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Disciplina Psicologia
A Importância da Inteligência Emocional no Ambiente de Trabalho
A situação vivida por Maria revela a ausência de inteligência emocional na liderança. Essa
competência permite reconhecer, compreender e gerir as próprias emoções e as dos outros,
essencial em momentos de pressão. Segundo Goleman (2001, p. 85), “a inteligência
emocional é mais determinante que o QI no sucesso profissional”. Maria poderia ter
escutado os seus colaboradores, promovendo empatia e motivação ao invés de pressão.
Estratégias como a escuta activa, o feedback construtivo e a criação de um ambiente de
confiança contribuem para um clima organizacional saudável. Para Ferreira (2019, p. 58),
“os líderes emocionalmente inteligentes criam vínculos positivos e ambientes
colaborativos”. Com empatia e auto-regulação, Maria teria conseguido motivar sua equipa e
mitigar o impacto negativo das mudanças.
Portanto, gestores devem desenvolver competências emocionais para equilibrar as exigências
organizacionais e o bem-estar da equipa.
Referências bibliográficas
Ferreira, J. (2019). Gestão Emocional nas Organizações. Maputo: Escolar Editora.
Goleman, D. (2001). Inteligência Emocional: A teoria revolucionária que redefine o que é ser
inteligente (2.ª ed.). Lisboa: Temas e Debates.
Motivação no Trabalho: O Papel do Reconhecimento e das Recompensas
A motivação é um dos pilares para o bom desempenho dos funcionários nas organizações. O
caso de João demonstra como a ausência de reconhecimento pode gerar sentimentos de
frustração e desmotivação. De acordo com Chiavenato (2004, p. 302), “o reconhecimento é
um poderoso reforço positivo, que valoriza o desempenho e estimula novos esforços”.
Quando o esforço não é notado, o trabalhador tende a se sentir invisível, o que afecta
directamente sua produtividade e vínculo com a organização.
As empresas podem adoptar estratégias como planos de carreira, bônus por mérito, elogios
públicos e feedbacks regulares para manter a equipa engajada. Para Robbins (2002, p. 182),
“recompensas bem administradas têm um efeito directo sobre a satisfação e o
comprometimento dos colaboradores”. Valorizar o esforço de forma justa fortalece o clima
organizacional e reduz a rotatividade de pessoal.
Reconhecer e recompensar não é apenas uma questão de justiça, mas também uma estratégia
de gestão eficaz.
Referências bibliográficas
Chiavenato, I. (2004). Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: Elsevier.
Robbins, S. P. (2002). Comportamento organizacional (8.ª ed.). São Paulo: Prentice Hall.