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- pronomes - diferenças nas gramáticas tradicionais(prescritivas) e na gramática funcional(descritiva) de perini - by Feli

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1- O QUE É UM PRONOME? Para responder a esta pergunta utilizamos os livros Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, de Domingos Paschoal Cegalla, Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, e Gramática Descritiva do Português, de Mario Perini. Novíssima gramática Cegalla Pronomes
Pronomes são palavras que apresentam os nomes dos seres ou os determinam indicando a pessoa do discurso (pessoa gramatical)

Nova gramática Celso Cunha
Pronomes são morfemas gramaticais
1- O QUE É UM PRONOME? Para responder a esta pergunta utilizamos os livros Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, de Domingos Paschoal Cegalla, Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, e Gramática Descritiva do Português, de Mario Perini. Novíssima gramática Cegalla Pronomes
Pronomes são palavras que apresentam os nomes dos seres ou os determinam indicando a pessoa do discurso (pessoa gramatical)

Nova gramática Celso Cunha
Pronomes são morfemas gramaticais

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1- O QUE É UM PRONOME?

Para responder a esta pergunta utilizamos os livros Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, de Domingos Paschoal Cegalla, Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, e Gramática Descritiva do Português, de Mario Perini. Novíssima gramática Cegalla Pronomes
Pronomes são palavras que apresentam os nomes dos seres ou os determinam indicando a pessoa do discurso (pessoa gramatical)

Nova gramática Celso Cunha
Pronomes são morfemas gramaticais (gramemas com significação interna, pois derivam das relações e categorias levadas em conta pela língua). Podem ser invariáveis, ou variáveis se ligados a morfemas gramaticais que expressam o gênero e o número

Gramática descritiva Perini
Perini acredita que a classe tradicional dos pronomes deve desaparecer, pois se compõem de vários grupos com comportamento sintático muito diverso. Pronomes, adjetivos e substantivos deveriam fazer parte de uma grande classe dos nominais. O gramático considera pronomes os pronomes pessoais retos (como eu, você, ela), e os oblíquos e reflexivos (como me, se, o, nos, lhe). São uma subclasse do grupo dos substantivos (são pronomes substantivos) Perini estima que os substantivos do tipo 1 correspondam aproximadamente aos “pronomes substantivos” da gramática tradicional; e afirma que as classes dos substantivos do tipo 1, do tipo 2, e a dos [+Rel] compreendem todos os “pronomes substantivos tradicionais” * Segundo o autor, o restante das classes ([+PDet], [+Det], [+Poss], [+Qf], e [+Num]) compreendem o restante dos pronomes da gramática tradicional ** Os pronomes pessoais retos são parte da classe dos substantivos tipo 1 (e formam, necessariamente, um SN por si só).

Pron. Substantivos

Aqueles que substituem um substantivo

Desempenham na oração as funções equivalentes às exercidas pelos elementos nominais (representam o substantivo)

Pron. Adjetivos

Aqueles que qualificam um substantivo

Pessoais

Substituem nomes e representam as pessoas do discurso. Podem ser: retos ou oblíquos; tônicos ou átonos; pronomes de tratamento; não-reflexivos, reflexivos e/ou recíprocos

Acompanham um substantivo determinandolhe a extensão do significado (modificando o substantivo que acompanham como se fossem adjetivos) Têm três características: - denotam as três pessoas gramaticais (sing. e pl.) e têm a capacidade de indicar no colóquio: quem fala, com quem se fala, de quem se fala; - podem representar, quando na 3a pessoa, uma forma nominal anteriormente expressa; - variam de forma segundo a função que desempenham na oração e a acentuação que nela recebem. Podem ser: retos ou

Possessivos

Referem-se às pessoas do discurso atribuindo-lhes posse de algo

Demonstrativos

Indicam lugar, posição ou identidade dos seres, relativamente às pessoas do discurso

Indefinidos

Referem-se à 3a pessoa do discurso, designando-a de modo vago, impreciso, indeterminado

oblíquos; átonos ou tônicos (estes acompanhados de preposição); pronomes de tratamento (construídos com o verbo na 3a p.); nãoreflexivos, reflexivos (aplicados na 3a p.) e/ou recíprocos (reflexivos pl.); enclíticos, mesoclíticos ou proclíticos Indicam o que cabe ou pertence às pessoas gramaticais, acrescentam à noção da pessoa do discurso uma idéia de posse. Variam de acordo com gênero e número da coisa possuída, e com o número de pessoas representadas no possuidor. No caso de substantivação dos possessivos no singular, estes designam o que pertence a uma pessoa; já no plural, designam os parentes, amigos, companheiros de alguém Indicam o que se aproxima ou se distancia no espaço e no tempo das pessoas gramaticais (situam a pessoa ou coisa designada em relação às pessoas gramaticais). Sua função pode ser deíctica (situando a pessoa gramat. no espaço ou tempo) ou anafórica (lembrando o ouvinte ou leitor de algo que já foi mencionado ou que vai ser mencionado). Os variáveis podem funcionar como pronome subst. ou pronome adj. e os invariáveis são sempre pronomes subst. Aplicam-se à 3a pessoa gramatical, quando considerada de maneira vaga e indeterminada. Podem ser variáveis ou invariáveis. Podem ser substituídas por locuções pronominais indefinidas

