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Avaliação Inicial no Trabalho de Parto

A avaliação inicial da gestante em trabalho de parto tem como objetivos principais avaliar o progresso do trabalho de parto, monitorar os sinais vitais da mãe e do feto, e determinar a dilatação do colo do útero. A propedêutica recomendada inclui monitoramento contínuo, exame vaginal e avaliação da ruptura da bolsa amniótica. A amniotomia deve ser considerada com base na avaliação clínica, e a alimentação da gestante deve ser leve, dependendo das orientações médicas.
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Avaliação Inicial no Trabalho de Parto

A avaliação inicial da gestante em trabalho de parto tem como objetivos principais avaliar o progresso do trabalho de parto, monitorar os sinais vitais da mãe e do feto, e determinar a dilatação do colo do útero. A propedêutica recomendada inclui monitoramento contínuo, exame vaginal e avaliação da ruptura da bolsa amniótica. A amniotomia deve ser considerada com base na avaliação clínica, e a alimentação da gestante deve ser leve, dependendo das orientações médicas.
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FACULDADE DE MEDICINA DE GARANHUNS

CURSO DE MEDICINA – 4o PERÍODO


TURMA “ A”
ALUNA: AMANDA CRISTINY FERNANDES COSTA

Quais os objetivos / propostas da avaliação inicial (primeira etapa do trabalho


de parto) da gestante em trabalho do parto?

Qual a propedêutica recomendada nesta etapa?

E a amniotomia? Deve ser realizada?

A gestante nesta etapa pode se alimentar? Quais as condições?

A avaliação inicial da gestante em trabalho de parto visa avaliar o progresso do


trabalho de parto, o bem-estar da mãe e do feto, e tomar decisões clínicas
apropriadas. Os principais objetivos e propostas desta avaliação incluem:

1. Avaliar o trabalho de parto: Determinar se a gestante está realmente em


trabalho de parto ou se está experimentando contrações falsas (Braxton
Hicks) e avaliar a fase do trabalho de parto para determinar a sua
progressão.
2. Monitorar os sinais vitais da mãe: Isso inclui medir a pressão arterial, avaliar
a frequência cardíaca e a respiração da gestante.
3. Avaliar o bem-estar fetal: Monitorar a frequência cardíaca do feto e verificar a
movimentação fetal para garantir que o feto esteja recebendo oxigênio
adequado durante as contrações uterinas.
4. Determinar a dilatação do colo do útero: Examinar o colo do útero para
avaliar a sua dilatação e efacemento, o que ajuda a determinar o estágio do
trabalho de parto e a progressão.
5. Avaliar a posição e apresentação do feto: Determinar se o feto está em uma
posição adequada para o parto vaginal e identificar a apresentação do feto.

A propedêutica recomendada nesta etapa inclui:

● Monitoramento contínuo dos sinais vitais da mãe.


● Avaliação da frequência cardíaca fetal por meio da cardiotocografia.
● Exame vaginal para avaliação da dilatação do colo do útero, posição e
apresentação do feto.
● Avaliação da ruptura da bolsa amniótica, incluindo a cor e quantidade do
líquido amniótico.

Quanto à amniotomia (rompimento artificial da bolsa amniótica), essa decisão deve


ser tomada com base na avaliação clínica da gestante. A amniotomia pode ser
realizada para acelerar o trabalho de parto, se necessário, mas é uma intervenção
médica que requer consideração cuidadosa. Geralmente, é realizada quando há um
motivo médico válido, como suspeita de sofrimento fetal, e não deve ser feita de
rotina.

No que diz respeito à alimentação da gestante nesta etapa, as recomendações


podem variar. Em geral, é recomendado que a gestante não se alimente de
refeições pesadas durante o trabalho de parto ativo, principalmente se estiver
planejando um parto hospitalar. Isso ocorre porque a digestão de alimentos pode ser
mais difícil durante o trabalho de parto e existe um risco de aspiração caso ocorra
anestesia geral. No entanto, a hidratação é importante, e pequenos lanches leves,
como gelatina, água, caldo, e alimentos ricos em carboidratos podem ser
permitidos, mas isso também depende das políticas e orientações da instituição de
saúde e das preferências da gestante. Sempre é aconselhável seguir as orientações
da equipe médica que está cuidando da gestante durante o trabalho de parto.

Referência:

● SAÚDE DA MULHER NA GESTAÇÃO, PARTO E PUERPÉRIO NOTA TÉCNICA


PARA ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE COM FOCO NA
ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E NA ATENÇÃO AMBULATORIAL
ESPECIALIZADA GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA AS SECRETARIAS ESTADUAIS
E MUNICIPAIS DE SAÚDE. [s.l: s.n.]. Disponível em:
<https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestant
e-planificasus.pdf>.
● SOUTO, R. E. M. et al. ORIENTAÇÕES SOBRE TRABALHO DE PARTO E PARTO
DURANTE O PRÉ-NATAL: REVISÃO INTEGRATIVA. Revista Enfermagem Atual
In Derme, v. 95, n. 36, p. e–021167, 18 nov. 2021.
● ‌ASSISTENCIAIS DA MATERNIDADE-ESCOLA, R. ASSISTÊNCIA AO PARTO. [s.l:
s.n.]. Disponível em:
<http://www.me.ufrj.br/images/pdfs/protocolos/obstetricia/assistencia_ao_parto.pdf>.
● ‌POSNER, G. D. et al. Trabalho de Parto e Parto de Oxorn e Foote - 6.ed. [s.l.]
AMGH Editora, 2014.
● ‌BIO, E. O corpo no trabalho de parto. [s.l.] Summus Editorial, 2015.
● ‌BALZANO, C. O parto é da mulher. [s.l.] Gutenberg, 2019.

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