ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D.

HENRIQUE

DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E LOGÍSTICA

SEGURANÇA A BORDO DOS NAVIOS

Por: Prof. Fernando Esteves

E.N.I.D.H. – 2009/2010

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......2........3..........................3.......................................20 3........................23 Página 3 de 23 ...........13 3...................................................................................................2............................22 4 Bibliografia......2 Cartões de Segurança Vermelha ..............2 Organização de Bordo para Resposta às Situações de Emergência – Navios de Carga .....7 3...................................................5 Grupo de Apoio ........................2..........................................................9 3.........................................16 3.......................................................................................14 3..................17 3..........4 Grupo de Reparações.............................3 Cartões de Segurança Azuis.........................3.........7 3.............................3...............6 Organização da Segurança a Bordo....................................................................3 Constituição dos Grupos de Emergência.................................12 3..................15 3.......................................................................................................3...................................2.....15 3............20 3....................................4 Rol de Chamada (Muster List)..........................................1 Cartões de Segurança Verdes...........................................5 Fire Patrol ou Fire Squad..........1 Sinais de Alarme – Activação da Equipa de Combate........................2............................................3.....1 Introdução.................3.............2.............................................................................................ÍNDICE 1 2 3 International Maritime Organization (IMO) ...2.......................2.....................3........4 Sinais de Alarme ................2....................................................................19 3........2 Grupo da Casa da Máquina.......................3.18 3..........................................1 Grupo do Centro de Comando e Controlo .......................................................3 Grupo de Combate....................................21 3.......................3............................................15 3......................5 Convenções e Códigos..........................................................2 Locais de Reunião (Emergency Muster Stations)......................3 Organização de Bordo para Resposta às Situações de Emergência – Navios de Passageiros ....................21 3..............................

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 Dez representantes dos Estados com grande interesse no comércio marítimo internacional e  Vinte representantes de Estados que tenham especiais interesses no transporte marítimo ou navegação e que assegure uma representação das maiores áreas do Mundo4. da IMCO (Inter-Governamental Maritime Consultive Organization). o Conselho desempenha o órgão de direcção. em 1948. 4 Portugal não é membro do Conselho nesta categoria para o biénio 2008/2009. conforme resumo do Art. encorajar e facilitar a adopção dos níveis mais elevados no que respeita a assuntos de segurança marítima. Macau e as Ilhas Faroe. O essencial dos trabalhos realiza-se em Comités (Committees) e Sub-Comités (SubCommittees). Os dois mais importantes são: 1 2 LOrganização Marítima Internacional (OMI) Em 2009. Nas sessões da Assembleia. eleitos por dois anos e distribuídos por três categorias:  Dez representantes dos Estados mais envolvidos no transporte marítimo. A Convenção IMO entrou em vigor em 1952 e a nova organização reuniu-se pela 1ª vez no ano seguinte. Diversos países defenderam a criação de um organismo internacional permanente para promover mais eficientemente a segurança marítima. eficiência da navegação e prevenção. a partir da 2ª metade do século XIX foram adoptados vários tratados tendo como objectivo a “segurança marítima”. Segundo o modelo das outras organizações especializadas da ONU. Este Conselho é constituído por 40 membros. 1(a) da Convenção são: “fornecer instrumentos de cooperação entre governos. ao mesmo tempo. Assim. 3 Alguns especialistas em Direito Comunitário põem a hipótese da possível substituição da representação dos EstadosMembros por uma única representação da União Europeia na IMO. Os objectivos da organização. reconheceu-se a necessidade de desenvolver esforços no sentido de implementar legislação internacional que obrigasse todas as nações a cumprir regras que evitassem acidentes marítimos. assim como o controlo da poluição marítima proveniente dos navios”.1 International Maritime Organization (IMO)1 Sendo a indústria dos transportes marítimos uma actividade importante para qualquer país e. foi sempre considerada importante a segurança dos navios no mar. a IMO consiste numa Assembleia que reúne de dois em dois anos representantes de todos os EstadosMembros (169 Estados Membros e 3 Estados Associados)2 e das organizações não governamentais com estatuto consultivo. Com essa finalidade. o que aconteceu por iniciativa das Nações Unidas. no campo da regulamentação governamental e nas práticas relacionadas com assuntos técnicos de qualquer género relacionados com navios operando no tráfego internacional. Página 5 de 23 . dando origem à criação. Os Estados Associados são Hong Kong. uma das mais perigosas. entre os quais se encontra actualmente a Comissão Europeia3. Em 1982. o nome mudou para IMO.

