02/04/2024
Universidade Federal de São Paulo
Campus Baixada Santista
Departamento de Ciências do Mar
Relembrando
Precipitação – Parte 2
Prof. Eduardo Dellosso Penteado
([Link]@[Link])
1 2
Recapitulando Recapitulando
Toda água proveniente do meio atmosférico Rede de monitoramento
que atinge a superfície terrestre – Chuva,
Inconsistência dos dados análise
neve, orvalho, granizo, nevoeiro, neblina
dos dados hidrometerológicos
Precipitações convectiva, orográficas e
frontal. Preenchimento de falhas
Precipitação tem sua sazonalidade o Regressão
Medição lâmina d’água, duração, intensidade o Proporção
Pluviografo e Pluviometro Correção da inconsistência
o Método da dupla massa
3 4
Objetivos Introdução
Qual é o volume precipitado sobre uma bacia situada
em uma região que possui diversos postos que
registram valores variados?
Calcular a precipitação em uma bacia
(Método de Thiessen)
Analisar a estatística aplicada em eventos
hidrológicos
Caracterizar tempo de Retorno e risco
Compreender as curvas IDF
5 6
1
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Introdução
Estimativa de precipitação espacial
o Informação conhecida pontual →
Precipitação para uma bacia?
Precipitação é uniforme?
o Não. Mas para as aplicações a distribuição é
resumida numa precipitação média para uma
área, em um período de tempo.
Existem vários métodos: MÉTODO ARITMÉTICO
o Aritmético, Polígonos Thiessen, Isoietas …
7 8
Método Aritmético
Todos os postos com informação de
precipitação o mesmo peso
1
𝑃= 𝑃
𝑛
Estimativas em “áreas planas com variação
gradual e suave do gradiente pluviométrico e MÉTODO DE THIESSEN
com cobertura de postos de medição bastante
densa.”
9 10
Método de Thiessen Método de Thiessen
Atribui pesos diferentes para cada posto, Para definir as áreas:
segundo a área de influência (sem considerar o Ligar os postos com segmentos
relevo). de linhas retas
o Traçar a mediatriz de cada
∑ 𝑃𝐴 segment e prolong-las até sua
𝑃= interseção
𝐴
o Polígonos definidos pelas
mediatrizes constituem a área
de influência de cada posto
Indiferente do evento, os polígonos
são os mesmos – bom para cálculo
11 rápido, análise preliminar 12
2
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Método de Thiessen Método de Thiessen
Ex.: Ex.: Calcular a precipitação média da bacia a
seguir sabendo os seguintes dados:
Posto Precipitação Área
(mm) (Km²)
P1 50 55
P2 80 45
13 14
Método de Thiessen
Ex.: Calcular a precipitação média da bacia a
seguir sabendo os seguintes dados:
Posto Precipitação Área
(mm) (Km²)
P1 50 55
P2 80 45
50 55 + 80 45
MÉTODOS DAS ISOIETAS
𝑃 = = 63,5 𝑚𝑚
55 + 45
15 16
Métodos das Isoietas Métodos das Isoietas
ISOIETA: Linha de igual precipitação Para definir as isoietas:
𝑃 +𝑃 o Localizar os postos e seu valor de precipitação
∑ 𝐴 ,
𝑃= 2 o Traçar linhas de precipitação igual a valores
𝐴 caracteristicos, interpolando suas distância com os
pontos conhecidos
o Sobrepor com as curvas de nivel ou outra informação
de relevo, e ajustar as linhas
Calculada para cada vez que ocorra um evento
diferente – depende de ferramenta computacional
17 18
3
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Métodos das Isoietas Métodos das Isoietas
Método de Thiessen Métodos das Isoietas
Método Método de Métodos das
Associa o valor do ponto mais Variação espacial contínua da
Aritmético Thiessen Isoietas próximo ao polígono chuva
Variação espacial discreta da Resultado não é único (depende
chuva (um único valor para cada do autor)
polígono) Considera a distribuição
Mudanças bruscas entre espacial de um evento
polígonos adjacentes pode não Seu cálculo pode ser parcialmente
refletir a realidade automatizado (SIG)
Método simples
1
𝑃= 𝑃 Resultado é único (independe do
𝑛 autor)
Não considera a distribuição
espacial de um evento
Seu cálculo é facilmente
P=17,32 mm P=17,31 mm P=15,75 mm automatizado
