P. 1
MODELO DE PLANO DE ATENDIMENTO À EMERGÊNCIA

MODELO DE PLANO DE ATENDIMENTO À EMERGÊNCIA

5.0

|Views: 72.532|Likes:
Publicado porFábio de Souza
Modelo de PAE para empresas de pequeno porte, de acordo com requisitos legais do CBPM de SP.
Modelo de PAE para empresas de pequeno porte, de acordo com requisitos legais do CBPM de SP.

More info:

Published by: Fábio de Souza on Mar 13, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/19/2015

pdf

text

original

PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Local do plano - empresa

1

Índice
DADOS DA EMPRESA.................................................................................... 3 MAPA DE ACESSO E AUXÍLIO EXTERNO.................................................... 4 CLASSIFICAÇÃO DA EMPRESA QUANTO AO GRAU DE RISCO............... 5 OBJETIVO......................................................................................................... 5 CAMPO DE APLICAÇÃO................................................................................. 5 EQUIPES E RESPONSABILIDADES........................................................ 5 a 8 ORGANOGRAMAS........................................................................................... 7 AS ATRIBUIÇÕES DA BRIGADA..................................................................... 8 EQUIPAMENTOS E DISPOSITIVOS.......................................................... 8 a 10 PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA............................................... 10 a 11 SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA NO LABORATÓRIO.............................12 a 13 FLUXOGRAMA DO PROCEDIMENTO DE EMERGÊNCIA............................. 14 ANEXOS.................................................................................................... 15 a 21

2

1- DADOS DA EMPRESA Razão Social: Localização: CNPJ: Inscrição Estadual: Ramo de Atividade: Nº de Funcionários: Turnos de Trabalho: Horários de trabalho:

3

1.1 - Mapa de acesso e auxilio externo Coloque aqui o mapa de acesso de sua empresa

4

2 – CLASSIFICAÇÃO DA EMPRESA QUANTO AO GRAU DE RISCO Quanto à ocupação: D-4, de acordo com o Decreto Estadual nº 46.076/01 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar. Quanto à altura: Tipo I – (Edificação Térrea), de acordo com Decreto Estadual nº 46.076/01 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar. Quanto à carga de incêndio: 500 MJ/m2, de acordo com a Instrução Técnica 14 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Exigências mínimas para a edificação: de acordo com tabela 6D do Decreto Estadual nº 46.076/01 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar é obrigatório que o prédio possua: - saída de emergência; - iluminação de emergência; - extintores; - sinalização; - segurança estrutural contra incêndio; - controle de acabamento de materiais; - alarme de incêndio; - hidrante e mangotinhos. - acesso para viaturas (recomendado). Risco de ativação de incêndio: Alto, de acordo com o IT 08 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo - tabela C4. 3 – OBJETIVO Este procedimento tem por finalidade estabelecer a todos os funcionários da sua empresa , empregados contratados e visitantes, a forma mais rápida e segura de abandono do setor, quando em uma situação de emergência; fogo, explosão, emanação de nuvens tóxicas em proporções descontroladas e como agir no atendimento a acidentados. 4 – CAMPO DE APLICAÇÃO Os procedimentos descritos nesse documento são aplicados a toda área da sua empresa, locais e setores aplicáveis.

5

5 – EQUIPES E RESPONSABILIDADES 5.1 - De acordo com o Decreto Estadual nº 46.076/01 do CBPMSP, tabela 6 D, essa empresa não tem obrigação de compor uma brigada de incêndio. No entanto, visando à segurança e o atendimento eficaz às possíveis emergências, sua empresa deverá possuir um número de funcionários treinados e capacitados (brigada) para responderem no caso de uma contingência. 5.2 - Os funcionários receberam treinamento mínimo de 12 horas de acordo com IT – 17 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O curso de formação de brigadistas abrangeu em seu currículo:

Parte teórica - objetivos do curso; - teoria do fogo; - propagação do fogo; - classes de incêndio; - métodos de extinção; - ventilação; - agentes extintores; - equipamentos de combate a incêndio; - equipamentos de detecção, alarme e comunicação; - abandono de área; - análise de vítimas; - vias aéreas; - RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar); - hemorragias; Parte Prática - combate a incêndios; - primeiros socorros. Avaliação - avaliar individualmente os alunos de acordo com anexo C da IT – 17 (Anexo A). 5.3 – Os brigadistas são identificados em quadros, com fotos, expostos nos corredores do laboratório. Cada brigadista também deverá portar crachá diferenciado por cor dos demais funcionários do laboratório.

