de seta no campo de data

3. Repita os passos 1 e 2 até que todos os campos de data e hora necessários tenham sido ajustados.
4. Clique em Set Time/Date (Acertar Hora/Data).
5. Clique em OK em todas as mensagens de confirmação.

Fechar a Instalação Guiada


O botão Configure (Configurar) não está ativado para mudar a hora ou data. Depois de selecionar Set
Time/Date (Acertar Hora/Data) ou Set Time Zone (Definir Fuso Horário), responda aos diálogos de
confirmação e feche a Instalação Guiada. As suas seleções são ativadas depois de reiniciar o sistema.

1. Na barra de menus de Guided Install (Instalação Guiada), clique em File > Quit (Arquivo > Sair).
2. Clique em Yes (Sim).
3. Reinicie o sistema para ativar a alteração de data/hora/fuso horário.

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Orientação de Gestão do Sistema

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Capítulo 4: Gestão do sistema
Manual do operador

Procedimento de ativação da Assistência Virtual TiP


Utilize estes passos para ativar a TVA, para obter assistência técnica ao vivo e a pedido para a resolução de
problemas de desempenho do sistema.

1. Na área do cabeçalho, clique no ícone Tools (Ferramentas) para abrir a área de


trabalho System Management (Gestão do Sistema).
2. Clique na guia iLINQ.

Ou clique no ícone iLINQ é apresentado na área do rodapé da tela.

3. Clique em Virtual Assist (Assistência Virtual) e selecione TiP Virtual Assist (Assistência Virtual TiP) na
lista.
4. Clique em Accept (Aceitar) para visualizar a tela Remote training (Formação Remota) e ligue o console
ao TVA.

Os botões apresentados dependem do estado atual da sessão de formação.


A opção Cancel (Cancelar) fecha a tela sem ligar ao TVA.

Tópicos relacionados
Orientação de Gestão do Sistema

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de


Impulsos)
Uma PSD consiste em uma série de impulsos de RF e de gradiente, e de intervalos entre eles, sendo utilizados
em conjunto com os campos magnéticos dos gradientes para produzir imagens de ressonância magnética. As
PSDs são organizadas em famílias.

Procedimentos

Procedimentos gerais
Localizador de 3 Planos
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos de parâmetros de digitalização
Parâmetros de temporização de digitalização PD/T2
Parâmetros de temporização de digitalização T1
Parâmetros de temporização de digitalização T2*
Parâmetros de temporização de digitalização vascular

Seleções da família de digitalização EPI


Seleções do parâmetro de digitalização EPI
Considerações sobre DWI
Considerações sobre DTI
Considerações sobre EPI FLAIR
Considerações sobre EPI GRE
Considerações sobre EPI com SE

Seleções da família de digitalização de FSE


Considerações sobre o Cubo
Seleções de parâmetros de digitalização FSE
Considerações sobre FSE-XL
Considerações sobre FLAIR
Considerações sobre RFSE Rápido
Considerações sobre FSE-IR
Considerações sobre FSE-XL IR Duplo e Triplo
Considerações sobre SSFSE

Procedimentos e seleções da família de digitalização de GRE


Seleções de parâmetros de digitalização de GRE
Fiesta
Considerações sobre FIESTA 2D
Considerações sobre FIESTA-C 3D
Considerações sobre FIESTA 3D
GRE/SPGR
Considerações sobre GRE

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impul- Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
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Considerações sobre SPGR


Considerações sobre GRE Rápido
Considerações sobre SPGR Rápido
Aplicações de SPGR/GRE Rápido
Considerações sobre GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco para R2*
Procedimento GRE Rápido/SPGR Rápido 3D de eco duplo
Considerações sobre Curso de Tempo de GRE Rápido
Considerações sobre MDE 2D
Considerações sobre MDE 3D
Considerações sobre FastCINE
Outras PSDs GRE
Considerações sobre LAVA
Considerações sobre MERGE
Procedimento de SWAN
Fluxo de trabalho VIBRANT

Seleções da família de digitalização de PROPELLER


Seleções de parâmetros de digitalização de PROPELLER
Considerações sobre DWI Cérebro
Considerações sobre FLAIR T2 Cérebro
Considerações sobre T2 Cérebro
Considerações sobre membros PROPELLER
Comparação de resolução de PROPELLER
Considerações sobre FLAIR T1
Considerações sobre T2 Corpo

Procedimentos da família de espectroscopia


Parâmetros de escaneamento de espectroscopia
Considerações sobre PRESS CSI
Considerações sobre CSI PROBE 2D
Considerações sobre CSI PROBE 3D
Considerações sobre PROBE-P
Considerações sobre PROBE SVQ

Seleções da família de digitalização de Eco de Rotação


Seleções do parâmetro de digitalização SE/IR
Considerações sobre Eco de Rotação
Procedimento de Ângulo de Rotação do Eco de Rotação
Considerações sobre Recuperação de Inversão

Seleções da família de digitalização Vascular


Seleções de parâmetros de digitalização vascular
TOF
TOF: Considerações sobre GRE/SPGR TOF 2D Rápido
TOF: Considerações sobre GRE/SPGR TOF 2D

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

TOF: Considerações sobre GRE/SPGR TOF 3D Rápido


TOF: Considerações sobre GRE/SPGR TOF 3D
FastCine e FastCard
Considerações sobre FastCINE
Considerações sobre GRE/SPGR FastCard
Sem Contraste
Procedimento de Fluxo Melhorado IR 3D
Procedimento de Velocidade 3D Melhorada
Procedimento de Afluxo Melhorado
Considerações sobre Inhance Deltaflow
Procedimento de definição do atraso ideal do sinalizador
Phase Contrast (Contraste de Fases)
Considerações sobre PC 2D
Considerações sobre PC 3D
Considerações sobre VENC PC
Considerações sobre Contraste de Fases 2D Rápido

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sos) Manual do operador

Orientação do Localizador de 3 Planos


Os Localizadores de 3 Planos adquirem três planos em uma única aquisição e os apresentam no Rx Gráfico,
prescrições de corte, volume, impulso de SAT e rastreador. Cada plano é adquirido em uma passagem
diferente. Também é possível prescrever um Localizador de 3 Planos oblíquo a partir de um Localizador de 3
Planos inicial, o que pode ser particularmente útil para prescrever cortes na verdadeira orientação anatômica,
como no caso dos membros e do coração.
Um Localizador de 3 Planos só pode ser adquirido no modo 2D. Há quatro sequências de impulsos de
localizador que são, em geral, suficientemente rápidas para serem adquiridas em uma única apneia
inspiratória. Muitos dos parâmetros de digitalização estão pré-selecionados.

Procedimentos
Seleções de digitalização do Localizador de 3 Planos
Seleção do plano

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

Orientação da família de EPI


O EPI utiliza vários impulsos de gradiente de oscilação dentro de um período TR para criar o eco. O EPI é similar
a uma sequência FSE, exceto por utilizar gradientes (que levam menos tempo para ligar e desligar) em vez de
impulsos de RF para produzir ecos. A eficácia de um gradiente relativamente a um impulso de RF para produzir
eco resulta em SAR reduzida e maior número de cortes em comparação com uma aquisição FSE. Tal como a
FSE, a EPI usa um ET para produzir numerosos ecos dentro de um período TR que preenche rapidamente o
espaço k e, deste modo, reduz bastante o tempo de digitalização.

Considerações
Quando o sinal de gordura não é adequadamente suprimido, aparece com uma grande mudança na
direção de codificação de fase devido à baixa largura de banda na direção de codificação de fase. O sinal
de gordura é suprimido por predifinição usando impulsos de RF espectral espaciais.
As áreas próximas do limite de duas regiões com diferente suscetibilidade magnética, por exemplo,
água e ar, causam mudanças no campo B0 que resultam muitas vezes em distorção geométrica e perda
de sinal nas imagens de EPI.
Todas as sequências de impulso EPI são sensíveis a heterogeneidades de campo (em oposição a uma
FSE que praticamente elimina esses efeitos). Deste modo, as patologias que causam perturbações no
campo magnético local têm maior potencial para visualização de contraste em uma imagem EPI.

Procedimentos
Seleções do parâmetro de digitalização EPI
Considerações sobre DWI
Considerações sobre DTI
Considerações sobre EPI FLAIR
Considerações sobre EPI GRE
Considerações sobre EPI com SE
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos entre os parâmetros de digitalização
Artefato de "buraco de verme"

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impul- Optima MR360 (16 Beat) / Brivo MR355 (16 Beat)
sos) Manual do operador

Orientação de família FSE


A família de sequência de impulsos FSE usa uma modificação de conceitos SE existentes para adquirir várias
linhas de dados por repetição para produzir a redução desejada no tempo de digitalização.
A FSE é um método rápido de digitalização que utiliza ecos de rotação e preenchimento do espaço k alterado. É
concebida para oferecer mais contraste rotação-eco-tipo convencional em tempos mais curtos (de 12 a 30
segundos para alguns cortes). A FSE produz contraste que pode ser associado a um TR selecionável e a um TE
de eco de rotação médio. O espaço k transversal alterado é significativo devido ao modo como a TE é usada e
ao número de vezes que a experiência de ressonância magnética (TR) pode ser repetida a fim de completar o
espaço k.

Procedimentos
Seleções de parâmetros de digitalização FSE
Considerações sobre FSE-XL
Considerações sobre FSE-XL IR Duplo e Triplo
Considerações sobre FSE-IR
Considerações sobre RFSE Rápido-XL
Considerações sobre FLAIR 
Considerações sobre o Cubo
Considerações sobre SSFSE
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos de parâmetros de digitalização
Parâmetros de temporização de digitalização PD/T2
Parâmetros de temporização de digitalização T1

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
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Orientação de família de GRE


A família de sequência de impulsos GRE utiliza gradiente inverso para criar um eco. Podem ser adquiridas em
modo 2D, 3D, ou Cine.
A sequência de impulsos GRE inverte a polaridade do gradiente para refasear prótons e formar ecos. Isto é
diferente da imagiologia SE convencional, que envolve o uso de um impulso de RF a 180º para refocar o eco e
envolve TRs relativamente longos para relaxamento longitudinal das torções. As sequências GRE utilizam um
impulso de excitação variável (menos de 90° de ângulo de rotação) para criar magnetização no plano
transverso, seguido por um impulso inverso de gradiente, que refaseia a magnetização para produzir sinais de
eco de gradiente.
As sequências GRE podem produzir imagens ponderadas T1, T2 e PD em tempos de digitalização mais curtos
que a SE e a FSE. Infelizmente, são mais sensíveis às heterogeneidades do campo magnético e paramagnético
que a SE e FSE devido ao refasamento do gradiente. O refasamento do gradiente não elimina os efeitos do
desfasamento T2*. As interfaces ar/tecido e osso/tecido, em que os tecidos estão magnetizados a diferentes
graus, sofrem artefatos de suscetibilidade magnética.

Procedimentos

Fiesta
Considerações sobre FIESTA 2D
Considerações sobre FIESTA-C 3D
Considerações sobre FIESTA 3D

GRE/SPGR
Seleções de parâmetros de digitalização de GRE
Considerações sobre GRE
Considerações sobre SPGR
Considerações sobre SPGR Rápido
Considerações sobre GRE Rápido
Considerações sobre Curso de Tempo de GRE Rápido
Aplicações de SPGR/GRE Rápido
Considerações sobre GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco para R2*
Considerações sobre MDE 2D FastCard
Considerações sobre MDE 3D FastCard
Procedimento GRE Rápido/SPGR Rápido 3D de eco duplo

Outras PSDs GRE


Considerações sobre LAVA
Considerações sobre MERGE
Procedimento de SWAN

Outras considerações relacionadas


Parâmetros de temporização de digitalização T2*
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos de parâmetros de digitalização

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Orientação de PSD

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

Família de PROPELLER 2.0 HDTM


A imagiologia PROPELLER reduz significativamente os efeitos de artefato de movimento em digitalização T2 de
rotina, T2FLAIR, T1 FLAIR e PD. E embora não reduza os artefatos de movimento, o PROPELLERDWI melhora
significativamente a qualidade da imagem na vizinhança de interfaces osso/tecido e ar/tecido, ou em torno de
interfaces tecido/metal capazes de criar artefatos de suscetibilidade. O PROPELLER também melhora o CNR, as
interfaces de contraste e a evidência de lesão.

Segundo plano
O PROPELLER baseia-se em uma aquisição de espaço k rotativo. Para compreender como funciona o
PROPELLER, é útil compará-lo com uma técnica de aquisição FSE. A FSE recolhe, para um "disparo", várias linhas
codificadas de fase de espaço k por período TR (baseado no ETL). O processo é repetido até todas as linhas de
espaço k estarem preenchidas. Observe que apenas é adquirido um disparo no centro do espaço k. O
PROPELLER adquire, para uma "lâmina", várias linhas de espaço k por TR. As lâminas são rodadas no espaço k a
ângulos crescentes. O centro do espaço k é sobre-amostrado, resultando em uma imagem rica em sinal.
Figura 5-1: Espaço K: FSE (esquerda) e PROPELLER (direita)

Espaço k
O PROPELLER preenche o espaço k de uma forma única. Em vez de fazê-lo linha por linha, o espaço k é
preenchido por um arranjo de "lâminas". Estas lâminas são rodadas no espaço k a ângulos crescentes. Este
método resulta em uma sobre-amostragem do espaço k, oferecendo uma imagem mais rica em sinal. A
trajetória radial das lâminas remove o artefato de movimento estruturado, e a amostragem redundante
permite a redução dos artefatos de movimento da massa do paciente.
Figura 5-2: Preenchimento do espaço k com PROPELLER

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À medida que são recolhidos os dados brutos, são verificadas as suas inconsistências. Os dados são
congregados para criar espaço k corrigido. O dados são, em seguida, transformados para espaço de imagem e
são realizadas combinações de bobinas.
Figura 5-3: Dados brutos de espaço k (esquerda) e dados transformados (direita)

Processamento de dados
A capacidade do PROPELLER para reduzir efetivamente os artefatos de movimento e de suscetibilidade
depende, em grande medida, da quantidade de dados recolhida durante uma digitalização PROPELLER.
Os dados redundantes recolhidos no centro do espaço k permitem que o PROPELLER realize vários passos de
correção antes da reconstrução da imagem final. Depois de ser obtido o sinal inicial, o PROPELLER executa a
correção de fase. O programa efetua então três passos de correção adicionais: correção de rotação, correção
de translação e ponderação de correlação.
Todos esses dados adicionais requerem consideravelmente mais processamento. O PROPELLER usa
reconstrução intensiva de imagem multicanal e técnicas de processamento, já que usa cinco vezes mais passos
de processamento que uma aquisição DWI convencional.

