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TCC Educação Especial Re

O documento discute a importância da inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino regular, destacando falhas no sistema educacional e propondo formas concretas para efetivar essa inclusão. Baseado na Declaração de Salamanca, o trabalho enfatiza que a educação deve acolher todas as crianças, independentemente de suas condições. Apesar dos avanços, ainda há desafios significativos para garantir uma educação inclusiva de qualidade no Brasil.

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O documento discute a importância da inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino regular, destacando falhas no sistema educacional e propondo formas concretas para efetivar essa inclusão. Baseado na Declaração de Salamanca, o trabalho enfatiza que a educação deve acolher todas as crianças, independentemente de suas condições. Apesar dos avanços, ainda há desafios significativos para garantir uma educação inclusiva de qualidade no Brasil.

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IPEMIG

RENILDA DE LOURDES DIAS SANTOS

INCLUSÃO NA ESCOLA, DIREITO DE TODOS

Itabira– MG
2023
RENILDA DE LOURDES DIAS SANTOS

INCLUSÃO NA ESCOLA, DIREITO DE TODOS

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado a Ipemig como pré-requisito
para obtenção do título de segunda
licenciatura em educação especial

Itabira- MG
202
SANTOS RENILDA DE LOURDES DIAS, INCLUSÃO NA ESCOLA DIREITO DE
TODOS. Itabira Instituição de Ensino Superior Ipemig,2023. Segunda Licenciatura
em Educação Especial.

RESUMO

O presente documento relata a importância da inclusão de todos os alunos principalmente para os


alunos com necessidades educativas especiais no ensino regular. Nota-se uma enorme falha no
sistema educacional quanto ao verdadeiro papel da inclusão. O principal objetivo deste trabalho é
tentar encontrar formas concretas e eficientes de se fazer realmente a inclusão nas escolas. Baseada
na declaração de Salamanca que aponta que o princípio fundamental nas escolas deve acolher todas
as crianças, independente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas ou
outras. crianças com deficiências e bem-dotadas, crianças que vivem nas ruas e que trabalham,
crianças de populações distantes, ou nômades, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais
e crianças de outros grupos ou zonas desfavorecidas ou marginalizadas favorecendo para que a
inclusão de fato, aconteça.

Palavras chaves: Inclusão – Igualdade - Todos.


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO.........................................................................................4

2. DESENVOLVIMENTO.............................................................................5

3. REFERÊNCIAS......................................................................................10
4

INTRODUÇÃO
Este artigo apresenta reflexões e questionamentos sobre o verdadeiro papel
da Educação especial e Inclusão no Ensino Regular abordando a história deles no
Brasil.
A inclusão é um processo dinâmico e gradual, que se resume em cooperação
solidariedade, respeito às diferenças, comunidade, valorização das diferenças,
melhora para todos, pesquisa reflexiva. O professor é o mediador responsável pela
construção do conhecimento, interação e socialização do aluno com Necessidades
educativas Especiais, sendo a inclusão considerada uma tentativa de reedificar este
público, analisando desde os casos mais complexos aos mais singelos, pois uma
educação de qualidade é direito de todos. A inclusão envolve um processo
de reforma e de reestruturação das escolas como um todo, com o objetivo de
assegurar que todos os alunos possam ter acesso a todas as oportunidades
educacionais e sociais oferecidas pela escola. Mas na verdade o que vemos são
escolas e profissionais despreparados para receber os alunos que sofrem qualquer
transtorno de aprendizagem, sejam físicas, mentais ou intelectuais.
A inclusão segundo FERREIRA envolve uma filosofia que valoriza diversidade
de força, habilidades e necessidade do ser humano como natural e desejável,
trazendo para cada comunidade a oportunidade de responder de forma que conduza
aprendizagem e do crescimento da comunidade como um todo, e dando a cada
membro desta comunidade um papel de valor. (FERREIRA,2005, P.44)
Portanto diante de tantas reflexões, a educação inclusiva no Brasil, necessita
ser revista em todos os seus segmentos, para que ela possa acontecer de forma
funcional. Trazendo assim, benefícios para todos os alunos, principalmente os
alunos com necessidades educativas especiais.
5

