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O_Nome_Do_ETERNO

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Nome do Eterno
http://www.vimeo.com/album/16077
Em Malaquias 4:5,6, O Senhor dos Exércitos revela, que nos últimos dias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor, o Eterno levantará o profeta Eliahu(Elias)): “ Ele converterá o coração dos pais aos filhos e coração dos filhos aos pais para que Eu não venha e fira terra com maldição.” Para entendermos os mensageiros dos últimos dias, que manifestará o Espírito de Eliahu, é preciso entender os dias de Eliahu e a situação da Igreja em sua época, a Igreja que se chama pelo Seu nome, a menina dos olhos do Altíssimo, Nesse período, os Israelitas conheciam muito bem a Sagrada família, oriunda do paganismo, fazendo parte desta familia, a trindade pagã: Ninrode, Samiramis e Thamus, filho do casal. Dessa família originou-se todo o paganismo após o dilúvio, Greco-Romano, Celta Babilônico do mundo antigo, que deu origem a Babilônia moderna de nossos dias. “O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinaar Gen. 10:10. Enquanto as águas do dilúvio ainda estavam alta, Satanás e seus anjos temiam pela sua existência, todavia planejava em que corpo entrar após dilúvio, para controle da raça novamente. Ham, foi este homem que viu a nudez de seu Pai. Cão, gerou a Cuxe e Cuxe Ninrode, Gen 10:6-8. Ninrode começou a ser grande caçador ante a face do Senhor, Gen 10:9, essa expressão se da o nome de hebraísmo ou seja “rebelde ante a face de Elohim”, o seu nome em hebraico, significa: Rebelde diante do Eterno, Ninrode introduziu o ocultismo e introduziu o sistema religioso pagão, que é usado até os nossos dias, e se tornou o deus sol(Baal’Zibull), seu símbolo é o Sol...Desta forma Satanás transformou Ninrode, em um grande bruxo ou seja em um sacerdote idolatra e diabólico e de todo o tipo de atrocidades. Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para a magia branca e magia negra. O pecado era tanto que a pratica de sacrificar crianças se tornou muito comum, por isso que seu nome era também conhecido como Moloque. Para completar sua iniqüidade se casou com sua própria Mãe, Sâmiramis. Assim Ninrode se tornou líder de seu povo. De acordo com as lendas seu tio avô Sem, que ainda vivia, não suportava mais tanto pecado, matou Ninrode, cortou o seu corpo e espalhou pela cidade de Babel. A bíblia menciona essa prática(Jz 19:24). O povo babilônico lamentou muito a sua morte, entretanto, satanás, já tinha um substituto para Ninrode, era sua Mãe e mulher Sâmiramis. Imediatamente logo após sua morte, seu filho e marido ao morrer, proclamou que Ninrode era agora um deus, o deus sol. Automaticamente ela se transformaria em uma deusa, e chamou a se mesma de Rainha dos Céus, é assim como ela aparece na bíblia “ Os filhos apanham a lenha os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha para fazerem bolos a Rainha dos céus ...”Jeremias 7:18e ordenou que adorassem o deus solar. Logo mais adiante foi criada as virgens vestais e os sacerdotes e para controlar o povo foi instituído o confessionário, assim ela, controlava tudo... Foi Instituído o celibato, abrindo a porta para o lesbianismo e homossexualismo entre eles. Ao engravidar de um de seus sacerdotes, ela disse que Baal Ninrode durante noite tinha encarnado nela e gerado um filho, Thamus, e afirmou que ele era a encarnação de Ninrode(Baal).

[Adv. Leig1] Comentário:

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Consultou seus astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solstício de Inverno dia em que sol está mais distante da terra. Declararam que o dia 21 de dezembro o sol morre ou Baal, então no dia 24 de dezembro começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário. Sâmiramis ordenou ao mundo, que comemorassem o aniversário do seu filho. Assim o paganismo babilônico, gradativamente foi se tornando parte dos povos, que ao serem confundidas suas línguas, levaram a adoração da chamada Sagrada Família para às suas clãs. Apesar dos nomes diferentes conforme a língua falada, toda a gama de deuses da mitologia antiga se resume em três pessoas: Thamus, Ninrode e Sâmiramis. Desejo que o espírito investigador do leitor, desperte maior interesse à pesquisa sobre o assunto que mudará sua vida e melhor conhecer a vontade do Eterno e o Seu Verdadeiro nome. Para entendermos o comportamentos de alguns povos em relação a sagrada família, vejamos como tudo começou...!

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A PRIMEIRA BABILÔNIA

Por toda parte, começaram a aparecer estátuas e ídolos de Sâmiramis, carregando o pequeno deus solar. Ela disse: A cada dia 25 de dezembro um tronco verde nasce dentro de um tronco velho, simbolizando a encarnação de Baal em gerar Thamus, então a arvore de Pinheiro Era enfeitada com prata e ouro Jeremias 10:3 E Isaias 44:14, e este poste ídolo era enfeitado com as cabeças dos recém nascidos em sacrifício ao deus solar. O Eterno recomendou que nunca uma arvore desta, fosse colocada diante do altar do Senhor, (Deuteronômio 16:21). “Não levantarás arvore ídolo ou arvore de asserá(expressão hebraica p/ Pinheiro), junto ao altar que levantares para o Senhor” Entretanto, eles consagraram o primeiro dia de cada ano ao sol(Baal) O primeiro dia de cada Mês e o primeiro dia de cada semana(Domingo). Semanalmente eles cultuavam e adoravam neste dia, por isso que em várias línguas de nosso mundo atual ainda prevalece domingo como dia do sol, ex: Sunday em Inglês= sun, sol day dia. A arqueologia moderna encontraram evidências, de adoração ao sol entre a civilização Inca e os Maias no México, onde no altar do sol,eram sacrificadas as suas vítimas, geralmente crianças. O fogo em que eram mortas, era o símbolo do sol, se a criança morresse, Baal queria para se, a carne era cozida nas brasas, e os sacerdotes no interior da caverna comiam a carne em louvor a thamus. Se a Criança não morresse, era baal que queria viva, para seus diabólicos planos, os primogênitos eram os escolhidos, sempre o primeiro de tudo. Pratica esta presente nos dias de Eliahu e Ezequiel. O Senhor, em visão mostra ao profeta a situação do seu povo “Ele então me levou ao átrio interior da casa do Senhor, e vi a entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte cinco homens. De costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente, eles se prostravam diante do sol...”Ezequiel 8:16. Ao se espalharem sobre a terra, após as línguas serem confundidas, Satanás temeu que esse culto desaparecesse, então ele aparecia em diversos lugares da mesopotâmia, por onde haviam se espalhado, em forma de Rainha dos Céus. “Os filhos apanham lenha, os pais acendem fogo e as mulheres amassam a farinha, para fazerem bolos à Rainha dos Céus.”Jeremias 7:18 Ela se vestia de púrpura e sua cor predileta era o azul. “Trazem prata batida de Tarsis e ouro de Ufaz, trabalho do artífice e das mãos do fundidor; fazem suas vestes de Azul e Púrpura, obra de homens hábeis são eles...” Jeremias 10:9. O aparecimento da Rainha dos céus e o oferecimento dos bolinhos(Hóstia moderna) Era conhecido no tempo de Eliahu(Elias). Antigos relatos demonstram, ao aparecer em forma de virgem mãe, nascia uma fonte, as pessoas ao se lavarem na mesma, suas doenças eram curadas. Dessa forma Satanás impressionava às gentes de diversas línguas, para continuar a ser adorado. Os seus nomes variavam conforme a língua: Disa, Vênus, Ceres, Diana, Afrodita, Cibele, Iaroni, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima

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etc... Na china foi achado uma estátua da Sagrada família com seu filho solar, seu nome era Shingmoo. Entre os Germanos(Alemães) Hertha, No Egito: Isis. Aos domingos em Heliopólis, os sacerdotes Ofereciam os bolinho dos céus aos adoradores(hóstia), interessante é dentro da hóstia havia três três letras IHS, referindo-se a Isis, Horus, Seb ou seja a Sagrada Família. O medalhão que ostentava, havia a imagem do sol, atrás uma numeração mistério de 1 a 36 no seu verso, formando quadrados, cujas soma tanto na vertical como na horizontal o total era de 111, que somado dá o número 666. Para eles, o número 6, estava intimamente ligado a astrologia, especialmente a adoração do deus sol. O número 6 representa o deus menor(Thamus) ,60 o deus maior(Rainha dos Céus), 600 simbolizava o Panteão dos deuses babilônicos(Baal). Todo esse sistema sagrado ocultista foi transferido para matemática e, até hoje utilizamos o sistema sexagesimal de base 60, que divide o grau e a hora em 60 minutos, o minuto 60 segundos e a circunferência em 360 graus. Em Vaticínia, os Druídas comemoravam o dia 23 de Junho, nascimento de Ninrode(Baal), fazendo os seus filhos passarem pelo fogo, como descreve Jeremias 32:35; 7:31. Essa data foi substituída posteriormente para São João e suas tradições continuadas, como expressão que existem até hoje “Vamos pular fogueira” Eles adoravam num lugar, cuja origem vem de um deus chamado Vaticanus. A sexta feira da paixão também é antiga, e introduzida bem antes do Salvador vir ao mundo. O dicionário mitológico, menciona que Thamus, morreu numa sexta feira crucificado, por isso que as mulheres pagãs choravam nesse dia, motivo pelo qual originou-se a palavra Paixão, essa prática também estava entrando dentro do povo do Eterno, e o Senhor chamou o seu profeta para repreender tais práticas. “Então ele me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado do norte, e vi ali mulheres assentadas chorando por thamus.”Ezequiel 8:14 Entre os Hebreus, esse nome é bem conhecido, e nas línguas das nações o seu nome se diversificava como: Baco, Hercules, Horus, Osíris, Júpiter entre os celtas Esus, Iesus etc.. Todos os deuses do mundo moderno e seus respectivos nomes teve origem nessa família: Ninrode, Thamus e Sâmiramis. Baco por exemplo, era conhecida as sacerdotisas no templo que mantinham relações sexuais como forma de adoração a esse deus, a expressão bacanal, surgiu desse período ou a mais usada em nossos dias: “Oi bacana!” O seu símbolo era o obelisco com uma pequena pirâmide na ponta, representando o órgão fálico sexual de thamus e baco.

Símbolo ostentado na Praça de São Pedro, no Vaticano e em Washinton D.C, Estados Unidos, próximo a White House(casa branca) e em alguns capitais e cidades do mundo.

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“O MEU POVO ESTA SENDO DESTRUIDO PORQUE LHE FALTA O CONHECIMENTO.”

A rainha de Babilônia, Samiramis, engravidou e disse ao mundo ser virgem. Deu a luz a um filho ilegítimo e o chamou de Tamuz. Afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode. Consultou seu astrólogo e lhe disseram que 25 de dezembro era o solistício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Samiramis ordenou ao mundio que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol(Baal) representante de Satanás no dia 25 de dezembro. Declaram que o dia 21 de dezembro o sol, ou Baal, morre. Então no dia 24 de dezembro, começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário. SAMIRAMIS ordenou a seus sacerdotes que atuassem... eram professores da mentira, da magia e da ilusão. Por toda a parte começaram a aparecer estátuas ou ídolos de Samiramis carregando ao pequeno deus solar. Dizia ser o espírito de Elohim, encarnado em uma mãe humana. Era a mãe virgem e dizia que ele era seu salvador. Seu símbolo era a lua. As histórias de Ninrode, Samiramis e Tamuz circularam por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram popular na mitologia. Se conceberam deuses e deusas, todos baseados nesta gente. Chegaram a ser conhecidos como a família santa. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Samiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, etc. Este sistema de idolatria se espalhou de Babilônia para todas as nações, pois foi deste lugar de onde se dispensaram os homens sobre toda a face da terra. Com suas línguas divididas, formaram as nações e levaram consigo seus deuses(Ninrode,

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Samiramis e Tamuz), porém em diferentes nomes com seus respectivos e misteriosos símbolos e idolatras. Provas Bíblicas Natal,25 de dezembro,dia designado em nosso calendário como o dia do nascimento do Salvador.Mais é verdadeiramente o dia em que o Messias nasceu?São os costumes desta temporada de origem Judaica? ou são o resultado de outra mescla entre o paganismo e cristianismo? Fixemo-nos na palavra em inglês Cristhimas, notamos que é um mescla de duas palavras. Ao mesmo tempo que inclui o nome Cristo, também menciona a missa.Temos conosco estudos que mostram que a missa com seus ritos e cerimônias elaboradas, orações pagãs pelos mortos, transubstanciação etc nada mais são que a sua continuação dos ritos pagãos vindos da Babilônia, ver mais detalhes a seguir.Em Espanhol natal é conhecido como Navidad e se encontra na bíblia,(nati-vita ou nascimento que dá vida)como havemos de ver 25 de dezembro não é data em que o Salvador nasceu! È evidente que nosso salvador não nasceu durante o inverno,pois quando ele nasceu os pastores cuidavam de seus rebanhos no campo.Havia também pastores que na mesma terra guardavam ou cuidavam do seu gado nas vigilhas de noite(Lucas 2:8).Como é conhecidos,os pastores na palestina não fazem este trabalho durante o inverno.Sempre trazem seus rebanhos das montanhas aos redilhes antes de 15 de outubro. Com isto esta claro que o Salvador não nasceu na metade do inverno.Não dizem as escrituras em que época do ano nasceu O Salvador; sim! as escrituras indicam que nasceu em outono.O ministério de nosso senhor na terra durou 3 anos e meio (Daniel 9:27).Sua morte ocorreu no final da páscoa(João 18:39),o qual era na primavera.De forma que três anos e meio antes desta época foi o começo de seu ministério terrenal,ou seja,no outono. Portanto,quando o Salvador começou seu ministério teria trinta anos (Lucas 3:23) esta era a idade aceitável para que um sacerdote pudesse começar seu ministério segundo o antigo testamento (Números 4:3)De maneira que como o Messias começou seu ministério na idade de trinta anos e no outono,trinta anos atrás marcaria também seu nascimento no outono e não no inverno. Apesar que as escrituras não indicam a data exata do nascimento do Messias, há meios e um deles,é se averiguar a data aproximada do nascimento de (Yohanam)João Batista e como João(Yohanam) nasceu seis meses antes do Messias,ao compararmos ambas as datas podemos concluir a data aproximada em que nasceu o Messias.Zacarias,pai de João,era sacerdote no templo de Jerusalém.Naquela época,cada sacerdote tinha um templo.Havia 24 divisões ou períodos dos serviços durante o ano.Os nomes são dados em crônicas 24:7-19.De acordo com Joséfo,cada um desses períodos duravam um semana,a primeira semana começava no primeiro mês (nissan)no principio da primavera(1a.Crônica 27:1-2).depois de seis meses esta ordem de períodos era repetida para que cada sacerdote pudesse servi duas vezes ao ano durante uma semana.Ver em (antiguidades dos judeus .v.7.p.7.14.)Em tão,três semanas do ano todos os sacerdotes serviam juntamente durante o período da páscoa,pentecostes e a festa dos tabernáculos. Com estes dados como fundamentos,vemos então qual o período que serviu Zacarias: ‘Houve nos dias de Herodes,Rey da Judéia,um sacerdote,chamado Zacarias,da ordem de Abias, Abijah em hebreu-e aconteceu que exercendo Zacarias o sacerdócio diante do Eterno pela ordem de sua vez...lhe apareceu um anjo do senhor’’O anjo lhe

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revelou que sua esposa Isabel,apesar de ser avançada em idade,daria a luz a um filho (Lucas 1:5-13).Em que época do ano exercia Zacarias a ordem do seu turno ?De acordo com la de crônicas 24:10,ordem de Abias era a oitava na ordem.Quer dizer,a data era iyae 27 e Sivam 5,ou seja, 1o .a 8 de junho.Depois dos seus serviços semanal no templo,Zacarias foi obrigado a permanecer no templo outra semana porque a seguinte era pentecostes.Mas tão rápido como cumpre o seu ministério,regresso a sua casa nos montes da Judéia,aproximadamente a trinta milhas ao sul de Jerusalém,e a sua esposa concebeu(Lucas 1:23-24).Isto foi aproximadamente em meados de junho, se acrescentarmos 9 meses a isto, chegamos a uma data aproximada do nascimento de João de acordo a este calculo Jesus nasceu no principio da primavera. Por ser Messias mais jovem que João(vers.26-36),simplesmente acrescentamos este tempo a época em que João nasceu e teremos o resultado que Messias nasceu em meados de setembro.Como podemos ver, nosso senhor nasceu no outono e não em 25 de dezembro. Outra prova desta conclusão,temos em que no dia em que o Salvador nasceu José e Mirian estavam em Belém para se alistarem (Lucas 2:1-50).Não há registro que indicam que este período fosse inverno nem motivo algum para criar,como temos lido muitas vezes em comentários de natal,que o alistamento houvesse causado uma aglomeração de forasteiros que não permitiu a José e Maria encontrarem lugar nas hospedarias.Não há nenhuma razão para crer que fossem tantos os judeus vindos a Beith’léchem oriundos desses povoados, pois todos os judeus se encontravam aderidos as terras de seus antepassados. José e Mirian tiveram que fazer isto por causa da perseguição de Herodes contra o menino Sagrado,o que causaria então,tanta aglomeração?O mais provável é que fosse a festa anual de outono e que José e Mírian participassem como bons Judeus, porem desta vez, estavam no direito de abster-se devido ao estado de Maria, entretanto, tiveram que fazer devido a coincidência do decreto real para o alistamento, cada qual na cidade onde nasceu(Lucas 2:2)Jerusalém tinha,normalmente,uma população de 120.000 habitantes,porem segundo Joséfo,durante as festas,algumas vezes,se reuniam ali ate dois milhões de Judeus.Com tão grande multidão de gente que vinham a estas festas.Não somente enchia Jerusalém como também a aldeia de Belém situada a cinco milhas do sul.Isto acontecia ao final da plantação, evidencia dada anteriormente,indicam que o nascimento do Salvador que aconteceu no outono e não no inverno 25 de dezembro. Que dizem as enciclopédias Enciclopédia Britânica edição 1946 diz:Natal não estava entre as festas primitivas da igreja...isto não foi instituído peloMessias ou os apóstolos,ou pela autoridade da Bíblia,mas foi copiada do paganismo. Enciclopédia Americana edição 1944 diz:de acordo com varias autoridades o Natal não era celebrado nos primeiros séculos da igreja cristã pois o costume cristão,em geral,era celebrar a ‘‘morte ”das pessoas celebres e não o seu “nascimento ”.A comunhão da santa ceia que é instituída pela autoridade do novo testamento é um memorial da morte do Salvador .A festa do natal foi estabelecido em memorial do nascimento do Messias no século IV.No século V a igreja ocidental ordenou ser celebrada pra sempre o dia da velha festa romana do nascimento do sol, pois não havia conhecimento certo do dia do nascimento do Messis.

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Assim resolveram juntar a comemoração do nascimento do salvador ao paganismo romano.E isto se comemora ate o dia de hoje mesmo nas igrejas de confissão evangélicas. Muitas enciclopédia e outras autoridades afirmam que O Salvador não nasceu em 25 de dezembro.Mesmo a enciclopédia católica confirma este fato. Visita a Belém Próximo do fim de dezembro de cada ano,milhares de turistas afluem a pequena cidade de Belém,nas colinas de Judá ao sul de Jerusalém para participarem das celebrações anuais de natal. Alguns fazem a jornada de seis milhas de Jerusalém a pé.Após chegarem aglomeram-se em silencio na extensão pavimentada da praça da manjedoura em frente da respeitada igreja da Natividade (construída sobre o lugar tradicional do nascimento do Salvador),como fez a organização romana em muitos lugares sagrados. Inevitavelmente,alguns desses turistas chegam em Israel despreparados.Não estudam completamente seus roteiros turísticos e lá chegando saem do avião e recebem uma noticia desagradável. De novembro ate março é inverno em Israel.O tempo fica frio,especialmente a noite.freqüentemente chove ou neva!Muitos chegam a Israel carregando bagagens com roupas de verão,pensando que é sempre quente e árido no oriente médio.Assim compram apressadamente casacos ou blusas de frio em TelAviv ou Jerusalém para sua peregrinação em Belém. Apesar disso, a maioria que permanecem na praça da manjedoura em 25 de dezembro de cada ano preparando ou não,não sentem a mensagem sobre o tempo ao redor deles. Observe este claro testemunho da Bíblia:no dia do nascimento do Messias“havia na mesma região pastores morando no campo,cuidando de seus rebanhos. Pergunte a qualquer estudante da Bíblia,ou Israelense moderno:isto nunca poderia ocorrer na Judéia no mês de dezembro,nem mesmo em novembro.Temos visto a prova de que o Senhor nasceu no principio do outono,não no inverno.Mas,alguns perguntaram,que diferença faz isto?não é a intenção o que vale?O que de errado em escolher um dia qualquer para celebrar o nascimento do Messias?Outros dizem:nos escolhemos este tempo para comemorar o nascimento de nosso salvador.Outro diz:esta é uma comemoração do povo cristão.Outro querendo enganar ao Eterno diz:eu sei que o natal é pagão.Mas nos vamos comemorar diferente.Tudo são costumes tradições do homem,proibidos pelo Altíssimo na Bíblia. Amados irmãos no Senhor, crentes na Bíblia:todas estas desculpas e tantas quantas quiserem dar,algumas pronunciadas ate por ministros do Senhor através dos meios de comunicação de massa!Carecem de fundamento Biblico.

Se o Salvador não nasceu no dia 25 de dezembro,por que então esta data retrocederemos um pouco,ate a época do dilúvio. Neste tempo o homem estava tão pobre,mental e

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fisicamente,que o Eterno o destruiu.No comando de satanás o mundo havia se convertido em asilo de loucos. “Assim foi destruída toda a substância viva sobre a face da terra,deste o homem ate as bestas,ou répteis;as aves do céu,foram tiradas da face da terra e ficou somente Noé e o que com ele estava na arca.(Gen. 7/2). Somente Noé;sua esposa;seus três filhos,Sem,Cão Jafé e suas esposas,Mais foi destruída a força perversa?Não!Com os últimos suspiros da multidão os demônios desvincilharam-se de seus corpos e seguiram a arca.Por que apenas seguiram a arca e não entraram nela?Por que a Bíblia diz que foi o Eterno quem fechou a porta da arca e eles tiveram que respeitar.Porem quando Noé e sua família saíram da arca,satanás e sua pandilha já estavam esperando.Os anjos caídos de satanás são conhecidos como espíritos imundos ou demônios Há’Satam. O Eteno preparou o inferno(lago de fogo)para o diabo e seus anjos(mat.25/41).Satanás sabe que iria para lá quando o Salvador regressar.Então pensa em levar com ele a maior quantidade possível de pessoas,e o faz desta maneira: Desenvolveu um sistema religioso oculto que controlaria o mundo,um sistema em que o povo pudesse crer,matar ate morrer por ele.Para introduzir este sistema no mundo,usou duas pessoas:Samirames e Ninrode,que historicamente se conhece como “Filho e esposo de sua mãe’’.Como dissemos,quando Noé saiu da arca,satanás e seus anjos já estavam esperando e o primeiro a ser atacado foi o Cão,um dos três filhos de Noé que era débil Cão gerou a Cush e Cush gerou Ninrode(gen.9/-8).Cão viu a nudez de seu Noé(gen.9/22).Cus participou da primeira rebeldia contra Eterno que foi a construção da torre de Babel .Ninrode introduziu o olcutismo e criou o sistema religioso pagão em vigor ate nossos dias e se tornou o deus do Sol(Baal), seu símbolo e o sol.

Tertuliano mencionava a prática de trocas de presentes nesta época como parte da saturnália romana. Quando este festival foi adotado pela igreja romana, também se adotou este costume. Deste modo trataram de encontrar alguma similaridade o paganismo e cristianismo, os líderes da igreja apostata. Disseram então que era em recordação ao fato dos reis magos presentearem ao menino , fazer troca de presentes. Porém não foi assim. Os magos não trocaram presentes entre eles, mas sim, deram seus presentes ao Salvador, o nascido rei dos judeus. Era um costume oriental dar presentes ao vir à presença de um rei. Porém estes presentes não eram presentes de nascimento. Quando os magos chegaram, foi muito depois do nascimento do Salvador. Nesta época o menino já estava em sua casa(Mat.2/9-11), e não na manjedoura. Obviamente os presentes dos magos não eram presentes de natal ÁRVORE DE NATAL Não teríamos espaço suficiente para tratar sobre todos os costumes natalinos como Santa Claus(Papai Noel que é o mesmo Ninrode ou seja Deus) e o comercialismo que se opera nesta temporada. Porém, vemos que todos eles estão carentes de fundamento bíblico e claramente identifica nossos costumes de hoje com a saturnália da Roma pagã. Finalmente, com os costumes natalinos, mencionaremos a árvore de natal. Uma fábula babilônica dizia que Samiramis, a mãe de Tamuz, afirmava que durante a

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noite, uma árvore verde se desenvolvia de um tronco morto. O tronco morto supostamente representava seu esposo morto, Ninrode, e a árvore de pinho chegou a ser o símbolo de que Ninrode havia revivido na pessoa de Tamuz! A idéia se propagou e se desenvolveu tanto que muitas nações tem suas próprias lendas de árvores sagradas. Entre os druidas, os egípcios e os romanos(os quais adoravam suas árvores com cerejas vermelhas durante a Saturnália ou Carnavalia, os Escandinavos e muitos outros povos. E assim, como outros ritos pagãos também foram absolvidos pelo cristianismo. Assim também foi o uso da árvore de natal. A árvore de natal recapitula a idéia de culto com suas balas brilhantes, simbolizando o sol... e todas as festividades de inverno pagão foram incorporadas no dia de natal. Nada menos que 10 referências bíblicas sobre a árvore verde é associada como idolatria e culto falso. Confira algumas delas em Isaías44/14-15, Jeremias2/20,36-13;10/3. Principalmente Deuteronômio 16:21. Esta passagem é um tiro mortal contra aqueles que apesar de tantas provas ainda insiste no paganismo, confira: “Não estabelecerás arvore junto ao altar que levantares para o Senhor.” Naturalmente o povo da época de Jeremias, como indica o conteúdo desta passagem, estava realmente fazendo um ídolo de lenha.. O que estamos dizendo é que uma árvore é claramente algo trazido do paganismo em uma forma modificada. Porém, qualquer que seja a diferença entre o velho uso da árvore, os costumes são coisas do homem, e o Eterno diz: Por que os costumes dos homens são validade sem valor, vazias – e não acrescentam poder ao verdadeiro culto. As festas natalinas, foram adaptada pela igreja romana durante o século V. No VI século foram enviados missionários ao norte da Europa para atrair pagãos sob o jugo romano. Estes acharam que 24 de junho era uma data muito popular entre aquele povo. Para poder atraí-lo à igreja, como era o costume depois da apostasia, os líderes da igreja apostata lhes permitiam que continuassem celebrando suas festas pagãs, só que tinham que encontrar algum acontecimento cristão ao qual poderiam associa-lo, Porém, que evento poderiam associar ao dia 24 de junho? Já haviam adaptado um dia para comemorarem o nascimento do Messias, 25 de dezembro. De modo que este erro:

Vejamos com mais detalhe como tudo aconteceu:nessa época o homem emigrou do oriente e chegaram a uma planície na terra de Sinear e habitou ali(Gen.11/2). Ai Cush participou na construção de uma torre que chegasse ao céu. Um plano para governar o mundo, uma conspiração contra o Eterno. Era fácil, todos falavam o mesmo idioma(gen.11/1-6). Porém Elohim agiu rápido para impedir essa rebeldia confundindo seu idioma. De repente não mais se entenderam e a construção da torre parou de imediato(gen.11/7-9). A BÍBLIA DIZ: O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calne na terra de Shinar(gen.10/10). Assim o reino de Ninrode foi o primeiro mencionado na Bíblia. Porém Ninrode foi um rei não temeroso ao Eterno. A expressão poderoso vem do hebreu Gilbor que significa “tirano”, enquanto seu nome Ninrode significa rebelde. A enciclopédia judia diz que Ninrode foi aquele que fez o povo rebelar-se contra o Eterno.

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Também a expressão ‘diante do Senhor’ tem um significado hostil, contrário a vontade de Adonai; ‘ante’ também vem do hebreu e significa contra o Eterno. Ninrode se transformou num grande caçador(gen.10/9), de feras e de almas também. Para onde emigraram, as margens do rio Eufrates, ao mesmo tempo que as terras eram férteis, também havia muitas feras e o homem teria que lutar contra essas feras. Ninrode se transformou no protetor de seu povo contra essas feras e ganhou liderança. Construiu a Babilônia e teve a idéia de construir muros em volta para se protegerem contra as feras e não terem mais que lutar contra elas Desta forma Satanás transformou Ninrode em um grande bruxo, ou seja, em um sacerdote de idolatria diabólica e de atrocidades da pior classe. Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para a magia branca e a magia negra. O pecado era tanto que a prática de sacrificar crianças se tornou muito comum. O chamavam também de moloque, cujos os sacrifícios não foram raros(lev.18/21). Para completar sua iniqüidade se casou com sua própria mãe Samiramis. Finalmente Ninrode rei-sacerdote de Babilônia morreu! De acordo com as lendas, seu tio-avô Shem, que ainda vivia, não agüentando mais ver tanto pecado, matou Ninrode, cortou seu corpo em pedaços, queimou e espalhou pela cidade de Babilônia. A Bíblia menciona essa prática em Jz 19/24 e 1ªSm 11/7. O povo de Babilônia lamentou muito sua morte. Entretanto, Satanás já tinha um substituto para Ninrode. Era sua mãe e mulher Samiramis. Samiramis era uma mulher muito bonita. Era tão linda que, diz uma lenda, numa certa ocasião na Babilônia, ocorreu um distúrbio e alguém viu Samiramis passando. O distúrbio cessou para que todos pudessem apreciar sua beleza. Por outro lado era uma mulher muito perversa e astuta. Totalmente entregue a Satanás. Imediatamente que seu filho e marido morreu proclamou que Ninrode agora era oficialmente um deus. O deus do Sol(Baal). Automaticamente ela se transformaria em uma deusa e chamou a se mesma de rainha do céu e ordenou que adorassem ao deus solar. Assim ela assumiu o controle daquela religião satânica em uma religião de secretos. Começaram desta forma as sociedades secretas. Promoveu o celibato, contrariando as leis do Altíssimo sobre o casamento, para transformar seus sacerdotes transformando-os em santos. Esta tradição pagã coloca ainda hoje o sacramento das ordens santas(celibato) acima do sacramento matrimonial, ou seja, a tradição satânica acima dos decretos do Eterno. Formaram uma cobertura religiosa para o adultério, a homossexualidade, a sodomia e o lesbianismo. As freiras (Oriunda da palvra Freiy ou friga igual a Vênus) eram prostitutas do templo que serviam aos sacerdotes. Naquele tempo chamavam-se virgens vestais, hoje noivas de Cristo. Criaram os confessionários para confessar aos seus sacerdotes. Desta maneira Samiramis sabia tudo que se passava e tinha controle sobre seus seguidores. Os sacerdotes de Baal confessavam os pecados do povo com uma balança, a medida que as pessoas falavam de se mesma aos sacerdotes um peso e uma medida era usada para cada pecado.Quando a mão surgiu nas parede do Palácio de Babilônico escrevendo: “ Pesado fostes na Balança....” Eles bem sabiam o que anjo estava a dizer. Na segunda guerra mundial, Hitler se beneficiou grandemente desta forma de informação: os confessionários. A BÍBLIA DIZ: Babilônia era uma taça de ouro nas mão do Senhor; ela embriagou toda a terra. Do seu vinho beberam as nações; por isso agora enlouqueceram(Jer.51/7;Apoc.17/5)

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Os chineses chamaram a deusa mãe Shingmoo e se representava com uma criança nos braços e raios de sol ao redor de sua cabeça. Os germanos veneravam a virgem Hertha com uma criança em seus braços. Os escandinavos a chamavam Disa e também lhe apresentavam com uma criança nos braços. Os estruscos lhe chamavam Nutria; na Índia a Idrani, que também representavam com uma criança nos braços, e também entre os druinas, adoravam Virgo paritura como a mãe de Elohim. Os gregos a conhecia como Afroditaou Ceres; Nana pelos sumérios e como Vênus ou Fortuna pelos devotos dos velhos dias de Roma; seu filho era conhecido como Júpiter. No Egito, a mãe era conhecida como Ísis e seu filho como Horus.

