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Orientação Ritualística para Aprendizes Maçons

[1] O documento fornece orientações ritualísticas para a Loja Maçônica Virtude e Bondade sobre a execução correta do Ritual do Grau de Aprendiz Maçom de acordo com o Grande Oriente do Brasil; [2] Inclui esclarecimentos sobre a disposição correta de símbolos e objetos no Templo Maçônico como a Corda de 81 Nós, o Retábulo do Oriente e a posição das Bandeiras; [3] Tem o objetivo de uniformizar a prática ritualística entre os membros da Lo
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Orientação Ritualística para Aprendizes Maçons

[1] O documento fornece orientações ritualísticas para a Loja Maçônica Virtude e Bondade sobre a execução correta do Ritual do Grau de Aprendiz Maçom de acordo com o Grande Oriente do Brasil; [2] Inclui esclarecimentos sobre a disposição correta de símbolos e objetos no Templo Maçônico como a Corda de 81 Nós, o Retábulo do Oriente e a posição das Bandeiras; [3] Tem o objetivo de uniformizar a prática ritualística entre os membros da Lo
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Loja Maçônica Virtude e Bondade, n.

º 0146

Orientação Ritualística
do Grau de Aprendiz Maçom
para uso dos OObr⸫ da
Loja Virtude e Bondade

Or⸫ de Maceió, 6022 A⸫M⸫

1
2
A Maçonaria é uma Instituição que transmite sua doutrina através de uma
ritualística; é, pois, imprescindível que os MMaç⸫ todos estejam a par das
orientações promanadas do poder central da Potência a que, no solene dia de
nossa Iniciação aos Sagrados Mistérios, juramos obedecer integralmente.
Para auxiliar os IIr⸫ à execução do Ritual conforme definido pelo GOB,
nós decidimos distribuir entre os IIr⸫ estes exemplares do texto disponibilizado
pelo Grande Oriente do Brasil através de seu Serviço de Orientação Ritualística,
o qual deverá ser lido e estudado além de haver explicações oportunas
proferidas no Tempo de Estudos a fim de que todos possamos manifestar a
unidade do GOB na uniformidade da execução do Ritual.
Dado e traçado debaixo da abóbada celeste, aos 28 dias do mês de maio
de 6022 A⸫M⸫

Húdson Canuto
Ven⸫ Mestr⸫

3
4
Ritualística do Grande Oriente do Brasil

REAA

1. Corda de 81 Nós - Página 14 – 1.3 Da Disposição e Decoração do Templo


– 5ºparágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
“As paredes são em azul-celeste. Rodeando-as, ao alto, na frisa, fica a Corda
de 81 Nós que, terminando os seus extremos em ambos os lados da porta
ocidental de entrada, em duas borlas, querepresentam a Justiça (ou Equidade)
e a Prudência (ou Moderação)”.
b. Orientação:
A Corda de 81 Nós, conhecida como um dos Ornamentos da Loja de Aprendiz,
tem o seu nó central localizado ao alto e no centro da parede oriental (acima do
Delta) estendendo-se horizontalmente, a partir dele, pela parede Oriental, Norte,
Sul e Ocidental com quarenta nós para cada lado.

2. Retábulo do Oriente – Página 14 – 1.3 Da Disposição e Decoração do


Templo
– Último parágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
“Na parede do fundo, no Oriente, em um painel, são representados os astros
do dia e da noite (Sol e Lua), ficando o Sol à direita do Venerável e a Lua, em
quarto crescente, à esquerda do Venerável; entre eles, o Delta Luminoso em
fundo dourado. Este painel fica bem em frente à porta de entrada e sob um
dossel vermelho com franjas de ouro. Pendente do teto, no Sul, sobre o Altar
do 2º Vigilante, estará uma Estrela de 5 pontas com a letra “G” no centro”.
b. Orientação:
Na parede do fundo, no Oriente, em um painel, são representados os astrosdo
dia e da noite (Sol e Lua), ficando o Sol à direita do Venerável e a Lua, em
quarto crescente, à esquerda do Venerável; entre eles vai o DeltaLuminoso
em fundo dourado. Este painel fica ao fundo do Oriente e de frente para a porta
de entrada sob um dossel vermelho com franjas de ouro (o Retábulo é a
parede que fica imediatamente à retaguarda do Ven∴Mestre). Pendente do
teto, no Sul, sobre a mesa do 2º Vigilante, vai uma Estrela de 5 pontas com a
letra “G” no centro.
c. Justificativa:
I - O painel mencionado no texto como “parede do fundo”, denomina-se
Retábulo do Oriente.
II - A parte do texto onde é mencionado “Altar do 2º Vigilante” entenda-se
“mesa do 2º Vigilante”. Os VVig∴ ocupam “mesas”, não “altares”.

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3. Cadeiras de Honra – Página 15 – 1.3 Disposição e Decoração do
Templo –Parágrafo único:
a. Texto editado no Ritual:
“Sob o dossel, num estrado de três degraus, estão o Trono e o Altar do
Venerável, de forma retangular; na face frontal, deverá estar gravado,
aplicado ou pintado um esquadro (Joia exclusiva de Venerável Mestre de
Loja). Sobre o Altar, um candelabro de três braços, com três luzes (devendo
ficar acesa somente a luz do centro), um malhete, um exemplar da
Constituição, do Regulamento Geral da Federação, o Regimento Interno da
Loja, a Espada Flamejante e o Ritual para os trabalhos. À dir∴ e à esq∴ da
cadeira do Ven∴ Mestr∴, sobre a plataforma, há uma cadeira de honra de cada
lado. A da direita...”.
b. Orientação:
I - Adequar o texto ao que menciona o Decreto 1469 de 12/02/2016 do Grão-
Mestre Geral que regula a ocupação das duas cadeiras de honra colocadas ao
lado direito e esquerdo do Venerável Mestre. O Decreto1469/16 em vigência
regula a ocupação dessas duas cadeiras de honraque ladeiam o Trono. Nesse
sentido, conforme também indica a Planta do Templo na página 22 do Ritual,
existem apenas duas cadeiras de honra.
II - Em situações que estejam presentes os titulares dos Três Poderes do GOB
(Executivo, Legislativo e Judiciário, excepcionalmente então coloca-se mais
uma cadeira de honra, ficando essa junto a outra de honra que fica à esquerda
do Ven∴ Mestre (sul do Altar).

4. Luz auxiliar – Página 16 – 1.3 Disposição e Decoração do Templo – 2º


parágrafo:
a. Texto editado no ritual:
“No Oriente, de cada lado e em frente ao Altar do Venerável, próximo à
balaustrada, há mesas retangulares com assentos, à direita para o Orador, e à
esquerda para o Secretário. Em cada mesa há um castiçal (com uma luz ou
vela), para facilitar a leitura,que poderá ser acesa pelo próprio sempre que
necessário. À frentedo Orador fica o Porta-Bandeira e à frente do Secretário o
Porta- Estandarte”.
b. Orientação:
A luz para facilitar a leitura mencionada no texto, que poderá ser uma lâmpada
elétrica ou uma vela, não é luz litúrgica, portanto não possuinenhum
caráter iniciático ou significado simbólico e é de uso opcional. Como bem diz
o texto, ela é apenas uma luz auxiliar.
c. Justificativa:
A orientação tem a finalidade de esclarecer que luz auxiliar não é parte

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integrante da liturgia do REAA, isto é, para ela não existe nenhum
procedimento ritualístico.

5. Pavilhão Nacional – Página 16 – 1.3 Da Disposição e Decoração do


Templo, 3ºparágrafo:
a. Texto impresso no ritual:
“Em todas as Sessões da Loj∴, o Pavilhão Nacional é hasteado,
obrigatoriamente, ao fundo do Or∴, ao lado dir∴ do Ven∴ Mestr∴, no mesmo
nível da sua plataforma, ficando a Bandeira do G∴ O∴ Estadual ou distrital ao
seu lado direito. A Bandeira do GOB e o Estandarte da Loja∴ estão à esq∴ do
Ven∴ Mestr∴, simetricamente ao Pavilhão Nacional, ou seja, do lado aonde se
localiza a mesa doSecr∴”.
b. Orientações sobre os Artigos 13 e 14 do Decreto 1.476 de 17/05/2016 que
dispõe sobre o Cerimonial para a Bandeira Nacional:
I – A presença da Bandeira Nacional é obrigatória em todas as sessões
realizadas por Lojas do Grande Oriente do Brasil independente do Rito por elas
praticadas (Art. 1º do Decreto 1.476);
II – Nos Templos, a Bandeira Nacional estará hasteada com o mastro na
vertical ao fundo do Oriente e à direita (ombro direito) do Venerável Mestre
(nordeste);
III – Ainda de quem olha do Oriente para o Ocidente, à direita da Bandeira
Nacional vai a Bandeira da unidade da Federação (do Estado ou do Distrito
Federal) onde a sessão se realiza;
IV – Por sua vez, e do mesmo ponto de vista, à direita da Bandeira da unidade
da Federação vai a Bandeira do Município de onde se situa a Loja; V – A
Bandeira do Grande Oriente do Brasil estará hasteada nos Templos com o
mastro na vertical ao fundo do Oriente e à esquerda (ombro esquerdo) do
Venerável Mestre (sudeste);
VI – Ainda, de quem do Oriente olha para o Ocidente, à esquerda da Bandeira
do Grande Oriente do Brasil, vai a Bandeira do Grande Oriente Estadual em
que a Loja está jurisdicionada, ou do Distrito Federal, ou da Delegacia do Grão-
Mestre Geral;
VII – Por sua vez e do mesmo ponto de vista, à esquerda da
Bandeira do Grande Oriente Estadual, ou do Distrito Federal, ou da Delegacia
do Grão- Mestre Geral, vai o Estandarte da Loja.
VIII – A menção referencial feita ao ombro direito ou
esquerdo do VenerávelMestre é a de que ele esteja ocupando o Trono (de frente
para o Ocidente);
c. Justificativa:
I - Esclarece e orienta, sob o ponto de vista daquele que do Oriente olha para
o Ocidente, a posição do Pavilhão Nacional, Estandarte da Loja e demais

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Bandeiras que vão situadas no Templo por ocasião das sessões.
II - É essa disposição que deve ser observada por todas as Lojas que praticam
o REAA.
III – O Ritual em sua página 22 – Planta do Templo – está em desacordo com
o Decreto 1.476. Nesse sentido, as presentes orientações têm o desiderato de
dar cumprimento ao Diploma Legal.

6. Esquadro e Compasso – Página 18 – 1.3 Disposição e Decoração do Templo


–1º parágrafo:
a. Texto editado no ritual:
“Com o vértice voltado para o Ocidente e o seu lado menor voltado para o
norte o Esquadro vai disposto sobre o Compasso”.
b. Orientação:
Em que pese o texto do Ritual, cabe esclarecer que os dois segmentos que
formam o ângulo de um Esquadro denominam-se “ramos”, enquanto que para
as partes que compõem o Compasso dá-se o nome de “hastes”.
Rigorosamente o Esquadro que se une ao Compasso sobre o Livro da Lei,
deveria possuir ramos iguais, portanto, não havendo para ele lado maior ou
menor. Nessa condição, o Esquadro com os ramos voltados para o Oriente fica
sobre o Compasso que tem as pontas voltadas para o Ocidente. Essa seria a
descrição mais adequada.
c. Justificativas:
I - A orientação esclarece alguns pontos que envolvem o Esquadro e o
Compasso como duas das Grandes Luzes Emblemáticas.
II - O Esquadro que se une ao Compasso sobre o Livro da Lei não é objeto
operativo, portanto ele não deveria possuir cabo (lado menor) e nem graduação
(lado maior). Rigorosamente esse Esquadro deveria possuirramos iguais.
III - Esclarecer também o nome correto dos componentes de um Compasso.

7. 1º Vigilante substituto do Venerável e instrutor dos Companheiros –


Página18 – 1.3 Disposição e Decoração do Templo – 2º parágrafo:
a. Texto impresso no ritual:
“No Ocidente, à frente da Coluna do Norte, há, sobre um estrado móvel de dois
degraus, uma mesa retangular e o assento para o 1ºVig∴, podendo, as faces da
mesa serem revestidas por painéis de madeira, nos quais será gravado,
aplicado ou pintado um Nível. Essa posição permite ao 1º Vig∴ observar todo
o Oc∴, que está sobre a sua direção e orientação, especificamente os
CComp∴,cuja instrução é de sua responsabilidade”.
b. Explicações:
I - O lugar do 1º Vig∴ fica a noroeste do Templo no extremo do Ocidente
(vide o item 1.3.2 - Planta do Templo, página 22 do Ritual). É uma das Luzes

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da Loja e é o 1º auxiliar do Ven∴ Mestre. - Quem dirige a Loja é o Ven∴ Mestre.
Os VVig∴ o auxiliam.
II - Seguindo a hierarquia dos Graus Simbólicos e as tradições, usos e
costumes da Maçonaria, o 1º Vig∴, do extremo do Ocidente é simbolicamente
o instrutor dos CComp∴. Sem ser contraditória, a questão não é a de se estar na
mesma Col∴ para ser o instrutor, porém a de categoria – o Ven∴ instrui os
MMestr∴, o 1º Vig∴ os CComp∴ e o 2º Vig∴ os AApr∴. Nos tempos da
Maçonaria Operativa era o 1º Vig∴ quem ensinava o ofício à classe de operários
constituída pelos CComp∴.
III – O 1º Vig∴ também é o substituto do Ven∴ Mestre na sua eventual ausência,
excetuando-se nas Sessões Magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação se ele
não possuir o título honorífico de Mestre Instalado. Nesse caso, o Ex-Venerável
mais recente assume o cargo.
c. Justificativas:
I - Explicar melhor a atribuição do 1º Vig∴ como substituto legal do Ven∴
Mestre em caráter extraordinário. Menciona que nas Sessões Magnas de
Iniciação, Elevação e Exaltação, na ausência do Ven∴ Mestre, o seu substituto
precisa ser portador do título honorífico de Mestre Instalado. Isso se justifica
porque durante a sagração o titular, para empunhar a Espada Flamej∴, precisa
ser um Ex-Ven∴.
II - Enfatiza e ilustra o ofício do 1º Vig∴ como instrutor dos CComp∴,
destacando que como 1º auxiliar ele, mesmo do Norte e no extremo do Ocidente
instrui no Sul os CComp∴.
III - Tem havido uma falsa compreensão de que cada Vig∴ é irrestritamente o
dirigente da sua Col∴, entretanto, cada um deles auxilia o Ven∴ Mestre naCol∴
correspondente ao seu lugar.
IV - Também é falsa a compreensão de que o Vig∴ precise estar na mesmaCol∴
daqueles que recebem dele a instrução.

8. 2º Vigilante instrutor dos Aprendizes – Página 18 – 1.3 Disposição e


Decoração do Templo – 3º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Na parte Sul (direita da entrada do Templo) em sua região mediana e junto à
parede, sobre um estrado móvel de um degrau, está uma mesa retangular e um
assento destinados ao 2º Vig∴, podendo, as faces dessa mesa serem revestidas
de madeira, nas quais será gravado, aplicado ou pintado um Prumo. Por sua
vez a posição do 2º Vig∴, que tem sob sua direção e orientação a Col∴do
Sul, permite-lhe observar o topo da Col∴ do Norte, onde estão os AApr∴, cuja
instrução está sob sua responsabilidade”.
b. Explicações:

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I - O lugar do 2º Vig∴ se localiza na região mediana do Sul junto à parede
meridional no topo da Col∴ do Sul (vide o item 1.3.2 - Planta do Templo, página
22 do Ritual). É uma das Luzes da Loja e o 2º auxiliar do Ven∴ Mestre. Quem
dirige a Loja é o Ven∴ Mestre. Os VVig∴ o auxiliam.
II - Seguindo a hierarquia dos Graus Simbólicos e as tradições, usos e costumes
da Maçonaria, o 2º Vig∴ do Meio-Dia (Sul) é simbolicamente o instrutor dos
AApr∴. Sem ser contraditória, a questão não é a de se estarna mesma Col∴
para ser o instrutor, porém a de categoria – o Ven∴ instrui os MMestr∴, o 1º
Vig∴ os CComp∴ e o 2º Vig∴ os AApr∴. Nos tempos da Maçonaria Operativa
era o 2º Vig∴ quem recebia e ensinava o ofício à classe de operários constituída
pelos AApr∴.
III - Compete também ao 2º Vig∴ ser o substituto eventual do 1º Vig∴, na sua
ausência.
c. Justificativas:
I - Explicar melhor a atribuição do 2º Vig∴ Enfatizar o ofício do 2º Vig∴ como
instrutor dos AApr∴ destacando que ele como 2º auxiliar, mesmo do Sul, é
quem instrui ao Norte os AApr∴.
II - Tem havido uma falsa compreensão de que cada Vig∴ é irrestritamente o
dirigente da sua Col∴, entretanto, cada um deles auxilia o Ven∴ Mestre naCol∴
correspondente ao seu lugar.
III - Também é falsa a compreensão de que o Vig∴ precise estar na mesma Col∴
daqueles que recebem dele a instrução

9. Altares e Mesas – Página 18 – 1.3 Disposição e Decoração do Templo –


Últimoparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Sobre os Altares dos VVig∴ deverá estar um candelabro de três braços, com
três luzes (devendo estar acesa unicamente a luzdo centro), um Malhete e
um exemplar do Ritual”.
b. Explicação:
Em que pese o Ritual mencionar “Altares dos VVig∴, na realidade os VVig∴
ocupam mesas.
c. Justificativa:
No mobiliário do REAA∴ existem apenas três Altares: o ocupado pelo Ven∴
Mestre, o dos JJur∴ e o dos PPerf∴. Os VVig∴, Orad∴, Secret∴, Chanc∴ e Tes∴
ocupam “mesas”.

10. Cor vermelha das almofadas e cortinas – Página 19 – 1.3 Disposição


eDecoração do Templo – 6º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:

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“As almofadas, cortinas, e se for o caso, os assentos e encostosdas cadeiras
deverão ser na cor de vermelho encarnada”.
b. Explicação:
Além dos mencionados no Ritual, também são de cor encarnada o dossel,
bolsas para coleta (sacos) e toalhas.
c. Justificativa:
Mencionar outros elementos de matiz encarnada que pertencem ao REAA∴ e
que não se encontram no texto do Ritual.

11. Átrio do Templo – Página 21 – 1.3 Disposição e Decoração do Templo –


1ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Chama-se Átrio o recinto que precede o Templo e onde os Irmãos se revestem
das suas insígnias e paramentos; é onde o M∴ de CCer organiza o cortejo para
a entrada no Templo”.
b. Explicação:
No que diz respeito a insígnias e paramentos, no Átrio os IIr∴ recebem e vestem
apenas os colares com as respectivas joias do cargo. O ato se preparar para os
trabalhos (traje, avental, faixas, e outros afins) ocorre na Sala dos Passos
Perdidos.
c. Justificativas:
I - O Átrio é parte do Templo. Nele o M∴ CCer∴ constitui devidamente a
Loja distribuindo as Joias dos cargos e organiza o ingresso no Templo.
II - O lugar apropriado onde os IIr∴ se encontram e se aprontam para os
trabalhos (vestem os seus aventais, faixas, etc.) até que o M∴ de CCer∴ os
chame para os trabalhos é na Sala dos Passos Perdidos.

12. Sala dos Passos Perdidos – Página 21 – 1.3 Disposição e Decoração


doTemplo – Último parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Precedendo o Átrio, deverá haver uma sala (Sala dos PassosPerdidos),
destinada a receber os visitantes”.
b. Explicação:
Não só para receber os visitantes, a Sala dos Passos Perdidos é o recinto
apropriado onde todos os IIr∴ se preparam para os trabalhos – organizam suas
vestimentas, colocam os seus aventais, faixas, colares e mesmodeixam os seus
pertences. Só se dirigem ao Átrio quando o M∴ de CCer∴ os chamar.
c. Justificativas:
I - Explicar a finalidade da Sala dos Passos Perdidos no REAA. II - Evitar
reuniões inapropriadas no Átrio.

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13. Assentos dos Cobridores – Página 22 – 1.3.2 Planta do Templo.
a. No layout impresso no ritual.
Os assentos dos CCobr∴ se encontram voltados para o eixo do Templo.
b. Observação:
De modo correto, os assentos dos CCobr∴ devem ficar voltados para o Or∴.
c. Justificativa:
Por provável erro de impressão, as cadeiras do CCobr∴ no ritual aparecem
equivocadamente voltadas uma de frente para a outra.

14. V.I.T.R.I.O.L. – Página 29 – 1.4 Câmara de Reflexão:


a. Como editado no Ritual:
Falta a sigla V.I.T.R.I.O.L.
b. Orientação:
Acrescentar a sigla
c. Justificativa:
Falta no Ritual - Iniciais de uma frase importante para a doutrina do REAAe
que aparece mencionada em literatura autêntica - “Visita Interiora Terrae
Retificandoque Invenies Ocultum Lapidem” – Visitai o Interior da Terra e
Retificando Encontrarás a Pedra Oculta.

15. Luzes e Dignidades da Loja – Página 30 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes
– 2ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“O 1º Vigilante e o 2ºVigilante, com o Venerável, são chamados de Luzes. O
Orador, o Secretário, o Tesoureiro e o Chanceler constituem as demais
Dignidades”.
b. Observação:
Em que pese o texto do Ritual, no REAA originalmente são cinco as Dignidades
de uma Loja. As Três Luzes (Ven∴ Mestre e VVig∴) mais o Orador e o
Secretário. O Chanceler e o Tesoureiro, junto às Dignidades se constituem nos
cargos eletivos que compõe a Administração da Loja. Provavelmente esse
equívoco é oriundo do RGF.
c. Justificativa:
Explica e separa as Dignidades de uma Loja, que são em número de cinco, dos
sete cargos eletivos que compõem a Administração da Loja. Trêsgovernam a
Loja, cinco a compõe e sete a completam. Esse importante aspecto litúrgico não
pode ser desconhecido no Ritual.

16. Gravata – Página 33 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes – 1º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
“Os Maçons presentes às Sessões Ordinárias e obrigatoriamente nas Magnas

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estarão trajados de acordo com o Rito, terno, sapatos,cinto e meias na cor
preta, camisa branca, gravata (preta, lisa sem ornamentos, modelo tradicional
ou borboleta), podendo portar somente suas insígnias e condecorações
relativas aos graus simbólicos”.
b. Orientação:
Com terno preto e camisa branca, a gravata utilizada no REAA é apenas ade
modelo tradicional – preta, lisa e sem ornamentos.
c. Justificativa:
Gravata do tipo borboleta não é parte do traje no REAA.

17. Balandrau – Página 33 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes, 2º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
“Nas demais Sessões, admite-se o uso do balandrau preto, com gola fechada,
comprimento até o tornozelo e mangas compridas, sem qualquer estampa ou
insígnias estampados, desde que usado com camisa branca, calça, sapatos e
meias pretas, não sendo permitido o uso de tênis ou similares”.
b. Orientação:
O uso do balandrau preto é admitido apenas nas Sessões Ordinárias. Por ser
uma vestimenta talar (até os tornozelos) com gola fechada e mangas compridas,
ele deve ser utilizado com calças, sapatos e meias [Link] à cor da camisa
e do cinto é questão irrelevante.
c. Justificativas:
I - Condiciona o uso do balandrau às Sessões Ordinárias unicamente.
II - Quanto à obrigatoriedade do seu uso com camisa branca e cinto preto não
faz sentido. Por serem peças do vestuário que ficam sob o balandrau e não
aparecerem, as suas cores são opcionais.

18. Avental do Aprendiz – Página 34 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes – 1º


parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“A insígnia de Aprendiz consiste no Avental, de pele branca, retangular, de 30
cm por 40 cm, com abeta triangular de 15 cm de altura, preso à cintura por
cordões ou fitas pretas. A abeta estará sempre levantada”.
b. Explicação:
O Avental pode ser confeccionado com material similar à pele branca, napapor
exemplo. Os cordões e fitas que o prendem à cintura são também na cor branca.
c. Justificativa:
Retirar a obrigatoriedade de o Avental ser de “pele”. Corrigir a cor dos cordões
ou fitas seguindo a cor do Avental.

19. Faixa, Fita e Colar – Página 34 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes –

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Últimoparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“A insígnia de Aprendiz consiste no Avental, de pele branca, retangular, de 30
cm por 40 cm, com abeta triangular de 15 cm de altura, preso à cintura por
cordões ou fitas pretas. A abeta estará sempre levantada”.
b. Orientação:
“Os demais OObr∴ usarão seus aventais normalmente, sendo que os Mestres
trarão ainda a fita respectiva, com a devida joia nela apensa, de Mestre
Instalado ou de Mestre Maçom, conforme o caso”.
I - O Mestre Maçom, além do Avental usa uma faixa a tiracolo vestida da
direita para a esquerda tendo nela apensa a sua joia. O Mestre Maçom Instalado,
além do seu respectivo Avental usa um colar tendo nele apenso ajoia do Ex-
Venerável (Mestre Instalado).
II - Mais detalhes a respeito se encontram no Ritual de Mestre do REAA em
vigência.
c. Justificativa:
Corrige aspectos importantes sobre a indumentária dos Mestres e dosMestres
Maçons Instalados. Diferente do Mestre Maçom que usa uma faixa a tiracolo e
não fita, o Mestre Maçom Instalado usa um colar.

20. Joias, Fitas Faixas e Punhos – Página 35 – 1.5 Dos Títulos, Joias e Trajes
–1º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“O Ven∴ Mestre, os VVig∴ e as Dignidades usam joias apensas ao colar azul-
celeste e os demais oficiais usam a joia apensa a fita (faixa) azul-celeste usada
à tiracolo. O Ven∴ Mestre ainda usará punhos de seda branca, orlados de azul-
celeste, tendo bordada na face externa a joia do cargo. Mais detalhes serão
encontrados no Ritual de Mestre”.
b. Orientação:
O Ven∴ Mestre, os VVig∴, as demais DDig∴ e os Oficiais usam joias apensas
de um colar azul-celeste e não de uma fita ou faixa à tiracolo. A indumentária
correta do Ven∴ Mestre encontra-se no Ritual do Grau de Mestre do REAA em
vigência.
c. Justificativa:
Corrigir aspectos importantes sobre a indumentária das Luzes da Loja,
demais Dignidades e Oficiais. Estes não usam fitas ou faixas, porém colares.

21. Ingresso de Visitantes – Página 37 – 1.6 Introdução de Visitantes e


Interrogatório – 3º Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Entram e ficam entre CCol∴).

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b. Orientações:
I - Conduzidos pelo M∴ de CCer∴, com o de menor grau simbólico à frente,
os visitantes ingressam e ficam à Ordem entre CCol∴;
II – A seguir, apenas o que ingressou à frente avança pela Marcha do Grau,
saúda as LLuz∴ e aguarda.
c. Justificativa:
Orientar e esclarecer o procedimento ritualístico para esse explicativo.

