EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DR.
(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA
_____UNIDADE DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E CRIMINAL DA
COMARCA DE XXXXXXXXXXX
AÇÃO INDENIZATÓRIA DECORRENTE DE ACIDENTE DE TRÂNSITO
XXXXXXXXXXXX, brasileiro, divorciado, fotógrafo, portador do RG de nº
XXXXXXXXXXXX e CPF: XXXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliado na
XXXXXXXXXXXXXXX, vem por intermédio de seu advogados, devidamente
constituído pelo instrumento de mandato em anexo, com endereço profissional na
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX, vem perante V. Exa, propor AÇÃO
INDENIZATÓRIA DECORRENTE DE ACIDENTE DE TRÂNSITO, em face de
XXXXXXXXXXXXXXX, empresária, portadora do CPF nº XXXXXXXXXXXX,
com endereço profissional à XXXXXXXXXXXXXXXXXXX, pelos fundamento
fáticos e jurídicos abaixo expostos:
DOS FATOS
NARRE OS FATOS
DO DIREITO
DA COMPETÊNCIA MATERIAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS -
POSSIBILIDADE DE JULGAR CAUSAS ACIMA DE 40 SALÁRIOS MÍNIMOS
Conforme o já sedimentado entendimento do STJ, há possibilidade dos Juizados
Especiais julgarem causas que dada sua matéria, são consideradas de menor
complexidade. O art. 3º da lei 9.099/95, quando elenca as causas sujeitas a apreciação
pelo rito sumaríssimo, inclui, em seu inciso I, as causas enumeradas no art. 275, II, do
CPC, que constam na alínea d, causas de ressarcimento por danos causados em acidente
de veículo de via terrestre;
O que se pretende demonstrar, Excelência, é que as causas que estão sujeitas a
apreciação dos Juizados Especiais, tanto podem ser quantitativas (dado o valor da
causa), como alternativamente podem ser de qualitativa, ou seja de competência
material, como é o caso da presente demanda ( tratando de reparação decorrente de
acidente de trânsito, que não guarda consigo complexidade capaz de ensejar sua
apreciação pela justiça comum).
Sobre esse caráter alternativo das causas fixadas pela competência dos Juizados
Especiais, segue trecho do julgamento da Terceira Turma do STJ, na decisão liminar de
relatoria da Min. Nacy Andrighi:
"ao regulamentar a competência conferida aos juizados,
o legislador usou dois critérios distintos - quantitativo
e qualitativo - para definir o que são causas cíveis de
menor complexidade. Exige-se, de regra, a presença de
apenas um desses requisitos e não a sua cumulação". A
exceção fica para as ações possessórias sobre bens
imóveis, em relação às quais houve expressa
conjugação dos critérios de valor e matéria. Como na
hipótese dos autos a competência do Juizado Especial
foi determinada com base na matéria (acidente de
veículo de via terrestre), a ministra considerou
perfeitamente admissível que o pedido excedesse o
limite de 40 salários mínimos. Diante disso, ela
indeferiu o pedido liminar de antecipação de tutela.
Ainda no julgamento acima mencionado, a Ministra completa quanto a viabilidade de
condenação acima do teto do Juizado Especial, com o seguinte trecho:
[...] Na espécie, tendo em vista que a ação principal
discute acidente de veículo de via terrestre, hipótese
prevista no art. 275, II, “d”, do CPC e, por conseguinte,
abrangida pelo art. 3º, II, da Lei 9.099⁄95, não vejo
ximpedimento a que o Juizado Especial Cível da
Comarca de Bom Retiro condenasse o recorrente ao
pagamento de indenização em montante superior a 40
salários mínimos.
Ante o raciocínio acima esposado, se pretende o recebimento da presente, pois
enquadra-se como causa de menor complexidade e guarda matéria atinente à
competência deste Juízo.
DA VIOLAÇÃO DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO – CTB (ATO
ILÍCITO)
O CTB prevê como infração de natureza grave, o estacionamento de veículos em
locais proibidos pela placa de sinalização, conforme verificamos no seu Art. 181, XIX
abaixo colacionado.