6

5.4 – Por tratar-se de estabelecimento com horários distintos, os brigadistas são separados em dois grupos de brigada (Grupo I e Grupo II) e conseqüentemente em equipes de acordo com os horários de trabalho e tipo de atendimento. 5.5 – O Grupo I de brigada é composto por 10 pessoas e fica dividido da seguinte forma: - Equipe A – Abandono (3 pessoas) - Equipe B - Primeiros Socorros (3 pessoas) - Equipe C – Combate ao incêndio (4 pessoas) Essa brigada é dimensionada para o horário administrativo no qual a população e os riscos envolvidos são maiores, devido ao número maior de ensaios químicos. Dos 10 brigadistas, 7 pertencem ao horário administrativo e 3 pertencem ao horário do turno que coincidir o horário de trabalho com os funcionários do administrativo. Organograma do Grupo I de brigada

CHEFE GERENTE

LIDER ABANDONO SUP. QUALIDADE

LIDER PRIMEIROS SOCORROS SUP. TURNO

LIDER COMBATE A INCENDIO SUP. EQUIPAMENTOS

BRIGADISTA

BRIGADISTA

BRIGADISTA

BRIGADISTA

BRIGADISTA

BRIGADISTA

5.6 – O Grupo II é composto por 3 brigadistas. Este grupo atua de forma independente quando está em horários de turno das 15h às 23h e das 23h às 7h. Dessa forma os 3 brigadistas são responsáveis pelo atendimento de abandono, primeiros socorros e combate a incêndio. Esse grupo “especial” de brigada é composto por técnicos químicos e são liderados pelo técnico coordenador do turno.

7

Organograma do Grupo II de brigada

LÍDER TÉC. COORDENADOR

BRIGADISTA TÉC. QUÍMICO

BRIGADISTA TÉC. QUÍMICO

5.7 – As atribuições da brigada 5.7.1 – Ações de prevenção: - avaliação dos riscos existentes; - inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio; - inspeção geral das rotas de fuga; - elaboração de relatório das irregularidades encontradas (Anexo B); - encaminhamento do relatório aos setores competentes; - orientação à população fixa e flutuante; - exercícios simulados. 5.7.2 – Ações de emergência: - identificação da situação; - alarme/ abandono de área; - acionamento do Corpo de bombeiros e ou ajuda externa; - corte de energia; - primeiros socorros; - combate ao princípio de incêndio; - recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros; - preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros; - encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos.

8

6 – EQUIPAMENTOS E DISPOSITIVOS 6.1 – Sua empresa esta equipado com dispositivos de segurança contra incêndios atendendo aos dispostos encontrados no Decreto Estadual 46. 076/01 do CBPMSP e Instruções Técnicas 14 (Carga de Incêndio nas Edificações e Áreas de Risco), 18 (Iluminação de Emergência) e 20 (Sinalização de Emergência) contemplar saídas de emergência de acordo com a dimensão do prédio, atendendo aos disposto pela NR 23, IT 19 (Sistemas de detecção e alarme de incêndio) e IT 8 (Segurança estrutural nas edificações). 6.2 – A disposição dos equipamentos e dos dispositivos de emergência estão disponíveis na planta baixa do prédio (Anexo C). 6.3 – A Brigada de Incêndio possui equipamentos de proteção para os atendimentos de emergência como: - luvas de raspa e ou kevlar suficientes para o nº de brigadistas; - equipamento de proteção respiratória; - roupas confeccionadas em material antichamas e que suportem altas temperaturas; - botas e capacetes especiais para o combate ao fogo. Esses equipamentos estão em armários próprios para essa finalidade e com fácil acesso para os brigadistas. 6.4 – Sua empresa possui saídas suficientes e dispostas de modo que o prédio pode ser abandonado com rapidez e segurança. O sentido de abertura das portas se dá para o exterior do prédio. As saídas são claramente sinalizadas e não podem ser obstruídas por nenhum tipo de objeto e tão pouco ficarem fechadas a chave durante o horário de trabalho. 6.5 – O prédio possui número suficiente de extintores portáteis de forma que o funcionário não se movimenta mais que 20 m para alcançá-los. 6.6 – Sua empresa está equipado com extintores para as classes de fogo A, B e C, levando em conta os riscos encontrados e os possíveis combustíveis envolvidos em caso de fogo. 6.7 – Cada extintor é inspecionado visualmente a cada mês. Essa atribuição fica delegada aos brigadistas do sua empresa. Leva-se em conta a inspeção do seu aspecto externo, os lacres, os manômetros quando for do tipo cilindro pressurizado, verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos. 6.8 – Cada extintor possui uma ficha de controle de inspeção (Anexo D), além de uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data