Fazem parte da classe [+Poss] (possessivo)

Alguns pronomes (como isto ou aquilo) fazem parte do grupo dos substantivos tipo 1. Outros (como esse ou aquele) são parte da classe [+Det] (determinante)

Relativos

Palavras que representam nomes já referidos, com os

Referem-se, de regra geral, a um termo anterior, o

Alguns (como muitos ou vários) são da classe [+Qf] (quantificador). Outros (como é o caso de algum) são parte da classe [+Det]. Os que podem ser numeradores (como outro) são da classe [+Num]. Há ainda os que fazem parte do grupo dos substantivos tipo 2 (como alguém, algo, tudo). Todos e ambos são os únicos itens que podem ser predeterminantes e por isso são da classe [+PDet] Que, o qual, quem fazem parte da classe [+Rel]

quais estão relacionadas (e/ou permitem reunir duas ou mais orações numa só frase)

Interrogativos

Aparecem em frases interrogativas (referem-se de modo impreciso à 3a pessoa do discurso)

antecedente (este pode ser um subst., pron., adj., adv., ou oração). Podem ser variáveis ou invariáveis; têm formas simples ou compostas Que, quem, qual e quanto usados para formular uma pergunta direta ou indireta. Podem ser variáveis em número e/ou gênero, ou invariáveis. Podem ser empregados de forma exclamativa.

Que, qual, quem fazem parte da classe [+Rel]

*as classes dos substantivos tipo 1 e 2 não compreendem apenas pronomes, mas também outras classes de palavras como os próprios substantivos da gramática tradicional ** concluímos assim uma vez que Perini cita as classes dos substantivos do tipo 1, do tipo 2, e a dos [+Rel] e comenta que essas compreendem todos os “pronomes substantivos tradicionais”; e, a seguir, cita os cinco grupos restantes, e comenta que as oito classes determinadas anteriormente compreendem todos os pronomes da gramática tradicional (em conclusão lógica as últimas cinco classes devem conter todos os pronomes adjetivos da gramática tradicional)

2- QUAIS AS FUNÇOES SINTÁTICAS DESEMPENHADAS PELO PRONOME? De acordo com a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, os pronomes podem desempenhar variadas funções sintáticas. -Pronomes Pessoais: Retos - podem ser sujeito, predicativo do sujeito, ou vocativo (tu e vós); Oblíquos (não-reflexivos): Átonos - podem aparecer como objeto direto ou indireto, ou ainda como o sujeito de um infinitivo; Tônicos - podem ser complemento nominal, objeto direto ou indireto, agente da passiva, ou adjunto adverbial; Emprego do se - pode ser empregado sintaticamente nas funções de objeto direto ou indireto, sujeito de um infinitivo, ou símbolo/índice de indeterminação do sujeito (pode ainda ter as funções gramaticais de pronome apassivador, palavra/partícula expletiva, indicar a forma reflexiva do verbo, ou ainda ser parte integrante de alguns verbos nominais que exprimem sentimento ou mudança). -Pronomes relativos: Podem aparecer como sujeito, objeto direto ou indireto, predicativo, adjunto adnominal, complemento nominal, adjunto adverbial, ou agente da passiva.

Além da gramática tradicional: Embora esses tipos de pronome sejam os únicos citados que têm explicitadas suas funções sintáticas nessa gramática, pudemos concluir através desta que outros pronomes também podem exercer funções sintáticas variadas. Estas são algumas das funções observadas: -Pronomes pessoais: Pronomes de Tratamentos - sujeito, vocativo, objeto direto ou indireto; Reflexivos - objeto direto ou indireto; Recíprocos - objeto direto ou indireto; Oblíquos - quando equivalem a um pronome possessivo têm função de adjunto adnominal. -Pronomes possessivos: Quando substantivados, agindo como pronomes possessivos substantivos, podem ser sujeito, objeto direto ou indireto, quando aparecem como pronomes possessivos adjetivos têm a função de adjunto adnominal. -Pronomes demonstrativos: Os pronomes demonstrativos substantivos podem ser sujeito, objeto direto ou indireto, e os pronomes demonstrativos adjetivos fazem as vezes de adjunto adnominal. -Pronomes indefinidos: Podem ser sujeito, objeto direto ou indireto quando pronomes substantivos, e quando pronomes adjetivos têm função de adjunto adnominal. -Pronomes interrogativos: alguns podem agir como o sujeito de uma frase interrogativa, ainda que este sujeito seja desconhecido; em orações com o verbo ser, quem pode ser predicativo de um sujeito no plural.