MISTÉRIO DE MARIA Temos estudado anteriormente como o culto da deusa mãe foi mesclado ao cristianismo. Os pagãos haviam orado e venerado durante séculos a deusa mãe do paganismo! Para poder atrair estes pagãos, a igreja apostata adaptou os velhos ritos e cultos que haviam sido usados para a pagã, e continuaram com eles. Só que lhes ordenaram usar o nome de Maria, uma deusa pagã, conhecida como Maiá, muita adorada pelos antigos, pois a mãe do Messsias verdadeiro se chamava MIRIAN (Nome Hebraico)que em lugar de Diana, Ísis, Astarte, Ártemis, etc. E assim como outras idéias que haviam sido associadas com o culto a deusa mãe foram mesclados com a igreja em seu desejo para unir o cristianismo ao paganismo. O dia 15 de agosto – dia do festival de Ísis ou Ártemis – foi simplesmente trocado para o dia da Assunção da Virgem Maria, o qual é celebrado até aos dias de hoje. Como disse o escritor sobre a festa de assunção da virgem, é celebrada em 15 de agosto, porém essa era a data do grande festival de Diana com a qual Ísis é identificada e qualquer um pode dar-se conta como Maria gradualmente tomou o lugar de uma deusa. Evidentemente a igreja apostata deu pouca importância as verdadeiras

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épocas em que os eventos sucederam. Eles declararam todas as festas e celebrações de acordo com a popularidade destas datas entre os pagãos. Outro dia, supostamente estabelecido em honra de Maria, é o chamado dia da purificação da virgem Maria, que se celebra em 2 de fevereiro. Neste dia os sacerdotes católicos abençoam as velas as quais se distribuem ao povo durante a missa. Neste dia, todas as velas que vão ser usadas durante o ano para ritos católicos, são abençoadas. Como veio a ser 2 de fevereiro designado como dia especial? Foi instituído pela igreja para readaptar um dia pagão. E não só adaptou a igreja este dia, se não que também adaptou seus costumes! Nos dias da Roma pagã, este festival se observava levando tochas e velas em honra de “Februa”, nome do qual se deriva o mês de fevereiro. Os gregos celebravam a festa em honra à “Ceres”, a mãe de Prosperpina, a qual, neste mesmo dia, buscava sua filha no centro da terra com tochas segundo conta a lenda! Entre os egípcios este dia era também celebrado em honra da deusa Neith, o mesmo dia conhecido como dia da Candelária na igreja romana! De tal maneira que a celebração deste dia dedicado à deusa mãe e o uso das cadelas são todas crenças que sem lugar á dúvidas foram adaptadas pelos apostatas do paganismo. De maneira que este tema é extenso e faz parte de outro estudo mais a respeito do uso do nome da mãe do Salvador. Todos estes dias e datas que temos mencionados, na mesma forma que outros mais, aos quais o espaço não nos permite explicar foram adaptados no calendário da igreja romana paganizada. Supomos que o apóstolo Paulo se levanta e predica se a esta geração, lhe diria a igreja professaste atual o mesmo que disse a gálatas: Observais dias e meses, tempos e anos. Temo em vós, que não haja trabalho em vão(Gálatas 10/11). A que dia se refere Shaul? O texto parece indicar os sábados cerimoniais e festividades judias, porém sendo que eles haviam se convertido do paganismo dos deuses (versículo 8) é muito provável que alguns deles voltassem a seu antigo culto (versículo 9). Os dias, meses, tempos e anos que guardavam eram aqueles que haviam sido dedicados aos deuses pagãos. Entretanto, foram estes mesmos dias os que a igreja apostata incorporou em seu culto disfarçando-os com nomes de ressonância cristã e assim se continua observando até o presente. A MISSA Como dissemos anteriormente, 25 de dezembro, a partir de Babilônia, espalhou-se pelo mundo como dia do nascimento de vários deuses como: Tamuz, Horus, Osíris, Sol, etc. Era tempo de orgias, sacrifícios de crianças a Baal, bebedeiras e regozijo. Samiramis ordenou que as árvores se decorassem com bolinhas que representassem o sol. Quando fizeram o culto chamado “MISSA” pela primeira vez na meia noite do dia 24 de dezembro, por volta do ano 394 d.C, era a missa de Cristo. Os pagãos se maravilharam. Se converteu no dia mais grande para a igreja católica. É um tempo alegre de luzes, canções, árvores de natal, presentes, mas também de suicídios e angústias para os que não tem casa nem lar. Vemos natal por todos os lados, festas e crianças que esperam que Santa Claus e os reis magos lhe tragam presentes. Vemos a virgem Maria e uma criança,ambos com o sol detrás de suas cabeças. Nos manda a Bíblia celebrar natal? Não! Nem o Senhor nem seus discípulos jamais nos ensinaram.Não há registro de os primeiros apostolos celebrarem o nascimento do Messias. Esta prática não é bíblica e foi instituída pelo Vaticano para

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ligar Cristo com a missa. Hoje os cristãos verdadeiros, os chamados crentes da Bíblia, se vêem forçados a observarem esta festividade católica. A missa é uma imitação da Santa Ceia. A chamam de Sacramento da Santa Eucaristia ou “Hóstia”. Foi, com certeza, roubado dos egípcios que convertiam uma galeta ao deus sol Osíris. Por isso que a hóstia tem a forma de sol. Como sabemos as três letras que aparecem dentro da hóstia católica, são as mesmas que da hóstia egípcia, IHS, que representavam a trindade egípcia: Ísis, Horus e Seb. A prostituta de apocalipse trocou as três primeiras letras do Santo nome do Senhor em grego. Mais tarde este símbolo passou a ser usado pelos jesuítas como sua insígnia. Por tanto, a missa é usada para converter a hóstia em corpo de Cristo em toda a sua divindade. A essa conversão chamam de transubstanciação. No momento em que o sacerdote católico levanta a hóstia apresentando-a ao seu deus, recebe poderes sobrenaturais e a mesma deixa de pão com gosto de farinha e açúcar transformando em carne de verdade com toda a santidade do Eterno. A isso chamaram transubstanciação. No passado muitos mártires foram queimados em praça pública por negarem esta transformação. Todavia esta lei continua até nossos dias, colocando seus fiéis em situação de hereje se lhes for perguntado: Que gosto tem? E a resposta tem ser apenas: “carne”. Esta doutrina não é bíblica, ao que Senhor não pronunciou a seus discípulos; e tendo dado graças tomou o pão e partiu e deu a seus discípulos dizendo: Tomai e comei. Este é meu corpo que por vós foi partido, fazei isto em memória de mim. Como podemos ver este ato foi simbólico, por que o pão continuou sendo pão. De acordo com a lei católica, não participar no sacramento da santa eucaristia significa ser condenado por toda a eternidade. Aqueles que comerem este “outro Salvador”(2 Cor.11/4) com a forma de sol, não estão comendo simbolicamente O salvador na Bíblia, mas sim a Baal, deus do sol.

HERANÇA BABILÔNICA
Esse culto falso se espalhou desde a Babilônia a várias nações, com diferentes nomes e formas. Finalmente, se estabeleceu em Roma e através do império romano. Disse um notável escritor dessa época: “ O culto a grande Mãe... era muito popular no império romano. Existem inscrições que provam que os dois(mãe e filho), recebiam honras divinas, não somente na Itália – especialmente em Roma – mas também nas províncias particulares, na África, Espanha, Portugal, França, Alemanha e Bulgária. Foi nesse período de culto à Mãe divina durante o império romano que o Salvador, nosso Senhor nasceu, e fundou a verdadeira Igreja do novo testamento. Como vimos anteriormente, se o Messias não nasceu em 25 de dezembro, como veio este dia a fazer parte da Igreja? A história nos dá a resposta. Como vimos

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anteriormente, ao invés de ser este o dia do nascimento do nosso salvador, este era o dia em que os pagãos, durante muitos séculos, celebravam o nascimento do seu deus solar! Um estudo disto demonstra o quanto se rebaixaram os líderes da igreja apostata em seus esforços por unir o paganismo ao cristianismo até ao ponto de por o nascimento do Messias em uma data que harmonizasse com o calendário pagão do nascimento do deus sol. Foi no século IV que a igreja católica ordenou que o nascimento do Salvador fosse observado em 25 de dezembro, o dia da antiga festa romana do solstício de inverno. Nos dias do paganismo esta festa do nascimento do deus sol era popular especialmente dentro dos mistérios conhecidos como mitraísmo. Este festival era chamado de A Natividade. Mitra era um deus de origem egípcia adorado em Roma na época do cristianismo descendente do deus Baphomet (Baphomitras) ou (Father Mithras), surgiu como um rival de Ieshua o Salvador, cujo aniversário também comemorava-se em 25 de dezembro. Era representado com a cabeça de um touromatador, parecido com um homem cabeça de bode. E não somente Mitra, senão também de Osíris, Orus, Herculis, Baco, Adonis, Júpiter, Tamuz, Esus e outros deuses, posto que eram todos procedentes da mesma lenda de Tamuz com outros nomes. Todos eles haviam nascidos na mesma época invernal conhecida hoje como Natal. Dizia um notável escritor: “ A época invernal era quando todos os deuses solares, desde Osíris até Júpiter e Mitra, celebravam seus nascimentos. As celebrações consistiam em árvores de pinho para Adonis, Saturno e outros que representavam o calor do novo nascimento do sol em forma de fogo.” Na Babilônia o aniversário de Tamuz era celebrado nesta época de inverno com grandes festas, celebrações e bebedeiras até hoje em dia. A velha celebração se espalhou e chegou a ser um costume tão arraigado em Roma e Grécia pagã nos dias dos bárbaros teotônicos, como nas épocas remotas da civilização egípcia e em todas as partes este período era celebrado com festas e regozijo. Quando este festival de inverno chegou em Roma era conhecido como A Saturnália. Saturno nada mais era que outro nome de Ninrode ou Tamuz como o deus escolhido. Esta festa era a mais vil, imoral e degenerada que prestigiou Roma. Era uma época de libertinagem e bebedeiras, quando todas as restrições da lei eram postas de lado. Foi desta mesma festa romana que se tomou a celebração do nascimento de Yeshua o e que para a Igreja católica romana até a presente civilização. E algo conhecido afirma um escritor que a maioria de nossa relação com a temporada de Natal e as festas, é de dar presentes e um sentimento de amizade, o qual não é mais que uma herança do festival de inverno romano procedente da saturnália, que provém do paganismo.

FESTA DE SÃO JOÃO

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Ao dar-se conta que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro e como João Batista havia nascido seis meses antes do Messias, então,por que não estabelecer o dia 24 de junho como o dia do nascimento de João Batista? Isso foi o que fizeram. Até hoje em dia 24 de junho é conhecido no calendário papal como o nascimento de São João! Porém esta idéia foi baseada em um fundamento falso por que João Batista não nasceu no dia 24 de junho, ao associar este nome com este dia não foi mais que um outro intento para cobrir uma festa pagã e permitir sua continuação, porém agora na igreja. Tempos atrás, este dia era associado ao culto a Baal. Na Grã-Bretanha antes da entrada do cristianismo, 24 de junho foi celebrado pelos druidas com chamas de fogo em honra a Baal( deus sol, Ninrode em forma divina). Os druidas eram feiticeiros que faziam seus cultos também no lugar de adorações divinas(Vaticinia). Dizem que este nome provém de uma cidade chamada Vaticanus, que tinha seu lugar proeminente nesta colina. Os trabalhos de notáveis historiadores como Heródoto, Wilkison, Layarde e outros falavam desses fogos cerimoniais em diferentes países. Quando 24 de junho foi adaptado pela igreja apostata e trocaram seu nome para o dia de São João, também adoravam os fogos e chamaram “fogos de São João”. “Eu vi gente correr e saltar através dos fogos de São João na Irlanda” – disse um escritor do século passado – “orgulhosos passando através dos fogos, pensando que fossem abençoados de uma forma especial durante a cerimônia”.Ao ler estes ritos nos recordamos de práticas similares nas queais caíram os filhos de Israel quando estes “passaram pelo fogo de Moloch”(Jer.32/31e Ez.20/31). Obviamente nenhuma dessas práticas tinham conexão nenhuma com João Batista. Além da cerimônia do fogo que se observa em 24 de junho, este dia é conhecido entre as tribos pagãs como o festival da água. Acaso não havia sido João Batista conhecido especialmente como o que batizava com água? Assim é que esta pequena semelhança ajudou a disfarçar a continuação do dia pagão com seu novo nome.

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Vamos considerar o que o famoso escritor católico, Cardeal Newman, em seu livro “O desenvolvimento da religião cristã”, admite que templos, lâmpadas de azeite, ofertas devotas, água benta, festas e temporadas devocionais, procissões, bênçãos aos campos, vestiduras sacerdotais, a coroa e as imagens, são todas de origem pagãs. Entretanto, devido a que estes costumes pagãos foram cristianizados, ou mesclados com costumes e nomes cristãos, muitos pensam que desta forma são aprovados e aceitos pelo Eterno. Os católicos crêem que se um rito ou costume haja sido originalmente pagão, se pelo aplicado ao Senhor, então será aprovado pelo Eterno, mesmo que não tenha fundamento bíblico. Porém isto é somente um pensamento humano completamente oposto à Palavra do Altíssimo. Vamos observar isto cuidadosamente com a palavra do Eterno. Nos dias em que os Israelitas levantaram no deserto um bezerro de ouro(Êxodo32) ninguém poderá negar que esta classe de culto era falsa, pagã e uma abominação diante de Elohim. Porém o fizeram em nome do Eterno. Eles queriam um Elohim que pudessem ver, algo para suplementar seu culto ao Eterno e invisível. Assim, fizeram um bezerro de ouro, símbolo do filho do Elohim solar. Se sentaram para comer, e se levantaram para dançar. Praticaram seus ritos pagãos e se despojaram de suas roupas(versículo 25). Qualquer que tenha sido seus ritos, foram sem dúvida ritos que haviam aprendido em sua terra pagã do Egito, os que haviam procedido do paganismo babilônico. Mencionamos em outros estudos vários ritos pagãos, em forma de nudez, celebrados pelos sacerdotes. É evidente que o culto ao bezerro de ouro no qual caíram os israelitas, foi totalmente pagão. Entretanto, e isto é o que queremos frisar – eles argumentaram que estavam celebrando suas “festas ao Senhor”, o verdadeiro Elohim(versículo 5). Aqui pois, vemos uma mescla, uma intenção para unir ritos pagãos em sua adoração e chama de festa ao Senhor. Aprovou o Eterno esta adoração? Todos sabemos qual foi a resposta foi: cerca de três mil pessoas pereceram como resultado desta apostasia. Então, se o Altíssimo não aceitou esse culto aquela vez, apesar de que o dedicaram ao Senhor, como podemos supor que Ele aceitaria hoje em dia uma adoração que, de igual maneira, é uma mescla do paganismo com o cristianismo? Durante os quarenta anos que andaram pelo deserto, o Eterno tabernaculou com os filhos de Israel. Eram grandes crentes em Adonai verdadeiramente, como podemos ver através da história. Porém alguns não se contentaram com isto, assim que acrescentaram algo: fizeram um tabernáculo babilônico, o qual também levaram

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consigo! O Eterno disse: Mas levaram o tabernáculo de vosso Moloch e Chiun, ídolos vosso. A estrela de vossos deuses que o fizeste( Amós 5/26). Esta apostasia é também mencionada no novo testamento, onde estes ídolos(deuses) que aportavam eram chamados Repham e Chiun, os quais são nomes de Baal(Ninrode) e Astarde(deusa Mãe). Por razão desta mescla, o Altissimo rechaçou seus cantos de adoração, sacrifícios e ofertas. Pelo que foi dedicado a Ele, o verdadeiro Eterno, mesmo assim esses cultos não foram aceitos por que era uma mescla com a tradição de homens. Poderíamos aqui discorrer por muitas outras passagens semelhantes as quais pedimos que observem algumas como 2ª Reis17, Sofonias 1/4-5,Juízes 17e18, Ezequiel 8e23, Jeremias7/2-8,10-18,etc. O que acabamos de ver foi uma transgressão aos dez mandamentos do Eterno, especialmente o terceiro: “Não tomará o nome do Senhor em vão, pois o Senhor não terá por inocente ao que tomar o seu nome em vão”(Êxodo 207). Portanto, o que vimos nos acusa de fazermos todos os anos uma festa babilônica usando o nome do Eterno. Esta é uma clara exortação à luz das escrituras, e quem não conseguir ver estas coisas é porque está “cego” e um cego não pode guiar a outro(s) cego(s). Aos dois, Elohim avisa: “Não terá por inocente”. CONCLUSÃO Satanás não aparece como um monstro com chifres, uma corda comprida e uma forquilha, Não! Para enganar o povo, ele aparece como anjo de luz(2ª Cor 11/14). Igualmente quando queria continuar com o velho paganismo, Satanás sabia que para enganar o mundo teria que continuar fazendo em oculto atrás de um disfarce, de modo que pouco a pouco os homens mesclaram o paganismo babilônico com o cristianismo. Isto o fez lentamente e ao longo de muitos anos até que o paganismo se estabeleceu no que acabou chamando-se igreja, ataviada agora com outras vestiduras que aparenta ser cristã. O Senhor mesmo nos preveniu de “falsos profetas que vêem até vós disfarçados de ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”(Mateus 7/15). Desta forma, os lobos pagãos puseram vestiduras cristãs e esta engenhosa mescla está enganando a milhões. Porém é como tratamos de retirar a etiqueta que mostra os ossos cruzados da morte em garrafa de veneno e a substituíssemos por uma etiqueta de doces ou chocolates. Isto não muda o conteúdo. O veneno segue tão perigoso como antes. Assim perigoso é também o paganismo, não importa como brilhe por fora. Devido a engenhosa mescla feita entre paganismo e cristianismo, a verdadeira origem babilônica do cristianismo apostata se escondeu passando a ser um “Mistério, Babilônia a grande”. Porém da mesma maneira em que um detetive busca os dados e as chaves para resolver um mistério, algumas dessas chaves pode parecer detalhes insignificantes a primeira vista, porém quando vemos a cena completa, todas estas se juntam para resolver finalmente o mistério de Babilônia, a Antiga e a Moderna. Todos sabemos como a reforma rechaçou certa quantidade de elemento pagão, herdados do romanesco, porém reteve parte dos mesmos. E assim terminados esclarecendo que a maior parte do que é conhecido como “Cristianismo” está em um estado apostata como resultado a apostasia dos séculos III e IV desde onde está sendo enganado o mundo. E quanto a este sistema apostata que se conhece como “Mistério de Babilônia”, Elohim disse: Sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e não incorras nas suas pragas”(Apocalipse 18/4). Suas pragas já estão determinadas desde o princípio, confira em Isaías capítulo 17. A quem então devemos olhar para a salvação? Ao Salvador, o autor e consumador de nossa fé; ao Apóstolo e supremo sacerdote de nossa confissão; ao Cordeiro do Eterno; ao Capitão de nossa salvação; Rei dos reis e Senhor dos senhores; Pão do céu; Água da

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vida; o Bom Pastor; ao Príncipe da paz! Porque NELE, não há outro nome debaixo do céu dado ao NOME em que podemos ser salvos(Atos 4/12). Nossa salvação não depende de um sacerdote humano. Não depende de “Maria”, nem “santos” ou do Papa. O Salvador disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim.” A salvação vem do Salvador e somente através Dele. Se recebemos a Ele e obedecemos a sua palavra, a Bíblia, ou aceitamos e seguimos uma religião que não está baseada em mescla que se originou na Babilônia, então teremos a salvação. Assim como Josué disse na antigo Primeira Aliança, também nós não podemos dizer menos: Escolhei hoje a quem sirvais: se ao Elohimes, a quem serviram vossos pais, ou aos deuses dos Amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e minha casa serviremos ao Senhor(Josué24/15) Amém! Bibliografia:Massonaria, Willian SchnoebelenBabilônia, Mistério Religioso, Por Ralph WoodrowOs Cruzados, 309 – 315 Por J.C. Shich Publication

O objetivo deste texto é tentar, segundo nos for concedido, mostrar ao leitor algo muito simples, porém muito importante, com relação à nossa vida espiritual na verdade. Narrativas podem ser iguais, porém representando fatos diferentes! Se um amigo nos disser: "João viajou para a França e visitou a Torre Eiffel", e, depois de algum tempo, ele volta a nos dizer: "José viajou para a França e visitou a Torre Eiffel", nossa primeira impressão é a de que ele já havia nos relatado este fato e que agora se enganou no nome. Então nós lhe dizemos: "Você já me contou isso outro dia". E ele diz: "Não. Outro dia eu contei que o João viajou, mas hoje estou contando que o José viajou. São dois fatos diferentes, embora com narrativas idênticas". O que faz a diferença entre um fato e outro, uma vêz que as narrativas são idênticas? O NOME! A única diferença entre os dois relatos está apenas no nome que foi usado em um relato e o nome que foi usado no outro relato. Mudou-se o nome, mudou-se o fato! Isso é básico!

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Foi suficiente trocar o nome de João para José, usando o mesmo relato, para que tivéssemos agora dois fatos, e não mais um único fato. Talvêz, durante a leitura deste texto, até mesmo em suas primeiras palavras, você sinta vontade de jogá-lo fora, porque ele certamente irá chocá-lo. Contudo, se o domínio próprio prevalecer em você, e você fizer segundo as escrituras nos ensinam "provai de tudo e retende o que é bom", certamente ao final você descobrirá que valeu a pena, e que através deste simples texto a misericórdia e amor do Altíssimo alcançou a sua vida, seja qual for a sua crença atualmente. Este texto tem o propósito de desmascarar planos arquitetados pelo inimigo do Altíssimo, e inimigo da humanidade também, que tem mantido até hoje uma enorme parte da humanidade mergulhada num "evangelho paralelo", onde todos os fatos, narrativas, milagres, profecias, promessas, etc. são idênticos, porém são um FATO diferente e enganoso, pelo simples fato de terem alterado os NOMES. Lembre-se, mudou-se o nome, mudou-se o fato. Abra seu coração, examine tudo e retenha o que é bom. O Altíssimo certamente estará com você durante esta leitura. Entendendo as artimanhas malignas. Para melhor podermos entender, e receber esta mensagem, é necessário que um verso das Sagradas Escrituras seja, de início, colocado e enfatizado, como verdade que é, dentro do seu apropriado contexto escritural, e que o leitor possa atentar cuidadosamente para o que ele diz, sem o quê todo o restante deste trabalho seria inútil e incapaz de alcançar corações. Jeremias(Yermiahu) 11:19 - "Eu era como Manso Cordeiro, que é levado ao matadouro; porque Eu não sabia que tramavam projetos contra Mim, dizendo: Destruamos a árvore com Seu fruto; a Ele cortemo-lo da terra dos viventes, E NÃO HAJA MAIS MEMÓRIA DO SEU NOME". (o grifo é nosso) Em primeiro lugar, para todo conhecedor das verdades escriturais, é muito claro que "Manso Cordeiro levado ao matadouro" refere-se ao Messias, o Salvador de todos os homens, o qual foi sacrificado como Cordeiro Imaculado em expiação pelos pecados de toda a humanidade. Aqui, de início, partimos da premissa de que você já creu que o Messias foi enviado e morreu sacrificialmente por você, há cerca de dois mil anos. Se ainda não, até o final da leitura certamente terá bastante informação para meditar e fazer sua própria decisão de fé. Estes, a quem as escrituras se referem como "os que tramavam projetos contra Mim", tinham um alvo muito claro e bem definido em seus malignos intentos. Para eles, tanto seres espirituais malignos como seres humanos entregues à malignidade, nada do que o Messias disse ou fez lhes agradava, e até hoje não agrada. Por que? Porque as trevas detestam a luz. A luz expõe os seus erros. A luz expõe seus intentos malignos e suas obras malignas. Assim, estes que "tramavam projetos" tinham o objetivo definido e um alvo certo: tentar de todas as formas possíveis APAGAR A LUZ. Os seus malignos planos se dividiam em duas partes: A primeira destas partes, sem que eles pudessem ter sabedoria de perceber, estava nos planos do Altíssimo, e por isso seu intento foi levado adiante e consumado. Esta primeira parte era "Destruamos a árvore com Seu fruto; a Ele cortemo-lo da terra dos viventes". Ora, estava escrito que o Messias deveria morrer sacrificialmente como expiação completa e definitiva de todos os nossos pecados. Um sacrifício de um Justo pelos pecados dos injustos. Sem que pudessem perceber que estavam destruindo a si próprios, estes seres malignos desferiram o golpe de morte contra o Messias, pregando-O no madeiro, e assim, abrindo a porta da libertação de toda a humanidade da escravidão do pecado, da morte e do inferno. Este golpe se voltou

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contra eles próprios, contra estes que queriam a humanidade debaixo de pecado e de trevas para que seu domínio maligno se perpetuasse. O tiro saiu pela culatra, conforme o dito popular. Figuradamente, eles se enforcaram na própria forca que haviam construído. A segunda parte deste plano maligno, porém, ainda se encontra em andamento, contudo não será levada a cabo, pois a segunda parte não faz parte da decisão soberana do Altíssimo. Tendo sido frustrados totalmente na primeira parte do plano, e vendo que seu golpe acabou ferindo a eles próprios, era necessário que trabalhassem arduamente na realização da segunda parte, como uma derradeira tentativa de enganar e destruir a humanidade: "E NÃO HAJA MAIS MEMÓRIA DO SEU NOME". Por que é tão importante para as hostes malignas que "NÃO HAJA MAIS MEMÓRIA DO SEU NOME"? Por que tem as hostes malignas trabalhado tão arduamente, e usado tantos seres humanos, neste propósito de apagar a memória do Seu Nome? Porque eles conhecem as escrituras, e sabem bastante bem a importância que este Nome possui! Eles também sabem bastante bem que, mudando-se o nome, muda-se o fato, e assim, pode-se corromper os relatos, fazendo com que se creia numa mentira, de relato idêntico à verdade, porém com diferentes personagens. Se você não leu a introdução, peço humildemente que o faça para compreender melhor. Todos os que, de alguma forma, colaboram para o esquecimento e apagamento do Nome do Messias, estão, de fato, colaborando e sendo úteis ferramentas nas mãos inimigas, neste terrível projeto de APAGAR A MEMÓRIA DO SEU NOME. Colaboração neste sentido maligno vem de diversas formas diferentes: por descaso, por negligência, por ignorância, por incredulidade, por rebeldia e por ação corruptiva direta. São incontáveis as vezes em que ouço alguém dizer: "Este assunto não é importante". Quem diz isso, ou pensa desta forma, não percebe a colaboração que está dando ao intento maligno de apagar a memória do Seu Nome! Outros, até conseguem perceber esta realidade, porém diante da avaliação do preço a ser pago por defendê-la, recuam e se rebelam, pois se preocupam mais com o que podem preservar no tempo presente do que com o que possam receber no século vindouro. Mas onde e quando surgiu este "evangelho paralelo"? E o que é este "evangelho paralelo"? Em primeiro lugar, eu denomino "evangelho paralelo" a uma narrativa completa e quase idêntica às Sagradas Escrituras originais, à exceção dos NOMES de seus protagonistas. Em princípio, é uma mensagem idêntica à original, porém com todos os personagens diferentes dos originais. Toda obra de falsificação deve sempre ser muitíssimo parecida com a verdadeira, caso contrário não enganará a ninguém. Os falsificadores de dinheiro sempre se esmeram no cuidado de que as notas falsas sejam quase idênticas às verdadeiras, pois assim todos recebem e aceitam sem perceber o engano. Ninguém tentaria falsificar uma nota que não estivesse em circulação, nem o faria de forma grotesca, pois ninguém aceitaria a falsificação, de imediato. O que os seres malignos fizeram com as Sagradas Escrituras, auxiliados por seres humanos incautos e corrompidos por interesses próprios, foi uma falsificação das escrituras "quase idêntica" à original. Tomaram-lhe todos os seus textos, relatos, milagres, promessas, parábolas, profecias, acontecimentos, e criaram um

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"evangelho paralelo" onde todos os nomes foram corrompidos, alterados, modificados, substituídos. Como ao mudarmos o nome, mudamos o fato, eles criaram um fato mentiroso, quase idêntico ao verdadeiro, com um relato idêntico ao verdadeiro, com o objetivo de enganar até os corações mais sinceros. Não é sem razão que as escrituras alertam para o fato de que o inimigo tentaria enganar até mesmo os eleitos!!! Para melhor entender essas mudanças e o nome do Messias, vamos viajar no tempo entender um pouco sobre a mitologia antiga, após essa viagem no tempo, voltaremos ao assunto bem mais pronto para entender no campo espiritual como se processou toda essa farsa. Uma antiga lenda Egípcia conta que o Pássaro Fênix sendo perseguido, se escondeu em um monte de trigo. Através deste meio, ele queria ser introduzido nos deuses novamente entrando dentro deles, pelo um pedaço de pão. Assim como em nossos dias, o inimigo se esconde no trigo e penetra no seres humanos e o continua de alguma forma a mentira e a falsa adoração.