22. Qual visitante responde o interrogatório – Página 37 – 1.6 Introdução


deVisitantes e Interrogatório – 4º Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Um dos VVis∴ responde).
b. Orientação:
O visitante que executou a Marcha do Grau responde ao telhamentosimbólico.
c. Justificativa:
Explicar quem responde ao telhamento – o Ritual não menciona.

23. Sinal de Ordem – Página 39 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz – 1º


Parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“S∴de Ord∴ - Estando de p∴, com os pp∴ em esq∴, p∴ esq∴ voltado para
frente, com a m∴ d∴ ab∴ com a pal∴ p∴ baix∴, sobre a garg∴ tend∴ os q∴ dded∴
uun∴ e eest∴ e o pol∴ sep∴, form∴ uma esq∴.”.
b. Orientação:
I - Quando da composição de um Sin∴ de Ordem o Ir∴ sempre estará em pé
com o corpo ereto tendo os pp∴ unidos pelos cc∴ em esq∴ posicionados
normalmente. No REAA∴ as interseções (cruzamentos) das linhas oblíquas do
Pav∴ Mos∴ orientam os passos e a posição de para onde os pés ficam voltados
(apontados).
II - Não existe precisão milimétrica na abertura do ângulo de 90º formado pelos
pés. Subentende-se que o formato aproximado simboliza a esquadria.
c. Justificativa:
Orientar na prática ritualística de como se compor o Sin∴ de Ordem,
destacando-se a posição do corpo e a esq∴ formada pela união dos pp∴ pelos
ccalc∴. Seguindo o Pav∴ Mos∴, no REAA o pé esq∴ não fica especificamente
voltado para frente. Aproximadamente os pés se posicionam conforme o
cruzamento das linhas oblíquas que formam opavimento.

24. Sin∴ Gut∴ - Página 39 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz – 2º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
“Sin∴ Gut∴ ou Saud∴ Maç∴ - Est∴ à Ord∴, lev∴ a m∴ dir∴ horiz∴ até o omb∴

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dir∴ e dep∴ deix∴ cair ao long∴ do corp∴ for∴ uma esq∴, volt∴ depois ao
Sin∴ de Ord∴”.
b. Explicações:
I – O Sin∴ Pen∴ do Apr∴ chama-se Sin∴ Gut∴ e corresponde à pen∴
simbólica aplicada no seu jur∴;
II - O título adequado no 1º Grau é Sin∴ Gut∴ ou genericamente Sin∴ Pen∴,
destacando-se que o Sin∴ Pen∴ se faz sempre a partir da composição do Sin∴
de Ord∴;
III – Embora toda Saud∴ Maç∴ obrigatoriamente seja feita pelo Sin∴ Pen∴, nem
sempre o Sin∴ Pen∴ é necessariamente uma Saud∴ Maç∴;
IV – Composto o Sin∴ de Ord∴, o mesmo nunca é desfeito “diretamente”. Para
desfazê-lo, obrigatoriamente se faz pelo Sin∴ Pen∴ (Sin∴ Gut∴ no 1º Grau).
Isso se dá porque o Sin∴ se divide em duas partes distintas. A primeira é a
estática, que é propriamente a composição do Sin∴, enquanto que a segunda é
a dinâmica, que é o ato de se desfazer o Sin∴ pela pena simbólica
correspondente.
V – No 1º Grau, ao se saudar alguém deve se fazer pelo Sin∴ Gut∴, voltando-
se depois à Ordem. O Sin∴ Gut∴ também é feito para se desfazer o Sin∴ de
Ord∴ definitivamente – nesse caso não se volta ao Sin∴ de Ord∴.
c. Observação:
A expressão final contida no Ritual “volta-se depois ao Sin∴ de Or∴” deveria
ser suprimida para não causar entendimento dúbio. Há que se considerar que
existem situações na ritualística maçônica em que o Sin∴ é desfeito voltando-
se em seguida ao Sin∴ de Ord∴ e outras em que o Sin∴ é definitivamente
desfeito. Isso depende da circunstância em que ela ocorre. Não obstante à
liturgia maçônica tratar às vezes de procedimentos generalizados, há situações
que exigem atos - embora de uma mesma raiz - diferenciados.
d. Justificativa:
Orientar e corrigir expressões no ato ritualístico. A generalização de
procedimentos litúrgicos pode trazer compreensão equivocada.

25. Pal∴ Sagr∴ - Página 39 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz – 4º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
“Pal∴ Sagr∴ - Pede-se dizendo: Dai-me a Pal∴ Sagr∴, ou depois de dar o toq∴
crav∴ ligeir∴ a unh∴ do pol∴ da m∴ dir∴ no ded∴ ind∴ do interrogado. Em
qualquer modo, deve-se responder: n∴ v∴ p∴ d∴ s∴ s∴ - Dai-me a prim∴ l∴ e
eu v∴ d∴ a s∴”.
b. Orientações:
A Pal∴ Sagr∴ é B∴ e existem duas maneiras para pedi-la.
I - Na primeira o interrogante pede simplesmente dizendo, “Dai-me a Pal∴

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Sagr∴”.
II - Na segunda o interrogante, depois de ter dado regularmente o Toq∴, crava
ligeir∴ a unh∴ do pol∴ da m∴ dir∴ na prim∴ fal∴ do ded∴ ind∴ do interrogado.
III - Em qualquer uma das opções, o interrogado deve responder: n∴ v∴ p∴ d∴
s∴ s∴; dai-me a prim∴ l∴ e eu v∴ d∴ a s∴; começai.
IV – Quem pede a Pal∴ é quem sempre dá a prim∴ l∴.
c. Justificativa:
Explicar o procedimento ritualístico no ato de se transmitir a Pal∴ Sagr∴ durante
o telhamento (verificação da qualidade maçônica de alguém).

26. Modo de se transmitir a Pal∴ Sagr∴ - Página 39 – 1.7 Cobridor do


Grau deAprendiz- Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Os dois se alternam, então, começando pela l∴ B. Dada a última pelo
interrogado, o interrogante pronuncia a prim∴ síl∴ e o interrogado a seg∴)”.
b. Explicações:
I – De modo sussur∴ e sol∴ o interrogante dá no ouv∴ dir∴ do interrogado a
prim∴ l∴ e dele recebe a seg∴ do mesmo modo que transmitiu à primeira. Assim
os dois se alternam l∴ por l∴até a última.
II – Iniciaticamente o Apr∴, representando a infância, somente sabe sol∴.
Assim não faz sentido que no 1º Grau os dois protagonistas, ao final da
transmissão se alternem pronunciando as duas síl∴ correspondentes à Pal∴.
c. Justificativa:
Explicar que a Pal∴ é dada sol∴ e sussur∴ pelos oouv∴ ddir∴ dos protagonistas.
Também explicar que é anacrônico e contraditório o costumede se dar a Pal∴
Sagr∴ do Apr∴ por ssil∴ ao final da sua transmissão no REAA. Pronúncia por
ssil∴ da Pal∴ Sagr∴ é prática de outro Grau.

27. Marcha do Grau – Página 40 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz – 2º


parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Marc∴ - Est∴ à Ord∴ dar tr∴ ppas∴ para a fr∴ com∴ c∴ o p∴ esq∴ e unin∴ o
p∴ dir∴ em esq∴ a cada pas∴, de maneira a ter os ccalc∴ uun∴ a cada pas∴,
depois fazer o Sin∴ Gut∴ em cumpr∴ às LLuz∴”.
b. Orientações para a execução:
I – Tr∴ ppas∴ para fr∴ e em linha reta compõem a Marc∴ do Apr∴;
II – Com o Sin∴ composto, primeiro dar normalmente um pas∴ para fr∴
avançando o p∴ esq∴ e unindo a ele o p∴ dir∴ em esq∴. Esse movimento se
repete consecutivamente por mais duas vvez∴ até que se completem tr∴ ppas∴;

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III - Concluída a Marc∴, saúda-se hierarquicamente cada uma das LLuz∴ da
Loja pelo Sin∴ Gut∴, voltando em seguida ao Sin∴ de Ord∴.
IV – Durante a execução da Marc∴ avança-se normalmente o pé esquerdo a
cada passo, não se arrastam os pés durante a execução da Marc∴ (PPas∴ do
Gr∴).

28. Aplauso pela Bateria – Página 40 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz


– 6ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Apl∴ ou Bat∴ - Batem-se tr∴ vvez∴ a pal∴ da m∴ dir∴ na pal∴ da m∴ esq∴
(que fica parada)”.
b. Orientações:
I – O título mais adequado seria “Apl∴ pela Bat∴” ao invés de “Apl∴
ou
Bat∴”.
II - Nem sempre o Apl∴ é feito pela Bat∴ do Grau, assim como a Bat∴ do Grau
nem sempre é dada por AApl∴.
III – O Apl∴ pela Bat∴ é feito tendo à frente do corpo a m∴ esq∴ parada e
espalm∴ para cima enquanto nela se bate por tr∴ vvez∴ com a pal∴ da m∴ dir∴.
c. Justificativas:
I - Para corrigir o título substituindo “Apl∴ ou”, por “Apl∴ pela”.
II - Orientar com mais detalhes a execução dessa prática ritualística

29. Ósculo – Página 41 – 1.7 Cobridor do Grau de Aprendiz – Último


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Após cada um dos três movimentos é dado um ósculo na face).
b. Orientação:
Ósculo na face durante a execução do T∴F∴A∴ não é originalmente previsto
no REAA∴.
c. Justificativa:
Prática inexistente no Rito.

30. Circulação e Saudação – Página 42 – 1.8 Da Circulação em Loja e


Saudação
– 1º parágrafo:
a. Texto impresso no Ritual:
“A circulação no Ocidente far-se-á no sentido horário (Oeste – Norte – Leste
– Sul – Oeste...), sem Sin∴ de Ord∴. No Oriente não há padronização de
circulação. Na circulação do Saco de PProp∴ eIInf∴, Escrut∴ Secr∴ e Tron∴ de
Benef∴ não é necessário que o Ven∴ diga a expressão “com formalidade”, poia

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deve entender-se que o giro é formal. Na circulação deve seguir-se a ordem:
Ven∴,1º e 2º VVig∴, Orad∴, Secr∴, CCobr∴, MMestr∴ do Or∴, MMestr∴ das
CCol∴ Sul e Norte, CComp∴, AApr∴ e, finalmente, antes de entre CCol∴, o
próprio portador do recipiente coloca seu óbolo, proposta ou voto (ajudado pelo
Cobr∴ Int∴)”.
b. Orientações:
I – Circulação em Loja só existe no Ocidente e começa ser praticada nas
sessões a partir do momento em que o Ven∴ Mestre solicita aos IIr∴ que o
ajudem a abrir a Loja. (IIr∴, ajudai-me a abrir a Loja – páginas 44 e 86 do
Ritual).
II - No Oriente não há padronização de circulação, apenas convenciona-se que
o Ven∴ Mestre é abordado pelo lado norte do Altar, salvo se o Ritual determinar
o contrário;
III – Ingressa-se no Oriente a partir da Col∴ do Norte (próximo ao Orad∴) e
dele se sai em direção da Col∴ do Sul (próximo ao Secret∴);
IV – Salvo na Marcha do Grau, não se anda com o Sin∴ composto;
V - A circulação no Ocidente é feita no sentido dos ponteiros do relógio
(horária) da seguinte maneira:
1 - Em deslocamento da Col∴ do Norte para a do Sul, cruza-se o eixo do
Templo entre o limite com o Oriente e a retaguarda Painel da Loja;
2 - Da Col∴ do Sul para a do Norte se faz cruzando o eixo do Temploentre
a frente do Painel da Loja e a porta de entrada do Templo;
3 - Na mesma Col∴ não há circulação.
V - Na circulação do Saco de PProp∴ e IInf∴, Escrut∴ Secr∴ e Tr∴ de Benef∴
segue-se a seguinte ordem de abordagem:
1 - Ven∴ Mestre, 1º e 2º VVig∴, Orad∴, Secr∴ e Cobr∴ Int∴;
2 - Os dois ocupantes das cadeiras de honra que ficam ao lado do Trono (se
for o caso) e os demais ocupantes do Oriente;
3 - Mestres das CCol∴ Sul e Norte;
4 - CComp∴, AApr∴ e, finalmente, o próprio portador do recipiente que,
ajudado pelo Cobr∴ Int∴, deposita a sua proposta, voto ou óbolo antes de se
posicionar entre CCol∴ no extremo do Ocidente.
c. Observações:
Por provável erro de impressão o ritual menciona na sequência de abordagem
dos seis primeiros cargos obrigatórios, os CCobr∴. Entretanto, do conjunto dos
seis primeiros cargos que devem obrigatoriamente ser abordados como tradição
no Rito, o último deles é o Cobr∴ Interno e não osCCobr∴ como menciona o
Ritual. Nesse sentido, o Cobr∴ Ext∴ somente será abordado quando assim
também forem os demais Mestres da Col∴ do Norte.
d. Justificativa:

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I - Orientar com a melhor precisão possível a execução da circulação em Loja.
II - Do mesmo modo, nortear a sequência ritualística de abordagem duranteas
circulações e que dela necessitarem, destacando-se a das duas cadeiras de honra
estabelecidas pelo Decreto 1469/2016.
III - Observar na necessidade de correção na sequencia de abordagem
substituindo “CCobr∴” por “Cobr∴ Int∴”.

31. Saudação Maçônica – Página 42 – 1.8 Da Circulação em Loja e


Saudação –Último parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
A saudação maçônica é feita somente ao Ven∴ Mestre quando da entrada e
saída do Or∴ e ao Ven∴ Mestre e VVig∴ quando da entrada e saída do Templo.
O Obreiro portando objeto “de trabalho”quando da entrada e saída do Or∴
não fará Sin∴ e sim uma parada (rápida e formal).
b. Orientação:
I – Saudação maçônica é sempre feita pelo Sinal;
II – Durante o ingresso, a saudação ao Ven∴ Mestre é feita imediatamente ao
se ingressar no Or∴ (na mesma linha da balaustrada norte).
III – Em retirada do Oriente a saudação ao Ven∴ Mestre é feita imediatamente
antes de se sair (na mesma linha da balaustrada sul);
IV – Empunhando (segurando) um objeto de trabalho a parada é rápida e
formal, ou seja: corpo ereto e os pés em esquadria. Não se faz inclinação com
o corpo e nem meneios com a cabeça.
V – Durante a saída do Templo a saudação às Luzes somente será feita se a
retirada for definitiva;
VI – Não existe nenhuma saudação ou parada formal dirigida ao Delta,
mormente no Ocidente quando se cruzar o eixo longitudinal do Templo
(equador).

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Parte II – Sessão Ordinária

32. Ingresso no Templo – Página 43 – 2.1 Abertura Ritualística – 3º explicativo:


a. Texto editado no Ritual:
“- AApr∴ e CComp∴, guardando seus respectivos lados de suas CCol∴; a seguir
os MMest∴ e OOfic∴, cada qual no lado de seus lugares ou Altares; os dois
VVig∴, os Ex-VVen∴ e quando o Ven∴ desejar os VVis∴ que, tendo direito ao
Protocolo de Recepção às Autoridades, desejem entrar “em família” e
finalmente o Ven∴ Mestre, conforme o caso, acompanhando os que compõem
a 5ª faixa, ou Grão-Mestre da Jurisdição, ou Grão-Mestre Geral”.
b. Orientação:
Salvo o Altar ocupado pelo Ven∴ Mestre, e os Altares dos JJur∴ e dos
PPerf∴, os demais são tratados como mesas.
c. ATENÇÃO:
Não se faz no Átrio nenhuma prece, invocação ou outras práticas do
gênero. Apenas silenciosamente todos ingressam no Templo.
d. Justificativa:
I - Ratificar a utilização no nome correto do mobiliário.
II - Alertar a inexistência de preces e orações no Átrio durante os
procedimentos de ingresso no Templo.

33. Ingresso do Préstito: Página 44 – 2.1 Abertura Ritualística – 5º Explicativo:


a. Texto impresso no Ritual:
“- Assim organizado, o M∴ de CCer∴ pondo-se à frente dará na porta de
entrada do Templo a Bat∴ do Grau. O Cobr∴ Int∴ abrirá a porta. Sem o Sin∴
de Ord∴, a marcha terá início, entrando todosem silêncio ocupando cada
qual o seu lugar conservando-se empé, voltados para o eixo do Templo,
ficando o M∴ CCer∴ à entrada do Templo para conduzir o Ven∴ Mestre ao
Trono, dirigindo-se em seguida ao seu lugar”.
b. Orientações:
I – Antes do préstito ingressar o Cobr∴ Interno entra no Templo, fecha a porta
e se posiciona com a Espada à Ordem (ombro-arma) ao lado sul da porta;
II – O M∴ de CCer∴ ao dar a Bat∴ do Grau na porta, passa momentaneamente
o bastão para a mão esquerda e com a mão direita (punho cerrado) dá as
pancadas;
III – Durante o ingresso não existe circulação. Todos ocupamdiretamente os
seus lugares;
IV - Autoridades e detentores de cargos ou de títulos que ingressarem em
família, se dirigem diretamente aos seus lugares no Or∴;
V – Após o ingresso do Ven∴ Mestre o Cobr∴ Int∴ fecha a porta e toma o seu

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lugar.
VI - O Cobr∴ Ext∴ permanece no Átrio até que seja convidado a ingressar;
VII – Todos tomam os seus lugares permanecendo em pé de acordo
com a disposição dos seus assentos.
c. Justificativa:
O texto adequado esclarece o seguinte:
I – As atividades para os CCobr∴ durante o ingresso;
II – O ingresso e a ocupação dos lugares;
III – As práticas ritualísticas pertinentes ao momento;
IV – Dispõe a posição em pé de cada Obreiro antes de receber a ordempara
sentar.

34. M∴ de CCer∴ conduzindo – Página 44 – 2.1 Abertura Ritualística –


Explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(Obs. - O M∴ de CCer∴ estará munido de bastão, não devendo usá-lo quando
circular em Loja, excetuando-se na abertura e no encerramento dos Trabalhos,
ou quando conduzir um Ir∴ em Loja, ou ainda quando o ritual o determinar)”.
b. Orientação:
O M∴ de CCer∴ ao conduzir alguém irá sempre à frente.

35. Início da circulação em Loja – Página 44 – 2.1 Abertura Ritualística –


(pausa):
a. Texto impresso no Ritual:
VEN∴ (!) - Sentemo-nos, meus IIr∴.
(!)- IIr∴, ajudai-me a abrir a Loja.
(pausa)

b. ATENÇÃO:
Logo depois que o Ven∴ Mestre ordenar a todos que se sentem e em seguida
solicitar ajuda aos IIr∴ para abrir a Loja (vide acima), os deslocamentos pelo
Ocidente passam a obedecer à circulação horária.
c. Justificativa:
Determinar e uniformizar o procedimento ritualístico da circulação horária em
Loja. Estabelecer o início dessa prática desde a abertura da Loja.

36. Verificação da cobertura do Templo – Página 45 – Abertura Ritualística


– 1º e2º Explicativo:
a. Texto do 1º Explicativo impresso no Ritual.
(Se houver Cobr∴ Ext∴, o Cobr∴ Int∴ dará as pancadas do Grau na porta pelo
lado de dentro e o Cobr∴ Ext∴, após fazer a verificação, dará as pancadas na

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porta pelo lado de fora).
b. Orientações para o 1º Explicativo
I - O Cobr∴ Interno dará com a mão direita cerrada as pancadas do Grau na
porta.
II – Respondendo, o Cobr∴ Ext∴ do mesmo modo dará as mesmas pancadas
pelo lado de fora da porta.
c. Texto do 2º Explicativo impresso no Ritual:
(Se houver somente Cobr∴ Int∴, o mesmo sairá do Templo, fará a verificação,
baterá na porta pelo lado de dentro e dirá:).
d. Orientações para o 2º Explicativo:
I – O Cobr∴ Int∴ empunhando a espada com a mão direita (ombro-arma) irá
até o Átrio para fazer a verificação;
II – Ao retornar, dará com o punho da espada na porta pelo lado de dentro a
Bat∴ do Grau.
e. Justificativas:
No primeiro explicativo, orientar que estando presente o Cobr∴ Ext∴ no Átrio,
o Cobr∴ Int∴ não precisa se armar. Ele apenas se certifica se o Templo está
devidamente coberto.
No segundo explicativo, orientar que em havendo inexistência de Cobr∴ Ext∴
no Átrio, o Cobr∴ Interno armado é quem faz a verificação.

37. Postura do 1º Vig∴ na verificação – Página 45 – 2.1 Abertura


Ritualística –Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Todos se levantam à Ord∴ e o 1º Vig∴ faz a verificação do seulugar).
b. Explicações:
O 1º Vig∴, empunhando o malhete também fica em pé.
c. Justificativa:
Orientar a postura do 1º Vig∴ para ficar em pé com o malhete. Explicar que,
de posse do malhete, ele hipoteticamente não demonstra o Sinal àqueles que se
submetem à sua verificação.

38. Postura do Chanceler – Página 46 – 2.1 Abertura Ritualística – 3º


parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“CHANC∴ (levanta-se) – Sim, Ven∴ Mestre (senta-se)”.
b. Orientação:
Fica em pé e não compõe o Sinal.

39. Postura do M∴ de CCer∴ – Página 46 – 2.1 Abertura Ritualística – 5º


parágrafo:

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a. Texto editado no Ritual:
“M∴ DE CCER∴ (levanta-se) – Sim, Ven∴ Mestre, a Loja está
devidamente...”
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal e sem empunhar o bastão.

40. Postura do 2º Diác∴ – Página 46 – 2.1 Abertura Ritualística – 7º parágrafo:


a. Texto impresso no Ritual:
“2º DIÁC∴ (levanta-se) – A direita do...”
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal.

41. Postura do 1º Diác∴ - Página 47 – 2.1 Abertura Ritualística – 4º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
“1º DIÁC∴ (levanta-se) – Para transmitir vossas ordens...”
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal.

42. Transmissão da Pal∴ Sagr∴ para a abertura da Loja – Página 49


– 2.1Abertura Ritualística – Único explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(O 1º Diác∴ sobe os degraus do Trono e coloca-se em frente ao Ven∴ Mestre.
O Ven∴ Mestre dá-lhe ao ouvido direito, a Pal∴ Sagr∴, letra por letra. O 1º
Diác∴ dirige-se ao 1º Vig∴, transmite-lhea Pal∴ Sagr∴ da forma que recebeu
e volta ao seu lugar. O 1º Vig∴ a envia ao 2º Vig∴, do mesmo modo, por
intermédio do 2º Diác∴, que volta a seguir ao seu lugar)”.
b. Orientações:
I - O 1º Diác∴ sobe os degraus que levam ao trono pelo lado norte do Altar
e ali aguarda sem Sin∴;
II - O Ven∴ Mestre, sem Sin∴, volta-se para o 1º Diác∴ e lhe dá no seu ouvido
direito, por inteiro, soletrada e sussurrada, a Pal∴ Sagr∴;
III - Recebida a Pal∴, o 1º Diác∴, obedecendo à circulação se dirige até o 1º
Vig∴ onde sobe os dois degraus abordando-o pela sua direita (ombro direito);
IV - O 1º Vig∴ volta-se para o 1º Diác∴, ficando ambos sem Sin∴ frente a frente;
V - O 1º Diác∴ transmite a Pal∴ no ouvido direito do 1º Vig∴ da mesma forma
que a recebeu e em seguida retorna ao seu lugar;
VI - Por sua vez, o 2º Diác∴, diretamente do seu lugar, vai até o 1º Vig∴, sobe
os degraus e o aborda pela sua direita (ombro direito);
VII - Ambos frente a frente e sem Sin∴, o 1º Vig∴ dá no ouvido direito do 2º
Diác∴ a Pal∴ Sagr∴ do mesmo modo como a recebeu;

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VIII - De posse da Pal∴, o 2º Diác∴, obedecendo à circulação vai até o lugar
do 2º Vig∴, sobe o degrau e o aborda pela sua direita (ombro direito);
IX - Ambos frente a frente e sem Sin∴, o 2º Diác∴ transmite no ouvido direito
do 2º Vig∴ a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma como recebeu, retornando em seguida
ao seu lugar.
c. Justificativa:
De orientar melhor a dinâmica ritualística inerente à transmissão da Palavra
Sagrada envolvendo as Luzes da Loja e os Diáconos. Essa transmissãonão
tem o mesmo sentido de um telhamento, porém é um ato importante para a
liturgia de abertura e encerramento dos trabalhos no REAA. Destaque-se que
todos os protagonistas desse ato são Mestres Maçons.

43. Abertura do Livro da Lei – Página 50 – 2.1 Abertura Ritualística – 1º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ vai ao Alt∴ dos JJur∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ [portando
seu bastão], que deve depois se colocar atrás do Orad∴. O Orad∴ abre o L∴
da L∴ tomando-o às mãos e lê o Salmo 133 [Oh! Quão bom e quão suave é
que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que
desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce para à orla das suas
vestes; é como o orvalho do Hérmon, que desce sobre osmontes de Sião;
porque ali o Senhor ordena a sua benção e a vida para sempre]; coloca,
depois, sobre o L∴ da L∴ aberto, o Esq∴ e o Comp∴ na posição do Grau – o
Comp∴ com as ppont∴ voltadas para o Oc∴ e o Esq∴ por cima com as hhast∴
voltadas para o Oriente)”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, obedecendo a circulação, se dirige ao Orad∴ e ingressa
no Or∴ passando pela Col∴ do Norte;
II – Ao chegar no lugar do Orad∴, o M∴ de CCer∴ nada pronuncia,
simplesmente se apresenta presencialmente para conduzi-lo ao Alt∴ dos JJur∴;
III – Conduzindo o Orad∴ o M∴ de CCer∴ vai à frente;
IV – O Orad∴, ao tomar o L∴ da L∴ às mãos o faz naturalmente, sem qualquer
reverência ou movimentos para apresentar o Livro;
V – Aos dois segmentos que compõem o Esquadro dá-se o nome de
“ramos”, enquanto que aos que compõem o Comp∴ dá-se o nome de“hastes” –
ramos voltados para o Or∴ e hastes apontadas para o Oc∴.
c. Justificativa:
Explicar com mais detalhes os procedimentos ritualísticos de condução,
abordagem e postura para a abertura e leitura do L∴ da L∴. Também corrigiro
nome dos componentes do Esq∴ e do Comp∴.