19 Escolha do Método depende do objetivo e da quantidade de postos20
Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação
Princípios da hidrologia para planejar, projetar
e operar sistemas de aproveitamento e
controle dos recursos hídricos
o Quantificação confiável das variabilidades
espaciais e/ou temporais presentes nos
fenômenos hidrológicos
HIDROLOGIA ESTATÍSTICA Necessidade de avaliar e
APLICADA À PRECIPITAÇÃO assumir o risco de ocorrência
21 22
Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Precipitação Variáveis Hidrológica Estatística descritiva
∑ 𝑋
Quantificada por meio de observações/ o Média – tendência central 𝑋=
𝑛
Medições sistemática o Mediana – tendência central ( valor que é
Distribuições de probabilidade e consideradas superado por 50% dos pontos da amostra)
variáveis aleatórias
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑎𝑛𝑎 = 𝑋𝑝 com 𝑝 = + 1 se N for ímpar
Conjunto de observações/ medições amostra
o Série completa – valores coletados em intervalos de
𝑀𝑒𝑑𝑖𝑎𝑛𝑎 = com 𝑝 = se N for par
tempo regulares ao longo de vários anos de registros
o Série reduzida – valores característicos (medias p - posição ocupado pelos X dados organizados em
mensais, máximas anuais,...) ordem decrescente
N - número de dados da amostra
23 24
4
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Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Estatística descritiva Estatística descritiva
o Desvio Padrão – dispersão dos valores em o Coeficiente de assimetria - quanto uma amostra de
dados é assimétrica com relação á média
torno da média
o Amostra simétrica - dados tem o mesmo
∑ 𝑥 − 𝑥̅ Quadrado do desvio padrão (s²) comportamento em ambos os lados da média
𝑠= → variância da amostra
𝑁−1 Assimetria + Sem Assimetria Assimetria -
Média > Mediana Média = Mediana Média < Mediana
o Coeficiente de variação: medida da
variabilidade dos valores em torno da média
𝑠
𝑐𝑣 =
𝑥̅
25 26
Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Ex.: Número de dias de chuva no mês de janeiro em um
Histograma –
determinado local nos últimos 26 anos.
Distribuição de o Frequências absolutas: quantas vezes ocorreu (inteiro)
frequências o Frequências relativas: frequência de ocorrência (%).
o Representação gráfica Dias de Freq. Freq. Freq. Abs. Freq. Rel.
de um conjunto de Chuva absoluta Relativa acumulada acumulada
dados previamente 11 2 7,7% 2 7,7%
tabulado e dividido em 12 5 19,2% 7 26,9%
classes uniformes ou 13 6 23,1% 13 50,0%
não uniformes. 14 7 26,9% 20 76,9%
15 3 11,5% 23 88,5%
16 2 7,7% 25 96,2%
17 1 3,8% 26 100%
27 28
Dados
Hidrologia Estatística Aplicada à Dados de Ano P (mm) Ano P (mm) Ano P (mm)
precipitação 1938 104,3 1959 50,1 1980 100,7
Precipitação 1939 97,9 1960 68,7 1981 87,4
média mensal 1940 89,2 1961 117,1 1982 100,2
1941 92,7 1962 80,2 1983 166,9
Histograma – Distribuição de frequências pra uma dada 1942 98 1963 43,6 1984 74,8
1943 141,7 1964 66,8 1985 133,4
8 30,00% região em 1944 81,1 1965 118,4 1986 85,1
7 25,00% “mm” 1945 97,3
1946 72
1966
1967
110,4
99,1
1987 78,9
1988 76,4
6
Freq. Absoluta
1947 93,9 1968 71,6 1989 64,2
Freq. Relativa
20,00% Faz sentido saber
5 1948 83,8 1969 62,6 1990 53,1
4 15,00% quantas vezes a 1949 122,8 1970 61,2 1991 112,2
1950 87,6 1971 46,8 1992 110,8
3 precipitação foi de 1951 101 1972 79 1993 82,2
10,00%
2 97,9 mm? 1952 97,8 1973 96,3 1994 88,1
5,00% 1953 59,9 1974 77,6 1995 80,9
1
1954 49,4 1975 69,3 1996 89,8
0 0,00% 1955 57 1976 67,2 1997 114,9
11 12 13 14 15 16 17 1956 68,2 1977 72,4 1998 63,6
Dias com Precipitação 1957 83,2 1978 78 1999 57,3
29 1958 60,6 1979 141,8 30
5
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Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
No caso de variáveis contínuas, são
consideradas faixas de valores para a contagem Freq. Freq. Freq. Abs. Freq. Rel.
Classe Início Fim
de frequência 𝑘 = 𝑁 N → tamanho da amostra
Abs. Rel. Acum. Acum.