1. DESENVOLVIMENTO

Ao retomarmos a história e a trajetória da Educação Especial no Brasil até os


dias atuais é preciso analisar o período histórico nos séculos XVII e XVIII. Essa
época foi caracterizada pela ignorância rejeição do indivíduo deficiente, quando a
família a escola e a sociedade, discriminavam os mesmos de uma forma
extremamente preconceituosa. Eles eram internados em orfanatos, manicômios,
prisões e outros tipos de instituições que os tratavam como doentes anormais e
eram tidos como aleijados, mal constituídos, débeis, anormais ou deformados
(BRASIL, 2001, p.25).
No decorrer da história, as concepções sobre as deficiências foram evoluindo
conforme as crenças, valores culturais, concepção de homem e transformações
sociais que ocorreram nos diferentes momentos históricos (BRASIL, 2001, p.25).
No século XIX aqueles indivíduos que apresentavam deficiência eram
isolados em suas residências, proporcionando uma “educação” fora das escolas,
“protegendo” o deficiente da sociedade, sem que esta tivesse que suportar o seu
contato. Muitos eram presos em quartos, onde recebiam comida por uma pequena
janela feita na porta. Eram tidos como loucos e a própria família os excluíam de
qualquer tipo de convívio, por vergonha e medo. Pareciam verdadeiros animais
barbados e nus. Comendo com as mãos, sem tomar banho, sem contato nenhum
com a sociedade. Gradativamente a partir do século XX, alguns cidadãos começam
a valorizar o público deficiente e manifestam-se a nível mundial através de
movimentos sociais de luta contra a discriminação em defesa de uma sociedade
inclusiva.
JANNUZZI (2004, p.34) diz que:

A partir de 1930, a sociedade civil começa a organizar-se em associações


de pessoas preocupadas com o problema da deficiência: a esfera
governamental prossegue a desencadear algumas ações visando à
peculiaridade deste alunado, criando escolas junto a hospitais e ao ensino
regular, outras entidades filantrópicas especializadas continuam sendo
fundadas, há m surgimento de formas diferenciadas de atendimento em
clínicas, institutos psicopedagógicos e outros de reabilitação
6

Sabe-se que no final do século XX os movimentos sociais, políticos e


educacionais, estudiosos, associações e conferências propõem aprofundar as
discussões, problematizando os aspectos acerca do público referido, resultando em
reflexões diante das práticas educacionais. Documentos, como, por exemplo, a
Declaração de Salamanca (1994), defendem que o princípio norteador da escola
deve ser o de propiciar a mesma educação a todas as crianças. Nessa direção, a
inclusão traz como eixo norteador a legitimação da diferença (diferentes práticas
pedagógicas) em uma mesma sala de aula para que o aluno com deficiência possa
acessar o objeto de conhecimento tem um papel crucial na legitimação da diferença
em sala de aula, pois é preciso permitir ao aluno que tenha acesso a tudo, por
outras vias, que eliminem as barreiras existentes.
Ao final do século XX até os dias atuais é percebido que os avanços sociais,
pedagógicos e tecnológicos, por uma sociedade inclusiva no Brasil, vêm sendo mais
valorizada, contando com sala de recursos, atendimento diferenciados, métodos
tecnológicos como computadores adaptados, sintetizadores de fala, programas e
aplicativos, dentre outros diversos modelos tecnológicos e inclusão social de um
público que sofreu arduamente e ainda sofre, com discriminações e preconceitos e
hoje busca a garantia de seus direitos perante a sociedade, promovendo o
desenvolvimento social, sem se esquecer de suas potencialidades e peculiaridades.

