Você está na página 1de 109

TREINAMENTO

HUB DE SERVIÇOS
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
ARQUITETURA DE PROJETOS ÁGEIS
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
ESTRUTURA DE EQUIPES ÁGEIS
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
EQUIPE DE INFRAESTRUTURA

IPM – Infrastructure Project Manager. Responsável por viabilizar e gerenciar a


infraestrutura do projeto.

System Team – Responsável pelo gerenciamento do Devops nos projetos, é destinado a


prover assistência na compilação e no uso da infraestrutura do ambiente de
desenvolvimento ágil, incluindo integração contínua, ambiente de compilação,
plataformas de teste além de frameworks de automação de teste, entre outras
responsabilidades.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
EQUIPE DE DESENVOLVIMENTO

RTE – Release Train Engineer. Responsável por manter os processos de vários times
ágeis, os planos, as features, os prazos numa visão ampla do programa, escalar
impedimentos, resolver os riscos e todas as responsabilidades relacionadas ao projeto
para que ele seja disponibilizado com qualidade ao cliente.

PO – O Product Owner, ou dono do produto, é o responsável por maximizar o valor do


produto e do trabalho do Time de Desenvolvimento.

SM – O Scrum Master é responsável por garantir que o Scrum seja entendido e aplicado
no time ágil, escalar e remover impedimentos. O Scrum Master faz isso para garantir que
o Time Scrum adere à teoria, práticas e regras do Scrum.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
EQUIPE DE DESENVOLVIMENTO

DevTeam – O Time de Desenvolvimento consiste de profissionais que realizam o trabalho


de entregar uma versão usável que potencialmente incrementa o produto “Pronto” ao final
de cada Sprint.

Multiplicador – Elegido pelo próprio squad, tem como objetivo apoiar o time quanto aos
processos do Hub de serviços, assim como também validar propostas e contratos e
conceder acessos / criar APIs.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO SANTANDER
AMBIENTES DE SISTEMAS SANTANDER

Desenvolvimento – DEV
• Ambiente com dados mock, primeiros testes e versões, pouco parecido com o ambiente real

Provas Integradas – PI/HG


• Ambiente para testes integrados com maior número de massas para testes.

Homologação – HK
• Ambiente mais próximo do real, com dados tirados de produção e strings ofuscadas

Produção
• Ambiente produtivo, com as bases de dados reais
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS

“SOA é uma abordagem arquitetural corporativa que


permite a criação de serviços de negócio
interoperáveis que podem facilmente ser
reutilizados e compartilhados entre aplicações
e empresas.”
Wikipédia
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
SOAP – (Simple Object Access Protocol) é um protocolo para troca de
informações estruturadas em uma plataforma descentralizada e
distribuída.
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
WSDL – (Web Services Description Language) Artefato padrão em XML
para descrição de webservices.
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
Web Service/Microservice – Web Service é uma solução utilizada na
integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes.
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
REST/Restful – Representational State Transfer (REST), em português
Transferência de Estado Representacional, é uma abstração da arquitetura da
World Wide Web (Web), um estilo arquitetural que consiste de um conjunto
coordenado de restrições arquiteturais aplicadas a componentes, conectores e
elementos de dados dentro de um sistema de hipermídia distribuído.
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
API – API provém do Inglês Application Programming Interface, é um conjunto de
rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas
funcionalidades por aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da
implementação do software.
FUNDAMENTOS DE SOA
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DE SERVIÇOS
Exemplo de arquitetura com APIs
Parceiros Portais
Parceiros Interface Web
Parceiros Site Mobile
Única Services

Captive

API Manager
Serviços
Serviços Portais
Parceiros

ESB (Reactive Gateway)

Microservices Layer

Backend

MX OSG LM

CB Profiling ...
EXERCÍCIO

</Configurando Ambiente IIB>


EXERCÍCIO

</Criando XSD>
Criar estrutura xsd que comtemple os dados abaixo:

• Código do cliente
• Cidade
• Cnpj
• Endereço
• Estado
• Nome do cliente
• País

É necessário conter os elementos e namespaces.