Imagiologia
A seleção de PROPELLER abre ambientes de trabalho únicos de Digitalização e Pré-digitalização Manual. O
ambiente de trabalho de Digitalização apresenta apenas os parâmetros de digitalização que estão disponíveis
com a PSD de PROPELLER selecionada.
O ambiente de trabalho de Digitalização PROPELLER inclui duas guias:

Guia Parameters (Parâmetros)


Guia Summary (Resumo)

Procedimentos
Seleções de parâmetros de digitalização de PROPELLER
Considerações sobre DWI Cérebro
Considerações sobre FLAIR T2 Cérebro
Considerações sobre T2 Cérebro
Considerações sobre membros PROPELLER
Comparação de resolução de PROPELLER
Considerações sobre FLAIR T1
Considerações sobre T2 Corpo
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimentos de prescrição de digitalização de PSD

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
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Orientação de família de espectroscopia


Para aquisições de dados de espectroscopia, existem dois modos possíveis; 2D ou MRS. A família de
sequências de impulsos de espectroscopia no modo de imagiologia MRS permite-lhe escolher uma das
sequências de impulso localizadas por voxel: 

PROBE-P
PRESS CSI

Homogeneidade e suscetibilidade
Todas as aquisições de espectroscopia são fortemente afetadas pela heterogeneidade do campo magnético
que pode ocorrer em um paciente nas interfaces ar/osso/tecido tais como cavidades ósseas, órbitas, boca,
passagens nasais, crânio ou couro cabeludo. O principal efeito das grandes mudanças de suscetibilidade
nessas interfaces é a ampliação dos picos de ressonância no espectro. A ampliação pode resultar em perda de
SNR, fraca resolução de picos de ressonância sobrepostos e artefatos basais. O processo de enchimento (parte
da Auto Prescan (Pré-digitalização automática)) e eventualmente o processo de Enchimento de Ordem Elevada
(se disponível) deve ser sempre usado para otimizar a homogeneidade ao longo do volume prescrito. Sempre
que possível, prescreva o volume de espectroscopia em regiões de elevada homogeneidade do campo
magnético. Para espectroscopia no cérebro, afastada das cavidades ósseas, boca, passagens nasais, órbitas,
crânio e couro cabeludo; e, na glândula prostática, afastada do reto e da bobina endorretal.
Figura 5-4: Comparação de enchimento do espectro

Tabela 5-1: Legenda da imagem de comparação de enchimento do espectro

# Descrição
A Fraco enchimento
Enchimento melhorado (atenção para a melhor resolução e
B
SNR do espectro B

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Procedimentos
Parâmetros de escaneamento de espectroscopia
Pré-escaneamento
Considerações sobre PRESS CSI
Rx Gráfico de CSI PROBE 2D
Considerações sobre CSI PROBE 2D
Rx Gráfico de CSI PROBE 3D
Considerações sobre CSI PROBE 3D
Rx Gráfico de PROBE-P
Considerações sobre PROBE-P
Considerações sobre PROBE SVQ
Salvar dados brutos
Seleções de espectroscopia NEX
Seleções de fase/frequência de espectroscopia

FuncTool
Procedimento de correção da linha basal
Procedimento de mudança de frequência
Procedimento de visualização de metabolito
Procedimento de visualização da etiqueta de metabolito
Procedimento de mudança de fase
Procedimento de visualização de espectros
Procedimento de visualização de espectros alternados
Procedimento de mudança de voxel

Tópicos relacionados
Orientação de PSD
Orientação de família de espectroscopia

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
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Orientação de família de SE
O Spin Echo (Eco de rotação) é uma sequência de impulsos em 2D, que consiste em um impulso de excitação a
90°, codificação espacial, um impulso de refocagem a 180° e uma leitura de sinal.

Procedimentos
Seleções do parâmetro de digitalização SE/IR
Considerações sobre Eco de Rotação
Procedimento de Ângulo de Rotação do Eco de Rotação
Considerações sobre Recuperação de Inversão
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos de parâmetros de digitalização
Parâmetros de contraste de T1
Seleção de TI
Verificação do tempo de TI

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Orientação de família Vascular


A família Vascular de sequências de impulso pode ser usada durante imagiologia MRA para visualização
otimizada das estruturas vasculares de interesse. As sequências de impulso vasculares podem ser adquiridas
em modo 2D, 3D e Cine.

Segundo plano

Termos relacionados com o fluxo sanguíneo


Viscosidade: resistência do fluxo sanguíneo devido ao atrito dos elementos do sangue em uma corrente em
movimento. A viscosidade do sangue decresce em casos de anemia e aumenta em situações como a
policitemia. O fluxo turbulento do sangue encontra-se mais frequentemente em condições de baixa
viscosidade.
Fluxo laminar do sangue: a distribuição das velocidades de fluxo ao longo das camadas vasculares. As
velocidades são mais lentas ao longo da parede do vaso e mais rápidas nas partes centrais do vaso.
Velocidade de pico: a velocidade máxima encontrada dentro do lúmen do vaso em consideração. As
velocidades de pico variam com o exercício, local anatômico e condições patológicas. A aorta ascendente tem
as velocidades mais elevadas. Geralmente, quando nos afastamos distalmente do coração, o número de vasos
e a área total aumenta, diminuindo as velocidades de fluxo.
Turbulência: fluxo caótico com componentes de velocidade flutuando aleatoriamente. Em velocidades normais
de fluxo sanguíneo, predomina o fluxo laminar, e à medida que a velocidade aumenta e excede um limite crítico,
encontra-se turbulência. A turbulência pode comprometer os MRAs.
Figura 5-5: O fluxo turbulento ocorre distalmente para áreas de estenose. O fluxo de vórtice é criado quando o sangue desacelera
subitamente em áreas de dilatação pós-estenótica

Tabela 5-2: Legenda da imagem

# Descrição
1 Fluxo de vórtice
2 Distal para estenose
3 Laminar
4 Alta velocidade
5 Turbulento
6 Laminar

Padrões de fluxo
O fluxo complexo pode causar áreas de intensidade de sinal reduzida dentro do lúmen do vaso em imagiologia
MRA, pelo que é importante considerar os padrões de fluxo.

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Fluxo de vórtice: fluxo sanguíneo lentamente rodopiante ou estagnante e localizado, que ocorre distalmente
em relação a áreas de estenose arterial ou em locais de bifurcação arterial.
Separação de fluxo: o fluxo laminar separa-se da parede do vaso criando uma região separada de fluxo
complexo com movimento em espiral, fluxo em contra-corrente e velocidade reduzida.

Procedimentos
Seleções de parâmetros de digitalização vascular

TOF
Considerações sobre GRE/SPGR Rápido TOF 2D
Considerações sobre GRE/SPGR Rápido TOF 3D
Considerações sobre GRE/SPGR TOF 2D
Considerações sobre GRE/SPGR TOF 3D

FastCine e FastCard
Considerações sobre FastCINE PC
Considerações sobre FastCINE
Considerações sobre GRE/SPGR FastCard

Sem Contraste
Procedimento de Fluxo Melhorado IR 3D
Procedimento de Velocidade 3D Melhorada
Procedimento de Afluxo Melhorado
Considerações sobre Inhance Deltaflow
Procedimento de definição do atraso ideal do sinalizador

Phase Contrast (Contraste de Fases)


Considerações sobre Contraste de Fases (VENC)
Considerações sobre PC 2D
Considerações sobre PC 3D
Considerações sobre Contraste de Fases 2D Rápido

Outras
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrição de digitalização de PSD
Compromissos de parâmetros de digitalização
Parâmetros de temporização de digitalização vascular

Tópicos relacionados
Orientação de PSD

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Prescrever e digitalizar uma sequência de impulsos


Considerações sobre o filtro PURE e outros filtros de imagem
Tenha os seguintes pontos importantes em mente quando utilizar o filtro PURE ou outras opções de filtro de
imagem com digitalizações que sejam pós-processadas ou apresentadas em um visualizador.

A função PURE altera a intensidade dos pixels da imagem, para proporcionar uma imagem mais
uniforme. Por exemplo, quando são utilizados protocolos cardíacos em conjunto com o filtro PURE para
imagiologia por ressonância magnética dinâmica de curso de tempo, otimização retardada, StarMap™ e
imagiologia de contraste de fases, pode ser necessária a modificação do limite diferencial das
aplicações AW do Flow Analysis™, StarMap ou AngioCARD™. Recomendamos a desativação do filtro
PURE para todas as aquisições de contraste de fases. Recomenda-se a desativação da função PURE
para estudos dinâmicos de curso de tempo, otimização retardada ou estudos StarMap ou, em
alternativa, a aplicação da função PURE uniformemente em todas as séries.
O resultado do pós-processamento pode ser modificado sem qualquer alteração do protocolo. Para
obter a máxima qualidade de imagem, mantenha a consistência com os protocolos e utilize o mesmo
tipo de filtro, ou aplique as funções SCIC ou PURE tanto para a imagiologia pré-contraste como para a
imagiologia pós-contraste.
Caso utilize os softwares de pós-processamento Flow Analysis, StarMap ou AngioCARD, consulte o
manual do operador para obter informações sobre a eventual necessidade de implementação de
alterações do seu protocolo de imagiologia e sobre a utilização da função PURE ou de outras técnicas de
filtragem de imagens.

Utilize estes passos para prescrever e digitalizar uma sequência de impulsos.

1. Open a scan session (Abrir uma sessão de digitalização).


2. Adquira um localizador de 3 planos.
3. Adquira uma digitalização de calibragem caso deseje ativar PURE ou ASSET.
4. Na tela do painel de controle do Workflow Manager (Gestor do Fluxo de Trabalho), clique em Add Task >
Add Sequence (Adicionar Tarefa > Adicionar Sequência).
5. A partir da tela Protocol (Protocolo), selecione um protocolo da sua biblioteca local ou da GE. Clique em
Accept (Aceitar) para fechar a tela Protocol (Protocolo).
Caso não consiga localizar o protocolo desejado em nenhuma das bibliotecas, na tela Protocol
(Protocolo):

a. Clique na guia Template (Modelo).


b. Na lista, selecione a pasta da família desejada.
c. Selecione a PSD desejada.
d. Clique em Accept (Aceitar).

6. A partir do Workflow Manager (Gestor do Fluxo de Trabalho), selecione a série desejada e clique em
Setup (Configurar).

Ajuste os parâmetros de digitalização conforme necessário.


Deposite e posicione graficamente os cortes ou a(s) chapa(s).
7. Quando a prescrição estiver concluída, clique em Save Rx (Salvar Rx) e Scan (Digitalizar).

Tópicos relacionados
Orientação de PSD
Alteração da PSD dentro do protocolo

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Manual do operador

Procedimento de alteração da PSD dentro de um


protocolo
Utilize estes passos durante a digitalização para selecionar uma nova sequência de impulsos a adicionar ao
Gestor do Fluxo de Trabalho.

1. Abra uma sessão de digitalização.


2. No Gestor do Fluxo de Trabalho, selecione a série desejada e clique em Setup (Configurar).
3. No painel de controle de Scan Parameters (Parâmetros de Digitalização), clique em Imaging Options...
(Opções de Imagiologia...).
4. Clique em More (Mais).
5. Escolha a Family (Família) e o Pulse (Impulso) desejados ou Aplicação.
6. Clique em Accept (Aceitar).

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Orientação de PSD
Prescrever e digitalizar uma PSD

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Considerações sobre Localizador de 3 Planos


Leve em conta esta informação quando modificar os parâmetros de digitalização para um Localizador de 3
Planos.

Se o centro do FOV, para qualquer um dos cortes prescritos, estiver fora da gama de digitalização da
bobina selecionada, é apresentada uma mensagem. Mude a localização do centro do FOV ou diminua o
número de cortes por plano.
São sempre utilizados níveis normais de SAR e dB/dt para adquirir uma digitalização do localizador,
independentemente do nível selecionado na tela SAR e dB/dt.
Ocasionalmente, a Digitalização de calibragem é visualizada automaticamente em vez do Localizador de
3 Planos ou de outra série válida quando uma nova série se encontra em prescrição gráfica. Clique em
SelectSeries (Selecionar Série) na Barra de ferramentas do Rx Gráfico e selecione o Localizador de 3
Planos ou outra série.
Se for prescrito mais do que um corte, então as coordenadas do centro do FOV representam o corte do
centro e não o corte inicial.
Pode ser prescrito um número único de cortes para cada plano de digitalização. Por exemplo, podem ser
prescritas 3 imagens coronais, 3 sagitais e 15 axiais.
Pode ser prescrito um valor único de espaçamento para cada plano de digitalização.
À medida que o número de cortes aumenta, o tempo de digitalização aumenta.

Seleções do Localizador GRE Rápido com Preparado para IR e FIESTA


Utilize No Phase Wrap (Sem cobertura de fase) para evitar artefatos de distorção. Requer 2 NEX.
No Optima MR450w, utilize a Acoustic Reduction (Redução Acústica) para reduzir significativamente o
ruído do gradiente e permitir uma digitalização mais silenciosa.
Defina as Acqs before Pause (Aquisições Antes da Pausa) para acomodar a capacidade de apneia
inspiratória do paciente.
O TR não é programável (o valor mínimo é selecionado automaticamente).

Seleções do Localizador GRE Rápido


Os parâmetros de digitalização que se seguem não são programáveis:
TR (o valor mínimo é selecionado automaticamente)
TE (o valor mínimo é selecionado automaticamente)
Ângulo de Rotação (é usado 30º)
Largura de Banda de Recepção (é usado 31,2 kHz)

No Optima MR450w, utilize a Acoustic Reduction (Redução Acústica) para reduzir significativamente o
ruído do gradiente e permitir uma digitalização mais silenciosa.

Seleções do Localizador SSFSE


Quando a bobina de corpo é a bobina de transmissão, a digitalização do localizador SSFSE deverá ter um
mínimo de 15 segundos para minimizar problemas de SAR em séries futuras.
Defina as Locs before Pause (Localizações antes da Pausa) para acomodar a capacidade de apneia
inspiratória do paciente.
Use ARC com bobinas de vetor faseado para reduzir o tempo de digitalização.

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Orientação do Localizador de 3 Planos
Orientação de PSD

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Seleções do parâmetro de digitalização EPI


Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização EPI. Para valores de
parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

ATENÇÃO
Reveja toda a informação de segurança EPI no Guia de Segurança de Ressonância Magnética antes de
digitalizar com EPI.
Tabela 5-3: Compromissos entre parâmetros de digitalização EPI

Parâmetro Efeito de imagem


Espaço de Tempo de Distorção
Aumentar o parâmetro SNR Resolução
eco digitalização geométrica
Velocidade de varrimento do Não Não
diminuir Não aplicável diminuir
gradiente aplicável aplicável
Receive Bandwidth (Largura de Não
diminuir diminuir Não aplicável diminuir
Banda de Recepção) aplicável
Não
Nº de disparos diminuir aumentar aumentar diminuir
aplicável
Matriz de frequência aumentar diminuir aumentar Não aplicável aumentar
Não
Matriz de fase diminuir aumentar Não aplicável Não aplicável
aplicável
FOV diminuir aumentar diminuir Não aplicável diminuir
Não
FOV de Fase aumentar diminuir Não aplicável aumentar
aplicável
Não Não
Intensidade de campo aumentar Não aplicável aumentar
aplicável aplicável

Numeração de imagens
Todas as imagens T2 e de difusão serão instaladas em uma única série. Para obter mais informações, consulte
Numeração de séries.

Contrast (Contraste)
As imagens EPI podem ser adquiridas em modo 2D combinado com técnicas de imagiologia SE, GRE, IR, FLAIR
ou DW.
Tabela 5-4: Ponderação por contraste

Sequência de impulsos Contraste resultante


SE ou GRE EPI Ponderação de T2 ou T2*
IR EPI Ponderação de T1 e IR
EPI FLAIR Ponderação de T2 (minimiza o sinal de CSF)
DW EPI diferencia tecidos com difusão restrita dos tecidos com difusão
normal

Temporização de digitalização
O Number of Shots (Número de disparos) é um parâmetro de digitalização que deve ser completado para uma
digitalização EPI. Este é o número de períodos TR usados para completar a aquisição.

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

O EPI de disparo único ("snapshot", ou instantâneo) adquire todos os dados dentro de um período TR.
O EPI multi-disparo único adquire dados dentro de dois ou mais impulsos de excitação.

Tempo de digitalização EPI = TR x Número de disparos x NEX

Resolução espacial
Um compromisso EPI de utilizar gradientes relativamente a RF para refocar as rotações é que a imagem EPI se
torna muito sensível aos artefatos fora de ressonância (diferença de frequência entre gordura e prótons de
água). Depois deste impulso inicial de excitação RF, uma rotação que é oscilante fora de ressonância acumula
gradualmente um erro de fase. Esse erro de fase acumula-se ao longo da série de eco e conduz a uma
distorção geométrica na direção da codificação de fase. Quanto mais tempo levar para mostrar o eco, mais
tempo as rotações de água têm para acumular mudanças de fase e maior a distorção geométrica.
A distorção geométrica pode ser reduzida por:

usando o mais curto espaçamento de eco possível (manter a largura de bando tão ampla quanto
possível, o FOV tão grande quanto possível e a matriz de frequência tão pequena quanto possível).
usando EPI de disparo múltiplo em vez de disparo único para reduzir a distorção geométrica - quanto
maior o número de disparos, menor a distorção, mas mais longo o tempo de digitalização.
usando valores menores para a codificação de frequência para reduzir o ESP. O protocolo pode ter mais
passos de fase (512) que passos de frequência (256). Lembre-se de que o tempo de digitalização de EPI
não é afetado pelos passos de fase.
usando Ramp Sampling (Amostragem de rampa) para reduzir o ESP, particularmente quando usar
valores elevados de matriz de frequência.