GODOFREDO (1999, p. 31) pontua que:

Frente a esse novo paradigma educativo, a escola deve ser definida como
uma instituição social que tem por obrigação atender a todas as crianças,
sem exceção. A escola deve ser aberta, pluralista, democrática e de
qualidade. Portanto, deve manter as suas portas abertas às pessoas com
necessidades educativas especiais

A escola tem a função de receber e ensinar todas as crianças, jovens e


adultos independentemente de suas condições físicas, intelectuais ou sociais,
adaptando-se ao processo ensino-aprendizagem, bem como a estrutura física da
escola adaptada às necessidades de sua clientela. A Declaração de Salamanca
ainda manifesta de forma explicita que a rede de ensino regular deverá disponibilizar
os recursos necessários ao atendimento dos alunos com necessidades educativas
especiais
7

Devem ser disponibilizados recursos para garantir a formação dos


professores de ensino regular que atendem alunos com necessidades
especiais, para apoiar centros de recursos e para os professores
deseducação especial ou de apoio. Também é necessário assegurar as
ajudas técnicas indispensáveis para garantir o sucesso dum sistema de
educação integrada, cujas estratégias devem, portanto, estar ligadas ao
desenvolvimento dos serviços de apoio a nível central e intermédio
.
(Declaração de Salamanca, 1994, p. 42)

Portanto depois de conhecer a evolução histórica da educação especial


inclusiva no Brasil, nota-se que várias conquistas foram feitas, mas muito ainda se
tem a fazer em prol de uma verdadeira educação inclusiva
Para que aconteça de fato a inclusão é necessário que haja uma verdadeira
integração entre os autores da educação. Estes autores são professores, alunos,
escola e comunidade. Não são possível ações dissonantes entre estes autores. É
preciso que aconteça uma troca de ideias e saberes diferentes em função de um
bem comum. A inclusão só se concretizará de maneira mais consistente quando
houver uma harmonia, interação e o sentimento de ajuda mútua entre os alunos
portadores de deficiência e os ditos normais e toda a comunidade escolar. Pois a
partir desta relação harmoniosa crescerá o sentimento de solidariedade, habilidades
e aptidões serão desenvolvidas e se dará a oportunidade de haver a inclusão no
ensino regular. Ela é um processo educacional que visa atender a criança com
deficiência na escola ou na classe do ensino regular para que ela possa
potencializar as suas capacidades inatas. A importância da inclusão educacional e
seu modelo de atendimento deve reforçar a justiça social e o acesso a todos os
alunos independentes de suas características. A educação inclusiva resguardar
direito de todos os alunos a terem iguais oportunidades educativas. Porém, na
realidade não é muito bem isso que se encontra. Em muitos casos, a realização do
próprio sentido expresso da lei entra em choque com as adversidades encontradas
na educação pública brasileira (CURY, 2002). O sistema regular de ensino tem se
mostrado incapaz de lidar com o número cada vez maior de alunos que, devido a
problemas sociais, culturais, psicológicos e ou de aprendizagem, fracassam na
escola (GLAT; OLIVEIRA, 2005).Sabemos que a inclusão defende os princípios da
igualdade, da cidadania e justiça social. Seus objetivos são atender os portadores de
8

deficiência próximos a sua residência para facilitar o processo de locomoção;


