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Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa
Provisão
para Créditos de
Liquidação Duvidosa

A Provisão para Devedores Duvidosos,

para Duvidosa
para
Duvidosa

também chamada de Provisão

Créditos

de

Liquidação

(PCLD), chamada de P.D.D., são constituídas para baixar duplicatas consideradas incobráveis.

O "fato gerador" da provisão não é a perda,

e sim a venda do bem ou serviço a prazo.

A possibilidade

de

perda

ocorre no
ocorre
no

momento da venda. Logo no momento da

venda é que, teoricamente, a provisão deve ser constituída.

A PCLD é provisionada em um período (período que ocorre as vendas) para ser utilizada no
A PCLD é provisionada em um período
(período que ocorre as vendas) para ser utilizada
no período seguinte (quando serão recebidos os
valores das vendas).
A provisão é constituída aplicando-se um
percentual sobre a conta Cliente (ou Duplicatas
a Receber).

PERCENTUAIS PERMITIDOS

PARA CÁLCULO DA PROVISÃO

• Até 31/12/92, o percentual permitido pela legislação era de 3% do saldo das duplicatas a
• Até 31/12/92, o percentual permitido pela
legislação
era
de
3%
do
saldo das
duplicatas a receber para as empresas em
geral
e
de
1,5%
para
as
empresas
financeiras.
• De 01/01/93 a 31/12/94, o percentual
passou para 1,5% para as empresas em

geral e 0,5% para as empresas financeiras.

PERCENTUAIS PERMITIDOS PARA CÁLCULO DA PROVISÃO
PERCENTUAIS PERMITIDOS PARA
CÁLCULO DA PROVISÃO
PERCENTUAIS PERMITIDOS PARA CÁLCULO DA PROVISÃO  A partir de 01/01/95, o percentual passou a ser
  • A partir de 01/01/95, o percentual passou a ser a

média efetivamente apurada nos três últimos

exercícios, sendo calculada da seguinte forma:

Como obter a taxa para

PCLD/PDD
PCLD/PDD

Taxa =

Como obter a taxa para PCLD/PDD Taxa = (soma das perdas nos últimos 3 anos) (soma

(soma das perdas nos últimos 3 anos)

(soma dos créditos a receber nos último 3 anos)

Critérios para Constituição da PCLD
Critérios para Constituição da PCLD
Critério das Perdas Prováveis;
Critério das Perdas Prováveis;

Critério das Perdas Efetivas.
Critério das Perdas Efetivas.

Critérios para Constituição da PCLD Critério das Perdas Prováveis;  Critério das Perdas Efetivas. 
Critério das Perdas Prováveis
Critério das
Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis
a base de cálculo,
a
base de cálculo,

Aplicação de taxa

sobre

formada por um montante da conta “Duplicatas a Receber”.

A provisão calculada, segundo esse critério, não é dedutível para fins de apuração do

Lucro Real, de acordo com o RIR.

Critério das Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis

Taxa =

Critério das Perdas Prováveis Taxa = (soma das perdas nos últimos 3 anos) (soma dos créditos

(soma das perdas nos últimos 3 anos)

(soma dos créditos a receber nos último 3 anos)

Critério das Perdas Prováveis Data Direitos em R$ Ano Perdas em R$ 31/12/2006 20.000,00 2007 600,00
Critério das Perdas Prováveis
Data
Direitos em
R$
Ano
Perdas em R$
31/12/2006
20.000,00
2007
600,00
31/12/2007
10.000,00
2008
150,00
31/12/2008
6.000,00
2009
150,00
Totais
36.000,00
900,00
Percentual Médio = (900,00/36.000,00) x 100 = 2,50%
Critério das Perdas Prováveis Data Direitos em R$ Ano Perdas em R$ 31/12/2006 20.000,00 2007 600,00

Para o cálculo da Provisão a ser constituída em 31/12/2009, aplicará o percentual de 2,50% dos créditos a receber.

Critério das Perdas Prováveis

Contabilização
Contabilização
Critério das Perdas Prováveis Contabilização Ex.: Caso o saldo da conta Duplicatas a Receber fosse de

Ex.: Caso o saldo da conta Duplicatas a Receber fosse de R$ 100.000,00 ao final do período (31/12/2009), aplicando 2,50%, teríamos uma PCLD no valor de R$ 2.500,00.

R$ 2.500,00
R$ 2.500,00

Constituição da PCLD:

D-Despesa com Créditos de Liquidação Duvidosa

C-Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

Critério das Perdas Prováveis

Contabilização
Contabilização

No período subsequente (2010), após a utilização de todos os meios de cobrança possíveis, todas as perdas incorridas

Critério das Perdas Prováveis Contabilização No período subsequente (2010) , após a utilização de todos os

na realização dos créditos devem ser contabilizadas a

débito da conta PCLD.