Todas as sequências de impulso EPI são sensíveis a heterogeneidades de campo (em oposição a uma FSE, que
praticamente elimina esses efeitos). Deste modo, as patologias que causam perturbações no campo magnético
local têm maior potencial para visualização de contraste em uma imagem EPI.

SNR
As imagens EPI utilizam, geralmente, larguras de banda de recepção muito amplas, para que o espaçamento
de eco possa ser tão curto quanto possível e, desse modo, reduza a distorção geométrica. O compromisso para
um grande RBw é uma maior quantidade de ruído e, portanto, menor SNR.
A perda de SNR pode ser compensada por:

aumento do valor NEX


alteração dos parâmetros de digitalização que afetam a resolução (matriz, espessura de corte, FOV)

À medida que o RBw fica maior, o FOV mínimo aumenta, o que reduz a resolução espacial, mas
ganha o SNR que tinha sido perdido para o RBw largo.
Considere diminuir a matriz de frequência (aumenta a dimensão de pixel para mais SNR e diminui a
distorção geométrica), mantendo inalterada a matriz de fase; por exemplo, uma matriz de fase 256
com matriz de frequência 128.

Multi-fases, multi-repetição
O EPI oferece maior flexibilidade quando as aplicações requerem passagens múltiplas e/ou fases que precisam
de tempos de digitalização extremamente curtos e elevada resolução temporal. As possíveis aquisições EPI
incluem:

passagem única, cortes múltiplos, fase única.


passagem múltipla, cortes múltiplos, fase única

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passagem única, cortes múltiplos, fase múltipla


passagem múltipla, cortes múltiplos, fase múltipla

Passagem: uma passagem pelo corte ou cortes dentro de um dado período TR. Por exemplo, se puderem ser
adquiridos 15 cortes dentro de um TR de 2.000 mseg (e tiverem sido prescritos 15 cortes), então uma passagem
cobre 15 cortes em 2.000 mseg. Muitas vezes usa-se o termo "aquisição" ou "aquisições" e vez de "passagem".
Fase: usado para descrever uma imagem particular que faz parte de um grupo de imagens no mesmo local.
Essas fases podem ser fases cardíacas ou fases de absorção de contraste ou fases de ativação de tarefa.
Qualquer sequência em que é adquirido mesmo local de corte mais de uma vez pode ser denominada
sequência multi-fases. Quando mais de um local de corte está sendo adquirido em mais de uma passagem, o
que significa um exame multi-fases e multi-passagem, compreender a diferença entre passagem e fase torna-
se então muito importante.

Tipos de aquisição
Intercalado: todos os locais de corte passam por uma fase única para uma única passagem, antes de
passarem à fase seguinte.
Sequencial: todas as fases para um local de corte são recolhidas antes de passar ao próximo local.
Para estudos de movimento, em que um determinado local de corte deve ser visto em movimento, uma
aquisição sequencial é, muitas vezes, a opção a escolher. No entanto, quando se vê absorção de contraste ao
longo do tempo por múltiplos locais de corte, uma aplicação comum em EPI, uma aquisição intercalada é mais
adequada.

espaço k
O espaço k é o domínio que contém os dados brutos de ressonância magnética, que depois de submetidos a
uma transformação de Fourier inversa, se convertem na imagem. Entre os vários pontos chave em relação ao
espaço k, temos:

o espaço k deve ser pelo menos 65% cheio para produzir uma imagem.
O modo como o espaço k é cheio (de cima para baixo, do meio para as bordas) tem um efeito no
contraste.
A posição de informação dentro do espaço k não se correlaciona com uma posição espacial dentro da
imagem.
A amplitude do gradiente de fase determina a intensidade do sinal devolvido por eco. As amplitudes de
gradiente de fase baixa produzem fortes ecos e enchem o meio do espaço k, enquanto que as
amplitudes de gradiente de fase alta produzem ecos mais fracos com elevada informação espacial e
enchem as bordas do espaço k.

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Figura 5-6: Espaço k: Cada linha do espaço k corresponde a um intervalo TR em uma aquisição não EPI

Tabela 5-5: Legenda da imagem de espaço k

# Descrição
1 Frequência
2 Fase
3 Corte
4 Signal (Sinal)
K (fase)
5 y

K (frequência)
6 x

7 Início 1
8 Início 128

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Figura 5-7: Espaço k: Múltiplas linhas de espaço k são preenchidas dentro de cada período TR em uma aquisição EPI

Tabela 5-6: Legenda da imagem de linhas múltiplas de espaço k

# Descrição
1 Frequência
2 Fase
3 Corte
4 Signal (Sinal)
K (fase)
5 y

K (frequência)
6 x

7 Início
8 Fim

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Orientação de família de EPI
Considerações relativas ao DWI
Considerações sobre DTI
Considerações sobre EPI FLAIR
Considerações sobre EPI GRE
Considerações sobre EPI com SE

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Considerações sobre as digitalizações DW EPI e DTI


Utilize a digitalização DW EPI para examinar os tecidos do cérebro, do fígado, da mama e da próstata.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de DWI e de DTI. Para valores
de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família Echo Planar Imaging (Imagiologia Planar de Eco) , impulso
DW EPI.
A avaliação da difusão da anatomia depende do número de Diffusion Directions (Direções de Difusão)
selecionado.
3 em 1 adquire DWI de direção única com 3 gradientes de difusão aplicados simultaneamente. O TE
reduzido aumenta o SNR.
Tetraédrica adquire três eixos simultaneamente para cada uma das quatro direções de difusão (dir1,
dir2, dir3, dir4) resultando em SNR melhorado.
Figura 5-8: Imagem 3 em 1 no lado esquerdo (abdômen) e imagem tetraédrica média no lado direito (cabeça)

As funções SCIC e PURE não estão disponíveis com digitalizações DWI ou DTI EPI.


Sinalização respiratória ou cardíaca - observe que não podem ser utilizadas com DWI.
Os valores NEX são selecionados na guia Diffusion Option (Opções de difusão). Isto permite prescrever
um único valor NEX para T2 e valores b. Regra geral, utilize valores NEX mais elevados (4-8).
A opção FLAIR Inversion (Inversão FLAIR) não é compatível com ASSET.
Selecione um TR longo (de 8.000 a 10.000) para minimizar os efeitos do T1 e para acomodar o número de
cortes. O TR deve ser quatro vezes mais longo do que o Inversion Time (Tempo de Inversão) quando a
opção FLAIR Inversion (Inversão FLAIR) estiver selecionada.
À medida que a RBw aumenta, o SNR diminui, o artefato de troca química diminui e o TE mínimo diminui
(o que significa que o espaço do eco diminui). À medida que o espaço do eco diminui, a distorção
geométrica diminui.
A função Dual Spin Echo (Eco de Rotação Dupla) acrescenta um impulso de refocagem adicional que
reduz as correntes circulares, diminui a distorção, aumenta o TE mínimo e diminui o SNR. Nas
digitalizações abdominais, o procedimento típico é anular a seleção da opção Dual Spin Echo, a qual
produz o TE mínimo necessário para obter considerações sobre os gases intestinais e aumenta
igualmente o SNR.

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A opção SPECIAL com prescrições de digitalização DWI foi concebida para minimizar o artefato de troca
química, particularmente crítico em sistemas de 3,0 T. Apresenta um campo de Prep Time (Tempo de
preparação) na página Details (Detalhes), a partir do qual pode selecionar Auto TI (TI Automático). O
sistema determina o TI ideal para minimizar o artefato de troca química. O número máximo de cortes é
reduzido em comparação com as versões anteriores de software, as quais não possuíam essa opção.
Figura 5-9: Observe a redução da troca química quando a prescrição SPECIAL é aplicada a uma digitalização DWI (2)

Tabela 5-1:Legenda da imagem

# Direção
1 SPECIAL desligado
2 SPECIAL ligado com TI Automático = 110 ms

A opção de imagiologia A IR Prepared (Preparado para IR) é compatível com as sequências DWI de 1,5 T
e de 3,0 T. Normalmente é utilizada para suprimir o sinal de gordura na mama e no corpo. A utilização
da opção IR Prepared (Preparado para IR) com DWI dá origem a uma melhor supressão da gordura,
comparativamente com a utilização de DWI e SAT de gordura ou SPECIAL. A desvantagem de utilizar a
opção IR Prepared (Preparado para IR) com DWI reside no tempo de digitalização, o qual pode ser até
três vezes maior. Por conseguinte, normalmente essa opção só é utilizada quando outras técnicas de
saturação de gordura não estão funcionando bem ou quando é necessário reduzir o artefato de troca
química. O tempo de TI é essencial para a redução do sinal de gordura. Utilize os seguintes tempos como
ponto de partida:
Para 1,5 T é de, aproximadamente, 180 mseg
Para 3,0 T é de, aproximadamente, 250 mseg
O MR355/MR360 (16 canais) possui uma opção de IT automática, que é recomendada

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Figura 5-10: Imagens DWI da mama

Tabela 5-7: Legenda da imagem

# Descrição
PSD = DWI
Opção de Imagiologia = Preparado para IR
1 CV do Usuário Enhanced fat suppression (Supressão da gordura melhorada) =
0 (desativada)
Observe o artefato de troca química.
PSD = DWI
Opção de Imagiologia = Preparado para IR
2
CV do Usuário Enhanced fat suppression (Supressão da gordura melhorada) = 1
(ativa)
PSD = DWI
3
Opção de imagiologia = None (Nenhuma)

CVs do Usuário
A Ramp Sampling (Amostragem de Rampa) com disparo único e valores de frequência elevados diminui
a distorção geométrica.
CV do Usuário Tipo de Reconstrução
CV do Usuário Enhanced fat suppression (Supressão da gordura melhorada)
Novas CVs do Usuário para imagens DWI da mama:

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capacidade de adicionar dois volumes de enchimento: CV do Usuário Shim Volume Mode (Modo de
Volume de Enchimento)

Valor b
O valor b máximo é de 10,000 s/mm2. O valor b máximo pode variar De acordo com a Direção de
Difusão selecionada (3in1 (3 em 1) ou TETRA, etc.). Valores b mais elevados podem eliminar o brilho
através do T2, melhorar a visualização de trajetórias de matéria branca e, consequentemente, podem
ser úteis na diferenciação de enfartes subagudos versus crônicos. A intensidade do peso de difusão é
determinada pelo controle da intensidade e da duração dos gradientes de difusão, através do controle
de uma quantidade designada por valor b. É possível adquirir múltiplos valores b em uma única
digitalização. É criada uma imagem CMB para cada valor b, caso se trate de uma digitalização de difusão
completa ou tetraédrica.
Valores b recomendados para o abdômen: 500 - 700.
Valores b recomendados para o cérebro: 1000 - 1500.
Nas opções 3in1 (3 em 1), TETRA e Grad Opt All (Otimização de gradientes para difusão completa), o
valor b máximo permitido é de 1500.
Figura 5-11: Valores-b variáveis

Quando observar a presença de áreas pretas (nulas) em um mapa ADC adquirido com múltiplos
valores b, defina um parâmetro superior do nível de confiança no FuncTool para tentar eliminar as
áreas nulas. 
Os valores b múltiplos só estão disponíveis com o protocolo DWI e não com o DTI.
Na guia Diffusion (Difusão), especifique o NEX para cada valor b. À medida que o NEX aumenta, o SNR
aumenta.
A imagem T2 é ignorada quando o nº de imagens T2 está definido para 0.
Para criar mapas ADC, é necessário especificar mais do que um valor b.
Se o TE Otimizado estiver desligado, a intensidade do gradiente de difusão irá aumentar à medida que o
valor b aumentar. Este aumento diminui o SNR já que a imagem adquire um maior peso de difusão. Se o

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TE Otimizado estiver ativo, a largura do lóbulo de difusão aumenta, o TE mínimo aumenta e o peso da
difusão aumenta, o que resulta em uma diminuição do SNR.
Com a opção Optimize TE (TE Otimizado) ativada, as amplitudes de gradiente máximo são empregadas
com o mínimo TE possível (baseado no valor-b), estando disponíveis os valores-b mais elevados. Quando
desativada, os valores-b estão limitados, a duração do gradiente é fixa e o TE aproximado = 100 ms.

Direção de difusão
Figura 5-12: Menu Diffusion direction (Direção de difusão)

Os gradientes de difusão podem ser aplicados em direções individuais ou em todas as direções, 3 em 1, TETRA
(Tetraédrica) ou TENSOR.
Ao prescrever digitalizações oblíquas, resultará um aumento no TE e a consequente redução da qualidade da
imagem com as seleções seguintes da direção de difusão:

ALL (TODAS) mais a CV do Usuário Gradient Optimization for Diff All (Otimização dos Gradientes para
Difusão Completa) definido para 1
3 in 1 (3 em 1)
TETRA

Otimização dos gradientes para difusão completa

A seleção da difusão Recon ALL images (Reconstruir TODAS as imagens) não é compatível com a opção
Diffusion ALL (Difusão Completa) + Gradient Optimization for Diff All (Otimização dos Gradientes para
Difusão Completa ) (CV do Usuário 7). A seleção de Recon ALL images só é permitida no modo Research
(Pesquisa).
A seleção da Direção de Difusão All e a ativação (definir CV para 1) da CV do Usuário Gradient
Optimization for Diff All (Otimização dos Gradientes para Difusão Completa) resulta em uma difusão em
todas as direções e na diminuição do TE, e no respectivo aumento do SNR em comparação com a opção
All Diffusion Direction (Difusão Completa) normal.

3 in 1 (3 em 1)
Na tela Diffusion Option (Opções de difusão), anule a seleção da opção Dual Spin Echo (Eco de Rotação Dupla)
quando utilizá-la com uma Direção de Difusão 3 em 1 para adquirir digitalizações abdominais.
3 em 1 adquire DWI de direção única com 3 gradientes de difusão (X, Y e Z) aplicados simultaneamente. A
direção de difusão é um vetor dos três gradientes. O TE reduzido aumenta o SNR. Normalmente, a opção 3 em 1
é utilizada em digitalizações do fígado e com outras digitalizações abdominais, para realizar uma avaliação do
câncer. A opção 3 em 1 utiliza o mesmo tempo de digitalização da direção única, mas inclui um componente de
vetor direcional a partir das três direções.

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Figura 5-13: A opção 3 em 1 aplica três eixos de gradientes simultaneamente

Figura 5-14: TE de 59,6 ms no lado esquerdo e TE 3 em 1 de 51,4 ms que permite melhorar o SNR

Tetrahedral (Tetraédrica)
Tetraédrica adquire três eixos simultaneamente para cada uma das quatro direções de difusão (G1,G2,G3,G4).
Esta aquisição resulta na redução do TE, o que aumenta o SNR devido a uma maior eficácia do valor b. Além
disso, a imagem CMB ao longo de 4 direções aumenta ainda mais o SNR. Poderá ainda ser útil em digitalizações
pediátricas do cérebro devido aos FOV pequenos e aos valores b elevados.

