Empreendedorismo e Etica
Empreendedorismo e Etica
empreendedorismo
e
ELT03-N
Ética
Prof. Walison Vladimir Maximiano
Conceito
Empreendedorismo é o envolvimento
de pessoas e processos
O empreendedor é aquele que percebe uma
oportunidade e cria meios (nova empresa, área de
negócio, etc.) para persegui-la.
Empreendimento
Empreender
O empreendedor
Em qualquer definição de empreendedorismo
encontram-se, pelo menos, os seguintes aspectos
referentes ao empreendedor:
Quem é o empreendedor?
Alta
Inventor Empreendedor
Criatividade e
Inovação
A grande Gerente,
maioria Administrador
Baixa Alta
Empreendedores de sucesso
pl@no de negócio s
Quem é o empreendedor?
Tipos de empreendedores*
• Nato
• Que aprende (inesperado)
• Serial
• Corporativo
• Social
• Necessidade
• Herdeiro (sucessão familiar)
• “Normal” (planejado)
Os empreendedores natos (mitológicos), são pessoas que começaram a trabalhar desde muito
cedo, com poucas condições, e acabaram criando grandes empresas. Como desde muito jovens
esses empreendedores iniciaram a sua jornada de trabalho, acabaram adquirindo a habilidade
de negociação e venda. São visionários, otimistas, estão sempre à frente de seu tempo e
comprometem-se 100% para realizar os seus sonhos.
O empreendedor que aprende pode ser caracterizado por ser aquele que, ao se deparar com
uma oportunidade de negócio, decide aprender a gerir seu próprio empreendimento.
Normalmente são aquelas pessoas que, quando menos esperava, se depararam com uma
oportunidade de negócio e tomaram a decisão de mudar o que faziam na vida para se
dedicarem ao próprio negócio. Logo, eles caracterizam-se pelo inesperado. E, então, vem a
tomada de decisão, que para esse tipo de empreendedor pode levar um pouco mais de tempo
para que ele possa decidir, mas ele acaba assumindo o risco e criando seu próprio negócio, ou
fazendo algum tipo de parceria ou sociedade. É o caso clássico de quando a oportunidade “bate
na porta”. Um ponto importante a se levantar é que o empreendedor que aprende necessita do
surgimento de uma oportunidade.
Empreendedor serial
O empreendedor serial é aquele que cria um negócio para vendê-lo. Dessa forma, o capital
ganho com essa ideia inicial é utilizado para criar outro, vendê-lo novamente e produzir algo
novo sempre, tornando-se uma atividade cíclica. Assim, a venda é parte do fim de um
empreendimento e o começo de um novo.
O empreendedor social vem de qualquer setor que seja sem fins lucrativos, possuindo as
características dos empreendedores tradicionais de criatividade, visão e determinação. Ele
busca a inovação social no lugar do dinheiro por meio do emprego e da focalização na inovação,
almejando o benefício social que ela pode trazer, além de utilizarem de suas experiências
organizacionais e empresariais para ajudar os outros. Os empreendedores sociais podem
trabalhar em negócios éticos, órgãos governamentais, públicos, voluntários e comunitários.
Empreendedor normal
As características do comportamento
empreendedor
➔Oportunidades
16
Oportunidades: como identificá-las
➔Pessoas
17
As principais características do perfilp do
l@no de negócio s
empreendedor (Dornelas)
1 – Autoconfiança
– Ter consciência de seu valor, sentir-se seguro em
relação a si mesmo e, com isso, poder agir com
firmeza e tranquilidade.
2 – Automotivação
– Buscar a realização pessoal através do trabalho,
com entusiasmo e independência.
pl@no de negócio s
As principais características do perfil do
empreendedor (Dornelas)
4 - Criatividade
– Capacidade de buscar soluções viáveis e melhores
para a resolução de problemas.
pl@no de negócio s
As principais características do
perfil do empreendedor
(Dornelas)
5 - Flexibilidade
– Capacidade para compreender situações novas,
estar disponível para rever posições, aprender.
6 – Energia
– Força vital que comanda as ações dos indivíduos –
capacidade de trabalho - “pique”.