 Radiocomunicações e Busca e Salvamento (COMSAR . Outros Comités:  Comité Jurídico (Legal Committee).Fire Protection). em Londres. Mr. já existiam algumas Convenções. tendo ficado esta Organização responsável pela sua actualização. Encontra-se na sede da organização.Standards of Training and Watchkeeping).Ship Design and Equipment).Bulk Liquids and Gases ).  Cargas Líquidas e Gases a Granel (BLG .  Comité da Segurança Marítima (MSC – Maritime Safety Committee) e Comité para a Protecção do Ambiente Marinho (MEPC – Maritime Environment Protection Committee) Estes dois comités são assistidos por nove sub-comités:  Segurança da Navegação (NAV . 7 É uma das mais pequenas Agências das Nações Unidas. Mas o processo de entrada em vigor de uma Convenção nem sempre é fácil.Flag State Implementation). desde que uma sugestão é apresentada a um Comité até que a 5 6 Para tentar simplificar e unificar as formalidades marítimas.Stability and Load Lines and Fishing Vessels Safety) e  Implementação do Estado de Bandeira (FSI .  Protecção de Incêndio (FP .  Comité da Cooperação Técnica (Technical Co-operation Committee) e  Comité de Facilitação (Facilitation Committee)5 Finalmente o Secretariado (Secretariat) é o órgão permanente que assegura o funcionamento da IMO.Radio-communications and Search and Rescue). sob a autoridade de um Secretário-Geral6. Cargas Sólidas e Contentores (DSC . 2 Convenções e Códigos Quando a IMO se formou. Página 6 de 23 .Safety of Navigation). Como se compreende.Carriage of Dangerous Goods. Certificação e Serviço de Quartos (STW . Há um longo caminho a percorrer.  Formação. Efthimios E.  Estabilidade e Linhas de Carga e Segurança dos Navios de Pesca (SLF . Encontram-se aí a trabalhar trezentos funcionários7 das mais diversas nacionalidades. novas Convenções foram entretanto surgindo e.  Concepção e Equipamento dos Navios (DE . novas Convenções surgirão emanadas da IMO8. sempre que tal se justifique. eleito por quatro anos (renováveis) pelo Conselho. Solid Cargoes and Containers).  Cargas perigosas. 8 A IMO é presentemente responsável por cerca de 50 Convenções e Acordos Internacionais e adoptou diversos Protocolos e Emendas. Mitropoulos (Greece) desde 2004.

os Países. Kiribati.Convenção seja adoptada e depois até que ela seja ratificada e finalmente entre em vigor9. tendo sido assinada apenas por 13 países (Dinamarca. Neste caso. Islândia. isto é. Espanha. coordenar e supervisionar os assuntos relativos à segurança em geral e às doenças profissionais.that is. podemos referir a Convenção STCW-F de 1995. Ao Coordenador da Segurança compete planear. os Armadores. Foi o que aconteceu com o Código ISM. o Oficial de Segurança organiza os diversos exercícios de segurança e as acções de resposta ás situações de emergência. Namíbia. Página 7 de 23 . Para contornar estas situações. Rússia. que são os Códigos. Serra Leoa. Mauritânia. Depois da entrada em vigor de um Código e se a IMO o entender. 9 The adoption of a convention marks the conclusion of only the first stage of a long process. Nalguns navios pode existir apenas o Oficial de Segurança que. A diferença entre um Código e uma Convenção é que aquele quando é publicado indica a data da sua entrada em vigor. Before the convention comes into force . 3 Organização da Segurança a Bordo 3. a IMO arranjou uma solução. acumula a parte de planeamento com a de execução. Ainda não entrou em vigor. before it becomes binding upon Governments which have ratified it .it has to be accepted formally by individual Governments. Dito de outra forma. Para dar um exemplo desta dificuldade. pode este vir a fazer parte de uma Convenção. Marrocos. que é hoje o Capítulo IX da SOLAS. executa aquilo que foi planificado pelo Coordenador da Segurança. Noruega. Latvia. o Imediato delega no Oficial de Segurança (Safety Officer) a execução das acções práticas relativas à segurança e às doenças profissionais. Por sua vez. A organização da segurança a bordo está exemplificada no organigrama da página seguinte. pois não havia outra alternativa. tornado obrigatório para navios tanques e de passageiros em 1998 e para os restantes navios em 2002. Aconteceu assim com o Código ISM. bem como as acções de resposta ás situações de emergência. como é óbvio. tendo em vista o reforço da segurança a bordo dos navios. Síria e Ucrânia). que deve ser o Imediato do navio. os Navios e os Tripulantes tiveram que se preparar para a entrada em vigor do Código.1 Introdução O Código ISM (International Safety Management Code) levou à implementação de um Sistema de Gestão de Segurança (SMS – Safety Management System). O Comandante é o responsável máximo pela segurança a bordo do navio mas delega essa função no Coordenador da Segurança (Safety Co-Ordinator).