É o que se chama Baixa de Títulos Incobráveis. Supondo

que não houvesse o recebimento de créditos no período de 2010, no valor de R$ 1.000,00, o lançamento seria:

D-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa

Critério das Perdas Prováveis

Contabilização
Contabilização
Critério das Perdas Prováveis Contabilização Na hipótese de existir saldo na conta PCLD no final do

Na hipótese de existir saldo na conta PCLD no final do período, após todas as baixas, apresentam-se 2 alternativas de contabilização:

  • a) Reversão do saldo para outras receitas

  • b) Complemento do saldo até o valor da nova provisão a ser determinada.

Critério das Perdas Prováveis

Contabilização
Contabilização

Considere o saldo final da PCLD de um exercício no valor de R$

1.000,00 (restante da PCLD constituída no ano anterior) e o cálculo de uma nova provisão em 2010 (para o período de 2011) seja de R$

1.400,00.

I R$ 1.000,00 II
I
R$ 1.000,00
II

R$ 1.400,00

REVERSÃO DO SALDO EXISTENTE E CONSTITUIÇÃO DA NOVA PROVISÃO: D-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa
REVERSÃO DO SALDO EXISTENTE E CONSTITUIÇÃO DA NOVA PROVISÃO:
D-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa
C- Outras Receitas Reversão da PCLD
C- Outras Receitas
Reversão da PCLD
D-Despesa com Crédito de Liquidação Duvidosa
D-Despesa com Crédito de Liquidação Duvidosa

C-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa

Critério das Perdas Prováveis

Contabilização
Contabilização
Outra forma de efetuar a provisão do período seria não reverter o saldo anterior e fazer
Outra forma de efetuar a provisão do período seria não reverter o
saldo anterior e fazer somente uma COMPLEMENTAÇÃO até o
saldo da perda provável, por meio do seguinte lançamento:
COMPLEMENTAÇÃO DE PROVISÃO:
I
D-Despesa com Crédito de Liquidação Duvidosa
C-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa
R$ 1.400,00

Critério das Perdas Prováveis

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Se as perdas do período tiverem

Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Se as perdas do período tiverem

Se as perdas do período tiverem valor superior ao provisionado no período anterior, baixa-se na provisão até o valor existente e debita- se conta que represente despesas com clientes incobrabráveis ou

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Se as perdas do período tiverem

perdas pela diferença entre o valor que deixou de ser recebido e o da provisão, baixando as duplicatas da seguinte forma:

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Se as perdas do período tiverem

D-Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa D-Despesa (Perdas) c/Créditos de Liquidação Duvidosa C Duplicatas a Receber

Critério das Perdas Prováveis

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Ex.: A empresa GAMA possuía na

Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Ex.: A empresa GAMA possuía na

Ex.: A empresa GAMA possuía na conta cliente os seguintes saldo:

R$ 1.400.000,00 R$ 2.000.000,00 2009, a empresa teve R$
R$ 1.400.000,00
R$ 2.000.000,00
2009, a empresa
teve R$

31/12/2008

31/12/2009

Sabendo-se que, ao

longo do

exercício de

50.000,00 em títulos incobráveis e baixados, e que o percentual que a

mesma utiliza para PCLD é de 5% da conta clientes, indique o lançamento do ajuste a ser efetuado em 31/12/2009.

Valor da PCLD em 2009 (provisionado em 31/12/2008):

R$ 1.400.000,00 X 5% = 70.000,00

Critério das Perdas Prováveis

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO D – Despesa com PCLD C

Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO D – Despesa com PCLD C

D Despesa com PCLD C Provisão p/Crédito de Liquidação Duvidosa

R$ 70.000,00
R$ 70.000,00

Representação no BP de 31/12/2009:

ATIVO CIRCULANTE
ATIVO CIRCULANTE
Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO D – Despesa com PCLD C

Créditos

Clientes

R$ 1.400.000,00

Critério das Perdas Prováveis

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Utilização da PCLD em 2009: R$

Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Utilização da PCLD em 2009: R$

Utilização da PCLD em 2009:

R$ 50.000,00
R$ 50.000,00

D PCLD C Clientes

  • Saldo Remanescente da PCLD em 31/12/2009:

R$ 70.000,00 R$ 50.000,00 = R$ 20.000,00

  • Valor da PCLD para 2010:

R$ 2.000.000,00 x 5% = R$ 100.000,00

  • Valor a complementar para PCLD de 2010:

R$ 100.000,00 R$ 20.000,00 = R$ 80.000,00

Critério das Perdas Prováveis

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Lançamento de Complementação para PCLD: R$

Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO

Critério das Perdas Prováveis Contabilização de PERDAS SUPERIORES AO PROVISIONADO Lançamento de Complementação para PCLD: R$

Lançamento de Complementação para PCLD:

R$ 80.000,00
R$ 80.000,00

R$ 80.000,00

D Despesa com PCLD C PCLD

Considere o valor de R$ 90.000,00 no ano de 2010 referente a títulos considerados incobráveis, o lançamento referente a baixa

deste se dará da seguinte forma:

  • D PCLD

  • D Despesas (Perdas) com Créditos de Liquidação Duvidosa

R$ 10.000,00

ATENÇÃO!