XIX- em locais e horários de estacionamento e
parada proibidos pela sinalização (placa -
Proibido Parar e Estacionar):
Infração – grave;
Penalidade – multa.
Dessa forma, Excelência, observamos nas imagens anexadas a esta exordial que,
a Ré, ao parar seu veículo em local com sinalização na qual indicava ser proibido
estacionar, estava cometendo uma infração de trânsito previsto pelo próprio CTB.
A sinalização da via onde ocorreu o sinistro, conforme vemos nas imagens, está
em conformidade com orientações previstas pela legislação, ou seja, nos moldes do Art.
80, §1º do CTB.
§1º. A sinalização será colocada em posição e
condições que tornem perfeitamente visível e legível
durante o dia e a noite, em distância compatível com a
segurança do trânsito, conforme normas e
especificações do CONTRAN.
O que se observa, é a falta de cuidado da Ré com os demais usuários da via, pois
mesmo com a perfeita sinalização, esta optou por parar seu veículo em local proibido.
As placas de sinalização tem como função precípua a educação dos condutores,
para evitar a obstrução da via e possíveis acidentes, mas que no caso em apreço não
surtiu efeito, não pela falta de sinalização, mas sim pela conduta negligente da Ré que,
com a falta de cuidado objetivo ocasionou acidente de natureza grave ao Autor, que,
dada a amplitude da fratura teve de amputar parte de sua perna direita, conforme
registro fotográfico acostado à inicial.
Além de parar em local proibido, a Ré agiu de forma negligente também quando
abriu a porta de seu veículo, sem observar se tal conduta não traria perigo aos demais
usuários da via, agindo dessa forma em desacordo com o Art. 49 do CTB.
DA RESPONSABILIDADE CIVIL DECORRENTE DE ACIDENTE DE
TRÂNSITO - DANO MATERIAL, DANO MORAL E DANO ESTÉTICO.
O ordenamento jurídico pátrio, preconiza que aquele que causa dano à outrem
tem o dever de reparação. Esse dever se concretiza na obrigação do ofensor, seja
decorrente de dolo ou culpa, de viabilizar que a vítima retorne ao seu status quo ante.
O art. 186 do Código Civil é claro quando aborda que se incorre em ato ilícito
aquele que por ação ou omissão, negligência ou imprudência, viola o direito de outrem,
como se observa abaixo:
Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária,
negligência ou imprudência, violar direito e causar
dano a outrem, ainda que exclusivamente moral,
comete ato ilícito.
Ademais, ainda no mesmo Código, o art. 927 que aborda quanto à obrigação de
indenizar reforça o disposto nos artigos 186 e 187, quando prevê que aquele que, por ato
ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.
No caso em vertente, os elementos que compõem a responsabilidade civil,
saltam aos olhos. A responsabilidade subjetiva é que dá guarida a pretensão autoral.
Vejamos a responsabilização mencionada, reclama a presença do ato ilícito, da culpa
ou dolo, do nexo causal e do dano.
O ato ilícito se perfectibilizou, conforme se narrou a ocorrência, com a violação
da legislação de trânsito, quando a condutora, ora Ré, estacionou em local proibido, o
que pode se constatar através das provas carreadas aos autos. (vide boletim de
ocorrência emitido pela AMC – Autarquia Municipal de Trânsito e fotografias).
O elemento subjetivo, ou seja, no presente caso, a culpa, é percebida com a
negligência da Ré, que, após estacionar em local indevido, ao abrir a porta do veículo
em via com fluxo de trânsito, deixou de adotar os deveres de segurança mínimos, para
evitar a ocorrência do sinistro que amputou o Autor, que ao momento da abertura da
porta do veículo, se chocou. Sobre o enquadramento da culpa ante a abertura descuidada
de porta de veículo sem atenção devida, interessante colacionar trecho de julgado da
turma recursal de Belo Horizonte:
"Acidente de trânsito - Abertura de porta sem cautela:
Age com culpa quem abre a porta de veículo para dele
sair, sem prestar atenção ao fluxo de veículos à sua volta,
ocasionando a colisão, mormente em local onde existem
veículos estacionados em ambos os lados da via pública,
com passagem estreita para os veículos que transitam pelo
local" (6ª Turma Recursal Cível de Belo Horizonte - Rec.