N = 62 anos Seguindo recomendação K = 8 classes 1 25 45 1 2% 1 2%
2 45 65 12 19% 13 21%
máximo 166,9 3 65 85 20 32% 33 53%
mínimo 43,6 4 85 105 18 29% 51 82%
amplitude 123,3 5 105 125 7 11% 58 94%
nº classes 8 6 125 145 3 5% 61 98%
intervalo 15,413 7 145 165 0 0% 61 98%
8 165 185 1 2% 62 100%
31 32
ajustando intervalo 20
Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
25 35% Análise de frequência de eventos
30% o Objetivo de estimar a probabilidade de
20
25% ocorrência de valores acima ou abaixo de
F Absoluta
algum valor de referência
F Relativa
15 20%
o Evento hidrológico extremo (severo)
10 15% inversamente proporcional a sua
10% ocorrência
5 o Ocorrências de máximo ou mínimo
5%
0 0% o Maior a amostra, melhor tende a ser a
25 45 65 85 105 125 145 165 estimativa
45 65 85 105 125 145 165 185
33 34
Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Análise de frequência de eventos Análise de frequência de eventos
o Usar ano hidrológico – período de 12 meses
que se estende do início do período chuvoso Máxima 1987 Máxima 1988
até o final do período seco
• Valores extremos em anos sucessivos são
independentes entre si
35 36
6
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Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Análise de frequência de eventos Período de retorno (Tr)
o Esperança Matemática de um Evento "se repetir“
o Número médio de anos entre dois eventos que se
igualam ou se excedem uma determinada
intensidade.
• Ex.: uma chuva de 30 mm, com duração de 24
horas, TR=5 ano para São Paulo.
o Inverso da probabilidade de ocorrência de falha
num ano qualquer
𝑇𝑟 = 1 𝑃
P = probabilidade de um valor da variável ser igualado
37 ou superado 38
Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Estrutura Tr (anos) Risco (R)
Bueiros de estradas pouco 5 a 10 o Probabilidade de uma obra falhar pelo
movimentadas
menos uma vez durante sua vida útil.
Bueiros de estradas muito 50 a 100
movimentadas 1
𝑅 =1− 1−
Pontes 50 a 100 𝑇𝑟
Diques de proteção de cidades 50 a 200
Drenagem pluvial 2 a 500
Grandes barragens (vertedor) 10.000 (métodos
Pequenas barragens 100
39 40
Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação
Periodo de Retorno (TR)/ Risco (R)
o Probabilidade de ocorrência de um evento
hidrológico de uma observação é o inverso do
período de retorno.
o Probabilidade de não ocorrer é
o Probabilidade de não ocorrer para “n” anos
é
o Risco hidrológico de falha é probabilidade
complementar de exceder uma vez em “n” .
41 42
7
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Hidrologia Estatística Aplicada à Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação Precipitação
Risco (R) Ex.: Qual o risco que a canalização do rio
o Recursos limitados e muito caro dimensionar as Tamanduateí tem de falhar pelo menos uma vez
estruturas hidráulicas para que nunca falhem durante sua vida útil, estimada em 50 anos? A
o Admiti-se uma probabilidade ou risco de que a obra foi projetada para TR = 500 anos.
estrutura falhe Dependendo do tipo de
1 1
estrutura e das implicações da falha 𝑅 =1− 1−
𝑇𝑟 𝑅 =1− 1− = 9,53%
500
43 44
Hidrologia Estatística Aplicada à
Precipitação
Período de retorno /Período de recorrência (TR)
o Risco em função da vida útil e do período de retorno
CHUVAS INTENSAS
45 46
Chuvas Intensas Chuvas Intensas
Causas das cheias e grandes prejuízos Curvas IDF
Importante conhecer a intensidade das chuvas CHUVAS INTENSAS PARA SÃO CARLOS, SP - DADOS
PLUVIOMÉTRICOS DE VILA CARMEN
no projeto e na análise de estruturas 250
TR=2 ANOS
hidráulicas 200
TR=5 ANOS
TR=10 ANOS
Calcular a precipitação P que atinge uma área
Intensidade (mm/h)
TR=20 ANOS
TR=50 ANOS
A em uma duração D com uma dada 150
TR=100 ANOS
probabilidade de ocorrência em um ano 100
qualquer
50
Relações Intensidade – Duração – Frequência
0
Ou 0 200 400 600 800 1000 1200 1400
Curvas I-D-F 47
Duração - D (minutos)
48
8
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Chuvas Intensas Chuvas Intensas
Curva IDF obtida a partir da análise estatística
de séries longas de dados pluviométricos em
uma dada região
Seleciona-se as maiores chuvas de uma
duração escolhida (i.e., 15 minutos, diárias)
em cada ano da série e ajusta-se uma
distribuição de frequências que melhor
aTR
b
representa os dados I
Obtém-se os coeficientes da equação IDF t c d
aTR
b
I
t c d 49 50
Chuvas Intensas Chuvas Intensas
Ex.: Considerando a curva IDF de São Carlos,
IDF chuvas com intensidades constantes recentemente proposta por Cavalcanti et al. (2015), qual é
o Comum adoção como a chuva de projeto para a intensidade da chuva com duração de 40 minutos que
obras hidráulicas simplificações. tem 2% de probabilidade de ser igualada ou superada em
Chuvas reais não são constantes. um ano qualquer na cidade?