Suponha que o saldo inicial da conta PCLD da empresa ALFA seja

de $ 40.000,00, no início do exercício, e que o saldo inicial de duplicatas a receber seja de $ 800.000,00.

ATENÇÃO! Suponha que o saldo inicial da conta PCLD da empresa ALFA seja de $ 40.000,00,

Durante o exercício ocorreram os seguinte fatos:

  • a) Falência do cliente “X”, que devia $ 20.000,00. Não houve condições de receber qualquer parcela da dívida.

  • b) O cliente “Y”, que devia $ 30.000,00, encerrou suas atividades, pagando $ 27.000,00. O restante da dívida é considerado incobrável.

  • c) Um cliente havia sido considerado incobrável no exercício anterior, pagou sua dívida total de $ 10.000,00;

  • d) Diversas dívidas de clientes foram consideradas incobráveis, no montante de R$ 30.000,00.

Critério das Perdas Prováveis Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD: 

Critério das Perdas Prováveis

Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD:

 Créditos com Pessoas Jurídicas de Direito Público ou empresa sob seu controle, empresa pública, sociedade
Créditos com Pessoas Jurídicas de Direito
Público ou empresa sob seu controle,
empresa pública, sociedade de economia
mista ou sua subsidiária.
Vendas com reserva de domínio;
Alienação Fiduciária;
Operações com garantia real.
Créditos com coligadas,
Créditos com controladas,
Créditos com interligadas ou associadas de qualquer forma.

Critério das Perdas Prováveis

Exemplo
Exemplo

Composição dos créditos a receber:

  • Dupl. a Receber

  • Dupl. a Receber c/Garantia Real

R$ 36.000,00 R$ 5.000,00 R$ 16.000,00 R$ 10.000,00 R$ 2.000,00
R$ 36.000,00
R$ 5.000,00
R$ 16.000,00
R$ 10.000,00
R$ 2.000,00
  • Dupl. a Receber (vendas empresa coligada)

  • Empréstimo a Controlada

  • Adiantamento a Fornecedores

R$ 69.000,00
R$ 69.000,00

R$ 36.000,00

TOTAL DOS CRÉDITOS

Base de cálculo p/ PCLD

Critério das Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis

Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD:

Critério das Perdas Prováveis Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD: 
  • Créditos com Pessoas Jurídicas de Direito Público (1) ou empresa sob seu controle, empresa pública (2), sociedade de economia mista (3) ou sua subsidiária (4).

Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
associações públicas;
associações
públicas;

Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

I - a União;

II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;

III - os Municípios;

IV

-

as

autarquias,

inclusive

as

V - as demais entidades de caráter público criadas por lei.

Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
INTERNO
INTERNO
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1) INTERNO  União; Estados; Distrito Federal; Municípios;  Autarquias: ex.:
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1) INTERNO  União; Estados; Distrito Federal; Municípios;  Autarquias: ex.:
  • União; Estados; Distrito Federal; Municípios;

  • Autarquias: ex.: INSS, USP, DNIT, IBAMA, INPI, Banco Central, ANATEL, ANVISA, CVM;

  • Associações Públicas: ex.: consórcios públicos; demais entidades de caráter público criadas por lei: ex.: Ordem dos Advogados do Brasil/OAB; Fundações Públicas: FIOCRUZ, FUNAI.

Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)

Pessoas Jurídicas de Direito Público Externo:

Pessoas Jurídicas de Direito Público (1) Pessoas Jurídicas de Direito Público Externo: Regidas pelo direito internacional,

Regidas pelo direito internacional, são os países e organizações públicas de ordem internacional como a ONU e o FMI; assim também Santa Sé é considerada.

A República Federativa do Brasil é uma pessoa jurídica de Direito Público Interno (quando desempenha funções dentro do âmbito nacional através da União, tendo apenas autonomia, assim como os Estados-Membros e os Municípios também tem) e externo (quando mantém, como um Estado totalitário, relações com outros países, faz

parte de organizações internacionais, declara paz ou guerra, enfim,

quando age em nome da nação, tendo soberania em relação aos demais

países, e autonomia em relação às demais pessoas jurídicas de direito público interno).

Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
Pessoas Jurídicas de Direito Público (1)
MERCOSUL,
MERCOSUL,

Externo: art. 42 / CC

  • Estados estrangeiros;

  • Pessoas regidas pelo Direito Internacional: Ex.: ONU, UNESCO, UNICEF, OIT, FMI, OMC,

FAO,

OEA,

UE, UA,

OTAN, etc.

Empresa Pública (2)
Empresa Pública (2)

Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital

Empresa Pública (2) Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital

exclusivamente governamental, criação autorizada

por lei, para exploração de atividade econômica ou industrial, que o governo seja levado a exercer por força de contingência ou conveniência

administrativa.

São exemplos de empresas públicas no Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Empresa Brasileira de

Correios e Telégrafos.

Sociedade de Economia Mista (3)
Sociedade de Economia Mista (3)
Sociedade de Economia Mista (3) Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio,

Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio, criação autorizada por lei par a exploração de atividade econômica ou serviço com participação do poder público e de particulares no seu capital e na sua administração.

Sociedade de Economia Mista (3) Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio,

Empresa de economia mista ou, mais precisamente,

"sociedade de economia mista" é uma sociedade na qual

há colaboração do Estado e de particulares, ambos reunindo recursos para a realização de uma finalidade, sempre com objetivo econômico.

Sociedade de Economia Mista (3)
Sociedade de Economia Mista (3)

O Estado poderá ter uma participação majoritária ou

Sociedade de Economia Mista (3) O Estado poderá ter uma participação majoritária ou minoritária; entretanto, mais

minoritária; entretanto, mais da metade das ações com direito a voto devem pertencer ao Estado.

A sociedade de economia mista é uma sociedade anônima,

e seus funcionários são regidos pela CLT e não são servidores públicos.

Sociedade de Economia Mista (3) O Estado poderá ter uma participação majoritária ou minoritária; entretanto, mais
Sociedade de Economia Mista (3) O Estado poderá ter uma participação majoritária ou minoritária; entretanto, mais

Freqüentemente têm suas ações negociadas em Bolsa de

Valores como, por exemplo, o Banco do Brasil, Petrobrás, e

Eletrobrás.

Sociedade de Economia Mista (3)
Sociedade de Economia Mista (3)
Sociedade de Economia Mista (3) Difere-se das Empresas Públicas , já que nestas o capital é

Difere-se das Empresas Públicas, já que nestas o capital é 100% público e difere-se também das Sociedades Anônimas em que o governo tem

posição acionária minoritária, pois nestas o

controle da atividade é privado.

Critério das Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis
Critério das Perdas Prováveis Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD: 

Valores que NÃO devem compor a base de cálculo da PCLD:

  • Créditos com coligadas,

  • Créditos com controladas,

  • Créditos com interligadas ou associadas de qualquer forma.

CONTROLADAS

CONTROLADAS

CONTROLADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 2º Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora,
CONTROLADAS
Art. 243 (Lei das S/A):
§ 2º Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora,
diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos
de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância
nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos
administradores.
CONTROLE DIRETO
CONTROLE DIRETO
A preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores de modo
A preponderância nas deliberações sociais e o
poder de eleger a maioria dos administradores
de modo permanente ocorrem, quando a
INVESTIDORA possui o controle acionário,
representado por mais de 50% do capital
votante da outra sociedade.

Após

a

Lei

n.

10.303/2001, do

total

de

ações, no

mínimo

metade

deve

ser

composta

por

ações

ordinárias,

podendo

o

restante

ser

composto

com

ações preferenciais

TIPO DE DE ATÉ AÇÃO Ordinária 50% 100% Preferencial 50% 0 Total 100% 100%
TIPO DE
DE
ATÉ
AÇÃO
Ordinária
50%
100%
Preferencial
50%
0
Total
100%
100%
EXEMPLO:
EXEMPLO:
A sociedade ANCHOVA S.A. participa com 51% do capital votante da sociedade BALEIA S.A. e esta,
A sociedade ANCHOVA S.A. participa com 51% do
capital votante da sociedade BALEIA S.A. e esta, por
sua vez, participa com 60% do capital votante da
sociedade CARÁ S.A..
ANCHOVA S.A. é CONTROLADORA de
BALEIA S.A. de forma DIRETA e da sociedade
CARÁ S.A. de forma INDIRETA.
Controle Direto Anchova S.A. Baleia S.A. Controle Direto Controle Indireto Cará S.A.
Controle
Direto
Anchova S.A.
Baleia S.A.
Controle
Direto
Controle
Indireto
Cará S.A.
EXEMPLO
EXEMPLO
A empresa ALFA é titular de 70% do capital votante da empresa BETA; logo BETA é
A empresa ALFA é titular de 70% do capital votante da
empresa BETA; logo BETA é CONTROLADA
DIRETA de ALFA.
ALFA é titular de 20% do capital votante de CELTA.
BETA é titular de 40% do capital votante de CELTA.
EXEMPLO A empresa ALFA é titular de 70% do capital votante da empresa BETA; logo BETA
EXEMPLO A empresa ALFA é titular de 70% do capital votante da empresa BETA; logo BETA
EXEMPLO: ALFA tem o poder direto sobre 20% dos votos da empresa CELTA e 40%, indiretamente,