9

em que foi carregado, data para recarga e nº de identificação. Esse serviço de carga e recarga é realizado por empresa terceirizada pelo sua empresa 6.9 – Quanto aos extintores instalados na parede, a altura de fixação está entre 1,60m do piso e de forma que a parte inferior do cilindro permaneça no mínimo 0,20m do piso acabado. 6.10 – Cada área possui extintores de acordo com a classe de risco predominante e também extintores da classe de risco secundários. Dessa forma o laboratório possui predominantemente extintores para classes B e C e secundariamente extintores para classe A. 6.11 – Em se tratando da entrada principal, um extintor está instalado a não mais que 5m da porta. 6.12 – Sua empresa possui sinalizações que compreendem as categorias de: - Proibição - Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento. - Alerta – Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio, explosão, choques elétricos e contaminação por produtos perigosos. - Orientação e Salvamento – Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso. - Equipamentos – Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local. 6.13 – Ainda quanto à extinção do fogo o prédio possui hidrantes de parede com botoeiras e mangotinho, por tratar-se de construção com mais de ________m2. 7 – PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA 7.1 – Procedimentos básicos de emergência 7.1.1 – Alerta Quando uma situação de emergência é identificada, qualquer pessoa pode alertar, por meios de comunicação disponíveis, os ocupantes e os brigadistas. 7.1.2 – Analise da situação Após o alerta a brigada analisa a situação desde o início até o final do sinistro. Havendo necessidade, aciona-se o Corpo de Bombeiros e apoio externo, e desencadear os procedimentos necessários, que podem priorizados ou realizados simultaneamente, de acordo com o número de brigadistas e recursos disponíveis no local. 7.1.3 – Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas, mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação CardioPulmonar) até que se obtenha o socorro especializado. 7.1.4 – Corte de energia Cortar, quando possível ou necessário, a energia elétrica dos equipamentos, da área ou geral. 10

7.1.5 – Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, conforme comunicação preestabelecida, removendo para local seguro, a uma distância mínima de 100m do local do sinistro, permanecendo até a definição final. 7.1.6 – Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências. 7.1.7 – Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada, de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local. 7.1.8 – Extinção Eliminar o sinistro, restabelecendo a normalidade. 7.1.9 – Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias, com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência. 7.1.10 – Tempo de resposta a emergência Ficaram estabelecidos os seguintes tempos médios gastos na locomoção, pelos principais órgãos externos de ajuda, em caso de necessidade do chamado:

ORGÃO
DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS CORPO DE BOMBEIROS II PRONTO SOCORRO MUN. STA. CASA DE S.J.C. CETESB

TEMPO

ENDEREÇO
Trav. Av São João Trav. Av. JK – Vila Industrial Vila Betânia Vila Industrial Vila Piratininga Taubaté

TELEFONE/ CONTATO
XXXXXXXXX XXXXXXXXX XXXXXXXXX XXXXXXXXX XXXXXXXXX XXXXXXXXX

Obs. # Os tempos médios foram calculados levando-se em conta condições normais de trânsito e possíveis anormalidades.