Occupational Health & Hygiene and Environmental Protection. SAFETY OFFICER Página 8 de 23 . Testing and Inspection Actions to Safety Equipment.SHIPBOARD SAFETY ORGANIZATION MASTER Consultancy/Monitoring of General Safety. and Emergency Response Preparedness. SEP COMMITTEE (SC) SAFETY CO-ORDINATOR SHIPBOARD MANAGEMENT TEAM (SMT) Direction & Execution of Practical Actions Related to General Safety. Occupational Health & Safety and Emergency Response Preparedness. Under the Safety Co-Ordinator’s Delegation of responsibility. Monitoring of General Safety. Co-ordination & Supervision of General Safety. Occupational Health & Safety. Investigation of Accidents & Dangerous Occurrences Planning. Occupational Health & Safety. and Emergency Response Preparedness Actions Planning & Monitoring of Maintenance.

constituído por:     Comandante. Um papel muito importante deste órgão é a investigação de acidentes ou de situações perigosas relacionadas com acidentes pessoais ou danos ao meio ambiente. Basicamente a organização baseia-se em 4 Grupos:  Grupo do Centro de Comando e Controlo (CCCP – Command & Control Centre Party). as doenças profissionais e as acções de resposta ás situações de emergência. Finalmente uma referência à Equipa de Gestão (SMT – Shipboard Management Team). Chefe de Máquinas.2 Organização de Bordo para Resposta às Situações de Emergência – Navios de Carga No quadro da página seguinte está esquematizado um tipo de organização de Equipa de Combate às Situações de Emergência de bordo (ERT – Emergency Response Team). o que tornaria as reuniões regulares deste órgão pouco objectivas. monitoriza a segurança em geral. Oficial de Segurança. esta Equipa faz o planeamento e a monitorização da manutenção. Este Comité pretende ser um lugar de discussão de assuntos relacionados com a segurança em geral. Imediato. 3. a segurança. Dois representantes da Mestrança e Marinhagem. que actua como presidente do comité. Coordenador da Segurança.O SMS cria um órgão de consulta que tem o nome de Comité de Segurança (SEP Committee – Safety and Environment Protection Committee). Mesmo que um navio tenha muitos tripulantes. Em determinadas circunstâncias. Página 9 de 23 . Assim. constituído por:      Comandante. pode o Oficial de Segurança estar presente nas reuniões da Equipa de Gestão. não interessa alargar este Comité a muitos mais tripulantes. O Comité de Segurança reúne a intervalos regulares. 1º Maquinista A Equipa de Gestão é um órgão de cúpula e como tal tem a ver com a gestão global do navio. com a higiene e as doenças profissionais e a protecção do meio ambiente. Um representante dos Oficiais de Máquinas. eleitos por votação dos tripulantes de mestrança e marinhagem. onde se enquadra. indicado pelo Chefe de Máquinas. sendo no final da reunião emitido um relatório sobre o que se passou na reunião. que tenham a ver com a segurança do navio. testes e inspecções aos equipamentos de segurança. devendo haver uma Agenda prévia dos assuntos a debater. como é óbvio.

que devem ser seleccionados segundo um critério que permita os maiores níveis possíveis de eficiência na acção de cada grupo. essa função passa para o Imediato. O Grupo da Casa da Máquina é dirigido pelo Chefe de Máquinas. Se o Comandante estiver incapacitado. Grupo de Apoio (EBG – Emergency Backup Group) Toda a acção é dirigida e coordenada pelo Comandante a partir do Centro de Comando. Grupo de Combate à Emergência (ERG – Emergency Response Group). Os restantes Grupos de Emergência são formados por Oficiais e membros da tripulação. podendo os nomes variar de organização para organização. para permitir ajustamentos na cadeia de comando.   Grupo da Casa da Máquina (ERP – Engine Room Party). essa função passa para o Chefe de Máquinas. Página 10 de 23 . Na incapacidade de Comandante e Imediato. Este Grupo é normalmente dividido em outros 2 Grupos: Grupo de Combate (FAP Front Action Party) e Grupo de Avarias (SRP – Support & Repair Party). NOTA: As designações acima referidas para os diversos Grupos de Emergência devem ser entendidas como um exemplo. Cada grupo de emergência tem um líder e um adjunto.

ORGANIZAÇÃO DE BORDO PARA RESPOSTA ÀS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA COMANDANTE GRUPO DO CENTRO DE COMANDO E CONTROLO IMEDIATO CHEFE MÁQUINAS OFICIAL SEGURANÇA 1º MAQUINISTA GRUPO DE APOIO GRUPO DE COMBATE GRUPO DE REPARAÇÕES GRUPO DA CASA DA MÁQUINA COMBATE DA EMERGÊNCIA EQUIPA DE COMBATE ÀS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Página 11 de 23 .