EXEMPLO:

ALFA tem o poder direto sobre 20% dos votos da empresa CELTA e 40%, indiretamente, através
ALFA
tem
o
poder
direto sobre 20% dos votos
da
empresa CELTA e 40%, indiretamente, através da
empresa BETA.
Logo, CELTA é controlada indiretamente por ALFA.
EXEMPLO ALFA Controle Direto (70%) BETA Participação Direta (20%) CELTA Participação Direta (40%)

EXEMPLO

ALFA

 
Controle Direto (70%)
Controle
Direto (70%)
 

BETA

 
Participação Direta (20%) CELTA Participação Direta (40%)
Participação
Direta (20%)
CELTA
Participação
Direta (40%)
 
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
 
COLIGADAS
COLIGADAS

COLIGADAS

COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA

COLIGADAS

 
COLIGADAS
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA

Art. 243 (Lei das S/A):

Art. 243 (Lei das S/A):
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 1º São coligadas as sociedades nas quais a INVESTIDORA
§ 1º São coligadas as sociedades nas

§ São coligadas as sociedades nas

§ 1º São coligadas as sociedades nas
§ 1º São coligadas as sociedades nas

quais

a

INVESTIDORA tenha

influência significativa.

influência significativa .
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora

COLIGADAS

COLIGADAS
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora

Art. 243 (Lei das S/A):

Art. 243 (Lei das S/A):
Art. 243 (Lei das S/A):
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora

§ Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de participar nas decisões das políticas financeira e operacional da investida, sem controlá-la.

§ 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de
§ 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de
§ 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de
§ 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de
 
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio

COLIGADAS

COLIGADAS
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
 
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio
COLIGADAS Influência significativa (CPC 18): Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio

Influência significativa (CPC 18):

Influência significativa (CPC 18):

Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio de controladas), 20% ou mais do poder de voto da investida, presume-se que ele tenha influência significativa, a menos que possa ser claramente demonstrado o contrário.

Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio de controladas), 20% ou mais
Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio de controladas), 20% ou mais
Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio de controladas), 20% ou mais
Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por exemplo, por meio de controladas), 20% ou mais

COLIGADAS

 
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS
COLIGADAS A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por um ou mais das
 
COLIGADAS A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por um ou mais das
COLIGADAS A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por um ou mais das
COLIGADAS A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por um ou mais das

A existência de influência significativa por investidor

A existência de influência significativa por investidor
A existência de influência significativa por investidor

geralmente

é

evidenciada

por

um

ou

mais

das

geralmente é evidenciada por um ou mais das
geralmente é evidenciada por um ou mais das

seguintes formas:

 
seguintes formas:

(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;

(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
(a)representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
  • (b) participação

nos

processos

de

elaboração

de

políticas, inclusive em decisões sobre dividendos e

outras distribuições;

 
  • (c) operações materiais entre o investidor e a investida;

  • (d) intercâmbio de diretores ou gerentes; ou

 
  • (e) fornecimento de informação técnica essencial.

 
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora

COLIGADAS

 
COLIGADAS
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora
 
COLIGADAS Art. 243 (Lei das S/A): § 5º É presumida a influência significativa quando a investidora

Art. 243 (Lei das S/A):

Art. 243 (Lei das S/A):
Art. 243 (Lei das S/A):
Art. 243 (Lei das S/A):
Art. 243 (Lei das S/A):

§

É

presumida a influência

significativa quando a investidora for titular de 20% ou mais do capital votante da investida, sem controlá-la.

significativa quando a investidora for titular de 20% ou mais do capital votante da investida, sem
Por que a PCLD pode ser considerada uma despesa? Porque, para uma empresa funcionar, ela precisa
Por
que
a
PCLD
pode
ser
considerada
uma
despesa?
Porque,
para
uma
empresa
funcionar,
ela
precisa
dar

crédito aos clientes e, dando crédito aos clientes, corre o

risco de não receber.

Por que a PCLD pode ser considerada uma despesa? Porque, para uma empresa funcionar, ela precisa

Tudo isso faz parte da operação da empresa, portanto essas prováveis perdas podem ser consideradas como prováveis consumos de recursos que a empresa terá no próximo exercício social.

