DIREITO
TRIBUTÁRIO II – Prof. Felipe Mitre
3º TRABALHO ASSISTIDO – AMBIENTE VIRTUAL
Trabalho individual – respostas somente pelo Ava
Nome:Driele de Freitas Ferreira. _________________________________________
1ª questão
Veja o caso: “a Empresa MXP ajuizou ação anulatória com a realização do
depósito do montante integral do valor do débito, diante a cobrança pretendida
pelo Estado de Minas Gerais. Referida dívida está inscrita em dívida ativa, mas,
ainda não havia sido objeto de execução fiscal. Após o ajuizamento da ação
anulatória e, evidentemente, após ter realizado o depósito do montante
integral, a Empresa MXP teve a ingrata surpresa que o Estado de Minas Gerais
ajuizou a ação de execução fiscal.”
Responda aos questionamentos:
1. O Fisco Estadual teria impedimento no ajuizamento da ação de execução
fiscal ou sua conduta foi legítima para a cobrança?
2. Para orientar sua resposta ao questionamento acima apresentado,
reproduza integralmente a ementa da Apelação Cível nº 1.0000.23.081787-
6/001, Relatoria Albergaria Costa da 3ª Câmara Cível do TJMG, a ser realizada
em consulta do site do TJMG>>>>pesquisar em jurisprudência.
1. Há de se observar que a conduta do Fisco Estadual ao ajuizar a execução
fiscal após o depósito integral do crédito pela Empresa MXP foi
questionada e considerada indevida. Houve o depósito judicial teria sim o
impedimento do ajuizamento da ação, não teria motivo de cobrança se
no ato a empresa já havia realizado depósito do valor integral , onde o
recurso não foi provido.
2. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FISCAL. EXCEÇÃO DE
PRÉ-EXECUTIVIDADE. CABIMENTO. AÇÃO ANULATÓRIA
PREEXISTENTE. DEPÓSITO INTEGRAL DO CRÉDITO.
COMPROVAÇÃO. SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE. EXTINÇÃO DA
EXECUÇÃO. POSSIBILIDADE.
O depósito judicial do crédito nos autos de ação anulatória em que se
discute a própria relação jurídica que ensejou o crédito executado
suspende a sua exigibilidade, nos termos do art. 151, II do CTN.
Ajuizada a execução fiscal posteriormente ao depósito do crédito
executado, tendo sido proferida decisão que suspende, liminarmente, a
exigibilidade do crédito, cabível a sua extinção.
Recurso conhecido, mas não provido.