“Meu nome é blasfemado incessantemente o dia todo. Portanto, o meu povo saberá o Meu Nome...” ISAIAS 52:5,6 Quando e como isso aconteceu? Podemos ter uma visão muito clara destas obras malignas se atentarmos para a parábola do joio e do trigo com correto discernimento de significados. Que o Altíssimo lhe conceda este entendimento agora! Lucas 8:11: - (Parábola do semeador) "Este é o sentido da parábola: A SEMENTE É A PALAVRA DO ALTÍSSIMO". Nas escrituras, a semente tem significado de palavra, mensagem que é proferida. Na parábola do joio e do trigo, a seguir,

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veremos que há uma BOA SEMENTE, ou seja, uma BOA PALAVRA, e uma MÁ SEMENTE ou MÁ PALAVRA. Mat-us 13:24-30 - (Parábola do joio e do trigo) "Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou BOA SEMENTE no seu campo; mas ENQUANTO OS HOMENS DORMIAM, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Amo, não semeaste BOA SEMENTE no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro". Toda e qualquer planta é resultado de sua semente! Sementes de milho só produzem milho! Sementes de maçã produzem macieiras! Não precisamos ser biólogos ou botânicos para perceber a simplicidade deste fato. Falando em termos espirituais, o trigo (planta já crescida) é uma pessoa que recebeu a BOA PALAVRA (semente de trigo) e com isso cresceu como um filho do reino! Por sua vêz, o joio, também é uma planta crescida, e representa uma pessoa que recebeu a MÁ PALAVRA, tornando-se filho do maligno. É necessário agora que meditemos, e entendamos, as respostas a algumas perguntas importantes como: Que significa "enquanto os homens dormiam"? Por que o Messias usou como exemplo justamente estas duas plantas? Qual é a MÁ SEMENTE uma vez que o texto fala de uma BOA e de uma MÁ? Que fim terão os que receberam a BOA SEMENTE e que fim terão os que receberam a MÁ SEMENTE? ENQUANTO OS HOMENS DORMIAM Há claramente um duplo significado nesta expressão e ambos são muito importantes. O primeiro significado é o de que, quando alguém dorme, está desapercebido do que se passa, como, de fato, todos estavam. Estar dormindo é o oposto de estar alerta e vigilante. O segundo significado, e mais precioso, está revelado nas próprias escrituras. Vejamos: João 9:4-5 - "É necessário que façamos as obras dAquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. ENQUANTO estou no mundo, sou a luz do mundo". João 12:35 - "Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai". Me parece muito claro que, a época mencionada, quando o joio começou a ser semeado, foi após a partida do Messias deste mundo com sua ascensão aos céus. Aí começou a noite e "quem anda nas trevas não sabe para onde vai". Após a partida do Messias, tendo ele semeado a BOA SEMENTE, que aqui podemos chamar de Gloriosa Mensagem de Salvação, ou de Boas Novas de Salvação, começou a noite, onde OS HOMENS DORMIAM, e quando o diabo executou o seu plano de semear a MÁ SEMENTE. As Boas Novas de Salvação, ao mesmo tempo que foram sendo divulgadas, tanto em (Israel) como por outras terras fora de (Israel) (Judéia, Samaria e até os

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confins da terra), sutilmente, e desapercebidamente, o inimigo foi semeando o joio por meio das culturas com as quais as Boas Novas se depararam. Cada país e cada cultura na época, como até os dias de hoje, tinham suas próprias entidades de culto pagão. Na Grécia se adorava "zeus", o principal, além de uma série de outras entidades igualmente cultuadas, dependendo da situação e caso. Em Roma, além do próprio imperador ser considerado uma entidade superior espiritual, também outras entidades tinham seu lugar de culto pagão como "júpiter" e "apolo". O inimigo tirou o máximo proveito desta mistura de culturas, para semear o joio onde havia sido, antes, semeado o trigo. Ele se aproveitou da variedade de culturas para falsificar uma boa nova "quase idêntica" à verdadeira, porém falsa o bastante para levar o incauto à perdição. O ponto crucial onde ele atacou para corromper e criar a falsidade, usando-se das múltiplas culturas agora envolvidas, foi o que mencionamos de início sobre seu plano maligno: "E NÃO HAJA MAIS MEMÓRIA DO SEU NOME". - Jeremias 11:19 A diversidade de culturas propiciou, sobremaneira, o apagamento do verdadeiro Nome do Messias, nosso Salvador, introduzindo outros nomes corrompidos e blásfemos para o uso diário dos que "estavam dormindo, nas trevas, sem saber para onde iam". Pela influência da cultura grega, a primeira grande corrupção que surgiu foi o título blásfemo com o qual, até os dias de hoje, os homens pensam estar se referindo ao Criador, sem perceber que O estão ofendendo profundamente. O nome da entidade espiritual grega "zeus" deu origem à palavra "theos" que por sua vez resultou em "deus" na língua portuguesa, e outras formas semelhantes em outras línguas grego-latinas, como "dios", "dieu", etc. Ninguém precisa ser um estudioso de linguística para perceber que as palavras "deus", "theos" e "zeus" são, fonética e etimologicamente a mesma palavra; possuem a mesma raiz linguística. Primeira consoante palatar, seguida do mesmo ditongo decrescente (sons idênticos) e terminadas pela sibilante "s".Este título, blásfemo é claro, curiosamente é usado com referência a qualquer entidade espiritual de qualquer religião sobre a terra, indistintamente. Alguns pensam que, pelo fato de usar uma letra maiúscula na escrita como "Elohim", fará alguma diferença quanto às raízes malignas e propósitos excusos do diabo em fazer com que a humanidade invoque, desapercebidamente, o nome da entidade espiritual da mitologia grega, em lugar do NOME santíssimo do nosso Criador, conforme está escrito:

"Santificado seja o Teu Nome" - Mateus (Matytiahu)6:9 A segunda, e mais importante corrupção (joio) trazida pelo inimigo foi com relação ao Nome do Messias. Sabemos que o Messias era judeu, nascido em Israel, e sabemos também que o Seu Nome não foi escolhido por nenhum ser humano. Conforme o relato escritural, o Nome do Messias foi revelado tanto a Mirian quanto a José, tamanha era a importância que o Altíssimo dava a este Nome. Contudo, o "evangelho paralelo" que hoje se apresenta e se proclama largamente, contém um outro nome, não de origem hebraica, mas sim de origem Latina, que é "jesus".

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É de conhecimento público, e inclusive divulgado em muitas versões das Bíblias existentes à venda, que "jesus" não é o verdadeiro nome do Messias. A origem deste nome é totalmente Latino, tendo inclusive um aspecto muito interessante, fácil de desmascarar a mentira: NÃO EXISTE LETRA "J" NO ALFABETO HEBRAICO, NEM NENHUMA OUTRA LETRA QUE POSSUA ESTE SOM. A letra "J" só apareceu na grafia a partir do século XIV, ou seja, 1400 anos após o Messias ter vindo.

Entre as divindades Romanas, Jeová (da esquerda) tinha o primeiro lugar, com o atributo de “Pai dos deuses e dos homens”. Foi considerado o Maximo Protetor da cidade de Roma. (Tropico Enciclopédia Ilustrada) Um exemplo da deturpação do nome de Elohim para Jeová, esta na enciclopédia em cores, Martins Vol –IX Jeová : deus Romano adorado em todo Império.

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Tropico Enciclopédia Ilustrada Em Cores – Martins, Vol IX.

A pronuncia sem o “J”, que se fazia nas missas até o dia de hoje é: IESUS

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Nos dias do Messias, no primeiro século da era messiânica, Se você Perguntasse a um Romano, você conhece O Salvador Judeu que morreu num Madeiro? Eles naturalmente diriam: “Não conheço!”, Mas se você perguntasse: Você conhece Esus ou Iesus? Sim conheço muito bem é o nosso deus Celta, que nós Romanos adoramos como Mercúrio. Nos dias de Constantino e nos primeiros séculos da era Judaica Messiânica Os Romanos odiavam os Judeus, eles jamais aceitariam um Salvador Judeu, o nome dele incomodava... Iesus ou Esus, são figuras conhecidas naqueles dias, muito popular e familiar ao povo...Tentar fazer e dizer ao povo que na verdade o Salvador Judeu nada mais é que a encarnação de Júpiter, Mercúrio ou Esus filho de Zeus foi uma explicação agradável e plausível aos Romanos e para todos os gentios; era mais cômodo e compreensível aos olhos do povo e do Imperador figuras de deuses que eles amavam e acreditavam e sacrificavam tudo por estes deuses, até os seus Filhos que eles tanto amavam, e ao colocá-los os mesmo sobre o altar não choravam, quando eram mortos nos altares destes deuses. ‫ יהוה‬YHWH Lido da direita para esquerda:‫(י‬iud) ‫(ה‬H(r)ê)‫(ו‬Vav)‫(ה‬H(r)ê). O Nome do Eterno nas Escrituras Hebraicas, o Tetragrama, lê-se “Há’Shem(i)”. Este é o som que recomendamos para as leituras públicas e diálogos verbais. Pronunciando o “Há” como o fonema da palavra “Razão” e o “Shem” do verbo chegar e uma menção tão leve da vogal “I” a ponto do fonema dela confundir-se com a vogal “E” Há’Shem(i)(Rachem(i), que traduzindo para português quer dizer “O Nome” é atribuída ao “ETERNO” dAquele que no universo ilimitado do puro hebraísmo é o Absoluto, o Creador e de Eternidade a Eternidade a Causa Causadora, O Ser Eternissímo, bem como o Único Princípio Eternizante, nosso Pai Celestial, o Eterno. Entre Judeus e Hebraístas é comum mencionar e registrar “Há’Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram, mencioná-lo como Eterno ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Há’Shem é mencionado há mais de cinco mil anos. Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe recordar aos interessados que “Je” e “Ja” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes. “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo - lingüística é estranho ao mundo Hebraico. Adjetivos usados nos respectivos idiomas como por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama. Em relação ao termo “Deus”, convidamos ao estudante das Escrituras a exercer o Maximo da sua atenção espiritual, e mesmo a orar para ampliar a pureza de suas motivações e intenções. Eis o que é digno de tão séria meditação e dedicação: “Deus” do grego “Zeus” cujas declinações: ό Zεύ – Ó Zeu ώ Ζευς- Pronuncia “ZEUS” o mesmo que “Iupiter” para os Romanos.

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Δίος- Díos Διί- Dií Δία – Dia Da palavra “Zeus” surgiu Théos em grego θέος, que em latim é o mesmo que Júpiter. A palavra “Teologia” surgiu desta raiz pagã, que significa o “Estudo de Deus” ou seja “Estudo de Zeus” A partir destas declinações anteriormente descritas surgiram palavras latinas como “Deus” dentre muitas outras da mesma natureza. É óbvio que houve uma evolução da língua grega, e alguém o denominou foneticamente por esse nome a partir do egípcio antigo “Zeuth”. Vemos claramente que as formas do sincretismo são muito antigas. Querer justificar que “Zeus” ou “Deus” é o mesmo que Pai dos Céus, e que por isso, não é errado usar esta palavra, é o mesmo que dizer, que na índia, usar o termo na Bíblia Sagrada “Shiva” Salvação dos céus está correto; ou referente a “Buda” considerar a utilização desse termo na “Bíblia” como “Deus” ou ser Poderoso; bem assim, Confúcio em outro País, e assim sucessivamente. Todos esses termos têm origem pagã representando os deuses ligados à adoração ao “Sol”. No Dicionário: “ Deuses e Heróis da Antiguidade Clássica”, de Tassilo Orpheu Spalding(Cultrix Mec) do mnistério de Educação e Cultura. Primeira Edição de 1974. pág, 169 a171 Assim fala: “ Júpiter ou Ζευς (genitivo Δίος) πατήρ, em grego, que corresponde ao Sânscrito Diaus pitar e ao Latim Ju-ppter(Ju ou Iu- ppiter). Diaus significa céu ou luz do céu( Igual ao sol) que já por se só já indica o caráter desta antiga divindade indo-europeia. Para os gregos e Romanos, Júpiter era filho de Saturno e Réia. O Nome indo-europeia deus ou Deus, que se encontra em Sânscrito, Lituano, antigo prussiano, velho Islandês, galês, Latim e Grego, significa brilhante, inseparável do vocábulo dia, Ζευς em grego, dies em Latim.” Isso Transcreve claramente o que diz Isaias 14:12 a 14 “Como caíste dos céus, tu, o resplandecente, filho da alva! Como fostes cortado por terra tu que debilitava as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei aos céu, acima das estrelas de Elorrim e exaltarei o meu trono. E serei semelhante ao Altíssimo.” Como vemos a estrela da manhã “Brilhante” ou “Dia” se refere a Ζευς ou Deus. O culto de Iúpiter ou Zeus graças ao helenismo, estendeu-se a vários povos e a varias línguas. O Hebraísmo do primeiro século combatia arduamente a maneira Helênica de ser, pois se afastava completamente da “Torah”!... Os helênicos, nunca deixaram de adorar a “Zeus” ou “Deus” enquanto os que amam as Escrituras Hebraicas, reconhecem somente Há’Shem. Por esse motivo, não usamos e não recomendamos esse termo fonético grego “Zeus” ou “Deus”. Por conseguinte, O “Hebraico” é o idioma primordial de toda esfera da vida. Neste idioma está codificada toda a “Criação” do Eterno. Seu nome está dentro do nome de YESHUA, onde Ele se manifesta como Yeh; Eu Sou, Shua; Salvação. “Ehie Asher Ehie” ou O Grande “Eu Sou”; Aquele Que Causa Que Venha A Ser. Quanto a pronúncia, foi amplamente conhecida, enquanto existiu o Templo de Yeruschalayim. Sendo a tradição passada de pai para filho e de mestre para discípulo, com respeito e

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reverência aos nomes sagrados. Por este motivo, recomenda –se a expressão Há’Shem como melhor forma de preservar a Santidade de Seu Eterno “Nome”.

Talvez, neste ponto, você já esteja se perguntando: Então qual é o Nome verdadeiro do Messias? Exercite um pouquinho mais a sua paciência para podermos construir solidamente uma visão da verdade sobre este assunto. O TRIGO E O JOIO COMO EXEMPLO É simplesmente maravilhoso observar a sabedoria de palavras e escolhas de exemplos para parábolas, dando a elas um significado cheio, completo e imbatível. O Messias não pegou ao acaso duas plantas quaisquer para usar em sua parábola. Do mesmo modo que, quando Ele quis falar sobre algo muito pequeno e que crescia e ficava enorme, ele usou a semente de mostarda, a menor semente de planta existente, por igual sabedoria ele escolheu o joio e o trigo para esta parábola. Joio e trigo são sementes e plantas extremamente parecidas. Somente com apurada observação se consegue distinguí-las. O joio, resultado da semeadura inimiga, não é como muitos pensam, as seitas declaradamente satânicas que existem no mundo, nem as diversas religiões pagãs espalhadas pelos países. Antes de tudo, o joio é resultante de uma semente parecidíssima com a semente do trigo, e resulta numa planta crescida parecidíssima com o trigo. Não há entre o joio e o trigo uma diferença grotesca como a diferença que há entre as palavras das Sagradas Escrituras e as seitas satânicas ou religiões pagãs. Ao contrário disso, a semente de joio e o joio são de aparência extremamente semelhante à verdade escritural. É algo que possui uma mensagem de retidão e santidade do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Traz uma mensagem de salvação, do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Fala de oração, de fé, de milagres, de promessas, tudo exatamente conforme as Sagradas Escrituras. Há porém a parte mais importante de todas! O fruto do joio é venenoso! O fruto do trigo é alimento que faz pão, enquanto o fruto do joio é venenoso. Se alguém fizer pão usando o joio em vez do trigo, terá uma séria intoxicação!!! Nesta hora toda semelhança se desfaz e o joio mostra realmente quem é. Mas, afinal, o que existe hoje em dia sobre a face da terra que seja tão extremamente parecido com a verdade das Sagradas Escrituras originais e que possamos, com firmeza, constatar que se trata do joio? Certamente não são as religiões pagãs como budismo, induismo, islamismo, e outras. Certamente também não são os cultos satânicos, os quais diferem dramaticamente da mensagem escritural. O que existe, de fato, como algo extremamente parecido, é o assim chamado "evangelho de jesus cristo". O "evangelho de jesus cristo" é o joio que tem durante séculos enganado e envenenado as pessoas sinceras de coração, para evitar que elas encontrem a verdade. Este tão divulgado "evangelho de jesus cristo" nada mais é do que uma corrupção maligna da mensagem das Sagradas Escrituras originais, causada pela substituição, adulteração e corrupção dos nomes que protagonizam os fatos. Ao mudarem os nomes e os títulos nas escrituras traduzidas, estas pessoas, de fato, transformaram todo um relato verdadeiro e fidedigno em um relato falsificado,

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criando o assim chamado "evangelho paralelo", que é muito parecido com o verdadeiro, quase idêntico, porém envenena e afasta da verdade até os mais sinceros. A verdade é simples: não foi nenhum "jesus cristo" que morreu pelos meus pecados, e não conheço ninguém com este nome!!!! Quem eu conheço e reconheço como meu verdadeiro, autêntico, legítimo e fiel Salvador chama-se Yeshua (pronunciado Filho Unigênito de YHWV . A mitologia grega pagã invadiu as Sagradas Escrituras por meio de suas traduções corrompidas, adulterando os Nomes e títulos mais sagrados. O principal ídolo da mitologia grega, chamado "zeus", foi dissimuladamente introduzido nas traduções tanto no título "deus" como na adulteração do Nome do Messias para "jesus". O nome "jesus" nada mais é do que a concatenação dos nomes de dois ídolos pagãos grego e romano. Um deles era "io", um ídolo com características femininas. O outro, "zeus". Da concatenação surgiu "Iozeus" e depois "Iosous", de pronúncia praticamente idêntica. Deste nome "Iosous" se origina este nome "jesus", que apesar de falso é tão exaltado e cultuado entre o que chamamos de "cristandade" dos dias atuais. Os milagres, as profecias, a salvação, a santidade, a justiça, a esperança, os relatos e tudo mais que as Sagradas Escrituras originais apresentam são a mais segura base de fé que alguém pode ter na vida; contudo eu me refiro às originais, não as que são corrompidas, onde os Nomes mais sagrados foram adulterados, corrompidos e manipulados maliciosamente para introduzir nomes de demônios mitológicos pagãos, com isso levando muitos a uma idolatria dissimulada. Tenha sempre em mente que quando mudamos um nome, automaticamente mudamos a pessoa por trás deste nome. Quem autorizou os tradutores a modificarem os nomes? Se o Nome do Messias, Yeshua, foi informado à Mirian e a Yosef (José), por um mensageiro celestial, e as escrituras dizem que ao Nome de Yeshua todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, então com que autoridade estes tradutores substituiram o Nome de Yeshua pelo nome de um demônio de mitologia grega pagã? Para sua própria condenação é que o fizeram, e para levar com eles a todos os incautos que se deixaram enganar por eles. O fim do joio, segundo a parábola, é ser queimado no fogo, enquanto o trigo será reunido no celeiro. As inúmeras denominações evangélicas de hoje combatem ferrenhamente o catolicismo romano pela idolatria de imagens de escultura, idolatria de Maria, idolatria de santos, e estão certas de alertar para este fato que é realmente sujo aos olhos do Criador. Contudo, elas mesmas tem estado cegas para o fato de que, sem perceber, praticam séria idolatria ao invocarem o nome de um ídolo mitológico quando invocam "deus" ou "jesus". Maria e os santos, com suas imagens, são tão arraigados nos corações católicos quanto "deus" e "jesus" o são nos corações dos assim chamados "evangélicos". Hoje em dia temos experimentado uma resistência tão grande por parte dos evangélicos a abandonar a idolatria de "deus" e "jesus" quanto grande é a resistência dos católicos a abrir mão da idolatria de Maria e de santos. Um pecado, quer se perceba ou não, continua sendo pecado do mesmo jeito! Se a ignorância fosse uma boa justificativa diante do Altíssimo, então as escrituras não precisariam dizer "Por falta de conhecimento o Meu povo perece". Ignorância nunca justifica. Se ignorância justificasse, melhor seria jamais pregarmos as boas

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novas do Reino de YAOHU UL, pois melhor seria deixarmos o povo na ignorância e estariam justificados. A mensagem escritural verdadeira, porém, é bem diferente disso. Ela diz claramente para pregarmos as boas novas do Reino do Eterno e da salvação em Yeshua, e diz: Aquele que crê será salvo e quem não crê será condenado. O livro de Atos 4:12 diz: "Porque não há salvação em nenhum outro, pois debaixo dos céus NENHUM OUTRO NOME nos foi dado pelo qual importa que sejamos salvos". Este verso é bastante incisivo quanto à existência de UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Não deixa margem a dúvidas. Seria este apenas um verso isolado nas escrituras que afirmasse a salvação num único Nome do Messias? Certamente que não. João 1:12 afirma a mesma coisa dizendo: "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo; a saber, AOS QUE CRÊEM NO SEU NOME". João 3:18 volta a afirmar a mesma coisa, só que agora com o alerta acerca da perdição: "Aquele que crê não é julgado; o que não crê, já está julgado, PORQUANTO NÃO CRÊ NO NOME do unigênito Filho do Altíssimo". Se hoje você tomasse um livro qualquer de um autor famoso, e trocasse todos os nomes dos personagens, certamente você seria acusado de plagiador, adulterador, corruptor e outros tantos adjetivos. Contudo, foi exatamente isso que fizeram com as Sagradas Escrituras, e a grande maioria dos assim-chamados "cristãos", está muito satisfeita com o plágio, a adulteração, a corrupção. Se fosse apenas um plágio de uma obra de ficção, apenas o abandonaríamos e o assunto não teria maiores conseqüências. O grande problema, contudo, no que se refere às Sagradas Escrituras, é que toda uma narrativa verdadeira e um fato real foi transformado, por um plágio maligno, num relato falso e mentiroso, a menos que possamos restituir todos os nomes originais ao mesmo. Fato, porém, inegável escrituralmente, é que SÓ EXISTE UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Este Nome, não é "Jesus", como uma enorme massa pensa, também não é "Isa", como o outro "evangelho paralelo" que é pregado entre os árabes, também não é "Tupã", como é pregado entre os indígenas no Brasil, e muito menos "Olorum", como é pregado por muitos missionários evangélicos entre tribos africanas. Ha-satan tem usado pessoas, em geral com muito boas intenções, para produzir mais e mais joio, por meio de cada tradução nova das escrituras que é produzida no mundo. Estas pessoas, cheias de "boas intenções", porém malignamente inspiradas, pensam que será mais fácil pregar para os povos se usarem um nome que seja já familiar a estes povos. Tal raciocínio é puramente carnal, numa vã tentativa de adaptar a verdade às exigências das culturas locais. Tais missionários não conseguem, infelizmente, ter o discernimento de que os nomes usados pelos povos que eles querem "evangelizar", são nomes de demônios que dominam sobre estes povos desde o início de sua história. O mesmo "Olorum" que eles pregam entre tribos africanas é exorcisado aqui no Brasil, revelado como demônio que é. O "Isa" que eles pregam entre os árabes, nada mais é do que outro demônio, cultuado como o "deus lua" naquela nação. Seria, então, "Jesus" o nome de algum ser maligno? Eu responderia esta pergunta com outra pergunta. Que diferença pode existir entre "Isa", "Tupã", "Olorum" e "Jesus"? Certamente você não tem nenhuma dificuldade em crer que "Tupã" é o nome de um ser maligno, cultuado pelos indígenas. "Olorum" é muito fácil de associar aos cultos pagãos afro-brasileiros, de total controle demoníaco. "Isa" é menos conhecido da maioria, mas ainda assim

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é o ídolo pagão do culto à lua, também aceito pelos missionários devido à cultura local árabe já utilizar tradicionalmente este nome para se referir erradamente ao Messias de Yaoshorul (Israel). Por que haveria de ser diferente com relação ao nome "Jesus"? Só pelo fato das pessoas estarem "acostumadas" com este nome falso desde os dias de suas infâncias? Uma mentira que atravessa os séculos passa a ser verdade? Uma mentira em que milhões crêem passa a ser verdade? Número de pessoas que crêem determina o que é verdade e o que é mentira? Se você é um evangélico e pensa assim, lembre-se que os católicos são em maior número que os evangélicos. Se você é católico e pensa assim, lembre-se que os islâmicos são em maior número que os católicos. Este "Jesus" é o mesmo "Zeus", da mitologia grega e é o mesmo nome que deu origem a palavra deus em nossa língua latina portuguesa da terceira declinação Grega, veja Direto da Gramática Grega, de Antonio Freire, S.J.segunda edição p.33

agora disfarçado de um ser "bonzinho" para usurpar o lugar do verdadeiro Messias Ieshua, fazendo-se passar por Ele, Em verdade pela misericórdia do Eterno Ele atende as orações, em nome de Jesus, Ele ouve as preces, em nome de Jesus Ele cura os enfermos, faz milagres e maravilhas, porém Ele te atendeu nesse nome, por você não ter conhecimento do verdadeiro nome, pois o Eterno não leva em conta o tempo da Ignorância. Porém uma vez que conheces a verdade e ainda continua no erro voluntariamente o Senhor não te atenderás. Temos muitos testemunhos de pessoas na frente da Igreja falando que no momento que conheceu o verdadeiro nome, contudo, continuava com o nome antigo Eterno não mais atendeu as orações destas pessoas. Uma jovem, senhora me disse: “Pr. Eu tive um sonho esta noite e o Eterno me disse naquele dia não te atendi a oração, porque você sabia meu verdadeiro nome mas continuava a chamar um nome pagão, quando eras inocente Eu atendia agora que conheces não peques mais...” Se você que lê estas palavras, por um momento ficar irado por estar lendo tão duras palavras contra um nome que você há muito tempo cultua e adora, então, por favor, investigue a fundo o que aqui apresentamos antes de tirar conclusões

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erradas e precipitadas. É a sua salvação que está em risco, é a sua vida eterna que está em risco. Se você duvida, então investigue, leia as escrituras a este respeito, o ídolo com o qual o povo freqüentemente adulterava. Pergunte-se também por que o Nome do Messias não foi permitido ser escolhido por Seus pais terrenos e nem por nenhum ser humano, mas veio diretamente do céu, por meio de um anjo. Pergunte-se também, por que Filipenses afirma que há UM Nome acima de todo nome e não "alguns nomes" acima de todo nome. Pergunte-se e investigue a origem da palavra "deus" e do nome "jesus". Pergunte-se por que este nome "jesus" começa com uma letra que nem sequer existe em hebraico e não existia antes do século XIV. Pergunte-se também, por que o anjo disse: "e lhe porás o Nome de... Iesus porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles", se o nome "Iesus" não possui este significado. Para encerrar, gostaria apenas de dar ênfase a tudo que foi escrito anteriormente com o verso 4 do capítulo 30 de Provérbios, o qual é um desafio escritural a você, leitor: Quem subiu aos céus e desceu? Quem atou as águas nas Suas vestes? Quem cerrou os ventos nos Seus punhos? Quem estabeleceu todos os limites da terra? Qual é o Seu Nome e qual é o Nome de Seu Filho? Diga-me, se é que o sabes!!!! A RESPOSTA À PERGUNTA É UMA ÚNICA: EU SOU É O NOME DO CRIADOR, O PAI, E YESHUA É O NOME ÚNICO DO VERDADEIRO MESSIAS ‫ישוע‬ Foi nesse clima de paganismo intenso, que Israel estava vivendo nos dias de Eliahu(Elias), a Igreja que era a menina dos olhos do Eterno, estava se envolvendo em uma adoração mista, com todas essas práticas. O Eterno enviou seu profeta em meio de uma apostasia nacional, e o orvalho do céus foi retido, até que fosse mostrado diante de seu povo quem é Elohim e quem é Deus Baal. Ao vê Eliahu(Elias), o Tisbita, Acabe disse: “Ès tu Eliahu(Elias) Perturbador de Israel ?”I Reis 18:17,18 Respondeu Eliahu(Elias): Eu não Acabe, mas tu e a tua casa. Somente quando o povo de Israel, Reconheceu quem o Eu Sou nosso Eterno e quem é baal, havendo a separação das duas classes, então o Senhor enviou a chuva sobre o seu povo e a terra sedenta. Em nossos dias, o Senhor promete suscitar um povo com o Espírito de Eliahu(Elias), Malaquias 4:5,6. E a chuva Serôdia não caíra sobre a terra e sobre o povo do Altíssimo, enquanto os pecados de babilônia não forem claramente patenteado diante do povo e haja uma separação entre o Joio e o Trigo, então o Senhor derramará a sua chuva abundantemente para o termino da obra, tal é a característica do povo que prega a Terceira Mensagem Angélica: Adoração ao único Elohim, a queda dos pecados de Babilônia e ai daquele que adorar a besta e a sua Imagem. Assim foi o Espírito de Eliahu(Elias), assim será esse povo nos últimos dias da Ira. Entre muitos altares de baal que precisa ser derrubado e esta sendo em nossos dias, terrível e doloroso, pois é difícil de aceitar, o nome do Eterno...Perceba querido leitor, até o ano de 313 D.C, no início do quarto século, a igreja Cristã era totalmente pura e imaculada, não havia ainda entrado o paganismo dentro da mesma. Todavia, pesquisa mais recente, demonstra que, a preparação para mudança do nome do Altíssimo deu início logo no segundo século do Cristianismo.O relato deste fato

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encontra-se exposto no livro de historia Antiga e Medieval(José Jobson de Arruda,edit. Ática) Em História Integrada, pág. 182. “Alguns anos após a morte do salvador, Os Judeus Messiânicos começaram a ser perseguidos pelos Romanos, pois não aceitavam os deuses pagãos. Não aceitavam também a origem divina do Imperador e por isso, se negavam a prestar-lhe culto. Os Messiânicos se opunham igualmente ás instituições imperiais por estarem envolvidas com o paganismo: a justiça, a moral os usos e costumes. Outro motivo para as perseguições dos Messiânicos foi a prática do culto secreto, realizado nas catacumbas, pois só os iniciados podiam participar dos cultos, ou seja os catequizados e batizados. Isso levantava suspeitas, pois a grande maioria deles eram formada de pessoas pobres e escravos. O culto Messiânico, tomou, portanto, um caráter subversivo e as autoridades Romanas começaram a temer uma revolta. Além disso, as reuniões secretas eram proibidas, a fim de evitar conspiração contra o governo. Os pagãos, por sua vez, não sabendo o que os Messiânicos faziam durante o culto, passaram a acusá-los a adorar a cabeça de um asno(cavalo, jumento etc) e de assassinarem crianças durante as cerimônias Macabras.” Foi nesse período que começou as zombarias e chacotas aos Messiânicos, usando a expressão “ Uh! Adorador do deus cavalo, Uh! Adorador do deus cavalo” a expressão usada na língua Celta: Esus ou Iesus, que em hebraico: Ie = deus Sus=cavalo Veja no dicionário hebraico: SUS=hebraico σ‫ו‬σ Veja Leitor, a parte que nos toca em relação a transmutação do nome envolve muito mais do que imaginamos, envolve o seu sentido espiritual. Você poderá dizer: “ Ah! isso é uma mera coincidência!” lembre-se não existe coincidência no mundo espiritual. Aí esta o perigo seja em que época aconteceu ou antes do Messias ou depois do Messias, não hesitaremos em chamar isto de um crime milenar... E eis aí o que dá ao mudar os nomes sagrados para outra língua sem obedecer a conservação da fonética, uma Babilônia. No livro de Sophia, na parte de Mitologia no parágrafo sobre as Runas, o autor afirma claramente que a Runa de letra S, Sowulo se referia ao sol que mitologicamente era adorado por diversas nações. O autor afirma que a adoração ao sol estava diretamente ligada ao Cavalo. Os Padres observavam os cavalos como divinos dignos de adoração. ( O mundo de Sophia, Runas CD COMPUTER ) Por incrível que pareça, o nome Sagrado jamais deveria ser mexido por quem quer que fosse, ainda que os Gregos chamassem os indivíduos com o nome de Iesus, pois o Gregos relacionava a Iesu ao filho de Zeus. O nome do Salvador IESHUA deveria ter sido preservado por ser um nome sagrado e foneticamente significar Salvação, isto é, dizer que em Grego Iesus preserva esse significado é uma grande conspiração dos teólogos que fazem concessão a Roma, pois ao mudar, trocar ou transmutar o nome, outro sentido espiritual lhe vem a tona; por exemplo o significado deste nome I E S U S na língua Hebraica da o sentido como mostrado acima...Deus cavalo. Por volta do carnaval, eu estava me preparando para sair da cidade, encontrei um casal de Israel, que alugaram a quitinete da minha mãe, ambos falavam Inglês e Hebraico, porém não falavam Português. A noite estive conversando em Inglês com eles e comecei expor o meu pouco conhecimento de Hebraico que tinha aprendido na Faculdade de Teologia...foi nesse bate papo descontraído que falamos sobre Ieshua e então perguntei : “ Você que fala

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Hebraico como sua língua mãe, se eu falasse um nome pra você tente ouvir e passar para mim o que você ouve ou entende...então falei o nome IESUS vagarosamente, como você entende na sua língua”? Ele respondeu: “Bem, é como você falasse o Grande Eu Sou, é um cavalo no hebraico antigo era este o significado, apesar que a palavra cavalo em hebraico passou a ser outra atualmente, porém a palavra SUS faz parte do hebraico bíblico que se usava no passado...”, e isto em um fato e contra fatos não há Argumento...

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O perigo continua e a Blasfêmia também, vejamos agora em Grego a palavra SUS tem outro sentido veja você mesmo a Gramática Grega de Antonio Freire, S.J. Livraria Martins Fontes Ltda, São Paulo 1987, segunda Edição Maio de 1997. paginas, 30 e 31: S U S = Porco Interessante que em Latim a palavra SUS também é PORCO...Aqui não se fala somente da escrita como também da fonética SUS=porco. Por isso temos a expressão: Carne Suína. Atenção aos críticos: aqui se trata de Fonética. Em fevereiro de 2004, em congresso no Hotel Fiesta(Itaigara) com o Rabino Joseph Shulam Do movimento judaico messiânico, Presidente do Netivyah Bible Instruction Ministry de Jerusalém Israel, uma das maiores autoridades Bíblicas de Jerusalém, afirmou em publico que 120 Rabinos em Israel aceitaram Ieshua Há Mashiah , ainda afirmou com letras gigantes, que o nome Jesus veio do paganismo Latino de adoração ao sol vindo do deus Grego Zeus, o principal do Olimpo. Ele afirmou isso na presença de 200 pessoas em salvador. Tenho viajado ao redor do mundo e conversado com diversas autoridade do mesmo nível e todos afirmam a mesma coisa. O Rabino El Hanam tenente dos Exércitos de Israel durante 20 anos, recentemente esteve no Brasil em Belo Horizonte e ele Falou da Importância do nome do Messias e em Hebraico explicou que a origem do nome IEXU .... que deu origem em latim a palavra IESU veio de uma zombaria ainda no primeiro século da era Cristã Judaica. Este nome veio como zombaria dos fariseus e saduceus, pois a palavra ou o nome I E S H U A que termina com a letra ain mais ou menos o A do nosso alfabeto, significa olho ou seja o Messias que Vê, o Messias que enxerga, se você tirar essa última letra o ain (a) fica IESHU, a palavra toma outro significado como o messias cego, pois ao as pessoas aceitarem a Ieshua como o Messias eles aceitavam o messias que vê, entretanto os fariseus com ódio diziam: eles não são discípulos do Messias que vê Ieshua, mas sim de Ieshu o Messias cego. E esse nome começou a gerar conflito e contenda já nos primeiros séculos Ieshu, em latim IESU, hoje Jesus. Veja amado leitor, repito a mesma tecla, jamais Roma e nem pessoa alguma ou nação deveria ousar tocar, mudar o nome, isso é crime e as conseqüências espiritualmente aparecem, e esta aí diante de nossos olhos... Fico indignado com Pastores e pessoas que tanto defendem o apelido e espraguejam quem ouse pensar diferente de suas idéias, pergunto: Por que eles não fazem esse esforço para exaltar o verdadeiro NOME? Ainda que Jesus fosse um apelido do nome Grego, por que não exaltar , mostrar, restaurar a brecha que se fez nesse nome? Não há desculpas diante do Eterno para quem ama fazer concessões a Roma Papal. Aqueles que pensam que o Novo Testamento(segunda aliança) foi escrito em Grego estão redondamente enganado, embriagado pelo vinho de Babilônia, pois até os termo que Roma usa como: Velho Testamento e Novo Testamento, não existe, são termos Romanos empossado por Adrianus(imperador Romano) pra dizer que o velho se fez velho a Lei não precisa ser guardada por pertencer ao velho concerto. Este era o conceito de Roma, tudo vale pra desviar o homem da Santa Lei do Eterno. O conceito correto é: Primeira aliança e segunda Aliança. Aí está a verdade que nenhum homem ousará a dizer sem perseguição, pois estes como disse o profeta Isaias(Yeshaiahu) 58 serão chamados de restauradores de Brechas.

