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Manual Diafix Microprocessado

Rev. 06 – Folha: 1/75

MANUAL
DO
USUÁRIO

DIAFIX MICROPROCESSADO

320mA/125 – 150kV
500mA/125 – 150kV
630mA/125 – 150kV

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 2/75

FABRICANTE:
Nome Fantasia: CDK
Razão Social: CDK Ind e Com de Equipamentos de Raios X Ltda.
Endereço: Rua Orense, 783 – Pq. das Jabuticabeiras.
Diadema – SP – CEP 09920-650

RESPONSÁVEL LEGAL:
Cristiane Brandão Pereira
Diretora Administrativa

RESPONSÁVEL TÉCNICO:
Henrique Ferrari Junior
CREA/SP: 601425551

NOME TÉCNICO DO PRODUTO:


Aparelho Fixo para Raios X

NOME COMERCIAL DO PRODUTO:


Equipamento Fixo para Raios-X

MODELOS COMERCIAIS DO PRODUTO:


DIAFIX Microprocessado 320mA / 125kV
DIAFIX Microprocessado 320mA / 150kV
DIAFIX Microprocessado 500mA / 125kV
DIAFIX Microprocessado 500mA / 150kV
DIAFIX Microprocessado 630mA / 125kV
DIAFIX Microprocessado 630mA / 150kV

Este documento foi aprovado originalmente na Língua Portuguesa, sendo essa a


sua referência de versão original.

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
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ÍNDICE

1. POLÍTICA DA QUALIDADE – Rev. 01................................................................. 6


2. FUNDAMENTO DOS RAIOS-X ............................................................................ 7
3. FUNÇÃO E APLICAÇÃO ................................................................................... 7
4. CUIDADOS ......................................................................................................... 8
5. GARANTIA .......................................................................................................... 9
5.1 Condições desta Garantia........................................................................ 9
5.2 A Garantia perderá a validade quando ................................................ 9
5.3 A Garantia Legal e/ou Especial não cobre ........................................... 10
5.4 Outras condições ....................................................................................... 10
6. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO......................................................................... 11
6.1COLUNA PORTA-TUBO.................................................................................. 11
6.2 MESA BUCKY ................................................................................................ 12
6.3 ESTATIVA BUCKY MURAL.............................................................................. 12
6.4 MESA DE COMANDO .................................................................................. 12
6.5 GERADOR DE ALTA TENSÃO....................................................................... 13
6.6 UNIDADE SELADA......................................................................................... 13
6.7 COLIMDOR LUMINOSO............................................................................... 14
6.7.1 Colimador Luminoso.............................................................................. 14
6.7.2 Especificações........................................................................................ 14
6.7.3 Radiação de Fuga................................................................................. 14
6.7.4 Descrição:............................................................................................... 15
6.7.5 Condições Ambientais de Operação:............................................. 15
6.7.6 Características:....................................................................................... 15
6.7.7 Instalação................................................................................................ 16
6.7.8 Ajustes: .................................................................................................... 19
6.7.9 Instruções de Operação....................................................................... 21
6.7.10 Solução de problemas: ...................................................................... 21
6.7.11 Limpeza do Colimador: ...................................................................... 22
6.7.12 Manutenção Preventiva: ................................................................... 22
6.7.13 Transporte e Armazenamento............................................................ 22
6.7.14 Término da Vida Útil: ........................................................................... 23
7. VISTA INTERNA DA MESA DE COMANDO ...................................................... 24
8. INDICAÇÃO DO PAINEL.................................................................................... 26
9. INSTALAÇÃO ..................................................................................................... 27
9.1 RESPONSABILIDADE DO COMPRADOR .................................................... 27
9.2 PREPARAÇÃO PARA INSTALAÇÃO ........................................................... 27
9.3 PESSOAL TÉCNICO ...................................................................................... 27
9.4 INSTALAÇÃO ELÉTRICA ............................................................................... 27
9.5 QUADRO DE FORÇA – SISTEMA DR ........................................................... 28
9.6 DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO ................................................................. 30
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10. CONDIÇÕES AMBIENTAIS.................................................................................. 31


10.1 Iluminação ................................................................................................ 31
10.2 Ar-condicionado ...................................................................................... 31
11. PROTEÇÃO RADIOLÓGICA ............................................................................. 31
11.1 Acessórios de Proteção Radiológica .................................................... 31
11.2 Instalações................................................................................................. 32
11.3 Radiações Ionizantes ............................................................................... 33
12. REQUISITOS DE SEGURANÇA DA PORTARIA 453 (ANVISA)........................... 34
12.1 Interruptor de segurança / Interruptor de emergência....................... 34
12.2 Interruptor de trava de porta.................................................................. 34
12.3 Luz de aviso................................................................................................ 34
12.4 CLASSIFICAÇÃO DO PORTE DOS SERVIÇOS........................................... 35
12.4.1 Serviços de pequeno porte................................................................ 35
12.5 INSTALAÇÕES DAS DEPENDÊNCIAS......................................................... 35
12.5.1 Salas de raios X..................................................................................... 35
12.5.2 Câmara escura ................................................................................... 35
12.5.3 Portas das salas de raios X ................................................................. 35
12.5.4 Portas de acesso à sala de raios X .................................................. 36
12.6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL............................................ 36
13. DESCRIÇÃO DOS COMANDOS ....................................................................... 37
13.1 CHAVE SELETORA DO POSTO DE TRABALHO.................................................. 37
13.1.2 Com Bucky Vertical (mural) ................................................................. 37
13.1.2. Sem Bucky ............................................................................................. 37
13.1.3 Com Bucky Horizontal (mesa)............................................................... 37
13.2 SELEÇÃO DE mA........................................................................................ 37
13.3 Chave Seletoras de kV+ e kV- ............................................................. 38
13.4 Tecla de preparo...................................................................................... 38
13.5 Tecla de disparo dos raios X.................................................................... 38
14. PRESCRIÇÕES GERAIS PARA PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÃO DE
EQUIPAMENTOS DE RAIOS X PARA FINS DIAGNÓSTICOS.............................. 39
14.1 Características do equipamento DIAFIX MICROPROCESSADO (NBR
IEC 60601-1-3:2001) 39
................................................................................................. 40
14.1.2 UNIDADE SELADA ................................................................................. 41
14.1.3 Funcionamento do conjunto emissor de raios X:............................. 41
14.1.4 Dados Técnicos .................................................................................. 42
14.1.5 Operação inicial para o tubo de raios X .........................................
15. PRESCRIÇÕES PARTICULARES PARA SEGURANÇA APLICÁVEIS AOS
CONJUNTOS-FONTES DE RADIAÇÃO X E AOS CONJUNTOS-EMISSORES
DE RADIAÇÃO X PARA DIAGNÓSTICO MÉDICO........................................... 44
15.1 Dados técnicos da cúpula ..................................................................... 46
15.2 Tubo de raios-x .......................................................................................... 47
15.3 Esboço das medidas externas ................................................................ 47
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15.4 Dados Técnicos ........................................................................................ 48


15.6 Características do tubo de raios-x ......................................................... 49
15.7 Características da emissão do filamento.............................................. 49
15.8 Característica do aquecimento e esfriamento do ânodo ................. 50
15.9 Teste de Levantamento Radiométrico da Radiação de Fuga do
Cabeçote .......................................................................................................... 51
15.10 Pontos onde as medidas do teste foram realizadas ......................... 51
15.11 Leitura realizada em dose integrada .................................................. 51
15.12 Valores obtidos p/radiação de fuga ................................................... 51
16. PRESCRIÇÕES PARTICULARES DE SEGURANÇA DOS EQUIPAMENTOS
ASSOCIADOS AOS EQUIPAMENTOS DE RAIOS X............................................ 52
17. CONSERVAÇÃO, LIMPEZA, MANUTENÇÃO PREVENTIVA ............................ 53
17.1 Conservação do Produto ....................................................................... 53
17.2 Limpeza ..................................................................................................... 53
17.3 Desinfecção .............................................................................................. 53
17.4 Manutenção Preventiva.......................................................................... 54
18. MANUTENÇÃO CORRETIVA.............................................................................. 55
19. ELIMINAÇÃO / DESCARTE DO EQUIPAMENTO E SUAS PARTES...................... 57
20. DESCRIÇÃO TÉCNICA....................................................................................... 58
20.1 CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS FIXOS PARA RAIOS X DIAFIX
MICROPROCESSADO........................................................................................ 58
20.2 CLASSIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO SEGUNDO A NBR IEC 60601-1 E
NORMAS COLATERAIS E PARTICULARES APLICÁVEIS..................................... 58
21. SIMBOLOGIA UTILIZADA NO EQUIPAMENTO................................................... 59
22. SIMBOLOGIA UTILIZADA NA CAIXA DE TRANSPORTE..................................... 62
23. ETIQUETAS UTILIZADAS NO EQUIPAMENTO...................................................... 63
24. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA.......................................................... 65
25. FABRICANTE........................................................................................................ 69
26. RELAÇÃO DAS TÉCNICAS ................................................................................ 70
27. LEGENDAS.......................................................................................................... 71
28. RELAÇÃO DAS PARTES / PEÇAS ...................................................................... 72
29. DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE .............................................................. 73
30. RELAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA AUTORIZADA ....................................... 74
31. CERTIFICAÇÕES.................................................................................................. 75

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1. POLÍTICA DA QUALIDADE – Rev. 01

Em atendimento aos requisitos da norma NBR ISO 9001:2000 e às Boas Práticas de


Fabricação de Produtos Médicos, a CDK descreve como sua Política da
Qualidade os seguintes tópicos:

 Assegurar que suas atividades de fabricação, comercialização e


assistência técnica de equipamentos radiológicos e correlatos, sejam
conduzidas em conformidade aos requisitos do sistema de gestão da
qualidade e requisitos legais do produto;

 Atender as necessidades e expectativas dos Clientes Internos e Externos,


buscando a sua satisfação;

 Garantir os prazos determinados;

 Utilizar critérios da qualidade no aprimoramento de programas internos


ligados a excelência de seus produtos;

 Gerar condições administrativas e técnicas para o contínuo


aperfeiçoamento da eficácia do sistema de gestão da qualidade, em
todos os níveis da empresa.

A Direção

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2. FUNDAMENTOS DOS RAIOS X

Os princípios fundamentais para produção da radiação-x, baseiam-se na


aplicação de corrente elétrica de alta voltagem em uma válvula especial
chamada ampola de raios X (ou tubo de raios X), que apresenta em si dois
elementos, sendo um cátodo (filamento metálico) e um ânodo, separados por
alto vácuo. Essa corrente elétrica faz aquecer um filamento metálico (cátodo),
que por sua vez promove o que chamamos de corrente catódica onde é
formada uma nuvem de elétrons arrancados do filamento pela alta voltagem.
Na colisão com o ânodo, ocorre a emissão de fótons na forma de raios X. Essa
radiação quando em contato com a película (filme para raios X), sensibiliza-a
formando imagens tipo claro/escuro, onde a parte clara recebeu menos
radiação e a parte escura mais radiação, possibilitando a verificação de
contornos ósseos, partes moles e outras estruturas dentro do corpo.
Portanto podemos afirmar que, nenhuma parte, peça ou componente do
equipamento aqui descrito é fonte de radiação, sendo o manuseio do
equipamento isento de risco de contaminação, quando desligado ou em
repouso.

3. FUNÇÃO E APLICAÇÃO

Os Equipamentos Fixos para Raios-X DIAFIX Microprocessado (320, 500,


630mA/125 ou 150kV), são utilizados como aparelhos principais ou auxiliares e
foram especialmente concebidos para a realização de exames de rotina nas
áreas de ortopedia, clínica médica (fraturas, corpos estranhos, idade óssea,
artrite, artrose, área cardíaca, pulmonar, seios da face etc.), sendo possível
também sua utilização em exames especiais como urografia excretora.
Eles combinam rendimento adequado, fácil manuseio e um ótimo custo
benefício.
Os equipamentos saem de fábrica pré-calibrados com a seguinte composição:
01 Mesa de Comando Microprocessada; 01 Coluna Porta-Tubo; 01 Unidade
Selada (cúpula com ampola); 01 Colimador Luminoso; 01 Gerador de Alta
Tensão; 01 Par de Cabos de Alta Tensão Blindado; 01 Mesa bucky para
exames radiológicos com opção para: Tampo Fixo – MBF, Tampo Móvel – MBM,
Tampo Flutuante – MBFL; 01 Estativa Bucky Mural – EBM, para realização de
exames, onde o paciente fica em pé (tórax, exames de carga para pé, coluna,
etc).

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4. CUIDADOS

"OS EQUIPAMENTOS DE RAIOS-X PODERÃO SER PERIGOSOS PARA O PACIENTE E


OPERADOR SE NÃO FOREM OBSERVADOS OS FATORES E INSTRUÇÕES DE
SEGURANÇAS PREVISTOS PELO FABRICANTE."

Se um equipamento de raios-x for usado inadequadamente poderá causar


lesões graves, por este motivo, as instruções aqui contidas devem ser lidas e
compreendidas em sua totalidade antes que o aparelho seja colocado em
funcionamento.

A CDK estará à disposição para assistí-lo e sanar qualquer dúvida sobre


montagem, instalação e operação do equipamento, antes e depois da venda.

Os equipamentos de marca CDK são fabricados conforme as normas de


segurança da série NBR IEC 60601 – 1 e suas particularidades, apresentando alto
grau de proteção contra radiação.

Contudo, a exposição continuada sem a devida observância das normas de


segurança, de maneira descuidada ou ainda a utilização dos equipamentos por
pessoa não capacitada, leva o operador à exposição de radiação indireta.

É importante que qualquer pessoa relacionada com a radiação - X, esteja


devidamente qualificada e tome as medidas adequadas para assegurar a
proteção contra possíveis lesões.