De acordo com a classificação de potencial funcional de Perini: Para o autor as palavras têm potencialidade (traços necessários) para diferentes funções, e dependendo de como são utilizadas no eixo sintagmático virão a .exercer uma ou outra função. -Os “pronomes substantivos” da gramática tradicional (como ele, tudo, aquilo, nós, isto, etc.) fazem parte da classe dos substantivos tipo 1, e somente podem ocorrer como complementos do predicado, ou como núcleos de um SN (podendo então ser sujeito ou objeto direto) como indicam os traços +CP e +NSN.

-Os “pronomes” que fazem parte da classe dos substantivos tipo 2 também são pronomes substantivos e têm as mesmas características do grupo 1, porém têm a propriedade de coocorrer com outro termo dentro do SN (alguém - esse alguém, outro alguém, alguém bonito). No entanto, suas funções sintáticas ainda são determinadas pelos traços +CP e +NSN, os quais permitem que tais pronomes ocorram somente como complementos do predicado, sujeito ou objeto direto. Nem os pronomes englobados no grupo 1, nem os contidos no grupo 2 podem ocorrer como predicativo. Os outros seis grupos não têm suas funções sintáticas especificadas, têm apenas suas propriedades sintáticas peculiares relatadas ([+Rel], [+PDet], [+Det], [+Poss], [+Qf], e [+Num]). Muitos pronomes podem ter suas funções sintáticas modificadas se o SN ao qual pertencem for associado a uma palavra, como por exemplo uma preposição.

3- QUAIS OS PRINCIPAIS TRAÇOS DOS DIFERENTES TIPOS DE PRONOME? De acordo com a Nova Gramática do Português Contemporâneo: A gramática tradicional não se refere em momento algum a traços, no entanto, apresenta as peculiaridades dos vários tipos de pronomes, que, concluímos, podem ser representadas como traços. Percebemos, por exemplo, que quase nenhum pronome aceita aumentativo ou diminutivo, estes seriam traços (embora ocorram certas exceções como o diminutivo de nada – nadinha, tudo – tudinho). Poderíamos então criar sinais para representar aquelas características (traços) como [-dimin] e [-aument] (e então nada e tudo seriam [+dimin] e [-aument]). Mas não vamos ter pretensões de criar signos, e sim determinar certas propriedades apresentadas pelos diferentes tipos de pronome, que são traços potenciais. Estes são alguns dos que observamos: Pronomes substantivos: têm a propriedade de agir como um substantivo, de substituílo ou representá-lo na oração. Pronomes adjetivos: têm a propriedade de agir como um adjetivo, de acompanhar ou modificar um substantivo. Pessoais: Retos – não aceitam determinante ou não antes; têm a propriedade de serem omitidos como pronome sujeito; na 3a pessoa podem ser contraídos com as preposições de e em; variam em número, gênero (apenas na 3ª pessoa) e pessoa; Pronomes de Tratamento – levam o verbo conjugado na 3a pessoa embora designem a 2a pessoa; não são flexionados;

Oblíquos: Tônicos – vêm sempre acompanhados de preposição; variam em número, gênero (apenas na 3a pessoa) e pessoa; mim, ti, ele, ela, nós, vós, eles, e elas só se usam antecedidas de preposição; não aceitam determinante antes; Átonos – variam em número, gênero (apenas na 3a pessoa) e pessoa; podem ter valor possessivo; podem ser contraídos e combinados entre si; por sua posição podem ser enclíticos, proclíticos, ou mesoclíticos; não aceitam determinante antes. Possessivos – variam de acordo com gênero e número da coisa possuída e com o número de pessoas representadas no possuidor; podem ser substantivados e então aceitar artigo. Demonstrativos – podem ser invariáveis, ou variáveis com flexão de gênero e número; podem funcionar de maneira deíctica se situarem a pessoa gramatical no espaço ou tempo, ou anafórica se lembrarem ao ouvinte ou leitor do que foi dito ou vai ser dito. Indefinidos – apresentam formas invariáveis, e variáveis com flexão de gênero e número; podem ser substituídos per locuções pronominais indefinidas; apresentam oposições sistemáticas (entre o caráter afirmativo, ou negativo da série; de totalidade inclusiva, ou exclusiva; presença, ou ausência de pessoa; presença, ou ausência de valor de particularização). Relativos – têm formas invariáveis, e variáveis com flexão de gênero e número; são quase sempre pospostos a um antecedente. Interrogativos – que e quem são invariáveis, qual flexiona-se em número, e quanto em gênero e número; podem ser empregados de forma exclamativa.