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Os Jesuítas, fundado por Inácio de Loyla é uma ordem que acumulou os piores crimes de todos os tempos a Inquisição, onde milhões foram mortos em nome de Jesus. Se você leitor acessar as paginas da história e tentar espremer a mesma, manará rios de sangue praticado por esta ordem. Eles fazem um juramento e prometem em tempo e fora de tempo quando for oportuno executará todos os herejes que se opõe às suas idéias. Eu estava em Fortaleza e visitei Guaramiranga. Ao retornar para cidade encontrei um colégio que pertenceram aos Jesuítas, nosso grupo resolveu visitar este colégio. Ao descer porém as escadas daquele enorme Mosteiro vi uma quadro na parede dando uma forte ênfase : “O Nome de Jesus” A ênfase dava claramente a entender que este era o verdadeiro nome do Messias, nome estava envolto ao sol com as letras IHS, uma hóstia com letras especiais me lembrava o sol do mitraísmo...Não dá pra desconfiar quem verdadeiramente estava interessado neste nome nas Escrituras sagradas? O filme de Mel Gibson “ A Paixão de Cristo” é um exemplo de restauração... em entrevista a uma revista da Califórnia ele conta como teve que jejuar e orar para conseguir a sua maior conquista que transformou sua vida. No filme os nomes aparecem da maneira correta como Pedro= Sheifas, Maria=Mirian e YESHUA... Perceba querido leitor, Os Romanos dominavam o mundo naquela época, era uma potência mundial em seu tempo, eles jamais aceitariam o domínio de um Messias Judeu, por sua vaidade e orgulho(Anti Semitismo). Este fato do deus cavalo, servir de zombaria na boca dos pagãos foi mostrado na Discovery channel(Assunto sobre:Os primeiros Judeus Messiânicos, fita vídeo em meu poder). Relata a descoberta de um desenho em uma pedra, mostrando figura de um homem crucificado numa cruz, com a cabeça de cavalo e as seguintes palavras abaixo: “ALEXAMENO ADORA SEUdeus”Durante séculos, esse nome Esus, foi pronunciado como forma de zombaria para ofender os Judeus Messiânicos. Todavia, esse incidente estava acontecendo fora da Igreja cristã. Somente no ano 314.a.d. Constantino introduz o paganismo dentro da Igreja, mesclando os costume de Roma pagã com a Igreja Pura, sem mácula. O primeiro passo que marcou essa mudança, foi a substituição dos deuses de Roma para os nomes dos apóstolos(Fato confirmado tanto nas bibliotecas coma na discovery channel), A estátua de Júpiter por exemplo, foi substituída pelo apostolo Pedro e assim sucessivamente

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Outro exemplo, de mudança terrível é o nome de YAKKOV traduzido por TIAGO , perceba aqui querido Leitor que não há aqui transliteração mais transmutação, ou seja, mudança de nome. Shaul siginifica oalcançado por meio de orações(Diocionário de nomes de Bebês, EDT. Escala, pp. 174. Eles mudaram para Paulo que é igual o Pequeno, o fracassado(Idem, pp 160). Mirian eles mudaram para Maia que se transformou em Maria, Matytiahu eles Mudaram para Mateus .Yohanam para João(Jano ou seja Júpiter)

Esse costume Babilônico é antigo. Veja querido Leitor, aos jovens Hebreus serem introduzidos na Presença do Rei Nabucodonosor em Babilônia imediatamente os nomes sagrados foram mudados e colocados nomes de demônios. Exemplo disso é o nome de Daniel: “O Senhor é o meu Juiz”, Eles mudaram para Belssazar, que é Bel te proteja. Quem é bel? Outro nome para Baal”Zibull. Ananias, igual Senhor Misericordioso, eles mudaram para Sadraque, um nome de um demônio feminino Astarote. Misael: Quem é igual ao Eterno? Eles mudaram para Mesaque, igual à sombra do príncipe das trevas. Azariahu, O Senhor ajuda. Eles mudaram Abede-Nego: igual a servo do deus Nebo. Era costume de Roma adorar um deus a cada dia da semana, até hoje nos calendários tanto Americano como Hispânos esses nomes de deuses visivelmente aparecem Como: MONDAY.................MOON=LUA; DAY=DIA LUNES EM ESPANHOL. TUESDAY...............TIW=MARTES MARTES, EM ESPANHOL mercúrio- quarta feira jupiter quintas feira vênus –sexta feira sábado saturno domingo- sol VEJA O QUE ESTA ESCRITO NO DICIONÁRIO DAS MITOLOGIAS, LIVRO AO LADO SOBRE ESUS OU JESUS NA PAGINAS, 56. ESUS\- O deus Esus chegou até nós através dos romanos; o próprio nome já parece ser uma adaptação latina. Lucano, no seu poema Farsalia refere-se ao "horrível Esus de ferozes altares" (l, 444 e seguintes). Era o deus do Trovão, do Raio e das Tempestades; equivalia, portanto, a Júpiter. O deus sanguinário de Lucano, segundo um comentador da Idade Média, exigia no seu culto vitimas humanas, que eram suspensas de uma árvore. Em Treves e em Paris encontraram-se monumentos onde Esus

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aparece como derrubador de árvores; o monumento de Paris, de origem galo-romana, apresenta numa face "O Touro com os Três Grous", e na outra o deus lenhador que corta os ramos com seu machado; sabemos que se trata de Esus, mas ignoramos os mitos que simboliza. Os filólogos querem ver na palavra Esus a deturpação de erus, "senhor" ou "dono de casa". Agora compare com Jeremias 11:19.

Agora veja essa reportagem do Jornal da Globo sobre o nome Yeshua. Aqui está uma prova das pedras que clamam, pois enquanto pastores e Padres tentam justificar a aceitação do paganismo envolvendo o nome, nessa matéria leitor poderá conferir o Jornalista dizendo claramente que foram os gregos que transformaram o nome Yeshua em Jesus...

“ Olimpíada é uma oportunidade 'de ver a Grécia com outros olhos. Se tende a ver país como algo do passado, quase morto, petrificado em seus monumentos. Essas pedras vivem nos nossos tempos, Você pensa que eu falo grego? Acertou. ., Para começar, o alfabeto vem de alfa e aberta, letras gregas. Os primeiro trabalhos de literatura do ocidente são os poemas de Homero: A llíada e A Odisséia. De anônimo a zoológico, até a palavra televisão vem do grego. Álem da linguagem, a arquitetura ocidental nasceu das formas dos Tempos gregos. O Paternon é o mais famoso deles. Mas se fossemos escolher apenas uma coisa, o que acabou sendo Mesmo um ótimo presente de grego, seria a noção de bom gosto, de refinamento.Isso veio da Grécia Antiga. De lá para cá, quase 80 gerações de pessoas concordam que isso é bonito. Filosofia, biologia, física e os sábios como Sócrates, Platão e Aristóteles desenvolveram o conhecimento da humanidade. Medicina na época se chamava higiene por causa da Higéia, filha de Asclépius o deus da cura. . Quando você entrar em uma igreja, pense que foram os gregos que transformaram o nome Echua em Jesus. Os gregos que deram a ele o sobrenome de Cristo, que quer dizer aquele que é sagrado, ungido.Bíblia, profetas, anjos, apóstolos, bispos, monastérios, rosários, cemitérios e paraíso são todas palavras gregas. O que a gente deve aos gregos? Quase tudo. “ Matéria do Jornal HOJE da Globo, edição 18/05/2004 http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20040518-51464,00.html

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. Existem poucos museus no mundo onde não se encontre vários quadros representando tradutor Jerônimo. Os artistas muitas vezes o representam como um indomável asceta do deserto, um solitário vivendo unicamente na companhia de um leão familiar e passando seu tempo em prece e penitência. Foi ao estudo e a escrita, por outro lado que ele consagrou a maior parte do seu tempo escrevendo várias obras e comentários públicos e obras que marcaram profundamente a cultura do cristianismo ocidental. Com Ambrósio de Milão e Agostinho Hipona dois bispos com Gregório um grande, um papa, o Papa Dâmaso, o simples, Padre Jerônimo foi um dos quatro grandes padres do ocidente. A data do seu nascimento é desconhecida mas sabemos que ele nasceu em Stridon, uma pequena cidade da Dalmacia que os godos destruíram antes do final do século IV (hoje a cidade Ljuliljona), na Eslovênia essa informação foi passado pelo próprio Jerônimo na sua carta ( 7,5 ). Porém, um ponto importante que ele menciona com orgulho: “ Eu nasci cristão de pais cristãos, carregando em minha fronte o estandarte da cruz”. Orbílio é seu primeiro mestre escola, professor cuja o método de educação eram brutais. Ele aprendeu as suas letras com medo e tremor. Seus pais sempre preocupados em lhe dar boa educação, não poupou esforços para levar formação cultural do filho. Aos doze anos foi para Roma, cidade onde seus estudos se consolidaram. Aos pés de gramaticus que tinha como tarefa ensinar a língua e depois comentar os grandes autores clássicos. Entretanto em sua primeira estada em Antioquia que ele revela um sonho antigo, cujo problema se colocava de maneira aguda aos cristãos, no momento em que o cristianismo começava a prevalecer sobre as religiões tradicionais. O seu alvo era julgar a cultura pagã, e fazer servir ao cristianismo, assim como pensava os padres daquele tempo. “No momento em que o cristianismo começava a prevalecer sobre as religiões tradicionais: que fazer com a cultura pagã? Sabemos que ele mesmo não se a teve a toda sua vida a solução preconizada na sua narrativa a abstenção total: se por mais de quinze anos, não abriu mais Cícero ou Virgílio, ele recolocou os autores clássicos no programa quando teve que formar os jovens em Belém. Optar pela Bíblia, rejeitando a literatura pagã? Não, dirão os padres daquele tempo, mas fazer a herança cultural pagã servir ao cristianismo”. ( Jerônimo tradutor da Bíblia, Pierre Maraval Ed. Paulinas.) É alarmante perceber, que a forma simples da escrita bíblica foi fascinada pelo prestígio de forma literária, do belo estilo como ele chama, isso. Sem dúvida, deturpou a compreensão das sagradas escrituras uma vez que elementos do paganismo foi ali introduzido. Apesar de avisado ter sido por um sonho ocorrido durante uma doença, Jerônimo quebrou o seu voto e a vulgata latina de suas mãos saiu manchada com marcas do paganismo. Logo abaixo o relato do sonho exposto por ele mesmo: O sonho de Jerônimo: Na verdade a Bíblia em latim já existia na época de Jerônimo e estas versões antigas feita a partir da versão grega dos setenta, é fiel ao original. Conservando a pureza do texto bíblico. Esta tradução não foi feita por Jerônimo. Mas, aí! O latim dessas versões é sem elegância, horroriza o apaixonado pela bela linguagem. O objetivo de Jerônimo e o seu sonho é fazer: “uma tradução num texto cuja estética é de inspiração romana, que

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portanto possa agradar um público romano cultivado”. (Jerônimo tradutor da bíblia, 26 edições Paulinas).

Quando o Imperador Juliano em 363, mandou excluir os cristãos do ensino, querendo com isso negar-lhes todo direito sobre a cultura pagã, ele tentou criar com seu pai uma literatura cristã que se exprimisse através dos modelos clássicos, colocando o gênese em hexâmetros e os evangelhos em diálogos platônicos. Não é a toa que as expressões de apocalipse 20:10 “ E o diabo que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta, de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre”. Esta idéia de um inferno com pessoas se queimando, não tendo descanso nem de dia, nem de noite é uma idéia que se encontra explicitamente nas literaturas platônicas obra pagã introduzida nas escrituras feita para agradar um público de cristãos romanos. Imagine um Elohim de amor como acreditamos, vê as pessoas gritando por toda a eternidade sem descanso! Como eu compreenderia o amor de meu Elohim. Ainda bem que em malaquias 4:3 “ E pisareis os ímpios, porque se farão cinzas debaixo da planta de vossos pés, naquele dia que prepareis diz o Senhor”. Quão malograda se tornou a compreensão das escrituras por causa do pensamento pagão ter sido introduzido na palavra de Elohim. Isto deu abertura para inúmeras interpretações e o fruto desta confusão: inúmeras religiões. As sagradas escrituras em Apocalipse 17:1 “E deu a beber a todas as nações do vinho da ira de sua prostituição. Assim como pensava Jerônimo também o papa Dâmaso tinha interesse pelo belo estilo. E o papa conhecendo a erudição do bispo Jerônimo e conhecendo numerosas obras literárias deste Padre. Ele então lhe pediu que fizesse uma nova tradução das escrituras. O leitor poderá perceber a expressão nova, pois já havia uma tradução latina baseada do original grego dos setenta – Contudo essa nova tradução latina, conhecida como vulgata entre em cena a pedido do papa Dâmaso: “ Constatando e apreciando as competências lingüísticas de Jerônimo, ele lhe pediu que fizesse uma nova tradução latina dos evangelhos. O próprio Jerônimo havia experimentado desprazer nas antigas versões por serem muito pouco literárias e muitas vezes inexatas, portanto, um tal projeto só poderia agradar-lhe, se bem que ele não se dissimulasse as críticas que lhe valeria este trabalho por parte de todos aqueles para quem o texto tradicional era sagrado e qualquer modificação sacrilégio”. ( Jerônimo tradutor da bíblia, 44 Ed. Paulinas). Apesar das críticas dos amigos judeus, cristãos até mesmo aviso do Eterno em seus sonhos, nada disso foi suficiente para barrar um homem cuja influencia na tradução da bíblia afetaria o mundo bimilenarmente nublando a sua compreensão, isto é, das escrituras sagradas, tão perseguida na idade média cuja números de mortos é incalculável e ai de quem ousasse ter um exemplar ou partes destas escrituras em sua casa. O próprio bispo Jerônimo reconhece o que ele fez e nas suas cartas, feitas com seu próprio punho ele assume estas adulterações do texto sagrado, entre muitos outros o nome de Elohim. “Qualquer um, instruído ou ignorante, quando tomar em mãos o volume e vir que a lição que ele tem hábito de recitar não é mais a mesma antes mesmo de engolir sua saliva, gritará imediatamente que sou um falsário e um sacrílego, eu que ousei acrescentar, modificar ou corrigir alguma coisa nos velhos textos!” (Carta 27,1) Pierre Maraval, 44: Jerônimo tradutor da Bíblia Ed. Paulinas).

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Achando pouco sua confissão, que ele mesmo ousou em dizer que: acrescentou e adulterou os textos sagrados, aos que se opunham a ele, disse: Para o asno, a lira canta inutilmente. (carta 27.1). Por conseguinte, o próprio Jerônimo confessa que os originais da bíblia, tanto velho como novo testamento está em hebraico. “De fato, foi durante todos estes anos que ele levou ao seu grande desafio: a tradução da bíblia a partir do hebraico”. Este fato, foi confirmado com novas descobertas em Jerusalém das cartas de Paulo, tudo em hebraico. No dia 7 de Março do ano 321.AD, Constantino transfere o sábado dia do Senhor Apocalipse 1:10, dia de adoração , originado no Èden Gen 2:1-3 para o domingo, dia de Baal, adoração ao deus solar, Thamus. A notificação que o Papa faz na sua carta “dies domini”, de alguns cristãos cultuarem no domingo é simplesmente com medo de parecer com os judeus, pois muitos estavam sendo mortos, martirizados e não no sentido de adoração,pois o sábado, foi piamente preservado pela Igreja primitiva(atos18:4;17:2;13:42,44).Contudo, a variedade de nome que esses deuses da semana aparecem são muitos, mas se resumem em três pessoas: Sâmiramis, Ninrode e Thamuz, foi esta sagrada família, que deu origem toda essa confusão, eis porque da palavra babilônia=confusão.A mitologia diz que a lua casou com o sol e nasceu Marte e Vênus casou com mercúrio e nasceu júpiter.Esus, era um nome celta de um deus Romano, mercúrio(deus da guerra), eis porque as atrocidades destes exércitos era tão cruel, pois matavam em louvor ao seu deus. As vitimas que eram mortas em nome de Esus, eram pendurados numa arvore ou madeiro. Esse nome era bem conhecido no meio latino, grego, celta e Romano, nestas línguas o “J”, não existe, no português e em outras línguas de nossa época é que veio a existência, transformando no nome de “ JESUS”. Veja Leitor, que o manuscrito Grego mais antigo foi encontrado no ano 340. D.C É fácil afirmar que novo Testamento ou segunda aliança foi escrito em grego, e aí cadê as provas? Os originais Hebraicos foram queimados por Deocleciano e Constantino e este último manda fazer a versão Grega. Hoje sabemos com certeza que há fortes indícios de a SEPTUAGINTA foi uma Farsa Criada por Roma: No Livro O Poder Secreto, de Armindo de Abre, mostra claramente este fato: “A Septuginta foi uma criação de Constantino” a partir pág.300 O que é a SEPTUAGINTA ou LXX?

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Enns(Arqueólogo e pesquisador) afirma que a "SEPTUAGINTA é uma tradução grega do Velho Testamento hebraico. . .Ela foi traduzida peça por peça em Alexandria, Egito, entre o anos de 50 e 150 AC. . .Escritores do Novo Testamento citaram às vezes a SEPTUAGINTA"? Mas que prova temos de tal tradução grega antiga do Velho Testamento que estava disponível Salvador e aos apóstolos? Não muita, como à seguinte citação indica: / "A tradução foi realizada indubitavelmente durante o 3° e 2° séculos A.C., e é pretendido ter sido acabada já no tempo de Ptolemy II Philadelphus, de acordo com a denominada Carta de Aristeas para Philocrates ( 130 100 A.C.). De acordo com a Carta de Aristeas, bibliotecário da Alexandria persuadiu Ptolemy II Philadelphus para traduzir a Torá para o grego para uso pelos judeus da Alexandria. A carta menciona que foram selecionados seis tradutores de cada uma das 12 tribos e que eles completaram a tradução em apenas 72 dias. Enquanto os detalhes desta história são indubitavelmente fictícios, o núcleo de fato contido nisto é : Parece ser que o Pentateuco foi traduzido para o grego em algum dia durante a primeira metade do 3° século A.C. Durante os próximos dois séculos o remanescente dos textos foi traduzido, como também algum livro' apócrifo e não-canônico. Isto é uma admissão espantosa. A única prova de origem da Septuaginta na era préCristã é a Carta de Aristeas que, de acordo com a citação acima, dá detalhes que são "incontestavelmente fictícios"! Isto é duro de tragar. Nos seminário nós ouvimos muitos pronunciamentos autorizados relativos à grande antigüidade da Septuaginta. Nossos professores, e os livros de ensino que eles nos fIzeram ler, não poderiam estar errados. Seguramente, nós raciocinamos, deve haver alguma evidência definitiva de manuscritos. Bem, há alguma evidência de manuscritos, mas esta não apóia as origens pre-Judaica Messiânica da Septuaginta. Unger escreve: "Os mais velhos e mais importantes manuscritos da Septuaginta são os seguinte: (a) Códice Varicanus (b) Códice Alexandrinus. . ."(c)Códice Sinaiticus. Duas coisas golpearão o leitor perspicaz imediatamente manuscritos que temos em mãos mais antigos veio do quarto século D.C. Além disso, eles são:manuscritos corruptos nos quais o Texto notório de Westcott-Hort é _baseado. Se estes são "os mais velhos e mais importante dos manuscritos" da SEPTUAGINTA, nós temos que concluir que os mesmos não são muitos velhos e eles não são muito bons. Como professor de seminário, eu tenho ensinado a "linha tradicional" sobre a Septuaginta. Eu já não farei mais assim. A afirmação de que o Vaticanus e o Sinaiticus são "os mais velhos e, portanto, os manuscritos mais confIáveis" da Septuaginta não deve ser ignorado. Jones traz o quadro em aguçado enfoque ao escrever: Constantemente nos é falado que Vaticanus e Sinaiticus são os mais velhos manuscritos gregos existentes, conseqüentemente os mais fidedignos e os melhores; que eles são de fato a Bíblia. Ainda o Texto Grego Novo que substituiu o Textus Receptus representa nas mentes da vasta maioria dos estudiosos o empreendimento privado de apenas dois homens, dois muito religiosos embora homens não

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convertidos, Westcott e Hort. Estes homens fundaram a "Bíblia" deles baseada quase que exclusivamente na quinta coluna do Velho Testamento de Origen e no Novo Testamento editado pelo mesmo. As leituras do Novo Testamento deles é derivado quase que exclusivamente sobre apenas cinco manuscritos, principalmente sobre apenas um só Vaticanus B. Além disso, deve ser visto que o exclusivamente sobre apenas cinco manuscritos, principalmente sobre apenas um só -Vaticanus B. Além disso, deve ser visto que o testemunho destes dois manuscritos corrompidos é quase que o único responsável para todos os erros introduzidos nas Sagradas Escrituras em ambos os testamentos isto através dos críticos modernos!? Moorman dá dois exemplos de escritores que discutem sobre que não há nenhuma era pre-cristã da Septuaginta. Uma pessoa era Paul Kahle. Ele desenvolveu a teoria que a LXX teve sua origem nas muitas traduções orais gregas do Velho Testamento que posteriormente foi escrito para uso nos cultos depois da leitura do original hebraico. Peter Ruclanan manteve uma posição semelhante. Enquanto KaWe chama a "Carta de Aristeas" de propaganda, Ruclanan taxa ela de uma "mera fabricação" e lembra que ninguém produziu uma cópia grega da Septuaginta que data de antes D.C. 300. Nunca Salvador e os apóstolos citaram a Septuaginta. A Reivindicação Que o Salvador Usou a Septuaginta D. A. Waite desafia a contenção que o Senhor citou da Septuaginta. Em Mateus 5: 18 Salvador falou sobre a Lei e disse: "Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido." Nosso Senhor falou do "i" e do "til", as menores. partes das letras hebraicas. Quão pequeno? Bem, o "i" se refere à letra hebraica "yodh" que é do tamanho de uma apóstrofe. Esta é um terço da altura das outras letras hebraicas. O "til" se refere aos chifres, ou extensões minúsculas, de algumas letras hebraicas, como o "daleth", algo parecido com o golpe vertical do lábio em nosso "m" ou "n". Isto excluiria uma Bíblia grega. Além disso, o Novo Testamento se refere a uma divisão tripartite do Velho Testamento -lei, profetas e salmos (Lucas 24:27, 44). Os manuscritos do Velho Testamento grego são, Porém entremeados com escritos apócrifos, nunca reconhecidas como "escritura". pelos Rabinos, ou por Salvador ou pelos apóstolos. Como vemos a Septuaginta é pobre, frequentemente se afasta do hebraico e torce doutrinas importantes. testemunho destes dois manuscritos corrompidos é quase que o único responsável para todos os erros introduzidos nas Sagradas Escrituras em ambos os testamentos isto através dos críticos modernos!? Moorman dá dois exemplos de escritores que discutem sobre que não há nenhuma era pre-cristã da Septuaginta. Uma pessoa era Paul Kahle. Ele desenvolveu a teoria que a LXX teve sua origem nas muitas traduções orais gregas do Velho Testamento que posteriormente foi escrito para uso nos cultos depois da leitura do original hebraico. Peter Ruclanan manteve uma posição semelhante. Enquanto KaWe chama a "Carta de Aristeas" de propaganda, Ruclanan taxa ela de uma "mera fabricação" e lembra que ninguém produziu uma cópia grega

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da Septuaginta que data de antes D.C. 300. Nunca Salvador e os apóstolos citaram a Septuaginta. A Reivindicação Que o Salvador Usou a Septuaginta D. A. Waite desafia a contenção que o Senhor citou da Septuaginta. Em Mateus 5: 18 Salvador falou sobre a Lei e disse: "Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido." Nosso Senhor falou do "i" e do "til", as menores. partes das letras hebraicas. Quão pequeno? Bem, o "i" se refere à letra hebraica "yodh" que é do tamanho de uma apóstrofe. Esta é um terço da altura das outras letras hebraicas. O "til" se refere aos chifres, ou extensões minúsculas, de algumas letras hebraicas, como o "daleth", algo parecido com o golpe vertical do lábio em nosso "m" ou "n". Isto excluiria uma Bíblia grega. Além disso, o Novo Testamento se refere a uma divisão tripartite do Velho Testamento -lei, profetas e salmos (Lucas 24:27, 44). Os manuscritos do Velho Testamento grego são, Porém entremeados com escritos apócrifos, nunca reconhecidas como "escritura". pelos Rabinos, ou por Salvador ou pelos apóstolos. Como vemos a Septuaginta é pobre, frequentemente se afasta do hebraico e torce doutrinas importantes. AINDA NO QUARTO SÉCULO, EM 383 AD.AS MUDANÇAS CONTINUARAM.

O BISPO JERÔNIMO, A PEDIDO DO PAPA DÂMASO, TRADUZIU A SUPOSTA SEPTUAGINTA (DOS 72 SÁBIOS JUDEUS) A BÍBLIA GREGA PARA O LATIM, CONHECIDA ATÉ HOJE COMO VULGATA, LÍNGUA COMUM,VULGAR DO POVO. AO TRADUZIR O NOME GREGO:

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NATURALMENTE NOME LATINO PORTUGUÊS:

ELE TRANSLITEROU PARA O IESUS CRISTO, QUE EM

..............J ..............E S ..............S U ..............U S..................S

I E

ATÉ AQUI TUDO BEM, SE ESSA PALAVRA ORIGINALMENTE FOSSE DESSA MANEIRA: Não haveria erro nenhum de traduzir como: Jesus Cristo. Todavia, descobertas recentes mostram que o original grego do nome do Senhor, não se encontra dessa maneira como se pensava e argumentava. Sabemos que o nosso Salvador não era Grego, nem Romano, nem americano, nem Francês, nem brasileiro, nem baiano, paulista ou cearense, mas sim Judeu e sua língua mãe era o hebraico. O seu nome é: Yeshua forma como se escreve e: Ieshua, como se fala. Primeiramente nome não se traduz, mas como a escrita hebraica, difere muito da grega, o seu nome foi transliterado, porém o som permaneceu o mesmo ficando: Se alguém argumentar, que o nome Ieshua foi transliterado para o grego por Iesus ao traduzir a seputuaginta, vai ter que responder um questionário intrigante, por favor me responda: 1)ao transmutar o nome em toda escritura, como de fato o fizeram por que o texto em grego de I Crônicas 24:11 foi transliterado de maneira correta para o texto em Português, Latim e grego? 2)Por que transliteraram de maneira correta Neemias 11:26 o mesmo texto(NOME) para estas respectivas línguas? 3) Se a transliteração esta correta nos textos acima citado, por que os inimigos do verdadeiro nome afirmam que não existem do Hebraico Ieshua para o grego Iesua ou Jesua(forma atual com o “J”) como a verdadeira transliteração, mas sim Iesus que é a forma correta do grego? AQUI ESTÁ A EFICACIA DO ERRO E O MINISTÉRIO DA INIQUIDADE QUE OPERA PARA CAUSAR CONFUSÃO, CONTENDA E AFASTAR O HOMEM DA VERDADEIRA ADORAÇÃO... ATRAVÉS DO TEXTO DE I CRÔNICAS E NEEMIAS, PUDE EXERGAR COM CLAREZA QUE A AFIRMAÇÃO DE QUE O NOME IESHUA EM HEBRAICO É TRANSLITERADO COMO IESUS PARA GREGO, É MENTIROSA, POIS NA PRÓPRIA BÍBLIA EM PORTUGUÊS E EM GREGO ESSES DOIS TEXTOS FOI TRANSLITERADO CORRETAMENTE NESTES TEXTOS COMO JESUA

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OU IESUA, QUE ESTA CORRETISSIMO, VEJA LEITOR QUE A FORMA ORIGINAL DO TRADUTOR ERA IESHUA... PERCEBO COM CLAREZA QUE HOUVE AÍ UMA CONSPIRAÇÃO, POIS EM TODA A BIBLIA ELE COLOCOU IESUS, POR QUE SO ESTES DOIS TEXTOS ESCAPARAM? DESMENTIDO OS INIMIGOS DO VERDADEIRO NOME? POIS ELES DIZEM NÃO EXISTE IESHUA TRANSLITERADO PARA O GREGO COMO JESUA OU IESUA, MAS SIM IESUS, ASSIM QUE SE ESCREVE O NOME DO MESSIAS.... E AGORA ISSO É VEDADEIRO OU FALSO? Caiu, Caiu a grande Babilônia... ...Esta nas minhas mãos a prova mais esperada de todos os tempos, vindo da Grécia, a Bíblia Grega que prova de uma vez por toda, não deixando dúvidas a transliteração correta e não a transmutação do nome veja a bíblia escaneada do original: O texto é de Neemias 11:26, Por incrível que possa parecer Satanás escondeu como podia nome em grego Iesua, onde tinha Ieshua em hebraico eles colocaram Iesus, porém no texto acima citado uma cidade com o Nome de Ieshua eles se esqueceram de burlar ou de mudar o nome p/ Iesus, Satana´s escondeu mais deixou o cabo, a mentira tem pernas curtas e aí está querido leitor, DIANTE DE SUA PRESENÇA A TRANSLITERAÇÃO CORRETA DE ACORDO COM OS ORIGINAIS GREGO: Veja verso 26, onde está marcado “ xai ev Iesoua....” Aqui está a Transliteração correta, porém eu não tinha como provar todos diziam que a transliteração do nome Hebraico Ieshua para o Grego era Iesus=Jesus ... Homens eruditos e entendidos no assunto diziam que era dessa forma, contudo, algo me incomodava pois ao transliterar há mudança de letras mas não da fonética, pois perderia o significado espiritual da palavra(Eu sou é a Salvação) para IE =Eu Sou Sus=?Estranho Pessoalmente estive na sociedade Bíblica do Brasil em Brasília e o diretor da mesma: Wilson Lazzarini me disse que não existe a transliteração do Hebraico Ieshua para o Grego Iesua, e agora Dr. Wilson quem esta mentindo? A prova esta aí, no original.