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Figura 5-15: Três eixos aplicados de forma simultânea em cada uma das quatro direções de difusão

Figura 5-16: Imagem 3 em 1 no lado esquerdo (abdômen) e imagem tetraédrica média no lado direito (cabeça)

Anotação de imagem
O valor b é anotado em cada imagem à exceção do T2
A direção do DWI é anotada
O valor NEX é anotado para cada valor b

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Figura 5-17: Anotação de imagem do DWI

Tabela 5-8: Legenda da imagem

# Descrição
1 Direção de difusão: CMB, S/I, Dir 1, T2, etc.
valor b. Não surge na imagem T2. All (Todas) ou Tetra indica as
2
direções de difusão.
3 PSD
4 NEX

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Orientação de família de EPI
Orientação de PSD
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD
Artefato de anel DWI e DTI

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Considerações sobre a digitalização do Tensor de


Difusão
Use DTI para aplicações cerebrais. Geralmente, é mais usada para visualizações de trato de substância branca.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização do Diffusion Tensor (Tensor
de Difusão). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da
biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Echo Planar Imaging (Imagiologia planar de eco) ,
impulso de EPI DW e Diffusion Direction (Direção de Difusão) na guia Diffusion (Difusão), configurado
para Tensor.
À medida que a RBw aumenta, o SNR diminui, o artefato de troca química diminui e o TE mínimo diminui
(o que significa que o espaço do eco diminui). À medida que o espaço do eco diminui, a distorção
geométrica diminui.
Não selecione Interleave (Intercalado) para o espaçamento, porque as imagens podem perder-se e os
mapas do tensor não serão processados. O sistema adquire a primeira fase em cada localização (passo
1), depois recua e adquire a segunda fase em cada localização (passo 2) e assim sucessivamente.
Selecione 0 para o espaçamento se desejar cortes adjacentes.
Aumentar o TR aumenta a quantidade de cortes disponíveis. Deverá selecionar um TR suficientemente
longo para cobrir a sua área de imagem dentro de uma aquisição.
Em DTI, as matrizes de frequência e fase estão predefinidas para 128, embora possa escolher um
mínimo de 64 ou um máximo de 256 para ambas as matrizes. Digitalizar com uma matriz de 128x128
proporciona uma resolução adequada em uma quantidade razoável de tempo de digitalização.
Consulte o fluxo de trabalho do Tensor de Difusão do FuncTool para obter mais informações sobre a
ordem em que os mapas funcionais são gerados.
Antes da digitalização, informe o paciente de que existe uma vibração da mesa durante uma obtenção
de DTI. Isto pode reduzir o movimento do paciente devido a um possível susto no início da aquisição.

Tópicos relacionados
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD
Artefato de anel DWI e DTI
Orientação de família de EPI
Orientação de PSD

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Considerações sobre a digitalização EPI FLAIR


Use a sequência EPI FLAIR em imagiologia cerebral para minimizar o sinal de CSF.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de FLAIR EPI (EPI com FLAIR).
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Echo Planar Imaging (Imagiologia planar de eco) ,
impulso de EPI FLAIR.
À medida que o número de disparos aumenta, os artefatos de suscetibilidade diminuem e o tempo de
digitalização aumenta.
É recomendado o menor ESP possível para uma aquisição de disparo único.
À medida que a RBw aumenta, o ESP diminui (o que é desejável), o que significa que o TE mínimo diminui
e o SNR diminui. Selecione uma RBw que represente um compromisso entre os requisitos do SNR e de
um ESP pequeno.
Grandes FOVs produzem uma resolução diminuída, um SNR aumentado e um ESP diminuído.
À medida que a matriz de frequência aumenta, o ESP aumenta. Para uma matriz de frequência de 512,
aumente os disparos e a RBw.
À medida que a matriz de fase aumenta, a resolução aumenta e o número de cortes diminui, mas o
tempo de digitalização não é alterado (tempo de digitalização = disparos x TR).
À medida que o FOV de fase diminui, a distorção geométrica diminui.
Quando utiliza a bobina de cabeça, os planos axial, axial oblíquo, coronal e coronal oblíquo têm a fase e a
frequência automaticamente trocadas, em comparação com digitalizações que não de EPI. Isto serve
para minimizar a apresentação de distorção geométrica e para reduzir o potencial de estimulação dos
nervos periféricos.

Tópicos relacionados
Orientação de família de EPI
Orientação de PSD
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Considerações sobre a digitalização de EPI com Eco


Gradiente
Use Gradient Echo EPI (EPI de Eco de Gradiente) para estudos de ativação de tarefa, quando adquiridos com
Multi-Fases e imagiologia do cérebro, para produzir mapas de volume do sangue cerebral que permitam
ajudar no diagnóstico de tumor recorrente relativamente a edema em pacientes de pós-terapia.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Gradient Echo EPI (EPI com
Eco Gradiente). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca
local ou da GE.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Echo Planar Imaging (Imagiologia planar de eco) ,
impulso de EPI de Eco de Gradiente.
Existem duas opções de PSD que podem ser introduzidas e que revertem o espaçamento do eco e o
método dinâmico de correção de fase para uma versão anterior do software. Seleções de digitalização:
Modo 2D, família Echo Planar Imaging (Imagiologia Planar de Eco), impulso de Gradient Echo EPI (EPI
com Eco Gradiente) ou Spin Echo EPI (Eco de rotação EPI), introduzir no campo de texto epira3 ou
epiRTra3. Utilize epiRTra3 para digitalizações de fMRI - deve ter a opção de imagiologia fMRI selecionada
para essa introdução. Abra a tela de fMRI (tela de parâmetros de RXM) e preencha todos os campos.
Ambas as PSDs introduzidas resultam em duas novas CVs do Usuário:
Espaçamento de Eco (CV7): Legado = 0, Minimizado = 1. Selecione 0 caso deseje utilizar uma versão
anterior do software para o espaçamento do eco. Esta CV do Usuário não está disponível nos
sistemas de anel largo.
Correção de Fase (CV8): Legada = 0, Nova = 1. Selecione 0 caso deseje utilizar a versão anterior do
software para a correção de fase.
À medida que o número de disparos aumenta, os artefatos de suscetibilidade diminuem e o tempo de
digitalização aumenta.
Se for selecionado um TE inferior ao valor de Minimum Full (Mínimo Completo), o sistema recolhe as
linhas mínimas do espaço k (65% do espaço k) mais um número necessário de sobredigitalizações. Essas
imagens são etiquetadas com um Effective TE (TE Eficaz). A vantagem de um espaço k de enchimento
parcial é mais cortes.
À medida que a RBw aumenta, o SNR diminui, o artefato de troca química diminui, o TE mínimo diminui (o
que significa que o ESP diminui). À medida que o ESP diminui, a distorção geométrica diminui.

Uma RBw de 64 kHz é utilizada com 4 a 8 disparos.


Uma RBw > 64 kHz depende do equilíbrio das necessidades de ESP e de resolução.
A EPI de disparo único utiliza a maior RBw possível.
Quando a função Ramp Sampling (Amostragem de Rampa) é ativada, a RBw é definida
automaticamente.
Grandes FOVs diminuem a resolução, aumentam o SNR e diminuem o ESP.
É recomendado o menor ESP possível para uma aquisição de disparo único. Por isso, à medida que o
número de disparos diminui, considere aumentar o FOV.
À medida que a matriz de frequência aumenta, o ESP aumenta.
Geralmente, em um disparo único, mantenha a matriz de frequência tão baixa quanto possível, para
manter o ESP tão pequeno quanto possível. Descobrir o equilíbrio correto entre o ESP e a resolução é
crucial.
Geralmente, uma matriz de frequência de 256 é usada com 8 ou mais disparos e uma RBw de 32 a
64 kHz. Para uma matriz de frequência de 512, aumente os disparos e a RBw.

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À medida que a matriz de fase aumenta, a resolução aumenta e o número de cortes diminui, mas o
tempo de digitalização não é alterado (tempo de digitalização = disparos × TR). Um protocolo de EPI é o
único exemplo em que a fase pode ser maior do que o valor da frequência.
À medida que o FOV diminui, a distorção geométrica diminui.
Quando utiliza a bobina de cabeça, os planos axial, axial oblíquo, coronal e coronal oblíquo têm a fase e a
frequência automaticamente trocadas, em comparação com digitalizações que não de EPI. Isto serve
para minimizar a apresentação de distorção geométrica e para reduzir o potencial de estimulação dos
nervos periféricos.
Selecione sempre Phase Correct (Correção de Fase) com digitalizações de EPI, para que o sistema possa
executar uma digitalização "de referência" antes da aquisição de dados.
Se estiver programada uma aquisição com um NEX de 1, a digitalização de referência pode demorar
mais tempo do que a digitalização de EPI, mas é necessário executar a Correção de Fase para ter
uma qualidade de imagem ótima.
A digitalização de referência ocorre automaticamente depois de uma pré-digitalização bem-
sucedida. Ela realiza os cálculos e as correções para colocar o eco abaixo do gradiente de frequência.

Tópicos relacionados
Orientação de família de EPI
Orientação de PSD
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Considerações sobre a digitalização de EPI com Eco


de Rotação
As aplicações EPI com Eco de Rotação incluem:

Adquirir contraste T2 (SE-EPI) muito rápido, quando são necessários tempos curtos de digitalização; por
exemplo, para minimizar o movimento respiratório, ou movimento de pacientes que não conseguem
manter-se imóveis.
Visualizar patologias que causam perturbações no campo magnético local por terem maior potencial
para visualização de contraste com sequências EPI.
Visualização cardíaca para imagem de corte único multi-fases sem utilizar controle. Imagens de disparo
único de aquisição em um único local ao longo de um período de poucos segundos.
Visualização única ou multi-corte multi-fases, usando controle cardíaco, obtida em uma única apneia
inspiratória.
Adquirir imagens com ponderação de T1 muito rápidas adicionando IR Prep, usando um TR longo (2.000
mseg), um TI para produzir contraste T1 (até 800 mseg) e um TE curto. Essas imagens têm uma
aparência de supressão de gordura devido à técnica de supressão de gordura espectral e são
geralmente usadas na aquisição de imagens da cabeça e dos membros.

Apesar de a STIR ser considerada como uma sequência de impulso de IR, selecione a sequência de impulsos
Spin Echo EPI (EPI com Eco de Rotação) para uma digitalização de EPI com IR.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Spin Echo EPI (EPI com Eco
de Rotação). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local
ou da GE.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Echo Planar Imaging (Imagiologia planar de eco) ,
impulso de Spin Echo EPI (EPI com Eco de Rotação).
Existem duas PSDs de introdução de EPI compatíveis com EPI SE e EPI GRE. Para obter mais informações,
consulte Considerações sobre EPI GRE.
Selecione a opção de imagiologia IR Prepared (Preparado para IR) para uma imagem de contraste de IR,
T1-ponderado ou STIR.
À medida que o número de disparos aumenta, os artefatos de suscetibilidade diminuem e o tempo de
digitalização aumenta.
À medida que a RBw aumenta, o SNR diminui, o artefato de troca química diminui, o TE mínimo diminui (o
que significa que o ESP diminui). À medida que o ESP diminui, a distorção geométrica diminui.
Uma RBw de 64 kHz é utilizada com 4 a 8 disparos.
Uma RBw > 64 kHz depende do equilíbrio das necessidades de ESP e de resolução.
A EPI de disparo único utiliza a maior RBw possível.
Quando a opção Ramp Sampling (Amostragem de Rampa) é ativada, a RBw é definida
automaticamente.
Grandes FOVs diminuem a resolução, aumentam o SNR e diminuem o espaço do eco.
É recomendado o menor ESP possível para uma aquisição de disparo único. Por isso, à medida que o
número de disparos diminui, considere aumentar o FOV.
À medida que a matriz de frequência aumenta, o ESP aumenta.

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sos) Manual do operador

Geralmente, em um disparo único, mantenha a matriz de frequência tão baixa quanto possível, para
manter o ESP tão pequeno quanto possível. Descobrir o equilíbrio correto entre o ESP e a resolução é
crucial.
Geralmente, uma matriz de frequência de 256 é usada com 8 ou mais disparos e uma RBw de 32 a
64 kHz. Para uma matriz de frequência de 512, aumente os disparos e a RBw.
À medida que a matriz de fase aumenta, a resolução aumenta e o número de cortes diminui, mas o
tempo de digitalização não é alterado (tempo de digitalização = disparos x TR). Um protocolo de EPI é o
único exemplo em que a fase pode ser maior do que o valor da frequência.
À medida que o PFOV diminui, a distorção geométrica diminui.
Quando utiliza a bobina de cabeça, os planos axial, axial oblíquo, coronal e coronal oblíquo têm a fase e a
frequência automaticamente trocadas, em comparação com digitalizações que não de EPI. Isto serve
para minimizar a apresentação de distorção geométrica e para reduzir o potencial de estimulação dos
nervos periféricos.
Selecione sempre Phase Correct (Correção de Fase) com digitalizações de EPI, para que o sistema
possa executar uma digitalização "de referência" antes da aquisição de dados.
Se estiver programada uma aquisição com um NEX de 1, a digitalização de referência pode demorar
mais tempo do que a digitalização de EPI, mas é necessário executar a Correção de Fase para ter
uma qualidade de imagem ótima.
A digitalização de referência ocorre automaticamente depois de uma pré-digitalização bem-
sucedida. Ela realiza os cálculos e as correções para colocar o eco abaixo do gradiente de frequência.

Tópicos relacionados
Orientação de família de EPI
Orientação de PSD
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Manual do operador

Seleções de parâmetros de digitalização FSE


Use FSE-XL para adquirir contraste de imagem com ponderação de T1, PD e T2.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Fast Spin Echo (Eco de
Rotação rápido). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da
biblioteca local

Efeitos ETL na qualidade de imagem


A seleção ETL é uma importante consideração devido ao seu efeito no tempo de digitalização, contraste de
imagem, SNR e número de cortes por aquisição, efeitos de névoa e SAR.

Tempo de digitalização
Aumentar o ETL reduz diretamente o tempo de digitalização.

Contraste de imagem
Aumentar o ETL aumenta os efeitos T2 para uma imagem de TR longo/TE longo, devido à contribuição de ecos
tardios. As aquisições de TR longo melhoram os efeitos mielográficos, aumentam a ponderação de T2 em
cérebros pediátricos, e facultam informação de densidade de prótons para tecidos com tempos T1 longos (por
exemplo, o CSF).

SNR e número de cortes por aquisição


Os longos TRs associados a digitalizações FSE podem ser usados para aumentar o SNR, e aumentar o número
de cortes disponíveis. Aumentar o TR aumenta o SNR, mas só até certo ponto. Em aplicações neurológicas
(cérebro e coluna vertebral), por exemplo, um aumento para além dos 6.000 mseg pode não aumentar
significativamente o SNR da substância cinzenta/branca.

Névoa
Encher o espaço k dessa maneira pode degradar algumas imagens; mais geralmente, por névoa na direção de
codificação de fase. Sendo esses resultados para cada linha do espaço k tomadas a diferentes retardos de eco,
significa que o tecido tem uma amplitude de magnetização transversal diferente devido a declínio de T2. A
névoa diminui quando o número de codificações aumenta. Passa praticamente despercebida a codificações de
512 fases.

SAR (Taxa de Absorção Específica)


Aumentar o ETL ou número de impulsos de RF de refocagem aumenta a SAR ao paciente, o que pode limitar o
número de cortes permitidos para um determinado TR.

CVs do Usuário

As imagens de FSE-XL podem exibir um artefato de linha fina. A causa provável desse artefato reside na
produção de um FID fora do FOV. Utilizar um NEX par pode diminuir e, frequentemente, eliminar o
artefato. Se está utilizando um valor de NEX ímpar, então ative a CV do Usuário Enhanced Fine Line
Suppression (Supressão de Linha Fina Melhorada). Lembre-se de que um NEX de 2 com a opção No
Phase Wrap (Sem Cobertura de Fase) ativada é, verdadeiramente, uma aquisição de NEX 1 e, por isso,
deverá ter a opção Enhance Fine Line Suppression (Supressão de Linha Fina Melhorada) ativada. Os
compromissos seguintes são o resultado de modificações de software que foram feitas para reduzir o
artefato de linha fina:
Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o ESP pode aumentar e podem existir menos cortes
por aquisição.