É indispensável que essas pessoas estejam totalmente informadas das


recomendações da Comissão Internacional sobre proteção contra radiação.

O fabricante entende que todo o pessoal autorizado para o uso dos


equipamentos de raios-x, marca CDK, é consciente do perigo da convivência e
da exposição excessiva à radiação-X. Portanto, os equipamentos aqui descritos
são vendidos, sabendo-se que o fabricante e seus representantes não têm
nenhuma responsabilidade em caso de lesões ou danos resultantes da referida
radiação.

Recomendamos a utilização de mão-de-obra especializada, devidamente


credenciada pelo órgão competente.

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5. GARANTIA

O fabricante concede garantia contra qualquer defeito de fabricação


aplicável nas seguintes condições, nos equipamentos marca CDK:
1. O início da vigência de garantia ocorre na data de emissão da Nota Fiscal de
venda.
2. O prazo total de vigência da garantia é de 12 (doze) meses, com exceção da
ampola produtora de raios X que é de 06 (seis) meses, pro-rata temporis,
contados a partir da data de emissão da Nota Fiscal e conforme o item 1, assim
divididos:
2.1. 03 (três) meses de garantia legal e,
2.2. 09 (nove) meses de garantia contratual cedida pelo fabricante.
3. O fabricante não concede sob qualquer forma, garantia para equipamento
retirado de seu local original de instalação para instalação em outro local ou
que não seja o primeiro proprietário do equipamento.
4. Exclui-se da garantia mencionada, casos de corrosão provocada por riscos,
deformações ou similares decorrentes da utilização do produto, bem como
eventos conseqüentes da aplicação de produtos químicos, abrasivos ou
similares que provoquem eventos danosos à qualidade do material
componente.
5. O fabricante reserva para si o direito de alterar as condições de concessão e
de aplicabilidade da garantia prescrita na forma do item 4, independente de
circunstâncias e/ou eventos existentes, tendo em vista representar ato de
liberalidade por parte da concedente.

5.1 CONDIÇÕES DESTA GARANTIA


1. Qualquer defeito que for constatado neste produto deve ser imediatamente
comunicado a CDK ou a assistência mais próxima do local de instalação.
2. Esta garantia abrange a substituição de peças que apresentarem defeitos
constatados como sendo de fabricação, além da mão-de-obra utilizada no
respectivo reparo.
3. As peças: vidros, acessórios, peças plásticas, borrachas e cabo elétrico são
garantidas contra defeito de fabricação pelo prazo legal de 03 (três) meses –
garantia legal, contados a partir da data da emissão da nota fiscal de compra
do produto.

5.2 A GARANTIA PERDERÁ A VALIDADE QUANDO:


1. Houver remoção e/ou alteração do número de série ou da etiqueta de
identificação do produto.
2. O produto for instalado ou utilizado em desacordo com o Manual do Usuário e

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por empresa não credenciada pela CDK.


3. O produto for ligado em tensão diferente a qual foi destinado.

4. O produto tiver recebido maus tratos, descuidos ou ainda sofrer alterações,


modificações e/ou consertos por pessoas ou entidades não credenciadas pela
CDK.
5. O defeito for causado por acidente e/ou má utilização do produto pelo
consumidor.
6. O produto for utilizado para fins diferentes do uso a que se destina.

5.3 A GARANTIA LEGAL E/OU ESPECIAL NÃO COBREM:


1. Despesas com instalação do produto.
2. Produtos ou peças danificadas devido a acidente de transporte, manuseios
(tais como riscos, amassados) e atos e efeitos da natureza.
3. Não funcionamento ou falhas decorrentes de problemas de fornecimento de
energia elétrica.
4. Despesas com transporte, peças, materiais e mão-de-obra para preparação
do local onde será instalado o produto (ex.: rede elétrica, tomadas, alvenaria,
aterramento).
5. Chamadas relacionadas à orientação de uso, que estejam no Manual do
Usuário ou no próprio produto, serão passíveis de cobrança ao cliente.

5.4 OUTRAS CONDIÇÕES


As despesas de deslocamento do Serviço Autorizado para atendimento a
produtos quando instalados fora do município sede do respectivo Serviço
Autorizado obedecerão aos seguintes critérios:
1.1 Para atendimentos efetuados nos primeiros 90 (noventa) dias seguintes à
data de faturamento, cobertos pela Garantia CDK (defeitos de fabricação –
vide tópico GARANTIA), as despesas de deslocamento serão de
responsabilidade da CDK.
1.2 Para atendimentos existentes a partir do 91º (nonagésimo primeiro) dia
seguinte à data da emissão da nota fiscal de venda ao consumidor, as
despesas de deslocamento serão suportadas única e exclusivamente pelo
consumidor.
2 As despesas decorrentes e conseqüentes de instalação de peças que não
pertençam ao produto são de responsabilidade única e exclusiva do
consumidor.
3 Esta garantia anula qualquer outra assumida por terceiros, não estando
nenhuma firma ou pessoa habilitada a fazer exceções ou assumir
compromisso em nome do fabricante.
4 Buscando a melhoria contínua dos produtos marca CDK, o fabricante reserva
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para si, o direito de alterar as características gerais, técnicas e


estéticas de produtos por ela comercializados sem prévio aviso.
5 Este Certificado de Garantia é válido apenas para produtos vendidos e
utilizados no território brasileiro.
6 Para sua comodidade, preserve o Manual do Usuário, Certificado de
Garantia e Nota Fiscal do produto. E quando necessário, consulte nossa rede
de serviços autorizados e/ou Serviço de Atendimento ao Consumidor.

Depois de expirada a garantia, o Serviço Técnico Especializado dos produtos


marca CDK estará ao dispor do usuário para cuidar de seu equipamento,
indeterminadamente.

6. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia com atenção as informações contidas neste manual. Em caso de dúvidas


entre em contado por telefone, fax ou e-mail.

Identifique os itens abaixo no recebimento de seu equipamento:

6.1 COLUNA PORTA TUBO

Coluna porta-tubo tipo teto-chão. Permite o


deslocamento da unidade selada em toda a extensão
da mesa e após, para exames em cadeiras de rodas,
pé com carga, bucky mural, etc. Contrabalanceada
através de contrapeso embutido, sustentado por cabos
de aço, com um coeficiente de segurança de ruptura
de 340 kgf por cabo. Freios eletromagnéticos.
Opção: giro da coluna de 360°; altura 2,20m; freio
mecânico
Verificar a cada 06 meses as condições do cabo de
aço, pelo visor traseiro da coluna porta tubo.

6.2 MESA BUCKY

Mesa de exames com bucky e grade de alta


resolução fixa ou móvel, podendo receber
pacientes de até 150 kg. Entrada da bandeja
porta chassis por ambos os lados.
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Permite utilização de chassis nos tamanhos 13x18 à 35x43cm. Bandeja porta-


chassis auto-centralizante.
MBTF - Tampo fixo: sem movimentação do tampo;
MBTM – Tampo Móvel: deslocamento longitudinal de até 750mm para cada
lado; Opcional: 800 mm para cada lado.
MBTFL – Tampo Flutuante: deslocamento longitudinal de até 750 mm para cada
lado, e 200 mm na transversal . Opcional: 800 mm / 250 mm p/cada lado.
Opcionais: fechamento frontal através de carenagem (para utilização de
gerador embaixo da mesa). Escadinha 2 degraus. Tampo 2,20m x 0,90m; tampo
radiotransparente com indicação de chassis.
Filtração com equivalência de qualidade dos filtros adicionais (que interceptam
o feixe de radiação - X):
 Tampo da mesa de exames – 1,32 mm Al
 Acrílico de proteção – 0,22 mm Al
Mesa de exames com bucky em conformidade com a NBR IEC 60601-1-3:2001.

6.3 ESTATIVA BUCKY MURAL

Estativa bucky mural com bucky e grade de alta resolução fixa


ou móvel. Movimentação vertical de 150 mm do chão até 1900
mm de altura, agilizando exames tanto de crianças como de
adultos. Freio eletromagnético. Entrada da bandeja porta
chassis por ambos os lados. Permite utilização de chassis nos
tamanhos 13x18 à 35x43cm. Bandeja auto-centralizante.
Opcionais: freio mecânico; movimento pendular (360°).
Filtração com equivalência de qualidade dos filtros adicionais
(que interceptam o feixe de radiação - X):
 Tampo da estativa – 1,32 mm Al
Estativa bucky mural (Vertical) em conformidade com a NBR IEC
60601-1-3:2001.

6.4 DE COMANDO

Mesa de comando totalmente digital, teclas individuais para


mA, kV e mAs, permitindo o operador a determinação das
técnicas, possui ainda display de cristal líquido, tipo big number.
Opcionais: disparador a distância, remoto.

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6.5 – GERADOR DE ALTA TENSÃO

Gerador alta tensão para gerador de raios X com capacidade


para até 630mA/150kV em conformidade com a NBR IEC 60601-
2-7:2001
Sendo: 320mA/125 -150kV; 500mA/125 - 150kV; 630mA/125 ou
150kV

6.6 UNIDADE SELADA

Analisado individualmente (atende a portaria 453 da


ANVISA), o conjunto emissor de raios X (conjunto fonte)
passa por rigorosos testes de fuga de radiação.
Unidade selada em conformidade com a NBR IEC
60601-1-3:2001 e NBR IEC 60601-2-28:2001.
Máximo campo de radiação simétrico (IEC 806): 43
cm (X) x 43 cm (Y) conforme figura abaixo.

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6.7 COLIMADOR LUMINOSO

6.7.1 Colimador Luminoso

6.7.2 Especificações:

• Limitação de radiação extra focal


Par 29.202.3 (NBR IEC 60601-1-3:2001) W2 < 150mm

6.7.3 Radiação de Fuga


Par 29.204.3 (NBR IEC 60601-1-3:2001) < 1,0 mGy/h @ 1 m @
150 kV/3 mA
(regime contínuo do tubo
de raios X)

Par 29.204.5 (NBR IEC 60601-1-3:2001) < 20 Gy/h @ 5 cm

• Seleção do Campo de Raios X FFD(SID) @ 100cm


Par 29.202.4 (NBR IEC 60601-1-3:2001) Min 0 x 0 cm
Max 43 x 43 cm
± 2% D.F.F

• Filtros adicionais que interceptam o feixe de radiação X


Par 29.201.8 (NBR IEC 60601-1-3:2001) Acrílico: (mmAl) 0,10
Espelho: (mmAl) 1,69
Total: (mmAl) 1,80

• Iluminação Indicadora do Campo 100cm FFD(SID)


Par 29.202.7 (NBR IEC 60601-1-3:2001) > 160 LUX

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• Contraste luminoso do campo 100cm FFD(SID)


Par 29.202.7 (NBR IEC 60601-1-3:2001) > 4:1

• Precisão da escala indicadora do Campo de Raios X


Par 29.202.8 < 2% D.F.F

• Precisão de Correspondência entre Campo Iluminado / Campo de


Raios X
Par 29.203.9 (NBR IEC 60601-1-3:2001) <2% D.F.F

6.7.4 Descrição:
Colimador luminoso, manual, de palhetas simples que se movem
perpendicularmente ao feixe de raios X, comandadas por knobs
localizados no painel frontal, com abertura linear variando de 0x0
cm a 43 x 43 cm a 1 metro FFD(SID).
O tempo de permanência da lâmpada acesa é controlado
automaticamente, de 20 a 60 segundos, por um temporizador interno, evitando
superaquecimento e prolongando sua vida útil.
A lâmpada não deve ser acesa por mais de 5 vezes consecutivas (depois deve-
se aguardar 10 minutos para seu resfriamento). O Ciclo de operação ideal é 1: 4
(para 1 minuto de uso, 4 minutos de resfriamento).
O colimador é leve, compacto e resistente, podendo ser usado em
equipamentos fixos e móveis.

6.7.5 Condições Ambientais de Operação:

• Temperatura Ambiente: de 10°C a 40°C.


• Umidade Relativa: de 30% a 75%.
• Pressão Atmosférica: de 700hPa a 1060hPa

6.7.6 Características:

• Angulação do espelho regulável externamente.


• Lâmpada Alógena de 100W e 12V que proporciona intensidade de luz maior que
160 lux, com contraste das bordas maior que 3:1.
• Temporizador regulável de 20 à 60 (±15%) segundos com desligamento
automático.
• O centro do campo luminoso é projetado pela sombra da interseção de duas
linhas impressas no policarbonato na janela inferior.
• Projetado para uso em tubo anodo de raios X de acordo com a norma ABNT NBR
IEC 60601-1-3 Par. 29.202.3
Equipamento Fixo para Raios-X
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• O campo irradiado é ajustado linearmente por knobs localizados no painel frontal,


abrangendo filme de 0 x 0 cm a 43 x43 cm a 100cm FFD(SID) ±2%.
• Dimensões:

( * ) 80mm para o modelo 20x40 e 100mm para o modelo 30x50

Figura 1 – Dimensões externas


• Peso: 5,370 Kg.
• Possui posicionador de giro com fixação em 90°, 180° e 270°.

6.7.7 Instalação

Considerações Iniciais:
• Desembalar o colimador e verificar se o equipamento não sofreu danos
provocados pelo transporte ou manuseio indevido.
• O colimador modelo 30x50 é apropriado para uso com tubo 30x50, o colimador
modelo 20x40 é apropriado para uso com tubo 20x40. Para os tubos diferentes dos
especificados, a distância focal pode ser alterada.
• A distância do ponto focal do tubo à face superior do colimador deve ser de
80cm, com tolerância de 1mm (se necessário use espaçadores).

ATENÇÃO:
“É recomendado que o equipamento não seja utilizado muito próximo ou empilhado
sobre outros equipamentos. Caso isso seja necessário é recomendado que o Colimador
seja observado para verificar a operação normal na configuração na qual será
utilizado” ” NBR IEC 60601-1-2 - 6.8.3.201 a) *4).