EXERCÍCIO

</Criando SOAP/XML>
Criar contrato WSDL com request e response
utilizando como base o XSD criado, request com o
codigo do cliente e response com o restante dos
dados
EXERCÍCIO

</Criando Rest/Json>
Criar estrutura Rest com base no WSDL criado
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
CONCEITO DE SERVIÇOS E MICROSERVIÇOS
CONCEITO DE SERVIÇOS E MICROSERVIÇOS
DIFERENÇAS ENTRE WEB SERVICE /
MICROSERVICE

Webservice – Carrega a ideia da integração de um sistema (monolitico) com outros


sistemas, tudo é resolvido pelas suas classes e pacotes internamente e aquilo que é
necessário para a integração é exposto como um serviço
CONCEITO DE SERVIÇOS E MICROSERVIÇOS
DIFERENÇAS ENTRE WEB SERVICE /
MICROSERVICE

Microservice – Um microservice é uma parte funcional e independente do sistema,


tende a ser leve e pequena e, ao se comunicar com outros microservices, compõem o
sistemas como um todo através de um protocolo de comunicação padrão entre eles.
CONCEITO DE SERVIÇOS E MICROSERVIÇOS
DO MONOLÍTICO AO MICROSERVIÇO
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
GOVERNANÇA HUB
GOVERNANÇA HUB
CDG HUB - CENTRO DE GOVERNANÇA
HUB SANTANDER
GOVERNANÇA HUB
ARQUITETURA HUB

“O Hub de Serviço é uma Plataforma de Integração


que tem como objetivo principal para habilitar a
transformação digital, agregando gestão e
controle de APIs e Serviços que possam ser
reutilizáveis pelos canais internos e externos.”
GOVERNANÇA HUB
ARQUITETURA HUB
GOVERNANÇA HUB
ARQUITETURA HUB
GOVERNANÇA HUB
VIDEO MULTIPLICADORES HUB /
VÍDEO HUB
Link Vídeo Multiplicador:
https://confluence.ci.gsnet.corp/download/attachments/42182684/Multiplicador_Overview.
wmv?version=1&modificationDate=1504892239319&api=v2

Link Vídeo HUB:


https://confluence.ci.gsnet.corp/download/attachments/42182684/Checklist_Overview.wm
v?version=1&modificationDate=1504880595706&api=v2
GOVERNANÇA HUB
SOLICITAÇÕES DE ACESSOS

• Maquina virtual
• Acesso administrativo à VM
• Acesso ao Gitlab
• Acesso ao Jenkins
• Acesso ao ZUP
• Acesso ao WSRR

Falar com o multiplicador para que possa orientar no processo, caso não seja possível,
falar com seu Scrum Master.
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
IMPLEMENTAÇÃO HUB - SANTANDER
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
CONFLUENCE HUB

É um software de colaboração em equipe para ambientes corporativos


Link: https://confluence.ci.gsnet.corp/
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
GITLAB

O GitLab, interface web por meio da qual os repositórios do Git são administrados, é um
componente fundamental dentro do processo de DevOps, uma vez que, possibilita que o código-
fonte dos projetos seja acessado de forma centralizada. Link: https://gitlab.produbanbr.corp/
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
JENKINS

Jenkins

Jenkins é um servidor de Integração Contínua open-source feito em Java, pode ser rodado de
forma standalone ou como uma web aplicação dentro de um servidor web.
Link: http://jenkins.produbanbr.corp/
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
SOAPUI

Jenkins

Soapui é uma ferramenta de teste de serviços web, codigo fonte aberto, para SOA e
REST. Abrange desde teste de inspeção, chamadas, simulação, mock, teste funcional, de
carga e tesde de compliance.
Link para download: https://www.soapui.org/downloads/soapui.html
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
POSTMAN

Jenkins

Postman é uma ferramenta de teste de serviços web, codigo fonte aberto, para SOA e
REST. Abrange desde teste de inspeção, chamadas, simulação, mock, teste funcional, de
carga e tesde de compliance.
Link para Download: https://www.getpostman.com/apps
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
PROCESSO DEPLOY - DEVOPS
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
ACELERADOR WSDL HUB SANTANDER

O acelerador gera uma parte do código (wsdl) a partir da planilha de campos.


IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
ACELERADOR IIB HUB SANTANDER
(PATTERN IIB)
O acelerador IIB (pattern) gera o projeto IIB a partir do WSDL
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
CATÁLOGO WSRR

Tem como objetivo documentar todos os serviços em um ponto único.

Observações:

• Todos os usuários tem acesso na função de “Catálogo”: consulta e proposição de novos


serviços.
• Para acessar as opções de desenvolvedor (definir novos serviços SOAP/REST) é necessário
solicitar a liberação (espaço de acesso)
• Endereço WSRR: https://waswsrrpvlbr01:9443/GovServiceRegistryDashboard/
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
CATÁLOGO WSRR - FUNCIONALIDADES

• Pesquisa no catálogo por serviços já existentes


• Levantamento funcional dos serviços
• Detalhamento das funcionalidades
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
CATÁLOGO WSRR - FUNCIONALIDADES
• Criar a especificação técnica do serviço
• Criar o contrato do serviço no BUS
• Criar contrato API – ZUP
• Criar a especificação da API
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
DEFINIÇÃO DE CAMPOS

Definição de campos SOAP

Toda a documentação (campos de entrada e saída e operações) é incluida no WSRR


tanto nos serviços SOAP quanto nas APIs (Rest), porém, para os serviços SOAP a
definição dos campos é efetuada na própria ferramenta, enquanto para as APIs (Rest) é
incluida através de um documento Word.
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
DEFINIÇÃO DE CAMPOS REST
DEMONSTRAÇÃO

</Documentação HUB na ferramenta WSRR>


EXERCÍCIO

</Elaboração de proposta de contrato funcional>

Elaborar proposta funcional para o serviço consulta


de dados do cliente
EXERCÍCIO

</Elaboração de proposta de contrato IIB/SOAP>

Elaborar proposta técnica SOAP para o serviço de


dados do cliente
EXERCÍCIO

</Elaboração de proposta de contrato API/REST>

Elaborar proposta técnica REST para o serviço de


dados do cliente
TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
DESENVOLVIMENTO IIB
DESENVOLVIMENTO IIB
INSTALAÇÃO

Link: https://developer.ibm.com/integration/docs/ibm-integration-bus/get-started/get-
started-with-ibm-integration-bus-for-developers/
DESENVOLVIMENTO IIB
OVERVIEW DA FERRAMENTA

• Baseada no Eclipse

• Fluxo de eventos em nós

• Usa a linguagem ESQL, mas


existe a possibilidade de
utilização da linguagem Java
DESENVOLVIMENTO IIB
PADRÃO DE PROJETO CDG

• Idioma utilizado para nomenclatura: português.

• Não utilizar acentuação em qualquer um dos artefatos.

• Recomenda-se o uso do conjunto de caracteres a-z e A-Z.

• Não devem ser utilizados caracteres especiais como espaço. ('.', '$', '%', '#', []) e o uso de
algarismos deve ser evitado.

• Algumas abreviações referentes às tecnologias podem ser utilizadas como sufixo dos nomes.
Esta abordagem visa reduzir a ambigüidade entre os artefatos gerados em uma solução SOA.
Outras abreviações podem ser ambíguas. Os nomes utilizados devem ser precisos. Não abrevie
a não ser que o nome do objeto seja muito longo.

• Recomenda-se o uso do nome em singular. Os nomes no plural devem ser usados para
elementos que representem estruturas de listas e coleções para destacar que essas estruturas
podem armazenar mais que um elemento.
DESENVOLVIMENTO IIB
COMPONENTES MAIS UTILIZADOS

 Nó de entrada do fluxo  Retorna o resultado da requisição


para o cliente em formato HTTP

 Nó de saída do fluxo  Executa instruções em formato


ESQL

 Faz requisição a um serviço


SOAP

 Retorna o resultado da requisição


para o cliente em formato SOAP

 Faz requisição utilizando o


protocolo HTTP
DESENVOLVIMENTO IIB
LINGUAGEM ESQL

• O ESQL (Extended Structured Query


Language) é uma linguagem de
programação definida pelo WebSphere
Message Broker para definir e manipular
dados em um fluxo de mensagens