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Por volta de fevereiro de 2004, estava na minha residência, a minha esposa sugeriu que alugássemos a casa para o período de Carnaval a fim de ajudar o orçamento da Família. Alguns dias mais tarde colocamos uma placa na porta: “ Aluga-se para temporada” faltando poucos dias para o período da temporada uma família de 5 pessoas nos procuram e fecha o contrato conosco por 6 dias até aí tudo normal a benção vem agora quando descobrir que aquela família veio da Grécia, não falavam o Português, somente seu Idioma natural a língua mãe de seu País o Grego e um pouco de Inglês, é claro que o leitor já entendeu a providência do Eterno em enviar aquela família exatamente para ali. Eu estava ansioso para conversarmos após assinar contrato, não perdi tempo No Inglês conversamos por meia hora, descobri que ela: Kiki Felesaite era professora de História em seu País, então questionei sobre o nome de Jesus se a transliteração estava correta para o Grego: Iesus, Kiki foi direto no assunto e disse: “O Nome Iesus não veio do Grego mais do latim especificamente dos anglo-saxônicos O “J”, a mudança foi feita pela a Igreja católica ortodoxa no quarto século, O nome Jesus veio de ZEUS que se pronuncia em grego Zefs . ’’

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Por favor professora, perguntei fale-me mais sobre o assunto? Abri a Bíblia em Grego e mostrei o texto supra escaneado com a verdadeira transliteração... Ela disse: “ A maneira correta em Grego é exatamente como está em Neemias 11:26 Iesoua e não Iesus que é a forma latina e não Grega. Então pedi permissão dela para gravar em fita vídeo e ele consentiu.Temos uma fita vídeo sobre o nome do Eterno onde aparece a Grega, professora de História dando o seu veredicto. Logo abaixo segue a lista de todas as passagens biblicas da Primeira Aliança ou na linguagem católica Velho testamento que mostra que a transliteração correta do nome: É YESHUA, veja que la esta escrito JESUA, o J é igual ao I os tradutores pegaram essa palavra do original e traduziram como: Iesua ou Jesua, veja que essa palavra em Hebraico é o mesmo YESHUA... a colocação da palavra Jesua sem o “SH” que ficaria Jeshua é uma prova que no grego a maneira de se falar YESHUA é IESUA, pois os gregos não possui a letras ou pronuncias como o SHIM do hebraico que é o SH nosso ficando IESUA, que os Padre João Ferreira de Almeida colocou JESUA: I CRÔNICAS 24:11; ESDRAS 8:33; II CRÔNICAS 31:15 ESDRAS 2:2 ; 2:6; 10:18; 2:36; 2:40; 3:2; 3:8-9; 4:3; 5:2. NEEMIAS 3:29; 20:9; 7:7; 22:26; 7:22; 12:1; 7:39; 22:7; 7:43. 22:20; 22:24; 9:4; 12:26; 9:5. Os padres e os bispo, para atrair os pagãos para Igreja, adulterou a septuaginta e a vulgata e transmudou o nome Sagrado de Elohim, que em hebraico significa: IE=Eu Sou SHUA = ADONAI SALVA Ocorrendo assim, não uma transliteração, e sim uma transmudação que é um crime bimilenarmente anunciado na Santa Bíblia e passado de geração a geração até nossa geração. A enciclopédia Britânica(Inglês), no artigo:S. Jerônimo, comprova esse fato. Até mesmo a Barsa nas pág.456 ed 1982), o próprio bispo Jerônimo afirma que a exatidão da tradução da bíblia se deve a Sinagoga. A mesma coisa aconteceu com o sábado, foi transferido para o domingo, assim também o nome foi adulterado, linguagem usada pela própria Enciclopédia, por interesses mesquinhos e egoísta, atrair conversos pagãos para igreja, fazendo assim um ecumenismo entre Roma pagã e Roma papal. Essa adulteração foi confirmada pelo, Arcebispo Ortodoxo e Vigário geral de Sorocaba no estado de São Paulo, pela declaração Eclesiástica feita por: Dom Francisco Alves Feitoza:

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NÓS DOM. FRANCISCO ALVES FEITOZA, ARCEBISPO ORTODOXO E VIGÁRIO GERAL DE SOROCABA E REGIÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO, POR MERCÊ E APROVAÇÃO DE DEUS, FAÇO ESSA DECLARAÇÃO ECLESIÁSTICA A QUEM INTERESSAR POSSA: QUE POSIÇÃO DO NOME DIVINO DE IESHUA É INALTERÁVEL, HAJA VISTA, A IMPLICAÇÃO CRIACIONISTA REFERENDADA EM TODA ESCRITURA HEBRAICA, CRIMINOSAMENTE ADULTERADA PELOS TRADUTORES E DIFUNDIDA PELO MUNDO RELIGIOSO BIMILINARMENTE COMO ACONTECEU COM A TRADUÇÃO DA SEPTUAGINTA, VULGATA ETCQUE A LEVIANDADE E ALTERAÇÃO DOS TEXTOS HEBRAICOS, QUE ANULAM O INEFÁVEL NOME DE IESHUA ATRAVÉS DOS SÉCULOS SE DERAM POR INTERESSES MESQUINHOS DE HOMEM CORRUPTOS DENTRO DA IGREJA, INCLUSIVE O PRÓPRIO JERÔNIMO EM SUA OBRA VIRIS ILUSTRIBUS DECLARA QUE “OS ESCRITOS ORIGINAIS DO EVANGELHO DE MATEUS FORAM CARACTERIZADO NO DIALETO HEBRAICO”, QUE OS MESMO SE ENCONTRAM PRERSERVADOS NA BIBLIOTECA NA CIDADE DE CESARÉIA TENDO ELE ACESO DIRETO DOS NAZARENOSA DA CIDADE DE BERÉIA E SÍRIA. QUANDO DA TRADUÇÃO DA VULGATA EM 383 À MANDO DO PAPA DAMASO DA IGREJA ROMANA, OMITIU O SAGRADO NOME DE YESHUA, SUBSTITUINDO PELO LATINO NOME JESUS, DIVINDADE ADORADA EM TODO OCIDENTE COMO DEUS SALVADOR E INSCRITO EM TODAS AS TRADUÇÕESS DAS SAGRADAS ESCRITURAS. O NOME JESUS SE DERIVA ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DOS DEUSES ROMANOS, SENDO POR CONSEGUINTE, ELES JÚPITER E ESUS. JÚPITER ERA CONSIDERADO PELOS ROMANOS COMO DEUS DOS DEUSES; SENDO QUE ESUS ERA O DEUS DA GUERRA DOS ROMANOS, DIVINDADE ESSA QUE SE OFERECIAM TODAS AS VITIMAS, MOTIVO PELO QUAL A CRUELDADE DOS EXÉRCITOS ROMANOS. QUE A NEGAÇÃO DO INEFÁVEL NOME DE YESHUA, ACARRETA CONSEQÜÊNCIAS INTRÍNSECAS PARA OS NEGADORES, RAZÃO PELA QUAL EU NÃO PODEREI CONTINUAR OMITINDO, COMO ARCEBISPO ORTODOXO. CURITIBA, PARANÁ, 06 DE ABRIL DE 1993.

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OBSERVE A CARTA ESCANEADA:COMO O ESCANEAMENTO, NÃO ESTÁ LEGÍVEL, A MESMA FOI ESCRITA NA PAGINA ANTERIOR... COMO A QUALIDADE DESTA PAGINA NÃO ESTÁ BOA LEIA NA PAGINA ACIMA A MESMA DECLARAÇÃO.

Os Profetas do Antigo Testamento, conhecido como TORAH(hebraico) profetizaram sobre a vinda do Messias, sua aparência, morte, ressurreição e intercessão, como está escrito em Isaias capítulo 53. Até mesmo o preço que seria vendido(30 moedas de prata). Como Elohim esqueceria de profetizar o seu nome? Não querido leitor, não esqueceu, mas os homens sim, este não só esqueceram como transmudaram. Você a estas alturas deve está se perguntando! Onde está o nome e como seria em português? Abra agora abra sua bíblia em Zacarias 3:8 “Ouve, pois, Josué, Sumo Sacerdote, tu e teus companheiros que estão sentados diante de tiporque eles são homens de presságio: Eis que vou introduzir o meu servo o “REBENTO”.” Agora observe Zacarias 6:11,12. “Tomarás prata e ouro e farás uma coroa e porás n e lhe dirás: Assim disse Iavé dos Exércitos eis o homem cujo nome é “REBENTO”.”

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É exatamente isto que você acabou de Lê (Na biblia de Jerusalém, ed. Paulinas) O nome YESHUA é exatamente que é traduzido na bíblia hebraica como JOSUÉ, no Velho Testamento, e

ele continuou a ser chamado de Ieshua, pelos apóstolos, Mãe e Irmãos e pelo povo Judaico no Novo Testamento! O porque da mudança? Para ser fiel ao que falamos, escaniei a bíblia em hebraico precisamente no texto de Zacarias, eis ai seu nome em hebraico:

Zacarias 6:11,12.

Pergunto quem é o RENOVO? E qual seu nome? Sabemos Salvador, é o RENOVO e Ieshua é o seu nome ou JOSUÉ o mais aproximado em português, profetizado antes do Messias vir salvar o homem. Em Isaias 52:5,6 assim fala: “ Agora o que eu acho é blasfemado incessantemente o dia todo. Portanto, o meu povo saberá o meu nome...” ISAIAS 52:5,6 Agora querido leitor perceba a farsa, quando você questiona o nome para os teólogos, Eles respondem: “O nome Jesus é a forma Grega transtliterada do Hebraico Ieshua, que é :Eu Sou é a Salvação” Exemplo disso está na bíblia Pentencostal de Estudo e na Bíblia de Jerusalém tradução católica, no rodapé. Agora veja a farsa, vamos exemplificar Tradução e o que é transliteração... o que é

O que é Tradução? A mudança de letras e de fonética com igual significado, Por exemplo: Table em inglês, tradução para Português: mesa, perceba que mudou a fonética e a escrita. Outro Exemplo House= casa, na tradução muda a fonética e a escrita.

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Transmutação: Mudança de fonética e das letras com diferente significado, Exemplo: Daniel= O Senhor é o meu Juiz Transmutaram para Belsazar= Baal é o meu Protetor] Ananias=Senhor Misericordioso Mudaram para Sadraque, nome de uma deusa astarte demônios... Vamos para Transliteração, o que é transliteração? Mudança de escrita porém se conserva a fonética. Exemplo house, translitera-se rause em português, mudou a escrita e não o som. Outro exemplo table=teibou, mudança de escrita mas não de fonética. Por acaso no Nome: Translitera-se: IESHUA NÃO A FONÉTICA. MUDOU AS LETRAS MAS

Agora vejam o que fizeram?

IE+SHUA, ELES COLOCARAM IE, CORRETO...AGORA SHUA, ELES MUDARAM P/ SUS... FICANDO= IESUS=JESUS. SEJA SINCERO QUERIDO LEITOR! O QUE HOUVE AÍ? TRADUÇÃO( ) TRANSLITERAÇÃO ( ) TRANSMUTAÇÃO ( ) VAMOS MARQUE UM X, VOCÊ JÁ SABE A VERDADE... VOCÊ ACERTOU TRANSMUTAÇÃO...

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O Eterno não tem Um nome na dimensão do homem, o Seu Nome tem uma dimensão inatingível(fazer Ele ter um nome como os outros deuses é limita-lo semelhante a estes outros deuses) A Melhor expressão para o Seu Nome Ele mesmo disse a Moshé: “Eu Serei o que Serei” Ihiê asher Iehiê”. O tetragrama (hwhy) é composto pelas letras hebraicas "iod" ( y : pronuncia-se iód e translitera-se como i), "hei" (h : pronuncia-se êi e translitera-se como he, ou, simplesmente, e (1) ), "vav" (w : pronuncia-se váv e translitera-se como v) e "hei" (h), novamente. A palavra hebraica correspondente ao tetragrama translitera-se como "Iavé", e significa "Eu Sou", isto é, "O Ser", "O Espírito". Dá-se ao Eterno vários adjetivos, como Senhor, Divino, Santíssimo, Todo-Poderoso, Criador, etc., mas, adjetivo não é nome ! O Eterno é o SER, o Espírito Eterno ! Não tem princípio nem fim ! É Espírito ! "Em espírito e verdade deve ser adorado"... Pessoa é o Filho,yeshua, porque se finitizou num corpo-matéria. O nome IESHUA significa "Ia” salva", isto é, "O Ser salva", nome que foi dado pelo Eterno ao Messias, porque Ele, o Filho, veio cumprir a Missão de salvar o Povo de Elohim para o Pai Eterno ! É elementar a regra de linguística de que nomes próprios não se traduzem do idioma original para outras línguas. O nome atribuído a alguém deve permanecer com o mesmo caráter fonético (sonoro) da origem : O brasileiro Antônio não passa a ser chamado de Antoine, porque está na França ; ou de Anthony, porque se encontra na Inglaterra. O máximo que se permite é que, na hipótese de alfabetos diferentes (compostos por letras distintas, como é o caso do árabe, do japonês, do russo, ou do hebraico), os fonemas componentes dos nomes próprios sejam representados pelos caracteres de outra língua a que correspondam os mesmos sons (fonemas). Dá-se a este recurso linguístico o nome de transliteração : a apresentação dos sons de um nome ou de uma palavra estrangeira originariamente, escrita com letras de alfabeto diferente -, utilizando-se as letras do alfabeto nacional equivalentes aos mesmos sons (2). Na língua hebraica não existem as letras y e w. A primeira é uma letra grega e, a segunda, de origem nórdica, e não pertencem, sequer, ao alfabeto da língua portuguesa. A forma correta, portanto, de transliterar-se, para o português, o nome do Mashiach não deve empregar a letra y (ípsilon, letra grega, denominada "igrec", em francês), mas, a letra i (3). No hebraico, o nome próprio " IESHUA " se escreve de dois modos, um dos quais emprega as consoantes "iod" (y), "shin" (c), "vav" (w) e "ain" (u) : uwcy. A estas letras correspondem os fonemas (sons) portugueses "i", "sh", "u" e "a". Diversamente do que ocorre com a língua portuguesa, todas as letras hebraicas apontadas são consoantes, pois, neste idioma oriental, os sons vogais são indicados, apenas, por meio de sinais (pontos e traços), colocados acima, ao lado, ou abaixo das consoantes. É muito freqüente, aliás, encontrar-se textos em hebraico em que os fonemas vogais estão

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simplesmente omitidos, o que eventualmente, pode ocasionar algumas variações de pronúncia, de acordo com o maior ou menor grau de conhecimento da língua, por parte de quem lê a palavra escrita. Este é o motivo por que o nome do Messias é mencionado em escritos sagrados tibetanos sob a forma "Isa" (lê-se "iça"), correspondente à transliteração das consoantes hebraicas acima apontadas, com omissão das vogais que as acompanham, e da consoante "vav" (w), já que, eventualmente, o fonema "u" é representado em hebraico com forma de vogal (por meio de pontos), sem o emprego daquela consoante ("vav")(4). É comum, por outro lado, transliterar-se o nome do Messias como "IESHUA", que deriva da respectiva grafia hebraica completa, que emprega as letras consoantes "iod" (y), "hei" (h)(5), "shin" (c), "vav" (w) e "ain" (u) : uwchy. A estas letras correspondem, respectivamente, os fonemas portugueses "i", "êi" (ou "ê", já que o "h" é mudo (6)), "sh", "u" e "a". A pronúncia adequada a esta transliteração seria "Ieoshua", mas, como os sons "ê" e "o" são átonos, eles sofrem um processo de aglutinação, em que passa a predominar o último fonema ("o"), pelo que a pronúncia correta do nome do Messias, mesmo em sua grafia hebraica completa, redunda, afinal, em "Ioshua". Este nome tem o significado semântico de "Eu Sou salva", isto é, "O SER salva", e foi dado pelo Criador a Seu Filho Unigênito, que veio submeter-se à disputa com o anjo adversário, derrotá-lo e, assim, salvar o Povo de D'us : IESHUA é o testemunho perfeito da salvação que o Eterno concede a Seu Povo. A transliteração do nome do Mashiach, da língua hebraica para a língua portuguesa, já é, portanto, "IESHUA". A isto nada há que acrescentar, traduzir, ou modificar. O nome greco-romano "Jesus" decorre, não de uma transliteração, mas de uma transmudação (mudança de nome) : "IESHUA" e "Jesus" são nomes diferentes (7); não apresentam qualquer relação entre si. O gérmen deste processo de efetiva mudança do nome do Mashiach já pode ser identificado na versão Septuaginta, das Antigas Escrituras. Os setenta e dois sábios judeus que, nesta versão, traduziram a Torah (Pentateuco) e as Haftarot (seções dos Livros dos Profetas) para a língua grega, três séculos antes do nascimento do Messias, transmudaram o nome do juiz IESHUA (ou IESHUA, como esclarecido acima) em "Iesus" (greco-romano), que, com o passar do tempo, passou a "Josué" (português). Dessa maneira, em vez de transliterarem o referido nome hebraico, helenizaram-no, indevidamente, sem respeitar sua estrutura fonética (o hebraico, por exemplo, não apresenta fonema equivalente a "j"). Confundiram, assim, os conceitos de transmudação e transliteração, figuras heterogêneas entre si. E, em relação ao Messias, a questão apresenta aspecto ainda mais grave : Sem dúvida, os Setenta (72) helenizaram e latinizaram - transmudaram - o nome do juiz Ioshua (8) (Ieshua), servo fiel de Moshé, para Iesus (greco-romano), nome que, com o avançar do tempo, passou a Jesus (Latino). Ora, o Messias e o juiz "Josué" possuem o mesmo nome. O que justifica, então, que, nas Escrituras, seja empregado o nome Josué, para referir-se ao juiz, e a "transliteração" deste mesmo nome, para referir-se ao Mashiach, resulte em Jesus ? Na verdade, Jesus é um nome que não guarda a menor relação, sequer, com aquele que, por equívoco, foi atribuído ao servo de Moshé. A referência ao nome do Messias resulta, não de uma possível transliteração, mas de uma transmutação, a qual, neste caso, foi ainda pior do que aquela que atingiu o nome do mencionado juiz, servo de Moshé. O patronímico Jesus decorre da aglutinação de dois nomes blasfemos, pertencentes a uma entidade greco-romana, Jupiter e Zeus. A primeira parte do nome - J (ou I) - refere-se a Iupiter, nome romano da entidade havida como "deus dos deuses" e representada pela vogal "i". A segunda parte do mesmo nome - esus - é anagrama (9) de Zeus, o nome grego da mesma entidade romana antes mencionada. A associação destes

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dois nomes resultou em Jesus - no latim, Iesus (I, de Iupiter, e esus, de Zeus), ou Jesus, em português -, a designação de uma entidade representativa de um deus supremo, um Jesus considerado como deus todo-poderoso. Desta sincrética - e, por isso, promíscua construção, gerada por força de um acordo político é que provém a afirmação de que "Jesus é Elohim". Rendeu-se culto a um deus do Olimpo, uma entidade mitológica pagã, a que se atribuiu um nome próprio e composto : Jesus. Esta simulação - que permitiu atrair os adoradores de entidades helênicas e do Sol (romano) - é conhecida, na História, pela designação de "sincretismo". Perpetrou-se essa blasfêmia, em 383 E.C., na versão latina do Evangelho de Mateus, que, originariamente, fôra escrito na língua hebraica. Surgiu, assim, na Vulgata. Desde então, multiplicou-se em todas as versões modernas das Escrituras Sagradas. Quem reza, portanto, para Jesus(TENDO CONSCIÊNCIA DO VERDADEIRO NOME) não está orando para IESHUA. IESHUA e Jesus são nomes inconciliáveis. Não pertencem à mesma pessoa. O Messias, o Filho do Eterno, é IESHUA de Nazareth. (1) A letra hebraica que está presente no tetragrama é "hei" (h), e não a letra "het" (j : pronuncia-se rét), também do alfabeto hebraico, mas que se translitera como r. A letra "hei" tem som de e (o h é mudo), ao passo que a letra "het" tem som de r. (2) Em outras palavras, não é possível escrever, em português, um nome hebraico. Mas, é possível escrever o som do nome hebraico, em português ! A isto denomina-se transliteração. (3) Fosse o caso de transliterar-se o nome do Messias para a língua inglesa, a forma correta de fazê-lo seria "Yoshua", com y e não com i, já que naquela língua, o som "i" deve escrever-se com y ; a letra i, em inglês, tem o som de "ai", diferente do som inicial do nome hebraico do Messias. (4) Este é o motivo por que, em alguns escritos hebraicos, o nome do Messias é grafado ucy. (5) No nome do Filho de Elohim, aparece a letra hebraica "hei" (h), não o "het" (j), e, por isso, a pronúncia correta do nome do Messias é Yeshua, ou Yehoshua (a forma seria Ieoshua, mas, como os sons e e o são átonos, isto é, fracos, os dois sons se unem em um só, aglutinam-se, e a pronúncia acaba por ser Ioshua). (6) A letra hebraica que integra o nome do Messias é "hei" (h, cuja pronúncia é "êi" ou "ê"), diferente da letra "het" (j), cuja pronúncia é "rét" e se translitera por "r" ou "rr". Não cabe, pois, pronunciar o nome do Filho de Elorrim como "Ierroshua", já que a forma fonética adequada corresponde a "Ieoshua", ou, ainda mais corretamente, "Ioshua". (7) A mudança operada equivale a chamar Pedro de Joaquim ! Você quer se referir a Pedro ? Não o chame de Joaquim ... (8) Assistente de Moshé, servo do Eterno, que comandou a entrada de Israel na Terra Santa. (9) Anagrama é uma palavra formada com as mesmas letras de outra.

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A única Bíblia que mantém a verdade sobre o nome do Eterno é a Bíblia de Jerusalém (tradução Católica), abaixo no rodapé, o leitor poderá notar que o tradutor reconhece a origem do verdadeiro Nome do Messias. Quando IESHUA apareceu a Saulo, no Caminho de Damasco, Ele perguntou: Saulo, Saulo, Porque me persegues? E o Senhor falou em língua hebraica, Eu Sou IESHUA a quem tu persegue e não, Jesus a quem tu persegues, essa tradução foi confirmada pela sociedade bíblica do Brasil, ao lhe questionarem sobre o assunto, carta datada 27 de Abril de 1994, sua resposta foi seguinte: “Finalmente, visto que a voz falou em hebraico, usou o nome hebraico YESHUA, é assim que se grafa o nome de Jesus no novo testamento traduzido para o hebraico.” Apesar do Sr. Wilson Lazarini, não ter o conhecimento sobre o assunto, pesquisado com os donos da casa os próprios Israelitas Judeus, ele admite que o nome seria IESHUA, maneira como se fala. Ao fazer a faculdade de teologia, aprendi que o Novo Testamento foi escrito em Grego pelos discípulos, entretanto,em estudo posteriores, descobri que a cópia original do Livro de Mateus, foi escrita em Hebraico. Essa verdade, foi a firmada pelo próprio Jerônimo, em sua obra “VIRIS ILUSTRIBUS”. No futuro mais adiante, por volta do ano 2000, eu estava em Brasília, por volta da inauguração da revista Judaica BEIT ISRAEL, a revista ALYAH LETORAH, Pág.10 li a respeito de uma descoberta em Israel, que fará muitos teólogos mudar suas considerações e argumentações infundadas. Trata-se da descoberta das cartas de Paulo, que tem o nome hebraico Shaul, descobrindo que suas cartas foram escritas em hebraico e não no grego, isso é uma bomba para o novo século e novo milênio que se inicia, o trecho que euforicamente a revista noticiava era a seguinte: “A CARTA HEBRAICA MAIS ANTIGA FOI DESCOBERTA EM VIENA O jornal de Israel, Há´Aretz, informou que a carta hebraica mais Antiga, conhecida até hoje, foi descoberta na coleção dos escritos Papiros, mais importante do mundo, que integra o acervo de Vie-Na, Áustria. Trata-se de uma carta de Shaul, um judeu que se tornou conhecido como Apostolo Paulo, escritor de várias cartas do Novo Testamento. Deverá ser surpreendente papa os Cristãos, o Fato dele ter escrito suas cartas em Hebraico, o idioma que ele Usava como língua materna e na qual afirmara ter ouvido, uma Voz lhe falando desde o céus(Atos 21:40; 22:2; 26:13,14). Essa Noticia decerto , causará pânico em muitos teólogos Cristãos, que afirma jamais ele escrevera em hebraico, mas, unicamente, em grego.” Nova Versão da Bíblia Resgata Raízes Hebraicas do Novo Testamento Para o pesquisador James Trimm que coordenou o trabalho de tradução e publicação, "o Novo Testamento foi originalmente escrito em hebraico e aramaico e depois traduzido para o grego, latim, e outras línguas." Segundo ele, durante o final do primeiro e o início do segundo século houve três grandes revoltas judaicas contra Roma. Em conseqüência disso, aumentaram as atitudes

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anti-judaicas no Império Romano. O apoio aos judeus e práticas judaicas passou a ser interpretado como deslealdade à Roma. Foi então que festivais e costumes gentios substituíram os festivais e costumes bíblicos judaicos, como, por exemplo, a santificação do sétimo dia da semana como sábado do Senhor. Finalmente, de acordo com James Trimm, "as traduções gregas do Novo Testamento foram declaradas como sendo as originais, retirando Yeshua, seus emissários e sua mensagem, de suas línguas originais judaicas, o hebreu e aramaico." "Os livros do Novo Testamento foram reorganizados por Roma colocando as epístolas gentias de Paulo à frente das epístolas judaicas, embora anteriormente as Epístolas de Paulo fossem colocadas após as Epístolas Judaicas." Conseqüentemente, esclarece Trimm, os cristãos começaram a basear sua fé sobre as versões re-organizadas gregas e latinas do Novo Testamento e nas sobre as versões reorganizadas gregas e latinas do Novo Testamento e nas traduções feitas do grego em outras línguas. "Mesmo as edições Messiânicas Judaicas tais como o Novo Testamento Judaico e a Versão Ortodoxa Judaica usaram como fonte o texto grego do NT e seguiram a nova ordenação dos livros feita por Roma", lamenta. As Escrituras de Estudo Versão Raízes Hebraicas (HRV), cujo lançamento acontece em junho, serão a primeira edição Judaico-Messiânica da Bíblia, que baseia seu texto no hebraico e o aramaico originais do Novo Testamento, que identifica os personagens e locais bíblicos segundo seus nomes originais e que restaura os livros do NT à sua ordem original dos manuscritos. A HRV contem também o primeiro Estudo Bíblico Messiânico completo com 20 páginas de diagramas, cartas e mapas coloridos. E também apresenta uma longa introdução que detalha e documenta a origem hebraica e aramaica do NT, dos textos de fonte hebraica e aramaica, e da ordem original dos manuscritos do NT. A revista Teológica do SALT do IANE, artigo escrito por Reinaldo W. Siqueira – Ele argumenta sobre este nome, intitulando o seu artigo: Era seu nome IEHOSHUA ? Antes porém, de contra argumentarmos, desejo citar a posição de um Pastor Adventista Israelita, que mora em Jerusalém(Revista Adventista, dezembro de 2000), ao lhe questionar sobre o trabalho evangélico naquela região, o mesmo disse: Que é difícil para um Judeu aceitar Jesus como salvador. De fato querido leitor, judeu bem sabe da origem pagã do deus solar deste nome, querer ensinar para um judeu Jesus é o Senhor, é tarefa impossível, pois eles só conhecem YESHUA, o que morreu pelos pecados do homem, o quão Eterno fez salvador e Senhor. Durante o período em que freqüentei algumas Sinagogas, São Paulo, Brasília etc... o pensamento dos Rabinos são unânimes, em relação a origem pagã do nome católico Jesus. Todavia, o argumento que o nome Latino IESUS, que aparece na vulgata do Bispo Jerônimo, não foi inventada ou criada por ele, mas é simplesmente uma transliteração natural do grego: Para a escrita latina, ou seja: IESUS = JESUS

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A essas alturas, o leitor já sabe, que isso não é verdade, visto que a forma original da Septuaginta é supostamente uma farsa feita no terceiro século, informada pela Enciclopédia Britânica Foi adulterada: Rabinos, Bispo Ortodoxo, Enciclopédias e a própria descoberta do Novo Testamento em Hebraico confirma isto. Por conseguinte, o nome grego, jamais foi transliterado e sim transmutado como já vimos anteriormente. O articulista menciona: “ O nome de IESHUA da tradução hebraica para o grego, na septuaginta, Josué é sempre referido como IESUS.” Aqui ele parece apresentar uma neuro- Lingüística, meia verdade, não é igual a verdade completa, pois em Zacarias 3:8, profetiza o nome do renovo, que é o Messias do Novo Testamento, o seu nome ali estava profetizado em Zacarias 6:11,12. Sendo Josué o nome do Renovo. Este seria o nome em Português mais aproximado. Ao abri a bíblia em Hebreus 4:8 “ Se Josué houvesse lhe dado descanso...........” exatamente essa palavra, precisava saber como foi traduzida para o grego, qual foi minha surpresa Quando abrir a minha bíblia grega, e la estava: Em outras palavras, o tradutor não tem tradução para esta palavra, ficando duas traduções para um único nome ou seja eles traduzem: IESUS = JESUS e IESUS = JOSUÉ, que coisa estranha, duas traduções para um único nome! Não dá pra desconfiar? Alguma coisa esta errada! E porque eles não preservaram nome de Josué, na tradução, estaria mais correto... se a profecia assim profetizou o NOME do Eterno, porque eles não obedeceram ao original, preservando Josué em vez de Jesus? O dedo de Roma jamais deixaria isto acontecer, Roma de tudo sabia, mas o que é difícil de aceitar é ter quem os defenda, teólogos Cristãos aparentemente comungando de uma luz evangélica, defender tanto um sistema, no qual foi revelado a João em Patmos Apc 17:2, “Deu a beber a todas as nações do vinho da ira de sua prostituição.” Os Evangelhos e as cartas de Paulo todas foram Escritas em Hebraico, descoberta que deveria envergonhar os defensores daqueles que dizem: “Que ainda que Jesus tenha falado e pregado no Aramaico, lido a TORAH no hebraico, os livros do Novo Testamento todos foi escrito em grego.” Até o Bispo reconheceu que o evangelho de Mateus em sua obra Viris Ilustribus, foi escrita em hebraico.