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sos) Manual do operador

Está disponível um CV do Usuário Legacy Phase Correct (Correção de Fase Legada) para as
digitalizações FSE 2D. Por predefinição, todas as aplicações FSE utilizam uma versão de correção de
fase melhorada para reduzir eventuais artefatos de mancha ou efeito de banda. A CV do Usuário Legacy
Phase Correct (Correção de Fase Legada) permite-lhe voltar ao comportamento de correção de fase
legada.
Está disponível a CV do Usuário Extreme High Resolution Optimization (Otimização de Resolução
Extremamente Alta) para reduzir o artefato de movimento causado por artefatos de mancha.
A opção Editable refocus flip angle (Ângulo de rotação de refocagem editável ) permite-lhe alterar o
ângulo de rotação do impulso de refocagem, que é fixado em 180° como predefinição.
Com o Duo ChemSat Flag CV, é possível ligar a saturação química Duo para sequências 2D FSE. O Duo
ChemSat ajuda na redução de sinais de gordura irregulares em exames T2 da mama.

Espaço k
O espaço k é o espaço que deve ser cheio com informação matematicamente manipulável (Transformação de
Fourier), a fim de formar uma imagem. O modo como é cheio pode ter impacto na aparência da imagem. O
espaço k também pode ser definido como dados brutos - a interseção de um eixo codificado de fase e um eixo
codificado de frequência. É onde são colocados os sinais de ressonância magnética codificados espacialmente
durante a aplicação do gradiente de codificação de frequência.
As linhas centrais, ou exibições, do espaço k, referem-se geralmente às que ocorrem em resultado de baixas
amplitudes do gradiente de codificação de fase. São estas linhas centrais do espaço k que contêm a maioria dos
sinais. A aquisição das linhas exteriores do espaço k aumenta a resolução espacial na imagem.
Em uma digitalização FSE, cada eco é adquirido com um valor diferente do gradiente de codificação de fase e,
desse modo, são preenchidas várias linhas de espaço k para cada intervalo TR. Por exemplo, se forem
preenchidas 4 linhas de espaço k com cada TR, então o TR só terá que ser repetido 64 vezes a fim de preencher
o espaço k para uma digitalização 256×256 (256 linhas/4 linhas- intervalo TR = 64 intervalos TR). O tempo de
digitalização associado a essa técnica é 2 s × 64 repetições x 1 NEX = 2:08. Na sequência de impulsos FSE, o
impulso inicial a 90° é seguido pela aquisição de 2 ecos ou mais (o número de ecos baseia-se no ETL
selecionado no protocolo). O número de ecos selecionado denomina-se ETL e o tempo entre cada eco designa-
se por ESP. Cada eco é adquirido com um diferente gradiente de codificação de fase, o que significa que para
uma imagem de 256x256, só são necessárias 128 - 16 repetições (TR) para adquirir informação suficiente para
criar a imagem; se 16 ecos = 16 codificações de fase, então 256 ÷ 16 = 16 repetições.

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Figura 5-18: A FSE usa um gradiente de codificação de fase diferente para cada eco gerado. Desse modo, é completada mais de uma linha
de espaço k por TR. Nesse exemplo, são completadas quatro linhas/codificações de fase por TR. Tempo de digitalização = (TR) (nº. de
codificações de fase/4) (NEX).

Todas as linhas intermediárias do espaço k são adquiridas no tempo de TE (TE efetiva TE) selecionado pelo
operador. Lembre-se de que as linhas intermediárias do espaço k estão associadas aos sinais mais altos e,
portanto, têm o maior impacto no contraste. As linhas exteriores do espaço k (frequências espaciais elevadas)
têm menos impacto no SNR, e menos influência no contraste. Se as codificações de fase central (linhas centrais
do espaço k) estiverem concentradas em torno de um TE de 80 mseg, o contraste será bastante influenciado
pelo declínio de T2 consistente com esse tempo de eco.
Figura 5-19: As menores amplitudes do gradiente de codificação de fase são terminadas no tempo de TE selecionado pelo operador. Essas
amplitudes menores geram o sinal mais alto (exibições centrais no espaço k).

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Tópicos relacionados
Orientação de família FSE

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

Considerações sobre a digitalização de FSE-XL


Use FSE-XL para adquirir contraste de imagem com ponderação de T1, PD e T2.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de FSE-XL. Para valores de
parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

Seleções de digitalização para 2D: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido) ,
impulso de FSE-XL.
Seleções de digitalização para 3D: Modo 3D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido) ,
impulso de FSE.
FSE-XL utiliza o aumento da potência de RF para obter os ângulos de rotação apropriados (calculados
durante a pré-digitalização) em comparação com o FSE. Isto é refletido em valores de GT aumentados
durante a pré-digitalização.

O eco fracionado (Mínimo) não é permitido com o FSE-XL.


Se o TE selecionado for inferior ao ESP, o TE eficaz aumenta para o valor de ESP.
Considere selecionar um TE eficaz que seja próximo do ponto médio do intervalo Mín/Máx do TE para
minimizar a névoa de FSE.
Se o modo 3D estiver selecionado, então selecione Scan Locs (Localizações de Digitalização) e # of Slabs
(Número de Chapas). Quando são prescritas seis localizações por chapa, com os parâmetros Slices to
Discard (Cortes para Excluir) definidos para 1, com uma digitalização de FSE 3D, algumas localizações de
corte são duplicadas. Por exemplo, corte um = localização L26,5, corte dois = localização L25,5, corte três
= localização L24,5, corte quatro = localização L23,5, corte cinco = localização L24,5, corte seis =
localização L23,5. Logo, selecione oito localizações por chapa para as prescrições de FSE 3D.
Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o ESP pode aumentar e podem existir menos cortes por
aquisição.
O valor de fase de 512 reduz significativamente a névoa nas extremidades.
Se for selecionado um NEX ímpar, pode (embora seja pouco provável) resultar em uma resolução
espacial reduzida em comparação com os mesmos parâmetros de digitalização com um NEX par.
Se a opção Flow Compensation (Compensação de Fluxo) estiver ativada, selecione a direção da
Compensação de Fluxo na direção dos prótons em movimento. A Compensação de Fluxo com FSE
apenas corrige o fluxo em uma direção. Se a Fase e a Frequência tiverem sido trocadas, não utilize a
Compensação de Fluxo.

Se o 2D FSE for selecionado com uma bobina 2_BREAST (configuração HD 4CH Breast Array) ou
bobina HDBreast (configuração Liberty 9000 8-CH Breast Coil) para exame T2 da mama, é necessário
prescrever dois volumes shim.

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

CV do Usuário Correção de Fase Legada


CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta
Ângulo de rotação de refocagem editável

Tópicos relacionados
Orientação de família FSE
Orientação de PSD

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Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo


Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD
Artefato de truncamento

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Capítulo 5: PSD (Base de Dados de Sequências de Impulsos)
Manual do operador

Considerações sobre a digitalização de FSE-XL IR


Duplo e Triplo
Use digitalizações de IR Duplo e Triplo para visualizar anatomia cardíaca, massas da parede miocárdica,
folículos de válvula e sangue escuro.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de FSE-XL IR Duplo e Triplo.
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções do parâmetro de digitalização de IR Duplo: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação
Rápido) , impulso de FSE-XL, opção de imagiologia Blood Suppression (supressão de sangue).
Seleções do parâmetro de digitalização de IR Triplo: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação
Rápido) , impulso de FSE-IR, opção de imagiologia Blood Suppression (Supressão de sangue).
É adquirido um corte por aquisição, por isso a interferência não é um problema.
Os impulsos de SAT química (Fat/Water Suppression (Supressão de Gordura/Água)) não estão
disponíveis para o FSE-IR com Blood Suppression (Supressão de Sangue) (Triple-IR Blood Suppression
(Supressão de Sangue de IR Triplo)).
A SAT química pode ser utilizada para o FSE-XL com Blood Suppression (Supressão de Sangue) (Double-
IR Blood Suppression (Supressão de Sangue de IR Duplo)).
É provável que valores de TE de 40 mseg ou superiores reduzam o aspecto de artefatos relacionados
com o fluxo.
A seleção automática de BSPTI induz o sistema a calcular o valor mais preciso com base no ritmo
cardíaco do paciente.
Um estudo de curso de tempo diminui o T1 do sangue, o que pode exigir um BSP TI diminuído. A função
Auto calculation (Cálculo Automático) assume que a série não é um estudo de curso de tempo. A seleção
automática de BSP TI é calculada para obter a máxima supressão do sangue. Se o valor calculado for
muito elevado para os parâmetros de digitalização selecionados, então o BSP TI deve ser diminuído,
aumentando a largura de banda, diminuindo o ETL e/ou o parâmetro Trigger Window (Janela de
Sinalizador).
À medida que a largura de banda de recepção aumenta, o ESP diminui (o que é desejável) e o BSP TI
máximo aumenta. As aquisições de Blood Suppression (Supressão de Sangue), geralmente, utilizam
larguras de banda máximas para manter o espaço do eco pequeno e, assim, diminuir os efeitos de
névoa com ETLs longos. Compense a perda no SNR que ocorre com estas larguras de banda amplas,
aumentando a espessura dos cortes ou o FOV.
Se for prescrita mais do que uma localização (como é, normalmente, o caso), selecione um número de
localizações antes de colocar o sistema em pausa para transmitir ao paciente instruções sobre a apneia
inspiratória.
Quando utilizar uma Bobina de Vetor de Fase de Tronco, use um FOV de Fase 1 para evitar o artefato de
revestimento.
Utilizar um intervalo de 1 RR permite tempos de digitalização mais curtos e, por isso, é útil para
digitalizações com apneia inspiratória. Um RR único fornece um aspecto de T1 mais ponderado. No
entanto, as imagens são adquiridas em uma diástole precoce e não tardia, o que pode reduzir a
qualidade da imagem. Regra geral, utilize apenas a técnica de sangue 1 RR preto para aplicações em
que seja necessário adquirir uma digitalização com apneia inspiratória curta.
Pode ser necessário aumentar a RBw ou diminuir o ETL para obter o BSP TI apropriado quando o ritmo
cardíaco é > 100 BPM e a TW é ampla. É apresentada uma mensagem quando isso é necessário.

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IR Triplo: O Tempo de Inversão para anular a gordura a 3,0 T é de aproximadamente 230 mseg. Este é o
mesmo TI utilizado em outras sequências de recuperação de inversão de TI curto quando é desejada a
anulação da gordura.

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

CV do Usuário Correção de Fase Legada


CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta
Ângulo de rotação de refocagem editável

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Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Manual do operador

Considerações sobre a digitalização FSE-IR


Use FSE-IR para suprimir o sinal de gordura em imagens abdominais e de membros e quando desejar uma
supressão de gordura mais uniforme para grande FOV ou FOV descentrado,sendo o FSE-IR uma excelente
alternativa ao FSE Fat SAT.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de FSE-IR. Para valores de
parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido), impulso de FSE-
IR.
Aumentar o número de impulsos de RF de refocagem aumenta a SAR ao paciente, o que pode limitar o
número de cortes permitidos para um determinado TR.
O FSE-IR com a Opção de imagiologia Flow Compensation (Compensação de Fluxo) pode não
proporcionar vantagens ao mesmo nível que as visualizadas com o Eco de Rotação de Compensação de
Fluxo convencional. Consequentemente, trocar a fase e a frequência pode ser desejável para minimizar
o artefato de movimento. Se o espaçamento do eco permanecer curto (por exemplo, 16 mseg ou
menos), então trocar a fase e a frequência pode não ser necessário.
A opção de imagiologia Sequential (Sequencial) é selecionada automaticamente com FSE-IR, mesmo que
seja utilizado um método de aquisição intercalado quando são prescritos múltiplos grupos.

O valor máximo permitido para o TE2 pode não corresponder ao valor máximo apresentado junto ao
campo de texto de TE, porque o sistema não pode permitir que todas as seleções de parâmetros possíveis
afetem o TE máximo. Por isso, pode verificar que o TE2 verdadeiro ultrapassa o máximo apresentado.

Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o espaçamento de eco pode aumentar e podem existir
menos cortes por aquisição.
Considere trocar a fase e a frequência para minimizar o artefato de movimento.
Se for selecionado um NEX ímpar, pode (embora seja pouco provável) resultar em uma resolução
espacial reduzida em comparação com os mesmos parâmetros de digitalização com um NEX par.

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

CV do Usuário Correção de Fase Legada


CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta
Ângulo de rotação de refocagem editável

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Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Considerações sobre a digitalização RFSE Rápido-XL


Use FRFSE-XL para aquisições ponderadas para PD e T2 da coluna vertebral, imagens abdominais em apneia,
cabeça e articulações.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de RFSE Rápido-XL. Para
valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleção de parâmetros de digitalização de RFSE Rápido 2D


Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido) , impulso de
RFSE Rápido-XL.
Selecione um TE eficaz que seja próximo do ponto médio do intervalo Mín/Máx do TE, para minimizar a
névoa de FSE.
O TR para RFSE Rápido-XL é reduzido em comparação com o FSE, sem detrimento do CNR.
Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o espaçamento de eco pode aumentar e podem existir
menos cortes por aquisição.
Se for selecionado um NEX ímpar, pode (embora seja pouco provável) resultar em uma resolução
espacial reduzida em comparação com os mesmos parâmetros de digitalização com um NEX par.
As Aquisições antes da Pausa devem ser definidas para 1 para permitir o ordenamento de cortes com
suster de respiração. Isso permite uma pausa entre grupos de cortes.
Selecione Blurring Cancellation (Cancelamento de Névoas) para digitalizações abdominais com apneia
inspiratória e para reduzir as névoas das extremidades. Utilize um NEX > 2 se a opção Sem Cobertura de
Fase estiver ativada. Utilize um ETL ímpar e faça do TE eficaz o ponto médio da série de eco. Isso permite
a utilização de uma espessura de corte de 100 mm. Essa espessura de corte pode ser útil quando
realizar sequências de MRCP.
Selecione uma Acquisition Order (Ordem de Aquisição) se mais de 1 grupo de cortes for prescrito
graficamente. Sequential (Sequencial) é uma aquisição de MSMG e Interleave (Intercalado) é uma
aquisição de MSMA. As prescrições de MSMG demoram mais do que as prescrições de MSMA.
Para aquisições axiais, os impulsos de SAT S e I deverão ser selecionados para colocar um grupo de
bandas de SAT nos limites de cada grupo de cortes. As bandas de SAT deverão também ser
concatenadas.
É recomendável mover o segundo grupo para sobrepor ao primeiro grupo de cortes. Não defina dois
grupos de cortes clicando e arrastando apenas uma vez, pois resulta em um contraste irregular ao longo
do grupo de cortes.
Quando uma aquisição dupla é prescrita, os cortes são adquiridos de uma forma sequencial, (grupo 1 =
1,2,3,4; grupo 2 = 5,6,7,8) em vez de uma forma intercalada, (grupo 1 = 1,3,5,7; grupo 2 = 2,4,6,8) para
ajudar a reduzir os problemas de erros de enquadramento com digitalizações com apneia inspiratória.

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

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Ângulo de rotação de refocagem editável

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Seleção de parâmetros de digitalização de RFSE Rápido 3D


Seleções de digitalização: Modo 3D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido) , impulso de
RFSE Rápido-XL.
O RFSE Rápido-XL 3D intercalado de multi-chapa não permite o uso de ZIP x 2 e ZIP x 4. Se a bobina de
Tronco ou de Vetor de Fase do Tronco for selecionada, então o Asset pode ser utilizado.
Considere utilizar a opção T2-Prep (Preparado para T2) combinada com o MRCP para aumentar o TE e
melhorar o contraste T2.
1 eco, TE e ETL são selecionados automaticamente.
O TR não é programável se a opção Respiratory Gating (Controle Respiratório) estiver ativada.
O valor de RBw normal é de 31,25 kHz. À medida que a largura de banda aumenta, os valores de TR e TE
mínimos podem diminuir.
As chapas são adquiridas de uma forma intercalada quando o parâmetro Number of Slabs (Número de
Chapas) não for igual ao parâmetro Number of Acquisitions (Número de Aquisições).
A opção Half-NEX (Meio-NEX) é, geralmente, utilizada para reduzir os tempos de digitalização.
Para valores de matriz de alta resolução, por exemplo um valor de matriz de frequência de 512, o
espaço do eco aumenta. O efeito combinado de um espaço de eco maior resulta no aumento
significativo do TE. Observe que o TE não é selecionado diretamente, mas em vez disso é determinado
por vários parâmetros de digitalização, incluindo o valor da matriz de frequência.
A caixa de texto Respiratory Interval (Intervalo Respiratório) para a opção de imagiologia Respiratory
Triggering (Sinalizador Respiratório) não permite introduzir valores com o esquema de ordenamento de
exibições de disparo único, ou em outras palavras, o único valor disponível é 1 RR.