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44. Retorno do Orador ao seu lugar – Página 50 – 2.1 Abertura
Ritualística –Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ saúda o Ven∴ Mestre e volta ao seu lugar acompanhando o M∴ de
CCer∴, que a seguir expõe o painel do grau e ocupa também o seu lugar)”.
b. Orientações:
I – Não se trata de o Orad∴ saudar o Ven∴ Mestre nessa oportunidade, masa
de simplesmente se desfazer o Sin∴ de Or∴ pelo Sin∴ Gut∴;
II – O M∴ de CCer∴ ao expor o Painel, coloca-o naturalmente no suporte ou
dispositivo. Não existe a prática de levar o Painel ao alto na intenção de expô-
lo aos quadrantes da Loja;
III – O M∴ de CCer∴ ao se dirigir para o Painel, antes deixa o seu bastão no
suporte apropriado que fica junto ao seu lugar.

45. Acendimento das Luzes Litúrgicas – Página 51 – 2.1 Abertura


Ritualística –1º explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(O Ven∴ Mestre e os VVig∴, obedecendo à ordem hierárquica, acendem suas
luzes. Em sendo velas, o M∴ de CCer∴fará o acendimento)”.
b. Orientações:
I – Luzes Litúrgicas são aquelas correspondentes às Luzes da Loja e que ficam
acesas, conforme o Grau, no candelabro situado sobre o Altar ocupado pelo
Venerável Mestre e sobre as mesas ocupadas pelos Vigilantes.
II – Sem nenhuma reverência ou cerimonial, sendo as Luzes Litúrgicas
lâmpadas elétricas, o Ven∴ Mestre e os VVig∴, cada qual por sua vez, acende
a sua Luz na ordem seguinte: Ven∴ Mestre, 1º Vig∴ e 2º Vig∴.
III - Em sendo as Luzes Litúrgicas velas, o M∴ de CCer∴, de modo natural as
acenderá na mesma ordem;
IV – No REAA o acendimento das Luzes Litúrgicas não vem acompanhado de
nenhum cerimonial específico;
Orientar e esclarecer procedimentos para o acendimento das Luzes Litúrgicas,
destacando a inexistência de qualquer cerimonial específico paratal.

46. Saudação, Bateria e Aclamação – Página 51 – 2.1 Abertura Ritualística


– 2ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“A mim, meus IIr∴, pela Saud∴ (faz-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela
Aclam∴ Huz∴, Huz∴, Huz∴ (executa-se)”.
b. Orientação:
Nesse ato faz-se a Saud∴ pelo Sin∴ do Grau e imediatamente, sem voltar ao
Sin∴ de Ord∴, executa-se a Bat∴ do Gr∴ batendo com a palma da mão direita

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na palma da mão esquerda que fica à frente parada. Em seguida, volta-se ao o
Sin∴ de Ord∴ e prontamente aclama-se pronunciando: Huz∴! Huz∴! Huz∴!
c. Justificativa:
I - A aclamação é pronunciada em se “aclamando”.
II - Orientar também a execução da Bat∴ do Grau nessa ocasião (sem antes
voltar ao Sin∴).

47. Condução da Ata (Balaústre) – Página 53 – 2.2 Leitura e Aprovação da


Ata –Último explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(O M∴ de CCer∴ apresenta o livro de atas ao Ven∴ Mestre eOrador
para as assinaturas, junto à do Secr∴. )”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ se dirige ao Or∴ sem portar o bastão;
II - Ao apresentar o livro de atas ao Ven∴ Mestre, o M∴ de CCer∴ deve
fazê-lo pelo lado norte do Altar (ombro-direito do Ven∴);
III – Enquanto aguarda as assinaturas, o M∴ de CCer∴ fica à Ordem.

48. Leis e Decretos – Página 54 – 2.3 Leitura e Destino do Expediente


– 2ºexplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Se houver Leis ou Decretos para serem lidos, o Orad∴ fará aleitura
sentado)”.
b. Orientação:
I - Se for o caso, o Ven∴ Mestre solicita ao M∴ de CCer∴ para que ele conduz
o texto até o Orad∴;
II - O M∴ de CCer∴ é o Oficial encarregado de conduzir o expediente ou outros
afins do gênero quando o Ven∴ Mestre precisar destiná-los a alguém durante a
Sessão. Esse ofício não é do 1º Diác∴.
Evitar, sobretudo que o Ven∴ Mestre dê uma missão indevida ao 1º Diác∴.

49. Postura do M∴ de CCer∴ com o recipiente para coleta – Página 54


– 2.4Saco de PProp∴ e IInf∴ - Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O M∴ de CCer∴ coloca-se entre colunas, sem o Sin∴ de Ord∴)”.
b. Orientações:
I – Coloca-se entre Colunas no extremo do Oc∴ (próximo à porta) e de frente
para o Or∴;
II – Traz consigo o recipiente aberto (saco ou bolsa) seguro pelas duas mãos
junto ao lado esquerdo do quadril – parado mantém o corpo reto e os pés em

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esq∴.
c. Justificativa:
Orientar onde e como o M∴ de CCer∴ deve se posicionar entre as Colunas do
Norte e do Sul e como deve segurar o recipiente.

50. Dinâmica ritualística para a coleta das PProp∴ e IInf∴ - Página 55 – 2.4
Sacode PProp∴ e IInf∴ - 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O M∴ de CCer∴ depois de fazer circular o Saco de PP∴ e IInf∴, volta a se
colocar entre CCol∴)”.
b. Orientações:
I – Faz a coleta obedecendo à circulação na seguinte ordem de abordagem
– LLuz∴ da Loja, Orad∴, Secret∴ e Cobr∴ Int∴; ocupantes das cadeiras de honra
e demais IIr∴ do Or∴; MM∴ das CCol∴ do Sul e do Norte respectivamente;
CComp∴, AApr∴ e, por último, ajudado pelo Cobr∴ Int∴, o próprio M∴ de
CCer∴;
II – Em deslocamento o M∴ de CCer∴ conduz o recipiente seguro pelas duas
mãos junto ao quadril esquerdo;
III – Ao apresentar a bolsa (saco), numa atitude de discrição, o M∴ de CCer∴
volta o seu olhar para o lado oposto;
IV – Concluída a coleta, inclusive a dele próprio, o M∴ de CCer∴ volta para
entre CCol∴ e se mantém segurando a bolsa com as duas mãos junto ao quadril
esquerdo (corpo ereto e os pés em esq∴).
c. Justificativa:
Orientar a ordem da coleta e a postura a ser mantida, tanto no deslocamento e
abordagem, bem como e enquanto aguarda ordens;

51. Conferência do Saco de PProp∴ e IInf∴ - Página 55 – 2.4 Saco de


PProp∴ eIInf∴ - 5º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
(O M∴ de CCer∴ apresenta do Saco de PProp∴ e IInf∴ ao Ven∴ Mestre
deitando sobre a mesa as peças recebidas, e volta ao seu lugar. O Orad∴ e o
Secr∴ aproximam-se do Altar, assistindo à contagem das peças, depois do que
voltam aos seus lugares).
I - O M∴ de CCer∴, pelo lado norte do Altar apresenta (deitando sobre o
Altar) o recipiente destinado às PProp∴ e IInf∴;
II – O Ven∴ Mestre retira e confere a quantidade de ccol∴ ggrav∴recolhidas;
III - Enquanto aguarda a contagem das ccol∴ ggrav∴ o M∴ de CCer∴
permanece à Ord∴;
IV - O Orad∴ e o Secret∴, cada qual pelo seu lado, se aproximam do Altar eà

28
Ord∴ assistem à verificação. Em seguida retornam aos seus lugares;
V - O M∴ de CCer∴ recolhe o recipiente (saco) e retorna ao seu lugar.

52. Destino das colunas gravadas – Página 55 – 2.4 Saco de PProp∴ e IInf∴ -
Último parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Ven∴ Mestre lê as ccol∴ ggrav∴ recolhidas e dá-lhes o devidodestino).
b. Orientação:
Se houver necessário de fazer o encaminhamento de alguma col∴ grav∴, o
Ven∴ Mestre solicitará auxílio ao M∴ de CCer∴, nunca ao 1º Diác∴.

53. Providências para o Escrut∴ Secr∴ - Página 56 – 2.5 Escrutínio Secreto


paraAdmissão de Novos Membros – 2º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Ven∴ Mestre comunica à Loja que procederá ao Escrut∴ Secr∴ do Cand∴
..................... . Faz a leitura das peças constantes do processo: questionário,
sindicâncias e os demais documentos exigidos. Feita a leitura, anuncia:).
b. Orientação:
O Ven∴ Mestre antes de fazer a leitura das peças constantes no processo solicita
ao M∴ de CCer∴ que encaminhe duas das três sindicâncias ao Orad∴ e ao
Secret∴ para que ambos o auxiliem a confrontar a similaridade nas respostas
c. Justificativa;
Esclarecer que o Secret∴ e o Orad∴ o ajudam na leitura das sindicâncias.

54. Distribuição e coleta das esferas – Página 58 – 2.5 Escrutínio Secreto


paraAdmissão de Novos Membros – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O M∴ de CCer∴ apresenta a cada Ir∴ efetivo da Loja uma urna onde estão
as esferas brancas e pretas e daí cada um tirará duas esferas, uma branca e
outra preta. O 1º Exp∴vai recebendo em outra urna a esfera com que o Ir∴
efetivo da Loja quer manifestar o seu voto. Terminada a coleta do Escrut∴
Secr∴ e depois de proclamado o resultado, o M∴ de CCer∴ recolhe as outras
esferas)”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ e o 1º Exp∴ se posicionam, um ao lado do outro, entre
Colunas próximo à porta:
II – O 1º Exp∴ aguarda enquanto M∴ de CCer∴, obedecendo a circulação, faz
o giro ritualístico completo apresentando a cada Ir∴ efetivo do quadro um
recipiente que contém esferas brancas e pretas. Cada Ir∴, inclusive o 1ºExp∴,
retira discretamente duas esferas, uma branca e a outra preta.

29
III – Por último, o próprio M∴ de CCer∴ retira as suas esferas e retorna ao seu
lugar na Loja;
IV – Concluída a distribuição, o 1º Exp∴, fazendo o mesmo giro que o M∴
de CCer∴ fez, parte de entre CCol∴ e recebe numa urna apropriada a esfera
com que cada Ir∴ efetivo desejou manifestar o seu voto. Em seguida,o próprio
1º Exp∴ deposita o seu voto e aguarda entre CCol∴;
V – Entende-se por “giro ritualístico completo” a mesma ordem de abordagem
que ocorre nas PProp∴ e IInf∴.
c. Justificativa:
Orientar com mais precisão os procedimentos para distribuição e coleta das
esferas no Escrutínio Secreto.

55. Aferição do Escrutínio – Página 59 – 2.5 Escrutínio Secreto para Admissão


deNovos Membros:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Exp∴ apresentando a urna ao Ven∴ Mestre, destampa-a e o número de
esferas é conferido com o dos OObr∴ efetivos da Loja presentes. Se todas as
esferas forem brancas, o Ven∴ anunciará)”.
b. Orientações:
I – O Orad∴ e o Secret∴, cada qual pelo seu lado, se aproximam do Alt∴ e
ficam à Ord∴;
II – O 1º Exp∴ pelo lado norte do Alt∴ apresenta a urna ao Ven∴ Mestre para
que o número de esferas seja conferido em relação ao número de IIr∴ efetivos
da Loja presentes (auxilia o Ven∴);
III – Feita a conferência, o Ven∴ anuncia o resultado do escrutínio; IV –
Concluídos os procedimentos, todos retornam aos seus lugares;
V – Por fim o M∴ de CCer∴, obedecendo a circulação, recolhe dos IIr∴
efetivos da Loja as esferas que sobraram;
VI – Outros procedimentos podem ser encontrados no RGF;
c. Justificativa:
Orientar com mais detalhes a prática ritualística relativa ao Escrut∴ Secr∴.

56. Organização da Ordem do Dia – Página 60 – 2.6 Ordem do Dia – 1º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Previamente organizada pelo Ven∴ Mestre – assuntos pendentes de discussão
e votação; proposições, requerimentos, etc.).
b. Orientação:
Processos que visam aumento de salário, por dependerem de votação,
também integram a pauta da Ordem do Dia.
c. Justificativa:

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Acrescentar os procedimentos para Aumento de Salário do Aprendiz – Art. 35,
§ 1º do RGF.

57. Desenvolvimento da Ordem do Dia – Página 61 – 2.6 Ordem do Dia -1º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Secr∴ por ordem do Ven∴ Mestre, informa qual assunto da Ord∴ do Dia.
- Ven∴ Mestre o põe em debate e depois em votação, passando-se aos demais.
O Orad∴ , qualquer que seja o assunto debatido, dá as suas conclusões antes
da votação)”.
b. Observação:
O texto grafado no explicativo destaca a importância das conclusões do Orad∴,
sob o ponto de vista legal, a qualquer assunto debatido e que vá à votação.
c. Justificativa:
Acentuar o ofício do Guarda da Lei. Nada pode ser posto em votação sem que
ele antes tenha dado as suas conclusões legais.

58. Recepção de Autoridades e Ocupação das duas Cadeiras de Honra



Páginas 62 a 70 – 2.7 Recepção de AAutorid∴ e Portadores de Título de
Recompensas:
a. Orientações:
I – A Recepção de Autoridades e Portadores de Títulos de Recompensasna
forma prescrita no Ritual somente se dará se o Pavilhão Nacional não estiver
ainda hasteado dentro do Templo;
II – Estando o Pavilhão hasteado, não se forma nenhuma Comissão de
Recepção;
III – Para a Recepção de Autoridades e Portadores de Títulos de Recompensas
recomenda-se consultar o Regulamento Geral da Federação(atualizado) no seu
Título XII, Dos Visitantes, Do Protocolo de Recepção e Do Tratamento;
IV – A ocupação das duas cadeiras de honra que ficam à direita e a
esquerda do trono segue o previsto no Decreto 1469/2016 do GOB.
V – Somente recebem o malhete do Ven∴ Mestre o Grão-Mestre Estadual no
âmbito da sua jurisdição ou o Grão-Mestre Geral em qualquer Loja da federação
b. Justificativa:
Orientar procedimentos inerentes à Recepção de Autoridades e Portadores de
Títulos de Recompensa quando o Pavilhão Nacional ainda não estiver hasteado
dentro do Templo.

59. Quarto de Hora de Estudos – Página 72 – 2.9 Tempo de Estudos – 1º


explicativo:

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a. Texto editado no Ritual:
“(O Tempo de Estudos constará de exposição e debate, de um assunto de
doutrina e filosofia, legislação, história, instrução do grau e simbologia
maçônica, ou técnico, científico ou artístico de interesse da Ordem ou da
Cultura Humana e será feita pelo Ven∴ Mestre ou pelo Orad∴ ou ainda por um
Ir∴ previamente designado)”.
b. Orientação:
Acrescentar que o instrutor do grau para os AApr∴ é o 2º Vig∴ cabendo a ele
organizar as instruções quando elas forem especificamente designadas aos
AApr∴.
c. Justificativa:
Enfatizar que um dos ofícios do 2º Vig∴, conforme o Ritual, é o de instruir
os AApr∴.

60. Postura do Hosp∴ com o recipiente para coleta – Página 74 – 2.10


Troncode Beneficência – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ vai colocar-se entre CCol∴, sem o Sin∴ de Ord∴)”.
b. Orientações:
I – Coloca-se entre Colunas de frente para o Or∴ no extremo do Oc∴ (próximo
à porta);
II – Traz o recipiente aberto (saco ou bolsa) seguro pelas duas mãos junto ao
lado esquerdo do quadril – parado mantém o corpo reto e os pés em esq∴.
c. Justificativa:
Orientar onde o Hosp∴ deve se posicionar entre Colunas e o modo correto de
segurar o recipiente.

61. Procedimentos ritualísticos para a coleta – Página 74 – 2.10 Tronco


deBeneficência – 2º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ faz circular o Tr∴ de Benef∴ colocando-se depois entreCCol∴)”.
b. Orientações:
I – Faz a coleta obedecendo à circulação na seguinte ordem – LLuz∴ da Loja,
Orad∴, Secret∴ e Cobr∴ Int∴; os ocupantes das cadeiras de honra e demais IIr∴
do Or∴; MM∴ das CCol∴ do Sul e do Norte respectivamente; CComp∴, AApr∴
e, por último, ajudado pelo Cobr∴ Int∴, o próprio Hosp∴;
II – Em deslocamento o Hosp∴ conduz o recipiente seguro pelas duas mãos
junto ao seu quadril esquerdo;
III – Ao apresentar a bolsa (saco), numa atitude de discrição, o Hosp∴ volta o
olhar para o lado oposto;
IV – Concluída a coleta, inclusive a dele próprio, o Hosp∴ volta para entre

32
CCol∴ e se mantém segurando a bolsa com as duas mãos junto ao quadril
esquerdo (corpo ereto e pés em esq∴).
c. Justificativa:
Orientar a postura a ser mantida no deslocamento, na abordagem e enquanto
aguarda ordens.

62. Conferência da coleta do Tronco – Página 75 – 2.10 Tronco de


Beneficência –1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ vai a mesa do Tes∴ e com ele confere o produto do Tr∴ de Benef∴.
O Tes∴ comunica em voz alta, tão logo seja oportuno, ao Ven∴ Mestre o
resultado, em moeda corrente do País)”.
b. Orientações:
I - O Hosp∴, conduzindo a bolsa (saco) com as duas mãos no lado esquerdo
do quadril vai à mesa do Tesoureiro e despeja sobre ela, com cuidado, o produto
da coleta;
II – O Tes∴, sentado recebe a coleta e a confere auxiliado pelo Hosp∴;
III – Conferida a coleta, o Hosp∴ recolhe o recipiente e retoma o seu lugar;
IV – O Tes∴, com brevidade, mas sem atrapalhar o andamento dostrabalhos,
pede a Pal∴ ao 1º Vig∴. Autorizado, à Ord∴ comunica ao Ven∴Mestre o
resultado apurado na coleta;
V – Por sua vez, o Ven∴ Mestre comunica o resultado à Loja.
VI – É obrigatória a conferência e a comunicação do resultado na mesma
Sessão. Em nome da lisura dos trabalhos não é permitido lacrar o Tronco.
c. Justificativa:
Orientar e trazer procedimentos ritualísticos que não aparecem no contextodo
explicativo.

63. Procedimentos para ao uso da palavra – Páginas 76 e 77 – 2.11 Palavra


aBem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular:
a. Orientações Gerais:
I – No Oc∴ os OObr∴ pedem a Pal∴ ao Vig∴ da sua Col∴. Os do Or∴
pedem a Pal∴ ao Ven∴ Mestre;
II – Recomenda-se aos IIr∴ VVis∴ de uma mesma Loja que apenas um
deles fale em nome dos demais;
III – Quando um Ir∴ representante de Loja estiver falando, os demais
representados permanecem sentados.
IV – Não é permitido que um usuário da palavra visitante solicite aos que o
acompanham para que fiquem à Ordem.
b. Justificativa:
Acrescentar orientações que não constam no texto dos explicativos.

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64. Saudação aos Visitantes – Página 77 – 2.11 Palavra a Bem da Ordem
emGeral e do Quadro em Particular – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Reinando silêncio, o Ven∴ Mestre fará os avisos e comentários necessários)”.
b. Orientação:
A saudação aos VVis∴ é ofício exclusivo do Orad∴. Ninguém, além do Orad∴,
nem mesmo o Ven∴ Mestre, deve se antecipar ao Guarda da Lei nessa missão
(vide 2º explicativo na página 77 do Ritual).
c. Justificativa:
Evitar que outros, senão o Orad∴, que exerçam um ofício que não é da sua
competência.

65. Fala final do Grão-Mestre – Página 77 – 2.11 Palavra a Bem da Ordem


emGeral e do Quadro em Particular – Último explicativo;
a. Texto editado no Ritual:
“(Estando presente o Grão-Mestre ou o Grão-Mestre Geral, é o momento em
que fará uso da palavra; passando-se imediatamente após, ao encerramento
ritualístico)”.
b. Orientação:
Só fala depois das conclusões do Orador, se tiver em pessoa o Grão- Mestre
Estadual ou do Distrito Federal, ou ainda o Grão Mestre Geral. Representantes
dessas autoridades falam junto às demais autoridades e pedem a palavra ao
Ven∴ Mestre.
c. Justificativa:
Destacar o uso da palavra do Grão-Mestre com último a fazer o uso da palavra
antes do encerramento ritualístico.

66. Transmissão da Pal∴ Sagr∴ no encerramento dos trabalhos – Página


78 – 2.12 Encerramento Ritualístico – Único explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O 1º Diác∴ sobe os degraus do Trono, pelo norte, com passos normais, e
coloca-se em frente ao Ven∴ Mestre, fazendo a saud∴. O Ven∴ Mestre dá-lhe,
ao ouv∴ dir∴, a Pal∴ Sagr∴, letra por letra. O1º Diác∴dirige-se ao 1º Vig∴,
transmite-lhe a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma que recebeu e volta ao seu lugar.
O 1º Vig∴ a envia ao 2º Vig∴, do mesmo modo, por intermédio do 2º Diác∴,
que volta a seguir ao seu lugar)”.
b. Orientações:
I - O 1º Diác∴ sobe os degraus que levam ao trono pelo lado norte do Altar,
se posiciona à Ord∴ e ali aguarda;
II - O Ven∴ Mestre, à Ord∴, volta-se para o 1º Diác∴;

34
III - Frente a frente, ambos ao mesmo tempo desfazem o Sin∴ e o Ven∴ Mestre
dá no ouv∴ dir∴ do Diác∴, por inteiro, soletrada e sussurrada, a Pal∴ Sagr∴;
IV - Dada a Pal∴, o Ven∴ Mestre volta ao Sin∴ de Ord∴ e o 1º Diác∴ se dirige
até o lugar do 1º Vig∴ onde sobe os dois degraus e o aborda pela suadireita
(ombro direito) se colocando à Ord;
V - O 1º Vig∴, também à Ord∴, volta-se para o 1º Diác∴;
VII - Frente a frente, ambos desfazem o Sin∴ e 1º Diác∴ logo dá a Pal∴ Sagr∴
no ouvido direito do 1º Vig∴ da mesma forma que a recebeu;
VIII - Transmitida a Pal∴, o 1º Vig∴ volta a ficar à Ord∴ e o 1º Diác∴ retorna
ao seu lugar.
IX - Por sua vez o 2º Diác∴, diretamente do seu lugar, vai até o 1º Vig∴, sobe
os degraus pela sua direita (ombro direito do 1º Vig∴) e ali se posiciona à Ord∴;
X - Estando frente a frente e à Ord∴, os dois desfazem o Sin∴ e o 1º Vig∴ dá
no ouvido direito do 2º Diác∴ a Pal∴ Sagr∴ do mesmo modo como a recebeu.
XI - Em seguida o 1º Vig∴ volta a se colocar à Ordem e o 2º Diác∴, de possada
Pal∴, se dirige até o lugar do 2º Vig∴ onde sobe o degrau e o aborda pela sua
direita (ombro direito) e ali se coloca à Ord∴;
XII - Frente a frente, ambos desfazem o Sin∴ e o 2º Diác∴ dá no ouvido
direito do 2º Vig∴ a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma como a recebeu.
XIII - Transmitida a Pal∴, o 2º Vig∴ se coloca à Ordem outra vez e o 2º Diác∴
retorna ao seu lugar.
c. Observações:
I – Os DDiác∴, na transmissão da Pal∴ Sagr∴ para o encerramento ritualístico
abordam as LLuz∴ da Loja sempre pela sua direita – ombro direito do titular;
II – No momento da transmissão da Pal∴ as LLuz∴ deixam seus malhetes;
IV – Embora no texto do explicativo no ritual apareça o termo “saudação”,
nesse caso o Sinal é apenas uma norma ritualística e não uma saudação
propriamente dita. Destaque-se que o próprio ritual menciona quesaudações em
Loja ocorrem somente ao Ven∴ Mestre durante o ingresso esaída do Or∴, e
às LLuz∴ da Loja por ocasião do ingresso formal ouretirada definitiva do
Templo;
V – O Sin∴ é composto para cumprir a regra ritualística de que em Loja
aberta, em se estando em pé e parado, fica-se à Ordem.
VI – Os deslocamentos para a transmissão da Pal∴ obedecem à circulação
horária.
d. Justificativa:
Explicar detalhadamente a ritualística da transmissão da Pal∴ durante o
encerramento ritualístico.

67. Condução do Orad∴ ao Alt∴ dos JJur∴ para o encerramento dos

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trabalhos
– Página 79 – 2.12 Encerramento Ritualístico – Único explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ vai ao Alt∴ dos JJur∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ [portando
seu bastão], que deve depois se colocar atrás do Orad∴)”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, de posse do seu bastão, obedecendo a circulação, se
dirige até o lugar do Orad∴;
II – Sem nada mencionar, o M∴ de CCer∴ indo à frente conduz o Orad∴ até o
Alt∴ dos JJur∴;
III – Diante do Alt∴ dos JJur∴ o Orad∴ se coloca à Ord∴ enquanto que o M∴
de CCer∴, à sua retaguarda, se posiciona com o bastão à rigor (na vertical tendo
sua base apoiada no piso).
c. Justificativa:
Orientar com detalhes essa prática ritualística.

68. Fechamento da Loja pelo 1º Vig∴ - Página 80 – 2.12 Encerramento


Ritualístico – 2º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“1º VIG∴ - À Glória do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e São João, nosso Padroeiro, está
fechada a Loja de AApr∴ MMaç∴ sob o título distintivo de ”
b. Orientação:
Ao declarar que a Loja está fechada, o 1º Vig∴ dá um golpe com o malhete
sobre a sua mesa. Segue-se então uma breve pausa.
c. Justificativa:
Dar solenidade marcando o momento.

69. Fechamento do Livro da Lei – Página 80 – 2.12 Encerramento dos


Trabalhos – Penúltimo explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ fecha o L∴ da L∴ e todos desfazem o sinal)”.
b. Orientações:
I - O Orad∴, sem nenhuma reverência e de forma natural, retira o Esq∴ e o
Comp∴ de cima do L∴ da L∴, fechando-o em seguida.
II – Assim que o L∴ da L∴ é fechado todos desfazem o Sin∴ de Ord∴ pelo Sin∴
Gut∴. ATENÇÃO - Esse gesto não é saudação.
c. Justificativas:
I - Orientar de modo mais detalhado a naturalidade do gesto que deve
acompanhar o fechamento do L∴ da L∴.
II - Explicar o momento exato em que o Sin∴ é abolido conforme a conduta
ritualística

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70. Retorno do Orad∴ e o fechamento do Painel do Grau – Página 80 –
2.12Encerramento Ritualístico – Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Orad∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ volta ao seu lugar. O M∴ de CCer∴
cobre o painel do grau, retornando ao seu lugar).
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, naturalmente e à frente conduz o Orad∴ ao seu lugar;
II – Depois desce do Or∴ pelo Sul, deixa o seu bastão no dispositivo apropriado
e se dirige até o Painel do Grau;
III – Sem nenhuma reverência e sem erguer o Painel ao alto na intenção de
mostrá-lo à Loja, naturalmente cobre o Painel colocando-o com a face
voltada para dentro no dispositivo apropriado ao centro.