Obs( AS FORMAS DO NOME QUE ORA APARECE NESSA APOSTILA, COMO IAUHUSHUA, ERA FORMA ANTIGA DO TEMPO DE MOISES IEHOSHUA, FORMA CHAMADA DO CATIVEIRO BABILÔNICA, IESHUA FORMA CHAMADA NOS DIAS Do Messias E DOS APÓSTOLOS. Conclusão: Os primeiros Cristãos eram Judeus, e se eu for Grego ou Romano, Etíope, Fenício ou qualquer outra língua falada em Roma, para Zombar de um individuo que se reúne secretamente e só os iniciados tinham direito de participar dos cultos e se eu quero zombar destes indivíduos teria que fazer numa linguagem bem familiar aos seus ouvidos, a forma IE= deus Sus = cavalo em hebraico, ao ouvir estes sons, no coração dos adoradores do

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Messias IESHUA era uma blasfêmia, ofensa que continuou durante séculos, até a época do Bispo Jerônimo. Lembre-se a bíblia que você tem em mãos, é uma cópia desta vulgata traduzida por ele, motivo pelo qual esconde tantas adulterações, aproximadamente em torno de quatro mil, No livro de Enoque da editora Hemus confirma este fato nas páginas 12, 13 “ É preciso lembrar que os sucessivos concílios mudaram em muito a estrutura dos textos que figuram na Bíblia, e que inclusive cerca de três mil alterações foram introduzidas quando da publicação da vulgata.” Não podemos esquecer que não é somente quatro evangelhos, mas estes quatro Mateus, Marcos, João e Lucas, foram selecionados pela Igreja Católica e os outros evangelhos que também foram escritos pelos apóstolos foram considerados apócrifos, esta informação foi passada pelo jornal a Tarde dia 20/02/1994. Eis o texto na integra: “Foi no ano 325 depois do Messias que os textos evangélicos foram separados. Dos 50 textos existentes, apenas quatro foram escolhidos(canônicos), recusando-se os demais(Apócrifos). Isso aconteceu no concílio de Nicéia. Por que não considerar todos como fontes dignas de Crédito?” .Segundo os Rabinos Judeus, que estarão lançando muito em breve o livro: “ As Adulterações da Bíblia” Por conseguinte, apesar tudo, a Bíblia jamais deixará de ser a Palavra do Eterno, ela foi inspirada por Elohim de tal maneira, com tanta sabedoria, que mesmo os adulteradores não conseguiram esconder a verdade que Salva, Oh! Glória ao Eterno! Isaias 52:5,6 O Senhor dos Exércitos já sabia de tudo, e em sua onisciência disse: “ O meu Nome é blasfemado incessantemente todos os dias, mas o meu povo conhecerá o meu Nome.” Eu sei que é chocante saber essa verdade, porém não estou apresentando aqui uma nova luz, mas uma antiga verdade. Durante 2000 anos, o inimigo das almas, simplesmente ocultou de nossos olhos, todavia o conselho do Senhor a Igreja de Laodiceia é: “Aconselho-te que de mim compre colírio para que vejas...” Apc 3:18 O próprio Lutero não teve toda Luz na sua época, e o mesmo declarava que havia muito que aprender e de reformar...até mesmo Daniel, nas Visões mostrada ao profeta no rio Hidiquel e Ulai (Terra Shinaar) não compreendeu tudo: “ Eu ouvi mas não entendi....”Daniel 12:8. Assim também Ellen White, nem toda luz foi a ela revelada, mas poderosamente foi usada por Elohim para preparar um povo para o tempo do fim. “Não há desculpas para qualquer um que tomar posição que não há mais verdades a serem reveladas, e que todas as nossas exposições da Escritura estão sem um erro. O fato que certas doutrinas tem sido mantidas como verdadeiras por muitos anos pelo o nosso povo, não é uma prova que nossas idéias sejam infalíveis. O tempo não gera erro na verdade, e a verdade tem o poder para ser justa”. (Review and Herald 20.12.1892) O Altíssimo não leva em conta, o tempo da Ignorância, pois tenho orado toda a minha vida para Jesus, e Elohim tem atendido as minhas orações, amado esse nome, é difícil aceitar essa verdade. Entretanto, O Senhor nos trata segundo a Luz que recebemos. Porém, ao receber conhecimento e entender uma antiga verdade, seremos responsáveis pela luz que recebemos. Eu porém já fiz minha escolha, o caminho estreito. Durante anos tenho pesquisado a esse respeito, orado, e não posso ficar calado, pois o seu sangue será cobrado de mim. Imagine Shaul (Paulo) dentro de uma Sinagoga (Atos 18:4) mista, entre Judeus e Gregos,debaixo do mesmo teto, pregando o suposto nome IESUS = Jesus, seria uma confusão, primeiro os Judeus zelosos e conservadores se escandalizaria e os Gregos ficariam confuso, pois Esus é o deus mercúrio dos Romanos! Graças Ao Eterno, agora

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sabemos, que Shaul não pregava Jesus e sim Yeshua. “ O fato chegou ao conhecimento de todos os Judeus e Gregos que moram em Êfeso. A todos sobreveio o temor, e o nome do Senhor Yeshua era engrandecido. (Atos 19:17) Que confusão seria se para o Judeus fosse Yeshua, como se fala e para os Gregos IESUS, não faz sentido. Estive New York, Roma dos dias atuais, na sala de aula de Phlebotomia, com os nossos professores e amigos de todas as nações, ali tinha Filipinos, Russos, Africanos, Libanês etc..apesar de ser brasileiro, e de ter um nome Francês, na chamada de classe, era pronunciado o meu nome próprio: Robespierre, e todos me conheciam pelo meu nome, pessoas de todas as nações, pois nome não se traduz. Como posso eu admitir que fosse diferente na época de Paulo? Não foi.... “Estas coisas tenho escrito, que creia no nome do filho do Eterno, para que tenha a vida eterna”.I S. João 5:13. Um exemplo simples de transliteração é o nome de meu amigo, Muammar al Qadaffi se transliterarmos para o Português, ficaria Muamar al Cadafi, o som não mudaria somente a escrita, foi o que não aconteceu com o nome do Salvador, não transliteraram e sim trasmudaram. Em qualquer língua do mundo, Jesus continua sendo o mesmo nome Jesus, Inglês, Francês, Italiano, Libanês, etc.. Porque então esse nome não foi transliterado para cada língua, mas continua da mesma forma Jesus? Um exemplo bíblico de transmudação, aconteceu com Daniel, quando cativo pelos babilônicos, Dan 4:8 Nabucodonosor mudou o nome de Daniel, para o nome de um dos seus deuses: “Mas por fim, Daniel veio após mim, cujo nome era Belthesazar, de acordo com o nome de meu deus....”(Dan 4:8). Assim também, a grande babilônia de nossos dias tem mudado o nome de nosso Elohim, dado a beber a todas as nações, Apc17:2. Jesus Cristo é por ela apresentada com uma aureola ou sol envolta de sua cabeça, que era a figura do deus solar, conhecida pelo antigo sistema pagão de adoração ao sol, conhecida como Sagrada Família: Observe o sol Envolta sua cabeça:

Todos considerados Santos esse prevalece, observe:

mesmo

sol

Em Êxodo 23:13 “ Em tudo que vos tenho dito, andai apercebidos; do nome de outros deuses nem vos lembreis nem se ouça em vossa boca.” Em Salmos 16:4. “ Muitas são as penas dos que trocam o Senhor por outros deuses; não oferecereis as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão o seu nome.” Oseias 2:16-17 “Naquele dia diz o Senhor, me chamarás: Meu marido; não me chamarás mais meu mestre. Das suas bocas tirarei os nomes dos baalins, e os seus nomes não virão mais em memória.”

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ESVS: A ARQUEOLOGIA PROVA O NOME MITOLOGICO DO SOL ERA ESTE.
Atualmente os Rabinos ortodoxos de Israel perseguem ferozmente quem aceita Ieshua como o Messias, ameaçando até mesmo de perder a cidadania. Aqui no Brasil e em qualquer parte do mundo não é diferente, ao aceitar Ieshua as igrejas ficam furiosas, é como se trouxéssemos fogo estranho para a congregação. Faça um teste, vamos que você admita o nome Jesus, mas naturalmente continue a falar Ieshua dentro da igreja, não vai muito longe pouco tempo você será expulso daquela igreja, esse nome é insuportável no meio evangélico e em geral...temos dezenas de relatos de pessoas em culto de oração nas igrejas evangélicas que ao falar o nome do messias Ieshua logo, logo segue uma repreensão ... Estas pessoas desconhecem que o termo Anti-semita vem do Hebraico Shem, que é igual a nome. Shem foi o primeiro filho de Noé. A expressão Anti shemita ou anti semita, significa aquele que se opõe ao nome do messias, dessa palavra que se originou anti-Cristo ou seja Anti-Cristo é aquele que é inimigo do nome do Messias, este é espírito do Anti Cristo. Estava em Fortaleza e visitei a Europa Nordestina “Guaramiranga” é realmente impressionante e bela. Passei por um colégio dos Jesuítas e resolvemos como grupo, de visitar o local. Ao descer as escadas daquele enorme colégio me deparei com uma placa que dizia: “Jesus o verdadeiro nome do Messias.” Verdadeiro?

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Epílogo Querido leitor, ao voltar YESHUA para levar sua Karra( Igreja), duas classes distintamente aparecerão: Os que guardam os mandamentos do Eterno e tem o testemunho de IESHUA(Torah), e os que não guardam, Qual lado você vai ficar? Lembre-se que o nome do messias foi profetizado que seria Ieshua, Ele nasceu com nome de Ieshua, Ele cresceu em Nazaré com o nome de Ieshua, viveu sua adolescência com o nome de Ieshua, Seus Apóstolos lhe chamavam Ieshua, o povo conhecia Ele como Ieshua, Ele morreu como Ieshua, ressuscitou como Ieshua, subiu aos céus como Ieshua e agora Ele vai voltar como Jesus? Claro que não! Seja a decisão que tomardes em sua vida, isto pesará para sua vida eterna... Que Elohim te abençoe e lhe dê forças, para guerra, que já estamos travando há dois mil anos, o no momento da prova não negue o Sagrado Nome de YESHUA

O Que Diz O Espírito de

Profecia

Descrença induz a resistência à verdade. Preconceito induz a resistência à verdade. São bloqueios que deve a todo custo ser eliminados. São, em todo sentido, prejudiciais no estudo e ] relações humanas. Os fatores principais destes bloqueios são os nossos egoísmo e orgulhos. Orgulho profissional, intelectual, denominacional, espiritual se são escondidos nos recessos da alma. Todas estas qualidades negativas são altamente prejudiciais, pois. estudo teológico e escatológico. "São perigosos".Mais alguns textos Inspirados são extremamente valiosos: Veja o que diz a REVIEW and HERALD , 20-12-1892. “Não há desculpas para alguém tomar a posição de que não há mais verdades a serem reveladas, seja ele quem for, nem a de que todas as nossas explicações da Escritura estejam sem erro. O fato de certas doutrinas terem sido mantidas por muitos anos pelo nosso povo, não é prova de que nossas idéias são infalíveis. O tempo não pode tornar erro em verdade, e a verdade tem recursos para ser exata. Nenhuma doutrina verdadeira perderá qualquer coisa ao ser submetida a investigação rigorosoa.” Testemunho para Ministro, pág 105... “Não podemos manter a idéia de que posição uma vez tomada, uma ideai uma vez advogada, não deve, sob quaisquer circunstâncias, ser renunciada. Somente a Um que É Infalível.” Testemunhos Para Ministros pág. 105

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“ Temem alguns que se reconhecerem estar em erro, ainda que seja num só ponto, outras mentes poderão ser levadas a duvidar de toda a teoria da verdade. Por isto tem achado que não se deve permitir a investigação, pois poderia levar a dissensão e a desunião. Contudo, se este for o resultado da investigação, o quanto antes vir melhor.” O Grande Conflito, 602 A Igreja Romana reserva ao clero o direito de interpretar as escrituras, sob o pretexto que unicamente os Padres podem entender e interpretar a bíblia. E há milhares que não ousa receber coisa alguma contrária seu Credo, ou o ensino adotado por sua Igreja, por MAIS CLARO QUE ESTEJA REVELADO NAS ESCRITURAS...” Conclusão Final, Em uma Entrevista feita com um professor de Teologia perguntaram: Essa transliteração do nome Hebraico Yeshua para Iesous nos escritos gregos era conhecida dos Judeus? Acontecem em algum outro escrito além da septuaginta? A sua Resposta foi que o nome Jesus era muito popular entre os Judeus até o inicio do segundo século. Segundo a carta de Aristeas. Após lê essa apostila o leitor esta ciente que isso não é verdade, pois Deocleciano Imperador Romano de 303 a 313, mandou queimar todos originais hebraicos e a carta de aristea sobre a septuaginta é uma farsa leia as paginas. Outra colocação que o articulista faz na sua entrevista é “Nos escritos rabinos Jesus de Nazaré é quase sempre chamado de Ieshu e o talmude usa esse nome apenas em referência a ele.”Ieshu é igual o messias cego, os rabinos usavam essa expressão como forma de zombaria.” Outra colocação do Milton torres é sobre o Papiro Oxyrhynchus (4816) empregam a forma grega já no sexto seculo antes do Messias e outros papiros semelhantes a estes com o nome de Iesus, Respondo : Se isto fosse verdade cadê a prova? porque na bíblia grega em Neemias 11:26 O Nome Yeshua foi transliterado corretamente para IESUA e não IESUS? Como pode haver duas transliterações para o mesmo nome? Sendo IESUA cumprindo as exigências da transliteração e a outra IESUS fugindo da regra lingüística da transliteração nome que pelo Romanos era familiar aos seus ouvidos... não dá pra desconfiar? O Objetivo de nosso trabalho é exaltar o verdadeiro nome e seu sentido espiritual provado nessa apostila exaustivamente. 1) Não há desculpas para aqueles que helenizarem o nome do salvador Ieshua para Iesus sem lhe dar uma outra conotação ou sentido diferente e os rabinos judaicos sabe disto muito bem...eles fizeram isso já nos primeiros séculos, chacotando dos Judeus messiânico chamando o messias Ieshua para Ieshu, o messias cego. 2) Quem me prova que a datação destes papiros estão corretos? 3) Se a forma de datação for o carbono 14, já se provou esse método por se mesmo não confiável. Exemplo disto temos castelo na França que tinha 600anos e o carbono 14 datou 789 antes do Salvador. O pastor Orlando Hitter no IAE São Paulo meu professor de ciência e religião rechaçou a respeito disto claramente sobre não confiar no carbono 14 como forma de datação.

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4) O certo é babilônia está sendo desmascarada com suas Filhas e o Eterno precisa de homens, que não se compre e não se venda. Homens que não façam concessão a Roma, homens mais fiel ao dever do que a bussola o é ao Pólo. 5) Seja qual época for a transmutação não deixarás de ser uma transmutação ou antes do Messias ou depois dele , ou em qualquer papiro que seja o nosso salvador é Judeu e não grego e seu nome não é Jesus mais eternamente YESHUA....... AQUI ESTA MINHAS PALAVRAS FINAIS QUERIDO LEITOR! POR QUE TANTA GUERRA CONTRA O VERDADEIRO NOME, POR QUE ESTES INDIVIDUOS EM VEZ DEFENDEREM O VERDADEIRO NOME FAZ UMA GUERRA TERRÍVEL PARA DEFENDER UM NOME LATINO JESUS QUE É UM SIMPLES APELIDO, TRANSMUTADO DE DEUS PAGÃO...? NÃO DÁ PRA DESCONFIAR? VEJAMOS AGORA O QUE DIZ OUTRAS COMUNIDADES SOBRE O NOME COMO A COMUNIDADE: [Da série-estudo O RESPLENDOR DA VERDADE II, da Comunidade Yehoshua no Brasil]

A FORMULA BASE DO ECUMENISMO SEGUNDO A CNBB(CONSELHO NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL) É EXATAMENTE 3 COISAS: O BATISMO, O NOME JESUS CRISTO ... VEJA VOCÊ MESMO NO LIVRO LANÇADO PELA EDITORA PAULUS: “ A Base- de acordo com a “formula-base”, aprovada em Amsterdã e completada em Nova Délhi, o conselho mundial de Igrejas é uma associação fraterna de Igrejas que confessam o Senhor Jesus Cristo” “todas as igrejas Cristãs que concordarem com esta declaração podem aderir ao CMI(conselho mundial de Igrejas” “Jesus cristo liberta e une” “NO decreto de Ecumenismo, os padres conciliares afirmaram: aqueles que crêem em Cristo e foram devidamente batizados em comunhão, embora não perfeita, com a igreja católica, no entanto justificado pela fé no batismo,eles são incorparados a Cristo, e por isso, com razão são merecidamente reconhecidos como filhos da Igreja católica apostólica Romana, como filhos da Igreja. Guia Ecumênico, estudos da CNBB, Ed. Paulus Pág. 117,122 e 218. Sabemos que os apóstolos eram hebreus e sabemos também que a salvação vem dos judeus (João 4: 22) e que, o Novo Testamento, com exceção das cartas de Paulo, foram escritos em aramaico e posteriormente copiados para o grego. Os manuscritos mais antigos do Novo Testamento, são datados do ano 340 a.D.. São os VATICANUS. Esses CODEX são escritos em grego. Não são os originais escritos pelos apóstolos, mas são cópias posteriores. Vejamos o que a história nos relata:

“A última, a mais sistemática e a mais terrível de todas as perseguições (à Igreja), deu-se no governo de Diocleciano de 303 a 310 ª a.D.. Em

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uma série de editos determinou-se que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados” (Jesse L. Hurlbut - História da Igreja Cristã, pág. 53 - Ed. Vida). “É bem verdade que a missão cristã se beneficiou de um contexto histórico e geográfico privilegiado” (Pierre Pierrard – História da Igreja, 25 – Ed. Paulinas).

O que outros pensadores, teólogos e filosofo Pensam sobre estes assuntos:
Que contexto histórico “privilegiado” seria esse mencionado por Pierre Pierrard em seu livro? “Duchesne tinha razão ao dizer que o Império Romano foi a pátria do cristianismo. Foi Roma quem indicou à Igreja suas primeiras fronteiras” (Pierre Pierrard – História da Igreja, 25 – Ed. Paulinas). Já vimos alhures que por volta do ano 180 a.D., Clemente de Alexandria já demonstrava através de sua escola, que a “sabedoria” antiga possuía “concordância” com o Evangelho. Ele aproximava a Bíblia dos poemas de Hesíodo e Homero. Foi S. Clemente, Orígenes e seus seguidores que “fazia de todos os deuses – inclusive o deus dos judeus e o deus dos cristãos – uma mesma divindade pantéia”. Foram os copistas: Clemente de Alexandria, Orígenes, Apolônio de Tiana, Numênio e outros, que copiaram as Escrituras do Hebraico e Aramaico e formaram diversas versões ou cópias em grego. E como todas as escrituras originais foram destruídas por Diocleciano (303310 D.C.), permaneceram as cópias deturpadas. Posteriormente Constantino Magno determinou que Eusébio, bispo de Cesaréia, ordenasse os Cânones Gregos em número de dez; isso tudo, seguindo a linha filosófica constantiniana, é claro. Até porque todos os originais, Diocleciano, pai de Constantino, já havia mandado queimar... Por que Roma rejeitava tudo que tivesse sabor de cultura hebraica? Não somente a Roma Imperial, que crucificara o Messias através de Pôncio Pilatos e destruíra Jerusalém no ano 70 D.C.; mas quero me referir aqui principalmente a Roma Papal, sucessora dos césares, que foi quem mais queimou judeus em suas fogueiras... Será que era evangelizando? Sabemos que Constantino, que dizem ter se "convertido" ao Evangelho, seguia a mesma linha autoritária de Diocleciano, seu pai. Assim, o próprio S. Jerônimo, quando traduziu a Vulgata Latina, ele se serviu dos Cânones, que no grego, já haviam sido deturpados por Clemente de Alexandria, Orígenes, Apolônio de Tiana, Numênio e posteriormente pelo próprio Eusébio, que a mando de Constantino organizara os Cânones. O próprio S. Jerônimo, em sua carta ao Papa Dâmaso, no ano 384 D.C., reclama das muitas mudanças nos próprios CÓDICES gregos, dos quais ele se serviu para traduzir a Vulgata Latina. Se os estudiosos e eruditos acharem que estamos mentindo, então, que provem o contrário. Sabemos que Roma nunca aceitou nada que viesse dos judeus, por isso, matava todos os judeus. Na face da Terra nunca existiu um povo mais antisemita do que os romanos; porque Roma sempre foi uma afronta a Elohim. Cabem Aqui, algumas perguntas pertinentes:

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1 - Não foi Roma quem inspirou Hitler em seu anti-semitismo insano? 2 - Que moral tem Roma para hipocritamente falar hoje em "direitos humanos"? 3 - Como S. Jerônimo traduziu o nome "Jesus" para a Vulgata Latina? Jerônimo serviu-se dos Cânones gregos, onde, como vimos, o nome já se encontrava alterado: Iesous = Jesus. Por que Jerônimo não transliterou o nome Yehoshua diretamente do hebraico para o latim? Por que se serviu ele do grego, quando “A salvação vem dos Judeus” João 4: 22? – O Serviço de Pesquisa da Enciclopédia Barsa, nos transcreve uma antiga e significativa carta de S. Jerônimo ao Papa Damaso, a qual, foi colocada a guisa de Prefácio da antiga traduçãorevisão dos quatro evangelhos (a denominada vulgata), no ano 384. Nesta referida carta, S. Jerônimo assim se expressa: “Jerônimo ao Beato Papa Damaso, Obrigas-me a fazer obra nova duma antiga, assim que, depois de já espalhadas cópias da Escritura por todo o mundo, me vejo na contingência de tomar assento, feito um árbitro... Trabalho que me é imposto pela piedade filial para contigo, mas que não deixa de ser uma presunção: a de mudar (as palavras bíblicas a que já se acostumou) a língua do ancião – é forçar um mundo já entrado em anos e retornar aos rudimentos próprios da infância!... Pois qual será o douto – ou igualmente o indouto que, havendo tomado nas mãos o volume e percebido que o que ali vai lendo é de sabor diferente daquele a que uma vez se habituou para sempre, não há de prorromper em imediato protesto, gritando que eu, falsário, sou um sacrílego cuja ousadia chega a ponto de em livros tradicionais (as Escrituras) fazer acréscimos, mudanças e correções!?”(Extraída de Introdução a Bíblia, de Caetano M. Perrella, C. M. e Luigi Vagaggini, C. M. edição da Editora Vozes Ltda.). [Da série-estudo O RESPLENDOR DA VERDADE II, da Comunidade Yehoshua no Brasil] Recentemente, um livro lançado por Josué Paulino: “A verdade e o Mito” argumenta que o nome Yeshua é igual a Jesus, apesar de fazer toda argumentação sobre o paganismo envolvendo o nome de Jesus, ele afirma que o nome de Yeshua é igual a Jesus. Contudo, ele esquece de 3 coisas fundamentais:

1) A transliteração do nome Yeshua para Jesus é um fruto de uma transmutação, e não de uma transliteração como argumenta o autor. 2) Recentemente uma urna de madeira do primeiro ao segundo século encontrado no mundo arqueológico, noticiado largamente por jornais, revistas e televisão estava escrito: “Yacov filho de José irmão de Yeshua”. A urna encontrada retrata exatamente como se chamava no aramaico o nome do Salvador nos dias do domínio Romano do primeiro século da era Cristã. 3) A descoberta do Código Bíblico, onde constata que na Torah existe um código secreto colocado sobrenaturalmente pelo um ser Superior

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surpreendeu o mundo provando claramente que Elohim existe e é o Criador. O código é chamado em apocalipse Capitulo 5 o livro selado por dentro, funcionando unicamente no hebraico ao tomarmos por exemplo a primeira letra Beit e pulando 5 ou 10 ou 50, conjugando com outras letras encontramos toda a história da humanidade codificada. O interessante nisso tudo que em Isaias 53 está codificado o nome dos doze apóstolos e das três Mirians e o nome de YESHUA. 4) A forma plena do nome Yehoshua nada perde seu significado ao passar pela forma resumida Yeshua, uma vez que Ie= Eu sou Shua Salvação. 5) Afinal como Um eis Padre Brasileiro quer ensinar Hebraico para Israelitas que afirmam com palavras garrafais que no cativeiro babilônico era essa forma chamada Yehoshua, mas nos dias do Messias a forma era Yeshua e a arqueologia prova isso. Outro grupo argumenta que o nome não é nem Yeshua, Yehoshua, mas sim Yaurrushua, bem os argumentos acima deve silenciar esses grupos que inventam doutrinas, procurando fazer confusão... assim é o caráter de satanás. O nome é Y E S H U A e não há outro nome apesar que não é errado chamar os outros nomes antigos como Yehoshua e Yauhushua isso eu reconheço. Porém se você leitor se deparar com estes argumentos destes escritores e prevalecer duvidas em você consulte os donos da casa os Hebreus e confirme os fatos já argumentado e não FIQUE NA DUVIDA, POIS É DE ADMIRAR COMO BRASILEIROS QUE NEM DOMINAM O PORTUGUÊS CORRETAMENTE QUER ARGUMENTAR COM UMA NAÇÃO DONA DA LINGUA HEBRAICA ISRAEL E QUE AFIRMAM: O NOME É YESHUA.

Refutação para as 10 Principais Razões Para Crer que o Novo Testamento Foi Escrito em Grego: Por Edward Drinm

Os Manuscritos Semitas Por Sha'ul Bentsion Baseado em pesquisa do Dr. James S. Trimm O objetivo deste artigo é familiarizar o leitor com os diversos manuscritos semitas dos Ketuvim Netsarim (Novo Testamento) que existem na atualidade. Como boa parte do Cristianismo crê na errônea tradição romana de que tais textos teriam sido escritos em grego (vide nossos artigos acerca da primazia semita), pouco se conhece acerca dos manuscritos semitas. O conhecimento dos manuscritos semitas, e de sua origem, é de grande importância para que possamos evitar os erros de tradução que deram origem a tantos desvios teológicos da atualidade. Aqui exporemos um breve histórico dos manuscritos semitas mais importantes, os quais são base da nossa tradução dos Ketuvim Netsarim. Os principais descendentes dos textos originais semitas que sobrevivem hoje são: • As versões hebraicas Shem Tob, DuTillet, e Munster do Sefer Matitiyahu (Livro de Mateus)

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• A família de textos aramaicos chamada de "Siríaco Antigo" dos 4 livros das Boas Novas • A Peshitta aramaica, que contém fundamentalmente o texto quase completo dos Ketuvim Netsarim (Novo Testamento), a exceção de Kefa Beit (Segunda Pedro), Yochanan Beit eYochanan Guimel (Segunda e Terceira João), Yehudá (Judas) e Apocalipse • O manuscrito Crawford de Apocalipse O Manuscrito Shem Tob A versão hebraica de Matitiyahu foi transcrita por Shem Tob Ben Yitschak Ben Shaprut em sua obra apologétic Even Bohan, cerca de 1380 DC. Shem Tob teria usado um manuscrito antigo de Matitiyahu que descenderia do original. A obra de Shem Tob sobrevive através de manuscritos que datam de cerca dos séculos 15 e 16, Acerca do manuscrito Shem Tob, George Howard escreve: "...um substrato antigo do hebraico em Shem Tob é uma composição anterior, e não uma tradução. O substrato antigo, contudo, foi exposto a uma série de revisões de modo que o presente texto de Shem Tob representa o original apenas em forma impura." (The Gospel of Matthew according to a Primitive Hebrew Text; 1987; p.223) "Pode parecer pelo pano-de-fundo lingüístico e sociológico do Cristianismo primitivo e pela natureza de algumas tendências teológicas no Mateus de Shem Tob que o texto hebraico serviu de modelo para o grego. O presente autor está, de fato, inclinado a esta posição." (ibid p.225) "O Mateus de Shem Tob... não preserva o original em forma pura. Ele reflete a contaminação de escribas judeus durante a idade média. Contudo, partes consideráveis do original parecem ter permanecido..." (Hebrew Gospel of Matthew; 1995; p.178) A versão Shem Tob de Matitiyahu difere daquelas de Munster e DuTillet, as quais na maioria das vezes concordam entre elas. Qual seria então a utilidade de um texto como Shem Tob para o nosso projeto? Por conter parte da essência original, Shem Tob é utilizado não como texto primário para a tradução, porém como um testemunho adicional e critério de desempate em caso de discordância entre as demais fontes. Além disso, há um fator cultural importante em Shem Tob: por ser interpretativo em certas passagens, pode nos fornecer dados valiosos acerca de como uma passagem ou expressão era compreendida dentro da mentalidade judaica. O Manuscrito DuTillet A versão hebraica DuTillet de Matitiyahu vem do manuscrito que foi confiscado dos judeus por parte da Igreja Católica, em Roma, no ano de 1553. Em 12 de Agosto de 1553, o papa Julius III assinou um decreto banindo o Talmud de Roma. Tal decreto foi executado justamente num Rosh HaShaná, em 9 de Setembro, e qualquer coisa que se parecesse com o Talmud ou fosse escrita em caracteres hebraicos foi confiscada dos lares e sinagogas judaicas. Na ocasião, o bispo francês Jean DuTillet estava visitando Roma. Ele ficou espantado ao ver um manuscrtio de Matitiyahu em meio aos demais manuscritos hebraicos. Possivelmente, tal manuscrito pertencera a uma família de judeus nazarenos que haviam ainda permanecido apesar das perseguições. DuTillet obteve o manuscrito e

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retornou à França, doando-o para a Bibliotheque Nationale de Paris, onde permanece até hoje como ms. hebraico 132. Apesar de ignorado pela grande maioria da cristandade, muitos teólogos que avaliaram o manuscrito chegaram à conclusão de que o texto é anterior ao grego. Schonlfield, por exemplo, escreve: "... certas provas lingüísticas... parecem apontar que o texto hebraico [DuTillet] é anterior ao grego, e que certas renderizações do grego podem ser devido a leituras equivocadas do original hebraico." (An Old Hebrew Text of St. Matthew's Gospel; 1927, p.17) Os Manuscritos Munster O manuscrito Munster foi publicado por Sebastian Munster, um professor suíço de hebraico e aramaico, em 1537 (e republicado em 1557). A história de sua publicação é curiosa. Em seus livros acerca do hebraico, Munster freqüentemente dava exemplos vindos de um manuscrito hebraico de Matitiyahu que ele havia recebido de judeus nazarenos. Após diversas solicitações de seus alunos, Sebastian Munster então publicou o seu manuscrito. Em sua carta ao rei Henrique VIII, Munster afirma que o manuscrito que havia recebido não estava em estado perfeito de conservação, e possuia diversas lacunas no texto. Tais lacunas foram preenchidas pelo próprio Munster. Contudo, em 1551, Johannes Quin-Quarboreus de Aurila, professor de hebraico e aramaico na College de France, e colega de Sebastian Munster, publicou uma versão do manuscrito Munster na qual indicava e comentava o preenchimento das lacunas feito por Munster. De possa das anotações de Munster, e também tendo como fonte outros manuscritos hebraicos ao qual teve acesso, Quin-Quarboreus fez revisões ao manuscrito, corrigindo alguns dos preenchimentos feitos por Munster. Quin-Quarboreus afirma, no prefácio de sua edição do manuscrito, que o manuscrito de Munster e os demais manuscritos ao qual ele próprio teve acesso estavam em concordância com o manuscrito original em hebraico de Matitiyahu. O Manuscrito de Hebreus Na edição de 1557 do manuscrito Munster, também foi incluída uma versão hebraica do Sefer Ivrim (livro de Hebreus) que Sebastian Munster também obtera de judeus nazarenos. Ao contrário do manuscrito de Matitiyahu, o Sefer Ivrim obtido por Munster não possuia lacunas, e também apontava para um texto anterior ao grego. O Siríaco Antigo Um fato relativamente desconhecido para o Cristianismo é a existência de dois manuscritos antigos em aramaico dos 4 livros das Boas Novas, datando do século 4. O primeiro foi descoberto pelo Dr. William Cureton em 1842, num monastério no Vale dos Lagos de Naton, no Egito. Este manuscrito é conhecido como Codex Syrus Curetonianus, ou o Cureton, e se encontra no British Museum sob o número de 14451. O segundo foi descoberto pela Sra. Agnes Smith Lewis, em 1892, no monastério de Santa Catarina, próximo ao monte Sinai, no Egito. O manuscrito é conhecido como Codex Syrus Sinaiticus, ou Siríaco Sinaitico, catalogado como Ms. Siríaco Sinaitico No. 30. Segundo Cureton, tais manuscritos seriam baseados no texto original dos apóstolos. O Siríaco Antigo assemelha-se muito à Peshitta, contudo, a idade dos manuscritos e

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alguns fatores lingüísticos levam a crer que a Peshitta tenha sido uma revisão do Siríaco Antigo. O principal indício é o de que ambas as famílias de manuscritos possuem um aramaico bem próximo do dialeto galileu do primeiro século, e com forte influência do hebraico. Contudo, em alguns trechos, a Peshitta traz palavras que se aproximam mais do aramaico siríaco. Em tais trexos, o Siríaco Antigo preserva o dialeto galileu, dando fortes indícios de que a Peshitta deriva-se do Siríaco Antigo. A Peshitta O manuscrito dos Ketuvim Netsarim (Novo Testamento) da Peshitta é usado amplamenta nas comunidades nestoriana e jacobita do Oriente. Apesar de seus manuscritos datarem dos séculos 4 e 5, é possível comprovar que a Peshitta é anterior a tais datas. Uma das maiores evidências é o fato da Peshitta ser texto adotado por comunidades que foram rivais após o Concílio de Nicéia. Nenhuma das duas facções teria aceitado o manuscrito da outra. Portanto, é facilmente demonstrável que a Peshitta é anterior ao Concílio de Nicéia. Ao contrário do que alegam os que desconhecem a Peshitta, a mesma não se trata de uma tradução dos manuscritos gregos. Seus textos são por diversas vezes deveras diferentes das conhecidas famílias do grego, e em inúmeras passagens apontam para um texto sublinear ao grego - especialmente ao Texto Recebido, o qual deriva-se diretamente da Peshitta. Nas palavras do patriarca da Igreja do Oriente, Mar Eshai Shimun: "com referência à... originalidade do texto da Peshitta... desejamos declarar que a Igreja do Oriente recebeu as Escrituras das mãos dos próprios Apóstolos benditos no aramaico original, a língua falada pelo próprio nosso Senhor Yeshua o Messias..." O termo "Peshitta" significa "simples", e foi dado porque a Peshitta é uma compilação simples das Escrituras nas línguas semitas. Infelizmente, como a Igreja do Oriente não considera canônicos os livros de Kefa Beit (Segunda Pedro), Yochanan Beit e Yochanan Guimel (Segunda e Terceira João), Yehudá (Judas) e Apocalipse, os mesmos, à exceção do livro de Apocalipse, não foram preservados no aramaico original. O Manuscrito Crawford O manuscrito Crawford é bastante raro, e pouco conhecido. A forma como tal manuscrito chegou à Europa é desconhecida. O que sabe-se é que foi comprado pelo Conde de Crawford por volta de 1860. Desde então, tornou-se posse da conhecida John Rylands Library of Manchester, na Inglaterra. O manuscrito contém um texto completo da Peshitta, bem como as epístolas extra-Peshitta vindas do Peshitto (tradução ocidental do grego para o aramaico, feita para concorrer com a Peshitta), e uma versão exclusiva de Apocalipse, que não deriva do grego. Confirmado que essa versão de Apocalipse derivava-se da família dos manuscritos semitas, foi publicada em 1897 por John Gwynn. A Teologia Moderna ensina que o novo testamento foi escrito em Grego, eis aqui seus principais argumentos e a refutação feita atualmente baseada em fatos históricos e descobertas arqueológicas. Eles afirmam:

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1. os manuscritos mais velhos são gregos. RESPOSTA: Pra Falar a verdade as nossas cópias mais velhas do livro de Mateus está no Hebraico (o único livro do NT que nós temos em hebraico) e a sua datação é antes da idade média. E é verdade que a mais velha copia dos livros do Novo Testamento em Aramaico data antes do 4º século D.C Porém há alguns fatos importantes esses que fazem o argumento acima precisa considerar: Para começar precisamos entender que a descoberta do rolo do mar morto em 1947 é de fato o manuscrito mais antigo do TANAK(Velho Testamento) e eles datam muito antes da idade média. Contudo, a nossa cópia mais velha do Tanak, é oriunda da copia Grega dos LXX(septuaginta )que veio a nós no quarto século. Entretanto, ninguém argumentaria neste ponto que os originais do Tanak veio do Grego, como sendo o original do Tanak, mas do Hebraico. Porém, desde que as copias do mar morto foram encontradas a nossa tradução do Tanak continua a mesma as do LXX(septuaginta) do quarto século. Um Exemplo disto é que a nossa mais velha cópia do livro de Éster está no Hebraico, e veio muito antes da Idade média, e isto implica que a língua original daquele povo e o livro de e Ester era de fato o Hebraico e não o Grego. O tempo da composição do livro de Éster uma das mais velhas copias Hebraica foi por volta de 1500 anos . Assim sendo, o mesmo lapso de tempo na composição do livro de Mateus um dos mais velhos livros Hebraicos. O fato que a cópia deste livro tem um lapso de tempo de 1500 anos não anula a originalidade Hebraica do livro de Mateus. Embora não houvesse Papiros hebraicos do livro de Mateus, encontrado entre os Cristãos(Modernos) outros livros, como Isaias ou outro Papiro hebraico qualquer do Velho Testamento, também não foram encontrado entre eles . Isaias, è o único Papiro Hebraico encontrado entre os fragmentos do Mar Morto do Tanak, e não estava entre os livros descobertos entre os Papiros dos Cristãos atuais. Como poderíamos supor que o livro de Mateus em Hebraico ou qualquer outro livro Hebraico ou aramaico do Novo Testamento foi melhor preservado do que o Tanak ou seja os Livros do velho Testamento? Interessante é que os que encontraram os fragmentos do Novo Testamento e nada encontraram do velho testamento, porém somente o novo encontrando, isto não significa que o Velho foi escrito em Hebraico, como todos sabemos que de fato foi. O fato de não encontramos fragmentos do Novo testamento em Hebraico entre eles ou Aramaico, não é mais significante de que não termos encontrado fragmentos do Velho Testamento entre eles. O mais velho Papiro Grego que temos conhecimento do Novo Testamento é o Papiro P52 que são fragmentos de alguns versos do livro João. O estilo e a maneira destes versos suporta a maneira precisa dos velhos textos Síriacos Aramaicos, ou seja o estilo destes versos suporta a versão que são oriunda do Aramaico. A nossa cópia mais antiga do Novo Testamento Grego data quarto século e é tambem a mesma idade da mais velha cópia dos manuscritos aramaicos do Novo Testamento. Os originais em Hebraico e Aramaico do Novo Testamento jamais poderá ser disconsiderado ou refutado pelo fato de existir fragmentos de papiros gregos que pré datam da mesma época e data igual ao hebraico e aramaico.