Seguir as ordens do Comandante da baleeira ou seu substituto.2. audível em todo o navio. INCLUINDO POLUIÇÃO)  Toque intermitente da Campainha de Alarme do navio. seguida de informação relativa ao tipo e localização da emergência através do P/A. Aguardar ordens. Se não estiver a fazer uma operação essencial. Não fumar e apagar todas as luzes desprotegidas (naked lights). Dirigir-se imediatamente para a Estação de Embarque (Lifeboat Station). ■■■■■■■■■■■■■■ Toque continuo das Campainhas de Alarme Geral INCÊNDIO (FIRE) (OU OUTRA EMERGÊNCIA ENVOLVENDO PERIGO DE INCÊNDIO. dirigir-se para a Ponte ou Casa da Máquina e aguardar ordens.. Vista roupa adicional. Dirigir-se imediatamente ao Local de Reunião (Muster Point). 3. ■■■■ ■■■■ ■■■■ Três apitos longos com o apito do navio ABANDONO (ABANDON SHIP)  ■■■■  ■■■■  ■■■■  ■■■■ Apito curto-longo-curto da campainha de alarme. 3. HOMEM AO MAR & SALVAMENTO (MAN OVERBOARD & RESCUE) 1. 2. Página 12 de 23 . ficar atento às comunicações e aguardar ordens.1 Sinais de Alarme – Activação da Equipa de Combate A activação da organização de ataque às situações de emergência deve ser activada quando for ouvido um destes sinais de alarme: ALERTA (ALERT) 1. Ir buscar o colete de salvação e capacete. Aguardar ordens. 4. Se estiver numa operação essencial. 1. 1. 3. Este sinal é seguido de ordem dada por viva voz ou através do P/A 1. 2. * Nota: depende da Organização. Dirigir-se imediatamente para a Estação de Embarque (Lifeboat Station) ou Local de Reunião (Muster Point)*. EMERGÊNCIA GERAL (GENERAL EMERGENCY)        ■■■■ Sete ou mais apitos curtos seguidos de um toque longo do apito do navio ou campainha eléctrica. 2. Ir buscar o colete de salvação e capacete. 2. e ir imediatamente para o Rescue Boat ou para a Estação de Embarque (Lifeboat Station). Ir buscar o colete de salvação e capacete. Ir buscar o colete de salvação e capacete. do apito do navio. do “fog horn” ou outro qualquer sinal sonoro que o Comte possa usar para ser ouvido em qualquer ponto do navio. 2.3.

Vejamos exemplos de Locais de Reunião: LOCAL DE REUNIÃO 1 (EMERGENCY MUSTER STATION 1) Grupo Localização Localização Alternativa(s) Local de Reunião 1A ou. etc. PELO QUE OS ACIMA INDICADOS DEVEM SER VISTOS APENAS COMO UM EXEMPLO. excepto em circunstâncias excepcionais. a Companhia é informada e nunca mais se alteram.NOTA Nunca utilizar o elevador no caso da activação de qualquer destes sinais de alarme. Coordenador da Segurança e Chefe de Máquinas no início da vida do navio. Depois de decididos quais os Locais de Reunião. Grupo do Centro de Comando e Controlo Ponte Página 13 de 23 . 3.2 Locais de Reunião (Emergency Muster Stations) Os tripulantes devem estar treinados para prosseguir para os respectivos Locais de Reunião caso se verifique uma situação de emergência Os Locais de Reunião são escolhidos em conjunto pelo Comandante. OS OUTROS SINAIS INDICADOS VARIAM DE ORGANIZAÇÃO PARA ORGANIZAÇÃO.2. O SINAL DE ALARME DE EMERGÊNCIA GERAL É UM SINAL DA CONVENÇÃO SOLAS. rápidos e fáceis acessos. PELO QUE SE TRATA DE UM SINAL UNIVERSAL. acessibilidade visual desde os centros de controlo. A SER ENCONTRADO EM TODO O TIPO DE NAVIOS E INDEPENDENTE DA SUA BANDEIRA. Normalmente escolhem-se Locais de Reunião por analogia com navios idênticos e tendo sempre em mente a localização de equipamentos importantes. se inacessível devido incêndio ou avaria. centros de comunicação. outra localização conveniente escolhida pelo Comandante.