• Baseada em SQL
DESENVOLVIMENTO IIB
CRIANDO WSDL

“A Web Services Description Language (WSDL) é uma linguagem


baseada em XML utilizada para descrever Web Services
funcionando como um contrato do serviço. Trata-se de um
documento escrito em XML que além de descrever o serviço,
especifica como acessá-lo e quais as operações ou métodos
disponíveis.”
Wikipédia
IMPLEMENTAÇÃO HUB – SANTANDER
CRIANDO WSDL - EXEMPLO
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de WSDL>
EXERCÍCIO

</Criação de WSDL>
Criar contrato WSDL com request e response
utilizando como base o XSD criado, request com o
codigo do cliente e response com o restante dos
dados no IBM Integration BUS
DESENVOLVIMENTO IIB
CONFIGURAÇÃO DE NODE REMOTO

• Selecionar a opção “Connect to


a Remote Integration Node”
DESENVOLVIMENTO IIB
CONFIGURAÇÃO DE NODE REMOTO

• Insira as informações do integration


node que deseja conectar
• O campo de usuário e senha são
preenchidos com o usuário e senha do
Windows (usuário X)
DESENVOLVIMENTO IIB
DEPLOY LOCAL E REMOTO
• Para fazer o deploy de uma
aplicação basta clicar e
arrastar a aplicação para o
nó que deseja fazer o
deploy (local ou remoto)
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço HelloWordBSV1>


DEMONSTRAÇÃO

</Processo de Teste Local>


EXERCÍCIO

</Criação de serviço HelloWordBSV1>


Criar serviço HelloWorldBSV1
DESENVOLVIMENTO IIB
INSTALAÇÃO DE ACELERADOR
SANTANDER

• Instruções nos links abaixo:

• Intalação e utilização do acelerador de WSDL:


https://confluence.ci.gsnet.corp/pages/viewpage.action?pageId=31185339

• Instalação e utilização dos Patterns IIB:


https://confluence.ci.gsnet.corp/pages/viewpage.action?pageId=63769157
DESENVOLVIMENTO IIB
ESTRUTURA SOAP

“SOAP (Simple Object Access Protocol,


em português Protocolo Simples de Acesso a
Objetos) é um protocolo para troca de informações
estruturadas em uma plataforma descentralizada
e distribuída.”
Wikipédia
DESENVOLVIMENTO IIB
ESTRUTURA SOAP

Request Response

Acima temos um exemplo de requisição e resposta SOAP


DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço DadosClienteBSV1>


EXERCÍCIO

</Criação de serviço e operação SOAP>

Criar operação SOAP no serviço


DadosClienteBSV1 para a consulta dos dados do
cliente
ESTRUTURA REST

“A Representational State Transfer (REST), em


português Transferência de Estado
Representacional, é uma abstração da arquitetura
da World Wide Web (Web), um estilo arquitetural
que consiste de um conjunto coordenado de
restrições arquiteturais aplicadas a componentes,
conectores e elementos de dados dentro de um
sistema de hipermídia distribuído.”
Wikipédia
DESENVOLVIMENTO IIB
ESTRUTURA REST

Response
Request
Verbo URI

Acima temos um exemplo de requisição e resposta JSON


DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço REST>


EXERCÍCIO

</Criação de serviço e operação REST>

Criar operação REST no serviço DadosClienteBSV1


para a consulta de extrato do cliente
DESENVOLVIMENTO IIB
MAINFRAME/TRANSAÇÕES AEA

“Um mainframe é um computador de grande porte


dedicado normalmente ao processamento de um
volume enorme de informações.”
Wikipédia
DESENVOLVIMENTO IIB
MAINFRAME/TRANSAÇÕES AEA
Arquitetura AEA
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço AEA>


EXERCÍCIO

</Criação de serviço e operação AEA>

Criar operação AEA/Mainframe no serviço


DadosClienteBSV1 para a consulta de saldo do
cliente
DESENVOLVIMENTO IIB
CRIAÇÃO DE SERVIÇOS
ORQUESTRADOS