71. O apagar das Luzes Litúrgicas – Página 81 – 2.12 Encerramento


Ritualístico –1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Ven∴ Mestre e os VVig∴, apagam as suas luzes na ordem inversa à da
abertura. Em sendo velas, o M∴ de CCer∴ às apagará)”.
b. Orientações:
I – Sem nenhuma reverência, sendo as Luzes Litúrgicas lâmpadas elétricas, o
Ven∴ Mestre e os VVig∴, cada qual por sua vez, apaga a Luz naordem inversa
à da abertura;
II - Em sendo as Luzes Litúrgicas velas, o M∴ de CCer∴ usando um abafador,
sem reverência, as apagará naturalmente na ordem inversa à da abertura;
III – No REAA o apagar das Luzes Litúrgicas não vem acompanhado de
nenhum cerimonial específico.
IV – As Luzes Litúrgicas são aquelas que, acesas conforme o grau, ficam nos
candelabros de três braços situados sobre o Altar e mesas ocupadas pelo Ven∴
Mestre e pelos VVig∴ respectivamente.
c. Justificativa:
Orientar com mais detalhes o procedimento ritualístico.

72. Bateria e Aclamação no encerramento – Página 81 – 2.12


EncerramentoRitualístico – 1º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Ven∴ - A mim meus IIr∴, pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação:Huz∴,
Huz∴, Huz∴ (executa-se)”.
b. Orientação:
Faz-se a Bat∴ do Gr∴ batendo com a palma da mão direita na palma da mão
esquerda que fica à frente parada. Em seguida e prontamente, aclama-se

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pronunciando Huz∴! Huz∴! Huz∴!
c. Justificativas:
I - De modo apropriado, orientar que a aclamação é pronunciada em se
“aclamando”.
II - Orientar como se dá a Bat∴ do Grau nessa ocasião.

73. Saída do Templo – Página 80 – 2.12 Encerramento Ritualístico – Último


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(A saída será feita na ordem inversa a da entrada, ou seja, Ven∴Mestre,
DDig∴, MMestr∴, CComp∴, AApr∴ e CCobr∴).
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴, com a espada em ombro-arma, abre a porta do Templo e
se posiciona ao Sul próximo da mesma;
II – O M∴ de CCer∴, do seu lugar, dirige a saída dos IIr∴ na ordem inversa a
da entrada e sem circulação;
III – Por fim, deixam o recinto o Cobr∴ Ext∴, o M∴ de CCer∴ e por último o
Cobr∴ Int∴.
c. Justificativa:
Orientar a retirada dos IIr∴ do Templo no final da Sessão Ordinária.

74. Cadeia de União – Página 82 – 2.12.1 Adendo: Cadeia de União – 1º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(A Cad∴ de Un∴ somente se realiza quando houver necessidade de se
transmitir a Pal∴ Sem∴)”.
b. Orientações:
I – No REAA∴ a Cad∴ de União é formada apenas após o encerramento
ritualístico dos ttrab∴ e serve exclusivamente para se transmitir a Pal∴ Sem∴;
II – Com esse único objetivo, nela não existe preces, orações, invocações e
outras práticas do gênero;
III – Por envolver aspectos legais que cercam a Pal∴ Sem∴ (sigilo e
regularidade), da Cad∴ de União somente participam IIr∴ efetivos do Quadro
da Loja. Isso explica o porquê de a Cad∴ de União se realizar apenas após o
encerramento ritualístico (depois da saída dos VVis∴).
c. Justificativa:
Acrescentar explicações pertinentes ao objetivo de se realizar uma Cad∴ de
União.

75. Formação da Cadeia de União – Páginas 82 e 83 – 2.12.1 Adendo: Cadeia


deUnião – 2º explicativo:

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a. Texto editado no Ritual:
“(Forma-se a Cad∴ de Un∴, circular ou elíptica, no Ocidente, ficando o Ven∴
Mestre no lado mais Oriental da Cad∴ de Un∴, ladeado pelo Orad∴,à sua
direita, e pelo Secr∴, à sua esquerda; O M∴ de CCer∴ ocupa o lado mais
Ocidental, bem de frente para o Ven∴ Mestre, tendo, à sua esquerda, o 1º Vig∴
e, à sua direita, o 2º Vig∴. Os demais MMestr∴ comporão a Cad∴ de Un∴
indistintamente; os CComp∴ ficarão ao Sul e os AApr∴ ao Norte.
– Todos cruzam os antebraços sobre a base do tronco, o dir∴ sobreo esq∴ e
assim se dão as mãos.
– O Ven∴ Mestre diz ao ouv∴ esq∴ do Orad∴ a Pal∴ Sem∴ e este a transmite
aos demais IIr∴ do semicírculo, até o M∴ de CCer∴ que a recebe em seu ouv∴
esq∴.
– Para o outro semicírculo, o Ven∴ Mestre dá a Pal∴ Sem∴ no ouv∴ dir∴ do
Secr∴, e este aos demais até o M∴ de CCer∴, que a recebe em seu ouv∴ dir∴.
– O M∴ de CCer∴, recebida a Pal∴ Sem∴ sai pelo lado de dentro daCad∴ de
Un∴, tendo o cuidado de fechá-la com os IIr∴ que o ladeavam, dirige-se até o
Ven∴ Mestre e lhe diz ao ouv∴ esq∴ a Pal∴ Sem∴ que recebeu do lado esq∴, e
ao ouv∴ dir∴ a que recebeu do lado dir∴; em seguida retorna ao seu lugar na
Cad∴ de Un∴.
– Se ambas as PPal∴ forem iguais, isto é, uma só, o Ven∴ Mestre diz):”
b. Orientações:
I – No REAA a Cad∴ de União é formada pelos IIr∴ do Quadro simplesmente
dando-se as mãos conforme menciona o explicativo – ATENÇÃO - a ponta dos
pés dos integrantes da Cad∴ não se tocam;
II – Durante a transmissão, a Pal∴ Sem∴ percorre os dois semicírculos que
formam a Cad∴ de maneira sussurrada;
III – O M∴ de CCer∴, ao se deslocar até o Ven∴ Mestre para conferir a Pal∴,
deixa os dois semicírculos e vai até o Ven∴ por dentro da Cad∴;
IV – Conferida a Pal∴, o Ven∴ Mestre primeiro espera o M∴ de CCer∴
reassumir seu lugar na Cad∴ para depois anunciar se a Pal∴ está correta;
V – A Cad∴ de União ao ser desfeita, os IIr∴ de imediato e sem nada
pronunciar simplesmente soltam as mãos uns dos outros e aguardam no lugar a
Pal∴ ser incinerada;
VI – Ao comando do Ven∴ Mestre e dirigidos pelo M∴ de CCer∴ todos se
retiram do Templo (a Loja já está fechada),
c. Justificativa:
I - Dar mais detalhes para a correta execução desse procedimento ritualístico.
II - Ratificar a inexistência REAA do costume de se unirem os pés pelas suas
pontas durante a execução da Cad∴ de Un∴.

39
Parte III – Sessão Magna - Aprendiz

76. Trajados para Sessão Magna – Página 85 – 3.1 Abertura Ritualística


– 2ºexplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“- Todos os IIr∴ já revestidos de suas insígnias e trajados formarão fila dupla
obedecendo a seguinte ordem:”.
b. Orientações:
Trajados para Sessão Magna – terno, sapatos, cinto e meias na cor preta, camisa
branca, e gravada de modelo tradicional (preta, lisa, semornamentos).
c. Justificativa:
I - Estar trajado para uma Sessão Magna conforme a legislação;II – Nas Sessões
Magnas não é permitido o uso do balandrau.

77. Organização do préstito – Página 85 – 3.1 Abertura Ritualística – 3º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“- AApr∴ e CComp∴, guardando seus respectivos lados de suas CCol∴; a
seguir os MMest∴ e OOfic∴, cada qual no lado de seus lugares ou AAlt∴; os
dois VVig∴, os Ex-VVen∴ e quando o Ven∴ desejar os VVis∴ que, tendo direito
ao Protocolo de Recepção às Autoridades, desejem entrar “em família” e
finalmente o Ven∴ Mestre, conforme o caso, acompanhando os que compõem
a 5ª faixa, ou Grão-Mestre da Jurisdição, ou Grão-Mestre Geral”.
b. Observação:
Salvo o Altar que é ocupado pelo Ven∴ Mestre, e os Altares dos JJur∴ e
dos PPerf∴, os demais mobiliários são mesas.
c. ATENÇÃO:
Não se faz no Átrio nenhuma prece, invocação ou outras práticas do
gênero. Apenas silenciosamente todos ingressam no Templo.
d. Justificativa:
I - Ratificar a utilização no nome correto do mobiliário.
II - Alertar a inexistência de preces e orações no Átrio durante os
procedimentos de ingresso no Templo.

78. Ingresso do Préstito – Página 86 – 3.1 Abertura Ritualística – Primeiro


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“- Assim organizado, o M∴ de CCer∴ pondo-se à frente, dará na porta de
entrada do Templo a Bat∴ do Grau e o Cobr∴ Int∴ abrirá a porta. Sem o Sin∴
de Ord∴, a marcha terá início, entrando todosem silêncio, ocupando cada
qual o seu lugar, conservando-se em pé, voltados para o eixo do Templo,

40
ficando M∴ de CCer∴ à entrada do Templo, para conduzir o Ven∴ Mestre ao
Trono, dirigindo-se em seguida ao seu lugar”.
b. Orientações:
I – Antes do ingresso do préstito o Cobr∴ Interno entra no Templo, fecha a
porta e se posiciona com a Espada à Ordem (ombro-arma) ao lado sul da porta;
II – O M∴ de CCer∴ ao dar a Bat∴ do Grau na porta, passa momentaneamente
o bastão para a mão esquerda e, com a mão direita, dá as pancadas;
III – Durante o ingresso não existe circulação. Todos ocupam diretamente os
seus lugares;
IV - Autoridades e detentores de cargos ou de títulos que tenham ingressado em
família se dirigem diretamente aos seus lugares no Or∴;
V – Após o ingresso do Ven∴ Mestre o Cobr∴ Int∴ fecha a porta e toma o seu
lugar.
VI - O Cobr∴ Ext∴ permanece no Átrio até que seja convidado a ingressar; VII
– Todos ocupam os seus lugares permanecendo em pé e de acordocom a
disposição do seu assento.
c. Justificativa:
O texto adequado esclarece o seguinte:
I – As atividades para os CCobr∴ durante o ingresso;
II – O ingresso e a ocupação dos lugares;
III – As práticas ritualísticas pertinentes ao momento.
IV – Dispõe sobre a posição de cada Obreiro antes de receber a ordempara
sentar.

79. Início da circulação em Loja – Página 86 – 3.1 Abertura Ritualística


– 2ºparágrafo (pausa):
a. Texto editado no Ritual:
VEN∴ (!) - Sentemo-nos, meus IIr∴.
(!)- IIr∴, ajudai-me a abrir a Loja.
(pausa)
b. ATENÇÃO:
Logo depois que o Ven∴ Mestre ordenar a todos que se sentem e em seguida
solicitar ajuda aos IIr∴ para abrir a Loja, os deslocamentos pelo Ocidente
passam a obedecer à circulação horária.
c. Justificativa:
Determinar e uniformizar o procedimento ritualístico da circulação horária em
Loja. Estabelecer o início dessa prática desde a abertura da Loja.

80. Verificação da cobertura da Loja – Página 87 – 3.1 Abertura Ritualística


– 1º e2º explicativos;
a. Texto do 1º explicativo editado no Ritual:

41
“(Se houver Cobr∴ Ext∴, o Cobr∴ Int∴ dará as pancadas do Grau na porta
pelo lado de dentro e o Cobr∴ Ext∴, após fazer a verificação, dará as pancadas
na porta pelo lado de fora)”.
b. Orientações para o 1º explicativo:
I - O Cobr∴ Interno dará com a mão direita cerrada as pancadas do Grau na
porta.
II – Respondendo, o Cobr∴ Ext∴ do mesmo modo dará as mesmas pancadas
pelo lado de fora da porta.
c. Texto do 2º Explicativo impresso no Ritual:
(Se houver somente Cobr∴ Int∴, o mesmo sairá do Templo, fará a verificação,
baterá na porta pelo lado de dentro e dirá:).
d. Orientações para o 2º explicativo:
I – O Cobr∴ Int∴ empunhando a espada com a mão direita (ombro-arma) irá
até o Átrio para fazer a verificação;
II – Ao retornar, dará com o punho da espada na porta pelo lado de dentro a
Bat∴ do Grau.
e. Justificativas:
I - No primeiro explicativo orientar que estando presente o Cobr∴ Ext∴ no
Átrio, o Cobr∴ Int∴ não precisa se armar. Ele apenas se certifica se o Templo
está devidamente coberto.
II - No segundo explicativo orientar que em havendo inexistência de Cobr∴
Ext∴ no Átrio, o Cobr∴ Interno armado é quem faz a verificação.

81. Postura do 1º Vig∴ na verificação – Página 87 – 3.1 Abertura


Ritualística –Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(Todos se levantam à Ord∴ e o 1º Vig∴ faz a verificação do seulugar).
b. Explicação:
O 1º Vig∴, empunhando o malhete também fica em pé.
c. Justificativa:
Orientar a postura do 1º Vig∴ para ficar em pé com o malhete. Explicar que,
de posse do malhete, ele hipoteticamente não demonstra o Sinal àqueles que se
submetem à sua verificação.

82. Postura do Chanceler – Página 88 – 3.1 Abertura Ritualística – 4º pará-


grafo:
a. Texto editado no Ritual:
“CHANC∴ (levanta-se) – Sim, Ven∴ Mestre (senta-se)”.
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal.

42
83. Postura do M∴ de CCer∴ – Página 88 – 3.1 Abertura Ritualística – 6º
parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“M∴ DE CCER∴ (levanta-se) – Sim, Ven∴ Mestre, a Loja está
devidamente...”.
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal e sem empunhar o bastão.

84. Postura do 2º Diác∴ – Página 88 – 3.1 Abertura Ritualística – 8º parágrafo:


a. Texto impresso no Ritual:
“2º DIÁC∴ (levanta-se) – A direita do...”
b. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal.

85. Postura do 1º Diác∴ - Página 89 – 3.1 Abertura Ritualística – 4º parágrafo:


c. Texto editado no Ritual:
“1º DIÁC∴ (levanta-se) – Para transmitir vossas ordens...”.
d. Orientação:
Fica em pé sem compor o Sinal.

86. Transmissão da Pal∴ Sagr∴ para a abertura da Loja – Página 91


– 3.1Abertura Ritualística – Único explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(O 1º Diác∴ sobe os degraus do Trono e coloca-se em frente ao Ven∴ Mestre.
O Ven∴ Mestre dá-lhe ao ouvido direito, a Pal∴ Sagr∴, letra por letra. O 1º
Diác∴ dirige-se ao 1º Vig∴, transmite-lhea Pal∴ Sagr∴ da forma que recebeu
e volta ao seu lugar. O 1º Vig∴ a envia ao 2º Vig∴, do mesmo modo, por
intermédio do 2º Diác∴, que volta a seguir ao seu lugar)”.
b. Orientações:
I - O 1º Diác∴ sobe os degraus que levam ao trono pelo lado norte do Altar
e ali aguarda sem Sin∴;
II - O Ven∴ Mestre, sem Sin∴, volta-se para o 1º Diác∴ e no seu ouvido direito
lhe dá, por inteiro, soletrada e sussurrada, a Pal∴ Sagr∴;
III - Recebida a Pal∴, o 1º Diác∴, obedecendo à circulação se dirige até o 1º
Vig∴ onde sobe os dois degraus abordando-o pela sua direita (ombro direito);
IV - O 1º Vig∴ volta-se para o 1º Diác∴, ficando ambos sem Sin∴ frente a frente;
V - O 1º Diác∴ transmite a Pal∴ no ouvido direito do 1º Vig∴ da mesma forma
que a recebeu e em seguida retorna ao seu lugar;
VI - Por sua vez, o 2º Diác∴, diretamente do seu lugar, vai até o 1º Vig∴, sobe
os degraus e o aborda pela sua direita (ombro direito);

43
VII - Ambos, frente a frente e sem Sin∴, o 1º Vig∴ dá no ouvido direito do
2º Diác∴ a Pal∴ Sagr∴ do mesmo modo como a recebeu;
VIII - De posse da Pal∴, o 2º Diác∴, obedecendo à circulação vai até o lugar
do 2º Vig∴, onde sobe o degrau e o aborda pela sua direita (ombro direito);
IX - Ambos, frente a frente e sem Sin∴, o 2º Diác∴ transmite no ouvido
direito do 2º Vig∴ a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma como recebeu, retornandoem
seguida ao seu lugar.
c. Justificativa:
De orientar a dinâmica ritualística inerente à transmissão da Palavra Sagrada
envolvendo as Luzes da Loja e os Diáconos. Essa transmissãonão tem o
mesmo sentido de um telhamento, porém é um ato importante
para a liturgia de abertura e encerramento dos trabalhos no REAA. Destaque-
se que os protagonistas desse ato são todos Mestres Maçons.

87. Abertura do Livro da Lei – Página 92 – 3.1 Abertura Ritualística – 1º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ vai ao Alt∴ dos JJur∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ [portando
seu bastão], que deve depois se colocar atrás do Orad∴. O Orad∴ abre o L∴
da L∴ tomando-o às mãos e lê o Salmo 133 [Oh! Quão bom e quão suave é
que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que
desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce para à orla das suas
vestes; é como o orvalho do Hermon, que desce sobre osmontes de Sião;
porque ali o Senhor ordena a sua benção e a vida para sempre]; coloca,
depois, sobre o L∴ da L∴ aberto, o Esq∴ e o Comp∴ na posição do Grau – o
Comp∴ com as ppont∴ voltadas para o Oc∴ e o Esq∴ por cima com as hhast∴
voltadas para o Oriente)”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, obedecendo a circulação, se dirige ao Orad∴. Ingressa no
Or∴ passando pela Col∴ do Norte;
II – Ao chegar ao lugar do Orad∴, o M∴ de CCer∴ nada pronuncia,
simplesmente presencialmente se apresenta para conduzi-lo ao Alt∴ dos JJur∴;
III – Conduzindo o Orad∴ o M∴ de CCer∴ vai à frente;
IV – O Orad∴, ao tomar o L∴ da L∴ às mãos, o faz naturalmente, sem qualquer
reverência ou movimentos de apresentação;
V – Os dois segmentos que compõem o Esquadro denominam-se “ramos”,
enquanto que os que compõem o Comp∴ chamam-se “hastes” – ramos voltados
para o Or∴ e hastes apontadas para o Oc∴.
c. Justificativa:
Explicar com mais detalhes os procedimentos ritualísticos de condução,

44
abordagem e postura para a abertura e leitura do L∴ da L∴. Também corrigiro
nome dos componentes do Esq∴ e do Comp∴ .

88. Retorno do Orador ao seu lugar – Página 92 – 3.1 Abertura


Ritualística –Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ saúda o Ven∴ Mestre e volta ao seu lugar acompanhando o M∴ de
CCer∴, que a seguir expõe o painel do grau e ocupa também o seu lugar)”.
b. Orientações:
I - O Orad∴ não saúda o Ven∴ Mestre nessa oportunidade, mas simplesmente
desfaz o Sin∴ de Or∴ pelo Sin∴ Gut∴;
II – O M∴ de CCer∴ ao expor o Painel, coloca-o naturalmente no suporte ou
dispositivo. Não existe a prática de levar o Painel ao alto na intenção de expô-
lo aos quadrantes da Loja;
III – O M∴ de CCer∴ ao expor (desvirar) o Painel deve antes deixar o seu bastão
no suporte apropriado que fica junto ao seu lugar.

89. Acendimento das Luzes Litúrgicas – Página 93 – 3.1 Abertura


Ritualística –1º explicativo:
a. Texto impresso no Ritual:
“(O Ven∴ Mestre e os VVig∴, obedecendo à ordem hierárquica, acendem suas
luzes. Em sendo velas, o M∴ de CCer∴fará o acendimento)”.
b. Orientações:
I – Luzes Litúrgicas são aquelas que correspondem às Luzes da Loja e que
vão acesas conforme o Grau nos candelabros de três braços que ficam sobre o
Altar ocupado pelo Venerável Mestre e sobre as mesas ocupadas pelos
Vigilantes respectivamente.
II – Sem nenhuma reverência, sendo as Luzes Litúrgicas lâmpadas elétricas, o
Ven∴ Mestre e os VVig∴, cada qual por sua vez, acende a sua Luz na ordem
seguinte: Ven∴ Mestre, 1º Vig∴ e 2º Vig∴.
III - Em sendo as Luzes Litúrgicas velas, o M∴ de CCer∴, de modo natural as
acenderá na mesma ordem;
IV – No REAA o acendimento das Luzes Litúrgicas não vem acompanhado de
nenhum cerimonial específico;
c. Justificativa:
De orientar procedimentos para o acendimento das Luzes Litúrgicas,
destacando a inexistência de qualquer cerimonial específico para tal.

90. Saudação, Bateria e Aclamação – Página 93 – 3.1 Abertura Ritualística


– 2ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:

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“A mim, meus IIr∴, pela Saud∴ (faz-se), pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclam∴
Huz∴ Huz∴ Huz∴ (executa-se)”.
b. Orientação:
Nesse ato faz-se a Saud∴ pelo Sin∴ do Grau e imediatamente, sem voltar ao
Sin∴ de Ord∴, executa-se a Bat∴ do Gr∴ batendo com a palma da mão direita
na palma da mão esquerda que fica à frente parada. Em seguida, volta-se ao o
Sin∴ de Ord∴ e prontamente aclama-se pronunciando: Huz∴! Huz∴! Huz∴!
c. Justificativa:
I - A aclamação é pronunciada em se “aclamando”.
II - Orientar também a execução da Bat∴ do Grau nessa ocasião (sem antes
voltar ao Sin∴).

91. Ingresso formal dos visitantes – Página 94 – 3.2 Entrada dos Visitantes
comFormalidade – 1º Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(A introdução de IIr∴ VVis∴ obedecerá o previsto neste Ritual)”.
b. Orientação:
Além das orientações previstas no Ritual (edição de 2009) em seu item 2.7
– Recepção de Autoridades e Portadores de Títulos de Recompensas,orienta-se
consultar o Regulamento Geral da Federação atualizado (vide-o in GOB
LEGIS), sobretudo no que diz respeito a ordem de precedência.

92. Pavilhão Nacional – Página 94 – 3.3 Entrada do Pavilhão Nacional – 2º


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Culto ao Pavilhão Nacional deve obedecer à Legislação pertinente, que
disciplina o respectivo cerimonial. O M∴ de CCer∴ designará dois IIr∴ para
com ele formarem a Guarda de Honra. Todos munidos de espadas)”.
b. Orientações:
I – Consultar o Decreto 1476/2016 que dispõe sobre o cerimonial para a
Bandeira Nacional;
II – Para a formação da Guarda de Honra sugere-se que dela façam parte,
além do M∴ de CCer∴, também os 1º e 2º Diáconos:
III – É de boa geometria que a preparação da Comissão de Recepção e
Retirada do Pavilhão Nacional se dê no átrio.
IV – São objetos indispensáveis para essa ocasião o número suficiente de
espadas e estrelas;
V – Os IIr∴ munidos de espadas, ao transitarem devem mantê-las emombro-
arma.
c. Justificativa:
Orientar e explicar procedimentos compatíveis com a solenidade do ato.

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93. Sessão Magna de Iniciação – Páginas 97 - [Link] Cerimonial de Iniciação:
a. Sugestões:
I – Sugere-se ao Ven∴ Mestre que logo após o ingresso do PavilhãoNacional
seja, na forma de costume, aberta a Ordem do Dia para que nela se processe o
cerimonial de Iniciação;
II – Havendo abertura da Ordem do Dia, a mesma será fechada logo após o
encerramento do Cerimonial de Iniciação (antes de fazer circular o Tr∴ de
Benef∴.
III – Sugere-se também a lavratura de uma ata para a Sessão Magna de
Iniciação, de tal forma que a mesma seja aprovada na próxima Sessão Ordinária
de Aprendiz. Da sua aprovação somente votarão aqueles que estiveram
presentes na Sessão Magna de Iniciação.
b. Justificativas:
I – Abertura da Ord∴ do Dia porque o andamento do Cerimonial de Iniciação
depende de votação (último parágrafo da página 97);
II – Lavratura de uma Ata para registrar a realização da Sessão Magna de
Iniciação.

94. Votação - Página 97 – [Link] Cerimonial de Iniciação – 5º parágrafo,


últimoexplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(as que aprovam fazem o sinal de costume)”.
b. Orientação:
Somente se manifestam os IIr∴ do Quadro da Loja.
c. Justificativa
Para que fique assegurado o direito da Loja após terem corridos todos os
procedimentos legais. Manifestam-se pelo Sinal de Costume somente os
aqueles que participaram do Escrutínio Secreto do Candidato - 1º explicativo
da página 56 do Ritual de 2009 determina que do Escrutínio só participem IIr∴
efetivos do Quadro da Loja. Assim também prevê o Art. 17, §único do RGF.

95. Busca do testamento e do questionário – Página 98 – [Link] Cerimonial


de Iniciação – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual;
“(O 1º Exp∴ vai ao Secr∴ que espeta na ponta da espada o(s) questionário(s) e
dirige-se à Câm∴ de Refl∴. Depois de obter as respostas do(s) C(C)and∴, volta
para dar conta de sua missão sendo-lhe franqueado o ingresso sem mais
formalidades O 1º Exp∴traz o(s) questionário(s) e o(s) testamento(s) espetados
naespada)”.
b. Orientações:

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I – O 1º Exp∴ se apresenta ao Secret∴ empunhando, com a mão direita, a
espada oferecendo-lhe a sua ponta;
II – O Secret∴, sentado espeta com cuidado na ponta da espada oquestionário
e o testamento a ser preenchido;
III – O 1º Exp∴ vai até a Câmara de Reflexão e traz de volta, e da mesmaforma
o questionário e o testamento preenchido;
IV – Ingressando sem formalidades, para entre CCol∴ com a espada àOrd∴ e
dá conta da sua missão;

96. Entrega do questionário e testamento ao Orad∴ - Página 98 – [Link]


Cerimonial de Iniciação – Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ faz a leitura do(s) testamento(s) e do(s) questionário(s))”.
b. Orientações:
I - O 1º Exp∴ vai até o Orad∴ e lhe entrega os documentos preenchidos
oferecendo-lhe a ponta da espada com os documentos;
II – O Orad∴, sentado retira os documentos para proceder à leitura; III – Por
sua vez o 1º Exp∴ retorna ao seu lugar;
IV – O portador da espada empunha-a com a mão direita e a conduz em
ombro-arma.