11

SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA NA SUA EMPRESA 7.2 - Emergência de Pequenas Proporções (TOLERÁVEL). 7.2.1 - São pequenas emergências: Fogo em alguns equipamentos, vazamentos de gases em pequenos cilindros, contendo gases tóxicos ou então, outros pequenos problemas que a própria pessoa responsável pela área possa solucionar. 7.2.2 - Detectando uma emergência, o funcionário poderá ou não alertar através do interfone em som alto e claro o problema que está ocorrendo. 7.2.3 - As pessoas que se encontram próximas ao local da emergência e não fazem parte da área envolvida, deverão afastar-se, deixando a cargo do técnico da área a ação imediata do problema. Os técnicos das outras áreas continuarão trabalhando normalmente, porém de sobre aviso. 7.2.4 - Com exceção do brigadista ninguém deve se dirigir ao local da emergência. 7.2.5 – Em caso de emergência maior, o chefe de brigada ou o líder dará o sinal, através do sistema de comunicação, para que se evacue sua empresa . O chefe de brigada irá colocar o sistema respiratório autônomo e procurar por vítimas e ou tentar identificar o problema e estancá-lo. 7.3 - Emergência de Grandes Proporções (SIGNIFICATIVAS). 7.3.1 - São grandes emergências: Explosões de qualquer natureza, vazamento de gases encanados ou cilindros, fogo em salas ou grandes equipamentos, derramamento de tambores contendo soluções tóxicas e outras situações que fogem ao controle das pessoas envolvidas na área. 7.3.2 – Detectando uma emergência, o funcionário alertará através do interfone, em som alto e claro o problema que está ocorrendo, pedindo a atuação da brigada do laboratório. A equipe de brigada tomará o controle da situação agindo da melhor forma com os procedimentos de evacuação da área, combate ao sinistro e atendimento as possíveis vítimas. O Chefe da brigada é quem deve dar a voz de abandono. No caso do acontecimento ocorrer em horários do turno, o técnico coordenador dará voz de abandono. 7.3.3 – Todas as pessoas deverão se dirigir para a saída de emergência com calma, sem tumulto, para não provocar novos acidentes. A ordem de abandono poderá ser dada pelo sistema de alto falante ou através de corneta. Apenas o chefe da brigada e ou um dos líderes poderão liderar a evacuação do prédio.

12

7.3.4 – Todos que saírem da empresa deverão se dirigir para o ponto de encontro, a fim de ser feita uma contagem, se houver a falta de alguém, deverá ser o informado a coordenação de emergência. A população do laboratório será guiada pelo líder de abandono que estará vestindo colete laranja. 7.3.5 – Na falta de algum funcionário a brigada de resgate dará prioridade para a procura da possível vítima e em caso positivo, a vítima será levada para local seguro onde serão aplicados os primeiros socorros. 7.3.6 – A equipe de combate ao fogo tomará a frente para extinguir o princípio de incêndio e tomará providências para que o sinistro seja o menor possível. 7.3.7 – As fontes de energia desnecessárias devem ser desligadas. Se houver constatação de vazamento de gases, nenhuma luz deverá ser acesa ou apagada. 7.3.8 – O líder de combate analisará as proporções do sinistro e o mesmo dará a ordem para que seja avisados o Corpo de Bombeiro e outros órgãos de emergência como Cetesb, Defesa civil, etc... (ANEXO E) 7.3.9 – O líder de primeiros socorros avaliará a necessidade do chamado de ajuda externa. O mesmo poderá pedir pelo auxílio de ambulâncias e equipes de atendimento médico. 7.3.10 – Os brigadistas deverão isolar a área da empresa. Nenhuma pessoa não autorizada pode adentrar a área de segurança e o atendimento das vítimas deve ser feito em áreas determinadas pelo líder da equipe de primeiros socorros. 7.3.11 – Com a extinção total do fogo, o chefe de brigada e os líderes avaliarão a cena e determinarão se a situação está sob controle. Em caso de chamado do Corpo de Bombeiros, os brigadistas atuarão sob as ordens do mesmo. 7.3.12 – Será composta uma junta para investigação das possíveis causas do sinistro e as conseqüências constatadas. Todos os fatos levantados serão discutidos em reuniões que deverão propor medidas corretivas e preventivas. Ver ANEXO F.

13

8 – FLUXOGRAMA DO PROCEDIMENTO DE EMERGÊNCIA
Início

ALERTA

Análise da situação.

não

Há emergência?

sim Procedimentos necessários.

Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo

não Há vítimas?

não Há incêndio?

sim sim Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA ABANDONO ÁREA Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA

não

Há necessidade de socorro?

não

não

Há necessidade de abandono de área? sim DE

não

Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA

não

não

Há necessidade de combate?

sim PRIMEIROS SOCORROS

sim COMBATE AO INCÊNDIO

não

Há necessidade de remoção?

sim

O sinistro foi controlado?

não

Socorro especializado

sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório

Cópia para arquivo

Fim

14

9 - Anexos
ANEXO A Questionário de Avaliação de Brigadista
O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias, aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO, quando a resposta estiver correta e ERRADO, quando o brigadista errar ou não responder. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.
1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO

2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO

4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO

5 – Onde se localiza a central de detecção de incêndio? CERTO ERRADO

6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO

7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO ERRADO

9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO

10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas, esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO

11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo:
CERTO ERRADO

15

12 – Quais são os métodos de extinção do fogo?
CERTO ERRADO

13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A?
CERTO ERRADO

14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B?
CERTO ERRADO

15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C?
CERTO ERRADO

16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação:
CERTO ERRADO

17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros?
CERTO ERRADO

18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima?
CERTO ERRADO

19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista?
CERTO ERRADO

20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação?
CERTO ERRADO

21- Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO

22- Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO

23- Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO

16

Ocupação: _____________________End.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( )aprovado ( )reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( )aprovado ( )reprovado Data :____/____/_________

___________________________________ Avaliado (1) ____________________________________ Vistoriador (Avaliador)

_______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Testemunha

17

ANEXO B LISTA DE VERIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E DISPOSITIVOS
EQUIPAMENTO/ DISPOSITIVO Sinalização de segurança E.P.R Chuveiros de emergência Manta anti-fogo Saídas de emergência EPIs Roupa antichama Kit de abandono Iluminação de emergência Comunicador RECOMENDAÇÕES DE INSPEÇÃO a – Chuveiros (testar válvulas, água e visual); b – Manta anti-fogo (visual, fixação na parede e acondicionamento); c - Sinalização (visual posicionamento e fixação); d – Iluminação (visual, fixação e carga da bateria); e – Comunicador (visual, funcionalidade dos alto falantes e fixação) f – Saídas de emergência (portas e barras anti-pânico); g – Kit de abandono (funcionamento da corneta, coletes); h – Conjuntos autônomos (condição visual, validade e fixação da caixa). QUANTIDADE SITUAÇÃO ENCONTRADA MELHORIAS DATA DA VERIFICAÇÃO

Responsável pela vistoria ______________

Chefe da Brigada ____________

18

ANEXO C PLANTA BAIXA Colocar a planta baixa da sua empresa com legendas

19

ANEXO D INSPEÇÃO DE EXTINTORES
MARCA: ATIVO FIXO:
DATA RECEBIDO

TIPO: LOCAL: HISTÓRICO
INSPECIONA DO REPARA DO INSTRUÇÃ O INCÊNDIO

EXTINTOR Nº ABNT N°
1. 2. SUBST GATILHO SUBST. DE DIFUSOR MANGOTE

3.

4. VÁLVULA DE SEG. 5. 6. VÁLVULA COMPLETA VÁLVULA CILINDRO ADICIONAL PINTURA MANÔMETRO TESTE HIDROSTÁTIC O RECARREGAD O USADO EM INCÊNDIO USADO EM INSTRUÇÃO DIVERSOS

7. 8. 9.

10. 11. 12. 13.

20

ANEXO F RELATÓRIO PARA EMERGÊNCIAS E OU SIMULADOS
COMUNICAÇÃO LOCAL: DE EMERGÊNCIA EQUIPAMENTO: INTERNA PRÓXIMA A:

TIPO DA EMERGÊNCIA
( ) INCÊNDIO ( ) VAZAMENTO ( ) PEQUENAS PROPORÇÕES

VÍTIMAS
( ) SIM ( ) NÃO ( ) QUANTAS?

INFORMANTE:

DATA ___/___/___

HORA ____:____ SIM ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

TÉRMINO ___/___/___ NÃO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

HORA ____:____

TELEFONE CHAMADO

ACIONAMENTO
SIRENE/COMUNICADOR INTERNO

SALAS E EQUIPAMENTOS SINISTRADOS Setor da empresa ESCRITÓRIO ( ) ( )
Setor da empresa Setor da empresa Setor da empresa Setor da empresa Setor da empresa

BRIGADA 1 BRIGADA 2

( ) ( ) ( ) ( ) ( )

VESTIÁRIOS EQUIPAMEN TOS

( ) ( ) ( ) ( )

OUTROS

ORGÃOS PUBLÍCOS
COBOM (Nome) CHEFE DA BRIGADA CETESB (Nome) DEF. CIVIL (Nome) LÍDER POLICIA (Nome) BRIGADISTA

Observações: ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ _____________________________________________

21

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->