o Aplicação de método para obtenção da precipitação 1504. 𝑻𝒓 ,
variável no tempo (SCS, Chicago, Huff e Bureau of 𝑰= ,
(𝑫 + 12,24)
reclamantion – simples e pela aplicação em bacia
sem medições hidrológicas). sendo: I(mm/h), Tr (anos), D(min)
o Bureau of reclamantion subdivisão da chuva de
projeto em intervalos menores e iguais. 1504. 50 ,
𝑰= ,
= 95,02 𝑚𝑚/ℎ
(40 + 12,24)
51 52
Chuvas Intensas
Ex.: Deseja-se obter a precipitação com 20 minutos de
duração e 2 anos de tempo de retorno da cidade de Porto
Alegre, utilizando uma discretização temporal de 5
minutos.
Para tanto, são fornecidos os parâmetros da IDF: a =
509,86; b = 0,196; c = 10; d = 0,72.
Tempo I (mm/h) Pacum Pefetivo
𝑎. 𝑇𝑟
( min) (mm) (mm)
𝐼=
(𝐷 + 𝑐)
5 83,11 6,93 6,93
RECAPITULANDO
I = mm/h 10 67,56 11,26 4,33
D = min 15 57,54 14,38 3,12
Tr = anos
20 50,46 16,82 2,44 53 54
9
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Recapitulando Recapitulando
Método de Thiessen Métodos das Isoietas
Volume precipitado sobre Associa o valor do ponto mais Variação espacial contínua da
uma bacia com diversos próximo ao polígono chuva
Variação espacial discreta da Resultado não é único (depende
postos pluviométricos chuva (um único valor para cada do autor)
o Método de aritmético – sem polígono) Considera a distribuição
peso Mudanças bruscas entre espacial de um evento
o Método de Thiessen - Atribui polígonos adjacentes pode não Seu cálculo pode ser parcialmente
pesos diferentes para cada refletir a realidade automatizado (SIG)
posto, segundo a área de Método simples
Resultado é único (independe do
influência
autor)
o Método das Isoietas – Não considera a distribuição
calcula a precipitação media espacial de um evento
entre duas isoietas e sua área Seu cálculo é facilmente
automatizado
55 Escolha do Método depende do objetivo e da quantidade de postos56
Recapitulando Recapitulando
Estatística descritiva: média, mediana, desvio Chuvas Intensas
padrão, variância, coeficiente assimetria.
aTR
b
o Relação Intensidade-
Histograma: análise da frequência duração – Frequência I
o Frequência Absoluta o Conhecer a intensidade t c d
o Frequência Relativa das chuvas no projeto e
o Uso do ano hidrológico na análise de estruturas
Tempo de retorno: Número médio de anos entre hidráulicas
dois eventos que se igualam ou se excedem o Curva IDF obtida a partir
uma determinada intensidade. da análise estatística de
Risco: Probabilidade de uma obra falhar pelo séries longas de dados
menos uma vez durante sua vida útil. pluviométricos
57 58
Bibliografia
CANHOLI, A. P., Drenagem urbana e controle de
enchentes", Oficina de Textos, São Paulo, 2005.
BOTELHO, M. H. C. Águas de chuva: Engenharia das
águas pluviais nas cidades, [Link]. São Paulo, Edgar
Blücher, 1998.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. Porto
Vamos exercitar? Alegre: UFRGS -ABRH, 2004.
PINTO, N. L. de S. et al. Hidrologia básica. 11 ed. São
EXERCÍCIOS Paulo: Edgard Blucher, 2008. 278p.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. L.; REZENDE, O. M.
Drenagem Urbana: do projeto tradicional à
sustentabilidade. 1° Ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2016.
59 60
10
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Universidade Federal de São Paulo
Campus Baixada Santista
Departamento de Ciências do Mar
Dúvidas?
Obrigado!!
[Link]@[Link]
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