Numa Estação de Embarque (Lifeboat Station) LOCAL DE REUNIÃO 4 (EMERGENCY MUSTER STATION 4) Grupo Localização Numa ou perto de uma Estação S.I. quando isto não for possível. Notas relativas à localização do Local de Reunião 1A: (1) Navio de carga (2) Navio Tanque 3. Localização Alternativa(s) Grupo de Apoio (Emergency Backup Group) Numa ou perto de uma estação de controlo de um sistema fixo de combate a incêndio (Casa CO2). 6 por exemplo. Página 14 de 23 . um navio com poucos tripulantes.2.LOCAL DE REUNIÃO 1A (EMERGENCY MUSTER STATION 1A) Grupo Grupo do Centro de Comando e Controlo Localização Escritório (1) Casa do Controlo da Carga (2) Localização Alternativa(s) Local de Reunião 1 ou. se inacessível devido incêndio ou avaria. 2 Grupos de Combate).3 Constituição dos Grupos de Emergência A constituição dos grupos de emergência não é mais do que a divisão dos tripulantes pelos diversos grupos anteriormente mencionados. outra localização conveniente escolhida pelo Comandante. Como é evidente. LOCAL DE REUNIÃO 2 (EMERGENCY MUSTER STATION 2) Grupo Grupo Casa Máquina Localização Casa do Controlo da Casa da Máquina Localização Alternativa(s) Numa ou perto de uma entrada da Casa da Máquina LOCAL DE REUNIÃO 3 (EMERGENCY MUSTER STATION 3) Grupo Grupo de Combate (Front Action Party) Grupo de Reparações (Suport & Repair Party) Localização Numa ou perto de uma Estação S. Localização Alternativa(s) Numa ou perto de uma estação de controlo de um sistema fixo de combate a incêndio (Casa Espuma). e preparados com fatos de bombeiro e aparelhos de respiração autónomos ou. e preparados com fatos de bombeiro e aparelhos de respiração autónomos.I. enquanto que num navio de passageiros até poderão estar divididos em várias unidades de cada grupo (por exemplo. não precisa de os dividir. numa Estação de Embarque designada para o efeito.

funções adicionais se incumbido pelo Comandante.2 Grupo da Casa da Máquina Local de Reunião – 2 Funções – assegurar os serviços e a operação da casa da Máquina para dar resposta à situação de emergência.  1º Maquinista – controlo e operação da diversas máquinas da Casa da Máquina.2. acções necessárias.  1 Oficial do Convés – controla a navegação. Ligação com a assistência externa. Composição:  Chefe de Máquinas – líder do grupo. Assiste o Imediato na coordenação local em emergências da Casa da Máquina.3.3 Grupo de Combate Local de Reunião – 3 Líder – Imediato Principais tarefas do líder:  Dirigir as acções no local. ajuda nos registos. Supervisiona a operação da MPP e dos auxiliares.3.3. funções adicionais se incumbido pelo Comandante. Manutenção de registos relativos ao incidente. Página 15 de 23 .  Timoneiro – leme ou funções de vigia. funções adicionais se incumbido pelo Comandante. 3. Outras funções designadas pelo Chefe de Máquinas. Assiste o Comandante na coordenação das acções de resposta às situações de emergência do navio. mensageiro entre os grupos de emergência se os sistemas de comunicações falharem. Comunicações. necessidades adicionais de pessoal ou equipamento para a área da emergência (primary area).  Coordenar com o Comandante as acções do Grupo de Apoio. Transmissão de mensagens de e para os grupos de emergência em caso de falha de comunicações. Assiste o imediato na Grupo de Combate à Emergência (ERG). Composição:  Comandante – líder do grupo. Supervisão da navegação.2. Manutenção de relatórios sobre o incidente.1 Grupo do Centro de Comando e Controlo Local de Reunião: 1 ou 1A Funções: Direcção geral e coordenação da resposta do navio à emergência.2. Ligações com o exterior.  Verificar localmente as avarias e relatá-las ao Comandante. Coordenação local de resposta às emergências da Casa da Máquina. Controlo de registos da Casa da Máquina. Notificações e relatórios.  Rádio Técnico (se houver) – comunicações.Exemplo da formação de grupos num navio tanque: 3. faz registos. incluindo primeiros socorros a feridos. 3.

 Coordenação com o Chefe de Máquinas nas acções de resposta a emergências na Casa da Máquina.  Transporte de macas. Essas acções deverão cobrir o seguinte:  Verificação das avarias e acções de resposta necessárias para a área da emergência (primary area).  Direcção das operações de salvamento (rescue operations).  Dois marinheiros A/B (marinheiro de 1ª classe ou timoneiro)  Um marinheiro O/S (marinheiro de 2ª classe) Tarefas principais dos membros do grupo: As acções dos outros membros do grupo serão as dirigidas no local (on-scene) pelo líder do grupo de acordo com as circunstâncias.  Bombeiro (quando aplicável).  Verificação das avarias e acções de resposta necessárias para as áreas envolventes (secondary areas). equipamento de primeiros socorros e de ressuscitamento.  Transporte de equipamento necessário para combater a emergência. Página 16 de 23 .  Acções de reparação e controlo de avarias. mangueiras.  Corte da energia eléctrica para a área de emergência e áreas em redor. incluindo a verificação da entrada em espaços fechados e a utilização de aparelhos de respiração autónoma.  Corte da ventilação.  Corte de combustível (sujeito à aprovação do Chefe de Máquinas e Comandante).  Operação de extintores portáteis.2.  Preparação e operação de aparelhos elevatórios de salvamento. acções necessárias. necessidades adicionais de pessoal e equipamento nas áreas em redor da emergência (secondary areas).4 Grupo de Reparações Local de Reunião – 3 Líder – 1º Maquinista Principais tarefas do líder:  Dirigir as acções no local. monitores e outras aplicações de extinção de incêndios.  Outras tarefas conforme instrucções do líder do grupo.Coordenar no local com os respectivos líderes as acções do Grupo de Reparações e do Grupo de Apoio. de acordo com instrucções do líder do grupo.  Activação dos sistemas fixos de combate a incêndio em coordenação com o Comandante e o Chefe de Máquinas mas só depois da aprovação do Comandante.  Mensageiros em caso de falha de comunicações.  Verificar e relatar as avarias.  Fornecimento de energia ou iluminação de emergência para o local do incidente e áreas em redor. Outros membros deste grupo:  Contramestre.  3.3.  Utilização do fato de bombeiro e aparelhos de respiração autónoma.  Remover acidentados do local de emergência.  Activação dos sistemas fixos de combate a incêndio (sujeito à aprovação do Comandante).