São gastos necessários para manter sua atividade operacional, portanto devem ser considerados

como despesas do exercício social.

São gastos necessários para manter sua atividade operacional, portanto devem ser considerados como despesas do exercício

Esta provisão, de saldo credor, retificadora da

conta cliente (ou Duplicata a Receber), é debitada pelas baixas consideradas incobráveis e ao final do período é revertida a resultado (outras receitas operacionais), ou complementada pelo valor da

provisão do próximo período, se possível.

Essa provisão deve ser feita para cobrir as perdas estimadas na cobrança das contas a receber,
Essa provisão deve ser feita para cobrir as
perdas estimadas na cobrança das contas a
receber, embora as despesas com esta provisão
não sejam mais dedutíveis da base de cálculo
do Imposto de Renda e da Contribuição Social.
A partir do ano-calendário 1997, a legislação fiscal não mais permite a dedutibilidade dessa provisão (Lei
A partir do ano-calendário 1997, a legislação
fiscal não mais permite a dedutibilidade dessa
provisão (Lei n.º 9.430/96 e IN SRF n9 93/97),
possibilitando, em vez disso, às empresas
deduzir as perdas efetivas no recebimento de
créditos, na forma e nos prazos previstos na
referida legislação fiscal.
OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES
Não devem compor a base de cálculo da provisão:
Não devem compor a base de
cálculo da provisão:
Não devem compor a base de cálculo da provisão: controladoras, -créditos com PJ de Direito Público

controladoras,

-créditos com PJ de Direito Público ou empresa sob o seu controle;

-vendas com reserva de domínio, alienação fiduciária, operações com garantia real;

-créditos

coligadas,

controladas,

com

interligadas ou associadas de qualquer forma;

Não devem compor a base de cálculo da provisão:
Não devem compor a base de
cálculo da provisão:

-créditos junto a instituições financeiras, demais instituições autorizadas

pelo Banco Central e sociedades de fundos de investimentos;

Não devem compor a base de cálculo da provisão: -créditos junto a instituições financeiras, demais instituições

-créditos com administrador, sócio ou acionista, titular ou com o seu cônjuge ou parente até 3o. grau, inclusive afins;

-créditos adquiridos com coobrigação;

-créditos que não tenham transitados pelas contas de resultado;

-créditos relativos a bem arrendados, no caso de entidades que

trabalhem com arrendamento mercantil.

Créditos adquiridos com coobrigação

Créditos adquiridos com coobrigação Créditos (direitos) resultantes de operações do referido que envolvam duas ou mais

Créditos (direitos) resultantes de operações

do referido
do
referido

que envolvam duas ou mais pessoas

responsáveis pelo pagamento direito.

Ex.: Venda realizada com a exigência de

avalista. Portanto, se o comprador não realizar

o pagamento, o avalista o terá que fazê-lo.

Créditos que não tenham transitados pelas contas de resultado
Créditos que não tenham transitados
pelas contas de resultado
Créditos que não tenham transitados pelas contas de resultado Os créditos tributários, ou seja, os tributos

Os créditos tributários, ou seja, os tributos “A recuperar” como o ICMS, IPI, PIS e COFINS, são créditos/direitos que a empresa tem junto ao fisco, no entanto, não são contabilizados no resultado.

Outro exemplo são as despesas antecipadas que

também representam créditos para as empresas, mas não são consideradas como ganhos no resultado.

Créditos relativos a bem arrendados, no caso

de entidades que trabalhem com

arrendamento mercantil

Créditos relativos a bem arrendados, no caso de entidades que trabalhem com arrendamento mercantil Operação realizada

Operação realizada com características especiais, onde você

Créditos relativos a bem arrendados, no caso de entidades que trabalhem com arrendamento mercantil Operação realizada

escolhe o bem de sua preferência, o fornecedor, negocia o preço e ao assinar o contrato, solicita à empresa de leasing que compre este bem para sua utilização.

Os seus direitos e obrigações estão bem definidos no contrato.

Tendo cumprido todas as obrigações contratuais, ao final do prazo do arrendamento você terá o direito a três opções:

comprar o bem, renovar o contrato ou devolver o bem à empresa de leasing.

Créditos relativos a bem arrendados, no caso de entidades

que trabalhem com arrendamento mercantil

que trabalhem com arrendamento mercantil

Arrendadora: É a empresa de leasing. As arrendadoras são empresas previamente autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil,

um bem e faz a escolha
um bem
e
faz
a
escolha

como também os Bancos com Carteira de Arrendamento Mercantil.

Arrendatária:

livremente.

É você,

que necessita

de

Fornecedor: É quem você escolheu para lhe fornecer o bem, pelo preço que vocês ajustaram e que lhe será entregue após a emissão da ordem de compra pela arrendadora.