ampliar o acesso desses alunos a classes comuns para evitar a segregação;
fornecer capacitação para os professores evitando assim problemas e dificuldades
nas aulas; favorecer uma aprendizagem onde as crianças possam adquirir
conhecimento juntas, tendo o mesmo objetivo, mas em processos e metodologias
diferentes; desenvolver no professor formas criativas de trabalhar, abandonando o
ultrapassado buscando novas práticas pedagógicas. Para se conquistar uma
educação inclusiva verdadeira é preciso romper com o princípio da normatização e
buscar o ensino da pluralidade e da diversidade. A produção do conhecimento não
se faz sozinho é um processo de construção coletivo, baseado na troca de
experiências e no diálogo entre a família e a comunidade escolar
A realidade da inclusão ainda não se concretiza de forma desejada. Por parte
dos professores é preciso que haja uma adaptação ao novo processo educacional,
um novo olhar sobre os portadores de necessidades educativas especiais. É
necessário que se faça uma revisão de conceitos e preconceitos, deixando à
margem aquele modelo falido de escola e buscar um trabalho de qualidade, onde
deva existir mais solidariedade que críticas. As relações humanas devem ser de
solidariedade, aceitação e incentivo a sentimentos para uma boa convivência
humana numa postura de tolerância e cooperação diante da vida. Os problemas
estruturais não podem ser uma barreira. Todos devem se esforçar para fazer o
melhor possível dentro de suas possibilidades. As dificuldades existem, mas
precisam ser superadas. Oque falta muitas vezes é um entendimento do processo
de inclusão. Há um desconhecimento de práticas que atendam este novo paradigma
educacional. Na verdade, romper com metodologias passadas que foram
construídas ao longo do tempo, exige muita cautela e cuidados. Adequado
planejamento também é um fator importante, bem como o número de alunos por
turma, já que é fundamental o atendimento individualizado.
A participação dos pais merece um lugar de destaque neste processo. A troca
de informações e diálogos entre a família e a comunidade escolar levam afazer
ajustes e correções no processo de inclusão. Os filhos estão crescendo sua
autoestima e haverá ganhos na aprendizagem. As capacitações dos professores,
além de todos os itens citados acima, vão diminuir a dissonância entre a teoria e a
prática da educação inclusiva. A Declaração de Salamanca esclarece que a inclusão
diz respeito não só aos alunos com necessidades educativas especiais, mas
9

também aos excluídos socialmente e economicamente. Não se pode pegar o direito


de todos à educação. O que se espera é que as políticas públicas criem condições
efetivas para a inclusão acontecer de forma plena e eficaz, atendendo a todos os
alunos portadores de necessidades educativas especiais e aos excluídos e
marginalizados pela sociedade.
CONCLUSÃO
A educação inclusiva é um processo em pleno desenvolvimento, sujeitando
de reflexões e especialmente ações concretas para alcançar práticas eficientes.
Entretanto, é inegável o avanço da educação inclusiva historicamente, conforme
reparado pelo presente estudo. A promoção do acesso educacional a todos os
indivíduos, a legislação vigente a Declaração de Salamanca e a LDB que abriram
portas para as pessoas com NEE em prol da inclusão de uma sociedade mais justa.
Contudo, é questionável o alcance de tais iniciativas e legislação vigente quando se
pretende analisar a qualidade da educação ofertada. Através da pesquisa é possível
reconhecer que para a educação inclusiva acontecer na prática, é necessária a
qualidade, eficiência e competência dos gestores educacionais, bem como a
disponibilidade de recursos e oferecimento de boa estrutura escolar pelas políticas
públicas, pois a educação inclusiva necessita do seu cumprimento, acordado à
qualidade que a legislação brasileira oferece. Observa-se por meio dessa pesquisa
que na organização para educação inclusiva há muitos ajustes a serem feitos, e
para que ocorra o exercício da inclusão mudanças são necessárias, não só
mudanças físicas no ambiente escolar como também mudanças no interior do ser
humano, para que haja a conscientização de todas as pessoas com relação à
inclusão. A proposta de inclusão tal como foi abordada tem seus aspectos
favoráveis, mas há também os desfavoráveis. De forma equivocada, muitos
professores e outros profissionais pensam que para praticar a inclusão basta colocar
o aluno com necessidades especiais matriculado em uma classe regular. Todos os
professores regentes e demais profissionais da escola deveriam ter uma formação
mínima para não sofrer com tantos desafios e dificuldades. As famílias devem ser
envolvidas de forma efetiva para dar suporte no desenvolvimento do aluno, uma vez
que muitos pais acham que matricular o filho com deficiência na escola regular já
resolve a situação da aprendizagem do filho, visto que o seu papel não acaba, pois
os pais devem também estar preparados para firmar uma boa parceria com a
escola. A inclusão é uma proposta promissora, que precisa sair do papel, pois na
10