 Relatar ao Comandante as condições verificadas.  Mecânico  Um motorista Tarefas principais dos membros do grupo: As acções dos outros membros do grupo serão as dirigidas no local (on-scene) pelo líder do grupo de acordo com as circunstâncias.   Fecho de portas e outras aberturas.  Coordenação local com o Imediato (líder do ERG). Fechos das válvulas de combustível por ordem do Chefe de Máquinas.  Salvamento e transporte de feridos. acções necessárias.  Preparação de aparelhos elevatórios de salvamento Outros membros deste grupo:  Um Oficial de Máquinas  1 A/B  1 O/S  Cozinheiro  Empregado(s) de Câmaras Tarefas principais dos membros do grupo: As acções dos outros membros do grupo serão as dirigidas no local (on-scene) pelo líder do grupo de acordo com as circunstâncias. Página 17 de 23 .      Coordenção com o Imediato nas acções conjuntas dos dois grupos. Transporte de diverso equipamento para resposta à emergência. necessidades adicionais de pessoal e equipamento nas áreas em redor da emergência (secondary areas). acções.5 Grupo de Apoio Local de Reunião – 4 Líder – Oficial de Segurança 2º líder (second-in-command) – um Oficial de Máquinas Principais tarefas do líder:  Dirigir as acções no local. Activação dos sistemas fixos de extinção de incêndios por ordem do Imediato (as directed by Group leader). 3.  Activação dos sistemas fixos de combate a incêndio se ordenado pelo Comandante e em coordenação com o Imediato e Chefe de Máquinas. Outros membros deste grupo:  Electricista. Direcção das acções de reparação e controlo de avarias. etc. Essas acções são as idênticas ao do Grupo de Combate mas com especial relevo para acções de reparação e controlo de avarias. avarias. Corte da ventilação por ordem do Imediato (as directed by Group leader).  Verificar e relatar as avarias. Fornecimento ou corte de energia na área de emergência ou áreas em redor por ordem do Imediato (as directed by Group leader).2.3.

Operação de extintores portáteis. como é que o tripulante sabe qual o seu grupo e onde fica o Local de Reunião? E qual a sua baleeira? Quando um tripulante embarca pela primeira vez num navio ou regressa ao mesmo navio. Prestar primeiros socorros aos acidentados. pois destina-se os percorrer pontos de interesse para o tripulante acabado de embarcar:    Localização das baleeiras e jangadas insufláveis. nessa parte do seu embarque e auxiliado por um folheto (booklet). isto é. Remover acidentados do local de emergência.  Distribuição dos tripulantes pelos grupos de emergência. Mas onde é que os tripulantes têm acesso a essa informação. Um documento que desempenha um papel importante na Familiarização é o Rol de Chamada.  Distribuição dos tripulantes pelas baleeiras e respectivas funções. Página 18 de 23 .  Distribuição dos tripulantes pelas jangadas e respectivas funções. o tripulante assina a publicação. Saídas de Emergência Esta primeira abordagem constituída pelo “Safety Tour” destina-se a fornecer ao tripulante um mínimo de conhecimentos que lhe podem ser úteis se o navio tiver uma situação de emergência nas primeiras horas ou dias do seu embarque. Por outras palavras. que será igualmente assinado pelo Coordenador da Segurança (ou Oficial de Segurança) e pelo Comandante. equipamento de primeiros socorros e de ressuscitação. mangueiras. logo que embarca faz o chamado “Safety Tour” ou Volta de Segurança. Preparação e operação de aparelhos elevatórios de salvamento. Mensageiros em caso de falha de comunicações. incluindo a ordem para abandono do navio e as acções dos tripulantes quando esses sinais são accionados. Locais de Reunião.2. Outras tarefas conforme instrucções do líder do grupo. Falouse também nos Locais de Reunião. No final da familiarização. o tripulante fica conhecedor de todos os equipamentos de segurança (meios de combate a incêndio e meios de salvação) ao seu dispor. monitores e outras aplicações de extinção de incêndios.4 Rol de Chamada (Muster List) Vimos no § anterior a divisão da tripulação pelos diversos grupos de emergência. Utilização do fato de bombeiro e aparelhos de respiração autónoma. Evidentemente que o tripulante vai ter um tempo (normalmente cerca de 15 dias) para ter completado aquilo a que vulgarmente se chama a sua Familiarização do navio (em termos de segurança). dada a informação que fornece:  Sinais de emergência.        Transporte de macas. 3. O “Safety Tour” tem um papel muito importante.

