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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL JAYME DE ALTAVILA –

FEJAL
CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC
CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA

OLFATO
Anália Caroline Monteiro de Souza
Jullia da Silva Correa
Marx André da Silva Lima
Norton José Badú Holanda
Pricely Cerqueira Rocha Vilela
OLFATO
 É definido como sentido do odor;
 Recebe estímulos químicos Quimiorreceptores;
 Funções: localização de alimento, secreção de reflexa de enzimas digestivas,
detecção de perigo, atração sexual e reconhecimento de outros animais.
ANATOMIA
 Nervos: olfatório (1) e trigêmeo (5);
 Divide-se em: narinas , cavidade nasal , axônio
do nervo olfatório para o bulbo olfatório e neurônios do bulbo
olfatório para o córtex temporal;
 Algumas espécies possuem o Sistema Vomeronasal;

 BULBO OLFATÓRIO: Região do cérebro que processa


sinais do epitélio olfatório.
 VOMERONASAL: É um órgão sensorial que detecta
ferormônios captados pelo nariz.
Reflexo de Flehmen.
FERORMÔNIOS
 São sinais químicos envolvidos no comportamento:
- sexual (acasalamento)
- maternidade
- alimentação
- determinação de território
 São liberados externamente;
 Atividade sobre indivíduos da mesma espécie.
HISTOLOGIA
EPITÉLIO OLFATÓRIO

 Pseudoestratificado colunar;
 Constituído por:
- células olfatórias
- células de sustentação e
- células basais;
 Células olfatórias
Neurônios bipolares;
 Secreção serosa das glândulas olfatória.
FISIOLOGIA
MECANISMOS DE TRANSDUÇÃO DO OLFATO

 Receptor olfativo
- Proteínas transmembrana nos cílios.
 Difusão
- substâncias odoríferas pelo muco, ligam-se aos receptores específicos nos cílios.
 Receptores
- proteína transmembrana, ligada à proteína G
- maior sensibilidade à quantidades ínfimas de substâncias odoríferas.
FISIOLOGIA
MECANISMO DO OLFATO

 As moléculas dispersas no ar difundem-se no muco, e atingem os prolongamentos sensoriais


gerando impulsos que são conduzindo até o corpo celular da célula olfatória.
 Os impulsos nervosos atingem as fibras olfativas, que se comunicam com o bulbo olfatório, que
são conduzidos até a região do cérebro pelos nervos olfativos. Lá os impulsos nervosos são
interpretados dando-se a noção de cheiro.
VIAS CENTRAIS PARA O OLFATO
 Conexões olfativas principais;
- Áreas corticais talâmicas e telencefálicas.
 Conexões olfativas acessórias;
- Amígdala, hipotálamo e hipocampo (sistema límbico)
- Memória e reações emocionais.

 Respostas comportamentais e neuroendócrinas aos odores sexuais.


VARIABILIDADE ENTRE ESPÉCIES
 Diferenças nas dimensões das estruturas e capacidade de detectar odores;
 Capacidade de detectar odores:
- Cão: macrosmáticos muito sensíveis.
- Aves: microsmáticos pouco sensível.
- Golfinhos e baleias: anósmicos não podem sentir cheiros.