As principais características do perfil do empreende
pl@no de negócio s
(Dornelas)
7 - Iniciativa
– Capacidade para agir de maneira oportuna e
adequada sobre a realidade, apresentando
soluções, influenciando acontecimentos e se
antecipando às situações.
8 - Integridade
– Qualidade do caráter, ligada à retidão de princípios,
imparcialidade, honestidade, coerência e
comprometimento ( com as pessoas, com o
negócio e consigo mesmo).
As principais características do perfil do empreende
pl@no de negócio s
(Dornelas)
9 - Liderança
– Capacidade para mobilizar as energias de um
grupo de forma a atingir objetivos.
10 – Negociação
– Capacidade para fazer acordos cooperativos como
meio de obter o ajustamento de interesses entre as
partes envolvidas.
As principais características do perfil do empreende
pl@no de negócio s
(Dornelas)
11 – Perseverança
– Capacidade de manter-se firme e constante em
seus propósitos, porém, sem perder a objetividade
e clareza frente às situações (saber perceber
limites);
12 – Persuasão
– Habilidade para apresentar suas idéias e/ou
argumentos de maneira convincente.
As principais características do perfil do empreende
pl@no de negócio s
(Dornelas)
13 – Capacidade de Planejamento
– Capacidade para mapear o meio ambiente, analisar
recursos e condições existentes, buscando
estruturar uma visão de longo prazo dos rumos a
serem seguidos para se atingir os objetivos.
14 - Relacionamento interpessoal
– Habilidade de conviver e interagir adequadamente
com as outras pessoas;
As principais características do perfil do empreende
pl@no de negócio s
(Dornelas)
15 - Resistência à frustração
– Capacidade de suportar situações de não satisfação
de necessidades pessoais ou profissionais, sem se
comportar de maneira derrotista, negativa ou
confusa;
16 - Sensibilidade administrativa
– Capacidade para planejar, executar e gerir através
de processos organizados, sistemáticos e eficazes.
pl@no de negócio s
Comportamento
empreendedor
– Técnicas
– Gerenciais
– Características pessoais
pl@no de negócio s
Comportamento empreendedor
• Características:
– Técnicas: envolve saber escrever, ouvir as pessoas
e captar informações, ser organizado, saber liderar
e trabalhar em equipe.
Comportamento empreendedor
• Características
– Pessoais: ser disciplinado, assumir riscos, ser
inovador, ter ousadia, persistente, visionário, ter
iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter
paixão pelo que faz.
As cinco forças competitivas
que determinam a
rentabilidade do negócio.
Ameaça de novos
entrantes
Novos
entrantes
Poder de barganha do
Poder de negociação
fornecedor
dos compradores
Corrente da
Industria
Fornecedores Compradores
Intensidade da
Rivalidade
Substitutos
Ameaça de produtos/
serviços substitutos
Novos entrantes
Poder de barganha do
fornecedor Poder de negociação
• Diferenciação de insumos;
Corrente da
Industria
dos compradores
•Custos de mudança de fornecedor; Fornecedores Compradores
Intensidade da
Rivalidade Determinantes do poder do
•Presença de insumos substitutos; Comprador
•Concentração de fornecedores;
Alavancagem de Negociação
•Importância do volume para o fornecedor; •Concentração dos
compradores;
•Custo relativo a compras totais na indústria;
Substitutos
• Volume do comprador;
•Impacto dos insumos sobre custo ou diferenciação;
Ameaça de produtos/ • Informação do comprador;
• Ameaça de integração – serviços substitutos
• Produtos substitutos.
fornecedor/concorrente.
Determinantes da ameaça dos Sensibilidade de preço
Substitutos • Preço/compras totais;
•Desempenho do preço relativo • Diferenças dos produtos;
dos substitutos;
• Identidade de marca;
• Custos de mudança;
• Impacto sobre
•Propensão do comprador a qualidade/desempenho;
substituir. • Lucros do comprador.
• Custos fixos;
• Política governamental.
Substitutos
Ameaça de produtos/
serviços substitutos
•foco: estratégia que enfrenta a competitividade do setor atuando em nichos, que tendem a
apresentar menor rivalidade entre concorrentes e menos ameaças de fornecedores e
compradores.