Liferaft Station. Nome (Name) – o nome do tripulante (por vezes também a Categoria do Tripulante). de certa forma.. Cada Cartão de Segurança tem a seguinte informação:      Número de Segurança (Muster #) . and Rescue Station.). 10 Utilizamos aqui a organização seguida a bordo dos navios da Pullmantur Cruises Ltd. Nos camarotes. Local de Reunião (Assembly Point) – Local de Reunião para o qual o Tripulante se deve dirigir quando ouvir o sinal que activa o seu Grupo de Emergência.  Número e localização dos Locais de Reunião (Emergency Muster Station. facilitar a sua compreensão pelo tripulante. 3. dada a quantidade de tripulantes que estes navios têm e nas funções que lhes são atribuídas não só no combate às situações de emergência mas também no acompanhamento aos passageiros nessas situações e particularmente em caso de abandono. etc. do que damos aqui um exemplo10:    Cartões de Segurança Verdes (Green Colour Safety Cards) Cartões de Segurança Vermelhos (Red Colour Safety Cards) Cartões de Segurança Azuis (Blue Colour Safety Cards) Estes cartões estão óbviamente de acordo com o que está no Rol de Chamada e o facto de serem distribuídos a cada tripulante visa o reforço dessa informação e. como aplicável) e as principais funções de cada membro da tripulação numa emergência. Uma das formas de mais facilmente organizar a tripulação é a utilização de cores nos Cartões de Segurança (Safety Cards) que são distribuídos aos tripulantes. Indica os tripulantes que pertencem à tripulação do bote de socorro ou da baleeira que faz de bote de socorro e respectivas funções. Câmaras. Grupo de Emergência (Emergency Group) – o Grupo de Emergência a que o Tripulante pertence. Máquina. como se compreende.  Funções em combate a incêndios. repetindo o que está no Rol de Chamada. Página 19 de 23 . a organização para resposta às situações de emergência é mais complexa.3 Organização de Bordo para Resposta às Situações de Emergência – Navios de Passageiros Nos navios de passageiros. que eventualmente será diferente noutros Armadores.  Fecho de portas de incêndios e portas estanques e de todas as outras aberturas que podem minimizar o perigo de expansão do incêndio ou de pôr em perigo a estanquicidade ou a perda de estabilidade do navio. os tripulantes vão encontrar um Cartão Individual (Individual Emergency Card) detalhando as responsabilidades principais e as tarefas associadas às suas funções. Secção (Department) – a Secção a que o tripulante pertence (Convés.número de segurança que está atribuído ao tripulante no Rol de Chamada. Lifeboat Station.

Estes Grupos estão encarregues de:    controlar qualquer emergência a bordo. Skylight”11 .   Tarefa (Duty) – tarefas que competem ao Tripulante em caso de emergência. Skylight” através do P/A. Skylight”:            Equipa de Avaliação (Assessment Team) Centro de Comando (Command Centre) Grupo de Controlo da Casa da Máquina (Engine Control Group) Equipa Médica (Medical Team) Grupo da Recepção (Front Desk Group) Grupo de Controlo de Avarias (Damage Control Group) Patrulha de Incêndio # 1 (Fire Squad # 1) Patrulha de Incêndio # 2 (Fire Squad # 2) Patrulha de Incêndio # 3 (Fire Squad # 3) Grupo de Preparação das Baleeiras (Boat Preparation Group) Grupo de Preparação das Jangadas (Raft Preparation Group) Estes Grupos são activados pelo anúncio da palavra código “Mr. Existem 27 Grupos de Emergência cujas funções são evacuar. 3. assegurar e preparar a zona do navio que lhes foi atribuída. Função na Embarcação de Salvamento (Duty) – função do Tripulante durante o abandono do navio. preparar o navio para qualquer emergência e preparar para o abandono. Os Guias das Escadas estão posicionados em todas as escadas e têm como função encaminhar os passageiros para os Locais de Reunião. 11 Palavra código a ser transmitida pelo sistema P/A Página 20 de 23 .3.1 Cartões de Segurança Verdes Os Tripulantes a quem tiver sido atribuído este Cartão são conhecidos pelos Grupos do “Mr.3. Existem 11 Grupos “Mr. Vejamos agora em detalhe o que diz cada Safety card: 3.2 Cartões de Segurança Vermelha Os Tripulantes com este Cartão pertencem aos Grupos de Emergência ou aos Guias das Escadas (Stairway Guides). Embarcação de Salvamento (Boat #) – Baleeira ou Jangada Insuflável atribuída ao Tripulante. para que os Passageiros não se percebam da situação.