“A orquestração consiste na execução de uma


sequencia de ações para a execução de um
processo completo.”
DESENVOLVIMENTO IIB
CRIAÇÃO DE SERVIÇOS
ORQUESTRADOS
Exemplo de serviço orquestrado:
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço com orquestração SOAP, REST e AEA>


EXERCÍCIO

</Criação de serviço com orquestração SOAP, REST e AEA>

Criar operação Orquestrada no serviço


DadosClienteBSV1 para a consulta de agências e
contas que o cliente possui
DESENVOLVIMENTO IIB
EHT - ETHICAL HACKING TEST

“Ethical hacking refere-se ao ato de localizar


fraquezas e vulnerabilidades dos sistemas de
informática e de informação duplicando as intençõs
e ações dos hackers mal-intencionados. Um hacker
ético é um profissional de segurança que aplica
suas habilidades de hacking para fins defensivos
em nome dos proprietários de sistemas de
informação”
http://wiki.cas.mcmaster.ca/index.php/Ethical_Hacking
DESENVOLVIMENTO IIB
EHT – BOAS PRÁTICAS

• Protocolo de comunicação padronizado (SOAP)

• WS-Security

• HTTPS

• Certificados Digitais

• Autenticação e autorização

• Token
Mais informações no Link: https://confluence.ci.gsnet.corp/pages/viewpage.action?pageId=31179866
DESENVOLVIMENTO IIB
CRIPTOGRAFIA DE INFORMAÇÕES

“É o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a


informação pode ser transformada da sua forma
original para outra ilegível, de forma que possa ser
conhecida apenas por seu destinatário (detentor da
"chave secreta")”
Wikipédia
DESENVOLVIMENTO IIB
CRIPTOGRAFIA DE INFORMAÇÕES

Fluxo do processo de criptografia

Manual de uso Cripto Shared Library:


https://confluence.ci.gsnet.corp/display/HDS/Manual+de+Uso+-+Cripto+Shared+Library
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de serviço com criptografia de informações>


TREINAMENTO
HUB DE SERVIÇOS
DESENVOLVIMENTO ZUP
DESENVOLVIMENTO ZUP
DESENVOLVIMENTO API - ZUP

“API Manager é a plataforma que provê segurança,


monitoramento e gerenciamento de APIs.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
APPLICATION
Application - É a entidade utilizada para expor Serviços e identificar os
consumidores das APIs da Organização. Isso é feito por meio de Credenciais que
devem ser informadas em todas as requisições feitas para o Entrypoint.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
APP-KEY
As credenciais são utilizadas para granular os consumidores da aplicação. Elas
são úteis para controlar o acesso da aplicação e gerar logs e estatísticas
segmentadas por consumidores.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
APIS
A configuração de APIs é a principal funcionalidade do API Manager, sendo
assim, todos os conceitos estão intimamente ligados a APIs. Através do menu
lateral é possível acessar a listagem de APIs
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
RECURSOS
Um Recurso pode ser entendido como uma unidade de informação, identificado
por uma URI (Uniform Resource Identifier) única, cujas operações são definidas
por um conjunto de métodos HTTP.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
ESTATÍSTICAS
O API Manager captura e organiza todas as requisições aos métodos dos
recursos de todas as APIs mapeadas. Na tela de estatísticas do método de um
recurso existem algumas informações úteis para monitoramento das
requisições.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
ENDPOINTS
Um endpoint representa o endereço do servidor que responde pela API. Uma API
gerenciada pelo API Manager, pode conter diversos grupos de endpoints. Cada
grupo de endpoints é formado por um conjunto de endpoints, um para cada
ambiente.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
AUTENTICAÇÃO
A autenticação é útil para segurar os recursos da aplicação. Ao definir que uma
API, recurso ou método deve ser autenticado, este não será mais acessível sem
que se forneça um token de acesso.
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
CORS
Na tela de logs é possível encontrar todos os detalhes das requisições feitas
através do API Gateway.