97. Preparação do Cand∴ pelo Exp∴ - Página 99 - [Link] Cerimonial de


Iniciação – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O 1º Exp, encapuzado vai à Cam∴ de Refl∴ e, antes de vendar os olhos do(s)
C(C)and∴, convida-o(s) a preparar(em)-se. Pede-lhe(s) que recolha, numa
sobrecarta resistente, seu dinheiro, joias, e tudo quanto seja de metal ou
represente valor; depois de contar tudo econferir o conteúdo, o(s) C(C)and∴
deve(m) fechar a sobrecarta e rubricá-la; é (são) então vendado(s). A seguir,
na Cam∴ de Refl∴, o(s) C(C)and∴ é(são) preparado(s) pelo Exp∴, que o(s)
ajuda aficar de camisa, com o peito e braço esquerdos desnudos; arregaça a
perna da calça do lado direito acima do joelho e o pé direito descalço ou, se
recomendável, calçado com uma alpercata ou chinelo)”.
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴ vai à Cam∴ de Refl∴ sem portar a espada;
II – Recolhe os metais do(s) C(C)and∴ que, nesse caso, representam objetos
de valor e não necessariamente a fivela do cinto;
III – Prepara o(s) C(C)and∴ como prevê o Ritual;
IV – Havendo mais do que um Cand∴, nunca mais do que três, providencia-se
auxiliares para o 1º Exp∴ de tal modo que cada Cand∴ tenha o seu guia; V – Os

48
auxiliares do 1º Exp∴ obrigatoriamente deve ser Mestres Maçons.
c. Justificativa:
Esclarecer tópicos inerentes a esse ato.

98. Bateria profana na porta - Página 99 - [Link] Cerimonial de Iniciação


– 4ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
COBR∴ (armando-se) – Batem profanamente à porta do Templo.
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Interno, em pé, empunha a espada com a mão direita em ombro-
arma (espada à Ordem);
II – Espada em ombro-arma (em pé, corpo ereto tendo a espada segura pela
mão direita com o punho na altura do quadril direito e respectivosbraço
e antebraço afastados do corpo com lâmina na vertical apontada paracima).
c. Justificativa:
Esclarecer procedimentos na execução do ato ritualístico.

99. Verificação de quem bate – Página 100 - [Link] Cerimonial de Iniciação


– 4ºparágrafo, 2º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Cobr∴ abre um pouco a porta e coloca cautelosamente a ponta da espada
no peito do Cand∴, dizendo em voz alta e áspera:)”.
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴ abre a porta mantendo-a entreaberta o suficiente para que
possa pousar a ponta da espada no peito do Cand∴;
II – Havendo mais do que um Cand∴, o Cobr∴ Int∴ pousa a ponta da
espada apenas no Cand∴ que estiver à dos demais;
III – Em todos os diálogos que virão a seguir, até a entrada do(s) C(C)and∴a
porta permanece entreaberta.
c. Justificativa:
O Ritual não menciona esses detalhes importantes.

100. Retirada da espada do peito do Cand∴ – Página 100 - [Link]


Cerimonial deIniciação – 6º parágrafo, explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Cobr∴ retira a espada e dá conta da resposta):”
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴ retira a ponta da espada do peito do Cand∴ e se coloca com
a espada à Ordem (ombro-arma);
II – A porta permanece entreaberta.

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101. Entrada do Candidato - Página 103 - [Link] Cerimonial de
Iniciação – 1ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Ven∴ (!) – Fazei entrar o Cand∴”.
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴ introduz o Cand∴ pelo eixo do Templo, colocando-o entre
colunas no extremo do Oc∴ e de frente para o Or∴;
II – O 1º Exp∴ se coloca à retaguarda do Cand∴;
II – Assim que o Cand∴ estiver posicionado apropriadamente, o Cobr∴ Int∴,
empunhando a espada em ombro-arma, fecha a porta e retoma o seu lugar;
III – Havendo mais do que um Cand∴, no máximo três, os demais se posicionam
à esquerda e a direita do primeiro Cand∴;
IV – O(s) guia(s) auxiliar(es) do 1º Exp∴ se mantém cada qual à retaguarda dos
seus conduzidos;
V – O 1º Exp∴ pode optar por colocar os três candidatos enfileirados sobre o
eixo do Templo. Nesse caso, o 1º Exp∴ e os seus auxiliares se posicionam
respectivamente à esquerda (norte) dos CCand∴;
VI – É apropriado que o M∴ de Harm∴ faça reproduzir durante ingresso do
Candidato(s) música condizente com um “pobre candidato”.
c. Justificativas:
I - Orientar procedimentos para o ingresso do(s) Candidato(s); II - Orientar
posicionamento dos protagonistas do ato litúrgico;III - Alertar para que não haja
ingresso de modo anti-horário.

102. Espada colocada no peito do Cand∴ pelo Exp∴ - Página 105


- 3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – Explicativo do 2º parágrafo após a pausa:
a. Texto editado no Ritual:
“(O 1º Exp∴ coloca-lhe(s) a ponta da espada sobre o peito, demodo que
o C(C)and∴ sinta(m))”.
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴, pelo lado Norte apanha a espada com a mão direita e a coloca
prudentemente sobre o lado esquerdo no peito do Cand∴
II – Havendo mais do que um Cand∴, o(s) outro(s) condutor(es) procede(m)tal
qual o 1º Exp∴ .

103. Espada retirada do peito do Cand∴ pelo Exp∴ - Página 106 -


3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – Explicativo do 1º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Retirar a espada)”.
b. Orientações:

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I – O 1º Exp∴ retira a espada descansando-a no lugar apropriado e volta a
posiciona à retaguarda do Cand∴;
II - Havendo mais do que um Cand∴, o(s) outro(s) condutor(es) procede(m) tal
qual o 1º Exp∴ .

104. Condução do Cand∴ à mesa do 1º Vig∴ - Página 109 - [Link]


Cerimonial deIniciação – Último parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“- Ir∴ 1º Exp∴, conduzi o(s) C(C)and∴ ao Altar do 1º Vig∴ e fazei-o(s)
ajoelhar(em)-se (com ambos os joelhos).”
b. Orientações:
I – Embora o texto ritualístico mencione “Altar do 1º Vig∴”, esse ocupa
“mesa”, não altar;
II – O 1º Exp∴ conduz o Cand∴ diretamente até a frente da mesa do 1º Vig∴
para que o mesmo ali se ajoelhe com ambos os joelhos;
III – Havendo mais do que um Cand∴, o seu condutor procederá da mesma
forma, posicionando o segundo ao lado do primeiro ou de modo que seja mais
conveniente;
IV – O condutor deve aguardar à Ordem após ter posicionado o Cand∴ em
genuflexão.

105. Oração – Página 110 - [Link] Cerimonial de Iniciação – Último


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(A leitura da Oração poderá ser feita pelo Ven∴ Mestre ou pelo 1ºVig∴)”.
b. Observação:
Sugere-se que a Oração seja proferida pelo 1º Vig∴
c. Justificativa:
Preservando a tradição, no passado operativo era apenas o 1º Vig∴ que proferia
a Oração em favor do admitido.

106. Retorno para entre CCol∴ – Página 112 - [Link] Cerimonial de


Iniciação –Explicativo do 3º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Exp∴ coloca o(s) C(C)and∴ entre CCol∴)”.
b. Orientações:
I – O Exp∴ providencia antes a colocação de cadeira para o Cand∴ sentar;
II – Havendo mais do que um Cand∴ (nunca mais do que três), coloca-se
número de cadeiras compatível à quantidade de CCand∴;
III – O Exp∴ deve atentar para que as cadeiras fiquem enfileiradas sobre
eixo do Templo;

51
IV – Por não se passar de uma para outra Col∴(cadeiras sobre o eixo) o(s)
C(C)and∴ e seu(s) guia(s) não precisa(m) efetuar a circulação;
V – O Exp∴ e o Cand∴, chegando entre CCol∴, ficam em pé aguardando
ordens.

107. Todos voltam a sentar – Página 112 - [Link] Cerimonial de Iniciação


–Explicativo depois de dadas as três percussões pelas LLuz∴:
a. Texto editado no Ritual:
“(Todos se sentam e os C(C)and∴ senta(m)-se entre CCol∴):”
b. Orientações:
I – Após a percussão dada pelo 2º Vig∴ todos se sentam;
II - Sentado o Cand∴, ou os CCand∴ se for o caso, o 1º Exp∴ e os seus
auxiliares também ocupam os seus lugares.
III - Havendo auxiliares para guiar os outros CCand∴, esses preferencialmente
tomam assento na primeira fileira da Col∴ do Norte próximo aos CCand∴ (essa
providência evita circulações desnecessárias).
c. Justificativas:
I – Determinar o momento em que todos sentam. Isso não está claro no Ritual;
II – Apontar procedimentos ritualísticos necessários para a ocasião.

108. Crença num Ente Supremo – Página 115 - [Link] Cerimonial de


Iniciação – 4ºparágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“- Credes num Ente Supremo?”
b. Orientação:
Se houver mais de um Cand∴, o Ven∴ Mestre deverá fazer essa pergunta acada
Cand∴ .

109. Perguntas ao Cand∴– Página 118 - [Link] Cerimonial de Iniciação


– 1º e 4ºparágrafo:
a. Textos editados no Ritual:
“CAND∴ - (responde livremente)”
b. Orientação:
I - Se houver mais do que um Cand∴, cada qual deverá dar a sua resposta;
II – Para tal o Ven∴ Mestre deverá perguntar a cada Cand∴, se for o caso.

110. Condução do Candidato ao Altar para a prova da Taça – Página 118


- 3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – Dois últimos explicativos:
a. Textos editados no Ritual:
(O M∴ CCer∴ conduz o Cand∴ ao Or∴, tendo tido o cuidado de,
caso haja mais de um, retira o(s) outro(s) do Templ∴).

52
(O M∴ CCer∴ volta ao seu lugar).
b. Orientações:
I – Se houver mais do que um Cand∴, nunca mais do que três, o Ven∴ Mestre
aguarda a retirada dos outros CCand∴ que deverão esperar na Salados PP∴ PP∴.
No Templo permanece apenas um Cand∴
II – O M∴ de CCer∴ (sem portar bastão) faz a condução dos outros CCand∴
para fora do Templo;
III – Durante a retirada todos devem respeitar silêncio absoluto;
IV– Feita a retirada, o M∴ CCer∴, obedecendo a circulação e sem portar o
bastão, conduz o Cand∴ que ficou até o Or∴ e o faz subir os degraus do sólio
pelo lado sul do Alt∴
V – O Ir∴ Sacrif∴ (1º Exp∴) se posiciona para receber o Cand∴
c. Observações:
I – Embora o último explicativo determine que o M∴ CCer∴ volte ao seu
lugar, recomenda-se que ele permaneça próximo ao Ir∴ Sacrif∴ para ajuda- lo
na retirada enérgica do Cand∴.
II – A prova da Taça Sagr∴ se realiza pelo lado Sul do Alt∴, justamente para
facilitar a retirada do Cand∴ em direção à Col∴ do Sul.
d. Justificativa:
I - Dar detalhes para execução da prova;
II – Alertar para que a prova seja individual. Havendo mais do que um Cand∴,
este(s) deve(m) aguardar fora do recinto da Loja.

111. O amargo e o doce - preparativos - Página 119 - [Link] Cerimonial


deIniciação – Primeiro e segundo explicativo do primeiro parágrafo:
a. Textos editados no Ritual:
(O Exp∴ - que é o Sacrif∴ - apresenta-lhe uma raça com água adocicada e
espera, pelo sinal que o Ven∴ Mestre deve fazer para dar a bebida ao Cand∴).
(Deve estar munido de um vidro com bebida amarga que despejarána taça,
depois de ter o Cand∴ bebido parte da água, sem que ele perceba).
b. Orientações:
I – Na execução da prova da Taça o Cand∴ fará uso de apenas uma taça;
II – Tantas serão o número de Taças conforme o número de CCand∴
(nunca mais do que três CCand∴);
III – O Sacrif∴ entrega a taça já abastecida com quantidade razoável de
bebida doce, na mão direita do Cand∴ e o faz aproximá-la dos lábios;
IV – O Sacrif∴, na hora aprazada, fará com que o Cand∴ dê um gole da
bebida doce, porém sem sorver todo o conteúdo da Taça;
V – O Cand∴ depois de sorver a bebida doce não deve ainda largar a Taça
– a mantém segura pela mão direita;

53
VI – Em seguida, sem que o Cand∴ nada perceba, o Sacrif∴ coloca uma
generosa quantidade da bebida amarga na Taça;
VII – No momento propício o Sacrif∴ faz o Cand∴ esgotar o conteúdo
da Taça bebendo todo o líquido amargo de uma só vez;
VIII – O Sacrif∴ deve controlar a quantidade de bebida que é colocada
na Taça, fazendo com que os conteúdos sejam suficiente para atender os
propósitos ritualísticos da prova;
XIX – Salvo a fala dos protagonistas a Loja permanece em total silêncio durante
a prova.
c. Justificativa:
I – Esclarecer detalhes para a execução da prova;II – Estabelecer padronização
para o ato.

112. Prova da Taça Sagrada - Página 119 - [Link] Cerimonial de


Iniciação –Primeiro e segundo parágrafo do Juramento e o explicativo relativo.
a. Texto do explicativo editado no Ritual:
(O Ven∴ Mestre faz sinal para que se lhe dê a bebida adocic∴).
b. Orientações:
I – Sugere-se que o Ven∴ Mestre fique em pé nesse momento;
II – O Ven∴ Mestre ao fazer o sinal deve dar tempo suficiente para que o
Sacrif∴ faça com que o Cand∴ beba e sinta a bebida adocic∴;
c. Justificativa:
Orientar a execução do procedimento.

113. Continuação da Prova da Taça Sagrada - Página 119 - [Link]


Cerimonial de Iniciação – Terceiro parágrafo do Juramento e o explicativo
relativo.
a. Texto do explicativo editado no Ritual:
(faz-lhe beber novamente, agora já com o amargo).
b. Orientação:
I – Nesse momento, o M∴ de CCer∴ e outros auxiliares, se for ocaso, se
aproximam do Cand∴ e do Sacrif∴;
II – O Sacrif∴ faz o Cand∴ sorver todo o conteúdo amargo e imediatamente
retira das suas mãos a Taça.
c. Justificativa:
Expor explicações que não se encontram no Ritual.

114. Prova da Taça – Retirada do Candidato – Página 120 - [Link]


Cerimonial deIniciação – Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O M∴ CCer∴ com dois outros IIr∴ já orientados, retiram rapidamente o

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Cand∴ alertando-o para a descida dos degraus, segurando-o, com cuidado,
pelos braços, com ambas as mãos na altura das axilas, colocando entre
CCol∴, salvo se houver maisde um, caso em que deve ser retirado do Templ∴.
No final, são reunidos, novamente, entre CCol∴).
b. Orientações:
I – Os auxiliares do M∴ CCer∴ para a retirada do Cand∴ devem ser
previamente determinados.
II – Não é obrigatória a solicitação de auxiliares. Em sendo possível e
prudente, apenas o M∴ CCer∴ pode, com cuidado retirar o Cand∴.
III – Sendo apenas um Cand∴, o Sacrif∴ (1º Exp∴) pode auxiliar na retirada e
em seguida permanecer com ele entre CCol∴;
IV – Sendo apenas um Cand∴, após a sua retirada para entre CCol∴, o M∴
CCer∴ retorna ao seu lugar, enquanto o 1º Exp∴ (agora o Terrível) fica juntoao
Cand∴;
V- Havendo mais do que um Cand∴, o Sacrif∴ permanece junto ao Alt∴ paraa
repetição dos procedimentos até o último Cand∴;
VI – Na retirada do Cand∴, havendo mais do que um, o M∴ CCer∴ retira para
fora do Templo o que acabou de passar pela prova e conduz até o Alt∴o seguinte
que aguarda no lado de fora;
VII – A retirada do Cand∴ deve ser abrupta e enérgica, porém sem ferir a sua
integridade física;
VIII – O Cand∴ é sempre retirado pela Col∴ do Sul e o que ingressa vem pela
Col∴ do Norte.
IX – Concluída a prova o(s) (C)Cand∴ é(são) colocado(s) entre CCol∴ (o M∴
CCer∴ auxilia nos procedimentos);
X – Entre CCol∴, a(s) cadeira(s) que servia(m) de assento ao(s) C(C)and∴
discretamente é(são) substituída(s) por banco(s) sem encosto;
XI – O Cand∴ e o seu guia permanecem entre CCol∴ em pé até que lhes seja da
a ordem para sentar.
c. Justificativa:
Pela falta de esclarecimento no ritual, explicar os procedimentos ritualísticos
para o momento.

115. Banco de Reflexão - Página 122 - [Link] Cerimonial de


Iniciação – Últimoexplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Exp∴ - que é o Ter∴ - faz o(s) C(C)and∴ dar(em) um giro em torno de si
mesmo, o o(s) assenta no Banco das RRefl∴ que é um banco comum, sem
encosto).
b. Orientações:

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I – O silêncio deve ser absoluto;
II – O giro que o 1º Exp∴ faz o Cand∴ dar em torno de si mesmo tem a função
de desorienta-lo, portanto o Exp∴ deve fazer com que esse objetivo seja
alcançado;
III – O 1º Exp∴, depois de fazer o(s) (C)Cand∴ sentar(em) no Banco de Refl∴,
ocupa o seu lugar;
IV – Estando o(s) (C)Cand∴ sentado(s) para a reflexão, o Ven∴ Mestre não deve
se precipitar, porém deve dar um tempo aproximado de um minuto para o(s)
(C)Cand∴ refletir(em);
c. Observação:
O ritual menciona Banco das RRefl∴, entretanto o mesmo é de Refl∴, no
singular. O Cand∴ faz uma reflexão sobre a situação.

116. Primeira Viagem - Página 123 - [Link] Cerimonial de Iniciação


– Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Exp∴ conduz o(s) C(C)and∴ e o(s) faz percorrer um caminho difícil e cheio
de obstáculos. Enquanto dura a viagem, altera-se o silêncio da Loja, imitando
o trovão, o que cessa, desde que o(s) C(C)and∴ chegue(em) ao Alt∴ do 2º Vig∴,
onde o Exp∴ bate três pancadas com a palma da própria mão aberta).
b. Orientações:
I – Tantos deverão ser os guias conforme o número de CCand∴;
II – Auxiliares do 1º Exp∴ na condução dos CCand∴ deverão ser Mestres
Maçons:
III – Havendo mais C(C)and∴, o 1º Exp∴, conduzindo um deles vai à frente.
Os demais, cada qual conduzido pelo seu guia, seguem o primeiro Cand∴;
IV – O 1º Exp∴ se posiciona a esquerda do Cand∴ para conduzi-lo na
Viagem, enquanto que os demais (se for o caso) tomam a mesma atitude:
V – Para conduzir o Cand∴, o 1º Exp∴, com a sua mão direita segura a mão
esquerda do Cand∴;
VI – O trajeto da 1º Viagem se dá em se simulando um caminho tenebrosoe
cheio de obstáculos;
VII – Para cumprir esse trajeto o 1º Exp∴ parte de entre CCol∴ conduzindo
o Cand∴ pela Col∴ do Norte, atravessa para a Col∴ do Sul por entre a retaguarda
do Painel e o limite com o Or∴, vai até a mesa ocupada pelo 2º Vig∴ e o aborda
pela sua direita (ombro direito);
VIII – Durante a 1ª Viagem o M∴ de Harm∴ fará soar ruídos que imitam
trovões numa tempestade, cujos quais cessarão imediatamente assim queo 1º
Exp∴, conduzindo um Cand∴, atingir a mesa do 2º Vig∴;
IX – Ao chegar no lugar do 2º Vig∴ com o Cand∴, o 1º Exp∴ se detém, faz o

56
Cand∴ o aguardar e em seguida dá sobre a mesa três pancadas com a palma da
sua mão direita aberta;
X – Havendo mais do que um Cand∴, os demais, acompanhados dos seus
guias, aguardam nas proximidades até que o primeiro Cand∴ tenha recebido
autorização para passar - individualmente cada Cand∴deve pedir passagem.
XI – Os obstáculos mencionados na Viagem são apenas de caráter simbólico e
não existem materialmente, portanto é vedada a colocação de quaisquer objetos
e outros apetrechos para servirem de obstáculo físico no trajeto do Cand∴. Cabe
apenas ao 1º Exp∴ simular com o Cand∴ um percurso por caminhos tortuosos.
Havendo outros CCand∴ os seus guias acompanham o 1º Exp∴ nos
procedimentos;
XII – O 2º Vig∴, ao colocar o malhete no peito do Cand∴, o faz estando em
pé e procede com energia, porém sem brutalidade.
c. Justificativa:
Os itens enumeram procedimentos e esclarecimentos necessários para a
execução da liturgia da 1ª Viagem. Muitas dessas orientações não constamno
Ritual e carecem de explicações.

117. Retorno do Cand∴ da 1ª Viagem para entre CCol∴ - Página 124


- 3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – Explicativo após o 5º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Exp∴ conduz o(s) C(C)and∴ e fica com ele(s) entre CCol∴).
b. Orientações:
I – Obtendo do 2º Vig∴ a autorização de passagem, o 1º Exp∴ conduz o Cand∴
dali diretamente para entre CCol∴ e próximo à porta;
II – O 1º Exp∴ continua a adotar a mesma postura assumida na viagem, istoé,
com a sua mão direita conduz o Cand∴ pela sua mão esquerda;
III- Ao chegar entre CCol∴ o 1º Exp∴ coloca o Cand∴ de frente para o Or∴
sobre o equador do Templo e se posiciona a sua esquerda (norte) mantendo-o
ainda seguro pela mão – ambos aguardam em pé;
IV – Assim também procede(m) o(s) guia(s) auxiliar(es) do 1º Exp∴ na hipótese
de existir mais do que um Cand∴;
V – O M∴ CCer∴ deve discretamente substituir o(s) assento(s) do(s) C(C)and∴
retirando a(s) banqueta(s) e colocando cadeira(s).
c. Justificativa:
Orientar etapas e práticas para esse procedimento pela falta de melhor
esclarecimento no Ritual.

118. Cand∴ toma assento no retorno da 1ª Viagem - Página 125 - [Link]


Cerimonial de Iniciação – 1º Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:

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(Depois o Exp∴ faz o(s) C(C)and∴ sentar(em)-se entre CCol∴).
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴ faz o Cand∴ sentar e ocupa o seu lugar novamente;
II – Se houver mais do que um Cand∴, os seus auxiliares também assim
procedem.
c. Justificativa:
Orientar o 1º Exp∴ e seu(s) auxiliar(es), se for o caso, para que tomem seus
assentos – o Ritual nada menciona a respeito.

119. 2ª Viagem - Página 126 - [Link] Cerimonial de Iniciação – Explicativos:


a. Textos editados no Ritual:
(O Exp∴ faz o(s) C(C)and∴ dar(em) a volta no Templo, percorrendo um
caminho mais plano, e dirige-se ao altar do 1º Vig∴).
(Durante a Viagem, faz-se ouvir, de todos os lados, o tinir deespadas, o que
cessará quando o(s) C(C)and∴ chegar(em) ao altardo 1º Vig∴, onde o Exp∴
bate três pancadas como na 1ª viagem).
b. Orientações:
I – Tantos deverão ser os guias (auxiliares) conforme o número de CCand∴;
II – Havendo mais do que um Cand∴, os demais, conduzidos pelos seus guias,
seguem o 1º Exp∴ e o Cand∴ que vai à frente;
III – Na condução da 2ª Viagem o 1º Exp∴ se posiciona a esquerda do Cand∴.
Havendo mais CCand∴, os auxiliares do 1º Exp∴ tomam a mesma atitude;
IV – O 1º Exp∴, com a sua mão direita, conduz o Cand∴ pela sua mão esquerda
tal como fizera na 1ª Viagem;
V – O trajeto da 2ª Viagem se dá por um caminho mais tranquilo e livre de
obstáculos;
VI – Para cumprir esse trajeto o 1º Exp∴ parte de entre CCol∴ com o Cand∴
pela Col∴ do Norte, atravessa para a Col∴ do Sul por entre a retaguarda do
Painel e o limite com o Or∴, percorre a Col∴ do Sul em direção à porta e em
seguida novamente ingressa na Col∴ do Norte, o que o faz passando pelo espaço
entre a porta e a frente do Painel. Ingressando no Norte com o Cand∴, vai até a
mesa ocupada pelo 1º Vig∴ abordando-o pela sua direita (ombro direito);
VII – Durante a 2ª Viagem o M∴ de Harm∴ fará soar ruídos que se comparam
ao tilintar de espadas em combate. Os ruídos cessamimediatamente assim
que o 1º Exp∴ e o Cand∴ atingirem a mesa do 1º Vig∴;
VIII – Ao chegar no lugar do 1º Vig∴, o 1º Exp∴ se detém e deixa o Cand∴
dando em seguida, sobre a mesa, três pancadas com a palma da sua mão direita
aberta;
IX – Havendo mais do que um Cand∴, os demais, acompanhados dos seus
condutores, aguardam nas proximidades até que o primeiro Cand∴ tenha

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recebido autorização para passar - individualmente cada Cand∴ deve pedir
passagem;
X – O 1º Vig∴, ao colocar o malhete no peito do Cand∴, o faz estando em
pé procedendo com energia, porém sem brutalidade.
c. Justificativa:
Esclarecer e detalhar procedimentos que não constam no ritual.