A sua função é separar e organizar os passageiros nos Locais de Reunião. Página 21 de 23 .3 Cartões de Segurança Azuis Os Tripulantes com este cartão dirigem-se aos Locais de Reunião. 3. vestir roupas quentes.3. EMERGÊNCIA GERAL (GENERAL EMERGENCY) Este sinal alerta TODOS os passageiros e Tripulantes de que se está perante uma emergência que requer a IMEDIATA evacuação do navio. de acordo com as instrucções que receberem.3. bem como da sua localização.4 Sinais de Alarme INCÊNDIO. em ambos os bordos. ENCALHE. Todos os passageiros devem ir aos camarotes. do apito do navio ou campainhas eléctricas Este sinal informa os Tripulantes que é o momento de prosseguirem para as Estações das Baleeiras e das Jangadas. ALARME DAS BALEEIRAS (LIFEBOAT ALARM) ■■■■■■■■■■■■■■ UM TOQUE LONGO contínuo do sistema geral de alarme do navio. Ao ouvir este sinal. SKYLIGHT” Anúncio feito através do P/A para todas as áreas do navio e repetido 3 vezes ESTE SINAL DESTINA-SE APENAS AOS TRIPULANTES. COLISÃO. 3.Estes Grupos são activados pelo Sinal de Emergência Geral. audível em todo o navio. Todos os GRUPOS que fazem parte do sistema “Mr.        ■■■■ Sete ou mais apitos curtos seguidos de um toque longo do sistema geral de alarme do navio. todos os tripulantes devem apresentar-se nas suas estações de emergência com o colete de salvação. contá-los e prepará-los para o abandono. pegar no colete de salvação e seguir para os Locais de Reunião. Skylight” devem dirigir-se aos respectivos Locais de Reunião e prepararem-se para combater a emergência. Os Tripulantes que não fazem parte dos Grupos “Mr. Estes Grupos são activados pelo Sinal de Emergência Geral. do apito do navio ou campainhas eléctricas. trazer medicamentos. Serve para os informar da existência de uma emergência. Skylight” devem prosseguir com as suas tarefas e prestar atenção a futuros anúncios ou sinais de alarme. ÁGUA ABERTA E OUTRAS EMERGÊNCIAS “MR.

bem como proceder à sua manutenção.Abandon Ship --Abandon Ship Este anúncio indica a todos os Tripulantes que o Abandono do navio é agora efectivo (têm de abandonar o navio). Este sinal aplica-se ao Medical Team que terá a seu cargo a resolução do problema. dependem directamente do Oficial de Segurança que. de viva voz ou através do P/A. escadarias. Os tripulantes que formam a Fire Patrol. saídas de emergência. Página 22 de 23 . EMERGÊNCIA MÉDICA “CODE BLUE” Anúncio feito através do P/A para todas as áreas do navio É o sinal para uma emergência médica. Deve estar também familiarizado com a localização e a operação dos equipamentos que tem à sua disposição e que terá de utilizar em caso de incêndio. Cada membro da Fire Patrol deve estar familiarizado com o arranjo geral do navio (corredores. nos grandes navios de passageiros. maioritariamente marinheiros. MOB” Anúncio feito através do P/A para todas as áreas do navio ou ■■■■ ■■■■ ■■■■ Três apitos longos com o apito do navio e/ou pelo sistema geral de alarme do navio Este sinal indica que uma pessoa caiu ao mar e qual o bordo. a recolha de equipamento necessário e o transporte do(s) ferido(s) para o Hospital de bordo.3. Pode ser substituído por três apitos longos 3. etc.5 Fire Patrol ou Fire Squad A Convenção SOLAS determina que os navios com mais de 36 passageiros tenham tripulantes cuja única função a bordo é a de pertencerem à Fire Patrol. se dedica apenas à segurança do navio. HOMEM AO MAR & SALVAMENTO (MAN OVERBOARD & RESCUE) “MR.ABANDONO (ABANDON SHIP) Anúncio verbal dado pelo Comandante. POLUIÇÃO (OIL SPILL) “MR. informa os Tripulantes de que há um derrame de hidrocarbonetos e do local/bordo onde ele se deu. localização dos camarotes. “This is the Captain Speaking --Abandon Ship --. feito através do P/A com a indicação do local onde ela ocorreu. BLACK” Anúncio feito através do P/A para todas as áreas do navio Este Código.). ou ainda através de um mensageiro. feito através do P/A.

org SOLAS Ship’s Booklet – M/V Sovereign – Pullmantur Cruises Página 23 de 23 .4 Bibliografia     Apontamentos de Carlos Serpa Carvalho – ENIDH – 2001 www.imo.

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