Todos usuários podem ver logs. Os administradores de aplicação veem os logs


de todas as APIs, os administradores veem todos os logos, os administradores
de API veem somente das APIs que são administradas por eles.
DESENVOLVIMENTO ZUP
ESTRUTURAÇÃO DOS RECURSOS
CONFORME CDG
• Utilize idioma inglês deve ser utilizado na construção das URIs;

• Utilize somente substantivos na URI. Verbos indicam ação, e não devem fazer parte da
identificação do recurso;

• Utilize substantivos no plural para coleções. Por exemplo, /products , e não /product ;

• Associações entre recursos devem ser refletidas nas URIs que os identificam, utilizando-se
aninhamento de URI. Por exemplo: /dentists/jsilva/slots ;

• Nomes compostos devem ser dash-case nas URLs, por exemplo: /user-details ;

• Caso o recurso tenha filtros, utilize query parameters. Por exemplo:


/dentists/jsilva/slots?date=20100104&status=open;
DESENVOLVIMENTO ZUP
ESTRUTURAÇÃO DOS RECURSOS
CONFORME CDG

• Para cenários muito comuns, podem ser utilizados aliases. Por exemplo:
/dentists/jsilva/slots/open;

• Caso o recurso tenha ordenação, utilize a query parameter sort . Por exemplo: /dentists/?&sort=-
date ;

• Caso o recurso tenha paginação: /dentinsts/jsilva/slots?limit=25&offset=50 Caso deseje limitar os


atributos retornados para um recurso, utilize a query parameter fields . Por exemplo:
/dentists/?fields=id,start,em
DESENVOLVIMENTO ZUP
ESTRUTURAÇÃO DOS RECURSOS
CONFORME CDG

• Utilizar os seguintes verbos HTTP:


• HEAD (Checks)
• GET (Recuperar)
• POST (Criar)
• PUT (Atualizar)
• DELETE (Remover)
• Demais verbos retornar erro 405 (Method not allowed).

• GET e HEAD não devem alterar o estado do recurso

• Com verbos que criam ou alteram recursos, o recurso atualizado deve ser retornado, para evitar
uma chamada extra para ler os dados atualizados;
DESENVOLVIMENTO ZUP
ESTRUTURAÇÃO DOS RECURSOS
CONFORME CDG

Utilize seguintes os códigos de retorno:

• 2XX para sucesso;


• 3XX para redirecionamentos;
• 4XX para erros causados pelo Client;
• 5XX para erros causados pelo Server.
• Em caso de erro, além do retorno HTTP retorne os detalhes do problema no payload.

Para mais informações acesse o Link:


https://confluence.ci.gsnet.corp/display/HDS/Guia+de+desenvolvimento
DESENVOLVIMENTO ZUP
OVERVIEW ZUP API MANAGER
VERBOS

GET
Solicita a representação de um determinado recurso. É
definido como um método seguro e não deve ser usado para
disparar uma ação (remover um usuário, por exemplo). PUT
Atualiza um recurso na URI especificada. Caso o recurso
não exista, ele pode criar um. A principal diferença entre
POST POST e PUT é que o primeiro pode lidar não somente com
As informações enviadas no corpo (body) da requisição são recursos, mas pode fazer processamento de informações,
utilizadas para criar um novo recurso. Também é por exemplo.
responsável por fazer processamentos que não são
diretamente relacionados a um recurso. HEAD
Retorna informações sobre um recurso. Na prática, funciona
semelhante ao método GET, mas sem retornar o recurso no
DELETE corpo da requisição. Também é considerado um método
Remove um recurso. Deve retornar o status 204 caso não seguro.
exista nenhum recurso para a URI especificada.
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de recurso GET>


Criar operação SOAP no serviço
DadosClienteBSV1 para consulta dos dados cliente
utilizando biblioteca de criptografia
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de recurso POST>


Criar recurso POST na API Consulta Trader para o
serviço de consulta dos dados do cliente utilizando
biblioteca de criptografia
DEMONSTRAÇÃO

</Criação de recurso GET com lista>


Criar recurso GET na API Consulta Trader para o
serviço de Consulta de extrato de cliente (lista)
LINK IIB E EXERCÍCIOS

Link Instalação IIB e exercícios:


https://myoffice.accenture.com/:f:/r/personal/diogo_luis_goncalves_accenture_com/Documents/Trei
namentoHUB?csf=1&e=8cgUyD
Obrigado!