120. Purificação pela Água - 2ª Viagem - Página 127 - [Link] Cerimonial


deIniciação – Explicativos:
a. Textos editados no Ritual:
(O 2º Exp∴ leva o(s) C(C)and∴ até o Mar de Bronze, localizado a Sudeste, onde
o 1º Exp∴ introduz-lhe as mãos e as enxuga, depois, com uma toalha branca).
(É(São) o(s) mesmo(s) conduzidos para entre colunas).
b. Observação:
Em que pese o texto mencionar o 2º Exp∴ na condução do Cand∴ até o Mar
de Bronze, há um equívoco de impressão. O condutor que pediupassagem foi o
1º Exp∴. Nesse caso, o 2º Exp∴ aguarda junto ao Mar de Bronze para proceder
a purificação.
c. Orientações:
I – O 2º Exp∴ se dirige até o Mar de Bronze e aguarda;
II – Junto ao Mar de Bronze deverá existir uma toalha branca e um recipiente
(uma bilha) com água limpa. Nela deve haver água suficientepara purificar
mais de um Cand∴, se for o caso. Assim também deve existir para cada Cand∴
uma toalha branca.
III – Obtida a permissão de passagem, o 1º Exp∴, conduzindo o Cand∴, passa
pela Col∴ do Norte, ingressa no Sul, e vai até o Mar de Bronze – havendo mais
do que um Cand∴ os demais são conduzidos pelos seus guias da mesma forma;
IV – Chegando ao destino, o 1º Exp∴ faz com que o Cand∴ coloque suas mãos
dentro do Mar de Bronze, tendo o cuidado para que também oantebraço direito
do Cand∴ esteja desnudo;
V – O 2º Exp∴ então, se servindo do recipiente com água limpa, despeja a
mesma delicadamente e o suficiente de tal modo que a água escorra pelos
antebraços até as mãos do Cand∴ e se depositem dentro do Mar de Bronze
- o 2º Exp∴ deve atentar para a quantidade de água utilizada, levando em conta
a existência de mais de um Cand∴;
VI – Concluída a purificação, o 2º Exp∴, munido da toalha branca enxugaas
mãos e antebraços do Cand∴;
VII - O1º Exp∴ então conduz o Cand∴ pela sua mão esquerda
novamente para entre CCol∴ e lá permanece com ele – ambos ficam em pé;
VIII – Havendo mais do que um Cand∴, cada um, individualmente deve

59
passar pelo procedimento completo da purificação pela água;
IX – Durante cada purificação o M∴ de Harm∴ faz reproduzir ruídos como o
quebrar na praia das ondas do mar;
X – Ao fim, o 2º Exp∴ volta para o seu lugar.
d. Justificativa:
I – Corrigir a inversão de ofício dos EExp∴;
II – Dar explicações e orientar procedimentos que não constam no Ritual.

121. Cand∴ toma assento após a Purificação pela Água - Página 127 -
3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – 5º parágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
- Ir∴ Terr∴, fazei o(s) C(C)and∴ sentar(em)-se.
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴ faz o Cand∴ sentar entre CCol∴;
II – O 1º Exp∴ em seguida retoma o seu lugar em Loja;
III – Na hipótese de haver mais do que um Cand∴, o(s) auxiliar(es)procede(m)
da mesma forma.
c. Justificativa:
Orientar o procedimento por não constar no Ritual.

122. 3ª Viagem - Página 128 - [Link] Cerimonial de Iniciação – Último


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Exp∴ faz o(s) C(C)and∴ percorrer(em) um terreno sem obstáculo, não se
ouvindo o menor ruído, e depois faz subir os degraus do Trono, onde tem
assento o Ven∴ Mestre, e aí bate três pancadas como nas viagens anteriores).
b. Orientações:
I – Tantos serão os guias (auxiliares) conforme o número de CCand∴;
II – Havendo mais do que um Cand∴, os demais, conduzidos pelos seus guias,
seguem o 1º Exp∴ e o Cand∴ que vai à frente;
III – Na condução da 3ª Viagem o 1º Exp∴ se posiciona a esquerda do Cand∴.
Havendo mais C(C)and∴ os auxiliares do 1º Exp∴ o seguem tomando a mesma
atitude;
IV – O 1º Exp∴, com a sua mão direita, conduz o Cand∴ pela sua mão esquerda
tal como fizera nas outras viagens;
V – O trajeto da 3ª Viagem se dá por um caminho absolutamente tranquiloe
sem que haja qualquer ruído ou música – o momento exige silêncio total.
VI – Para cumprir esse trajeto o 1º Exp∴ faz o giro completo. Partindo de
entre CCol∴, percorre com o Cand∴ a Col∴ do Norte, do Sul e do Norte
novamente, ingressa no Or∴ e sobe pelo norte do Altar os três degraus que

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levam ao sólio abordando o Ven∴ Mestre pela sua direita (ombro direito);
VII – Ao chegar no Alt∴ ocupado pelo Ven∴ Mestre, o 1º Exp∴ se
detém e deixa o Cand∴, dando em seguida, sobre o altar, três pancadas com a
palma da sua mão direita aberta;
VIII – Havendo mais do que um Cand∴, os demais aguardam abaixo do
sólio até que o primeiro Cand∴ tenha recebido autorização para passar -
individualmente cada Cand∴ deve pedir passagem;
IX – O Ven∴ Mestre, ao colocar o malhete no peito do Cand∴, o faz estandoem
pé e com energia, porém sem brutalidade.
c. Justificativa:
I – Orientar o trajeto completo da 3ª Viagem;
II – Explicar o lado de abordagem no Altar;

123. Purificação pelo Fogo - Página 129 - [Link] Cerimonial de


Iniciação – ÚnicoExplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Exp∴ desce com o(s) C(C)and∴ e, antes de chegar(em) entre CCol∴, o(s)
faz passar três vezes pelas chamas, ajudado pelo M∴ de CCer∴.
O(s) C(C)and∴ depois senta(m)-se entre CCol∴.O Exp∴ volta ao seu lugar).
b. Orientações:
I – O 1º Exp∴, segurando a mão esquerda do Cand∴, desce os degraus do sólio
e se dirige à saída do Or∴ a sudeste;
II – O M∴ de CCer∴, no seu lugar, em pé, e tendo às mãos uma vela acesa,
aguarda o 1º Exp∴ com o Cand∴;
III – O 1º Exp∴ faz o Cand∴ sair do Or∴ ingressando na Col∴ do Sul;
IV – Em frente ao M∴ de CCer∴ ambos param e o Cand∴ é posicionado de
modo a ficar frente a frente com o M∴ de CCer∴;
V – O 1º Exp∴ então posiciona as mãos do Cand∴ com as palmas voltadas para
baixo e voltadas para o M∴ de CCer∴;
VI – Assim posicionado o Cand∴, o M∴ de CCer∴, cautelosamente e sem ferir
o protagonista, passa a uma distância que apenas aqueça as mãos do Cand∴, a
chama purificadora por três vezes;
VI – No ato da purificação pelo fogo, o M∴ de CCer∴ e o Cand∴ permanecem
no mesmo lugar, isto é, a chama é passada pelas mãos do Cand∴ por três vezes
sem que ele saia do lugar;
VII – Concluída a purificação, o 1º Exp∴ conduz o Cand∴ pela sua mão
esquerda até entre CCol∴, o faz sentar e em seguida também retoma o seu lugar
em Loja;
VIII – Havendo mais do que um Cand∴, todos individualmente passam pela
purificação e da mesma forma como ocorrera com o primeiro Cand∴. Ao final

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todos voltam para entre CCol∴ e sentam-se.
IX – Concluída a sua missão o M∴ de CCer∴ discretamente apaga a chama
utilizada para a purificação, sem nenhuma cerimônia, e volta asentar.
ATENÇÃO – Além da chama produzida por uma vela comum acesa, é
expressamente proibida a utilização de objetos, utensílios e similares que
produzam chamas que possam colocar em risco a integridade física dos
presentes. É vedada a utilização de sprays e aerossóis para avivarem a
chama da vela.
c. Justificativa:
I – Esclarece procedimentos pertinentes à purificação pelo fogo que o Ritual
não menciona;
II – O termo “antes de chegar entre CCol∴ o faz passar três vezes pelas
chamas” não significa lugares diferentes para a purificação. Ela se dá por três
vezes no mesmo lugar(parado) antes de chegar entre CCol∴ .

124. Aproximação e preparação do Cand∴ para o Jur∴ - Página


131 - 3.4.1.2Cerimonial de Iniciação – Explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O M∴ de CCer∴ leva o(s) C(C)and∴ ao Alt∴ dos JJur∴, o(s) qual(is)
ajoelha(m)-se com o j∴ esq∴, pondo a m∴ dir∴ sobre a Bíblia, que deve ser
sobreposta somente com o Esq∴ e o Comp∴. Coloca na m∴ esq∴ um outro
Comp∴, que o(s) C(C)and∴ apoiará(ão) no lado esq∴ do peito. O M∴ de CCer∴
conserva-se por trás e à Ord∴).
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ se posta a esquerda do Cand∴ e o conduz pela sua mão
esquerda até o Alt∴ dos JJur∴ onde o faz ajoelhar-se;
II – O Cand∴ diante do Alt∴ dos JJur∴, auxiliado pelo seu condutor, coloca o
seu joelho esquerdo no chão tendo a sua mão direita espalmada sobre o Esq∴,
o Comp∴ e o L∴ da L∴, tomando o cuidado para manter em ordem (arrumados)
os instrumentos simbólicos;
III – O M∴ de CCer∴ coloca, ainda na mão esquerda do Cand∴, um outro
Comp∴ aberto em 45º, o qual deverá apoiar uma das suas pontas no lado
esquerdo do seu peito, enquanto que a outra ponta fica voltada para cima;
IV – Na hipótese de haver mais do que um Cand∴, os demais, igualmente
conduzidos pelos seus guias, ladeiam o primeiro Cand∴ e como ele se
posicionam diante do Alt∴ dos JJur∴. Com a mão direita espalmada, os
demais CCand∴ a colocam respectivamente sobre a mão do primeiro Cand∴.
Cada um deles também terá na sua mão esquerda um Comp∴ aberto em 45º
colocado sobre o seu peito esquerdo.
V – Posicionado o Cand∴ no Alt∴ dos JJur∴, o M∴ de CCer∴ se coloca na sua

62
retaguarda à Ord∴. Do mesmo modo o(s) auxiliar(es) na hipótese de haver mais
do que um Cand∴.
c. Observação:
A(s) cadeira(s) que o(s) C(C)and∴ ocupava(m) quando entre CCol∴ é(são)
retirada(s) por um Ir∴ previamente determinado – sugere-se o 2º Exp∴.
d. Justificativas:
I – Detalhar os procedimentos ao posicionar o(s) C(C)and∴ paraprestar(em)
o(s) seu(s) J(J)ur∴;
II – Orientar para a retirada da(s) cadeira(s) colocada(s) para até então para
servir(em) de assento para o(s) C(C)and∴.

125. Juramento - Página 132 - [Link] - Cerimonial de Iniciação.


a. Orientações:
I – Sem sair do seu lugar, o Ven∴ Mestre, obedecendo as pausas do texto,
dita de modo audível e pausado o escrito do Jur∴;
II – O Cand∴ repete em alto e bom tom cada parte do texto ditado pelo
Ven∴;
III – Havendo mais do que um Cand∴, cada um ao mesmo tempo repete o
texto ditado pelo Ven∴ Mestre;

126. Retirada e ingresso do Cand∴ após o Jur∴para o FAÇA-SE


A LUZ - Página133 - [Link] Cerimonial de Iniciação - Explicativos.
a. Texto editado no Ritual:
(Após o retorno, o(s) C(C)and∴ [ainda vendado(s)] em companhia do M∴ de
CCer∴ se coloca(m) entre CCol∴. Os MMest∴ que ocupam as CCol∴ ficam em
pé, e com as espadas voltadas para o(s) C(C)and∴, segurando-as com a mão
direita).
(O Templo é apenas iluminado com luz tênue).
b. Orientações p/retirada do Cand∴:
I – O M∴ de CCer∴ retira o Comp∴ da mão do Cand∴ e o ajuda a ficar em pé.
Se for o caso, arruma a disposição das LLuz∴ EEmbl∴ sobre o Alt∴ dos JJur∴.
Sugere-se que o compasso retirado da mão do Cand∴ seja colocado sobre o Alt∴
ocupado pelo Ven∴ Mestre;
II – Em seguida o M∴ de CCer∴ conduz o Cand∴ para fora do Templo até um
lugar apropriado para que ele recomponha as suas vestes;
III – Havendo mais do que um Cand∴, o respectivo guia procede do mesmo
modo como fez o M∴ de CCer∴.
IV – Enquanto o(s) C(C)and∴ se recompõe(m) fora do Templo, o 2º Exp∴
organiza os procedimentos dentro do Templo para o retorno do(s) C(C)and∴,
providenciando:

63
a. Distribuição de espadas apenas aos Mestres que ocupam a fileira da
frente nas CCol∴;
b. Os Mestres recebem as espadas e permanecem sentados nos seus lugares;
c. No REAA não existe a formação do semicírculo com IIr∴ apontando
espadas para o Cand∴. As espadas serão apontadas diretamente das
CCol∴ pelosMestres que as receberam para essa finalidade;
d. Apagam-se as luzes permanecendo o Templo iluminado em penumbra.
As três luzes litúrgicas (dos três candelabros de três braços) não se
apagam. Também podem permanecer acesas, se necessário for, as luzes
auxiliares que ficam sobre as mesas do Orad∴, Secret∴, Tes∴ e Chanc∴;
e. Sugere-se música apropriada para o momento em que a venda é
retirada do Cand∴. O M∴ de Harm∴ é o encarregado desse ofício e deve
estar preparado para tal;
V – Estando tudo pronto e o Templo já em penumbra, o Cand∴, ainda vendado,
é reintroduzido no Templo pelo M∴ de CCer∴ que o posiciona entre CCol∴, de
frente para o Or∴ e próximo à porta no extremo do Oc∴. O M∴ de CCer∴ se
coloca à retaguarda do Cand∴;
VI – Havendo mais do que um Cand∴ (nunca mais do que três), os mesmos
serão colocados a esquerda e a direita do primeiro Cand∴ , ficando os seus
respectivos guias à retaguarda dos seus conduzidos;
VII – O Cobr∴ Int∴ fecha a porta e as luzes auxiliares, caso estejam acesas,
são apagadas. Neste momento permanecem acesas apenas as luzes litúrgicas (as
dos candelabros de três braços). As luzes litúrgicas não se apagam.
c. Observação:
I - Em que pese a o Ritual na página 134 determinar que as luzes auxiliares
que ficam junto ao Orad∴, Secret∴, Tes∴ e Chanc∴ devam permanecer acesas
durante o ato do “Faça-se a Luz”, isso não é apropriado. Luzes auxiliares não
são iniciáticas. Só devem ficar acesas nesse momento aquelas situadas nos
candelabros que ficam junto ao Ven∴ Mestre e aos VVig∴ (luzes litúrgicas);
II – Em que pese o Ritual orientar para que as luzes sejam apagadas instantes
antes do “Faça-se a Luz” (página 134), é mais apropriado queisso seja
feito um pouco antes, isto é, durante os preparativos para areintrodução
do Cand∴. Como consta no Ritual, o momento é inadequado porque se
contrapõe ao ritmo ritualístico e sequencial dos golpes de malhete e dos
comandos do Ven∴ Mestre.
d. Justificativa:
Complementar instruções que não constam no ritual e ordenar a sequência
ritualística. Explicar procedimentos.

127. FAÇA-SE A LUZ - Páginas 133, 134 e 135 - [Link] Cerimonial


de Iniciação.

64
a. Orientações:
I – O Ven∴ Mestre determina que todos fiquem à Ordem. Nesse momento os
Mestres que ocupam a fileira da frente das Col∴ Norte e Sul, sem sair dolugar,
apontam as espadas em direção do(s) C(C)and∴
II – O Ven∴ Mestre dá sequência aos procedimentos, no que é acompanhado
nas pancadas de malhete pelos VVig∴;
III – As pancadas, em séries de três, devem ser compassadas em tempos iguais;
IV – À pancada final da última série, dada pelo 2º Vig∴, o M∴ de CCer∴, pela
retaguarda faz cair a venda do Cand∴. Havendo mais do que um Cand∴, o(s)
guia auxiliar(es) procede tal como fez o M∴ de CCer∴;
V – O M∴ de CCer∴, ao retirar a venda do Cand∴, o faz suavemente. Havendo
mais do que um Cand∴ deve haver sincronia na retirada das vendas;
VI – Concomitante a última pancada dada pelo 2º Vig∴ e a queda da venda
do(s) C(C)and∴, o M∴ de Harm∴ faz soar música compatível com o momento.
Acendem-se todas as luzes do Templo;
VII – O Ven∴ Mestre, antes de prosseguir, deve dar tempo para que o(s)
C(C)and∴ habitue a sua visão ao recinto e observe o ambiente, em particular as
espadas para ele(s) apontada(s);
VIII – Após o Ven∴ Mestre ter solicitado que os IIr∴ baixem as espadas, os
mesmos, sem displicência, as mantêm em ombro-arma.
b. Justificativa:
Acrescentar explicações que não constam no ritual. Ordenar os procedimentos.

128. Condução do(s) Neófito(s) para a constituição do Aprendiz


(Consagração do Candidato) - Páginas 135 - [Link] Cerimonial de Iniciação
– Penúltimo explicativo.
a. Texto editado no Ritual.
(O M∴ de CCer∴ conduz o(s) N(N)eóf∴ até o Alt∴ dos JJur∴; chegando a este,
ele ajoelha-se com o j∴ dir∴, tendo a m∴ dir∴ sobre o L∴ da L∴).
c. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ conduz o(s) N(N)eóf∴ pelo Norte até o Alt∴ dos JJur∴;
II – Na hipótese de haver mais do que um Neóf∴, a partir de agora o M∴ de
CCer∴ passa a ser o único condutor. Os guias auxiliares retornam para os seus
lugares.
III – Desvendado(s), o(s) N(N)eóf∴ segue(m) o M∴ de CCer∴ que vai à frente;
IV – Chegando ao Alt∴ dos JJur∴ o M∴ de CCer∴ faz o(s) N(N)eóf∴ se
ajoelhar(em) com o(s) seu(s) joelho(s) esquerdo(s);
V – Ajoelhado(s), o(s) N(N)eóf∴ coloca(m) a (s) sua(s) mão(s) direita(s) sobre
o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴;
VI – O M∴ de CCer∴, à Ord∴, permanece próximo do Alt∴ dos JJur∴ para

65
auxiliar nos procedimentos;
VII – O Ir∴ Port∴ Esp∴ se aproxima com a Esp∴ Flamej∴;
VIII – O Ven∴ Mestre, empunhando o malhete, desce os degraus pelo
lado sul do sólio e se coloca junto ao Alt∴ dos JJur∴ de frente para o(s)
N(N)eóf∴;
d. Observações:
Embora o Ritual mencione no explicativo que o Neóf∴ deva se ajoelhar como
seu joelho direito, essa afirmativa está incorreta. Tal como no juramento, oagora
N(N)eóf∴ coloca o seu joelho esquerdo no chão, não o direito;
e. Justificativa.
Orientar procedimentos para a execução do ato. O Ritual não detalha as práticas.
Corrigir o equívoco do joelho direito. No 1º Grau a genuflexão é feita com o
joelho esquerdo.

129. Consagração (Constituição do Aprendiz) - Páginas 135 e 136 -


[Link] Cerimonial de Iniciação – Explicativos.
a. Textos editados no Ritual.
(O Ven∴ Mestre, segurando a Espada Flamejante, estende-a sobre a(s)
cabeça(s) do(s) N(N)eóf∴).
(O Ven∴ Mestre bate com o malhete sobre a lâmina da espada –
ooo).
b. Orientações.
I – O M∴ de CCer∴ ajuda o Ven∴ Mestre segurando o ritual para a leitura do
texto da Consagração;
II – O Ven∴ Mestre toma com a sua mão esquerda a Esp∴ Flamej∴ e posiciona-
a sobre a cabeça do Neóf∴, porém sem nele tocar (a Esp∴ não deve tocar na
cabeça do Neóf∴);
III – O Ven∴ Mestre lê o texto da Consagração, constitui o Aprendiz e em
seguida bate três vezes com o malhete sobre a lâmina;
IV – Havendo mais do que um Neóf∴ o Ven∴ Mestre repete a bateria sobrea
cabeça de cada Neóf∴ constituindo-o Aprendiz Maçom.
V – Concluída a constituição do(s) A(A)pr∴, o M∴ de CCer∴ ajuda o(s)
novo(s) A(A)pr∴ a ficar(em) de pé.
VI – O Ven∴ Mestre, pelo norte do Alt∴, retorna ao sólio;
VII – Em seguida o M∴ de CCer∴ conduz o(s) novo(s) A(A)pr∴ ao
lado nortedo Alt∴ ocupado pelo Ven∴ Mestre, porém abaixo do sólio.
c. Observação.
Mais apropriado é que o novo(s) A(A)pr∴ receba(m) o avental, luvas, etc.,
abaixo do sólio, dado que geralmente o espaço ao lado do trono é exíguo,
havendo ainda a cadeira de honra (geralmente ocupada) da direita. Assim,é

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mais prudente e cômodo que essa entrega de dê abaixo do sólio.
d. Justificativa.
Orientar a prática ritualística para torna-la compreensível. O Ritual trazpoucos
detalhes a respeito. Ainda, corrigir o lugar onde o Apr∴ se posiciona para
receber seu paramento, luvas, etc., conforme observação acima.

130. Entrega do Avental - Páginas 136 - [Link] Cerimonial de


Iniciação –Explicativo.
a. Texto editado no Ritual.
(Entregando o(s) Avental(ais) ao M∴ de CCer∴)
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ vai até o Ven∴ e recebe dele o Avental, ou os Aventais
se for o caso;
II – De posse dele(s) veste o(s) mesmo(s) no(s) A(A)pr∴ mantendo a(s)
sua(s) abeta(s) levantada(s);
III – À medida que o Avental é vestido, o Ven∴ Mestre vai lendo o texto
relativo no Ritual.

131. Entrega das Luvas masculinas - Página 137 - [Link]


Cerimonial de Iniciação
– Explicativo.
a. Texto editado no Ritual.
(Entregando ao M∴ de CCer∴ um par de luvas para homem).
b. Orientações.
I – O M∴ de CCer∴ recebe o(s) par(es) de luvas e faz a entrega ao(s) A(A)pr∴.
O Ven∴ Mestre faz a leitura do texto;
II – Cada Apr∴ recebe o seu par de luvas e simplesmente segura-as, sem vesti-
las. Como especifica o Ritual elas são apenas um símbolo e não constam como
indumentária do Apr∴ .

132. Entrega das Luvas de mulher - Página 137 - [Link] Cerimonial


de Iniciação –Explicativo.
(Dando um par de luvas de mulher).
a. Orientações.
I – O M∴ de CCer∴ recebe o(s) par(es) de luvas de mulher e faz a entrega
ao(s) A(A)pr∴. O Ven∴ Mestre faz a leitura do texto;
II – Conforme especifica o Ritual, as luvas de mulher são impreterivelmente
entregues nesse momento ao Apr∴.
b. Observação.
I - Não existe nenhum cerimonial após a Sessão para a entrega de luvas de

67
mulher pelo Apr∴ à sua esposa. Respeita-se a vontade do Ir∴. Ele dará o par de
luvas àquela que mais direito tiver à vossa estima e ao vosso afeto. Esse desejo
é do Aprendiz e, em nome da liberdade, não deve haver interferência de
ninguém nesse sentido.
II – Também não existe nenhum sinal de socorro para Cunhadas, sobretudo
algum que utilize luvas. Esse par de luvas é apenas um símbolo devendo ficar
guardado junto aos pertences de quem o recebeu. Sinais maçônicos são de
conhecimento exclusivo dos iniciados.
c. Justificativa.
Esclarecer procedimento e também alertar para que não haja nenhuma
cerimônia a parte para entrega de luvas às cunhadas. Esse costume não está
previsto no REAA e como tal não deve ser praticado sob nenhum pretexto.

133. Ensinando o Sin∴ e a Bat∴ do Grau - Página 137 - [Link]


Cerimonial deIniciação – Último Explicativo.
a. Texto editado no Ritual.
(O M∴ de CCer∴ cumpre a ordem).
b. Orientações.
I – Para facilitar nos procedimentos, o M∴ de CCer∴ deve primeiro recolher
os pares de luvas que o Apr∴ traz às mãos e depositá-los provisoriamente sobre
a mesa ocupada pelo Orad∴
II – O M∴ de CCer∴ ensina como executar o Sin∴ de Ord∴ ao Apr∴. Faz
primeiro com que ele avance o p∴ esq∴ e em seguida junte a ele o pé dir∴ pelos
ccalc∴ formando uma esquadr∴. Prosseguindo, o ensina a compor o Sin∴. Deve
ensiná-lo também como desfazer o Sin∴ de Ord∴ pelo Sin∴ Gut∴;
III – O M∴ de CCer∴ comunica o Apr∴ que doravante, em Loja aberta, estando
em pé, ele deve ficar à Ordem;
IV – Ensina a seguir a Bat∴ do Gr∴. Faz com que o Apr∴ primeiro desfaça o
Sin∴ e em seguida dê com a sua mão dir∴ espalmada a Bat∴ na sua mão esq∴
que fica parada, à frente e com a palma voltada para cima;
V – Concluído o ensinamento o Apr∴ volta a ficar à Ordem.
VI – Havendo mais do que um Iniciado, o M∴ de CCer∴ ministrará
individualmente os ensinamentos;
c. Justificativa.
Pela falta no Ritual de melhores explicações no Ritual. Orienta a prática
detalhando-a passo a passo.

134. Entrega do Ritual e outros congêneres - Página 138 - [Link]


Cerimonial deIniciação.
a. Orientações.

68
I – O M∴ de CCer∴ recebe o Ritual e outros afins do Ven∴ Mestre e os entrega
ao(s) A(A)pr∴.
II – O(s) A(A)pr∴, por sua vez, desfaz(em) o Sin∴ para receber(em) o Ritual.
III – Prevendo o próximo ato, o M∴ de CCer∴ recolhe da(s) mão(s) do A(A)pr∴
o Ritual e os demais afins, deixando-os sob a mesa do Orad∴ junto com os pares
de luvas que lá se encontram;
IV – O(s) A(A)pr∴ volta(m) ao Sin∴ de Ord∴.
b. Justificativas.
I - Geralmente o Apr∴ recebe apenas o Ritual e o Regimento Interno da Loja.
A Constituição e o RGF ficam a disposição na página do GOB na Internet;
II – O Ritual é novamente recolhido pelo M∴ de CCer∴ para deixar o Apr∴
mais confortável para receber na sequência o T∴F∴A∴ do Ven∴ Mestre.

135. T∴ F∴ A∴ do Ven∴ Mestre no Apr∴ - Página 138 - [Link]


Cerimonial deIniciação.
a. Orientação.
I – O Ven∴ Mestre deixa o malhete sobre o Alt∴, se aproxima e dá no(s)
A(A)pr∴ o Tríplice e Fraternal Abraço;
II – O M∴ de CCer∴ acompanha de perto ensinando os movimentosao(s)
A(A)pr∴;
III – O(s) A(A)pr∴, depois de ter recebido o T∴F∴A∴, volta ao Sin∴ de
Ord∴;
IV – O Ven∴ Mestre volta ao sólio, toma assento e dá prosseguimento.
V – O M∴ de CCer∴ apanha os pares de luvas, ritual, etc. do(s) A(A)pr∴ que
estão sobre a mesa do Orad∴ e, de passagem, ao conduzir o(s) A(A)pr∴ até a
mesa do 1º Vig∴, deixa os rituais, luvas, etc, provisoriamente sobre a mesa do
Chanc∴;
VI – O(s) A(A)pr∴ antes de sair do Or∴ saúda(m) pelo Sin∴ o Ven∴ Mestre;
b. Justificativas.
I – Detalhar procedimentos não explicados no Ritual;
II – Como recomendado, o Ven∴ Mestre dá o T∴F∴A∴ abaixo do sólio;
III – Deixar o Ritual e os pares de luvas sobre a mesa do Chanc∴ parafacilitar
os procedimentos que se seguem.