Equipamento Fixo para Raios-X


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Montagem do colimador no tubo de Raios X:


• Afrouxar os 4 parafusos sextavados da trava de segurança (“1” e “2” – Fig.2).
• Afastar as duas travas de segurança liberando o flange.
• Afrouxar o parafuso de travamento do colimador (“3” – Figura 2).
• Retirar o flange.
• Fixar o flange na saído do tubo de raios X através de 4 parafusos Allen M6 (“4”
figura 2).
• Encaixar o colimador no flange.
• Reposicionar as travas de segurança e apertar os parafusos sextavados.
• Apertar o parafuso frontal para travar o colimador (“3” – Figura 2).
• Certifique-se que o colimador esteja nivelado com o eixo da mesa

Figura 2 – Vista superior

Figura 3 – Vista lateral da montagem no tubo.

Conexão Elétrica:
• Remover a tampa traseira através dos quatro parafusos situados nas laterais
esquerda e direita do colimador.
Equipamento Fixo para Raios-X
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• Conectar o cabo terra no parafuso indicado pela etiqueta (“5” – Figura 4).
• Conectar o cabo de alimentação (de uma fonte específica)* 12V A.C na barra
de terminal indicado pela etiqueta (“6” - Figura 4)
• Recolocar a tampa traseira.
* - fonte de alimentação de 12VAC e 110W com fusível de 8,5A.
Observações:
• O cabo de conexão não deve aquecer alem dos 70°C.

Figura 4 – Vista traseira.

Centrando o colimador com o tubo de Raios X:


Verificar a imagem das quatro palhetas, se não estiverem proporcionais é porque o
cone de
chumbo está cortando o Raios X.
Este fato é normal e ocorre devido ao desalinhamento do cátodo com o centro do
tubo não
podendo ser corrigido com a regulagem da lâmpada ou do espelho.
Para centrar proceda da seguinte forma:
• Afrouxar os 4 parafusos Allen M4 situados na parte superior do anel (“7” - Figura 2).
• Ajustar o colimador na direção necessária.
• Apertar os 4 parafusos Allen M4 situados na parte superior do anel (“7” - Figura 2).
• Alinhar do campo iluminado com o irradiado.

Alinhamento do campo iluminado com o campo irradiado:


• Ajustar a fonte Raios X a distância de 100cm SID da Mesa.
• Através do interruptor do painel, acender a lâmpada.
• Posicionar o cartucho de filme sobre a mesa e centralizar com o campo iluminado
com
pedaços de metais.
• Expor o filme ao raios X (densidade 1,0) e revelar.
• Cuidadosamente, medir a diferença entre o campo de raios X e o campo
iluminado.

Equipamento Fixo para Raios-X


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• A diferença da soma nos eixos X e Y (X1+X2, Y1+Y2) não devem exceder 2% da


distância
SID (no caso 20mm).
• Se exceder a 2% (20mm) proceder conforme seção 5.1.

Figura 6 – Campo iluminado e campo irradiado.


X1 + X2 deve ser menor que 2% SID.
Y1 + Y2 deve ser menor que 2% SID.

6.7.8 Ajustes:

Ajuste do Campo iluminado


– Alinhamento Transversal (Eixo Y)
Ajuste do Espelho
• Remover a tampa traseira do colimador através dos quatro parafusos situados nas
laterais
esquerda e direita do colimador.
• Apertar o botão Luz no painel frontal para acender a lâmpada.
• Com uma chave Allen girar o parafuso observando as variações no campo
iluminado.
• Recolocar a tampa traseira.
Obs.: A lâmpada se apagará automaticamente em 20 segundos.

– Alinhamento Longitudinal (Eixo X)


Ajuste da Lâmpada
• Remover a tampa traseira através dos quatro parafusos situados nas laterais
esquerda e
direita do colimador.
• Remover o dissipador que recobre a lâmpada.
• Apertar o botão (Luz) no painel frontal para acender a lâmpada.
• Afrouxar (não remova) os quatro parafusos do suporte da lâmpada (“8” – Fig. 4).
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• Ajustar o suporte para a esquerda ou direita observando a variação do campo


iluminado.
• Após o ajuste reapertar os quatro parafusos do suporte e recoloque o dissipador.
• Recolocar a tampa traseira.

AVISO:
• Antes de tocar nas partes próximas a lâmpada, certifique-se de que as mesmas
não estejam quentes. Elas podem causar graves queimaduras.
• Evite olhar diretamente para o filamento da lâmpada quando acesa.

Alinhamento das linhas de centro do campo iluminado:


• Afrouxe o parafuso Allen no corpo dos Knobs e retire os mesmos.
• Remover a tampa traseira através dos quatro parafusos situados nas laterais
esquerda e direita do colimador.
• Remover os dois parafusos localizados nas laterais esquerda e direita do colimador
e retire o acabamento lateral / painel, as tampas superior e inferior
automaticamente se soltam.
• Afrouxar os parafusos do botão liga do painel e desconecte os cabos.
• Afrouxar (não remova) os quatro parafusos que prendem o policarbonato.
• Com o par de palhetas no eixo Y aberta, abrir o par de palhetas do eixo X
com abertura igual a espessura da linha de centro e fazer coincidir com a sombra
no campo iluminado.
• Proceder da mesma forma com o eixo Y.
• Reapertar os parafusos que prendem o policarbonato.
• Reconectar os cabos do botão Luz.
• Recolocar os acabamentos
• Recolocar os knobs ajustando as inscrições de medidas do painel com as medidas
do campo iluminado.

Ajuste do Knob em relação a marcação do painel.


Se a marcação indicada pelos knobs no painel frontal não coincidir com a medida
do campo iluminado na mesa a 1m FED(SID) os knobs devem ser regulados. Para
regulá-los proceda da seguinte maneira:
• Afrouxar os parafusos Allen (chave 2,5mm) nas laterais dos knobs
• Ajustar de forma que a indicação da dimensão do campo iluminado coincida
com a indicada no painel frontal do colimador.
• Apertar os parafusos de fixação dos Knobs novamente.

Ajuste do freio dos Knobs.


Se o acionamento das palhetas do colimador se apresentar muito “pesado” ou
muito “leve”, o freio dos eixos dos knobs precisa ser ajustado.

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Para regulá-lo proceda da seguinte maneira:


• Afrouxar o parafuso allen no corpo dos knobs e retire os mesmos.
• Remover a tampa traseira através dos quatro parafusos situados nas laterais
esquerda e direita do colimador.
• Remover os dois parafusos localizados nas laterais esquerda e direita do colimador
e retirar o acabamento lateral / painel.
• Afrouxar os parafusos do botão liga do painel e desconecte os cabos.
• Se o acionamento das palhetas estiver “leve” apertar os parafusos do freio dos
eixos do knob até que as palhetas fiquem firmes. Se o acionamento das palhetas
estiver “pesado” afrouxar os parafusos até que elas fiquem suficientemente leves.
• Recolocar os acabamentos.
• Recolocar os knobs ajustando as inscrições de medidas do painel com as medidas
do campo iluminado.

6.7.9 Instruções de Operação

• Girar os knobs na parte frontal do colimador, posicionando as marcas laterais


sobre a indicação numérica das dimensões longitudinal e transversal de acordo
com a dimensão desejada.
• Ativar a lâmpada para verificar o posicionamento de campo.
• As dimensões do campo são reguladas pelos 2 knobs e correspondem aos valores
indicados no painel frontal pelas marcas nos knobs.
• O colimador luminoso não possui acessórios ou partes extraíveis.
• A operação do colimador não gera consumo de matérias, não sendo necessário,
portanto, procedimento de reposição de materiais consumidos.

ATENÇÃO: O tempo de permanência da lâmpada acesa é controlado


automaticamente de 20 à 60 segundos, por um temporizador interno, evitando
superaquecimento e prolongando sua vida útil. A lâmpada não deve ser acesa por
mais de 5 vezes consecutivas (depois deve-se aguardar 10 minutos para seu
resfriamento). O Ciclo de operação ideal é 1 : 4 (para 1 minuto de uso, 4 minutos de
resfriamento).

6.7.10 Solução de problemas:


Existem alguns problemas de funcionamento que podem ocorrer e que são de
simples solução. Abaixo estão descritos alguns desses problemas, suas possíveis
causas e soluções mais prováveis.

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Problema Causa Solução


 verificar fusível
 verificar a tensão e
Falta de Energia
corrente da fonte de
alimentação
Lâmpada Queimada  trocar a lâmpada
A Lâmpada não Acende  verificar conexões dos
Botão Liga não Funciona cabos
 trocar o botão
 verificar a conexão dos
O Temporizado não
cabos
funciona
 trocar o temporizado
O botão liga não funciona  trocar o botão
A Lâmpada não Apaga O temporizado não
 trocar o temporizado
funciona
Espelho desregulado  regular o espelho
Posição da lâmpada
Campo iluminado não  regular a lâmpada
desregulada
coincide com o campo
 tirar ou acrescentar
irradiado Altura do colimador ao
calço na medida
tubo diferente de 80mm
necessária
Indicação da dimensão Os knobs não estão
 reposicionar os knobs
do campo incorreta posicionados corretamente
Acionamento das palhetas O freio dos eixos dos knobs
 ajustar o freio
“pesado” ou “leve” está desajustado

6.7.11 Limpeza do Colimador:

ATENÇÃO
Antes de limpar o colimador desligue o equipamento da fonte de alimentação.

• Utilizar pano úmido c/ álcool ou detergente neutro.


• Manter o equipamento sempre limpo.
• Não usar material abrasivo para limpa-lo.
• Não usar solventes ou líquidos inflamáveis.
• Limpar o policarbonato com uma flanela.
• Proceder a esterilização e desinfecção do Colimador de acordo com as
normas sanitárias seguidas pelo estabelecimento.

6.7.12 Manutenção Preventiva:


• Verificar se as travas de segurança estão devidamente afixadas
• Verificar se os parafusos de fixação do flange estão apertados
• Verificar o nivelamento do colimador com a mesa
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• Verificar o estado das conexões elétricas


• Verificar o aterramento
• Lubrificar as partes móveis com vaselina.
• Calibrar o colimador toda vez que for efetuada troca do tubo ou da lâmpada.

6.7.13 Transporte e Armazenamento:


• Nos casos de transporte e armazenamento, o colimador deve ser
acondicionado em embalagem apropriada e na sua posição de uso, ou seja,
com os flanges voltados para baixo.
• Embale o colimador em um saco plástico para evitar que materiais
indesejáveis penetrem seu interior.
• Use uma caixa apropriada para transporte e armazenamento do colimador,
com atenção para que o mesmo esteja protegido contra trepidações. Isso irá
evitar danos ao colimador durante o transporte e armazenamento.
• Condições Ambientais de estoque e armazenamento:
 Temperatura Ambiente: -40°C a 70°C;
 Umidade Relativa: de 10% a 100%;
 Pressão atmosférica: de 500hPa a 1060hPa.

ATENÇÃO:
A remoção prematura da embalagem não gera risco de segurança ao usuário.

6.7.14 Término da Vida Útil:


O Colimador Luminoso contém chumbo, que se for descartado incorretamente
pode ser altamente contaminante. Para reduzir os riscos de contaminação, ao
término da vida útil do colimador, realize seu descarte obedecendo as leis locais
de descarte de chumbo e recicle o materiais como aço e alumínio em sua
composição.

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7. VISTA INTERNA DA MESA DE COMANDO

1- PCI – Controle Bucky e Fusíveis de Proteção


2- Contator de Preparo
3- Contator de Rede
4- Disjuntor de Rede
5- Aterramento Funcional
6- Auto-Trafo
7- Filtro de Linha
8- Estabilizador de mA
9- Bornes de ligação – Cabo 25 vias
10 - Trafo Fonte
11 - Defasador
12 - Fusível do Trafo Fonte
13 - Capacitor de Arranque
14 - Tiristor de Chaveamento do Primário de AT
15 - PCI – CPU
15 - PCI – Controle de Filamento

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A Chave de kV+ (maior)


B Chave de kV- (menor)
C Tecla de mAs ( + )
D Tecla de mA ( + )
E Display de status
F Setup
G Liga
H Desliga
I Posto de trabalho
J Tecla mA ( - )
K Tecla mAs ( - )
L Tecla de Preparo
M Tecla de Disparo dos raios-x

As imagens são meramente ilustrativas e podem sofrer alteração. Todos os pré-


requisitos de instalação e proteção da sala de exames de raios-x devem ser
observados (distância, biombo em alvenaria, localização das partes, etc.).
Antes de solicitar a instalação pelo fabricante ou assistência credenciada,
verifique se todas as instruções fornecidas foram observadas para um total
aproveitamento e manutenção do equipamento.

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8. INDICAÇÃO DO PAINEL

A Chave de kV+ (maior)


B Chave de kV- (menor)
C Tecla de mAs ( + )
D Tecla de mA ( + )
E Display de status
F -
G Liga
H Desliga
I Tecla de Posto de trabalho
J Tecla mA ( - )
K Tecla mAs ( - )
L Tecla de Preparo
M Tecla de Disparo dos raios-x
N Indicação do Posto de Trabalho
O Status do Equipamento
P Indicação do mA.s
Q Indicação do kV
R Indicação do mA
S Indicação do Tempo
T Indicação do Foco
U Indicação de Porta Aberta
V Indicação de Temperatura do Conj. Fonte (Unid. Selada)

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9. INSTALAÇÃO
9.1 RESPONSABILIDADE DO COMPRADOR

O planejamento e a preparação do local são de responsabilidade do


comprador. Os pontos seguintes devem ser considerados fundamentais para as
atividades de pré-instalação dos clientes ; trabalho adicional pode ser
necessário dependendo das circunstâncias específicas do local:

. Instale o material exigido antes de entrega dos componentes


do sistema.
. Complete o acabamento do chão, teto e parede.
. Instale tubulação, conduto e tubulação para fios.
. Instale caixas de ligação de tamanho apropriado com
tampas nos locais especificados no plano de instalação.
. Instale força principal de saída de voltagem apropriada e
classificação kVA adequada.
. Instale todos os dispositivos de segurança de acordo com este
Manual de serviço e Códigos locais.
. Proporcione dimensões de sala correntes, incluindo os
tamanhos do corredor e da porta de entrada.
. Custo de alterações e modificações quando não
especificamente fornecido no contrato de venda.
. Este equipamento deverá ser operado apenas por profissionais
qualificados para tal, de acordo com a legislação do país em
que o equipamento estiver sendo operado”

9.2 PREPARAÇÃO PARA INSTALAÇÃO

Antes de iniciar a interligação das partes do equipamento, verifique o seguinte:

9.3 PESSOAL TÉCNICO

A instalação do equipamento só deverá ser realizada pela fábrica ou por


Assistência Técnica Credenciada (vide tópico GARANTIA).