Tópicos relacionados
Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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sos) Manual do operador

Considerações sobre FLAIR 


Use Flair T1 para adquirir contraste de imagem da cabeça e coluna vertebral ponderado a T1. Use FLAIR T2 a
imagens adquiridas para suprimir o sinal CSF brilhante próximo às estruturas cheias de fluido.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de FLAIR T1 e FLAIR T2. Para
valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

Seleções de parâmetros de introdução de FLAIR


Utilize o PSD de introdução de FLAIR para reduzir a suscetibilidade a artefatos presente de forma frequente nos
sistemas de 3,0 T e nas digitalizações da cabeça T2FLAIR na região sinusal. A introdução de PSD está disponível
nos sistemas de 1,5 T e nos sistemas de 3,0 T.
Figura 5-20: Comparação de T2 FLAIR com o PSD de introdução

Tabela 5-9: Legenda da imagem

# Descrição
1 enhflair Introdução de PSD com SAT de gordura desativada.
2 enhflair Introdução de PSD com SAT de gordura ativa.
3 Imagem T2 FLAIR - observe a área de suscetibilidade superior.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido), impulso T1FLAIR,
campo de introdução do texto enhflair.
Parâmetros de digitalização recomendados:

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Manual do operador

TR = 12000 ms
TE = 120 ms
TI = 2200 ms, sem utilizar a opção Auto TI
ETL = 24
FOV = 22 cm
Espessura de corte = 3 mm
Espaçamento = 0,3 mm
# de cortes = não exceda uma aquisição simples
Largura de Banda = 42
NEX = 2, um valor NEX inferior resulta em uma qualidade de imagem comprometida
Valor da matriz de frequência = 352
Valor da matriz de fase = 224
PFOV = 0,75 para reduzir o tempo de digitalização
SAT química = Fat (Gordura)
SAT espacial = adicione uma banda SAT inferior para reduzir o movimento dos vasos sanguíneos nas
digitalizações axiais
Não selecione ASSET, pois resultará em uma falha de preparação.

Seleções de parâmetros de FLAIR T1


Seleções de digitalização: Modo 2D, família Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido), impulso de
T1FLAIR.
Existe uma variação na intensidade do sinal de uma aquisição de FLAIR T1 quando o espaçamento de
corte é inferior à espessura de corte. Isso pode resultar em uma diminuição do sinal no primeiro e último
cortes, ou qualquer outro corte pode variar em intensidade de sinal. Para evitar esse problema, defina o
espaçamento de corte para igualar a espessura de corte, ou utilize a opção Interleave (Intercalado) no
menu de espaçamento de corte. Utilizar a opção Interleave (Intercalado) duplica o tempo de
digitalização.
Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o ESP pode aumentar e podem existir menos cortes por
aquisição.
Está disponível seleção de TI para calcular automaticamente o valor ótimo de TI, à medida que o TR, a
espessura de corte e o espaçamento variam. Use Auto TI para supressão consistente de CSF.
O Auto TR seleciona automaticamente o TR e TI ótimos para supressão de CSF, o contraste ótimo de
substância cinzenta/branca e o tempo de digitalização mais curto. Observe que quando o Auto TR está
selecionado, o Auto TI fica bloqueado.
Se for selecionado um NEX ímpar, pode (embora seja pouco provável) resultar em uma resolução
espacial reduzida em comparação com os mesmos parâmetros de digitalização com um NEX par.
Pausar uma aquisição de FLAIR durante a digitalização pode causar artefatos de imagem e isso deverá
ser evitado.
Quando realizar um FLAIR T1 com contraste, se a diminuição de contraste do T1 corresponder ao ponto
nulo de lesão aumentada, o melhoramento do contraste poderá ser suprimido. Observe as diferenças no
aumento da lesão nas imagens sagitais T1 da coluna cervical mostradas abaixo.

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Figura 5-21: Comparação de imagens da coluna: FLAIR T1 (esquerda) e Eco de Spin (direita)

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

CV do Usuário Correção de Fase Legada


CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta
Ângulo de rotação de refocagem editável
Por predefinição, a versão FLAIR T1 melhorada é usada para manter o CSF saturado com Auto TI,
reduzindo assim a possibilidade de CSF brilhante. A CV do Usuário Legacy T1 FLAIR (FLAIR T1 Legado)
permite voltar ao comportamento FLAIR T1 Legado.
A CV do Usuário Edge Slice CSF Suppression (Supressão do CSF do Corte de Extremidade) pode ser
usada para suprimir o sinal de CSF nos cortes de extremidade.
A CV do Usuário Slice Uniformity (Uniformidade de Corte) pode ser usada para reduzir as variações de
sinal corte-corte causadas por interferências de corte.

Seleções de parâmetros de FLAIR T2


Seleções de digitalização: Modo 2D, família Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido), impulso de
T2FLAIR.
Com base na sua seleção de TE, FOV, resolução-x e largura de banda (que determina o ESP), a sequência
de impulsos de FLAIR escolhe o ETL apropriado. Logo, o ETL não é um parâmetro selecionável.
Está disponível uma seleção de TI para calcular automaticamente o valor ótimo de TI, à medida que o TR,
a espessura de corte e o espaçamento variam. Use Auto TI para supressão consistente de CSF.
Dado que o ETL está ligado ao TE, à medida que seleciona TEs mais curtos, o tempo de digitalização
aumenta.
Para manter a anulação do CSF, o TR deve ter pelo menos 3 a 4 vezes o valor do TI. Se escolher um TR
que seja significativamente menor do que 3 vezes o TI, a qualidade de anulação do CSF é degradada.
Se o FOV for ≤ 20 e a espessura de corte for ≤ 6, o ESP pode aumentar e podem existir menos cortes por
aquisição.
Se for selecionado um NEX ímpar, pode (embora seja pouco provável) resultar em uma resolução
espacial reduzida em comparação com os mesmos parâmetros de digitalização com um NEX par.

CVs do Usuário
Estão disponíveis as seguintes CVs do Usuário com aquisições 2D:

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CV do Usuário Correção de Fase Legada


CV do Usuário de Otimização de Resolução Extremamente Alta
Ângulo de rotação de refocagem editável

Seleções de parâmetros do T2 FLAIR type-in PSD optflair+


O T2 FLAIR type-in PSD (optflair+) é usado para gerar imagens com uma proporção maior de contraste-ruído
(CNR) de matéria cinzenta/branca enquanto mantém o líquido cefalorraquidiano (CSF) suprimido.
Em Imaging Options/PSD (opções de imagem/tela PSD), selecione T2Flair pulse (pulso T2Flair). No campo PSD
Name (nome PSD), digite e digite: optflair+
Figura 5-22: Imaging Options/PSD screen (opções de imagem/tela PSD)

O T2 FLAIR type-in PSD optflair+ oferece a seguinte vantagem:

Parâmetros de escaneamento otimizados para fornecer mais fatias por tempo de aquisição.
Um algoritmo de inversão de CSF que suprime o CSF quando um valor TI maior é usado. O que ajuda a
obter uma CNR alta de matéria cinzenta/branca.
Permite FOV de fase parcial para um tempo de escaneamento otimizado.
Permite opção de imagem ARC, que permite a otimização do tempo de escaneamento para uma
determinada cobertura de fatia.
Permite a saturação de gordura para:
Suprimir a gordura craniana, ajudando a reduzir zumbidos/artefatos fantasmas do crânio.
Melhora a visualização de matéria cinzenta/branca nas extremidades do cérebro.
Proporciona a supressão de gordura na anatomia do cérebro.
Permite ETL editável para um determinado TE para produzir um contraste de matéria cinzenta/branca
ideal.
De forma geral, selecione um Acceleration factor (fator de aceleração) de 2, selecione I como a opção
SAT espacial e selecione Fat (gordura) como a opção Chem SAT. Quando a densidade da fatia = 3,0,
distância = 0,5, #slice = 40, TE = 90, ETL = 11, matriz 256*192, NEX = 1 e largura de banda = 31,25, use as
seguintes combinações de TR e TI:
Opção 1: TR = 11 segundos, TI = 2,8 segundos
Opção 2: TR = 10 segundos, TI = 2,7 segundos
Opção 3: TR = 9 segundos, TI = 2,6 segundos

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Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD
CV do Usuário Supressão do CSF do Corte de Extremidade
CV do Usuário Flair T1 Legado
CV do Usuário Uniformidade de Corte

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Considerações sobre a digitalização de Cubo 


Use o Cube para adquirir imagens de alta resolução nas três dimensões, com o objetivo de adquirir voxels
isotrópicos (todas as dimensões de voxel, altura, largura e profundidade, são iguais).
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Cubo T2 ou FLAIR T2. Para
valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

Seleções de digitalização: Modo 3D, família Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápido), impulso Cube ou
Cube T2 FLAIR.
Regra geral, use Cubo para adquirir imagens do cérebro, coluna cervical, pélvis e joelho.
As digitalizações do cérebro Cube (Cubo) adquiridas com a CV do Usuário Cube Enhance (Melhoria de
Cubo) definida para 3 (Cérebro T1) podem produzir imagens isotrópicas 3D com artefatos reduzidos em
comparação com uma digitalização 2D Spin Echo (Eco de Rotação 2D) tradicional. No entanto, poderão
continuar presentes artefatos de fluxo residuais e artefatos de toque.
Ao adquirir uma digitalização de Cubo da pélvis, recomenda-se que adquira um plano sagital ou coronal.
A aquisição de um plano axial poderá resultar em um artefato anefato.
O NEX completo produz a maior qualidade de imagem quando o intervalo de TE limitado é aceitável. O TE
é um campo geralmente não editável, mas a mudança da largura de banda, da resolução e do FOV de
fase altera o TE. Pode ser editado nas seguintes condições:
Se o NEX for regulado para 0,5.
Se a CV do Usuário Cube Enhance (Melhorar Cubo) for regulada para 1 ou 3.
Quando usar bobinas de vetor de fase, a opção Acceleration (Aceleração) fica disponível. A definição
recomendada utiliza a quantidade máxima de aceleração nas direções de fase e de codificação de corte.
Os fatores de aceleração reduzida resultam primeiro em tempos de digitalização mais longos, depois
em séries de eco mais longas, mas com o SNR aumentado. Quando for necessário um SNR mais alto,
considere as seguintes mudanças:
reduzir a aceleração na direção de corte
aumentar o valor NEX
reduzir a aceleração na direção de fase

Faça seleções para a saturação química, conforme necessário:

None (Nenhuma) se não desejar saturar o sinal de gordura ou água.


Fat (Gordura) para criar imagens saturadas de gordura.
Classic Fat (Gordura Clássica) para criar imagens saturadas de gordura que tenham menos
saturação do que a seleção Fat (Gordura).
Water (Água) para criar imagens saturadas de gordura.
Quando Fat (Gordura) ou Classic Fat (Gordura clássica) estão selecionados, a CV do Usuário Fat
SAT Efficiency (Eficiência de saturação de gordura) está disponível para controlar a quantidade de
gordura que é saturada.

As imagens são anotadas como M3D/sequência de impulsos do Cubo/ângulo de rotação


Deposite e posicione graficamente uma única chapa.

CVs do Usuário

A opção Whole Volume Excitation (Excitação de volume completo) pode ser utilizada para reduzir os
artefatos de sombra e de banda. Não é compatível com a Compensação de Fluxo.

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A CV do Usuário Cube Enhance (Melhorar Cubo) pode ser usada para personalizar os parâmetros
internos do Cubo, para produzir um contraste em particular em uma anatomia específica.

Opções de imagiologia

Use a opção de imagiologia No Phase Wrap (Sem Cobertura de Fase) para reduzir o artefato de
distorção para digitalizações Cubo e Cubo FLAIR.
Quando a sequência Cube-T2FLAIR (Cubo-FLAIR T2) é selecionada, a opção IR-Prep (Preparado para IR)
é selecionada automaticamente e o TI é calculado automaticamente para CSF nulo.
Para o Cube T2, a opção Peripheral/Cardiac Gating (Controle Periférico/Cardíaco) está disponível para
imagiologia neurológica. O tempo de atraso recomendado é concebido para sincronizar a aquisição com
o período de fluxo de CSF baixo do ciclo cardíaco. Utilize o dispositivo de controle periférico para adquirir
o ciclo cardíaco.
A opção Extended Dynamic Range (Intervalo Dinâmico Alargado) está sempre ativada e não pode ser
desativada. É normalmente necessária para aquisições 3D.
ZIP x 2 e ZIP 512 são sempre recomendados para aquisições de Cubo.
Se prescrever a Compensação de Fluxo com uma digitalização de Cubo, a CV do Usuário Whole Volume
Excitation (Excitação de Volume Completo) será desativada. A aquisição de uma digitalização sem a
Excitação de Volume Completo pode resultar em um SNR reduzido e em um aumento dos artefatos de
sombreamento/efeito de banda.

Sugestão de reformatação: Para melhorar o SNR e reduzir o número de imagens em cada série, as
reformatações podem ser concebidas para serem mais espessas do que as imagens de origem. Por exemplo, 3
mm com uma sobreposição de 1 mm. Para programar uma sobreposição, selecione um valor para Spacing
Between Views (Espaçamento entre Exibições) que seja inferior à espessura de corte. Para alterar o
Espaçamento Entre Exibições, no painel de controle Reformat (Reformatação), clique em Filming Tools > Batch
Film (Ferramentas de Filmagem > Lote de Filme). A espessura de corte corresponde ao texto vermelho na
imagem reformatada.

Sugestão para resolução de problemas: A Phase Correct (Correção de Fase) pode causar um artefato do
tipo banda em imagens do cérebro e a quebra de sinal em imagens das extremidades. Desative a função Phase
Correct (Correção de Fase) para evitar estes problemas.
Figura 5-23: Esquerda = cabeça sagital com Phase Correct (Correção de Fase) On (Ligada) , demonstrando o artefato do tipo banda, direita
= cabeça sagital com correção de fase Off (Desligada)

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Figura 5-24: Esquerda = joelho com Phase Correct (Correção de Fase) On (Ligada), demonstrando quebra do sinal nas margens do FOV,
direita = Phase Correct (Correção de Fase) Off (Desligada)

Tópicos relacionados
Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Considerações sobre a digitalização SSFSE e SSFSE-


IR
Use SSFSE para:

reduzir o artefato de movimento e o tempo de imagiologia.


escanear pacientes não cooperantes em tempos curtos de escaneamento.
imagiologia abdominal e cardíaca em apneia inspiratória.
com valores de TE longos (300-1.300 mseg) para visualizar a vesícula biliar e a árvore biliar.

Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de SSFSE e SSFSE-IR. Para
valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Fast Spin Echo (Eco de Rotação Rápida), impulso de
SSFSE ou SSFSE-IR.
O método de NEX de 0,5 em SSFSE e SSFSE-IR contribui para a criação de névoas nas extremidades.
A seleção do TE determina a técnica de preenchimento do espaço-k.
A função Linear Phase Encoding (Codificação de Fase Linear) é utilizada para TEs de intervalo
pequeno a médio.
Figura 5-25: Ordenamento de Exibição Linear: 1 = Ky, 2 = TE1

A função Reverse Phase Encoding (Codificação de Fase Invertida) é utilizada para TEs de intervalo
longo e minimiza a perda de SNR, porque adquire mais ecos na fase inicial da série de eco,
comparativamente com a função Linear Phase Encoding (Codificação de Fase Linear).
Figura 5-26: Ordenamento de Exibição Linear Invertido: 1 = Ky, 2 = TE2

Quando realizar uma sequência de SSFSE, se o peso do paciente for de 75 Kg ou superior, é provável
que a função Auto Prescan (Pré-digitalização Automática) falhe, sendo apresentada a seguinte
mensagem: "Maximum power reached, check patient weight entered" ("Potência máxima atingida,
verifique o peso do paciente introduzido"). Se isso ocorrer, clique em Manual Prescan (Pré-digitalização
Manual) e verifique o TG. Defina o valor máximo para 200. Saia da Pré-digitalização Manual e, em
seguida, clique em Scan (Digitalizar).
Para diminuir as névoas nas extremidades que ocorrem com o SSFSE-XL ou o SSFSE-IR (exceto para as
aplicações de TE máximo), aumente a RBw e diminua o PFOV, correndo o risco de diminuir o SNR.
Quando selecionar o valor de TE máximo, considere utilizar valores de matriz elevados, PFOV = 1 e a
menor RBw permitida.

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Selecione a opção de imagiologia Sequential (Sequencial) para eliminar a troca de imagens


frequentemente observada com digitalizações abdominais com apneia inspiratória intercaladas, quando
essas imagens são adquiridas por pós-processamento de MIP.
A opção Sequential (Sequencial) adquire os cortes por ordem numérica. Se não selecionar a opção
Sequential (Sequencial), é utilizada uma aquisição intercalada, que adquire primeiro os cortes
ímpares e, em seguida, os pares.
A opção Sequential (Sequencial) pode resultar em uma diminuição do SNR e do contraste, em
comparação com a aquisição intercalada.
Para um SSFSE T2, selecione um valor de TE entre o intervalo Mín e Máx listado junto ao campo de
introdução do TE.
Figura 5-27: Intervalo Mín e Máx

Para uma imagem de MRCP ou de mielograma, selecione um valor dentro do intervalo listado junto ao
campo de introdução do TE2.
Figura 5-28: Intervalo TE2

Selecione um TR entre o Mínimo e os 16.000 mseg. Quando selecionar o Mínimo, selecione 1 localização
antes da pausa para evitar a interferência. Ou utilize um TR longo tal como 4.000 mseg, que resulta em
um tempo de aquisição aproximado de 1 segundo e em um tempo de pausa de 3 segundos.
Aumentar a RBw pode diminuir o espaço de eco e assim diminuir as névoas da imagem, correndo o risco
de diminuir o SNR. Quando a CV do Usuário Body Tool Kit (Kit de Ferramentas do Corpo) está ativada e
definida para 0 (a condição predefinida), existem mais opções de largura de banda disponíveis.
À medida que o ESP fica maior, os sinais são recolhidos ao longo de uma parte maior da curva de
decaimento do T2. Reduza o ESP e mais ecos podem ser adquiridos ao longo de uma porção
comparativamente menor da curva de decaimento do T2. Para diminuir o ESP, diminua o valor da matriz
de frequência, aumente o FOV ou aumente a largura de banda.

Tópicos relacionados
Orientação de família FSE
Orientação de PSD
Procedimento de alteração da PSD dentro do protocolo
Procedimento de prescrição de digitalizações de PSD

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Seleções de parâmetros de digitalização de GRE


Leve em conta essa informação quando selecionar os parâmetros de digitalização de Gradient Echo (Eco de
Gradiente). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da
biblioteca local.

TR, TE, Ângulo de rotação


Em sequências GRE, o TR e o ângulo de rotação controlam o nível de saturação. O TE controla o nível de
desfasamento e de contribuição T2. Para adequada ponderação de contraste, consulte a tabela seguinte para
selecionar os parâmetros de digitalização desejados.
Tabela 5-10: Parâmetros de ponderação de contraste de amostra

Ponderação por contraste


Parâmetro T1 T2/T2* PD T1/T2

Sequencial TR 200 ou 200 ou 200 ou 20 a 50


menos menos menos
TE mín - 15 30 - 60 mín - 15 mín - 15

Ângulo de 45 - 90 5 - 15 5 - 30 30 - 60
Rotação
Não sequencial TR 200 - 600 200 - 600 200 - 600

TE mín - 15 30 - 60 mín - 15

Ângulo de 45 - 90 5 - 15 5 - 30
Rotação

As imagens abaixo demonstram os diferentes tipos de contraste disponíveis com a sequência GRE não
sequencial, MPGR. A imagem A mostra o efeito de densidade de prótons associada a baixo ângulo de rotação
MPGR. Observe o efeito mielográfico entre o CSF e a medula espinal. Observe igualmente o efeito T2* nos
corpos vertebrais. Na imagem B, a ponderação por T1 é obtida com grande de ângulo de rotação MPGR. Mais
uma vez, observe o escurecimento dos corpos vertebrais (efeito T2*). A imagem A mostra o efeito T2 associada
a longo TE MPGR. Essas imagens apresentam contraste T2* melhorado entre o CSF e a espinal medula, bem
como escurecimento severo dos corpos vertebrais devido a esses efeitos.
Figura 5-29: Imagens GRE MPGR

Geralmente, a SNR dentro de uma sequência de impulsos GRE aumenta com:

o aumento do TR
o aumento do ângulo de rotação
a diminuição do TE

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As alterações no TR e TE têm maior efeito no SNR em comparação com alterações similares nas
sequências SE.

Tópicos relacionados
Orientação de família de GRE
Orientação de PSD
Alteração da PSD dentro do protocolo
Prescrever e digitalizar uma PSD

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Considerações sobre a digitalização GRE 


Use GRE para adquirir contraste de imagem ponderado por T2*.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de GRE. Para valores de
parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de GRE.
Consulte Procedimento de ajuste do ganho de transmissão para obter informações sobre a pré-
digitalização manual.

À medida que o ângulo de rotação diminui, o SNR diminui. A redução do sinal de GRE requer uma bobina
de superfície ou de extremidade, um NEX superior ou modo 3D.
Figura 5-30: TR/T1 e Flip Angle Curve (Curva do Ângulo de Rotação)

Tabela 5-2:Legenda da imagem TR/T1 e Flip Angle Curve (Curva do Ângulo de Rotação)

#
1 Sinal em incrementos de 0,2
2 TR em incrementos de 500 mseg

As digitalizações de GRE são mais sensíveis a qualquer processo que cause o desfasamento do T2, tais
como falta de homogeneidade B0, cancelamento de desfasamento intravoxel devido a troca química e
efeitos de suscetibilidade magnética, que aumenta à medida que o TE aumenta. Vazios de sinal são
particularmente observados nas zonas do corpo em que existe metal e nas interfaces ar/tecido.
Modo 2D sequencial ou 3D: mantenha o TR e o ângulo de rotação dentro de 10 pontos um do outro, para
produzir um SNR ótimo.
O valor de TE determina se a gordura e a água estão em fase (contorno brilhante na interface) ou fora de
fase (contorno escuro na interface). Tempos de gordura e água em fase e fora de fase:
1,5 T = 2,1 mseg
3,0 T = 1,1 mseg
Em sistemas de 3,0 T, utilize uma RBw mínima de 31,25 para visualizar melhor a gordura e a água em
fase e fora de fase.

Tópicos relacionados
Orientação de família de GRE

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Considerações sobre a digitalização GRE Rápido


Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Fast GRE (GRE Rápido).
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fast GRE
(GRE Rápido).
Consulte Procedimento de ajuste do ganho de transmissão para obter informações sobre a pré-
digitalização manual.

Nas digitalizações de eco duplo 3D, quando o intervalo de TE atinge os seus limites em fase/fora de fase,
alguns parâmetros de imagiologia são limitados.
As sequências Fast GRE (GRE Rápido) resultam em um SNR reduzido quando comparadas com
sequências de GRE não-rápido. A diminuição do SNR resulta da utilização de: maiores larguras de banda,
valores de TR ultra-curtos, NEX fracionado e eco fracionado.
Devido aos TRs curtos, ocorrem efeitos de saturação que resultam em uma redução do SNR e do CNR.
Os TRs curtos não permitem a flexibilidade do ângulo de rotação para manipular o contraste da imagem,
dado que o aumento do ângulo de rotação pode produzir maiores efeitos de saturação.
Os efeitos da troca química são vistos quando um voxel contém tanto gordura como água e o TE está
temporizado para os vetores estarem em ou fora de fase. O limite entre gordura e tecidos com muita
água fica ou brilhante ou escuro.
Podem ser adquiridas até 10.000 imagens dentro de uma série única de 3D Fast GRE (GRE Rápido 3D).
Aumentar o NEX para melhorar o SNR pode não ser uma opção, devido ao aumento do tempo de
digitalização.
Quando a opção de imagiologia Respiratory Trigger (Sinalizador Respiratório) estiver ativada, o tempo de
imagiologia disponível é segmentado pelo TR Mínimo. É utilizada para adquirir tantas codificações de
fase e de corte quantas as que forem possíveis dentro do tempo de imagiologia disponível para um
intervalo respiratório.
Dado o conjunto de dados 3D ser adquirido ao longo de múltiplos intervalos respiratórios, recomenda-se
a utilização de um parâmetro Trigger Window (Janela do Sinalizador) maior (60%), para adquirir tantos
dados quanto possível entre os intervalos respiratórios.
Considere aumentar o NEX para 2, para reduzir o efeito fantasma em excesso em uma sequência 3D,
quando utilizar a opção de imagiologia No Phase Wrap (Sem Cobertura de Fase).

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Aplicações de SPGR/GRE Rápido

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sos) Manual do operador

Considerações sobre a digitalização SPGR


Use SPGR para adquirir contraste de imagem ponderado por T1.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de SPGR.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de SPGR.
Consulte Procedimento de ajuste do ganho de transmissão para obter informações sobre a pré-
digitalização manual.
À medida que o ângulo de rotação diminui, o SNR diminui. A redução do sinal de SPGR requer uma
bobina de superfície ou de extremidade, um NEX superior ou modo 3D.
Figura 5-31: TR/T1 e Flip Angle Curve (Curva do Ângulo de Rotação)

Tabela 5-3:Legenda da imagem TR/T1 e Flip Angle Curve (Curva do Ângulo de Rotação)

#
1 Sinal em incrementos de 0,2
2 TR em incrementos de 500 mseg

O ângulo de rotação afeta a quantidade de recuperação que ocorre entre cada impulso de excitação.
Como regra geral, quanto maior for o ângulo de rotação, mais saturação e efeitos T1 são vistos na
imagem.
Modo 2D sequencial ou 3D: mantenha o TR e o ângulo de rotação dentro de 10 pontos um do outro, para
produzir um SNR ótimo.
As digitalizações de SPGR são mais sensíveis a qualquer processo que cause o desfasamento do T2, tais
como falta de homogeneidade B0, cancelamento de desfasamento intravoxel devido a troca química e
efeitos de suscetibilidade magnética, que aumenta à medida que o TE aumenta. Vazios de sinal são
particularmente observados nas zonas do corpo em que existe metal e nas interfaces ar/tecido.

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Considerações sobre a digitalização SPGR Rápido


Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Fast SPGR (SPGR Rápido).
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fast SPGR
(SPGR Rápido).
Consulte Procedimento de ajuste do ganho de transmissão para obter informações sobre a pré-
digitalização manual.
As sequências de Fast SPGR (SPGR Rápido) resultam em um SNR reduzido quando comparadas com
sequências de SPGR não-rápido. A diminuição do SNR resulta da utilização de: maiores larguras de
banda, valores de TR ultra-curtos, NEX fracionado e eco fracionado.
Devido aos TRs curtos, ocorrem efeitos de saturação que resultam em uma redução do SNR e do CNR.
Os TRs curtos não permitem a flexibilidade do ângulo de rotação para manipular o contraste da imagem,
dado que o aumento do ângulo de rotação pode produzir maiores efeitos de saturação.
Aumentar o NEX para melhorar o SNR pode não ser uma opção, devido ao aumento do tempo de
digitalização. No entanto, a opção multi-planar pode ser utilizada para melhorar o SNR.
Os efeitos da troca química são vistos quando um voxel contém tanto gordura como água e o TE está
temporizado para os vetores estarem em ou fora de fase. O limite entre gordura e tecidos com muita
água fica ou brilhante ou escuro.
Quando a opção de imagiologia Respiratory Trigger (Sinalizador Respiratório) estiver ativada, o tempo de
imagiologia disponível é segmentado pelo TR Mínimo. É utilizada para adquirir tantas codificações de
fase e de corte quantas as que forem possíveis dentro do tempo de imagiologia disponível para um
intervalo respiratório.
Dado o conjunto de dados 3D ser adquirido ao longo de múltiplos intervalos respiratórios, recomenda-se
a utilização de um parâmetro Trigger Window (Janela do Sinalizador) maior (60%), para adquirir tantos
dados quanto possível entre os intervalos respiratórios.

SPGR Rápido 3D

AVISO

Não utilize o 3D IR-Prep SPGR para criar uma imagem de uma série pós-contraste. Se a escassez
de T1 para contraste corresponder ao ponto nulo de uma lesão em melhoria, o aperfeiçoamento
de contraste será suprimido.

Nas digitalizações de eco duplo 3D, quando o intervalo de TE atinge os seus limites em fase/fora de fase,
alguns parâmetros de imagiologia são limitados.
2 TEs por Digitalização adquirem automaticamente 1 eco com gordura e água fora de fase e 1 eco com
gordura e água em fase.
TEs curtos aumentam o contraste T1 e aumentam o SNR. Aumente o TE para aumentar o contraste T2*,
diminuir o SNR, diminuir as mudanças de sinal nas interfaces gordura/água e aumentar os efeitos de
suscetibilidade magnética.
TRs curtos diminuem o SNR, aumentam o contraste T1 e diminuem o tempo de digitalização. TRs longos
aumentam o SNR e o tempo de digitalização.
O TR não é selecionável com sequências de Preparado para Tecido, Multi-Fases e 3D. O valor mínimo
é definido pelo sistema.

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Para sequências multi-planares, a utilização de TRs mais longos (60-100 mseg) permite maiores
ângulos de rotação (40-60°), que podem melhorar o SNR.
Se o TR e o ângulo de rotação estiverem dentro de 10 pontos um do outro, o SNR é otimizado.

A opção Prep Time (Tempo de Preparação) só aparece se as opções SPECIAL, DE Prepared (Preparado
para DE) ou IR Prepared (Preparado para IR) estiverem selecionadas.
Para SPECIAL, selecione Auto (Automático) ou um T1 no intervalo de 30 a 60 mseg e o sistema
determina o ângulo de rotação ótimo para o impulso de Inversão.
Para IR-Prepared (Preparado para IR) sem Controle Cardíaco ou modo 3D, o Tempo de Preparação é
calculado a partir do impulso de Inversão para a aquisição do centro do espaço-k, que é onde o
contraste é determinado. Este método de cálculo é concebido para otimizar o contraste fígado/baço.
Regra geral, selecione um valor de TI de 500 a 600.
Para DE Prepared (Preparado para DE), o sistema define o tempo entre o primeiro e o terceiro
impulsos de preparação. O contraste de tecido varia à medida que o Tempo de Inversão varia.

À medida que a largura de banda diminui, ocorre o seguinte: O SNR aumenta, o artefato de troca
química aumenta, o TE mínimo aumenta, o que pode potencialmente diminuir o número de cortes e
aumentar o artefato de movimento. De um modo geral, as larguras de banda maiores são usadas com
sequências rápidas, para manter os TEs e TRs mínimos.
Considere aumentar o NEX para 2, para reduzir o efeito fantasma em excesso em uma sequência 3D,
quando utilizar a Opção Imagiologia No Phase Wrap (Sem Cobertura de Fase).