Ao assumir uma estratégia competitiva, a empresa estabelece o direcionamento estratégico
para lidar com as forças identificadas no setor.
É um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e
quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam
alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Um plano de negócio
permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de cometê-
los no mercado.
HISTÓRIA DO PLANO DE NEGÓCIOS
pl@no de negócio s
“A principal
finalidade do
plano de
negócios é
prover uma
No Brasil, foi popularizado pelo setor de ferramenta de
software junto aos investidores brasileiros, gestão para o
através do programa SOFTEX, de incentivo à planejamento e
exportação de software nacional, criado no desenvolvimento
início da década de 90. inicial de uma
start-up”.
1. CAPA
EXEMPLO SIMPLIFICADO 2. SUMÁRIO
3. SUMÁRIO EXECUTIVO
4. DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO
5. PRODUTOS E SERVIÇOS
Nesta seção do seu Plano de Negócios você deve descrever quais são
seus produtos e serviços, como são produzidos, ciclo de vida, fatores
tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais
clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
ESTRUTURA DE UM PLANO DE NEGÓCIOS
pl@no de negócio s
6. ANÁLISE DE MERCADO
EXEMPLO SIMPLIFICADO
Na seção de Análise de Mercado, você deverá mostrar que conhece muito bem o
mercado consumidor do seu produto/serviço (através de pesquisas de mercado):
como está segmentado, as características do consumidor, análise da concorrência, a
sua participação de mercado e a dos principais concorrentes, os riscos do negócio
etc.
7. PLANO DE MARKETING
O Plano de Marketing apresenta como você pretende vender seu produto/serviço e
conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda.
Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para
o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias
de promoção/comunicação e publicidade.
8. PLANO FINANCEIRO
A seção de finanças deve apresentar em números todas as ações planejadas de sua
empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital,
quando e com que propósito), de sucesso do negócio. Deve conter itens como fluxo de
caixa, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade
prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc.
Missão Nasce das respostas das seguintes questões:
pl@no de negócio s
de ser da
organização, e na Que produto ou serviço pretendemos oferecer?
delimitação de
Que necessidade nossa empresa atende?
suas atividades
dentro do espaço Qual o diferencial entre os nossos produtos e os do
que deseja ocupar concorrente?
O que é a nossa
empresa?
Criação da Missão
pl@no de negócio s
1 2 3
Reunir um grupo de Cada membro do
indivíduos que grupo deve se Analisar as razões
tenham preparar para a para elaborar
responsabilidades que tarefa, respondendo uma declaração
abrangem as isoladamente as de missão e
principais funções e perguntas discutir o que esta
atividades nas quais relacionadas a declaração deve
a empresa está seguir. incluir.
envolvida.
A Missão deve responder ao menos às seguintes perguntas:
pl@no de negócio s
PORQUE EXISTIMOS?
“Ajudamos a preservar
lindas lembranças”.
“Fornecemos serviços de
AT&T telecomunicações confiáveis,
eficientes e baratos”..
É um ponto onde a
organização gostaria de
estar, ou algo de que ”Declaração composta por uma ou
gostaria de realizar no duas frases que anunciam onde a
futuro. É também a empresa quer chegar ou traça um
indicação para onde a
organização está sendo
quadro amplo do futuro desejado
conduzida. para a organização”.
Valores
São preceitos, princípios
e padrões aceitos ou
mantidos por uma ”Um conjunto de crenças
organização. Podem ser e princípios que guiam as
conceitos de ética ações e atividades da
adotados pelas
empresas, baseados no
empresa”.
ramo de negócio.
Avaliação do conhecimento
pl@no de negócio s
Análise do
Ambiente
interno forças
Implementação
Declaração de e fraquezas Formulação
Formulação
Missão e Visão de metas e
de Estratégia
do Negócio objetivos Feedback e
Análise do Controle
Ambiente
externo
oportunidade
e ameaças
AO PLANO ORGANIZACIONAL:
AO PLANO DE MARKETING:
AO PLANO FINANCEIRO:
Estratégia Direção