9.4 INSTALAÇÃO ELÉTRICA

O equipamento deve ser conectado a um quadro de comando de proteção,


respeitando as normas internacionais de segurança, que protegem o usuário

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contra choques elétricos em caso de falhas, no sistema ou acidentes na rede


elétrica (raios, por exemplo).
Para que essa proteção funcione corretamente, é essencial que o equipamento
seja ligado em um quadro de proteção, contendo luz de indicação de ligado,
botão de emergência com chave liga e desliga e, internamente, contator de
rede disjuntor DR (vide ilustração).
Este quadro poderá ser comprado em casas de materiais elétricos ou comprado
separadamente do equipamento.

9.5 QUADRO DE FORÇA - SISTEMA DR

1. Além do aterramento, devem ser observadas


cuidadosamente, também, a tensão e corrente elétrica
máximas exigidas pelo equipamento (220/380 V~ – 50 /
60Hz).

Em caso de dúvida e/ou necessidade de adequação da


tomada de alimentação para o equipamento, consulte
um profissional credenciado ou a companhia de
eletricidade local.
Não aconselhamos o uso de extensões ou quaisquer outros
acessórios que não tenham sido fornecidos junto com o
equipamento.

2. Essas precauções são de responsabilidade exclusiva do


usuário que for instalar o equipamento, sendo, também,
essenciais para o devido atendimento durante o período
de garantia.

3. As instruções de instalação de sistemas médicos são


baseados na norma NBR 13534 - Instalações Elétricas de
Baixa Tensão.

4. O seu equipamento deve ser instalado utilizando circuito de alimentação


independente, protegido por fusíveis ou disjuntor retardado.

5. Para que seu aparelho ofereça o máximo de rendimento com total


segurança, consulte a tabela para determinar a bitola e o comprimento
máximo dos condutores para o circuito de alimentação.

* Este material não acompanha o equipamento.

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Equipamento Fixo para Raios-X BITOLA DO


TENSAO (V) CORRENTE (A) DISTANCIA
DIAFIX MICROPROCESSADO CABO
DIAFIX 320 mA /125 kV 35 mm² 220 140 45 m
DIAFIX 320 mA /150 kV 35 mm² 220 150 45 m
DIAFIX 500 mA /125 kV 50 mm² 220 180 45 m
DIAFIX 500 mA /150 kV 50 mm² 220 180 45 m
DIAFIX 630 mA /125 kV 70 mm² 220 190 45 m
DIAFIX 630 mA /150 kV 70 mm² 220 190 45 m
* Para distâncias superiores, entre em contato com a CDK

MODELO DOS EQUIPAMENTOS / CORRENTE DE LINHA

VOLTAGEM DE LINHA DIAFIX 630 mA / 150 - 125 kV

220 V~ 245 A
380 V~ 142 A
LINHA / FASE 220/380 V~, Bifásico/monofasico 50/60 Hz

VOLTAGEM DE LINHA DIAFIX 500 mA / 150 - 125 kV

220 V~ 227 A
380 V~ 131 A
LINHA / FASE 220/380 V~, Bifásico/monofasico 50/60 Hz
VOLTAGEM DE LINHA DIAFIX 320 mA / 150 kV

220 V~ 145 A
380 V~ 84 A
LINHA / FASE 220/380 V~, Bifásico/monofasico 50/60 Hz
VOLTAGEM DE LINHA DIAFIX 320 mA / 125 kV

220 V~ 131 A
380 V~ 76 A
LINHA / FASE 220/380 V~, Bifásico/monofasico 50/60 Hz

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9.6 DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO

FORÇA FASE DO COMANDO DE DISTRIBUIÇÃO


INTERRUPTOR DE
kVA TAXADO A 3% DE REGULAMENTAÇÃO A 1
SEGURANÇA DE LINHA
95% DE FATOR DE FORÇA (uso opcional) (Fornecido pelo cliente)
(Fornecido pelo cliente)

QUADRO 5 MESA BUCKY


DE FORÇA (DR)
(Fornecido pelo cliente)
GERADOR
3
DE ALTA TENSÃO
4
MESA DE 6 ESTATIVA
COMANDO BUCKY

7 CABOS DE ALTA TENSÃO

TUBO DE RAIOS-X

ATENÇÃO !

Nunca utilize o fio neutro como terra.

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10. CONDIÇÕES AMBIENTAIS

10.1 Iluminação
Uma iluminação com lâmpadas fluorescentes é recomendada para efeito de
manutenção e operação do equipamento.

10.2 Ar-Condicionado
A carga térmica determinará a capacidade do condicionador de ar ao
ambiente em função da área, da orientação solar, do número de janelas,
pessoas, aparelhos elétricos etc. A carga térmica deve ser definida por técnicos
especializados.

Apenas para sua orientação, abaixo apresentamos uma estimativa aproximada


da capacidade do aparelho adequado ao seu ambiente de acordo com cada
região.

SUL SUDESTE NORTE/NORDESTE CENTRO OESTE


ATÉ 10m² 7.500BTUs 7.500BTUs 9.000BTUs 9.000BTUs
10 À14m² 9.000BTUs 10.500BTUs 12.500BTUs 12.500BTUs
28 À 34m² 21000BTUs 30.000BTUs 2x18.000BTUs 2x18.000BTUs

Deve ser utilizado equipamento de ar-condicionado/split equipado com filtro


metálico de 10 mícrons e capachos nas portas de entrada.

A temperatura deverá ser mantida entre 18 e 24°C com umidade de 40 à 60%


sem condensação. Troca de calor menor/igual a 5°C/h.

Equipamento Fixo para Raios-X


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11. PROTEÇÃO RADIOLÓGICA

11.1 Acessórios de Proteção Radiológica

Avental Plumbífero: para proteção do corpo e costas do operador.


A espessura mínima recomendada é 0,50mm / Pb

Protetor de Genitais: para proteção dos genitais do operador.


A espessura recomendada é de 2mm/Pb

Protetor de Tireóide: para proteção da glândula tireóide do operador.

Protetor para Mãos: luvas tipo escudo com equivalência mín.: 2mm/pb.

Óculos Plumbíferos: para proteção dos olhos, equivalência mín.: 2mm/pb

Biombo Plumbífero: p/ proteção do operador, equivalência mín.: 2mm/pb

Dosímetro Individual Intransferível: para medição da exposição do operador à


radiação por período determinado. Recomendamos a leitura mensal por
empresa especializada.

Dosímetro de Área: para medição da exposição do ambiente às radiações


ionizantes. Deve ser instalado fora da sala de exames. Recomendamos a leitura
mensal por empresa especializada.

Todos os acessórios necessários à proteção deverão ser observados também


para acompanhantes e gestantes.

"RECOMENDAMOS O USO OBRIGATÓRIO DOS


ACESSÓRIOS DE PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÃO."

* Estes acessórios não são fornecidos com o equipamento.

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11.2 Instalações

Na sala de exames, todas as paredes, portas, visores, teto e piso (em caso de
trânsito acima ou abaixo do local), devem ser equipados com proteção
radiológica, de acordo com as normas locais.

Em geral, 2,0 mm de lençol de chumbo ou equivalente em Bas 04, será o


suficiente, sendo a mesma à 2,20m do piso acabado.

Recomendamos como proteção para o operador, um biombo em alvenaria,


revestido por lençol de chumbo de no mínimo 2mm de espessura ou equivalente
em Bas04, curvo ou reto.

Estas recomendações servem para aparelhos que vão ser utilizados em local
fixo.

11.3 Radiações Ionizantes

Os Equipamentos Fixos para raios-x, modelo DIAFIX Microprocessado (320, 500


ou 630mA/125 ou 150kV), são projetados e fabricados de forma que se possa
regular e controlar a quantidade e a qualidade das radiações emitidas, em
função do objetivo que se busca, garantir uma boa qualidade de imagem e/ou
resultado de acordo com a finalidade médica que se busca, com uma
exposição mínima do paciente e do operador às radiações e permite uma
vigilância e um controle confiável das doses administradas, do tipo de feixe de
raio, da energia e do tipo de radiação.
Estão disponíveis nos equipamentos um alarme visual (sinalização – disposto na
mesa de comando) e alarme sonoro (acionado no disparo dos raios-x).

Equipamento Fixo para Raios-X


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12. REQUISITOS DE SEGURANÇA


.........Portaria 453 -ANVISA

Dispositivos tais como Interruptor de Segurança / Interruptor de Emergência, Luz


de Aviso (indicação de uso dos raios-x) e Interruptor de Trava de Porta devem
ser fornecidos e instalados pelo cliente.

12.1 Interruptor de segurança / Interruptor de emergência

O Interruptor de Segurança deve ser instalado na sala de comando e


preparado com indicadores de luz para “Ligado/Desligado”. Deve ser usado
e localizado em um lugar acessível onde possa ser visto e controlado durante
operação e serviço.

O Interruptor de Emergência deve ser instalado em localização acessível na


sala para uso em uma emergência. Deve ser conectado ao Gabinete Elétrico
(DR) da Sala (Separação de Sala) para que ele encerre a força para do
comando quando ele for ativado.

12.2 Interruptor de trava de porta

O Interruptor de Trava de Porta indica ao operador quando as entradas para a


sala de raios X estão abertas. Ele impede ou não a produção de raios X, de
acordo com padrões locais e preferências do cliente.

Este interruptor deve ser instalado na(s) porta(s) de entrada e seu cabo de
conectivo dever ser enviado por caminho determinado a Mesa de Comando.

12.3 Luz de Aviso

A Luz de Aviso é uma luz de sinal instalada do lado de fora da sala de raios X
(perto da entrada principal, de preferência acima da porta) que indica que
uma exposição de raios X está acontecendo. O cabo de conexão da Luz de
Aviso deve ser enviado por caminho determinado a Mesa de Comando. (Para
diagrama esquemático reporte-se ao Diagrama de interligação)

Equipamento Fixo para Raios-X


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12.4 CLASSIFICAÇÃO DO PORTE DOS SERVIÇOS

Para efeito desta norma técnica, os serviços de radiologia médica, serão


classificados como:

12.4.1 Serviços de pequeno porte


São aqueles que possuem equipamentos fixos ou móveis com corrente elétrica
menor ou igual a 100 mA, que podem executar somente exames de
extremidades em urgências ou exames em leitos em UTIs e/ou centros cirúrgicos.

1. Equipamentos Fixos - aqueles cujo uso se restringe a um ambiente exclusivo de


operação. Incluem-se nesta classificação, equipamentos fabricados para
serem utilizados como móveis e que são, na prática, mantidos sempre no mesmo
ambiente.

2. Equipamentos Móveis - aqueles usados em diversos ambientes tais como


leitos, centros cirúrgicos e UTIs.

12.5 INSTALAÇÕES DAS DEPENDÊNCIAS

Todo serviço de radiologia médica deverá conter uma sala para recepção de
pacientes com área adequada ao movimento do serviço.

12.5.1 Salas de raios X


Deverão ter área mínima em conformidade com as leis sanitárias vigentes, e
possuir apenas móveis e equipamentos indispensáveis, devendo os mesmos
serem preferencialmente constituídos de material de número atômico baixo.

12.5.2 Câmara escura


Quando exigida pelo processo de revelação, deverá ter área mínima em
conformidade com as leis sanitárias vigentes e estar dotada de sistema de
exaustão de gases e vapores.

12.5.3 Portas das salas de raios X


Deverá ser afixado o símbolo internacional de presença da radiação ionizante,
aviso de acesso restrito e orientação para acompanhantes e gestantes.

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12.5.4 Portas de acesso à sala de raios X


Deverão ser providas de lâmpadas indicadoras do acionamento do feixe.

Dois equipamentos de raios X só poderão ser instalados na mesma sala se


tiverem comando único ou dispositivo comutador, que não permita o
acionamento simultâneo dos mesmos.

Os serviços de radiologia médica deverão possuir declaração do fabricante do


equipamento de raios X que ateste o cumprimento da Norma Brasileira Sobre
Riscos Elétricos (NBR da ABNT, ou outra que venha a substituí-la).

Os Equipamentos Fixos para Raios X DIAFIX Microprocessado ( 320, 500 ou


630mA/125 - 150kV), possuem blindagem no cabeçote tal que a radiação de
vazamento a um metro do ponto focal, em qualquer ponto em torno do
envoltório, não ultrapasse a 1 mGy/h (um miligray em uma hora), a
conformidade à este item deverá ser atestada por profissional capacitado,
através de laudo assinado que descreva medidas efetuadas sobre uma área de
100cm2 (cem centímetros quadrados) da qual nenhuma dimensão linear
exceda 20 cm (vinte centímetros), quando operado em tensão nominal do tubo
de raios-x, sob condições de aplicação de carga que correspondam a energia
especificada máxima aplicada em uma hora. Os Equipamentos Fixos para
Raios-X DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125 ou 150kV), marca CDK,
saem de fábrica com essas medidas atestadas através de Certificado de Teste
de Radiação de Fuga.