Bens a serem arrendados: Bens imóveis e móveis, de produção nacional ou estrangeira, tais como veículos, máquinas, computadores, equipamentos, entre outros.

Leasing financeiro
Leasing financeiro

É a operação na qual a arrendatária tem a intenção de ficar

com o bem ao término do contrato, exercendo a opção de

Leasing financeiro É a operação na qual a arrendatária tem a intenção de ficar com o

compra pelo valor contratualmente estabelecido.

A arrendadora receberá da arrendatária a totalidade dos valores investidos no contrato de conformidade com o que foi estipulado.

O risco da obsolescência e as despesas de manutenção, assistência técnica e serviços correlatos à operacionalidade do bem arrendado são de responsabilidade da arrendatária.

Leasing operacional

É a operação na qual a arrendatária, a princípio, não tem a intenção de adquirir o bem ao final do contrato.

Leasing operacional É a operação na qual a arrendatária, a princípio, não tem a intenção de

Assim, após a utilização do bem pelo prazo estabelecido e cumpridas todas as suas obrigações a arrendatária poderá ao final do contrato ter as seguintes opções: devolver o bem à arrendadora, prorrogar o prazo do

contrato ou exercer a opção de compra do bem pelo seu valor de

mercado, à época de tal opção.

A manutenção, a assistência técnica e os serviços correlatos à operacionalidade do bem arrendado podem ser de responsabilidade da

arrendadora ou da arrendatária, e conforme previsão contratual.

Em ambas modalidades do leasing, financeiro ou operacional, elimina- se a necessidade de imobilizar recursos nos ativos, permitindo que tais recursos sejam canalizados para financiar o processo produtivo.

Créditos relativos a bem arrendados, no

caso de entidades que trabalhem com

arrendamento mercantil

arrendadora.
arrendadora.
Os contratos de arrendamento mercantil estabelecem o direito à posse provisória do bem pela arrendatária, ficando
Os contratos
de arrendamento mercantil
estabelecem o direito à posse provisória do bem
pela arrendatária, ficando sempre assegurada a
propriedade à arrendadora.
Em
caso
de
infração
contratual,
deverá
a
arrendatária
restituir
de
imediato
o
bem
à

Créditos relativos a bem arrendados, no caso

de entidades que trabalhem com

arrendamento mercantil

Créditos relativos a bem arrendados, no caso de entidades que trabalhem com arrendamento mercantil MAIORES INFORMAÇÕES
MAIORES INFORMAÇÕES NO: “GUIA PRÁTICO DO ARRENDAMENTO MERCANTIL”
MAIORES INFORMAÇÕES NO:
“GUIA PRÁTICO DO ARRENDAMENTO
MERCANTIL”
CASOS DE CONCORDATA E FALÊNCIA

CASOS DE CONCORDATA

CASOS DE CONCORDATA E FALÊNCIA
E
E

FALÊNCIA

Clientes em Concordata
Clientes em Concordata

Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores Duvidosos a diferença entre o que ele

Clientes em Concordata Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores Duvidosos

se propõe a pagar e o total de Duplicatas Receber.

Ex.: A empresa possui Duplicatas a Receber do Cliente ABC no

valor de R$ 10.000,00. Estando em concordata, ele se propõe a

pagar 65% do valor.

O valor que irá para Provisão para Duvidosos neste caso será de

R$ 3.500,00 já que ele se propõe a pagar 65% de R$ 10.000,00 que

Clientes em Concordata Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores Duvidosos

é R$ 6.500,00.

Clientes com Falência decretada Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores

Clientes com Falência decretada

Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores Duvidosos 50% do valor de Duplicatas

a Receber.

Clientes com Falência decretada Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores

Exemplo: A empresa possui Duplicatas a Receber do Cliente BCD no valor de R$ 25.000,00.

O valor que constituirá a Provisão para Devedores Duvidosos, neste caso, será de R$ 12.500,00 (50% de R$ 25.000,00).

Clientes com Falência decretada Do total de Duplicatas a Receber desse cliente, constituirá Provisão para Devedores

Critério das Perdas Efetivas

Critério das Perdas Efetivas
Critério das Perdas Efetivas

Conforme Art. 340. (RIR/99):

§ 1º Poderão ser registrados como perda os créditos (Lei nº 9.430, de 1996, art. 9º, § 1º):

declaração de
declaração de

I

em relação aos quais tenha havido a

-

insolvência do devedor, em sentença emanada do Poder

Judiciário;

II - sem garantia, de valor:

  • a) até cinco mil reais, por operação, vencidos há mais de seis meses, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento;

  • b) acima de cinco mil reais, até trinta mil reais, por

operação, vencidos há mais de um ano,

b) acima de cinco mil reais , até trinta mil reais , por operação, vencidos há

independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento, porém, mantida a cobrança administrativa;

  • c) superior a trinta mil reais, vencidos há mais de

um ano, desde que iniciados e mantidos os

procedimentos judiciais para o seu recebimento;

III - com garantia, vencidos há mais de dois anos, desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu

recebimento ou o arresto das garantias;

IV - contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica declarada

III - com garantia, vencidos há mais de dois anos, desde que iniciados e mantidos os

concordatária, relativamente à parcela que exceder o valor que

esta tenha se comprometido a pagar, observado o disposto no

§ 5º.