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Aplicações de SPGR/GRE Rápido


Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.
Tabela 5-11: Aplicações GRE Rápido/SPGR Rápido

Sequência de impulsos Aplicação


2D Sequential Fast GRE/SPGR Imagiologia de abdômen e pélvis, com apneia inspiratória, T1 e
(SPGR/GRE Rápido Sequencial T2*
2D) Abdômen e pélvis com contraste melhorado T1
Localizadores ultra-rápidos
Imagiologia cardíaca/do arco aórtico, com apneia inspiratória,
quando utilizada com Fast GRE/SPGR Rápido (SPGR/GRE Rápido)
e controle (FastCard)
Multi-Phase Fast SPGR (SPGR Estudos de contraste temporariamente resolvidos
Rápido Multi-Fases) Estudos de movimento das articulações do joelho, articulação
temporo-mandibular e pulso
Estudos de Flexão e Extensão da coluna cervical
IR/DE Prepared Fast GRE (GRE IR: para suprimir o sinal de um tecido ou órgão seletivo, tal
Rápido Preparado para IR/DE) como o fígado ou o baço
IR: Abdômen de respiração livre. Protocolo GE Abdomen
(Abdômen), Liver (Fígado) ou Liver Asset (Asset Fígado) e série
Ax FIRM não BH
DE: para produzir maior contraste T2*
2D Multi-Planar FMPGRE/ Localizações de corte múltiplas do abdômen ou pélvis, em uma
FMPSPGR (FMPGRE/ FMPSPGR única apneia inspiratória
Multi-Planar 2D) Imagens de abdômen e pélvis com contraste melhorado T1
Para melhorar o SNR em sequências rápidas sequenciais
3D Fast GRE/SPGR (SPGR/GRE Imagens de alta resolução das articulações e músculo-
Rápido 3D) esqueléticas T1 ou T2*, quando são desejados tempos de
digitalização mais rápidos
Reformatação em planos múltiplos para eliminar a necessidade
de aquisições adicionais
Imagiologia abdominal e da mama com apneia inspiratória,
com ou sem SPECIAL
Imagiologia de volume melhorado com contraste multi-fases
Utilize Corte ZIP ou ZIP x 2 ou ZIP x 4 para aumentar a resolução
espacial sem aumentar o tempo de digitalização.

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Procedimento de GRE Rápido/SPGR Rápido 3D de


eco duplo
Tenha em conta esta informação quando modificar uma sequência RGRE Rápido/SPGR Rápido 3D de duplo eco
de alta resolução. Permite a aquisição da primeira TE fora de fase e da primeira TE em fase, com uma única
apneia inspiratória, em planos de digitalização axial e coronal.
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Seleções de digitalização: Modo 3D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fast GRE
(GRE Rápido) ou Fast SPGR (SPGR Rápido).
O duplo eco 3D é compatível com bobinas de vetor de corpo/tronco e bobinas cardíacas.
Eco duplo 3D suporta ARC. Se criar uma série dentro de uma sessão de digitalização, em vez de obter
um protocolo da biblioteca da GE, siga estes passos para ativar ARC;

1. Na tela Scan Timing (Temporização de Digitalização), selecione # of TEs per Scan (Nº de TEs por
Digitalização) = 2.
2. Selecione ARCna tela Imaging Options (Opções de Imagiologia). ARC não é selecionável, a menos que
efetue a seleção dos parâmetros por esta ordem.
3. Repita os dois passos anteriores caso selecione uma PSD diferente, por exemplo, se alternar entre GRE
Rápido e SPGR Rápido.
4. Na guia Accelerator (Acelerador), selecione um fator de aceleração de Fase para aceleração 1D, ou os
fatores de aceleração de Fase e de Corte para aceleração 2D.
5. Selecione os restantes parâmetros de digitalização.

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Considerações sobre as digitalizações GRE Rápi-


do/SPGR Rápido Multi-Eco
Use GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco:

para adquirir imagens destinadas a analisar a carga de ferro em pacientes submetidos a transfusão de
sangue
na gestão clínica de pacientes com doenças de sobrecarga ferrosa como a talassemia
em exames do fígado e do miocárdio

Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Multi-echo FGRE/FSPGR
(GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco) para imagens a serem pós-processadas na aplicação Func Tool R2*. Para
obter valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo na biblioteca local ou da GE.

Quando utilizar as sequências GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco para tecidos com tempos de repouso
T2* curtos, o espaçamento de eco e o primeiro eco devem ser tão pequenos quanto possível (cerca de 1 ms
para o tempo do primeiro eco), para garantir a adaptação do valor de R2*. A melhor forma de conseguir isto
consiste em utilizar uma largura de banda elevada e valores de matriz baixos. Para exames do fígado, configure
a CV do Usuário 17 (Modo Intercalado) para um valor superior a 1 (quanto maior for o valor, menor é o espaço
de eco).

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fast GRE
(GRE Rápido) ou Fast SPGR (SPGR Rápido).
Com GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-Eco, estão disponíveis as seguintes opções de imagiologia:

  ASSET
Controle/Sinalização Cardíaco
Intervalo Dinâmico Alargado
Compensação de Fluxo
Sem Cobertura de Fase
Pixel Quadrado
Controle/Sinalização Respiratório
ZIP 512
O intervalo do número de ecos é de 3-16. Normalmente, selecione um mínimo de 4 ou 5.
O TE é calculado automaticamente.
Selecione Minimum TE (TE Mínimo) para digitalizações do fígado, a fim de obter um tempo de TE curto
para o primeiro eco.
Para minimizar o efeito água/gordura de fase/fora de fase, selecione Chemical Saturation (Saturação
Química) para digitalizações do fígado.
CV do Usuário 16: ao selecionar a polaridade positiva de gradientes de leitura, a direção de troca
química é a mesma direção em cada eco.
CV do Usuário 17: à medida que o número de séries de eco intercaladas aumenta, o intervalo do TE
eficaz é diminuído, o que melhora as medições de tempos de repouso curtos.

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ATENÇÃO
A medição do tempo de repouso pela função Multi-Echo FGRE/FSPGR (GRE Rápido/SPGR Rápido Multi-
Eco) é muito sensível ao resultado do enchimento do gradiente (Auto-Shim (Enchimento Automático)), na
direcção do corte. Recomenda-se o Enchimento Automático com definição de volume de enchimento.

ATENÇÃO
É possível que os resultados do FuncTool relativos aos valores T2* e R2* calculados produzam um erro
com aquisições que tenham um valor elevado de número de cortes

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Considerações relativas ao Curso de tempo de GRE


Rápido
Utilize Curso de Tempo de GRE Rápido para um estudo de primeira passagem do miocárdio.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de Fast GRE TimeCourse
(Curso de Tempo de GRE Rápido). Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um
protocolo na biblioteca local ou da GE.

Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fast GRE
(GRE Rápido), opções de imagiologia Cardiac Gating (Controle Cardíaco), IR Prepared (Preparado para
IR) ou Multi-Phase (Multi-Fases).
Se utilizar uma bobina compatível com ASSET, selecione, regra geral, o fator ASSET default (predefinido)
(2.00PH), para aumentar a cobertura de corte.
A CV do Usuário Prep Pulse (Impulso de Preparação) controla o impulso de saturação selecionado para a
supressão do miocárdio.
CV 16 = 0 usa um impulso Selective SAT (Saturação Seletiva), que melhora o SNR sem perder
qualquer cobertura de corte. É a seleção predefinida, a qual é tipicamente utilizada em sistemas de
1,5 T. Só é suportada a prescrição de cortes paralelos.
CV 16 = 1 utiliza um impulso SAT não seletivo que resulta em uma supressão mais uniforme de todos
os cortes, em sistemas de 3,0 T. A prescrição multi-planar (eixo curto e longo) só é permitida no modo
SAT Não Seletivo. As imagens podem diminuir o SNR, o qual pode ser recuperado alterando os
parâmetros de digitalização para aumentar o tempo TI Automático.

O tempo TI é calculado automaticamente caso o impulso SAT Seletivo da CV do Usuário esteja ativo
(definido para 0). O valor baseia-se nos valores de matriz do NEX, RBw, Frequência e da Fase, no FOV de
Fase e no TE. O tempo TI é o tempo entre o centro do Impulso de Saturação e o centro do espaço k.
Será necessário selecionar o valor do tempo TI se o impulso SAT Não-seletivo da CV do Usuário estiver
ativo (definido para 1). À medida que o tempo de TI aumenta, decresce a cobertura de corte. O Auto TI
utiliza o tempo TI mínimo possível e, logo, o número máximo de cortes permitidos.

Guia Controle Cardíaco

Trigger Type (Tipo de sinalizador): Selecione entre ECG/VCG. PG também é compatível.


# de intervalos RR: Normalmente, selecione 1 intervalo RR para uma menor cobertura dos cortes mas
uma maior resolução temporal ou 2 intervalos RR para uma maior cobertura dos cortes mas uma menor
resolução temporal.
Janela do Sinalizador: Normalmente, selecione Auto. Selecione 10% se o ritmo cardíaco do paciente
estiver muito estável.
Atraso do Sinalizador: Selecione Minimum (Mínimo).

Multi-Fase

Normalmente, selecione 30 fases por posição.


O tempo de digitalização pode ser longo, dependendo do número de fases selecionado. Se a
digitalização for muito longa para prender a respiração, solicite ao paciente para prender a respiração o
máximo possível e depois para expirar o ar lentamente até a digitalização ficar concluída.

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Rx Gráfico
Figura 5-32: Exemplo de prescrição GRx

Normalmente, prescreva uma aquisição de Curso de tempo de eixo curto.


A prescrição paralela ou multiplanar dependerá da opção da CV do Usuário Prep Pulse Non-Selective
(Impulso de Preparação Não Seletivo).
Utilize sempre o número máximo de cortes permitidos, o qual se baseia no ritmo cardíaco do paciente e
no número de intervalos RR selecionados.
Normalmente, aplique um Volume de Enchimento.

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Considerações sobre a digitalização FIESTA 2D


Use FIESTA 2D para imagiologia do abdômen e função cardíaca em que seja necessário um delineamento claro
entre o sangue (brilhante) e o miocárdio (escuro). É também útil para imagiologia cardíaca de avaliação de
válvula, já que o FIESTA compensa o fluxo turbulento. O contraste de água e gordura é acentuado, enquanto que
o músculo e o tecido miocárdico são suprimidos.
Leve em conta essa informação quando modificar os parâmetros de digitalização de 2D FIESTA (FIESTA 2D).
Para valores de parâmetros de digitalização específicos, selecione um protocolo da GE ou da biblioteca local.

Geral
Seleções de digitalização: Modo 2D, família de Gradient Echo (Eco de Gradiente), impulso de Fiesta.
Consulte Procedimento de ajuste do ganho de transmissão para obter informações sobre a pré-
digitalização manual.
As vantagens da técnica FIESTA só podem ser percebidas com um TR muito curto. O valor de TR mínimo
é selecionado automaticamente. O TR calculado é o TR mínimo alcançável e é baseado em limitações de
SARpara 3T. O TR pode ser ajustado através da alteração de qualquer um dos seguintes parâmetros:
matriz de frequência, FOV, espessura de corte e ângulo de rotação. Obterá uma melhor qualidade de
imagem com um TR ≤ 3 mseg a 3,0 T. A largura de banda é normalmente ≥ 125 para manter o TR menor
no intervalo recomendado.
Quando o ângulo de rotação é ≥ 50°, a SAR é afetada, resultando em um TR mais longo para 3T.
Os cortes são adquiridos sequencialmente e a interferência não constitui um problema. À medida que o
FOV diminui, o TR aumenta.
A digitalização sequencial adquire um corte por aquisição. O número de cortes indica o número de
aquisições prescritas.
A fase pode ser superior ao valor da frequência.
Valores de frequência baixos permitem um TR mais curto e, por conseguinte, um tempo de digitalização
mais curto. Isto, por sua vez, pode minimizar o artefato de fluxo.
Depois de prescrever os cortes, regresse a Locs before Pause (Localizações antes da Pausa) e prescreva
uma pausa na digitalização em pontos pré-determinados, para estudos com apneia inspiratória.
A largura de banda predefinida é de 125 kHz, intervalo = 62,5 a 250 kHz, dependendo da configuração
do sistema. Reduzir a largura de banda aumenta o TR e aumenta ligeiramente o SNR.
O CV 24 pode ser utilizado para ativar o modo Smart Burst. Quando o aquecimento do gradiente é
dominante, é possível obter um TR mais curto com o Smart Burst aumentando o tempo de exame.
Quando o CV24 estiver ligado, o CV22 fica disponível e pode ser utilizado para ajustar o TR.
Normalmente, um valor maior resulta em maior tempo de exame e em TR mais curta.

Cardíaco
Selecionando TE = Mínimo pode obter TR mais curtos.
Ative a CV do Usuário Arrhythmia Rejection (Rejeição de Arritmia) para pacientes com batimento
cardíaco irregular.

À medida que a fase aumenta, o tempo de digitalização aumenta, o que pode ser compensado
aumentando as VPS.
Recomendações de VPS:

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Com BPM ≤ 60, utilize 16-26 VPS


Com BPM = 61-94, utilize 16-24 VPS
Com BPM > 95, utilize 14-20 VPS

Abdominal
Anule a seleção Cardiac Gating (Controle Cardíaco) para ativar SPECIAL (Especial), em Graphic Rx (Rx
Gráfico).
Se desejar, selecione ASSET e no caso de a bobina utilizada ser compatível com ASSET.
É permitido um espaçamento zero ou negativo.
À medida que a espessura de corte diminui, o TR pode aumentar. Para manter o TR tão curto quanto
possível, considere aumentar o BW, diminuir a matriz de frequência e aumentar o FOV.
Quando se seleciona corte simples com MPH ou multi-corte com MPH+Modo sequencial, o resultado dos
efeitos de saturação química é diferente entre a primeira e as outras fases. Isso deve-se à saturação do
sinal de gordura. Recomenda-se que prescreva, pelo menos, 2 cortes com aquisição intercalada para
digitalizações MPH.
Figura 5-33: Fat SAT Fiesta 2D com MPH em modo sequencial. 1 = 1ª fase, 2 = 2ª fase

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Figura 5-34: Fat SAT Fiesta 2D com e cortes e MPH em modo intercalado. 1 = 1ª fase, 2 = 2ª fase

A sequência 2D Fat SAT FIESTA (FIESTA SAT GOR 2D) é particularmente sensível a variações de
enchimento. Por conseguinte, é sempre recomendável definir um volume de enchimento durante o
processo de prescrição gráfico.
Figura 5-35: Comparação de imagens abdominais: Nenhum enchimento antes da aquisição (esquerda), enchimento anterior à
digitalização (direita). Observe a ausência do artefato do tipo banda na imagem à direita.

Pré-escaneamento
As sequências 2D Gated FIESTA (FIESTA 2D Controlada) que são prescritas em um único grupo de cortes
têm uma técnica de pré-digitalização e enchimento única. A imagiologia cardíaca FIESTA
frequentemente resulta em artefatos fora da ressonância, quando a frequência central é obtida
incorretamente. Esses artefatos aparecem como áreas com falta de homogeneidade dentro da
acumulação de sangue e como efeitos fantasma ao longo da imagem. Estes são mais proeminentes em
áreas de corrente sanguínea rápida ou turbulenta.

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Figura 5-36: Efeitos de fora da ressonância em imagiologia cardíaca FIESTA

A sequência FIESTA melhorada reduz significativamente os efeitos de fora da ressonância por vezes
encontrados quando a frequência central correta de uma imagem cardíaca é difícil de obter. Os
seguintes melhoramentos na técnica de pré-digitalização de FIESTA 2D resultam em um espectro
significativamente melhorado:
Supressão do sinal de gordura
Apresentando apenas o espectro de frequência do FOV relevante
Figura 5-37: FIESTA 2D: Espectro de Frequência Central

Figura 5-38: FIESTA Melhorada: Espectro de Frequência Central

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Considerações sobre FIESTA 3D


Use FIESTA 3D para imagiologia de corpo inteiro em aplicações clínicas que beneficiam da diferenciação de
contraste entre tecidos de baixas relações T2/T1 (baixa intensidade de sinal) e altas relações T2/T1 (elevada
intensidade de sinal).