12.6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Acessórios Plumbíferos
Os serviços de radiologia médica deverão possuir número suficiente de aventais
plumbíferos para realização simultânea de exames em todas as suas salas,
também deverão possuir luvas e protetores para gônadas, tireóide e olhos.
* Deverá ser observado o uso dos protetores para os acompanhantes e casos
especiais de gestantes.

Os aventais deverão ser acondicionados de forma a preservar sua integridade,


mantidos sobre superfícies horizontais ou em cabides apropriados.

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13. DESCRIÇÃO DOS COMANDOS

13.1 CHAVE SELETORA DO POSTO DE TRABALHO

13.1.2 Com Bucky Vertical (Estativa bucky mural)


Ao acionar o botão de disparo, será enviada tensão ao solenóide do bucky,
que porá em movimento a grade anti difusora (para grade móvel). No tempo
determinado pela técnica, os contatos de exposição serão fechados
acionando o “timer”. Esta posição é utilizada, por exemplo, para diagnósticos
em pulmão e coluna cervical.

13.1.2. Sem Bucky


Esta posição é utilizada para uso em diagnósticos de extremidades, onde não
há necessidade do bucky (horizontal ou vertical).

13.1.3 Com Bucky Horizontal (Mesa bucky)


Ao acionar o botão de disparo, será enviada tensão ao solenóide do bucky,
que porá em movimento a grade anti-difusora (p/ grade móvel). No tempo
determinado pela técnica, os contatos de exposição serão fechados
acionando o “timer” .
Para a interligação das partes, é utilizado um cabo de três pólos do bucky,
conectado ao auto-trafo na mesa de comando;
Esta posição é utilizada, por exemplo, para uso em diagnósticos de crânio,
bacia, abdome, coluna.

13.1.4 Bucky auxiliar


02 Opções disponíveis para utilização de bucky auxiliar, podendo ser um
segundo bucky mural, horizontal (mesa) ou ainda planígrafo.

13.2 SELEÇÃO DE mA
Chave Seletora. Este acionamento ajusta as posições de mA sendo:
. 50, 100 ou 160 mA - Foco fino, e 50, 100, 160, 200, 320 Foco grosso para:
DIAFIX Microprocessado 320mA/125 ou 150kV

. 50, 100 ou 160 mA - Foco fino, e 50,100, 160, 200, 320, 500mA Foco grosso para:
DIAFIX Microprocessado 500mA/125 ou 150kV

. 50,100 ou 160 mA - Foco fino, e 50,100, 160, 200,320, 500, 630 Foco grosso para:
DIAFIX Microprocessado 630mA/125 ou 150kV

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13.3 Chave Seletoras de kV+ e kV-


Utilizada para ajuste fino de kV:
kV+ (kV maior) de 10 em 10kV
kV– (kV menor) de 1 em 1kV

13.4 Tecla de preparo


Utilizada para fazer girar o ânodo. A cada início de serviços do dia (primeiro
disparo), aconselhamos que seja procedido disparo com as menores técnicas
de kV e mA, para um pré-aquecimento do óleo e giro do ânodo

13.5 Tecla de disparo dos raios X,


Aciona o feixe de radiação, este disparo poderá ser acionado com intervalos de
45 segundos cada (no mínimo).

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14. PRESCRIÇÕES GERAIS PARA PROTEÇÃO CONTRA


RADIAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE RAIOS X PARA FINS
DIAGNÓSTICOS

Os Equipamentos Fixos para Raios X DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou


630mA/125 ou 150kV) possuem proteção radiológica em conformidade com a
norma NBR IEC 60601-1-3:2001.
Todas as informações necessárias para proteção, conforme norma colateral,
estão reproduzidas neste manual.

14.1 Características do equipamento DIAFIX MICROPROCESSADO (NBR IEC


60601-1-3:2001):

Primeira Camada semi-redutora 2,6 mmAl @ 70 kV


Filtração Inerente 2,0 mmAl – Vide dados técnicos do
Conjunto Emissor de radiação - X
Filtração adicional 1,0 mmAl – Vide dados técnicos do
Conjunto Fonte de radiação - X
Filtração total 3,0 mmAl
Radiação de vazamento em < 1,0 mGy/h @ 1 m @ 150 kV/3 mA
estado de aplicação de carga (regime contínuo do tubo de raios X)
Radiação de vazamento fora do < 20 Gy/h @ 5 cm
estado de aplicação de carga
Equivalente de atenuação de vide dados técnicos da mesa e estativa
itens no feixe de radiação - X mural bucky

Este manual contém as informações necessárias que possibilita ao operador


determinar, antes da aplicação de carga, a extensão de todos os campos de
radiação - X para utilização normal, em termos de suas dimensões para a
distância foco-receptor de imagem apropriada, disponível para seleção,
combinação e calibração do dispositivo limitador de feixe.
Posição do eixo de referência disponível em utilização normal, em termos de sua
localização em relação às superfícies receptoras de imagem relevantes:

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Os ângulos em relação aos planos receptores de imagem relevantes são obtidos


de acordo com o posicionamento da unidade selada, conforme indicado em
seus dados técnicos.

A faixa da distância foco-receptor de imagem, especificada para utilização


normal, esta determinada em uma escala graduada afixada na coluna porta-
tubo, com valores de 90 a 120 cm. Opcional: 40 à 170 cm.

Operador: É necessário utilizar a distância foco-pele tão grande quanto possível,


a fim de manter a dose absorvida no paciente tão baixa quanto razoavelmente
exeqüível.

O equivalente de atenuação do painel frontal do suporte do chassi (total de


todas as camadas) e o painel frontal do cambiador de filmes (total de todas as
camadas) é de 1,2 mmAl máximo.

O Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX Microprocessado quando utilizado


combinado com acessórios ou outros materiais que não fazem parte do mesmo
ou de um outro equipamento de raios x para fins diagnósticos, podem
apresentar efeitos adversos oriundos de componentes localizados no feixe de
radiação - X.

14.1.2 UNIDADE SELADA

Ampola produtora de raios-x de ânodo giratório ( 20x40 ou 30x50 ), com foco


fino de 1,0 mm e foco grosso de 2,0 mm.
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Inserida em cúpula de alumínio, revestida por lâminas de chumbo de 2mm,


totalmente protegida contra radiação, imersa em óleo mineral para isolação e
refrigeração do tubo quando em funcionamento.

O conjunto cúpula / ampola, recebe o nome de unidade selada e fica


acoplada ao braço extensor na coluna porta-tubo; executa movimento de
rotação de 180° para ambos os lados .

14.1.3 Funcionamento do conjunto emissor de raios X:

No momento do preparo, o comando manda uma tensão de 220Vac para o


estator através dos terminais ST1, ST2 e ST3, a fim de dar a partida no giro do
ânodo, e logo em seguida, esta tensão cai para uma tensão de movimentação
de aproximadamente 100 Vac.

Ainda no momento do preparo, o comando aumenta a tensão de filamento,


(que já se encontra pré-aquecido), alimentado através do cabo de alta tensão
no lado do cátodo, afim de que a mesma atinja o valor necessário para
alcançar o mA selecionado.

Após o preparo, ou seja, ânodo girando e filamento aquecido, ao pressionar o


botão da grafia (disparo), o gerador manda através dos cabos de alta tensão,
ânodo e cátodo, a alta tensão correspondente ao kV previamente selecionado
no painel, durante o tempo também previamente selecionado no painel de
controle. Gerando assim os raios X.

14.1.4 Dados Técnicos:


a) O conjunto emissor de radiação - X está em conformidade com a norma NBR
60601-2-28.
b) É fornecido junto com o conjunto emissor de radiação - X toda a
documentação do mesmo e com uma etiqueta de identificação com os
respectivos números de série do emissor, da cúpula e do tubo de raios X.
c) A filtração total inerente do conjunto emissor de radiação - X é de pelo
menos 2,5 mm Al (equivalência) inclusive, filtração adicional:

Vidro: 1,00 mm Al
Óleo: 0,712 mm Al
Janela: 0,248 mm Al

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d) Especificação técnica:
Equipamento: Tipo 1 –Classe B
Tensão Nominal: 150 kV
125 kV
Tamanho foco fino: 1,0 mm
Tamanho foco grosso: 2,0 mm
Potência foco fino: 30 KW
20 kW
Potência foco grosso: 50KW
40kV
Corrente filamento foco fino: 5,5 A
Corrente filamento foco grosso: 5,5 A
Tensão do filamento foco fino: VF 7-9V
Tensão do filamento foco grosso: VF 10-13 V
Ângulo óptico do ânodo: 17.5º
Material do ânodo: WO (tungstênio rhênio)
Rotação ânodo: 2800 rpm a 3400 rpm
Filtração inerente do tubo: 1 mm Al
Dissipação máxima calor do ânodo: 140 kJ
Corrente de tubo Max: 630 mA
Período de operação Max: 5s
Motor do ânodo: 220V AC
Ânodo em movimento: 100V AC Tipo Federal Standard
Conexão de alta tensão: Terminal federal 3 pólos
Temperatura para transporte e armazenagem: 0ºC a 50ºC.
Peso cúpula 18,00 Kg + Tubo 1,750Kg + óleo 5,5 25,250 Kg.
Capacidade de armazenamento de calor do 930KJ
emissor:
Nível de radiação (com 125kV/450W a distância
de 1m).
Resistência ôhmica do estator:
Entre branco e preto 181V e 50 ohms
Entre branco e vermelho 146V e 60 ohms
Entre preto e vermelho 247V e 110 ohms

14.1.5 Operação inicial para o tubo de raios X

a) Tubo pode operar somente com ânodo girando.


b) O tubo deve ser calibrado para os dados do gerador/comando do
equipamento. O kV máximo não pode ultrapassar 125 ou 150 kV, conforme
aplicável. Deve se apresentar à curva de aquecimento e resfriamento do
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tubo. Deve se começar com 40kV 0,02 – 0,3s cada 5


exposições deve se aumentar 10 kV até 100 kV, 100 kV até 125 kV ou até 150
kV, conforme aplicável e 5 exposições com intervalo de 5 kV.

2) Operação inicial depois de um longo tempo inativo: com interrupção de


funcionamento por mais de 14 dias, as 10 primeiras exposições devem ser no
máximo 60 kV. Caso que o intervalo do funcionamento seja superior a 3
meses, deve ser iniciada conforme “operação inicial para tubo de raios X”.

A Tensão da Cúpula 125 / 150KV


Capacidade térmica da cúpula. 930KJ
Máxima dissipação térmica continua em posição
B horizontal em temperatura ambiente de 25º C. 155W
Máxima dissipação térmica continua em posição vertical
em temperatura ambiente de 25ºC. 135W
Filtração com material sem remoção (filtração inerente) 2,0 mm Al
C Filtro adicional (fixo somente removível com ferramentas) 1,0 mm Al
Todas as filtragens somente como filtração equivalente
D Tempo de arranque 50 ou 60Hz – 220V 0,8s
Receptáculo Federal Standard 3p
E
Peso sem acessórios 18Kg
F Número de Série

Proteção Radiológica de acordo com: Norma IEC 60601-1-3


Cúpula tipo: B
Cúpula Classe: I

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15. PRESCRIÇÕES PARTICULARES PARA SEGURANÇA


APLICÁVEIS AOS CONJUNTOS-FONTES DE RADIAÇÃO X E
AOS CONJUNTOS-EMISSORES DE RADIAÇÃO X PARA
DIAGNÓSTICO MÉDICO

O conjunto-fonte do Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX Microprocessado


(320, 500 ou 630mA/125 ou 150kV) é classificado como Equipamento de Classe I
Tipo B.
O conjunto-fonte de radiação x do Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX
Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125 ou 150kV) está em conformidade com
a norma NBR IEC 60601-2-28:2001 e norma NBR IEC 60601-1-3:2001 e suas
particularidades.

O conjunto-emissor ou conjunto-fonte de radiação - X, possui tensão nominal de


125 kV ou 150kV, conforme modelo.

O tubo de raios x é associado através de seu tipo de referência, sendo


20kW/40kW, 30kW/50kW conforme modelo.

A CDK realiza a montagem do conjunto-emissor e do conjunto-fonte de radiaçã-


x do Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou
630mA/125 ou 150kV).

As prescrições mínimas para marcação no equipamento e nas partes


intercambiáveis são respeitadas conforme norma NBR IEC 60601-2-28:2001.

Este manual identifica os produtos individuais, séries e tipos referidos no


Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125
ou 150kV).

As informações de filtração total e espessura do filtro auxiliar estão marcadas no


conjunto emissor de radiação - X.
As prescrições mínimas de marcação no Equipamento Fixo para Raios X DIAFIX
Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125 ou 150kV), estão conforme a norma
IEC 60601-2-28.

A potência máxima continua da ampola para: 20kW/40kW é de 410W para a


30 kW/50 kW é de 490W;
A capacidade de acumulação de calor no ânodo para a ampola 20 kW/ 40kW
é de 140kJ; para a 30 kW/50 kW é de 150kJ; no conjunto-emissor de
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tubo de raios x 20kW/40kW é de 460kJ, para o conjunto-emissor 30kW/50 kW é


de 860 kJ.

Quando ocorre o aumento do nível de acúmulo de calor, o sistema de


alimentação é interrompido, bloqueando o equipamento para qualquer função
de operação, emitindo ainda um sinal sonoro e visual no painel da mesa de
comando, advertindo o operador.

A dissipação térmica contínua máxima do conjunto-emissor de tubo de raios X,


para o conjunto-emissor de tubo de raios x 20kW/40kW é de 150W; para o
conjunto-emissor 30kW/50kW é de 160 W.
Curva de aquecimento e de resfriamento do ânodo do tubo de raios X e do
conjunto-emissor de radiação x, a seguir:

A compatibilidade dos componentes e dos subconjuntos afeta a conformidade


com estes requisitos do conjunto-emissor montado, as características dos
produtos associados com os quais são compatíveis para atender a
conformidade estão declarados neste manual.