136. Primeiro trabalho do Apr∴ - Página 139 - [Link] Cerimonial


de Iniciação –Único explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
(O 1º Vig∴ manda-o(s) ajoelhar(em) com o j∴ esq∴ e ensina-lhe(s) a trabalhar
na P∴B∴. Faz-se dando três leves pancadas com o Malho sobre o Cinzel, que

69
se encontra apoiado na P∴ B∴).
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ à frente e obedecendo a circulação, conduz o(s) A(A)pr∴
até onde se encontra a P∴ B∴;
II – Chegando à P∴ B∴ o 1º Vig∴ ordena que o Apr∴ apoie seu j∴ esq∴ no
chão e tenha na sua mão esq∴ um Cinzel que fica apoiado na P∴B∴. Tendo
ainda na mão dir∴ um Maço, o Apr∴ dá com ele sobre o Cinzel três pancadas
leves;
III – Enquanto o 1º Vig∴ vai explicando, o M∴ de CCer∴ ajuda o Apr∴ a se
colocar.
IV – Havendo mais do que um Apr∴, os demais aguardam à Ordem nas
proximidades.
V – O primeiro trabalho na P∴ B∴ se dá individualmente, ou seja, um de cada
vez;
VI – Concluído o primeiro trabalho na P∴ B∴, antes do 1º Vig∴ comunicaro
feito ao Ven∴ Mestre, o M∴ de CCer∴, obedecendo a circulação,conduz o(s)
A(A)pr∴ para entre CCol∴;
VII – Havendo mais do que um Apr∴ os mesmos se posicionam um ao
lado do outro sucessivamente;
VIII – Posicionado(s) e de frente para o Or∴, o(s) A(A)pr∴ ficam à
Ord∴, enquanto o M∴ de CCer∴, também à Ord∴, fica no Norte ao lado do(s)
A(A)pr∴;
IX – O 1º Vig∴ comunica então ao Ven∴ Mestre que o(s) A(A)pr∴
realizou(aram) seu primeiro trabalho.
c. Orientações:
Orientar e explicar procedimentos que não constam no Ritual.

137. Aplausos pela aquisição e agradecimento do Apr∴ - Página


141 - 3.4.1.2Cerimonial de Iniciação.
a. Explicações:
I – Enquanto a Loja aplaude a aquisição que acaba de fazer, o(s)A(A)pr∴
recém iniciado(s), junto com o M∴ de CCer∴, permanece(m) entre CCol∴ à
Ord∴;
II – No agradecimento do(s) novo(s) A(A)pr∴, o M∴ de CCer∴ comanda aBat∴
pelo aplauso. O(s) A(A)pr∴ segue(m) o M∴ de CCer∴ nos procedimentos.
Apenas eles aplaudem nesse momento;
III – O(s) novo(s) A(A)pr∴, após o agradecimento pela Bat∴, volta(m) ao Sin∴
de Ord∴.

138. Assinatura do Apr∴ no L∴ de P∴ e condução ao seu lugar na

70
Loja - Página142 - [Link] Cerimonial de Iniciação.
a. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, obedecendo à circulação e indo à frente, conduz o(s)
A(A)pr∴até a mesa do Chanc∴ para firmar seu ne varietur no livro de
presenças;
II – Os demais AApr∴, se for o caso, aguardam à Ordem próximos à mesa
ocupada pelo Chanc∴;
III – O Chanc∴, sem levantar, colhe a assinatura do Apr∴
IV – O M∴ de CCer∴ auxilia nos procedimentos. Nesse momento ele entrega
definitivamente ao Apr∴ os pares de luvas, ritual, etc. que ficaram
provisoriamente sobre a mesa do Chanc∴.
V – Havendo mais AApr∴ o primeiro aguarda à Ord∴ até que todos tenham
assinado e recebido os seus pertences;
VI – Concluída a ação o M∴ de CCer∴ apanha o seu bastão e conduzo(s)
A(A)pr∴ ao topo da Col∴ do Norte (parede norte) fazendo-o(s)sentar(em)
próximo ao 1º Vig∴ junto às três primeiras CCol∴ Zodiacais;
VII – O(s) A(A)pr∴ ao chegar(em) no(s) seu(s) lugar(es) para(m) e
fica(m) à Ord∴. Antes de sentar, desfaz(em) o Sin∴ de Ord∴.
VIII – Concluído, o M∴ de CCer∴ retorna ao seu lugar.

b. Explicação:
No que diz respeito ao item numero VI acima, em que pese o ritual determinar
que o Apr∴ recém iniciado deva ocupar lugar próximo à balaustrada, o lugar
correto do novo Apr∴, seguindo a sua jornada
iniciática, é perto das três primeiras CCol∴ Zodiacais – o Apr∴, percorrendo o
Topo da Col∴ do Norte vem das trevas do Oc∴ em direção a Luz. Cabe
mencionar que as 12 CCol∴ Zodiacais marcam toda a jornada iniciática do
simbolismo no REAA, cuja jornada se inicia com o Apr∴ no Oc∴à noroeste e
nunca próximo à balaustrada.

139. Cerimonial de Filiação - Comissão de dois Membros – Página


143 - 3.4.1.3Cerimonial de Filiação – Segundo explicativo.
ATENÇÃO:
I – O Cerimonial de Filiação deixou de ser realizado em Sessão Magna.
Conforme prevê o Regulamento Geral da Federação em seu Art. 108, § 1º, V,
este se dá em Sessão Ordinária.
a. Texto editado no Ritual:
(Executa-se – O M∴ de CCer∴ dá conta ao Ven∴ Mestre, estandoo filiando à
porta do Templo).
b. Orientações:

71
I – O Cerimonial de Filiação se dá em Grau de Aprendiz;
II – O Ven∴ Mestre determina ao M∴ de CCer∴ que providencie uma
comissão de dois membros;
III – Os integrantes da comissão deverão ser Mestres Maçons;IV – A comissão
não utiliza espada;
V – O M∴ de CCer∴ estará munido do seu bastão;
VI – Escolhidos os dois membros, estes acompanham o M∴ de CCer∴ até a S∴
dos PP∴ PP∴ onde se encontra o Ir∴ que será filiado;
VII – Com o M∴ de CCer∴ à frente, o Ir∴ filiando o segue entre os dois
membros da comissão até o Átrio onde o condutor dá na porta, com a sua mão
direita, a bateria do Grau de Aprendiz;
VIII – O Cobr∴ Int∴, empunhando a espada em ombro-arma, anuncia
ao 1ºVig∴ que maçônicamente batem à porta do Templo. Esse, por sua vez,
comunica ao Ven∴ Mestre;
IX – O Ven∴ Mestre então dirige a palavra diretamente ao Cobr∴ Int∴
solicitando que ele franqueie o ingresso da comitiva

140. Ingresso da comitiva com o filiando – Página 143 - [Link]


Cerimonial deFiliação – Terceiro explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
(O filiando, já entre CCol∴ ouvirá).
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴, portando espada, abre as duas folhas da porta, se posiciona
ao Sul com a espada à Ordem e aguarda;
II – O M∴ de CCer∴ ingressa seguido do filiando e da comissão;
III – À passagem do último homem da comitiva, o Cobr∴ Int∴ fecha a porta,
deixa a espada no dispositivo, ou a embainha e fica à Ordem;
IV – A comitiva se detém entre CCol∴ próximo à porta. O M∴ de CCer∴ se
posiciona na Col∴ do Norte enquanto o filiando fica sobre o eixo à Ordem. Os
dois membros da comissão, também à Ordem, um pouco à retaguarda, ladeiam
o filiando;
V – O Ven∴ Mestre recebe o filiando conforme dispõe o ritual nas páginas 143
e 144.
c. Justificativa:
Prestar orientações que não constam no Ritual.

141. Juramento do Filiando – Página 144 - [Link] Cerimonial de


Filiação –Primeiro explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
(O filiando vai ao Altar e presta o seguinte juramento, lendo).

72
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ dispensa os dois IIr∴ da comissão e em seguida guia o
filiando até o Alt∴ dos JJur∴ fazendo-o permanecer em pé com a mão direita
sobre o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴.
II – Posicionado o filiando, o M∴ de CCer∴ se coloca à sua retaguarda com o
bastão à rigor. O Ven∴ Mestre permanece no sólio
III – Ao serem dispensados, os IIr∴ da comissão retornam aos seus lugaressem
a condução do M∴ de CCer;
IV - Procede-se a seguir o Juramento. Se preferir o Ven∴ Mestre, do seu lugar,
pode ditar o texto, sendo repetido pelo filiando. Pode também ser fornecido ao
filiando o texto, para que ele mesmo faça a leitura;
V – Concluído o mesmo, o M∴ de CCer∴ retorna com o Ir∴ filiando para entre
CCol∴ no extremo do Ocidente;
VI – O Ir∴ filiando, voltado para o Or∴, fica à Ord∴, enquanto o M∴ de CCer∴
se coloca ao seu lado na Col∴ do Norte com o bastão à rigor;
VII – O Ir∴ filiando recebe os aplausos e reconhecimento como
membro da Loja e é em seguida encaminhado até a mesa do Chanc∴ para firmar
o seune varietur no livro de presenças da Loja;
VIII – Finalmente ele é então conduzido ao seu lugar conforme
especificadono Ritual;
IX - O M∴ de CCer∴ retoma o seu lugar.
c. Justificativa:
Prestar informações que não constam no Ritual.
FIM DO CERIMONIAL DE FILIAÇÃO

142. Cerimonial de Regularização – Comissão de dois Membros –


Página 146 -
[Link] – Cerimonial de Regularização – Último explicativo.
ATENÇÃO:
O Cerimonial de Regularização deixou de ser realizado em Sessão Magna.
Conforme prevê o Regulamento Geral da Federação em seu Art. 108, § 1º, V,
o mesmol se dá em Sessão Ordinária.
a. Texto editado no Ritual:
(Executa-se: o M∴ de CCer∴ dá conta ao Ven∴ Mestre, estando oregularizando
à porta do Templo).
b. Orientações:
I – A Cerimônia de Regularização se dá em Grau de Aprendiz;
II – O Ven∴ Mestre determina ao M∴ de CCer∴ que providencie uma
comissão de dois membros;
III – Os integrantes da comissão deverão ser Mestres Maçons;IV – A comissão

73
não utiliza espada;
V – O M∴ de CCer∴ estará munido do seu bastão;
VI – Escolhidos os dois membros, estes acompanham o M∴ de CCer∴ até a S∴
dos PP∴ PP∴ onde se encontra o Ir∴ que será regularizado;
VII – Com o M∴ de CCer∴ à frente, o Ir∴ regularizando o segue entre
os dois membros da comissão até o Átrio onde o condutor dá na porta com a
mão direita a bateria do Grau de Aprendiz;
VIII – O Cobr∴ Int∴, empunhando a espada em ombro-arma, anuncia
ao 1ºVig∴ que maçônicamente batem à porta do Templo. Esse por sua vez
comunica ao Ven∴ Mestre;
IX – O Ven∴ Mestre então dirige a palavra diretamente ao Cobr∴ Int∴
solicitando que ele franqueie o ingresso da comitiva.

143. Ingresso da comitiva com o regularizando – Página 147 -


[Link] Cerimonialde Regularização – Primeiro explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
(O regularizando, já entre CCol∴ ouvirá).
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴, empunhando a espada em ombro-arma, abre as duas folhas
da porta, se posiciona no Sul da mesma e aguarda;
II – O M∴ de CCer∴ ingressa seguido do regularizando e da comissão;
III – À passagem do último homem da comitiva o Cobr∴ Int∴ fecha a porta,
deixa a espada no dispositivo, ou a embainha, e fica à Ordem;
IV – A comitiva se detém entre CCol∴ próximo à porta. O M∴ de CCer∴ se
posiciona na Col∴ do Norte enquanto que o regularizando permanece à Ordem
sobre o eixo longitudinal do Templo. Os dois membros da comissão,também à
Ordem e um pouco à retaguarda, ladeiam o regularizando;
V – O Ven∴ Mestre recebe o regularizando conforme dispõe o ritual na página
147.
c. Justificativa:
Prestar orientações que não constam no Ritual.

144. Ratificação do Juramento do Regularizando – Página 147


- 3.4.1.4Cerimonial de Regularização – Segundo parágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
- Convido-vos a virdes ao Altar ratificar o vosso juramento.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ dispensa os dois IIr∴ da comissão e em seguida guia o
regularizando até o Alt∴ dos JJur∴ fazendo-o permanecer em pé com a mão
direita sobre o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴;

74
II – Posicionado o regularizando, o M∴ de CCer∴ se coloca à sua retaguarda
com o bastão à rigor e o Venerável permanece no sólio;
III – Dispensados os IIr∴ da comissão, ambos se dirigem diretamente aos seus
lugares;
IV - Procede-se a ratificação do Juramento. O Ven∴ pode ditar o texto que será
repetido pelo Ir∴ regularizando, ou pode entregar-lhe o texto para que o próprio
regularizando faça a leitura.
c. Justificativa:
Prestar informações que não constam no Ritual.

145. Retorno do Ir∴ Regularizado para entre CCol∴ – Página 148


- 3.4.1.4Cerimonial de Regularização – Primeiro parágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
(O regularizando, depois de instruído ou examinado pelo Ven∴ Mestre, nos
sinais e palavras, é mandado colocar-se entre CCol∴, fazendo o Ven∴, o Ven∴
Mestre, nessa ocasião, proclamar eaplaudir).
b. Orientações:
I – Concluída a ratificação do Juramento, o Ven∴ Mestre, sem portar o
malhete, vai até o Alt∴ dos JJur∴ e se coloca de frente para o Ir∴ regularizando;
II – O M∴ de CCer∴ ainda permanece à retaguarda do Ir∴ regularizando; III –
Frente à frente o Ven∴ e o Ir∴ regularizando, ambos compõem o Sin∴de Apr∴
e o desfazem em seguida (isso não é saudação). Imediatamente oVen∴ então
recebe do Ir∴ filiando, na forma de costume, o Toq∴ e a Pal∴Sagr∴ do Apr∴.
IV – Recebido o Toq∴ e a Pal∴, o Ven∴ Mestre retoma o seu lugar e manda o
M∴ de CCer∴ conduzir o Ir∴ regularizando até entre CCol∴ no extremo do Oc∴;
V – Por sua vez, o M∴ de CCer∴ cumpre a ordem;
VI – O Ir∴ regularizando à Ordem e entre colunas fica voltado para o Or∴,
enquanto que o M∴ de CCer∴ se coloca ao seu lado na Col∴ do Norte com o
bastão à rigor;
VII – O Ir∴ regularizando recebe a proclamação e os aplausos
conforme especifica o Ritual e em seguida é conduzido à mesa do Chanc∴ para
firmar seu ne varietur no livro de presenças da Loja;
VIII – Por fim, o M∴ de CCer∴ conduz o Ir∴ que acaba de ser
regularizado ao seu lugar em Loja e em seguida retorna ao seu lugar.
c. Observações:
I – Em que pese o texto do explicativo no Ritual, o filiando não recebe
nenhuma instrução;
II – Do mesmo modo, o regularizando não é examinado “nos sinais e
palavras”, pois a cerimônia de regularização se dá em Grau de Aprendiz,
ocorrendo então apenas o exame pelo “sinal”, pelo “toque” e pela “palavra”.

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FIM DO CERIMONIAL DE REGULARIZAÇÃO

146. Cerimonial para Admissão de Membro Honorário –


Comissão de DoisMembros – Página 150 – [Link] – Segundo explicativo.
ATENÇÃO:
I – O Cerimonial para Admissão de Membro Honorário deixou de ser realizado
em Sessão Magna. Conforme prevê o Regulamento Geral da Federação em seu
Art. 108, § 1º, IX, esse cerimonial se dá em Sessão Ordinária.
a. Texto editado no Ritual.
(Executa-se – O M∴ de CCer∴ dá conta ao Ven∴ Mestre, estandoo Ir∴ à porta
do Templo).
b. Orientações:
I – A Cerimônia de Admissão de Membro Honorário se dá no Grau de
Aprendiz;
II – O Ven∴ Mestre determina ao M∴ de CCer∴ que providencie uma
comissão de dois membros;
III – Os integrantes da comissão deverão ser Mestres Maçons;IV – A comissão
não utiliza espada;
V – O M∴ de CCer∴ estará munido do seu bastão;
VI – Escolhidos os dois membros, estes acompanham o M∴ de CCer∴ até a S∴
dos PP∴ PP∴, onde o Ir∴ que será admitido como Membro Honorário aguarda;
VII – Com o M∴ de CCer∴ à frente, o Ir∴ que receberá o título o segue
entre os dois membros da comissão até o Átrio. Lá chegando o condutor dána
porta a bateria do Grau de Aprendiz;
VIII – O Cobr∴ Int∴, empunhando a espada em ombro-arma, anuncia
ao 1ºVig∴ que maçônicamente batem à porta do Templo. Esse por sua vez
comunica o Ven∴ Mestre;
IX – O Ven∴ Mestre então dirige a palavra diretamente ao Cobr∴ Int∴
ordenando que seja franqueado o ingresso à comitiva

147. Ingresso da comitiva com o Membro Honorário – Página 150


- [Link] Cerimonial para Admissão de Membro Honorário – Último
explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
(O Ir∴ entra. Já entre CCol∴ ouvirá):
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴ empunhando a espada em ombro-arma, abre as duas folhas
da porta, se posiciona no Sul da mesma e aguarda;
II – O M∴ de CCer∴ ingressa seguido do Ir∴ que será admitido Membro
Honorário e da comissão de dois membros;

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III – À passagem do último homem da comitiva o Cobr∴ Int∴ fecha a porta,
deixa a espada no dispositivo, ou a embainha, e fica à Ordem;
IV – A comitiva se detém entre CCol∴ próximo à porta. O M∴ de CCer∴ se
posiciona na Col∴ do Norte enquanto que o Ir∴ que será admitido permanece à
Ordem sobre o eixo longitudinal do Templo. Os dois membrosda comissão,
também à Ordem, um pouco à retaguarda, ladeiam o Ir∴;
V – O Ven∴ Mestre recebe o Ir∴ que será admitido Membro Honorário
conforme dispõe o ritual na página 151.
c. Justificativa:
Prestar orientações que não constam no Ritual.

148. Ratificação do Juramento do Membro Honorário – Página


151 - [Link] Cerimonial para Admissão de Membro Honorário – Segundo
parágrafo.
a. Texto editado no Ritual:
- Convido-vos a virdes ao Altar ratificar o vosso juramento.
ATENÇÃO:
I - Se o Ir∴ agraciado for maçom do Grande Oriente do Brasil, ele prestaráo
compromisso que consta na página 151 do Ritual de Aprendiz.
II - Se o Ir∴ agraciado for maçom de Loja de Potência reconhecida pelo Grande
Oriente do Brasil, ele prestará o compromisso que consta na página 152 do
Ritual de Aprendiz.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴ dispensa os dois IIr∴ da comissão e em seguida guiao
Ir∴ agraciado até o Alt∴ dos JJur∴ fazendo-o permanecer em pé com a mão
direita sobre o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴;
II – Posicionado o agraciado, o M∴ de CCer∴ se coloca à sua retaguarda com
o bastão à rigor. O Venerável permanece no sólio;
III – Os IIr∴ dispensados da comissão retornam diretamente ao seu lugar (o
M∴ de CCer∴ não os conduz;
IV - Procede-se a tomada do compromisso. O Ven∴ pode ditar o texto que será
repetido pelo Ir∴ agraciado, ou ser-lhe-á oferecido o texto para que o próprio
agraciado faça a leitura.
V – Concluído o mesmo, o M∴ de CCer∴ retorna com o Ir∴ agraciado para
entre CCol∴ no extremo do Ocidente;
VI – O Ir∴ agraciado, voltado para o Or∴, fica à Ord∴, enquanto o M∴ de CCer∴
se coloca ao seu lado na Col∴ do Norte com o bastão a rigor;
VII – O agraciado recebe os aplausos e reconhecimento como Membro
Honorário da Loja e é em seguida encaminhado até a mesa do Chanc∴ para
firmar o seu ne varietur no livro de presenças da Loja;

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VIII – Por último, o Membro Honorário é conduzido até o seu lugar
conforme especifica o Ritual. Concluído, o M∴ de CCer∴ fim volta ao seu lugar.
d. Justificativa:
Prestar informações que não constam no Ritual.
FINAL DO CERIMONIAL DE ADMISSÃO DE MEMBRO HONORÁRIO.

CONTINUAÇÃO DA SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO

149. Postura do Hospitaleiro com o recipiente para coleta do Tr∴


deBeneficência – Página 155 – 3.5 Tronco de Beneficência – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ vai colocar-se entre CCol∴, sem o Sin∴ de Ord∴)”.
b. Orientações:
I – Coloca-se entre Colunas de frente para o Or∴ no extremo do Oc∴ (próximo
à porta);
II – Traz o recipiente aberto (saco ou bolsa) seguro pelas duas mãos junto ao
lado esquerdo do quadril – parado mantém o corpo reto e os pés em esq∴.
c. Explicações do Orador ao Neófito – Página 155, último parágrafo.
Enquanto o Hosp∴ faz o giro na coleta, sugere-se que o Ir∴ Orad∴ faça a leitura
do seguinte texto em voz alta:
A palavra “tronco”, insubstituível no escocesismo e nos outros ritos deorigem
francesa, deriva do latim “truncus” e do francês “tronc”. No latim, a palavra
designava tanto o tronco de árvore como as coisas assimétricas ou imperfeitas.
Respeitáveis autores fazem referência aos costumes das antigas guildas, em
parte, precursoras da Maçonaria, quanto as suas normas de socorro,
mutualismo e fraternidade. Nas guildas, havia a prática de se reunirem, num
recipiente, as contribuições destinadas às viúvas e os órfãos.
Na Maçonaria, o Tronco de Beneficência é expressão de grande amplitudee
o símbolo de como praticar a solidariedade sigilosa e sem ostentação. O giro
para a coleta do Tronco é obrigatório, apenas é suspenso quando terminada a
coleta em cada sessão maçônica. O giro não permite que se saiba quem deu
mais ou menos, ou que nada pôde dar. A contribuição é dada com a mão direita
fechada introduzida no recipiente logo abaixo da sua abertura. A mão deve ser
retirada completamente aberta.
Ensina-se que o Tronco de Beneficência se inspira na moral de velhos
princípios hebraicos, principalmente dos essênios, sublimadas nas palavrasdo
Evangelho: “Tu, porém, ao dares a esmola, ignore a tua mão esquerda oque
faz a tua direita”.
Quanto aos recursos de que pode cada maçom dispor para a caridade, o
ensinamento, praticado desde a Iniciação, inspira-se na “oferta da Pobre
Viúva”, cuja contribuição o Divino Mestre Jesus considerou mais valiosa e

78
significativa do que todas as outras”.

150. Procedimentos ritualísticos para a coleta – Página 155 –


3.5 Tronco deBeneficência – Último explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ faz circular o Tronco colocando-se depois entre CCol∴)”.
b. Orientações:
I – Faz a coleta obedecendo à circulação na seguinte ordem – LLuz∴ da Loja
(Venerável, Primeiro e Segundo Vigilantes); Orad∴, Secret∴ e Cobr∴ Int∴; os
ocupantes das cadeiras de honra e demais IIr∴ do Or∴; MM∴ dasCCol∴ do Sul
e do Norte respectivamente; CComp∴, AApr∴ e, por último, ajudado pelo
Cobr∴ Int∴, o próprio Hosp∴;
II – Em deslocamento o Hosp∴ conduz o recipiente seguro pelas duas mãos
junto ao seu quadril esquerdo;
III – Ao apresentar a bolsa (saco), numa atitude de discrição, o Hosp∴ voltao
olhar para o lado oposto;
IV – Concluída a coleta, inclusive a dele próprio, o Hosp∴ volta para entre
CCol∴ e se mantém segurando a bolsa com as duas mãos junto ao quadril
esquerdo (corpo ereto e pés em esq∴).

151. Conferência da coleta do Tronco – Página 156 – 3.5 Tronco de


Beneficência –1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Hosp∴ vai a mesa do Chanc∴ e com ele confere o produto do Tronco. O
Chanc∴ comunica em voz alta, tão logo seja oportuno, ao Ven∴ Mestre o
resultado, em moeda corrente do País)”.
b. Orientações:
I – Em que pese o ritual mencionar no explicativo o Chanc∴ como o receptor
e conferente da coleta, é claro que esse não é o seu ofício, vislumbrando-se um
erro de impressão. Considere-se no lugar do Chanc∴, corretamente o Tes∴;
II - O Hosp∴, conduzindo a bolsa (saco) com as duas mãos no lado esquerdo
do quadril vai à mesa do Tesoureiro e despeja sobre ela, com cuidado, o produto
da coleta;
III – O Tes∴, sentado recebe a coleta e a confere auxiliado pelo Hosp∴;IV –
Conferida a coleta, o Hosp∴ recolhe o recipiente e retoma o seu lugar;
V – O Tes∴, com brevidade, mas sem atrapalhar o andamento dos trabalhos,
pede a Pal∴ ao 1º Vig∴. Oportunamente autorizado, à Ord∴ comunica
diretamente ao Ven∴ Mestre o resultado apurado na coleta;
VI – Por sua vez, o Ven∴ Mestre comunica o resultado à Loja.
VII – É obrigatória a conferência e a comunicação do resultado na

79
mesma Sessão. Em nome da lisura dos trabalhos não é permitido lacrar o
Tronco.
c. Justificativa:
I - Orientar e trazer procedimentos ritualísticos que não aparecem no contexto
do explicativo.
II – Sugerir texto explicativo para ser lido pelo Or∴ ao novo Apr∴.

152. Procedimentos para ao uso da palavra sobre o Ato – Páginas


157 e 158 –
3.6 Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular:
a. Orientações Gerais:
I – Reitera-se que a palavra é concedida apenas para manifestações sobre o
ato realizado, no caso, sobre a Iniciação.
II – No Ocid∴ os OObr∴ pedem a Pal∴ ao Vig∴ da sua Col∴. Os do Or∴
pedem-na diretamente ao Ven∴ Mestre;
III – Recomenda-se aos IIr∴ VVis∴ de uma mesma Loja que apenas umdeles
fale em nome dos demais;
IV – Quando um Ir∴ representante de Loja estiver falando, os demais
representados devem permanecer sentados.
V – Não é permitido no REAA que um usuário da palavra visitante solicite aos
que o acompanham a ficar à Ordem. O visitante está sujeitoà disciplina interna
da Loja que o admite em seus trabalhos... (Art. 217, §único do RGF).
a. Justificativa:
Acrescentar orientações que não constam no texto dos explicativos.