nº 4.689 - Rel. Juiz José Washington Ferreira da Silva -
Julg. 19/05/02).Boletim nº57
Óbvia é a constatação que a conduta negligente da Ré, guarda total nexo causal
com os graves danos sofridos pelo Autor, na esfera patrimonial, moral e estética.
DOS DANOS PATRIMONIAIS EMERGENTES – PAGAMENTO DA PRÓTESE
O art. 402 do Código civil que estatui sobre as perdas e danos é claro quando
aduz que as perdas e danos abrangem tanto o que se perde, quanto o que se deixa de
ganhar. No caso em tela, a amputação do membro inferior direito do Autor, ensejou a
colocação de uma prótese, cujos orçamentos, foram anexados a esta exordial.
Tais despesas são consideradas perdas patrimoniais (danos emergentes), pois
foram prejuízos efetivamente experimentados pelo Autor. O montante dispendido, que
por questão de direito se requer o pagamento, deriva do princípio restitutio in integrum,
que pugna pela completa satisfação do prejuízo sofrido.
Portanto, como quantia a tornar indene a situação material do Autor, ante a
premente necessidade de se pôr prótese endoesquelética, a fim de minorar esse dano
irreparável, considera-se justa a quantia de R$ XXXXXXXXXXXXXX pois trata-se do
valor da prótese mais adequada, de maior qualidade e portanto material mais resistente,
capaz de facilitar essa angustiante fase que o Autor vem experimentando desde o
fatídico evento.
DO LUCRO CESSANTE – DA NECESSIDADE DE PENSÃO MENSAL
VITALÍCIA PELA PERDA DA CAPACIDADE LABORATIVA
O mencionado art. 402, abordando sobre as perdas e danos, inclui o lucro
cessante como verba a ser ressarcida. No caso dos autos, a perda da capacidade
laborativa do Autor, compromete sua renda, pois deixa de ter condições de exercer sua
atividade que ensejava o sustento de sua família.
Insta salientar que o lucro cessante, deve ser entendido como a situação em que
o Autor perceberá prejuízo futuros, como reflexo do dano (acidente de trânsito) sofrido.
Dada à configuração de sequelas permanentes que reduzem sua capacidade de trabalhar.
Esta cessação de lucro deve ser percebida de forma objetiva, não no campo das
hipóteses e conjecturas, para tanto, a amputação que acomete o Autor tem o condão de
reduzir consideravelmente o exercício da atividade exercida como fotógrafo.
Nesse diapasão, o que se requer, Excelência, é a determinação de que Ré pague
pensão mensal vitalícia, visto que devido a situação atual do Autor, não se é mais
possível que este exercer suas funções laborativas já que o arbitramento da pensão deve
levar em conta a redução da capacidade laborativa do autor
Sobre esta proporcionalidade da pensão mensal a ser recebida, considerando a redução
da capacidade laborativa, o STJ dispõe de julgados esclarecedores, que abaixo se expõe:
“CIVIL E PROCESSUAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO.
ACIDENTE FERROVIÁRIO. LESÃO QUE INCAPACITOU A
VÍTIMA PARA O TRABALHO. CULPA CONCORRENTE.
EMBARGOS DECLARATÓRIOS. MULTA. EXCLUSÃO.
PENSÃO MENSAL VITALÍCIA. POSSIBILIDADE. DANO
ESTÉTICO E MORAL. CUMULAÇÃO. SUCUMBÊNCIA
RECÍPROCA. HONORÁRIOS. COMPENSAÇÃO.