O espectro de radiação do tubo de raios X é composto por tungstênio rhênio, o


eixo de referência e as características do ponto focal estão indicados na parte
externa do conjunto-emissor de radiação x, o ângulo do alvo com respeito ao
eixo de referência é de 17,5°, com valor nominal focal do ponto de 2,0 mm para
foco grosso e 1,0 mm para o foco fino.

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15.1 Dados técnicos da Cúpula

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15.2 Tubo de Raios-x


Tipo – Ânodo Giratório
Marca comercial /Indicação de origem Hang Zhou/ China
Modelo XD 51 (20kW/40kW)
XD 52 (30kW/50kW)
Número de série -
20x40= 1,750Kg
Peso aproximadamente:
30x50= 1,850 Kg
20x40 = 125kV
Tensão Máxima
30x50 = 150kV
Máxima capacidade de acumulação térmica 20kW/40kW – 140kJ
do ânodo 30kW/50kW – 150kJ
Valor do filtro 1 mm Al
20x40 = 40kW
Potência nominal do ânodo
30x50 = 50kW
20/40kW
Potência máxima
30/50kW

15.3 Esboço das medidas externas

Equipamento Fixo para Raios-X


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15.4 Dados Técnicos

Voltagem
Capacidade de Velocidade de
Operacional Potência Máxima Ângulo de
Código do Tubo Armazenamento de Rotação do
Máxima Contínua (W) Apresentação
Calor do Ânodo (KJ) Ânodo (r/min)
(KV)
XD 51 125 410 140 17,5º 2.800
Potência Máxima
Voltagem do Valor Nominal
(0,1s)
Filamento (v) Focal do Ponto
(KW)
grosso fino grosso fino grosso fino
10-13 7-9 2,0 1,0 40 20 1 1,75

Voltagem
Capacidade de Velocidade de
Operacional Potência Máxima Ângulo de
Código do Tubo Armazenamento de Rotação do
Máxima Contínua (W) Apresentação
Calor do Ânodo (KJ) Ânodo (r/min)
(KV)
XD 52 125 ou 150 490 150 17,5º 2.800
Potência Máxima
Voltagem do Valor Nominal
(0,1s)
Filamento (v) Focal do Ponto
(KW)
grosso fino grosso fino grosso fino
10-13 7-9 2,0 1,0 50 30 1 1,85

Voltagem
Capacidade de Velocidade de
Operacional Potência Máxima Ângulo de
Código do Tubo Armazenamento de Rotação do
Máxima Contínua (W) Apresentação
Calor do Ânodo (KJ) Ânodo (r/min)
(KV)
XD 51-22 125 ou 150 490 126 17,5º 2.800
Potência Máxima
Voltagem do Valor Nominal
(0,1s)
Filamento (v) Focal do Ponto
(KW)
grosso fino grosso fino grosso fino
10-13 7-9 2,0 1,0 47 22 1 1,85

Voltagem
Capacidade de Velocidade de
Código do Tubo Operacional Potência Máxima Ângulo de
Armazenamento de Rotação do
opcional Máxima Contínua (W) Apresentação
Calor do Ânodo (KJ) Ânodo (r/min)
(KV)
RTM 78 H 125 ou 150 750 225 15º 3.000
Potência Máxima
Voltagem do Valor Nominal Diâmetro do
(0,1s)
Filamento (v) Focal do Ponto anodo
(KW)
grosso fino grosso fino grosso fino
10-13 7-9 1,2 0,6 30 12 73mm 1,90

Equipamento Fixo para Raios-X


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15.6 Características dos tubos de raios X

15.7 Características da emissão do filamento

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15.8 Característica do aquecimento e esfriamento do ânodo

Tensão nominal do tubo de RAIOS-X

> 2800rpm 50/60Hz

20 kW 40 kW
Dados filamento (Max. Tempo curto). 7-9V 10-13V
3 Dados max. filamento recomendado 5,5A 5,5A
Dados max. filamento continuo 5,0A 5,0A
125 kV
Diâmetro ânodo 90 mm
Ângulo do ânodo 17,5º
4
Capacidade térmica do ânodo 140 KJ
Dissipação máxima térmica continua do ânodo 150 W
Peso 1,750 Kg

Tensão nominal do tubo de RAIOS-X

> 2800rpm 50/60Hz

30 kW 50 kW
Dados filamento (Max. Tempo curto). 7-9V 10-13V
3 Dados max. filamento recomendado 5,5A 5,5A
Dados max. filamento continuo 5,0A 5,0A
125 / 150 kV
Diâmetro ânodo 90 mm
Ângulo do ânodo 17,5º
4
Capacidade térmica do ânodo 150 KJ
Dissipação máxima térmica continua do ânodo 160 W
Peso 1,850 Kg

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15.9 Teste de Levantamento Radiométrico da Radiação de Fuga do Cabeçote

Colimador x e y totalmente fechados

Leitura integrada nas posições indicadas na figura.

Tensão de pico: Máxima kVp

Corrente: 100 mA

Tempo: 1s

15.10 Pontos onde as medidas do teste acima foram realizadas

15.11 Leitura realizada em dose integrada:

Conversão para taxa de exposição

L (mR/h) = L (mR) x 3600 x mAsleak


mAs
O fator de conversão de taxa de exposição (mR/h) para taxa de dose (mGy/h)
é 0,0087.

15.12 Valores obtidos para radiação de fuga nos pontos acima relacionados:

Ponto Leitura (mGy/h) Ponto Leitura (mGy/h)


1 0,03 4 0,10
2 0,05 5 0,05
3 0,08 6 0,08
Valores obtidos para radiação de fuga do cabeçote

DE ACORDO COM A PORTARIA 453 (ANVISA), NA SUBSTITUIÇÃO DA AMPOLA PRODUTORA DE


RAIOS-X, DEVERÁ SER FEITO UM NOVO LEVANTAMENTO DE RADIAÇÃO DE FUGA DO CABEÇOTE,
OBSERVANDOS QUE OS VALORES NÃO PODEM ULTRAPASSAR A TAXA DE KERMA NO AR DE 1mGy/h
A UM METRO DO PONTO FOCAL.

Equipamento Fixo para Raios-X


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16. PRESCRIÇÕES PARTICULARES DE SEGURANÇA DOS


EQUIPAMENTOS ASSOCIADOS AOS EQUIPAMENTOS DE
RAIOS X

O Equipamento Radiológico Associado, aqui denominado como Equipamento


Fixo para raios X – DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125 - 150kV) está
em conformidade com a norma NBR IEC 60601-2-32:2001.

Quando as unidades forem indicadas, as escalas lineares são graduadas em


unidades SI e as graduações das escalas angulares são expressas em graus.

As instruções para utilização do Equipamento Fixo para raios X – DIAFIX


Microprocessado (320, 500 ou 630mA/125 - 150kV) descritas neste manual
incluem todos os dados cujo conhecimento é essencial para que o aparelho
seja operado com segurança.

Os fatores de segurança correspondem às razões entre o limite de tensão e a


tensão máxima durante a utilização normal. O fator de segurança deve sempre
ser igual ou maior que os valores indicados na tabela a seguir.

FATORES DE SEGURANÇA
a b
Limite elástico 1,7 2,2
Ruptura forçada 2,5 4,0
A definição das características de carga apropriada estão
referenciadas na ISO 6892.

NOTA: Se as propriedades dos materiais e todas as forças externas que se pode


prever forem conhecidas, os valores aplicáveis para os Fatores de
Segurança são os da coluna ‘’a’’, caso contrario, os valores aplicáveis
são os da coluna ‘’b’’.

Os meios de suspensão são protegidos de modo tal que não representam riscos
de ferimento em caso de ruptura.
Os cabos de aço (meios de suspensão), não são usados como dispositivos de
segurança.

Equipamento Fixo para Raios-X


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17. CONSERVAÇÃO, LIMPEZA, MANUTENÇÃO


PREVENTIVA

17.1 Conservação do Produto


A observação de algumas regras é importante para uma boa conservação do
equipamento:
1. No acondicionamento, evitar locais úmidos/empoeirados.
2. Efetuar a limpeza diariamente, se em uso constante.

ATENÇÃO!
Antes de efetuar a limpeza de seu equipamento, verifique se o mesmo está
desligado, leia os itens Limpeza e Desinfecção a seguir. Deve ser tomado
cuidado especial para que não ocorra dano ao equipamento / operador,
observando que não escorra água para o seu interior.

17.2 Limpeza
Esfregar o equipamento com pano ou algodão umedecido.
Não utilizar agentes que arranhem e (devido possível intolerância dos materiais)
não empregar solventes orgânicos ou detergentes que contenham solventes
(por exemplo: éter de petróleo, álcool ou tira-manchas).
Não utilizar aerosóis ou aplicadores a base de spray líquido. O líquido
detergente não pode em momento algum, penetrar no equipamento.
O uso indevido desse material pode causar danos aos componentes eletrônicos,
assim como formar misturas explosivas de ar/vapor de solventes, etc.

17.3 Desinfecção
Para desinfecção das superfícies, recomendamos o emprego de solução
aquosa de preparados comerciais normais a base de aldeídos e/ou tensoativos.
Os desinfetantes a base de fenóis substituídos ou preparados com dissociação
de cloro atacam parcialmente os materiais e, por conseguinte, não podem ser
utilizados de forma geral. Isso, também, se aplica aos diluídos em alto teor de
álcool como, por exemplo: os desinfetantes para mãos.
Alguns componentes contidos nos produtos desinfetantes são prejudiciais à
saúde, sua concentração no ar não deve ultrapassar um valor limite
estabelecido por lei. Recomendamos observar as normas de aplicação
estabelecidas pelos seus fabricantes.

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17.4 Manutenção Preventiva


Para maior segurança do paciente/operador, recomendamos manutenção
preventiva em intervalos regulares de no máximo 12 (doze) meses, a qual
deverá ser realizada pelo Serviço Técnico da CDK.
Esta manutenção preventiva irá verificar as boas condições de funcionamento e
segurança do equipamento e deverá ser recalculada, em casos onde o
equipamento tem seu uso intensificado em função de fluxo de pacientes.
O Serviço Técnico da CDK conta com pessoal qualificado, equipamentos de
medição e testes, calibradores, peças e componentes originais, reunindo assim
melhores condições de confiabilidade de funcionamento e prolongamento da
vida útil do produto.
Nos casos em que o equipamento trabalha em condições extraordinárias, um
intervalo menor de verificação é recomendado.

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18. MANUTENÇÃO CORRETIVA

Esta seção contém instruções para identificar e corrigir problemas simples que podem
ocorrer com o equipamento. Em alguns casos, este guia pode evitar a necessidade de
assistência técnica, resultando em aumento de produtividade.

SINTOMAS CAUSA POSSÍVEL O QUE FAZER? NÃO FUNCIONOU?


Não está conectado à
Aparelho não Liga Ligar na tomada. Chamar a Assistência Técnica.
tomada.
O led de rede não acende Fusível queimado. Trocar o fusível. Chamar a Assistência Técnica.

Cabo de AT com folga. Apertar os cabos de AT. Chamar a Assistência Técnica


Defeito no timer. ---- Chamar a Assistência Técnica
Defeito no contator. ---- Chamar a Assistência Técnica

Retificadores queimados ---- Chamar a Assistência Técnica


Cabos de AT em curto ---- Chamar a Assistência Técnica
Bobinas de AT queimadas ---- Chamar a Assistência Técnica
Tubo de RX gaseificado ---- Chamar a Assistência Técnica
Mau contato nos cabos de Apertar firmemente as
Chamar a Assistência Técnica
AT. roscas do cabo de AT.
Terminais sem vaselina. ---- Chamar a Assistência Técnica

Gerador queimado. ---- Chamar a Assistência Técnica


Retificadores em curto. ---- Chamar a Assistência Técnica
Abraçadeira do núcleo do
---- Chamar a Assistência Técnica
gerador solta.
Écrans fracos ou com defeito Trocar Chamar a Assistência Técnica
Revelação insuficiente Trocar o revelador Chamar a Assistência Técnica
Écrans de base verde ou azul Trocar o filme / écran. Chamar a Assistência Técnica

Com filme comum Trocar Chamar a Assistência Técnica


Filmes de baixa qualidade Trocar Chamar a Assistência Técnica
Filme incompatível com
Trocar Chamar a Assistência Técnica
ecrans
Ajustar as técnicas + 5kV
em relação à tabela de
As radiografias com bucky Técnicas fora de
exposição Chamar a Assistência Técnica
saem fracas especificação
(ver RELAÇÃO DE
TÉCNICAS).
Fusível do bucky queimado. Trocar o fusível Chamar a Assistência Técnica
Cabo do bucky interrompido. ---- Chamar a Assistência Técnica
Solenóide travado. ---- Chamar a Assistência Técnica

O bucky está desligado. Ligar o bucky. Chamar a Assistência Técnica


Verificar a conexão
O bucky está ligado invertido. Chamar a Assistência Técnica
(ligação) dos cabos.
O fusível do bucky está
Trocar o fusível. Chamar a Assistência Técnica
queimado.

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ATENÇÃO!
A re-calibração do colimador será necessária todas as vezes que o tubo de raios
X for trocado ou a cada substituição da lâmpada usada para simular o campo
luminoso. Os procedimentos de calibração devem ser executados por técnico
especializado da rede credenciada CDK.

Esquemas elétricos e listas de componentes somente serão fornecidos para a


rede de assistência técnica autorizada.

