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Hibridização sp3 PDF

O documento discute a natureza das ligações químicas, especificamente as ligações covalentes. Explica que as ligações covalentes ocorrem quando átomos compartilham elétrons, como no caso da molécula de H2. A Teoria da Ligação de Valência descreve como a sobreposição de orbitais atômicos leva à formação da ligação covalente. A hibridização sp3 é apresentada como a explicação para a tetravalência do carbono e a estrutura do metano.
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O documento discute a natureza das ligações químicas, especificamente as ligações covalentes. Explica que as ligações covalentes ocorrem quando átomos compartilham elétrons, como no caso da molécula de H2. A Teoria da Ligação de Valência descreve como a sobreposição de orbitais atômicos leva à formação da ligação covalente. A hibridização sp3 é apresentada como a explicação para a tetravalência do carbono e a estrutura do metano.
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Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB

Departamento de Ciências e Tecnologias - DCT


Leonardo de Oliveira Aguiar
Hibridização sp3 - Química Orgânica I
José Ricardo Ferreira Cavalcante

A natureza estrutural da matéria, bem como suas propriedades, se deve, em grande


parte, a como os átomos estão unidos entre si. Sempre que dois átomos ou íons
estão fortemente ligados, dizemos que há uma ligação química entre eles. Como
todos sabemos há três tipos de ligação química: iônica, covalente e metálica.
Obviamente, iremos nos ater a ligação covalente, pois é a única possível para o
átomo de carbono.

A ligação covalente proposta por [Link] descreve a união de átomos por meio
do compartilhamento de elétrons. A molécula de H2, nos dá o exemplo mais simples
de uma ligação covalente. Quando dois átomos de hidrogênio estão próximos um do
outro, os dois núcleos carregados positivamente se repelem, os dois elétrons de
carga negativa também se repelem, mas a força atrativa entres os núcleos e os
elétrons se sobrepõe às repulsões, uma vez que a molécula é estável.

Mas como exatamente ocorre a ligação covalente? Utilizando a Teoria da Ligação


de Valência (TLV) podemos constatar que a ligação covalente é formada a partir da
sobreposição de orbitais atômicos. Na verdade, devemos pensar que nesse tipo de
ligação há um compartilhamento de densidade eletrônica como um resultado da
interferência construtiva de orbitais. Em outros termos, a valência é entendida como
a capacidade de um átomo de ligar-se a outros a fim de atingir uma estabilidade
energética semelhante à dos gases nobres.

Mas quando pensamos no átomo de carbono de acordo com sua distribuição


eletrônica, constatamos apenas dois orbitais atômicos capaz de formar ligações:
6C → 1s²2s²2p² [↑↓] [↑][↑]
Isso implica que o átomo de carbono formaria apenas duas ligações. Mas o que
explica a estrutura de ligação do metano (CH4), onde o carbono realiza quatro
ligações?

Isso se deve ao conceito da hibridização de orbitais, fundamentado nos trabalhos


de Linus Pauling na área da química quântica. A hibridização é uma combinação
linear entre orbitais atômicos e, no caso da hibridação sp3, nós temos como
resultado dessa combinação linear, quatro funções de ondas híbridas que possuem
a mesma energia, justificando a tetravalência do carbono para a molécula de metano
(CH4).
REFERÊNCIAS:

1. BROWN, [Link] al. Química A Ciência Central.13 ed. São


Paulo, Pearson, 2016.

2. KLEIN, DAVID. Química Orgânica vol 1. 2 ed. LTC, 2016.

OBS: as referências foram utilizadas com intuito de manter uma sequência lógica
das teorias abordadas. O texto em si, é construído de acordo com o meu
entendimento em com o que foi discutido em sala de aula até o momento.

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