POSSIBILIDADE. CPC, ART. 21. INCIDÊNCIA DA SÚMULA
N. 306-STJ.I. Multa aplicada pela Corte a quo afastada, por não s
identificar propósito procrastinatório na oposição de embargos
declaratórios perante a instância de [Link]. É devida pensão
mensal mensal vitalícia, de 01 (um) salário mínimo, à vítima que
ficou incapacitada para o trabalho, mesmo que não exercesse, à
época do acidente, atividade remunerada.”(grifo nosso) (STJ,
REsp 711720 / SP,)
Ora, Nobre Julgador, se no caso acima, a época o ofendido sequer exercia
atividade remunerada, e lhe foi devido pensão vitalícia mensal, mais óbvio ainda se
torna o direito do Autor de perceber quantia correspondente a pensão vitalícia mensal.
Logo, a título de pensão mensal a ser recebida até a morte do autor, se requer o
pagamento da quantia de XXXXXXXXXXXXXXX
DO DANO MORAL E SUA FIXAÇÃO
Para a fixação da ofensa moral sofrida pelo Autor, importante que se considere o
caráter dúplice da indenização por danos morais. Esta, para atingir o seu mister, qual
seja, tentar, o máximo possível, reestabelecer o status quo ante do ofendido, deve
também exercer função capaz de desestimular o ofensor à reincidência na conduta
danosa.
É de bom alvitre se considerar para o melhor alcance do dano moral, no tocante
a sua fixação, alguns elementos, presentes no magistério de Cavalieri Filho (2012),
abaixo transcrito:
“Importa dizer que o juiz, ao valorar o dano moral,
deve arbitrar uma quantia que, de acordo com o seu
prudente arbítrio, seja compatível com a
reprovabilidade da conduta ilícita, a intensidade e
duração do sofrimento experimentado pela vítima, a
capacidade econômica do causador do dano, as
condições sociais do ofendido, e outras condições mais
que se fizerem presentes”.
Enquadrando-se no caso sub judice, a reprovabilidade da conduta da Ré salta aos
olhos, dada a circunstância de ter de amputar parte da perna e o pé do Autos, a
intensidade do sofrimento torna-se evidente quando se verifica que aos 50 anos de
idade, o autor já se encontra privado dos mais corriqueiros e necessários atos da vida;
Quanto à capacidade econômica do causador do dano, a Ré é claramente
detentora razoável aporte financeiro. Vez que, de acordo com o cadastro nacional de
pessoa jurídica, anexado, é empresária individual.
No caso em espécie, entende o Autor que o valor de R$ XXXXXXXXX mil
reais) é um parâmetro mínimo e razoável à indenização, pelas agruras humilhatórias
sofridas.
DO DANO ESTÉTICO
Já é sabido que o dano estético, qual seja, a deformidade morfológica
permanente no corpo que gera repulsa ou desagrado é passível de cumulação com o
dano moral, com este não se confundindo, portanto. O próprio ordenamento pátrio, no
artigo 5º, V, da CRFB assim prevê que é assegurado o direito de resposta, proporcional
ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
O tema em referência, já é matéria sumulada pelo STJ, que assim
preceitua, É lícita a cumulação das indenizações de dano estético e dano moral. Só
pelo fato de ter tido seu membro inferior direito, englobando seu pé e parte da perna
direita, exsurge o dano estético a ser pago ao Autor.
Sobre essa modalidade de dano, obrigamo-nos a transcrição do magistério de
Maria Helena Diniz, dada a capacidade de se adequar aos danos presentes no Autor:
“O dano estético é toda alteração morfológica do
indivíduo, que, além do aleijão, abrange as
deformidades ou deformações, marcas e defeitos, ainda
que mínimos, e que impliquem sob qualquer aspecto
um afeiamento da vítima, consistindo numa simples
lesão desgostante ou num permanente motivo de
exposição ao ridículo ou de complexo de
inferioridade, exercendo ou não influência sobre sua
capacidade laborativa(grifo nosso).
Quanto ao tema, a jurisprudência do tribunal superior, robustece o requerido
pelo autor, como se pode vislumbrar pelo salientado abaixo:
AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA.