Não há partes ou peças neste equipamento que podem ser reparadas pelo
usuário, com exceção das descritas a seguir:

Substituição da lâmpada do colimador:

ADVERTÊNCIA:
NÃO TOQUE NA LÂMPADA, SOQUETE OU NO SUPORTE DA LÂMPADA COM SEUS DEDOS.
ELES PODEM ESTAR EXTREMAMENTE QUENTES E CAUSAR QUEIMADURAS GRAVES.

1 Desconecte a fonte;
2 Remova o painel traseiro;
3 Remova o dissipador de proteção da lâmpada;
4 Remova cuidadosamente a lâmpada defeituosa;
5 Substitua a lâmpada por uma idêntica;
6 Tenha certeza de que os pinos da lâmpada estão completamente inseridos
no soquete;
7 Verifique a correspondência entre o campo luminoso e o campo de raios-x;
8 Se necessário, remova a lâmpada, rotacione-a 180º axialmente e reinsira-a.

Substituição dos fusíveis:


1 Desligue o equipamento da rede elétrica;
2 Com o auxílio de uma ferramenta remova os fusíveis de seus receptáculos;
3 Substitua por outro de mesma característica técnicas;
4 Recoloque o fusível no receptáculo.

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19. ELIMINAÇÃO / DESCARTE DO EQUIPAMENTO E SUAS


PARTES

A vida útil do equipamento dependerá das condições de instalação e


operação adotadas para o aparelho, portanto, consideramos indeterminada.
Peças de reposição originais, ficarão à disposição por 5 (cinco) anos, mesmo em
caso de equipamento fora de linha de produção.

Os Equipamentos Fixos para Raios X DIAFIX Microprocessado (320, 500 ou


630mA/125 - 150kV), são fabricados dentro dos mais rigorosos padrões de
proteção ambiental. Embora todos os seus elementos estejam vedados e
protegidos, certos materiais internos podem prejudicar o meio ambiente se
descartados inadequadamente, devendo ser gerenciados de forma
conveniente.
Por esse motivo, seus resíduos devem ser considerados como dejetos industriais e
o descarte deverá ser realizado por pessoal especializado.
O cliente deve contatar a CDK na hipótese de realizar a limpeza do
equipamento e não ter conhecimento de como eliminar corretamente os
dejetos. Assim, receberá o apoio necessário para encaminhamento dos
componentes recicláveis através de empresas de gestão de resíduos,
colaborando dessa forma para a proteção do meio ambiente.

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20. DESCRIÇÃO TÉCNICA

20.1 CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS FIXOS PARA RAIOS X DIAFIX


MICROPROCESSADO
MODELOS DIAFIX Microprocessado 320, 500 ou 630 mA/125 ou 150 kV
Tensão de alimentação Monofásico/bifásico 220 /380Vca~ (± 10%)
Desligador de sobrecorrente DZ47 – 100 – C80 ( 80 A)
Operação permanente – 0,27 kVA
Potência elétrica Operação instantânea – 65 kVA
(54 kV/630 mA
Resistência Aparente de rede 0,1 Ù (VALOR MÁXIMO)
Hz 50 ou 60
Kilovolts 40 a 125 ou 150
Kilovolts opcional 30 a 125 ou 150
mAs 0,1 à 600
Tubos (ampolas de raios-x) 20/40 – 30/50kW
Temperatura ambiente 5ºC a 60ºC
Pressão atmosférica 375 mmHg a 795 mmHg
Radiação (rendimento) 2,4 mGy/mA min a 4,8 mGy/mA min
Responsável técnico Henrique Ferrari Junior – CREA 601425551 SP

Obs.: as características aqui apresentadas podem variar em ± 10%.

20.2 CLASSIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO SEGUNDO A NBR IEC 60601-1 E NORMAS


COLATERAIS E PARTICULARES APLICÁVEIS.
Tipo de proteção contra choque elétrico Classe I
Grau de proteção contra choque elétrico da parte aplicada Tipo B
Equipamento: IPX0
Grau de proteção contra penetração nociva de água
Pedal: IPX1
Ver instruções de
Método de desinfecção
uso
Grau de segurança de aplicação na presença de uma mistura
Não-adequado
anestésica inflamável com o ar, oxigênio ou óxido nitroso.
Contínuo com
Modo de operação
carga intermitente
1:60 (para cada 1
segundo de
Ciclo de operação:
disparo, aguardar
60 segundos)

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21. SIMBOLOGIA UTILIZADA NO EQUIPAMENTO

Símbolo Descrição

Indica que a parte é protegida contra penetração de


IMP-068A rev. 00
respingos de água.
Parte aplicada com grau de proteção contra choque
elétrico de tipo B

Emissão de radiação

Terminais com alta tensão

Terminal de aterramento para proteção

Consultar documentos acompanhantes


Este equipamento causa efeitos fisiológicos

Polaridade positiva

Polaridade negativa

Indicação de ângulo
90º

RX
90º

º
45
45
º

Ligado, apenas para uma parte do equipamento

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Símbolo Descrição

Desligado, apenas para uma parte do equipamento

Sinalização de preparo

70º
Ampola de raio-x aquecida

Sinalização de radiação

Sinalização de foco fino

Sinalização de foco grosso

Porta aberta

Freios mecânico

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Símbolo Descrição
NCI A / E MER
GÊ GE
R
E
N

EM
CY

Sinalização parada de emergência


CY
EM

R
E

GÊ GE
NCI A / E M ER

Indicador luminoso do campo de radiação

Dispositivo: limitador de feixe: aberto

Dispositivo limitador de feixe: fechado

Dispositivo limitador de feixe com abertura separada das


lâminas

Ajuste tamanho do cassete


B ( cm)

A (c m)

Angular

Longitudinal

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22. SIMBOLOGIA UTILIZADA NA CAIXA DE TRANSPORTE

Mantenha a caixa em lugar seco

Empilhamento máximo. N indica a quantidade de caixas


máxima que pode ser empilhada

Frágil. Manuseie com cuidado

Indica a posição para transporte

+40 Limites máximo e mínimo de temperatura para transporte


+10
e armazenamento.

Condições ambientais para o transporte


Temperatura: +10 C ≤ t ≤ +40 C
Umidade Relativa: 30% ≤ umidade relativa ≤75%
Pressão Atmosférica: 700hPa ≤ p ≤1060hPa

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23. ETIQUETAS UTILIZADAS NO EQUIPAMENTO

O Equipamento Radiológico Associado e seus subconjuntos e componentes


constituintes são apropriadamente marcados.

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24. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA

De acordo com a sua funcionalidade, os Equipamentos Fixos para raios X DIAFIX


Microprocessado (320, 500, 630mA/125 ou 150kV), cumprem as normas vigentes
sobre compatibilidade eletromagnética que regulamenta a emissão permissível
dos campos eletromagnéticos e o grau de imunidade requerida contra os
mesmos.
Apesar dos cuidados, não é possível excluir definitivamente os sinais de rádio
procedentes de emissores, tais como, por exemplo, radiotelefonias móveis e ou
outros tipos de equipamento de rádio móveis similares que podem interferir no
correto funcionamento dos aparelhos elétricos para medicina.

ATENÇÃO:
“Equipamento eletromédico requer precauções especiais em relação a sua
COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA e precisa ser instalado e colocado em
funcionamento de acordo com as informações sobre COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA
fornecidas neste manual.” NBR IEC 60601-1-2 - 6.8.2.201 a) 1).
“Equipamentos de comunicação de Rádio Freqüência móveis e portáteis podem
afetar equipamentos eletromédicos.” NBR IEC 60601-1-2 - 6.8.2.201 a) 2).
Em atendimento a subcláusula 6.8.3.201 a),g e i) 2) da NBR IEC 60601-1-2 a CDK
declara que Não há parte ou acessório do equipamento, acessíveis ao usuário ou cuja
manutenção seja destinada ao usuário, que afetem a conformidade deste equipamento
com norma acima referida”

As tabelas a seguir descrevem as características relativas à compatibilidade


eletromagnética do DIAFIX, determinam os limites de imunidade aplicáveis ao
mesmo e contém orientações gerais sobre ao ambiente em que o equipamento
deveria ser operado.

DECLARAÇÃO DO FABRICANTE E ORIENTAÇÃO – EMISSÕES ELETROMAGNÉTICAS


O DIAFIX é destinado a ser utilizado no ambiente eletromagnético especificado a seguir. O comprador ou
operador do DIAFIX deveria se assegurar que ele está em uso em tal ambiente.
Ensaios de emissão Conformidade Ambiente eletromagnético - orientação
Emissão de RF Grupo 1 O DIAFIX usa energia de RF apenas para
CISPR 11 seu funcionamento interno. Assim, sua
emissão de RF é muito baixa e não é
provável que cause qualquer interferência
em outro equipamento eletrônico
próximo.
Emissão de RF Classe A O DIAFIX é destinado a ser utilizado em
CISPR 11 estabelecimentos que não sejam
Emissão de harmônicas Classe A domésticos e que não estejam
IEC 61000-3-2 conectados diretamente à rede elétrica
Flutuação de tensão / Emissão de Conforme pública de baixa tensão que alimenta
flicker construções com propósitos domésticos.
IEC 61000-3-3
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DECLARAÇÃO DO FABRICANTE E ORIENTAÇÃO - IMUNIDADE ELETROMAGNÉTICA


O DIAFIX é destinado a ser utilizado no ambiente eletromagnético especificado abaixo. O comprador ou
operador do DIAFIX deveria se assegurar que ele está em uso em tal ambiente.
Ensaios de Nível de ensaio da IEC Nível de Ambiente eletromagnético -
imunidade 60601 conformidade orientação
Descarga ± 6 kV contato ± 6 kV contato O piso deveria ser de madeira,
eletrostática (ESD) ± 8 kV ar ± 8 kV ar concreto ou cerâmico. Se o piso
IEC 61000-4-2 é coberto com material sintético,
a umidade relativa do ar deveria
ser pelo menos 30 %.
Transientes rápidos / ± 2 kV linha de ± 2 kV linha de
Rajadas alimentação alimentação
IEC 61000-4-4 ± 1 kV linha de
entrada e saída de Não-aplicável
sinal
Surto ± 1 kV modo ± 1 kV modo
IEC 61000-4-5 diferencial diferencial
± 2 kV modo comum ± 2 kV modo comum
<5% Ut <5% Ut
(>95% queda em Ut) (>95% queda em Ut)
Por 0,5 ciclo Por 0,5 ciclo
A qualidade da rede elétrica
Quedas de tensão, 40% Ut 40% Ut deveria ser aquela de um típico
interrupções curtas e (60% queda em Ut) (60% queda em Ut) ambiente hospitalar ou
variações de tensão Por 5 ciclos Por 5 ciclos comercial.
na alimentação
elétrica. 70% Ut 70% Ut
IEC 61000-4-11 (30% queda em Ut) (30% queda em Ut)
Por 25 ciclos Por 25 ciclos

<5% Ut <5% Ut
(>95% queda em Ut) (>95% queda em Ut)
Por 5 s Por 5 s
Campos magnéticos 3 A/m 3 A/m Os campos magnéticos das
das freqüências de freqüências de rede deveriam
rede (50/60 Hz) ser níveis característicos de um
IEC 61000-4-8 típico ambiente comercial ou
hospitalar.
Nota: Ut é a tensão de rede C.A antes da aplicação do nível de ensaio.

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DECLARAÇÃO DO FABRICANTE E ORIENTAÇÃO – IMUNIDADE ELETROMAGNÉTICA


O DIAFIX é destinado a ser utilizado no ambiente eletromagnético especificado a seguir. O comprador ou
operador do DIAFIX deveria assegurar-se que ele está em uso em tal ambiente.
Ensaios de Nível de ensaio da Nível de Ambiente eletromagnético - orientação
imunidade IEC 60601 conformidade
Equipamentos portáteis e móveis de
comunicação por RF não deveriam ser usados
mais próximos de qualquer parte do DIAFIX,
incluindo cabos, do que a distância de
separação recomendada calculada a partir
da equação aplicável para a freqüência do
transmissor.

Distância de separação recomendada


3 Vrms
RF Conduzida 150 kHz a 80 MHz 3V
d  1,17. P
IEC 61000-4-6

3 V/m
RF Irradiado 80 MHz a 2,5 GHz 3 V/m d  1,17. P 80 MHz a 800 MHz
IEC 61000-4-3
d  2,30. P 800 MHz a 2,5 GHz

Onde P é a potência máxima de saída do


transmissor em watts (W), de acordo com o
fabricante do transmissor, e d é a distância de
separação recomendada em metros (m).

O campo gerado por transmissores de RF fixos,


como determinado por um estudo do campo
eletromagnético no locala, deveria ser menor
que o nível de conformidade em cada faixa
de freqüência. b

Interferência pode ocorrer nos arredores de


equipamentos com o seguinte símbolo:

NOTA 1: na faixa de 80 MHz e 800 MHz, se aplica a maior freqüência da faixa.


NOTA 2: estas orientações podem não se aplicar em todas as situações. A propagação eletromagnética é
afetada por absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas.
a. A intensidade de campos gerados por transmissores fixos, tais como estações de rádio-base para
telefones (celular/sem fio) e rádios móveis terrestres, rádios amadores, estações de radiodifusão AM, FM
e TV não podem ser teoricamente prognosticadas com precisão. Para avaliar o ambiente
eletromagnético devido a transmissores de RF fixos, um estudo do campo eletromagnético no local
deveria ser considerado. Se a intensidade do campo medido no local no qual o DIAFIX é usado
exceder o nível de conformidade acima, o DIAFIX deveria ser observado para verificar se está
operando normalmente. Se desempenho anormal é observado, medidas adicionais podem ser
necessárias, tais como reorientação ou realocação do DIAFIX;
b. Acima da escala de freqüência de 150 kHz a 80 MHz, a intensidade de campo deveria ser menor que 3
V/m.