prática às vezes se mostra ainda diferente e excludente, porém, é preciso salientar a


sua importância, que permite a convivência de alunos especiais e demais alunos, o
que proporciona na ganhos a todas as pessoas, família, sociedade, escola, e
principalmente aos alunos, aos quais é dada a oportunidade de conviverem com a
diversidade.

REFERÊNCIA

DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999. REGULAMENTA ALEI N°7.853, DE 24 DE OUTUBRO

DE 1989, DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DA PESSOA


PORTADORA DE DEFICIÊNCIA, CONSOLIDA AS NORMAS DE PROTEÇÃO, E DÁ OUTRAS

PROVIDÊNCIAS. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO


ESPECIAL,1999. DISPONÍVEL EM:

[Link] ______.

DE 24 DE ABRIL DE 2007. DISPÕE SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE METAS


COMPROMISSO TODOS PELA EDUCAÇÃO, PELA UNIÃO FEDERAL, EM REGIME DE

COLABORAÇÃO COM MUNICÍPIOS, DISTRITO FEDERAL E ESTADOS, E A PARTICIPAÇÃO DAS

FAMÍLIAS E DA COMUNIDADE, MEDIANTE PROGRAMAS E AÇÕES DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E

FINANCEIRA, VISANDO À MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA MELHORIA DA QUALIDADE DA

EDUCAÇÃO BÁSICA. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE

EDUCAÇÃOESPECIAL,2007. DISPONÍVEL EM:


HTTP://[Link]/CCIVIL_03/_ATO2007-2010/2007/DECRETO/D
[Link]. ______.

DE 24 DE OUTUBRO DE 1989. DISPÕE SOBRE O APOIO PESSOAS PORTADORAS

DE DEFICIÊNCIA, SUA INTEGRAÇÃO SOCIAL, SOBRE A

DE 8 DE OUTUBRO DE 2001. PROMULGA A CONVENÇÃO INTERAMERICANA PARA A


ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS PESSOAS
PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA.
GUATEMALA:[Link]ÍVELEM:HTTP://[Link]/ARQUIVOS/PDF/

. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL,


[Link]ÍVELEM:HTTP://[Link]/ARQUIVOS/PDF/POLITICAEDUCESP
11

[Link], VERA L. M. F.

. SOBRE PRINCÍPIOS, POLÍTICAS E PRÁTICAS NA ÁREA DAS NECESSIDADES


EDUCATIVAS ESPECIAIS. BRASÍLIA: UNESCO, 1994.
DISPONÍVELEM:HTTP://[Link]/SEESP/ARQUIVOS/PDF/[Link]. ____
_

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO,


SEED, [Link], GILBERTA DE MARTINHO.

: PROMULGADA EM 5 DE OUTUBRO DE 1988. BRASÍLIA,


[Link]ÍVELEM:HTTP://[Link]/[Link]?
OPTION=COM_CONTENT&VIEW=ARTICLE&ID=12716&ITEMID=863. ______.

NOVA ESCOLA:
O QUE É? POR QUÊ? COMO FAZER? SÃO PAULO: MODERNA,
[Link], VERA LÚCIA FLOR SÉNÉCHAL. OUT/2005, Nº 07

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO


INCLUSIVA REVISTA DA UFSM, RIO GRANDE DO SUL, N. 29, [Link], MARIA E.
C.; GUIMARÃES, MARLY.

REVISTA EDUCAÇÃO ESPECIAL:


RIO DE JANEIRO:DP&A EDITORA, 2003. 158 P. GURGEL, THAIS. INCLUSÃO, SÓ

COM APRENDIZAGEM. TENDÊNCIAS ATUAIS

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