De acordo com Perini: O autor comenta sobre sinais de diferentes tipos. Podem ser semânticos, por exemplo, como os traços <Q> qualificativo, e <R> referencial, que são relevantes para a determinação das possibilidades de ordenamento dos termos no SN ("qualificativo" se aplica a itens que aparecem tanto antes quanto depois do núcleo do SN; "referencial" só se realiza no próprio núcleo, portanto um elemento marcado <+Q> pode ocorrer antes ou depois do núcleo; um elemento marcado <-Q> não pode ocorrer antes do núcleo; e somente elementos marcados <+R> podem ocorrer como núcleos.). Perini atribui os sinais [+Ge] e [+Nu] para palavras que podem variar em gênero e número. Seguindo sua lógica, esses sinais poderiam ser atribuídos a muitos pronomes, uma vez que vários sofrem tais flexões (como visto na questão anterior). Pronomes substantivos: <-Q, +R> Pronomes adjetivos: < +Q, -R>

Pessoais – os que pertencem ao grupo dos substantivos tipo 1 têm como principais traços: [+CP, -Mod, -Pv, -T,SN, +NSN, -Int–, -PN, -íssimo]. Isso significa que: podem ocorrer como complementos do predicado, não são modificadores, não podem ocorrer como predicativo, não podem coocorrer com outro termo dentro do SN, podem ser núcleo de um SN (e de acordo com o autor este grupo sempre é), não são intensificadores, não têm possibilidade de aparecer como pré-núcleo, e não têm a propriedade de ocorrer com o sufixo superlativo -íssimo ou seus derivados. Possessivos – o principal traço deste grupo é [+Poss]. Isso significa que os pronomes deste grupo podem ser possessivos. Demonstrativos – os que fazem parte do grupo dos substantivos tipo 1 têm como principais traços: [+CP, -Mod, -Pv, -T,SN, +NSN, -Int–, -PN, -íssimo]. Isso significa que: podem ocorrer como complementos do predicado, não são modificadores, não podem ocorrer como predicativo, não podem coocorrer com outro termo dentro do SN, podem ser núcleo de um SN (e de acordo com o autor este grupo sempre é), não são intensificadores, não têm possibilidade de aparecer como pré-núcleo, e não têm a propriedade de ocorrer com o sufixo superlativo -íssimo ou seus derivados; – os que podem ser determinantes têm como principal traço [+Det]. Indefinidos – os que podem ser quantificadores têm por traço principal [+Qf]; – os que podem ser determinantes têm como principal traço [+Det]; – os que podem ser numeradores têm [+Num] como traço mais marcante; – os que podem ser predeterminantes têm [+PDet] como o principal traço; – os que fazem parte do grupo dos substantivos tipo 2 têm como principais traços: [+CP, -Mod, -Pv, +T,SN, +NSN, -Int–, -PN, -íssimo]. Isso significa que: podem ocorrer como complementos do predicado, não são modificadores, não podem ocorrer como predicativo, podem coocorrer com outro termo dentro do SN, podem ser núcleo de um SN (e de acordo com o autor este grupo sempre é), não são intensificadores, não têm possibilidade de aparecer como pré-núcleo, e não têm a propriedade de ocorrer com o sufixo superlativo -íssimo ou seus derivados. Relativos – que, quem, e o qual têm como traço mais marcante [+Rel] que indica que são relativos. De acordo com o autor, este grupo (juntamente com os grupos dos substantivos tipo 1 e tipo 2) tem a propriedade de ocorrer sempre como NSN. Interrogativos – fazem parte do mesmo grupo dos relativos. Assim: que, quem, e qual têm como traço mais marcante [+Rel] que indica que são relativos. De acordo com o autor, este grupo (juntamente com os grupos dos substantivos tipo 1 e tipo 2) tem a propriedade de ocorrer sempre como NSN.

BIBLIOGRAFIA: Mário Perini, Gramática Descritiva do Português Mário Perini, Yara Liberato, Maria Saraiva, Lúcia Fulgêncio, Sobre a Classificação das Palavras Celso Cunha, Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo Domingos Paschoal Cegalla, Novíssima Gramática da Língua Portuguesa

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