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2- As citações Grega do Novo Tetamento são da Septuaginta “velho Testamento” Resposta : A) Atualmente descobrimos que a principal tendência do novo Testamento Grego veio do Hebraico o e Aramaico, que encontra harmonia com o texto Masotérico e da Peshita Aramaica Tanak. B) Falar que o texto veio da septuaginta, não prova e não significa que veio de fato da septuaginta. Copias hebraicas do livro do Tanak(VT) encontrado entre os rolos do Mar morto não se harmoniza com a septuaginta, mas sim com os manuscritos hebraicos. 3- Testemunhas e escolados PHD disseram assim. Resposta: Isto não quer dizer nada, pois outros PHD escolados e estudados no assunto disseram e afirmaram que partes do Novo Testamento foram escritos em Hebraico e Aramaico. 4- Lucas era Grego e isto implica que ele escreveu em Grego. Resposta: Atualmente sabemos que Lucas era Siriaco de Antioquia(Esebius; EccL. Hist. 3:4) assim, a sua linguagem nativa era o Siriaco, isto é um dialeto Aramaico. 5- Lucas e Atos foram escritos em Grego chamado “Theophilus”. Resposta: descobertas atuais mostra que Theophilus era um Judeu que foi sacerdote do ano 37 a 41 D.C (Josephus; Ant. 18:5:3) Um Siriaco convertido ao Judaísmo assim como Lucas e o sacerdote escreveram em aramaico. 6- O Grego era a língua Judaica naquele tempo. Resposta: O historiador Flavius Josephus no primeiro século(37-c. 100 C.E) testifica o fato que os Judeus do primeiro século falavam o hebraico. Ele testifica que o hebraico e não grego era a língua daquele lugar naquele tempo. Josephus fala a respeito da destruição do templo no ano 70 D.C e de acordo com ele os Romanos tinha tradutores Judeus que rogavam aos mesmo a se rederem na sua própria língua.(Guerras 5:9:2). Entretanto, Josephus nos da uma vislumbre da linguagem daquela época do povo Judeu do primeiro século naquele tempo: Precisamos ser grande artistas para entender a respeito dos gregos e compreender os elementos da sua linguagem, pois uma vez habituado a falar a nossa própria língua, eu não pronunciaria Grego com eximia exatidão, pois nossa nação não nos encoraja a aprender as muitas línguas das nações. (Ant. 20: 11:2). Como vemos, Josephus ajudou a entender claramente que os Judeus do primeiro século não falavam e nem compreendiam Grego, mas falavam em sua própria língua. As confirmações das palavras de Josephus é respaldado pela arqueologia. As inscrições encontrada nas moedas de Bar Kokhba são um exemplo disso. Estas moedas circulavam

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naquela época entre os Judeus durante a revolta de Bar Kokhba.(c.132 D.C). todas estas moedas estampam unicamente inscrições hebraicas.Outras incontáveis inscrições encontrada nas escavações do Monte do Templo, Masada, e em varias tumbas Judaicas, tem revelado que nos primeiros séculos da era cristã as inscrições hebraicas com profunda evidência que a linguagem usada era de fato o hebraico, e isto poderá ser confirmado nos mais antigos documentos daquele tempo, que tem sido descoberto em Israel, isto está incluído os rolos do Mar Morto e as cartas de Bar Kokhba. Os rolos do mar morto consistem acima de 40.000 fragmentos ou seja mais do que 500 Rolos(livro) datado de 250 A.C a 70 D.C Estes rolos foram escritos em hebraico e Aramaico. Um largo números de rolos papiricos seculares(que não pertencem ao manuscrito bíblico) estão no hebraico. As cartas de Bar Kokhba e as cartas de Simão Bar Kokhba e seu exercito, escrita durante a revolta Judaica de 132 D.C estas cartas foram descobertas por Yigdale Yadin em 1961 e são quase todas escritas em hebraico e aramaico. Duas destas cartas foram escritas em grego, mas o homem que as escreveu eram gregos e tinha nomes grego e ele escreveu para Bar Kokhba. Uma destas duas cartas de fato pede desculpas a Bar Kokhba por escrever em Grego, dizendo: “A carta foi escrita em grego por não ter ninguém que conheça hebraico aqui.” Os rolos do Mar Morto e as cartas de Bar Kokhba não foram incluídos nos documentos hebraicos do primeiro e do segundo século, mas nos dá evidência clara e concisa que o dialeto deles era de fato o Hebraico. O dialeto destes documentos não eram o hebraico bíblico do Velho Testamento e não era o Mishnaic hebraico de Mishna(c..220D.C) o hebraico destes documentos é coloquial, isto é um idioma vivo, fluido em um estado no processo evolutivo Bíblico para Mishnaic hebreu. Alem disso o hebraico das cartas de Bar Kokhba eram o hebraico Galileu (Bar Kokhba era Galileu), enquanto os rolos do mar morto nos dá um exemplo da Judéia Hebraica. Comparando os documentos mostrado, sua localização geográfica e dialeto etc... chegamos a conclusão que o hebraico não era uma língua morta, mas ativa naquele tempo. A evidência final que nos primeiros séculos os Judeus conversavam em Hebraico e Aramaico poderão ser encontrado em outros documentos naquele período e também mais tarde, isto inclui os rolos do Mar morto em Aramaico(66-70 D.C), as cartas de Gamaliel em Aramaico(c.30-110D.C), as guerras Judaicas por Josephus em Hebraico(c.75D.C), a Misnha em hebraico(c.220D.C), e a Gemara em Aramaico (c.500D.C) Mas relativamente as cartas de Paulo(Shaul) para a diáspora, o Aramaico era o assunto. E isto implica que a linguagem dos Judeus da diáspora na época do apostolo Shaul(Paulo) Era o Aramaico, e de fato inscrições Judaica em aramaico foi encontrado em Roma, Pompéia e também na Inglaterra. (see Proceedings of the Society of Biblical Archaeology "Note on a Bilingual Inscription in Latin and Aramaic Recently Found at South Shields"; A. Lowy' Dec. 3, 1878; pp. 11-12; "Five Transliterated Aramaic Inscriptions" The American Journal of Archaeology; W.R. Newbold; 1926; Vol. 30; pp. 288ff) 7- Paulo era Helênico, isto é Grego e escreveu suas cartas em Grego.

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Resposta: Em relação as epistolas das cartas Paulinas e seus respectivos destino, precisamos analisar primeiro o seu contexto ou pano de fundo que era Tarsus. Era Tarsus uma cidade de Língua Grega? Poderia Paulo ter lido e aprendido Grego ali? Tarsus provavelmente começou como uma cidade de um estado Hitita. Por volta de 850 A. C Tarsus tornou-se parte do Império Assírio. Quando o Império Assírio foi conquistado por Babilônia por volta de 605 A.C Tarsus passou a fazer parte deste Império. Então em 540 A .C O império Babilônico, incluiu Tarsus como parte do Império Persa. O Aramaico era a principal linguagem de todos os três principais grande impérios. Pelo primeiro século da era Cristã o Aramaico permaneceu como a língua principal vigente ainda naquela época em Tarsus. Moedas encontradas e esculpidas em Tarsus tinha inscrições Aramaica. Relativamente ainda sobre a linguagem de Tarsus, existe tambem um grande questionamento se Paulo de fato foi trazido para Tarsus ou nasceu ali. O texto em questão é Atos 22:3. Eu sou certamente um Judeu nascido em Tarsus cidade da Cilicia, mas trazido a esta cidade e educado aos pés de Gamaliel, de acordo com o estrito costume de nossos pais ensinado na Torah. Sendo zeloso para com Elohim como o é até hoje. Muitos argumentos tem sido feito por estudiosos a respeito do termo “Trazido aos pés”. Alguns argumentam que se refere ao período de sua adolescência. A chave deste assunto em questão está em Atos 7:20-23. Por volta do nascimento de Moisés, assim como era agradável ao senhor; ele foi trazido para a casa de seus pais por três meses, e quando ele estava pronto foi levado para a filha de Pharaó e educado como seu próprio filho. E Moises foi educado na sabedoria e arte dos Egípcios. O argumento que Paulo era Helênico, e por esse motivo as coisas devem girar em torno disso nada tem haver, pois já temos visto antes Paulo nasceu em Tarsus, cidade onde o Aramaico era falado. Apesar que a influência helênica atingiu a cidade de Tarsus, ainda jovem Paulo deixou a cidade e foi trazido para Jerusalém. Paulo descreve a se mesmo como Hebreu (II Cor 11:2) e um Hebreu dos Hebreus (Phil 3:5) e da tribo de Bejamim(Rom 11:1). Isto é importante sabermos como o termo Hebraico era usado no primeiro século. O termo hebraico não era usado como termo genealógico, mas como termo cultural e lingüístico. Um exemplo disto pode ser encontrado em atos 6:1 onde encontramos uma disputa entre Hebreus e Gregos. Os estudiosos concordam que os gregos aqui são Judeus helênicos(gregos)( Atos 11:19) muito menos gregos atos 16:610. em atos 6:1 é feito um claro contraste entre Judeus e gregos que são claramente não helênicos. Os Helênicos não eram chamados hebreus, o termo usado para os Judeus não Helênicos. Quando Paulo chama a se mesmo de “Hebreu” ele esta enfatizando que não é Grego Helênico e quando Paulo diz ser Hebreus dos Hebreus eles esta enfatizando fortemente que não é Helênico Grego. E isto explica claramente, quando ele estava discutindo contra aos Helenistas, eles intentaram mata-lo. Atos 9:29 e porque ele escapou para Tarsus Atos 9:30, por que não havia um povo judaico Helênico em Tarsus, se assim fosse teria sido uma má escolha ir para Tarsus. O passado Farisaico de Paulo nos da informação para questionar o que estava no caminho de qualquer Helênico. Paulo chama a se mesmo Phariseu , filho de Phariseu Atos 23:6, significando que ele era da lista da segunda geração de Phariseus. Tanto o texto Aramaico como o Grego ambos dão ênfase na frase “ Pharisesu filho de Phariseu” na expressão semítica idiomática isto significa que era da terceira geração de Phariseu. Se Paulo era da segunda ou terceira geração de Phariseu, será difícil aceitar que ele tenha se levantado como Helênico Grego. Os Phariseus era fortemente contra os Helênicos Gregos e se opunham a eles ferozmente. Paulo coloca-se na posição de ser da

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segunda ou terceira geração de Phariseu, isso explica porque ele foi educado aos pés de Gamaliel. (atos23:3) Gamaliel era Neto de Hillel o principal daquela escola. Ele era tão respeitado que no estado de Misnha se falava em relação a sua morte “Que a glória da Torah cessaria e a pureza e modéstia morreria.”Paulo fazia constante uso por exemplo dos papiros que continha os ensinamentos de Hillel. Todavia, é improvável que um Helenista tenha estudado aos pés de Gamaliel na escola de Hillel, que era o centro do ensinamento Pharisaico do Judaísmo. 8- Paulo escreveu suas cartas para diversos grupos em sua própria língua. Resposta: Em uma audiência com Paulo um outro elemento que precisamos considerar é quando se fala das origens das epistolas. As epistolas de Paulo eram enviadas para varias congregações da diáspora. Estas congregações eram compostas de grupos mistos entre Judeus e Gentios. A congregação de Tessalônica era uma assembléia assim como era a de Corintios (atos 17:1-4). Certas passagens das epistolas de Corintios estão exclusivamente apontando para os Judeus ( I Cor 10: 1-2 por exemplo). Paulo estava escrevendo em primeiro lugar para a liderança Judaica destas diversas congregações. “Qual é a vantagem do Judeu ou a utilidade da circuncisão? Muita em todos os sentidos! Para eles primeiramente as palavras do Eterno lhes foram confiadas.” Rom 3:1-2 Um dos fatores primários, que precisa ser discutido relativamente a origem das epistolas de Paulo é entender seu propósito: 1) Teria que ser lido para a congregação (Col 4:16; I Tess 5:27) 2) Ter autoridade doutrinal( I Cor 14:37). Toda a liturgia da Sinagoga durante o segundo Templo era em Hebraico e Aramaico( veja as palavras de Jesus Gustaf Dalman; Edinburg, Emngland; 1909). Paulo jamais escreveria cartas para serem lidas na congregações em qualquer outra língua. Alem disso, todas as cartas religiosas Judaicas para ser revestidas de autoridade Halachic(autoridade doutrinal), era escrita em hebraico ou aramaico. Paulo jamais deixaria passar por alto que suas epistolas entre eles fosse desprovido desta característica,e isto justifica fortemente o motivo dele ter escrito suas Epistolas a eles em Hebraico e aramaico. 9- Existem frases e explanações do Hebraico e do Aramaico do Novo Testamento que não poderia ter sido escrito em Hebraico e aramaico. Resposta: Estas explanações são de escritores com características Grega e não são características dos textos Hebraicos e Aramaico. 10- O Novo Testamento foi escrito para o uso do povo gentio e os gentios daquele tempo falavam Grego. Resposta: Os primeiros Crentes em Yeshua eram Judeus. Os primeiros gentios Cristãos estavam centralizado em Antiochia na Syria( 11:26). Os Syrios falavam Syriaco, um dialeto do Aramaico. Estes primeiros grupos teriam necessariamente um evangelho em Hebraico e aramaico. Isto deixa claro que se o Novo Testamento foi enviado para os gentios, isto não significa que estes gentios inicialmente falavam grego, pelo contrários os primeiros crentes gentílicos era de língua Hebraica e aramaica que falavam o Syrios e o Assírio. Mateus- Os escritos do livro de Mateus originais para os crentes Judeus era o Hebraico(Origen citado por Eusebius; Eccl. Hist. 6:25) e de acordo co Jerônimo também afirma ter sido em Hebraico, para beneficiar estes da circusição que tinham crido.(Jerônimo; Of Illustrius Men3). Este livro pode ter sido enviado para os Phariseus. Marcos- Marcos provavelmente escreveu seu evangelho para o uso dos gentios Assyrios que ele encontrou em Babilônia em companhia de Kefas(Pedro) (I Pedro 5:13). Obs: Que língua os Assyrios falavam? Aramaico Chê!

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Lucas e Atos- Lucas um Syriaco(Eccl. Hist 3:4) escreveu seu evangelho para Theophilus que foi um sumo sacerdote de 37-41 D.C(Josephus; Ant. 18:5:3). Yochanam- Escreveu a seu evangelho para os Judeus Essênios (II João 1:1) que eram místicos. Yakov(Tiago)- Escreveu as doze tribos espalhada Tiago 1:1. Kefa-Pedro, para os estrangeiros espalhado em Ponto, Galacia, Capadocia, Ásia e Bythinia os escolhidos Israel I Pd 1:1,2). Yhudah(Judas)- Para os Judeus. Epistolas de Paulo- Escritos para vários grupos de lideres Judaicos as congregações ao redor do mundo. I Cor 10:1-2)Os Judeus Corinto é de fato estas cartas endereçada e não para os nativos da Terra de Corinto. E Obviamente os Judeus só escrevem para outro Judeus em Hebraico e Aramaico. Romana, Mitologia, crenças, rituais e outras práticas concernentes ao âmbito do sobrenatural, que os antigos romanos mantinham ou realizavam desde o período lendário até que o cristianismo absorveu definitivamente as religiões do Império romano no começo da Idade Média. As religiões romanas primitivas modificaram-se não só pela incorporação das novas crenças em épocas posteriores, como também pela assimilação de grande parte da mitologia grega. Enciclopédia Microsoft Encarta .1993-1999 Microsoft Corporation. Zeus, na mitologia grega, deus do céu e soberano dos deuses olímpicos. Corresponde ao deus romano Júpiter. Segundo Homero, Zeus era considerado pai dos deuses e dos mortais. Não foi seu criador; era seu pai no sentido de proteger e ser o soberano tanto da família olímpica, como da raça humana. Zeus presidia os deuses no monte Olimpo, na Tesália. Zeus era o filho menor do titã cronos e da titã réia e irmão das divindades Posêidon, Hades, Héstia, Deméter e hera.

Enciclopédia Microsoft Encarta .1993-1999 Microsoft Mitologia de Saturno Corporation. Saturno (mitologia), na mitologia romana, antigo deus da agricultura. Nas lendas posteriores foi identificado com o deus grego Cronos, que depois de ter sido destronado por seu filho Zeus (Júpiter, na mitologia romana) fugiu para a Itália, onde governou durante ‘a idade de ouro’, um tempo de paz e felicidade completas. Saturno era o marido de Ops, deusa da abundância. Além de Júpiter, que era o soberano dos deuses, entre os filhos de Saturno encontravam-se Juno, Netuno, Plutão e Ceres.Enciclopédia Microsoft Encarta .1993-1999 Microsoft Corporation. Saturnais, festas da Roma antiga celebradas de 17 a 19 de dezembro (ver Império de Roma ). Ocorriam na época mais escura do ano, à luz de velas e tochas, com banquetes, bebidas e troca de presentes.

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Começavam com um sacrifício no Templo de Saturno, aos pés da colina do Capitólio, a área mais sagrada de Roma. Em seguida, havia um banquete público em que todos eram convidados. Os romanos associavam Saturno ao deus pré-helênico Cronos, que esteve em atividade durante a idade do ouro da terra. Durante os saturnais, os escravos (ver Escravidão) eram freqüentemente liberados de suas obrigações e seus papéis se invertiam com os seus senhores. Gradualmente, esses costumes foram transportados ao Dia de Ano Novo, sendo assimilados pelas festas cristãs (ver Cristianismo) da mesma época. Apolo Apolo lício, recente cópia imperial romana de um original grego do século IV d.C. (museu do Louvre) Nas mitologias grega e romana, Apolo (em grego, πόλλων — Apóllōn ou πέλλων — Apellōn) era um deus filho de Zeus e Leto, e irmão gémeo da deusa Ártemis, da caça. Em época mais tardia foi identificado com Hélios, deus do sol, pois era antes o deus da luz, e por arrastamento, a sua irmã foi identificada com Selene, deusa da lua. Mais tarde ainda, foi conhecido primordialmente como uma divindade solar. Na mitologia etrusca, foi conhecido como Aplu. Ao seu nome acrescenta-se, por vezes, epítetos relacionados com os locais onde era venerado, como o título de "Abeu" (de "Abas"), como era conhecido em Chipre. Mas o seu culto estendia-se muito para além do culto solar. Apolo é também o deus da cura e das doenças, pai de Asclépio, ou Esculápio, venerado junto com este em grandes templos-hospitais, onde se curavam várias doenças, sobretudo através do sono. É ainda o deus da profecia. Inúmeros oráculos eram-lhe atribuídos, sendo o mais famoso o oráculo de Delfos, o mais importante da antigüidade que era visitado por inúmeros visitantes, alguns dos quais nem eram gregos. Como deus da música Apolo era representado tocando a sua lira, e é o corifeu das musas. Zeus, seu pai, presenteou-o com arco e flechas de ouro, além de uma lira do mesmo material (sua irmã Ártemis ganhou os mesmos presentes, porém de prata). Todos eram obra de Hefesto, o Deus do fogo e das forjas. Algumas versões dizem que Apolo ganhou a lira como um presente de Hermes. Outra faceta deste deus é a sua parte mais violenta, quando ele usa o arco, para disparar dardos letais que matam os homens com doenças ou mortes súbitas. Ainda assumindo este lado mais negro, Apolo é o deus das pragas de ratos e dos lobos, que atormentavam muitas vezes os gregos. Finalmente, Apolo é o deus dos jovens rapazes, ajudando na transição para a idade adulta. Assim, ele é sempre representado como um jovem, frequentemente nu, para simbolizar a pureza e a perfeição, já que ele é também o deus destes dois atributos. Apolo Roma A árvore mais Crê-se que Citaredo, Museus Capitolinos, sagrada para Apolo é o loureiro. alguns sacerdotes mastigavam

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loureiro(Santo Daime) para dizerem as profecias, outros usavam ramos de loureiro para salpicar o templo na purificação, ou para purificar a água com o fogo. As coroas de louro eram muitas vezes oferecidas a alguém que tinha conseguido algo extraordinário, superando-se a si mesmo, na procura da arete, o ideal grego simbolizado por este jovem deus. Apolo participa em diversos mitos, incluindo a famosa guerra de Tróia, onde esteve ao lado troiano, dizimando os aqueus com praga quando estes ofenderam o seu sacerdote troiano, e acabando por matar Aquiles. A maioria dos mitos que dizem respeito a Apolo falam dos seus inúmeros amores, sendo os mais famosos Dafne, uma ninfa que foi transformada em loureiro (daí a sacralidade da árvore para Apolo), Jacinto, que se transformou na flor com o mesmo nome, e Ciparisso, o qual se transformou em Cipreste. Nestes mitos amorosos, Apolo nunca tem sorte, e existe um mito que conta que isto se deve ao facto de ele se gabar de ser o melhor arqueiro entre os deuses, o que faz com que Eros, deus do amor, sinta inveja. A Apolo é tradicionalmente consagrado o dia 22 de Janeiro Afrodite O nascimento de Vênus, de William-Adolphe Bouguereau Afrodite era a deusa grega da beleza e da paixão sexual. Originário de Chipre, o seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas. Foi identificada como Vênus pelos romanos. Afrodite era a deusa grega do amor, do sexo, da regeneração, da fecundidade, do casamento e da beleza corporal. De acordo com o mito mais aceito, nasceu quando Urano (pai dos titãs) foi castrado por seu filho Cronos, que atirou os genitais cortados de Urano no mar, que começou a ferver e espumar, esse efeito foi a fecundação que ocorreu em Tálassa, deusa primordial do mar. De aphros ("espuma do mar"), ergueu-se Afrodite e o mar a carregou para Chipre. Por isso um de seus epítetos é Kypris. Assim, Afrodite é de uma geração mais antiga que a maioria dos outros deuses olímpicos. Em outra versão (como diz Homero), Dione é mãe de Afrodite com Zeus, sendo Dione, filha de Urano e Tálassa. Casamento Após destronar Cronos, Zeus ficou ressentido pois tão grande era o poder sedutor de Afrodite que ele e os demais deuses estavam brigando o tempo todo pelos encantos dela, enquanto esta os desprezava a todos. Como vingança e punição, Zeus fê-la casar-se com Hefesto, (segundo Homero, Afrodite e Hefesto se amavam, mas pela falta de atenção, Afrodite começou a trair o marido para melhor valorizá-la) que usou toda sua perícia para cobri-la com as melhores jóias do mundo, inclusive um cinto mágico do mais fino ouro, entrelaçado com filigranas mágicas. Isso não foi muito sábio de sua parte, uma vez que quando Afrodite usava esse cinto mágico, ninguém conseguia resistir a seus encantos. 44 Relacionamentos e filhos Alguns de seus filhos são Hermafrodito (com Hermes), Eros (deus do amor e da paixão) dependendo da versão, é filho de Hefesto, Ares ou até Zeus (com Zeus, apenas quando

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Afrodite é filha de Tálassa), Anteros (com Ares, a versão mais aceita ou com Adônis, versão menos conhecida), Fobos, Deimos e Harmonia (com Ares), Himeneu, (com Apolo), Príapo (com Dionísio) e Enéias (com Anquises). Os diversos filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais diversas faces do amor e da paixão humana. Afrodite sempre amou a alegria e o glamour, e nunca se satisfez em ser a esposa caseira do trabalhador Hefesto. Afrodite amou e foi amada por muitos deuses e mortais. Dentre seus amantes mortais, os mais famosos foram Anquises e Adônis, que também era apaixonado por Perséfone, que aliás, era sua rival, tanto pela disputa pelo amor de Adônis, tanto no que se diz respeito de beleza. Vale destacar que a deusa do amor não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparável com a sua, punindo (somente) mortais que se atrevessem comparar a beleza com a sua, ou, em certos casos, quem possuisse tal beleza. Exemplos disso é Psiquê e Andrômeda. Cárites Na mitologia grega, Afrodite era acompanhada pelas Cárites, ou Graças como eram também conhecidas. Seus nomes eram Aglae ("A Brilhante", "O Esplendor"), Tália ("A Verdejante") e Eufrosina ("Alegria da Alma") Museu Arqueológico Nacional de Atenas Culto Suas festas eram chamadas de afrodisíacas e eram celebradas por toda a Grécia, especialmente em Atenas e Corinto. Suas sacerdotisas eram prostitutas sagradas, que representavam a Deusa, e o sexo com elas era considerado um meio de adoração e contato com a Deusa. Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a romã e a limeira. Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos. Com o passar do tempo, e com a substituição da religiosidade matrifocal pela patriarcal, Afrodite passou a ser vista como uma Deusa frívola e promíscua, como resultado de sua sexualidade liberal. Parte dessa condenação a seu comportamento veio do medo humano frente à natureza incontrolável dos aspectos regidos pela Deusa do Amor. Deusas relacionadas Afrodite tem atributos comuns com as deusas Vénus (romana), Freya(deste termo surgiu freira) (nórdica), Turan (etrusca), Ishtar (mesopotâmica), Inanna (suméria) e com Astarte (mitologia babilônica).

Hades Hades, deus grego do mundo inferior, no trono, com seu cajado com cabeça de pássaro, num vaso feito no séc. IV a.C.(Como os apostolo escreveriam a palavra Hades em grego, sabendo eles que eram um deidade pagã?) Inferno nasceu em babilônia, não existe este lugar, os padres intruduziram dentro da bíblia e a modificaram para causar Medo, para que as pessoas aceitassem a religião católica, de uma forma ou de outra. A plavra é Sheol, não é lugar de tormento , mais segunda morte. Na mitologia grega, Hades é o deus do mundo inferior e das riquezas soberano dos mortos. O nome Hades era usado para designar tanto o deus como os seus domínios. Ele

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é também bem conhecido por ter raptado a deusa Perséfone ou Proserpina (no mundo subterrâneo) filha de Deméter. Hades, o deus do mundo inferior Hades, ( ιδη em grego), filho de Crono e de Réia, irmão de Zeus e Poseidon (Posídon), era um deus de poucas palavras e seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não pronunciá-lo. Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante. Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos). Seu nome significa, em grego, o Invisível, e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade, que ele ganhou dos ciclopes quando participou da luta contra o pai e os titãs. No fim da luta contra os titãs, vencidos os adversários, Zeus, Posídon e Hades partilharam entre si o império do universo. Zeus ficou com o céu, a terra ficou sob o domínio e cuidado das deusas. Posídon herdou o reino dos mares e Hades tornou-se o deus das profundezas, dos subterrâneos e das riquezas. Como reinava sobre os mortos era ajudado por outras divindades, Hécate, as Fúrias, as Parcas, as Harpias, a Morte, o Sono e as Górgonas. Além disso, era presidente do Tribunal, julgando as almas que lá chegavam, auxiliado por Minos, Éaco e Radamanto. Hades também era ajudado por dois deuses que ficavam nos Campos Elísios: Tanatos (Deus da Morte) e Hypnos (Deus do Sono). Se as almas fossem condenadas eram atiradas ao Tártaro, se absolvidas eram encaminhadas aos Campos Elísios ou Ilha dos Bem Aventurados. O nome Plutão "o rico" (pois era dono das riquezas do subsolo) ou "o distribuidor de riqueza", que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos, e apresentava um lado bom, pois era ele quem propiciava o desenvolvimento das sementes e favorecia a produtividade dos campos. Como divindade agrícola, seu nome estava ligado a Ceres e junto com ela era celebrado nos Mistérios de Êleusis que eram os ritos comemorativos da fertilidade, das colheitas e das estações. Era também conhecido como o Hospitaleiro, pois sempre havia lugar para mais uma alma no seu reino. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte, mas sim do pós-morte. Apenas Marte e Saturno estão relacionados com a prática da morte. Assim, Hades não é inimigo da humanidade, como o são Marte e Saturno. O deus raramente deixava seus domínios e não se envolvia em assuntos terrestres ou olímpicos. Deixou o seu reino apenas duas vezes; uma para raptar Proserpina, (Perséfone, filha de Demeter), a quem tomou como esposa e outra para curar-se, no Olimpo, de uma ferida provocada por Héracles.

Hades(Inferno), o reino dos mortos Hades era conhecido como o reino dos mortos ou simplesmente o submundo. Este era um lugar onde imperava a tristeza. Hades era senhor do submundo e usa-se seu nome para designar também a região das profundezas, Erebus.