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Distâncias de separação recomendadas entre equipamentos de comunicação por RF portáteis e móveis e


o DIAFIX
O DIAFIX é destinado para uso em um ambiente eletromagnético no qual distúrbios de irradiados de RF são
controlados. O comprador ou o operador do DIAFIX pode ajudar a prevenir interferência eletromagnética
mantendo uma distância mínima entre equipamentos de comunicação por RF portáteis e móveis
(transmissores) e o DIAFIX como recomendado abaixo, de acordo com a potência máxima de saída do
equipamento de comunicação.
Máxima potência de saída Distância de separação de acordo com a freqüência do transmissor
declarada do transmissor 150 kHz a 80 MHz 80 MHz a 800 MHz 800 MHz a 2,5 GHz
(W)
d  1,17 P d  1,17 P d  2,30 P
0,01 11,70 cm 11,70 cm 23,00 cm
0,1 37,00 cm 37,00 cm 72,70 cm
1 1,17 m 1,17 m 2,30 m
10 3,70 m 3,70 m 7,27 m
100 11,70 m 11,70 m 23,00 m
Para transmissores com a potência máxima de saída declarada não-listada acima, a distância de
separação recomendada (d em metros) pode ser estimada usando a equação aplicável à freqüência do
transmissor; onde P é a potência máxima de saída declarada do transmissor em watts (W), de acordo com
o fabricante do mesmo.
NOTA 1: a 80 MHz e 800 MHz, aplica-se a distância de separação para a freqüência mais alta.
NOTA 2: essas orientações podem não se aplicar em todas situações. A propagação eletromagnética é
afetada pela absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas.

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25. FABRICANTE

Nome Fantasia CDK

Razão Social CDK IND E COM DE EQUIPS DE RAIOS-X LTDA


Rua Orense, 783 – Pq das Jabuticabeiras
Diadema – SP CEP. 09920-650
55 (11) 4055.1011 Fax: 55 (11) 4055.1011 R. 23

CNPJ/MF 04.864.204/0001-21
IE 286.241.235.114

Endereços eletrônicos:
Depto Comercial
vendas@cdk.com.br

Projetos e Desenvolvimento
engenharia@cdk.com.br

Assistência Técnica
assistência@cdk.com.br

Responsável Técnico: Henrique Ferrari Junior


CREA 601425551 SP

visite
www.cdk.com.br

Equipamento Fixo para Raios-X


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26. RELAÇÃO DAS TÉCNICAS


CRÂNIO POS ESP DIST BUCKY kV mA mAs

Crânio AP 20cm 100cm SiM 70 200 40


Crânio Perfil 20cm 100cm SIM 60 200 30
Seios da Face Vater`s 20cm 100cm SIM 65 200 40
(Vater`s)
Seios da Face (Hirtz) Hirtiz 15cm 100cm SIM 65 200 40
Sela Tùrcica Perfil 15cm 80cm NÃO 60 200 30
Mastóides Schuller 30º 17cm 70cm NÃO 65 200 30
Nariz Perfil 05cm 100cm NÃO 40 100 2.5
Maxilar (Pordes) Perfil 15cm 30cm NÃO 60 200 25

TRONCO POS ESP DIST BUCKY kV mA mAs

Coluna Cervical AP 12cm 100cm SIM 60 200 30


Coluna Cervical Perfil 13cm 150cm NÂO 65 200 40
Coluna Cervical Obliqua 12cm 100cm SIM 60 200 30
Coluna Torácica AP 21cm 100cm SIM 80 320 128
(Dorsal)
Coluna Torácica Perfil 30cm 100cm SIM 90 320 192
Coluna(Dorsal)
Lombo-sacra AP 21cm 100cm SIM 85 320 128
Coluna Lombo-sacra Perfil 30cm 100cm SIM 95 320 256
Coluna Lombo- sacra Obliqua 19cm 100cm SIM 80 320 128
Abdome AP 25cm 125cm SIM 80 200 50
Tórax Perfil 30cm 180cm SIM 90 320 21
Tórax AP/PA 24cm 180cm SIM 80 320 16
Tórax Obliqua 30cm 180cm SIM 90 320 16
Sacro AP 19cm 100cm SIM 70 320 128
Costelas AP 21cm 100cm SIM 70 320 32
Externo Semi-lateral AP 24cm 100cm NÃO 70 200 30
Clavícula AP 15cm 100cm NÃO 60 200 30

BRAÇO POS ESP DIST BUCKY kV mA mAs

Húmero AP 10cm 100cm SIM 55 100 20


Húmero Perfil 10cm 100cm SIM 55 100 20
Cotovelo AP 7cm 100cm NÃO 55 100 20
Cotovelo Perfil 7cm 100cm NÃO 55 100 20
Escafóides PA 4cm 100cm NÃO 50 100 6.6
Escafóides Perfil 5cm 100cm NÃO 52 100 6.6
Punho PA 4cm 100cm NÃO 45 100 6.6
Punho Perfil 6cm 100cm NÃO 50 100 6.6
Mão PA 3cm 100cm NÃO 50 160 0,05
Mão Perfil 8cm 100cm NÃO 50 160 0,15
Dedos PA 2cm 100cm NÃO 50 100 0,05
Dedos Perfl 2cm 100cm NÃO 50 100 0,05
Ombro Ap 15cm 100cm SIM 60 200 30
Ombro Axial 15cm 100cm SIM 55 200 30
Ombro Transtorácica 50cm 100cm SIM 80 200 50
Ombro Escapular Falso Perfil 25cm 100cm SIM 75 200 30

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 71/75

PERNA POS ESP DIST BUCKY kV mA mAs

Fêmur AP 13cm 100cm NÃO 65 100 40


Fêmur Perfil 13cm 100cm NÃO 65 100 30
Joelho AP 12cm 100cm NÃO 55 100 10
Joelho Perfil 10cm 100cm NÃO 50 100 10
Joelho Escan. 12cm 100cm NÃO 55 100 10
Tíbia AP 11cm 100cm NÃO 50 100 5
Tíbia Perfil 9cm 100cm NÃO 50 100 5
Tornozelo AP 9cm 100cm NÃO 50 100 10
Tornozelo Perfil 7cm 100cm NÃO 55 100 12.5
Calcâneo Axial 10cm 100cm NÃO 50 100 10
Calcâneo Perfil 7cm 100cm NÃO 55 100 10
Pé AP 08cm 100cm NÃO 50 100 5
Pé Perfil 10cm 100cm NÃO 50 100 5
Pé Obliqua 12cm 100cm NÃO 50 100 5
Quadril Bacia AP 25cm 100cm SIM 75 200 40
Quadril Perfil Alar 28cm 100cm SIM 75 200 40
Quadril Ferguson 25cm 100cm SIM 75 200 40

Para um melhor aproveitamento do equipamento, recomendamos a utilização de ècrans e


filmes base verde de boa qualidade.
Dosímetro Individual Intransferível: para medição da exposição do operador à radiação por
período determinado. Recomendamos a leitura mensal por empresa especializada.
Dosímetro de Área: para medição da exposição do ambiente às radiações ionizantes. Deve ser
instalado fora da sala de exames.

* Recomendamos a leitura mensal por empresa especializada.

27. LEGENDAS
TÍTULOS
POS Posição
ESP Espessura
DIST Distância
BUCKY Com ou Sem
kV Kilovolts
mA Miliampère
mAs Miliampere segundo
s Tempo em segundos

POSIÇÕES
PA Postero Anterior
AP Antero Posterior
LAT Posição Lateral
LAT/M Pos. Lateral com Pequena Inclinação
DS Direita / Esquerda
SD Esquerda / Direita
AX Posição Axial
DIST Distância Foco / Filme
BUCKY Potter bucky ou Chassis com grade
+/-0/90° Inclinação do tubo

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 72/75

28. RELAÇÃO DAS PARTES / PEÇAS

ITENS DIAFIX 320, 500 ou 630mA/125 ou 150kV


1 Mesa de Comando Microprocessada

1 Coluna porta-tubo Com giro de 360, opcional

1 Unidade selada Cúpula / ampola de raios-x (125 ou 150kV)

1 Colimador Luminoso Manual, temporizador (timer) programável de 20 à 60 segundos.

1 Gerador de alta tensão 125 ou 150kV

1 Par de cabos de alta tensão Tipo federal standard

1 Par de trilhos Superior / inferior

1 Mesa bucky MBF, MBM, MBFL (grade anti-difusora móvel ou fixa )

1 Mesa bucky elevatória Opcional

1 Estativa bucky mural EBM (grade anti-difusora móvel ou fixa)

1 Disparador à distância / remoto Opcional


“Em atendimento as subcláusulas 6.8.3.201ª) a CDK declara que os cabos de
ligação não há parte ou acessório do equipamento, acessíveis ao usuário ou
DECLARAÇÃO
cujo a manutenção seja destinada ao usuário, que afetem a conformidade
deste equipamento com as normas NBR IEC 60601-1-1-2”

* O fabricante reserva para si, o direito de alterar ou modificar o projeto sem aviso prévio.

No caso de substituição de partes do equipamento utilizar somente àquelas


fornecidas pela CDK, as quais foram testadas e aprovadas com o equipamento.
O uso de partes aqui não especificadas pode comprometer a segurança ou
desempenho do produto abaixo do mínimo admissível.

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 73/75

29. DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE

Equipamento Fixo para Raios-x. Processo de Fabricação NBR ISO 9001

Normas aplicáveis ao equipamento

NBR-IEC – 60601-1- 1997


NBR-IEC – 60601-1- 3 : 1997
NBR-IEC – 60601-1- 2 : 2006
NBR-IEC – 60601-2- 7 : 2001
NBR-IEC – 60601-1- 2 : 2006
NBR-IEC – 60601-2- 32 : 2001

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 74/75

30. RELAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA AUTORIZADA


REGIÃO NORTE
Antonio Manoel Troeira R Passagem Brasília, 12B – Terra Firme Tel.:
– Belém PA Cel.: (93) 8117.1226
Rua L 58 Coj Eldorado Parque 10 Tel.: (92) 3646-2081
RSH Rochael Servisos Hospitalares
Manaus - AM Cel.: (92) 9101-5093
AMG Prod. Serv. Rep. Ltda R. Minerolandia, 122 – Redenção Tel.:
Manaus – AM Cel.: (92) 8161-7266

REGIÃO NORDESTE
Somédica Méd– Hosp Ltda Rua Paraíso, 48 – Santo Amaro Tel./Fax.: (81) 3423.4950 / 7272
Recife PE Cel.:
CB Cirúrgica do Brasil Ltda Rua Bom Pastor, 24 – Lj 305 – Centro Tel./Fax.: (81) 3453.5288
Recife PE
Otávio Andrade Rua Francisco Uchoa, 190 – Tel./Fax.: (81) 3428.4443 / 4008
Afogados – Recife PE Cel.:
Tecnomed Ass Tec Hosp Ltda Av. Piracicaba, 247B – Jd S Paulo Tel./Fax.: (81) 3249.5287
Recife PE Cel.: (81)
Life Componentes Lab Ltda Rua Carneiro da Cunha, 764 – Torre Tel./Fax.: (83) 2225.2630
João Pessoa PB Cel.:
Labortec Ltda Rua Iracema, 252 – Monte Castelo Tel./Fax.: (98) 2221.4506
São Luiz MA Cel.:
Macnor Rep. Com. Ltda. Rua J da Penha, 312 – Centro Tel./Fax.: (85) 3252.6566
Fortaleza CE Cel.:

REGIÃO SUDESTE
STTR Ind e Com Ltda Rua Adolfo Bergamini, 246 – E. Tel./Fax.: (21) 2591.9293
Dentro – Rio de Janeiro RJ Cel.:
Poly X Radiodiag Service Rua Teodoro Yanh, 141 – Fundos Tel./Fax.: (19) 3242.3370
Campinas SP Cel.:
CDK Ind e Com Equips RX Ltda Rua Orense, 783 – Pq. Jabuticabeiras Tel./Fax.: (11) 4055.1011
Diadema SP Cel.:

REGIÃO CENTRO-OESTE
Concormat Ltda Rua Barão de Melgaço, 1833 Tel./Fax.: (65) 3322.7517 / 6377
Cuiabá MT Cel.:
Rua Yocoama 83 Tel/Fax (67) 3361-7777
Potencia Comercio e Serviços
Campo Grande MS Cel.:
Mc Rey Ind Imp Exp Ltda Rua Santa Elvira, 398 – Jd Acácia Tel./Fax.: (67) 3765.1057
Campo Grande MS Cel.:

REGIÃO SUL
Aníbal Raios-x Ltda Rua Vicente Rasia, 321 – Tel./Fax.: (54) 2225.1914
Cinqüentenário – Cx. Do Sul RS Cel.:
Tecnomed Ind Com Exp RX Ltda Rua Banco Inglês, 102 – Centro Tel./Fax.: (51) 2233.4117
Porto Alegre RS Cel.:
Av.Cristóvão Colombo, 670 – Floresta Tel/Fax.: (51) 3228.2233
Sul Brasileira de Raios-x Ltda
Porto Alegre RS Cel.:
LBC Inf e Eletromedicina Ltda Rua Dês Hugo Simas, 1757 Lj 10/11 Tel.:Fax.: (41) 3338.7790 / 7756
Jd Schaffer Curitiba PR Cel.:
TKA RX ASSIS TEC EM AP M H LTDA Rua Reinaldo Tha, 366 – Cajuru Tel./Fax.: (41) 3267.3677
Curitiba PR Cel.:
Raditec Assist Tec e Com Ltda Rua das Araras, 222 – Centro Tel./Fax.: (48) 2232.1030 / 6575
Florianópolis SC Cel.:

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA
Manual Diafix Microprocessado
Rev. 06 – Folha: 75/75

31. CERTIFICAÇÕES

OCP -0016

Equipamento Fixo para Raios-X


DIAFIX Microprocessado 320, 500, 630mA