TIC’s Semana 12- “Trabalho de parto”
Talessa Galdino
Matrícula: 0010911
A primeira etapa do trabalho de parto subdivide-se em 2 fases:
1a fase — do início do trabalho de parto até a dilatação total do colo (cerca
de 10 cm) — compreende 2 períodos, latente e ativo.
Durante a fase latente, as contrações irregulares tornam-se progressivamente coordenadas, o
desconforto é mínimo e o colo se apaga e dilata até 4 cm.
Quais os objetivos / propostas da avaliação inicial (primeira etapa do trabalho de parto) da
gestante em trabalho do parto?Qual a propedêutica recomendada nesta etapa?E a
amniotomia? Deve ser realizada?A gestante nesta etapa pode se alimentar? Quais as
condições?Devemos utilizar quimioprofilaxia com antibióticos sistêmicos?
Durante a fase ativa, o colo se torna plenamente dilatado e a apresentação
fetal insinua-se na pelve média. Em média, a fase ativa dura de 5 a 7 horas em
nulíparas e de 2 a 4 horas em multíparas.
Se as membranas não se romperem de modo espontâneo, alguns médicos
usam rotineiramente amniotomia (ruptura artificial das membranas) durante a
fase ativa. Como resultado, o trabalho de parto pode evoluir mais rápido e o
líquido amniótico meconial pode ser detectado precocemente. Nesse período,
a amniotomia pode ser necessária para monitorar o feto e confirmar o seu bem-
estar. Deve-se evitar amniotomia em mulheres com HIV ou hepatites B ou C,
para que o feto não seja exposto a tais organismos.
Nos últimos anos, a conduta alimentar à parturiente vem delineando-se de uma forma
diferente do que era proposto há décadas atrás – onde se colocava o jejum como norte do
manejo alimentar durante o trabalho de parto. Inicia-se então a inserção de práticas
assistenciais que consideram o fornecimento de líquidos claros e dietas brandas e/ou leves às
parturientes, com a finalidade de garantir o bem-estar materno-fetal.
A cesárea é a cirurgia realizada com maior frequência em mulheres no mundo e, ao longo da
evolução histórica, apresentou inúmeras mudanças em virtude do aperfeiçoamento científico
e tecnológico. Nas últimas décadas, a sua indicação tem sido estimulada pela melhoria nas
técnicas anestésicas e na técnica cirúrgica, pela utilização de antibioticoterapia profilática
aplicada, tornando o procedimento de baixo risco materno.
Referências:
MITTELMARK, Raul. MSD Manuals. Trabalho de parto. Disponível em:
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/ginecologia-e-obstetrícia/trabalho-de-parto-
normal-e-parto/condução-do-trabalho-de-parto- normal>.
PINTO, Laura, et al. O manejo alimentar durante sob a percepção da mulher. Disponível em:
https://www.e- publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/download/14205/2549