O caráter técnico contábil correto com relação à provisão para créditos de liquidação duvidosa independe da
O caráter técnico contábil correto com
relação à provisão para créditos de liquidação
duvidosa independe da legislação fiscal, e
compreende:
Constituição da provisão, conforme os níveis
individuais de risco de crédito, no período em
que os créditos foram originados (regime de
competência) e sua constante atualização;
Os valores considerados de recebimentos duvidosos poderão ser lançados na Contabilidade seguinte forma: como despesa do
Os
valores
considerados
de
recebimentos
duvidosos
poderão
ser
lançados
na
Contabilidade
seguinte forma:
como
despesa
do
período,
da
Débito:
Despesas
com
Devedores
Duvidosos
(RESULTADO).
Crédito:
Provisão
para
Devedores
Duvidosos
(PATRIMONIAL).
 Realização da provisão pela absorção dos créditos não recebidos, quando a administração os considerar incobráveis;
Realização da provisão pela absorção dos
créditos não recebidos, quando a administração
os considerar incobráveis;
Reversão da provisão quando constituída em
excesso ao valor efetivamente perdido; e
A baixa dos créditos como perdas do período
quando a provisão for constituída
em valor
inferior às perdas efetivamente ocorridas.
FORMA DE APURAÇÃO DA PROVISÃO
FORMA DE APURAÇÃO DA
PROVISÃO
a) deve ser baseada na análise individual do saldo de cada cliente. Esse trabalho deve ser
a) deve ser baseada
na análise individual do saldo de
cada cliente.
Esse trabalho deve ser feito com base na posição
analítica por duplicata dos clientes na data do balanço e
em conjunto com os responsáveis pelos setores de
vendas e crédito e cobrança, de forma a exercer um
julgamento adequado dos saldos incobráveis;
FORMA DE APURAÇÃO DA PROVISÃO b) deve ser devidamente considerada a experiência anterior da empresa com
FORMA DE APURAÇÃO DA
PROVISÃO
b)
deve
ser
devidamente
considerada a experiência
anterior da empresa com relação a prejuízos com
contas a receber.
Essa análise pode ser feita por meio da comparação dos
saldos totais de clientes ou de volumes de faturamento
com os prejuízos reais ocorridos em anos anteriores na
própria empresa.
Complementando essa análise, é importante a
contribuição dos elementos ligados aos setores de
vendas
e crédito e cobrança, com sua experiência
e
conhecimento dos clientes;
FORMA DE APURAÇÃO DA PROVISÃO
FORMA DE APURAÇÃO DA
PROVISÃO
c) devem ser também consideradas as condições de venda. Obviamente, a existência de garantias reais anula
c) devem ser também consideradas as condições de venda.
Obviamente, a existência de garantias reais anula ou
reduz as perspectivas de perdas;
d) atenção especial deve ser dada às contas atrasadas e a
clientes que tenham parte de seus títulos em atraso.
Nesses casos, é importante a preparação de uma análise
das contas a receber vencidas, preferencialmente
comparativa com períodos anteriores.
Como se verifica, temos como prática comum e adequada: a) determinar o valor das perdas já
Como se verifica, temos como
prática comum e adequada:
a) determinar o valor das perdas já conhecidas
com base nos clientes atrasados, em concordata,
falência ou com dificuldades financeiras;
b) estabelecer um valor adicional de provisão
para cobrir perdas prováveis, mesmo que ainda
não conhecidas por se referirem a contas a
vencer, mas comuns de ocorrer, com base na
experiência da empresa, tipo de clientes etc.
Prejuízos no recebimento de Créditos
Prejuízos no recebimento de Créditos
Quando um título é considerado incobrável? Esgotados todos os recursos necessários à sua cobrança (apontamento, protesto
Quando um título é considerado incobrável?
Esgotados todos os recursos necessários à sua
cobrança (apontamento, protesto e execução),
um título pode ser considerado incobrável e
baixado das Contas a Receber, exceto títulos de
pequeno valor que não precisam cumprir essas
exigências, desde que decorridos um ano do
vencimento do título ou da emissão do cheque.