153. Saudação aos Visitantes – Página 158 – 3.6 Palavra Relativa


ao AtoRealizado – 1º explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Reinando silêncio, o Ven∴ Mestre tecerá
os comentáriosnecessários)”.
b. Orientação:
A saudação aos VVis∴ é ofício exclusivo do Orad∴. Ninguém além dele,nem
mesmo o Ven∴ Mestre, deve se antecipar ao Guarda da Lei nessa missão (vide
2º explicativo na página 158 do Ritual).
c. Justificativa:
Evitar que outros, senão o Orad∴, exerçam um ofício que não é da sua
competência.

154. Fala final do Grão-Mestre – Página 158 – 3.6 Palavra Relativa


ao Ato – Últimoexplicativo;

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a. Texto editado no Ritual:
“(Estando presente o Grão-Mestre ou o Grão-Mestre Geral, é o momento em
que fará uso da palavra; passando-se imediatamente após, à saudação e
retirada do Pavilhão Nacional)”.
b. Orientação:
Só fala depois das conclusões do Orad∴, se estiver em pessoa, o Grão-Mestre
Estadual ou do Distrito Federal, ou ainda o Grão Mestre Geral. Representantes
dessas autoridades falam antes junto às demais autoridades e pedem a palavra
ao Ven∴ Mestre.
c. Justificativa:
Destacar o uso da palavra pelo Grão-Mestre como o último a falar antes da
saudação e retirada do Pavilhão Nacional.

155. Saudação e Retirada do Pavilhão Nacional – Página 159 -


3.7 Saudação e Retirada do Pavilhão Nacional – Primeiro e segundo
explicativo.
a. Texto editado no Ritual:
“(O Culto ao Pavilhão Nacional deve obedecer à legislaçãopertinente, que
disciplina o respectivo cerimonial.)”.
“(O M∴ de CCer∴ designará dois IIr∴ para com ele formarem a Guarda de
Honra, todos munidos de espadas.)”.
b. Orientações:
I – Consultar o Decreto 1476/2016, Artigos 6º, 7º, 8º, 9º, 10º e 11º que
tratam dos procedimentos para a saudação e retirada Bandeira Nacional;
II – Para a formação da Guarda de Honra sugere-se que dela façam parte,
além do M∴ de CCer∴, também os 1º e 2º Diáconos:
III – É de boa geometria que a preparação da Comissão de Recepção e
Retirada do Pavilhão Nacional se dê no átrio.
IV – Os IIr∴ munidos de espadas, ao transitarem devem mantê-las em
ombro-arma.
c. Justificativa:
Orientar e explicar procedimentos compatíveis com a solenidade do ato.

156. Retirada das Autoridades – Página159 – 3.7 Saudação e


Retirada do PavilhãoNacional – Último explicativo.
a. Texto editado no Ritual.
(Após a saída do Pavilhão Nacional, segue-se a retirada das autoridades em
ordem inversa à da entrada, com as mesmas formalidades).
b. Orientações.
I – Como especifica o Ritual, a retirada das autoridades dar-se-á

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rigorosamente na ordem inversa da entrada – da faixa maior para a menor.
Imediatamente após a saída do Pavilhão Nacional, providencia-se a retirada do
Grão-Mestre;
II – Se o Grão-Mestre optar por sair em família (após o encerramento dos
trabalhos), as demais autoridades assim devem se comportar. Todos então saem
em família;
III – O M∴ de CCer∴ deve atentar para a composição da comissão de recepção,
reduzindo-a em número de acordo com a faixa e atentando para as circulações
em Loja que o Rito exige.

157. Transmissão da Pal∴ Sagr∴ no encerramento dos trabalhos –


Página 160 – 3.8 Encerramento Ritualístico – Único explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O 1º Diác∴ sobe os degraus do Trono, pelo Norte, com passos normais, e
coloca-se em frente ao Ven∴ Mestre, fazendo a saud∴.O Ven∴ Mestre dá-lhe,
ao ouv∴ dir∴, a Pal∴ Sagr∴, letra por letra. O 1º Diác∴dirige-se ao 1º Vig∴,
transmite-lhe a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma que recebeu e volta ao seu lugar.
O 1º Vig∴ a envia ao 2º Vig∴, do mesmo modo, por intermédio do 2º Diác∴,
que volta a seguir ao seu lugar)”.
b. Orientações:
I - O 1º Diác∴ sobe os degraus que levam ao trono pelo lado norte do Altar,
se posiciona à Ord∴ e ali aguarda;
II - O Ven∴ Mestre, à Ord∴, volta-se para o 1º Diác∴;
III - Frente a frente, ambos ao mesmo tempo desfazem o Sin∴ e o Ven∴Mestre
dá no ouv∴ dir∴ do Diác∴, por inteiro, soletrada e sussurrada, a Pal∴ Sagr∴;
IV - Dada a Pal∴, o Ven∴ Mestre volta ao Sin∴ de Ord∴ e o 1º Diác∴ se dirige
até o lugar do 1º Vig∴ onde sobe os dois degraus e o aborda pela sua direita
(ombro direito) se colocando à Ord;
V - O 1º Vig∴, também à Ord∴, volta-se para o 1º Diác∴;
VI - Frente a frente, ambos desfazem o Sin∴ e 1º Diác∴ logo dá a Pal∴ Sagr∴
no ouvido direito do 1º Vig∴ da mesma forma que a recebeu;
VII - Transmitida a Pal∴, o 1º Vig∴ volta a ficar à Ord∴ e o 1º Diác∴
retorna ao seu lugar.
VIII - Por sua vez o 2º Diác∴, diretamente do seu lugar, vai até o 1º
Vig∴, sobe os degraus pela sua direita (ombro direito do 1º Vig∴) e ali se
posiciona à Ord∴;
IX - Estando frente a frente e à Ord∴, os dois desfazem o Sin∴ e o 1º Vig∴ dá
no ouvido direito do 2º Diác∴ a Pal∴ Sagr∴ do mesmo modo como a recebeu.
X - Em seguida o 1º Vig∴ volta a se colocar à Ordem e o 2º Diác∴, de posse
da Pal∴, se dirige até o lugar do 2º Vig∴ onde sobe o degrau e o aborda pela sua

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direita (ombro direito) e ali se coloca à Ord∴;
XI - Frente a frente, ambos desfazem o Sin∴ e o 2º Diác∴ dá no ouvido direito
do 2º Vig∴ a Pal∴ Sagr∴ da mesma forma como a recebeu.
XII - Transmitida a Pal∴, o 2º Vig∴ se coloca à Ordem outra vez e o 2º
Diác∴ retorna ao seu lugar.
c. Observações:
I – Os DDiác∴, na transmissão da Pal∴ Sagr∴ para o encerramento ritualístico
abordam as LLuz∴ da Loja sempre pela sua direita – ombro direito do titular;
II – No momento da transmissão da Pal∴, as LLuz∴ deixam seusmalhetes;
III – Embora no texto do explicativo no ritual apareça o termo “saudação”,
nesse caso o Sinal é apenas uma norma ritualística e não uma saudação
propriamente dita. Destaque-se que o próprio ritual menciona que saudações
em Loja ocorrem somente ao Ven∴ Mestre durante o ingresso e saída do Or∴,
e às LLuz∴ da Loja por ocasião do ingresso formal ou retirada definitiva do
Templo;
IV – Nesse momento o Sin∴ é composto para cumprir a regra ritualística no
REAA de que em Loja aberta, em se estando em pé e parado, fica-seà Ordem.
V – Os deslocamentos para a transmissão da Pal∴ obedecem à circulação
horária.
d. Justificativa:
Explicar detalhadamente a ritualística da transmissão da Pal∴ durante o
encerramento ritualístico.

158. Condução do Orad∴ ao Alt∴ dos JJur∴ para o


encerramento dostrabalhos – Página 161 – 3.8 Encerramento Ritualístico –
Único explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ vai ao Alt∴ dos JJur∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ [portando
seu bastão], que deverá depois se colocar atrás do Orad∴)”.
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, de posse do seu bastão, obedecendo a circulação, se
dirige até o lugar do Orad∴;
II – Sem nada mencionar, o M∴ de CCer∴ indo à frente conduz o Orad∴ até o
Alt∴ dos JJur∴;
III – Diante do Alt∴ dos JJur∴ o Orad∴ se coloca à Ord∴, enquanto o M∴ de
CCer∴, à sua retaguarda, se posiciona com o bastão à rigor (na vertical tendo
sua base apoiada no piso).

159. Fechamento da Loja pelo 1º Vig∴ - Página 162 – 3.8


EncerramentoRitualístico – 2º parágrafo:

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a. Texto editado no Ritual:
“1º VIG∴ - À Glória do Gr∴ Arq∴ do Univ∴ e São João, nosso Padroeiro, está
fechada a Loja de AApr∴ MMaç∴ sob o título distintivo de ”
b. Orientação:
Ao declarar que a Loja está fechada, o 1º Vig∴ dá um golpe com o malhete
sobre a sua mesa. Segue-se então uma breve pausa.
c. Justificativa:
Dar solenidade marcando o momento.

160. Fechamento do Livro da Lei – Página 162 – 3.8 Encerramento


dos Trabalhos
– Penúltimo explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(O Orad∴ fecha o L∴ da L∴ e todos desfazem o sinal)”.
b. Orientações:
I - O Orad∴, sem nenhuma reverência e de forma natural, retira o Esq∴ e o
Comp∴ de cima do L∴ da L∴ fechando-o em seguida.
II – Assim que o L∴ da L∴ for fechado todos desfazem o Sin∴ de Ord∴ pelo
Sin∴ Gut∴. ATENÇÃO - Esse gesto não é saudação.
c. Justificativas:
I - Orientar de modo mais detalhado a naturalidade do gesto que deve
acompanhar o fechamento do L∴ da L∴.
II - Explicar o momento exato em que o Sin∴ é abolido conforme a conduta
ritualística

161. Retorno do Orad∴ e o fechamento do Painel do Grau –


Página 162 – 3.8Encerramento Ritualístico – Penúltimo explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(O Orad∴ acompanhando o M∴ de CCer∴ volta ao seu lugar. OM∴ de
CCer∴ cobre o painel do grau, retornando ao seu lugar).
b. Orientações:
I – O M∴ de CCer∴, naturalmente e à frente, conduz o Orad∴ ao seu lugar;
II – Depois desce do Or∴ pelo Sul, deixa o seu bastão no dispositivo apropriado
e se dirige até o Painel do Grau;
III – Sem nenhuma reverência e sem erguer o Painel ao alto na intenção de
mostrá-lo à Loja, naturalmente cobre o Painel colocando-o com aface
voltada para dentro no dispositivo apropriado ao centro.

162. O apagar das Luzes Litúrgicas – Página 162 – 3.8 Encerramento


Ritualístico –Último explicativo:

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a. Texto editado no Ritual:
“(O Ven∴ Mestre e os VVig∴, apagam as suas luzes na ordem inversa à da
abertura. Em sendo velas, o M∴ de CCer∴ às apagará)”.
b. Orientações:
I – Sem nenhuma reverência, sendo as Luzes Litúrgicas lâmpadaselétricas, o
Ven∴ Mestre e os VVig∴, cada qual por sua vez, apaga a Luz na ordem inversa
à da abertura;
II - Em sendo as Luzes Litúrgicas velas, o M∴ de CCer∴ usando um abafador,
sem reverência as apagará naturalmente na ordem inversa à da abertura;
III – No REAA o apagar das Luzes Litúrgicas não vem acompanhado de
nenhum cerimonial específico.
IV – As Luzes Litúrgicas são aquelas que, acesas conforme o grau, ficam nos
candelabros de três braços situados sobre o Altar e mesas ocupadas pelo Ven∴
Mestre e pelos VVig∴ respectivamente.
c. Justificativa:
Orientar com mais detalhes o procedimento ritualístico.

163. Bateria e Aclamação no encerramento – Página 163 – 3.8


EncerramentoRitualístico – 1º parágrafo:
a. Texto editado no Ritual:
“Ven∴ - A mim meus IIr∴, pela Bat∴ (executa-se) e pela Aclamação: Huz∴,
Huz∴, Huz∴ (executa-se)”.
b. Orientação:
Faz-se a Bat∴ do Gr∴ batendo com a palma da mão direita na palma damão
esquerda que fica à frente parada. Em seguida e prontamente, aclama-se
pronunciando Huz∴! Huz∴! Huz∴!
c. Justificativas:
I - De modo apropriado, orientar que a aclamação é pronunciada em se
“aclamando”.
II - Orientar como se dá a Bat∴ do Grau nessa ocasião.

164. Saída do Templo – Página 163 – 3.8 Encerramento Ritualístico


– Últimoexplicativo:
a. Texto editado no Ritual:
(A saída será feita em ordem inversa à da entrada).
b. Orientações:
I – O Cobr∴ Int∴, com a espada em ombro-arma, abre a porta do
Templo e se posiciona ao Sul próximo da mesma;
II – O M∴ de CCer∴, do seu lugar, dirige a saída dos IIr∴ na ordeminversa
a da entrada e sem circulação;

85
III – Por fim, deixam o recinto o Cobr∴ Ext∴, o M∴ de CCer∴ e porúltimo
o Cobr∴ Int∴.
FIM DA SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO

PARTE IV - INSTRUÇÕES

165. Primeira Instrução – Página 164 – 4.1 1ª Instrução – Último


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Esta instrução deve ser ministrada na primeira sessão após aIniciação.
O Aprendiz deve estar entre colunas para recebe-la)”.
b. Observação:
O M∴ de CCer∴, sem portar o bastão, conduz o Aprendiz para entre CCol∴
próximo a porta e com ele permanece.
c. Orientações.
I - 3º parágrafo da página 164. Texto retificado:
- Deveis estar perfeitamente ereto, formando com os pp∴, unidos pelos ccalc∴
uma esquadr∴ (o M∴ de CCer∴ demonstra e a seguir ensina o Apr∴);
- Avançai com o p∴ esq∴, juntando em seguida o ao seu calc∴ o calc∴ do p∴
dir∴. Este é o primeiro Passo Regular da Maçonaria e é nesta posição que se
comunicam os segredos do grau (O M∴ de CCer∴ demonstra e a seguir ensina
o Apr∴ - o passo é dado normalmente sem arrastar os pés).
II - 1º parágrafo da página 165. Texto retificado:
- O Sin∴ de Ord∴, faz-se colocando a m∴ dir∴ com a pal∴ ab∴ voltada para
baixo, sobre a garg∴, com os quatro dded∴ uun∴ e estendidos, o pol∴ separado,
formando uma esquadr∴. Braço e antebraço dir∴ na horizontal, tendo o
esquerdo caído ao longo do corpo; o corpo se mantém ereto e os pés em
esquadr∴. Sempre que estivermos em pé e parados em Loja aberta, devemos
estar à Ord∴,isto é, corpo ereto, pés em esquadr∴, compondo o Sin∴ do grau
(O M∴de CCer∴ primeiro demonstra compassadamente e a seguir faz o Apr∴
repetir os movimentos).
III - 2º parágrafo da página 165. Texto retificado:
- O Sin∴ Gut∴ é feito às Luzes da Loja quando da entrada formal no Templo
ou na retirada definitiva antes do encerramento (é saudação); também durante
os trabalhos quando se desfazemos o Sin∴ de Ord∴ (não é saudação), ou ainda
quando da saudação ao Ven∴ Mestredurante a entrada e saída do Oriente.
Faz-se o Sin∴ Gut∴ em se estando à Ord∴. Leva-se horizontalmente a m∴ dir∴
ao ombro dir∴ deixando-se em seguida cair o br∴ dir∴ ao longo do corpo.
Impreterivelmente a saudação maçônica no 1º Grau se faz pelo Sin∴ Gut∴, que

86
é também conhecido como Sin∴ Pen∴ (O M∴ de CCer∴ demonstra primeiro e,
em seguida, faz o Apr∴ praticar).
IV - 6º parágrafo da página 165. Texto retificado:
- Depois de ter sido dado regularmente o Toq∴, dá-se a Pal∴ Sagr∴ de modo
sussur∴ no ouv∴ esq∴ let∴ por let∴, visto que o Apr∴ só sabe sol∴. Quando vos
disserem: Dai-me a Pal∴ Sagr∴, deveis responder: Não v∴ p∴ d∴ s∴ sol∴, dai-
me a p∴ letra que eu v∴ d∴ a seg∴ (O M∴ de CCer∴ vai demonstrando para o
Apr∴).
V - 1º parágrafo da página 166. Excluído:
PARÁGRAFO EXCLUÍDO POR CONTRADIÇÃO – Justifica-se sua
exclusão porque, como mencionado, iniciaticamente o Apr∴ somente sabe
soletrar, portanto não faz sentido silabá-la no final.
VI - Penúltimo explicativo da página 166 – Explicações sobre a Marchado
Grau:
(O M∴ de CCer∴ convida o Apr∴ para acompanha-lo até o Átrio, onde ensina-
lhe a fazer a Marc∴ e como entrar no Templo).
PROCEDIMENTOS QUE O M∴ CCER∴ DEVE EXPLICAR.
I – Assim que ambos se retirarem, o Cobr∴ Int∴ fecha a porta;
II – No átrio o M∴ de CCer∴ ensina a Marcha do Grau ao Apr∴ fazendocom
que ele dê três pp∴ para frente em linha reta, avançando sempre o p∴ esq∴
normalmente e a ele juntando o p∴ dir∴ pelos ccalc∴, formando uma esquadr∴;
III – A Marcha é realizada com o Sin∴ de Ord∴ composto;
IV – Não se arrastam os pés durante a execução da Marcha;
V – As intersecções oblíquas do Pav∴ Mos∴ regulam os ppas∴ noREAA;
VI – No Templo a Marcha é executada sobre o equador, iniciando-a assim que
o Cobr∴, à sua retaguarda, fechar a porta (simbolicamente o Apr∴ inicia a
Marcha no mesmo lugar aonde recebera a Luz);
VII – Concluída a Marcha dentro do Templo o Aprendiz saúda pelo
Sin∴Gut∴ o Ven∴ Mestre e o Primeiro e Segundo Vigilantes respectivamente;
VIII – Concluída a saudação, o Aprendiz volta ao Sin∴ de Ord∴ e
aguarda providências.
VII - Último parágrafo da página 166 – Instrução para entrada formal em
Loja do Aprendiz:
(Sempre orientado pelo M∴ de CCer∴ o Apr∴, a seguir, bate à porta doTemplo
e aguarda o tempo necessário).
ORIENTAÇÕES:
I – Orientado, o Apr∴ com a m∴ dir∴ fechada dá na porta as três ppanc∴ e
aguarda;
II – Atendido, conforme determina o Ritual, o Apr∴, acompanhado do M∴ de

87
CCer∴, ingressa e se coloca entre CCol∴
III – O Cobr∴ Int∴ fecha a porta e o Apr∴ se coloca à Ord∴, tendo ao seu lado,
na Col∴ do Norte, o M∴ de CCer∴ também à Ord∴;
IV – O Apr∴, seguido de perto e orientado pelo M∴ de CCer∴ executa a Marcha
do Grau como aprendera no Átrio (se necessário o seu acompanhante o corrige);
V – Concluídos os ppas∴, o Apr∴ saúda pelo Sin∴ Gut∴ o Ven∴ Mestre e volta
à Ord∴; dirige agora o seu olhar para o 1º Vig∴ fazendo- lhe a mesma saudação
que fizera ao Ven∴ Mestre, e volta à Ord∴. Por fim, dirige o seu olhar para
o 2º Vig∴ saudando-o do mesmo modocomo fizera ao 1º Vig∴. Fica à Ord∴
novamente.
VI – O Ven∴ Mestre dá continuidade conforme o Ritual.

166. Segunda Instrução – Página 168 – 4.2 2ª Instrução – Primeiro


explicativo:
a. Texto editado no Ritual:
“(Deve ser apresentada em Loja de Apr∴ em forma de diálogo, entre o Ven∴
Mestre e os VVig∴, podendo ser desdobrada em mais de uma sessão e ter, a
critério do Ven∴ Mestre, maiores explicações, quanto ao sentido simbólico que
a cerimônia ritualística e os conceitos encerram)”.
b. Observação:
Alerta-se para o texto do explicativo acima: “podendo ser desdobradaem
mais de uma sessão”. Aconselha-se a atentar para essa orientação no intuito de
não tornar a instrução numa simples e rápida leitura sem as merecidas
explicações.

167. Segunda Instrução – Página 170 – 4.2 2ª Instrução – 7º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
1º Vig∴ - Com a ponta de uma espada ou punhal assentada no meu peito sendo,
na ocasião perguntado se eu sentia ou via alguma coisa
b. Retificação:
Em que pese o ritual mencionar “espada ou punhal”, sugere-se a retirada do
texto o termo “punhal”, pois esta arma simbólica não aparece na liturgia
iniciática do REAA.
O texto correto é: “Com a ponta de uma espada assentada...”.

168. Segunda Instrução – Página 171 – 4.2 2ª Instrução – 7º parágrafo:


c. Texto editado no Ritual:
2º Vig∴ - No Alt∴ dos JJur∴, com o corpo formando uma esquadria, a m∴ esq∴
segurando um Comp∴ apoiado no lado esq∴ do peito, prestei o juramento
solene dos Maçons.

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d. Retificação:
Texto não condiz com a realidade ritualística, sobretudo na parte que menciona
“com o corpo formando uma esquadria”. Texto apropriado é o seguinte:
“2º Vig∴ - No Alt∴ dos JJur∴, com o joelho esquerdo apoiado no chão, tendo a
m∴ dir∴ sobre o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴ e na m∴ esq∴um Comp∴aberto
tendo uma das suas pontas apoiada no lado esq∴ do meu peito. Nesta posição
prestei o juramento solene dos Maçons.

169. Segunda Instrução – Página 172 – 4.2 2ª Instrução – 6º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
1º Vig∴ - Visualizei o L∴ da L∴, o Esq∴ e o Comp∴. As Três Grandes Luzes da
Maçonaria.
b. Retificação:
“1º Vig∴ - Visualizei por primeiro IIr∴ que apontavam espadas para mim. Mais
distante, ao fundo, visualizei ainda o Alt∴ dos JJur∴ que tinha sobre ele o L∴
da L∴, o Esq∴ e o Comp∴ - as Três Grandes Luzes Emblemáticas da
Maçonaria.
c. Justificativa:
Pela posição do Iniciando, próximo a porta, ele vislumbra por primeiro os IIr∴
que apontam espadas e em segundo plano, mais ao fundo, ao Or∴, o Alt∴ dos
JJur∴ com as Três Grandes Luzes Emblemáticas.

170. Segunda Instrução – Página 172 – 4.2 2ª Instrução – 8º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
1º Vig∴ - O L∴ da L∴ regula a nossa conduta no Lar, no Trabalho e na
Sociedade; O Esq∴, símbolo da Retidão, nos ensina a permanecermosfiéis
para com os nossos semelhantes; e o Comp∴, que representa a Justiça – ensina
onde começam e onde terminam os nossos direitos.
b. Retificação:
“1º Vig∴ - As espadas para mim apontadas simbolizavam os raios de Luz da
Verdade, que ofuscam a visão intelectual daquele que ainda não está
preparado, por sólida instrução, para recebe-la. O L∴ da L∴ regula a nossa
conduta no Lar, no Trabalho e na Sociedade; O Esq∴, símbolo da Retidão, nos
ensina a permanecermos fiéis para com os nossossemelhantes; e o Comp∴, que
também representa a Justiça – ensina ondecomeçam e onde terminam os nossos
direitos.
c. Justificativa:
Explica o que representa a alegoria das espadas apontadas. O Comp∴ além de
simbolizar a Justa Medida, também representa a Justiça.

171. Segunda Instrução – Página 174 – 4.2 2ª Instrução – 1º parágrafo:

89
a. Texto editado no Ritual:
2º Vig∴ - Três grandes CCol∴: Jônica – a Sabedoria; Coríntia – a Beleza;
Dórica – a Força, também chamadas de Minerva, Vênus e Hércules.
b. Retificação:
“2º Vig∴ - Três grandes CCol∴ abstratas: Jônica – a Sabedoria; Coríntia –a
Beleza; Dórica – a Força, também chamadas de Minerva, Vênus e Hércules.
c. Justificativa:
A palavra abstrata explica que essas CCol∴ não precisam fisicamente se
fazer presentes. Elas simbolizam cada uma das Luzes da Loja.

172. Segunda Instrução – Página 175 – 4.2 2ª Instrução – 4º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
2º Vig∴ - Porque a Sabedoria inventa, a Força sustenta e a Belezaadorna.
b. Retificação:
“2º Vig∴ - Porque a Sabedoria cria, a Força sustenta e a Beleza adorna.

173. Segunda Instrução – Página 176 – 4.2 2ª Instrução – 1º parágrafo:


a. Texto editado no Ritual:
- As Joias são três móveis, a saber: o Esq∴, o Niv∴ e o Prum∴ (ou Perpend∴);
e três fixas – a P∴ B∴, a P∴ P∴ (ou Cúb∴) e a Pranch∴ da Loja.
b. Retificação:
As Joias são três móveis, a saber: o Esq∴, o Niv∴ e o Prum∴ (ou Perpend∴); e
três fixas – a P∴ B∴, a P∴ C∴ e a Pranch∴ da Loja.
c. Justificativa:
Pedra Polida pode ser qualquer pedra, inclusive a esférica. Para o Apr∴ é a P∴
C∴ que vai por ele desbastada para ser justaposta na elevação das paredes.

90

1 
Loja Maçônica Virtude e Bondade, n.º 0146 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Orientação Ritualística 
do Grau de Aprendiz Maçom 
para us
2
3 
 
 
A Maçonaria é uma Instituição que transmite sua doutrina através de uma 
ritualística; é, pois, imprescindível que os
4
5 
Ritualística do Grande Oriente do Brasil 
 
REAA 
 
1. Corda de 81 Nós - Página 14 – 1.3 Da Disposição e Decoração do Temp
6 
 
3. Cadeiras de Honra – Página 15 – 1.3 Disposição e Decoração do 
Templo – Parágrafo único: 
a. Texto editado no Ritual:
7 
integrante da liturgia do REAA, isto é, para ela não existe nenhum 
procedimento ritualístico. 
 
5. Pavilhão Nacional – P
8 
Bandeiras que vão situadas no Templo por ocasião das sessões. 
II - É essa disposição que deve ser observada por todas as
9 
da Loja e é o 1º auxiliar do Ven∴ Mestre. - Quem dirige a Loja é o Ven∴ Mestre. 
Os VVig∴ o auxiliam. 
II - Seguindo a hie
10 
I - O lugar do 2º Vig∴ se localiza na região mediana do Sul junto à parede 
meridional no topo da Col∴ do Sul (vide o ite

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