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Virgílio localiza a entrada da morada dos mortos; é perto do Vesúvio. Uma região vulcânica que sofre tremores e desprende um cheiro terrível vindo das profundezas. Assim ele descreve a ida da Sibila com Enéias ao Hades. Lá dentro, há que passar pelos Pesares, as Ansiedades, as Enfermidades, a Velhice, o Medo, a Fome, o Cansaço, a Miséria e a Morte. Depois se enfrenta as Fúrias, a Discórdia, Briareu de cem braços, as hidras e quimeras. Assim se chega ao negro rio Aqueronte onde está o barqueiro Caronte, velho e esquálido. Em seu barco ele transporta as almas de todos, sejam heróis, jovens, velhos, virgens, homens ou mulheres. A outra margem do rio era guardada pelo feroz cão tricéfalo Cérbero, que deixava entrar as almas, mas nunca sair. Seguindo a estrada onde vagueiam as almas dos que não foram devidamente sepultados, mais a frente, existe um caminho que se divide. Um lado leva ao Elísio e outro à s regiões dos condenados onde corre o rio Flegeton. O abismo do Tártaro é onde habitam as almas desgraçadas que ali enfrentam todos os suplícios. Os Campos Elísios era um belo lugar onde moravam as almas dos heróis, santos sacerdotes, poetas. Também havia um vale por onde corria o rio Lete e onde as almas dos que iam voltar à Terra esperavam por um corpo, no momento devido. Plutão habitava um palácio circundado por um bosque de choupos e salgueiros estéreis. O solo era recoberto de asfódelo, planta das ruínas e dos cemitérios. Algumas observações Para Hades, eram consagrados o narciso e o cipreste. O deus é representado de diversas maneiras:
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ou de cenho franzido, cabelos e barbas em desalinho, vestindo túnica e mantos vermelhos, sentado no trono e tendo ao seu lado o cão Cérbero, ou como deus da vegetação, com traços mais suaves, ou levando nas mãos uma cornucópia ou com uma coroa de ébano na cabeça, chaves na mão e sobre um coche puxado por cavalos negros.

Tânatos Na mitologia grega, Tânatos era a própria personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no submundo. Diz-se que Tânatos nasceu em 21 de agosto sendo a sua data de anos o dia favorito para tirar vidas. Thanatos era irmão gêmeo de Hipnos, o Sono e filho de Nix, a Noite e Érebo, as trevas. Era representado como uma nuvem prateada ou um homem de olhos e cabelos prateados.

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Tânatos tem um pequeno papel na mitologia, sendo eclipsado por Hades. Porém, ele é um dos protagonistas no mito de Sísifo, onde este por duas vezes enganou a morte, sendo que na última vez ele aprisionou Tânatos, evitando que este o levasse ao Hades ao mesmo tempo evitando que qualquer outra pessoa ou ser vivo morresse. Tânatos também pode ser escrito como "Thanatos". Ciências Em Parapsicologia, Tânatos (psicologia) é um impulso urgente e inconsciente de morrer. Para a Psicanálise, Tânatos é a personificação mítica da Pulsão de Morte, um impulso instintivo e inconsciente que busca a morte e/ou a destruição. Esse conceito aparece desenvolvido nos livros "Mais além do princípio do prazer" e "Mal-estar na civilização", de Sigmund Freud.

Réia Na mitologia grega, Reia ou Réia uma titã, filha de Urano e de Gaia. Na mitologia romana é identificada com Cibele, a Magna Mater deorum Idaea. Irmã e esposa de Cronos, gerou Deméter, Hades, Hera, Hestia, Poseidon e Zeus, segundo a Teogonia de Hesíodo.

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Devido a um oráculo de Urano, que profetizara que Cronos seria destronado por um dos filhos, este engulia todos os seus filhos. Quando Zeus nasceu, Reia deu-lhe uma pedra enrolada em panos no lugar de Zeus, entregando este para ser criado por ninfas, principalmente pela Ninfa Amaltéia (cabra que alimentou Zeus). Deu assim lugar ao destronamento de Cronos e a ascendência de Zeus ao Olimpo. Seguindo a ascensão de seu filho Zeus ao status de rei dos deuses, ela contestou sua parte do mundo e acabou refugiando-se nas montanhas, onde cercou-se de criaturas selvagens. Geralmente, é associada a leões ou a uma biga puxada por leões. Por ser mãe de todos deuses do Olimpo, é conhecida como Mãe dos Deuses. É uma deusa relacionada com a fertilidade. Na Ásia Menor, era conhecida como uma deusa terrestre, sendo venerada com ritos orgíacos. Seu nome significa "fluxo", aparentemente em referência à menstruação feminina, e "reconforto", talvez em referência aos partos fáceis.

Graças

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As Três Graças, de Carle Van Loo (1763) As Graças (Cárites na Mitologia Grega) são as deusas da dança, dos modos e da graça do amor, são seguidoras de Vênus e dançarinas do Olimpo. Apesar de pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do Renascimento as Graças se tornaram símbolo da idílica harmonia do mundo clássico. Graças, nome latino das Cárites gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade. Ao que parece seu culto se iniciou na Beócia, onde eram consideradas deusas da vegetação. O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas. Na Ilíada de Homero aparece uma só Cárite, esposa do deus Hefesto, pofreqüente é que se enumerem três:
• • •

Aglaia - a claridade; Tália - a que faz brotar flores; Eufrosina - o sentido da alegria;

Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras. Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas com Afrodite, deusa do amor. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música. Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens.

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Zeus era senhor do céu e deus grego supremo. Filho mais novo de Cronos e Réia, nasceu no Monte Ida, em Creta. Conhecido pelo nome romano de Júpiter, tinha como irmãos Poseídon, Hades, Deméter, Héstia e Hera, de quem era também marido, e pai de diversos deuses, como Atena, Artemis e Apolo. Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, sendo que a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os jogos olímpicos eram realizados em sua honra. Segundo mito, durante muito tempo quem governou a Terra foi o tirano Urano (o Céu). Até que foi deposto por Cronos, seu filho. Então Urano profetizou que Cronos também seria destronado por seu próprio filho. Cronos, temendo a maldição, passou a devorar vivos os próprios filhos, logo que estes nasciam. Vários bebês tiveram esse destino. Réia, porém, não podia deixar de amar seus filhos. Assim, após dar a luz um menino, Réia enganou o marido, dando um potro a Cronos. Este, ansioso por se proteger da profecia, devorou o potro sem perceber o embuste. Alguns poetas, de forma diferente, dizem que Cronos engoliu um saco de pedras. Réia levou o filho salvo para um local seguro, dando-lhe o nome de Zeus (tesouro que reluz).

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Juno Júpiter e Juno ou João, por Carraci, séc XVI Juno ou Juno Lucina, também conhecida como Hera na mitologia grega, é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira. Juno e Júpiter tinham 2 filhos, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo. Juno sentia-se tão aborrecida ao vê-lo que atirou-o para fora do céu. Outra versão diz que Júpiter o jogou para fora, por este ter participado de uma briga do rei do Olimpo com Juno, deixando-o coxo com a queda. Juno possuia muitas rivais, entre elas, a bela Calisto, que Juno, por inveja da imensa beleza que conquistara seu marido, transformou numa ursa. Calisto passou a viver sozinha com medo dos caçadores e das outras feras da floresta, esquecendo-se de que agora ela própria era uma. Um dia, Calisto reconheceu num caçador seu filho Arcas, já homem. Quis correr e abraçá-lo mas Arcas já erguera sua lança para matá-la quando Júpiter, vendo a desgraça que estava por acontecer afastou-os e lançou-os ao céu transformando-os nas constelações de Ursa Maior e Ursa Menor. Juno, enfurecida por Júpiter ter dado tal privilégio a sua rival, sai à procura de Tétis e Oceanus, as antigas divindades do mar. Conta-lhes toda a injúria que Júpiter fizera a ela, e pede para que eles não deixem as constelações se esconderem em suas águas. Assim a Ursa Maior e a Ursa Menor movem-se em círculo no céu mas nunca descem por trás do oceâno, como as outras estrelas. Outra de suas rivais foi Io, que Júpiter, ao sentir a presença de Juno, transforma em uma novilha. Juno, desconfiada, pede a novilha de presente. Júpiter não podia negar um presente tão insignificante a sua mulher, então, pesaroso, entrega a novilha a Juno que coloca-a sob os cuidados de Argos, um monstro de muitos olhos, e tendo tantos, nunca fechava mais que dois para dormir, vigiando Io dia e noite. Júpiter, perturbado pelo sofrimento da amante, pede a Mercúrio que mate Argos. Com músicas e histórias, Mercúrio consegue fazer com que Argos feche seus 100 olhos e nisso corta sua cabeça fora. Juno entristecida recolhe seus olhos que haviam perdido toda a luz e coloca-os na cauda de seu pavão, onde permanecem até hoje. Enfurecida, Juno persegue Io por muitas partes da terra até que Júpiter intercede por ela prometendo não dar mais atenção a Io. Juno concorda devolvendo-lhe a aparência humana. Outro forte inimigo de Juno foi Hércules, filho de Júpiter com a mortal Alcmena. A este declarou guerra desde seu nascimento. Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Juno o submete a Euristeus, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".

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Baco Baco era o filho do deus olímpico Júpiter e da mortal Sêmele. Deus do vinho, representava seu poder embriagador, suas influências benéficas e sociais. Promotor da civilização, legislador e amante da paz. Líber é seu nome latino e Dioniso é seu equivalente grego. História Sémele quando estava grávida exigiu a Júpiter que se apresentasse na sua presença em toda a glória, para que ela pudesse ver o verdadeiro aspecto do pai do seu filho. O deus ainda tentou dissuadi-la, mas em vão. Quando finalmente apareceu em todo o seu esplendor, Sémele, como mortal que era, não pôde suportar tal visão e caiu fulminada. Júpiter tomou então das cinzas o feto ainda no sexto mês e meteu-o dentro da barriga da sua própria perna, onde terminou a gestação. Ao tornar-se adulto, Baco apaixona-se pela cultura da vinha e descobre a arte de extrair o suco da fruta. Porém, a inveja de Hera levou-a a torná-lo louco a vagar por várias partes da Terra. Quando passa pela Frígia, a deusa Cíbele cura-o e o instrui nos seus ritos religiosos. Curado, ele atravessa a Ásia ensinando a cultura da vinha. Quis introduzir o seu culto na Grécia depois de voltar triunfalmente da sua expedição à Índia, mas encontrou oposição por alguns príncipes receosos do alvoroço por ele causado. O rei Penteu proíbe os ritos do novo culto ao aproximar-se de Tebas, sua terra natal. Porém, quando Baco se aproxima, mulheres, crianças, velhos e jovens correm a dar-lhe boas vindas e participar de sua marcha triunfal. Penteu manda seus servos procurarem Baco e levá-lo até ele. Porém, estes só conseguem fazer prisioneiro um dos companheiros de Baco, que Penteu interroga querendo saber desses novos ritos. Este se apresenta como Acetes, um piloto, e conta que, certa vez velejando para Delos, ele e seus marinheiros tocaram na ilha de Dia e lá desembarcaram. Na manhã seguinte os marinheiros encontraram um jovem de aparencia delicada adormecido, que julgaram ser um filho de um rei, e que conseguiriam uma boa quantia em seu resgate. Observando-o, Acetes percebe algo superior aos mortais no jovem e pensa se tratar de alguma divindade e pede perdão a ele pelos maus tratos. Porém seus companheiros, cegados pela cobiça, levam-no a bordo mesmo com a oposição de Acetes. Os marinheiros mentem dizendo que levariam Baco (pois era realmente ele) onde ele quisesse estar, e Baco responde dizendo que Naxos era sua terra natal e que se eles o levassem até lá seriam bem recompensados. Eles prometem fazer isso e dizem a Acetes para levar o menino a Naxos. Porém, quando ele começa a manobrar em direção a Naxos ouve sussurros e vê sinais de que deveria levá-lo ao Egito para ser vendido como escravo, e se recusa a participar do ato de baixeza. Baco, de da Vinci

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Baco percebe a trama, olha para o mar entristecido, e de repente a nau pára no meio do mar como se fincada em terra. Assustados, os homens impelem seus remos e soltam mais as velas, tudo em vão. O cheiro agradável de vinho se alastra por toda a nau e percebe-se que vinhas crescem, carregadas de frutos sob o mastro e por toda a extensão do casco do navio e ouve-se sons melodiosos de flauta. Baco aparece com uma coroa de folhas de parra empunhando uma lança enfeitada de hera. Formas ágeis de animais selvagens brincam em torno de sua figura. Os marinheiros levados à loucura começam a se atirar para fora do barco e ao atingir a água seus corpos se achatavam e terminavam numa cauda retorcida. Os outros começam a ganhar membros de peixes, suas bocas alargam-se e narinas dilatam, escamas revestem-lhes todo o corpo e ganham nadadeiras em lugar dos braços. Toda a tripulação fôra transformada e dos 20 homens só restava Acetes, trêmulo de medo. Baco, porém, pede para que nada receie e navegue em direção a Naxos, onde encontra Ariadne e a toma como esposa. Cansado de ouvir aquela historia, Penteu manda aprisionar Acetes. E enquanto eram preparados os instrumentos de execução, as portas da prisão se abrem sozinhas e caem as cadeias que prendiam os membros de Acetes. Não se dando por vencido, Penteu se dirige ao local do culto encontrando sua própria mãe cega pelo deus, que ao ver Penteu manda as suas irmãs atacarem-no, dizendo ser um javali, o maior monstro que anda pelos bosques. Elas avançam, e ignorando as súplicas e pedidos de desculpa, matam-no. Assim é estabelecido na Grécia o culto de Baco. Certa vez, seu mestre e pai de criação, Sileno, perdeu-se e dias depois quando Midas o levou de volta e disse tê-lo encontrado perdido, Baco concedeu à ele um pedido. Embora entristecido por ele não ter escolhido algo melhor, deu a ele o poder de transformar tudo o que tocasse em ouro. Depois, sendo ele uma divindade benévola, ouve as súplicas do mesmo para que tirasse dele esse poder.

Literatura Preste atenção no rostinho de baco, com quem parece? Cabelos compridos e loiros, olhos claros e branco? Acertou “Jesus” Na epopeia Os Lusíadas de Luís de Camões, Baco é o principal opositor dos heróis portugueses, argumentando no episódio do Consílio dos deuses que seria esquecido se os lusos chegassem à Índia. Deus Sol Invicto (ou Deus Sol Invictus) era um título relígioso aplicado a três divindades distintas durante o Império Romano tardio. Ao contrário de outros, o culto agrário de Sol Indiges ("Sol na-Terra"), o título Deus Sol Invictus foi formado por analogia ao título imperial pius felix invictus (pio, feliz, invicto). O título foi introduzido pelo Imperador Heliogabalo, durante a sua tentativa abortada de impor um deus Elagabalo Sol Invicto,

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o deus sol da sua cidade natal Emesa na Síria. Com a morte do imperador em 222 d.C., contudo, o seu culto esvaneceu-se. Em segundo instante, o título invicto (invictus) foi aplicado a Mitra em inscrições de devotos. Também, aparece aplicado a Marte. Finalmente, o imperador Aureliano introduziu um culto oficial do Sol Invicto em 270 d.C., fazendo do Deus Sol, a primeira divindade do império. Contudo não oficialmente identificado com Mitras, o Sol de Aurélio tem muitas características próprias do Mitraísmo, incluíndo a representação iconográfica do deus com juventude sem barba. O culto de Sol Invicto continuou a ser uma base do paganismo oficial até ao triunfo da

cristandade - antes da sua conversão, até o jovem imperador Constantino tinha o Sol Invicto como a sua cunhagem oficial. Do culto ao Deus Sol, atualmente só permanece a data, 25 de dezembro, que era o dia de adoração dos romanos a este deus saído das cavernas e cujo dia de celebração os cristãos aproveitaram para consagrar como sendo "o dia do nascimento de Cristo" por ele ter sido declarado "a luz do mundo". Preste atenção no nome do Sol Invictus: O seu Nome era “DEUS” . Veja leitor, todo esse tempo você adorou o Sol, com o nome de Deus, que é ZEUS a mesma a palavra. E terrível pensar que os homens introduziram esta palavra na Bíblia. “No Pricipio criou Deus(Sol)Satanas os ceus e a terra...” É terrível...

Trindade

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Tema polêmico, que tem gerado muitas discussões, durante milênios entre muitos. Entretanto, esse problema virou uma doença crônica entre os cristãos, que aos tapas e brigas, chegando ao ponto de se matarem mutuamente por essa doutrina. Exemplo disso, o Papa Damaso, que fazia questão de matar os seus opositores pessoalmente com suas próprias mãos. Em pensar que homens dessa natureza(assassinos), foram aqueles que deram ordens a Jerônimo para tradução da bíblia Vulgata adulterada e mudada segundo o paladar dos Padres, me dá calafrios. O interessante, é que essa bíblia nos dias modernos é considerada como autêntica versão das Sagradas Escrituras e esta triste herança pagã foi formulada no concílio de Nicéia em 325 A.D O Credo da trindade e a formulação do elemento trinitariano “Pai, Filho e Espírito Santo ali ganhou força e infelizmente entrou dentro das “Sagradas Escrituras”. Para entendermos essa doutrina pagã é preciso voltar ao passado para saber o berço onde foi embalada...Para os Judeus “Iehudim” o povo de Elohim esse problema não existe, pois eles seguem a doutrina( A Torah e As Escrituras) do Eterno, que Há UM SÓ Elohim. Todos os dias os Judeus recitam o “SHEMÀ” onde continha a mensagem que o Eterno é UM SÓ...O Próprio Yeshua recitava todos os dias, pois era um mandamento do Há´Shem Adonai de Israel. “Shemá Israel Adonai Eloheinu, Adonai Echad” ouve Israel O Eterno é o Altíssimo o Eterno é Um Só...” O Eterno deu evidências que não imitasse os pagãos da terra de Shinar, na mesopotâmia. Ao escrever em tabuas os 10 mandamentos em Shemot(Êxodo) 20:1 “Não terás outros Elohim, diante de mim” O envolvimento de outro elemento na adoração ou outra pessoa, constitui em idolatria e a idolatria é pecado e o pecado transgressão da Torah. Analisemos agora, o berço desta doutrina trinitariana. Logo após o dilúvio, em bavel, um homem chamado Ninrode, começou a levar o povo a idolatria de novo, e a Bíblia faz menção deste individuo em Bereshit(Gen 10:8) “8 E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. 9 E este foi poderoso caçador diante da face do HA’SHEM; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do HA’SHEM. 10 E o princípio do seu reino foi Bavel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Shinar.” Baal Ninrode o “Deus Solar” que ao ser morto, sua mãe e esposa disse Ninrode morreu e foi para o Sol! Logo ele é Deus(Zeus) e eu uma deusa e exigiu a todos que o adorassem. Ela instituiu os Sacerdotes e as virgens vestais, o celibato, confessionário...etc em outras palavras, criou toda a base babilônica em sua época influenciando todas as nações da terra até os dias atuais. Ao deitar com um dos seus sacerdotes, engravidou, contudo, justificou a sua atitude dizendo que “Ball Ninrode Solar” encarnou nela e gerou um filho. Esse bebê solar, que nasceu no dia 25 de dezembro, tornou-se parte desta sagrada família, que se transformou na figura trinitariana: Pai, Filho,Espírito Santo(Mãe). Aí esta o berço desta doutrina, que envolve todas as nações até os nossos dias. Vamos Analisar os textos bíblicos, que os defensores da trindade usa para apoiar suas idéias. Deut. 4:6 “Ouve Israel, Adonai Eloheinu Adonai Echad” Ouve Israel o Eterno é o Altíssimo, o Eterno é Um Só” Eles dizem que a palavra Echad é (um composto), diferente da palavra achid, (um absoluto)... um exemplo disto na bíblia para palavra “achid” Isaque o único filho de Abraão(Achid) contudo, os babilônicos aqui tentam criar apoio para as suas idéias. A explicação Judaica deste texto é que “Echad” realmente é um composto, porém se refere ao plural magestático do Eterno para enaltecer a sua grandeza: Onisciência, onipresença e onipotência em outras palavras, o Ser do Eterno, que é um Ser pessoal, porém a estrutura de sua matéria ou Menra( estrutura física do Eterno ou a Sua Essência em hebraico) não é dimensionada nas nossas finitas mentes humanas, que só consegue vê aquilo que está diante dos olhos,

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desconhecendo assim, a física quântica que envolve o Seu poder, que se faz presente em todo o universo, em toda parte ao mesmo tempo. Nada se move, sem que Ele o Há’Shem Adonai o Saiba, nesta dimensão é que chamamos de transcendência ou seja a Sua forma Espiritual que em hebraico se expressa como: “Huach’há Kodesh” Espírito: “O Santo” Esse Ser que é o Eterno, que não se mede o Seu tamanho, nem o Seu poder, pois é infinito e nem mesmo a sua massa corporal “Menra” que se estende em todo universo por todas as Galáxias em Sua imensa criação, por essa razão, a Esse Ser Supremo nos dirigimos a Ele como “Echad”, (Um composto) e não como Achid(Um absoluto). Ele é Echad(Um composto) não porque exista outro Ser Além Dele ou que Ele seja dois ou três, não, isso não é verdade, Ele é “Echad” pois Essa é a melhor forma, para expressar a Sua grandeza e magestade, por isso que “Echad” é o plural Magestático do Eterno expressando plenamente a natureza de Sua grandeza. O mesmo acontece em “Bereshit” no livro de Gênesis 1:1 a expressão que aparece ali como: “No princípio criou Elohim os céus e a terra” o leitor investigando a palavra “Elohim”(Criador) entenderá plenamente que se trata de um plural, isto é, aqui não está se referindo que o Eterno Adonai é dois ou três, mas se refere ao Seu plural Magestático, em Sua Transcendência e Grandeza que mergulha o Ser Supremo em um vasto Universo de Sua Criação. A bíblia esta cheia de referência que o Eterno é “Um Só” Deuteronômio 32:39 “ Vede agora que Eu, Eu o Sou, e mais nenhum ‘Elo(rr)hím(i) há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e Eu saro, e ninguém há que escape da minha mão.” Isaias 45:21 “ Anunciai, e chegai-vos, e tomai conselho todos juntos; quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem desde então o anunciou? Porventura não sou eu, o HA’SHEM‫?ה‬ Pois não há outro ‘Elo(rr)hím(i) senão eu; ‘Elo(rr)hím(i) Justo[‘Elo(rr)hím(i)’Tsedek] e Salvador não há além de mim.” Oseias 13:4 “Todavia, EU SOU o HA’SHEM‫ יהרה‬teu ‘Elo(rr)hím(i)[Elohéirra] desde a terra do Egito; portanto não reconhecerás outro ‘Elo(rr)hím(i) além de mim, porque não há Salvador senão eu.” Em toda Escritura, o Eterno se apresenta como “Um Só”são muitos textos em toda bíblia. Os babilônicos por sua vez, apresenta o texto de Gênesis na criação do homem como gancho para apoiar suas idéias. O texto é: Gênesis 1:26 “E disse ‘Elo(rr)hím(i): Façamos o homem à nossa imagem[Na’aséh adam betsalménu], conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” Aqui muitos sustentam sua teoria trinitariana, que havia ali mais de um. Meu povo perece por falta de conhecimento, já dizia o profeta. Precisamos aqui entender uma coisa muito importante, acima explicamos a questão da transcendência de Elorrim e sua Essência. Quando Ele, o Eterno se faz “Imanente”ou seja quando em sua transcendência, Ele se faz em Ser ou se transforma em uma pessoa ou toma a forma de um ser como os Melarrins(anjos) ou forma humana, então Ele se faz “Imanente” tomando a forma de Suas criaturas, que Ele mesmo criou. Nesta forma “Imanente” é que Ele estava na Criação do nosso mundo e os filhos da alva(anjos) cantavam alegremente. Ao criar o homem, percebemos que suas mãos criaram o boneco de barro “Adam homem feito do pó” Ali estava o próprio Eterno em sua forma “Transcendente”(forma original magestática), pois Ele não perde sua forma magestática, quando se faz “Imanente”. Ali também estava os Melarrins(Anjos) que

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cantavam. A palavra hebraica Melarrins significa: “Seres semelhantes a Elorrim” é essa uma das formas, na sua Imanência que Ele toma para se relacionar com Suas criaturas. Ao dizer façamos o Homem a nossa imagem, e semelhança, o Eterno estava se referindo a Sua imagem física Imanente e a dos melarrins, que estavam presente naquele momento da criação do homem e a do próprio Eterno em Sua transcendência. Por isso Ele usou a expressão “Nossa”, não que tivesse outro Elorrim além Dele, mas sim pela presença dos filhos da alva que o acompanhavam e a presença Imanente Dele e a do Eterno(Em Sua transcendência) que era Ele mesmo em forma humana ou de um Ser físico. Por isso que Ele usou a expressão “Nossa” Yohanam 1 João 1:1 No princípio era o Menrah, e o Menrah estava com ‘Elo(rr)hím(i), e o Menra era ‘Elo(rr)hím(i). O texto aqui de Yohanam, expressa plenamente o que acabamos de explicar acima no principio era o verbo (Menrah) o verbo estava com Elorrim e verbo era o próprio Elorrim...A trindade e bindade não cabe a aqui dentro. Quando o apostolo, Filipe pediu que mostrasse o Pai, o que Yeshua respondeu: “Há tanto tempo Eu estou convosco, quem vê a mim vê o Pai, pois Eu e Pai somos dois”, foi assim que Ele disse? Não “Eu e o Pai somo UM SÓ” ou seja Yeshua é o próprio Pai em uma forma Imanente que se fez ou se faz Ser, carne ou melarrim para cumprir o Seus propósitos, mas não há outro Ser além Dele, Ele é Único, é UM SÓ. Quando, Ele Yeshua orava e dizia que o Pai é maior que Eu! É simples entender que Ele, o Pai, estava lá em cima em Sua original forma “Espírito” Huach e Ele lá em baixo era o próprio Eterno numa forma Imanente, humana, por isso que a expressão usada por Yeshua em Hebraico “Ani Hu” “Eu” que estou aqui em baixo é Ele que esta lá em cima, e Ele que está lá em cima Sou Eu que estou aqui em baixo, que matemática fantástica a do Eterno. O texto de Mateus(Matityahu) 28:19 “Ide Batizai em Nome do Pai, filho e Espírito Santo” Não existe...! “Portanto ide, fazei talmidim de todas as nações, em meu nome;” É assim que esse texto está no original Hebraico. Na própria Bíblia católica, versão de Jerusalém no rodapé, tem uma nota explicativa em baixo dizendo, que esse texto não pertence ao original Hebraico, foi acrescentado posteriormente pelos Padres católicos. Assim aconteceu com um famoso texto que os trinitarianos usam para apoiar suas doutrinas, vejamos I Yohanam 5:7 “E o Ruarh é o que testifica, porque o Ruach é a êmeth” e o espírito que testifica, porque o espírito é a verdade. Assim que esse texto aparece no original, porém os tradutores posteriormente acrescentaram a teoria da Trindade, que nasceu no concilio de Nicéia, o Mitraismo era forte no coração de Roma e a adoração ao Sol é uma adoração a família sagrada “Ninrode Thamus e Samiramis” e isso vai continuar até Yeshua voltar e destruir essa ordem mundial criada pó Há’Satam para controlar a humanidade com suas mentiras. A trindade de certa forma, mantém acesa a adoração ao Diabo, e o seu reino neste mundo. A palavra “Espírito Santo” foi uma palavra fabricada por Roma, eles pegaram ou traduziram de “Ruach há Kodesh” a tradução correta desta expressão não é Espírito Santo, mas sim Ruach =Espírito correto Há é artigo o, as, os, as Há= O Kodesch= Santo como fica: “Espírito”: O Santo e não Espírito Santo(essa expressão, desta forma, abre margem para outra pessoa). Você viu como se fabrica uma palavra, explorando a sua ignorância. Pois bem, era esta as intenções dos romanistas sincretizar, sincretismo religioso, fazer que o elemento Santo de Israel, passasse por um processo de mistura com o mitraismo para servir ao publico romano paganizado, de acordo com o paladar romano.

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Shalom alechem!!!

BIBLIOGRAFIA Barsa vol 8- 313 a 314 Artigo: São Jerônimo, vol 3 Enciclopédia Britânica, 579 a 586. Dicionário das Religiões, vol1 pag. 1442(Editora Vozes) Livro, Pierre Maraval (Edições Paulinas) Carta Dies domini(João Paulo Segundo,pág 8)

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Carta Declaração Eclesiástica(F. ª Feitosa)Igreja ortodoxa americana(carta 06 de abril 1993) Across the river ministry(www.geocities.com) Estudo do Vocabulário Antigo Testamento( Lçarry A Mitchel, pág. 53,55) Veja , Jesus do ano 2000(dezembro 1999 pág. 168,170) Alyah letorah- A revista do Judaísmo vivo- ed. Abril a maio de 2000 pág, 10 Lição da Escola sabatina Adulto- Abril a Junho 1995. Segunda lição. Enciclopédia Britânica ,(Inglês, artigo São Jerônimo) Enciclopédia Barsa (pág, 456 ed 1982) O sexto rei e a nova ordem( Pág 12,13 Moura) Revista Teológica SALT IANE( Janeiro a Junho 1999.) The Greek New Testament , terceira edição 1985. Biblia de Jerusalém(Ed. Paulinas) História da Igreja Cristã( Jesse Lyman Hurlbult, editora vida 1979) Shick Publication, Alberto Rivera Part one, doublé cross, the Godfathers, The force, Four Horseman and the Prophet(USA). Interlinear Bible, Hebrew,GreeK and Englinsh. Encyclopedia Delta Larouse, pág, 1752, 1819. (1) A letra hebraica que está presente no tetragrama é "hei" (h), e não a letra "het" (j : pronuncia-se rét), também do alfabeto hebraico, mas que se translitera como r. A letra "hei" tem som de e (o h é mudo), ao passo que a letra "het" tem som de r. (2) Em outras palavras, não é possível escrever, em português, um nome hebraico. Mas, é possível escrever o som do nome hebraico, em português ! A isto denomina-se transliteração. (3) Fosse o caso de transliterar-se o nome do Messias para a língua inglesa, a forma correta de fazê-lo seria "Yoshua", com y e não com i, já que naquela língua, o som "i" deve escrever-se com y ; a letra i, em inglês, tem o som de "ai", diferente do som inicial do nome hebraico do Messias. (4) Este é o motivo por que, em alguns escritos hebraicos, o nome do Messias é grafado ucy. (5) No nome do Filho de D’us, aparece a letra hebraica "hei" (h), não o "het" (j), e, por isso, a pronúncia correta do nome do Messias não é Ierrochua, e sim Ioshua (a forma seria Ieoshua, mas, como os sons e e o são átonos, isto é, fracos, os dois sons se unem em um só, aglutinam-se, e a pronúncia acaba por ser Ioshua). (6) A letra hebraica que integra o nome do Messias é "hei" (h, cuja pronúncia é "êi" ou "ê"), diferente da letra "het" (j), cuja pronúncia é "rét" e se translitera por "r" ou "rr". Não cabe, pois, pronunciar o nome do Filho de D’us como "Ierroshua", já que a forma fonética adequada corresponde a "Ieoshua", ou, ainda mais corretamente, "Ioshua"(7) A mudança operada equivale a chamar Pedro de Joaquim ! Você quer se referir a Pedro ? Não o chame de Joaquim ... (8) Assistente de Moshé, servo de Elohim, que comandou a entrada de Israel na Terra Santa. (9) Anagrama é uma palavra formada com as mesmas letras de outra.

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Jesus Mitologico como figura de Baco, Deus da bacanália, orgia etc...
Enciclopédia Microsoft Encarta .1993-1999 Microsoft Corporation. Bibliografia:Massonaria, Willian Schnoebelen Babilônia, Mistério Religioso, Por Ralph Woodrow Os Cruzados, 309 – 315 Por J.C. Shich Publication BIBLIA DE JERSUALÉM, LIVRO DE MATEUS. Mitos sobre, a SEPTUAGINTA e Tradução Modernas Gramática Grega, Antônio Freire S.J. Dicionário de Nomes de Bebês.

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