ACIDENTE DE TRABALHO. INDENIZAÇÕES POR DANOS
MORAL E ESTÉTICO. POSSIBILIDADE DE CUMULAÇÃO
DE PEDIDOS. A jurisprudência deste Tribunal Superior milita a
favor da possibilidade de cumulação de pedidos de indenizações
por danos moral e estético. Ao adotar compreensão em sentido
diverso, o Acórdão recorrido entrou em rota de colisão com o
disposto no artigo 5º, V, da Constituição Federal, autorizando o
processamento da Revista. Agravo de instrumento conhecido e
provido. RECURSO DE REVISTA. CUMULAÇÃO DE
PEDIDOS. INDENIZAÇÕES POR DANOS MORAIS E
MATERIAIS. Não pairando controvérsia quanto à ocorrência de
dano estético, resultante de acidente de trabalho, impõe-se
reconhecer o direito da trabalhadora ao recebimento de
indenização a esse título, a qual não se confunde com a
indenização por dano moral. Recurso de Revista conhecido e
provido.(TST - RR: 4376620105020242 , Data de Julgamento:
17/06/2015, Data de Publicação: DEJT 19/06/2015)
Pelo o exposto, face os danos sofridos ao seu corpo, considera-se quantia R$
XXXXXXXXXXXXXX, quantia mínima e razoável, pelas deformidades ocasionadas
ao corpo do Autor, que além de reduzir sua capacidade laborativa, trouxe-lhe sofrimento
na esfera moral.
DOS PEDIDOS
Diante de todo o exposto, o Reclamante requer:
a) A CITAÇÃO da Ré para, querendo, comparecer à audiência e contestar a
presente ação, sob pena sofrer os efeitos da revelia;;
b) O julgamento totalmente procedente da presente ação;
c) A condenação da Ré ao pagamento de indenização ao Reclamante, pelos
danos sofridos pelo Autor decorrentes de acidente de trânsito: a título de dano moral,
sugere-se XXXXXXXXX); a título de danos estéticos, R$ XXXXXXXXXXXXXX; a
título de danos materiais cessantes, XXXXXXXXXXX, até a fim da vida do Autor; a
título de materiais emergentes, R$ XXXXXXXXXXXXXXX
d) Protesta provar o alegado por todos os meios de provas, em direito admitidos,
notadamente, prova testemunhal, depoimento pessoal e documental;
e) a juntada dos documentos em anexo;
f) Condenação da Ré nos ônus sucumbenciais;
g) A concessão dos benefícios da justiça gratuita, por ser o Reclamante
pobre na forma da lei;
PEDIDO VALOR
INDENIZAÇÃO DANOS MORAIS XXXXXX
INDENIZAÇÃO DANOS ESTÉTICOS XXXXXXXX
INDENIZ. DANOS MAT. EMERGENTE - XXXXXXXXXX
PRÓTESE
INDENIZ. DANOS MAT. CESSANTES – XXXXXXXXXXXXX
PENSÃO VITALÍCIA - MENSAL
SUBTOTAL R$ XXXXXXXXXX
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS 10% R$ XXXXXXXX
TOTAL R$ XXXXXXXXXXX
Dar-se-á a causa o valor de R$ XXXXXXXXXXXXX (cento e noventa e oito mim,
cento e dez reais).
Nestes termos,
Pede e aguarda deferimento.
XXXXXXXX ______ de agosto de 2XXX
XXXXXX
OAB: XXXXX
XXXXXXXX
OAB: XXXXXXXXXXX
ROL DE TESTEMUNHAS
1. ADNALDO CARNEIRO DOS SANTOS
End. Rua Rosita Silva Araújo, Nº 687 – Bairro: Siqueira
Contato: (85) 987201104
2. SAULO RAMALHO DA SILVA
End. Mister Cordeiro, Nº 690 – Bairro: Parque Santo Amaro
Contato: (85) 986193003
3. XXXXXXXXXXX
End. XXXXXXXXXXXXX
Contato: (XX) XXXXXX